{"id":93364,"date":"2017-10-22T20:32:35","date_gmt":"2017-10-22T23:32:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=93364"},"modified":"2017-10-25T15:25:35","modified_gmt":"2017-10-25T18:25:35","slug":"gabarito-extraoficial-trt-ce-direito-do-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/gabarito-extraoficial-trt-ce-direito-do-trabalho\/","title":{"rendered":"Prova TRT CE comentada \u2013 Direito do Trabalho &#8211; COM recurso"},"content":{"rendered":"<h3>[Prova TRT CE comentada \u2013 Direito do Trabalho]<\/h3>\n<p>Fala pessoal!<\/p>\n<p>Seguem abaixo o gabarito e breves coment\u00e1rios sobre as quest\u00f5es. Antes do gabarito oficial, j\u00e1 hav\u00edamos antecipado os gabaritos extraoficiais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s provas que tivemos acesso.<\/p>\n<p>Entendo que cabe <span style=\"color: #ff0000\"><strong>recurso\u00a0<\/strong><\/span>em <strong>3<\/strong>\u00a0<strong>quest\u00f5es de <span style=\"color: #0000ff\">AJAA, <\/span><\/strong><span style=\"color: #000000\">a saber:<\/span>\u00a065 (sobre <b>f\u00e9rias<\/b>), 64 (\u00a0<strong>aviso pr\u00e9vio)\u00a0<\/strong>e 70 (<b>CCP<\/b>), como detalhado adiante.<!--more--><\/p>\n<p>De qualquer maneira, se algu\u00e9m entender que cabe recurso em face de alguma outra quest\u00e3o, por favor entre em contato conosco.<\/p>\n<p>De uma forma geral, os assuntos cobrados vieram dentro do esperado, com quest\u00f5es distribu\u00eddas por v\u00e1rios pontos da ementa de Direito do Trabalho e cobrando racioc\u00ednio cr\u00edtico dos candidatos.<\/p>\n<p>Fiquei muit\u00edssimo satisfeito em perceber que grande parte dos assuntos foram abordados at\u00e9 mesmo no nosso r\u00e1pido aul\u00e3o de v\u00e9spera.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um grande abra\u00e7o,<\/p>\n<p>Antonio Daud<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>OBSERVA\u00c7\u00c3O 1<\/strong>: o Cespe disponibilizou provas diferentes. Portanto, verifique a sua prova e a correspondente quest\u00e3o, pois os \u201cn\u00fameros\u201d das quest\u00f5es e a ordem das alternativas podem mudar conforme cada prova.<\/p>\n<p><strong>OBSERVA\u00c7\u00c3O 2<\/strong>: vou colocar o in\u00edcio da quest\u00e3o, assim voc\u00ea j\u00e1 identifica corretamente em seu caderno de quest\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Analista Judici\u00e1rio (AJAJ)<\/h3>\n<h3><strong>65. Reclamat\u00f3rio foi ajuizada para pleitear&#8230;<\/strong><\/h3>\n<p>(A)<\/p>\n<p>(B)<\/p>\n<p>(C)<\/p>\n<p>(D) no regulamento de empresa.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (D)<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se da incid\u00eancia do princ\u00edpio da norma mais favor\u00e1vel, aplicado no \u00e2mbito trabalhista, em detrimento da hierarquia tradicional das fontes de direito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>66. Em determinada empresa, um empregado&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(A) correta, pois o empregador pode exercer o controle do e-mail corporativo de seus empregados e a atitude se enquadra como fato ensejador de justa causa.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong><\/p>\n<p>Em primeiro lugar, quanto ao exerc\u00edcio do poder fiscalizat\u00f3rio por parte do empregador, o TST tem aceitado o monitoramento do e-mail <u>corporativo<\/u>, como no presente caso (n\u00e3o tem aceito o monitoramento do e-mail <u>pessoal<\/u>).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, ao se utilizar de um recurso corporativo para a divulga\u00e7\u00e3o de fotos \u00edntimas e conte\u00fados pessoais, o empregado comete falta grave, dando ensejo \u00e0 sua demiss\u00e3o por justa causa.<\/p>\n<p>Percebam como o uso indevido do e-mail corporativo pode gerar preju\u00edzos, entre outros, para a imagem da empresa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>67. A empresa A adquiriu a empresa B, que &#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(..)<br \/>\n(C) correto, porque as empresas A e B s\u00e3o respons\u00e1veis solidariamente pelas condena\u00e7\u00f5es da empresa C face \u00e0 sucess\u00e3o trabalhista operada.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (C)<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se da hip\u00f3tese prevista na parte final da OJ 411 da SDI-1 do TST.<\/p>\n<p>Em regra, n\u00e3o responde a empresa que n\u00e3o adquire empresa integrante do mesmo grupo econ\u00f4mico da empresa adquirida.