{"id":991641,"date":"2022-03-23T14:55:32","date_gmt":"2022-03-23T17:55:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=991641"},"modified":"2023-05-29T10:47:29","modified_gmt":"2023-05-29T13:47:29","slug":"concurso-cgu-recursos-auditor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concurso-cgu-recursos-auditor\/","title":{"rendered":"Concurso CGU: possibilidades de recursos para Auditor"},"content":{"rendered":"\n<p>A Controladoria Geral da Uni\u00e3o teve suas \u00faltimas provas aplicadas no \u00faltimo domingo, 20 de mar\u00e7o. Com isso, j\u00e1 foram divulgados os gabaritos preliminares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pretende interpor recurso contra o gabarito do concurso CGU?<\/strong> Todo o processo deve ser realizado <strong>at\u00e9 o dia 24 de mar\u00e7o<\/strong>, atrav\u00e9s do&nbsp;<a href=\"https:\/\/conhecimento.fgv.br\/concursos\/concursocgu21\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">site da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>E para te ajudar, nossos professores tamb\u00e9m analisaram os gabaritos provis\u00f3rios e identificaram algumas possibilidades de recursos. Confira abaixo e n\u00e3o perca o prazo!<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\" id=\"indice\">\n<li><a href=\"#web\">Webin\u00e1rio<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#direito-adm\">Recursos Direito Administrativo<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#fundamentos-auditoria\">Recursos de Fundamentos de Auditoria Governamental<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#auditoria-governamental\">Recursos de Auditoria Governamental<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#adm-publica\">Recursos de Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica e Pol\u00edticas P\u00fablicas<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#afo\">Recursos de Administra\u00e7\u00e3o Financeira Or\u00e7ament\u00e1ria<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#portugues\">Recursos de Portugu\u00eas<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-pale-cyan-blue-background-color has-background\" id=\"direito-adm\">Concurso CGU Auditor &#8211; Direito Administrativo<\/h2>\n\n\n\n<p>Ol\u00e1, pessoal!<\/p>\n\n\n\n<p>Neste artigo, voc\u00ea encontrar\u00e1 a resolu\u00e7\u00e3o das quest\u00f5es de Direito Administrativo da CGU (Controladoria-Geral Uni\u00e3o). Lembrando que existem diversos cadernos de prova, motivo pelo qual a \u201cnumera\u00e7\u00e3o\u201d da quest\u00e3o poder\u00e1 n\u00e3o ser exatamente a mesma do seu caderno, em que pese as assertivas sejam as mesmas. <\/p>\n\n\n\n<p>O nosso caderno \u00e9 o \u201cAzul\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>As quest\u00f5es de direito administrativo foram complicadas, com muita cobran\u00e7a de jurisprud\u00eancia recente.<\/p>\n\n\n\n<p>Vou sugerir dois recursos: (i) na quest\u00e3o de improbidade, pela express\u00e3o a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica; (ii) na quest\u00e3o da LGPD, conforme argumentos indicados adiante.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se esque\u00e7a de acompanhar as nossas redes sociais de controle externo e de direito administrativo.<\/p>\n\n\n\n<p>Abra\u00e7os!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table is-style-stripes\"><table><tbody><tr><td><strong><\/strong><\/td><td><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/profherbertalmeida\/\"><strong><em>@profherbertalmeida<\/em><\/strong><\/a><strong><\/strong><\/td><td><strong><\/strong><\/td><td><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/controleexterno\/\"><strong><em>@controleexterno<\/em><\/strong><\/a><\/td><\/tr><tr><td><strong><\/strong><\/td><td><a href=\"https:\/\/t.me\/profherbertalmeida\"><strong><em>\/profherbertalmeida<\/em><\/strong><\/a><strong><\/strong><\/td><td><\/td><td><a href=\"https:\/\/t.me\/controleexterno\"><strong><em>\/controleexterno<\/em><\/strong><\/a><\/td><\/tr><tr><td><strong><\/strong><\/td><td><a href=\"https:\/\/youtube.com\/profherbertalmeida\"><strong><em>\/profherbertalmeida<\/em><\/strong><\/a><strong><\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Vamos aos coment\u00e1rios!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 11. (FGV \u2013 CGU\/2022)<\/strong> A Lei Geral de Prote\u00e7\u00e3o de Dados Pessoais (LGPD) estabelece que o uso compartilhado de dados pessoais pelo poder p\u00fablico deve atender a finalidades espec\u00edficas de execu\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e atribui\u00e7\u00e3o legal pelos \u00f3rg\u00e3os e pelas entidades p\u00fablicas, respeitados os princ\u00edpios de prote\u00e7\u00e3o de dados pessoais elencados na lei.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, de acordo com a Lei n\u00ba 13.709\/2018, \u00e9 vedado ao poder p\u00fablico transferir a entidades privadas dados pessoais constantes de bases de dados a que tenha acesso EXCETO:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>a) na hip\u00f3tese de o compartilhamento tutelar e resguardar direito da personalidade e integridade do titular dos dados, permitido o tratamento para outras finalidades;<\/li>\n\n\n\n<li>b) quando houver previs\u00e3o legal, salvo se a transfer\u00eancia for respaldada em contratos, conv\u00eanios ou instrumentos cong\u00eaneres;<\/li>\n\n\n\n<li>c) nos casos em que os dados forem acess\u00edveis publicamente desde que o titular dos dados apresente documento formal, com firma reconhecida, de aquiesc\u00eancia com o compartilhamento;<\/li>\n\n\n\n<li>d) nos casos de execu\u00e7\u00e3o centralizada de atividade p\u00fablica que recomende o compartilhamento de dados, desde que a entidade privada colabore, ainda que indiretamente, com a concretiza\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica p\u00fablica;<\/li>\n\n\n\n<li>e) na hip\u00f3tese de a transfer\u00eancia dos dados objetivar exclusivamente a preven\u00e7\u00e3o de fraudes e irregularidades ou proteger e resguardar a seguran\u00e7a e a integridade do titular dos dados, desde que vedado o tratamento para outras finalidades.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rio:&nbsp;<\/strong>o art. 26, \u00a7 1\u00ba, da LGPD veda ao Poder P\u00fablico transferir a entidades privadas dados pessoais constantes de bases de dados a que tenha acesso. Essa veda\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 absoluta, uma vez que existem diversas exce\u00e7\u00f5es citadas no mesmo dispositivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das exce\u00e7\u00f5es consta no inciso V, que prev\u00ea o compartilhamento \u201cna hip\u00f3tese de a transfer\u00eancia dos dados objetivar exclusivamente a preven\u00e7\u00e3o de fraudes e irregularidades ou proteger e resguardar a seguran\u00e7a e a integridade do titular dos dados, desde que vedado o tratamento para outras finalidades\u201d (letra E).<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos identificar o erro nas outras op\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>a)&nbsp;<strong>Errada<\/strong>. N\u00e3o \u00e9 permitido usar o compartilhamento \u201coutras finalidades\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>b)&nbsp;<strong>Errada (com ressalvas)<\/strong>. A previs\u00e3o legal \u00e9 \u201cIV \u2013 quando houver previs\u00e3o legal&nbsp;<strong>ou a transfer\u00eancia for respaldada em contratos, conv\u00eanios ou instrumentos cong\u00eaneres<\/strong>\u201d.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>No meu ponto de vista, a afirma\u00e7\u00e3o da banca ficou d\u00fabia. A LGPD permite o compartilhamento em dois casos: (i) se houver previs\u00e3o legal; ou (ii) se a transfer\u00eancia for respaldada em contratos, conv\u00eanios ou instrumentos cong\u00eaneres.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, a previs\u00e3o legal n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria quando a transfer\u00eancia for respaldada nos contratos, conv\u00eanios ou instrumentos cong\u00eaneres. <\/p>\n\n\n\n<p>Logo, \u00e9 verdadeiro dizer que voc\u00ea precisa de previs\u00e3o legal, exceto (salvo se) se j\u00e1 houver previs\u00e3o em contrato, conv\u00eanio ou acordo, pois esta \u00e9 a segunda exce\u00e7\u00e3o (a segunda hip\u00f3tese que permite o compartilhamento).<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, acreditamos que a FGV indicar\u00e1 essa alternativa como incorreta, mas cabe recurso, pois o item ficou d\u00fabio.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>c)&nbsp;<strong>Errada<\/strong>. A LGPD prev\u00ea o compartilhamento \u201cnos casos em que os dados forem acess\u00edveis publicamente (art. 26, \u00a7 1\u00ba, III), mas n\u00e3o prev\u00ea a exig\u00eancia de apresenta\u00e7\u00e3o de documento formal com firma reconhecida.<\/li>\n\n\n\n<li>d)&nbsp;<strong>Errada<\/strong>. A previs\u00e3o legal disp\u00f5e que o compartilhamento ser\u00e1 poss\u00edvel \u201cem casos de&nbsp;<strong>execu\u00e7\u00e3o descentralizada<\/strong>&nbsp;de atividade p\u00fablica que exija a transfer\u00eancia, exclusivamente para esse fim espec\u00edfico e determinado\u201d (art. 26, \u00a7 1\u00ba, I).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Gabarito: alternativa E (cabe recurso para anula\u00e7\u00e3o).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>21. (FGV \u2013 CGU\/2022)<\/strong> Determinada organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental (ONG), por ato de seu presidente, praticou dolosamente ato tipificado como de improbidade administrativa (mas n\u00e3o previsto na Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o), quando da execu\u00e7\u00e3o de conv\u00eanio com recursos obtidos (subven\u00e7\u00e3o) da Uni\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As ilegalidades foram constatadas pela Controladoria-Geral da Uni\u00e3o (CGU), que as noticiou ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF). As apura\u00e7\u00f5es, tanto da CGU como do MPF, n\u00e3o conseguiram evidenciar a participa\u00e7\u00e3o de qualquer agente p\u00fablico respons\u00e1vel pelo repasse ou fiscaliza\u00e7\u00e3o da verba p\u00fablica, mas tornaram inequ\u00edvoco o dolo de Jo\u00e3o, presidente da ONG, que praticou e se beneficiou do ato il\u00edcito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>De acordo com a jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>a) n\u00e3o poder\u00e1 ser ajuizada a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica por ato de improbidade administrativa em face da ONG e de Jo\u00e3o, pois \u00e9 imprescind\u00edvel a concomitante presen\u00e7a de agente p\u00fablico no polo passivo da demanda;<\/li>\n\n\n\n<li>b) n\u00e3o poder\u00e1 ser ajuizada a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica por ato de improbidade administrativa em face da ONG e de Jo\u00e3o, pois n\u00e3o houve preju\u00edzo direto ao er\u00e1rio da Uni\u00e3o, e sim ao patrim\u00f4nio da entidade privada;<\/li>\n\n\n\n<li>c) n\u00e3o poder\u00e1 ser ajuizada a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica por ato de improbidade administrativa em face da ONG e de Jo\u00e3o, pois o ato il\u00edcito praticado n\u00e3o est\u00e1 tipificado pela Lei Anticorrup\u00e7\u00e3o como ato lesivo \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica;<\/li>\n\n\n\n<li>d) poder\u00e1 ser ajuizada a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica por ato de improbidade administrativa em face da ONG e de Jo\u00e3o, pois a Lei de Improbidade se aplica \u00e0s entidades privadas que recebem subven\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o, equiparando seus dirigentes \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de agentes p\u00fablicos;<\/li>\n\n\n\n<li>e) poder\u00e1 ser ajuizada a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica por ato de improbidade administrativa em face da ONG e de Jo\u00e3o, pois, independentemente de haver subven\u00e7\u00e3o, benef\u00edcio ou incentivo, fiscal ou credit\u00edcio de entes p\u00fablicos ou governamentais, as ONGs se submetem \u00e0 Lei de Improbidade, por integrarem o chamado terceiro setor.