{"id":779098,"date":"2021-07-06T06:53:00","date_gmt":"2021-07-06T09:53:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=779098"},"modified":"2021-07-12T19:42:18","modified_gmt":"2021-07-12T22:42:18","slug":"promotor-mpdft-gabarito-extraoficial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/promotor-mpdft-gabarito-extraoficial\/","title":{"rendered":"Promotor MPDFT: Gabarito Extraoficial!"},"content":{"rendered":"\n<p id=\"block-14aad16f-3a8e-45e6-81b2-020271cd85fa\">Em 4 de julho, a equipe de professores do Estrat\u00e9gia Carreira Jur\u00eddica apresentou o evento &#8220;<em>Promotor MPDFT: Gabarito Extraoficial<\/em>&#8221; para ajudar voc\u00ea a conferir as respostas das quest\u00f5es no certame, realizado no mesmo dia! Acesse gratuitamente pelo canal do Estrat\u00e9gia no YouTube.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"block-50e8f768-23f2-4e70-8269-c7159b525d1e\">Promotor MPDFT &#8211; Gabarito Extraoficial<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"block-f9b28c5b-52fd-49cf-830e-628672ff238a\">Cronograma<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\" id=\"block-73858ace-d82b-4d47-a3c3-2fb3b928439c\"><li><strong>Datas:<\/strong> 4 de julho<\/li><li><strong>Hor\u00e1rios<\/strong>: 19:00<\/li><li><strong>Onde:<\/strong> <a href=\"https:\/\/youtu.be\/ls9qHQBIgyY\">Canal do Estrat\u00e9gia Carreira Jur\u00eddica no YouTube<\/a><\/li><\/ul>\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_kZnWCGx9HBg\"><div id=\"lyte_kZnWCGx9HBg\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/kZnWCGx9HBg\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/kZnWCGx9HBg\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/kZnWCGx9HBg\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"block-4fa19100-ab6e-427c-9d72-318fc6d05ed8\">Promotor MPDFT &#8211; Gabarito Extraoficial: Curiosidades<\/h2>\n\n\n\n<p id=\"block-19b45ed9-7d06-438e-af04-0407df35a7c1\">A sele\u00e7\u00e3o Promotor MPDFT, que oferta vagas em CR para Promotor de Justi\u00e7a Adjunto no Minist\u00e9rio P\u00fablico do Distrito Federal e Territ\u00f3rios teve sua prova objetiva aplicada neste domingo <strong>4 de julho de 2021.<\/strong> A prova, de car\u00e1ter eliminat\u00f3rio e classificat\u00f3rio, foi composta de 100 quest\u00f5es alternativas, com peso de um ponto cada e cinco op\u00e7\u00f5es de resposta (A,B,C,D e E) sendo apenas uma correta. O tempo de dura\u00e7\u00e3o da prova objetiva foi de 5 horas.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-3b065070-ceb4-4650-8687-a95e02f41da3\">Para ingressar na carreira \u00e9 necess\u00e1rio ser <strong>bacharel em Direito<\/strong> e comprovar o exerc\u00edcio de <strong>tr\u00eas anos de atividade jur\u00eddica<\/strong>. O sal\u00e1rio inicial da carreira \u00e9 de <strong>R$ 32.004,65, segundo o edital do concurso.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"block-50e8f768-23f2-4e70-8269-c7159b525d1e\">Promotor MPDFT &#8211; Gabarito Extraoficial AO VIVO <\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-gabarito-extraoficial-promotor-mpdft\">Gabarito Extraoficial Promotor MPDFT <\/h3>\n\n\n\n<p>Abaixo, voc\u00ea confere o gabarito com as quest\u00f5es j\u00e1 corrigidas pelos nossos professores. \u00c0 medida em que as corre\u00e7\u00f5es forem realizadas, o artigo ser\u00e1 atualizado. Como existem v\u00e1rios tipos de provas, voc\u00ea pode conferindo o in\u00edcio da quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 1:&nbsp;<\/strong>O ERRO, no DIREITO PENAL P\u00c1TRIO:<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; O erro, no Direito Penal, requer como crit\u00e9rio de aferi\u00e7\u00e3o de escusabilidade o comportamento que se espera do homem m\u00e9dio. O erro invenc\u00edvel \u00e9 o escus\u00e1vel. Para aferir a (in)evitabilidade do erro, a corrente tradicional invoca a figura do \u201chomem m\u00e9dio\u201d por entender que a previsibilidade deve ser avaliada t\u00e3o-somente sob o enfoque objetivo, levando em considera\u00e7\u00e3o estritamente o fato e n\u00e3o o autor. <\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, explica Fl\u00e1vio Monteiro de Barros: \u201cErro invenc\u00edvel ou escus\u00e1vel \u00e9 o que n\u00e3o emana da culpa do agente. Ainda que empregasse a aten\u00e7\u00e3o do \u2018homem m\u00e9dio\u2019, o erro ter-se-ia verificado. Erro venc\u00edvel ou inescus\u00e1vel \u00e9 o que emana da culpa do agente. Para evit\u00e1-lo bastaria a aten\u00e7\u00e3o normal do \u2018homem m\u00e9dio\u201d. (Direito Penal \u2013 Parte Geral, 2003, p. 202)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 2:&nbsp;<\/strong>Para a CULPABILIDADE NORMATIVA, adotada em nosso sistema&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; \u201cA culpabilidade, por sua vez, n\u00e3o se esgota nessa rela\u00e7\u00e3o de desconformidade entre a\u00e7\u00e3o e ordem jur\u00eddica, mas, ao contr\u00e1rio, a reprova\u00e7\u00e3o pessoal contra o agente do fato fundamenta-se na n\u00e3o omiss\u00e3o da a\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao Direito ainda e quando podia hav\u00ea-la omitido, pois dele se espera uma motiva\u00e7\u00e3o concorde com a norma legal. A ess\u00eancia da culpabilidade reside nesse \u201cpoder em lugar de&#8230;\u201d, isto \u00e9, no \u201cpoder agir de outro modo\u201d do agente referentemente \u00e0 representa\u00e7\u00e3o de sua vontade antijur\u00eddica, e \u00e9 exatamente a\u00ed \u2014 nessa liberdade de a\u00e7\u00e3o, nessa possibilidade de agir diferente \u2014 onde se encontra o fundamento da reprova\u00e7\u00e3o pessoal, que se levanta contra o autor por sua conduta contr\u00e1ria ao Direito.\u201d (BITENCOURT, Cezar. Tratado de Direito Penal \u2013 Parte Geral \u2013 Vol. 1, p 506)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 3:&nbsp;<\/strong>Em mat\u00e9ria de CRIMES MONOSSUBJETIVOS, QUANDO COMETIDOS&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; A condi\u00e7\u00e3o subjetiva do agente que caracteriza o crime pr\u00f3prio se comunica ao coautor, por se tratar de elementar, nos moldes do art. 30 do C\u00f3digo Penal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 4:&nbsp;<\/strong>Para o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; RHC 123553\/DF &#8211; DISTRITO FEDERAL<\/p>\n\n\n\n<p>Julgamento: 11\/09\/2014<\/p>\n\n\n\n<p>Quando do julgamento do HC 102.087, de relatoria do Min. Celso de Mello e que fui incumbido de redigir o ac\u00f3rd\u00e3o, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal superou a diverg\u00eancia jurisprudencial at\u00e9 ent\u00e3o existente para assentar n\u00e3o s\u00f3 a constitucionalidade da legisla\u00e7\u00e3o de reg\u00eancia, mas tamb\u00e9m a natureza de crime de perigo abstrato da conduta em comento. Confira-se a ementa do HC 102.087\/MG (negritos suprimidos):<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cHABEAS CORPUS. PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO DESMUNICIADA. (A)TIPICIDADE DA CONDUTA. CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE DAS LEIS PENAIS. MANDADOS CONSTITUCIONAIS DE CRIMINALIZA\u00c7\u00c3O E MODELO EXIGENTE DE CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE DAS LEIS EM MAT\u00c9RIA PENAL. CRIMES DE PERIGO ABSTRATO EM FACE DO PRINC\u00cdPIO DA PROPORCIONALIDADE. LEGITIMIDADE DA CRIMINALIZA\u00c7\u00c3O DO PORTE DE ARMA DESMUNICIADA. ORDEM DENEGADA.<\/p>\n\n\n\n<p>3. LEGITIMIDADE DA CRIMINALIZA\u00c7\u00c3O DO PORTE DE ARMA. H\u00e1, no contexto emp\u00edrico legitimador da veicula\u00e7\u00e3o da norma, aparente lesividade da conduta, porquanto se tutela a seguran\u00e7a p\u00fablica (art. 6\u00ba e 144, CF) e indiretamente a vida, a liberdade, a integridade f\u00edsica e ps\u00edquica do indiv\u00edduo etc. H\u00e1 inequ\u00edvoco interesse p\u00fablico e social na proscri\u00e7\u00e3o da conduta. \u00c9 que a arma de fogo, diferentemente de outros objetos e artefatos (faca, vidro etc.) tem, inerente \u00e0 sua natureza, a caracter\u00edstica da lesividade. A danosidade \u00e9 intr\u00ednseca ao objeto. A quest\u00e3o, portanto, de poss\u00edveis injusti\u00e7as pontuais, de absoluta aus\u00eancia de significado lesivo deve ser aferida concretamente e n\u00e3o em linha diretiva de ilegitimidade normativa.<\/p>\n\n\n\n<p>4. ORDEM DENEGADA.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Com a mesma conclus\u00e3o, precedentes de ambas as Turmas: HC 110.792\/RS, Primeira Turma, Rel. Min. Luiz Fux, DJe 7.10.2013; HC 117.559\/MS, Primeira Turma, Rel. Min. Rosa Weber, DJe 24.9.2013; HC 107.957\/RS, Primeira Turma, Rel. Min. Luiz Fux, DJe 15.8.2013; HC 112.762\/MS, Segunda Turma, Rel. Min. C\u00e1rmen L\u00facia, DJe 17.4.2013; HC 113.295\/SP, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, Segunda Turma, DJe 6.12.2012; e HC 103.539\/RS, Primeira Turma, Rel. Min. Rosa Weber, DJe 17.5.2012.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 falar, portanto, em atipicidade da conduta, porquanto desnecess\u00e1ria a demonstra\u00e7\u00e3o da potencialidade lesiva da arma ou das muni\u00e7\u00f5es a fazer incidir a norma penal do crime de perigo abstrato.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 5:&nbsp;<\/strong>Para a TEORIA DA IMPUTA\u00c7\u00c3O OBJETIVA&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; O modelo te\u00f3rico de Puppe, a exemplo da teoria da condi\u00e7\u00e3o INUS supera as dificuldades com que se depara a teoria da equival\u00eancia das condi\u00e7\u00f5es em hip\u00f3teses de causalidade m\u00faltipla. O procedimento hipot\u00e9tico de elimina\u00e7\u00e3o conduz \u00e0 conclus\u00e3o equivocada de que as participa\u00e7\u00f5es individuais n\u00e3o foram causa da decis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Puppe sustenta que a condi\u00e7\u00e3o m\u00ednima para o resultado consiste na maioria das a\u00e7\u00f5es; e que cada a\u00e7\u00e3o dessa condi\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria para o advento do resultado. Logo, cada conduta pode ser vista como causa; isto \u00e9, como componente necess\u00e1rio de uma condi\u00e7\u00e3o suficiente do resultado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 6:<\/strong> Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s CAUSA DE EXCLUS\u00c3O DE ILICITUDE&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong> &#8211; A leg\u00edtima defesa sucessiva ocorre quando h\u00e1 repulsa ao excesso. Em outras palavras, \u00e9 a rea\u00e7\u00e3o contra o excesso injusto. Na leg\u00edtima defesa putativa, na realidade, n\u00e3o existe a descriminante, o que \u00e9 pressuposto para o excesso. Assim, n\u00e3o cabe leg\u00edtima defesa sucessiva de leg\u00edtima defesa putativa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 7:&nbsp;<\/strong>A respeito de CRIMES CONTRA DIGNIDADE SEXUAL&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong> &#8211; 2. Doutrina e jurisprud\u00eancia sustentam a prescindibilidade do contato f\u00edsico direto do r\u00e9u com a v\u00edtima, a fim de priorizar o nexo causal entre o ato praticado pelo acusado, destinado \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o da sua lasc\u00edvia, e o efetivo dano \u00e0 dignidade sexual sofrido pela ofendida.