{"id":86951,"date":"2017-08-27T22:43:02","date_gmt":"2017-08-28T01:43:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=86951"},"modified":"2017-08-30T20:29:37","modified_gmt":"2017-08-30T23:29:37","slug":"prova-trt-sc-direito-do-trabalho-gabarito-extraoficial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-trt-sc-direito-do-trabalho-gabarito-extraoficial\/","title":{"rendered":"Prova TRT SC Direito do Trabalho: coment\u00e1rios \u00e0 prova"},"content":{"rendered":"<h3>Gabarito TRT SC Direito do Trabalho<\/h3>\n<p>Ol\u00e1 pessoal!<\/p>\n<p>Esto passando para comentar as provas do TRT SC.<\/p>\n<p>Na prova de TJAA, as quest\u00f5es estavam tranquilas.<\/p>\n<p>Nas provas de AJAA e AJAJ, em especial, a FGV exigiu mais, cobrando muitos detalhes, em especial, sobre a jurisprud\u00eancia consolidada do TST.<\/p>\n<p>&#8211; &#8211; &#8211; &#8211;<\/p>\n<p>Entendo que cabe <strong>recurso<\/strong> em face da quest\u00e3o 47 de AJAA (tipo 4 \u2013 azul), conforme detalhado abaixo.<\/p>\n<p>Pelo enunciado, nota-se que Madalena labora, aos <u>s\u00e1bados<\/u>, das 8:00 \u00e0s 13:00 hs e, segundo a quest\u00e3o, neste per\u00edodo est\u00e1 considerada pausa de 1 hora. Portanto, ela perfaz uma jornada de 4hs exatas de trabalho efetivo mais 1hr de intervalo. Assim, em rela\u00e7\u00e3o ao s\u00e1bado, como a jornada inicialmente \u00e9 de 4 hs, o empregador n\u00e3o estaria obrigado a conceder qualquer pausa para descanso, de sorte que o intervalo de 1 hora concedido \u00e9 considerado como sendo per\u00edodo de trabalho efetivo, nos termos da SUM-118 do TST.<\/p>\n<p>Assim, como ela exerce jornada de 5 horas aos s\u00e1bados e mais 40 horas ao longo da semana, sua jornada semanal (45 hs) extrapola o limite constitucional de 44hs, o que leva o candidato a marcar a alternativa (E) como gabarito, e n\u00e3o a letra (D), apontada no gabarito preliminar.<\/p>\n<p>Por fim, n\u00e3o h\u00e1 que se falar em viola\u00e7\u00e3o do intervalo ou em concess\u00e3o em desacordo com a CLT, j\u00e1 que o empregador o concedeu por mera liberalidade, devendo ser, portanto, remunerado.<\/p>\n<p>Assim, requer-se a altera\u00e7\u00e3o do gabarito da quest\u00e3o 37 de Analista Administrativo (AJAA), do tipo 4 \u2013 azul, para a letra (E).<\/p>\n<p>&#8211; &#8211; &#8211; &#8211;<\/p>\n<p><strong>OBSERVA\u00c7\u00c3O 1<\/strong>: a FGV disponibilizou provas diferentes. Portanto, verifique a sua prova e a correspondente quest\u00e3o, pois os \u201cn\u00fameros\u201d das quest\u00f5es e a ordem das alternativas podem mudar conforme cada prova.<\/p>\n<p><strong>OBSERVA\u00c7\u00c3O 2<\/strong>: vou colocar o in\u00edcio da quest\u00e3o, assim voc\u00ea j\u00e1 identifica corretamente em seu caderno de quest\u00f5es FGV.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um grande abra\u00e7o,<\/p>\n<p>Antonio<\/p>\n<p><strong>IG: <a href=\"http:\/\/instagram.com\/prof.antoniodaudjr\/\">@prof.antoniodaudjr<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>T\u00e9cnico Administrativo (TJAA)<\/h2>\n<p>Tomando por base as quest\u00f5es do <strong>Tipo 3 &#8211; Amarela<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"31\">\n<li><strong> Concei\u00e7\u00e3o completou o seu per\u00edodo&#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) o empregador \u00e9 quem marcar\u00e1&#8230;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #0000ff\">Coment\u00e1rios<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (A)<\/strong>, j\u00e1 que o fato de ser m\u00e3e de um jovem de 16 anos n\u00e3o lhe concede direito de fazer coincidir suas f\u00e9rias laborais com as f\u00e9rias escolares do filho. Al\u00e9m disso, o empregador deve conceder as f\u00e9rias dentro do per\u00edodo concessivo, na forma do art. 136 da CLT.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"32\">\n<li><strong> Para que algu\u00e9m seja &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 exclusividade<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (A)<\/strong>, j\u00e1 que a \u201cexclusividade\u201d n\u00e3o \u00e9 requisito para a caracteriza\u00e7\u00e3o do v\u00ednculo empregat\u00edcio (todas as demais alternativas mencionam elementos f\u00e1tico-jur\u00eddicos da rela\u00e7\u00e3o de emprego).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"33\">\n<li><strong> Os irm\u00e3os Jairo e J\u00falio &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(B)\u00a0 Jairo n\u00e3o ter\u00e1 intervalo para refei\u00e7\u00e3o e J\u00falio, intervalo de no m\u00ednimo 1 hora;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (B)<\/strong>. A jornada de Jairo \u00e9 de exatamente 4 horas, de sorte que n\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria a concess\u00e3o de intervalo intrajornada nessa situa\u00e7\u00e3o. Por outro lado, a jornada de J\u00falio \u00e9 de 7 horas di\u00e1rias, de modo que ele ter\u00e1 um intervalo de 1 a 2 horas, em regra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"34\">\n<li><strong> Gilda pretende contratar<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(C) 18 anos;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (C)<\/strong>, j\u00e1 que a Lei Complementar 150\/2015 (Lei do Dom\u00e9stico), mencionada expressamente na quest\u00e3o, prev\u00ea, em seu art. 1\u00ba, a idade m\u00ednima de 18 anos completos para o exerc\u00edcio da fun\u00e7\u00e3o de dom\u00e9stico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"35\">\n<li><strong> Cl\u00e1udio trabalha como barman &#8230;.<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(D)\u00a0 pagar-se-\u00e1 adicional noturno sobre a jornada de 22:00 \u00e0s 2:00 horas;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (D)<\/strong>, tendo em vista que trata-se de empregado regido pela CLT, cujo hor\u00e1rio noturno vai das 22:00hs de um dia \u00e0s 05:00hs do dia seguinte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"36\">\n<li><strong> Um caso de interrup\u00e7\u00e3o e um caso de suspens\u00e3o do contrato de trabalho s\u00e3o, respectivamente:<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(C)\u00a0 f\u00e9rias e aux\u00edlio-doen\u00e7a;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (C)<\/strong>.<\/p>\n<p>As f\u00e9rias, por excel\u00eancia, constituem per\u00edodo de repouso <strong>remunerado<\/strong>, constituindo, portanto, caso de interrup\u00e7\u00e3o contratual.