{"id":94638,"date":"2017-11-01T18:00:06","date_gmt":"2017-11-01T21:00:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=94638"},"modified":"2017-11-01T18:00:06","modified_gmt":"2017-11-01T21:00:06","slug":"pgese-temos-recursos-em-direito-civil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/pgese-temos-recursos-em-direito-civil\/","title":{"rendered":"PGE\/SE: TEMOS recursos em Direito Civil?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Futuros Procuradores,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Analisei as quest\u00f5es da PGE\/SE. Tratando-se do CESPE, eu achei que a prova estaria mais dif\u00edcil; o que voc\u00eas acharam? Tivemos algumas quest\u00f5es mais espinhosas no Direito Civil, mas nada absurdo, creio eu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Primeiro, fiquei super super feliz porque uma quest\u00e3o de Legisla\u00e7\u00e3o Civil Especial inteira tratou de um tema que eu pontuei na aula sobre a Lei do Parcelamento do Solo Urbano. Tratou-se de um julgado do STJ que eu mencionei expressamente na aula. Bastava ter lido cinco linhas sobre a apresenta\u00e7\u00e3o do caso e p\u00e1! Quest\u00e3o certa! Material completo \u00e9 isso a\u00ed!!!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Indo direto ao ponto: <span style=\"text-decoration: underline\"><strong>CREIO QUE UMA QUEST\u00c3O SE SUJEITA A ANULA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/span>, j\u00e1 que o gabarito preliminar apresentado vai de encontro com as disposi\u00e7\u00f5es do CC\/2002. Veremos, logo abaixo, minhas percep\u00e7\u00f5es sobre essa quest\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Antes, por\u00e9m, quero aqui chamar sua aten\u00e7\u00e3o para o n\u00famero alto de quest\u00f5es de Direito Civil e Legisla\u00e7\u00e3o Civil Especial (10, no total) e, mais ainda, para o n\u00famero alto de quest\u00f5es que n\u00e3o eram de Direito Civil, mas que poderiam ser respondidas com os conhecimentos de Direito Civil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Tivemos uma quest\u00e3o de Direito Empresarial sobre desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica; uma quest\u00e3o de Direito Tribut\u00e1rio sobre transa\u00e7\u00e3o; uma quest\u00e3o de Direito Administrativo sobre responsabilidade civil e; uma quest\u00e3o de Direito Processual Civil sobre a\u00e7\u00f5es possess\u00f3rias. Em todas elas, o candidato que \u201cdissecou\u201d o material em PDF de Direito Civil poderia responder sem ter os conhecimentos espec\u00edficos da respectiva mat\u00e9ria. Ou seja, quase 20% da prova poderia ser respondida apenas pelo Direito Civil!!! \u00c9 muuuita coisa mesmo!!!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Aproveito pra te convidar a me acompanhar no <a href=\"http:\/\/instagram.com\/prof.phms\">Instagram<\/a> e no <a href=\"http:\/\/facebook.com\/prof.phms\">Facebook<\/a>, onde eu sempre passo dicas de estudo e quest\u00f5es de treino! Inclusive, no Instagram, estou com o Projeto 100 CESPE, no qual estou publicando diariamente uma quest\u00e3o e a respondendo em v\u00eddeo. Fique ligado!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mas, chega de papo e vamos \u00e0s quest\u00f5es da prova! =)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A adapta\u00e7\u00e3o de lei, por um int\u00e9rprete, \u00e0s exig\u00eancias atuais e concretas da sociedade configura interpreta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">hist\u00f3rica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">sistem\u00e1tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">sociol\u00f3gica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">anal\u00f3gica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">aut\u00eantica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Essa \u00e9 uma quest\u00e3o complexa; me remeto, para um aprofundamento te\u00f3rico maior, \u00e0 obra de Tourinho Filho, que exp\u00f5e com riqueza de detalhes essas distin\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa A <\/strong>est\u00e1 incorreta, porque a interpreta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica busca analisar o \u201cmomento\u201d no qual a lei foi produzida, suas idiossincrasias, as condi\u00e7\u00f5es do meio e a situa\u00e7\u00e3o na qual ela se produziu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa B <\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que a interpreta\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica pretende compreender a norma dentro do sistema normativo, com suas conex\u00f5es e l\u00f3gica