{"id":76137,"date":"2017-06-01T10:41:25","date_gmt":"2017-06-01T13:41:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=76137"},"modified":"2019-11-08T17:11:14","modified_gmt":"2019-11-08T20:11:14","slug":"prova-historia-de-pernambuco-do-corpo-de-bombeiros-cbmpe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-historia-de-pernambuco-do-corpo-de-bombeiros-cbmpe\/","title":{"rendered":"Prova de hist\u00f3ria de Pernambuco do Concurso CBM-PE"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\tOl&aacute; Pessoal. N&atilde;o h&aacute; recurso cab&iacute;vel na prova de hist&oacute;ria de Pernambuco. Vou comentar as quest&otilde;es do concurso, e desfazer a pol&ecirc;mica sobre a quest&atilde;o do Quilombo dos Palmares e do Catuc&aacute;, que muitas pessoas pensaram ter duas alternativas corretas. Infelizmente n&atilde;o d&aacute; recurso, pois foi dif&iacute;cil, mas n&atilde;o errada. Parab&eacute;ns aos nossos alunos que relataram sucesso na hora da prova e pelo elogio de terem visto em detalhes todos os t&oacute;picos da prova. Essa &eacute; um grande motiva&ccedil;&atilde;o para podermos trabalhar cada vez melhor e mais empolgados com sua aprova&ccedil;&atilde;o. Sem demora, vamos l&aacute;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t1. &ldquo;S&atilde;o t&atilde;o grandes as riquezas deste novo mundo e da mesma maneira sua fertilidade e abund&acirc;ncia, que n&atilde;o sei por qual das cousas comece primeiramente: mas, pois todas elas de muita considera&ccedil;&atilde;o, farei uma salada na melhor forma que souber, para que fiquem claras e deem gosto&rdquo;.<br \/>\n\t(Ambr&oacute;sio Fernandes Brand&atilde;o &ndash; s&eacute;c. XVII. Apud BRAND&Atilde;O, Ambr&oacute;sio Fernandes. Di&aacute;logos das grandezas do Brasil. 3. ed. Recife: FUNDAJ, Ed. Massangana, 1997. p. 85.)<br \/>\n\tEm rela&ccedil;&atilde;o &agrave; coloniza&ccedil;&atilde;o da Capitania de Pernambuco no s&eacute;culo XVI, assinale a alternativa CORRETA.<br \/>\n\tA) Diferente do que ocorrera nas outras capitanias, Duarte Coelho fora o &uacute;nico donat&aacute;rio a receber da Coroa Lusitana <span style=\"color:#FF0000\">vultosas doa&ccedil;&otilde;es para o desenvolvimento das suas terras<\/span>, bem como um corpo de mil&iacute;cia para garantir a sua defesa, uma vez que se achava sob constante ataque dos &iacute;ndios caet&eacute;s.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>As capitanias heredit&aacute;rias eram uma forma da coroa portuguesa transferir para a iniciativa privada os gastos com a coloniza&ccedil;&atilde;o. Duarte Coelho, foi o &uacute;nico capit&atilde;o donat&aacute;rio, cujo trabalho surtiu profundos efeitos no pa&iacute;s, mas sem subs&iacute;dios de Portugal. Os engenhos em sua maioria eram financiados por holandeses.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) Com o passar dos anos e as investidas de outros navegadores, especialmente franceses, o governo de Portugal decidiu promover a coloniza&ccedil;&atilde;o da Am&eacute;rica Portuguesa <span style=\"color:#FF0000\">por meio da institui&ccedil;&atilde;o do Governo Geral<\/span>. Essa atitude favoreceu sobremaneira Pernambuco, uma vez que se beneficiou da administra&ccedil;&atilde;o direta da Corte. <em>TARDE<\/em><br \/>\n\t<strong><span style=\"color:#0000FF\">Primeiramente foram criadas as capitanias heredit&aacute;rias, que n&atilde;o tiveram sucesso devido &agrave; resist&ecirc;ncia ind&iacute;gena e a grande descentraliza&ccedil;&atilde;o. O governo geral &eacute; de 1548 e pretendia centralizar as capitanias e n&atilde;o elimin&aacute;-las.