{"id":838353,"date":"2021-08-17T11:44:46","date_gmt":"2021-08-17T14:44:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=838353"},"modified":"2021-08-17T11:44:47","modified_gmt":"2021-08-17T14:44:47","slug":"informativo-stf-1024-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1024-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1024 Comentado"},"content":{"rendered":"<p>Voltando do recesso, informativo n\u00ba 1024 do STF <strong>COMENTADO<\/strong> pintando na telinha (do seu computador, notebook, tablet, celular&#8230;) para quem est\u00e1 ligado aqui conosco no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n<p><!-- \/wp:post-content --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph {\"align\":\"center\",\"fontSize\":\"huge\"} --><\/p>\n<p class=\"has-text-align-center has-huge-font-size\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/08\/17114420\/stf-1024.pdf\">DOWNLOAD do PDF AQUI!<\/a><\/strong><\/p>\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_dLcNlydd70U\"><div id=\"lyte_dLcNlydd70U\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/dLcNlydd70U\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/dLcNlydd70U\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/dLcNlydd70U\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><\/p>\n<h1><a name=\"_Toc79334900\"><\/a>DIREITO ADMINISTRATIVO<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc79334901\"><\/a>1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Remunera\u00e7\u00e3o de parlamentar por participa\u00e7\u00e3o em sess\u00f5es extraordin\u00e1rias<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>ARGUI\u00c7\u00c3O DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 proibido o pagamento de vantagem pecuni\u00e1ria a deputados estaduais por convoca\u00e7\u00e3o para sess\u00e3o extraordin\u00e1ria.<\/p>\n<p>ADPF 836\/RR, relatora Min. C\u00e1rmen L\u00facia, julgamento virtual finalizado em 2.8.2021 (Info 1024)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334902\"><\/a>1.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica prop\u00f4s a ADPF 836 contra o \u00a7 6\u00ba do art. 99 do Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado de Roraima. O dispositivo questionado possibilitava o pagamento de vantagem financeira aos parlamentares em raz\u00e3o do comparecimento em sess\u00f5es extraordin\u00e1rias. Segundo a PGR, o ato n\u00e3o foi recepcionado pelo art. 57 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, \u201cnorma que impede o recebimento por membros do Poder Legislativo de indeniza\u00e7\u00e3o por motivo de convoca\u00e7\u00e3o para comparecimento em sess\u00e3o extraordin\u00e1ria\u201d.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334903\"><\/a>1.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334904\"><\/a>1.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<p>Art. 27. O n\u00famero de Deputados \u00e0 Assembleia Legislativa corresponder\u00e1 ao triplo da representa\u00e7\u00e3o do Estado na C\u00e2mara dos Deputados e, atingido o n\u00famero de trinta e seis, ser\u00e1 acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze. (&#8230;) \u00a7 2\u00ba O subs\u00eddio dos Deputados Estaduais ser\u00e1 fixado por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa, na raz\u00e3o de, no m\u00e1ximo, setenta e cinco por cento daquele estabelecido, em esp\u00e9cie, para os Deputados Federais, observado o que disp\u00f5em os arts. 39, \u00a7 4\u00ba, 57, \u00a7 7\u00ba, 150, II, 153, III, e 153, \u00a7 2\u00ba, I. (Reda\u00e7\u00e3o da EC 19\/1998)<\/p>\n<p>Art. 57. O Congresso Nacional reunir-se-\u00e1, anualmente, na Capital Federal, de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1\u00ba de agosto a 22 de dezembro. (Reda\u00e7\u00e3o da EC 50\/2006) (&#8230;) \u00a7 7\u00ba Na sess\u00e3o legislativa extraordin\u00e1ria, o Congresso Nacional somente deliberar\u00e1 sobre a mat\u00e9ria para a qual foi convocado, ressalvada a hip\u00f3tese do \u00a7 8\u00ba deste artigo, vedado o pagamento de parcela indenizat\u00f3ria, em raz\u00e3o da convoca\u00e7\u00e3o. (Reda\u00e7\u00e3o da EC 50\/2006).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334905\"><\/a>1.