{"id":761846,"date":"2021-06-08T11:29:26","date_gmt":"2021-06-08T14:29:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=761846"},"modified":"2021-06-08T11:29:27","modified_gmt":"2021-06-08T14:29:27","slug":"informativo-stf-1019-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1019-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1019 Comentado"},"content":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1019 do STF <strong>COMENTADO<\/strong> pintando na telinha (do seu computador, notebook, tablet, celular&#8230;) para quem est\u00e1 ligado aqui conosco no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><!-- \/wp:post-content --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph {\"align\":\"center\",\"fontSize\":\"huge\"} --><\/p>\n<p class=\"has-text-align-center has-huge-font-size\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/06\/08112520\/stf-1019.pdf\">DOWNLOAD do PDF AQUI!<\/a><\/strong><\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph {\"align\":\"center\",\"fontSize\":\"huge\"} --><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_AtQd1SjBDSM\"><div id=\"lyte_AtQd1SjBDSM\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/AtQd1SjBDSM\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/AtQd1SjBDSM\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/AtQd1SjBDSM\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n<!-- wp:heading {\"level\":1} -->\n<h1 id=\"h-direito-administrativo\"><a>DIREITO ADMINISTRATIVO<\/a><\/h1>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-1-fixa-o-de-subs-dio-de-parlamentares-estaduais-por-decreto-legislativo-estadual-vincula-o-com-parlamentares-federais\"><a>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fixa\u00e7\u00e3o de subs\u00eddio de parlamentares estaduais por Decreto Legislativo estadual \u2013 vincula\u00e7\u00e3o com parlamentares federais<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A vincula\u00e7\u00e3o do valor do subs\u00eddio dos deputados estaduais ao quantum estipulado pela Uni\u00e3o aos deputados federais \u00e9 incompat\u00edvel com o princ\u00edpio federativo e com a autonomia dos entes federados (CF, art. 18, caput)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 6437\/MT, relatora Min. Rosa Weber, julgamento virtual finalizado em 28.5.2021(Info 1019)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-1-1-situa-o-f-tica\"><a>1.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O procurador-geral da Rep\u00fablica, Augusto Aras, ajuizou no STF a ADI 6437 contra normas do Mato Grosso que fixam os subs\u00eddios de deputados estaduais em 75% do valor recebido pelos deputados federais.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Aras sustenta que o artigo 37 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal pro\u00edbe o atrelamento remunerat\u00f3rio, para evitar que a altera\u00e7\u00e3o de uma carreira repercuta automaticamente em outra. Argumenta ainda que, segundo o entendimento do STF, a vincula\u00e7\u00e3o ou a equipara\u00e7\u00e3o dos subs\u00eddios de agentes pol\u00edticos de entes federados distintos ofende o princ\u00edpio da autonomia dos estados.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>As normas questionadas s\u00e3o os Decretos Legislativos 54\/2019, 40\/2014, 13\/2006 e 1\/2003, da Assembleia Legislativa, e a Lei estadual 9.485\/2010. O procurador-geral aponta ainda que, de acordo com a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, o subs\u00eddio dos deputados estaduais ser\u00e1 fixado por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa e, portanto os decretos legislativos s\u00e3o inconstitucionais.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-1-2-an-lise-estrat-gica\"><a>1.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-1-2-1-quest-o-jur-dica\">1.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Art. 18. A organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-administrativa da Rep\u00fablica Federativa do Brasil compreende a Uni\u00e3o, os Estados, o Distrito Federal e os Munic\u00edpios, todos aut\u00f4nomos, nos termos desta Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Art. 27. O n\u00famero de Deputados \u00e0 Assembleia Legislativa corresponder\u00e1 ao triplo da representa\u00e7\u00e3o do Estado na C\u00e2mara dos Deputados e, atingido o n\u00famero de trinta e seis, ser\u00e1 acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00a7 2\u00ba O subs\u00eddio dos Deputados Estaduais ser\u00e1 fixado por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa, na raz\u00e3o de, no m\u00e1ximo, setenta e cinco por cento daquele estabelecido, em esp\u00e9cie, para os Deputados Federais, observado o que disp\u00f5em os arts. 39, \u00a7 4\u00ba, 57, \u00a7 7\u00ba, 150, II, 153, III, e 153, \u00a7 2\u00ba, I.