intrassistem\u00e1ticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa C<\/strong> est\u00e1 correta, pois a interpreta\u00e7\u00e3o sociol\u00f3gica \u00e9 exatamente o inverso da interpreta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, qual seja, desconsiderar o contexto no qual a norma foi produzida para se considerar a significa\u00e7\u00e3o que ela tem contemporaneamente, ou seja, coadunar a norma aos valores atuais da sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa D <\/strong>est\u00e1 incorreta, dado que a interpreta\u00e7\u00e3o anal\u00f3gica, pr\u00f3xima da analogia (modo de integra\u00e7\u00e3o do ordenamento, n\u00e3o de interpreta\u00e7\u00e3o), no qual o int\u00e9rprete analisa elemento semelhante \u00e0quela contido na norma (diferentemente da interpreta\u00e7\u00e3o extensiva, na qual o elemento legal preexistente n\u00e3o d\u00e1 solu\u00e7\u00e3o ao caso pretendido).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa E <\/strong>est\u00e1 incorreta, sendo que a interpreta\u00e7\u00e3o aut\u00eantica se verifica quando o pr\u00f3prio \u00f3rg\u00e3o criador da norma a interpreta, emanando norma meramente interpretativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De acordo com a classifica\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria dos bens, o valor pago a t\u00edtulo de aluguel ao propriet\u00e1rio de um im\u00f3vel \u00e9 denominado<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">fruto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">perten\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">benfeitoria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">im\u00f3vel por acess\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">produto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa A<\/strong> est\u00e1 correta, tendo em vista que o aluguel decorre do bem principal, sendo caracterizado como fruto civil. N\u00e3o se confunde com a perten\u00e7a porque n\u00e3o adredemente ligado ao bem principal e nem como produto como deriva periodicamente do bem. Irrelevante caracterizar como benfeitoria ou acess\u00e3o, obviamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As <strong>alternativas B, C, D e E <\/strong>est\u00e3o incorretas, portanto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Assinale a op\u00e7\u00e3o que apresenta o conceito de condi\u00e7\u00e3o, no \u00e2mbito dos neg\u00f3cios jur\u00eddicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Cl\u00e1usula que sujeita o neg\u00f3cio ao emprego das t\u00e9cnicas de dom\u00ednio do devedor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Cl\u00e1usula que submete\u00a0 a\u00a0 efic\u00e1cia\u00a0 do\u00a0 neg\u00f3cio\u00a0 jur\u00eddico\u00a0 a determinado acontecimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acontecimento futuro e certo que suspende a efic\u00e1cia de um neg\u00f3cio jur\u00eddico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Imposi\u00e7\u00e3o de obriga\u00e7\u00e3o\u00a0 ao\u00a0 benefici\u00e1rio\u00a0 de\u00a0 determinada liberalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Cl\u00e1usula que visa eliminar um risco que pesa sobre o credor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa A <\/strong>est\u00e1 incorreta, estabelecendo a alternativa conceito vazio de conte\u00fado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa B<\/strong> est\u00e1 correta, como se extrai do art. 121: \u201cConsidera-se condi\u00e7\u00e3o a cl\u00e1usula que, derivando exclusivamente da vontade das partes, subordina o efeito do neg\u00f3cio jur\u00eddico a evento futuro e incerto\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa C <\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que evento futuro e certo \u00e9 termo, n\u00e3o condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa D <\/strong>est\u00e1 incorreta, sendo esse o conceito de encargo, n\u00e3o de condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa E <\/strong>est\u00e1 incorreta, talvez pretendendo o examinador aqui conceituar a cl\u00e1usula <em>del credere<\/em> de determinados contratos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Se uma pessoa, no dia 5 de dezembro de 2017, ter\u00e7a-feira, sofrer dano material em decorr\u00eancia de acidente provocado por motorista que avan\u00e7ou sobre a faixa de pedestre, o prazo prescricional para que ela obtenha a indeniza\u00e7\u00e3o ser\u00e1 contado a partir do dia<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">5 de dezembro de 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">11 de dezembro de 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">6 