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Devidos os pagamentos extras?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Era s\u00f3 o que faltava!!! Em absoluto!!!<\/strong><\/p>\n<p>Conforme disposto no \u00a7 2\u00ba do art. 27 da CF, a veda\u00e7\u00e3o de pagamento de parcela indenizat\u00f3ria aos membros do Congresso Nacional por convoca\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria (CF, art. 57, \u00a7 7\u00ba) estende-se aos deputados estaduais.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334906\"><\/a>1.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente o pedido formulado em a\u00e7\u00e3o direta para declarar a n\u00e3o recep\u00e7\u00e3o do \u00a7 6\u00ba do art. 99 do Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado de Roraima pelo \u00a7 7\u00ba do art. 57 da CF, com a modifica\u00e7\u00e3o introduzida pela Emenda Constitucional 50\/2006.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc79334907\"><\/a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc79334908\"><\/a>2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Regulamenta\u00e7\u00e3o da profiss\u00e3o de despachante por norma estadual &#8211;<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 formalmente inconstitucional ato normativo local que, a pretexto de prescrever regras de car\u00e1ter administrativo, regulamente o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o de despachante junto a \u00f3rg\u00e3os de tr\u00e2nsito.<\/p>\n<p>ADI 6749\/DF, relatora Min. Rosa Weber, julgamento virtual finalizado em 2.6.2021 (Info 1024)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334909\"><\/a>2.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O\u00a0procurador-geral da Rep\u00fablica, Augusto Aras, ajuizou a ADI 6749 sob o argumento de que n\u00e3o cabe aos estados e ao Distrito Federal regulamentar a profiss\u00e3o de despachante. Aras questionou leis semelhantes editadas em alguns estados, alegando que essas iniciativas s\u00e3o de compet\u00eancia da Uni\u00e3o, por meio de lei complementar, uma vez que o C\u00f3digo de Tr\u00e2nsito Brasileiro (Lei 9.503\/1997) \u00e9 omisso em rela\u00e7\u00e3o aos despachantes.<\/p>\n<p>Segundo ele, n\u00e3o se trata de quest\u00e3o administrativa local, mas de regulamenta\u00e7\u00e3o da profiss\u00e3o. A seu ver, a exig\u00eancia de habilita\u00e7\u00e3o, defini\u00e7\u00e3o de atribui\u00e7\u00f5es e penalidades, credenciamento e realiza\u00e7\u00e3o de concurso p\u00fablico para o exerc\u00edcio profissional invadem a esfera federal para legislar sobre direito do trabalho, de tr\u00e2nsito e transporte e condi\u00e7\u00f5es para o exerc\u00edcio de profiss\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334910\"><\/a>2.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334911\"><\/a>2.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<p>Art. 22. Compete privativamente \u00e0 Uni\u00e3o legislar sobre: (&#8230;) XVI &#8211; organiza\u00e7\u00e3o do sistema nacional de emprego e condi\u00e7\u00f5es para o exerc\u00edcio de profiss\u00f5es;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334912\"><\/a>2.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Os estados e DF tem compet\u00eancia para tanto?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!<\/strong><\/p>\n<p>Isso porque caracterizada usurpa\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre \u201ccondi\u00e7\u00f5es para o exerc\u00edcio de profiss\u00f5es<strong>\u201d<\/strong> (CF, art. 22, XVI).<\/p>\n<p>A jurisprud\u00eancia da Suprema Corte, em sucessivos julgamentos, tem <u>reconhecido configurada a usurpa\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia legislativa privativa da Uni\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a leis estaduais e distritais que, sob o pretexto de estatu\u00edrem normas administrativas de interesse local, regulamentam o exerc\u00edcio de atividades profissionais<\/u>. No caso espec\u00edfico da categoria dos despachantes, o Supremo Tribunal Federal aplicou esse entendimento na ADI 4.387 e, recentemente, o reafirmou na ADI 5.412.<\/p>\n<p><strong>Ademais, em \u00e2mbito nacional, a Uni\u00e3o editou a Lei 10.602\/2002, que confere espa\u00e7o de liberdade de atua\u00e7\u00e3o profissional muito mais amplo que a norma impugnada.