{"id":94401,"date":"2017-10-31T08:06:46","date_gmt":"2017-10-31T11:06:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=94401"},"modified":"2017-12-04T19:17:06","modified_gmt":"2017-12-04T22:17:06","slug":"prova-comentada-tj-ms-portugues-com-recurso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-tj-ms-portugues-com-recurso\/","title":{"rendered":"Prova Comentada TJ &#8211; MS &#8211; Portugu\u00eas (COM RECURSO!)"},"content":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal, tudo bem?<\/p>\n<p>Professor Felipe na \u00e1rea trazendo a prova resolvida do TJ MS, \u00c1rea Meio, realizada em 29\/10\/2017, pela PUC PR.<\/p>\n<p>H\u00e1 um recurso muito s\u00f3lido, vejam abaixo. Tamb\u00e9m trouxe esclarecimentos \u00e0 quest\u00e3o 10, que pegou algumas pessoas de surpresa.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 modelo para o recurso, os candidatos dever\u00e3o usar a argumenta\u00e7\u00e3o como base e redigir o recurso<strong> com suas pr\u00f3prias palavras!<\/strong><\/p>\n<p>Vamos l\u00e1, espero que tenham ido muito bem.<\/p>\n<p>Leia o texto a seguir.<\/p>\n<p>O terrorismo sempre fascinou Albert Camus, que, al\u00e9m de uma obra de teatro sobre o tema, dedicou bom n\u00famero de p\u00e1ginas de seu ensaio sobre o absurdo, <em>O Mito de S\u00edsifo<\/em>, a refletir sobre esse insensato costume dos seres humanos de achar que assassinando os advers\u00e1rios pol\u00edticos ou religiosos se resolvem os problemas. A verdade \u00e9 que salvo casos excepcionais, em que o exterm\u00ednio de um s\u00e1trapa atenuou ou p\u00f4s fim a um regime desp\u00f3tico \u2013 os dedos de uma das m\u00e3os d\u00e3o e sobram para cont\u00e1-los \u2013 esses crimes costumam piorar as coisas que querem melhorar, multiplicando as repress\u00f5es, persegui\u00e7\u00f5es e abusos. Mas \u00e9 verdade que, em alguns rar\u00edssimos casos, como o dos <em>narodniki <\/em>russos citados por Camus, que pagavam com sua vida a morte dos que eles matavam pela \u201ccausa\u201d, havia, em alguns dos terroristas que se sacrificavam atentando contra um verdugo ou um explorador, certa grandeza moral.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: &lt; https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2017\/08\/19\/opinion\/1503153835_678637.html&gt;. Acesso em: 19\/08\/17. (Excerto).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>1- O voc\u00e1bulo <strong>que <\/strong>pode assumir diferentes fun\u00e7\u00f5es, de acordo com o contexto de ocorr\u00eancia. Assinale a alternativa que apresenta a an\u00e1lise adequada da ocorr\u00eancia destacada do texto.<\/p>\n<ol>\n<li>A) No excerto \u201cem alguns dos terroristas <strong>que <\/strong>se sacrificavam\u201d, trata-se de uma part\u00edcula expletiva.<\/li>\n<li>B) Em \u201cdos <strong>que <\/strong>eles matavam pela \u2018causa\u2019\u201d, o voc\u00e1bulo assume a fun\u00e7\u00e3o de um pronome relativo.<\/li>\n<li>C) Em \u201cpiorar as coisas <strong>que <\/strong>querem melhorar\u201d, o voc\u00e1bulo antecipa \u201crepress\u00f5es, persegui\u00e7\u00f5es e abusos\u201d.<\/li>\n<li>D) No trecho \u201cA verdade \u00e9 <strong>que <\/strong>salvo casos excepcionais\u201d, trata-se de pronome relativo reiterando \u201cverdade\u201d.