<\/p>\n<p>Entretanto, o enunciando mencionou que a empresa n\u00e3o adquirida (empresa \u201cC\u201d) era \u201creconhecidamente inid\u00f4nea\u201d, o que nos leva a entender que a sucess\u00e3o operou-se para fraudar os direitos dos empregados da empresa \u201cC\u201d. Segue abaixo a literalidade da OJ 411:<\/p>\n<blockquote><p><em>OJ 411 \u2013 SDI-1. SUCESS\u00c3O TRABALHISTA. AQUISI\u00c7\u00c3O DE EMPRESA PERTENCENTE A GRUPO ECON\u00d4MICO. RESPONSABILIDADE SOLID\u00c1RIA DO SUCESSOR POR D\u00c9BITOS TRABALHISTAS DE EMPRESA N\u00c3O ADQUIRIDA. INEXIST\u00caNCIA.<strong>\u00a0<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>O sucessor n\u00e3o responde solidariamente por d\u00e9bitos trabalhistas de empresa n\u00e3o adquirida, integrante do mesmo grupo econ\u00f4mico da empresa sucedida, quando, \u00e0 \u00e9poca, a empresa devedora direta era solvente ou id\u00f4nea economicamente, <strong>ressalvada a hip\u00f3tese de m\u00e1-f\u00e9 ou fraude na sucess\u00e3o<\/strong>.\u00a0<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>68. Empregado vendedor, sujeito &#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(C) o empregado ter\u00e1 direito ao recebimento do adicional de horas extras, cujo valor dever\u00e1 ser calculado sobre o valor-hora mensal utilizando-se o divisor o n\u00famero de horas efetivamente trabalhadas.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (C)<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o versou sobre a S\u00famula 340 do TST:<\/p>\n<blockquote><p><em>SUM-340 COMISSIONISTA. HORAS <\/em><\/p>\n<p><em>O empregado, sujeito a controle de hor\u00e1rio, remunerado \u00e0 base de comiss\u00f5es, tem direito ao adicional de, no m\u00ednimo, 50% (cinq\u00fcenta por cento) pelo trabalho em horas extras, calculado sobre o valor-hora das comiss\u00f5es recebidas no m\u00eas, considerando-se como divisor o n\u00famero de horas efetivamente trabalhadas.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Geralmente os empregados que realizam atividade externa (como os vendedores) est\u00e3o dispensados do controle de jornada<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>.<\/p>\n<p>O que a S\u00famula disp\u00f5e \u00e9 que os vendedores <u>sujeitos a controle de hor\u00e1rio<\/u> far\u00e3o jus ao <u>adicional de horas extraordin\u00e1rias<\/u>, sendo o divisor o n\u00famero de horas efetivamente trabalhadas.<\/p>\n<p>Vejam que o divisor salarial a ser utilizado \u00e9 o n\u00famero de horas efetivamente trabalhistas, o qual poder\u00e1 n\u00e3o ser 220 (que \u00e9 o divisor aplicado para os empregados em geral).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>69. No que se refere ao instituto da equipara\u00e7\u00e3o salarial&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(C) I, III e IV.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (C)<\/strong><\/p>\n<p>Os itens cobraram alguns dos incisos da SUM-6 do TST, respectivamente:<\/p>\n<blockquote><p><em>SUM-6 EQUIPARA\u00c7\u00c3O SALARIAL. ART. 461 DA CLT <\/em><\/p>\n<p><em>I &#8211; Para os fins previstos no \u00a7 2\u00ba do art. 461 da CLT, s\u00f3 \u00e9 v\u00e1lido o <u>quadro de pessoal organizado em carreira<\/u> quando homologado pelo Minist\u00e9rio do Trabalho, <strong><u>excluindo-se<\/u><\/strong><u>, apenas, dessa exig\u00eancia o quadro de carreira das entidades de direito p\u00fablico da administra\u00e7\u00e3o direta, <strong>aut\u00e1rquica<\/strong> e fundacional aprovado por ato administrativo da autoridade competente<\/u>.<\/em><\/p>\n<p><em>(..)<\/em><\/p>\n<p><em>VII &#8211; Desde que atendidos os requisitos do art. 461 da CLT, \u00e9 poss\u00edvel a <strong>equipara\u00e7\u00e3o salarial de trabalho intelectual<\/strong>, que pode ser avaliado por sua perfei\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, cuja aferi\u00e7\u00e3o ter\u00e1 crit\u00e9rios objetivos.<\/em><\/p>\n<p><em>(..)<\/em><\/p>\n<p><em>III &#8211; A equipara\u00e7\u00e3o salarial s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel se o empregado e o paradigma exercerem <strong>a mesma fun\u00e7\u00e3o<\/strong>, desempenhando as mesmas tarefas, <u>n\u00e3o importando se os cargos t\u00eam, ou n\u00e3o, a mesma denomina\u00e7\u00e3o<\/u>. <\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em>IX &#8211; Na a\u00e7\u00e3o de equipara\u00e7\u00e3o salarial, <u>a prescri\u00e7\u00e3o \u00e9 parcial<\/u> e s\u00f3 alcan\u00e7a as diferen\u00e7as salariais vencidas no per\u00edodo de 5 (cinco) anos que precedeu o ajuizamento.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>70. No que se refere a f\u00e9rias, ..<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(C) O empregado que receber aux\u00edlio-doen\u00e7a por mais de sete meses durante o per\u00edodo aquisitivo, ainda que de forma descont\u00ednua, perder\u00e1 o direito \u00e0s f\u00e9rias.