{"id":918636,"date":"2021-12-13T08:16:00","date_gmt":"2021-12-13T11:16:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=918636"},"modified":"2022-09-01T16:52:18","modified_gmt":"2022-09-01T19:52:18","slug":"credito-tributario-entenda-tudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/credito-tributario-entenda-tudo\/","title":{"rendered":"Cr\u00e9dito Tribut\u00e1rio &#8211; Entenda tudo"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conceitos-iniciais\"><strong>Conceitos Iniciais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Este artigo se destina a demonstrar e explicar o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio e como a doutrina e jurisprud\u00eancia adaptaram esse conceito nos tempos recentes. Antes de se falar em cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, deve-se retomar a um instituto anterior, a obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria<\/strong> \u00e9 a <strong>rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddico-tribut\u00e1ria<\/strong>, surgida com o <strong>fato gerador<\/strong>, que, por sua vez, \u00e9 a concretiza\u00e7\u00e3o, no mundo real, da hip\u00f3tese de incid\u00eancia prevista em lei. Essa hip\u00f3tese de incid\u00eancia \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o prevista em lei, necess\u00e1ria e suficiente para a ocorr\u00eancia do fato gerador, que, ao ocorrer, desencadeia esta cadeia de elementos que resulta na materializa\u00e7\u00e3o da obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao ser prevista na lei, a hip\u00f3tese de incid\u00eancia, enquanto fato gerador <strong>em abstrato<\/strong>, est\u00e1 focalizando na <strong>hip\u00f3tese antecedente<\/strong>, que se subdivide nos <strong>aspectos temporais<\/strong> (<strong>quando<\/strong> o fato gerador ocorre), nos aspectos <strong>espaciais<\/strong> (<strong>onde<\/strong> o fato gerador ocorre) e <strong>materiais <\/strong>(<strong>o que<\/strong> consiste na ocorr\u00eancia do fato gerador).<\/p>\n\n\n\n<p>No acontecimento do fato gerador <strong>em concreto<\/strong>, que \u00e9 a <strong>subsun\u00e7\u00e3o<\/strong> (converg\u00eancia) do fato real com a previs\u00e3o em lei, \u00e9 visualizada a <strong>hip\u00f3tese consequente<\/strong>, que se subdivide nos aspectos <strong>subjetivos <\/strong>(os sujeitos <strong>ativo<\/strong> e <strong>passivo<\/strong>) e <strong>quantitativos<\/strong> (<strong>base de c\u00e1lculo <\/strong>e <strong>al\u00edquota <\/strong>do tributo).<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 que existe uma ponte entre a <strong>obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria<\/strong>, surgida com <strong>fato gerador<\/strong>, j\u00e1 explicada acima, e o <strong>cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/strong>, que \u00e9 esta <strong>obriga\u00e7\u00e3o abstrata <\/strong>transformada em <strong>concreta<\/strong> por um <strong>ato administrativo<\/strong>, o <strong>lan\u00e7amento<\/strong>. Todos esses conceitos est\u00e3o disciplinados na <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l5172compilado.htm\">lei n. 5.172\/1966 \u2013 o C\u00f3digo Tribut\u00e1rio Nacional (CTN)<\/a> que, em conformidade com a <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/constituicao.htm\">Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 (CF\/88)<\/a>, traz as normas gerais que definem estes conceitos, conforme se mostrar\u00e1 com mais detalhes a seguir. E este processo se inicia com o <strong>lan\u00e7amento tribut\u00e1rio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-lancamento-do-credito-tributario\"><strong>O lan\u00e7amento do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento \u00e9 bastante relacionado no CTN. A primeira men\u00e7\u00e3o a ele se d\u00e1 na defini\u00e7\u00e3o de tributo, no art. 3.o: \u201c<em>Tributo \u00e9 toda presta\u00e7\u00e3o pecuni\u00e1ria compuls\u00f3ria, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que n\u00e3o constitua san\u00e7\u00e3o de ato il\u00edcito, institu\u00edda em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.<\/em> \u201c A \u201catividade administrativa plenamente vinculada\u201d \u00e9 o <strong>lan\u00e7amento<\/strong>. Mas de onde \u00e9 poss\u00edvel compreender isso?<\/p>\n\n\n\n<p>A resposta para essa pergunta est\u00e1 no art. 142: \u201c<em>Compete privativamente \u00e0 autoridade administrativa constituir o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio pelo lan\u00e7amento, assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorr\u00eancia do fato gerador da obriga\u00e7\u00e3o correspondente, determinar a mat\u00e9ria tribut\u00e1vel, calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, sendo caso, propor a aplica\u00e7\u00e3o da penalidade cab\u00edvel.