<\/p>\n\n\n\n<p>3. No caso, ficou devidamente comprovado que o paciente agiu mediante n\u00edtido poder de controle psicol\u00f3gico sobre as outras duas agentes, dado o v\u00ednculo afetivo entre eles estabelecido. Assim, as incitou \u00e0 pr\u00e1tica dos atos de estupro contra as infantes (uma de 3 meses de idade e outra de 2 anos e 11 meses de idade), com o envio das respectivas imagens via aplicativo virtual, as quais permitiram a referida contempla\u00e7\u00e3o lasciva e a consequente adequa\u00e7\u00e3o da conduta ao tipo do art. 217-A do C\u00f3digo Penal.<\/p>\n\n\n\n<p>4. Ordem denegada. (HC 478.310\/PA, Rel. Ministro ROGERIO SCHIETTI CRUZ, SEXTA TURMA, julgado em 09\/02\/2021, DJe 18\/02\/2021)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 8:&nbsp;<\/strong>Quanto \u00e0s TEORIAS DO CRIME, PODE-SE ASSEVERAR QUE&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong> &#8211; O cerne dessa id\u00e9ia consiste no fato de que a pessoa que tem um hist\u00f3rico limpo e eventualmente venha cometer um delito, sobretudo sem resqu\u00edcio de perversidade, n\u00e3o \u00e9 pass\u00edvel de puni\u00e7\u00e3o penal porque sua conduta, em tais hip\u00f3teses, n\u00e3o est\u00e1 pondo em cheque o car\u00e1ter protetivo de bens jur\u00eddicos essenciais, preconizado pelo direito penal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 9:<\/strong> No que diz respeitos aos CRIMES EM ESP\u00c9CIE, levando em considera\u00e7\u00e3o&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>Orienta\u00e7\u00e3o jurisprudencial no sentido de reconhecer como extors\u00e3o a &#8220;amea\u00e7a de mal espiritual&#8221;. (REsp n. 1299021\/SP, Rel. Ministro ROGERIO SCHIETTI CRUZ, SEXTA TURMA, julgado em 14\/2\/2017, DJe 23\/2\/2017.) 2. A &#8220;grave amea\u00e7a&#8221;, elementar do delito de extors\u00e3o, consiste na intimida\u00e7\u00e3o que atua na dimens\u00e3o psicol\u00f3gica da v\u00edtima, considerando a influ\u00eancia de m\u00faltiplos fatores. (AgRg no AREsp 1009662\/RJ, Rel. Ministro ANTONIO SALDANHA PALHEIRO, SEXTA TURMA, julgado em 03\/04\/2018, DJe 09\/04\/2018)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 10:&nbsp;<\/strong>No tocante aos CRIMES PREVISTOS NA PARTE ESPECIAL DO C\u00d3DIGO PENAL&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>1. Esta Corte Superior de Justi\u00e7a firmou a compreens\u00e3o de que o crime de corrup\u00e7\u00e3o passiva possui natureza formal e independe de resultado, raz\u00e3o pela qual n\u00e3o exige a pr\u00e1tica de ato de of\u00edcio, o que afasta a alega\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 necessidade de que o agente detenha compet\u00eancia funcional espec\u00edfica para a pr\u00e1tica do ato. (EDcl no AgRg nos EDcl no AREsp 1301024\/SP, Rel. Ministro JORGE MUSSI, QUINTA TURMA, julgado em 21\/03\/2019, DJe 28\/03\/2019)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 11:&nbsp;<\/strong>Sobre AS CIRCUNST\u00c2NCIAS DO PROCESSO TRIF\u00c1SICO DE APLICA\u00c7\u00c3O DA PENA&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 12:&nbsp;<\/strong>O CRIME DE PERSEGUI\u00c7\u00c3O (art. 147-A do CP)&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong> &#8211; O crime de importuna\u00e7\u00e3o (CP Art. 147-A) exige a reitera\u00e7\u00e3o de atos como elementar. Praticado um \u00fanico ato sob a vig\u00eancia da lei incriminadora, imposs\u00edvel considerar os atos anteriores, que consistiam em contraven\u00e7\u00e3o penal, sob pena de viola\u00e7\u00e3o da garantia da irretroatividade da lei penal incriminadora.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 13:&nbsp;<\/strong>Sobre CRIMES OMISSIVOS, \u00e9 correto concluir que&#8230; <br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong> &#8211; \u00c9 cab\u00edvel a participa\u00e7\u00e3o em crime omissivo pr\u00f3prio. Ex: A induz B a n\u00e3o pagar pens\u00e3o aliment\u00edcia. A ser\u00e1 part\u00edcipe de B, no crime de abandono material (artigo 244 do CP).<\/p>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 co-autoria em crime omissivo pr\u00f3prio, parte da doutrina entende que n\u00e3o (Juarez Taveres, verbi gratia), pois cada um responde isoladamente, n\u00e3o sendo o caso de concurso de agentes. \u00c9 o exemplo cl\u00e1ssico em que A e B omitem socorro a C, sendo que cada um deles poderia socorrer, sem risco pessoal.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, Cezar Roberto Bitencourt (Manual de Direito Penal, Parte Geral, p. 445) entende &#8220;ser perfeitamente poss\u00edvel a co-autoria em crime omissivo pr\u00f3prio&#8221;. No mesmo sentido \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o de Rog\u00e9rio Greco (Curso de Direito Penal, Parte Geral, p. 476).<\/p>\n\n\n\n<p>A doutrina manifesta pela possibilidade de participa\u00e7\u00e3o em crime omissivo impr\u00f3prio. Ex: A instiga B, que ele n\u00e3o conhece, a n\u00e3o alimentar o filho. B cometer\u00e1 o crime de homic\u00eddio por omiss\u00e3o, j\u00e1 que B tem o dever jur\u00eddico de evitar o resultado. A ser\u00e1 part\u00edcipe.<\/p>\n\n\n\n<p>No mesmo sentido \u00e9 acerca do cabimento da co-autoria em crime omissivo impr\u00f3prio. Ex: A e B, em comum acordo, deixa de alimentar seu filho, vindo este a falecer. O casal \u00e9 co-autor de homic\u00eddio.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o obstante posi\u00e7\u00e3o minorit\u00e1ria, Juarez Tavares (As controv\u00e9rsias em torno dos crimes omissivos, p. 85-86) defende que nos crimes omissivos nunca haver\u00e1 concurso de pessoas (co-autoria e participa\u00e7\u00e3o). No mesmo sentido \u00e9 a doutrina de Nilo Batista (Concurso de agentes, p. 65).<\/p>\n\n\n\n<p>Compulsando a literatura jur\u00eddica, vimos que Rog\u00e9rio Greco e Cezar Roberto Bitencourt admitem a co-autoria e a participa\u00e7\u00e3o. Fernando Capez, Dam\u00e1sio Evangelista de Jesus, Celso Delmanto, Mirabete e Alberto Silva Franco, por sua vez, admitem t\u00e3o somente a participa\u00e7\u00e3o. Diversamente, Luiz R\u00e9gis Prado e Heleno Fragoso n\u00e3o admitem a co-autoria nem a participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 14:<\/strong> No que toca ao <em>ITER<\/em> <em>CRIMINIS<\/em>, pode-se asseverar que&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong> &#8211; CP Art. 14 &#8211; Diz-se o crime:<br \/>(&#8230;)<br \/>II &#8211; tentado, quando, iniciada a execu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se consuma por circunst\u00e2ncias alheias \u00e0 vontade do agente. <br \/><br \/>Considera-se tentado o crime cuja conduta foi iniciada, mas o resultado n\u00e3o se produz por raz\u00f5es alheias \u00e0 vontade do agente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 15:<\/strong> Com rela\u00e7\u00e3o ao Direito Penal e Processual Militar, assinale a alternativa&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong> &#8211; CPM Art. 235 &#8211; Praticar, ou permitir o militar que com ele se pratique ato libidinoso, homossexual ou n\u00e3o, em lugar sujeito a administra\u00e7\u00e3o militar:<\/p>\n\n\n\n<p>Pena &#8211; deten\u00e7\u00e3o, de seis meses a um ano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 16:\u00a0<\/strong>Marque a alternativa correta, com rela\u00e7\u00e3o aos crimes ambientais&#8230; <br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>A) ERRADA. A assinatura de TAC n\u00e3o impede a propositura de a\u00e7\u00e3o penal por crime ambiental. Esse \u00e9 o entendimento consolidado na jurisprud\u00eancia., principalmente por se tratarem de esferas distintas de atua\u00e7\u00e3o: uma ocorre na esfera administrativa (o termo de ajustamento de conduta) e a outra no \u00e2mbito criminal. Evidentemente, o cumprimento integral do TAC pode at\u00e9 gerar algum efeito penal, na dosimetria da pena, por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>B) CORRETA. O tipo penal do artigo 46, \u00a7 \u00fanico, da Lei dos Crimes Ambientais, \u00e9 exemplo de norma penal em branco, raz\u00e3o por que o MINIST\u00c9RIO P\u00daBLICO, na den\u00fancia, dever\u00e1 fazer constar desde logo a normatiza\u00e7\u00e3o que haveria de ser cumprida pelo autor do delito.&nbsp; (STJ &#8211; HC: 504357 MG 2019\/0105796-6, Relator: Ministra LAURITA VAZ, Data de Julgamento: 15\/12\/2020, T6 &#8211; SEXTA TURMA, Data de Publica\u00e7\u00e3o: DJe 18\/12\/2020)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>C) ERRADA. N\u00e3o h\u00e1 necessidade de dupla imputa\u00e7\u00e3o (pessoa jur\u00eddica e f\u00edsica). Entendimento do STF e STJ (neste, ver RMS: 65473 PR 2021\/0009901-2, Relator: Ministro REYNALDO SOARES DA FONSECA, Data de Publica\u00e7\u00e3o: DJ 15\/06\/2021).<\/p>\n\n\n\n<p>D) ERRADA. Mesmo havendo certa diverg\u00eancia jurisprudencial e doutrin\u00e1ria, prevalece o entendimento de que \u00e9 aplic\u00e1vel referido princ\u00edpio em crimes ambientais, tal como o disposto no enunciado. Vide STF &#8211; ARE: 1060007 MG 0000638-70.2012.4.01.3808, Relator: RICARDO LEWANDOWSKI, Data de Julgamento: 03\/10\/2020, Segunda Turma, Data de Publica\u00e7\u00e3o: 29\/10\/2020). H\u00e1 quem diga que, pelo fato de se trata de \u201ccrime de acumula\u00e7\u00e3o\u201d, n\u00e3o seria cab\u00edvel alegar-se a atipicidade material neste crime.<\/p>\n\n\n\n<p>E) ERRADA. Aplica-se o princ\u00edpio da consun\u00e7\u00e3o no caso trazido pela alternativa, conforme se verifica no seguinte julgado: STJ &#8211; REsp: 1925717 SC 2021\/0064380-0, Relator: Ministro RIBEIRO DANTAS, Data de Julgamento: 25\/05\/2021, T5 &#8211; QUINTA TURMA, Data de Publica\u00e7\u00e3o: DJe 28\/05\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 17:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa CORRETA, entre as seguintes assertivas relacionadas&#8230;  <br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong> &#8211; Vide&nbsp; Art. 121\u00a7 5\u00ba do ECA: \u201cA libera\u00e7\u00e3o ser\u00e1 compuls\u00f3ria aos vinte e um anos de idade\u201d e S\u00famula 605 do STJ (A superveni\u00eancia da maioridade penal n\u00e3o interfere na apura\u00e7\u00e3o de ato infracional nem na aplicabilidade de medida socioeducativa em curso, inclusive na liberdade assistida, enquanto n\u00e3o atingida a idade de 21 anos). <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 18:&nbsp;<\/strong>Acerca dos crimes de tr\u00e2nsito, marque a alternativa CORRETA&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong> &#8211; Pois referida majorante \u00e9 aplic\u00e1vel independentemente do porte do ve\u00edculo ou da presen\u00e7a de passageiros. Cuidado porque o inciso IV, do \u00a71\u00ba, do artigo 302 prev\u00ea a aplica\u00e7\u00e3o da referida causa de aumento de pena se o sujeito est\u00e1 no exerc\u00edcio de suas atividades ou de sua profiss\u00e3o, mas n\u00e3o necessariamente, de acordo com a jurisprud\u00eancia que prevalece, transportando algu\u00e9m no exato momento da ocorr\u00eancia. Esse \u00e9 o entendimento jurisprudencial h\u00e1 tempos. Vide: AgRg no REsp 1255562\/RS, Rel. Ministra MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA, SEXTA TURMA, julgado em 04\/02\/2014, DJe 17\/03\/2014.