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (C)<\/strong>, que menciona a hip\u00f3tese de perda das f\u00e9rias decorrente do recebimento de aux\u00edlio-doen\u00e7a por mais de 6 meses:<\/p>\n<blockquote><p><em>CLT, art. 133 &#8211; <strong>N\u00e3o ter\u00e1 direito a f\u00e9rias<\/strong> o empregado que, no curso do per\u00edodo aquisitivo:<\/em><\/p>\n<p><em>(..)<\/em><\/p>\n<p><em>IV &#8211; tiver percebido da Previd\u00eancia Social presta\u00e7\u00f5es de acidente de trabalho ou de aux\u00edlio-doen\u00e7a <strong>por mais de 6 (seis) meses, embora descont\u00ednuos<\/strong>.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Reparem que o item (C) falou em 7 meses. Como a reda\u00e7\u00e3o do item n\u00e3o foi no sentido de que a regra prevista em lei \u00e9 de 7 meses (falando que <strong>o empregado<\/strong> em tal situa\u00e7\u00e3o perder\u00e1 o direito \u00e0s f\u00e9rias), entendo que a assertiva est\u00e1 correta.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os demais itens est\u00e3o claramente incorretos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>71. Adolescente de &#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(B) n\u00e3o poder\u00e1 ser contratado, por expressa proibi\u00e7\u00e3o legal.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (B)<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 o caso de menor de idade laborando em atividade perigosa (botij\u00f5es de g\u00e1s), proibida por expressa disposi\u00e7\u00f5es constitucional (CF, art. 7\u00ba, XXXIII) e legal (CLT, art. 405, I).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>72. A respeito do direito de greve e dos servi\u00e7os essenciais..<\/strong><\/p>\n<p>(A) I, II e III.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong>, de acordo com dispositivos da Lei de Greve e OJs do TST.<\/p>\n<p>De fato, o TST como abusivo o movimento paredista em setores que a lei define como sendo essenciais \u00e0 comunidade, se n\u00e3o \u00e9 assegurado o atendimento b\u00e1sico das necessidades inadi\u00e1veis:<\/p>\n<blockquote><p><em>OJ-SDC-38 GREVE. SERVI\u00c7OS ESSENCIAIS. GARANTIA DAS NECESSIDADES INADI\u00c1VEIS DA POPULA\u00c7\u00c3O USU\u00c1RIA. FATOR DETERMINANTE DA QUALIFICA\u00c7\u00c3O JUR\u00cdDICA DO MOVIMENTO <\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 abusiva a greve que se realiza em setores que a lei define como sendo essenciais \u00e0 comunidade, se n\u00e3o \u00e9 assegurado o atendimento b\u00e1sico das necessidades inadi\u00e1veis dos usu\u00e1rios do servi\u00e7o, na forma prevista na Lei n\u00ba 7.783\/89.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Al\u00e9m disso, para se deflagrar uma greve, primeiramente \u00e9 necess\u00e1rio que as partes hajam tentado diretamente solucionar o conflito:<\/p>\n<blockquote><p><em>OJ-SDC-11 GREVE. IMPRESCINDIBILIDADE DE TENTATIVA DIRETA E PAC\u00cdFICA DA SOLU\u00c7\u00c3O DO CONFLITO. ETAPA NEGOCIAL PR\u00c9VIA <\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 abusiva a greve levada a efeito sem que as partes hajam tentado, direta e pacificamente, solucionar o conflito que lhe constitui o objeto.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Abaixo, alguns dos servi\u00e7os e atividades considerados essenciais por lei:<\/p>\n<blockquote><p>Lei 7.783\/89, art. 10 S\u00e3o considerados servi\u00e7os ou atividades essenciais:<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>III &#8211; distribui\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de medicamentos e alimentos;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>V &#8211; transporte coletivo;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>VII &#8211; telecomunica\u00e7\u00f5es;<\/p><\/blockquote>\n<p>Por fim, reparem que, para os setores em geral, a anteced\u00eancia do pr\u00e9-aviso da greve \u00e9 de 48 horas, ao passo que nos servi\u00e7os e atividades <u>essenciais<\/u> este prazo ser\u00e1 de 72 horas:<\/p>\n<blockquote><p><em>Lei 7.783\/89, art. 3\u00ba, par\u00e1grafo \u00fanico. A entidade patronal correspondente ou os empregadores diretamente interessados ser\u00e3o notificados, com <strong>anteced\u00eancia m\u00ednima de 48 (quarenta e oito) horas<\/strong>, da paralisa\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>(..)<\/em><\/p>\n<p><em>Lei 7.783\/89, art. 13 Na greve, em <strong>servi\u00e7os ou atividades essenciais<\/strong>, ficam as entidades sindicais ou os trabalhadores, conforme o caso, obrigados a <strong>comunicar a decis\u00e3o<\/strong> aos empregadores <u>e aos usu\u00e1rios<\/u> com <strong>anteced\u00eancia m\u00ednima de 72 (setenta e duas) horas <\/strong>da paralisa\u00e7\u00e3o.