<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334913\"><\/a>2.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente o pedido formulado para declarar a inconstitucionalidade formal da Instru\u00e7\u00e3o Normativa DETRAN\/DF 34\/2021 e, a fim de evitar efeitos repristinat\u00f3rios indesejados, tamb\u00e9m da Instru\u00e7\u00e3o Normativa DETRAN\/DF 394\/2015.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc79334914\"><\/a>3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Vincula\u00e7\u00e3o remunerat\u00f3ria e ajuda de custo a parlamentares<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 inconstitucional norma estadual que vincule subs\u00eddios de agentes pol\u00edticos de distintos entes federativos, de modo que qualquer aumento no valor dos subs\u00eddios de um resulte, automaticamente, aumento no de outro.<\/p>\n<p>ADI 6468\/SE, relator Min. Edson Fachin, julgamento virtual finalizado em 2.8.2021 (Info 1024)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334915\"><\/a>3.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O procurador-geral da Rep\u00fablica, Augusto Aras, STF a ADI 6468, com pedido de medida cautelar, contra normas de Sergipe que disciplinam a remunera\u00e7\u00e3o dos deputados estaduais, do governador e do vice-governador do estado.<\/p>\n<p>A Lei estadual 4.750\/2003 prev\u00ea que os parlamentares receber\u00e3o, como subs\u00eddio, 75% do que ganham os deputados federais e, no in\u00edcio e no final de cada sess\u00e3o legislativa, uma ajuda de custo correspondente ao valor do subs\u00eddio. J\u00e1 a Lei estadual 5.844\/2006 estabelece que o governador e o vice n\u00e3o poder\u00e3o receber remunera\u00e7\u00e3o inferior ao subs\u00eddio do desembargador do Tribunal de Justi\u00e7a do Estado e do deputado estadual, respectivamente.<\/p>\n<p>Sobre o ajuda de custo dos deputados estaduais, o procurador-geral salienta que a Constitui\u00e7\u00e3o veda acr\u00e9scimo de gratifica\u00e7\u00e3o, adicional, abono, pr\u00eamio, verba de representa\u00e7\u00e3o e outras esp\u00e9cies remunerat\u00f3rias \u00e0 parcela \u00fanica do subs\u00eddio do detentor de mandato eletivo. A seu ver, a parcela prevista na lei sergipana viola os princ\u00edpios da razoabilidade e da moralidade administrativa.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334916\"><\/a>3.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334917\"><\/a>3.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF:<\/p>\n<p>Art. 37. A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica direta e indireta de qualquer dos Poderes da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios obedecer\u00e1 aos princ\u00edpios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e efici\u00eancia e, tamb\u00e9m, ao seguinte: (&#8230;) XIII &#8211; \u00e9 vedada a vincula\u00e7\u00e3o ou equipara\u00e7\u00e3o de quaisquer esp\u00e9cies remunerat\u00f3rias para o efeito de remunera\u00e7\u00e3o de pessoal do servi\u00e7o p\u00fablico;<\/p>\n<p>Art. 39 (&#8230;) \u00a7 4\u00ba O membro de Poder, o detentor de mandato eletivo, os Ministros de Estado e os Secret\u00e1rios Estaduais e Municipais ser\u00e3o remunerados exclusivamente por subs\u00eddio fixado em parcela \u00fanica, vedado o acr\u00e9scimo de qualquer gratifica\u00e7\u00e3o, adicional, abono, pr\u00eamio, verba de representa\u00e7\u00e3o ou outra esp\u00e9cie remunerat\u00f3ria, obedecido, em qualquer caso, o disposto no art. 37, X e XI<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334918\"><\/a>3.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Poss\u00edvel a vincula\u00e7\u00e3o de subs\u00eddios?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!<\/strong><\/p>\n<p>O art. 37, XIII, da CF pro\u00edbe que, salvo nas hip\u00f3teses expressamente elencadas pelo texto constitucional, cargos assim\u00e9tricos estabele\u00e7am, entre si, rela\u00e7\u00e3o que implique aumento remunerat\u00f3rio autom\u00e1tico.