{"id":904099,"date":"2021-11-09T11:22:56","date_gmt":"2021-11-09T14:22:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=904099"},"modified":"2021-11-09T11:22:57","modified_gmt":"2021-11-09T14:22:57","slug":"informativo-stf-1035-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1035-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1035 Comentado"},"content":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1035 do STF <strong>COMENTADO <\/strong>pintando na telinha!<\/p>\n<p>Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n<p><!-- \/wp:post-content --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph {\"align\":\"center\",\"fontSize\":\"huge\"} --><\/p>\n<p class=\"has-text-align-center has-huge-font-size\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/09112237\/stf-1035.pdf\">DOWNLOAD do PDF AQUI!<\/a><\/strong><\/p>\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_XoS5-51c508\"><div id=\"lyte_XoS5-51c508\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/XoS5-51c508\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/XoS5-51c508\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/XoS5-51c508\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc87023615\"><\/a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc87023616\"><\/a>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Documento de identifica\u00e7\u00e3o de c\u00e3es-guia para deficientes visuais<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>O propriet\u00e1rio de c\u00e3o-guia ou seu instrutor\/adestrador n\u00e3o est\u00e3o obrigados a se filiarem, ainda que indiretamente, a federa\u00e7\u00e3o internacional.<\/p>\n<p>ADI 4267\/SP, relator Min. Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 22.10.2021 (Info 1035)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023617\"><\/a>1.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A ent\u00e3o procuradora-geral da Rep\u00fablica, Deborah Duprat, ajuizou a ADI 4267 contra artigos de Lei Estadual Paulista que trata sobre o ingresso e perman\u00eancia de c\u00e3es-guia em locais p\u00fablicos e privados.<\/p>\n<p>Segundo a a\u00e7\u00e3o, esses dispositivos t\u00eam correspond\u00eancia com os artigos 2\u00ba e 5\u00ba da Lei Federal 11.126\/05, que foram vetados pelo presidente da Rep\u00fablica por obrigarem o propriet\u00e1rio do c\u00e3o-guia ou seu instrutor\/adestrador a se filiarem \u00e0 Federa\u00e7\u00e3o Internacional de C\u00e3es-guia. Tal fato, conforme a procuradora-geral, ofende os direitos de livre associa\u00e7\u00e3o (art.5\u00ba, XVII e XX, da CF) e de livre exerc\u00edcio do trabalho, of\u00edcio ou profiss\u00e3o (art. 5\u00ba, XIII, CF).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023618\"><\/a>1.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023619\"><\/a>1.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<p>Art. 5\u00ba Todos s\u00e3o iguais perante a lei, sem distin\u00e7\u00e3o de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Pa\u00eds a inviolabilidade do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade, \u00e0 igualdade, \u00e0 seguran\u00e7a e \u00e0 propriedade, nos termos seguintes: (&#8230;) XX &#8211; ningu\u00e9m poder\u00e1 ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;<\/p>\n<p>Art. 24. Compete \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: (&#8230;) XIV &#8211; prote\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o social das pessoas portadoras de defici\u00eancia;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023620\"><\/a>1.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Necess\u00e1ria a filia\u00e7\u00e3o dos doguinhos e seus donos\/adestradores?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>\u00d3bvio que N\u00c3O!!!<\/strong><\/p>\n<p><strong>A compet\u00eancia para dispor sobre necessidades locais dos portadores de defici\u00eancia \u00e9 dos estados-membros<\/strong>. <u>Por\u00e9m, regulamenta\u00e7\u00e3o que imponha deveres e condi\u00e7\u00f5es, ou que eventualmente ocasione assimetrias regionais ao gozo de direito por portadores de defici\u00eancia, carece de necess\u00e1ria uniformiza\u00e7\u00e3o nacional<\/u>, na medida em que cabe \u00e0 lei federal fixar as normas gerais de prote\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o social das pessoas portadoras de defici\u00eancia, conforme indica o art. 24, XIV, da CF.