{"id":90437,"date":"2017-09-26T17:30:50","date_gmt":"2017-09-26T20:30:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=90437"},"modified":"2017-09-26T21:38:58","modified_gmt":"2017-09-27T00:38:58","slug":"prova-comentada-tj-mg-consulplan-portugues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-tj-mg-consulplan-portugues\/","title":{"rendered":"Prova Comentada TJ MG &#8211; Consulplan &#8211; Portugu\u00eas (Com Recursos)"},"content":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal.<\/p>\n<p>Aqui quem fala \u00e9 o professor Felipe, de l\u00edngua portuguesa. Trago agora a resolu\u00e7\u00e3o da prova do TJ MG, aplicada domingo pela Consulplan.<\/p>\n<p>A prova revela o estilo da Consulplan em concursos de grande porte: quest\u00f5es dif\u00edceis, ora pela complexidade, ora pela elabora\u00e7\u00e3o problem\u00e1tica.<\/p>\n<p>H\u00e1 possibilidade de recurso em 3 quest\u00f5es. A 17 <strong>tem que<\/strong> ser anulada.<\/p>\n<p>Pe\u00e7o que acompanhem pelo caderno de provas de voc\u00eas ou baixem a prova no link abaixo.<\/p>\n<p>http:\/\/www.consulplan.net\/concursosInterna.aspx?k=kTmPE\/dPTnA=<\/p>\n<p>Vamos l\u00e1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 1<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com as informa\u00e7\u00f5es e ideias&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Pessoal, achei todas as alternativas problem\u00e1ticas, nenhuma estava \u201credondinha\u201d de acordo com o texto.<\/p>\n<p>Vejamos:<\/p>\n<ol>\n<li>a) O que temos no texto \u00e9 que a efic\u00e1cia em combate \u00e9 recompensada com um \u201cpr\u00eamio\u201d aos combatentes do Estado Isl\u00e2mico: \u201cescravas sexuais\u201d yazidis&#8230;<\/li>\n<\/ol>\n<p>Ent\u00e3o, de uma maneira \u201ctorta\u201d, o que essa alternativa sugere \u00e9 que as \u201ct\u00e9cnicas de doutrina\u00e7\u00e3o\u201d, como &#8220;induzir&#8221; , oferecer drogas e at\u00e9 oferecer escravas como recompensa se reflete nas atitudes dos seguidores, que cometem atrocidades como a viol\u00eancia, o estupro e o escravismo. Essas atitudes s\u00e3o chamadas aqui de \u201cinsanas e extremistas\u201d. Um exemplo disso \u00e9 a recompensa de Ahmed, que recebe escravas como pr\u00eamio pelo seu desempenho em combate pela causa do Estado Isl\u00e2mico.<\/p>\n<p>Concordo que o item est\u00e1 muito nebuloso, mas essa foi a resposta da banca.<\/p>\n<ol>\n<li>b) Poder\u00edamos entender que a banca se refere aqui \u00e0s a\u00e7\u00f5es (estrat\u00e9gias ou a\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas) tentadas pelas escravas (V\u00edtimas do Estado Isl\u00e2mico) para sobreviver: tentar a fuga, suicidar-se ou at\u00e9 mesmo arranhar o corpo e cobri-lo de cinzas para ficar \u2018menos atraentes\u2019 para seus captores. Ent\u00e3o, considerando essas a\u00e7\u00f5es como \u201ca\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas\u201d, esse item, embora nebuloso, estaria correto. No entanto, a banca entendeu que n\u00e3o est\u00e1 correto, at\u00e9 porque \u201cv\u00edtimas do Estado Isl\u00e2mico\u201d n\u00e3o s\u00e3o apenas as mulheres e o item s\u00f3 faria sentido se limit\u00e1ssemos a vis\u00e3o do termo \u00e0s \u201cescravas\u201d. Incorreto.<\/li>\n<li>c) A fuga n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica alternativa de escape, segundo o texto. Algumas tamb\u00e9m foram libertadas, compradas pela fam\u00edlia ou tentaram formas de ficarem menos atraentes. Incorreto.<\/li>\n<li>d) O come\u00e7o est\u00e1 correto, pois de fato o \u201cfuzilamento\u201d sum\u00e1rio traz uma imagem ruim ao estado, que, segundo o texto quer \u201cdemonstrar disciplina e alguma apar\u00eancia de operacionalidade do estado&#8230;\u201d<\/li>\n<\/ol>\n<p>Contudo, n\u00e3o h\u00e1 no texto refer\u00eancia a esse \u201cAcordo com o Estado Isl\u00e2mico\u201d. \u00a0Incorreto.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 2<\/strong><\/p>\n<p>Tendo em vista o contexto&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Mohammed Ahmed diz ter sido \u201cdoutrinado, induzido e at\u00e9 drogado para combater\u201d pelo Estado Isl\u00e2mico. O texto ent\u00e3o d\u00e1 a entender que ele est\u00e1 se justificando, como se estivesse consciente de seus erros e extremamente arrependido. Esse \u201cgrande arrependimento\u201d \u00e9 representado por uma compara\u00e7\u00e3o enf\u00e1tica, representativa de tamanho sentimento de culpa.