de dezembro de 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">8 de dezembro de 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">7 de dezembro de 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa C<\/strong> est\u00e1 correta, j\u00e1 que pela previs\u00e3o do art. 132 (\u201cSalvo disposi\u00e7\u00e3o legal ou convencional em contr\u00e1rio, computam-se os prazos, exclu\u00eddo o dia do come\u00e7o, e inclu\u00eddo o do vencimento\u201d) n\u00e3o se computa o dia do fato, prorrogando-se o in\u00edcio da contagem para o dia subsequente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As <strong>alternativas A, B, D e E <\/strong>est\u00e3o incorretas, portanto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A respeito das obriga\u00e7\u00f5es solid\u00e1rias e indivis\u00edveis, julgue os itens<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">a seguir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">I Nas\u00a0 obriga\u00e7\u00f5es\u00a0 indivis\u00edveis,\u00a0 o\u00a0 codevedor\u00a0 s\u00f3\u00a0 deve\u00a0 a sua cota-parte, mas poder\u00e1 ser obrigado pela d\u00edvida toda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">II Ainda\u00a0 que\u00a0 a\u00a0 obriga\u00e7\u00e3o\u00a0 se\u00a0 resolva\u00a0 em\u00a0 perdas\u00a0 e\u00a0 danos, persistir\u00e3o a solidariedade e a indivisibilidade da obriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">III Nas\u00a0 obriga\u00e7\u00f5es\u00a0 solid\u00e1rias,\u00a0 \u00e9\u00a0 vedada\u00a0 a\u00a0 estipula\u00e7\u00e3o\u00a0 de modalidades diversas para algum dos codevedores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">IV O devedor poder\u00e1 opor a um dos credores solid\u00e1rios exce\u00e7\u00f5es pessoais opon\u00edveis a outros credores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Assinale a op\u00e7\u00e3o correta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Apenas os itens I e II est\u00e3o certos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Apenas os itens I e III est\u00e3o certos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Apenas os itens II e IV est\u00e3o certos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Apenas os itens III e IV est\u00e3o certos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Todos os itens est\u00e3o certos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O <strong>item I <\/strong>est\u00e1 incorreto, como disp\u00f5e o art. 259: \u201cSe, havendo dois ou mais devedores, a presta\u00e7\u00e3o n\u00e3o for divis\u00edvel, cada um ser\u00e1 obrigado pela d\u00edvida toda\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O <strong>item II <\/strong>est\u00e1 incorreto, segundo o art. 263: \u201cPerde a qualidade de indivis\u00edvel a obriga\u00e7\u00e3o que se resolver em perdas e danos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O <strong>item III <\/strong>est\u00e1 incorreto, de acordo com o art. 266: \u201cA obriga\u00e7\u00e3o solid\u00e1ria pode ser pura e simples para um dos co-credores ou co-devedores, e condicional, ou a prazo, ou pag\u00e1vel em lugar diferente, para o outro\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O <strong>item IV <\/strong>est\u00e1 incorreto, nos termos do art. 273: \u201cA um dos credores solid\u00e1rios n\u00e3o pode o devedor opor as exce\u00e7\u00f5es pessoais opon\u00edveis aos outros\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Nenhuma alternativa <\/strong>est\u00e1 correta, portanto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Aquele que receber, de forma indevida, mas de boa-f\u00e9, pagamento relativo a um contrato<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">responder\u00e1 pela deteriora\u00e7\u00e3o da coisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">n\u00e3o ter\u00e1 direito de reten\u00e7\u00e3o de valores relativos \u00e0s benfeitorias necess\u00e1rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">estar\u00e1 desobrigado de restituir a coisa caso o ind\u00e9bito tenha natureza objetiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">far\u00e1 jus aos frutos decorrentes da coisa recebida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">n\u00e3o ter\u00e1 direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o por benfeitorias \u00fateis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Preliminarmente, para responder a essa quest\u00e3o, necess\u00e1rio lembrar a regra do art. 878: \u201cAos frutos, acess\u00f5es, benfeitorias e deteriora\u00e7\u00f5es sobrevindas \u00e0 coisa dada em pagamento indevido, aplica-se o disposto neste C\u00f3digo sobre o