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Par\u00e1grafo \u00fanico. A atividade administrativa de lan\u00e7amento \u00e9 vinculada e obrigat\u00f3ria, sob pena de responsabilidade funcional.\u201d<\/em> Por esses comandos e defini\u00e7\u00f5es \u00e9 poss\u00edvel discernir a import\u00e2ncia do <strong>lan\u00e7amento tribut\u00e1rio<\/strong>. O lan\u00e7amento tribut\u00e1rio possui uma <strong>fun\u00e7\u00e3o d\u00faplice<\/strong>: <strong>declarat\u00f3ria<\/strong> da <strong>obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria<\/strong> e ao mesmo tempo <strong>constitutiva<\/strong> do <strong>cr\u00e9dito tribut\u00e1rio. <\/strong>Isso quer dizer que o <strong>lan\u00e7amento<\/strong>, ao mesmo tempo em que <strong>declara a exist\u00eancia<\/strong> da obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, <strong>constitui <\/strong>o <strong>cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/strong>, <strong>convertendo <\/strong>esta obriga\u00e7\u00e3o em <strong>direito l\u00edquido e certo<\/strong> \u2013 <strong>l\u00edquido <\/strong>quanto ao <strong>valor exprim\u00edvel<\/strong> e <strong>certo<\/strong> quanto \u00e0 sua <strong>exigibilidade<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento \u00e9 definido como <strong>atividade administrativa<\/strong> e tamb\u00e9m <strong>procedimento administrativo<\/strong>. A despeito de ambas as defini\u00e7\u00f5es \u00e9 poss\u00edvel notar que o lan\u00e7amento engloba um conjunto de a\u00e7\u00f5es aptas a dizer que a obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria nasceu (ou seja, ele n\u00e3o cria a obriga\u00e7\u00e3o, meramente nota a sua exist\u00eancia) e <strong>constitui<\/strong> o <strong>cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/strong> (aqui, sim, o lan\u00e7amento cria o cr\u00e9dito).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;E o rito procedimental do lan\u00e7amento \u00e9 composto de v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es: <strong>verifica a ocorr\u00eancia do fato gerador<\/strong>, <strong>determina a mat\u00e9ria tribut\u00e1vel, calcula o montante do tributo devido, identifica o sujeito passivo<\/strong> e (se for o caso) <strong>prop\u00f5e a aplica\u00e7\u00e3o da penalidade cab\u00edvel.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220950\/background-4969571-1024x681.jpg\" alt=\"Conjunto de a\u00e7\u00f5es que declaram a obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e constituem o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio\" class=\"wp-image-918674\" width=\"840\" height=\"558\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220950\/background-4969571-1024x681.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220950\/background-4969571-300x199.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220950\/background-4969571-768x511.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220950\/background-4969571-1536x1021.jpg 1536w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220950\/background-4969571-2048x1362.jpg 2048w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220950\/background-4969571-610x406.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><figcaption>O lan\u00e7amento \u00e9 um conjunto de a\u00e7\u00f5es que, se concretizadas, declaram a obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e constituem o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-consideracoes-especificas-sobre-o-lancamento-e-o-credito-tributario\"><strong><\/strong><strong>Considera\u00e7\u00f5es espec\u00edficas sobre o lan\u00e7amento e o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Quando se fala em lan\u00e7amento, quase sempre as bases de c\u00e1lculo e valores de tributo a pagar est\u00e3o em moeda nacional. Entretanto, h\u00e1 casos em que a base de c\u00e1lculo est\u00e1 em moeda estrangeira. Como isso ser\u00e1 convertido? De acordo com o art. 143 do CTN, <strong>salvo disposi\u00e7\u00e3o de lei em contr\u00e1rio<\/strong>, quando o valor tribut\u00e1rio estiver expresso em <strong>moeda estrangeira<\/strong>, dever\u00e1 ser feita a <strong>convers\u00e3o <\/strong>em moeda nacional, sendo que a <strong>taxa de c\u00e2mbio<\/strong> dever\u00e1 ser a do dia da <strong>ocorr\u00eancia<\/strong> do <strong>fato