<\/li>\n<li>E) A ocorr\u00eancia \u201c<strong>que <\/strong>pagavam com sua vida\u201d revela-se como conjun\u00e7\u00e3o integrante retomando \u201ccasos\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreto. O \u201cque\u201d \u00e9 pronome relativo e retoma \u201dalguns dos terroristas\u201d.<\/li>\n<li>B) Correto. Em \u201cdos <strong>que <\/strong>eles matavam pela \u2018causa\u2019\u201d, o voc\u00e1bulo assume a fun\u00e7\u00e3o de um pronome relativo.<\/li>\n<li>C) Incorreto. Em \u201cpiorar as coisas <strong>que <\/strong>querem melhorar\u201d, o voc\u00e1bulo retoma \u201ccoisas\u201d<\/li>\n<li>D) Incorreto. No trecho \u201cA verdade \u00e9 <strong>que <\/strong>salvo casos excepcionais\u201d, trata-se de conjun\u00e7\u00e3o integrante.<\/li>\n<li>E) Incorreto. A ocorr\u00eancia \u201c<strong>que <\/strong>pagavam com sua vida\u201d revela-se como pronome relativo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra B<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>A anedota a seguir foi compartilhada pelo professor S\u00edrio Possenti em uma entrevista. Ela \u00e9 refer\u00eancia para a pr\u00f3xima quest\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Maria pede ao marido que v\u00e1 ao armaz\u00e9m buscar 5 ovos.<\/p>\n<p>&#8211; Se tiver p\u00e3o, traga seis, ela acrescenta.<\/p>\n<p>Na volta, ele entrega seis ovos e diz:<\/p>\n<p>&#8211; Tinha p\u00e3o.<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: &lt; http:\/\/www.pgletras.uerj.br\/palimpsesto\/num19\/entrevista\/Palimpsesto19entrevista01.pdf&gt;. Acesso em: 9\/8\/17.<\/p>\n<p>Com base na leitura da piada, infere-se que a constru\u00e7\u00e3o do humor decorre da<\/p>\n<ol>\n<li>A) incompreens\u00e3o do marido sobre a encomenda.<\/li>\n<li>B) incompatibilidade de sentido entre as frases.<\/li>\n<li>C) informa\u00e7\u00e3o alterada sobre a quantidade de ovos.<\/li>\n<li>D) invers\u00e3o sint\u00e1tica t\u00edpica da oralidade.<\/li>\n<li>E) linguagem conotativa utilizada pela esposa.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>H\u00e1 uma ambiguidade e o marido n\u00e3o entende o que a mulher de fato deseja, pois d\u00e1 uma segunda leitura: se houvesse p\u00e3o, deveria trazer seis ovos; se n\u00e3o houvesse p\u00e3o, deveria trazer somente cinco.<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>No dia 26 de agosto de 1789, os deputados franceses lan\u00e7aram um dos grandes documentos da modernidade: a Declara\u00e7\u00e3o dos Direitos do Homem e do Cidad\u00e3o. Era um vigoroso manifesto iluminista contra o Antigo Regime. Foi uma resposta ao crescimento dos movimentos sociais no ver\u00e3o de 1789, nas tensas semanas entre a queda da Bastilha, a onda de saques do Grande Medo e o fim dos direitos feudais (4 de agosto). Na semana que vem, o documento completa 228 anos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Os artigos da Declara\u00e7\u00e3o demolem o pr\u00e9dio secular do Absolutismo de Direito divino e da desigualdade social pelo nascimento. Era um novo mundo, pelo menos no papel. Deputados homens, na maioria de origem burguesa, refizeram o mundo pela sua perspectiva. Quando uma voz dissidente e feminina, Olympe de Gouges, lan\u00e7ou a Declara\u00e7\u00e3o dos Direitos da Mulher e da Cidad\u00e3, foi parar na guilhotina. Sejamos justos: a guilhotina n\u00e3o era machista. A l\u00e2mina ignorou g\u00eanero: matou Danton, Robespierre, Lu\u00eds XVI, Maria Antonieta, freiras carmelitas e Lavoisier.