<\/p>\n<p>Ademais, os dispositivos legais impugnados, ao imporem aos instrutores, treinadores e fam\u00edlias de acolhimento filia\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria a entidade privada, violam a liberdade negativa de n\u00e3o se associar, em flagrante inconstitucionalidade.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023621\"><\/a>1.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, conheceu da a\u00e7\u00e3o direta e, no m\u00e9rito, julgou parcialmente procedente o pedido formulado para declarar a inconstitucionalidade da express\u00e3o \u201cdevidamente vinculada \u00e0 Federa\u00e7\u00e3o Internacional de C\u00e3es-Guia\u201d constante no art. 81 da Lei 12.907\/2008, bem como das express\u00f5es \u201creconhecidos pela Federa\u00e7\u00e3o Internacional de C\u00e3es-Guia\u201d e \u201cfiliadas \u00e0 Federa\u00e7\u00e3o Internacional de C\u00e3es-Guia\u201d, previstas no art. 85 da referida lei estadual, nos termos do voto do relator.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc87023622\"><\/a>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Piso salarial regional e exclus\u00e3o dos contratos de aprendizagem<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o viola a Constitui\u00e7\u00e3o Federal a exclus\u00e3o dos aprendizes do rol de beneficiados por piso salarial regional.<\/p>\n<p>ADI 6223\/SP, relator Min. Edson Fachin, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Min. Alexandre de Moraes, julgamento virtual finalizado em 22.10.2021 (Info 1035)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023623\"><\/a>2.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica ajuizou a ADI 6223 conta leis estaduais que exclu\u00edam da incid\u00eancia do piso salarial regional os contratos de aprendizagem, ao argumento de que usurpariam a compet\u00eancia da Uni\u00e3o para legislar sobre direito do trabalho.<\/p>\n<p>Outro argumento era o de viola\u00e7\u00e3o da igualdade, ao restringir o \u00e2mbito de prote\u00e7\u00e3o de direito social destinado a todos os trabalhadores urbanos e rurais, inclu\u00eddos os aprendizes.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023624\"><\/a>2.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023625\"><\/a>2.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<p>Art. 22. Compete privativamente \u00e0 Uni\u00e3o legislar sobre: (&#8230;) Par\u00e1grafo \u00fanico. Lei complementar poder\u00e1 autorizar os Estados a legislar sobre quest\u00f5es espec\u00edficas das mat\u00e9rias relacionadas neste artigo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023626\"><\/a>2.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tal norma ofende a CF?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!<\/strong><\/p>\n<p>Isso porque <strong>a Lei Complementar 103\/2000, editada com base no art. 22, par\u00e1grafo \u00fanico, da CF confere uma faculdade aos entes regionais para estabelecer ou n\u00e3o pisos salariais regionais, inexistindo comando espec\u00edfico na referida legisla\u00e7\u00e3o complementar federal para a inclus\u00e3o dos aprendizes entre os beneficiados<\/strong> pelo estabelecimento do piso salarial regional.<\/p>\n<p>Ademais, considerados os objetivos principais do contrato de aprendizagem (forma\u00e7\u00e3o do jovem para o exerc\u00edcio de um of\u00edcio) e o singular regime jur\u00eddico dele decorrente, o <em>discr\u00edmen<\/em> que fundamentou a op\u00e7\u00e3o do legislador estadual est\u00e1 em conson\u00e2ncia com os valores da ordem constitucional vigente.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023627\"><\/a>2.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, conheceu parcialmente da a\u00e7\u00e3o direta e julgou improcedente o pedido formulado, nos termos do voto do ministro Alexandre de Moraes. Vencidos os ministros Edson Fachin (relator), C\u00e1rmen L\u00facia e Rosa Weber.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc87023628\"><\/a>3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Minist\u00e9rio P\u00fablico e autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via para ausentar-se do estado ou da comarca onde exer\u00e7a suas atribui\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 inconstitucional, por configurar ofensa \u00e0 liberdade de locomo\u00e7\u00e3o, a exig\u00eancia de pr\u00e9via comunica\u00e7\u00e3o ou autoriza\u00e7\u00e3o para que os membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico possam se ausentar da comarca ou do estado onde exercem suas atribui\u00e7\u00f5es.