{"id":794209,"date":"2021-07-13T22:44:32","date_gmt":"2021-07-14T01:44:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=794209"},"modified":"2021-07-13T22:44:34","modified_gmt":"2021-07-14T01:44:34","slug":"informativo-stf-1018-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1018-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1018 Comentado"},"content":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1018 do STF <strong>COMENTADO<\/strong> pintando na telinha (do seu computador, notebook, tablet, celular&#8230;) para quem est\u00e1 ligado aqui conosco no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!<\/p>\n<p><!-- \/wp:post-content --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph {\"align\":\"center\",\"fontSize\":\"huge\"} --><\/p>\n<p class=\"has-text-align-center has-huge-font-size\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/07\/13224419\/stf-1018.pdf\">DOWNLOAD do PDF AQUI!<\/a><\/strong><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_xSqu1M2gv2c\"><div id=\"lyte_xSqu1M2gv2c\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/xSqu1M2gv2c\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/xSqu1M2gv2c\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/xSqu1M2gv2c\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n<!-- wp:heading {\"level\":1} -->\n<h1 id=\"h-direito-administrativo\"><a>DIREITO ADMINISTRATIVO<\/a><\/h1>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-1-desnecessidade-de-autoriza-o-legislativa-para-aliena-o-de-empresas-subsidi-rias\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Desnecessidade de autoriza\u00e7\u00e3o legislativa para aliena\u00e7\u00e3o de empresas subsidi\u00e1rias<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>ARGUI\u00c7\u00c3O DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 dispens\u00e1vel a autoriza\u00e7\u00e3o legislativa para a aliena\u00e7\u00e3o de controle acion\u00e1rio de empresas subsidi\u00e1rias.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADPF 794\/DF, relator Min. Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 21.5.2021 (Info 1018)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-1-1-situa-o-f-tica\"><a>1.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O Partido Comunista do Brasil ajuizou a ADPF 794 na qual buscava suspender o edital de leil\u00e3o da CEB-Distribui\u00e7\u00e3o, subsidi\u00e1ria da Companhia Energ\u00e9tica de Bras\u00edlia (CEB).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Conforme o partido, o edital de leil\u00e3o violaria dispositivo da Lei Org\u00e2nica do Distrito Federal (LODF) que prev\u00ea a necessidade de aprova\u00e7\u00e3o, por qu\u00f3rum qualificado de dois ter\u00e7os dos membros da C\u00e2mara Legislativa, para a privatiza\u00e7\u00e3o ou a extin\u00e7\u00e3o de empresa p\u00fablica ou sociedade de economia mista.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-1-2-an-lise-estrat-gica\"><a>1.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-1-2-1-necess-ria-a-autoriza-o-legislativa\"><a>1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Necess\u00e1ria a autoriza\u00e7\u00e3o legislativa?<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>No julgamento da ADI 5624 MC-Ref\/DF, prevaleceu o entendimento de que a lei que autoriza a cria\u00e7\u00e3o da empresa estatal matriz \u00e9 suficiente para viabilizar a cria\u00e7\u00e3o de empresas controladas e subsidi\u00e1rias, n\u00e3o havendo se falar em necessidade de autoriza\u00e7\u00e3o legal espec\u00edfica para essa finalidade.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Assim, se \u00e9 COMPAT\u00cdVEL com a CF a possibilidade de cria\u00e7\u00e3o de subsidi\u00e1rias quando houver previs\u00e3o na lei que cria a respectiva empresa estatal, por PARALELISMO, n\u00e3o h\u00e1 como obstar, por suposta falta de autoriza\u00e7\u00e3o legislativa, a aliena\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es da empresa subsidi\u00e1ria, ainda que tal medida envolva a perda do controle acion\u00e1rio do Estado.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-1-2-2-resultado-final\"><a>1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, conheceu em parte da argui\u00e7\u00e3o de descumprimento de preceito fundamental e, na parte conhecida, julgou improcedente o pedido formulado contra o Edital de Leil\u00e3o 1\/2020 da Companhia Energ\u00e9tica de Bras\u00edlia (CEB), que se destina a aliena\u00e7\u00e3o de cem por cento do controle acion\u00e1rio da CEB-Distribui\u00e7\u00e3o S.A.