<\/em><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>T\u00e9cnico Administrativo (TJAA)<\/h3>\n<p><strong>55,. Em raz\u00e3o de crise econ\u00f4mica, &#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(C) o termo assinado pelos empregados \u00e9 nulo: a redu\u00e7\u00e3o salarial s\u00f3 seria l\u00edcita se disposta em conven\u00e7\u00e3o ou acordo coletivo.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (C)<\/strong><\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o salarial somente seria v\u00e1lida caso houvesse a participa\u00e7\u00e3o do sindicato profissional, por meio de um acordo ou de uma conven\u00e7\u00e3o coletiva de trabalho. Nesse sentido, disp\u00f5e expressamente o texto constitucional:<\/p>\n<blockquote><p><em>CF, art. 7\u00ba, VI &#8211; irredutibilidade do sal\u00e1rio, salvo o disposto em conven\u00e7\u00e3o ou acordo <strong>coletivo<\/strong>;<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>56. Empregado e empregador s\u00e3o ..<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(B) pessoa f\u00edsica, pessoalidade, n\u00e3o eventualidade, depend\u00eancia e onerosidade.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (B)<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o aborda os requisitos da rela\u00e7\u00e3o de emprego atinentes \u00e0 figura do empregado, previstos no <em>caput<\/em> do art. 3\u00ba da CLT:<\/p>\n<blockquote><p><em>CLT, art. 3\u00ba &#8211; Considera-se empregado toda <strong>pessoa f\u00edsica<\/strong> que prestar servi\u00e7os de <strong>natureza n\u00e3o eventual<\/strong> a empregador, <strong>sob a depend\u00eancia<\/strong> deste e mediante <strong>sal\u00e1rio<\/strong>.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>57. Paulo, empregado de determinada empresa ..<\/strong><\/p>\n<p>(..)<br \/>\n(D) dois dias.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (D)<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se da licen\u00e7a em raz\u00e3o de falecimento de c\u00f4njuge, de at\u00e9 2 dias consecutivos (CLT, art. 473, I).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>58. A respeito do trabalho noturno para trabalhadores urbanos&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>I. C (CLT, art. 73, \u00a72\u00ba)<\/p>\n<p>II. E (hora noturna ficta \u00e9 de 52min<u>30seg<\/u> \u2013 CLT, art. 73, \u00a71\u00ba)<\/p>\n<p>III. C (CLT, art. 73, <em>caput<\/em>)<\/p>\n<p><strong>Gabarito (B)<\/strong>, segundo preveem os dispositivos celetistas sobre trabalho noturno mencionados acima.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>59. De acordo com a CLT, em caso de ado\u00e7\u00e3o &#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(B) cento e vinte dias.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (B)<\/strong>, que consiste na dura\u00e7\u00e3o normal da licen\u00e7a-maternidade em caso de ado\u00e7\u00e3o (CLT, art. 392-A c\/c art. 392).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>60. Ao completar doze meses de trabalho&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(C) no per\u00edodo que melhor convir ao empregador, observado o per\u00edodo concessivo.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (C)<\/strong><\/p>\n<p>No uso do poder diretivo, em regra, \u00e9 o empregador quem determina a \u00e9poca de concess\u00e3o das f\u00e9rias do empregado, desde que observado o per\u00edodo concessivo.<\/p>\n<p>Esta conclus\u00e3o pode ser deduzida da combina\u00e7\u00e3o dos dispositivos celetistas abaixo:<\/p>\n<blockquote><p><em>CLT, art. 134 &#8211; As f\u00e9rias ser\u00e3o concedidas por ato do empregador, em um s\u00f3 per\u00edodo, nos 12 (doze) meses subseq\u00fcentes \u00e0 data em que o empregado tiver adquirido o direito.<\/em><\/p>\n<p><em>CLT, art. 136 &#8211; A \u00e9poca da concess\u00e3o das f\u00e9rias ser\u00e1 a que melhor consulte os interesses do empregador.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Vejam que o examinador teve o cuidado de mencionar que o empregado era maior de idade, afastando, assim, a hip\u00f3tese contida no art. 136, \u00a72\u00ba (menor de idade estudante).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>61. Nos contratos por prazo indeterminado, a comunica\u00e7\u00e3o &#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(A) aviso pr\u00e9vio.<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong><\/p>\n<p>Quest\u00e3o sem grandes dificuldades que cobrou a conceitua\u00e7\u00e3o do aviso pr\u00e9vio.