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rio:&nbsp;<\/strong>no REsp 1.845.674, o STJ firmou posicionamento de que os dirigentes de entidades privadas sem fins lucrativos que recebam recursos p\u00fablicos s\u00e3o equiparados aos agentes p\u00fablicos para os fins da Lei de Improbidade, vejamos:<\/p>\n\n\n\n<p>Hip\u00f3tese em que os autos evidenciam supostas irregularidades perpetradas pela organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental denominada Instituto Projeto Viver, quando da execu\u00e7\u00e3o de conv\u00eanio com recursos obtidos do Governo Federal, circunst\u00e2ncia que equipara o dirigente da referida ONG a agente p\u00fablico para os fins de improbidade administrativa, nos termos do dispositivo acima mencionado.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, o dirigente poder\u00e1 responder de forma isolada pelo ato de improbidade, sem precisar \u201cde outro\u201d agente p\u00fablico, uma vez que ele j\u00e1 \u00e9 enquadrado nessa categoria.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, as pessoas jur\u00eddicas tamb\u00e9m respondem por ato de improbidade, conforme jurisprud\u00eancia do STJ e, atualmente, conforme expressa previs\u00e3o no art. 2\u00ba, par\u00e1grafo \u00fanico, da LIA, que disp\u00f5e que: \u201cno que se refere a recursos de origem p\u00fablica, sujeita-se \u00e0s san\u00e7\u00f5es previstas nesta Lei o particular, pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica, que celebra com a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica conv\u00eanio, contrato de repasse, contrato de gest\u00e3o, termo de parceria, termo de coopera\u00e7\u00e3o ou ajuste administrativo equivalente\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o gabarito \u00e9 a letra D, uma vez que ser\u00e1 poss\u00edvel mover a a\u00e7\u00e3o de improbidade administrativa em face da ONG (em virtude do ajuste com o Poder P\u00fablico) e de Jo\u00e3o (como equiparado a agente p\u00fablico).<\/p>\n\n\n\n<p>As letras A, B e C est\u00e3o incorretas, pois afirmam que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel mover a a\u00e7\u00e3o. A letra E, por sua vez, est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que o simples fato de a entidade ser do terceiro setor n\u00e3o \u201cchama\u201d a aplica\u00e7\u00e3o da LIA, uma vez que ser\u00e1 imprescind\u00edvel a presen\u00e7a do fomento estatal para a aplica\u00e7\u00e3o da norma de improbidade \u00e0s entidades privadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, a FGV vem fazendo confus\u00e3o desde a edi\u00e7\u00e3o da reforma da Lei de Improbidade. Atualmente, a a\u00e7\u00e3o de improbidade n\u00e3o possui natureza de a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablico, conforme consta no art. 17, caput, da LIA, que prev\u00ea a aplica\u00e7\u00e3o do \u201cprocedimento comum previsto na Lei n\u00ba 13.105, de 16 de mar\u00e7o de 2015 (C\u00f3digo de Processo Civil), salvo o disposto nesta Lei\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o art. 17-D disp\u00f5e que a a\u00e7\u00e3o por improbidade administrativa \u00e9 repressiva, de car\u00e1ter sancionat\u00f3rio, destinada \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es de car\u00e1ter pessoal previstas na LIA, e&nbsp;<strong>n\u00e3o constitui a\u00e7\u00e3o civil<\/strong>. Dessa forma, \u00e9 poss\u00edvel mover recurso para a anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gabarito: alternativa D (cabe recurso para anula\u00e7\u00e3o).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-pale-cyan-blue-background-color has-background\" id=\"fundamentos-auditoria\">Concurso CGU Auditor &#8211; recursos de Fundamentos de Auditoria Governamental<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Modelo de Recurso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prof. Guilherme Sant\u2019Anna (@profguilhermesantanna | t.me\/profguilhermesantanna)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 31 \u2013 Fundamentos de Auditoria Governamental (prova Tipo 4 \u2013 Azul)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 ind\u00edcios de que uma empresa privada praticou irregularidades na gest\u00e3o de recursos p\u00fablicos federais recebidos diretamente da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>No \u00e2mbito do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, a apura\u00e7\u00e3o dos fatos compete:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>(A) \u00e0 Secretaria Federal de Controle Interno;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(B) \u00e0 Comiss\u00e3o de Coordena\u00e7\u00e3o de Controle Interno;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(C) a nenhum dos \u00f3rg\u00e3os, por se tratar de recursos geridos por agente privado;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(D) ao \u00f3rg\u00e3o setorial de controle interno que integra a estrutura da Casa Civil;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(E) ao \u00f3rg\u00e3o setorial de controle interno que integra a estrutura da Advocacia-Geral da Uni\u00e3o.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Gabarito preliminar: D<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Modelo de Recurso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Douto examinador, n\u00e3o obstante nossa compreens\u00e3o quanto \u00e0 corre\u00e7\u00e3o do gabarito preliminar (letra D), entendemos que h\u00e1 outra alternativa igualmente correta (letra A), o que ensejaria anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Explicamos: \u00e9 verdade que, conforme a Lei n\u00ba 10.180\/01, apurar os atos ou fatos inquinados de ilegais ou irregulares, praticados por agentes p\u00fablicos ou privados, na utiliza\u00e7\u00e3o de recursos p\u00fablicos federais compete aos \u00f3rg\u00e3os e \u00e0s unidades do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. <\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, considerando que o enunciado afirma que o recurso \u00e9 recebido diretamente da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, e tomando por base a Lei n\u00ba 10.180\/01, o gabarito seria \u2013 de fato \u2013 letra D, ou seja, a apura\u00e7\u00e3o caberia ao \u00f3rg\u00e3o setorial de controle interno que integra a estrutura da Casa Civil.<\/p>\n\n\n\n<p>Ocorre, prezado examinador, que o Decreto n\u00ba 3.591\/00 (igualmente previsto no Edital do certame) traz previs\u00e3o distinta da mencionada Lei. O Art. 11 do Decreto n\u00ba 3.591\/00, inciso XXV, nos ensina que compete \u00e0 Secretaria Federal de Controle Interno apurar os atos ou fatos inquinados de ilegais ou irregulares, praticados por agentes p\u00fablicos ou privados, na utiliza\u00e7\u00e3o de recursos p\u00fablicos federais.<\/p>\n\n\n\n<p>Ora, diante do exposto, e considerando os 2 normativos supramencionados, a quest\u00e3o admitiria dois gabaritos: letras D e A.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pelo exposto, pedimos anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dispositivos mencionados:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lei n\u00ba 10.180\/01<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Art. 24. Compete aos \u00f3rg\u00e3os e \u00e0s unidades do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>VII &#8211; apurar os atos ou fatos inquinados de ilegais ou irregulares, praticados por agentes p\u00fablicos ou privados, na utiliza\u00e7\u00e3o de recursos p\u00fablicos federais e, quando for o caso, comunicar \u00e0 unidade respons\u00e1vel pela contabilidade para as provid\u00eancias cab\u00edveis;<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Decreto n\u00ba 3.591\/00<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>Art. 11.&nbsp; Compete \u00e0 Secretaria Federal de Controle Interno:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>XXV &#8211; apurar os atos ou fatos inquinados de ilegais ou irregulares, praticados por agentes p\u00fablicos ou privados, na utiliza\u00e7\u00e3o de recursos p\u00fablicos federais, dar ci\u00eancia ao controle externo e ao \u00d3rg\u00e3o Central e, quando for o caso, comunicar \u00e0 unidade respons\u00e1vel pela contabilidade, para as provid\u00eancias cab\u00edveis.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 34 \u2013 Fundamentos de Auditoria Governamental (prova Tipo 4 \u2013 Azul)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao planejar uma auditoria, a equipe de auditores internos elaborou uma lista dos riscos inerentes ao objeto de auditoria, avaliou esses riscos e efetuou a avalia\u00e7\u00e3o preliminar dos respectivos controles, tendo chegado \u00e0s seguintes conclus\u00f5es sobre os riscos mais relevantes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Risco R1: foi avaliado como muito alto e o conjunto de controles C1, relacionado a esse risco, foi considerado forte;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Risco R2: foi avaliado como muito alto e o conjunto de controles C2, relacionado a esse risco, foi considerado fraco;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Riscos R3, R4, R5, R6, R7, R8 e R9: foram avaliados como baixos e o conjunto de controles C3, relacionado a todos esses riscos, foi considerado forte.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Ao definir o escopo do trabalho de auditoria, havendo tempo e recursos suficientes para sua execu\u00e7\u00e3o, a equipe deve prever, no m\u00ednimo, realiza\u00e7\u00e3o de testes de controle em rela\u00e7\u00e3o ao(s) conjunto(s) de controles:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>(A) C1 e de procedimentos substantivos em rela\u00e7\u00e3o aos conjuntos de controles C2 e C3;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(B) C1 e C2 e de procedimentos substantivos em rela\u00e7\u00e3o ao conjunto de controles C3;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(C) C3 e de procedimentos substantivos em rela\u00e7\u00e3o aos conjuntos de controles C1 e C2;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(D) C1 e C3 e de procedimentos substantivos em rela\u00e7\u00e3o ao conjunto de controles C2;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(E) C2 e de procedimentos substantivos em rela\u00e7\u00e3o aos conjuntos de controles C1 e C3.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Gabarito preliminar: D<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Modelo de Recurso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Douto examinador, entendemos que o uso da express\u00e3o \u201cno m\u00ednimo\u201d, prevista no enunciado, prejudicou o entendimento do que se pedia na quest\u00e3o, o que ensejaria sua anula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Explicamos: n\u00e3o resta d\u00favidas de que, sobre o conjunto de controles C1 (considerado forte, atuando sobre um risco inerente muito alto), devem ser aplicados testes de controle. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 o que nos ensina o Manual de Orienta\u00e7\u00f5es T\u00e9cnicas da Atividade de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal (MOT 2017), ao dizer que \u201c<em>Os controles que compor\u00e3o o escopo ser\u00e3o os controles internos chave, ou seja, aqueles capazes de, em uma situa\u00e7\u00e3o de risco inerente alto, atuar para que o risco residual seja baixo. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Para isso, de acordo com a an\u00e1lise realizada pela equipe de auditoria, devem possuir desenho adequado e estar, ao menos aparentemente, em correto funcionamento.