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-2-autonomia-financeira-or-ament-ria-e-administrativa-de-universidade-estadual\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Autonomia financeira, or\u00e7ament\u00e1ria e administrativa de universidade estadual<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 inconstitucional emenda \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o estadual que confere autonomia financeira e or\u00e7ament\u00e1ria pr\u00f3prias de \u00f3rg\u00e3os de Poder \u00e0 universidade estadual. (1) \u00c9 constitucional o repasse de recursos or\u00e7ament\u00e1rios para universidade estadual na forma de duod\u00e9cimos.(2) N\u00e3o pode o estado-membro, por meio de sua Constitui\u00e7\u00e3o ou legisla\u00e7\u00e3o, instituir procuradoria jur\u00eddica pr\u00f3pria para universidade estadual.(3)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 5946\/RR, relator Min. Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 21.5.2021 (Info 1018)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-2-1-situa-o-f-tica\"><a>2.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A governadora de Roraima, Suely Campos, ajuizou a ADI 5946 no STF contra a Emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o do estado que institui autonomia or\u00e7ament\u00e1ria, financeira, administrativa, educacional e cient\u00edfica \u00e0 Universidade Estadual de Roraima (UERR).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A governadora sustenta que a EC 59\/2018 usurpou a compet\u00eancia da Uni\u00e3o para legislar sobre diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o nacional, nos termos do artigo 22, inciso XXIV, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, uma vez que, ao alterar de forma significativa a estrutura administrativa da Universidade Estadual de Roraima, conferiu \u00e0 institui\u00e7\u00e3o autonomia exclusiva dos poderes da Rep\u00fablica, com repasse de parcelas de duod\u00e9cimos e mandato de quatro anos para o cargo de reitor e vice-reitor.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-2-2-an-lise-estrat-gica\"><a>2.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-2-2-1-quest-o-jur-dica\"><a>2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Art. 132. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal, organizados em carreira, na qual o ingresso depender\u00e1 de concurso p\u00fablico de provas e t\u00edtulos, com a participa\u00e7\u00e3o da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases, exercer\u00e3o a representa\u00e7\u00e3o judicial e a consultoria jur\u00eddica das respectivas unidades federadas.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Art. 207. As universidades gozam de autonomia did\u00e1tico-cient\u00edfica, administrativa e de gest\u00e3o financeira e patrimonial, e obedecer\u00e3o ao princ\u00edpio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extens\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-2-2-2-a-amplia-o-da-autonomia-da-universidade-encontra-amparo-na-cf\"><a>2.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A amplia\u00e7\u00e3o da autonomia da universidade encontra amparo na CF?<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Noops!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A amplia\u00e7\u00e3o da autonomia de universidade estadual, vinculada ao Poder Executivo, para al\u00e9m da autonomia conferida pelo art. 207 da CF <strong>viola o princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes.<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A CF confere autonomia financeira e or\u00e7ament\u00e1ria aos entes federados e aos Poderes institu\u00eddos, ao Minist\u00e9rio P\u00fablico e \u00e0 Defensoria P\u00fablica. Por outro lado, ao tratar das <strong>universidades<\/strong>, no texto constitucional (CF, art. 207) menciona-se APENAS \u201c<strong>autonomia de gest\u00e3o financeira e patrimonia<\/strong>l\u201d, que consiste em liberdade para administrar os recursos e patrim\u00f4nio que recebe, ou seja, a partir do momento em que \u201co dinheiro entra na sua conta\u201d.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>E a previs\u00e3o em Constitui\u00e7\u00e3o Estadual do repasse do duod\u00e9cimo?<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>Segue o jogo!