<\/span><\/strong><br \/>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) Al&eacute;m do trabalho na agricultura, a presen&ccedil;a africana era necess&aacute;ria para aberturas de novas &aacute;reas no territ&oacute;rio, dominado, muitas vezes, por &iacute;ndios que faziam guerra aos portugueses e impediam o avan&ccedil;o, principalmente em dire&ccedil;&atilde;o ao sert&atilde;o.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Correto. Todo o trabalho na &eacute;poca colonial era feito por escravos africanos e tamb&eacute;m muitos ind&iacute;genas, apesar da prote&ccedil;&atilde;o da Igreja eram tamb&eacute;m escravizados.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) A quest&atilde;o de povoamento <span style=\"color:#FF0000\">n&atilde;o enfrentava contratempos<\/span>, especialmente devido aos condenados pela justi&ccedil;a reinol que eram punidos com o degredo para o Brasil. Estes, al&eacute;m de resolverem o problema da falta de cidad&atilde;os portugueses dispostos a colonizar o novo mundo, colaboravam para o bom servi&ccedil;o que o Capit&atilde;o Donat&aacute;rio pretendia prestar &agrave; Coroa.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Essa nem d&aacute; discuss&atilde;o. Imagine quantos empecilhos e contratempos existiram nos primeiros anos de coloniza&ccedil;&atilde;o.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) <span style=\"color:#FF0000\">As alian&ccedil;as estabelecidas com os ind&iacute;genas permitiram a Duarte Coelho<\/span> o estabelecimento de duas vilas nas terras de Pernambuco, sem a necessidade de conflitos com os naturais da terra. A primeira delas, fundada logo na chegada do Capit&atilde;o Donat&aacute;rio &agrave; sua Capitania, foi denominada de Igara&ccedil;u. A segunda, chamada de Olinda, distante cinco l&eacute;guas da primeira, logo passou a ser a sede da capitania.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>A coloniza&ccedil;&atilde;o teve forte resist&ecirc;ncia dos ind&iacute;genas e Duarte Coelho foi uma grande combatente dos nativos.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<br \/>\n\t2. &quot;Rebentou, ent&atilde;o, por culpa dos portugueses, uma revolta dos &iacute;ndios, que anteriormente se mostravam pac&iacute;ficos, e o chefe da terra pediu-nos pelo amor de Deus, que f&ocirc;ssemos &agrave;s pressas auxiliar o lugar&#8230; do qual os ind&iacute;genas queriam se apoderar. [&#8230;] O n&uacute;mero dos defensores montava, incluindo-nos, cerca de 90 crist&atilde;os. Acrescente-se a esse n&uacute;mero 30 negros e escravos brasileiros, a saber, selvagens que pertenciam a colonos.&quot;<br \/>\n\t(SATDEN, Hans. Duas viagens ao Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974. p. 46.)<br \/>\n\tSobre a rela&ccedil;&atilde;o estabelecida entre os chamados &iacute;ndios pernambucanos e os colonizadores portugueses, &eacute; CORRETO afirmar que<br \/>\n\tA) as constantes solicita&ccedil;&otilde;es feitas por Duarte Coelho &agrave; coroa portuguesa, no sentido de permitir que ele pudesse importar para a Capitania negros escravizados da Guin&eacute;, <span style=\"color:#FF0000\">faziam sentido em face ao pendor natural &agrave; pregui&ccedil;a, apresentado pelos &iacute;ndios<\/span>.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Sempre fuja de quest&otilde;es que vierem carregadas de preconceito. A escravid&atilde;o africana era um grande mercado e foi escolhida pelo interesse econ&ocirc;mico.<\/strong><\/span><br \/>\n\tB) ao contr&aacute;rio do que ocorria na maior parte do territ&oacute;rio da Am&eacute;rica Portuguesa, n&atilde;o existia, nas terras da Capitania de Pernambuco, diversidade de povos ind&iacute;genas. Pelo contr&aacute;rio, a dispers&atilde;o dos caet&eacute;s por todo o territ&oacute;rio pernambucano foi um dos fatores para <span style=\"color:#FF0000\">sua r&aacute;pida conquista e coloniza&ccedil;&atilde;o.