<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 3<\/strong><\/p>\n<p>A sequ\u00eancia de voc\u00e1bulos \u201cisl\u00e2mico, vit\u00f3ria, at\u00e9, p\u00fablico\u201d&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>As palavras do enunciado s\u00e3o acentuadas respectivamente pelas seguintes regras:<\/p>\n<p>Isl\u00e2mico- Proparox\u00edtona (todas s\u00e3o acentuadas)<\/p>\n<p>Vit\u00f3ria \u2013 Acentuam-se as parox\u00edtonas terminadas em ditongo.<\/p>\n<p>At\u00e9 \u2013 Acentuam-se as ox\u00edtonas terminadas em A,E, O (seguidas ou n\u00e3o de S), Em, Ens.<\/p>\n<p>P\u00fablico &#8211; Proparox\u00edtona (todas s\u00e3o acentuadas)<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, nosso gabarito, com as respectivas palavras e regras, \u00e9 a letra B.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 4<\/strong><\/p>\n<p>Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam divis\u00e3o sil\u00e1bica correta&#8230;<\/p>\n<p>Na letra A, a divis\u00e3o est\u00e1 correta.<\/p>\n<p>Vamos corrigir as erradas:<\/p>\n<p>Pois (trata-se de um monoss\u00edlabo)<\/p>\n<p>Es-tig-ma (a s\u00edlaba vai at\u00e9 o G)<\/p>\n<p>In-con-t\u00e1-veis (parox\u00edtona terminada em ditongo)<\/p>\n<p>Fa-m\u00ed-lias (parox\u00edtona terminada em ditongo)<\/p>\n<p>Des-mai-a-va (\u201cai\u201d \u00e9 ditongo)<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 5<\/strong><\/p>\n<p>Tendo em vista as diferentes finalidades do uso dos sinais de pontua\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Mulheres de combatentes \u00e9 sujeito.<\/li>\n<li>b) A separa\u00e7\u00e3o dos termos de mesma fun\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica numa enumera\u00e7\u00e3o \u00e9 feita com v\u00edrgulas, n\u00e3o com dois-pontos.<\/li>\n<li>c) O ponto foi usado apenas para encerrar o par\u00e1grafo.<\/li>\n<li>d) Sim. Temos a separa\u00e7\u00e3o de uma ora\u00e7\u00e3o adjetiva intercalada.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o\u00a0 6<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com as rela\u00e7\u00f5es lingu\u00edsticas e emprego de recursos&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Lhes n\u00e3o pode substituir objeto direto.<\/li>\n<li>b) Sim. Temos coes\u00e3o por \u201celipse\u201d. Embora a palavra esteja impl\u00edcita, sabemos que o referente de \u201carranhavam\u201d e \u201cforam compradas\u201d \u00e9 \u201calgumas dessas meninas e mulheres\u201d.<\/li>\n<li>c) N\u00e3o h\u00e1 repeti\u00e7\u00e3o, \u201cAhmed\u201d s\u00f3 apareceria uma vez.<\/li>\n<li>d) O complemento n\u00e3o \u00e9 direto, pois h\u00e1 a preposi\u00e7\u00e3o \u201ccom\u201d. Al\u00e9m disso, os pronomes obl\u00edquos t\u00f4nicos devem vir preposicionados.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 7<\/strong><\/p>\n<p>Assinale a alternativa que apresenta verbo que exige, no contexto, o mesmo tipo de complemento&#8230;<\/p>\n<p>Em: Mohamed Ahmed as vendeu a outros combatentes, temos objeto direto \u201cas\u201d (as mulheres) e objeto indireto \u201ca outros combatentes\u201d, ent\u00e3o temos um verbo transitivo direto e indireto.<\/p>\n<p>O mesmo ocorre em:<\/p>\n<p>Enviou <strong>cartas (Objeto direto)<\/strong> <u>aos pais e respons\u00e1veis (Objeto indireto) <\/u><\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 8<\/strong><\/p>\n<p>Os trechos selecionados a seguir ilustram&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Na letra B, temos um sujeito paciente:<\/p>\n<p>Seu depoimento foi reproduzido <strong>pelo Telegraph<\/strong>.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o o \u201cagente verbal\u201d \u00e9 o \u201cagente da passiva\u201d: \u201c<strong>pelo Telegraph<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p>Este termo est\u00e1 expl\u00edcito, ent\u00e3o n\u00e3o foi utilizada a possibilidade de omitir o agente da passiva. Gabarito letra B.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 9<\/strong><\/p>\n<p>No 3\u00ba par\u00e1grafo&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Vejamos o par\u00e1grafo:<\/p>\n<p>Todos os profissionais do ramo sabem que n\u00e3o existem culpados nas cadeias<strong>:<\/strong> a esmagadora maioria dos presos, em qualquer lugar, se diz inocente. Mesmo quando culpados, sempre existe uma desculpa e Ahmed \u00e9 um caso t\u00edpico numa situa\u00e7\u00e3o extremamente at\u00edpica.