{"id":96273,"date":"2017-11-21T22:24:23","date_gmt":"2017-11-22T01:24:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=96273"},"modified":"2017-11-22T06:34:58","modified_gmt":"2017-11-22T09:34:58","slug":"portugues-tst-2017-provas-comentadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/portugues-tst-2017-provas-comentadas\/","title":{"rendered":"Portugu\u00eas TST 2017 Provas comentadas"},"content":{"rendered":"<p>Portugu\u00eas TST 2017 Provas comentadas<\/p>\n<p>Ol\u00e1, pessoal!<\/p>\n<p>Consegui a prova h\u00e1 pouco e vou comentando e atualizando este post, ok?!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segue coment\u00e1rio da <strong>prova D4 &#8211; Analista Judici\u00e1rio \u00c1rea Apoio Especializado\u00a0Especialidade Contabilidade (<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/TSTS-2017-AJ-Contabilidade.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Clique aqui para download<\/a>)<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>O t\u00edtulo da pe\u00e7a de Luigi Pirandello \u201cAssim \u00e9 (se lhe parece)\u201d j\u00e1 traz em si mesmo uma convic\u00e7\u00e3o do autor: a de que<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) uma verdade s\u00f3 se torna absoluta quando sua apar\u00eancia tem for\u00e7a suficiente para nos convencer dessa sua qualidade.<\/p>\n<p>(B) as coisas que parecem ser verdadeiras, por causa de seu aspecto, s\u00e3o de fato absolutamente falsas.<\/p>\n<p>(C) desconfiamos de que as coisas verdadeiras sejam falsas t\u00e3o somente quando n\u00e3o apreciamos o seu aspecto.<\/p>\n<p>(D) a vis\u00e3o que temos das coisas faz-nos acreditar que a verdade delas corresponde inteiramente ao que aparentam.<\/p>\n<p>(E) falseamos a apar\u00eancia das coisas quando queremos convencer o pr\u00f3ximo de que elas sejam verdadeiras.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (D) \u00e9 a correta com base nos seguintes trechos do texto: \u201c<em>podemos estar muito enganados quando julgamos conhecer efetivamente alguma coisa.\u201d e \u201cA vis\u00e3o de um objeto implica uma perspectiva para ele. Pirandello acredita, de fato, que a chamada \u201crealidade das coisas\u201d \u00e9 sempre bastante condicionada pelo ponto de vista a partir do qual vemos o mundo.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: D<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>O ator Rubens Carib\u00e9 (1o par\u00e1grafo) considera que, para Luigi Pirandello,<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) a forte personalidade de cada um garante que todas as verdades que a pessoa defenda exprimem sua individualidade b\u00e1sica.<\/p>\n<p>(B) cada um de n\u00f3s expressa cotidianamente uma s\u00e9rie diversificada de verdades, implicadas numa cont\u00ednua mudan\u00e7a de perspectivas.<\/p>\n<p>(C) as m\u00e1scaras de que se valem alguns para falsificar suas opini\u00f5es fazem delas verdades absolutas.<\/p>\n<p>(D) uma verdade absoluta s\u00f3 pode existir quando algu\u00e9m abandona a m\u00e1scara e se vale de uma perspectiva mais pessoal.<\/p>\n<p>(E) a liberdade de que desfrutamos para elaborar nossas m\u00e1scaras \u00e9 a garantia de que todas s\u00e3o igualmente verdadeiras.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (B) \u00e9 a correta e o trecho que confirma isso \u00e9 \u201c<em>Para ele, n\u00e3o existe uma s\u00f3 verdade, mas diferentes pontos de vista. N\u00e3o existe um s\u00f3 homem, mas diversas m\u00e1scaras que vestimos no dia a dia, desde a hora em que acordamos at\u00e9 a hora em que dormimos. Portanto, n\u00e3o existe uma verdade absoluta\u201d.