{"id":80162,"date":"2017-07-03T12:21:47","date_gmt":"2017-07-03T15:21:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=80162"},"modified":"2017-08-16T17:01:05","modified_gmt":"2017-08-16T20:01:05","slug":"tj-sp-prova-comentada-e-gabarito-extraoficial-de-portugues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/tj-sp-prova-comentada-e-gabarito-extraoficial-de-portugues\/","title":{"rendered":"TJ SP prova comentada e gabarito extraoficial de Portugu\u00eas"},"content":{"rendered":"<p><strong>TJ SP prova comentada e gabarito extraoficial de Portugu\u00eas<\/strong><\/p>\n<p>Fala, pessoal!<\/p>\n<p>Estou comentando a prova de Portugu\u00eas do TJ SP 2017. Ainda n\u00e3o terminei, mas vou atualizar este artigo de 10 em 10 minutos inserindo as quest\u00f5es que j\u00e1 consegui terminar de comentar.<\/p>\n<p>Segue:<\/p>\n<ol>\n<li>Segundo o texto, s\u00e3o aspectos desfavor\u00e1veis ao trabalho em espa\u00e7os abertos compartilhados<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 a dispers\u00e3o e a menor capacidade de conservar conte\u00fados.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 a distra\u00e7\u00e3o e a possibilidade de haver colabora\u00e7\u00e3o de colegas e chefes.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 a impossibilidade de cumprir v\u00e1rias tarefas e a restri\u00e7\u00e3o \u00e0 criatividade.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 o isolamento na realiza\u00e7\u00e3o das tarefas e a vigil\u00e2ncia constante dos chefes.<\/p>\n<p>(E)\u00a0 a dificuldade de propor solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas e a transfer\u00eancia de atividades para o lar.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: Para fazer uma boa interpreta\u00e7\u00e3o, devemos observar, em cada alternativa, se h\u00e1 respaldo no texto que a confirme como correta.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o pede a alternativa que apresente, segundo o texto, os aspectos desfavor\u00e1veis ao trabalho em espa\u00e7os abertos compartilhados. Assim, vamos apontar literalmente o que o texto nos mostra sobre isso:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Todos estavam <u>distra\u00eddos<\/u>, a <u>produtividade caiu<\/u>, e os nove empregados estavam <u>insatisfeitos<\/u>, sem falar do pr\u00f3prio chefe.<\/em><\/p>\n<p><em>Pesquisas, <\/em><strong><em>contudo<\/em><\/strong><em>, mostram que <u>podemos perder at\u00e9 15% da produtividade<\/u>, <u>desenvolver problemas graves de concentra\u00e7\u00e3o<\/u> e at\u00e9 ter o dobro de chances de <u>ficar doentes<\/u> em espa\u00e7os de trabalho abertos&#8230;<\/em> (&#8230;)<\/p>\n<p><em>Nunca se consegue terminar as coisas e <u>\u00e9 preciso levar mais trabalho para casa<\/u>\u201d, diz ele.<\/em>(&#8230;)<\/p>\n<p><em>A verdade \u00e9 que <u>n\u00e3o conseguimos cumprir v\u00e1rias tarefas ao mesmo tempo<\/u>, e <u>pequenas distra\u00e7\u00f5es podem desviar nosso foco<\/u> por at\u00e9 20 minutos.<\/em><\/p>\n<p><u>Retemos mais informa\u00e7\u00f5es quando nos sentamos em um local fixo<\/u>, afirma Sally Augustin, psic\u00f3loga ambiental e de design de interiores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A alternativa (B) est\u00e1 errada, pois a \u201cpossibilidade de haver colabora\u00e7\u00e3o de colegas e chefes\u201d seria um dado positivo e n\u00e3o negativo.<\/p>\n<p>A alternativa (C) est\u00e1 errada, pois o texto n\u00e3o apresenta nenhuma express\u00e3o literal ou que fizesse subentender a restri\u00e7\u00e3o \u00e0 criatividade.<\/p>\n<p>A alternativa (D) est\u00e1 errada, pois o texto n\u00e3o apresenta como desfavor\u00e1vel \u201ca vigil\u00e2ncia constante dos chefes\u201d.<\/p>\n<p>A alternativa (E) est\u00e1 errada, pois o texto n\u00e3o apresenta como desfavor\u00e1vel \u201c<em>a dificuldade de propor <u>solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas<\/u><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Assim, por elimina\u00e7\u00e3o, resta a alternativa (A), a qual \u00e9 bem generalizante e os dados inseridos e grifados acima de certa forma confirmam-na como correta. A \u201cdispers\u00e3o\u201d est\u00e1 confirmada nas seguintes passagens do texto: \u201c<em>Todos estavam <u>distra\u00eddos<\/u>\u201d, \u201c<u>pequenas distra\u00e7\u00f5es podem desviar nosso foco<\/u>\u201d<\/em>.<\/p>\n<p>A menor capacidade de conservar conte\u00fados \u00e9 entendida como a capacidade de concentra\u00e7\u00e3o, de abstra\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, de foco, como se observa nas seguintes passagens do texto: \u201c<em>podemos perder at\u00e9 15% da produtividade\u201d, \u201cdesenvolver problemas graves de concentra\u00e7\u00e3o\u201d e \u201cRetemos mais informa\u00e7\u00f5es quando nos sentamos em um local fixo<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: A<\/strong><\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>Assinale a alternativa em que a nova reda\u00e7\u00e3o dada ao seguinte trecho do primeiro par\u00e1grafo apresenta concord\u00e2ncia de acordo com a norma-padr\u00e3o:<\/li>\n<\/ol>\n<p>H\u00e1 quatro anos, Chris Nagele fez o que muitos executivos no setor de tecnologia j\u00e1 tinham feito.<\/p>\n<p>(A)\u00a0 Devem fazer uns quatro anos que Chris Nagele transferiu sua equipe para escrit\u00f3rios abertos, tais como foi transferido por muitos executivos.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 Faz exatamente quatro anos que Chris Nagele fez o que j\u00e1 tinham sido feitos por outros executivos do setor.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 Mais de um executivo j\u00e1 tinham transferido suas equipes para escrit\u00f3rios abertos, o que s\u00f3 aconteceu com Chris Nagele fazem mais de quatro anos.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 O que muitos executivos fizeram, transferindo suas equipes para escrit\u00f3rios abertos, tamb\u00e9m foi feito por Chris Nagele, faz cerca de quatro anos.<\/p>\n<p>(E)\u00a0 Muitos executivos j\u00e1 havia transferido suas equipes para o chamado escrit\u00f3rio aberto, como feito por Chris Nagele.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (A) est\u00e1 errada, pois o verbo \u201cfazer\u201d, no sentido de tempo decorrido, n\u00e3o permite que seu verbo auxiliar se flexione no plural. Al\u00e9m disso, a locu\u00e7\u00e3o conjuntiva comparativa \u201ctal como\u201d n\u00e3o deve variar. Por fim, a locu\u00e7\u00e3o verbal da voz passiva \u201cfoi transferido\u201d n\u00e3o apresenta referente masculino, mas feminino (\u201cequipe\u201d). Veja a corre\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><strong><em><u>Deve<\/u><\/em><\/strong><em><u> fazer<\/u><\/em><em> uns quatro anos que Chris Nagele transferiu sua <u>equipe<\/u> para escrit\u00f3rios abertos, <strong>tal como<\/strong> foi <strong>transferida<\/strong> por muitos executivos<\/em>.<\/p>\n<p>A alternativa (B) est\u00e1 errada, pois o pronome relativo \u201cque\u201d ocupa a fun\u00e7\u00e3o de sujeito e retoma o pronome singular \u201co\u201d. Assim, a locu\u00e7\u00e3o verbal \u201c<em>tinham sido feitos<\/em>\u201d deve se flexionar no singular.