<\/p>\n<p>Sabemos que o sinal de dois-pontos estabelece uma rela\u00e7\u00e3o de explica\u00e7\u00e3o, desenvolvimento, esclarecimento entre o que foi dito antes e o que vem depois da pontua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o autor usa uma assertiva n\u00e3o muito clara (de valor sem\u00e2ntico impl\u00edcito) e logo em seguida a explica melhor, introduzindo esse esclarecimento com o sinal de dois pontos.<\/p>\n<p><strong>Todos os profissionais do ramo sabem que n\u00e3o existem culpados nas cadeias (Como assim, por qu\u00ea?):<\/strong> <em><u>a esmagadora maioria dos presos, em qualquer lugar, se diz inocente. Mesmo quando culpados, sempre existe uma desculpa<\/u><\/em><u> e Ahmed \u00e9 um caso t\u00edpico numa situa\u00e7\u00e3o extremamente at\u00edpica<\/u>. (explica\u00e7\u00e3o da afirma\u00e7\u00e3o \u201cn\u00e3o existem culpados nas cadeias\u201d, ou seja, justificativa para o coment\u00e1rio do autor, elucida\u00e7\u00e3o de sua real inten\u00e7\u00e3o ao dizer aquilo.)<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<ol>\n<li>B) A justificativa \u00e9 dada para o seu coment\u00e1rio: \u201c<strong>Todos os profissionais do ramo sabem que n\u00e3o existem culpados nas cadeias<\/strong>\u201d. N\u00e3o \u00e9 para o fato de ser at\u00edpico ou n\u00e3o. Incorreto.<\/li>\n<li>C) \u201cAhmed\u201d n\u00e3o \u00e9 \u201capresentado\u201d (como se fosse a primeira vez que aparece no texto). Ele j\u00e1 foi apresentado antes e \u00e9 apenas objeto de uma nova refer\u00eancia. Incorreto.<\/li>\n<li>D) Essa parte de \u201cuma situa\u00e7\u00e3o que exige a\u00e7\u00f5es efetivas que possam transformar o cen\u00e1rio atual e o sistema respons\u00e1vel pelas puni\u00e7\u00f5es em casos t\u00edpicos e at\u00edpicos sem que haja quaisquer tipos de privil\u00e9gios&#8230;\u201d n\u00e3o aparece no texto, \u00e9 apenas o examinador jogando \u201cisca\u201d para o candidato se identificar pessoalmente, concordar e marcar como certo. Incorreto.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Quest\u00e3o 10<\/strong><\/p>\n<p>No \u00faltimo par\u00e1grafo do texto&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>A pergunta \u201co que fazer com eles?\u201d \u00e9 uma estrat\u00e9gia discursiva do autor para mostrar seu sentimento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o descrita. A pergunta n\u00e3o \u00e9 direta, n\u00e3o \u00e9 para ser respondida, n\u00e3o visa primariamente a obten\u00e7\u00e3o de uma informa\u00e7\u00e3o ou resposta categ\u00f3rica. Antes, \u00e9 um convite \u00e0 reflex\u00e3o e uma forma de dar \u00eanfase ao fato de que o autor n\u00e3o sabe de fato o que fazer com eles.<\/p>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 11<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com as informa\u00e7\u00f5es&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Muito cuidado. A banca limitou a pergunta ao \u00e2mbito do dois primeiros par\u00e1grafos, ou seja, aos par\u00e1grafos de introdu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreto. N\u00e3o h\u00e1 narra\u00e7\u00e3o alguma, apenas a apresenta\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es num\u00e9ricas sobre a despropor\u00e7\u00e3o entre homens e mulheres em posi\u00e7\u00f5es de poder.<\/li>\n<li>b) Incorreto. A \u201cnecessidade de equipara\u00e7\u00e3o\u201d pode ser uma realidade, mas isso n\u00e3o consta nos dois primeiros par\u00e1grafos. Cuidado para n\u00e3o concordar e marcar que est\u00e1 certo.<\/li>\n<li>c) Incorreto. N\u00e3o conclui nada ainda, temos apenas os par\u00e1grafos introdut\u00f3rios.<\/li>\n<li>d) Correto. Na introdu\u00e7\u00e3o, a autora mostra fatos que sup\u00f5e ser de conhecimento geral e os explicita por meio de dados num\u00e9ricos. Com isso, ela quer desde j\u00e1 alinhar ao leitor para seus futuros argumentos a favor da igualdade pol\u00edtica das mulheres.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 12<\/strong><\/p>\n<p>Acerca da estrutura argumentativa&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Cuidado, a banca quer a incorreta.