<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Todo o litoral era habitado por ind&iacute;genas, que em raz&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o tribal, tinham uma enorme diversidade. A predomin&acirc;ncia de Caet&eacute;s n&atilde;o significa que s&oacute; havia este grupo.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) na capitania de Pernambuco, os ataques ind&iacute;genas foram constantes &agrave;s vilas e planta&ccedil;&otilde;es de a&ccedil;&uacute;car. Apesar de as tropas coloniais repelirem as investidas, esses ataques n&atilde;o eram cessados. Esse foi um dos motivos que levaram a Coroa portuguesa a enviar ao Brasil levas de mission&aacute;rios, para que pudessem atuar entre os &iacute;ndios e ajudar na sua &quot;domestica&ccedil;&atilde;o&quot;.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Correta.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) os in&uacute;meros contatos que os europeus-crist&atilde;os estabeleceram com os povos ind&iacute;genas, a partir de um determinado momento da coloniza&ccedil;&atilde;o, foram mediados por uma l&oacute;gica colonizadora de opress&atilde;o, imposi&ccedil;&atilde;o, nega&ccedil;&atilde;o, impostas pela superioridade dos colonos Portugueses. <span style=\"color:#FF0000\">Essa era tamanha, que n&atilde;o permitiu o desenvolvimento de qualquer forma de resist&ecirc;ncia ind&iacute;gena.<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>A resist&ecirc;ncia ind&iacute;gena era muito grande, foi um dos fatores de insucesso das capitanias e foram constantes as guerras contra os nativos que ficaram conhecidas como guerra contra os b&aacute;rbaros e tamb&eacute;m guerras justas.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) a hist&oacute;ria das rela&ccedil;&otilde;es sociais entre os <span style=\"color:#FF0000\">mission&aacute;rios franciscanos<\/span> e ind&iacute;genas na Capitania de Pernambuco revela a exist&ecirc;ncia de in&uacute;meros contatos ao longo do per&iacute;odo colonial. Mais preocupados com a catequese dos povos ind&iacute;genas, n&atilde;o exerceram nenhuma influ&ecirc;ncia na <span style=\"color:#FF0000\">pol&iacute;tica indigenista adotada pela metr&oacute;pole<\/span>.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Eram mission&aacute;rios Jesu&iacute;tas e a metr&oacute;pole n&atilde;o possu&iacute;a pol&iacute;tica indigenista.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t3. Segundo o historiador Marcus Carvalho, alguns aspectos chamam a aten&ccedil;&atilde;o na hist&oacute;ria social do Recife, na primeira metade dos oitocentos. Um deles &eacute;, sem d&uacute;vida, o ciclo das insurrei&ccedil;&otilde;es liberais, que se inicia com a Insurrei&ccedil;&atilde;o de 1817, passa pela Confedera&ccedil;&atilde;o do Equador em 1824 e termina com a Praieira em 1848.<br \/>\n\t(CARVALHO, Marcus Joaquim Maciel de. Rumores e rebeli&otilde;es: estrat&eacute;gias de resist&ecirc;ncia escrava no Recife de 1817-1848.Tempo,Vol. 3 &#8211; n&deg; 6, dezembro de 1998).<br \/>\n\tSobre esses movimentos, &eacute; CORRETO afirmar que<br \/>\n\tA) alguns dos participantes da Insurrei&ccedil;&atilde;o Pernambucana de 1817 foram plantadores de algod&atilde;o e cana, que circundavam o quilombo do Catuc&aacute;. Ali tamb&eacute;m viveram muitos dos plantadores, que estiveram envolvidos na Confedera&ccedil;&atilde;o do Equador. Dessa forma, uma das consequ&ecirc;ncias dessas insurrei&ccedil;&otilde;es foi a fuga de escravos para o referido quilombo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Correto. O quilombo do Catuc&aacute; cresceu e se fortaleceu com as revoltas liberais (1817, 1824 e 1848). As principais lavouras ao redor do Recife eram a da Cana de A&ccedil;&uacute;car e Algod&atilde;o.