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Art. 37. A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica direta e indireta de qualquer dos Poderes da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios obedecer\u00e1 aos princ\u00edpios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e efici\u00eancia e, tamb\u00e9m, ao seguinte:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>XIII &#8211; \u00e9 vedada a vincula\u00e7\u00e3o ou equipara\u00e7\u00e3o de quaisquer esp\u00e9cies remunerat\u00f3rias para o efeito de remunera\u00e7\u00e3o de pessoal do servi\u00e7o p\u00fablico<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-1-2-2-tal-vincula-o-inconstitucional\">1.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tal vincula\u00e7\u00e3o \u00e9 inconstitucional?<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>O subs\u00eddio dos deputados estaduais deve ser fixado por lei em sentido formal<\/strong> (CF, art. 27, \u00a7 2\u00ba, reda\u00e7\u00e3o da EC 19\/1998).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Porquanto submetido ao princ\u00edpio da reserva de lei, \u00e9 inconstitucional a utiliza\u00e7\u00e3o de Decreto Legislativo estadual para a fixa\u00e7\u00e3o de subs\u00eddio de deputados estaduais.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A vincula\u00e7\u00e3o do valor do subs\u00eddio dos deputados estaduais ao quantum estipulado pela Uni\u00e3o aos deputados federais \u00e9 INCOMPAT\u00cdVEL com o princ\u00edpio federativo e com a autonomia dos entes federados (CF, art. 18, caput).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A vincula\u00e7\u00e3o entre o subs\u00eddio dos deputados estaduais e dos deputados federais acarreta o esvaziamento da autonomia administrativa e financeira dos estados-membros, pois destitui os entes subnacionais da prerrogativa de estipular o valor da remunera\u00e7\u00e3o de seus agentes pol\u00edticos, impondo-lhes a observ\u00e2ncia do quantum definido pela Uni\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 vedada a vincula\u00e7\u00e3o ou a equipara\u00e7\u00e3o remunerat\u00f3ria em rela\u00e7\u00e3o aos agentes pol\u00edticos ou servidores p\u00fablicos em geral.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O art. 37, XIII, da CF veda a equipara\u00e7\u00e3o e a vincula\u00e7\u00e3o de quaisquer esp\u00e9cies remunerat\u00f3rias para o efeito de remunera\u00e7\u00e3o de pessoal do servi\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-1-2-3-resultado-final\">1.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio julgou procedente pedido formulado na a\u00e7\u00e3o direta para declarar a inconstitucionalidade do Decreto Legislativo 54\/2019 da Assembleia Legislativa do estado de Mato Grosso, invalidando, ainda, por arrastamento, os Decretos Legislativos 40\/2014, 13\/2006, e 1\u00ba\/2003, e a Lei estadual 9.485\/2010, inclusive o par\u00e1grafo \u00fanico do art. 1\u00ba, inclu\u00eddo pela Lei estadual 9.801\/2012.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-2-limite-remunerat-rio-nico-para-servidores-estaduais\"><a>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Limite remunerat\u00f3rio \u00fanico para servidores estaduais<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 incompat\u00edvel com a Constitui\u00e7\u00e3o Federal (CF) Emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o estadual que institui, como limite remunerat\u00f3rio \u00fanico dos servidores p\u00fablicos estaduais, o valor do subs\u00eddio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 6746\/RO, relatora Min. Rosa Weber, julgamento virtual finalizado em 28.5.2021(Info 1019)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-2-1-situa-o-f-tica\"><a>2.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica ajuizou a ADI 6746 contra dispositivo aprovado pela Assembleia Legislativa de Rond\u00f4nia que submeteu todos os agentes p\u00fablicos do estado, indistintamente, a par\u00e2metro financeiro \u00fanico.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de Rond\u00f4nia questionada instituiu como teto remunerat\u00f3rio dos servidores p\u00fablicos estaduais o valor integral do subs\u00eddio dos ministros do Supremo.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-2-2-an-lise-estrat-gica\"><a>2.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-2-2-1-quest-o-jur-dica\">2.