<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/cultura.estadao.com.br\/noticias\/geral,o-direito-de-papel,70001942876&gt;. Acesso em: 19\/08\/17. (Excerto).<\/p>\n<p>A leitura do texto permite concluir <strong>CORRETAMENTE <\/strong>que<\/p>\n<ol>\n<li>A) as mudan\u00e7as de leis universais ultrapassam rapidamente as fronteiras do papel e transformam a sociedade.<\/li>\n<li>B) movimentos sociais surgem com pautas reivindicat\u00f3rias ap\u00f3s mudan\u00e7as significativas em leis universais.<\/li>\n<li>C) a exemplo do que ocorreu h\u00e1 mais de duzentos anos, mudar as leis representa retrocesso social.<\/li>\n<li>D) quando h\u00e1 reorganiza\u00e7\u00e3o de leis, as vozes dissonantes s\u00e3o bem-vindas para contemplar a diversidade social.<\/li>\n<li>E) mesmo quando as leis s\u00e3o alteradas significativamente, isso \u00e9 feito com base na interpreta\u00e7\u00e3o da elite social.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Nosso gabarito \u00e9 a letra E, pois \u00e9 o \u00fanico trecho que tem respaldo no texto:<\/p>\n<p>Os artigos da Declara\u00e7\u00e3o demolem o pr\u00e9dio secular do Absolutismo de Direito divino e da desigualdade social pelo nascimento. <strong><em>Era um novo mundo, pelo menos no papel. Deputados homens, na maioria de origem burguesa, refizeram o mundo pela sua perspectiva.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O termo \u201cpela interpreta\u00e7\u00e3o da elite social\u201d remonta \u00e0 express\u00e3o \u201cpela sua perspectiva\u201d, isto \u00e9, pela perspectiva dos \u201cdeputados homens\u201d.<\/p>\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>O TEXTO ABAIXO SERVE DE BASE PARA RESPONDER \u00c0S QUEST\u00d5ES 4 E 5.<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea n\u00e3o resiste a uma livraria. Mesmo sabendo que j\u00e1 tem v\u00e1rios livros ainda n\u00e3o lidos em casa, (1) entra e sai com novas aquisi\u00e7\u00f5es. (2) Ou faz o mesmo na internet ao receber um e-mail avisando que alguns livros do assunto pelo qual voc\u00ea tem interesse est\u00e3o em promo\u00e7\u00e3o. Resultado: voc\u00ea tem uma pilha de leituras muito maior do que realmente consegue ler. Quem \u00e9 apaixonado por livros (3) provavelmente se identifica com a situa\u00e7\u00e3o descrita. Isso acontece tanto que existem grupos de apoio sobre o assunto em redes sociais voltadas para leitores, como o Goodreads.<\/p>\n<p>Existe uma palavra em japon\u00eas que define a sensa\u00e7\u00e3o j\u00e1 bem conhecida por leitores e compradores \u00e1vidos de livros: \u201ctsundoku\u201d. Trata-se do h\u00e1bito de comprar materiais de leitura e deix\u00e1-los em uma pilha sem nunca serem livros. Em entrevista ao Quartz, o professor de japon\u00eas (4) Sahoko Ichikawa, da Universidade Cornell, dos Estados Unidos, explicou que o termo teve origem no s\u00e9culo 19 e que &#8220;tsunde&#8221; significa empilhar coisas e &#8220;oku&#8221;, (5) deix\u00e1-las de lado por um tempo.<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/revistagalileu.globo.com\/Cultura\/noticia\/2017\/08.html&gt;. Acesso em: 14\/08\/17.<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>A constru\u00e7\u00e3o do texto em dois par\u00e1grafos na ordem em que aparecem se explica porque o autor<\/li>\n<li>A) cria uma hip\u00f3tese no primeiro par\u00e1grafo e, no segundo, d\u00e1 nome ao resultado dela.