gerador<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento tamb\u00e9m deve ser realizado considerando a <strong>lei vigente<\/strong> na data da <strong>ocorr\u00eancia do fato gerador<\/strong>, ainda que <strong>revogada ou modificada<\/strong>. Ou seja, mesmo que a lei tenha sido <strong>modificada<\/strong>, na data da ocorr\u00eancia do fato gerador, o lan\u00e7amento deve ser realizado com base na lei ent\u00e3o vigente naquele momento \u2013 marcando a\u00ed a <strong>irretroatividade<\/strong> da lei, que, se modificada depois, <strong>n\u00e3o poder\u00e1 retroagir<\/strong>, pois isso abalaria a seguran\u00e7a jur\u00eddica. Da mesma forma, esse procedimento deve ser realizado considerando a lei ent\u00e3o vigente \u00e0 \u00e9poca, ainda que depois ela tenha sido revogada.<\/p>\n\n\n\n<p>Desta disposi\u00e7\u00e3o geral, observa-se que a <strong>irretroatividade<\/strong> da lei tribut\u00e1ria \u00e9 a <strong>regra<\/strong>, mas h\u00e1 uma <strong>exce\u00e7\u00e3o<\/strong>. Prev\u00ea o CTN que a legisla\u00e7\u00e3o <strong>posterior<\/strong> \u00e0 <strong>ocorr\u00eancia<\/strong> do <strong>fato gerador<\/strong>, que tenha institu\u00eddo <strong>novos crit\u00e9rios<\/strong> de <strong>apura\u00e7\u00e3o<\/strong> ou <strong>processos de fiscaliza\u00e7\u00e3o, ampliando os poderes de investiga\u00e7\u00e3o<\/strong> das <strong>autoridades administrativas<\/strong>, ou <strong>outorgado <\/strong>ao <strong>cr\u00e9dito tribut\u00e1rio maiores garantias ou privil\u00e9gios, exceto<\/strong> para <strong>atribuir responsabilidade tribut\u00e1ria<\/strong> a <strong>terceiros.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Isso quer dizer que a <strong>legisla\u00e7\u00e3o posterior<\/strong>, que institua <strong>novos crit\u00e9rios<\/strong> para a fiscaliza\u00e7\u00e3o, que <strong>amplie<\/strong> os <strong>poderes de investiga\u00e7\u00e3o<\/strong> ou que tenha <strong>trazido<\/strong> <strong>mais garantias<\/strong> e <strong>privil\u00e9gios<\/strong> ao cr\u00e9dito tribut\u00e1rio ter\u00e1 o cond\u00e3o de poder ser aplicada ao <strong>fato gerador<\/strong> j\u00e1 <strong>ocorrido<\/strong>, podendo trazer mais informa\u00e7\u00f5es para a autoridade administrativa acerca das circunst\u00e2ncias da fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-hipoteses-de-alteracao-do-lancamento-do-credito-tributario\"><strong><\/strong><strong>Hip\u00f3teses de altera\u00e7\u00e3o do lan\u00e7amento do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Em regra, o lan\u00e7amento do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio <strong>notificado<\/strong> ao sujeito passivo <strong>s\u00f3 pode ser modificado<\/strong> em situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas previstas no CTN. &nbsp;S\u00e3o as situa\u00e7\u00f5es que possibilitam a revis\u00e3o e altera\u00e7\u00e3o do lan\u00e7amento a <strong>impugna\u00e7\u00e3o do sujeito passivo<\/strong>, o <strong>recurso de of\u00edcio<\/strong> e a <strong>iniciativa de of\u00edcio da autoridade administrativa<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>impugna\u00e7\u00e3o<\/strong> do sujeito passivo \u00e9 a <strong>defesa<\/strong> ou <strong>reclama\u00e7\u00e3o<\/strong> contra o lan\u00e7amento realizado pela autoridade administrativa, que pode indicar que o valor lan\u00e7ado est\u00e1 <strong>superior<\/strong> ao que deveria ter sido lan\u00e7ado, ou mesmo que o lan\u00e7amento <strong>sequer deveria ter sido feito<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>impugna\u00e7\u00e3o <\/strong>inicia a <strong>fase do lit\u00edgio <\/strong>(discuss\u00e3o judicial) ou do <strong>contencioso<\/strong> (quando a discuss\u00e3o \u00e9 realizada no \u00e2mbito <strong>administrativo<\/strong>). A <strong>impugna\u00e7\u00e3o <\/strong>representa a <strong>discord\u00e2ncia parcial<\/strong> ou <strong>total<\/strong> do sujeito passivo quanto ao lan\u00e7amento regularmente notificado.