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) por serem insurrei&ccedil;&otilde;es liberais e essa doutrina n&atilde;o admitir a pr&aacute;tica da escravid&atilde;o, <span style=\"color:#FF0000\">a aboli&ccedil;&atilde;o da escravatura e o fim do tr&aacute;fico atl&acirc;ntico de escravos foram uma das bandeiras defendidas por todos os seus l&iacute;deres<\/span>. Essa medida fez com que os cativos pegassem em armas e lutassem contra as tropas reais.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>As revolu&ccedil;&otilde;es liberais n&atilde;o tinham a bandeira da aboli&ccedil;&atilde;o da escravid&atilde;o. Esta bandeira vai se tornar forte a partir de 1850 quando o tr&aacute;fico de escravos foi abolido.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) na d&eacute;cada de 1840, havia duas fac&ccedil;&otilde;es competindo pelo poder na prov&iacute;ncia de Pernambuco. O levante dos praieiros est&aacute; relacionado com as disputas entre esses dois grupos das elites locais pelo governo de Pernambuco, n&atilde;o existindo, <span style=\"color:#FF0000\">assim, nenhuma conex&atilde;o com as disputas parlamentares na Corte.<\/span><br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Predominavam duas grandes vertentes pol&iacute;ticas, a dos liberais e conservadores, que disputavam cargos e elei&ccedil;&otilde;es parlamentares.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) os descontentamentos resultantes da <span style=\"color:#FF0000\">outorga da Constitui&ccedil;&atilde;o de 1817<\/span> pela corte foram claramente manifestados em Pernambuco. Esse fato acabou insuflando as elites pernambucanas que proclamaram a rep&uacute;blica, adotando, provisoriamente, a constitui&ccedil;&atilde;o estadunidense.<br \/>\n\tEm 1917 &eacute;ramos Reino Unido &agrave; Portugal.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>A constitui&ccedil;&atilde;o que foi dissolvida foi a de 1823 e D. Pedro outorgou a de 1824, o que levou &agrave; ocorr&ecirc;ncia da confedera&ccedil;&atilde;o do Equador.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) entre mortos e feridos, o saldo da Revolu&ccedil;&atilde;o Praieira foi de quase novecentas pessoas. Mas diferente das Insurrei&ccedil;&otilde;es 1817 e 1824, <span style=\"color:#FF0000\">a Praieira n&atilde;o contou com a participa&ccedil;&atilde;o da &quot;popula&ccedil;a&quot;<\/span>. A presen&ccedil;a das &quot;classes perigosas&quot; nas duas primeiras insurrei&ccedil;&otilde;es liberais fez com que a repress&atilde;o fosse muito maior. Os rebeldes de 1817 foram esmagados de tal forma que at&eacute; padres foram executados, algo inusitado no mundo colonial lusitano e que se repetiria em 1824.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>A Praieira foi uma revolta liderada pelas elites pol&iacute;ticas pernambucanas, mas com participa&ccedil;&atilde;o popular.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t4. &quot;Para dar conta da riqueza da obra de Freyre e dos acervos que a ela se relacionam, seriam provavelmente necess&aacute;rios os 40 anos de estudos que levou Kaegi a escrever sua obra monumental.&quot;<br \/>\n\t(PALLARES-BURKE, M.L.G. Gilberto Freyre: um vitoriano dos tr&oacute;picos. S&atilde;o Paulo: Editora Unesp, 2005. p. 18)<br \/>\n\t&quot;Ariano Suassuna &eacute;, certamente, um dos grandes nomes da Literatura brasileira. Antes de ser brasileiro, o escritor, dramaturgo e poeta foi, sobretudo nordestino, um dos maiores respons&aacute;veis por difundir a cultura da regi&atilde;o Nordeste no pa&iacute;s.