<\/li>\n<li>B) narra um evento no primeiro par\u00e1grafo e, no segundo, estipula quem s\u00e3o seus personagens.<\/li>\n<li>C) apresenta um fato no primeiro par\u00e1grafo e, no segundo, trata dele metalinguisticamente.<\/li>\n<li>D) argumenta a favor de uma tese no primeiro par\u00e1grafo e, no segundo, faz uma ressalva.<\/li>\n<li>E) descreve uma situa\u00e7\u00e3o real no primeiro par\u00e1grafo e, no segundo, d\u00e1 exemplos dela.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>A estrutura do texto \u00e9 a seguinte: primeiro o autor apresenta um fato, o fato de que algumas pessoas apaixonadas por livros os compram em quantidade superior \u00e0 que conseguem ler.<\/p>\n<p>No segundo par\u00e1grafo, menciona uma palavra japonesa que exprime exatamente essa situa\u00e7\u00e3o: \u201ccomprar materiais de leitura e deix\u00e1-los numa pilha para nunca serem lidos\u201d. Ao se referir ao c\u00f3digo da l\u00edngua, usando uma palavra e sua explica\u00e7\u00e3o, o autor utiliza-se da metalinguagem, isto \u00e9, a l\u00edngua falando da l\u00edngua, palavras usadas para explicar palavras.<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li>Sobre a pontua\u00e7\u00e3o dos trechos numerados no texto, assinale a alternativa <strong>CORRETA<\/strong>.<\/li>\n<li>A) A v\u00edrgula em (1) \u00e9 utilizada para marcar o fim de uma ora\u00e7\u00e3o temporal reduzida.<\/li>\n<li>B) Em (3), poderia haver uma v\u00edrgula para marcar a invers\u00e3o da ora\u00e7\u00e3o subjetiva.<\/li>\n<li>C) Em (4), deveria haver uma v\u00edrgula para marcar o in\u00edcio do aposto restritivo.<\/li>\n<li>D) A v\u00edrgula em (5) \u00e9 um elemento de coes\u00e3o, j\u00e1 que marca uma elipse verbal.<\/li>\n<li>E) O ponto-final em (2) poderia corretamente ser substitu\u00eddo por dois-pontos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>A) Incorreto. A v\u00edrgula em (1) \u00e9 utilizada para marcar o fim de uma ora\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>B) Incorreto. Em (3), uma v\u00edrgula estaria separando a ora\u00e7\u00e3o subjetiva (quem \u00e9 apaixonado por livros) da ora\u00e7\u00e3o principal (se identifica com a situa\u00e7\u00e3o descrita).<\/li>\n<\/ol>\n<p>Embora o gram\u00e1tico Sacconi entenda que essa v\u00edrgula \u00e9 facultativa, a maioria dos demais defende que n\u00e3o deve haver v\u00edrgula entre sujeito e seu verbo.<\/p>\n<p>O erro incontest\u00e1vel da quest\u00e3o, no entanto, \u00e9 dizer que a ora\u00e7\u00e3o subjetiva estaria invertida, o que n\u00e3o \u00e9 verdade, j\u00e1 que est\u00e1 no in\u00edcio do per\u00edodo, posi\u00e7\u00e3o natural do sujeito.<\/p>\n<p>Quem \u00e9 apaixonado por livros (3) provavelmente se identifica com a situa\u00e7\u00e3o descrita.<\/p>\n<ol>\n<li>C) Incorreto. N\u00e3o h\u00e1 v\u00edrgula no aposto especificativo (restritivo).<\/li>\n<li>D) Correto. A v\u00edrgula em (5) \u00e9 um elemento de coes\u00e3o, j\u00e1 que marca a elipse da forma verbal \u201csignifica\u201d.<\/li>\n<li>E) Incorreto. N\u00e3o poderia porque n\u00e3o temos um caso de explica\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es anteriores. A rela\u00e7\u00e3o \u00e9 de altern\u00e2ncia, marcada pela conjun\u00e7\u00e3o ou.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O TEXTO A SEGUIR \u00c9 REFER\u00caNCIA PARA RESPONDER \u00c0S QUEST\u00d5ES 6 E 7.