possuidor de boa-f\u00e9 ou de m\u00e1-f\u00e9, conforme o caso\u201d. No caso, o credor agiu de boa-f\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa A <\/strong>est\u00e1 incorreta, dada a previs\u00e3o do art. 1.217: \u201cO possuidor de boa-f\u00e9 n\u00e3o responde pela perda ou deteriora\u00e7\u00e3o da coisa, a que n\u00e3o der causa\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa B <\/strong>est\u00e1 incorreta, nos termos do art. 1.219: \u201cO possuidor de boa-f\u00e9 tem direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o das benfeitorias necess\u00e1rias e \u00fateis, bem como, quanto \u00e0s voluptu\u00e1rias, se n\u00e3o lhe forem pagas, a levant\u00e1-las, quando o puder sem detrimento da coisa, e poder\u00e1 exercer o direito de reten\u00e7\u00e3o pelo valor das benfeitorias necess\u00e1rias e \u00fateis\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa C <\/strong>est\u00e1 incorreta, conforme estabelece o art. 876: \u201cTodo aquele que recebeu o que lhe n\u00e3o era devido fica obrigado a restituir; obriga\u00e7\u00e3o que incumbe \u00e0quele que recebe d\u00edvida condicional antes de cumprida a condi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa D<\/strong> est\u00e1 correta, na literalidade do art. 1.214: \u201cO possuidor de boa-f\u00e9 tem direito, enquanto ela durar, aos frutos percebidos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa E <\/strong>est\u00e1 incorreta, segundo o art. 1.219, referido na alternativa B.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O direito que o vendedor de um im\u00f3vel guarda de reav\u00ea-lo, no prazo m\u00e1ximo previsto no C\u00f3digo Civil, restituindo ao comprador o valor recebido e reembolsando-lhe as despesas \u2014 entre elas, as que se efetuaram mediante autoriza\u00e7\u00e3o escrita do propriet\u00e1rio bem como aquelas destinadas \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de benfeitorias necess\u00e1rias \u2014, constitui a<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">venda a contento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">resolu\u00e7\u00e3o potestativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">retrovenda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">preemp\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">reserva de dom\u00ednio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa A <\/strong>est\u00e1 incorreta, de acordo com o art. 509: \u201cA venda feita a contento do comprador entende-se realizada sob condi\u00e7\u00e3o suspensiva, ainda que a coisa lhe tenha sido entregue; e n\u00e3o se reputar\u00e1 perfeita, enquanto o adquirente n\u00e3o manifestar seu agrado\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa B <\/strong>est\u00e1 incorreta, sequer existindo esse termo na linguagem contratual brasileira (mas apenas na portuguesa).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa C<\/strong> est\u00e1 correta, na literalidade do art. 505: \u201cO vendedor de coisa im\u00f3vel pode reservar-se o direito de recobr\u00e1-la no prazo m\u00e1ximo de decad\u00eancia de tr\u00eas anos, restituindo o pre\u00e7o recebido e reembolsando as despesas do comprador, inclusive as que, durante o per\u00edodo de resgate, se efetuaram com a sua autoriza\u00e7\u00e3o escrita, ou para a realiza\u00e7\u00e3o de benfeitorias necess\u00e1rias\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa D <\/strong>est\u00e1 incorreta, segundo o art. 513: \u201cA preemp\u00e7\u00e3o, ou prefer\u00eancia, imp\u00f5e ao comprador a obriga\u00e7\u00e3o de oferecer ao vendedor a coisa que aquele vai vender, ou dar em pagamento, para que este use de seu direito de prela\u00e7\u00e3o na compra, tanto por tanto\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa E <\/strong>est\u00e1 incorreta, como estipula o art. 521: \u201cNa venda de coisa m\u00f3vel, pode o vendedor reservar para si a propriedade, at\u00e9 que o pre\u00e7o esteja integralmente pago\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Acerca dos contratos de seguro, \u00e9 correto afirmar que<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">a diminui\u00e7\u00e3o do\u00a0 risco\u00a0 no\u00a0 curso\u00a0 do\u00a0 contrato\u00a0 de\u00a0 seguro, em regra, acarreta a redu\u00e7\u00e3o do pr\u00eamio estipulado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">o segurador poder\u00e1 pagar em t\u00edtulos o preju\u00edzo resultante do risco assumido, hip\u00f3tese na qual o pr\u00eamio ser\u00e1 pago em dobro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">a recondu\u00e7\u00e3o t\u00e1cita do contrato pelo mesmo prazo, mediante expressa cl\u00e1usula contratual, s\u00f3 poder\u00e1 operar uma \u00fanica vez.