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a jurisprud\u00eancia do Supremo Tribunal Federal fixou-se no sentido de <strong>que o tipo de vincula\u00e7\u00e3o vertical ou assim\u00e9trico entre deputados federais e estaduais viola tamb\u00e9m a autonomia federativa<\/strong> (CF, art. 25), porque retira do ente menor a prerrogativa de definir as remunera\u00e7\u00f5es de seus agentes pol\u00edticos. <u>Essas veda\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m se aplicam a governadores e vice-governadores.<\/u><\/p>\n<p>\u00c9 constitucional norma estadual que estabele\u00e7a o pagamento a parlamentar \u2014 no in\u00edcio e no final de cada sess\u00e3o legislativa \u2014 de ajuda de custo correspondente ao valor do pr\u00f3prio subs\u00eddio mensal.<\/p>\n<p>Na linha da jurisprud\u00eancia da Corte, o pagamento de verba indenizat\u00f3ria a parlamentar, ao in\u00edcio e ao fim de cada sess\u00e3o legislativa, n\u00e3o viola o art. 39, \u00a7 4\u00ba, da CF.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334919\"><\/a>3.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesses entendimentos, o Plen\u00e1rio julgou parcialmente procedentes os pedidos formulados em a\u00e7\u00e3o direta para declarar a inconstitucionalidade do art. 1\u00ba da Lei 4.750\/2003, a integralidade da Lei 5.844\/2006, e o art. 4\u00ba do Decreto Legislativo 7\/1998, todos do Estado de Sergipe.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc79334920\"><\/a>DIREITO PREVIDENCI\u00c1RIO<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc79334921\"><\/a>4.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Concubinato e rateio de pens\u00e3o por morte<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 incompat\u00edvel com a Constitui\u00e7\u00e3o Federal o reconhecimento de direitos previdenci\u00e1rios (pens\u00e3o por morte) \u00e0 pessoa que manteve, durante longo per\u00edodo e com apar\u00eancia familiar, uni\u00e3o com outra casada, porquanto o concubinato n\u00e3o se equipara, para fins de prote\u00e7\u00e3o estatal, \u00e0s uni\u00f5es afetivas resultantes do casamento e da uni\u00e3o est\u00e1vel.<\/p>\n<p>RE 883168\/SC, relator Min. Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 2.8.2021 (Info 1024)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334922\"><\/a>4.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O RE 883.168 se trata de a\u00e7\u00e3o na qual a amante de um militar teve reconhecido pela Justi\u00e7a de Santa Catarina o direito de receber parte da pens\u00e3o que era destinada \u00e0 vi\u00fava. O recurso, nesse caso, foi apresentado pela Uni\u00e3o contra a decis\u00e3o que entendeu pela divis\u00e3o do benef\u00edcio.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334923\"><\/a>4.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334924\"><\/a>4.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<p>Art. 226. A fam\u00edlia, base da sociedade, tem especial prote\u00e7\u00e3o do Estado.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CC\/2002:<\/p>\n<p>Art. 1.566. S\u00e3o deveres de ambos os c\u00f4njuges: I &#8211; fidelidade rec\u00edproca;<\/p>\n<p>Art. 1.727. As rela\u00e7\u00f5es n\u00e3o eventuais entre o homem e a mulher, impedidos de casar, constituem concubinato.<\/p>\n<p>Art. 1.723. \u00c9 reconhecida como entidade familiar a uni\u00e3o est\u00e1vel entre o homem e a mulher, configurada na conviv\u00eancia p\u00fablica, cont\u00ednua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constitui\u00e7\u00e3o de fam\u00edlia.<\/p>\n<ul>\n<li>1\u00ba A uni\u00e3o est\u00e1vel n\u00e3o se constituir\u00e1 se ocorrerem os impedimentos do art. 1.521; n\u00e3o se aplicando a incid\u00eancia do inciso VI no caso de a pessoa casada se achar separada de fato ou judicialmente<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334925\"><\/a>4.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Devida a divis\u00e3o do benef\u00edcio?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!!<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 inconstitucional o reconhecimento de direitos previdenci\u00e1rios nas rela\u00e7\u00f5es que se amoldam ao instituto do concubinato, mesmo que a uni\u00e3o tenha sido mantida durante longo per\u00edodo e com apar\u00eancia familiar.