<\/p>\n<p><em>Faz exatamente quatro anos que Chris Nagele fez <u>o<\/u> <u>que<\/u> j\u00e1 <strong>tinha sido feito<\/strong> por outros executivos do setor<\/em>.<\/p>\n<p>A alternativa (C) est\u00e1 errada, pois a express\u00e3o singular \u201c<em>Mais de um<\/em>\u201d for\u00e7a o verbo ao singular. Al\u00e9m disso, o verbo \u201c<em>fazer<\/em>\u201d, no sentido de tempo decorrido, n\u00e3o pode se flexionar no plural. Veja a corre\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em><u>Mais de um executivo<\/u><\/em><em> j\u00e1 <strong>tinha transferido<\/strong> suas equipes para escrit\u00f3rios abertos, o que s\u00f3 aconteceu com Chris Nagele <strong>faz<\/strong> mais de quatro anos<\/em>.<\/p>\n<p>A alternativa (D) \u00e9 a correta. \u00a0O verbo \u201c<em>fizeram<\/em>\u201d concorda com o sujeito \u201c<em>muitos executivos\u201d<\/em>. A locu\u00e7\u00e3o verbal da voz passiva \u201c<em>foi feito\u201d<\/em> tem como sujeito paciente o pronome demonstrativo \u201cO\u201d. Note que o verbo \u201cfazer\u201d, no sentido de tempo decorrido, n\u00e3o pode se flexionar no plural. Confirme:<\/p>\n<p><em><u>O<\/u><\/em><em> que <u>muitos executivos<\/u> <u>fizeram<\/u>, transferindo suas equipes para escrit\u00f3rios abertos, tamb\u00e9m <u>foi feito<\/u> por Chris Nagele, <u>faz<\/u> cerca de quatro anos<\/em>.<\/p>\n<p>A alternativa (E) est\u00e1 errada, pois a locu\u00e7\u00e3o verbal \u201c<em>havia transferido\u201d<\/em> deve concordar com o sujeito plural \u201c<em>Muitos executivos<\/em>\u201d. Note que o verbo \u201c<em>havia<\/em>\u201d n\u00e3o se encontra no sentido de existir, por isso deve se flexionar. Veja a corre\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em><u>Muitos executivos<\/u><\/em><em> j\u00e1 <strong>haviam transferido<\/strong> suas equipes para o chamado escrit\u00f3rio aberto, como feito por Chris Nagele<\/em>.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: D<\/strong><\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>\u00c9 correto afirmar que a express\u00e3o \u2013 <strong>at\u00e9 ent\u00e3o <\/strong>\u2013, em destaque no in\u00edcio do segundo par\u00e1grafo, expressa um limite, com refer\u00eancia<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 espacial ao caso de sucesso de outros executivos do setor de tecnologia que aboliram paredes e divis\u00f3rias.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 temporal ao momento em que se deu a transfer\u00eancia da equipe de Nagele para o escrit\u00f3rio aberto.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 espacial ao novo tipo de ambiente de trabalho, e temporal \u00e0s mudan\u00e7as favor\u00e1veis \u00e0 integra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 espacial aos escrit\u00f3rios fechados onde trabalhava a equipe de Nagele antes da mudan\u00e7a para locais abertos.<\/p>\n<p>(E)\u00a0 temporal ao dia em que Nagele decidiu seguir o exemplo de outros executivos, e espacial ao tipo de escrit\u00f3rio que adotou.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A express\u00e3o adverbial \u201cat\u00e9 ent\u00e3o\u201d \u00e9 o mesmo de at\u00e9 agora. Assim, transmite circunst\u00e2ncia de tempo. Assim, devemos eliminar as alternativas (A), (C) e (D).<\/p>\n<p>Note que a alternativa (E) tamb\u00e9m se refere a espa\u00e7o. Assim, tamb\u00e9m a eliminamos e a alternativa (B) \u00e9 a correta.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: B<\/strong><\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>\u00c9 correto afirmar que a express\u00e3o \u2013 <strong>contudo <\/strong>\u2013, destacada no quinto par\u00e1grafo, estabelece uma rela\u00e7\u00e3o de sentido com o par\u00e1grafo<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 posterior, contestando com dados estat\u00edsticos o formato tradicional de escrit\u00f3rio fechado.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 anterior, atestando a efici\u00eancia do modelo aberto com base em resultados de pesquisas.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 anterior, confirmando com estat\u00edsticas o sucesso das empresas que adotaram o modelo de escrit\u00f3rios abertos.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 posterior, expondo argumentos favor\u00e1veis \u00e0 ado\u00e7\u00e3o do modelo de escrit\u00f3rios abertos.<\/p>\n<p>(E)\u00a0 anterior, introduzindo informa\u00e7\u00f5es que se contrap\u00f5em \u00e0 vis\u00e3o positiva acerca dos escrit\u00f3rios abertos.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A conjun\u00e7\u00e3o \u201ccontudo\u201d s\u00f3 pode ter valor coordenativo adversativo. Assim, ela inicia um segmento de valor de contraste, oposi\u00e7\u00e3o, ressalva, em rela\u00e7\u00e3o a uma informa\u00e7\u00e3o anterior.<\/p>\n<p>Dessa forma, s\u00f3 cabe a alternativa (E).<\/p>\n<p><strong>Gabarito: E<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li>Iniciando-se a frase \u2013 <strong>Retemos <\/strong>mais informa\u00e7\u00f5es quando nos <strong>sentamos <\/strong>em um local fixo&#8230; (\u00faltimo par\u00e1grafo) \u2013 com o termo <strong>Talvez<\/strong>, indicando condi\u00e7\u00e3o, a sequ\u00eancia que apresenta correla\u00e7\u00e3o dos verbos destacados de acordo com a norma-padr\u00e3o ser\u00e1:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) retivemos &#8230; sentar\u00edamos<\/p>\n<p>(B) reter\u00edamos &#8230; sentarmos<\/p>\n<p>(C) ret\u00ednhamos &#8230; sent\u00e1ssemos<\/p>\n<p>(D) retiv\u00e9ssemos &#8230; sent\u00e1ssemos<\/p>\n<p>(E) reteremos &#8230; sent\u00e1vamos<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: Com a inser\u00e7\u00e3o do adv\u00e9rbio de d\u00favida \u201cTalvez\u201d, naturalmente \u00e9 for\u00e7oso o emprego do modo subjuntivo. Assim, j\u00e1 eliminamos as alternativas (A), (B), (C) e (E). Dessa forma, a alternativa correta \u00e9 a (D). Confirme:<\/p>\n<p><strong><em>Talvez retiv\u00e9ssemos <\/em><\/strong><em>mais informa\u00e7\u00f5es quando nos <\/em><strong><em>sent\u00e1ssemos <\/em><\/strong><em>em um local fixo&#8230;<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: D<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li>O termo <strong>privado <\/strong>est\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o de sentido com <strong>p\u00fablico<\/strong>, seu ant\u00f4nimo, da mesma forma que est\u00e3o as palavras<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) distra\u00eddos e atentos.<\/p>\n<p>(B) improv\u00e1vel e inaceit\u00e1vel.<\/p>\n<p>(C) conectar e interligar.<\/p>\n<p>(D) tradicional e usual.<\/p>\n<p>(E) insatisfeitos e desabonados.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (A) \u00e9 a correta, pois a pessoa que n\u00e3o est\u00e1 distra\u00edda est\u00e1 atenta. Assim, conseguimos perceber a\u00ed a ideia de oposi\u00e7\u00e3o, a rela\u00e7\u00e3o ant\u00f4nima.<\/p>\n<p>O contr\u00e1rio de \u201cimprov\u00e1vel\u201d \u00e9 prov\u00e1vel, e n\u00e3o \u201cinaceit\u00e1vel\u201d.<\/p>\n<p>O contr\u00e1rio de \u201cconectar\u201d \u00e9 desconectar, e n\u00e3o \u201cinterligar\u201d.