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>recurso de of\u00edcio<\/strong> \u00e9 o recurso em que houve <strong>uma decis\u00e3o favor\u00e1vel ao sujeito passivo<\/strong>, em que se prev\u00ea um <strong>rejulgamento<\/strong> ou <strong>reexame necess\u00e1rio<\/strong>. Resumindo, \u00e9 a <strong>previs\u00e3o <\/strong>de que, havendo uma decis\u00e3o <strong>desfavor\u00e1vel \u00e0 fazenda p\u00fablica<\/strong>, ela ser\u00e1 analisada <strong>mais uma vez<\/strong>, para a <strong>valida\u00e7\u00e3o <\/strong>desta decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dessas duas possibilidades existe a <strong>iniciativa de of\u00edcio da autoridade administrativa<\/strong>, que n\u00e3o precisa necessariamente <strong>ficar inerte<\/strong> quando, mediante seu poder de <strong>autotutela<\/strong>, ela <strong>pode rever <\/strong>seus <strong>atos<\/strong>, <strong>retificando-os<\/strong>, ou mesmo <strong>os anulando<\/strong>, quando <strong>identifique nulidades<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem v\u00e1rias previs\u00f5es que abalizam a revis\u00e3o do lan\u00e7amento por <strong>iniciativa de of\u00edcio da autoridade administrativa<\/strong>, no art. 149 do CTN. Entre as possibilidades s\u00e3o poss\u00edveis as revis\u00f5es: quando a <strong>lei<\/strong> assim <strong>determinar<\/strong>; quando a <strong>declara\u00e7\u00e3o n\u00e3o for prestada<\/strong> pela pessoa determinada, no prazo e na forma da legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria; quando a <strong>pessoa<\/strong> legalmente obrigada <strong>deixe de atender, recuse-se ou atenda insatisfatoriamente<\/strong> a <strong>pedido de esclarecimento<\/strong> da autoridade administrativa; quando se comprove <strong>falsidade, erro ou omiss\u00e3o<\/strong> quanto a qualquer elemento que a legisla\u00e7\u00e3o determine como de <strong>declara\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria<\/strong>; quando se comprove <strong>omiss\u00e3o ou inexatid\u00e3o<\/strong> no exerc\u00edcio do <strong>lan\u00e7amento por homologa\u00e7\u00e3o<\/strong>; quando se comprove <strong>a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o<\/strong> que d\u00ea lugar \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o de <strong>penalidade pecuni\u00e1ria<\/strong>; quando se comprove que o sujeito passivo ou terceiro em nome em nome daquele tenha agido com <strong>dolo, fraude ou simula\u00e7\u00e3o<\/strong>; quando deva ser apreciado <strong>fato n\u00e3o conhecido<\/strong> ou <strong>n\u00e3o provado<\/strong> por ocasi\u00e3o do lan\u00e7amento anterior; quando se comprove que, no lan\u00e7amento anterior, ocorreu <strong>fraude, omiss\u00e3o ou falta funcional<\/strong> por parte da <strong>autoridade administrativa<\/strong> que o efetuou.<\/p>\n\n\n\n<p>Em duas \u00faltimas considera\u00e7\u00f5es, uma delas \u00e9 que a <strong>revis\u00e3o do lan\u00e7amento<\/strong> s\u00f3 pode ser efetuada <strong>enquanto n\u00e3o extinto<\/strong> o direito da fazenda p\u00fablica. A outra \u00e9 que qualquer modifica\u00e7\u00e3o nos crit\u00e9rios jur\u00eddicos adotados pela autoridade administrativa somente pode ser efetivada, quanto ao mesmo sujeito passivo, quanto a <strong>fatos geradores posteriores<\/strong> a essa modifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"922\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220449\/argument-3894006-1024x922.png\" alt=\"A impugna\u00e7\u00e3o ocorre quando o sujeito passivo discorda parcial ou totalmente do lan\u00e7amento\" class=\"wp-image-918669\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220449\/argument-3894006-1024x922.png 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220449\/argument-3894006-300x270.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220449\/argument-3894006-768x691.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220449\/argument-3894006-1536x1382.png 1536w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220449\/argument-3894006-610x549.png 610w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29220449\/argument-3894006.png 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Entre as possibilidades de altera\u00e7\u00e3o do lan\u00e7amento, a impugna\u00e7\u00e3o ocorre quando o sujeito passivo  discorda parcial ou totalmente do lan\u00e7amento<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-modalidades-de-lancamento-do-credito-tributario\"><strong><\/strong><strong>Modalidades de lan\u00e7amento do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento pode ser feito em tr\u00eas modalidades distintas: de <strong>of\u00edcio<\/strong>, por <strong>declara\u00e7\u00e3o<\/strong> ou por <strong>homologa\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento de <strong>of\u00edcio<\/strong> ou <strong>direto <\/strong>\u00e9 aquele realizado pela autoridade administrativa <strong>sem a participa\u00e7\u00e3o do sujeito passivo<\/strong>. O mais conhecido exemplo de lan\u00e7amento <strong>direto <\/strong>ou de <strong>of\u00edcio <\/strong>\u00e9 o IPTU, imposto predial e territorial urbano de \u00e2mbito municipal. Algumas taxas