<\/p>\n<p>O microssistema jur\u00eddico que rege a fam\u00edlia como base da sociedade [CF, art. 226, caput] orienta-se <strong>pelos princ\u00edpios da monogamia, da exclusividade e da boa-f\u00e9<\/strong>, bem como <strong>pelos deveres de lealdade e fidelidade<\/strong> que visam a conferir maior estabilidade e seguran\u00e7a \u00e0s rela\u00e7\u00f5es familiares.<\/p>\n<p>No C\u00f3digo Civil <u>a rela\u00e7\u00e3o duradoura estabelecida entre pessoas impedidas de casar \u00e9 nomeada concubinato para distingui-la da uni\u00e3o est\u00e1vel<\/u>, precisamente sob o aspecto do impedimento ao casamento, e afastar seu reconhecimento como entidade familiar [CC, art. 1.566, I]. Para efeito de diferencia\u00e7\u00e3o entre a uni\u00e3o est\u00e1vel e o concubinato, o art. 1.727 do CC deve ser lido em conjunto com o art. 1.723, \u00a7 1\u00ba, do CC.<\/p>\n<p>Ademais, o Tribunal, ao debater quest\u00f5es similares, concluiu n\u00e3o ser poss\u00edvel o reconhecimento de uma segunda uni\u00e3o est\u00e1vel e o consequente rateio de pens\u00e3o por morte.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334926\"><\/a>4.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Assim, ao apreciar o Tema 526 da repercuss\u00e3o geral, o Plen\u00e1rio, por maioria, deu provimento a recurso extraordin\u00e1rio para reformar o ac\u00f3rd\u00e3o impugnado, uma vez que, ante a configura\u00e7\u00e3o do concubinato, a recorrida n\u00e3o tem direito \u00e0 pens\u00e3o pleiteada. Vencido o ministro Edson Fachin.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc79334927\"><\/a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc79334928\"><\/a>5.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 ICMS e licenciamento ou cess\u00e3o do direito de uso de software<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 inconstitucional a incid\u00eancia do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Presta\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunica\u00e7\u00e3o (ICMS) sobre o licenciamento ou cess\u00e3o do direito de uso de programas de computador.<\/p>\n<p>ADI 5576\/SP, relator Min. Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 2.8.2021 (Info 1024)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334929\"><\/a>5.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Servi\u00e7os (CNS) ajuizou no STF a ADI 5576, com pedido de medida liminar, contra leis do Estado de S\u00e3o Paulo que instituem a incid\u00eancia do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS) sobre opera\u00e7\u00f5es com programas de computador. Para a confedera\u00e7\u00e3o, ao exigir o ICMS sobre as opera\u00e7\u00f5es com softwares as leis incorrem em bitributa\u00e7\u00e3o, criando nova hip\u00f3tese de incid\u00eancia do imposto.<\/p>\n<p>A CNS afirma que as opera\u00e7\u00f5es com programas de computador jamais poderiam ser tributadas pelo ICMS, por j\u00e1 estarem arroladas no \u00e2mbito de incid\u00eancia do Imposto sobre Servi\u00e7os de Qualquer Natureza (ISS), conforme define a Lei Complementar 116\/2003.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334930\"><\/a>5.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334931\"><\/a>5.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF:\u00a0<\/p>\n<p>Art. 146. Cabe \u00e0 lei complementar: (&#8230;) I &#8211; dispor sobre conflitos de compet\u00eancia, em mat\u00e9ria tribut\u00e1ria, entre a Uni\u00e3o, os Estados, o Distrito Federal e os Munic\u00edpios;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334932\"><\/a>5.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Incide ICMS?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!<\/strong><\/p>\n<p>As opera\u00e7\u00f5es relativas ao licenciamento ou cess\u00e3o do direito de uso de \u201csoftware\u201d, padronizado ou elaborado por encomenda, s\u00e3o tribut\u00e1veis pelo\u00a0Imposto sobre Servi\u00e7os (ISS), e n\u00e3o pelo ICMS.<\/p>\n<p>Isso porque trata-se de opera\u00e7\u00f5es complexas que envolvem obriga\u00e7\u00f5es de dar e de fazer, a exemplo da manuten\u00e7\u00e3o de programas, disponibiliza\u00e7\u00e3o de manuais, atualiza\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas e outras funcionalidades previstas em contrato.