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A t\u00edtulo de exemplo, suponha-se que a um determinado risco inerente tenha sido atribu\u00eddo o grau m\u00e1ximo e que esse grau seja 10. A equipe, ao avaliar o controle a ele relacionado, conclui que o grau atribu\u00eddo a esse controle deve ser 8. O resultado da equa\u00e7\u00e3o (10-8) indica que o risco residual \u00e9 2, isto \u00e9, bastante baixo. Assim sendo, esse controle dever\u00e1 ser selecionado para a avalia\u00e7\u00e3o da equipe de auditoria.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Al\u00e9m desses controles na situa\u00e7\u00e3o indicada, podem tamb\u00e9m compor o escopo aqueles que servem para mitigar um grande n\u00famero de riscos. Os testes que prevalecer\u00e3o nas duas situa\u00e7\u00f5es apontadas ser\u00e3o os testes de controle\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o resta d\u00favidas de que, sobre o conjunto de controles C2 (considerado fraco, atuando sobre um risco inerente muito alto), devem ser aplicados procedimentos substantivos. <\/p>\n\n\n\n<p>Mais uma vez, \u00e9 o que nos ensina o MOT 2017, ao dizer que \u201c<em>Pode haver, entretanto, riscos inerentes altos com controles fracos ou inexistentes. Nesse caso, a equipe n\u00e3o deixar\u00e1 de realizar a sua avalia\u00e7\u00e3o, mas esta ser\u00e1 realizada por meio de procedimentos substantivos, com o objetivo de identificar o impacto resultante da inexist\u00eancia ou da inadequa\u00e7\u00e3o dos controles.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A mesma certeza n\u00e3o temos em rela\u00e7\u00e3o ao conjunto de controles C3. \u00c9 verdade que, segundo o MOT 2017, <em>\u201c<strong>podem<\/strong> tamb\u00e9m compor o escopo aqueles que servem para mitigar um grande n\u00famero de riscos. Os testes que prevalecer\u00e3o nas duas situa\u00e7\u00f5es apontadas ser\u00e3o os testes de controle\u201d. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Ora, \u00e9 esse, justamente, o caso do conjunto de controles C3 (atua sobre os riscos R3, R4, R5, R6, R7, R8 e R9).<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, entendemos que incluir o conjunto de controles C3 no escopo da auditoria, aplicando sobre eles testes de controle, \u00e9 uma possibilidade prevista no Manual. <\/p>\n\n\n\n<p>Por se tratar de uma possibilidade, n\u00e3o necessariamente devemos aplic\u00e1-los. Refor\u00e7a nosso entendimento o fato de o enunciado ter pedido quais testes, no m\u00ednimo, deveriam ter sido aplicados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pelo exposto, pedimos a anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-pale-cyan-blue-background-color has-background\" id=\"auditoria-governamental\">Concurso CGU Auditor &#8211; recursos de Auditoria Governamental&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 45 \u2013 Auditoria Governamental e Controle Interno (prova Tipo 4 \u2013 Azul)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O respons\u00e1vel por uma Unidade de Auditoria Interna Governamental (UAIG) sabe que deve elaborar um Plano de Auditoria Interna baseado em riscos. Ocorre que a unidade auditada n\u00e3o instituiu um processo formal de gerenciamento de riscos, mas demandou \u00e0 UAIG a realiza\u00e7\u00e3o de um trabalho de consultoria com o objetivo de auxiliar na implanta\u00e7\u00e3o desse processo. A UAIG coletou, junto \u00e0 alta administra\u00e7\u00e3o, informa\u00e7\u00f5es sobre suas expectativas e entendimentos a respeito dos principais processos e dos riscos associados.<\/p>\n\n\n\n<p>O respons\u00e1vel pela UAIG deve:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>(A) inserir no Plano de Auditoria Interna o trabalho de consultoria demandado e, com base nos resultados desse trabalho, selecionar objetos de auditoria que apresentem maior risco;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(B) inserir no Plano de Auditoria Interna os processos de maior materialidade e recusar o pedido de realiza\u00e7\u00e3o de trabalho de consultoria, por se tratar de processo cuja implanta\u00e7\u00e3o cabe ao gestor;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(C) inserir no Plano de Auditoria Interna os objetos de maior risco, com base nas informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis, al\u00e9m de avaliar a viabilidade de incorporar o trabalho de consultoria no mesmo Plano;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(D) informar ao \u00f3rg\u00e3o central do Sistema de Controle Interno que a elabora\u00e7\u00e3o do Plano de Auditoria Interna ser\u00e1 adiada at\u00e9 a conclus\u00e3o da consultoria para implanta\u00e7\u00e3o do processo de gerenciamento de riscos;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(E) promover o mapeamento dos principais processos, de modo a selecionar os objetos de maior risco para inclus\u00e3o no Plano de Auditoria Interna, al\u00e9m de aguardar autoriza\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o setorial de controle interno para realiza\u00e7\u00e3o do trabalho de consultoria.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Gabarito preliminar: C<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Modelo de Recurso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Douto examinador, vimos \u2013 respeitosamente \u2013 solicitar anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o, pelos motivos abaixo expostos:<\/p>\n\n\n\n<p>O enunciado traz um cen\u00e1rio em que se deve elaborar um Plano de Auditoria Interna (PAI) em unidade que n\u00e3o disp\u00f5e de processo formal de gerenciamento de riscos. Ainda segundo o enunciado, diante dessa aus\u00eancia, a unidade demandou \u00e0 UAIG a realiza\u00e7\u00e3o de um trabalho de consultoria com o objetivo de auxiliar na implanta\u00e7\u00e3o desse processo.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o resta d\u00favidas de que \u2013 no caso em tela \u2013 a UAIG deve se comunicar com a alta administra\u00e7\u00e3o, de forma a coletar informa\u00e7\u00f5es sobre suas expectativas e obter entendimento dos principais processos e dos riscos associados. <\/p>\n\n\n\n<p>Ainda, com base nessas informa\u00e7\u00f5es, a UAIG dever\u00e1 elaborar seu Plano de Auditoria Interna, priorizando os processos ou unidades organizacionais de maior risco. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 exatamente isso o que nos ensina o item 86 do Referencial T\u00e9cnico da Atividade de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal (Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 03\/2017), abaixo transcrito:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>86. Caso a Unidade Auditada n\u00e3o tenha institu\u00eddo um processo formal de gerenciamento de riscos, a UAIG deve se comunicar com a alta administra\u00e7\u00e3o, de forma a coletar informa\u00e7\u00f5es sobre suas expectativas e obter entendimento dos principais processos e dos riscos associados. Com base nessas informa\u00e7\u00f5es, a UAIG dever\u00e1 elaborar seu Plano de Auditoria Interna, priorizando os processos ou unidades organizacionais de maior risco.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Assim sendo, resta-nos como assertivas v\u00e1lidas apenas as letras A e C. Essas alternativas divergem, unicamente, quanto ao fato do respons\u00e1vel pela UAIG ter que incluir o trabalho de consultoria no PAI (letra A), ou avaliar a viabilidade de incorporar o trabalho de consultoria no mesmo Plano (letra C). <\/p>\n\n\n\n<p>As 2 alternativas em comento asseveram, de forma correta, que o respons\u00e1vel pela UAIG deve incluir no PAI os objetos de maior risco. <\/p>\n\n\n\n<p>No campo sem\u00e2ntico, entendemos que a express\u00e3o \u201cincluir no PAI os objetos de maior risco\u201d (letra A) equivale a \u201cselecionar objetos de auditoria que apresentem maior risco\u201d (letra C).<\/p>\n\n\n\n<p>No caso em tela, o trabalho de consultoria realizado pela UAIG \u00e9 uma premissa essencial para a sele\u00e7\u00e3o dos trabalhos com base em risco. Podemos entender que, n\u00e3o fosse a realiza\u00e7\u00e3o desse trabalho, n\u00e3o seria poss\u00edvel efetuar a prioriza\u00e7\u00e3o dos processos e unidades organizacionais de maior risco.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, e considerando que o Manual de Orienta\u00e7\u00f5es T\u00e9cnicas da Atividade de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal (MOT 2017) prev\u00ea \u2013 como conte\u00fado m\u00ednimo do PAI \u2013 a exposi\u00e7\u00e3o das premissas, restri\u00e7\u00f5es e riscos associados \u00e0 execu\u00e7\u00e3o do Plano de Auditoria Interna, nos parece evidente que o trabalho de consultoria realizado deve ser inclu\u00eddo no Plano de Auditoria Interna, o que tornaria a letra A correta. <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos, abaixo, trecho extra\u00eddo do Manual:<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando que o Plano de Auditoria Interna cont\u00e9m as atividades a serem executadas pela UAIG ao longo do exerc\u00edcio seguinte ao da sua elabora\u00e7\u00e3o, conv\u00e9m que, sempre que poss\u00edvel, sejam explicitadas as premissas sobre as quais o Plano foi constru\u00eddo e quais s\u00e3o os riscos e\/ou restri\u00e7\u00f5es previamente identificados.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo, entendemos como correta a letra C, uma vez que o MOT 2017 tamb\u00e9m prev\u00ea que \u201c<em>A UAIG deve avaliar a necessidade de incluir, no referido plano, trabalhos de auditoria solicitados pela alta administra\u00e7\u00e3o e pelas demais partes interessadas<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pelo exposto, douto examinador, pedimos a anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o em comento.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 49 \u2013 Auditoria Governamental e Controle Interno (prova Tipo 4 \u2013 Azul)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No curso de um trabalho de avalia\u00e7\u00e3o, a equipe de auditoria se depara com uma relevante situa\u00e7\u00e3o de desconformidade que n\u00e3o havia sido prevista na fase de planejamento e, portanto, n\u00e3o \u00e9 abrangida pelas quest\u00f5es de auditoria.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse caso, a equipe deve:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>(A) tratar a situa\u00e7\u00e3o como um dos achados de auditoria;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(B) reiniciar o planejamento do trabalho e elaborar nova matriz de planejamento;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(C) informar a situa\u00e7\u00e3o ao supervisor e aguardar orienta\u00e7\u00f5es sobre o que deve ser feito;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(D) incluir uma nova a\u00e7\u00e3o de controle no Plano de Auditoria Interna;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>(E) avaliar a possibilidade de alterar o escopo da avalia\u00e7\u00e3o, de modo a incluir um novo tema.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Gabarito preliminar: C<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Modelo de Recurso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Douto examinador, vimos \u2013 respeitosamente \u2013 solicitar anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o, pelos motivos abaixo expostos.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso em tela trata de uma evidente necessidade de se alterar o planejamento individual de um trabalho de avalia\u00e7\u00e3o. \u00c9 que a equipe se deparou com uma relevante situa\u00e7\u00e3o de desconformidade que n\u00e3o havia sido prevista na fase de planejamento e, portanto, n\u00e3o era abrangida pelas quest\u00f5es de auditoria. <\/p>\n\n\n\n<p>Em outros termos, h\u00e1 \u2013 no caso em tela \u2013 a necessidade de se incluir quest\u00f5es de auditoria (ou temas) no planejamento original efetuado.