<\/strong><\/p>\n<p>Em uma confer\u00eancia que escreveu sobre o destino da literatura, Lima Barreto afirmava: \u201cEntrando no segredo das vidas e das coisas, a literatura refor\u00e7a nosso natural sentimento de solidariedade com nossos semelhantes, explicando-<strong>lhes <\/strong>os defeitos, real\u00e7ando-<strong>lhes <\/strong>as qualidades e zombando dos f\u00fateis motivos que nos separam uns dos outros. Ela tende a <strong>obrigar a todos n\u00f3s <\/strong>a nos tolerarmos e a nos compreendermos; e, por a\u00ed, n\u00f3s nos chegaremos a amar mais perfeitamente na superf\u00edcie do planeta que rola pelos espa\u00e7os sem fim\u201d.<\/p>\n<p>A ideia <strong>de que <\/strong>a arte pode ter uma fun\u00e7\u00e3o na sociedade, <strong>seja <\/strong>como elemento de uni\u00e3o entre os homens, <strong>seja <\/strong>pelo potencial de transforma\u00e7\u00e3o da sociedade, era cara ao escritor carioca, homenageado da 15.\u00aa Festa Liter\u00e1ria Internacional de Paraty (Flip). Sua literatura inclu\u00eda os suburbanos, negros, despossu\u00eddos de toda sorte e, nesse sentido, promovia um olhar da elite letrada sobre tais personagens esquecidos na trama urbana, <strong>bem como <\/strong>abarcava seus temas e reivindica\u00e7\u00f5es. Um tipo de arte que perdeu o sentido por longas d\u00e9cadas na hist\u00f3ria da literatura brasileira, mas que nos \u00faltimos anos tem mostrado sua pertin\u00eancia atemporal.<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/epoca.globo.com\/cultura\/noticia\/2017\/07.html&gt;. Acesso em: 14\/08\/17.<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li>Sobre os mecanismos sint\u00e1ticos destacados no texto, assinale a alternativa <strong>CORRETA<\/strong>.<\/li>\n<li>A) Nas duas ocorr\u00eancias, o pronome \u201clhes\u201d funciona como objeto indireto de formas verbais transitivas diretas e indiretas.<\/li>\n<li>B) A estrutura correlativa \u201cseja&#8230; seja&#8230;\u201d poderia ser reescrita como \u201cseja&#8230; ou\u201d e ainda manter o paralelismo do per\u00edodo original, de acordo com a prescri\u00e7\u00e3o gramatical.<\/li>\n<li>C) O nexo \u201cbem como\u201d expressa compara\u00e7\u00e3o entre as ora\u00e7\u00f5es, o que torna \u201ccomo ainda\u201d uma substitui\u00e7\u00e3o correta nessa posi\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>D) A preposi\u00e7\u00e3o \u201cde\u201d antes da conjun\u00e7\u00e3o integrante \u201cque\u201d poderia ser omitida, j\u00e1 que seu uso \u00e9 opcional nessa posi\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>E) O termo \u201ca todos n\u00f3s\u201d funciona como objeto direto preposicionado, j\u00e1 que a forma verbal \u201cobrigar\u201d \u00e9 transitiva direta e indireta.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>A) Incorreto. Apenas no primeiro caso. No segundo, funciona como adjunto adnominal, pois tem sentido possessivo.<\/li>\n<li>B) Incorreto. N\u00e3o haveria paralelismo, pois n\u00e3o haveria duas estruturas semelhantes e paralelas, j\u00e1 que a primeira seria \u201cseja \u201c e a segunda seria \u201cou\u201d. O paralelismo seria mantido se as express\u00f5es fossem iguais.<\/li>\n<li>C) Incorreto. O nexo \u201cbem como\u201d expressa rela\u00e7\u00e3o de adi\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>D) Incorreto. A preposi\u00e7\u00e3o \u201cde\u201d antes da conjun\u00e7\u00e3o integrante \u201cque\u201d n\u00e3o poderia ser omitida, j\u00e1 que seu uso \u00e9 obrigat\u00f3rio, segundo a gram\u00e1tica tradicional majorit\u00e1ria.