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>ADI 6845\/AC, relatora Min. C\u00e1rmen L\u00facia, julgamento virtual finalizado em 22.10.2021 (Info 1035)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023629\"><\/a>3.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A\u00a0Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico (Conamp) ajuizou a ADI 6845 contra a regra que altera a Lei Org\u00e2nica do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado do Acre para obrigar seus membros a comunicar ao corregedor-geral do \u00f3rg\u00e3o, com anteced\u00eancia e por escrito, o afastamento da comarca onde exer\u00e7am suas atribui\u00e7\u00f5es e a solicitar pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o ao procurador-geral de Justi\u00e7a quando tiverem de sair do estado.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023630\"><\/a>3.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023631\"><\/a>3.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A norma \u00e9 constitucional?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nana-nina-N\u00c3O!!!<\/strong><\/p>\n<p>As exig\u00eancias de pr\u00e9via comunica\u00e7\u00e3o ou autoriza\u00e7\u00e3o para que os membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado do Acre possam se ausentar da comarca ou do estado onde exercem suas atribui\u00e7\u00f5es equivale a estabelecer, em desfavor do servidor p\u00fablico, medida restritiva de liberdade, sem motivos v\u00e1lidos que a justifiquem.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><strong>A restri\u00e7\u00e3o \u00e0 liberdade de locomo\u00e7\u00e3o fixada pela norma impugnada revela-se, portanto, desarrazoada e desnecess\u00e1ria<\/strong> para fins de assegurar o cumprimento de deveres institucionais por membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023632\"><\/a>3.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio julgou procedente o pedido formulado em a\u00e7\u00e3o direta para declarar a inconstitucionalidade do art. 101, IX, da Lei Complementar 291\/2014 do Estado do Acre.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc87023633\"><\/a>4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Magistratura: remo\u00e7\u00e3o e isonomia<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 inconstitucional norma de constitui\u00e7\u00e3o estadual que, ao dispor a respeito da remo\u00e7\u00e3o de magistrados, cria distin\u00e7\u00e3o indevida entre ju\u00edzes titulares e substitutos.<\/p>\n<p>ADI 3358\/PE, relatora Min. Rosa Weber, julgamento virtual finalizado em 22.10.2021 (Info 1035)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023634\"><\/a>4.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O STF recebeu a ADI 3358 proposta pela Associa\u00e7\u00e3o dos Magistrados Brasileiros (AMB) contra dispositivos da Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de Pernambuco. S\u00e3o contestados dois artigos que permitem ao presidente do Tribunal de Justi\u00e7a estadual o poder de remover ju\u00edzes substitutos.<\/p>\n<p>A AMB argumenta que essa lei \u00e9 inconstitucional, j\u00e1 que a Constitui\u00e7\u00e3o Federal determina a inamovibilidade dos ju\u00edzes. Os \u00fanicos motivos para a remo\u00e7\u00e3o dos ju\u00edzes ocorrem quando h\u00e1 o interesse p\u00fablico ou a pr\u00e1tica de uma falta disciplinar. E a decis\u00e3o para remover o juiz por interesse p\u00fablico deve ter pelo menos dois ter\u00e7os dos votos do respectivo tribunal. A entidade tamb\u00e9m alega que &#8220;nem a Carta de 1988, nem a Loman [Lei Org\u00e2nica da Magistratura], em mat\u00e9ria de inamovibilidade, fazem qualquer distin\u00e7\u00e3o entre ju\u00edzes titulares ou substitutos&#8221;.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023635\"><\/a>4.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023636\"><\/a>4.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF:<\/p>\n<p>Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, dispor\u00e1 sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princ\u00edpios:<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023637\"><\/a>4.