<\/p>\n<p>Como os contratos de trabalho, em geral, possuem prazo <u>indeterminado<\/u>, institui-se o <strong>aviso pr\u00e9vio<\/strong> no Direito do Trabalho para que, quando uma das partes da rela\u00e7\u00e3o de emprego decidir encerrar o v\u00ednculo, a outra parte possa ter um tempo razo\u00e1vel para adotar as medidas necess\u00e1rias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>62. Findo o contrato de trabalho, o prazo..<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(B) dois anos.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (B)<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o exigiu o conhecimento do prazo da prescri\u00e7\u00e3o bienal, que corre imediatamente ap\u00f3s a extin\u00e7\u00e3o do contrato de trabalho:<\/p>\n<p>CF, art. 7\u00ba, XXIX &#8211; a\u00e7\u00e3o, quanto aos cr\u00e9ditos resultantes das rela\u00e7\u00f5es de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, at\u00e9 o limite de <strong>dois anos ap\u00f3s a extin\u00e7\u00e3o do contrato de trabalho<\/strong>;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>63. A negocia\u00e7\u00e3o coletiva, que \u00e9 uma forma de ajuste entre..<\/strong><\/p>\n<p>(A) dois ter\u00e7os.<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o exigiu um dispositivo que tem sido pouco explorado em prova, o qual prev\u00ea o qu\u00f3rum m\u00ednimo para celebra\u00e7\u00e3o de acordo ou conven\u00e7\u00e3o coletiva pelos sindicatos.<\/p>\n<p>Na verdade, h\u00e1 doutrinadores que defendem que tal dispositivo teria sido tacitamente revogado pela CF\/88, tendo em vista a autonomia sindical insculpida no art. 8\u00ba, I, da Carga Magna (e.g., SUSSEKINK, Arnaldo. Curso de Direito do Trabalho. 2002. p. 546).<\/p>\n<p>De toda forma, o texto da CLT prev\u00ea, em primeira convoca\u00e7\u00e3o, a quantidade m\u00ednima de <strong>2\/3 dos associados<\/strong>:<\/p>\n<blockquote><p><em>CLT, art. 612 &#8211; Os Sindicatos s\u00f3 poder\u00e3o celebrar Conven\u00e7\u00f5es ou Acordos Coletivos de Trabalho, por delibera\u00e7\u00e3o de Assembl\u00e9ia Geral especialmente convocada para \u00easse fim, consoante o disposto nos respectivos Estatutos, dependendo a validade da mesma do comparecimento e vota\u00e7\u00e3o, em <strong>primeira convoca\u00e7\u00e3o<\/strong>, de <strong>2\/3 (dois ter\u00e7os)<\/strong> dos associados da entidade, se se tratar de Conven\u00e7\u00e3o, e dos interessados, no caso de Ac\u00f4rdo, e, em segunda, de 1\/3 (um t\u00ear\u00e7o) dos mesmos.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Como estamos diante de primeira convoca\u00e7\u00e3o, tampouco se mencionou sobre o \u201ctamanho\u201d do sindicato, resta afastada a aplica\u00e7\u00e3o do par\u00e1grafo \u00fanico do mesmo artigo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>64. Com rela\u00e7\u00e3o ao adicional de periculosidade, &#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(C) o direito de receber adicional de periculosidade cessar\u00e1 com a elimina\u00e7\u00e3o do risco \u00e0 sa\u00fade do empregado.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (C)<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o exigiu diversos aspectos do adicional de periculosidade, em especial sua natureza de \u201csal\u00e1rio-condi\u00e7\u00e3o\u201d, j\u00e1 que a parcela deixa de ser devida caso seja eliminada a periculosidade:<\/p>\n<blockquote><p><em>CLT, art. 194 &#8211; O direito do empregado ao adicional de insalubridade ou de periculosidade <strong>cessar\u00e1 com a elimina\u00e7\u00e3o do risco<\/strong> \u00e0 sua sa\u00fade ou integridade f\u00edsica, nos termos desta Se\u00e7\u00e3o e das normas expedidas pelo Minist\u00e9rio do Trabalho. <\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>65. Reconhecida a rescis\u00e3o do contrato de trabalho por culpa exclusiva&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(A) 100% das verbas devidas, inclusive do aviso pr\u00e9vio.<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong><\/p>\n<p>Antes de mais nada, reparem que o enunciado e as alternativas dadas buscaram induzir o candidato a erro, tentando confundi-lo com a extin\u00e7\u00e3o contratual por culpa rec\u00edproca.<\/p>\n<p>Se houve culpa do empregador na extin\u00e7\u00e3o contratual e se esta culpa foi exclusiva, conclu\u00edmos que trata-se da extin\u00e7\u00e3o do contrato de trabalho chamada de <strong>rescis\u00e3o indireta<\/strong>. Nesta hip\u00f3tese, ser\u00e3o devidos ao empregado todas as verbas que ele teria direito caso houvesse sido dispensado sem justa causa, a saber:<\/p>\n<ul>\n<li>saldo de sal\u00e1rio;<\/li>\n<li>13\u00ba proporcional;<\/li>\n<li>f\u00e9rias, inclusive proporcionais;<\/li>\n<li>aviso pr\u00e9vio;<\/li>\n<li>multa de 40% do FGTS (e seu saque); e<\/li>\n<li>seguro desemprego (guias fornecidas pelo empregador).