<\/p>\n<p>Aquilo que \u00e9 \u201ctradicional\u201d \u00e9 de uso comum, usual. Assim, s\u00e3o palavras, de certa forma, sin\u00f4nimas.<\/p>\n<p>O contr\u00e1rio de \u201cinsatisfeitos\u201d \u00e9 satisfeitos, e n\u00e3o \u201cdesabonados\u201d (sem recursos, sem cr\u00e9ditos).<\/p>\n<p><strong>Gabarito: A<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li>Na frase \u2013 \u00c9 improv\u00e1vel que o conceito de escrit\u00f3rio aberto <strong>caia em desuso <\/strong>&#8230; (7\u00ba par\u00e1grafo) \u2013 a express\u00e3o em destaque tem o sentido de<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) mostre-se alterado.<\/p>\n<p>(B) seja substitu\u00eddo.<\/p>\n<p>(C) mere\u00e7a san\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(D) torne-se obsoleto.<\/p>\n<p>(E) sofra censura.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: Cair em desuso significa tornar-se sem pr\u00e9stimo, obsoleto. Assim, a alternativa correta \u00e9 a (D).<\/p>\n<p><strong>Gabarito: D<\/strong><\/p>\n<ol start=\"8\">\n<li>Assinale a frase do texto em que se identifica express\u00e3o do ponto de vista do pr\u00f3prio autor acerca do assunto de que trata.<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 Retemos mais informa\u00e7\u00f5es quando nos sentamos em um local fixo, afirma Sally Augustin&#8230; (\u00faltimo par\u00e1grafo).<\/p>\n<p>(B)\u00a0 Os funcion\u00e1rios, at\u00e9 ent\u00e3o, trabalhavam de casa, mas ele queria que todos estivessem juntos&#8230; (2\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n<p>(C)\u00a0 \u00c9 improv\u00e1vel que o conceito de escrit\u00f3rio aberto caia em desuso&#8230; (7\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n<p>(D)\u00a0 \u201cNunca se consegue terminar as coisas e \u00e9 preciso levar mais trabalho para casa\u201d, diz ele. (6\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n<p>(E)\u00a0 In\u00fameras empresas adotaram o conceito de escrit\u00f3rio aberto&#8230; (4\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: O ponto de vista do autor \u00e9 expresso quando se percebe um julgamento, uma aprecia\u00e7\u00e3o sobre algo, sobre o tema. Isso \u00e9 evidenciado na alternativa (C), pois a express\u00e3o \u201c\u00c9 improv\u00e1vel\u201d mostra uma considera\u00e7\u00e3o do autor sobre o conceito de escrit\u00f3rio aberto cair em desuso.<\/p>\n<p>A alternativa (A) est\u00e1 errada, pois literalmente houve a cita\u00e7\u00e3o da fala de Sally Augustin, e n\u00e3o do autor.<\/p>\n<p>A alternativa (B) est\u00e1 errada, pois o autor apenas narra um fato: <em>Os funcion\u00e1rios, at\u00e9 ent\u00e3o, trabalhavam de casa, mas ele queria que todos estivessem juntos<\/em>&#8230;<\/p>\n<p>A alternativa (D) est\u00e1 errada, pois literalmente houve a cita\u00e7\u00e3o da fala de Nagele, e n\u00e3o do autor.<\/p>\n<p>A alternativa (E) est\u00e1 errada, pois o autor apenas narra um fato: <em>In\u00fameras empresas adotaram o conceito de escrit\u00f3rio aberto<\/em>&#8230;<\/p>\n<p><strong>Gabarito: C<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"9\">\n<li>O trecho destacado na passagem \u2013 Todos estavam distra\u00eddos, a produtividade caiu, e os nove empregados estavam insatisfeitos, <strong>sem falar do pr\u00f3prio chefe<\/strong>.\u2013 tem sentido de:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) portanto o pr\u00f3prio chefe.<\/p>\n<p>(B) diante do pr\u00f3prio chefe.<\/p>\n<p>(C) at\u00e9 mesmo o pr\u00f3prio chefe.<\/p>\n<p>(D) apesar do pr\u00f3prio chefe.<\/p>\n<p>(E) exceto o pr\u00f3prio chefe.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: O contexto nos mostra que tamb\u00e9m o chefe estava insatisfeito. Assim, h\u00e1 no\u00e7\u00e3o de inclus\u00e3o, como o que ocorre com a express\u00e3o \u201cat\u00e9 mesmo\u201d. Dessa forma, a alternativa correta \u00e9 a (C).<\/p>\n<p><strong>Gabarito: C<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-80204 size-full\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/07\/03155235\/quadrinho-TJSP.png\" alt=\"Coment\u00e1rio prova TJ SP\" width=\"400\" height=\"408\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/07\/03155235\/quadrinho-TJSP.png 400w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/07\/03155235\/quadrinho-TJSP.png 294w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/p>\n<ol start=\"10\">\n<li>\u00c9 correto afirmar que, na fala da personagem, no \u00faltimo quadrinho, est\u00e1 impl\u00edcita a ideia de que<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) a representa\u00e7\u00e3o de seu advogado \u00e9 garantia de sucesso na a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B) \u00e9 irrelevante que seu advogado tenha a compet\u00eancia reconhecida.<\/p>\n<p>(C) o processo, para ela, n\u00e3o passa de um artif\u00edcio para ganhar tempo.<\/p>\n<p>(D) sua causa est\u00e1 perdida de antem\u00e3o, gra\u00e7as \u00e0 amea\u00e7a que fez.<\/p>\n<p>(E) a garota se convence da opini\u00e3o de quem ela quer processar.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (A) est\u00e1 errada, pois a fala da personagem de que \u201cIsso n\u00e3o vai incomod\u00e1-lo em um pouco\u201d demonstra que n\u00e3o h\u00e1 garantia de sucesso na a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A alternativa (C) est\u00e1 errada, pois o fato de ela afirmar que o processaria foi apenas uma forma de intimida\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o de artif\u00edcio para ganhar tempo.<\/p>\n<p>A alternativa (D) est\u00e1 errada, pois n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias no texto de que a amea\u00e7a dela tenha sido a raz\u00e3o de ele ignorar se pedido.<\/p>\n<p>Ficamos assim, entre as alternativas (B) e (E).<\/p>\n<p>Agora, temos que aprofundar na interpreta\u00e7\u00e3o. Veja que a fala final da personagem (\u201cIsso n\u00e3o vai incomod\u00e1-lo nem um pouco\u201d) n\u00e3o significa que a garota foi convencida da opini\u00e3o do garoto. Note que o garoto em nenhum momento olhou para tr\u00e1s, n\u00e3o reconheceu a institui\u00e7\u00e3o do suposto advogado.<\/p>\n<p>Assim, tanto a fala dele quanto a dela refor\u00e7am que \u00e9 irrelevante que seu advogado tenha a compet\u00eancia reconhecida.<\/p>\n<p>Portanto, a alternativa (B) \u00e9 a correta.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: B<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"11\">\n<li>Assinale a alternativa que d\u00e1 outra reda\u00e7\u00e3o \u00e0 fala dos quadrinhos, seguindo a norma-padr\u00e3o de reg\u00eancia, conjuga\u00e7\u00e3o de verbos e emprego do sinal indicativo de crase.<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 Pergunto \u00e0 voc\u00ea onde est\u00e1 seu advogado; n\u00e3o creio que ele resolva ao caso.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 Vou acionar \u00e0 pol\u00edcia se voc\u00ea n\u00e3o vir me ajudar com \u00e0 li\u00e7\u00e3o de casa.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 Se voc\u00ea n\u00e3o se dispor em ajudar \u00e0 fazer a li\u00e7\u00e3o de casa, vou processar voc\u00ea.