<\/p>\n\n\n\n<p>Sabemos que o planejamento individual \u00e9 composto por \u201c<em><u>levantamentos<\/u> preliminares e <u>an\u00e1lise<\/u> dos principais <u>riscos<\/u> e das medidas de <u>controles<\/u> <u>existentes<\/u>, <u>para se chegar ao objetivo daquela avalia\u00e7\u00e3o e \u00e0 delimita\u00e7\u00e3o do escopo. Nesse contexto, define-se a quais quest\u00f5es sobre o objeto auditado aquele trabalho espec\u00edfico pretende responder<\/u>. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Nessa fase, s\u00e3o definidos, ainda, os testes a serem executados e as t\u00e9cnicas que ser\u00e3o utilizadas, os quais compor\u00e3o o programa de trabalho. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ademais, com base nas necessidades levantadas, \u00e9 poss\u00edvel adotar medidas para prover os recursos humanos e os materiais necess\u00e1rios \u00e0 execu\u00e7\u00e3o da atividade\u201d<\/em> (Manual de Orienta\u00e7\u00f5es T\u00e9cnicas da Atividade de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal \u2013 p\u00e1gina 16 \u2013 t\u00f3pico 1.1.1.1 \u2013 Planejamento \u2013 grifos nossos).<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda de acordo com o Manual, <em>finalizada a an\u00e1lise preliminar do objeto de auditoria, a <u>equipe dever\u00e1 ter condi\u00e7\u00e3o de definir, ainda que preliminarmente, os objetivos do trabalho de auditoria e proceder a uma primeira declara\u00e7\u00e3o do escopo<\/u>, os quais poder\u00e3o ser aprimorados ap\u00f3s a avalia\u00e7\u00e3o dos riscos e dos controles associados ao objeto. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><u>Os objetivos consistem basicamente nas quest\u00f5es a que a auditoria pretende responder<\/u>. Devem ser descritos de modo que o prop\u00f3sito da auditoria fique claro; al\u00e9m disso, devem ser concisos, realistas e n\u00e3o conter termos amb\u00edguos ou abstratos<\/em> (Manual de Orienta\u00e7\u00f5es T\u00e9cnicas da Atividade de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal \u2013 p\u00e1gina 16 \u2013 t\u00f3pico 4.3.2 \u2013 Objetivos e escopo do trabalho de auditoria \u2013 grifos nossos)<\/p>\n\n\n\n<p>Destarte, douto examinador, a necessidade premente de se incluir uma quest\u00e3o de auditoria (ou tema) conduz a uma tamb\u00e9m premente altera\u00e7\u00e3o dos objetivos e do escopo do trabalho de auditoria. <\/p>\n\n\n\n<p>Com efeito, <em>o escopo estabelecido deve ser suficiente para alcan\u00e7ar os objetivos definidos para o trabalho e compreender uma declara\u00e7\u00e3o clara do foco, da extens\u00e3o e dos limites da auditoria <\/em>(Referencial T\u00e9cnico da Atividade de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal \u2013 p\u00e1gina 25 \u2013 item 134).<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo exposto, entendemos como correta a alternativa E (<em>avaliar a possibilidade de alterar o escopo da avalia\u00e7\u00e3o, de modo a incluir um novo tema<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 bem verdade que, a nosso ver, a alternativa C tamb\u00e9m poderia ser considerada como correta, uma vez que as quest\u00f5es de auditoria (definidas previamente na etapa de defini\u00e7\u00e3o de objetivos e escopo) devem fazer parte do programa de trabalho, e que \u00e9 atribui\u00e7\u00e3o do supervisor aprovar o programa de trabalho e autorizar eventuais altera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Face ao exposto, parece-nos evidente que estamos diante de mais de uma assertiva correta, motivo pelo qual solicitamos a anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-pale-cyan-blue-background-color has-background\" id=\"adm-publica\">Concurso CGU Auditor &#8211; recursos de Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica e Pol\u00edticas P\u00fablicas<\/h2>\n\n\n\n<p>Ol\u00e1, pessoal, tudo bem?? Sou a professora Elisabete Moreira e gostaria de trazer algumas argumenta\u00e7\u00f5es pass\u00edveis de recurso nas quest\u00f5es de Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica e pol\u00edticas p\u00fablicas da prova da CGU \u2013 FGV<\/p>\n\n\n\n<p>Queria deixar claro que voc\u00eas n\u00e3o podem fazer o famoso \u201ccopia-cola\u201d, sob pena de inviabilizar os recursos, pois a banca n\u00e3o os considerar\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Qualquer d\u00favida, estamos dispon\u00edveis em nossas redes sociais:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Instagram: @profelisabetemoreira<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Telegram: t.me\/elisabetemoreira<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vamos aos coment\u00e1rios!!!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 23<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>23 A Estrat\u00e9gia de Governo Digital (EGD), estabelecida em 2020 no contexto do Poder Executivo Federal, busca formalizar o esfor\u00e7o de moderniza\u00e7\u00e3o do governo brasileiro, tendo como elementos fundamentais a integra\u00e7\u00e3o e o acesso a dados entre os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos. Para tanto, a EGD:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>(A) aprimora e expande os mecanismos de interoperabilidade vigentes desde 2019;<\/li>\n\n\n\n<li>(B) barra e sobrep\u00f5e os mecanismos de interoperabilidade vigentes desde 2019;<\/li>\n\n\n\n<li>(C) limita e flexibiliza os mecanismos de interoperabilidade vigentes desde 2019;<\/li>\n\n\n\n<li>(D) expande, por\u00e9m, desobriga os mecanismos de interoperabilidade vigentes desde 2019;<\/li>\n\n\n\n<li>(E) expande e complementa os mecanismos de interoperabilidade vigentes desde 2019.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Nesta quest\u00e3o a banca atribuiu como correta a alternativa (B). No entanto, sugerimos que a letra (A) tamb\u00e9m est\u00e1 correta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Raz\u00f5es para recurso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Decreto 10.332\/2020, que instituiu a estrat\u00e9gia de Governo Digital para o per\u00edodo de 2020 a 2022, explicita, em seu anexo, os objetivos e iniciativas que <\/strong>nortear\u00e3o a transforma\u00e7\u00e3o do governo por meio do uso de tecnologias digitais. O \u201c<strong>O<\/strong><strong>bjetivo 6 &#8211; Servi\u00e7os p\u00fablicos integrados\u201d <\/strong>apresenta as seguintes iniciativas:<\/p>\n\n\n\n<p>Iniciativa 6.1. Interoperar os sistemas do Governo federal, de forma que, no m\u00ednimo, seiscentos servi\u00e7os p\u00fablicos disponham de preenchimento autom\u00e1tico de informa\u00e7\u00f5es relacionadas ao Cadastro Base do Cidad\u00e3o, ao Cadastro Nacional de Pessoa Jur\u00eddica e ao Cadastro de Endere\u00e7amento Postal, at\u00e9 2022.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2019-2022\/2022\/Decreto\/D10996.htm#art2\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pelo Decreto n\u00ba 10.996, de 2022)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Iniciativa 6.2. Ampliar para vinte a quantidade de atributos no cadastro base do cidad\u00e3o, at\u00e9 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>Iniciativa 6.3. Estabelecer quinze cadastros base de refer\u00eancia para interoperabilidade do Governo federal, at\u00e9 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>Iniciativa 6.4. Estabelecer barramento de interoperabilidade dos sistemas do Governo federal, at\u00e9 2020, de forma a garantir que pessoas, organiza\u00e7\u00f5es e sistemas computacionais compartilhem os dados.<\/p>\n\n\n\n<p>Um Governo inteligente, que implementa pol\u00edticas efetivas com base em dados e evid\u00eancias e antecipa e soluciona de forma proativa as necessidades do cidad\u00e3o e das organiza\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de promover um ambiente de neg\u00f3cios competitivo e atrativo a investimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>A descri\u00e7\u00e3o das iniciativas demonstra claramente na <strong>iniciativa 6.4 o estabelecimento de barramento de interoperabilidade dos sistemas do Governo federal<\/strong>, conforme descrito na alternativa (B). <\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a legisla\u00e7\u00e3o <strong>n\u00e3o trata acerca<\/strong> da Estrat\u00e9gia do Governo Digital de \u201c<strong>sobrepor os mecanismos de interoperabilidade\u201d<\/strong> vigentes desde 2019\u201d, conforme foi colocado na alternativa \u201c(B) \u201cda quest\u00e3o supra, <strong>demonstrando total descompasso com a legisla\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as iniciativas 6.1. e 6.3, transcritas acima, demonstram claramente que a <strong>Integra\u00e7\u00e3o<\/strong>, como um dos <strong>objetivos da EGD, <\/strong>visa<strong> aprimorar e expandir os servi\u00e7os atrav\u00e9s da interoperabilidade dos sistemas dos Governo Federal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para entender o tema \u00e9 importante destacar o conceito de interoperabilidade e da arquitetura ePING, vejamos:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cA interoperabilidade \u00e9 a capacidade de diversos sistemas e organiza\u00e7\u00f5es trabalharem em conjunto (interoperar), de modo a garantir que pessoas, organiza\u00e7\u00f5es e sistemas computacionais interajam para trocar informa\u00e7\u00f5es de maneira eficaz e eficiente. A Interoperabilidade refere-se ao processo de comunica\u00e7\u00e3o de dois ou mais sistemas sem a gera\u00e7\u00e3o de uma depend\u00eancia tecnol\u00f3gica entre os mesmos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA arquitetura ePING &#8211; Padr\u00f5es de Interoperabilidade de Governo Eletr\u00f4nico \u00e9 o instrumento que o Governo utiliza para orientar os \u00f3rg\u00e3os na implementa\u00e7\u00e3o da interoperabilidade e cont\u00e9m informa\u00e7\u00f5es que os gestores e profissionais t\u00e9cnicos que atuam na \u00e1rea de TI necessitam para a sua promo\u00e7\u00e3o. \u201c<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: https:\/\/repositorio.enap.gov.br\/bitstream\/1\/2399\/1\/M%C3%B3dulo_1_EPING.pdf<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos anos <strong>a arquitetura ePING avan\u00e7ou no estabelecimento<\/strong> de \u201cpadr\u00f5es tecnol\u00f3gicos utilizados nos mecanismos de interoperabilidade para que sejam conhecidos, para que um menor esfor\u00e7o seja demandado na cria\u00e7\u00e3o das interfaces de interopera\u00e7\u00e3o e a comunica\u00e7\u00e3o ocorra de forma mais r\u00e1pida e \u00e1gil\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Isso posto, percebe-se, claramente a partir que a alternativa (A) tamb\u00e9m pode ser considerada correta, pois, de fato, a Estrat\u00e9gia do Governo Digital \u2013 EGD visa aprimorar e expandir os mecanismos de interoperabilidade vigentes desde 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste caso, <strong>sugerimos a mudan\u00e7a de gabarito para a alternativa (A), que se mostra mais adequada a situa\u00e7\u00e3o proposta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 24<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>24. Os conselhos de gest\u00e3o agem como a arena de intera\u00e7\u00e3o e debate entre os componentes pol\u00edticos e os movimentos sociais. Um dos principais fatores relacionados ao sucesso dos movimentos sociais no prop\u00f3sito de impactar as pol\u00edticas p\u00fablicas est\u00e1 centrado no acesso aos decisores, para o qual os conselhos de gest\u00e3o funcionam como mecanismos formais que visam garantir esse acesso. Sobre os conselhos de gest\u00e3o e sua contribui\u00e7\u00e3o para a participa\u00e7\u00e3o social na formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, \u00e9 correto afirmar que s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>(A) espa\u00e7os p\u00fablicos n\u00e3o estatais cuja contribui\u00e7\u00e3o \u00e9 altamente dependente das oportunidades abertas pelo Poder Executivo local e cuja efic\u00e1cia \u00e9 negativamente impactada por n\u00e3o possu\u00edrem instrumentos capazes de corrigir a assimetria informacional acerca da condi\u00e7\u00e3o dos fundos que gerem;<\/li>\n\n\n\n<li>(B) espa\u00e7os p\u00fablicos estatais capazes de criar oportunidades para auxiliar o Poder Executivo cuja efic\u00e1cia \u00e9 positivamente impactada pelos instrumentos legais desenvolvidos em sua base legal e que possuem total controle dos fundos que gerem;<\/li>\n\n\n\n<li>(C) espa\u00e7os p\u00fablicos estatais capazes de criar oportunidades para auxiliar o Poder Legislativo cuja efic\u00e1cia \u00e9 positivamente impactada pelos instrumentos legais desenvolvidos em sua base legal e que possuem total controle dos fundos que gerem;<\/li>\n\n\n\n<li>(D) organiza\u00e7\u00f5es do terceiro setor cuja contribui\u00e7\u00e3o \u00e9 altamente dependente das oportunidades abertas pelo Poder Executivo local e cuja efic\u00e1cia \u00e9 negativamente impactada por n\u00e3o possu\u00edrem instrumentos capazes de corrigir a assimetria informacional acerca da condi\u00e7\u00e3o dos fundos que gerem;<\/li>\n\n\n\n<li>(E) organiza\u00e7\u00f5es do terceiro setor cuja contribui\u00e7\u00e3o \u00e9 altamente dependente das oportunidades abertas pelo Poder Executivo local e cuja efic\u00e1cia \u00e9 positivamente impactada pelos instrumentos legais desenvolvidos em sua base legal e que possuem total controle dos fundos que gerem.