<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: B<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>Costumamos aceitar o <em>prest\u00edgio do teatro <\/em>(2o par\u00e1grafo) porque, na atividade teatral,<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) ocultam-se de todos as nossas emo\u00e7\u00f5es mais graves, disfar\u00e7adas pelas m\u00e1scaras que agem no palco.<\/p>\n<p>(B) o fingimento art\u00edstico permite-nos aceitar a exposi\u00e7\u00e3o de todos os nossos defeitos como se fossem altas virtudes.<\/p>\n<p>(C) a representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica permite-nos reconhecer a verdade de nossos sentimentos mais ocultos.<\/p>\n<p>(D) os desejos encobertos n\u00e3o s\u00e3o exatamente os nossos, mas sobretudo os dos atores que os representam.<\/p>\n<p>(E) nossas emo\u00e7\u00f5es secretas, por serem representadas com fingimento, n\u00e3o s\u00e3o de fato reveladas em sua ess\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa correta \u00e9 a (C) e o trecho que nos enfatiza isso \u00e9: \u201c<em>Viria da\u00ed, em boa parte, o prest\u00edgio do teatro: vemos encenadas no palco, como express\u00e3o de um \u201cfingimento\u201d art\u00edstico trabalhado por atores, <strong>nossas emo\u00e7\u00f5es secretas<\/strong>, <strong>nossos desejos encobertos&#8230; e verdadeiros<\/strong>.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: C<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) <em>a afirma\u00e7\u00e3o taxativa <\/em>[&#8230;] <em>\u00e9 logo relativizada <\/em>(2\u00ba par\u00e1grafo) \/\/ a assertiva inconteste \u00e9 imediatamente impugnada<\/p>\n<p>(B) <em>do que resulta a insinua\u00e7\u00e3o <\/em>(2\u00ba par\u00e1grafo) \/\/ de onde prov\u00e9m a evid\u00eancia<\/p>\n<p>(C) <em>implica uma perspectiva <\/em>(2\u00ba par\u00e1grafo) \/\/ atesta uma hip\u00f3tese<\/p>\n<p>(D) <em>levar em conta esse relativismo <\/em>(3\u00ba par\u00e1grafo) \/\/ debitar a essa hesita\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>(E) <em>flexibilidade dos diferentes pontos de vista <\/em>(3\u00ba par\u00e1grafo) \/\/ maleabilidade das diversas perspectivas<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: Literalmente entendemos que \u201cflexibilidade\u201d \u00e9 o mesmo que \u201cmaleabilidade\u201d e \u201cdiferentes pontos de vista\u201d \u00e9 o mesmo que \u201cdas diversas perspectivas\u201d.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: E<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li><em>Uma discuss\u00e3o de verdade, na qual os interessados <u>pretendam refletir e argumentar<\/u>, <u>deve sempre levar<\/u> em conta esse relativismo. <\/em>(3\u00ba par\u00e1grafo)<\/li>\n<\/ol>\n<p>Uma nova reda\u00e7\u00e3o da frase acima considera a adequada articula\u00e7\u00e3o entre tempos e modos verbais substituindo-se os segmentos sublinhados, na ordem dada, por:<\/p>\n<p>(A) pretendessem refletir e argumentar \u2212 deva sempre levar<\/p>\n<p>(B) pretendiam refletir e argumentar \u2212 devesse sempre levar<\/p>\n<p>(C) refletissem e argumentassem \u2212 tinha levado sempre<\/p>\n<p>(D) houvessem pretendido refletir e argumentar \u2212 deveria ter levado sempre<\/p>\n<p>(E) reflitam e argumentem \u2212 teria levado sempre<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A quest\u00e3o nos cobra a velha e conhecida combina\u00e7\u00e3o modo temporal n\u00b0 2: pret\u00e9rito imperfeito do subjuntivo (\u201chouvessem\u201d) com o futuro do pret\u00e9rito do indicativo (\u201cdeveria\u201d). Assim, a alternativa (D) \u00e9 a correta.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: D<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li>Est\u00e1 plenamente clara e correta a <strong>reda\u00e7\u00e3o <\/strong>deste livre coment\u00e1rio:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) Embora imaginemos conhecer a s\u00f3lida verdade de cada coisa, o fato \u00e9 que esse nosso conhecimento se relativiza por estar preso a uma \u00fanica perspectiva.