<\/p>\n<p>Por outro lado, se o empregado celetista est\u00e1 em gozo de aux\u00edlio-doen\u00e7a, significa que ele est\u00e1 h\u00e1 mais de 15 dias afastado, de modo que ele n\u00e3o mais est\u00e1 percebendo sal\u00e1rios (e sim o benef\u00edcio previdenci\u00e1rio chamado \u201caux\u00edlio-doen\u00e7a\u201d).<\/p>\n<p>Trabalhamos exaustivamente estes e outros casos de afastamento no nosso curso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"37\">\n<li><strong> Dos direitos trabalhistas previstos &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(D)\u00a0 adicional para atividade penosa;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (D)<\/strong>, uma vez que o adicional de penosidade ainda carece de regulamenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Analista Administrativo (AJAA)<\/h2>\n<p>Tomando por base as quest\u00f5es do <strong>Tipo 4 &#8211; Azul<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"45\">\n<li><strong> Fab\u00edola, empregada da empresa &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(E) a empregada adotante tem direito \u00e0 licen\u00e7a-maternidade de &#8230;.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (E)<\/strong>, nos termos do disposto no art. 392-A da CLT:<\/p>\n<blockquote><p><em>CLT, art. 392-A. \u00c0 empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de ado\u00e7\u00e3o de crian\u00e7a ser\u00e1 concedida licen\u00e7a-maternidade nos termos do art. 392, observado o disposto no seu \u00a7 5\u00ba<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><strong>[1]<\/strong><\/a>.<\/em><\/p>\n<p><em>4\u00ba\u00a0A licen\u00e7a-maternidade s\u00f3 ser\u00e1 concedida mediante apresenta\u00e7\u00e3o do <u>termo judicial de guarda \u00e0 adotante ou guardi\u00e3<\/u>.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lembrando que, como detalhamos no nosso curso, a adotante tem direito \u00e0 licen\u00e7a-maternidade, mas n\u00e3o \u00e0 estabilidade provis\u00f3ria (que alcan\u00e7a somente a m\u00e3e \u201cgestante\u201d).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"46\">\n<li><strong> Carlos Augusto<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(B) o reclamante n\u00e3o tem direito&#8230;;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (B)<\/strong>. Para a percep\u00e7\u00e3o do adicional de insalubridade, \u00e9 necess\u00e1ria a presen\u00e7a do agente nocivo na rela\u00e7\u00e3o oficial elaborada pelo MTb:<\/p>\n<blockquote><p><em>S\u00daMULA N\u00ba 448. ATIVIDADE INSALUBRE. CARACTERIZA\u00c7\u00c3O. PREVIS\u00c3O NA NORMA REGULAMENTADORA N\u00ba 15 DA PORTARIA DO MINIST\u00c9RIO DO TRABALHO N\u00ba 3.214\/78. INSTALA\u00c7\u00d5ES SANIT\u00c1RIAS. (convers\u00e3o da Orienta\u00e7\u00e3o Jurisprudencial n\u00ba 4 da SBDI-1 com nova reda\u00e7\u00e3o do item II). <\/em><\/p>\n<p><em>I &#8211; N\u00e3o basta a constata\u00e7\u00e3o da insalubridade por meio de laudo pericial para que o empregado tenha direito ao respectivo adicional, sendo <strong>necess\u00e1ria<\/strong> a classifica\u00e7\u00e3o da atividade insalubre na rela\u00e7\u00e3o oficial elaborada pelo Minist\u00e9rio do Trabalho. <\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"47\">\n<li>Madalena \u00e9 empregada da empresa F\u00e1brica de Sonhos Ltda., localizada em Rio do Sul (SC), na qual exerce a fun\u00e7\u00e3o de vendedora, cumprindo jornada de trabalho de 2\u00aa a 6\u00aa feira das 9:00 \u00e0s 18:30 horas, com intervalo para refei\u00e7\u00e3o de 1:30 horas, e aos s\u00e1bados das 8:00 \u00e0s 13:00 horas, com pausa de 1 hora.<\/li>\n<\/ol>\n<p>\u00c0 luz da legisla\u00e7\u00e3o e da jurisprud\u00eancia uniforme do TST, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p>(A) o acerto deste hor\u00e1rio \u00e9 v\u00e1lido, desde que seja previsto em acordo coletivo ou conven\u00e7\u00e3o coletiva de trabalho;<\/p>\n<p>(B) a empregada em quest\u00e3o ter\u00e1 direito a horas extras em raz\u00e3o do intervalo para refei\u00e7\u00e3o, que foi concedido em desacordo com a CLT;<\/p>\n<p>(C) a jornada cumprida pela empregada ensejar\u00e1 o pagamento de horas extras pelo intervalo interjornada violado;<\/p>\n<p>(D) a jornada cumprida \u00e9 v\u00e1lida, o que n\u00e3o d\u00e1 margem ao pagamento de horas extras;<\/p>\n<p>(E) Madalena receber\u00e1 horas extras com adicional de 50% porque a sua jornada supera o limite constitucional.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #0000ff\">Coment\u00e1rios<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Gabarito preliminar (D)<\/strong>.<\/p>\n<p>Quest\u00e3o que exigiu muita aten\u00e7\u00e3o por parte dos candidatos. Vamos l\u00e1!<\/p>\n<p>De <u>segunda a sexta-feira<\/u>, a empregada desempenha jornada semanal de 08:00hs di\u00e1rias (ou seja, totalizando 40hs), portanto, n\u00e3o teria direito ao pagamento de horas extraordin\u00e1rias. Al\u00e9m disso, seu intervalo intrajornada nestes dias observa o m\u00ednimo de 1 hora e o m\u00e1ximo de 2 horas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Todavia, entendo que cabe recurso em face deste gabarito preliminar.<\/p>\n<p>Pelo enunciado, nota-se que Madalena labora, aos <u>s\u00e1bados<\/u>, das 8:00 \u00e0s 13:00 hs e, segundo a quest\u00e3o, neste per\u00edodo est\u00e1 considerada pausa de 1 hora. Portanto, ela perfaz uma jornada de 4hs exatas de trabalho efetivo mais 1hr de intervalo. Assim, em rela\u00e7\u00e3o ao s\u00e1bado, como a jornada inicialmente \u00e9 de 4 hs, o empregador n\u00e3o estaria obrigado a conceder qualquer pausa para descanso, de sorte que o intervalo de 1 hora concedido \u00e9 considerado como sendo per\u00edodo de trabalho efetivo, nos termos da SUM-118 do TST.<\/p>\n<p>Assim, como ela exerce jornada de 5 horas aos s\u00e1bados e mais 40 horas ao longo da semana, sua jornada semanal (45 hs) extrapola o limite constitucional de 44hs, o que leva o candidato a marcar a alternativa (E) como gabarito, e n\u00e3o a letra (D), apontada no gabarito preliminar.<\/p>\n<p>Por fim, n\u00e3o h\u00e1 que se falar em viola\u00e7\u00e3o do intervalo ou em concess\u00e3o em desacordo com a CLT, j\u00e1 que o empregador o concedeu por mera liberalidade, devendo ser, portanto, remunerado.<\/p>\n<p>Assim, requer-se a altera\u00e7\u00e3o do gabarito da quest\u00e3o 37 de Analista Administrativo (AJAA), do tipo 4 \u2013 azul, para a letra (E).