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 19:&nbsp;<\/strong>Com rela\u00e7\u00e3o aos aspectos penais da Lei de Drogas (Lei n\u00ba 11.343\/2006)&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong> &#8211; Pois o entendimento pacificado \u00e9 no sentido de que a droga n\u00e3o precisa passar por dentro do pres\u00eddio para que a majorante seja aplicada. Ver informativo 659 do STJ (HC 440.888\/MS, j. 15\/10\/2019 ).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 20:&nbsp;<\/strong>No que diz respeito \u00e0 Lei n\u00ba 10.826\/2003, Estatuto do Desarmamento&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; N\u00e3o h\u00e1 diverg\u00eancia apta a gerar alguma d\u00favida nesta quest\u00e3o, pois todas as alternativas est\u00e3o erradas, exceto a letra B, na forma do julgado seguinte: STJ &#8211; HC: 587834 SP 2020\/0136904-7, Relator: Ministro RIBEIRO DANTAS, Data de Julgamento: 18\/08\/2020, T5 &#8211; QUINTA TURMA, Data de Publica\u00e7\u00e3o: DJe 24\/08\/2020. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 21:&nbsp;<\/strong>N\u00e3o se considera falta grave&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 22:<\/strong> Quanto aos aspectos processuais dos crimes relacionados \u00e0 Lei n\u00ba 11.343\/2006&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 23:&nbsp;<\/strong>Sobre medidas cautelares diversas da pris\u00e3o, responda&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong> &#8211; Sobre as medidas cautelares diversas da pris\u00e3o, responda \u00e0s seguintes<br \/>quest\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o reputada correta \u00e9 a de item C, que reflete entendimento do STJ, conforme se v\u00ea abaixo:<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 poss\u00edvel considerar o tempo submetido \u00e0 medida cautelar de recolhimento noturno, aos finais de semana e<br \/>dias n\u00e3o \u00fateis, supervisionados por monitoramento eletr\u00f4nico, com o tempo de pena efetivamente cumprido,<br \/>para detra\u00e7\u00e3o da pena. HC 455.097\/PR, Rel. Min. Laurita Vaz, Terceira Se\u00e7\u00e3o,<br \/>por unanimidade, julgado em 14\/04\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p>Na alternativa A, fala-se sobre o recurso cab\u00edvel contra decis\u00e3o que indefere medidas cautelares. A respeito do tema, o STJ j\u00e1 decidiu mutatis mutandis, que o recurso \u00e9 o RESE:<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 cab\u00edvel recurso em sentido estrito contra decis\u00e3o que revoga medida cautelar diversa da pris\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>REsp 1.628.262-RS, Rel. Ministro Sebasti\u00e3o Reis J\u00fanior, por unanimidade, julgado em 13\/12\/2016, DJe<br \/>19\/12\/2016.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja-se, a prop\u00f3sito a fundamenta\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>Discute-se no processo, em s\u00edntese, se \u00e9 poss\u00edvel ou n\u00e3o interpor recurso em sentido estrito contra decis\u00e3o que<br \/>revoga medida cautelar diversa da pris\u00e3o. Inicialmente, saliente-se que as hip\u00f3teses de cabimento do recurso em<br \/>sentido estrito, trazidas no art. 581 do C\u00f3digo de Processo Penal e na legisla\u00e7\u00e3o especial, s\u00e3o exaustivas,<br \/>sendo admitida apenas a interpreta\u00e7\u00e3o extensiva das hip\u00f3teses legais de cabimento. Contudo, em raz\u00e3o da<br \/>legalidade estrita e do pr\u00f3prio princ\u00edpio do devido processo legal, n\u00e3o \u00e9 admiss\u00edvel que, por interpreta\u00e7\u00e3o<br \/>anal\u00f3gica, permita-se a utiliza\u00e7\u00e3o de determinado recurso quando a lei n\u00e3o o prev\u00ea para aquela situa\u00e7\u00e3o concreta.<br \/>Al\u00e9m disso, o recurso em sentido estrito constitui exce\u00e7\u00e3o \u00e0 regra geral da irrecorribilidade das decis\u00f5es<br \/>interlocut\u00f3rias no processo penal, motivo pelo qual n\u00e3o se admite a amplia\u00e7\u00e3o da sua abrang\u00eancia por meio da<br \/>interpreta\u00e7\u00e3o anal\u00f3gica. Todavia, segundo doutrina \u201ccomo qualquer norma jur\u00eddica, podem as hip\u00f3teses receber a<br \/>chamada interpreta\u00e7\u00e3o extensiva. Esta n\u00e3o amplia o rol legal; apenas admite que determinada situa\u00e7\u00e3o se<br \/>enquadra no dispositivo interpretado, a despeito de sua linguagem mais restritiva\u201d. Com base nessas premissas,<br \/>conclui-se que o ato de revogar pris\u00e3o preventiva, previsto expressamente no inciso V do art. 581 do CPP, \u00e9 similar<br \/>ao ato de revogar medida cautelar diversa da pris\u00e3o, o que permite a interpreta\u00e7\u00e3o extensiva do artigo e,<br \/>consequentemente, a interposi\u00e7\u00e3o do recurso em sentido estrito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 24:&nbsp;<\/strong>Quanto \u00e0 execu\u00e7\u00e3o penal&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 25:<\/strong> Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Lei Maria da Penha (Lei n\u00ba 11.340\/2016)&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 26:&nbsp;<\/strong>Em se tratando das pris\u00f5es cautelares, assinale&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong> &#8211; A quest\u00e3o reputada correta em rela\u00e7\u00e3o as pris\u00f5es cautelares \u00e9 a de item C,<br \/>conforme informativo 632, do STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>Resumo:&nbsp;Contraven\u00e7\u00e3o penal. Vias de fato. Viol\u00eancia dom\u00e9stica. Pris\u00e3o preventiva. N\u00e3o cabimento.<br \/>Inicialmente cumpre destacar que a pr\u00e1tica de vias de fato \u00e9 hip\u00f3tese de contraven\u00e7\u00e3o penal (art. 21 do Decreto-Lei<br \/>n. 3.688\/1941), e n\u00e3o crime, o que contraria o disposto no art. 313, II, do C\u00f3digo de Processo Penal. Deste modo,<br \/>em se tratando de aplica\u00e7\u00e3o da cautela extrema, n\u00e3o h\u00e1 campo para interpreta\u00e7\u00e3o diversa da literal, uma vez que<br \/>n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o legal que autorize a pris\u00e3o preventiva contra autor de uma contraven\u00e7\u00e3o, mesmo na hip\u00f3tese<br \/>espec\u00edfica de transgress\u00e3o das cautelas de urg\u00eancia j\u00e1 aplicadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre as demais quest\u00f5es cobradas, observe o que diz a jurisprud\u00eancia:<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, cumpre lembrar que, conforme pac\u00edfica jurisprud\u00eancia desta Corte, &#8220;a preserva\u00e7\u00e3o da ordem<br \/>p\u00fablica justifica a imposi\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o preventiva quando o agente ostentar maus antecedentes, reincid\u00eancia, atos<br \/>infracionais pret\u00e9ritos, inqu\u00e9ritos ou mesmo a\u00e7\u00f5es penais em curso, porquanto tais circunst\u00e2ncias denotam sua<br \/>contum\u00e1cia delitiva e, por via de consequ\u00eancia, sua periculosidade&#8221; (RHC n. 107.238\/GO, Relator Ministro<br \/>ANTONIO SALDANHA PALHEIRO, Sexta Turma, julgado em 26\/2\/2019, DJe 12\/3\/2019). Pris\u00e3o preventiva<br \/>devidamente justificada para a garantia da ordem p\u00fablica, nos termos do art. 312 do CPP.<br \/>(AgRg no RHC 148.120\/SP, Rel. Ministro REYNALDO SOARES DA FONSECA, QUINTA TURMA, julgado em<br \/>15\/06\/2021, DJe 21\/06\/2021)<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o advento da Lei n. 13.964\/2019, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel a convers\u00e3o ex off\u00edcio da pris\u00e3o em flagrante em preventiva,<br \/>mesmo nas situa\u00e7\u00f5es em que n\u00e3o ocorre audi\u00eancia de cust\u00f3dia. RHC 131.263, Rel. Min. Sebasti\u00e3o Reis J\u00fanior, Terceira Se\u00e7\u00e3o, por maioria, julgado em 24\/02\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p>A obriga\u00e7\u00e3o de revisar, a cada 90 (noventa) dias, a necessidade de se manter a cust\u00f3dia cautelar (art. 316,<br \/>par\u00e1grafo \u00fanico, do C\u00f3digo de Processo Penal) \u00e9 imposta apenas ao juiz ou tribunal que decretar a pris\u00e3o<br \/>preventiva. HC 589.544-SC, Rel. Min. Laurita Vaz, Sexta Turma, por unanimidade, julgado em 08\/09\/2020, DJe 22\/09\/2020.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 27:&nbsp;<\/strong>Marque a alternativa CORRETA, com rela\u00e7\u00e3o ao Tribunal do J\u00fari&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong> &#8211; Al\u00ednea A incorreta, segundo entendimento do STJ:<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 ilegal a senten\u00e7a de pron\u00fancia fundamentada exclusivamente em elementos colhidos no inqu\u00e9rito<br \/>policial. HC 589.270, Rel. Min. Sebasti\u00e3o Reis J\u00fanior, Sexta Turma, por unanimidade, julgado em 23\/02\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a al\u00ednea B, O quesito gen\u00e9rico da absolvi\u00e7\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3rio, e, n\u00e3o obstante, por termos adotado o sistema da intima convic\u00e7\u00e3o, o fundamento adotado pelos jurados para a absolvi\u00e7\u00e3o do acusado n\u00e3o est\u00e1 sujeito a controle<br \/>de racionalidade. Isto n\u00e3o torna a decis\u00e3o insindic\u00e1vel, pois em caso de recurso, o Tribunal pode reavaliar a situa\u00e7\u00e3o, e, assim entendendo, anular a decis\u00e3o, submetendo o r\u00e9u a novo j\u00fari. A quest\u00e3o parece estar incorreta, mas bastante duvidosa.<\/p>\n\n\n\n<p>A al\u00ednea C parece incorreta, pois o acusado solto h\u00e1 que ser intimado por edital, interpretando-se o artigo 431 conjugado com o artigo 420, do CPP:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 431.&nbsp; Estando o processo em ordem, o juiz presidente mandar\u00e1 intimar as partes, o ofendido, se for poss\u00edvel, as<br \/>testemunhas e os peritos, quando houver requerimento, para a sess\u00e3o de instru\u00e7\u00e3o e julgamento, observando, no<br \/>que couber, o disposto no art. 420 deste C\u00f3digo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 420.&nbsp; A intima\u00e7\u00e3o da decis\u00e3o de pron\u00fancia ser\u00e1 feita:&nbsp;<br \/>(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 11.689, de 2008)<br \/>I \u2013 pessoalmente ao acusado, ao defensor nomeado e ao Minist\u00e9rio P\u00fablico;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;(Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 11.689, de<br \/>2008);<br \/>II \u2013 ao defensor constitu\u00eddo, ao querelante e ao assistente do Minist\u00e9rio P\u00fablico, na forma do disposto no&nbsp;\u00a7 1o&nbsp;do art.<br \/>370 deste C\u00f3digo.&nbsp;(Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 11.689, de 2008).<br \/>Par\u00e1grafo \u00fanico.&nbsp;Ser\u00e1 intimado por edital o acusado solto que n\u00e3o for encontrado.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido:<\/p>\n\n\n\n<p>PROCESSO PENAL. HABEAS CORPUS. HOMIC\u00cdDIO QUALIFICADO. PR\u00c9VIO MANDAMUS DENEGADO.