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Houve invas\u00e3o de compet\u00eancias?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!<\/strong><\/p>\n<p>Isso porque, ao dispor sobre mat\u00e9ria pr\u00f3pria do Estatuto da Magistratura, o dispositivo da constitui\u00e7\u00e3o estadual violou, formalmente, a reserva de lei complementar nacional, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, prevista no art. 93,\u00a0caput<strong>,<\/strong>\u00a0da CF.<\/p>\n<p><strong>Enquanto n\u00e3o editada a referida lei complementar, a uniformiza\u00e7\u00e3o do regime jur\u00eddico da magistratura permanece sob a reg\u00eancia da Lei Complementar 35\/1979<\/strong>, a Lei Org\u00e2nica da Magistratura Nacional (LOMAN), de modo que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ao legislador estadual inovar sobre esse \u00e2mbito.<\/p>\n<p>Ademais, o dispositivo impugnado ofendeu, MATERIALMENTE, o princ\u00edpio constitucional da <u>isonomia<\/u> ao estabelecer tratamento diferenciado entre ju\u00edzes titulares e substitutos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023638\"><\/a>4.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio julgou procedente o pedido formulado em a\u00e7\u00e3o direta para declarar a inconstitucionalidade do art. 52, \u00a7\u00a7 2\u00ba e 3\u00ba, da Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de Pernambuco.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc87023639\"><\/a>5.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Reforma trabalhista e benefici\u00e1rios da justi\u00e7a gratuita<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o inconstitucionais as normas trabalhistas que determinam o pagamento de honor\u00e1rios periciais e advocat\u00edcios por benefici\u00e1rios da justi\u00e7a gratuita, caso percam a a\u00e7\u00e3o, mas obtenham cr\u00e9ditos \u200bsuficientes para o pagamento dessas despesas, ainda que em outra demanda.<\/p>\n<p>ADI 5766\/DF, relator Min. Roberto Barroso, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Min. Alexandre de Moraes (Info 1035)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023640\"><\/a>5.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O ent\u00e3o procurador-geral da Rep\u00fablica, Rodrigo Janot, ajuizou no STF a ADI 5766 contra dispositivos da chamada reforma trabalhista, que, em seu entendimento, imp\u00f5em \u201crestri\u00e7\u00f5es inconstitucionais \u00e0 garantia de gratuidade judici\u00e1ria aos que comprovem insufici\u00eancia de recursos, na Justi\u00e7a do Trabalho\u201d. Segundo o procurador, as normas violam as garantias constitucionais de amplo acesso \u00e0 jurisdi\u00e7\u00e3o e a assist\u00eancia judici\u00e1ria integral aos necessitados.<\/p>\n<p>De acordo com Janot, com prop\u00f3sito de desregulamentar as rela\u00e7\u00f5es trabalhistas e o declarado objetivo de reduzir o n\u00famero de demandas na justi\u00e7a, a Lei 13.467\/2017 inseriu 96 disposi\u00e7\u00f5es na CLT, com \u201cintensa\u201d desregulamenta\u00e7\u00e3o da prote\u00e7\u00e3o social do trabalho e redu\u00e7\u00e3o de direitos materiais dos trabalhadores. A ADI requereu a declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade do artigo 790-B da CLT (<em>caput\u00a0<\/em>e par\u00e1grafo 4\u00ba), que responsabiliza a parte sucumbente (vencida) pelo pagamento de honor\u00e1rios periciais, ainda que benefici\u00e1ria da justi\u00e7a gratuita.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023641\"><\/a>5.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023642\"><\/a>5.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF:<\/p>\n<p>Art. 5\u00ba Todos s\u00e3o iguais perante a lei, sem distin\u00e7\u00e3o de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Pa\u00eds a inviolabilidade do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade, \u00e0 igualdade, \u00e0 seguran\u00e7a e \u00e0 propriedade, nos termos seguintes: (&#8230;) LXXIV &#8211; o Estado prestar\u00e1 assist\u00eancia jur\u00eddica integral e gratuita aos que comprovarem insufici\u00eancia de recursos;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CLT:<\/p>\n<p>Art. 790-B.