tamb\u00e9m s\u00e3o bons exemplos, como a <strong>taxa de lixo<\/strong>, enviada juntamente com o IPTU por algumas administra\u00e7\u00f5es municipais. Mas al\u00e9m disso, como observado pelos par\u00e1grafos anteriores, o lan\u00e7amento de <strong>of\u00edcio <\/strong>tamb\u00e9m \u00e9 utilizado para <strong>retificar lan\u00e7amentos erroneamente <\/strong>verificados pela autoridade administrativa, e at\u00e9 mesmo para <strong>aplicar penalidades<\/strong> por infra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento <strong>misto<\/strong> ou por <strong>declara\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 aquele no qual existem <strong>informa\u00e7\u00f5es importantes <\/strong>para a <strong>base de c\u00e1lculo<\/strong>, <strong>al\u00edquota<\/strong> ou as duas coisas a serem <strong>informadas via declara\u00e7\u00e3o<\/strong> pelo <strong>sujeito passivo<\/strong>. Ou seja, o que faz desta modalidade sua ess\u00eancia n\u00e3o \u00e9 o simples ato de preencher declara\u00e7\u00f5es do sujeito passivo, mas prestar <strong>informa\u00e7\u00f5es sem as quais n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel <\/strong>realizar o <strong>lan\u00e7amento<\/strong>. &nbsp;Exemplos disso s\u00e3o o ITBI, imposto de transmiss\u00e3o de bens im\u00f3veis inter vivos, municipal, e a <strong>taxa de<\/strong> <strong>coleta de lixo hospitalar <\/strong>cobrada pelo munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento por <strong>homologa\u00e7\u00e3o<\/strong> ou <strong>autolan\u00e7amento<\/strong> \u00e9 aquele em que o <strong>sujeito passivo <\/strong>presta as <strong>informa\u00e7\u00f5es<\/strong>, <strong>calcula <\/strong>o montante do <strong>tributo devido<\/strong> e <strong>realiza<\/strong> o <strong>pagamento<\/strong> do tributo, ficando este pagamento sob <strong>condi\u00e7\u00e3o resolut\u00f3ria<\/strong> da <strong>an\u00e1lise <\/strong>da autoridade administrativa que, <strong>verificando <\/strong>os dados referentes ao <strong>tributo recolhido,<\/strong> <strong>expressamente <\/strong>(comunica ao sujeito passivo) ou <strong>tacitamente <\/strong>(n\u00e3o comunicando o sujeito passivo), o <strong>homologa<\/strong>. Desta maneira, existem algumas <strong>caracter\u00edsticas<\/strong> deste <strong>lan\u00e7amento<\/strong> que o tornam <strong>peculiar<\/strong>: o sujeito passivo faz <strong>quase tudo<\/strong> \u2013 e \u00e9 desta constata\u00e7\u00e3o que vem o termo tecnicamente impreciso \u201cautolan\u00e7amento\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Impreciso porque trata da modalidade por <strong>homologa\u00e7\u00e3o <\/strong>como se o sujeito passivo lan\u00e7asse \u2013 coisa que somente pode ser realizada pela autoridade administrativa. E a condi\u00e7\u00e3o \u00e9 <strong>resolut\u00f3ria<\/strong> porque <strong>n\u00e3o \u00e9 pendente<\/strong> de <strong>implemento de condi\u00e7\u00e3o<\/strong> \u2013 mas, caso haja qualquer problema, <strong>retroage at\u00e9 a data do fato gerador<\/strong> da obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria. E a sua <strong>homologa\u00e7\u00e3o <\/strong>do pagamento somente pode ser realizada pela autoridade administrativa. A esmagadora maioria dos tributos \u00e9 lan\u00e7ada por homologa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-prazo-para-o-lancamento-do-credito-tributario\"><strong>O prazo para o lan\u00e7amento do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Existem autores que estipulam o <strong>arbitramento<\/strong> como uma modalidade de lan\u00e7amento do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio. E o que \u00e9 o <strong>arbitramento<\/strong>? O <strong>arbitramento <\/strong>\u00e9 uma t\u00e9cnica de que se vale a autoridade administrativa quando as informa\u00e7\u00f5es prestadas pelo sujeito passivo s\u00e3o <strong>inexatas, insuficientes, incorretas<\/strong> ou mesmo <strong>fraudadas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando se configura tal situa\u00e7\u00e3o, cabe \u00e0 autoridade administrativa se socorrer de outras informa\u00e7\u00f5es, de forma a <strong>construir<\/strong> uma <strong>refer\u00eancia de valor<\/strong>, para a atribui\u00e7\u00e3o alternativa de base de c\u00e1lculo e al\u00edquota, com o objetivo de <strong>atribuir <\/strong>o <strong>quantum devido do tributo.<\/strong> Repisando: <strong>arbitramento<\/strong> <strong>n\u00e3o \u00e9 modalidade<\/strong> de lan\u00e7amento, \u00e9 <strong>t\u00e9cnica<\/strong> para apurar base de c\u00e1lculo, al\u00edquota e montante do tributo devido <strong>quando n\u00e3o h\u00e1 informa\u00e7\u00f5es suficientes para isso.