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"48\">\n<li><strong> Gabriel, com 17 anos, &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(C) a situa\u00e7\u00e3o retrata modalidade de trabalho &#8230;;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (C)<\/strong>. Trata-se de trabalho dom\u00e9stico prestado por menor de 18 anos, o qual \u00e9 expressamente proibido pela LC 150\/2015.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"49\">\n<li><strong> Maria L\u00facia&#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) nenhuma das parcelas citadas &#8230;;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (A)<\/strong>. Tanto a \u201cajuda de custo\u201d como as \u201cdi\u00e1rias para viagem de 20%\u201d n\u00e3o s\u00e3o consideradas parcelas salariais:<\/p>\n<p>CLT, art. 457, \u00a7 2\u00ba &#8211; <strong>N\u00e3o <\/strong>se incluem nos sal\u00e1rios as <u>ajudas de custo<\/u>, assim como as <u>di\u00e1rias<\/u> para viagem que n\u00e3o excedam de 50% (cinq\u00fcenta por cento) do sal\u00e1rio percebido pelo empregado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"50\">\n<li><strong> Jos\u00e9 Carlos<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) n\u00e3o assiste ao respectivo empregado<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #0000ff\">Coment\u00e1rios<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (A)<\/strong>. Como Jos\u00e9 Carlos \u00e9 mero membro do Conselho Fiscal do Sindicato, ele n\u00e3o far\u00e1 jus \u00e0 estabilidade do dirigente sindical, nos termos da \u201cjurisprud\u00eancia uniforme do TST\u201d, mencionada no enunciado:<\/p>\n<p><em>OJ-SDI1-365 ESTABILIDADE PROVIS\u00d3RIA. MEMBRO DE CONSELHO FISCAL DE SINDICATO. INEXIST\u00caNCIA <\/em><\/p>\n<p><em>Membro de conselho fiscal de sindicato <strong>n\u00e3o<\/strong> tem direito \u00e0 estabilidade prevista nos arts. 543, \u00a7 3\u00ba, da CLT e 8\u00ba, VIII, da CF\/1988, porquanto n\u00e3o representa ou atua na defesa de direitos da categoria respectiva, tendo sua compet\u00eancia limitada \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o financeira do sindicato (art. 522, \u00a7 2\u00ba, da CLT).<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"51\">\n<li><strong> Marta&#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(B) a empregada n\u00e3o tem direito ao &#8230;;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (B)<\/strong>. O cometimento de ato de improbidade, mesmo durante seu aviso pr\u00e9vio, altera significativamente os efeitos da dispensa, nos termos abaixo:<\/p>\n<blockquote><p><em>CLT, art. 491 &#8211; O <u>empregado<\/u> que, durante o prazo do aviso pr\u00e9vio, cometer qualquer das faltas consideradas pela lei como justas para a rescis\u00e3o, <strong>perde o direito ao restante do respectivo prazo<\/strong>.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>SUM-73 DESPEDIDA. JUSTA CAUSA<\/em><\/p>\n<p><em>A ocorr\u00eancia de justa causa, <u>salvo a de abandono de emprego<\/u>, no decurso do prazo do aviso pr\u00e9vio dado pelo empregador, <strong>retira do empregado qualquer direito \u00e0s verbas rescis\u00f3rias de natureza indenizat\u00f3ria<\/strong>.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Analista Judici\u00e1rio (AJAJ)<\/h2>\n<p>Tomando por base as quest\u00f5es do <strong>Tipo 1 &#8211; Branca<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"31\">\n<li><strong> A empresa Alfa &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(C) o empregador em tela precisa informar &#8230;;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (C)<\/strong>. A quest\u00e3o exigiu o conhecimento das regras das f\u00e9rias coletivas, em especial quanto \u00e0s formalidades para sua concess\u00e3o:<\/p>\n<blockquote><p><em>CLT, art. 139, \u00a7 2\u00ba &#8211; Para os fins previstos neste artigo, o empregador <u>comunicar\u00e1<\/u> ao \u00f3rg\u00e3o local do Minist\u00e9rio do Trabalho, com a <strong>anteced\u00eancia<\/strong> m\u00ednima de <strong>15 (quinze) dias<\/strong>, as datas de in\u00edcio e fim das f\u00e9rias, precisando quais os estabelecimentos ou setores abrangidos pela medida.<\/em><\/p>\n<p><em>CLT, art. 139, \u00a7 3\u00ba &#8211; Em igual prazo [15 dias antes do in\u00edcio das f\u00e9rias coletivas], o empregador enviar\u00e1 c\u00f3pia da aludida comunica\u00e7\u00e3o <u>aos <strong>sindicatos<\/strong> representativos da respectiva categoria profissional<\/u>, e providenciar\u00e1 a afixa\u00e7\u00e3o de aviso nos locais de trabalho.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Al\u00e9m disso, pelo nome empresarial, deduzimos que n\u00e3o se trata de Micro ou de Pequena Empresa, de sorte que n\u00e3o se aplica a exce\u00e7\u00e3o a que alude a Lei Complementar 123\/06<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"32\">\n<li><strong> Marco Ant\u00f4nio &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(B) o valor das gorjetas n\u00e3o serve&#8230;;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (B)<\/strong>. Vejam que a quest\u00e3o menciona expressamente a \u201cjurisprud\u00eancia uniforme do TST\u201d. Assim, temos que lembrar que, nos termos da SUM-354, as gorjetas n\u00e3o servem de base de c\u00e1lculo para as horas extras:<\/p>\n<blockquote><p><em>SUM-354 GORJETAS. NATUREZA JUR\u00cdDICA. REPERCUSS\u00d5ES <\/em><\/p>\n<p><em>As gorjetas, cobradas pelo empregador na nota de servi\u00e7o ou oferecidas espontaneamente pelos clientes, integram a remunera\u00e7\u00e3o do empregado, <strong>n\u00e3o<\/strong> servindo de base de c\u00e1lculo para as parcelas de aviso-pr\u00e9vio, adicional noturno, <u>horas extras<\/u> e repouso semanal remunerado.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"33\">\n<li><strong> Maria Helena &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) essa altera\u00e7\u00e3o do local de trabalho n\u00e3o se presume&#8230;;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (A)<\/strong>. Como a empregada exerce cargo de confian\u00e7a e houve comprovada necessidade do servi\u00e7o, sua transfer\u00eancia n\u00e3o seria abusiva. Al\u00e9m disso, como a transfer\u00eancia \u00e9 definitiva, n\u00e3o faz jus ao adicional de transfer\u00eancia de 25%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"34\">\n<li><strong> Arnaldo &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(B) o valor correspondente \u00e0 &#8230;;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (B)<\/strong>.