&quot; (http:\/\/mundoeducacao.bol.uol.com.br\/literatura\/ariano-suassuna.htm)<br \/>\n\tEm rela&ccedil;&atilde;o a esses dois personagens, que tanto contribu&iacute;ram com a cultura pernambucana, assinale a alternativa CORRETA.<br \/>\n\tA) Apesar do grande sucesso das obras freyrianas, existe uma grande cr&iacute;tica pelo fato de o autor <span style=\"color:#FF0000\">n&atilde;o ter levado em considera&ccedil;&atilde;o o patriarcado<\/span> como um dos principais elementos formadores da sociedade brasileira, uma vez que foi em torno da fam&iacute;lia patriarcal que o Brasil nasceu e se organizou como sociedade. Diante de imprecis&otilde;es como esta, sua obra, j&aacute; de h&aacute; muito, n&atilde;o &eacute; levada em considera&ccedil;&atilde;o por historiadores, antrop&oacute;logos e soci&oacute;logos.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>A obra Casa Grande &amp; Senzala &eacute; a an&aacute;lise da forma&ccedil;&atilde;o da sociedade patriarcal e escravista.<\/strong><\/span><br \/>\n\tB) Em uma de suas mais conhecidas obras,<span style=\"color:#FF0000\"> &quot;Vidas Secas&quot;, Ariano Suassuna<\/span> trata das ra&iacute;zes da opress&atilde;o no campo brasileiro. Passando por temas como as rela&ccedil;&otilde;es de poder institu&iacute;das no campo, o autor discorre o cotidiano sertanejo de forma leve e bem humorada.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>A obra &ldquo;vidas secas&rdquo; &eacute; de Graciliano Ramos. A mais conhecida obra de Suassuna &eacute; o &ldquo;auto da compadecida&rdquo;.<\/strong><\/span><br \/>\n\tC) <span style=\"color:#FF0000\">Cr&iacute;tico da &quot;Democracia Racial&quot;, tese que defende a inexist&ecirc;ncia do racismo e da discrimina&ccedil;&atilde;o racial<\/span> no Brasil, Gilberto Freyre em sua obra, &quot;Casa Grande &amp; Senzala&quot;, desconstr&oacute;i essa ideia, afirmando que a elite branca defendeu essa tese para obscurecer formas de opress&atilde;o racial.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>A obra de Gilberto Freyre &eacute; muito criticada justamente devido &agrave; um de seus elementos centrais que &eacute; a ideia de que no Brasil impera uma democracia racial.<\/strong><\/span><br \/>\n\tD) Possuidor de vasta produ&ccedil;&atilde;o, Ariano Suassuna se destacou na dramaturgia, literatura e poesia. Trabalhos, como &quot;O alto da Compadecida&quot;, revelam detalhes importantes da vida sertaneja. Assim, fica clara a influ&ecirc;ncia que sua terra natal, a cidade de S&atilde;o Jos&eacute; do Egito, no<span style=\"color:#FF0000\"> sert&atilde;o pernambucano<\/span>, teve em sua vida.<br \/>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Suassuna era Paraibano.<\/strong><\/span><br \/>\n\tE) O Movimento Armorial surgiu na d&eacute;cada de 1970 para fazer face aos imperativos culturais estadunidenses no Brasil. Vinculado, dentre outras, &agrave; produ&ccedil;&atilde;o da literatura de cordel e a instrumentos como a rabeca, foi apresentado por Ariano Suassuna e contou com a participa&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias pessoas, como Ant&ocirc;nio N&oacute;brega, Ant&ocirc;nio Jos&eacute; Madureira e Guerra Peixe.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>O movimento armorial procurou valorizar a arte popular de modo erudito, fortalecer a identidade cultural regional e buscar alternativas &agrave; domina&ccedil;&atilde;o cultural norte americana muito forte culturalmente no pa&iacute;s.