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>CF\/1988:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Art. 37 (&#8230;) XI &#8211; a remunera\u00e7\u00e3o e o subs\u00eddio dos ocupantes de cargos, fun\u00e7\u00f5es e empregos p\u00fablicos da administra\u00e7\u00e3o direta, aut\u00e1rquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes pol\u00edticos e os proventos, pens\u00f5es ou outra esp\u00e9cie remunerat\u00f3ria, percebidos cumulativamente ou n\u00e3o, inclu\u00eddas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, n\u00e3o poder\u00e3o exceder o subs\u00eddio mensal, em esp\u00e9cie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Munic\u00edpios, o subs\u00eddio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subs\u00eddio mensal do Governador no \u00e2mbito do Poder Executivo, o subs\u00eddio dos Deputados Estaduais e Distritais no \u00e2mbito do Poder Legislativo e o subs\u00eddio dos Desembargadores do Tribunal de Justi\u00e7a, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco cent\u00e9simos por cento do subs\u00eddio mensal, em esp\u00e9cie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no \u00e2mbito do Poder Judici\u00e1rio, aplic\u00e1vel este limite aos membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico, aos Procuradores e aos Defensores P\u00fablicos<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00a7 12. Para os fins do disposto no inciso XI do caput deste artigo, fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar, em seu \u00e2mbito, mediante emenda \u00e0s respectivas Constitui\u00e7\u00f5es e Lei Org\u00e2nica, como limite \u00fanico, o subs\u00eddio mensal dos Desembargadores do respectivo Tribunal de Justi\u00e7a, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco cent\u00e9simos por cento do subs\u00eddio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, n\u00e3o se aplicando o disposto neste par\u00e1grafo aos subs\u00eddios dos Deputados Estaduais e Distritais e dos Vereadores.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>EC 109\/2006 do estado de Rond\u00f4nia:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Art. 1\u00ba O caput do art. 20-A da Constitui\u00e7\u00e3o Estadual de Rond\u00f4nia passa a vigorar com a seguinte reda\u00e7\u00e3o: \u2018 Art. 20-A. A remunera\u00e7\u00e3o dos ocupantes de cargos, fun\u00e7\u00f5es e empregos p\u00fablicos da administra\u00e7\u00e3o direta, aut\u00e1rquica e fundacional, dos Membros de qualquer dos Poderes do Estado, do Minist\u00e9rio P\u00fablico, da Defensoria P\u00fablica, do Tribunal de Contas, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes pol\u00edticos e os proventos, pens\u00f5es ou outra esp\u00e9cie remunerat\u00f3ria, percebidos cumulativamente ou n\u00e3o, inclu\u00eddas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, n\u00e3o poder\u00e3o exceder o subs\u00eddio mensal, em esp\u00e9cie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal.\u201d<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-2-2-2-t-valendo-vincular-o-teto-remunerat-rio-de-geral-ao-valor-integral-do-subs-dio-dos-ministros-do-supremo\">2.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; T\u00e1 valendo vincular o teto remunerat\u00f3rio de geral ao valor integral do subs\u00eddio dos ministros do Supremo?<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>De jeito nenhum!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>De acordo com o modelo constitucional vigente, os estados-membros devem observar o sistema dos subtetos aplic\u00e1veis no \u00e2mbito de cada um dos Poderes (CF, art. 37, XI, na reda\u00e7\u00e3o dada pela EC 41\/2003) ou optar por instituir um limite remunerat\u00f3rio \u00fanico para os servidores estaduais. Ao optar por instituir um limite \u00fanico, os estados-membros devem adotar como par\u00e2metro remunerat\u00f3rio m\u00e1ximo o subs\u00eddio mensal dos desembargadores do respectivo Tribunal de Justi\u00e7a, que est\u00e1 limitado a 90,25% do subs\u00eddio mensal dos ministros do STF (CF, art. 37, \u00a7 12, inclu\u00eddo pela EC 47\/2005).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-2-2-3-resultado-final\">2.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio declarou a inconstitucionalidade do art. 20-A da Constitui\u00e7\u00e3o do estado de Rond\u00f4nia, na reda\u00e7\u00e3o dada pela Emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o estadual 109\/2006.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-3-inconstitucionalidade-da-ascens-o-funcional-e-possibilidade-de-promo-o-por-conclus-o-de-curso-de-n-vel-superior\"><a>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inconstitucionalidade da ascens\u00e3o funcional e possibilidade de promo\u00e7\u00e3o por conclus\u00e3o de curso de n\u00edvel superior<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 inconstitucional a interpreta\u00e7\u00e3o de disposi\u00e7\u00f5es legais que viabilizem a promo\u00e7\u00e3o a cargo de n\u00edvel superior a servidores que ingressaram por concurso p\u00fablico para cargo de n\u00edvel m\u00e9dio.