<\/p>\n<p><u>Nesse contexto, o legislador complementar, ao incluir essas opera\u00e7\u00f5es no subitem 1.05 da lista de servi\u00e7os tribut\u00e1veis pelo ISS anexa \u00e0 Lei Complementar (LC) 116\/2003, buscou dirimir eventual conflito de compet\u00eancia tribut\u00e1ria entre estados e munic\u00edpios<\/u> [CF, art. 146,I].<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334933\"><\/a>5.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio conheceu parcialmente da a\u00e7\u00e3o direta de inconstitucionalidade e, nessa parte, julgou o pedido procedente, para dar interpreta\u00e7\u00e3o conforme a Constitui\u00e7\u00e3o ao art. 2\u00ba da LC 87\/1996 e ao art. 1\u00ba da Lei 6.374\/1989 do Estado de S\u00e3o Paulo, de modo a impedir a incid\u00eancia do ICMS sobre o licenciamento ou cess\u00e3o do direito de uso de programas de computador.<\/p>\n<p>Por fim, por maioria, decidiu modular os efeitos dessa decis\u00e3o para, de maneira an\u00e1loga ao decidido nas ADIs 1.945 e 5.659, atribuir efic\u00e1cia\u00a0<strong>ex nunc<\/strong>, a contar de 3.3.2021, data em que publicada a ata de julgamento das aludidas a\u00e7\u00f5es diretas de inconstitucionalidade. Ressalvou da modula\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, as seguintes situa\u00e7\u00f5es: a) as a\u00e7\u00f5es judiciais j\u00e1 ajuizadas e ainda em curso em 2.3.2021; b) as hip\u00f3teses de bitributa\u00e7\u00e3o relativas a fatos geradores ocorridos at\u00e9 2.3.2021, nas quais ser\u00e1 devida a restitui\u00e7\u00e3o do ICMS recolhido, respeitado o prazo prescricional, independentemente da propositura de a\u00e7\u00e3o judicial at\u00e9 aquela data; e c) as hip\u00f3teses relativas a fatos geradores ocorridos at\u00e9 2.3.2021 em que n\u00e3o houve o recolhimento do ISS ou do ICMS, nas quais ser\u00e1 devido o pagamento do imposto municipal, respeitados os prazos decadencial e prescricional. Vencido o ministro Marco Aur\u00e9lio, quanto \u00e0 modula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc79334934\"><\/a>6.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Necessidade de lei em sentido estrito para a institui\u00e7\u00e3o de substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria<\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 inconstitucional decreto estadual que atribua \u00e0s empresas geradoras de energia el\u00e9trica a responsabilidade por substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria pelo recolhimento do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS).<\/p>\n<p>ADI 6144\/AM, relator Min. Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 2.8.2021 (Info 1024)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334935\"><\/a>6.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O Partido da Rep\u00fablica ajuizou ADI 6144 contra o Decreto 40.628\/2019 do Estado de Amazonas que modificou a base de c\u00e1lculo do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Presta\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os (ICMS) aplic\u00e1vel \u00e0s opera\u00e7\u00f5es com energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>A legenda narra que a norma em quest\u00e3o majorou em 150% a Margem de Valor Agregado do ICMS nas opera\u00e7\u00f5es interestaduais e internas. Segundo o partido, ao modificar a base de c\u00e1lculo do ICMS por decreto e ao instituir regime de substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria sem pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o legislativa, o Estado do Amazonas violou as regras da legalidade e da anterioridade (artigo 150, incisos I e III, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal). Apenas lei poderia majorar tributos, defende o partido.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334936\"><\/a>6.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334937\"><\/a>6.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>CF:\u00a0<\/p>\n<p>Art. 150. Sem preju\u00edzo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, \u00e9 vedado \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic\u00edpios: (&#8230;) \u00a7 7\u00ba A lei poder\u00e1 atribuir a sujeito passivo de obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria a condi\u00e7\u00e3o de respons\u00e1vel pelo pagamento de imposto ou contribui\u00e7\u00e3o, cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente, assegurada a imediata e preferencial restitui\u00e7\u00e3o da quantia paga, caso n\u00e3o se realize o fato gerador presumido.