<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"66\">\n<li><strong> Tendo cumprido sua jornada &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) onze horas.<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong>, segundo prev\u00ea o art. 66 da CLT.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Analista Administrativo (AJAA)<\/h3>\n<p><strong>61. Configura situa\u00e7\u00e3o de suspens\u00e3o..<\/strong><\/p>\n<p>(A) falta injustificada ao servi\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong>, pois a falta n\u00e3o justificada ensejar\u00e1 o desconto no sal\u00e1rio.<\/p>\n<p>N\u00e3o havendo nem presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os nem pagamento de sal\u00e1rio, a hip\u00f3tese \u00e9 de <strong>suspens\u00e3o<\/strong> contratual, de que \u00e9 exemplo a falta injustificada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>62 . Se uma aeromo\u00e7a tiver permanecido ..<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(D) n\u00e3o ter\u00e1 o direito de receber qualquer adicional em raz\u00e3o do abastecimento da aeronave.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (D)<\/strong><\/p>\n<blockquote><p><em>S\u00daMULA N\u00ba 447 ADICIONAL DE PERICULOSIDADE. PERMAN\u00caNCIA A BORDO DURANTE O ABASTECIMENTO DA AERONAVE. INDEVIDO.<\/em><\/p>\n<p><em>Os tripulantes e demais empregados em servi\u00e7os auxiliares de transporte a\u00e9reo que, no momento do abastecimento da aeronave, permanecem a bordo <strong>n\u00e3o<\/strong> t\u00eam direito ao adicional de periculosidade a que aludem o art. 193 da CLT e o Anexo 2, item 1, &#8220;c&#8221;, da NR 16 do MTE.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>63. As gorjetas pagas a gar\u00e7ons, de forma espont\u00e2nea, ..<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(D) integram a remunera\u00e7\u00e3o do empregado.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (D)<\/strong><\/p>\n<p>As gorjetas percebidas incluem-se na remunera\u00e7\u00e3o do empregado. Esta inclus\u00e3o compreende tanto as gorjetas inclu\u00eddas na conta, como aquelas pagas espontaneamente pelo cliente atendido.<\/p>\n<p>Quanto ao reflexo das gorjetas, reparem que as gorjetas <strong>n\u00e3o<\/strong> ser\u00e3o consideradas para o c\u00e1lculo de parcelas trabalhistas baseadas no sal\u00e1rio, mas s\u00e3o consideradas nas parcelas que tomam por base a remunera\u00e7\u00e3o (CLT, art. 457, \u00a7 3\u00ba).<\/p>\n<p>Buscando consolidar esta diferencia\u00e7\u00e3o, o TST editou a S\u00famula 354, que exclui as gorjetas da base de c\u00e1lculo de algumas verbas devidas ao empregado:<\/p>\n<blockquote><p><em>SUM-354 GORJETAS. NATUREZA JUR\u00cdDICA. REPERCUSS\u00d5ES<\/em><\/p>\n<p><em>As gorjetas, cobradas pelo empregador na nota de servi\u00e7o ou oferecidas espontaneamente pelos clientes, integram a remunera\u00e7\u00e3o do empregado, <strong>n\u00e3o<\/strong> servindo de base de c\u00e1lculo para as parcelas de <strong>aviso-pr\u00e9vio, adicional noturno<\/strong>, <strong>horas extras<\/strong> e <strong>repouso semanal remunerado<\/strong>.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>64. Um empregado pediu demiss\u00e3o&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(B) a empresa dever\u00e1 pagar integralmente o aviso pr\u00e9vio.<\/p>\n<p>(D) a empresa tem direito de se eximir do pagamento do aviso pr\u00e9vio.<\/p>\n<p><strong>Gabarito preliminar do Cespe (B).<\/strong><\/p>\n<p>A banca deu como correta a letra (B), muito provavelmente em virtude do que disp\u00f5e a SUM-276 do TST:<\/p>\n<blockquote><p><em>AVISO PR\u00c9VIO. REN\u00daNCIA PELO EMPREGADO<\/em><\/p>\n<p><em>O direito ao aviso pr\u00e9vio \u00e9 irrenunci\u00e1vel pelo empregado. O pedido de dispensa de cumprimento n\u00e3o exime o empregador de pagar o respectivo valor, salvo comprova\u00e7\u00e3o de haver o prestador dos servi\u00e7os obtido novo emprego .<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>A meu ver, no entanto, esta n\u00e3o \u00e9 a resposta correta.<\/p>\n<p>Neste caso, como foi o empregado quem tomou a iniciativa de se demitir, o aviso pr\u00e9vio \u00e9 direito do empregador. N\u00e3o h\u00e1 que se falar, portanto, em ren\u00fancia de direito pelo empregado, j\u00e1 que este \u00e9 direito do empregador. Assim, \u00e9 legal a dispensa do seu cumprimento. A doutrina \u00e9 vasta a respeito, a exemplo de\u00a0Ricardo Resende (Direito do Trabalho. 7\u00aa ed., p. 805) e V\u00f3lia Bomfim Cassar (14\u00aa ed., p. 1038-1039).<\/p>\n<p>Destarte, sendo do empregado a iniciativa resilit\u00f3ria e sendo o empregado quem pediu a dispensa do seu cumprimento, caso o empregador aceite, quem est\u00e1 renunciando ao aviso pr\u00e9vio \u00e9 o empregador. Logicamente, a empresa n\u00e3o teria que pagar o per\u00edodo respectivo ao empregado.