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>A banca FGV entendeu a alternativa (A) como correta, no entanto, os argumentos a seguir pretendem demostrar que n\u00e3o h\u00e1 uma resposta correta adequada a situa\u00e7\u00e3o, por isso sugerimos a anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Raz\u00f5es para recurso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os Conselhos s\u00e3o espa\u00e7os de debate e elabora\u00e7\u00e3o de diretrizes para determinada pol\u00edtica p\u00fablica, compostos por membros do Poder p\u00fablico e da sociedade civil organizada, e, ambos, exercem papel fundamental. <\/p>\n\n\n\n<p>Na vis\u00e3o do cientista pol\u00edtico Guilhermo O\u2019Donnell, os membros da sociedade civil s\u00e3o elementos que comp\u00f5e a accountability vertical, promovendo a responsabiliza\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do voto e da elei\u00e7\u00e3o. Falta-lhes o instrumento da coer\u00e7\u00e3o, que se encontra na accountability horizontal, composta pelos \u00f3rg\u00e3os estatais que possuem atribui\u00e7\u00e3o legal para tal.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise de muitos estudiosos da mat\u00e9ria \u00e9 no sentido de que, mesmo n\u00e3o possuindo o poder coercitivo direto sobre os governantes, os <strong>conselhos gestores podem denunciar \u00e0s ag\u00eancias de accountability horizontal e, consequentemente, podem exercer seu direito na tentativa de corrigir a assimetria de informa\u00e7\u00f5es acerca da condi\u00e7\u00e3o dos fundos que gerem.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O erro na alternativa (A) apontada pela banca como correta \u00e9 afirmar \u201cn\u00e3o possu\u00edrem instrumentos capazes de corrigir a assimetria informacional acerca da condi\u00e7\u00e3o dos fundos que gerem\u201d.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na realidade, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar que os conselhos t\u00eam total controle dos fundos ou quen\u00e3o possuem instrumentos capazes de corrigir a assimetria informacional acerca da condi\u00e7\u00e3o dos fundos que gerem. Tanto uma resposta como a outra n\u00e3o encontram respaldo na literatura dominante acerca do assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>No artigo \u201cControle, participa\u00e7\u00e3o e efetividade democr\u00e1tica. Por que os Conselhos n\u00e3o funcionam? O diagn\u00f3stico O\u2019Donnell\u201d(2016), os autores afirmam que o \u201cConselho \u00e9 uma arena privilegiada de acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o para o conhecimento desses problemas, tendo os conselheiros a capacidade de denunciar os abusos e descasos da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica.\u201d&nbsp; (2016, p.21).<\/p>\n\n\n\n<p>Neste mesmo texto, os autores ressaltam o trabalho desenvolvido pelo Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU) que lan\u00e7ou cartilhas tem\u00e1ticas direcionadas aos conselhos e especificamente, na cartilha do TCU que trata de \u201cOrienta\u00e7\u00f5es para Conselhos da \u00c1rea de Assist\u00eancia Social\u201d (2009), refor\u00e7a a \u201cfun\u00e7\u00e3o dos conselhos nos termos de participa\u00e7\u00e3o e controle, a saber:<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 nesse sentido que ganha especial relevo a participa\u00e7\u00e3o da sociedade no acompanhamento das a\u00e7\u00f5es dos gestores municipais, no combate a desvios e mau uso do dinheiro p\u00fablico, estabelecendo-se uma prof\u00edcua parceria com os \u00f3rg\u00e3os institucionais de controle. Atualmente, os conselhos v\u00eam desempenhando papel fundamental no exerc\u00edcio do controle social.<\/p>\n\n\n\n<p>Afirmam, ainda os autores que:<\/p>\n\n\n\n<p>O sistema nacional explicita os par\u00e2metros da pol\u00edtica p\u00fablica. Essa centraliza\u00e7\u00e3o possibilita certa homogeneidade nas rotinas e procedimentos da pol\u00edtica p\u00fablica, <strong>o conselho \u00e9 uma arena privilegiada de acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o para o conhecimento desses problemas<\/strong>, tendo os conselheiros a capacidade de denunciar os abusos e descasos da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>De todo o exposto, \u00e9 not\u00f3rio que a afirmativa da letra (A) apontada como correta pela banca, n\u00e3o caracteriza o opinativo dominante acerca da quest\u00e3o, inclusive ratificado por entendimentos do TCU, conforme citado acima.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, <strong>sugerimos que esta quest\u00e3o seja anulada,<\/strong> pois <strong>n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar que os Conselhos n\u00e3o possuem<\/strong> instrumentos capazes de corrigir a assimetria informacional, como tamb\u00e9m <strong>n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar que<\/strong> <strong>possuem total controle<\/strong> dos fundos que gerem, inviabilizando a escolha de qualquer alternativa apresentada na quest\u00e3o sob an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n<p>Fontes:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">40\u00ba Encontro Anual da Anpocs ST08 Controle, participa\u00e7\u00e3o e efetividade democr\u00e1tica Por que os Conselhos n\u00e3o funcionam? O diagn\u00f3stico O\u2019Donnell. Nilo Lima de Azevedo, Mauro Macedo Campos, Rodrigo Anido Lira<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">TRIBUNAL DE CONTAS DA UNI\u00c3O. Orienta\u00e7\u00f5es para conselhos da \u00e1rea de assist\u00eancia social. Tribunal de Contas da Uni\u00e3o. &#8212; 2. ed. atual. eampl. &#8212; Bras\u00edlia,.113 p. 2009.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 26<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>26. &nbsp;As pol\u00edticas p\u00fablicas s\u00e3o desenhadas por meio de instrumentos capazes de traduzir as inten\u00e7\u00f5es dos formuladores de pol\u00edticas em um conjunto de a\u00e7\u00f5es concretas. A escolha das ferramentas de aplica\u00e7\u00e3o, sejam elas a atua\u00e7\u00e3o direta do Estado ou as v\u00e1rias formas de parceria e arranjos p\u00fablico-privados, \u00e9 fundamental no processo de formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. Nessa escolha, diversos fatores devem ser levados em conta, quais sejam: ideais, interesses, indiv\u00edduos e institui\u00e7\u00f5es. Cada fator apresenta um impacto diferente na escolha das ferramentas. Sobre as institui\u00e7\u00f5es como fatores na escolha de ferramentas de aplica\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, \u00e9 correto afirmar que, em conjunto com:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>(A) os indiv\u00edduos, elas tratam da aceitabilidade social das ferramentas, facilitando ou resistindo de acordo com as suas prefer\u00eancias por ferramentas socialmente aceitas;<\/li>\n\n\n\n<li>(B) as ideias, elas tratam da aplicabilidade das ferramentas, facilitando ou resistindo de acordo com suas prefer\u00eancias por ferramentas socialmente aceitas;<\/li>\n\n\n\n<li>(C) os interesses, elas tratam da aceitabilidade das ferramentas, facilitando ou resistindo de acordo com suas prefer\u00eancias e com o alcance econ\u00f4mico das ferramentas;<\/li>\n\n\n\n<li>(D) os indiv\u00edduos, elas tratam da efici\u00eancia das ferramentas, facilitando ou resistindo de acordo com suas prefer\u00eancias por ferramentas que diluem a responsabilidade;<\/li>\n\n\n\n<li>(E) os indiv\u00edduos, elas tratam da aplicabilidade das ferramentas, facilitando ou resistindo de acordo com suas prefer\u00eancias por ferramentas j\u00e1 estabelecidas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>A banca FGV entendeu como correta a alternativa (E), mas entendemos que o gabarito deve ser alterado para a alternativa (A).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Raz\u00f5es para recurso<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A teoria institucional parte da ideia de que as institui\u00e7\u00f5es formais ou informais s\u00e3o importantes instrumentos de concep\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas <\/strong>e que as institui\u00e7\u00f5es progridem <strong>n\u00e3o apenas a partir de press\u00f5es de grupos internos, mas, tamb\u00e9m, dos valores da sociedade, adaptando-se \u00e0s press\u00f5es dos ambientes, n\u00e3o&nbsp; pautado apenas por quest\u00f5es de racionalidade e efici\u00eancia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos alguns trechos que ratificam este entendimento:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>As ferramentas de gest\u00e3o precisam trazer para o processo de gest\u00e3o p\u00fablica as vari\u00e1veis relacionadas ao comportamento social, consideradas na Teoria Institucional, <strong>pois permitem, pela possibilidade de atualiza\u00e7\u00e3o constante, a introdu\u00e7\u00e3o de vari\u00e1veis de comportamento social que d\u00e3o legitimidade ao processo de gest\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas pr\u00e1ticas e estruturas, compostas por aspectos cognitivos, normativos e regulat\u00f3rios, d\u00e3o estabilidade e sentido ao comportamento social e que, se adotadas pelas organiza\u00e7\u00f5es, as tornam socialmente leg\u00edtimas (Meyer&nbsp; &amp;&nbsp; Rowan,&nbsp; 1991);<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Fonte:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">TEORIA INSTITUCIONAL: uma contribui\u00e7\u00e3o para a gest\u00e3o p\u00fablica do desenvolvimento Revista Ci\u00eancias Humanas &nbsp;&nbsp;&#8211; ISSN 2179-1120 &#8211; v14, e25, 2021<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A partir da an\u00e1lise de outro artigo que trata do papel dos espa\u00e7os de participa\u00e7\u00e3o na perspectiva da an\u00e1lise de redes e da teoria institucional (2019), \u00e9 not\u00f3ria a import\u00e2ncia da sociedade na legitima\u00e7\u00e3o dos arranjos e demandas pol\u00edticas, vejamos: <\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cDesta forma, as organiza\u00e7\u00f5es em vez de buscar a efici\u00eancia a partir de seu ambiente t\u00e9cnico orientado por uma racionalidade burocr\u00e1tica para fornecer solu\u00e7\u00f5es a problemas bem definidos, <strong>elas buscam tamb\u00e9m, a partir do seu ambiente externo ou institucional, legitimidade<\/strong>. Ou seja, as formas organizacionais modernas assemelham-se umas \u00e0s outras <strong>n\u00e3o porque sejam necessariamente as mais eficientes, mas porque a necessidade de legitimidade tamb\u00e9m exige isso delas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A sobreviv\u00eancia das organiza\u00e7\u00f5es est\u00e1 ligada \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o que a sociedade faz destas, mesmo que suas estruturas de fato n\u00e3o funcionem<\/strong>. Pois, leva-se em considera\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas os resultados de desempenho das tarefas, mas tamb\u00e9m a conformidade com as demandas institucionais (valores) <strong>sustentadas pela opini\u00e3o p\u00fablica, pelos formadores de opini\u00e3o, prest\u00edgio social, leis, entre outros elementos da realidade social.