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 Espero que voc\u00ea nomeie \u00e0 algu\u00e9m que trata disso melhor do que seu advogado.<\/p>\n<p>(E)\u00a0 Caso voc\u00ea n\u00e3o me acuda quando eu fizer a li\u00e7\u00e3o de casa, apelarei \u00e0 justi\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (A) est\u00e1 errada, pois o pronome de tratamento \u201cvoc\u00ea\u201d n\u00e3o pode ser precedido do artigo \u201ca\u201d, por conseguinte, n\u00e3o cabe crase. Al\u00e9m disso, o verbo \u201cresolva\u201d \u00e9 transitivo direto e \u201co caso\u201d \u00e9 o objeto direto. Veja a corre\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em>Pergunto <strong>a<\/strong> voc\u00ea onde est\u00e1 seu advogado; n\u00e3o creio que ele <u>resolva<\/u> <strong>o caso<\/strong>.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (B) est\u00e1 errada, pois o verbo \u201cacionar\u201d \u00e9 transitivo direto e \u201ca pol\u00edcia\u201d \u00e9 o objeto direto. Assim, n\u00e3o cabe crase por n\u00e3o haver preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d, somente artigo. Al\u00e9m disso, o verbo \u201cvir\u201d, no futuro do subjuntivo, \u00e9 \u201c<strong><em>vier<\/em><\/strong>\u201d. Por fim, n\u00e3o cabe preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d depois da preposi\u00e7\u00e3o \u201ccom\u201d. Assim, n\u00e3o cabe crase. Veja a corre\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em>Vou <u>acionar<\/u> <strong><u>a<\/u><\/strong><u> pol\u00edcia<\/u> se voc\u00ea n\u00e3o <strong>vier<\/strong> me ajudar <u>com<\/u> <strong>a<\/strong> li\u00e7\u00e3o de casa.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (C) est\u00e1 errada, pois a flex\u00e3o do verbo \u201cdispor\u201d, no futuro do subjuntivo \u00e9 \u201c<strong><em>dispuser<\/em><\/strong>\u201d. Ademais, ele rege a preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d. N\u00e3o cabe crase diante de verbo.<\/p>\n<p><em>Se voc\u00ea n\u00e3o se <strong>dispuser<\/strong> <strong>a<\/strong> ajudar <strong>a<\/strong> fazer a li\u00e7\u00e3o de casa, vou processar voc\u00ea.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (D) est\u00e1 errada, pois o verbo \u201cnomear\u201d \u00e9 transitivo direto e n\u00e3o cabe preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d. Al\u00e9m disso, n\u00e3o cabe artigo \u201ca\u201d diante do pronome indefinido \u201calgu\u00e9m\u201d.<\/p>\n<p><em>Espero que voc\u00ea <u>nomeie<\/u> <strong><u>algu\u00e9m<\/u><\/strong> que trata disso melhor do que seu advogado.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (E) \u00e9 a correta. Note que o verbo \u201cfizer\u201d se encontra no futuro do subjuntivo e o verbo \u201capelarei\u201d \u00e9 transitivo indireto e rege a preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d, por isso houve crase.<\/p>\n<p><em>Caso voc\u00ea n\u00e3o me acuda quando eu <u>fizer<\/u> a li\u00e7\u00e3o de casa, <u>apelarei<\/u> <u>\u00e0 justi\u00e7a<\/u>.<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: E<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"12\">\n<li>A rela\u00e7\u00e3o de sentido que h\u00e1 entre as partes sinalizadas no per\u00edodo \u2013 (I) Se voc\u00ea n\u00e3o me ajudar com a li\u00e7\u00e3o de casa, (II) eu vou processar voc\u00ea \u2013 \u00e9:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 (I) expressa uma compara\u00e7\u00e3o; (II) expressa seu efeito futuro.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 (I) expressa uma causa; (II) expressa o momento da a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 (I) expressa uma a\u00e7\u00e3o poss\u00edvel; (II) expressa uma a\u00e7\u00e3o precedente realizada.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 (I) expressa modo da a\u00e7\u00e3o j\u00e1 realizada; (II) expressa sua causa.<\/p>\n<p>(E)\u00a0 (I) expressa uma condi\u00e7\u00e3o; (II) expressa uma poss\u00edvel a\u00e7\u00e3o consequente.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: Na parte I, ocorre a conjun\u00e7\u00e3o condicional \u201cSe\u201d. Naturalmente, a ora\u00e7\u00e3o principal \u00e9 o resultado dessa condi\u00e7\u00e3o. Assim, j\u00e1 sabemos que a alternativa correta \u00e9 a (E).<\/p>\n<p><strong>Gabarito: E<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"13\">\n<li>Assinale a alternativa em que a frase baseada nas falas dos quadrinhos apresenta emprego e coloca\u00e7\u00e3o de pronomes de acordo com a norma-padr\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 A menina afirmou ao garoto que poderia process\u00e1-lo, se este n\u00e3o a ajudasse com a li\u00e7\u00e3o de casa.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 A menina amea\u00e7ou processar-lhe, caso o garoto n\u00e3o ajudasse-a com a li\u00e7\u00e3o de casa.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 A menina afirmou ao garoto que poder\u00e1 processar ele, caso este n\u00e3o ajudar-lhe com a li\u00e7\u00e3o de casa.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 O garoto respondeu \u00e0 menina, perguntando-a onde estava o advogado dela.<\/p>\n<p>(E)\u00a0 Em resposta \u00e0 menina, o garoto resolveu pergunt\u00e1-la onde estava o advogado dela.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (A) \u00e9 a correta, pois o verbo \u201cprocessar\u201d \u00e9 transitivo direto e \u201c-lo\u201d \u00e9 o objeto direto. Al\u00e9m disso, a palavra atrativa \u201cn\u00e3o\u201d for\u00e7a a pr\u00f3clise. Confirme:<\/p>\n<p><em>A menina afirmou ao garoto que poderia process\u00e1-<u>lo<\/u>, se este <u>n\u00e3o<\/u> <u>a<\/u> ajudasse com a li\u00e7\u00e3o de casa.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (B) est\u00e1 errada, pois o verbo \u201cprocessar\u201d \u00e9 transitivo direto e o pronome correto deve ser \u201c-o\u201d. Al\u00e9m disso, a palavra atrativa \u201cn\u00e3o\u201d for\u00e7a a pr\u00f3clise. Veja a corre\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em>A menina amea\u00e7ou <strong>process\u00e1-lo<\/strong>, caso o garoto <u>n\u00e3o<\/u> <strong>a<\/strong> ajudasse com a li\u00e7\u00e3o de casa.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (C) est\u00e1 errada, pois o pronome \u201cele\u201d n\u00e3o pode se comportar como objeto direto, pois o pronome adequado a isso \u00e9 o obl\u00edquo \u00e1tono \u201c-o\u201d. Al\u00e9m disso, o verbo \u201cajudar\u201d \u00e9 transitivo direto e n\u00e3o cabe \u201c-lhe\u201d, mas \u201c-o\u201d. Al\u00e9m disso, a palavra atrativa \u201cn\u00e3o\u201d for\u00e7a a pr\u00f3clise.<\/p>\n<p><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A menina afirmou ao garoto que poder\u00e1 <strong>process\u00e1-lo<\/strong>, caso este <u>n\u00e3o<\/u> <strong>a<\/strong> <strong>ajudar<\/strong> com a li\u00e7\u00e3o de casa.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (D) est\u00e1 errada, pois o verbo \u201c<em>perguntar<\/em>\u201d \u00e9 transitivo direto e indireto. O objeto direto \u00e9 a ora\u00e7\u00e3o subordinada substantiva objetiva direta \u201c<em>onde estava o advogado dela<\/em>\u201d e o objeto indireto deve ser o pronome \u201c-lhe\u201d.