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 6355\/PE, relatora Min. C\u00e1rmen L\u00facia, julgamento virtual finalizado em 28.5.2021(Info 1019)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-3-1-situa-o-f-tica\"><a>3.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O procurador-geral da Rep\u00fablica, Augusto Aras, ajuizou no STF a ADI 6355 contra dispositivos da Lei Complementar estadual 107\/2008 de Pernambuco, que disciplina as carreiras integrantes do Grupo Ocupacional de Administra\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria do Estado.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Segundo o PGR, os dispositivos permitem o provimento derivado de cargos de auditor fiscal do Tesouro Estadual, de n\u00edvel superior, a servidores que ingressaram em cargos de n\u00edvel m\u00e9dio, por meio da ascens\u00e3o funcional. Para o procurador-geral da Rep\u00fablica, a medida \u00e9 incompat\u00edvel com artigo 37, inciso II, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, que prev\u00ea que a investidura em cargo ou emprego p\u00fablico depende de aprova\u00e7\u00e3o pr\u00e9via em concurso p\u00fablico, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-3-2-an-lise-estrat-gica\"><a>3.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-3-2-1-quest-o-jur-dica\">3.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>CF:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Art. 37. A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica direta e indireta de qualquer dos Poderes da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios obedecer\u00e1 aos princ\u00edpios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e efici\u00eancia e, tamb\u00e9m, ao seguinte:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>II &#8211; a investidura em cargo ou emprego p\u00fablico depende de aprova\u00e7\u00e3o pr\u00e9via em concurso p\u00fablico de provas ou de provas e t\u00edtulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomea\u00e7\u00f5es para cargo em comiss\u00e3o declarado em lei de livre nomea\u00e7\u00e3o e exonera\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-3-2-2-configura-ascens-o\">3.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Configura ascens\u00e3o?<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A equipara\u00e7\u00e3o de carreira de n\u00edvel m\u00e9dio a outra de n\u00edvel superior constitui ascens\u00e3o funcional, VEDADA pelo art. 37, II, da CF.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-3-2-3-resultado-final\">3.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente em parte o pedido para conferir interpreta\u00e7\u00e3o conforme \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o ao caput e ao \u00a7 2\u00ba do art. 27, ao art. 30, ao inc. I do art. 32 e ao \u00a7 1\u00ba do art. 61, todos da Lei Complementar 107\/2008 do estado de Pernambuco, para reconhecer a inconstitucionalidade de interpreta\u00e7\u00e3o desses dispositivos legais que vise possibilitar a promo\u00e7\u00e3o, para o cargo de auditor fiscal do tesouro estadual, classe II, aos servidores p\u00fablicos que ingressaram por concurso nos cargos de n\u00edvel m\u00e9dio existentes antes da vig\u00eancia da Lei 11.562\/1998, modulando os efeitos dessa decis\u00e3o para preservar as promo\u00e7\u00f5es concedidas e os atos administrativos praticados at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o do presente ac\u00f3rd\u00e3o. Vencido parcialmente o ministro Marco Aur\u00e9lio apenas no tocante \u00e0 proje\u00e7\u00e3o dos efeitos da decis\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":1} -->\n<h1 id=\"h-direito-constitucional\"><a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/a><\/h1>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-4-covid-19-legisla-o-estadual-e-mensalidades-escolares\"><a>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Covid-19: legisla\u00e7\u00e3o estadual e mensalidades escolares<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 inconstitucional lei estadual que estabele\u00e7a redu\u00e7\u00e3o das mensalidades no \u00e2mbito da rede privada de ensino, enquanto perdurarem as medidas tempor\u00e1rias para o enfrentamento da pandemia da Covid-19.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 6445\/PA, relator Min. Marco Aur\u00e9lio, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Min. Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 28.5.2021(Info 1019)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-4-1-situa-o-f-tica\"><a>4.