<br \/>PRESENTE WRIT SUBSTITUTIVO DE RECURSO ORDIN\u00c1RIO.INVIABILIDADE. VIA INADEQUADA.<br \/>PRON\u00daNCIA. ART. 420, CPP. APLICABILIDADE IMEDIATA. CONHECIMENTO DA DECIS\u00c3O: PESSOAL. SESS\u00c3O PLEN\u00c1RIA. INTIMA\u00c7\u00c3O EDITAL\u00cdCIA. POSSIBILIDADE. ART. 431 DO ESTATUTO PROCESSUAL REPRESSIVO. FLAGRANTE ILEGALIDADE. INEXIST\u00caNCIA. HABEAS CORPUS N\u00c3O CONHECIDO.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>\u00c9 imperiosa a necessidade de racionaliza\u00e7\u00e3o do emprego do habeas corpus, em prest\u00edgio ao \u00e2mbito de<br \/>cogni\u00e7\u00e3o da garantia constitucional e em louvor \u00e0 l\u00f3gica do sistema recursal. In casu, foi impetrada indevidamente<br \/>a ordem como substitutiva de recurso ordin\u00e1rio.<\/li><li>Premente se mostra a pronta aplica\u00e7\u00e3o da possibilidade de intima\u00e7\u00e3o por edital dos r\u00e9us pronunciados, que se encontram ausentes, a teor do art. 420 c.c. o art. 2.\u00ba do C\u00f3digo de Processo Penal, com a reda\u00e7\u00e3o prevista pela Lei n.\u00ba 11.689\/08, n\u00e3o obstante os fatos imputados serem anteriores \u00e0 vig\u00eancia do regramento.<\/li><li>Na hip\u00f3tese, ressuma-se que a paciente foi intimada pessoalmente da decis\u00e3o de pron\u00fancia, somente<br \/>determinando-se a intima\u00e7\u00e3o edital\u00edcia ap\u00f3s a sua aus\u00eancia perante as datas primevas designadas para o<br \/>Conselho de Senten\u00e7a, o que ensejou, ademais, a decreta\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o preventiva.<\/li><li>A intima\u00e7\u00e3o ficta apresenta-se, outrossim, poss\u00edvel para a novel sess\u00e3o plen\u00e1ria do j\u00fari, com espeque no artigo<br \/>431 do Estatuto Processual Repressivo, sob o crit\u00e9rio tempus regit actum.<\/li><li>Inexiste v\u00edcio no procedimento da inst\u00e2ncia ordin\u00e1ria, eis que a paciente possu\u00eda ci\u00eancia do processo em seu<br \/>desfavor, optando pelo n\u00e3o comparecimento em plen\u00e1rio.<\/li><li>Habeas corpus n\u00e3o conhecido. (HC 210.524\/RJ, Rel. Ministra MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA, SEXTA TURMA, julgado em 11\/03\/2014, DJe 24\/03\/2014)<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>A al\u00ednea D est\u00e1 incorreta, pois h\u00e1 jurisprud\u00eancia em teses no sentido de que a aus\u00eancia de alega\u00e7\u00f5es finais pela defesa n\u00e3o caracteriza nulidade, podendo, ao rev\u00e9s, constituir estrat\u00e9gia defensiva.<\/p>\n\n\n\n<p>A al\u00ednea E nos d\u00e1 a impress\u00e3o de que os jurados afastaram o elemento subjetivo dolo, havendo a desclassifica\u00e7\u00e3o da conduta. Neste caso, a compet\u00eancia passar\u00e1 ao juiz presidente. Se por outro lado for compreendida<br \/>como absolvi\u00e7\u00e3o, o conselho de senten\u00e7a permanece respons\u00e1vel pelo julgamento dos demais crimes. A quest\u00e3o parece, nesta perspectiva, estar correta, por\u00e9m bastante d\u00fabia, o que certamente dar\u00e1 margem a recursos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 28:<\/strong> Considerando as afirmativas abaixo, \u00e9 CORRETO afirmar&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong> &#8211; A banca provavelmente anunciar\u00e1 como correta a quest\u00e3o D, por\u00e9m pensamos<br \/>ser pass\u00edvel de anula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Renato Brasileiro (p. 1169) assevera que a \u201ca express\u00e3o justa causa deve ser entendida como um lastro probat\u00f3rio m\u00ednimo indispens\u00e1vel para a instaura\u00e7\u00e3o de um processo penal (prova da materialidade e ind\u00edcios de autoria),<br \/>funcionando como uma garantia contra o uso abusivo do direito de acusar,\u201d sublinhando entretanto que, em sentido relativamente diverso HC 129.678\/SP, aparentemente representativo de uma jurisprud\u00eancia minorit\u00e1ria<br \/>(considera\u00e7\u00e3o de quem escreve), h\u00e1 precedente do STF, verbis:<\/p>\n\n\n\n<p>HC 129.678\/SP: A justa causa \u00e9 exig\u00eancia legal para o recebimento da den\u00fancia, instaura\u00e7\u00e3o e processamento da a\u00e7\u00e3o penal, consubstanciando-se pela somat\u00f3ria de tr\u00eas componentes essenciais, quais sejam, a tipicidade, a<br \/>punibilidade e a viabilidade quanto \u00e0 autoria.<\/p>\n\n\n\n<p>A considera\u00e7\u00e3o \u00e9 mais abrangente do que o que tradicionalmente se afirma tanto na jurisprud\u00eancia, quanto na doutrina majorit\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 alternativa A (falsa), observe o que nos dizem os artigos 27 e 28, da lei 9.605\/98, verbis:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 27. Nos crimes ambientais de menor potencial ofensivo, a proposta de aplica\u00e7\u00e3o imediata de pena<br \/>restritiva de direitos ou multa, prevista no&nbsp;art. 76 da Lei n\u00ba 9.099, de 26 de setembro de 1995, somente poder\u00e1 ser<br \/>formulada desde que tenha havido a pr\u00e9via composi\u00e7\u00e3o do dano ambiental, de que trata o art. 74 da mesma lei,<br \/>salvo em caso de comprovada impossibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 28. As disposi\u00e7\u00f5es do&nbsp;art. 89 da Lei n\u00ba 9.099, de 26 de setembro de 1995, aplicam-se aos crimes de menor<br \/>potencial ofensivo definidos nesta Lei, com as seguintes modifica\u00e7\u00f5es:<br \/>I &#8211; a declara\u00e7\u00e3o de extin\u00e7\u00e3o de punibilidade, de que trata o \u00a7 5\u00b0 do artigo referido no&nbsp;caput, depender\u00e1 de laudo de<br \/>constata\u00e7\u00e3o de repara\u00e7\u00e3o do dano ambiental, ressalvada a impossibilidade prevista no inciso I do \u00a7 1\u00b0 do mesmo<br \/>artigo;<br \/>II &#8211; na hip\u00f3tese de o laudo de constata\u00e7\u00e3o comprovar n\u00e3o ter sido completa a repara\u00e7\u00e3o, o prazo de suspens\u00e3o do<br \/>processo ser\u00e1 prorrogado, at\u00e9 o per\u00edodo m\u00e1ximo previsto no artigo referido no&nbsp;caput, acrescido de mais um ano,<br \/>com suspens\u00e3o do prazo da prescri\u00e7\u00e3o; <br \/>III &#8211; no per\u00edodo de prorroga\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se aplicar\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es dos incisos II, III e IV do \u00a7 1\u00b0 do artigo<br \/>mencionado no&nbsp;caput;<br \/>IV &#8211; findo o prazo de prorroga\u00e7\u00e3o, proceder-se-\u00e1 \u00e0 lavratura de novo laudo de constata\u00e7\u00e3o de repara\u00e7\u00e3o do<br \/>dano ambiental, podendo, conforme seu resultado, ser novamente prorrogado o per\u00edodo de suspens\u00e3o, at\u00e9 o<br \/>m\u00e1ximo previsto no inciso II deste artigo, observado o disposto no inciso III;<br \/>V &#8211; esgotado o prazo m\u00e1ximo de prorroga\u00e7\u00e3o, a declara\u00e7\u00e3o de extin\u00e7\u00e3o de punibilidade depender\u00e1 de<br \/>laudo de constata\u00e7\u00e3o que comprove ter o acusado tomado as provid\u00eancias necess\u00e1rias \u00e0 repara\u00e7\u00e3o integral<br \/>do dano.<\/p>\n\n\n\n<p>No que concerne \u00e0 preclus\u00e3o da alega\u00e7\u00e3o quanto \u00e1 in\u00e9pcia da den\u00fancia, o TJDFT tem entendimento no sentido de que<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;1. Quando a den\u00fancia traz a descri\u00e7\u00e3o dos fatos, com todas as suas circunst\u00e2ncias, apresentando elementos<br \/>suficientes para a sua compreens\u00e3o e o pleno exerc\u00edcio da ampla defesa e do contradit\u00f3rio, n\u00e3o h\u00e1 falar em<br \/>in\u00e9pcia da den\u00fancia. A jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a consolidou o entendimento de que, ap\u00f3s a<br \/>prola\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a condenat\u00f3ria, torna-se preclusa a an\u00e1lise acerca da in\u00e9pcia da den\u00fancia. (\u2026)&#8221;<br \/>Ac\u00f3rd\u00e3o 1216533, 20160510003980APR, Relator: WALDIR LE\u00d4NCIO LOPES J\u00daNIOR, 3\u00aa Turma Criminal,<br \/>data de julgamento: 14\/11\/2019, publicado no DJE: 22\/11\/2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00ednea C: nota-se que, diferentemente do que acontece com a litispend\u00eancia no processo civil, no processo penal n\u00e3o h\u00e1 necessidade de coincid\u00eancia de pedidos, bastando a exist\u00eancia de mesmas partes e mesma causa de pedir,<br \/>sendo indiferente a capitula\u00e7\u00e3o jur\u00eddica dada pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico. Por outro lado, a exist\u00eancia tamb\u00e9m da mesma capitula\u00e7\u00e3o jur\u00eddica seguramente nos conduz \u00e0 conclus\u00e3o de que estamos diante de litispend\u00eancia, o que deixa a<br \/>quest\u00e3o igualmente correta, sendo pass\u00edvel de anula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 29:&nbsp;<\/strong>Considerando as afirmativas abaixo, \u00e9 incorreto&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong> &#8211; A quest\u00e3o A \u00e9 correta, pois o momento adequado ao oferecimento do rol de testemunhas pela defesa, sob pena de preclus\u00e3o, \u00e9 na resposta \u00e0 acusa\u00e7\u00e3o, sendo certo que o juiz pode, a seu alvedrio, ouvir testemunhas outras (referidas ou testemunhas do ju\u00edzo, na forma do artigo 209, do CPP.<\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o B tamb\u00e9m \u00e9 correta, refletindo texto do artigo 183, da Lei de Fal\u00eancias, verbis:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 183.&nbsp;Compete ao juiz criminal&nbsp;da jurisdi\u00e7\u00e3o onde tenha sido decretada a&nbsp;fal\u00eancia, concedida a recupera\u00e7\u00e3o<br \/>judicial ou homologado o plano de recupera\u00e7\u00e3o extrajudicial, conhecer da&nbsp;a\u00e7\u00e3o penal pelos crimes&nbsp;previstos nesta Lei.\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o C \u00e9 falsa, pois contraria julgado do STF sobre o tema: Ementa: CONSTITUCIONAL E PENAL. TRANSA\u00c7\u00c3O<br \/>PENAL. CUMPRIMENTO DA PENA RESTRITIVA DE DIREITO. POSTERIOR DETERMINA\u00c7\u00c3O JUDICIAL DE<br \/>CONFISCO DO BEM APREENDIDO COM BASE NO ART. 91, II, DO C\u00d3DIGO PENAL. AFRONTA \u00c0<br \/>GARANTIA DO DEVIDO PROCESSO LEGAL CARACTERIZADA. <br \/><br \/>1. Tese: os efeitos jur\u00eddicos previstos no art. 91 do C\u00f3digo Penal s\u00e3o decorrentes de senten\u00e7a penal condenat\u00f3ria. Tal n\u00e3o se verifica, portanto, quando h\u00e1 transa\u00e7\u00e3o penal (art. 76 da Lei 9.099\/95), cuja senten\u00e7a tem natureza homologat\u00f3ria, sem qualquer ju\u00edzo sobre a responsabilidade criminal do aceitante. As consequ\u00eancias da homologa\u00e7\u00e3o da transa\u00e7\u00e3o s\u00e3o aquelas estipuladas de modo consensual no termo de acordo. <br \/>2. Solu\u00e7\u00e3o do caso: tendo havido transa\u00e7\u00e3o penal e sendo extinta a punibilidade, ante o cumprimento das cl\u00e1usulas nela estabelecidas, \u00e9 ileg\u00edtimo o ato judicial que decreta o confisco do bem (motocicleta) que teria sido utilizado na pr\u00e1tica delituosa. O confisco constituiria efeito penal muito mais gravoso ao aceitante do que os encargos que assumiu na transa\u00e7\u00e3o penal celebrada (fornecimento de cinco cestas de alimentos). <br \/>3. Recurso extraordin\u00e1rio a que se d\u00e1 provimento. <br \/>(RE 795567, Relator(a): Min. TEORI ZAVASCKI, Tribunal Pleno, julgado em 28\/05\/2015, AC\u00d3RD\u00c3O ELETR\u00d4NICO<br \/>REPERCUSS\u00c3O GERAL &#8211; M\u00c9RITO DJe-177 DIVULG 08-09-2015 PUBLIC 09-09-2015).