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><a>\u00c9 constitucional o repasse de recursos or\u00e7ament\u00e1rios para universidade estadual na forma de duod\u00e9cimos.<\/a><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A previs\u00e3o de repasse dos recursos na forma de duod\u00e9cimos, embora n\u00e3o prevista pela CF para as universidades, est\u00e1 dentro da MARGEM de discricionariedade do Chefe do Poder Executivo na constru\u00e7\u00e3o da engenharia institucional mais adequada \u00e0s necessidades e op\u00e7\u00f5es do estado ou munic\u00edpio.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>E instituir procuradoria jur\u00eddica pr\u00f3pria para a Universidade Estadual?<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00ed complica!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>N\u00e3o pode o estado-membro, por meio de sua Constitui\u00e7\u00e3o ou legisla\u00e7\u00e3o, instituir procuradoria jur\u00eddica pr\u00f3pria para universidade estadual.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O art. 132 da CF estabelece um modelo de advocacia p\u00fablica fundado no princ\u00edpio <strong>da unicidade de representa\u00e7\u00e3o judicial e de consultoria jur\u00eddica dos estados e do Distrito Federal<\/strong>, exce\u00e7\u00e3o feita apenas \u00e0s Procuradorias aut\u00e1rquicas e fundacionais que j\u00e1 existiam quando do advento da Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-2-2-3-resultado-final\"><a>2.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, declarou a inconstitucionalidade do caput e dos par\u00e1grafos 1\u00ba, 3\u00ba, 4\u00ba e 5\u00ba do art. 154 da Constitui\u00e7\u00e3o do estado de Roraima, na reda\u00e7\u00e3o dada pela EC 61\/2018, e declarou a constitucionalidade do \u00a7 2\u00ba do art. 154 da Constitui\u00e7\u00e3o do estado de Roraima, na reda\u00e7\u00e3o dada pela EC 61\/2018, vencidos os ministros Edson Fachin e Carmen L\u00facia.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-3-teto-de-remunera-o-a-empresas-p-blicas-e-sociedades-de-economia-mista\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Teto de remunera\u00e7\u00e3o a empresas p\u00fablicas e sociedades de economia mista<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O teto constitucional remunerat\u00f3rio n\u00e3o incide sobre os sal\u00e1rios pagos por empresas p\u00fablicas e sociedades de economia mista, e suas subsidi\u00e1rias, que n\u00e3o recebam recursos da Fazenda P\u00fablica.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 6584\/DF, relator Min. Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 21.5.2021 (Info 1018)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-3-1-situa-o-f-tica\"><a>3.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha, ajuizou no STF a ADI 6584 contra normas distritais que estendeu o teto remunerat\u00f3rio do funcionalismo p\u00fablico a TODAS as empresas p\u00fablicas e sociedades de economia mista distritais e suas subsidi\u00e1rias. Ele alega que o teto \u00e9 uma prote\u00e7\u00e3o constitucional ao er\u00e1rio, impedindo que verbas p\u00fablicas sejam utilizadas para custear remunera\u00e7\u00f5es acima de patamar eleito pelo constituinte como aceit\u00e1vel.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>No entanto, sustenta que a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 DISTINTA nos casos em que n\u00e3o h\u00e1 financiamento p\u00fablico para pagamento de despesas com pessoal ou custeio em geral. Nesses casos, ele aponta que os vencimentos s\u00e3o custeados exclusivamente com base nas receitas auferidas pelas empresas no desempenho de suas respectivas atividades econ\u00f4micas.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O governador argumenta, ainda, que a aplica\u00e7\u00e3o do teto remunerat\u00f3rio nesses \u00f3rg\u00e3os as deixa menos competitivas no mercado, pois ficam em desvantagem para atrair e formar quadro profissional qualificado.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-3-2-an-lise-estrat-gica\"><a>3.