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) ajuizou no STF a ADI 6445, contra a Lei estadual 9.065\/2020 do Par\u00e1, que estabelece o desconto obrigat\u00f3rio de no m\u00ednimo 30% das mensalidades escolares na rede privada de ensino durante a pandemia da Covid-19.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A entidade, que j\u00e1 contestou leis semelhantes do Cear\u00e1 e do Maranh\u00e3o, alega que a norma viola a compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre Direito Civil, pois o pagamento da mensalidade \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o contratual entre as partes. Aponta que a lei contraria os princ\u00edpios da livre iniciativa e da autonomia universit\u00e1ria, pois afeta tamb\u00e9m as faculdades particulares.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Para a confedera\u00e7\u00e3o, a lei paraense viola ainda o princ\u00edpio da igualdade, pois os dependentes do Prouni (Programa Universidade para Todos) e do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) est\u00e3o exclu\u00eddos do desconto, enquanto alunos que possuem capacidade financeira melhor s\u00e3o contemplados pelo benef\u00edcio.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-4-2-an-lise-estrat-gica\"><a>4.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-4-2-1-a-norma-constitucional\">4.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A norma \u00e9 constitucional?<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O Supremo Tribunal Federal reconheceu a natureza de direito civil das normas incidentes sobre a contrapresta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de educa\u00e7\u00e3o, por tratarem de quest\u00e3o relacionada aos contratos. A lei impugnada, ao dispor sobre os termos em que ser\u00e3o descontados valores nas contrapresta\u00e7\u00f5es pactuadas entre as institui\u00e7\u00f5es de ensino e os estudantes, interfere na ess\u00eancia do contrato, de maneira a suspender a vig\u00eancia de cl\u00e1usulas contratuais que est\u00e3o no \u00e2mbito da normalidade dos neg\u00f3cios jur\u00eddicos onerosos. N\u00e3o se cuida, portanto, de t\u00edpica disciplina acerca da prote\u00e7\u00e3o do consumidor contra eventuais a\u00e7\u00f5es abusivas por parte dos prestadores de servi\u00e7os educacionais. De modo que <strong>caracterizada usurpa\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito civil.<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Ademais, al\u00e9m de o ato legislativo estadual contrariar disciplina federal existente sobre o assunto, n\u00e3o se verifica peculiaridade regional a justificar um regramento espec\u00edfico quanto aos efeitos da pandemia da Covid-19 em tais contratos.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Sob o aspecto material, a norma impugnada contraria a livre iniciativa e interfere de forma desproporcional em rela\u00e7\u00f5es contratuais regularmente constitu\u00eddas.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-4-2-2-resultado-final\">4.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O Plen\u00e1rio, por maioria, julgou procedente pedido formulado em a\u00e7\u00e3o direta para declarar a inconstitucionalidade da Lei 9.065\/2020 do estado do Par\u00e1, vencidos os ministros Marco Aur\u00e9lio (relator), Edson Fachin e Rosa Weber. Os ministros Alexandre de Moraes e Roberto Barroso declararam a inconstitucionalidade formal da mencionada legisla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-5-covid-19-compet-ncia-legislativa-estadual-e-veda-o-de-interrup-o-dos-servi-os-p-blicos-de-distribui-o-de-energia-el-trica-por-falta-de-pagamento-durante-a-pandemia\"><a>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Covid-19: Compet\u00eancia legislativa estadual e veda\u00e7\u00e3o de interrup\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos de distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica por falta de pagamento durante a pandemia<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Atendida a razoabilidade, \u00e9 constitucional legisla\u00e7\u00e3o estadual que prev\u00ea a veda\u00e7\u00e3o do corte do fornecimento residencial dos servi\u00e7os de energia el\u00e9trica, em raz\u00e3o do inadimplemento, parcelamento do d\u00e9bito, considerada a crise sanit\u00e1ria..<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 6588\/AM, relator Min. Marco Aur\u00e9lio, julgamento virtual finalizado em 28.5.2021(Info 1019)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-5-1-situa-o-f-tica\"><a>5.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A Abradee (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Distribuidores de Energia El\u00e9trica) ajuizou a ADI 6588 na qual questionou a constitucionalidade da Lei Estadual 5.145\/2020 do Amazonas, que pro\u00edbe cortes de energia el\u00e9trica durante a pandemia de Covid-19.