<\/p>\n<p>Argumento de autoridade \u00e9 uma estrat\u00e9gia argumentativa que consiste em se valer da opini\u00e3o de determinado especialista ou pessoa com grande credibilidade em determinado campo do conhecimento, para corroborar ou refutar uma tese. Basicamente, \u00e9 citar uma fonte com not\u00f3ria credibilidade.<\/p>\n<ol>\n<li>a) Correto. O adv\u00e9rbio \u201capenas\u201d revela a opini\u00e3o da autora, que tem expectativa de que esses n\u00fameros fossem menos discrepantes.<\/li>\n<li>b) Correto. As compara\u00e7\u00f5es e dados num\u00e9ricos mostram que a autora defende uma divis\u00e3o mais equilibrada do poder.<\/li>\n<\/ol>\n<p>H\u00e1 um erro grave de pontua\u00e7\u00e3o, pois a v\u00edrgula separou o sujeito do verbo. Contudo, a pergunta era sobre a \u201cestrutura argumentativa\u201d, ent\u00e3o a banca n\u00e3o vai pensar na corre\u00e7\u00e3o da pontua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<ol>\n<li>c) Incorreto. N\u00e3o h\u00e1 refer\u00eancia a \u201cinstitutos reconhecidos\u201d ou \u201cpesquisas quantitativas\u201d. A porcentagem \u00e9 apenas mencionada como um fato not\u00f3rio, sem cita\u00e7\u00e3o da fonte.<\/li>\n<li>d) Correto. Os dados estat\u00edsticos s\u00e3o, em tese, dados objetivos. Por isso, fortalecem a argumenta\u00e7\u00e3o, pelo seu status de \u201cfato\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 13<\/strong><\/p>\n<p>Considerando-se o conte\u00fado&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>O t\u00edtulo \u00e9 uma parte muito importante do texto, pois normalmente traz o assunto do texto, bem como sugere sua tese.<\/p>\n<p>Aqui a banca somente trocou uma preposi\u00e7\u00e3o por outra, tamb\u00e9m aceita pelo nome \u201cculto\u201d na reg\u00eancia de seu complemento nominal.<\/p>\n<p>Mulheres e poder contra o culto <strong>da<\/strong> ignor\u00e2ncia machista<\/p>\n<p>Mulheres e poder contra o culto <strong>\u00e0<\/strong> ignor\u00e2ncia machista<\/p>\n<p>A troca da preposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o altera o sentido original, que indica rela\u00e7\u00e3o passiva: a ignor\u00e2ncia machista \u00e9 cultuada.<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 14<\/strong><\/p>\n<p>Estabele\u00e7a a associa\u00e7\u00e3o correta&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Vamos relembrar aqui o uso dos \u201cporqu\u00eas\u201d.<\/p>\n<p><strong><em>Porque: <\/em><\/strong><em>conjun\u00e7\u00e3o explicativa ou causal, ou seja, introduz uma explica\u00e7\u00e3o ou causa da ora\u00e7\u00e3o anterior.<\/em><\/p>\n<p><em>Ex: Estudo porque sei que minha hora vai chegar.<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Por que: <\/em><\/strong><em>\u00e9 usado em frases interrogativas, diretas ou indiretas (com ou sem ponto de interroga\u00e7\u00e3o), ou pode ser Por (preposi\u00e7\u00e3o) + (Que) pronome relativo, equivalente a \u201cpelo qual\u201d, \u201cpela qual\u201d.<\/em><\/p>\n<p><em>Ex: Por que voc\u00ea \u00e9 grosseiro? (por que motivo)<\/em><\/p>\n<p><em>Ex: N\u00e3o sei por que voc\u00ea se foi&#8230; (por que motivo)<\/em><\/p>\n<p><em>Ex: S\u00f3 eu sei as esquinas por que passei. (pelas quais passei)<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Por qu\u00ea: <\/em><\/strong><em>\u00c9 o mesmo caso acima, quando ocorre em final de per\u00edodo ou antes de pausa. O macete <\/em><strong><em>\u00e9 pensar que pontua\u00e7\u00e3o final atrai o circunflexo. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Ex: Nunca fumou e morreu de c\u00e2ncer. Por qu\u00ea?<\/p>\n<p>Pode aparecer acentuado mesmo n\u00e3o havendo sinal de pontua\u00e7\u00e3o, porque \u00e9 t\u00f4nico (som marcado de \u201c\u00ea\u201d).<\/p>\n<p>Ex: Verifique por qu\u00ea e como aquilo ocorreu.<\/p>\n<p><strong><em>Porqu\u00ea: <\/em><\/strong><em>\u00c9 substantivo, equivale a \u201cmotivo\u201d, \u201craz\u00e3o\u201d; vem com artigo. <\/em><\/p>\n<p>Ex: N\u00e3o foi aprovado e ningu\u00e9m sabe o porqu\u00ea. (ningu\u00e9m sabe o motivo)<\/p>\n<p>No primeiro caso e no \u00faltimo, temos apenas conjun\u00e7\u00f5es: \u201cporque\u201d junto e sem acento.<\/p>\n<p>Nas frases 2 e 3, temos interrogativas indiretas, ent\u00e3o usamos \u201cpor que\u201d.