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ainda assim, a autoridade administrativa <strong>possui poderes limitados<\/strong> para arbitrar, pois deve demonstrar <strong>adequa\u00e7\u00e3o entre meios e fins.<\/strong> Por exemplo, O Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) emitiu a S\u00famula STJ 431: \u201c<em>\u00c9 ilegal a cobran\u00e7a de ICMS com base no valor da mercadoria submetido ao regime de pauta fiscal.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Esta s\u00famula foi criada pois alguns estados, no controle das cobran\u00e7as de ICMS, n\u00e3o possu\u00edam informa\u00e7\u00f5es suficientes para averiguar os valores dos produtos tributados, <strong>estipulando pautas fiscais<\/strong> \u2013 tabelas de valores m\u00ednimos para v\u00e1rios produtos que circulavam entrando e saindo do estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, o <strong>arbitramento n\u00e3o pode<\/strong>, no entender do STJ, ser aplicado de forma <strong>\u201cautom\u00e1tica\u201d<\/strong>, devendo ser estabelecido em <strong>processo regular<\/strong>, concedendo, entre outras coisas, <strong>contradit\u00f3rio e ampla defesa<\/strong> ao contribuinte cujos c\u00e1lculos tribut\u00e1rios estejam sendo objeto de arbitramento.<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo preceituado pelos tribunais superiores no que tange essas situa\u00e7\u00f5es \u00e9 o de buscar as <strong>informa\u00e7\u00f5es<\/strong> mais <strong>corretas e fidedignas<\/strong> poss\u00edveis, sem permitir, contudo, que ocorram abusos nas atividades e procedimentos das autoridades fiscais, sob pena de configurar um estado tributante com caracter\u00edsticas persecut\u00f3rias. Afinal, a fazenda p\u00fablica tem por objetivo arrecadar o montante correto devido.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-prazo-para-o-lancamento-do-credito-tributario-1\"><strong><\/strong><strong>O prazo para o lan\u00e7amento do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>H\u00e1 um prazo determinado para o lan\u00e7amento do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, sendo ele estabelecido no art. 173 do CTN: <em>\u201cO direito de a Fazenda P\u00fablica constituir o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio extingue-se ap\u00f3s 5 (cinco) anos, contados:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I &#8211; do primeiro dia do exerc\u00edcio seguinte \u00e0quele em que o lan\u00e7amento poderia ter sido efetuado;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II &#8211; da data em que se tornar definitiva a decis\u00e3o que houver anulado, por v\u00edcio formal, o lan\u00e7amento anteriormente efetuado.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Par\u00e1grafo \u00fanico. O direito a que se refere este artigo extingue-se definitivamente com o decurso do prazo nele previsto, contado da data em que tenha sido iniciada a constitui\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio pela notifica\u00e7\u00e3o, ao sujeito passivo, de qualquer medida preparat\u00f3ria indispens\u00e1vel ao lan\u00e7amento.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Deste trecho se estabelece o prazo de 5 anos, mas contado de duas formas diferentes: em regra, o prazo deve ser contado do primeiro dia do exerc\u00edcio seguinte ao que o tributo deveria ter sido lan\u00e7ado. Em um exemplo hipot\u00e9tico, se o IPTU sobre um im\u00f3vel deveria ter sido lan\u00e7ado em 01\/01\/2015, mas n\u00e3o foi, esse direito da fazenda se inicia em 01\/01\/2016 at\u00e9 31\/12\/2020. <strong>Depois<\/strong> desse prazo esse <strong>direito<\/strong> \u00e9 <strong>extinto<\/strong>, fulminado pela <strong><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-admin\/post.php?action=edit&amp;post=786549\">decad\u00eancia tribut\u00e1ria<\/a><\/strong> (neste link est\u00e1 um texto sobre decad\u00eancia e prescri\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio)<strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, nos tributos lan\u00e7ados por <strong>homologa\u00e7\u00e3o<\/strong>, o prazo de 5 anos \u00e9 contado da <strong>data<\/strong> de <strong>ocorr\u00eancia<\/strong> do <strong>fato gerador<\/strong>, conforme o art. 150 do CTN, <strong>salvo<\/strong> se comprovada a ocorr\u00eancia de <strong>dolo, fraude<\/strong> ou <strong>simula\u00e7\u00e3o<\/strong>. No caso destas situa\u00e7\u00f5es, o prazo \u00e9 contado conforme a regra geral, do primeiro dia do exerc\u00edcio seguinte ao que o tributo poderia ter sido lan\u00e7ado.