<\/p>\n<p>Como trata-se de fornecimento de alimenta\u00e7\u00e3o por empresa participante do PAT, o valor n\u00e3o integra o sal\u00e1rio de Arnaldo.<\/p>\n<p>A Lei 6.321\/76, que disp\u00f5e sobre dedu\u00e7\u00e3o fiscal de despesas incorridas pela empresa no \u00e2mbito do Programa de Alimenta\u00e7\u00e3o do Trabalhador (PAT) retirou tais parcelas do c\u00f4mputo do sal\u00e1rio de contribui\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>, e nesta esteira o TST conferiu natureza n\u00e3o salarial a tal utilidade (ajuda alimenta\u00e7\u00e3o):<\/p>\n<blockquote><p><em>OJ-SDI1-133 AJUDA ALIMENTA\u00c7\u00c3O. PAT. LEI N\u00ba 6.321\/76. N\u00c3O INTEGRA\u00c7\u00c3O AO SAL\u00c1RIO <\/em><\/p>\n<p><em>A ajuda alimenta\u00e7\u00e3o fornecida por empresa participante do programa de alimenta\u00e7\u00e3o ao trabalhador, institu\u00eddo pela Lei n\u00ba 6.321\/76, <strong>n\u00e3o<\/strong> tem car\u00e1ter salarial. Portanto, <strong>n\u00e3o<\/strong> integra o sal\u00e1rio para nenhum efeito legal.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"35\">\n<li><strong> Eduardo &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(D) \u00e9 devido o pagamento de 50%&#8230;;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (D)<\/strong>. Trata-se de extin\u00e7\u00e3o do contrato de trabalho por culpa rec\u00edproca. Assim, ser\u00e3o pagos pela metade o valor do aviso pr\u00e9vio, do 13\u00ba proporcional e das f\u00e9rias proporcionais, sendo que a indeniza\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria ser\u00e1 de apenas 20%:<\/p>\n<blockquote><p><em>SUM-14 CULPA REC\u00cdPROCA<\/em><\/p>\n<p><em>Reconhecida a culpa rec\u00edproca na rescis\u00e3o do contrato de trabalho (art. 484<\/em><a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><em><sup><strong>[4]<\/strong><\/sup><\/em><\/a><em> da CLT), o empregado tem direito a <strong>50%<\/strong> (cinq\u00fcenta por cento) do valor do <u>aviso pr\u00e9vio<\/u>, do <u>d\u00e9cimo terceiro sal\u00e1rio<\/u> e das <u>f\u00e9rias proporcionais<\/u>.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Lei 8.036\/90, art. 18, \u00a7 2\u00ba Quando ocorrer despedida por <strong>culpa rec\u00edproca<\/strong> ou for\u00e7a maior, reconhecida pela Justi\u00e7a do Trabalho, o percentual de que trata o \u00a7 1\u00ba [40%] ser\u00e1 de <u>20 (vinte) por cento<\/u>.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ol start=\"36\">\n<li><strong> Alberto, &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(D) est\u00e1 suspenso o contrato &#8230;;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (D)<\/strong>. O contrato de trabalho de Alberto est\u00e1 suspenso, mas como trata-se de afastamento decorrente de acidente do trabalho com percep\u00e7\u00e3o do respectivo aux\u00edlio, o empregador permanece obrigado a recolher seu FGTS.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"37\">\n<li><strong> Waldir, &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(C) n\u00e3o lhe \u00e9 assegurado<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (C)<\/strong>. Vejam que o enunciado menciona que o contato do empregado com a subst\u00e2ncia inflam\u00e1vel \u00e9 extremamente reduzido. Assim, nos termos da jurisprud\u00eancia do TST, ele n\u00e3o ter\u00e1 direito ao adicional de periculosidade:<\/p>\n<blockquote><p><em>SUM-364 ADICIONAL DE PERICULOSIDADE. EXPOSI\u00c7\u00c3O EVENTUAL, PERMANENTE E INTERMITENTE<\/em><\/p>\n<p><em>I &#8211; Tem direito ao adicional de periculosidade o empregado exposto permanentemente ou que, de forma intermitente, sujeita-se a condi\u00e7\u00f5es de risco. <strong>Indevido, apenas, quando o contato d\u00e1-se de forma eventual, assim considerado o fortuito, ou o que, sendo habitual, d\u00e1-se por tempo extremamente reduzido<\/strong>.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"38\">\n<li><strong> Thiago &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(E) n\u00e3o h\u00e1 direito ao pagamento da&#8230;;<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (E)<\/strong>.<\/p>\n<p>Thiago \u00e9 gerente de relacionamento, de modo que sua situa\u00e7\u00e3o enquadra-se no art. 224, \u00a72\u00ba, da CLT<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>. Como sua gratifica\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00e3o \u00e9 equivalente ao ter\u00e7o do sal\u00e1rio, ele n\u00e3o ter\u00e1 direito ao recebimento da 7\u00aa e 8\u00aa horas como extra, nos termos da jurisprud\u00eancia do TST:<\/p>\n<blockquote><p><em>S\u00famula n\u00ba 102 do TST<\/em><\/p>\n<p><em>BANC\u00c1RIO. CARGO DE CONFIAN\u00c7A (mantida) &#8211; Res. 174\/2011, DEJT divulgado em 27, 30 e 31.05.2011<\/em><\/p>\n<p><em>I &#8211; A configura\u00e7\u00e3o, ou n\u00e3o, do exerc\u00edcio da fun\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a a que se refere o art. 224, \u00a7 2\u00ba, da CLT, dependente da prova das reais atribui\u00e7\u00f5es do empregado, \u00e9 insuscet\u00edvel de exame mediante recurso de revista ou de embargos.<\/em><\/p>\n<p><em>II &#8211; O banc\u00e1rio que exerce a fun\u00e7\u00e3o a que se refere o \u00a7 2\u00ba do art. 224 da CLT e recebe gratifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o inferior a um ter\u00e7o de seu sal\u00e1rio j\u00e1 tem remuneradas as duas horas extraordin\u00e1rias excedentes de seis.<\/em><\/p>\n<p><em>III &#8211; Ao banc\u00e1rio exercente de cargo de confian\u00e7a previsto no artigo 224, \u00a7 2\u00ba, da CLT s\u00e3o devidas as 7\u00aa e 8\u00aa horas, como extras, no per\u00edodo em que se verificar o pagamento a menor da gratifica\u00e7\u00e3o de 1\/3.<\/em><\/p>\n<p><em>(..)<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"39\">\n<li><strong> Determinada empresa &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(B) o desconto nos sal\u00e1rios dos empregados n\u00e3o sindicalizados&#8230;.;<\/p>\n<p>(..)<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (B)<\/strong>.<\/p>\n<p>A <strong>contribui\u00e7\u00e3o assistencial<\/strong>, que s\u00f3 deve ser exigida dos empregados filiados, por vezes \u00e9 cobrada de empregados n\u00e3o filiados. Esta pr\u00e1tica n\u00e3o tem encontrado respaldo, visto que se tornaria obrigat\u00f3ria, ferindo tamb\u00e9m o princ\u00edpio da liberdade associativa.