<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 15<\/strong><\/p>\n<p>Depreende-se corretamente do texto&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Aqui, teremos recursos. Entendo que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma correta e a banca se equivocou na reda\u00e7\u00e3o da alternativa.<\/p>\n<p>Veja a letra A, considerada como gabarito:<\/p>\n<p><em>A efic\u00e1cia dos ideais machistas acha amparo e sustentabilidade n\u00e3o apenas na falta de algum questionamento, mas na sua aus\u00eancia; permitindo sua manuten\u00e7\u00e3o nos dias atuais. \u00a0<\/em><\/p>\n<p>A alternativa n\u00e3o faz muito sentido, pois traz um trecho visivelmente contradit\u00f3rio:<\/p>\n<p>N\u00e3o apenas na falta de algum questionamento, mas na sua aus\u00eancia&#8230;<\/p>\n<p>Como assim? Falta e aus\u00eancia s\u00e3o sin\u00f4nimos aqui:<\/p>\n<p>***N\u00e3o apenas na aus\u00eancia de questionamento, mas na aus\u00eancia de questionamento? N\u00e3o faz sentido. Porque usar uma express\u00e3o aditiva para indicar duas coisas iguais?<\/p>\n<p>No texto original, a autora apenas menciona uma vari\u00e1vel: a aus\u00eancia de questionamento.<\/p>\n<p><strong><em>Na aus\u00eancia de questionamento,<\/em><\/strong><em> o machismo aparece como culto da ignor\u00e2ncia \u00fatil na manuten\u00e7\u00e3o da domina\u00e7\u00e3o que depende do confinamento das mulheres na esfera da vida dom\u00e9stica para que se mantenham longe do poder.<\/em><\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, temos pontua\u00e7\u00e3o inadequada. O ponto e v\u00edrgula n\u00e3o deve ser usado para separar ora\u00e7\u00f5es subordinadas. Esse \u201cpermitindo sua manuten\u00e7\u00e3o (manuten\u00e7\u00e3o da efic\u00e1cia?) nos dias atuais\u201d&#8230;<\/p>\n<p>A banca provavelmente quis dizer: \u201cmanuten\u00e7\u00e3o dos ideais machistas\u201d.<\/p>\n<ol>\n<li>b) No texto, a naturaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 apresentada como algo negativo apenas.<\/li>\n<li>c) O item, al\u00e9m de confuso, \u00e9 amb\u00edguo: quem \u00e9 um e quem \u00e9 outro?<\/li>\n<li>d) N\u00e3o foi dito que \u201cos princ\u00edpios morais\u201d s\u00e3o base da sociedade do s\u00e9culo XXI. A autora tamb\u00e9m n\u00e3o disse que a sociedade est\u00e1 \u201cbem estruturada\u201d. Al\u00e9m disso, veja o problema na concord\u00e2ncia: \u201ca naturaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o podem?\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Ent\u00e3o, entendo que a banca deva anular o item, por aus\u00eancia de resposta correta.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 16<\/strong><\/p>\n<p>A sequ\u00eancia sem\u00e2ntica e argumentativa&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>O conectivo \u201cmesmo assim\u201d funciona como mecanismo de coes\u00e3o e estabelece com as informa\u00e7\u00f5es anteriores uma ideia de concess\u00e3o, quebra de expectativa, uma oposi\u00e7\u00e3o entre a ocorr\u00eancia de um fato com a ideia de que ele n\u00e3o deveria ocorrer.<\/p>\n<p>Veja a rela\u00e7\u00e3o concessiva:<\/p>\n<p><em>Por meio dele (do h\u00e1bito de \u201cnaturalizar\u201d), passamos a acreditar que as coisas s\u00e3o como s\u00e3o e n\u00e3o poderiam ser de outro modo. Nem poderiam ser questionadas.<\/em><\/p>\n<p><strong>Mesmo assim (apesar desse fato)<\/strong>, h\u00e1 quest\u00f5es b\u00e1sicas relativas ao que chamamos de sociedade patriarcal \u00e0s quais ningu\u00e9m pode se furtar<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, temos oposi\u00e7\u00e3o entre \u201ccoisas que n\u00e3o devem ser questionadas\u201d e \u201ch\u00e1 quest\u00f5es \u00e0s quais ningu\u00e9m pode se furtar (evitar)\u201d<\/p>\n<ol>\n<li>a) N\u00e3o se mant\u00e9m a dire\u00e7\u00e3o do significado, pois a conjun\u00e7\u00e3o concessiva quebra uma expectativa, muda o resultado esperado.<\/li>\n<li>b) Ent\u00e3o \u00e9 conectivo conclusivo, n\u00e3o \u00e9 um conectivo concessivo e n\u00e3o pode ser usado em seu lugar.<\/li>\n<li>c) Correto. H\u00e1 contrariedade entre o ponto de vista (as coisas n\u00e3o poderiam ser questionadas\u201d e o conte\u00fado a seguir: \u201ch\u00e1 questionamentos que n\u00e3o podem ser evitados\u201d.