<\/p>\n<p><em>O garoto respondeu \u00e0 menina, perguntando-<strong>lhe<\/strong> onde estava o advogado dela.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (E) est\u00e1 errada, pois o verbo \u201c<em>perguntar<\/em>\u201d \u00e9 transitivo direto e indireto. O objeto direto \u00e9 a ora\u00e7\u00e3o subordinada substantiva objetiva direta \u201c<em>onde estava o advogado dela<\/em>\u201d e o objeto indireto deve ser o pronome \u201c-lhe\u201d.<\/p>\n<p><em>Em resposta \u00e0 menina, o garoto resolveu <strong>perguntar-lhe<\/strong> onde estava o advogado dela.<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: A<\/strong><\/p>\n<ol start=\"14\">\n<li>\u00c9 correto afirmar que o texto tem como personagem um garoto, descrevendo<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) uma viagem de \u00f4nibus em que ele ficou indiferente ao que acontecia.<\/p>\n<p>(B) a perda da inoc\u00eancia provocada pela gritaria dos companheiros.<\/p>\n<p>(C) o trajeto percorrido pela alma infantil em busca de amizade.<\/p>\n<p>(D) experi\u00eancias sensoriais que o levam a provar a sensualidade.<\/p>\n<p>(E) a confus\u00e3o mental ocasionada pela sede n\u00e3o saciada.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (A) est\u00e1 errada, pois o texto nos mostra que o menino n\u00e3o ficou indiferente ao que acontecia.<\/p>\n<p>A alternativa (B) est\u00e1 errada, pois n\u00e3o h\u00e1 elementos no texto que nos levassem a entender que o menino teria perdido a inoc\u00eancia por causa da gritaria dos companheiros.<\/p>\n<p>A alternativa (C) est\u00e1 errada, pois o que se estava descrevendo n\u00e3o era a busca de amizade.<\/p>\n<p>A alternativa (D) \u00e9 a correta e podemos confirmar cada parte com express\u00f5es do texto. As experi\u00eancias sensoriais podem ser notadas em trechos, como \u201cdeixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos longos, finos e sem peso como os de uma m\u00e3e\u201d, \u201capenas sentir\u201d, \u201cA brisa fina, antes t\u00e3o boa, agora ao sol do meio-dia tornara-se quente e \u00e1rida e ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que pacientemente juntava.\u201d, \u201cmas agora se sentia mais perto da \u00e1gua\u201d, \u201cpressentia-a mais pr\u00f3xima\u201d.<\/p>\n<p>O texto apresenta a sensualidade no par\u00e1grafo final:<\/p>\n<p>\u201c<em>Sofreu um tremor que n\u00e3o se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva<\/em>.\u201d<\/p>\n<p>A alternativa (E) est\u00e1 errada, porque o texto n\u00e3o descreve uma confus\u00e3o mental.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: D<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"15\">\n<li>Assinale a alternativa em que o pronome em destaque est\u00e1 empregado com o mesmo sentido de posse que tem o pronome \u201clhe\u201d, na passagem \u2013 Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa fresca bater-<strong>lhe <\/strong>no rosto e entrar-<strong>lhe <\/strong>pelos cabelos&#8230;<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) N\u00e3o esper\u00e1vamos entregar-<strong>lhes <\/strong>nossos documentos naquele momento.<\/p>\n<p>(B) Chegou-<strong>nos <\/strong>a not\u00edcia do desaparecimento do helic\u00f3ptero.<\/p>\n<p>(C) Pegou-<strong>me <\/strong>a m\u00e3o, tentando encorajar-me a tomar uma decis\u00e3o.<\/p>\n<p>(D) Fa\u00e7a-<strong>a <\/strong>ver que ningu\u00e9m est\u00e1 questionando sua atitude.<\/p>\n<p>(E) N\u00e3o v\u00e1 for\u00e7\u00e1-<strong>lo <\/strong>a assumir fun\u00e7\u00e3o para a qual n\u00e3o se acha preparado.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: O valor de posse nos permite trocar o pronome \u00e1tono pelo pronome possessivo. Assim, no texto original, podemos fazer a troca da seguinte forma:<\/p>\n<p><em>&#8230;deixava a brisa fresca bater-<\/em><strong><em>lhe <\/em><\/strong><em>no rosto e entrar-<\/em><strong><em>lhe <\/em><\/strong><em>pelos cabelos&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>&#8230;deixava a brisa fresca bater<\/em> <em>no <strong>seu<\/strong> rosto e entrar<\/em> <em>pelos <strong>seus<\/strong> cabelos&#8230;<\/em><\/p>\n<p>O mesmo ocorre com a alternativa (C), que \u00e9 a correta. Compare:<\/p>\n<p><em>Pegou-<\/em><strong><em>me <\/em><\/strong><em>a m\u00e3o, tentando encorajar-me a tomar uma decis\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>Pegou<\/em> <em>a <strong>minha<\/strong> m\u00e3o, tentando encorajar-me a tomar uma decis\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>Na alternativa (A), o verbo \u201centregar\u201d \u00e9 transitivo direto e indireto, \u201cnossos documentos\u201d \u00e9 o objeto direto e \u201clhes\u201d \u00e9 o objeto indireto: entregar algo a algu\u00e9m.<\/p>\n<p>Na alternativa (B), o verbo \u201cChegou\u201d \u00e9, neste contexto, transitivo indireto e \u201cnos\u201d \u00e9 o objeto indireto: Algo chegou a n\u00f3s.<\/p>\n<p>Na alternativa (D), o verbo \u201cfa\u00e7a\u201d \u00e9 transitivo direto e \u201c-a\u201d \u00e9 o objeto direto.<\/p>\n<p>Na alternativa (E), o verbo \u201cfor\u00e7ar\u201d \u00e9 transitivo direto e \u201c-lo\u201d \u00e9 o objeto direto.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: C<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"16\">\n<li>Assinale a alternativa cuja frase cont\u00e9m apenas palavras empregadas em sentido pr\u00f3prio.<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 Sofreu um tremor que [&#8230;] se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 &#8230; deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos longos&#8230;<\/p>\n<p>(C)\u00a0 &#8230; e seus olhos saltavam para fora da janela, procurando a estrada, penetrando entre os arbustos&#8230;<\/p>\n<p>(D)\u00a0 O \u00f4nibus da excurs\u00e3o subia lentamente a serra. Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra&#8230;<\/p>\n<p>(E)\u00a0 Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu interior arenoso at\u00e9 se saciar.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A quest\u00e3o trabalha as palavras de valor denotativo, pr\u00f3prio, real, literal, e o valor conotativo, figurado.<\/p>\n<p>Na alternativa (A), as palavras \u201cestourando\u201d e \u201cbrasa viva\u201d est\u00e3o sendo empregadas em sentido conotativo, figurado.<\/p>\n<p>Na alternativa (B), a personifica\u00e7\u00e3o percebida nas express\u00f5es \u201cbrisa fresca bater-lhe no rosto\u201d e \u201centrar-lhe pelos cabelos com dedos longos\u201d marca a linguagem conotativa, figurada.<\/p>\n<p>Na alternativa (C), os olhos n\u00e3o saltam literalmente. Assim, houve linguagem conotativa.<\/p>\n<p>A alternativa (D) \u00e9 a que apresenta palavras somente em sentido literal, pr\u00f3prio. Veja que o \u00f4nibus sobe literalmente uma serra e os garotos literalmente ficam em algazarra.<\/p>\n<p>Na alternativa (E), a express\u00e3o \u201cencharcou todo o seu interior arenoso\u201d marca uma linguagem conotativa.