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Contudo, entendo que aqui cabe recurso, pois diversos gram\u00e1ticos, como Bechara, Cegalla, Jos\u00e9 Carlos de Azeredo e Claudio Cezar Henriques, entendem que \u00e9 opcional a preposi\u00e7\u00e3o diante de ora\u00e7\u00f5es substantivas que funcionem como objeto indireto ou complemento nominal.<\/p>\n<p>Veja o trecho retirado da Nov\u00edssima Gram\u00e1tica da L\u00edngua Portuguesa, de Domingos Paschoal Cegalla:<\/p>\n<p><strong><em>\u201cAs completivas nominais s\u00e3o regidas de preposi\u00e7\u00e3o, a qual em certos casos rode ser omitida, como neste exemplo: &#8220;Z\u00e9 Grande tinha a impress\u00e3o que estava voltando a ser crian\u00e7a.&#8221; (HAROLDO BRUNo).\u201d<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Observe que \u201cimpress\u00e3o\u201d pede complemento nominal, assim como a palavra no texto original, \u201cideia\u201d.<\/p>\n<p>Veja tamb\u00e9m as palavras de Evanildo Bechara, em sua Moderna Gram\u00e1tica da L\u00edngua Portuguesa, p\u00e1gina 398:<\/p>\n<p>\u201cObserva\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>1.\u00aa) Continuamos a insistir no termo necess\u00e1ria (preposi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria), porque ela pode aparecer, esporadicamente, em lugares que a n\u00e3o exigem, como omitir-se onde seria esperada. Assim, <strong>pode-se prescindir da preposi\u00e7\u00e3o que inicia uma ora\u00e7\u00e3o objetiva indireta ou completiva nominal\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a quest\u00e3o deve ser anulada, pois toca em diverg\u00eancia gramatical com s\u00f3lidas opini\u00f5es em sentidos contr\u00e1rios.<\/p>\n<ol>\n<li>E) Correto. Diante de pronomes \u201cquem\u201d ou \u201ctodos\u201d, a preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d \u00e9 empregada, mesmo sendo esses pronomes objetos diretos. Trata-se de objeto direto preposicionado.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra E, MAS DEVERIA SER ANULADA!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li>A palavra \u201cdespossu\u00eddos\u201d recebe acento gr\u00e1fico pelo mesmo motivo que<\/li>\n<li>A) a\u00ed.<\/li>\n<li>B) d\u00e9cadas.<\/li>\n<li>C) f\u00fateis.<\/li>\n<li>D) liter\u00e1ria.<\/li>\n<li>E) n\u00f3s.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Vejamos:<\/p>\n<p>A-\u00ed<\/p>\n<p>Des-pos-su-\u00ed-dos.<\/p>\n<p>Acentua-se o I t\u00f4nico no Hiato, seguido ou n\u00e3o de S. Regra do hiato para as duas palavras.<\/p>\n<p>D\u00e9cadas \u00e9 acentuada por ser proparox\u00edtona.<\/p>\n<p>F\u00fateis e Liter\u00e1ria s\u00e3o parox\u00edtonas terminadas em ditongo.<\/p>\n<p>N\u00f3s \u00e9 monoss\u00edlabo t\u00f4nico.<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LEIA O TEXTO ABAIXO PARA RESPONDER \u00c0S QUEST\u00d5ES 8, 9 E 10.<\/strong><\/p>\n<p>A esfinge, um monstro mitol\u00f3gico alado, com a cabe\u00e7a de uma mulher e o corpo de um le\u00e3o, <strong>assolava <\/strong>a cidade de Tebas na Gr\u00e9cia. Emboscava jovens em um lugar ermo e os desafiava (\u201cDecifra-me ou devoro-te!\u201d) com o enigma: \u201cQue criatura pela manh\u00e3 tem quatro p\u00e9s, ao meio-dia tem dois e \u00e0 tarde tem tr\u00eas?