<\/p>\n<p>Portanto, entendo que a quest\u00e3o deve ter seu gabarito alterado para a letra (D).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>65. A respeito da concess\u00e3o de f\u00e9rias&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>I. C (art. 136)<\/p>\n<p>II. C (CLT, art. 134, \u00a7 1\u00ba e art. 139, \u00a7 1\u00ba)<\/p>\n<p>III. C (<em>CLT, art. 143<\/em>)<\/p>\n<p>IV. E (<em>SUM-261<\/em>)<\/p>\n<p><strong>Gabarito (D)<\/strong><\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao item II, repare que est\u00e1 errado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s f\u00e9rias individuais, mas correto no que se refere \u00e0s f\u00e9rias coletivas.<\/p>\n<p>Comparemos os dispositivos:<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-93379\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/10\/22203810\/Fracionamento-F%C3%A9rias.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"321\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/10\/22203810\/Fracionamento-F%C3%A9rias.jpg 1313w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/10\/22203810\/Fracionamento-F%C3%A9rias.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/10\/22203810\/Fracionamento-F%C3%A9rias.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/10\/22203810\/Fracionamento-F%C3%A9rias.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/10\/22203810\/Fracionamento-F%C3%A9rias.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se tomarmos por base as f\u00e9rias de modo amplo (individuais e coletivas), a assertiva estaria errada. Todavia, como o examinador n\u00e3o delimitou se referia-se \u00e0s individuais, \u00e0s coletivas ou a ambas, entendo que a quest\u00e3o merece ser anulada.<\/p>\n<p>\u00c9 fato que, por elimina\u00e7\u00e3o, sabendo-se que I e III est\u00e3o corretas, poder\u00edamos marcar a letra (D), que deu como corretas I, II e III.<\/p>\n<p>Por outro lado, como foi cobrado justamente um tema que apresenta diferen\u00e7a importante entre seu regramento nas f\u00e9rias individuais e nas coletivas, a meu ver, a quest\u00e3o n\u00e3o merece prosperar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>66. A respeito dos per\u00edodos de descanso, &#8230; <\/strong><\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(C) um trabalhador que tenha jornada de sete horas&#8230;<\/p>\n<p><strong>Gabarito (C)<\/strong>, consoante regras estatu\u00eddas nos arts. 66 e 71 da CLT. Reparem que, regra geral, os intervalos de descanso <strong>n\u00e3o <\/strong>s\u00e3o computados na dura\u00e7\u00e3o do trabalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>67. Reconhecida a culpa rec\u00edproca &#8230;<\/strong><\/p>\n<p>(A) a metade do d\u00e9cimo terceiro sal\u00e1rio, das f\u00e9rias proporcionais e do valor do aviso pr\u00e9vio.<\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong>, segundo SUM-14 do TST.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>68. Uma empregada dom\u00e9stica que havia <\/strong><\/p>\n<p>(B) o desconhecimento da gravidez pelo empregador ..<\/p>\n<p><strong>Gabarito (B)<\/strong>, com fundamento na SUM-244 do TST.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>69. A respeito da prote\u00e7\u00e3o do trabalho do menor, ..<\/strong><\/p>\n<p>(A) trabalho noturno perigoso ou insalubre \u00e9 vedado ..<\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong>, segundo expressa disposi\u00e7\u00f5es constitucional (CF, art. 7\u00ba, XXXIII) e legal (CLT, art. 405, I).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>70. No que diz respeito \u00e0s comiss\u00f5es de concilia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via no processo trabalhista, assinale a op\u00e7\u00e3o correta.<\/b><br \/>\nA) O termo de concilia\u00e7\u00e3o possui efic\u00e1cia de t\u00edtulo executivo extrajudicial.<br \/>\nB) A tentativa de negocia\u00e7\u00e3o perante comiss\u00e3o de concilia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, antes da instaura\u00e7\u00e3o do diss\u00eddio individual, \u00e9 facultativa.<br \/>\nC) As comiss\u00f5es de concilia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via integram a estrutura do Poder Judici\u00e1rio trabalhista.<br \/>\nD) As comiss\u00f5es de concilia\u00e7\u00e3o pr\u00e9via s\u00e3o obrigat\u00f3rias em todos os locais onde exista sede da justi\u00e7a do trabalho.<br \/>\n<b>Gabarito preliminar (A)<\/b>, segundo disp\u00f5e o seguinte dispositivo celetista:<br \/>\nCLT, art. 625-E, par\u00e1grafo \u00fanico. O termo de concilia\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00edtulo executivo extrajudicial e ter\u00e1 efic\u00e1cia liberat\u00f3ria geral, exceto quanto \u00e0s parcelas expressamente ressalvadas.