<\/li>\n<li>d) A rela\u00e7\u00e3o coesiva \u00e9 feita com o par\u00e1grafo anterior. Todo o texto forma um todo coeso, que n\u00e3o \u00e9 quebrado na mudan\u00e7a de par\u00e1grafo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 17<\/strong><\/p>\n<p>Em \u201cmesmo assim&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Aqui teremos chuva de recurso!<\/p>\n<p>A crase \u00e9 a fus\u00e3o de sons iguais, ent\u00e3o temos que buscar as duas \u201cmetades\u201d dessa \u201ccrase\u201d:<\/p>\n<p>Furtar-se a+as quais= \u00e0s quais.<\/p>\n<p>A viol\u00eancia foi reservada a+as mulheres=\u00e0s mulheres<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, percebemos que a crase, na segunda ocorr\u00eancia, \u00e9 adequada porque o termo regente, o verbo transitivo indireto, exigiu a preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d, que se fundiu ao artigo feminino no plural em \u201cas mulheres\u201d.<\/p>\n<p>No primeiro caso, a preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d se fundiu ao \u201cas\u201d que integra o pronome relativo feminino plural \u201cas quais\u201d. Ent\u00e3o, n\u00e3o podemos dizer que a crase est\u00e1 associada \u201c\u00e0 presen\u00e7a do artigo \u2018a\u2019 em sua varia\u00e7\u00e3o plural\u201d. Temos fus\u00e3o de preposi\u00e7\u00e3o com pronome relativo.<\/p>\n<p>O gabarito \u00e9 letra D, mas n\u00e3o est\u00e1 correto.<\/p>\n<p>Vejamos as demais:<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreto. Temos casos obrigat\u00f3rios.<\/li>\n<li>b) A justificativa n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o plural, \u00e9 a presen\u00e7a da preposi\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria tamb\u00e9m.<\/li>\n<li>c) Incorreto. \u201cOutro qualquer\u201d n\u00e3o! Se voc\u00ea trocar por outro termo regente que tamb\u00e9m pe\u00e7a a preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d, a necessidade do acento grave permanece.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Para quem quiser embasar o recurso, segue o trecho da gram\u00e1tica do Bechara, sempre citado nas \u201cdefesas\u201d da Consulplan:<\/p>\n<p>XVI \u2013 Acento grave<\/p>\n<p>44) Emprega-se o acento grave nos casos de crase e aqueles indicados em Emprego do \u00e0 acentuado.<\/p>\n<p>1.\u00ba) Na contra\u00e7\u00e3o da preposi\u00e7\u00e3o a com as formas femininas do artigo o ou pronome demonstrativo o: \u00e0 (de a+a), \u00e0s (de a+as).<\/p>\n<p>2.\u00ba) Na contra\u00e7\u00e3o da preposi\u00e7\u00e3o a com o a inicial dos demonstrativos aquele, aquela, aqueles, aquelas, e aquilo ou ainda da mesma preposi\u00e7\u00e3o com compostos aqueloutro e suas<\/p>\n<p>flex\u00f5es: \u00e0quele(s), \u00e0quela(s), \u00e0quilo, \u00e0queloutro(s), \u00e0queloutras(s).<\/p>\n<p><strong><em><u>3.\u00ba) Na contra\u00e7\u00e3o da preposi\u00e7\u00e3o a com os pronomes relativos a qual, as quais: \u00e0 qual, \u00e0s quais.<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Moderna Gram\u00e1tica Portuguesa, 37\u00aa Edi\u00e7\u00e3o, Evanildo Bechara. Editora Nova Fronteira.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 18<\/strong><\/p>\n<p>Considere as afirmativas abaixo&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>I- Correto. Nos mostra equivale a \u201cmostra a n\u00f3s\u201d, com a diferen\u00e7a de ter sido usado um pronome obl\u00edquo t\u00f4nico (a n\u00f3s) no lugar do \u00e1tono (nos).<\/p>\n<p>II- Incorreto. Relativas a+aquilo= relativas \u00e0quilo. Seria obrigat\u00f3rio usar crase.<\/p>\n<p>III- Correto. A ora\u00e7\u00e3o adjetiva foi substitu\u00edda por um adjetivo. Ent\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 preju\u00edzo sem\u00e2ntico.<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 19<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o contexto, assinale o par de voc\u00e1bulos&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o direta de vocabul\u00e1rio.<\/p>\n<p>Furtar-se a algo \u00e9 o mesmo que \u201cevitar algo\u201d ou \u201cesquivar-se de algo\u201d.<\/p>\n<p>Concernir foi usado com sentido de \u201ccaber a\u201d. As ora\u00e7\u00f5es \u201co poder concerne aos homens\u201d e \u201co poder pertence aos homens\u201d, no contexto, s\u00e3o equivalentes.