<\/p>\n<p>Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: (&#8230;) \u00a7 2\u00ba O imposto previsto no inciso II atender\u00e1 ao seguinte:\u00a0(&#8230;) XII &#8211; cabe \u00e0 lei complementar: (&#8230;) b) dispor sobre substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria;<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>LC 87\/1996:<\/p>\n<p>Art. 6\u00ba Lei estadual poder\u00e1 atribuir a contribuinte do imposto ou a deposit\u00e1rio a qualquer t\u00edtulo a responsabilidade pelo seu pagamento, hip\u00f3tese em que assumir\u00e1 a condi\u00e7\u00e3o de substituto tribut\u00e1rio.<\/p>\n<p>Art. 9\u00ba A ado\u00e7\u00e3o do regime de substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria em opera\u00e7\u00f5es interestaduais depender\u00e1 de acordo espec\u00edfico celebrado pelos Estados interessados.<\/p>\n<ul>\n<li>1\u00ba A responsabilidade a que se refere o art. 6\u00ba poder\u00e1 ser atribu\u00edda:<\/li>\n<\/ul>\n<p>II &#8211; \u00e0s empresas geradoras ou distribuidoras de energia el\u00e9trica, nas opera\u00e7\u00f5es internas e interestaduais, na condi\u00e7\u00e3o de contribuinte ou de substituto tribut\u00e1rio, pelo pagamento do imposto, desde a produ\u00e7\u00e3o ou importa\u00e7\u00e3o at\u00e9 a \u00faltima opera\u00e7\u00e3o, sendo seu c\u00e1lculo efetuado sobre o pre\u00e7o praticado na opera\u00e7\u00e3o final, assegurado seu recolhimento ao Estado onde deva ocorrer essa opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334938\"><\/a>6.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Vi\u00e1vel a modifica\u00e7\u00e3o por decreto?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Noops!!!<\/strong><\/p>\n<p>Para haver substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria relativamente ao ICMS, \u00e9 imprescind\u00edvel que haja a lei complementar federal a que alude o art. 155, \u00a7 2\u00ba, XII,<strong>\u00a0b<\/strong>, da CF e que o mecanismo esteja previsto em lei estadual, conforme determina o art. 150, \u00a7 7\u00ba, da CF .<\/p>\n<p>No que diz respeito ao primeiro requisito, a LC 87\/1996 (Lei Kandir) <u>permite que essa responsabilidade seja atribu\u00edda por lei estadual<\/u> (art. 6\u00ba), observada, ainda, a necessidade de acordo celebrado pelos estados interessados, se a opera\u00e7\u00e3o for interestadual (art. 9\u00ba). Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s opera\u00e7\u00f5es com energia el\u00e9trica, a pr\u00f3pria Lei Kandir j\u00e1 trouxe quais atores econ\u00f4micos podem ser eleitos como substitutos tribut\u00e1rios (art. 9\u00ba, \u00a7 1\u00ba, II), mas n\u00e3o atribuiu, ela pr\u00f3pria, desde logo, a nenhum sujeito passivo alguma responsabilidade por substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p>Assim, se a substitui\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria n\u00e3o est\u00e1 prevista em lei estadual em sentido estrito, o decreto, ao tratar originariamente do assunto, inova no ordenamento jur\u00eddico e incide em inconstitucionalidade formal, por ofensa ao princ\u00edpio da legalidade tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334939\"><\/a>6.2.3.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, em an\u00e1lise conjunta, julgou prejudicadas as a\u00e7\u00f5es diretas quanto ao art. 1\u00ba, II, do Decreto 40.628\/2019 do Estado do Amazonas, na parte em que fixou a Margem de Valor Agregado (MVA) de 150% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 energia el\u00e9trica, e as julgou procedentes na parte subsistente, declarando a inconstitucionalidade dos arts. 1\u00ba, I e II, e 2\u00ba do mesmo decreto. Foram modulados os efeitos da declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade, estabelecendo-se que a decis\u00e3o produza efeitos a partir do in\u00edcio do pr\u00f3ximo exerc\u00edcio financeiro (2022), ficando ressalvadas as a\u00e7\u00f5es ajuizadas at\u00e9 a v\u00e9spera da publica\u00e7\u00e3o da ata de julgamento do m\u00e9rito. Vencidos parcialmente os ministros Marco Aur\u00e9lio e Edson Fachin, que divergiram t\u00e3o somente no tocante \u00e0 proje\u00e7\u00e3o dos efeitos da decis\u00e3o referente \u00e0 declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc79334940\"><\/a>DIREITO CONSTITUCIONAL E ELEITORAL<\/h1>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc79334941\"><\/a>7.