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-3-2-1-quest-o-jur-dica\"><a>3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>CF:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Art. 37. A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica direta e indireta de qualquer dos Poderes da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios obedecer\u00e1 aos princ\u00edpios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e efici\u00eancia e, tamb\u00e9m, ao seguinte:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>&nbsp;\u00a7 9\u00ba O disposto no inciso XI aplica-se \u00e0s empresas p\u00fablicas e \u00e0s sociedades de economia mista, e suas subsidi\u00e1rias, que receberem recursos da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Munic\u00edpios para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-3-2-2-aplic-vel-o-teto-remunerat-rio\"><a>3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aplic\u00e1vel o teto remunerat\u00f3rio?<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Somente \u00e0s empresas p\u00fablicas e S.E.M que que recebam recursos da Fazenda P\u00fablica para pagamento de despesas de pessoal e de custeio em geral!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Consoante o disposto no \u00a7 9\u00ba do art. 37 da CF, a regra do teto remunerat\u00f3rio, previsto no inciso XI do art. 37 da CF, aplica-se \u00e0s empresas estatais que recebam recursos da Fazenda P\u00fablica para pagamento de despesas de pessoal e de custeio em geral.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Nesse sentido, porquanto n\u00e3o se pretenda que a imposi\u00e7\u00e3o restritiva \u2014 prevista no inciso XI do art. 37 da CF \u2014 seja estendida al\u00e9m da raz\u00e3o jur\u00eddica de ser da norma e da finalidade da defini\u00e7\u00e3o constitucional, a jurisprud\u00eancia do Supremo Tribunal Federal firmou-se no sentido de que a limita\u00e7\u00e3o remunerat\u00f3ria se restringe aos servidores das empresas p\u00fablicas e \u00e0s sociedades de economia mista, e suas subsidiarias, que recebam recursos da Fazenda P\u00fablica.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-3-2-3-resultado-final\"><a>3.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente o pedido formulado em a\u00e7\u00e3o direta para declarar a inconstitucionalidade da Emenda \u00e0 Lei Org\u00e2nica do Distrito Federal (LODF) 99\/2017 e dar interpreta\u00e7\u00e3o conforme \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o ao artigo 19, X, da LODF, de modo que a express\u00e3o \u201cempregos p\u00fablicos\u201d se limite \u00e0s entidades que recebam recursos do Distrito Federal para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":1} -->\n<h1 id=\"h-direito-constitucional\"><a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/a><\/h1>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-4-empresas-estatais-prestadoras-de-servi-o-p-blico-e-sequestro-de-verbas-p-blicas-por-decis-o-judicial\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Empresas estatais prestadoras de servi\u00e7o p\u00fablico e sequestro de verbas p\u00fablicas por decis\u00e3o judicial<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>ARGUI\u00c7\u00c3O DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Os recursos p\u00fablicos vinculados ao or\u00e7amento de estatais prestadoras de servi\u00e7o p\u00fablico essencial, em regime n\u00e3o concorrencial e sem intuito lucrativo prim\u00e1rio n\u00e3o podem ser bloqueados ou sequestrados por decis\u00e3o judicial para pagamento de suas d\u00edvidas, em virtude do disposto no art. 100 da CF\/1988, e dos princ\u00edpios da legalidade or\u00e7ament\u00e1ria (art. 167, VI, da CF), da separa\u00e7\u00e3o dos poderes (arts. 2\u00b0, 60, \u00a7 4\u00b0, III, da CF) e da efici\u00eancia da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica (art. 37, caput, da CF).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADPF 616\/BA, relator Min. Roberto Barroso, julgamento virtual finalizado em 21.5.2021 (Info 1018)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-4-1-situa-o-f-tica\"><a>4.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O governador do Estado da Bahia, Rui Costa, questionou no STF, por meio da ADPF 616, as decis\u00f5es da Justi\u00e7a Estadual, Federal e do Trabalho que negaram \u00e0 Empresa Baiana de \u00c1guas e Saneamento (Embasa) a aplica\u00e7\u00e3o do regime de execu\u00e7\u00e3o por meio de precat\u00f3rio aos d\u00e9bitos judiciais.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Segundo o governador, a Embasa possui caracter\u00edsticas pr\u00f3prias das empresas estatais de saneamento, que, de acordo com a jurisprud\u00eancia consolidada do STF, devem se sujeitar ao regime de precat\u00f3rios por prestar o servi\u00e7o p\u00fablico essencial de fornecimento de \u00e1gua e de saneamento b\u00e1sico \u00e0 popula\u00e7\u00e3o baiana, sem concorr\u00eancia com empresas particulares e sem finalidade lucrativa. Por isso, pede a suspens\u00e3o das decis\u00f5es TJ-BA, do TRT-5 e TRF-1 que tenham determinado ou venham a determinar bloqueio, sequestro, arresto ou penhora de valores em virtude de d\u00e9bitos da Embasa.