\u201d<\/p>\n<p>O \u00fanico que decifrou a charada foi \u00c9dipo, ao responder \u201cO homem, que na inf\u00e2ncia engatinha usando quatro membros, na vida adulta anda sobre dois p\u00e9s, mas na velhice precisa de um cajado como apoio\u201d. Por ter resolvido o enigma,<\/p>\n<p>\u00c9dipo acabou tornando-se rei de Tebas, casando-se, sem saber, com sua m\u00e3e, Jocasta, e sofrendo um fim infeliz, como bem descrito por S\u00f3focles em sua \u00a0trag\u00e9dia <em>\u00c9dipo Rei<\/em>.<\/p>\n<p>A resposta de \u00c9dipo bem descreve o arco de vida dos seres humanos, que se inicia na inf\u00e2ncia e termina na decad\u00eancia da velhice e na morte. Tal trajet\u00f3ria \u00e9 a inevit\u00e1vel consequ\u00eancia da impossibilidade de manter, indefinidamente, o estado de baixa entropia que caracteriza o organismo vivente. Tudo no universo est\u00e1 sujeito \u00e0 segunda lei da termodin\u00e2mica, que determina o fluxo do tempo e traz a velhice.<\/p>\n<p>O que sempre me impressionou na hist\u00f3ria do \u00c9dipo \u00e9 o fato de tantos outros jovens antes dele terem morrido por serem incapazes de responder a uma pergunta t\u00e3o elementar. Talvez eles n\u00e3o lembrassem mais da inf\u00e2ncia e n\u00e3o percebessem que um dia envelheceriam. De fato, a humanidade h\u00e1 s\u00e9culos vive tentando negar a <strong>inexorabilidade <\/strong>da morte, fantasiando sobre como escapar dela.<\/p>\n<p>Da\u00ed vem a busca <strong>incessante <\/strong>pela m\u00edtica \u201cfonte da juventude\u201d, cujas \u00e1guas seriam capazes de rejuvenescer aqueles que as bebessem. Tal fonte certamente n\u00e3o existe, mas, independentemente disso, a humanidade tem conseguido aumentar consideravelmente a sua expectativa de vida, atrav\u00e9s de melhor nutri\u00e7\u00e3o, saneamento b\u00e1sico, antibi\u00f3ticos e outros progressos da medicina.<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.cienciahoje.org.br\/noticia\/v\/ler\/id\/4315\/n\/tempus_fugit&gt;. Acesso em: 14\/08\/17.<\/p>\n<ol start=\"8\">\n<li>As palavras destacadas podem ser substitu\u00eddas, <strong>RESPECTIVAMENTE<\/strong>, sem altera\u00e7\u00e3o do sentido original dos per\u00edodos, por<\/li>\n<li>A) desolava \u2013 inevitabilidade \u2013 ocasional.<\/li>\n<li>B) devastava \u2013 implacabilidade \u2013 ininterrupta.<\/li>\n<li>C) nulificava \u2013 indispensabilidade \u2013 perec\u00edvel.<\/li>\n<li>D) oprimia \u2013 utilidade \u2013 intermitente.<\/li>\n<li>E) depredava \u2013 essencialidade \u2013 vol\u00e1til.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o direta de sinon\u00edmia:<\/p>\n<p>\u201cAssolar\u201d \u00e9 causar destrui\u00e7\u00e3o, arruinar. Ent\u00e3o, poder\u00edamos trocar por \u201cdevastar\u201d.<\/p>\n<p>\u201cInexor\u00e1vel\u201d \u00e9 aquilo que n\u00e3o se comove, \u00e9 severo, inflex\u00edvel. Da\u00ed podemos trocar por implac\u00e1vel. Ent\u00e3o, os substantivos foram usados como sin\u00f4nimos.<\/p>\n<p>\u201cIncessante\u201d \u00e9 algo que n\u00e3o cessa, n\u00e3o para, n\u00e3o se interrompe.<\/p>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<ol start=\"9\">\n<li>Em qual dos trechos a seguir, retirados do texto, h\u00e1 uma <strong>INADEQUA\u00c7\u00c3O <\/strong>de reg\u00eancia verbal, tomadas as normas da gram\u00e1tica tradicional como padr\u00e3o de corre\u00e7\u00e3o?