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">o segurado poder\u00e1\u00a0 comunicar\u00a0 \u00e0\u00a0 seguradora\u00a0 o\u00a0 sinistro a qualquer tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">a mora do\u00a0 segurador\u00a0 no\u00a0 pagamento\u00a0 do\u00a0 sinistro\u00a0 obriga \u00e0 atualiza\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, mas n\u00e3o aos juros morat\u00f3rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa A <\/strong>est\u00e1 incorreta, conforme o art. 770: \u201cSalvo disposi\u00e7\u00e3o em contr\u00e1rio, a diminui\u00e7\u00e3o do risco no curso do contrato n\u00e3o acarreta a redu\u00e7\u00e3o do pr\u00eamio estipulado; mas, se a redu\u00e7\u00e3o do risco for consider\u00e1vel, o segurado poder\u00e1 exigir a revis\u00e3o do pr\u00eamio, ou a resolu\u00e7\u00e3o do contrato\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa B <\/strong>est\u00e1 incorreta, de acordo com o art. 776: \u201cO segurador \u00e9 obrigado a pagar em dinheiro o preju\u00edzo resultante do risco assumido, salvo se convencionada a reposi\u00e7\u00e3o da coisa\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa C<\/strong> est\u00e1 correta, na literalidade do art. 774: \u201cA recondu\u00e7\u00e3o t\u00e1cita do contrato pelo mesmo prazo, mediante expressa cl\u00e1usula contratual, n\u00e3o poder\u00e1 operar mais de uma vez\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa D <\/strong>est\u00e1 incorreta, segundo o art. 771: \u201cSob pena de perder o direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o, o segurado participar\u00e1 o sinistro ao segurador, logo que o saiba, e tomar\u00e1 as provid\u00eancias imediatas para minorar-lhe as consequ\u00eancias\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa E <\/strong>est\u00e1 incorreta, na dic\u00e7\u00e3o do art. 772: \u201cA mora do segurador em pagar o sinistro obriga \u00e0 atualiza\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria da indeniza\u00e7\u00e3o devida segundo \u00edndices oficiais regularmente estabelecidos, sem preju\u00edzo dos juros morat\u00f3rios\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Uma\u00a0 lei\u00a0 estadual\u00a0 indicou\u00a0 autoridade\u00a0 competente para estabelecer condi\u00e7\u00f5es que possibilitassem ao contribuinte e \u00e0 fazenda p\u00fablica estadual negociar o encerramento de lit\u00edgios judiciais e administrativos acerca de determinada quest\u00e3o tribut\u00e1ria. A\u00a0 referida\u00a0 norma\u00a0 estabeleceu\u00a0 que\u00a0 as\u00a0 partes\u00a0 deveriam\u00a0 fazer determinadas concess\u00f5es m\u00fatuas com o objetivo de alcan\u00e7ar a extin\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A negocia\u00e7\u00e3o objeto da situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica apresentada \u00e9 um exemplo de<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">compensa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">anistia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">morat\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">remiss\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">transa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa A <\/strong>est\u00e1 incorreta, conforme o art. 368: \u201cSe duas pessoas forem ao mesmo tempo credor e devedor uma da outra, as duas obriga\u00e7\u00f5es extinguem-se, at\u00e9 onde se compensarem\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa B <\/strong>est\u00e1 incorreta, sendo a anistia semelhante, em termos civis, \u00e0 remiss\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa C <\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que a morat\u00f3ria \u00e9 mera dila\u00e7\u00e3o de prazo, chamados, pelo art. 372, de \u201cprazos de favor\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa D <\/strong>est\u00e1 incorreta, pois remiss\u00e3o \u00e9, na previs\u00e3o do art. 385 (\u201cA remiss\u00e3o da d\u00edvida, aceita pelo devedor, extingue a obriga\u00e7\u00e3o, mas sem preju\u00edzo de terceiro\u201d), perd\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa E<\/strong> est\u00e1 correta, como se extrai do art. 840: \u201c\u00c9 l\u00edcito aos interessados prevenirem ou terminarem o lit\u00edgio mediante concess\u00f5es m\u00fatuas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Carlos, propriet\u00e1rio de um terreno, concedeu a Pedro, mediante escritura p\u00fablica registrada, o direito de cultivar esse terreno pelo per\u00edodo de tr\u00eas anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nessa situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica, de acordo com o que disp\u00f5e o C\u00f3digo Civil,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">em caso de\u00a0 falecimento\u00a0 de\u00a0 Pedro,\u00a0 o \u00a0direito\u00a0 poder\u00e1\u00a0 ser transferido a seus herdeiros ou a terceiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Carlos poder\u00e1 alienar o direito de cultivo durante o prazo estipulado, mas n\u00e3o\u00a0 poder\u00e1\u00a0 alienar\u00a0 o\u00a0 im\u00f3vel\u00a0 objeto\u00a0 da concess\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Pedro poder\u00e1 fazer obra no subsolo para guardar em dep\u00f3sito os insumos destinados \u00e0 planta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">caso o im\u00f3vel seja desapropriado, Pedro tamb\u00e9m far\u00e1 jus \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Carlos continuar\u00e1 obrigado ao pagamento dos tributos que incidirem sobre o terreno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa A<\/strong> est\u00e1 correta, conforme o art. 1.372: \u201cO direito de superf\u00edcie pode transferir-se a terceiros e, por morte do superfici\u00e1rio, aos seus herdeiros\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa B <\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que o art. 1.373 (\u201cEm caso de aliena\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel ou do direito de superf\u00edcie, o superfici\u00e1rio ou o propriet\u00e1rio tem direito de prefer\u00eancia, em igualdade de condi\u00e7\u00f5es\u201d) permite a aliena\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie e do pr\u00f3prio im\u00f3vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa C <\/strong>est\u00e1 incorreta, nos termos do art. 1.369, par\u00e1grafo \u00fanico: \u201cO direito de superf\u00edcie n\u00e3o autoriza obra no subsolo, salvo se for inerente ao objeto da concess\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa D<\/strong> est\u00e1 correta, como disp\u00f5e o art. 1.376: \u201cNo caso de extin\u00e7\u00e3o do direito de superf\u00edcie em conseq\u00fc\u00eancia de desapropria\u00e7\u00e3o, a indeniza\u00e7\u00e3o cabe ao propriet\u00e1rio e ao superfici\u00e1rio, no valor correspondente ao direito real de cada um\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa E <\/strong>est\u00e1 incorreta, na forma do art. 1.371: \u201cO superfici\u00e1rio responder\u00e1 pelos encargos e tributos que incidirem sobre o im\u00f3vel\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Uma construtora realizou parcelamento de solo urbano, mediante loteamento, sem observ\u00e2ncia das disposi\u00e7\u00f5es legais. Nesse caso, de acordo com o entendimento do STJ,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">o munic\u00edpio tem responsabilidade solid\u00e1ria pela regulariza\u00e7\u00e3o do loteamento, devendo pag\u00e1-la ainda que o loteador possa faz\u00ea-lo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">a responsabilidade do munic\u00edpio em regularizar o loteamento, embora discricion\u00e1ria, \u00e9 de execu\u00e7\u00e3o imediata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">a regulariza\u00e7\u00e3o do loteamento dever\u00e1 ser decidida em a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">o poder da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica de regularizar o loteamento \u00e9 discricion\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">o munic\u00edpio ter\u00e1 o poder-dever para regularizar o loteamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa A <\/strong>est\u00e1 incorreta, pois a regulariza\u00e7\u00e3o \u00e9 feita pelo Munic\u00edpio, mas \u00e0s expensas do loteador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa B <\/strong>est\u00e1 incorreta, conforme o julgado adiante visto, n\u00e3o sendo esse poder discricion\u00e1rio, mas vinculado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa C <\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que a municipalidade pode notificar o loteador, embargar a obra e, inclusive, recorrer \u00e0s penas previstas na lei para que a regulariza\u00e7\u00e3o se efetive.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa D <\/strong>est\u00e1 incorreta, novamente, sendo tal ato vinculado, n\u00e3o discricion\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A <strong>alternativa E<\/strong> est\u00e1 correta, segundo entendimento consolidado h\u00e1 muito pelo STJ: \u201cADMINISTRATIVO. A\u00c7\u00c3O CIVIL P\u00daBLICA. LOTEAMENTO IRREGULAR. DANO AMBIENTAL. RESPONSABILIDADE DO MUNIC\u00cdPIO. ART. 40 DA LEI N. 6.766\/79. PODER-DEVER. PRECEDENTES. 