<\/p>\n<p>(B) N\u00e3o fossem por outras raz\u00f5es, acredita-se que as m\u00e1scaras da personalidade visam a prote\u00e7\u00e3o das verdades que em nossa atua\u00e7\u00e3o cotidiana se oculta.<\/p>\n<p>(C) Como acredita Pirandello, n\u00e3o existem fatos se n\u00e3o opini\u00f5es, raz\u00e3o pela qual se destitue todo conhecimento de uma verdade absoluta ou mesmo incontest\u00e1vel.<\/p>\n<p>(D) Ao sermos adeptos do relativismo, passa-se a considerar que a verdade relativa das coisas atribue a mais algu\u00e9m a possibilidade de estarem com a raz\u00e3o.<\/p>\n<p>(E) Ao passo que nos imaginamos como seres \u00edntegros, a verdade \u00e9 que nos dividimos em m\u00e1scaras, a cujo poder n\u00e3o nos conseguimos nunca libertar.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong> A alternativa correta \u00e9 a (A). Veja a corre\u00e7\u00e3o das demais alternativas:<\/p>\n<p><em>N\u00e3o <strong>fosse<\/strong> por outras raz\u00f5es, acredita-se que as m\u00e1scaras da personalidade visam <strong>\u00e0<\/strong> prote\u00e7\u00e3o das verdades <u>que<\/u> em nossa atua\u00e7\u00e3o cotidiana se <strong>ocultam<\/strong><\/em>.<\/p>\n<p><em>Como acredita Pirandello, n\u00e3o existem fatos <strong>sen\u00e3o<\/strong> opini\u00f5es, raz\u00e3o pela qual se <strong>destitui<\/strong> todo conhecimento de uma verdade absoluta ou mesmo incontest\u00e1vel<\/em>.<\/p>\n<p><em>Ao sermos adeptos do relativismo, passa-se a considerar que a verdade relativa das coisas <strong>atribui<\/strong> a mais algu\u00e9m a possibilidade de <strong>estar<\/strong> com a raz\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p><em>Ao passo que nos imaginamos como seres \u00edntegros, a verdade \u00e9 que nos dividimos em m\u00e1scaras, <strong>de<\/strong> cujo poder n\u00e3o nos conseguimos nunca libertar<\/em>.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: A<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li>Respeitam-se as normas de concord\u00e2ncia nessa adequada transposi\u00e7\u00e3o de uma forma verbal ativa para uma forma verbal passiva:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) Da vis\u00e3o de um objeto participam perspectivas = As perspectivas t\u00eam participa\u00e7\u00e3o na vis\u00e3o de um objeto.<\/p>\n<p>(B) O livro teria tradu\u00e7\u00f5es em v\u00e1rias l\u00ednguas = Em v\u00e1rias l\u00ednguas haveriam tradu\u00e7\u00f5es do livro.<\/p>\n<p>(C) \u00c9 bom prestigiar encena\u00e7\u00f5es teatrais = \u00c9 bom que se prestigiem encena\u00e7\u00f5es teatrais.<\/p>\n<p>(D) Sua vis\u00e3o n\u00e3o corresponde aos fatos = Os fatos n\u00e3o s\u00e3o correspondidos em sua vis\u00e3o.<\/p>\n<p>(E) Muitas verdades expressa uma m\u00e1scara = Expressa-se numa m\u00e1scara muitas verdades.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: S\u00f3 se transp\u00f5e para a voz passiva ora\u00e7\u00e3o que possua verbo com transitividade direta. Assim, eliminamos as alternativas (A) e (D), pois \u201cparticipam\u201d e \u201ccorresponde\u201d s\u00e3o verbos transitivos indiretos.<\/p>\n<p>A alternativa (B) est\u00e1 errada, pois o verbo \u201chaveriam\u201d n\u00e3o pode se flexionar por estar no sentido de existir e n\u00e3o possuir sujeito.<\/p>\n<p>A alternativa (C) \u00e9 a correta, pois o verbo \u201cprestigiem\u201d \u00e9 transitivo direto, o pronome \u201cse\u201d \u00e9 apassivador\u201d e o termo n\u00e3o preposicionado \u00e9 o sujeito paciente, o qual for\u00e7a o verbo ao plural.