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-4-2-an-lise-estrat-gica\"><a>4.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-4-2-1-pode-bloquear-valores-da-embasa\"><a>4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pode bloquear valores da Embasa?<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nada!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 inconstitucional o bloqueio ou sequestro de verba p\u00fablica, por decis\u00f5es judiciais, de empresa estatal prestadora de servi\u00e7o p\u00fablico em regime n\u00e3o concorrencial e sem intuito lucrativo prim\u00e1rio.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A jurisprud\u00eancia da Corte tem reconhecido <strong>a inconstitucionalidade de bloqueios e sequestros de verbas p\u00fablicas de estatais por decis\u00f5es judiciais<\/strong> por estender o regime constitucional de PRECAT\u00d3RIOS \u00e0s estatais prestadoras de servi\u00e7o p\u00fablico em regime n\u00e3o concorrencial e sem intuito lucrativo prim\u00e1rio.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Ademais: (a) a Constitui\u00e7\u00e3o veda a transposi\u00e7\u00e3o, o remanejamento ou transfer\u00eancia de recursos de programa\u00e7\u00e3o para outra ou de um \u00f3rg\u00e3o para outro, sem pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o legislativa; (b) a ordem constitucional recha\u00e7a a interfer\u00eancia do Judici\u00e1rio na organiza\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria dos projetos da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, salvo, excepcionalmente, como fiscalizador; e (c) os atos jurisdicionais constritivos, ao bloquearem verbas or\u00e7ament\u00e1rias para o pagamento de d\u00edvidas, atentam contra o princ\u00edpio da efici\u00eancia da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica e subvertem o planejamento e a ordem de prioridades na execu\u00e7\u00e3o de obras de infraestrutura do Poder Executivo.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-4-2-2-resultado-final\"><a>4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou parcialmente procedente argui\u00e7\u00e3o de descumprimento de preceito fundamental. Vencido o ministro Marco Aur\u00e9lio.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":1} -->\n<h1 id=\"h-direito-processual-civil\"><a>DIREITO PROCESSUAL CIVIL<\/a><\/h1>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-5-execu-o-invertida-fazenda-p-blica-e-juizados-especiais-federais\"><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u201cExecu\u00e7\u00e3o invertida\u201d: Fazenda P\u00fablica e juizados especiais federais<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>ARGUI\u00c7\u00c3O DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>N\u00e3o ofende a ordem constitucional determina\u00e7\u00e3o judicial de que a Uni\u00e3o proceda aos c\u00e1lculos e apresente os documentos relativos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o nos processos em tramita\u00e7\u00e3o nos juizados especiais c\u00edveis federais, ressalvada a possibilidade de o exequente postular a nomea\u00e7\u00e3o de perito.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADPF 219\/DF, relator Min. Marco Aur\u00e9lio, julgamento em 20.5.2021 (Info 1018)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-5-1-situa-o-f-tica\"><a>5.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Trata-se de ADPF ajuizada pela Uni\u00e3o para questionar decis\u00f5es dos Juizados Especiais Federais do Rio de Janeiro que impuseram a ela o dever de apurar ou indicar, nos processos em que figure como r\u00e9 ou executada, o valor devido \u00e0 parte autora.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Na a\u00e7\u00e3o, a Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU) sustenta que n\u00e3o existe, em qualquer dos diplomas legais que tratam do assunto \u2013 Leis 9.099\/1995 e 10.259\/2001 e C\u00f3digo Penal, que disp\u00f5em sobre os Juizados Especiais C\u00edveis e Criminais no \u00e2mbito da Justi\u00e7a Federal \u2013 qualquer dispositivo que obrigue a Uni\u00e3o a atender a essa demanda, o que levaria ao entendimento de que essas decis\u00f5es estariam violando o princ\u00edpio constitucional da legalidade. A AGU tamb\u00e9m contestou um dos fundamentos citados nas decis\u00f5es, segundo o qual o ente p\u00fablico teria estrutura suficiente para apresenta\u00e7\u00e3o dessas contas.