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: D<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"17\">\n<li>Na passagem do 4\u00ba par\u00e1grafo \u2013 N\u00e3o sabia <strong>como <\/strong>e <strong>por que <\/strong>mas agora se sentia <strong>mais <\/strong>perto da \u00e1gua, pressentia-a mais pr\u00f3xima \u2013 as express\u00f5es destacadas trazem ao contexto, correta e respectivamente, as ideias de<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) modo, causa e lugar.<\/p>\n<p>(B) modo, causa e intensidade.<\/p>\n<p>(C) modo, d\u00favida e lugar.<\/p>\n<p>(D) compara\u00e7\u00e3o, causa e tempo.<\/p>\n<p>(E) compara\u00e7\u00e3o, d\u00favida e tempo.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A palavra \u201ccomo\u201d \u00e9 o adv\u00e9rbio interrogativo de modo, \u201cpor que\u201d \u00e9 a express\u00e3o interrogativa de causa e \u201cmais\u201d \u00e9 o adv\u00e9rbio de intensidade. Note que o adv\u00e9rbio de lugar \u00e9 \u201cperto\u201d. O adv\u00e9rbio \u201cmais\u201d apenas intensifica.<\/p>\n<p>Dessa forma, a alternativa correta \u00e9 a (B).<\/p>\n<p><strong>Gabarito: B<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"18\">\n<li>Redigida com base em passagem do texto, a frase que apresenta emprego da v\u00edrgula de acordo com a norma-padr\u00e3o \u00e9:<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) Do chafariz de pedra entre arbustos brotava num filete, a \u00e1gua sonhada.<\/p>\n<p>(B) No meio da balb\u00fardia dos amigos, a concentra\u00e7\u00e3o no sentir era dif\u00edcil.<\/p>\n<p>(C) Sentia-se intrigado intuitivamente confuso, na sua inoc\u00eancia.<\/p>\n<p>(D) Antes t\u00e3o boa a brisa fina, tornara-se quente e \u00e1rida ao sol do meio-dia.<\/p>\n<p>(E) Ele conseguiu ser, o primeiro a chegar antes de todos ao chafariz de pedra.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (A) est\u00e1 errada, pois n\u00e3o pode haver apenas uma v\u00edrgula para separar o adjunto adverbial intercalado \u201cnum filete\u201d. Al\u00e9m disso, o adjunto adverbial antecipado e de grande extens\u00e3o deve ser seguido de v\u00edrgula. Veja a corre\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em><u>Do chafariz de pedra entre arbustos<\/u><\/em><strong><em>,<\/em><\/strong><em> brotava<\/em><strong><em>,<\/em><\/strong><em> <u>num filete<\/u>, a \u00e1gua sonhada.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (B) \u00e9 a correta, pois o adjunto adverbial antecipado e de grande extens\u00e3o deve ser seguido de v\u00edrgula. Confirme:<\/p>\n<p><em><u>No meio da balb\u00fardia dos amigos<\/u><\/em><em>, a concentra\u00e7\u00e3o no sentir era dif\u00edcil.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (C) est\u00e1 errada, pois a express\u00e3o \u201c<em>intuitivamente confuso<\/em>\u201d \u00e9 o segundo elemento de uma enumera\u00e7\u00e3o. Veja que h\u00e1 duas caracter\u00edsticas do sujeito: \u201c<em>intrigado<\/em>\u201d e \u201c<em>intuitivamente confuso<\/em>\u201d. Veja a corre\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em>Sentia-se <u>intrigado<\/u><\/em><strong><em>,<\/em><\/strong><em> <u>intuitivamente confuso<\/u>, na sua inoc\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (D) est\u00e1 errada, pois n\u00e3o pode haver v\u00edrgula entre o sujeito \u201c<em>a brisa fina<\/em>\u201d e o seu verbo \u201c<em>tornara-se<\/em>\u201d. O adjunto adverbial antecipado de pequena extens\u00e3o pode ser seguido de v\u00edrgula. Veja a corre\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em><u>Antes t\u00e3o boa<\/u><\/em><strong><em>,<\/em><\/strong><em> <u>a brisa fina<\/u> <u>tornara<\/u>-se quente e \u00e1rida ao sol do meio-dia.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (E) est\u00e1 errada, pois n\u00e3o pode haver v\u00edrgula entre a locu\u00e7\u00e3o verbal de liga\u00e7\u00e3o \u201c<em>conseguiu ser<\/em>\u201d e o predicativo \u201c<em>o primeiro<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><em>Ele <u>conseguiu ser<\/u> <u>o primeiro a chegar<\/u> antes de todos ao chafariz de pedra.<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabarito: B<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-80210 size-full\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/07\/03160549\/selfie.png\" alt=\"Prova TJ SP\" width=\"404\" height=\"205\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/07\/03160549\/selfie.png 404w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/07\/03160549\/selfie.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 404px) 100vw, 404px\" \/><\/p>\n<ol start=\"19\">\n<li>Assinale a alternativa que expressa ideia compat\u00edvel com a situa\u00e7\u00e3o representada na charge.<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 O verdadeiro sentido da solidariedade est\u00e1 em comover-se com o semelhante desamparado.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 Hoje, a tecnologia leva a uma compreens\u00e3o mais \u00e9tica da realidade circundante.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 N\u00e3o se pode condenar a postura \u00e9tica das pessoas que se deixam encantar com os modismos.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 Um fato violento corriqueiro n\u00e3o justifica a preocupa\u00e7\u00e3o com a desgra\u00e7a alheia.<\/p>\n<p>(E)\u00a0 A novidade tecnol\u00f3gica refor\u00e7a a individualidade, levando as pessoas a ficar alheias \u00e0 realidade que as cerca.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (A) est\u00e1 errada, porque n\u00e3o h\u00e1 como\u00e7\u00e3o com a situa\u00e7\u00e3o do corpo ca\u00eddo.<\/p>\n<p>A alternativa (B) est\u00e1 errada, por n\u00e3o haver \u00e9tica em fazer <em>selfie <\/em>ao lado de um corpo ca\u00eddo no ch\u00e3o.<\/p>\n<p>A alternativa (C) est\u00e1 errada, pois se deve condenar, sim, uma postura anti\u00e9tica das pessoas que se portam e desmerecem o outro.<\/p>\n<p>A alternativa (D) est\u00e1 errada, pois um fato violento justifica, sim, a preocupa\u00e7\u00e3o com a desgra\u00e7a alheia.<\/p>\n<p>A alternativa (E) \u00e9 a correta, pois fazer <em>selfie <\/em>ao lado de um corpo ca\u00eddo no ch\u00e3o retrata o descaso com o outro, a individualidade, levando ao absurdo de pessoas ficarem alheias \u00e0 realidade que as cerca.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: E<\/strong><\/p>\n<ol start=\"20\">\n<li>Assinale a alternativa contendo uma ideia impl\u00edcita a partir dos fatos retratados na charge.<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) O pau de <em>selfie <\/em>permite fotografar v\u00e1rias pessoas.<\/p>\n<p>(B) O grupo familiar posa unido.<\/p>\n<p>(C) As pessoas sorriem para a c\u00e2mera.<\/p>\n<p>(D) O corpo est\u00e1 estendido no ch\u00e3o.<\/p>\n<p>(E) A viol\u00eancia est\u00e1 banalizada.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (E) \u00e9 a correta, pois fazer <em>selfie <\/em>ao lado de um corpo ca\u00eddo no ch\u00e3o retrata o descaso com o outro, o que transmite a ideia de que a viol\u00eancia est\u00e1 banalizada.<\/p>\n<p>As demais alternativas est\u00e3o bem fora do contexto.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: E<\/strong><\/p>\n<ol start=\"21\">\n<li>\u00c9 correto afirmar que, do ponto de vista do autor, o paulistano<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 sabe como vencer a rudeza da paisagem de S\u00e3o Paulo, encontrando nesta espa\u00e7os para o lazer.