<\/p>\n<p>A alternativa (E) est\u00e1 errada, pois a voz passiva seria \u201cMuitas verdades s\u00e3o expressas por uma m\u00e1scara\u201d.<\/p>\n<p><strong>Gabarito<\/strong>: <strong>C<\/strong><\/p>\n<ol start=\"8\">\n<li>Os termos sublinhados s\u00e3o exemplos de uma mesma fun\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica na ora\u00e7\u00e3o:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) O <u>t\u00edtulo<\/u> vale-se da mal\u00edcia de levantar uma <u>suspeita<\/u> no leitor.<\/p>\n<p>(B) H\u00e1 <u>fatos<\/u> supostos que s\u00e3o apenas <u>opini\u00f5es<\/u>.<\/p>\n<p>(C) As <u>verdades<\/u> s\u00e3o mais <u>complexas<\/u> do que sua apar\u00eancia.<\/p>\n<p>(D) Nosso <u>ponto de vista<\/u> condiciona nossa <u>opini\u00e3o<\/u>.<\/p>\n<p>(E) Cumprem as <u>m\u00e1scaras<\/u> um papel que <u>n\u00f3s<\/u> lhes delegamos.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (E) \u00e9 a correta, pois \u201cm\u00e1scaras\u201d e \u201cn\u00f3s\u201d s\u00e3o sujeitos em suas respectivas ora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na alternativa (A), \u201ct\u00edtulo\u201d \u00e9 sujeito e \u201csuspeita\u201d \u00e9 objeto direto.<\/p>\n<p>Na alternativa (B), \u201cfatos\u201d \u00e9 objeto direto e \u201copini\u00f5es\u201d \u00e9 predicativo.<\/p>\n<p>Na alternativa (C), \u201cverdades\u201d \u00e9 sujeito e \u201ccomplexas\u201d \u00e9 predicativo.<\/p>\n<p>Na alternativa (D), \u201cponto de vista\u201d \u00e9 sujeito e \u201copini\u00e3o\u201d \u00e9 objeto direto.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: E<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"9\">\n<li>A proposta de Voltaire baseia-se na convic\u00e7\u00e3o de que<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) a severidade de uma pena cruel deve ser diretamente proporcional \u00e0 crueldade de quem cometeu algum terr\u00edvel delito.<\/p>\n<p>(B) uma puni\u00e7\u00e3o que faz o condenado envergonhar-se costuma ser mais eficaz do que a imposta por meio de castigos f\u00edsicos.<\/p>\n<p>(C) tanto uma pena moral como uma pena f\u00edsica s\u00e3o improdutivas quando o r\u00e9u j\u00e1 perdeu a honra.<\/p>\n<p>(D) os soldados de Lu\u00eds XVI, ao sofrerem cruel puni\u00e7\u00e3o, servem de exemplo positivo para os cidad\u00e3os comuns.<\/p>\n<p>(E) a crueldade maior de uma pena ocorre quando quem a aplica o faz de modo a acusar em si mesmo a perda da honradez.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (B) \u00e9 a correta e tem respaldo na seguinte pergunta ret\u00f3rica do texto:<\/p>\n<p>\u201c<em>Pergunto-vos se n\u00e3o seria poss\u00edvel <u>diminuir o n\u00famero de delitos<\/u> tornando os <u>castigos mais vergonhosos<\/u> e menos cru\u00e9is.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: B<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"10\">\n<li>Voltaire lembra aos seus leitores que<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) os crimes s\u00f3 fazem aumentar onde a puni\u00e7\u00e3o cruel torna-se rotina jur\u00eddica.<\/p>\n<p>(B) inexiste rela\u00e7\u00e3o entre o sentimento de honra e a efic\u00e1cia de uma pena.<\/p>\n<p>(C) os carrascos moralistas costumam encarregar-se das penas mais cru\u00e9is.<\/p>\n<p>(D) a pr\u00e1tica de virtudes ocorre mais onde os h\u00e1bitos sociais s\u00e3o menos policiados.<\/p>\n<p>(E) o sangue do condenado n\u00e3o deve converter-se em exemplo para os seus herdeiros.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong> A alternativa (A) \u00e9 a correta e encontramos respaldo no seguinte trecho:<\/p>\n<p><em>N\u00e3o observais que os pa\u00edses onde a rotina da lei ostenta os mais horrendos espet\u00e1culos s\u00e3o aqueles onde os crimes se multiplicam?