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-5-2-an-lise-estrat-gica\"><a>5.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-5-2-1-calcule-se-e-apresente-se\"><a>5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Calcule-se e apresente-se?<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>\u00c9 por a\u00ed&#8230;<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Entre os princ\u00edpios que regem o microssistema processual dos juizados especiais federais \u2014 versados na Lei 9.099\/1995 e na Lei 10.259\/2001 \u2014 est\u00e3o os da simplicidade, da economia processual e da celeridade. A legisla\u00e7\u00e3o potencializa o acesso \u00e0 Justi\u00e7a. Em regra, \u00e9 do credor a iniciativa nas execu\u00e7\u00f5es civis, cabendo-lhe instruir a execu\u00e7\u00e3o com os c\u00e1lculos da obriga\u00e7\u00e3o materializada no t\u00edtulo. Apesar disso, <strong>n\u00e3o h\u00e1 veda\u00e7\u00e3o legal a que se exija a colabora\u00e7\u00e3o do executado, principalmente quando se trata de ente da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica federal.<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>No \u00e2mbito dos referidos juizados, tudo indica ser POSS\u00cdVEL <strong>a invers\u00e3o da ordem<\/strong>. A rela\u00e7\u00e3o estabelecida entre o particular que procura o juizado e a Uni\u00e3o \u00e9 evidentemente ASSIM\u00c9TRICA. Logo, imp\u00f5e-se potencializar os poderes conferidos pelo C\u00f3digo de Processo Civil (CPC) ao magistrado para restabelecer a efetiva igualdade entre as partes. No mais, a leitura atual do papel exercido pela Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica d\u00e1 primazia ao interesse p\u00fablico prim\u00e1rio. A pr\u00f3pria legisla\u00e7\u00e3o dos juizados pressup\u00f5e que a Administra\u00e7\u00e3o agir\u00e1 no intuito de buscar a efetividade dos direitos dos administrados.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Exigir que exista sempre a interven\u00e7\u00e3o de perito designado pelo ju\u00edzo revela INCOMPATIBILIDADE com os princ\u00edpios da economia processual, da celeridade e da efetividade do processo. <strong>A nomea\u00e7\u00e3o de perito representa custo ao Er\u00e1rio com os honor\u00e1rios correspondentes<\/strong>. Al\u00e9m disso, os c\u00e1lculos efetuados dever\u00e3o ser posteriormente revistos pela pr\u00f3pria Administra\u00e7\u00e3o fazend\u00e1ria a fim de verificar o acerto do valor apurado. De igual modo, se o exequente apresentar valor excessivo, como devido, pois, caber\u00e1 \u00e0 Fazenda declarar de imediato o valor que entenda correto. Em \u00faltima an\u00e1lise, o dever de colabora\u00e7\u00e3o imput\u00e1vel ao Estado decorre dos princ\u00edpios da legalidade, da moralidade, da efici\u00eancia, e do subprinc\u00edpio da economicidade. Por fim, o credor pode fazer absoluta quest\u00e3o da realiza\u00e7\u00e3o dos c\u00e1lculos por terceiro imparcial. Em tais hip\u00f3teses, dependentes de requerimento do exequente, o processo legal conduz ao reconhecimento dessa prerrogativa, incumbindo ao Estado viabilizar a atua\u00e7\u00e3o do perito.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-5-2-2-resultado-final\"><a>5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/a><\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O Plen\u00e1rio julgou improcedente o pedido formulado na a\u00e7\u00e3o, nos termos do voto do ministro Marco Aur\u00e9lio (relator).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:file {\"id\":794210,\"href\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/07\/13224419\/stf-1018.pdf\"} -->\n<div class=\"wp-block-file\"><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/07\/13224419\/stf-1018.pdf\">stf-1018<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/07\/13224419\/stf-1018.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download>Baixar<\/a><\/div>\n<!-- \/wp:file -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1018 do STF COMENTADO pintando na telinha (do seu computador, notebook, tablet, celular&#8230;) para quem est\u00e1 ligado aqui conosco no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas! 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