\u00a0\u00a0A responsabilidade pelo pagamento dos honor\u00e1rios periciais \u00e9 da parte sucumbente na pretens\u00e3o objeto da per\u00edcia, ainda que benefici\u00e1ria da justi\u00e7a gratuita. (&#8230;) \u00a7 4\u00ba Somente no caso em que o benefici\u00e1rio da justi\u00e7a gratuita n\u00e3o tenha obtido em ju\u00edzo cr\u00e9ditos capazes de suportar a despesa referida no caput, ainda que em outro processo, a Uni\u00e3o responder\u00e1 pelo encargo.<\/p>\n<p>Art. 791-A.\u00a0\u00a0Ao advogado, ainda que atue em causa pr\u00f3pria, ser\u00e3o devidos honor\u00e1rios de sucumb\u00eancia, fixados entre o m\u00ednimo de 5% (cinco por cento) e o m\u00e1ximo de 15% (quinze por cento) sobre o valor que resultar da liquida\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a, do proveito econ\u00f4mico obtido ou, n\u00e3o sendo poss\u00edvel mensur\u00e1-lo, sobre o valor atualizado da causa. (&#8230;) \u00a7 4\u00ba\u00a0\u00a0Vencido o benefici\u00e1rio da justi\u00e7a gratuita, desde que n\u00e3o tenha obtido em ju\u00edzo, ainda que em outro processo, cr\u00e9ditos capazes de suportar a despesa, as obriga\u00e7\u00f5es decorrentes de sua sucumb\u00eancia ficar\u00e3o sob condi\u00e7\u00e3o suspensiva de exigibilidade e somente poder\u00e3o ser executadas se, nos dois anos subsequentes ao tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situa\u00e7\u00e3o de insufici\u00eancia de recursos que justificou a concess\u00e3o de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obriga\u00e7\u00f5es do benefici\u00e1rio.<\/p>\n<p>Art. 844 &#8211; O n\u00e3o-comparecimento do reclamante \u00e0 audi\u00eancia importa o arquivamento da reclama\u00e7\u00e3o, e o n\u00e3o-comparecimento do reclamado importa revelia, al\u00e9m de confiss\u00e3o quanto \u00e0 mat\u00e9ria de fato. (&#8230;) \u00a7 2\u00ba Na hip\u00f3tese de aus\u00eancia do reclamante, este ser\u00e1 condenado ao pagamento das custas calculadas na forma do art. 789 desta Consolida\u00e7\u00e3o, ainda que benefici\u00e1rio da justi\u00e7a gratuita, salvo se comprovar, no prazo de quinze dias, que a aus\u00eancia ocorreu por motivo legalmente justific\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023643\"><\/a>5.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A norma que determina o pagamento dos honor\u00e1rios sucumbenciais ao benefici\u00e1rio da justi\u00e7a gratuita \u00e9 constitucional?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>De acordo com o STF, N\u00c3O!!!<\/strong><\/p>\n<p><u>As previs\u00f5es violam o art. 5\u00ba, LXXIV, da CF, o qual determina que o Estado preste assist\u00eancia judicial, integral e gratuita, aos que comprovem insufici\u00eancia de recursos<\/u>.<\/p>\n<p>Entender que o mero fato de algu\u00e9m ser vencedor de um processo retira a sua hipossufici\u00eancia seria uma presun\u00e7\u00e3o absoluta da lei e representaria um OBST\u00c1CULO \u00e0 efetiva aplica\u00e7\u00e3o da regra constitucional.\u00a0<\/p>\n<p>Nesse aspecto, a reforma trabalhista estipulou restri\u00e7\u00f5es inconstitucionais a direito fundamental<strong>, pois n\u00e3o \u00e9 razo\u00e1vel nem proporcional a imposi\u00e7\u00e3o do pagamento de honor\u00e1rios periciais e de sucumb\u00eancia pelo benefici\u00e1rio da justi\u00e7a gratuita sem que se prove que ele efetivamente deixou de ser hipossuficiente<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Mas e o pagamento de custas do reclamante benefici\u00e1rio da justi\u00e7a gratuita que faltar \u00e0 audi\u00eancia inicial?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 constitucional a imposi\u00e7\u00e3o do pagamento de custas pelo benefici\u00e1rio da justi\u00e7a gratuita que faltar \u00e0 audi\u00eancia inicial e n\u00e3o apresentar justificativa legal no prazo de 15 dias.<\/p>\n<p>A medida \u00e9 RAZO\u00c1VEL e trata apenas de mais um requisito para a gratuidade judicial, a qual depende n\u00e3o apenas da demonstra\u00e7\u00e3o da hipossufici\u00eancia do reclamante, mas tamb\u00e9m de o benefici\u00e1rio assumir o compromisso de comparecer a todos os atos processuais, salvo motivo legalmente justific\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023644\"><\/a>5.