<\/strong> Estas s\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es de poderosas regras institucionais que funcionam como mitos que s\u00e3o racionalizados pela organiza\u00e7\u00e3o e s\u00e3o determinantes para a sua sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>A partir dos textos acima, \u00e9 flagrante que as organiza\u00e7\u00f5es adotam arranjos estruturais espec\u00edficos <strong>que tenham adquirido significado social<\/strong>, embora muitas vezes, estes n\u00e3o satisfa\u00e7am as demandas t\u00e9cnicas do ambiente organizacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><strong>Artigos<\/strong> Rev. Bras. Pesq. Tur. 13 (1). Jan-Apr 2019 \u2022 A governan\u00e7a das pol\u00edticas de turismo: o papel dos espa\u00e7os de participa\u00e7\u00e3o na perspectiva da&nbsp; an\u00e1lise de redes e da teoria institucional <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.7784\/rbtur.v13i1.1431\">https:\/\/doi.org\/10.7784\/rbtur.v13i1.1431<\/a> &#8211; Ana Val\u00e9ria Endres; Elbio Troccoli Pakman <br \/><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/rbtur\/a\/BXycVRGKFgksTfjbkV99GVQ\/?lang=pt&amp;format=html&amp;stop=previous\">https:\/\/www.scielo.br\/j\/rbtur\/a\/BXycVRGKFgksTfjbkV99GVQ\/?lang=pt&amp;format=html&amp;stop=previous#<\/a><br \/><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.7784\/rbtur.v13i1.1431\">https:\/\/doi.org\/10.7784\/rbtur.v13i1.1431<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Analisando o artigo Pol\u00edticas p\u00fablicas: uma revis\u00e3o da literatura (2006), tamb\u00e9m \u00e9 clara a <strong>contribui\u00e7\u00e3o da teoria institucional na formula\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas, a partir de regras socialmente constru\u00eddas, conhecidas e aceitas<\/strong>, vejamos:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201ca vis\u00e3o mais comum da teoria da escolha p\u00fablica, de que o processo decis\u00f3rio sobre pol\u00edticas p\u00fablicas resulta apenas de barganhas negociadas entre indiv\u00edduos que perseguem seu auto-interesse, \u00e9 contestada pela vis\u00e3o de que interesses (ou prefer\u00eancias) s\u00e3o mobilizados n\u00e3o s\u00f3 pelo auto-interesse, <strong>mas tamb\u00e9m por processos institucionais de socializa\u00e7\u00e3o, por novas ideias e por processos gerados pela hist\u00f3ria de cada pa\u00eds. Os decisores agem e se organizam de acordo com regras e pr\u00e1ticas socialmente constru\u00eddas, conhecidas antecipadamente e aceitas<\/strong> (March e Olsen, 1995: 28-29). Tais vis\u00f5es sobre o processo pol\u00edtico s\u00e3o fundamentais para entendermos melhor as mudan\u00e7as nas pol\u00edticas p\u00fablicas em situa\u00e7\u00f5es de relativa estabilidade.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Fonte: <\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><strong>Dossi\u00ea Sociedade e Pol\u00edticas P\u00fablicas<\/strong>&nbsp;\u2022&nbsp;Sociologias (16)&nbsp;\u2022&nbsp;Dez&nbsp;2006&nbsp;\u2022&nbsp;<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1590\/S1517-45222006000200003\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/doi.org\/10.1590\/S1517-45222006000200003<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br \/><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1590\/S1517-45222006000200003\">https:\/\/doi.org\/10.1590\/S1517-45222006000200003<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Assim, todas essas an\u00e1lises demonstram que as Institui\u00e7\u00f5es, como fatores na escolha de ferramentas de aplica\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, juntamente com os indiv\u00edduos tratam da aceitabilidade social das ferramentas, facilitando ou resistindo <strong>de acordo com as suas prefer\u00eancias por ferramentas socialmente aceitas, conforme alternativa apresentada na letra (A).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Isto posto, sugere-se \u00e0 FGV a mudan\u00e7a do gabarito para a alternativa (A) que melhor se coaduna com o entendimento acerca da mat\u00e9ria, conforme explicitado acima.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-pale-cyan-blue-background-color has-background\" id=\"afo\">Concurso CGU Auditor &#8211; recursos de Administra\u00e7\u00e3o Financeira Or\u00e7ament\u00e1ria<\/h2>\n\n\n\n<p>Ol\u00e1, meus queridos alunos! Como est\u00e3o todos? Espero que firmes, fortes e bem de sa\u00fade!! :)<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui \u00e9 a professora Gabriela Zavadinack e trouxe para voc\u00eas <strong>sugest\u00e3o de 2 recursos <\/strong>na prova de <strong>Administra\u00e7\u00e3o Financeira Or\u00e7ament\u00e1ria<\/strong> para o cargo Auditor &#8211; Auditoria e Fiscaliza\u00e7\u00e3o, do concurso da CGU.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembrando que a FGV \u00e9 bem r\u00edgida com rela\u00e7\u00e3o a recursos, gente. Coloquei os fundamentos em itens para que voc\u00eas construam o texto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-red-color has-text-color\"><strong><u>N\u00c3O FA\u00c7AM COPIA E COLA<\/u><\/strong><strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sem mais delongas, vamos l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"questao-27\"><strong><u>Quest\u00e3o 27<\/u><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O reconhecimento da receita p\u00fablica se d\u00e1 em est\u00e1gios, que, para fins de controle or\u00e7ament\u00e1rio, tem regras pr\u00f3prias e gera desafios quando se considera a l\u00f3gica do regime de compet\u00eancia, o qual \u00e9 orientado para fornecer informa\u00e7\u00f5es de natureza patrimonial. Suponha que um \u00f3rg\u00e3o da estrutura de controle do Poder Executivo Federal tenha recebido a consulta de um jurisdicionado acerca dos procedimentos e est\u00e1gios de reconhecimento de uma receita n\u00e3o prevista no or\u00e7amento, decorrente de uma doa\u00e7\u00e3o. Uma das orienta\u00e7\u00f5es que deveria ser dada pelo \u00f3rg\u00e3o em resposta \u00e0 consulta \u00e9 que:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) o lan\u00e7amento dessa receita tem efeitos restritos \u00e0 situa\u00e7\u00e3o patrimonial do ente;<\/p>\n\n\n\n<p>(B) o recurso deve ser reconhecido sob a condi\u00e7\u00e3o de isen\u00e7\u00e3o de contrapartida por parte do ente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-cyan-blue-color has-text-color\"><strong>(C) o recurso pode ser lan\u00e7ado como uma receita corrente, na origem transfer\u00eancias correntes<\/strong>;<\/p>\n\n\n\n<p>(D) por ser de natureza n\u00e3o tribut\u00e1ria, essa receita n\u00e3o passar\u00e1 pelo est\u00e1gio do lan\u00e7amento;<\/p>\n\n\n\n<p>(E) por ser de natureza extraor\u00e7ament\u00e1ria, o recurso n\u00e3o passar\u00e1 pelos est\u00e1gios da receita.<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito da banca: C.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Sugest\u00e3o de recurso para <strong><u>ANULA\u00c7\u00c3O<\/u><\/strong>: a quest\u00e3o extrapola o conte\u00fado program\u00e1tico constante do Anexo I do edital, bem como a reda\u00e7\u00e3o do item prejudicou o julgamento objetivo da assertiva.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Argumento 1: conte\u00fado que extrapola o edital.<\/li>\n\n\n\n<li>ITEM 9.2 DO EDITAL: \u201c<em>9.2&nbsp; As quest\u00f5es da Prova Objetiva e da Prova Discursiva ser\u00e3o elaboradas com base nos conte\u00fados program\u00e1ticos constantes do Anexo I deste Edital<\/em>\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Conte\u00fado program\u00e1tico de AFO para o cargo de AUDITOR FEDERAL DE FINAN\u00c7AS E CONTROLE<\/strong>: <em>\u201cADMINISTRA\u00c7\u00c3O FINANCEIRA E OR\u00c7AMENT\u00c1RIA 1 Or\u00e7amento P\u00fablico: conceitos e princ\u00edpios or\u00e7ament\u00e1rios. 2 Or\u00e7amento segundo a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988: Plano Plurianual &#8211; PPA, Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias e Financeiras &#8211; LDO e Lei Or\u00e7ament\u00e1ria Anual &#8211; LOA. 3 Lei de Responsabilidade Fiscal &#8211; LRF. 4 Classifica\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da Receita e da Despesa p\u00fablica. <strong><u>5 Conceito e est\u00e1gios da Receita e da Despesa p\u00fablica.<\/u><\/strong> 6 Gest\u00e3o organizacional das finan\u00e7as p\u00fablicas: sistema de planejamento e or\u00e7amento e de programa\u00e7\u00e3o financeira constantes da Lei n\u00ba 10.180\/2001\u201d.<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Para haver a marca\u00e7\u00e3o do gabarito, era obrigat\u00f3rio que o candidato soubesse o conte\u00fado relativo ao item \u201c03.01.05 INSTRU\u00c7\u00d5ES DE PREENCHIMENTO &#8211; 03.01.05.01 Tabela 1 \u2013 Balan\u00e7o Or\u00e7ament\u00e1rio\u201d, constante do Manual de Demonstrativos Fiscais 11\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 3\u00aa vers\u00e3o (<\/strong><a href=\"https:\/\/sisweb.tesouro.gov.br\/apex\/f?p=2501:9::::9:P9_ID_PUBLICACAO:33576\"><strong>https:\/\/sisweb.tesouro.gov.br\/apex\/f?p=2501:9::::9:P9_ID_PUBLICACAO:33576<\/strong><\/a><strong>)<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>Na p\u00e1gina 177 do <strong>MDF<\/strong> <strong>11\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 3\u00aa vers\u00e3o<\/strong>, verifica-se que as doa\u00e7\u00f5es s\u00e3o registradas como \u201ctransfer\u00eancias correntes\u201d. Contudo, essa informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o consta da Lei n\u00ba 4.320\/64, tampouco do MTO ou do MCASP.<\/li>\n\n\n\n<li>Para que a referida classifica\u00e7\u00e3o fosse cobrada, era necess\u00e1rio que o Manual de Demonstrativos Fiscais estivesse previsto expressamente no Anexo I do edital, o que n\u00e3o se verifica na presente hip\u00f3tese.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Argumento 2: reda\u00e7\u00e3o do item prejudica o julgamento objetivo.<\/li>\n\n\n\n<li>Ainda, relevante mencionar que o <strong>MDF<\/strong> <strong>11\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 3\u00aa vers\u00e3o<\/strong> deixa claro, em sua p\u00e1gina 177, que a classifica\u00e7\u00e3o TRANSFER\u00caNCIAS CORRENTES \u201c<strong><u>registra<\/u>\u201d<\/strong> as receitas provenientes de recursos financeiros decorrentes de <strong>doa\u00e7\u00f5es<\/strong>, contratos, conv\u00eanios, acordos, ajustes, termos de parceria ou outros instrumentos, quando destinados a atender despesas classific\u00e1veis como correntes. Portanto, o termo \u201clan\u00e7ado\u201d utilizado na letra \u201cC\u201d, como sin\u00f4nimo de \u201cregistrado\u201d, prejudicou o julgamento objetivo do item, visto que, em termos or\u00e7ament\u00e1rios, <strong><u>a doa\u00e7\u00e3o N\u00c3O SER\u00c1 objeto de lan\u00e7amento<\/u><\/strong>. Dessa forma, a reda\u00e7\u00e3o da assertiva induz o candidato a concluir que a doa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 lan\u00e7ada (objeto de lan\u00e7amento), e n\u00e3o apenas \u201cregistrada\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li><strong><u>Sob as duas perspectivas, a quest\u00e3o deve ser anulada<\/u><\/strong>: em primeiro lugar, por extrapolar o conte\u00fado program\u00e1tico da mat\u00e9ria Administra\u00e7\u00e3o Financeira e Or\u00e7ament\u00e1ria (cobran\u00e7a de conte\u00fado constante <strong>exclusivamente<\/strong> do Manual de Demonstrativos Fiscais, o qual n\u00e3o est\u00e1 previsto no edital). Subsidiariamente, porque a reda\u00e7\u00e3o do item, ao utilizar o termo \u201clan\u00e7ado\u201d, prejudica o julgamento objetivo da assertiva, visto que as doa\u00e7\u00f5es n\u00e3o ser\u00e3o objeto de lan\u00e7amento.