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre este prazo existem algumas s\u00famulas do STJ, sendo uma delas a S\u00famula STJ 436:<em> \u201cA entrega de declara\u00e7\u00e3o pelo contribuinte reconhecendo d\u00e9bito fiscal constitui o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, dispensada qualquer outra provid\u00eancia por parte do fisco.\u201d<\/em> Ou seja, dessa s\u00famula se depreende que a entrega da declara\u00e7\u00e3o <strong>constitui <\/strong>o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, cabendo ao fisco cobrar os valores devidos \u2013 n\u00e3o se podendo falar em decad\u00eancia, mas em prescri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra s\u00famula sobre esse assunto \u00e9 a s\u00famula STJ 555: <em>\u201cQuando n\u00e3o houver declara\u00e7\u00e3o do d\u00e9bito, o prazo decadencial quinquenal para o Fisco constituir o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio conta-se exclusivamente na forma do art. 173, I, do CTN, nos casos em que a legisla\u00e7\u00e3o atribui ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem pr\u00e9vio exame da autoridade administrativa.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Essa s\u00famula foi emitida porque havia um entendimento de que quando o lan\u00e7amento \u00e9 por <strong>homologa\u00e7\u00e3o<\/strong>, o prazo deve ser contado da data da ocorr\u00eancia do fato gerador. Quando o contribuinte n\u00e3o fazia a declara\u00e7\u00e3o e o respectivo recolhimento, a <strong><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-admin\/post.php?action=edit&amp;post=786549\">prescri\u00e7\u00e3o <\/a><\/strong>ocorria muitas vezes sem que o contribuinte cumprisse com suas obriga\u00e7\u00f5es \u2013 podendo ele inclusive <strong>se beneficiar de sua torpeza<\/strong>. Com a s\u00famula, se o contribuinte n\u00e3o informar o fisco, agindo com dolo, fraude ou simula\u00e7\u00e3o, a contagem do prazo n\u00e3o mais o beneficiar\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29221130\/hammer-802298-1024x768.jpg\" alt=\"O STJ j\u00e1 precisou editar s\u00famulas sobre o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio\" class=\"wp-image-918676\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29221130\/hammer-802298-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29221130\/hammer-802298-300x225.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29221130\/hammer-802298-768x576.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29221130\/hammer-802298-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29221130\/hammer-802298-2048x1536.jpg 2048w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/29221130\/hammer-802298-610x458.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>O STJ j\u00e1 precisou editar s\u00famulas sobre o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conclusoes\"><strong>Conclus\u00f5es<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Este texto buscou explicar e demonstrar como a obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, surgida com o surgimento do fato gerador, \u00e9 transformada em cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, l\u00edquido e certo, por interm\u00e9dio do procedimento administrativo chamado de lan\u00e7amento.<\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento por sua vez, ora interpretado como <strong>ato<\/strong>, ora como <strong>procedimento<\/strong>, trata de um <strong>conjunto de a\u00e7\u00f5es<\/strong> que buscam: <strong>verificar<\/strong> a ocorr\u00eancia do <strong>fato gerador<\/strong> (se os requisitos daquela situa\u00e7\u00e3o prevista em lei aconteceram); <strong>determinar<\/strong> a <strong>mat\u00e9ria tribut\u00e1vel<\/strong> (a verifica\u00e7\u00e3o sobre se tratar de qual tributo ou penalidade prevista em lei); <strong>identificar<\/strong> o <strong>sujeito passivo<\/strong> (nominar quem \u00e9 o contribuinte, respons\u00e1vel ou os dois no caso concreto); <strong>calcular<\/strong> o montante do <strong>tributo<\/strong> devido (utilizar a base de c\u00e1lculo e al\u00edquota, ou o valor do tributo em quest\u00e3o); e, se for o caso, <strong>propor<\/strong> a aplica\u00e7\u00e3o de <strong>penalidade<\/strong> cab\u00edvel (a multa punitiva pela infra\u00e7\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento regularmente notificado somente pode ser alterado em tr\u00eas situa\u00e7\u00f5es: <strong>impugna\u00e7\u00e3o<\/strong> do <strong>sujeito