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou parcialmente procedente o pedido formulado na a\u00e7\u00e3o direta, para declarar inconstitucionais os arts. 790-B,\u00a0<strong>caput<\/strong>\u00a0e \u00a7 4\u00ba, e 791-A, \u00a7 4\u00ba, da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT), na reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei 13.467\/2017 (reforma trabalhista), vencidos, nessa parte, os ministros Roberto Barroso (relator), Luiz Fux (presidente), Nunes Marques e Gilmar Mendes. Tamb\u00e9m por maioria, o Plen\u00e1rio julgou improcedente o pedido formulado na a\u00e7\u00e3o direta no tocante ao art. 844, \u00a7 2\u00ba, da CLT, na reda\u00e7\u00e3o dada pela reforma trabalhista, declarando-o constitucional. Vencidos, no ponto, os ministros Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc87023645\"><\/a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc87023646\"><\/a>6.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Par\u00e2metros para o c\u00e1lculo das custas judiciais e das taxas judici\u00e1rias<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 leg\u00edtima a cobran\u00e7a das custas judiciais e das taxas judici\u00e1rias tendo por par\u00e2metro o valor da causa, desde que fixados valores m\u00ednimos e m\u00e1ximos.<\/p>\n<p>ADI 5688\/PB, relator Min. Edson Fachin, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Min. Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 22.10.2021 (Info 1035)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023647\"><\/a>6.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou no STF a ADI 5688 contra dispositivos das Leis estaduais 8.071\/2006 e 6.682\/1998, da Para\u00edba, que alteram valores das custas judiciais e taxas judici\u00e1rias devidas ao estado.<\/p>\n<p>De acordo com a ADI, as normas confrontam os princ\u00edpios constitucionais do acesso \u00e0 justi\u00e7a, da ampla defesa, da proporcionalidade e razoabilidade, da capacidade contributiva, do n\u00e3o confisco tribut\u00e1rio e fere ainda a veda\u00e7\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o da taxa para fins meramente fiscais. A OAB alega que a Lei 8.071\/2006 elevou os valores \u201cmostrando-se manifestamente excessivos, desproporcionais e comprometedores ao exerc\u00edcio do direito constitucional do acesso \u00e0 justi\u00e7a\u201d. E argumenta que a nova legisla\u00e7\u00e3o aumentou o teto das custas judiciais no estado para 900\u00a0Unidades Fiscais de Refer\u00eancia do Estado da Para\u00edba \u2013 UFR <u>(cerca de R$ 41.769), o que representa um aumento de 80%<\/u>. Segundo a entidade, o <strong>Estado da Para\u00edba pratica os maiores valores do judici\u00e1rio brasileiro<\/strong>.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023648\"><\/a>6.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023649\"><\/a>6.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF:<\/p>\n<p>Art. 145. A Uni\u00e3o, os Estados, o Distrito Federal e os Munic\u00edpios poder\u00e3o instituir os seguintes tributos: (&#8230;) II &#8211; taxas, em raz\u00e3o do exerc\u00edcio do poder de pol\u00edcia ou pela utiliza\u00e7\u00e3o, efetiva ou potencial, de servi\u00e7os p\u00fablicos espec\u00edficos e divis\u00edveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023650\"><\/a>6.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 V\u00e1lido o \u201carrocho\u201d das custas paraibanas?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Desde que fixados limites m\u00ednimos e m\u00e1ximos, SIM!!!<\/strong><\/p>\n<p>O art. 145, II, da CF, determina, implicitamente, <strong>que a base de c\u00e1lculo das taxas cobradas pela presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o p\u00fablico espec\u00edfico e divis\u00edvel deve guardar conson\u00e2ncia com o gasto oriundo da atividade estatal<\/strong>.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 se falar em excessiva majora\u00e7\u00e3o dos valores cobrados se a institui\u00e7\u00e3o do tributo, ou o seu reajuste, (a) guardam correla\u00e7\u00e3o com o servi\u00e7o prestado, (b) mostram-se razo\u00e1veis e proporcionais, (c) n\u00e3o impedem o acesso ao Judici\u00e1rio, e (d) n\u00e3o possuem car\u00e1ter confiscat\u00f3rio.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023651\"><\/a>6.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou improcedente o pedido formulado em a\u00e7\u00e3o direta, para declarar a constitucionalidade do art. 3\u00ba da Lei 8.071\/2006 do Estado da Para\u00edba.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc87023652\"><\/a>DIREITO INTERNACIONAL<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc87023653\"><\/a>7.