<\/p>\n<p>Neste sentido a OJ 17, da SDC do TST:<\/p>\n<blockquote><p><em>OJ-SDC-17 CONTRIBUI\u00c7\u00d5ES PARA ENTIDADES SINDICAIS. INCONSTITUCIONALIDADE DE SUA EXTENS\u00c3O A N\u00c3O ASSOCIADOS <\/em><\/p>\n<p><em>As cl\u00e1usulas coletivas que estabele\u00e7am contribui\u00e7\u00e3o em favor de entidade sindical, a qualquer t\u00edtulo, obrigando trabalhadores n\u00e3o sindicalizados, s\u00e3o ofensivas ao direito de livre associa\u00e7\u00e3o e sindicaliza\u00e7\u00e3o, constitucionalmente assegurado, e, portanto, nulas, sendo pass\u00edveis de devolu\u00e7\u00e3o, por via pr\u00f3pria, os respectivos valores eventualmente descontados.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"40\">\n<li><strong> Dalva &#8230;<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>(..)<\/p>\n<p>(E) o empregador n\u00e3o est\u00e1 obrigado a &#8230;<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito extraoficial (E)<\/strong>, j\u00e1 que o fato de ser m\u00e3e de um jovem menor de 18 anos n\u00e3o obriga seu empregador a fazer coincidir seu afastamento com as f\u00e9rias escolares do filho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Oficial de Justi\u00e7a &#8211; Avaliador Federal<\/h2>\n<p>Tomando por base as quest\u00f5es do <strong>Tipo 1 &#8211; Branca<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>31. Antonieta \u00e9 empregada na empresa Cal\u00e7ados do Sul Ltda., cumprindo jornada de 2\u00aa feira a s\u00e1bado das 5:30 \u00e0s 15:30 horas, com pausa alimentar de 2 horas. Diante da situa\u00e7\u00e3o apresentada e dos termos da CLT, \u00e9 correto afirmar que:<\/strong><\/p>\n<p><strong>(A) Antonieta ter\u00e1 direito a hora extra em raz\u00e3o do intervalo para refei\u00e7\u00e3o desrespeitado;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(B) a empregada ter\u00e1 direito a horas extras pelo excesso de jornada, com adicional de no m\u00ednimo 50%;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(C) h\u00e1 direito ao pagamento de horas extras e adicional noturno na jornada compreendida entre 5:30 e 6:00 horas;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(D) n\u00e3o se identifica na jornada cumprida qualquer excesso, pelo que n\u00e3o h\u00e1 horas extras a pagar;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(E) houve viola\u00e7\u00e3o ao intervalo interjornada, gerando assim direito ao pagamento de horas extras.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito (B)<\/strong>.<\/p>\n<p>Fazendo os c\u00e1lculos, percebemos que a empregada perfaz uma jornada de 8 hs di\u00e1rias, de segunda a s\u00e1bado. Portanto, sua jornada semanal \u00e9 de 50hs.<\/p>\n<p>Assim, em raz\u00e3o da extrapola\u00e7\u00e3o do m\u00f3dulo semanal de 44hs (CF\/88, art. 7\u00ba, XIII), ela ter\u00e1 direito a horas extras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"32\">\n<li><strong>Por disposi\u00e7\u00e3o expressa na CLT, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel o recebimento acumulado dos seguintes direitos:<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>(A) indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral e est\u00e9tico quanto ao mesmo fato;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(B) adicional de transfer\u00eancia e adicional noturno;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(C) horas extras pelo desrespeito aos intervalos inter e intrajornada;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(D) prontid\u00e3o e periculosidade;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(E) adicionais de insalubridade e periculosidade.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito (E)<\/strong>.<\/p>\n<p>Quando um trabalhador est\u00e1 exposto, concomitantemente, a agentes insalubres e perigosos, ele <strong>n\u00e3o<\/strong> receber\u00e1 os dois adicionais. Ele poder\u00e1 optar pelo adicional de insalubridade que porventura lhe seja devido, caso lhe seja mais vantajoso:<\/p>\n<blockquote><p><em>CLT, art. 193, \u00a7 2\u00ba &#8211; O empregado poder\u00e1 <u>optar<\/u> pelo adicional de insalubridade que porventura lhe seja devido.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Em outras palavras, ele dever\u00e1 optar entre os dois adicionais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"33\">\n<li><strong>Pedro \u00e9 Presidente da CIPA existente na empresa Gralha Turismo Ltda.; Jorge \u00e9 o Vice-Presidente da mesma CIPA; Vicente \u00e9 membro do Conselho Fiscal do seu sindicato de classe e Crist\u00f3v\u00e3o \u00e9 Delegado do mesmo sindicato. Todos foram dispensados sem justa causa.<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>De acordo com a CLT e o entendimento consolidado pelo TST, dever\u00e1(\u00e3o) ser reintegrado(s) judicialmente:<\/strong><\/p>\n<p><strong>(A) Jorge;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(B) Vicente e Crist\u00f3v\u00e3o;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(C) Jorge, Vicente, Crist\u00f3v\u00e3o e Pedro;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(D) Vicente;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(E) Pedro e Jorge.<\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #0000ff\">Coment\u00e1rios<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong>.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao cipeiro, destaco que somente os representantes dos empregados (os quais s\u00e3o sempre <u>eleitos<\/u>) possuem garantia de emprego:<\/p>\n<blockquote><p><em>ADCT, art. 10. At\u00e9 que seja promulgada a lei complementar a que se refere o art. 7\u00ba, I, da Constitui\u00e7\u00e3o:<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em>II &#8211; fica <u>vedada a dispensa arbitr\u00e1ria ou sem justa causa<\/u>:<\/em><\/p>\n<p><em>a) do empregado <u>eleito<\/u> para cargo de dire\u00e7\u00e3o de <strong>comiss\u00f5es internas de preven\u00e7\u00e3o de acidentes<\/strong>, desde o registro de sua candidatura at\u00e9 um ano ap\u00f3s o final de seu mandato;<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, sabemos que o <u>Vice-Presidente<\/u> \u00e9 eleito entre os representantes dos <u>empregados<\/u>, sendo que o Presidente da Cipa \u00e9 um dos representantes do empregador:<\/p>\n<blockquote><p><em>CLT, art. 164, \u00a7 5\u00ba &#8211; O empregador designar\u00e1, anualmente, dentre os seus representantes, o <strong>Presidente<\/strong> da CIPA e os empregados eleger\u00e3o, dentre eles, o <strong>Vice-Presidente<\/strong>.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Dessa forma, Jorge, por ser um representante dos empregados, \u00e9 detentor da estabilidade, mas Pedro n\u00e3o.