passivo<\/strong>, <strong>recurso de of\u00edcio<\/strong> e <strong>iniciativa de of\u00edcio<\/strong> da <strong>autoridade administrativa. <\/strong>Este procedimento de revis\u00e3o s\u00f3 pode ser realizado enquanto n\u00e3o extinto o direito da fazenda p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>Com esse procedimento pr\u00f3prio \u00e9 ainda importante ressaltar que existem tr\u00eas modalidades de lan\u00e7amento, a saber: o <strong>direto<\/strong> ou de <strong>of\u00edcio<\/strong>, em que a autoridade n\u00e3o necessita de <strong>nenhuma participa\u00e7\u00e3o<\/strong> ou de informa\u00e7\u00f5es do <strong>sujeito passivo<\/strong>, tamb\u00e9m v\u00e1lido para <strong>retifica\u00e7\u00f5es e corre\u00e7\u00f5es<\/strong> de lan\u00e7amento; o <strong>misto<\/strong> ou por <strong>declara\u00e7\u00e3o<\/strong>, no qual o <strong>sujeito passivo<\/strong> <strong>presta<\/strong> as <strong>informa\u00e7\u00f5es<\/strong> necess\u00e1rias ao correto lan\u00e7amento de seu tributo; e, por fim, o por <strong>homologa\u00e7\u00e3o ou autolan\u00e7amento<\/strong>, em que o <strong>contribuinte<\/strong> realiza <strong>todos<\/strong> os <strong>procedimentos<\/strong> de <strong>prestar informa\u00e7\u00f5es<\/strong>, <strong>calcular<\/strong> o <strong>tributo<\/strong> e <strong>pagar<\/strong> \u2013 sob <strong>condi\u00e7\u00e3o resolut\u00f3ria<\/strong> de <strong>homologa\u00e7\u00e3o<\/strong> do pagamento pela <strong>autoridade administrativa<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 situa\u00e7\u00f5es em que o sujeito passivo n\u00e3o fornece as informa\u00e7\u00f5es de acordo com as necessidades da autoridade administrativa, de maneira que o fisco pode <strong>arbitrar <\/strong>os <strong>valores devidos<\/strong> \u2013 mas isso deve ser feito de forma a possibilitar o <strong>contradit\u00f3rio e ampla defesa<\/strong>, para que o arbitramento n\u00e3o se torne uma forma de intimidar o contribuinte.<\/p>\n\n\n\n<p>Por \u00faltimo, o prazo para constituir o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio deve ser de 5 anos, contados do primeiro dia do exerc\u00edcio seguinte ao que o tributo poderia ter sido lan\u00e7ado, exceto no caso dos tributos lan\u00e7ados por homologa\u00e7\u00e3o, em que esse prazo se conta da data do fato gerador.<\/p>\n\n\n\n<p>Ricardo Pereira de Oliveira<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-center wp-block-heading\" id=\"h-cursos-e-assinaturas\">Cursos e Assinaturas<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"container\" id=\"boxes\">\n  <div class=\"row\">\n\n    <div class=\"col-sm\">\n      <div class=\"banner-tribunal\" id=\"box-assinatura\">\n        <h3 class=\"titulo-assinatura\">Cursos para Carreiras Jur\u00eddicas<\/h3>\n        <p class=\"subtitulo-assinatura\">Conhe\u00e7a os cursos<\/p>\n        <div class=\"box-botao\">\n          <a class=\"btn-assinatura\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorConcurso\/assinaturas-carreira-juridica\/\" rel=\"noopener noreferrer\">Conhe\u00e7a mais<\/a>\n        <\/div>\n      <\/div>\n      <p class=\"texto-auxiliar\">Prepare-se com o melhor material e com quem mais aprova em Concursos P\u00fablicos em todo o pa\u00eds.<\/p>\n    <\/div>\n\n  <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"container\" id=\"boxes\">\n  <div class=\"row\">\n\n    <div class=\"col-sm\">\n      <div class=\"banner-ecj\" id=\"box-assinatura\">\n        <h3 class=\"titulo-assinatura\">Assinatura Jur\u00eddica <\/h3>\n        <p class=\"subtitulo-assinatura\">Conhe\u00e7a os planos<\/p>\n        <div class=\"box-botao\">\n          <a class=\"btn-assinatura\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/assinaturas-ecj\/\" role=\"button\" rel=\"noopener noreferrer\">Conhe\u00e7a mais<\/a>\n        <\/div>\n      <\/div>\n      <p class=\"texto-auxiliar\">Prepare-se com o melhor material e com quem mais aprova em Concursos P\u00fablicos em todo o pa\u00eds. \n<\/p>\n    <\/div>\n\n  <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>At\u00e9 mais!!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conceitos Iniciais Este artigo se destina a demonstrar e explicar o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio e como a doutrina e jurisprud\u00eancia adaptaram esse conceito nos tempos recentes. Antes de se falar em cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, deve-se retomar a um instituto anterior, a obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria. 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