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Extradi\u00e7\u00e3o: Pacote Anticrime e irretroatividade da lei penal mais gravosa<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>EXTRADI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Os fatos incriminados que sejam investigados, anteriores a 24 de dezembro de 2019, imp\u00f5em, para fins de extradi\u00e7\u00e3o, o compromisso do Estado estrangeiro em estabelecer o cumprimento de pena m\u00e1xima de 30 anos para o extraditando.<\/p>\n<p>Ext 1652\/Governo do Chile, relatora Min. Rosa Weber, julgamento em 19.10.2021 (Info 1035)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023654\"><\/a>7.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O Governo do Chile solicitou a extradi\u00e7\u00e3o de um cidad\u00e3o daquele pa\u00eds. O pedido foi formulado pelo Governo do Chile contra o seu nacional Francisco Javier Zavala D\u00edaz, acusado dos crimes de roubo e falsifica\u00e7\u00e3o de documento praticados em 2016 e 2017. Iniciou-se a discuss\u00e3o ent\u00e3o sobre o tempo m\u00e1ximo de pena a ser cumprido pelo extraditado e acerca da retroatividade do pacote anticrime.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc87023655\"><\/a>7.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023656\"><\/a>7.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF:<\/p>\n<p>Art. 5\u00ba Todos s\u00e3o iguais perante a lei, sem distin\u00e7\u00e3o de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Pa\u00eds a inviolabilidade do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade, \u00e0 igualdade, \u00e0 seguran\u00e7a e \u00e0 propriedade, nos termos seguintes: (&#8230;) XL &#8211; a lei penal n\u00e3o retroagir\u00e1, salvo para beneficiar o r\u00e9u;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0Lei 13.964\/2019:<\/p>\n<p>Art. 2\u00ba O Decreto-Lei n\u00ba 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (C\u00f3digo Penal), passa a vigorar com as seguintes altera\u00e7\u00f5es: (&#8230;) Art. 75. O tempo de cumprimento das penas privativas de liberdade n\u00e3o pode ser superior a 40 (quarenta) anos.\u201d<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023657\"><\/a>7.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A pena m\u00e1xima do pacote anticrime retroage?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!<\/strong><\/p>\n<p>O Estado estrangeiro que requer extradi\u00e7\u00e3o deve assumir o compromisso de observar o tempo m\u00e1ximo de cumprimento de pena previsto no ordenamento jur\u00eddico brasileiro \u00e0 \u00e9poca dos fatos delituosos atribu\u00eddos ao extraditando. Dessa forma, o limite temporal fixado pela Lei 13.964\/2019 (\u201cPacote Anticrime\u201d) em 40 anos <strong>aplica-se somente em rela\u00e7\u00e3o a crimes imputados ao extraditando praticados ap\u00f3s a entrada em vigor desse diploma legal.<\/strong><\/p>\n<p>Com efeito, trata-se de norma de conte\u00fado MATERIAL, raz\u00e3o pela qual <u>incide o princ\u00edpio da irretroatividade da lei penal mais gravosa<\/u> inscrito no art. 5\u00ba, XL, da CF.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc87023658\"><\/a>7.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A Primeira Turma, por unanimidade, deferiu pedido de extradi\u00e7\u00e3o por estarem presentes os requisitos legais e, por maioria, fixou o entendimento supracitado. Vencidos, nesse ponto, os ministros Alexandres de Moraes e Dias Toffoli, que admitiram a possibilidade de aplica\u00e7\u00e3o da novel legisla\u00e7\u00e3o de 40 anos para o compromisso.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n<!-- wp:file {\"id\":904104,\"href\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/09112237\/stf-1035.pdf\",\"displayPreview\":true} -->\n<div class=\"wp-block-file\"><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/09112237\/stf-1035.pdf\">stf-1035<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/11\/09112237\/stf-1035.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download>Baixar<\/a><\/div>\n<!-- \/wp:file -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1035 do STF COMENTADO pintando na telinha! Fique ligado aqui\u00a0no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! DOWNLOAD do PDF AQUI! 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