<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 20<\/strong><\/p>\n<p>No segmento destacado, o verbo haver&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o bem batida sobre o verbo \u2018haver\u2019. Sabemos que o verbo haver \u00e9 impessoal e n\u00e3o se flexiona quando:<\/p>\n<p>Tem sentido de existir\/ocorrer<\/p>\n<p>Ex: Houve\/Ocorreram alguns imprevistos<\/p>\n<p>Tem sentido de tempo decorrido<\/p>\n<p>Ex: H\u00e1 2 anos n\u00e3o fumo.<\/p>\n<p>Vejamos.<\/p>\n<ol>\n<li>a) &#8230;houve\/ocorreram duas guerras&#8230; O verbo n\u00e3o se flexiona. Correto.<\/li>\n<li>b) &#8230;(Ele) houve de tudo e hoje nada possui. O verbo haver \u00e9 pessoal, pois tem sentido de \u201cter, possuir\u201d.<\/li>\n<li>c) Deixou de fumar h\u00e1 anos&#8230; Sentido de tempo decorrido, sem flex\u00e3o. Correto.<\/li>\n<li>d) &#8230;h\u00e1 algu\u00e9m \u00e0 porta&#8230; Sentido de \u201cexistir\u201d, sem flex\u00e3o. Correto.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 21<\/strong><\/p>\n<p>Assinale a alternativa em que a reescritura&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>No texto original, em \u201ccomo se fosse um direito natural\u201d, temos uma compara\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica. O conectivo \u201cenquanto\u201d tem ideia de tempo simult\u00e2neo. Temos que buscar alternativa que mantenha esses sentidos.<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreto. Ainda que tem sentido de concess\u00e3o.<\/li>\n<li>b) Incorreto. \u201cDeste modo\u201d sugere uma conclus\u00e3o e o texto original traz sentido de tempo.<\/li>\n<li>c) Correto. A banca mudou de voz passiva anal\u00edtica para sint\u00e9tica.<\/li>\n<\/ol>\n<p>o poder \u00e9 reservado aos homens&gt;reserva-se o poder aos homens<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, trocou \u201cenquanto\u201d por \u201cao mesmo tempo\u201d; ambos expressam no\u00e7\u00e3o de tempo simult\u00e2neo.<\/p>\n<ol>\n<li>d) Incorreto. A express\u00e3o \u201c\u00e0 medida em que\u201d n\u00e3o existe. Temos:<\/li>\n<\/ol>\n<p>na medida em que (conectivo causal)<\/p>\n<p>\u00e0 medida que (conectivo proporcional)<\/p>\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 22<\/strong><\/p>\n<p>Acerca da estrutura e caracter\u00edsticas lingu\u00edsticas&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o sobre tipologia textual e estrutura do texto argumentativo.<\/p>\n<ol>\n<li>a) Incorreto. O segundo par\u00e1grafo n\u00e3o conclui nada, apenas narra acontecimentos do \u201cRali da liberdade de Express\u00e3o\u201d.<\/li>\n<li>b) Incorreto. Que pesquisa? O texto n\u00e3o tem como finalidade informar resultado de nenhuma pesquisa.<\/li>\n<li>c) N\u00e3o h\u00e1 um encadeamento de causa-efeito. O texto informa sobre o \u201cRali da liberdade de express\u00e3o\u201d e as medidas que foram tomadas para evitar que se repetissem os fatos de outro evento, <em>Charlottesville<\/em>, quando dezenas de pessoas ficaram feridas e uma mulher morreu.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Temos uma not\u00edcia, que tende a ser objetiva, imparcial e apenas informar fatos de modo neutro. Por isso, temos elementos t\u00edpicos da reda\u00e7\u00e3o impessoal, como:<\/p>\n<p><strong>verbos na terceira pessoa<\/strong> (a primeira pessoa \u201cenfraquece\u201d a objetividade, pois aproxima o conte\u00fado escrito de uma posi\u00e7\u00e3o pessoal):<\/p>\n<p>\u201cA manifesta\u00e7\u00e3o de extrema-direita terminou pouco depois das 15h [&#8230;]\u201d (2\u00ba\u00a7)<\/p>\n<p>\u201c[&#8230;] a pol\u00edcia instalou novas c\u00e2meras de vigil\u00e2ncia na<\/p>\n<p>regi\u00e3o e colocou restri\u00e7\u00f5es ao evento [&#8230;]\u201d (7\u00ba\u00a7)<\/p>\n<p>\u201c[&#8230;] que reuniu at\u00e9 mesmo neonazistas, supremacistas brancos e simpatizantes do grupo racista Ku Klux Klan. \u201d (5\u00ba\u00a7)<\/p>\n<p><strong>Dados num\u00e9ricos: <\/strong><\/p>\n<p>Mais de <strong>500 policiais foram deslocados para os locais de protest<\/strong>os, com o objetivo de evitar que a a\u00e7\u00e3o da extrema-direita marcada para hoje repita os acontecimentos de Charlottesville, quando <strong>dezenas ficaram feridas e uma mulher morreu<\/strong>. O comission\u00e1rio da pol\u00edcia de Boston, William Evans, afirmou que <strong>27 pessoas foram detidas<\/strong>.