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 30:&nbsp;<\/strong>Considerando as afirmativas abaixo, \u00e9 CORRETO afirmar&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong> &#8211; Pede-se seja assinalada a quest\u00e3o correta. Neste sentido, a al\u00ednea A reproduz texto expresso do artigo 2\u00ba, \u00a71\u00ba, da lei 12.830\/13, que disp\u00f5e sobre a investiga\u00e7\u00e3o criminal conduzida pelo delegado de pol\u00edcia:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 2.\u00ba&nbsp; As fun\u00e7\u00f5es de pol\u00edcia judici\u00e1ria e a apura\u00e7\u00e3o de infra\u00e7\u00f5es penais exercidas pelo delegado de pol\u00edcia s\u00e3o<br \/>de natureza jur\u00eddica, essenciais e exclusivas de Estado.&nbsp;\u00a7 1.\u00ba&nbsp; Ao delegado de pol\u00edcia, na qualidade de autoridade<br \/>policial, cabe a condu\u00e7\u00e3o da investiga\u00e7\u00e3o criminal por meio de inqu\u00e9rito policial ou outro procedimento previsto<br \/>em lei, que tem como objetivo a apura\u00e7\u00e3o das circunst\u00e2ncias, da materialidade e da autoria das infra\u00e7\u00f5es penais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 31:&nbsp;<\/strong>Considere as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; A primeira alternativa \u00e9 verdadeira, conforme s\u00famula 397, do STF:<\/p>\n\n\n\n<p>O poder de pol\u00edcia da C\u00e2mara dos Deputados e do Senado Federal, em caso de crime cometido nas suas<br \/>depend\u00eancias, compreende, consoante o regimento, a pris\u00e3o em flagrante do acusado e a realiza\u00e7\u00e3o do<br \/>inqu\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda alternativa \u00e9 falsa, pois o prazo m\u00e1ximo \u00e9 de 30 dias (e n\u00e3o sessenta), conforme artigo 50-A:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cArt. 50-A.&nbsp;A destrui\u00e7\u00e3o de drogas apreendidas sem a ocorr\u00eancia de pris\u00e3o em flagrante ser\u00e1 feita por<br \/>incinera\u00e7\u00e3o, no prazo m\u00e1ximo de 30 (trinta) dias contado da data da apreens\u00e3o, guardando-se amostra necess\u00e1ria<br \/>\u00e0 realiza\u00e7\u00e3o do laudo definitivo, aplicando-se, no que couber, o procedimento dos \u00a7\u00a7 3\u00ba a 5\u00ba do art. 50.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A terceira alternativa \u00e9 tamb\u00e9m incorreta, pois a separa\u00e7\u00e3o facultativa dos processos, em caso de conex\u00e3o e contin\u00eancia ocorre ao alvedrio do magistrado e n\u00e3o do membro do MP:<\/p>\n\n\n\n<p>CPP, Art.&nbsp;80.&nbsp;&nbsp;Ser\u00e1 facultativa a separa\u00e7\u00e3o dos processos quando as infra\u00e7\u00f5es tiverem sido praticadas em<br \/>circunst\u00e2ncias de tempo ou de lugar diferentes, ou, quando pelo excessivo n\u00famero de acusados e para n\u00e3o<br \/>Ihes prolongar a pris\u00e3o provis\u00f3ria, ou por outro motivo relevante, o juiz reputar conveniente a separa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 32:&nbsp;<\/strong>Considere as assertivas abaixo, sobre a prova no processo penal&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>O inciso I \u00e9 verdadeiro, conforme reda\u00e7\u00e3o expressa do artigo 239, do CPP, que descreve o ind\u00edcio.<br \/>O inciso II \u00e9 falso, pois em rela\u00e7\u00e3o ao informante n\u00e3o h\u00e1 qualquer tipo de direito \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o de sua identidade. O informante, diferentemente da testemunha, \u00e9 pessoa interessada, que sabe algo sobre os fatos. Nesta<br \/>condi\u00e7\u00e3o ele n\u00e3o presta o compromisso de dizer a verdade, n\u00e3o respondendo, pois, pelo crime previsto no artigo 342, do CP.<\/p>\n\n\n\n<p>O inciso III tamb\u00e9m est\u00e1 incorreto. A reprodu\u00e7\u00e3o simulada de fatos est\u00e1 prevista no artigo 7\u00ba do CPP e n\u00e3o pode ser realizada caso contrarie a moralidade e a ordem p\u00fablica, todavia estes requisitos nada tem a ver com a relev\u00e2ncia da prova. A prova pode ser relevante e ainda sim contrariar a moralidade e a ordem p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 33:&nbsp;<\/strong>Considere as assertivas abaixo, sobre a prova no processo penal&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong> &#8211; Todas as assertivas est\u00e3o incorretas.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;5\u00aa turma do STJ validou prova produzida a partir da agenda telef\u00f4nica de um investigado, cujo acesso ocorreu durante abordagem policial e sem autoriza\u00e7\u00e3o judicial. Para os ministros, os dados constantes da agenda do celular n\u00e3o est\u00e3o abarcados pela prote\u00e7\u00e3o constitucional do sigilo telef\u00f4nico ou de dados telem\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>A prova reputada inadmiss\u00edvel deve ser desentranhada do processo e destru\u00edda conforme \u00a73\u00ba, do artigo 157, do CPP.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 34:&nbsp;<\/strong>Sobre a cadeia de cust\u00f3dia, assinale&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong> &#8211; A alternativa C est\u00e1 incorreta porque ela anuncia o ato de coleta, por\u00e9m descreve o ato de acondicionamento. Vide, a prop\u00f3sito, o artigo 158-A, do CPP.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 35:&nbsp;<\/strong>Sobre os recursos em processo penal, assinale&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong> &#8211; A alternativa B est\u00e1 incorreta, pois o defensor dativo n\u00e3o goza de prazo dobrado para falar no processo, como ocorre com o Defensor P\u00fablico:<br \/><br \/>PROCESSO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. RECURSO INTEMPESTIVO. PRAZO DE 5 DIAS. N\u00c3O OBSERV\u00c2NCIA. ART 39 DA LEI N. 8.038\/1990, ART. 258 DO RISTJ E ART. 798 DO CPP. DEFENSOR DATIVO. PRAZO SIMPLES PARA RECORRER. CONV\u00caNIO ENTRE A OAB E A DEFENSORIA P\u00daBLICA. IRRELEVANTE. AGRAVO<br \/>REGIMENTAL N\u00c3O CONHECIDO.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>O prazo para interposi\u00e7\u00e3o de agravo regimental, em mat\u00e9ria penal, \u00e9 de 5 dias, nos termos do art. 258, caput, do RISTJ. Ademais, os prazos, no processo penal, s\u00e3o cont\u00ednuos e perempt\u00f3rios, conforme disp\u00f5e o art. 798,<br \/>caput, do CPP. 2. Na esp\u00e9cie, a decis\u00e3o monocr\u00e1tica agravada foi disponibilizada no Di\u00e1rio de Justi\u00e7a eletr\u00f4nico em 31\/5\/2019 (sexta-feira), considerando-se publicada em 3\/6\/2019 (segunda-feira), conforme certid\u00e3o de<br \/>e-STJ fl. 458. O defensor dativo, por sua vez, foi intimado em 6\/6\/2019 (quinta-feira), consoante aviso de recebimento acostado \u00e0s e-STJ fls. 464\/465, de modo que o prazo para interposi\u00e7\u00e3o do agravo se iniciou em 7\/6\/2019 (sexta-feira) e findou-se em 11\/6\/2019 (ter\u00e7a-feira). N\u00e3o obstante, o presente agravo foi interposto apenas em 17\/6\/2019, sendo, portanto, manifestamente intempestivo.<\/li><li>Ademais, como \u00e9 cedi\u00e7o, a Corte Especial deste Superior Tribunal de Justi\u00e7a firmou entendimento no sentido de que o prazo em dobro para recorrer, previsto no art. 5\u00ba, \u00a7 5\u00ba, da Lei n. 1.060\/1950, s\u00f3 \u00e9 devido aos Defensores P\u00fablicos e \u00e0queles que fazem parte do servi\u00e7o estatal de assist\u00eancia judici\u00e1ria, n\u00e3o se estendendo a prerrogativa aos defensores dativos, porquanto n\u00e3o integram o quadro do servi\u00e7o de assist\u00eancia judici\u00e1ria gratuita do Estado, sendo irrelevante a exist\u00eancia de conv\u00eanio previamente celebrado com o \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico.<br \/><br \/>Precedentes: HC n. 27.786\/SP, Rel. Ministro HUMBERTO GOMES DE BARROS, Corte Especial, julgado em 23\/10\/2003, DJe 19\/12\/2003; AgRg no AREsp n. 1130826\/SP, Rel. Ministro SEBASTI\u00c3O REIS J\u00daNIOR, SEXTA TURMA, julgado em 1\u00ba\/3\/2018, DJe 12\/3\/2018; AgRg no AREsp 1217916\/SP, Rel. Ministro JORGE MUSSI, QUINTA TURMA, julgado em 26\/2\/2019, DJe 8\/3\/2019.<br \/><\/li><li>Agravo regimental n\u00e3o conhecido. (AgRg no REsp 1808613\/SP, Rel. Ministro REYNALDO SOARES DA<br \/>FONSECA, QUINTA TURMA, julgado em 25\/06\/2019, DJe 05\/08\/2019).<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 al\u00ednea C, e considerando o esc\u00f3lio de Renato Brasileiro, \u201cO princ\u00edpio da variabilidade significa que o recorrente pode variar de recurso, isto \u00e9, pode interpor novo recurso em substitui\u00e7\u00e3o a outro anteriormente interposto, desde que o fa\u00e7a dentro do prazo legal,\u201d arrematando que \u201cn\u00e3o encontra acolhida no ordenamento processual penal, haja vista ser incompat\u00edvel com a preclus\u00e3o consumativa, a qual produz a perda de uma faculdade processual em virtude de seu pr\u00e9vio exerc\u00edcio\u201d. O festejado processualista conclui o seu racioc\u00ednio no seguinte sentido:<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, como n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o legal que evite a preclus\u00e3o recursal consumativa, conclui-se que, havendo<br \/>a interposi\u00e7\u00e3o de recurso, n\u00e3o poder\u00e1 a parte faz\u00ea-lo novamente, impugnando a mesma decis\u00e3o.<br \/>A alternativa est\u00e1 incorreta, pois o segundo recurso ser\u00e1 desconsiderado.<br \/><br \/>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 al\u00ednea D, o ROC \u00e9 endere\u00e7ado ao Ju\u00edzo \u201ca quo\u201d, com raz\u00f5es ao Tribunal \u201cad quem.\u201d O ju\u00edzo de admissibilidade \u00e9 feito por ambos os ju\u00edzos, seguindo a sistem\u00e1tica da apela\u00e7\u00e3o, smj. A alternativa est\u00e1 falsa.<\/p>\n\n\n\n<p>A al\u00ednea E contempla hip\u00f3teses em que descabido o reexame necess\u00e1rio, sendo portanto falsa.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos resta pois a al\u00ednea A. De fato, a lei processual civil revogou o regimento interno dos Tribunais, no que com ela for incompat\u00edvel, ressalva esta que n\u00e3o foi feita pelo examinador, tornando a quest\u00e3o duvidosa e pass\u00edvel de questionamento!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 36:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa CORRETA&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; Pede-se a marca\u00e7\u00e3o da alternativa correta.<\/p>\n\n\n\n<p>A alternativa B descreve ipsis literis entendimento recente do STJ sobre o tema cita\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>Citado o r\u00e9u por edital, nos termos do art. 366 do CPP, o processo deve permanecer suspenso enquanto perdurar<br \/>a n\u00e3o localiza\u00e7\u00e3o do r\u00e9u ou at\u00e9 que sobrevenha o transcurso do prazo prescricional.<\/p>\n\n\n\n<p>RHC 135.970\/RS, Rel. Min. Sebasti\u00e3o Reis Junior, Sexta Turma, por unanimidade, julgado em 20\/04\/2021.