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos ocupantes de cargos no sindicato, nem Vicente nem Crist\u00f3v\u00e3o ter\u00e1 direito \u00e0 estabilidade, j\u00e1 que a garantia atinge somente o dirigente do sindicato, n\u00e3o alcan\u00e7ando \u201cmembro do Conselho Fiscal\u201d ou \u201cDelegado\u201d.<\/p>\n<p>Seguem abaixo as OJ que consolidam o entendimento do TST sobre a inviabilidade de garantia de emprego para membros de conselho fiscal de sindicatos e delegados sindicais:<\/p>\n<blockquote><p><em>OJ-SDI1-365 ESTABILIDADE PROVIS\u00d3RIA. MEMBRO DE CONSELHO FISCAL DE SINDICATO. INEXIST\u00caNCIA <\/em><\/p>\n<p><em>Membro de conselho fiscal de sindicato <strong>n\u00e3o<\/strong> tem direito \u00e0 estabilidade prevista nos arts. 543, \u00a7 3\u00ba, da CLT e 8\u00ba, VIII, da CF\/1988, porquanto n\u00e3o representa ou atua na defesa de direitos da categoria respectiva, tendo sua compet\u00eancia limitada \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o financeira do sindicato (art. 522, \u00a7 2\u00ba, da CLT).<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>OJ-SDI1-369 ESTABILIDADE PROVIS\u00d3RIA. DELEGADO SINDICAL. INAPLIC\u00c1VEL<\/em><\/p>\n<p><em>O delegado sindical <strong>n\u00e3o<\/strong> \u00e9 benefici\u00e1rio da estabilidade provis\u00f3ria prevista no art. 8\u00ba, VIII, da CF\/1988, a qual \u00e9 dirigida, exclusivamente, \u00e0queles que exer\u00e7am ou ocupem cargos de dire\u00e7\u00e3o nos sindicatos, submetidos a processo eletivo.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"34\">\n<li><strong>Wesley e Maria trabalham na empresa Alfa Ltda. como contadores. Ocorre que Maria recebe sal\u00e1rio superior ao colega, que ent\u00e3o pretende ajuizar reclama\u00e7\u00e3o trabalhista para ver reparada a les\u00e3o de que se intitula v\u00edtima.<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Dos requisitos abaixo listados, de acordo com a CLT, \u00e9 necess\u00e1rio para o deferimento de equipara\u00e7\u00e3o salarial:<\/strong><\/p>\n<p><strong>(A) diferen\u00e7a inferior a 2 anos de idade entre os cotejados;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(B) mesma perfei\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(C) identidade de sexo;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(D) mesma nacionalidade;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(E) espa\u00e7o f\u00edsico comum de trabalho.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito (B)<\/strong>. Dentre os elementos acima, apenas a \u201cperfei\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica\u201d \u00e9 requisito para a equipara\u00e7\u00e3o salarial, nos termos do dispositivo celetista abaixo:<\/p>\n<blockquote><p><em>CLT, art. 461, \u00a7 1\u00ba &#8211; Trabalho de igual valor, para os fins deste Cap\u00edtulo, ser\u00e1 o que for feito com igual produtividade e com a mesma perfei\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, entre pessoas cuja diferen\u00e7a de tempo de servi\u00e7o <u>n\u00e3o for superior a 2 (dois) anos<\/u>.\u00a0 <\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"35\">\n<li><strong>Rosa era engenheira em uma empresa, ganhava R$18.000,00 mensais e foi dispensada por justa causa. Um m\u00eas ap\u00f3s a ruptura contratual, a empresa contratou Regina para o seu lugar, com sal\u00e1rio de R$8.500,00. Ap\u00f3s saber do sal\u00e1rio de sua antecessora, Regina queixou-se ao setor de Recursos Humanos, afirmando que deveria receber o mesmo sal\u00e1rio.<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>De acordo com o entendimento consolidado pelo TST, \u00e9 correto afirmar que:<\/strong><\/p>\n<p><strong>(A) Regina n\u00e3o tem raz\u00e3o, pois se tratava de cargo vago;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(B) a forma de reparar a injusta les\u00e3o \u00e9 a equipara\u00e7\u00e3o por equival\u00eancia;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(C) a empregada tem raz\u00e3o, pois vigora o princ\u00edpio da isonomia;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(D) a substituta teria de receber, no m\u00ednimo, 60% do sal\u00e1rio da antecessora;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(E) n\u00e3o existe direito ao mesmo sal\u00e1rio porque Rosa foi dispensada por justa causa, situa\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter personal\u00edssimo<\/strong>.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong>, pois, para que seja poss\u00edvel a equipara\u00e7\u00e3o salarial, a doutrina exige presta\u00e7\u00e3o laboral concomitante entre equiparando e paradigma, sob pena de equiparar-se o sal\u00e1rio de trabalhadores que laboraram em \u00e9pocas totalmente distintas. Assim, Regina n\u00e3o tem raz\u00e3o em seu pleito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>36.\u00a0Rog\u00e9rio \u00e9 empregado da empresa BETA Ltda. e, no m\u00eas de maio de 2017, realizou horas extras e trabalhou, excepcionalmente, em hor\u00e1rio noturno. Ao receber o contracheque do m\u00eas em quest\u00e3o, Rog\u00e9rio viu que havia as rubricas \u201csal\u00e1rio\u201d e \u201coutros\u201d, com valores respectivos. Na d\u00favida sobre seus direitos, procurou seu chefe, que lhe explicou que no t\u00edtulo \u201coutros\u201d estavam somados os direitos de horas extras e adicional noturno. Diante do entendimento consolidado pelo TST, \u00e9 correto afirmar que:<\/strong><\/p>\n<p><strong>(A) trata-se a hip\u00f3tese de truck system, vedada pelo ordenamento jur\u00eddico;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(B) neste caso pode se cogitar de sal\u00e1rio in natura, que \u00e9 admitido pela Lei;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(C) a hip\u00f3tese \u00e9 v\u00e1lida, pois o contrato de trabalho deve ter por base a fid\u00facia;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(D) o procedimento \u00e9 v\u00e1lido desde que a empresa se disponha a fornecer planilha pormenorizada se o empregado solicitar;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(E) o procedimento \u00e9 inv\u00e1lido, tratando-se de sal\u00e1rio complessivo.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito (E)<\/strong>, tendo em vista que tal pr\u00e1tica caracteriza o sal\u00e1rio complessivo, vedado pela jurisprud\u00eancia e pela doutrina trabalhista.