<\/p>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 23<\/strong><\/p>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o de fatos relevantes&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>O \u201crompimento com a total imparcialidade\u201d pode ser percebido pelo vocabul\u00e1rio, pois a escolha dos substantivos (que d\u00e1 nome \u00e0s coisas) e dos adjetivos revela a vis\u00e3o do autor sobre o fato:<\/p>\n<p>Veja:<\/p>\n<p><em>\u201c[&#8230;] que reuniu at\u00e9 mesmo <strong>neonazistas<\/strong>, <strong>supremacistas<\/strong> brancos e simpatizantes do grupo <strong>racista<\/strong> Ku Klux Klan. \u201d (5\u00ba\u00a7)<\/em><\/p>\n<p>Os substantivos utilizados e o adjetivo \u201cracista\u201d, segundo o entendimento da banca, s\u00e3o indicativos da opini\u00e3o particular do autor, pois revela que associa diretamente \u201cmanifesta\u00e7\u00e3o de extrema-direita\u201d a \u201cnazismo e racismo\u201d, isto \u00e9, os trata por \u201csin\u00f4nimos\u201d. Essa identifica\u00e7\u00e3o pode n\u00e3o ser partilhada por todos, o que tornaria ent\u00e3o esse trecho \u201cpessoal\u201d.<\/p>\n<p>A banca queria que o candidato considerasse esse par\u00e1grafo em conjunto com este, muito mais expl\u00edcito na sua opini\u00e3o:<\/p>\n<p><em>Ao mesmo tempo, tamb\u00e9m em Boston, grupos de ativistas realizam um <strong>enorme<\/strong> contraprotesto, com dezenas de cartazes em <strong>rep\u00fadio<\/strong> a ideias <strong>nazistas<\/strong>, de supremacia branca e <strong>xen\u00f3fobas<\/strong>. \u00a0<\/em><\/p>\n<p>Por isso, e pelo fato de as outras alternativas trazerem linguagem neutra, nosso gabarito \u00e9 letra C.<\/p>\n<p>Obs: Apesar de um recurso ser remoto, n\u00e3o concordo muito com esse gabarito, pois poder\u00edamos interpretar o adjetivo \u201cracista\u201d como um adjetivo objetivo, puramente descritivo, j\u00e1 que, de fato, o movimento Ku Klux Klan \u00e9 notoriamente conhecido por uma ideologia racial espec\u00edfica. Em outras palavras, \u00e9 um grupo \u201cracista\u201d que defende a supremacia branca. Assim, \u201cracista\u201d n\u00e3o \u00e9 uma opini\u00e3o, \u00e9 um fato distintivo da ideologia do grupo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 24<\/strong><\/p>\n<p>\u2500\u2500 o segmento separado pelos travess\u00f5es&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Os travess\u00f5es marcam express\u00e3o explicativa do termo \u201crestri\u00e7\u00f5es\u201d, que est\u00e1 intercalada e deve vir obrigatoriamente marcada por pontua\u00e7\u00e3o; por isso, os travess\u00f5es poderiam ser substitu\u00eddos por v\u00edrgulas ou at\u00e9 par\u00eanteses.<\/p>\n<ol>\n<li>a) N\u00e3o temos adjunto adverbial, mas aposto explicativo.<\/li>\n<li>b) O aposto \u00e9 explicativo. O aposto especificativo n\u00e3o vem marcado por v\u00edrgulas. Por exemplo: O menino <u>Jesus<\/u>, O jogador <u>Messi<\/u>, A praia <u>de Copacabana<\/u>, O crime <u>de furto<\/u>.<\/li>\n<li>c) N\u00e3o temos discurso direto, pois n\u00e3o h\u00e1 reprodu\u00e7\u00e3o literal da fala de ningu\u00e9m.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o 25<\/strong><\/p>\n<p>\u201cMilhares de pessoas participaram de um evento&#8230;\u201d<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios:<\/p>\n<p>Em \u201ctuitou sobre as marchas\u201d, temos \u201ctuitar\u201d como um verbo transitivo indireto, j\u00e1 que pediu complemento introduzido pela preposi\u00e7\u00e3o \u201csobre\u201d. O mesmo ocorre em: \u201cparticiparam de um evento\u201d, frase do enunciado, tamb\u00e9m com verbo transitivo indireto.<\/p>\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n<p>Na letra B, temos voz passiva, n\u00e3o h\u00e1 complemento.<\/p>\n<p>Na letra C, \u201cpatrulhar\u201d \u00e9 VTD e n\u00e3o pede preposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na letra D, \u201clevantar\u201d \u00e9 VTD e n\u00e3o pede preposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal. Aqui quem fala \u00e9 o professor Felipe, de l\u00edngua portuguesa. Trago agora a resolu\u00e7\u00e3o da prova do TJ MG, aplicada domingo pela Consulplan. A prova revela o estilo da Consulplan em concursos de grande porte: quest\u00f5es dif\u00edceis, ora pela complexidade, ora pela elabora\u00e7\u00e3o problem\u00e1tica. H\u00e1 possibilidade de recurso em 3 quest\u00f5es. 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