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Conforme a associa\u00e7\u00e3o, a norma teria invadido a compet\u00eancia da Uni\u00e3o para legislar sobre direito civil, explorar servi\u00e7os e instala\u00e7\u00f5es de energia el\u00e9trica e promover a defesa contra calamidade p\u00fablica.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-5-2-an-lise-estrat-gica\"><a>5.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-5-2-1-v-lida-a-norma-questionada\">5.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V\u00e1lida a norma questionada?<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Yeaph!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>De fato, na linha da jurisprud\u00eancia do Supremo Tribunal Federal, o texto constitucional n\u00e3o impede a elabora\u00e7\u00e3o de legisla\u00e7\u00e3o estadual ou distrital que, preservando o n\u00facleo relativo \u00e0s normas gerais editadas pelo Congresso Nacional, venha a complement\u00e1-las e n\u00e3o substitu\u00ed-las. Portanto, leg\u00edtima a complementa\u00e7\u00e3o, em \u00e2mbito regional, da legisla\u00e7\u00e3o editada pela Uni\u00e3o, a fim de, ampliando-se a prote\u00e7\u00e3o do consumidor, preservar o fornecimento de servi\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-5-2-2-resultado-final\">5.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou improcedente pedido formulado em a\u00e7\u00e3o direta de inconstitucionalidade ajuizada contra as Leis 5.143\/2020 e 5.145\/2020 do estado do Amazonas que pro\u00edbem o corte do fornecimento residencial de seus servi\u00e7os por falta de pagamento de suas respectivas contas, enquanto perdurar o estado de emerg\u00eancia decorrente de situa\u00e7\u00f5es de extrema gravidade social.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-6-proibi-o-de-uso-de-animais-para-desenvolvimento-de-produtos-cosm-ticos-higiene-pessoal-e-afins\"><a>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Proibi\u00e7\u00e3o de uso de animais para desenvolvimento de produtos cosm\u00e9ticos, higiene pessoal e afins<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>(1) N\u00e3o havendo norma federal disciplinadora, \u00e9 constitucional lei estadual que pro\u00edba a utiliza\u00e7\u00e3o de animais para desenvolvimento, experimento e teste de produtos cosm\u00e9ticos, higiene pessoal, perfumes, limpeza e seus componentes. (2) \u00c9 INCONSTITUCIONAL norma estadual que vede a comercializa\u00e7\u00e3o de produtos desenvolvidos a partir de teste em animais, bem como a que determina conste no r\u00f3tulo informa\u00e7\u00e3o acerca da n\u00e3o realiza\u00e7\u00e3o de testes em animais<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>ADI 5995\/RJ, relator Min. Gilmar Mendes, julgamento em 26 e 27.5.2021(Info 1019)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-6-1-situa-o-f-tica\"><a>6.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da ind\u00fastria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm\u00e9ticos (Abihpec) ajuizou a ADI 5995 na qual questionou dispositivos da lei do Estado do Rio de Janeiro que pro\u00edbem a utiliza\u00e7\u00e3o de animais para desenvolvimento, experimentos e testes de produtos cosm\u00e9ticos, de higiene pessoal, perfumes e de limpeza.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Conforme a associa\u00e7\u00e3o, a Lei estadual 7.814\/2017 contrariaria a Lei Arouca (Lei 11.794\/2008), norma federal que autoriza pesquisas com animais para fins cient\u00edficos. Al\u00e9m disso, a lei invadiria ainda a compet\u00eancia normativa da Uni\u00e3o para legislar sobre normas gerais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 prote\u00e7\u00e3o da fauna, e a proibi\u00e7\u00e3o de venda de produtos de outros estados que n\u00e3o adotem as mesmas regras interfere indevidamente no com\u00e9rcio interestadual.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-6-2-an-lise-estrat-gica\"><a>6.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-6-2-1-quest-o-jur-dica\">6.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>CF:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Art. 22. Compete privativamente \u00e0 Uni\u00e3o legislar sobre:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>VIII &#8211; com\u00e9rcio exterior e interestadual;<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Art. 24. Compete \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00a7 3\u00ba Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercer\u00e3o a compet\u00eancia legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-6-2-2-v-lida-a-norma-estadual\">6.