<\/li>\n\n\n\n<li><strong><u>Requerer ANULA\u00c7\u00c3O DA QUEST\u00c3O.<\/u><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"questao-29\"><strong><u>Quest\u00e3o 29<\/u><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Em um sistema democr\u00e1tico, a participa\u00e7\u00e3o na elabora\u00e7\u00e3o do or\u00e7amento p\u00fablico \u00e9 uma prerrogativa do Poder Legislativo. No Brasil, essa participa\u00e7\u00e3o \u00e9 garantida na Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica de 1988, que disp\u00f5e tamb\u00e9m sobre os instrumentos de planejamento e seus conte\u00fados. Recentemente foram observadas altera\u00e7\u00f5es significativas no processo or\u00e7ament\u00e1rio, com destaque para as emendas impositivas ao or\u00e7amento. Nesse contexto, \u00e0 luz das regras vigentes, \u00e9 correto afirmar que as emendas parlamentares individuais apresentadas \u00e0 Lei Or\u00e7ament\u00e1ria Anual:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-cyan-blue-color has-text-color\"><strong>(A) acentuam a fragmenta\u00e7\u00e3o do processo de aloca\u00e7\u00e3o de recursos<\/strong>;<\/p>\n\n\n\n<p>(B) ampliam a atua\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os de controle na aplica\u00e7\u00e3o dos recursos alocados;<\/p>\n\n\n\n<p>(C) colaboram para um atendimento mais efetivo das demandas sociais;<\/p>\n\n\n\n<p>(D) desenvolvem a integra\u00e7\u00e3o com as diretrizes e os objetivos governamentais;<\/p>\n\n\n\n<p>(E) estimulam a coordena\u00e7\u00e3o program\u00e1tica entre as pol\u00edticas p\u00fablicas desenvolvidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito da banca: A.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Sugest\u00e3o de recurso para <strong><u>ANULA\u00c7\u00c3O<\/u><\/strong>: duas assertivas s\u00e3o corretas (letras A e C).<\/li>\n\n\n\n<li>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s emendas individuais impositivas, o doutrinador <strong>Marcus Abraham <\/strong>preleciona que: \u201c<em>O tema do or\u00e7amento impositivo merece algumas reflex\u00f5es. Primeiro, se, por um lado, essa ideia retiraria a flexibilidade de que o administrador p\u00fablico necessita para conduzir sua atividade, mormente pela impossibilidade f\u00e1tica de identificar e prever com anteced\u00eancia todas as despesas p\u00fablicas, <strong><u>por outro, resgataria a import\u00e2ncia do or\u00e7amento como documento formal de planejamento do governo, que muitas vezes sofre diante dos recorrentes descumprimentos das suas previs\u00f5es, chegando a ser considerado de forma pejorativa uma simples \u2018carta de inten\u00e7\u00f5es\u2019. <\/u><\/strong>(&#8230;) <strong>Outra pondera\u00e7\u00e3o que se apresenta \u00e9 a de que o or\u00e7amento impositivo \u2013 no modelo parcial ou total \u2013, apesar de possuir elevado valor no processo or\u00e7ament\u00e1rio brasileiro, ao ampliar a democracia fiscal por propiciar maior participa\u00e7\u00e3o dos representantes da sociedade no Poder Legislativo durante a determina\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas,<\/strong> no Brasil de hoje, em que prevalece o regime presidencialista de coaliz\u00e3o, veria sua implanta\u00e7\u00e3o envolvida na supera\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de dificuldades pol\u00edticas a fim de que a aprova\u00e7\u00e3o das leis or\u00e7ament\u00e1rias n\u00e3o seja emperrada anualmente, ou n\u00e3o gere um nefasto desequil\u00edbrio fiscal, a partir da preval\u00eancia de interesses individuais em detrimento de programas e planos nacionais decorrentes do modelo de federalismo fiscal cooperativo<\/em>\u201d (ABRAHAM, Marcus. Curso de direito financeiro brasileiro. \u2013 5. ed., rev., atual. e ampl. \u2013 Rio de Janeiro: Forense, 2018. p\u00e1gs. 353\/354).<\/li>\n\n\n\n<li>Conforme preleciona Harrison Leite sobre as <strong><u>emendas individuais impositivas<\/u><\/strong>, <em>\u201cEsse tratamento desequilibrado dado ao Legislativo, oriundo da concep\u00e7\u00e3o de um or\u00e7amento autorizativo, floresceu espa\u00e7o para mudan\u00e7a da natureza jur\u00eddica do or\u00e7amento, de sorte que, paulatinamente, <strong>recentes emendas constitucionais retiraram do Executivo a liberdade na execu\u00e7\u00e3o da lei or\u00e7ament\u00e1ria, tornando as decis\u00f5es dos parlamentares cumpridas com a maior fidelidade poss\u00edvel<\/strong>. (&#8230;) Sendo assim, o percentual de 1,2% da Receita Corrente L\u00edquida (RCL) do Or\u00e7amento da Uni\u00e3o est\u00e1 vinculada por uma norma constitucional, portanto, pr\u00e9-or\u00e7ament\u00e1ria, \u00e0s emendas individuais dos deputados e senadores, <strong>sendo que a metade deste percentual ser\u00e1 destinada a a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade<\/strong>. <strong><u>Atentos \u00e0 prote\u00e7\u00e3o de direito social deveras combalido, 50% das emendas dever\u00e3o versar sobre aparelhamento da rede p\u00fablica com a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade, inclusive com custeio, vedada a destina\u00e7\u00e3o para pagamento de pessoal ou encargos sociais<\/u><\/strong> (\u00a710). (&#8230;) <strong>Ressalte-se que as emendas impositivas s\u00e3o protegidas pelo manto da igualdade, o que n\u00e3o poderia ser diferente. \u00c9 dizer, n\u00e3o h\u00e1 prefer\u00eancia entre parlamentares para a libera\u00e7\u00e3o de recursos. Todos ter\u00e3o suas emendas atendidas, em termos equitativos, na programa\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria<\/strong>: (&#8230;). Sendo assim, a vetusta pr\u00e1tica de libera\u00e7\u00e3o de emendas como moeda de troca nas rela\u00e7\u00f5es entre Executivo e Legislativo \u00e9 minimizada, <strong>pois todo parlamentar tem assegurado, no m\u00ednimo, um valor igual aos demais a ser liberado atrav\u00e9s de emendas, estendido esse direito agora \u00e0s emendas de bancada<\/strong>\u201d<\/em> (LEITE, Harrison. Manual de Direito Financeiro. 11. ed. rev., atual. e ampl. \u2013 S\u00e3o Paulo: JusPodivm, 2022. p\u00e1gs. 116, 117, 120 e 121).<\/li>\n\n\n\n<li>Portanto, dos trechos acima transcritos, \u00e9 poss\u00edvel concluir que as emendas individuais impositivas \u201ccolaboram para um atendimento mais efetivo das demandas sociais\u201d (alternativa C), visto que: <strong>1)<\/strong> resgatam a import\u00e2ncia do or\u00e7amento como documento formal de planejamento do governo; <strong>2)<\/strong> ampliam a democracia fiscal por propiciar maior participa\u00e7\u00e3o dos representantes da sociedade no Poder Legislativo durante a determina\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas; <strong>3)<\/strong> tornam as decis\u00f5es dos parlamentares cumpridas com a maior fidelidade poss\u00edvel; <strong>4) <\/strong>atentos \u00e0 prote\u00e7\u00e3o de direito social deveras combalido, 50% das emendas dever\u00e3o versar sobre aparelhamento da rede p\u00fablica com a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade, inclusive com custeio; &nbsp;<strong>5) <\/strong>s\u00e3o protegidas pelo manto da igualdade, inexistindo prefer\u00eancia entre parlamentares para a libera\u00e7\u00e3o de recursos, senso que todos ter\u00e3o suas emendas atendidas, em termos equitativos, na programa\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria; e <strong>6) <\/strong>a pr\u00e1tica de libera\u00e7\u00e3o de emendas como moeda de troca nas rela\u00e7\u00f5es entre Executivo e Legislativo \u00e9 minimizada, pois todo parlamentar tem assegurado, no m\u00ednimo, um valor igual aos demais a ser liberado atrav\u00e9s de emendas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Requerer a ANULA\u00c7\u00c3O da quest\u00e3o, com fundamento na exist\u00eancia de duas assertivas corretas (letras A e C)<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o \u00e9 isso, pessoal! Para quem ainda tiver d\u00favidas, pode entrar em contato comigo por meio do Instagram: <strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/gabiprofessora\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">@gabiprofessora<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-pale-cyan-blue-background-color has-background\" id=\"portugues\">Concurso CGU Auditor &#8211; recursos de Portugu\u00eas<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Adriana Figueiredo \/ Luiz Felipe Durval<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>PROVA: TIPO 4<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>TEXTO DA QUEST\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Observe os dois textos a seguir.<\/p>\n\n\n\n<p>1) \u201cNossa civiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 uma soma de conhecimentos e de lembran\u00e7as acumuladas por gera\u00e7\u00f5es que nos precederam. N\u00f3s n\u00e3o podemos participar dela a n\u00e3o ser entrando em contato com o pensamento dessas gera\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>2) \u201cOs jovens dificilmente admitem o valor da experi\u00eancia. A muta\u00e7\u00e3o brusca que vivemos, o acontecimento da sociedade cient\u00edfica, desqualifica seriamente, \u00e9 necess\u00e1rio que se diga, a experi\u00eancia das gera\u00e7\u00f5es precedentes.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre esses textos, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GABARITO PRELIMINAR: <\/strong>Letra B<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GABARITO PRETENDIDO: <\/strong>Letra C<\/p>\n\n\n\n<p><strong>FUNDAMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a banca, a afirmativa correta em rela\u00e7\u00e3o aos textos \u00e9 \u201co texto 2 nos diz que o progresso cient\u00edfico faz com que grande parte dos jovens desqualifique o valor da experi\u00eancia, em fun\u00e7\u00e3o mesmo de esses conhecimentos novos n\u00e3o dependerem dela\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, h\u00e1 trechos dessa afirma\u00e7\u00e3o que n\u00e3o encontram amparo nos textos apresentados. Em primeiro lugar, n\u00e3o de pode afirmar que \u201cgrande parte dos jovens\u201d desqualifica o valor da experi\u00eancia, pois o texto diz que os jovens \u00e9 que fazem isso, o que \u00e9 uma generaliza\u00e7\u00e3o (\u201cos jovens\u201d n\u00e3o \u00e9 o mesmo que \u201cgrande parte dos jovens\u201d). <\/p>\n\n\n\n<p>Depois, \u00e9 preciso destacar que o texto 2 n\u00e3o apresenta pressupostos para que se infira que que \u201cos conhecimentos novos n\u00e3o dependem da experi\u00eancia\u201d, portanto ocorre extrapola\u00e7\u00e3o textual.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a afirma\u00e7\u00e3o em C \u00e9 perfeitamente cab\u00edvel: \u201cos textos 1 e 2 se aproximam pelo enfoque de extrema valoriza\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia das gera\u00e7\u00f5es passadas, ainda que em aparente oposi\u00e7\u00e3o\u201d. Enquanto o texto 1 apresenta a valoriza\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia de maneira expl\u00edcita, o texto 2 o faz ao criticar a atitude dos jovens perante ela. <\/p>\n\n\n\n<p>A aparente oposi\u00e7\u00e3o se d\u00e1 ao passo que o texto 1 deixa claro a valoriza\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia e o texto 2 op\u00f5e-se \u00e0 atitude de desvaloriza\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia pelos jovens.