<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: A<\/strong><\/p>\n<ol start=\"11\">\n<li>Transpondo coerentemente para o discurso indireto o in\u00edcio do texto, obt\u00e9m-se a seguinte formula\u00e7\u00e3o: <strong><em>Voltaire ousou convidar-nos<\/em><\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) para que lev\u00e1ssemos os cidad\u00e3os a buscarem aquilo que Lu\u00eds XVI encontrou para os soldados.<\/p>\n<p>(B) para que aquilo que Lu\u00eds XVI vier a encontrar nos soldados fosse buscado entre os cidad\u00e3os.<\/p>\n<p>(C) a que busc\u00e1ssemos para os cidad\u00e3os aquilo que Lu\u00eds XVI j\u00e1 encontrara para os soldados.<\/p>\n<p>(D) a que encontr\u00e1ssemos para os cidad\u00e3os o que Lu\u00eds XVI j\u00e1 buscara para seus soldados.<\/p>\n<p>(E) para que vi\u00e9ssemos a encontrar nos cidad\u00e3os o que Lu\u00eds XVI buscara para os seus soldados.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: O in\u00edcio do texto \u00e9:<\/p>\n<p><em>Ouso convidar-vos, senhores, a <u>buscar<\/u> para os cidad\u00e3os aquilo que Lu\u00eds <\/em><em>XVI <\/em><em><u>encontrou<\/u><\/em><em> para os soldados.<\/em><\/p>\n<p>No discurso direto, a voz do narrador se encontra no pret\u00e9rito perfeito do indicativo (\u201cousou\u201d), o que faz com que o discurso indireto tamb\u00e9m fique no passado. Assim, eliminamos a alternativa (B).<\/p>\n<p>Notando-se que a a\u00e7\u00e3o de \u201cbuscar\u201d ocorreu temporalmente antes de \u201cencontrar\u201d, aquele verbo deve se encontrar no pret\u00e9rito mais-que perfeito do indicativo, como ocorreu na alternativa (C):<\/p>\n<p><em>&#8230; a que <u>busc\u00e1ssemos<\/u> para os cidad\u00e3os aquilo que Lu\u00eds <\/em><em>XVI <\/em><em>j\u00e1 <u>encontrara<\/u> para os soldados <\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: C<\/strong><\/p>\n<ol start=\"12\">\n<li>Est\u00e1 plenamente adequada a pontua\u00e7\u00e3o do seguinte per\u00edodo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) Tendo em vista, uma melhor distribui\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a, Voltaire considera rever crit\u00e9rios de puni\u00e7\u00e3o baseado na ideia de que, o sentimento da honra, quando esta \u00e9 ofendida torna-se mais intenso, do que a sensa\u00e7\u00e3o provocada pelo castigo f\u00edsico.<\/p>\n<p>(B) Tendo em vista uma melhor distribui\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a, Voltaire considera rever crit\u00e9rios de puni\u00e7\u00e3o, baseado na ideia de que, o sentimento da honra quando esta \u00e9 ofendida, torna-se mais intenso do que a sensa\u00e7\u00e3o, provocada pelo castigo f\u00edsico.<\/p>\n<p>(C) Tendo em vista uma melhor distribui\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a, Voltaire considera: rever crit\u00e9rios de puni\u00e7\u00e3o baseado na ideia de que o sentimento da honra, quando esta \u00e9 ofendida torna-se mais intenso, do que a sensa\u00e7\u00e3o provocada pelo castigo f\u00edsico.<\/p>\n<p>(D) Tendo em vista uma melhor distribui\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a, Voltaire considera rever crit\u00e9rios de puni\u00e7\u00e3o, baseado na ideia de que o sentimento da honra, quando esta \u00e9 ofendida, torna-se mais intenso do que a sensa\u00e7\u00e3o provocada pelo castigo f\u00edsico.<\/p>\n<p>(E) Tendo em vista, uma melhor distribui\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a, Voltaire considera rever crit\u00e9rios de puni\u00e7\u00e3o baseado na ideia, de que o sentimento da honra, quando esta \u00e9 ofendida, torna-se mais intenso, do que a sensa\u00e7\u00e3o provocada pelo castigo f\u00edsico.