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V\u00e1lida a norma estadual?<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Enquanto n\u00e3o houver norma federal tratando da mat\u00e9ria, SIM!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>&nbsp;Ante a inexist\u00eancia de disciplina da mat\u00e9ria em n\u00edvel federal, nos termos do art. 24, \u00a7 3\u00ba, da CF), \u00e9 permitido aos estados exercitar a compet\u00eancia legislativa plena.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Na hip\u00f3tese, apesar da proximidade tem\u00e1tica da norma impugnada em rela\u00e7\u00e3o ao conte\u00fado da Lei federal 11.794\/2008, esta possui objeto DISTINTO, <strong>pois disp\u00f5e t\u00e3o somente acerca do uso de animais para afins de atividade de ensino e pesquisa cient\u00edfica.<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Portanto, e no mesmo sentido de recente julgamento de quest\u00e3o an\u00e1loga, n\u00e3o h\u00e1, no caso, invas\u00e3o da compet\u00eancia da Uni\u00e3o para editar normas gerais sobre fauna, conserva\u00e7\u00e3o da natureza e prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente (art. 24, VI, da CF).<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-6-2-3-pode-proibir-comercializa-o-de-produtos-que-usem-animais-em-testes\">6.2.3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pode proibir comercializa\u00e7\u00e3o de produtos que usem animais em testes?<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Negativo!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00c9 INCONSTITUCIONAL <strong>norma estadual que vede a COMERCIALIZA\u00c7\u00c3O de produtos desenvolvidos a partir de teste em animais, bem como a que determina conste no r\u00f3tulo informa\u00e7\u00e3o acerca da n\u00e3o realiza\u00e7\u00e3o de testes em animais.<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Isso porque esses dispositivos legais violam a compet\u00eancia legislativa da Uni\u00e3o para editar normas gerais sobre produ\u00e7\u00e3o e consumo, e para legislar sobre com\u00e9rcio interestadual.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Ademais, a veda\u00e7\u00e3o imposta genericamente \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o de todo e qualquer produto sem distin\u00e7\u00e3o da sua respectiva origem invade a compet\u00eancia da Uni\u00e3o para legislar sobre com\u00e9rcio interestadual, nos termos do art. 22, VIII, da CF.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-6-2-4-resultado-final\">6.2.4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, por maioria, julgou parcialmente procedente pedido formulado em a\u00e7\u00e3o direta para declarar a inconstitucionalidade do par\u00e1grafo \u00fanico do art. 1\u00ba e do art. 4\u00ba da Lei 7.814\/2017 do estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:table -->\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Norma estadual que vede os TESTES em animais para desenvolvimento, experimentos e testes de produtos cosm\u00e9ticos, de higiene pessoal, perfumes e de limpeza<\/strong><\/td><td><strong>Norma estadual que vede a COMERCIALIZA\u00c7\u00c3O de produtos desenvolvidos a partir de teste em animais, bem como a que determina conste no r\u00f3tulo informa\u00e7\u00e3o acerca da n\u00e3o realiza\u00e7\u00e3o de testes em animais.<\/strong><strong><\/strong><\/td><\/tr><tr><td><strong>Na falta de lei federal sobre o tema<\/strong><\/td><td><strong>A\u00ed EXAGEROU!<\/strong><strong><\/strong><\/td><\/tr><tr><td><strong>CONSTITUCIONAL<\/strong><strong><\/strong><\/td><td><strong>INCONSTITUCIONAL<\/strong><strong><\/strong><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n<!-- \/wp:table -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":1} -->\n<h1 id=\"h-direito-processual-civil\"><a>DIREITO PROCESSUAL CIVIL<\/a><\/h1>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading -->\n<h2 id=\"h-7-a-o-civil-p-blica-e-os-efeitos-da-coisa-julgada-formada-em-a-o-de-desapropria-o\"><a>7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica e os efeitos da coisa julgada formada em a\u00e7\u00e3o de desapropria\u00e7\u00e3o<\/a><\/h2>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><a>I &#8211; O tr\u00e2nsito em julgado de senten\u00e7a condenat\u00f3ria proferida em sede de a\u00e7\u00e3o desapropriat\u00f3ria n\u00e3o obsta a propositura de A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica em defesa do patrim\u00f4nio p\u00fablico, para discutir a dominialidade do bem expropriado, ainda que j\u00e1 se tenha expirado o prazo para a A\u00e7\u00e3o Rescis\u00f3ria; II &#8211; Em sede de A\u00e7\u00e3o de Desapropria\u00e7\u00e3o, os honor\u00e1rios sucumbenciais s\u00f3 ser\u00e3o devidos caso haja devido pagamento da indeniza\u00e7\u00e3o aos expropriados.