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Crime<\/em><em>\u00a0conexo: prescri\u00e7\u00e3o do crime eleitoral e compet\u00eancia da Justi\u00e7a Eleitoral para julgar crime comum<\/em><\/h2>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>RECURSO EM HABEAS CORPUS<\/strong><\/p>\n<p>A Justi\u00e7a Eleitoral \u00e9 competente para processar e julgar crime comum conexo com crime eleitoral, ainda que haja o reconhecimento da prescri\u00e7\u00e3o da pretens\u00e3o punitiva do delito eleitoral.<\/p>\n<p>RHC 177243\/MG, relator Min. Gilmar Mendes, julgamento em 29.6.2021 (Info 1024)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334942\"><\/a>7.1.\u00a0 Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Trata-se de recurso em Habeas Corpus impetrado pela defesa do ex-governador Eduardo Azeredo. Na condi\u00e7\u00e3o de governador de MG, Azeredo, com colabora\u00e7\u00e3o de outros agentes pol\u00edticos, teria desviado grande soma de recursos p\u00fablicos para fomentar sua campanha de reelei\u00e7\u00e3o ao executivo estadual no ano de 1998, em preju\u00edzo das companhias estaduais de saneamento e minera\u00e7\u00e3o e do grupo financeiro do extinto Banco de Minas Gerais.<\/p>\n<p>S\u00f3 que houve o arquivamento do Inqu\u00e9rito 2280 em rela\u00e7\u00e3o ao crime eleitoral em raz\u00e3o da prescri\u00e7\u00e3o, ocorrido em 2009. A quest\u00e3o \u00e9 saber se isso afastaria a compet\u00eancia da Justi\u00e7a especializada.<\/p>\n<p>No STF, a defesa do ex-governador, com o argumento de que os fatos que lhe foram imputados atrairiam e MANTERIAM a compet\u00eancia da Justi\u00e7a Eleitoral, mesmo quando houve o reconhecimento da prescri\u00e7\u00e3o quanto ao crime eleitoral. Isto \u00e9, subsistiria a compet\u00eancia da Justi\u00e7a Eleitoral.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc79334943\"><\/a>7.2.\u00a0 An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/h3>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334944\"><\/a>7.2.1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A quem compete julgar?<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Justi\u00e7a ELEITORAL!!!<\/strong><\/p>\n<p>Para a Segunda Turma do STF, seguindo Min. Gilmar Mendes, fixada a compet\u00eancia da Justi\u00e7a Eleitoral por conex\u00e3o ou contin\u00eancia, essa permanece para os demais feitos \u2014 mesmo quando n\u00e3o mais subsistirem processos de sua compet\u00eancia pr\u00f3pria em raz\u00e3o de senten\u00e7a absolut\u00f3ria ou de desclassifica\u00e7\u00e3o da infra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><a name=\"_Toc79334945\"><\/a>7.2.2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Resultado final.<\/h4>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Com base nesse entendimento, a Segunda Turma, por maioria, deu provimento ao recurso ordin\u00e1rio para declarar a incompet\u00eancia da Justi\u00e7a comum estadual e determinar a remessa dos autos \u00e0 Justi\u00e7a Eleitoral. Vencidos o ministro Edson Fachin, que negou provimento ao recurso e, parcialmente, o ministro Nunes Marques que dele n\u00e3o conheceu.<\/p>\n\n<!-- wp:file {\"id\":838357,\"href\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/08\/17114420\/stf-1024.pdf\"} -->\n<div class=\"wp-block-file\"><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/08\/17114420\/stf-1024.pdf\">stf-1024<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/08\/17114420\/stf-1024.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download>Baixar<\/a><\/div>\n<!-- \/wp:file -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voltando do recesso, informativo n\u00ba 1024 do STF COMENTADO pintando na telinha (do seu computador, notebook, tablet, celular&#8230;) para quem est\u00e1 ligado aqui conosco no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! DOWNLOAD do PDF AQUI! 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