1. O art. 40 da\u00a0 Lei 6.766\/79, ao estabelecer que o munic\u00edpio &#8220;poder\u00e1 regularizar loteamento ou desmembramento n\u00e3o autorizado ou executado sem observ\u00e2ncia das determina\u00e7\u00f5es do ato administrativo de licen\u00e7a&#8221;, fixa, na verdade, um poder-dever, ou seja, um atuar vinculado da municipalidade. Precedentes. 2. Consoante disp\u00f5e o art. 30, VIII, da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, compete ao munic\u00edpio &#8220;promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupa\u00e7\u00e3o do solo urbano&#8221;. 3. Para evitar les\u00e3o aos padr\u00f5es de desenvolvimento urbano, o Munic\u00edpio n\u00e3o pode eximir-se do dever de regularizar loteamentos irregulares, se os loteadores e respons\u00e1veis, devidamente notificados, deixam de proceder com as obras e melhoramentos indicados pelo ente p\u00fablico. 4. O fato de o munic\u00edpio ter multado os loteadores e embargado as obras realizadas no loteamento em nada muda o panorama, devendo proceder, ele pr\u00f3prio e \u00e0s expensas do loteador, nos termos da responsabilidade que lhe \u00e9 atribu\u00edda pelo art. 40 da Lei 6.766\/79, \u00e0 regulariza\u00e7\u00e3o do loteamento executado sem observ\u00e2ncia das determina\u00e7\u00f5es do ato administrativo de licen\u00e7a. 5. No caso, se o munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, mesmo ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o da multa e o embargo da obra, n\u00e3o avocou para si a responsabilidade pela regulariza\u00e7\u00e3o do loteamento \u00e0s expensas do loteador, e dessa omiss\u00e3o resultou um dano ambiental, deve ser responsabilizado, conjuntamente com o loteador, pelos preju\u00edzos dai advindos, podendo acion\u00e1-lo regressivamente (REsp 1113789\/SP, Rel. Ministro CASTRO MEIRA, SEGUNDA TURMA, julgado em 16\/06\/2009, DJe 29\/06\/2009)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O incidente de desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica ser\u00e1 instaurado a pedido da parte ou do MP e acarretar\u00e1 a dissolu\u00e7\u00e3o ou liquida\u00e7\u00e3o da pessoa jur\u00eddica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O item est\u00e1 <strong>incorreto<\/strong>, na dic\u00e7\u00e3o do art. 50: \u201cEm caso de abuso da personalidade jur\u00eddica, caracterizado pelo desvio de finalidade, ou pela confus\u00e3o patrimonial, pode o juiz decidir, a requerimento da parte, ou do Minist\u00e9rio P\u00fablico quando lhe couber intervir no processo, que os efeitos de certas e determinadas rela\u00e7\u00f5es de obriga\u00e7\u00f5es sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou s\u00f3cios da pessoa jur\u00eddica\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Caso um motorista de concession\u00e1ria de servi\u00e7o de transporte coletivo atropele um ciclista, a responsabilidade civil dessa concession\u00e1ria ser\u00e1 subjetiva, haja vista o fato de, nessa hip\u00f3tese, o ciclista n\u00e3o ser usu\u00e1rio do servi\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O item est\u00e1 <strong>incorreto<\/strong>, por aplica\u00e7\u00e3o do art. 43: \u201cAs pessoas jur\u00eddicas de direito p\u00fablico interno s\u00e3o civilmente respons\u00e1veis por atos dos seus agentes que nessa qualidade causem danos a terceiros, ressalvado direito regressivo contra os causadores do dano, se houver, por parte destes, culpa ou dolo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nas a\u00e7\u00f5es possess\u00f3rias, \u00e9 vedado ao autor cumular pedido de indeniza\u00e7\u00e3o com pedido de reintegra\u00e7\u00e3o ou de manuten\u00e7\u00e3o da posse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O item est\u00e1 <strong>incorreto<\/strong>, j\u00e1 que sabidamente pode o possuidor manejar a a\u00e7\u00e3o possess\u00f3ria cumulando o pedido indenizat\u00f3rio em seu bojo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ap\u00f3s o prazo fixado na lei que define a \u00e1rea sujeita ao direito de preemp\u00e7\u00e3o, n\u00e3o viola o direito de prefer\u00eancia a venda de im\u00f3vel a particular mediante proposta diferente da apresentada ao poder p\u00fablico, ainda que sem previamente consult\u00e1-lo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O item est\u00e1 <strong>incorreto<\/strong>, nos termos do art. 27, \u00a75\u00ba do Estatuto da Cidade: \u201cA aliena\u00e7\u00e3o processada em condi\u00e7\u00f5es diversas da proposta apresentada \u00e9 nula de pleno direito\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica:\u00a0 