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 37:&nbsp;<\/strong>Sobre o acordo de n\u00e3o persecu\u00e7\u00e3o penal, assinale&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00ednea A: Reprodu\u00e7\u00e3o fiel do artigo 28-A, \u00a78\u00ba<br \/>Al\u00ednea B: Reprodu\u00e7\u00e3o fiel do artigo 28-A, \u00a73\u00ba<br \/>Al\u00ednea C: Reprodu\u00e7\u00e3o fiel do artigo 28-A, \u00a713<br \/>Al\u00ednea E: Vide Art. 581, XXV<\/p>\n\n\n\n<p>Item D, sem correspond\u00eancia, o que a torna falsa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 38:&nbsp;<\/strong>Sobre as quest\u00f5es e processos incidentes, assinale&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong> &#8211; Pede-se seja assinalada a alternativa correta. A alternativa C, reproduz texto de lei do artigo 104, verbis:<\/p>\n\n\n\n<p>Art.&nbsp;104.&nbsp;&nbsp;Se for arg\u00fcida a suspei\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico, o juiz, depois de ouvi-lo, decidir\u00e1, sem recurso, podendo antes admitir a produ\u00e7\u00e3o de provas no prazo de tr\u00eas dias.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 39:<\/strong> Assinale a alternativa CORRETA acerca do processo penal brasileiro&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong> &#8211; Pede-se seja assinalada a alternativa correta. A alternativa A, reproduz texto de<br \/>lei do artigo 152, verbis, combinado com o artigo 149, \u00a72\u00ba:<\/p>\n\n\n\n<p>Art.&nbsp;152.&nbsp;&nbsp;Se se verificar que a doen\u00e7a mental sobreveio \u00e0 infra\u00e7\u00e3o o processo continuar\u00e1 suspenso at\u00e9 que o<br \/>acusado se restabele\u00e7a, observado o&nbsp;\u00a7&nbsp;2 o &nbsp;do art.&nbsp;149.<br \/>Art.&nbsp;149.&nbsp;&nbsp;Quando houver d\u00favida sobre a integridade mental do acusado, o juiz ordenar\u00e1, de of\u00edcio ou a<br \/>requerimento do Minist\u00e9rio P\u00fablico, do defensor, do curador, do ascendente, descendente, irm\u00e3o ou c\u00f4njuge<br \/>do acusado, seja este submetido a exame m\u00e9dico-legal.<br \/>\u00a7&nbsp;1 o &nbsp;&nbsp;O exame poder\u00e1 ser ordenado ainda na fase do inqu\u00e9rito, mediante representa\u00e7\u00e3o da autoridade policial<br \/>ao juiz competente.<br \/>\u00a7&nbsp;2 o &nbsp;&nbsp;O juiz nomear\u00e1 curador ao acusado, quando determinar o exame, ficando suspenso o processo, se j\u00e1<br \/>iniciada a a\u00e7\u00e3o penal, salvo quanto \u00e0s dilig\u00eancias que possam ser prejudicadas pelo adiamento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 40:&nbsp;<\/strong>Considere as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong> &#8211; Inciso I: Sobre a ren\u00fancia ao exerc\u00edcio da a\u00e7\u00e3o penal, trata-se de ato unilateral, e n\u00e3o depende, pois, de aceita\u00e7\u00e3o pela parte adversa (diferentemente do perd\u00e3o). A alternativa \u00e9 falsa.<br \/><br \/>O princ\u00edpio da indivisibilidade impede com que o Minist\u00e9rio P\u00fablico ou o querelante escolham quem processar. No campo da a\u00e7\u00e3o penal p\u00fablica, o fato de o MP n\u00e3o denunciar um dos investigados n\u00e3o induz o famigerado<br \/>arquivamento impl\u00edcito, logo poder\u00e1 haver ulterior oferecimento de den\u00fancia. A quest\u00e3o \u00e9, pois, correta.<br \/><br \/>O inciso III, por seu turno, reproduz texto do artigo 525, do CPP, estando correta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 41:&nbsp;<\/strong>Sobre o positivismo jur\u00eddico moderno \u00e9 correto afirmar&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 42:&nbsp;<\/strong>Sobre as t\u00e9cnicas de aplica\u00e7\u00e3o do direito por interpreta\u00e7\u00e3o e por integra\u00e7\u00e3o da lei&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 43:&nbsp;<\/strong>Quanto aos atributos da lei&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 44:&nbsp;<\/strong>Segundo a teoria da personalidade adotada pelo C\u00f3digo Civil&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 45:&nbsp;<\/strong>Do ponto de vista do C\u00f3digo Civil, a compra e venda de subst\u00e2ncias&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 46:&nbsp;<\/strong>De acordo com a legisla\u00e7\u00e3o constitucional e infraconstitucional vigentes&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 47:&nbsp;<\/strong>De acordo com a legisla\u00e7\u00e3o constitucional e infraconstitucional vigentes&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 48:&nbsp;<\/strong>Quanto \u00e0 tutela do direito da Crian\u00e7a e do Adolescente&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 49:&nbsp;<\/strong>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 teoria dualista das obriga\u00e7\u00f5es adotada pelo C\u00f3digo Civil&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 50:<\/strong> Acerca da defesa dos direitos do consumidor&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 51:&nbsp;<\/strong>O contrato de compra e venda&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 52:&nbsp;<\/strong>O direito subjetivo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 53:&nbsp;<\/strong>Os atos jur\u00eddicos l\u00edcitos consistentes em manifesta\u00e7\u00f5es de vontade negociais e n\u00e3o negociais&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 54:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 55:&nbsp;<\/strong>Entre outras disposi\u00e7\u00f5es legais, a Lei Geral de Prote\u00e7\u00e3o de Dados &#8211; LGDP&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 56:&nbsp;<\/strong>Marque a alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 57:&nbsp;<\/strong>Considere o caso espec\u00edfico: a Promotoria de Justi\u00e7a de Defesa do Consumidor do MPDFT&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 58:&nbsp;<\/strong>Considere a hip\u00f3tese descrita abaixo e assinale&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 59:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 60:&nbsp;<\/strong>Considere o enunciado abaixo e assinale a alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 61:&nbsp;<\/strong>Em rela\u00e7\u00e3o a assuntos da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria, assinale&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>A) correta. Art. 968, II &#8211; depositar a import\u00e2ncia de cinco por cento sobre o valor da causa, que se converter\u00e1 em multa caso a a\u00e7\u00e3o seja, por unanimidade de votos, declarada inadmiss\u00edvel ou improcedente. \u00a7 1\u00ba N\u00e3o se aplica o disposto no inciso II \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados, ao Distrito Federal, aos Munic\u00edpios, \u00e0s suas respectivas autarquias e funda\u00e7\u00f5es de direito p\u00fablico, ao Minist\u00e9rio P\u00fablico, \u00e0 Defensoria P\u00fablica e aos que tenham obtido o benef\u00edcio de gratuidade da justi\u00e7a.<br \/><strong>b) incorreta.<\/strong> Art. 969. A propositura da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria n\u00e3o impede o cumprimento da decis\u00e3o rescindenda, ressalvada a concess\u00e3o de tutela provis\u00f3ria.<br \/>c) correta. Art. 968, \u00a7 5\u00ba Reconhecida a incompet\u00eancia do tribunal para julgar a a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria, o autor ser\u00e1 intimado para emendar a peti\u00e7\u00e3o inicial, a fim de adequar o objeto da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria, quando a decis\u00e3o apontada como rescindenda: (\u2026) II &#8211; tiver sido substitu\u00edda por decis\u00e3o posterior.<br \/>d) correto. Art. 968. A peti\u00e7\u00e3o inicial ser\u00e1 elaborada com observ\u00e2ncia dos requisitos essenciais do art. 319 , devendo o autor: I &#8211; cumular ao pedido de rescis\u00e3o, se for o caso, o de novo julgamento do processo.<br \/>e) correto. Art. 968, \u00a7 2\u00ba O dep\u00f3sito previsto no inciso II do caput deste artigo n\u00e3o ser\u00e1 superior a 1.000 (mil) sal\u00e1rios-m\u00ednimos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 62:<\/strong> Assinale a alternativa errada&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>a) correta. Art. 401. Quando o documento ou a coisa estiver em poder de terceiro, o juiz ordenar\u00e1 sua cita\u00e7\u00e3o para responder no prazo de 15 (quinze) dias.<br \/><strong>b) incorreto.<\/strong> Art. 402. Se o terceiro negar a obriga\u00e7\u00e3o de exibir ou a posse do documento ou da coisa, o juiz designar\u00e1 audi\u00eancia especial, tomando-lhe o depoimento, bem como o das partes e, se necess\u00e1rio, o de testemunhas, e em seguida proferir\u00e1 decis\u00e3o.<br \/>c) correto. Art. 1.015. &nbsp;Cabe agravo de instrumento contra as decis\u00f5es interlocut\u00f3rias que versarem sobre: VI &#8211; exibi\u00e7\u00e3o ou posse de documento ou coisa. STJ: (\u2026) cabe agravo de instrumento com base no art. 1.015, VI, do CPC\/2015, contra a decis\u00e3o interlocut\u00f3ria que defira ou indefira a expedi\u00e7\u00e3o de of\u00edcio para que um terceiro apresente determinado<br \/>documento, mesmo sem a instaura\u00e7\u00e3o de incidente processual ou de a\u00e7\u00e3o incidental. STJ. 3\u00aa Turma. REsp 1798939-SP, Rel. Min. Nancy Andrighi, julgado em 12\/11\/2019 (Info 661).<br \/>d) correto. Art. 403. Se o terceiro, sem justo motivo, se recusar a efetuar a exibi\u00e7\u00e3o, o juiz ordenar-lhe-\u00e1 que proceda ao respectivo dep\u00f3sito em cart\u00f3rio ou em outro lugar designado, no prazo de 5 (cinco) dias, impondo ao requerente que o ressar\u00e7a pelas despesas que tiver.<br \/>e) correto. Art. 404. A parte e o terceiro se escusam de exibir, em ju\u00edzo, o documento ou a coisa se: III &#8211; sua publicidade redundar em desonra \u00e0 parte ou ao terceiro, bem como a seus parentes consangu\u00edneos ou afins at\u00e9 o terceiro grau, ou lhes representar perigo de a\u00e7\u00e3o penal;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 63:&nbsp;<\/strong>Atente para os enunciados abaixo e assinale a alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>a) incorreto. CPC\/39, Art. 798. Ser\u00e1 nula a senten\u00e7a: I &#8211; quando proferida: a) para juiz peitado, impedido, ou incompetente racione material e; CPC\/15, Art. 966. A decis\u00e3o de m\u00e9rito, transitada em julgado, pode ser rescindida quando:<br \/>I &#8211; se verificar que foi proferida por for\u00e7a de prevarica\u00e7\u00e3o, concuss\u00e3o ou corrup\u00e7\u00e3o do juiz;<br \/>b) incorreto. Juiz peitado \u00e9 aquele subornado, corrompido, que tenha praticado atos de corrup\u00e7\u00e3o ou at\u00e9 mesmo prevarica\u00e7\u00e3o.<br \/>c) incorreto. \u00c9 suspei\u00e7\u00e3o e n\u00e3o impedimento. Art. 145. H\u00e1 suspei\u00e7\u00e3o do juiz: IV &#8211; interessado no julgamento do processo em favor de qualquer das partes.<br \/><strong>d) correto.<\/strong> Art. 145, \u00a7 2\u00ba Ser\u00e1 ileg\u00edtima a alega\u00e7\u00e3o de suspei\u00e7\u00e3o quando: <br \/>I &#8211; houver sido provocada por quem a alega; II &#8211; a parte que a alega houver praticado ato que signifique manifesta aceita\u00e7\u00e3o do arguido.