<\/p>\n\n\n\n<p>Ante a fundamenta\u00e7\u00e3o acima, solicita-se a mudan\u00e7a do gabarito da quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TEXTO DA QUEST\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNaquele ver\u00e3o de 2021, o grupo de turistas se aglomerou \u00e0 porta da Matriz, ao redor do guia, que, naquele momento, lhes passava informa\u00e7\u00f5es importantes para a adequada visualiza\u00e7\u00e3o daquele monumento. A enorme porta de madeira chamou logo a aten\u00e7\u00e3o, mas o interior do templo, com suas imagens barrocas, levou, em seguida, emo\u00e7\u00e3o a todos os que t\u00eam olhos para ver. Na sa\u00edda, os coment\u00e1rios reclamavam do pouco tempo de visita a locais t\u00e3o belos, mas o m\u00eas de janeiro estava no fim e o trabalho j\u00e1 se anunciava.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Esse pequeno texto traz um conjunto de elementos encarregados de situa\u00e7\u00f5es temporais; sobre esse aspecto, a \u00fanica afirma\u00e7\u00e3o inadequada \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GABARITO PRELIMINAR: <\/strong>Letra D<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GABARITO PRETENDIDO: <\/strong>ANULA\u00c7\u00c3O<\/p>\n\n\n\n<p><strong>FUNDAMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nessa quest\u00e3o o enunciado pede a \u00fanica afirma\u00e7\u00e3o inadequada, no entanto \u00e9 poss\u00edvel identificar duas afirma\u00e7\u00f5es inadequadas. <\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a banca, afirmar que \u201cos termos \u201clogo\u201d e \u201cem seguida\u201d d\u00e3o indica\u00e7\u00f5es de tempo posterior, de forma precisa\u201d \u00e9 inadequado, e realmente \u00e9, pois \u201clogo\u201d e \u201cem seguida\u201d s\u00e3o express\u00f5es temporais d\u00eaiticas, isto \u00e9, dependem de um referencial para que fa\u00e7am sentido; al\u00e9m disso, elas n\u00e3o s\u00e3o capazes de precisar qualquer instante temporal.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, o que se afirma na alternativa A tamb\u00e9m est\u00e1 inadequado. \u201cO m\u00eas de janeiro estava no fim\u201d e \u201cnaquele ver\u00e3o de 2021\u201d s\u00e3o express\u00f5es temporais com elevado grau de imprecis\u00e3o e de subjetividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Pode-se considerar, por exemplo, tanto os \u00faltimos 10 dias do m\u00eas como o seu final quanto os \u00faltimos 2 dias. De mesmo modo, mencionar uma esta\u00e7\u00e3o do ano, um espa\u00e7o de tempo com dura\u00e7\u00e3o de 3 meses, de modo algum pode ser considerado uma precis\u00e3o temporal. <\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, tamb\u00e9m h\u00e1 nessa alternativa uma inadequa\u00e7\u00e3o ao tomar essas express\u00f5es como \u201cindica\u00e7\u00f5es diretas e precisas de localiza\u00e7\u00e3o temporal\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ante a fundamenta\u00e7\u00e3o acima, solicita-se a anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TEXTO DA QUEST\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para defender sua ideia, o autor do texto apela para uma s\u00e9rie de recursos argumentativos; a op\u00e7\u00e3o em que o recurso indicado est\u00e1 exemplificado adequadamente \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GABARITO PRELIMINAR: <\/strong>LETRA C<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GABARITO PRETENDIDO: <\/strong>ANULA\u00c7\u00c3O<\/p>\n\n\n\n<p><strong>FUNDAMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O item considerado pela banca como gabarito \u00e9 aceit\u00e1vel, no entanto est\u00e1 mal redigido. A letra C diz que o argumentador introduz um outro ponto de vista na tese adversa. Na argumenta\u00e7\u00e3o, \u2018ponto de vista\u2019 \u00e9 o mesmo que \u2018tese\u2019. O que o argumentador est\u00e1 fazendo, na verdade, \u00e9 inserir um novo argumento.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a alternativa A tamb\u00e9m \u00e9 uma possibilidade de resposta: o argumentador se refere a uma obra c\u00e9lebre, cuja alus\u00e3o esteja a servi\u00e7o da tese defendida: \u201cAssim, \u00e9 frequente que as s\u00e9ries televisivas de mais audi\u00eancia fa\u00e7am disparar a venda dos livros nos que se baseiam, como ocorreu com a s\u00e9rie \u2018Senhor dos An\u00e9is\u2019\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>A tese defendida do autor \u00e9 de que a televis\u00e3o pode favorecer a leitura. Ao citar a obra \u201cSenhor dos An\u00e9is\u201d, o autor comprova, por exemplifica\u00e7\u00e3o, que sua teve tem fundamento, pois a s\u00e9rie televisiva impulsionou a leitura dos livros correspondentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Ante a fundamenta\u00e7\u00e3o acima, solicita-se a anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TEXTO DA QUEST\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Todas as op\u00e7\u00f5es abaixo mostram uma tese, seguida de um argumento; a op\u00e7\u00e3o em que o argumento N\u00c3O \u00e9 adequado \u00e0 tese \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GABARITO PRELIMINAR: <\/strong>LETRA C<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GABARITO PRETENDIDO: <\/strong>ANULA\u00c7\u00c3O<\/p>\n\n\n\n<p><strong>FUNDAMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;O gabarito preliminar dado pela banca est\u00e1 correto, uma vez que n\u00e3o h\u00e1 l\u00f3gica argumentativa afirmar a necessidade de conserva\u00e7\u00e3o das florestas apoiando-se na ideia de extra\u00e7\u00e3o de madeira. No entanto, o argumento utilizado na alternativa B tamb\u00e9m carece de l\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Argumentar que no futebol \u201cos jogadores formam uma equipe solid\u00e1ria e lutam por uma vit\u00f3ria comum\u201d n\u00e3o individualiza o esporte, portanto n\u00e3o sustenta a tese de que \u201cfutebol \u00e9 o melhor esporte de todos\u201d. No esporte, h\u00e1 uma s\u00e9rie de modalidades em que uma equipe \u00e9 formada com o objetivo de vit\u00f3ria. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ante a fundamenta\u00e7\u00e3o acima, solicita-se a anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TEXTO DA QUEST\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Observe o texto expositivo a seguir.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse texto \u2013 que apresenta um futuro artigo da revista \u2013 mostra uma falha em sua composi\u00e7\u00e3o, que pode ser identificada do seguinte modo:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GABARITO PRELIMINAR: <\/strong>LETRA E<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GABARITO PRETENDIDO: <\/strong>LETRA A<\/p>\n\n\n\n<p><strong>FUNDAMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A banca afirma que a falha de composi\u00e7\u00e3o do texto apresentado \u00e9 a seguinte: algumas palavras ou informa\u00e7\u00f5es podem ser desconhecidas para os leitores da revista, sendo aconselh\u00e1vel o acr\u00e9scimo de defini\u00e7\u00f5es ou explica\u00e7\u00f5es ou a substitui\u00e7\u00e3o de palavras t\u00e9cnicas ou raras por outras mais conhecidas. <\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, quando se vai ao texto, percebe-se que se faz uso de um vocabul\u00e1rio usual e acess\u00edvel a qualquer leitor. N\u00e3o se trata de um texto t\u00e9cnico.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Caberia, no entanto, a falha apresentada na alternativa A: \u201co tema n\u00e3o aparece suficientemente desenvolvido e apoiado, sendo preciso um acr\u00e9scimo de alguns par\u00e1grafos com as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias\u201d. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dois questionamentos, que de certo modo apresentam a tem\u00e1tica do texto, s\u00e3o levantados no in\u00edcio do texto, a saber \u201cQual \u00e9 a verdadeira extens\u00e3o da vida humana?\u201d e \u201cEstaremos caminhando para uma vida sem limites?\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, no \u00fanico par\u00e1grafo de desenvolvimento que comp\u00f5e o texto, n\u00e3o s\u00e3o desenvolvidas as respostas a essas perguntas. <\/p>\n\n\n\n<p>O texto \u00e9 composto pelo par\u00e1grafo de introdu\u00e7\u00e3o, que apresenta o tema, um par\u00e1grafo de desenvolvimento, que n\u00e3o d\u00e1 conta das quest\u00f5es presentes na introdu\u00e7\u00e3o, e um par\u00e1grafo de conclus\u00e3o que retoma o in\u00edcio do texto. <\/p>\n\n\n\n<p>Desse modo, faz-se necess\u00e1rio o acr\u00e9scimo de um par\u00e1grafo de desenvolvimento que forne\u00e7a, de maneira adequada, uma resposta \u00e0 tem\u00e1tica apresentada em estruturas interrogativas na introdu\u00e7\u00e3o da unidade textual.<\/p>\n\n\n\n<p>Ante a fundamenta\u00e7\u00e3o acima, solicita-se a mudan\u00e7a do gabarito da quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-background has-medium-font-size\" id=\"saiba-mais-concurso-controladoria-geral-da-uniao\">Saiba mais: <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concurso-cgu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Concurso Controladoria Geral da Uni\u00e3o<\/a><\/h2>\n\n\n\n<div class=\"container\" id=\"boxes\">\n  <div class=\"row\">\n\n    <div class=\"col-sm\">\n      <div class=\"banner-tcg\" id=\"box-assinatura\">\n        <h3 class=\"titulo-assinatura\">Cursos CGU<\/h3>\n        <p class=\"subtitulo-assinatura\">Conhe\u00e7a os cursos<\/p>\n        <div class=\"box-botao\">\n          <a class=\"btn-assinatura\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorConcurso\/controladoria-geral-da-uniao-cgu\/\" role=\"button\" rel=\"noopener noreferrer\">Conhe\u00e7a mais<\/a>\n        <\/div>\n      <\/div>\n      \n    <\/div>\n\n  <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"container\" id=\"boxes\">\n  <div class=\"row\">\n\n    <div class=\"col-sm\">\n      <div class=\"estrategia\" id=\"box-assinatura\">\n        <h3 class=\"titulo-assinatura\">Assinatura Concursos<\/h3>\n        <p class=\"subtitulo-assinatura\">Assinatura de 1 ano ou 2 anos<\/p>\n        <div class=\"box-botao\">\n          <a class=\"btn-assinatura\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/assinaturas\/\" role=\"button\" rel=\"noopener noreferrer\">ASSINE AGORA<\/a>\n        <\/div>\n      <\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\" id=\"h-quer-saber-tudo-sobre-concursos-previstos-confira-nossos-artigos\">Quer saber tudo sobre concursos previstos?<br \/>Confira nossos artigos!<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concursos-abertos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Concursos abertos<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concursos-2022\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Concursos 2022<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Controladoria Geral da Uni\u00e3o teve suas \u00faltimas provas aplicadas no \u00faltimo domingo, 20 de mar\u00e7o. 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Desde 2021, lidera no Blog do Estrat\u00e9gia Concursos a cobertura editorial especializada em Concursos Policiais (PF, PRF, PM, PC, etc.), al\u00e9m das frentes de concursos banc\u00e1rios, de sa\u00fade e da \u00e1rea legislativa. Especialista em reda\u00e7\u00e3o, com pr\u00e1ticas de SEO e Copywriting, possui tamb\u00e9m atua\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica de contato direto com \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos respons\u00e1veis por editais, permitindo acesso antecipado a informa\u00e7\u00f5es, desdobramentos importantes e atualiza\u00e7\u00e3o eficiente dos concursos p\u00fablicos.\",\"url\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/author\/bruna-andrade\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Concurso CGU: possibilidades de recursos para Auditor","description":"Confira as possibilidades de recursos na prova objetiva do concurso CGU Auditor. 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