<\/a><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>RE 1010819\/PR, relator Min. Marco Aur\u00e9lio, redator do ac\u00f3rd\u00e3o Min. Alexandre de Moraes, julgamento em 26.5.2021(Info 1019)<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-7-1-situa-o-f-tica\"><a>7.1.&nbsp; Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O caso discute a desapropria\u00e7\u00e3o de terras no Paran\u00e1, em regi\u00e3o de fronteira, com decis\u00e3o definitiva. Segundo o requerente, como o processo transitou em julgado, haveria a determina\u00e7\u00e3o para a execu\u00e7\u00e3o dos honor\u00e1rios advocat\u00edcios de sucumb\u00eancia devidos pela Uni\u00e3o.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Por outro lado, o Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) ajuizou a ACP para questionar o dom\u00ednio das terras desapropriadas e, dessa forma, os honor\u00e1rios advocat\u00edcios deveriam ficar depositados at\u00e9 que se definisse a parte vencedora nessa a\u00e7\u00e3o. Se for da parte recorrente o dom\u00ednio das terras, cabe \u00e0 Uni\u00e3o pagar a conta. Se, por outro lado, a Uni\u00e3o comprovar que as terras lhe pertenciam, n\u00e3o caberia o pagamento de indeniza\u00e7\u00e3o nem dos honor\u00e1rios advocat\u00edcios por sucumb\u00eancia.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":3} -->\n<h3 id=\"h-7-2-an-lise-estrat-gica\"><a>7.2.&nbsp; An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-7-2-1-a-propositura-de-acp-ofendeu-a-coisa-julgada\">7.2.1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A propositura de ACP ofendeu a coisa julgada?<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> <strong>Nooops!!!<\/strong><\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>O ajuizamento de A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica para discuss\u00e3o da titularidade de im\u00f3vel n\u00e3o ofende a coisa julgada decorrente de a\u00e7\u00e3o de desapropria\u00e7\u00e3o, mesmo ap\u00f3s o prazo de dois anos para propositura de a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com efeito, diante da impossibilidade de discuss\u00e3o de mat\u00e9rias de alta indaga\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito das a\u00e7\u00f5es de desapropria\u00e7\u00e3o, o que inclui o debate a respeito da dominialidade do bem expropriado, eventual tr\u00e2nsito em julgado de decis\u00e3o judicial proferida em a\u00e7\u00e3o de desapropria\u00e7\u00e3o, limitada \u00e0 an\u00e1lise do decreto expropriat\u00f3rio e do valor de indeniza\u00e7\u00e3o, \u00e9 incapaz de impedir a discuss\u00e3o jur\u00eddica dominial em a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Os honor\u00e1rios advocat\u00edcios sucumbenciais fixados em senten\u00e7a de a\u00e7\u00e3o de desapropria\u00e7\u00e3o, em raz\u00e3o de seu car\u00e1ter acess\u00f3rio, somente ser\u00e3o devidos caso seja efetivamente paga a indeniza\u00e7\u00e3o aos desapropriados.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Isso porque, conforme jurisprud\u00eancia da Suprema Corte, por se tratar de verba ACESS\u00d3RIA, <strong>os honor\u00e1rios sucumbenciais est\u00e3o associados ao efetivo \u00eaxito da parte quanto ao pagamento da indeniza\u00e7\u00e3o dos bens desapropriados<\/strong>, devendo, portanto, ficarem depositados em ju\u00edzo at\u00e9 que se resolva a quest\u00e3o prejudicial, o dom\u00ednio das terras.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:heading {\"level\":4} -->\n<h4 id=\"h-7-2-2-resultado-final\">7.2.2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n<!-- \/wp:heading -->\n\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>Com base nesse entendimento, o Plen\u00e1rio, ao apreciar o Tema 858 da repercuss\u00e3o geral, por maioria, negou provimento ao recurso extraordin\u00e1rio.<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\n\n<!-- wp:file {\"id\":761847,\"href\":\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/06\/08112520\/stf-1019.pdf\"} -->\n<div class=\"wp-block-file\"><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/06\/08112520\/stf-1019.pdf\">stf-1019<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2021\/06\/08112520\/stf-1019.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download>Baixar<\/a><\/div>\n<!-- \/wp:file -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informativo n\u00ba 1019 do STF COMENTADO pintando na telinha (do seu computador, notebook, tablet, celular&#8230;) para quem est\u00e1 ligado aqui conosco no Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas!\u00a0\u00a0 DOWNLOAD do PDF AQUI! 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