<\/li>\n<li>A) [&#8230;] \u00c9dipo acabou tornando-se rei de Tebas [&#8230;].<\/li>\n<li>B) [&#8230;] que se inicia na inf\u00e2ncia e termina na decad\u00eancia da velhice [&#8230;].<\/li>\n<li>C) [&#8230;] por serem incapazes de responder a uma pergunta t\u00e3o elementar.<\/li>\n<li>D) Talvez eles n\u00e3o lembrassem mais da inf\u00e2ncia [&#8230;].<\/li>\n<li>E) [&#8230;] cujas \u00e1guas seriam capazes de rejuvenescer aqueles que as bebessem.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o bem tranquila para quem estudou nossa aula de reg\u00eancia e lembrou da aula do \u201c<strong>tudo<\/strong> ou nada\u201d.<\/p>\n<p>Os verbos lembrar\/esquecer devem vir com \u201cpronome+preposi\u00e7\u00e3o\u201d ou sem nenhuma dessas part\u00edculas.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o ter\u00edamos:<\/p>\n<p><em>eles n\u00e3o <strong>SE<\/strong> lembrassem mais <strong>DA<\/strong> inf\u00e2ncia<\/em><\/p>\n<p><em>ou<\/em><\/p>\n<p><em>eles n\u00e3o lembrassem mais a inf\u00e2ncia<\/em><\/p>\n<p>\u201clembrassem mais da inf\u00e2ncia\u201d omitiu incorretamente o pronome que deveria acompanhar o verbo transitivo indireto.<\/p>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"10\">\n<li>Assinale a alternativa em que a express\u00e3o destacada a seguir est\u00e1 empregada em <strong>DESACORDO <\/strong>com as recomenda\u00e7\u00f5es da norma gramatical.<\/li>\n<li>A) [&#8230;] ao <u>meio-dia <\/u>tem dois e \u00e0 tarde tem tr\u00eas [&#8230;].<\/li>\n<li>B) Tudo no universo est\u00e1 sujeito <u>\u00e0<\/u> segunda lei da termodin\u00e2mica [&#8230;].<\/li>\n<li>C) [&#8230;] aumentar [&#8230;] a sua expectativa de vida, <u>atrav\u00e9s<\/u> de melhor nutri\u00e7\u00e3o [&#8230;].<\/li>\n<li>D) [&#8230;] que determina o fluxo do tempo e <u>traz<\/u> a velhice.<\/li>\n<li>E) [&#8230;] m\u00edtica \u201cfonte da juventude\u201d, <u>cujas<\/u> \u00e1guas seriam capazes de rejuvenescer [&#8230;].<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o pegou muita gente, mas n\u00e3o o que se fazer: \u201catrav\u00e9s\u201d n\u00e3o deve ser usado no lugar de \u201cpor meio de\u201d, j\u00e1 que \u201catrav\u00e9s\u201d d\u00e1 ideia de \u201catravessar\u201d um meio f\u00edsico.<\/p>\n<p>A luz passa atrav\u00e9s dos vidros.<\/p>\n<p>\u00c9 considerado incorreto o uso de \u201catrav\u00e9s\u201d com ideia de meio\/instrumento.<\/p>\n<p>Veja a li\u00e7\u00e3o de Ant\u00f4nio Henriques, citada pelo mestre Jos\u00e9 Maria da Costa em seu \u201cManual de Reda\u00e7\u00e3o Jur\u00eddica\u201d:<\/p>\n<p>\u201cempregar-se-\u00e1 [atrav\u00e9s de] quando houver ideia de penetra\u00e7\u00e3o de um lado a outro, por dentro de, ao longo de, no decurso de\u201d&#8230;<\/p>\n<p>N\u00e3o havendo o sentido anteriormente mencionado, n\u00e3o se deve usar \u201catrav\u00e9s de\u201d, que se substituir\u00e1 por mediante, por meio de, com, por, por interm\u00e9dio de (1999,p.26).<\/p>\n<p>As demais alternativas est\u00e3o perfeitas. Gabarito letra C.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal, tudo bem? Professor Felipe na \u00e1rea trazendo a prova resolvida do TJ MS, \u00c1rea Meio, realizada em 29\/10\/2017, pela PUC PR. H\u00e1 um recurso muito s\u00f3lido, vejam abaixo. Tamb\u00e9m trouxe esclarecimentos \u00e0 quest\u00e3o 10, que pegou algumas pessoas de surpresa. 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