<br \/>e) errado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 64:&nbsp;<\/strong>Marque a alternativa incorreta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>a) correto. Art. 244. N\u00e3o se far\u00e1 a cita\u00e7\u00e3o, salvo para evitar o perecimento do direito: III &#8211; de noivos, nos 3 (tr\u00eas) primeiros dias seguintes ao casamento;<br \/>b) correto. Art. 244, IV &#8211; de doente, enquanto grave o seu estado.<br \/>c) correto. Art. 244, II &#8211; de c\u00f4njuge, de companheiro ou de qualquer parente do morto, consangu\u00edneo ou afim, em linha reta ou na linha colateral em segundo grau, no dia do falecimento e nos 7 (sete) dias seguintes;<br \/>d) cita\u00e7\u00e3o ad domum \u2013 em casa, no domic\u00edlio.<br \/><strong>e) incorreta.<\/strong> Art. 252. Quando, por 2 (duas) vezes, o oficial de justi\u00e7a houver procurado o citando em seu domic\u00edlio ou resid\u00eancia sem o encontrar, dever\u00e1, havendo suspeita de oculta\u00e7\u00e3o, intimar qualquer pessoa da fam\u00edlia ou, em sua falta, qualquer vizinho de que, no dia \u00fatil imediato, voltar\u00e1 a fim de efetuar a cita\u00e7\u00e3o, na hora que designar. Art. 253, \u00a7 2\u00ba A cita\u00e7\u00e3o com hora certa ser\u00e1 efetivada mesmo que a pessoa da fam\u00edlia ou o vizinho que houver sido intimado esteja ausente, ou se, embora presente, a pessoa da fam\u00edlia ou o vizinho se recusar a receber o mandado. \u00a7 3\u00ba Da certid\u00e3o da ocorr\u00eancia, o oficial de justi\u00e7a deixar\u00e1 contraf\u00e9 com qualquer pessoa da fam\u00edlia ou vizinho, conforme o caso, declarando-lhe o nome.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 65:&nbsp;<\/strong>Considere as op\u00e7\u00f5es e marque a \u00fanica alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>I \u2013 incorreto. Art. 330, \u00a7 3\u00ba N\u00e3o interposta a apela\u00e7\u00e3o, o r\u00e9u ser\u00e1 intimado do tr\u00e2nsito em<br \/>julgado da senten\u00e7a.<br \/>II \u2013 incorreto. Art. 332,\u00a7 2\u00ba N\u00e3o interposta a apela\u00e7\u00e3o, o r\u00e9u ser\u00e1 intimado do tr\u00e2nsito em<br \/>julgado da senten\u00e7a, nos termos do art. 241 .<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 241. Transitada em julgado a senten\u00e7a de m\u00e9rito proferida em favor do r\u00e9u antes da<br \/>cita\u00e7\u00e3o, incumbe ao escriv\u00e3o ou ao chefe de secretaria comunicar-lhe o resultado do<br \/>julgamento.<br \/>III \u2013 a alternativa estaria correta se f\u00f4ssemos seguir a letra da lei.<br \/>A leitura do art. 487, par\u00e1grafo \u00fanico c\/c 332, \u00a71\u00ba d\u00e1 a entender que a prescri\u00e7\u00e3o e decad\u00eancia podem ser reconhecidas de of\u00edcio, sem precisar dar \u00e0s partes oportunidade de se manifestar.<br \/>Art. 487, Par\u00e1grafo \u00fanico. &nbsp;Ressalvada a hip\u00f3tese do&nbsp;\u00a7 1 o &nbsp;do art. 332, a prescri\u00e7\u00e3o e a decad\u00eancia n\u00e3o ser\u00e3o reconhecidas sem que antes seja dada \u00e0s partes oportunidade de manifestar-se.<br \/>Art. 332, \u00a7 1 o &nbsp;O juiz tamb\u00e9m poder\u00e1 julgar liminarmente improcedente o pedido se verificar,<br \/>desde logo, a ocorr\u00eancia de decad\u00eancia ou de prescri\u00e7\u00e3o. Portanto, essa primeira parte da assertiva estaria correta.<br \/>Quanto \u00e0 segunda parte, o art. 332, \u00a72\u00ba disp\u00f5e que, de fato, o r\u00e9u tem que ser cientificado.<br \/>Art. 332, \u00a7 2\u00ba N\u00e3o interposta a apela\u00e7\u00e3o, o r\u00e9u ser\u00e1 intimado do tr\u00e2nsito em julgado da<br \/>senten\u00e7a, nos termos do art. 241 .<br \/>Art. 241. Transitada em julgado a senten\u00e7a de m\u00e9rito proferida em favor do r\u00e9u antes da cita\u00e7\u00e3o, incumbe ao escriv\u00e3o ou ao chefe de secretaria comunicar-lhe o resultado do julgamento.<br \/>Entretanto, olhando para as alternativas, inexiste uma que diga que os incisos I e II est\u00e3o incorretos e o III esteja correto. Portanto, acredito que o gabarito vir\u00e1 letra E \u2013 todas as alternativas est\u00e3o incorretas.<br \/><br \/>Pode ser que o examinador tenha se embasado na cr\u00edtica doutrin\u00e1ria aos art. 487, par\u00e1grafo \u00fanico c\/c art. 332, \u00a71\u00ba para considerar a 1\u00aa parte da assertiva III incorreta. Isso porque se diz que a prescri\u00e7\u00e3o \u00e9 dispon\u00edvel. Por isso se indica que, antes de julgar liminarmente improcedente o pedido por conta da prescri\u00e7\u00e3o, o juiz deveria:<br \/>I- intimar o autor para se manifestar a respeito de eventual causa interruptiva ou suspensiva da prescri\u00e7\u00e3o (arts. 9\u00ba e 10, ambos do CPC\/15).<br \/>II &#8211; intimar o r\u00e9u para se manifestar sobre eventual ren\u00fancia \u00e0 prescri\u00e7\u00e3o.<br \/>Consoante Daniel Assump\u00e7\u00e3o, o interesse do r\u00e9u em renunciar \u00e0 prescri\u00e7\u00e3o pode ser: <br \/>a) moral, com intento de ter uma senten\u00e7a de improced\u00eancia declarando que n\u00e3o \u00e9 devedor do autor; <br \/>b) econ\u00f4mico, pois o art. 940, CC prev\u00ea o direito de cobrar em dobro aquele que demanda judicialmente por d\u00edvida j\u00e1 paga ou d\u00edvida prescrita.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 66:&nbsp;<\/strong>Marque a alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong> &#8211; A est\u00e1 correta e letras B, C, D est\u00e3o incorretas. Art. 77. Al\u00e9m de outros previstos neste C\u00f3digo, s\u00e3o deveres das partes, de seus procuradores e de todos aqueles que de qualquer forma participem do processo: VI &#8211; n\u00e3o praticar inova\u00e7\u00e3o ilegal no estado de fato de bem ou direito litigioso.<br \/>\u00a7 2\u00ba A viola\u00e7\u00e3o ao disposto nos incisos IV e VI constitui ato atentat\u00f3rio \u00e0 dignidade da justi\u00e7a, devendo o juiz, sem preju\u00edzo das san\u00e7\u00f5es criminais, civis e processuais cab\u00edveis, aplicar ao respons\u00e1vel multa de at\u00e9 vinte por cento do valor da causa, de acordo com a gravidade da conduta.<br \/>\u00a7 3 o &nbsp;N\u00e3o sendo paga no prazo a ser fixado pelo juiz, a multa prevista no \u00a7 2 o ser\u00e1 inscrita como d\u00edvida ativa da Uni\u00e3o ou do Estado ap\u00f3s o tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o que a fixou, e sua execu\u00e7\u00e3o observar\u00e1 o procedimento da execu\u00e7\u00e3o fiscal, revertendo-se aos fundos previstos no&nbsp;art. 97.<br \/>A letra E est\u00e1 incorreta. Art. 77,\u00a7 6\u00ba Aos advogados p\u00fablicos ou privados e aos membros da Defensoria P\u00fablica e do Minist\u00e9rio P\u00fablico n\u00e3o se aplica o disposto nos \u00a7\u00a7 2\u00ba a 5\u00ba, devendo eventual responsabilidade disciplinar ser apurada pelo respectivo \u00f3rg\u00e3o de classe ou corregedoria, ao qual o juiz oficiar\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 67:&nbsp;<\/strong>Julgue os itens a seguir&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>I \u2013 incorreto. Uma coisa \u00e9 compet\u00eancia, delimitada pelo art. 93 do CDC. Outra coisa \u00e9 a legitimidade de v\u00e1rios Minist\u00e9rios P\u00fablicos para demandarem em casos envolvendo danos de \u00e2mbito nacional (MP estaduais, MPDFT, MPF etc.).<br \/>II -incorreta. O fato de o dano ser de \u00e2mbito local, regional ou nacional \u00e9 importante para delimita\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia territorial (local do dano, capital do Estado, DF). N\u00e3o tem nada a ver com a justi\u00e7a competente (federal ou estadual).<br \/>Inclusive, a verifica\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a competente \u00e9 realizada antes da delimita\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia territorial. No curso, falamos em 7 etapas da delimita\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia. A constata\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a competente est\u00e1 na 3\u00aa etapa. E a compet\u00eancia territorial est\u00e1 na 5\u00aa etapa. <br \/>III \u2013 incorreta. A primeira parte da assertiva traz a reda\u00e7\u00e3o do art. 16 da LACP (coisa julgada erga omnes, nos limites da compet\u00eancia territorial do \u00f3rg\u00e3o prolator), que foi declarada inconstitucional pelo STF.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional o art. 16 da Lei n\u00ba 7.347\/85, alterada pela Lei n\u00ba 9.494\/97. Em se tratando de a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica de efeitos nacionais ou regionais, a compet\u00eancia deve observar o art. 93, II, da Lei n\u00ba 8.078\/90 (CDC). Ajuizadas m\u00faltiplas a\u00e7\u00f5es civis p\u00fablicas de \u00e2mbito nacional ou regional, firma-se a preven\u00e7\u00e3o do ju\u00edzo que primeiro conheceu de uma<br \/>delas, para o julgamento de todas as demandas conexas. STF. Plen\u00e1rio. RE 1101937\/SP, Rel. Min. Alexandre de Moraes, julgado em 7\/4\/2021 (Repercuss\u00e3o Geral \u2013 Tema 1075) (Info 1012).<\/p>\n\n\n\n<p>IV \u2013 correto. Em se tratando de alcance geograficamente superior a um Estado, a op\u00e7\u00e3o por capital de Estado evidentemente deve contemplar uma que esteja situada na regi\u00e3o atingida.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 68:&nbsp;<\/strong>Marque a alternativa correta..<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong> &#8211; <br \/><br \/>a) incorreta. &nbsp;Art. 407. O documento feito por oficial p\u00fablico incompetente ou sem a observ\u00e2ncia das formalidades legais, sendo subscrito pelas partes, tem a mesma efic\u00e1cia probat\u00f3ria do documento particular.<br \/>b) incorreta. mesma efic\u00e1cia de documento particular. Art. 407 do CPC.<br \/><strong>c) correta.<\/strong> &nbsp;Art. 408. As declara\u00e7\u00f5es constantes do documento particular escrito e assinado ou somente assinado presumem-se verdadeiras em rela\u00e7\u00e3o ao signat\u00e1rio.<br \/>d) incorreta. Nem todo documento particular assinado tem que ter sua firma reconhecida. Inclusive, o documento pode ser aut\u00eantico por outras formas (art. 411, II e III, CPC). Art. 411. Considera-se aut\u00eantico o documento quando: <br \/>I &#8211; o tabeli\u00e3o reconhecer a firma do signat\u00e1rio; <br \/>II &#8211; a autoria estiver identificada por qualquer outro meio legal de certifica\u00e7\u00e3o, inclusive eletr\u00f4nico, nos termos da lei; <br \/>III &#8211; n\u00e3o houver impugna\u00e7\u00e3o da parte contra quem foi produzido o documento.<br \/>e) incorreto. Art. 408, Par\u00e1grafo \u00fanico. Quando, todavia, contiver declara\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia de determinado fato, o documento particular prova a ci\u00eancia, mas n\u00e3o o fato em si, incumbindo o \u00f4nus de prov\u00e1-lo ao interessado em sua veracidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 69:&nbsp;<\/strong>Marque a alternativa errada&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>a) correta. Art. 85, \u00a7 17. Os honor\u00e1rios ser\u00e3o devidos quando o advogado atuar em causa pr\u00f3pria.