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong> As alternativas (A), (B), (C) e (E) est\u00e3o erradas, pois n\u00e3o cabe v\u00edrgula ap\u00f3s conectivo subordinativo (\u201cTendo em vista\u201d, \u201cque\u201d). Deve-se evitar a v\u00edrgula entre os conectivos correlacionados de compara\u00e7\u00e3o \u201cmais&#8230;do que\u201d. Al\u00e9m disso, a ora\u00e7\u00e3o intercalada \u201cquando esta \u00e9 ofendida\u201d deve ficar entre duas v\u00edrgulas.<\/p>\n<p>Assim, a alternativa (D) \u00e9 a correta:<\/p>\n<p><em><u>Tendo em vista uma melhor distribui\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a<\/u><\/em><em>, Voltaire considera rever crit\u00e9rios de puni\u00e7\u00e3o, <u>baseado na ideia de que o sentimento da honra<\/u>, <u>quando esta \u00e9 ofendida<\/u>, torna-se mais intenso do que a sensa\u00e7\u00e3o provocada pelo castigo f\u00edsico<\/em>.<\/p>\n<p>A primeira v\u00edrgula ocorre por antecipar uma ora\u00e7\u00e3o subordinada adverbial; a segunda v\u00edrgula ocorre por separar uma ora\u00e7\u00e3o subordinada adjetiva explicativa reduzida de partic\u00edpio; a terceira e quarta v\u00edrgulas intercalam uma ora\u00e7\u00e3o subordinada adverbial temporal.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: D<\/strong><\/p>\n<ol start=\"13\">\n<li>Infere-se da leitura do texto que Jos\u00e9 Saramago acredita que entre o autor e o leitor<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) deve haver, sempre que poss\u00edvel, uma identifica\u00e7\u00e3o plena de ambos quanto \u00e0s ideias defendidas no texto.<\/p>\n<p>(B) as poss\u00edveis diferen\u00e7as de perspectiva n\u00e3o eliminam a possibilidade de partilharem uma mesma quest\u00e3o.<\/p>\n<p>(C) diferentes expectativas impedem que ambos possam se interessar pela abordagem de um tema comum.<\/p>\n<p>(D) ocorre, de modo praticamente invari\u00e1vel, uma rela\u00e7\u00e3o de espelhamento fiel, por conta da for\u00e7a das palavras do escritor.<\/p>\n<p>(E) h\u00e1 um pacto mais intenso quando a leitura se faz presa ao texto do que quando se suspende em alguma reflex\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong> A alternativa correta \u00e9 a (B) e se baseia nas seguintes passagens do texto: <em>\u201cPorque <u>n\u00e3o estou nada seguro de que estejamos<\/u>, leitor e autor, <u>de acordo<\/u>.\u201d<\/em> e \u201c<em>N\u00e3o para compreender algo na linha em que estou pensando.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: B<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"14\">\n<li>No <strong>primeiro per\u00edodo <\/strong>do texto,<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) a ora\u00e7\u00e3o <em>para definir as mudan\u00e7as <\/em>exprime uma <strong>consequ\u00eancia<\/strong>.<\/p>\n<p>(B) a ora\u00e7\u00e3o <em>que ele imagine necess\u00e1rias <\/em>exerce a fun\u00e7\u00e3o de <strong>sujeito <\/strong>da ora\u00e7\u00e3o anterior.<\/p>\n<p>(C) o termo <em>inquieta\u00e7\u00e3o <\/em>\u00e9 <strong>complemento nominal <\/strong>de <em>nele<\/em>.<\/p>\n<p>(D) a \u00faltima ora\u00e7\u00e3o exprime uma <strong>finalidade<\/strong>.<\/p>\n<p>(E) o termo <strong>\u00e0 pessoa-leitor <\/strong>\u00e9 um complemento verbal.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio:<\/strong> O primeiro per\u00edodo do texto \u00e9:<\/p>\n<p><em>Quando <u>falo<\/u> de pessoa a pessoa, quer dizer, da pessoa-autor que sou <u>\u00e0 pessoa-leitor<\/u> que o leitor \u00e9, tudo o que fa\u00e7o \u00e9 depositar <u>nele<\/u> a <u>inquieta\u00e7\u00e3o<\/u> <u>para definir as mudan\u00e7as<\/u> <u>que ele imagine necess\u00e1rias<\/u>.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (A) est\u00e1 errada, pois a ora\u00e7\u00e3o <em>para definir as mudan\u00e7as <\/em>exprime uma finalidade.