<\/p>\n<p>Segue abaixo a S\u00famula 91 do TST que consolida tal entendimento:<\/p>\n<blockquote><p><em>SUM-91 SAL\u00c1RIO COMPLESSIVO<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Nula <\/em><\/strong><em>\u00e9 a cl\u00e1usula contratual que fixa determinada import\u00e2ncia ou percentagem para atender englobadamente v\u00e1rios direitos legais ou contratuais do trabalhador.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"37\">\n<li><strong>J\u00falio, professor de matem\u00e1tica numa escola particular, e Beatriz, professora de f\u00edsica na mesma escola, casaram-se, ap\u00f3s 2 anos de namoro, em cerim\u00f4nia civil, no decorrer do ano letivo. Pretendem agora viajar para a lua-de-mel. Sobre a situa\u00e7\u00e3o apresentada, e de acordo com os termos da CLT, \u00e9 correto afirmar que:<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>(A) o casal poder\u00e1 faltar ao servi\u00e7o por 1 semana, mas ter\u00e3o o desconto respectivo no sal\u00e1rio;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(B) Beatriz e J\u00falio poder\u00e3o faltar ao emprego por 9 dias, sem preju\u00edzo do sal\u00e1rio;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(C) a CLT \u00e9 omissa a respeito, assim o casal ter\u00e1 de negociar a quantidade de dias da licen\u00e7a-gala;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(D) ambos poder\u00e3o faltar justificadamente por at\u00e9 3 dias consecutivos;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(E) a licen\u00e7a pelo casamento dever\u00e1 ser aproveitada ap\u00f3s o t\u00e9rmino do semestre letivo, para n\u00e3o causar preju\u00edzo intelectual aos alunos.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito (B)<\/strong>, com fundamento na seguinte regra celetista:<\/p>\n<blockquote><p>CLT, art. 320, \u00a7 3\u00ba &#8211; N\u00e3o ser\u00e3o descontadas, no decurso de <strong>9 (nove) dias<\/strong>, as faltas verificadas <strong>por motivo de gala<\/strong> ou de luto em conseq\u00fc\u00eancia de falecimento do c\u00f4njuge, do pai ou m\u00e3e, ou de filho.<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"38\">\n<li><strong>Dalton \u00e9 empregado da empresa OMEGA Ltda. e, em determinado dia, cumpriu a sua jornada regular das 6:00 \u00e0s 15:00 horas, com intervalo de 1 hora para refei\u00e7\u00e3o. Contudo, excepcionalmente e por ordem expressa do empregador, teve de estender a jornada at\u00e9 as 20:00 horas por conta de um importante trabalho que estava finalizando, sendo que a sobrejornada foi anotada no ponto. No dia seguinte, Dalton chegou \u00e0 empresa no seu hor\u00e1rio normal para trabalhar, \u00e0s 6:00 horas. A norma coletiva da categoria de Dalton \u00e9 silente a respeito.<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Diante da situa\u00e7\u00e3o concreta e do entendimento consolidado do TST, \u00e9 correto afirmar que:<\/strong><\/p>\n<p><strong>(A) Dalton ter\u00e1 direito a 1 hora extra com adicional de 50% em raz\u00e3o do intervalo interjornada desrespeitado;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(B) a hora extra a que porventura Dalton tenha direito pelo sobrelabor n\u00e3o ter\u00e1 reflexo no FGTS diante de sua natureza indenizat\u00f3ria;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(C) uma vez que a situa\u00e7\u00e3o foi excepcional, n\u00e3o h\u00e1 direito ao pagamento de horas extras;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(D) Dalton receber\u00e1 2 horas extras, que \u00e9 o m\u00e1ximo de sobrejornada que o empregador pode exigir;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(E) no caso apresentado, se as horas extras forem compensadas em at\u00e9 12 meses, Dalton n\u00e3o far\u00e1 jus a qualquer pagamento.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito (A)<\/strong>.<\/p>\n<p>Como se sabe, o intervalo interjornadas m\u00ednimo \u00e9 de 11 horas. Como Dalton usufruiu apenas 10 horas de descanso (das 20:00hs de um dia at\u00e9 as 06:00hs do dia seguinte), ele ter\u00e1 direito \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de 1 hora como extraordin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Assim, caber\u00e1 pagamento de adicional, com fundamento em entendimento jurisprudencial:<\/p>\n<blockquote><p><em>OJ-SDI1-355 INTERVALO INTERJORNADAS.\u00a0 INOBSERV\u00c2NCIA. HORAS EXTRAS. PER\u00cdODO PAGO COMO SOBREJORNADA. ART. 66 DA CLT. APLICA\u00c7\u00c3O ANAL\u00d3GICA DO \u00a7 4\u00ba DO ART. 71 DA CLT<\/em><\/p>\n<p><em>O desrespeito ao intervalo m\u00ednimo interjornadas previsto no art. 66 da CLT acarreta, <u>por analogia<\/u>, os mesmos efeitos previstos no \u00a7 4\u00ba do art. 71 da CLT e na S\u00famula n\u00ba 110 do TST<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><strong>[1]<\/strong><\/a>, devendo-se <strong>pagar a integralidade das horas que foram subtra\u00eddas do intervalo, acrescidas do respectivo adicional<\/strong>.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"39\">\n<li><strong>Anderson \u00e9 comissionista puro num estabelecimento em Joinville (SC), com contrato de trabalho ativo. No \u00faltimo m\u00eas suas vendas foram de pequena monta. Ao incidir o percentual contratado de comiss\u00f5es, o empregador verificou que o valor alcan\u00e7ou menos que 1 sal\u00e1rio m\u00ednimo.<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>De acordo com a legisla\u00e7\u00e3o em vigor, \u00e9 correto afirmar que:<\/strong><\/p>\n<p><strong>(A) a empresa dever\u00e1 complementar o valor at\u00e9 1 sal\u00e1rio m\u00ednimo e descontar essa quantia das comiss\u00f5es vincendas;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(B) ficar\u00e1 a crit\u00e9rio do empregador, se quiser ajudar Anderson, complementar as comiss\u00f5es para que alcancem, pelo menos, a m\u00e9dia por ele recebida nos \u00faltimos 12 meses;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(C) o empregador dever\u00e1 complementar o valor do sal\u00e1rio para que alcance 1 m\u00ednimo, mas n\u00e3o poder\u00e1 no futuro descontar esse complemento;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(D) a lei de reg\u00eancia obriga que o empregador pague metade do valor necess\u00e1rio para alcan\u00e7ar 1 sal\u00e1rio m\u00ednimo;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(E) Anderson dever\u00e1 receber o que foi contratado, pois aufere sal\u00e1rio por unidade de obra, raz\u00e3o pela qual pode ser inferior ao m\u00ednimo.