<br \/>b) correta. Art. 84. As despesas abrangem as custas dos atos do processo, a indeniza\u00e7\u00e3o de viagem, a remunera\u00e7\u00e3o do assistente t\u00e9cnico e a di\u00e1ria de testemunha.<br \/>c) correto. A jurisprud\u00eancia pac\u00edfica desta Corte \u00e9 firme no sentido de que, pela aplica\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio da simetria, em a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica, n\u00e3o s\u00e3o devidos honor\u00e1rios advocat\u00edcios pelo vencido a favor do Minist\u00e9rio P\u00fablico. Precedentes.<br \/>(\u2026) 4. Agravo interno n\u00e3o provido, com imposi\u00e7\u00e3o de multa. (STJ, Rel. Min. Moura Ribeiro, AgInt&nbsp;no&nbsp;REsp 1600165\/SP, d.j. 20\/06\/2017).<br \/><strong>d) incorreta.<\/strong> Art. 83. O autor, brasileiro ou estrangeiro, que residir fora do Brasil ou deixar de residir no pa\u00eds ao longo da tramita\u00e7\u00e3o de processo prestar\u00e1 cau\u00e7\u00e3o suficiente ao pagamento das custas e dos honor\u00e1rios de advogado da parte contr\u00e1ria nas a\u00e7\u00f5es que propuser, se n\u00e3o tiver no Brasil bens im\u00f3veis que lhes assegurem o pagamento. \u00a7 1\u00ba N\u00e3o<br \/>se exigir\u00e1 a cau\u00e7\u00e3o de que trata o&nbsp;caput&nbsp;: II &#8211; na execu\u00e7\u00e3o fundada em t\u00edtulo extrajudicial e no cumprimento de senten\u00e7a;<br \/>e) correta. Art. 81. De of\u00edcio ou a requerimento, o juiz condenar\u00e1 o litigante de m\u00e1-f\u00e9 a pagar multa, que dever\u00e1 ser superior a um por cento e inferior a dez por cento do valor corrigido da causa, a indenizar a parte contr\u00e1ria pelos preju\u00edzos que esta sofreu e a arcar com os honor\u00e1rios advocat\u00edcios e com todas as despesas que efetuou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 70:&nbsp;<\/strong>Julgue os itens a seguir e assinale a alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong> &#8211; <\/p>\n\n\n\n<p>I \u2013 incorreto. Art. 231, \u00a7 3\u00ba Quando o ato tiver de ser praticado diretamente pela parte ou por quem, de qualquer forma, participe do processo, sem a intermedia\u00e7\u00e3o de representante judicial, o dia do come\u00e7o do prazo para cumprimento da determina\u00e7\u00e3o judicial corresponder\u00e1 \u00e0 data em que se der a comunica\u00e7\u00e3o.<br \/>II \u2013 correto. O princ\u00edpio da transcend\u00eancia ou do preju\u00edzo salientam que n\u00e3o ser\u00e1 decretada uma nulidade se n\u00e3o tiver havido preju\u00edzo \u00e0 parte. Arts. 279, \u00a72\u00ba, 281, \u00a71\u00ba, 283, par\u00e1grafo \u00fanico.<br \/>III \u2013 correta. Art. 292, V &#8211; na a\u00e7\u00e3o indenizat\u00f3ria, inclusive a fundada em dano moral, o valor pretendido;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 71:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 72:<\/strong> Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 73:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 74:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 75:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 76:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 77:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 78:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 79:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 80:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 81:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 82:<\/strong> Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 83:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 84:&nbsp;<\/strong>Responda \u00e0 quest\u00e3o considerando as assertivas abaixo&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 85:&nbsp;<\/strong>Julgue os itens a seguir&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 86:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 87:&nbsp;<\/strong>Julgue os itens a seguir&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 88:&nbsp;<\/strong>Julgue os itens a seguir&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 89:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa incorreta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 90:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa incorreta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 91:&nbsp;<\/strong>Julgue os itens a seguir&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 92:<\/strong> Julgue os itens a seguir&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 93:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa incorreta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 94:&nbsp;<\/strong>Julgue os itens a seguir&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 95:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(D)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 96:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(C)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 97:&nbsp;<\/strong>Julgue os itens a seguir&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Item I: falsa.<\/strong> Com efeito, o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Distrito Federal e Territ\u00f3rios \u00e9 organizado e mantido pela Uni\u00e3o, nos termos do art. 21, inciso XIII da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, aplicando-se-lhes por isso o limite de despesa com pessoal do art. 20, inciso I, al\u00ednea \u201cc\u201d da Lei de Responsabilidade Fiscal.<br \/>Art. 21. Compete \u00e0 Uni\u00e3o: XIII &#8211; organizar e manter o Poder Judici\u00e1rio, o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Distrito Federal e dos Territ\u00f3rios e a Defensoria P\u00fablica dos Territ\u00f3rios;&nbsp;(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Emenda Constitucional n\u00ba 69, de 2012)Art. 20.&nbsp;A reparti\u00e7\u00e3o dos limites globais do art. 19 n\u00e3o poder\u00e1 exceder os seguintes percentuais:<br \/>I &#8211; na esfera federal:<br \/>c) 40,9% (quarenta inteiros e nove d\u00e9cimos por cento) para o Executivo, destacando-se 3% (tr\u00eas por cento) para as despesas com pessoal decorrentes do que disp\u00f5em os&nbsp;incisos XIII&nbsp;e&nbsp;XIV do art. 21 da Constitui\u00e7\u00e3o&nbsp;e o&nbsp;art. 31 da Emenda Constitucional no&nbsp;19, repartidos de forma proporcional \u00e0 m\u00e9dia das despesas relativas a cada um<br \/>destes dispositivos, em percentual da receita corrente l\u00edquida, verificadas nos tr\u00eas exerc\u00edcios financeiros imediatamente anteriores ao da publica\u00e7\u00e3o desta Lei Complementar; Al\u00e9m do que as despesas com pessoal s\u00e3o esp\u00e9cies de despesas correntes, consoante a classifica\u00e7\u00e3o da despesa conforme as categorias econ\u00f4micas dispostas na Lei 4.320\/1964, de modo que a assertiva se revela contradit\u00f3ria em si mesma.<br \/>Acerca do tema, o STF j\u00e1 decidiu que o limite de gastos com pessoal do MPDFT \u00e9 do Poder Executivo Federal, n\u00e3o se computando no percentual de 0,6% do Minist\u00e9rio Publico da Uni\u00e3o. MINIST\u00c9RIO P\u00daBLICO DA UNI\u00c3O \u2013 GASTO COM PESSOAL. O fato de incumbir \u00e0 Uni\u00e3o organizar e manter o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Distrito Federal sinaliza a inadequa\u00e7\u00e3o de considerar-se percentual do que previsto, para gasto pessoal, pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal \u2013 intelig\u00eancia dos artigos 21, inciso XIII, e 169 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal e 20, inciso I, al\u00edneas \u201cc\u201d e \u201cd\u201d, da Lei Complementar n\u00ba 101\/2000 1 .<br \/><strong>Item II<\/strong>:<strong> verdadeira.<\/strong> Deveras, \u00e9 fun\u00e7\u00e3o institucional do Minist\u00e9rio P\u00fablico zelar pelo efetivo respeito dos Poderes P\u00fablicos e dos servi\u00e7os de relev\u00e2ncia p\u00fablica, tal como anuncia o art. 129, inciso II da Constitui\u00e7\u00e3o Federal.<br \/>Art. 129. S\u00e3o fun\u00e7\u00f5es institucionais do Minist\u00e9rio P\u00fablico:<br \/>II &#8211; zelar pelo efetivo respeito dos Poderes P\u00fablicos e dos servi\u00e7os de relev\u00e2ncia p\u00fablica aos direitos assegurados nesta Constitui\u00e7\u00e3o, promovendo as medidas necess\u00e1rias a sua garantia; Uma das formas de assegurar a efetividade dos servi\u00e7os p\u00fablicos \u00e9 por meio do exame do or\u00e7amento, que na atualidade n\u00e3o pode ser encarado como mera pe\u00e7a de fic\u00e7\u00e3o, como outrora j\u00e1 o foi. E, nesse particular, sobreleva a import\u00e2ncia desta miss\u00e3o institucional na medida em que as emendas individuais dos deputados distritais, em determinadas mat\u00e9rias, s\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o<br \/>obrigat\u00f3ria, mitigando a pr\u00f3pria discricionariedade do Chefe do Poder Executivo.<br \/><strong>Item III: verdadeira,<\/strong> pois o enunciado est\u00e1 de acordo com o disposto no art. 150, \u00a7 16, inciso I da Lei Org\u00e2nica do Distrito Federal. \u00a7 16. Ressalvado impedimento de ordem t\u00e9cnica ou jur\u00eddica, \u00e9 obrigat\u00f3ria a execu\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria e financeira dos programas de trabalho inclu\u00eddos por emendas individuais dos Deputados Distritais ao projeto de lei or\u00e7ament\u00e1ria anual ou aos projetos que modifiquem a lei or\u00e7ament\u00e1ria anual: (Par\u00e1grafo acrescido pela Emenda \u00e0 Lei Org\u00e2nica n\u00ba 85, de 2014.)<br \/>I \u2013 quando destinadas a investimentos, manuten\u00e7\u00e3o e desenvolvimento do ensino ou a a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade, infraestrutura urbana e assist\u00eancia social e destinadas \u00e0 crian\u00e7a e ao adolescente; (Inciso com a reda\u00e7\u00e3o da Emenda \u00e0 Lei Org\u00e2nica n\u00ba 118, de 2020.)<br \/><strong>Item IV: falsa<\/strong>, uma vez que o limite previsto no art. 150, \u00a7 15 da LODF \u00e9 de 2% (e n\u00e3o 1,2%). \u00a7 15. As emendas individuais dos Deputados Distritais ao projeto de lei or\u00e7ament\u00e1ria anual s\u00e3o aprovadas at\u00e9 o limite de 2% da receita corrente l\u00edquida nele estimada. (Par\u00e1grafo acrescido pela Emenda \u00e0 Lei Org\u00e2nica n\u00ba 85, de 2014)<br \/><strong>Logo, gabarito \u00e9 a letra A.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 98:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa correta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(A)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 99:&nbsp;<\/strong>Assinale a alternativa incorreta&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(B)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 100:&nbsp;<\/strong>Julgue os itens a seguir&#8230;<br \/><strong><em>Resposta:<\/em><\/strong> <strong>(E)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-center wp-block-heading\" id=\"block-6da03d72-c2e9-4903-858d-f9227d6bebbb\"><strong>Cursos e assinaturas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Gostou dessa oportunidade e deseja se preparar? 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Acesse gratuitamente pelo canal do Estrat\u00e9gia no YouTube. 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