<\/p>\n<p>A alternativa (B) est\u00e1 errada, pois a ora\u00e7\u00e3o <em>que ele imagine necess\u00e1rias <\/em>\u00e9 subordinada adjetiva restritiva.<\/p>\n<p>A alternativa (C) est\u00e1 errada, pois \u201cinquieta\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 o objeto direto.<\/p>\n<p>A alternativa (D) est\u00e1 errada, pois a \u00faltima ora\u00e7\u00e3o \u00e9 \u201c<em>que ele imagine necess\u00e1rias\u201d<\/em>, a qual \u00e9 subordinada adjetiva restritiva.<\/p>\n<p>A alternativa (E) \u00e9 a correta, pois o termo <strong>\u00e0 pessoa-leitor <\/strong>\u00e9 um complemento verbal, isto \u00e9, o objeto indireto do verbo \u201cfalo\u201d.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: E<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"15\">\n<li>Est\u00e1 correto o emprego do elemento sublinhado na frase:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) Se <u>lhes convirem<\/u>, autor e leitor podem compartilhar uma mesma opini\u00e3o.<\/p>\n<p>(B) O valor <u>a que<\/u> se atribui um leitor a um autor pode n\u00e3o ser o mais justo.<\/p>\n<p>(C) O motivo <u>por onde<\/u> pode haver identifica\u00e7\u00e3o entre autor e leitor nem sempre \u00e9 claro.<\/p>\n<p>(D) Caso se <u>dispusessem de ter<\/u> mais toler\u00e2ncia, autor e leitor concordariam com isso.<\/p>\n<p>(E) <u>Propusera-se ele a<\/u> ponderar melhor sobre as opini\u00f5es daquele autor.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (E) \u00e9 a correta, pois algu\u00e9m se prop\u00f5e a algo. Assim, tal verbo rege a preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d. Al\u00e9m disso, note que o pronome \u201cele\u201d ocupa a fun\u00e7\u00e3o de sujeito.<\/p>\n<p>Agora, veja a corre\u00e7\u00e3o das demais alternativas com o termo em negrito:<\/p>\n<p><em>Se <u>lhes <strong>convierem<\/strong><\/u>, autor e leitor podem compartilhar uma mesma opini\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>O valor <strong><u>que<\/u><\/strong> se atribui um leitor a um autor pode n\u00e3o ser o mais justo.<\/em><\/p>\n<p><em>O motivo <strong><u>pelo qual<\/u><\/strong> pode haver identifica\u00e7\u00e3o entre autor e leitor nem sempre \u00e9 claro.<\/em><\/p>\n<p><em>Caso se <u>dispusessem <strong>a<\/strong> ter<\/u> mais toler\u00e2ncia, autor e leitor concordariam com isso.<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: E<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Digitando o restante&#8230; Favor retornar a este post mais tarde!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portugu\u00eas TST 2017 Provas comentadas Ol\u00e1, pessoal! Consegui a prova h\u00e1 pouco e vou comentando e atualizando este post, ok?! &nbsp; Segue coment\u00e1rio da prova D4 &#8211; Analista Judici\u00e1rio \u00c1rea Apoio Especializado\u00a0Especialidade Contabilidade (Clique aqui para download) O t\u00edtulo da pe\u00e7a de Luigi Pirandello \u201cAssim \u00e9 (se lhe parece)\u201d j\u00e1 traz em si mesmo uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":214,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1,1984],"tags":[3108,2552],"tax_estado":[],"class_list":["post-96273","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos","category-tribunais","tag-portugues-prova-tst","tag-prova-comentada-tst"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Portugu\u00eas TST 2017 Provas comentadas<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/portugues-tst-2017-provas-comentadas\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Portugu\u00eas TST 2017 Provas comentadas\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Portugu\u00eas TST 2017 Provas comentadas Ol\u00e1, pessoal! 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