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 se v\u00ea impedido de realizar atividades esportivas, no mar de asfalto que \u00e9 S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 toma Ipanema como um s\u00edmbolo daquilo que se pode alcan\u00e7ar, apesar de muito andar e andar.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 busca em Ipanema o contato com a natureza exuberante que n\u00e3o consegue achar em sua cidade.<\/p>\n<p>(E)\u00a0 tem feito cr\u00edticas \u00e0 cidade, porque ela n\u00e3o oferece atividades recreativas a seus habitantes.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: O pr\u00f3prio t\u00edtulo do artigo (\u201cO paulistano n\u00e3o \u00e9 de jogar a toalha. Prefere estend\u00ea-la e deitar em cima\u201d) j\u00e1 nos mostra a inten\u00e7\u00e3o do autor de mostrar que o paulistano sabe como vencer a rudeza da paisagem de S\u00e3o Paulo, encontrando nesta espa\u00e7os para o lazer.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 refor\u00e7ado pelo ponto de vista otimista no segundo par\u00e1grafo do texto:<\/p>\n<p><em>O paulistano, contudo, n\u00e3o \u00e9 de jogar a toalha \u2013 prefere estend\u00ea-la e se deitar em cima, caso lhe concedam dois metros quadrados de ch\u00e3o. \u00c9 o que vemos nas avenidas abertas aos pedestres, nos fins de semana: basta liberarem um pedacinho do cinza e surgem revoadas de patinadores, maracatus, <\/em><em>big bands<\/em><em>, corredores evang\u00e9licos, g\u00f3ticos satanistas, praticantes de ioga, dan\u00e7arinos de tango, barraquinhas de <\/em><em>yakissoba <\/em><em>e barris de cerveja artesanal.<\/em><\/p>\n<p>Dessa forma, a alternativa (A) \u00e9 a correta.<\/p>\n<p>As alternativas (B) e (E) est\u00e3o erradas, pois o autor n\u00e3o mostra que est\u00e1 impedido de praticar esportes em S\u00e3o Paulo. Basta ler novamente o segundo par\u00e1grafo do texto.<\/p>\n<p>A alternativa (C) est\u00e1 errada e se refere basicamente \u00e0 seguinte express\u00e3o do texto: \u201c<em>o problema de S\u00e3o Paulo \u00e9 que voc\u00ea anda, anda, anda e nunca chega a al\u00edvio algum<\/em>\u201d. Por\u00e9m, essa vis\u00e3o negativa \u00e9 contraposta no segundo par\u00e1grafo do texto com seu ponto de vista otimista sobre a cidade:<\/p>\n<p><em>O paulistano, contudo, n\u00e3o \u00e9 de jogar a toalha \u2013 prefere estend\u00ea-la e se deitar em cima, caso lhe concedam dois metros quadrados de ch\u00e3o. \u00c9 o que vemos nas avenidas abertas aos pedestres, nos fins de semana: basta liberarem um pedacinho do cinza e surgem revoadas de patinadores, maracatus, <\/em><em>big bands<\/em><em>, corredores evang\u00e9licos, g\u00f3ticos satanistas, praticantes de ioga, dan\u00e7arinos de tango, barraquinhas de <\/em><em>yakissoba <\/em><em>e barris de cerveja artesanal.<\/em><\/p>\n<p>A alternativa (D) est\u00e1 tomando a palavra \u201cIpanema\u201d ao p\u00e9 da letra, conforme orienta o autor no primeiro par\u00e1grafo. Por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 este o sentido a que o autor se refere.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: A<\/strong><\/p>\n<ol start=\"22\">\n<li>Assinale a alternativa que d\u00e1 nova reda\u00e7\u00e3o \u00e0 passagem \u2013 O paulistano, contudo, n\u00e3o \u00e9 de jogar a toalha \u2013 prefere estend\u00ea-la e se deitar em cima, caso lhe concedam dois metros quadrados de ch\u00e3o. \u2013 atendendo \u00e0 norma-padr\u00e3o de concord\u00e2ncia.<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 Mais de um paulistano n\u00e3o s\u00e3o de jogar a toalha \u2013 acham prefer\u00edveis estend\u00ea-la e se deitarem em cima, caso se d\u00ea a eles dois metros de ch\u00e3o.<\/p>\n<p>(B)\u00a0 Os paulistanos n\u00e3o jogam a toalha \u2013 acham prefer\u00edveis estend\u00ea-la e se deitar em cima, caso lhes deem dois metros quadrados de ch\u00e3o.<\/p>\n<p>(C)\u00a0 Cem por cento dos paulistanos n\u00e3o joga a toalha \u2013 acha prefer\u00edvel estend\u00ea-la para que se deite sobre elas, caso seja dado a eles dois metros quadrados de ch\u00e3o.<\/p>\n<p>(D)\u00a0 A maior parte dos paulistanos, contudo, n\u00e3o s\u00e3o de jogarem a toalha \u2013 acha prefer\u00edvel elas serem estendidas e deitar-se em cima, caso lhe seja dado dois metros de ch\u00e3o.<\/p>\n<p>(E)\u00a0 Para os paulistanos, n\u00e3o se joga a toalha \u2013 \u00e9 prefer\u00edvel que seja estendida, para que possam deitar-se sobre ela, caso lhes sejam dados dois metros quadrados de ch\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: A alternativa (A) est\u00e1 errada, porque o sujeito s\u00f3 apresenta palavras no n\u00famero singular. Assim, o verbo \u201cs\u00e3o\u201d deve se flexionar no singular. Al\u00e9m disso, os verbos \u201c<em>acham\u201d<\/em> e \u201c<em>deitarem<\/em>\u201d, al\u00e9m do pronome \u201celes\u201d, referem-se \u00e0 mesma express\u00e3o singular, fazendo com que se flexionem no singular. O adjetivo \u201cprefer\u00edvel\u201d \u00e9 o predicativo do objeto direto oracional. Assim, deve se flexionar no singular. O verbo \u201cd\u00ea\u201d \u00e9 transitivo direto e indireto, o pronome \u201cse\u201d \u00e9 apassivador, o termo \u201ca eles\u201d \u00e9 o objeto indireto e o sujeito paciente \u201cdois metros de ch\u00e3o\u201d for\u00e7a tal verbo ao plural. Veja a corre\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p><em>Mais de <u>um paulistano<\/u> n\u00e3o <strong>\u00e9<\/strong> de jogar a toalha \u2013 <strong>acha prefer\u00edvel<\/strong> <u>estend\u00ea<\/u>-la e se <strong><u>deitar<\/u><\/strong> em cima, caso se <strong>deem<\/strong> a <strong>ele<\/strong> <u>dois metros<\/u> de ch\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p>A alternativa (B) est\u00e1 errada, pois o adjetivo \u201cprefer\u00edveis\u201d ocupa a fun\u00e7\u00e3o de predicativo do objeto direto, o qual se apresenta como ora\u00e7\u00f5es subordinadas substantivas objetivas diretas e coordenadas entre si \u201c<em>estend\u00ea-la e se deitar em cima\u201d<\/em>. Dessa forma, tal adjetivo n\u00e3o pode se flexionar no plural. Note que os verbos \u201cjogam\u201d e \u201cacham\u201d concordam com a express\u00e3o plural \u201cOs paulistanos\u201d.<\/p>\n<p>O verbo \u201cdeem\u201d \u00e9 transitivo direto e indireto, seu sujeito \u00e9 indeterminado, \u201clhes\u201d \u00e9 o objeto indireto e se refere a \u201cpaulistanos\u201d e \u201c<em>dois metros quadrados de ch\u00e3o\u201d<\/em> \u00e9 o objeto direto.<\/p>\n<p><em><u>Os paulistanos<\/u><\/em><em> n\u00e3o <u>jogam<\/u> a toalha \u2013 <u>acham<\/u> <strong>prefer\u00edvel<\/strong> <u>estend\u00ea<\/u>-la e se <u>deitar<\/u> em cima, caso <u>lhes<\/u> <u>deem<\/u> <u>dois metros quadrados de ch\u00e3o<\/u><\/em>.<\/p>\n<p>A alternativa (C) est\u00e1 errada, pois a express\u00e3o de porcentagem e o adjunto adnominal se encontram no plural, o que for\u00e7a os verbos referentes ao plural. Al\u00e9m disso, a express\u00e3o \u201c<em>dois metros quadrados de ch\u00e3o\u201d<\/em> \u00e9 o sujeito paciente da locu\u00e7\u00e3o verbal da voz passiva \u201c<em>seja dado\u201d<\/em>, por isso deve tamb\u00e9m se flexionar no plural. Note tamb\u00e9m que o pronome \u201celas\u201d deve concordar com \u201ctoalha\u201d.