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito (C)<\/strong>. Como disposto no pr\u00f3prio texto constitucional, quem percebe remunera\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel (como \u00e9 o caso do comissionista puro) n\u00e3o poder\u00e1 receber sal\u00e1rio inferior ao m\u00ednimo:<\/p>\n<blockquote><p><em>CF\/88, art. 7\u00ba S\u00e3o direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, al\u00e9m de outros que visem \u00e0 melhoria de sua condi\u00e7\u00e3o social:<\/em><\/p>\n<p><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p><em>VII &#8211; garantia de sal\u00e1rio, <u>nunca inferior ao m\u00ednimo, para os que percebem remunera\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel<\/u>;<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Al\u00e9m disso, n\u00e3o h\u00e1 que se falar em complementa\u00e7\u00e3o em um m\u00eas para desconto em outro, j\u00e1 que isso funcionaria como uma esp\u00e9cie de empr\u00e9stimo ao empregado, o que n\u00e3o se coaduna com os objetivos da lei, como tem apontado a jurisprud\u00eancia trabalhista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"40\">\n<li><strong>Glaucia \u00e9 analista de compras em uma empresa de Tubar\u00e3o (SC) e, diante de sua excelente performance, passou a ocupar o cargo comissionado de Supervisor, nele permanecendo por 11 anos. Ocorre que a empresa fez uma sindic\u00e2ncia e constatou uma grave viola\u00e7\u00e3o, por parte da empregada, de uma norma interna. Ap\u00f3s apura\u00e7\u00e3o e confiss\u00e3o de Glaucia quanto ao desvio de conduta, mas tendo em vista a qualidade dos servi\u00e7os prestados pela empregada, a empresa resolveu mant\u00ea-la em seus quadros. Entretanto, reverteu-a ao cargo de analista de compras e retirou-lhe a gratifica\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Diante da situa\u00e7\u00e3o apresentada, dos termos da CLT e do entendimento consolidado pelo TST, \u00e9 correto afirmar que:<\/strong><\/p>\n<p><strong>(A) o comportamento empresarial \u00e9 errado porque se trata de rebaixamento, incompat\u00edvel com o perd\u00e3o da falta;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(B) o m\u00e1ximo que a empresa poderia fazer seria manter a empregada na fun\u00e7\u00e3o de Supervisor, mas retirar-lhe a gratifica\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00e3o;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(C) a empregada pode voltar a ser analista de compras, mas n\u00e3o perder\u00e1 a gratifica\u00e7\u00e3o, porque a recebe por mais de 10 anos;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(D) a atitude do empregador est\u00e1 correta na revers\u00e3o e retirada da gratifica\u00e7\u00e3o, porque houve justificativa;<\/strong><\/p>\n<p><strong>(E) trata-se do fen\u00f4meno jur\u00eddico da retrocess\u00e3o, proibido no ordenamento jur\u00eddico p\u00e1trio.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Gabarito (D)<\/strong>.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o aborda a revers\u00e3o (CLT, art. 468, par\u00e1grafo \u00fanico) e a possibilidade de supress\u00e3o da gratifica\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o exerc\u00edcio da fun\u00e7\u00e3o por mais de 10 anos.<\/p>\n<p>Se o empregado a ocupou por mais de 10 anos, ocorrendo a revers\u00e3o <u>sem<\/u> justo motivo o empregador dever\u00e1 manter o pagamento da gratifica\u00e7\u00e3o, nos termos da SUM-372 do TST:<\/p>\n<blockquote><p><em>SUM-372 GRATIFICA\u00c7\u00c3O DE FUN\u00c7\u00c3O. SUPRESS\u00c3O OU REDU\u00c7\u00c3O. LIMITES <\/em><\/p>\n<p><em>I &#8211; Percebida a gratifica\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00e3o <strong>por dez ou mais anos<\/strong> pelo empregado, se o empregador, <u>sem justo motivo<\/u>, revert\u00ea-lo a seu cargo efetivo,<strong> n\u00e3o<\/strong> poder\u00e1 retirar-lhe a gratifica\u00e7\u00e3o tendo em vista o <u>princ\u00edpio da estabilidade financeira<\/u>.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Todavia, houve justo motivo para a supress\u00e3o da gratifica\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o enunciado diz expressamente que a empregada cometeu \u201cgrave viola\u00e7\u00e3o (..) de uma norma interna\u201d. Dessa forma, afigura-se l\u00edcita a supress\u00e3o da gratifica\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> SUM-110 JORNADA DE TRABALHO. INTERVALO<\/p>\n<p>No regime de revezamento, as horas trabalhadas em seguida ao repouso semanal de 24 horas, com preju\u00edzo do intervalo m\u00ednimo de 11 horas consecutivas para descanso entre jornadas, devem ser remuneradas como extraordin\u00e1rias, inclusive com o respectivo adicional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Demais refer\u00eancias:<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O citado \u00a7 5\u00ba foi vetado.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Lei 123\/06, art. 51. As microempresas e as empresas de pequeno porte s\u00e3o dispensadas:<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>V &#8211; de comunicar ao Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego a concess\u00e3o de f\u00e9rias coletivas.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Lei 6.321\/76, art. 3\u00ba N\u00e3o se inclui como sal\u00e1rio de contribui\u00e7\u00e3o a parcela paga in natura, pela empresa, nos programas de alimenta\u00e7\u00e3o [PAT] aprovados pelo Minist\u00e9rio do Trabalho.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> A S\u00famula faz remiss\u00e3o ao artigo 484 da CLT, que trata da antiga indeniza\u00e7\u00e3o por tempo de servi\u00e7o que foi substitu\u00edda pelo regime do Fundo de Garantia do Tempo de Servi\u00e7o (FGTS).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> CLT, art. 224, \u00a7 2\u00ba &#8211; As disposi\u00e7\u00f5es deste artigo n\u00e3o se aplicam aos que exercem fun\u00e7\u00f5es de dire\u00e7\u00e3o, ger\u00eancia, fiscaliza\u00e7\u00e3o, chefia e equivalentes, ou que desempenhem outros cargos de confian\u00e7a, desde que o valor da gratifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja inferior <strong>a 1\/3 (um ter\u00e7o)<\/strong> do sal\u00e1rio do cargo efetivo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gabarito TRT SC Direito do Trabalho Ol\u00e1 pessoal! Esto passando para comentar as provas do TRT SC. Na prova de TJAA, as quest\u00f5es estavam tranquilas. 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