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t5. &quot;O quilombo constitui quest&atilde;o relevante desde os primeiros focos de resist&ecirc;ncia dos africanos ao escravismo colonial, reaparece no Brasil\/rep&uacute;blica com a Frente Negra Brasileira (1930\/40) e retorna &agrave; cena pol&iacute;tica no final dos anos 70, durante a redemocratiza&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s. Trata-se, portanto, de uma quest&atilde;o persistente, tendo na atualidade importante dimens&atilde;o na luta dos afrodescendentes.&quot; (LEITE, Ilka Boaventura.<br \/>\n\tOs quilombos no Brasil: quest&otilde;es conceituais e normativas. Etnogr&aacute;fica, Vol. IV (2), 2000, pp. 333-354). Em rela&ccedil;&atilde;o aos Quilombos dos Palmares e do Catuc&aacute;, assinale a alternativa CORRETA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) A proximidade que o Quilombo do Catuc&aacute; tinha do Recife, <strong><span style=\"color:#0000FF\">localizado entre as freguesias do Recife, Paratibe e Paulista<\/span><\/strong>, permitiu aos seus moradores elaborarem uma s&eacute;rie de t&aacute;ticas de sobreviv&ecirc;ncia, que perpassavam pela coopera&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o negra livre e dos escravos dos engenhos pr&oacute;ximos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) Segundo os historiadores, os quilombos dos Palmares e do Catuc&aacute; <span style=\"color:#FF0000\">n&atilde;o possu&iacute;am elementos que os pudessem distinguir<\/span>, at&eacute; por que tanto as condi&ccedil;&otilde;es socioculturais que os formaram como a estrutura da Prov&iacute;ncia de Pernambuco permaneciam as mesmas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) A escassez de documentos que versem a respeito dos quilombos de modo geral torna toda a literatura existente sobre Palmares e Catuc&aacute; ila&ccedil;&otilde;es dos historiadores. <span style=\"color:#FF0000\">N&atilde;o existem, assim, informa&ccedil;&otilde;es precisas e ver&iacute;dicas que possibilitem se conhecerem esses locais de resist&ecirc;ncia escrava.<\/span><br \/>\n\tD) Ao contr&aacute;rio do observado em Palmares, o Catuc&aacute; n&atilde;o era um quilombo dividido em v&aacute;rios grupos no meio da floresta. Al&eacute;m disso, o &uacute;nico meio de vida dos quilombolas era a agricultura de subsist&ecirc;ncia, <span style=\"color:#FF0000\">n&atilde;o praticando furtos nos engenhos e assaltos nas estradas.<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) Quando finalmente os holandeses conseguiram vencer a resist&ecirc;ncia luso-brasileira, eles encontraram v&aacute;rias planta&ccedil;&otilde;es queimadas, engenhos destru&iacute;dos e escravos fugidos. Foi justamente nesse contexto de batalha que foram criadas as <span style=\"color:#FF0000\">condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para o aparecimento<\/span> do Quilombo dos Palmares.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDesde o in&iacute;cio do s&eacute;culo XVII h&aacute; tentativas de destrui&ccedil;&atilde;o do quilombo dos palmares (1602 come&ccedil;am as batalhas contra Palmares), numa guerra contra os negros que durou mais de 90 anos. Quando ocorreram as invas&otilde;es holandesas o quilombo j&aacute; existia e se fortaleceu.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tBoa sorte na prova para todos, que venham &oacute;timos resultados!&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tGrande abra&ccedil;o!!!!!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol&aacute; Pessoal. N&atilde;o h&aacute; recurso cab&iacute;vel na prova de hist&oacute;ria de Pernambuco. Vou comentar as quest&otilde;es do concurso, e desfazer a pol&ecirc;mica sobre a quest&atilde;o do Quilombo dos Palmares e do Catuc&aacute;, que muitas pessoas pensaram ter duas alternativas corretas. Infelizmente n&atilde;o d&aacute; recurso, pois foi dif&iacute;cil, mas n&atilde;o errada. 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