<\/p>\n<p><em><u>Cem por cento<\/u><\/em><em> dos <u>paulistanos<\/u> n\u00e3o <strong>jogam<\/strong> a <u>toalha<\/u> \u2013 <strong>acham<\/strong> prefer\u00edvel estend\u00ea-la para que se <strong>deitem<\/strong> sobre <strong>ela<\/strong>, caso <strong>sejam dados<\/strong> a eles <u>dois metros quadrados de ch\u00e3o<\/u><\/em>.<\/p>\n<p>A alternativa (D) est\u00e1 errada, pois, apesar de haver a express\u00e3o partitiva \u201c<em>A maior parte dos paulistanos\u201d<\/em>, se o primeiro verbo referente se flexiona no plural, os demais referentes tamb\u00e9m devem faz\u00ea-lo. Al\u00e9m disso, o verbo \u201cjogarem\u201d se apresenta como infinitivo impessoal, por isso n\u00e3o deve se flexionar. Ademais, a express\u00e3o \u201c<em>dois metros quadrados de ch\u00e3o\u201d<\/em> \u00e9 o sujeito paciente da locu\u00e7\u00e3o verbal da voz passiva \u201c<em>seja dado\u201d<\/em>, por isso deve se flexionar no plural. O pronome \u201celas\u201d se refere ao substantivo \u201ctoalha\u201d, por isso deve se flexionar no singular, juntamente com seus referentes.<\/p>\n<p>Refor\u00e7a-se aqui que o predicativo do objeto direto \u201c<em>prefer\u00edvel\u201d<\/em> est\u00e1 corretamente flexionado no singular, porque concorda com as ora\u00e7\u00f5es subordinadas substantivas objetivas diretas e coordenadas entre si \u201c<strong><em><u>ela ser estendida<\/u><\/em><\/strong><em><u> e <strong>deitarem<\/strong>-se em cima<\/u>\u201d<\/em>.<\/p>\n<p><em>A maior parte dos <u>paulistanos<\/u>, contudo, n\u00e3o <u>s\u00e3o<\/u> de <strong>jogar<\/strong> a toalha \u2013 <strong>acham<\/strong> <u>prefer\u00edvel<\/u> <strong><u>ela ser estendida<\/u><\/strong><u> e <strong>deitarem<\/strong>-se em cima<\/u>, caso lhe <strong>sejam dados<\/strong> <u>dois metros de ch\u00e3o<\/u><\/em>.<\/p>\n<p>A alternativa (E) \u00e9 a correta. Note que o verbo \u201cjoga\u201d \u00e9 transitivo direto e o pronome \u201cse\u201d \u00e9 apassivador. Assim, \u201ca toalha\u201d \u00e9 o sujeito paciente e mant\u00e9m o verbo no singular.<\/p>\n<p>O predicado nominal \u201c<em>\u00e9 prefer\u00edvel\u201d<\/em> tem como sujeito a ora\u00e7\u00e3o subordinada substantiva subjetiva \u201c<em>que seja estendida\u201d<\/em>. Assim, tal predicado deve se manter no singular. Dentro dessa ora\u00e7\u00e3o, note que \u201cseja estendida\u201d concorda com seu referente \u201ctoalha\u201d.<\/p>\n<p>Na ora\u00e7\u00e3o \u201c<em>para que possam deitar-se sobre ela\u201d<\/em>, a locu\u00e7\u00e3o verbal \u201cpossam deitar-se\u201d concorda com o referente \u201cos paulistanos\u201d, e a locu\u00e7\u00e3o verbal da voz passiva \u201c<em>sejam dados\u201d <\/em>concorda com seu sujeito paciente \u201c<em>dois metros quadrados de ch\u00e3o\u201d.<\/em> Confirme:<\/p>\n<p><em>Para os <u>paulistanos<\/u>, n\u00e3o <u>se<\/u> <u>joga<\/u> a <u>toalha<\/u> \u2013 <u>\u00e9<\/u> <u>prefer\u00edvel<\/u> <u>que seja estendida<\/u>, para que <u>possam deitar<\/u>-se sobre <u>ela<\/u>, caso lhes <u>sejam dados<\/u> <u>dois metros<\/u> quadrados de ch\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: E<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"23\">\n<li>Assinale a alternativa cuja frase cont\u00e9m palavras empregadas em sentido figurado, no contexto em que se encontram.<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A)\u00a0 &#8230; parque noturno com bastante gente, quase nenhum carro e prop\u00edcio a todo tipo de atividades&#8230;<\/p>\n<p>(B)\u00a0 L\u00e1 em Cotia, no fim da tarde, eu corria em volta de um lago, desviando de patos&#8230;<\/p>\n<p>(C)\u00a0 \u00c9 o que vemos nas avenidas abertas aos pedestres, nos fins de semana&#8230;<\/p>\n<p>(D)\u00a0 O Ibirapuera, o parque do Estado, o Jardim da Luz s\u00e3o uns raros respiros perdidos entre o mar de asfalto&#8230;<\/p>\n<p>(E)\u00a0 Corri em volta do parque Buenos Aires e do cemit\u00e9rio da Consola\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: Certamente voc\u00ea percebeu que o Jardim da Luz n\u00e3o significa literalmente \u201cuns raros respiros\u201d, tampouco h\u00e1 literalmente um mar de asfalto. Assim, a alternativa (D) \u00e9 a que apresenta a linguagem figurada, conotativa.<\/p>\n<p><strong>Gabarito: D<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"24\">\n<li>Assinale a alternativa em que a substitui\u00e7\u00e3o dos trechos destacados na passagem \u2013 O paulistano, contudo, n\u00e3o \u00e9 de jogar a toalha \u2013 <strong>prefere estend\u00ea-la e se deitar em cima<\/strong>, caso lhe <strong>concedam <\/strong>dois metros quadrados de ch\u00e3o. \u2013 est\u00e1 de acordo com a norma-padr\u00e3o de crase, reg\u00eancia e conjuga\u00e7\u00e3o verbal.<\/li>\n<\/ol>\n<p>(A) prefere estend\u00ea-la \u00e0 desistir \u2013 ponham a disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B) prefere mais estend\u00ea-la do que desistir \u2013 p\u00f5e \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C) prefere estend\u00ea-la a desistir \u2013 ponham \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(D) prefere estend\u00ea-la a desistir \u2013 p\u00f5e a disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(E) prefere estend\u00ea-la do que desistir \u2013 p\u00f5em a disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong>: O verbo \u201cpreferir\u201d, no texto original, \u00e9 transitivo direto. Por\u00e9m, na reescrita, a banca quer que voc\u00ea note que ele \u00e9 transitivo direto e indireto e rege a preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d. Assim, com o verbo \u201cpreferir\u201d, n\u00e3o cabe o intensificador \u201cmais\u201d, nem a express\u00e3o comparativa \u201cdo que\u201d. Com isso, j\u00e1 eliminamos as alternativas (B) e (E).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, n\u00e3o cabe crase diante de verbo, e eliminamos tamb\u00e9m a alternativa (A).<\/p>\n<p>Quanto ao segundo segmento, a conjun\u00e7\u00e3o condicional \u201ccaso\u201d for\u00e7a o verbo \u201cp\u00f4r\u201d ao modo subjuntivo \u201cponham\u201d. Al\u00e9m disso, a locu\u00e7\u00e3o adverbial \u201c\u00e0 disposi\u00e7\u00e3o\u201d deve receber crase.<\/p>\n<p>Assim, a alternativa correta \u00e9 a (C).<\/p>\n<p><strong>Gabarito: C<\/strong><\/p>\n<p>Qualquer d\u00favida, podem colocar nos coment\u00e1rios!<\/p>\n<p>Assim que eu terminar de comentar a prova, eu vejo e tiro as d\u00favidas.<\/p>\n<p>Abra\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>D\u00e9cio Terror<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TJ SP prova comentada e gabarito extraoficial de Portugu\u00eas Fala, pessoal! Estou comentando a prova de Portugu\u00eas do TJ SP 2017. Ainda n\u00e3o terminei, mas vou atualizar este artigo de 10 em 10 minutos inserindo as quest\u00f5es que j\u00e1 consegui terminar de comentar. 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