Determinada propriedade\u00a0 rural \u00e9 produtiva e cumpre sua fun\u00e7\u00e3o social em metade de sua extens\u00e3o, ao passo que, na outra metade, s\u00e3o cultivadas plantas psicotr\u00f3picas ilegais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Assertiva: Nessa situa\u00e7\u00e3o, eventual desapropria\u00e7\u00e3o recair\u00e1 somente sobre a metade que se destina ao cultivo de plantas psicotr\u00f3picas ilegais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O item est\u00e1 <strong>incorreto<\/strong>, j\u00e1 que o art. 243 da CF\/1988 (\u201cAs propriedades rurais e urbanas de qualquer regi\u00e3o do Pa\u00eds onde forem localizadas culturas ilegais de plantas psicotr\u00f3picas ou a explora\u00e7\u00e3o de trabalho escravo na forma da lei ser\u00e3o expropriadas e destinadas \u00e0 reforma agr\u00e1ria e a programas de habita\u00e7\u00e3o popular, sem qualquer indeniza\u00e7\u00e3o ao propriet\u00e1rio e sem preju\u00edzo de outras san\u00e7\u00f5es previstas em lei, observado, no que couber, o disposto no art. 5\u00ba\u201d) n\u00e3o prev\u00ea tal hip\u00f3tese, sendo a desapropria\u00e7\u00e3o analisada pela propriedade como um todo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Um im\u00f3vel rural produtivo, mas que n\u00e3o cumpre a sua fun\u00e7\u00e3o social, poder\u00e1 ser desapropriado para fins de reforma agr\u00e1ria, segundo a CF.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O item est\u00e1 <strong>incorreto<\/strong>, j\u00e1 que na literalidade do art. 185, inc. II da CF\/1988 (\u201cS\u00e3o insuscet\u00edveis de desapropria\u00e7\u00e3o para fins de reforma agr\u00e1ria a propriedade produtiva\u201d) n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel tal ato, ainda que a jurisprud\u00eancia e a doutrina afirmem em contr\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>2017 \u2013 CESPE \u2013 PGE\/SE \u2013 Procurador do Estado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na hip\u00f3tese de inadimplemento no contrato de aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria\u00a0 em\u00a0 garantia,\u00a0 o\u00a0 credor\u00a0 poder\u00e1\u00a0 vender\u00a0 a\u00a0 coisa a\u00a0 terceiros,\u00a0 independentemente\u00a0 de\u00a0 leil\u00e3o,\u00a0 hasta\u00a0 p\u00fablica, avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via ou medida judicial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O item est\u00e1 <strong>correto<\/strong>, na literalidade do art. 2\u00ba do Decreto-Lei 911\/1969: \u201cNo caso de inadimplemento ou mora nas obriga\u00e7\u00f5es contratuais garantidas mediante aliena\u00e7\u00e3o fiduci\u00e1ria, o propriet\u00e1rio fiduci\u00e1rio ou credor poder\u00e1 vender a coisa a terceiros, independentemente de leil\u00e3o, hasta p\u00fablica, avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via ou qualquer outra medida judicial ou extrajudicial, salvo disposi\u00e7\u00e3o expressa em contr\u00e1rio prevista no contrato, devendo aplicar o pre\u00e7o da venda no pagamento de seu cr\u00e9dito e das despesas decorrentes e entregar ao devedor o saldo apurado, se houver, com a devida presta\u00e7\u00e3o de contas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\">Era isso que eu tinha pra dizer hoje! Novamente, chamo aten\u00e7\u00e3o para a presen\u00e7a maci\u00e7a do Direito Civil e da Legisla\u00e7\u00e3o Civil Especial na prova da PGE\/SE. Igualmente, a completude do material em PDF se mostrou poderosa aliada do concurseiro nesse certame!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Fica o convite a conhecer nossos cursos. Tenho um n\u00famero grande cursos das <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/paulo-h-m-sousa-3384\">Carreiras Jur\u00eddicas<\/a>, incluindo PGEs, DPEs, Magistraturas, MPs e tantos outros. D\u00ea uma olhada l\u00e1 e ache o curso que se amolda \u00e0s suas necessidades! =)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Qualquer d\u00favida, <a href=\"http:\/\/instagram.com\/prof.phms\">Instagram<\/a> e <a href=\"http:\/\/facebook.com\/prof.phms\">Facebook<\/a> do melhor professor de Direito Civil est\u00e3o a\u00ed!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Forte abra\u00e7o,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Paulo H M Sousa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Futuros Procuradores, Analisei as quest\u00f5es da PGE\/SE. Tratando-se do CESPE, eu achei que a prova estaria mais dif\u00edcil; o que voc\u00eas acharam? Tivemos algumas quest\u00f5es mais espinhosas no Direito Civil, mas nada absurdo, creio eu. 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