<\/p>\n<p>Todavia, entendo que a <b>quest\u00e3o deveria ser anulada<\/b>, tendo em vista, quanto ao item (B), a exist\u00eancia de profundas diverg\u00eancias entre a jurisprud\u00eancia predominante e a literalidade da CLT. Sen\u00e3o vejamos.<br \/>\nPela leitura do artigo 625-D da CLT, poder\u00edamos interpretar que seria obrigat\u00f3rio que os conflitos trabalhistas sejam encaminhados \u00e0 CCP como condi\u00e7\u00e3o para o ajuizamento da reclama\u00e7\u00e3o trabalhista:<br \/>\nCLT, art. 625-D. Qualquer demanda de natureza trabalhista ser\u00e1 submetida \u00e0 Comiss\u00e3o de Concilia\u00e7\u00e3o Pr\u00e9via se, na localidade da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, houver sido institu\u00edda a Comiss\u00e3o no \u00e2mbito da empresa ou do sindicato da categoria.<br \/>\nEntretanto, existem important\u00edssimos posicionamentos tanto do STF quanto do TST no sentido de que n\u00e3o seria obrigat\u00f3ria a submiss\u00e3o do conflito \u00e0 CCP para s\u00f3 depois poder-se acessar o Poder Judici\u00e1rio. Tais posicionamentos t\u00eam como fundamento o princ\u00edpio da inafastabilidade do controle judicial, assegurado no texto constitucional:<br \/>\nCF\/88, art. 5\u00ba, XXXV &#8211; a lei n\u00e3o excluir\u00e1 da aprecia\u00e7\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio les\u00e3o ou amea\u00e7a a direito;<br \/>\nNo \u00e2mbito do STF, podemos citar a decis\u00e3o liminar nas A\u00e7\u00f5es Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 2139 e 2160, no sentido de que que foi dada interpreta\u00e7\u00e3o conforme \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o ao artigo 625-D da CLT.<br \/>\nDa mesma forma, no \u00e2mbito do TST, cito a t\u00edtulo de exemplo o seguinte julgado:<br \/>\nAGRAVO DE INSTRUMENTO. ADMISSIBILIDADE. RECURSO DE REVISTA. SUBMISS\u00c3O DA DEMANDA \u00c0 COMISS\u00c3O DE CONCILIA\u00c7\u00c3O PR\u00c9VIA. FACULDADE. OBEDI\u00caNCIA AO PRINC\u00cdPIO DO ACESSO AO JUDICI\u00c1RIO.<br \/>\nA Lei n\u00ba 9.945\/2000 instituiu a Comiss\u00e3o de Concilia\u00e7\u00e3o Pr\u00e9via, de composi\u00e7\u00e3o parit\u00e1ria, em empresas ou grupos de empresas, em sindicatos ou grupos destes, acrescentando \u00e0 CLT os artigos 625-A a 625-H. O artigo 625-D, por sua vez, disp\u00f5e que: &#8220;qualquer demanda de natureza trabalhista ser\u00e1 submetida \u00e0 Comiss\u00e3o de Concilia\u00e7\u00e3o Pr\u00e9via se, na localidade da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, houver sido institu\u00eddo a Comiss\u00e3o no \u00e2mbito da empresa ou do sindicato da categoria&#8221; (grifo). Esta Corte vem decidindo que, inobstante a Lei n\u00ba 9.958\/00 tenha institu\u00eddo as Comiss\u00f5es de Concilia\u00e7\u00e3o Pr\u00e9via, constitui mera faculdade do trabalhador a submiss\u00e3o da demanda \u00e0 concilia\u00e7\u00e3o extrajudicial antes de postular em Ju\u00edzo parcelas que entende ser credor. Tal entendimento funda-se no princ\u00edpio que assegura o direito \u00e0 inafastabilidade do controle jurisdicional, inserto no artigo 5\u00ba, inciso XXXV, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<br \/>\nProcesso: AIRR &#8211; 88540-10.2002.5.02.0281 Data de Julgamento: 04\/06\/2008, Redator Ministro: Emmanoel Pereira, 5\u00aa Turma, Data de Publica\u00e7\u00e3o: DJ 08\/08\/2008.<\/p>\n<p>Resta claro, assim, que a quest\u00e3o deve ser anulada, tendo em vista a corre\u00e7\u00e3o da letra (A) e, no m\u00ednimo, a diverg\u00eancia quanto \u00e0 letra (B).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[Prova TRT CE comentada \u2013 Direito do Trabalho] Fala pessoal! Seguem abaixo o gabarito e breves coment\u00e1rios sobre as quest\u00f5es. Antes do gabarito oficial, j\u00e1 hav\u00edamos antecipado os gabaritos extraoficiais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s provas que tivemos acesso. Entendo que cabe recurso\u00a0em 3\u00a0quest\u00f5es de AJAA, a saber:\u00a065 (sobre f\u00e9rias), 64 (\u00a0aviso pr\u00e9vio)\u00a0e 70 (CCP), como detalhado [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":135,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[2145],"tax_estado":[],"class_list":["post-93364","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos","tag-trt-ce"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Prova TRT CE comentada \u2013 Direito do Trabalho - COM recurso<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Coment\u00e1rios e gabarito extraoficial de Direito do Trabalho. 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