{"id":71474,"date":"2017-04-22T08:40:35","date_gmt":"2017-04-22T11:40:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=71474"},"modified":"2017-04-22T08:40:35","modified_gmt":"2017-04-22T11:40:35","slug":"prova-comentada-portugues-tre-pr-analista-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-portugues-tre-pr-analista-2012\/","title":{"rendered":"Prova comentada Portugu\u00eas TRE PR Analista 2012"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\">\n\t<strong>Prova comentada Portugu&ecirc;s TRE PR Analista 2012<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tOl&aacute;, pessoal!\n<\/p>\n<p>\n\tHoje faremos a&nbsp;<a href=\"https:\/\/youtu.be\/v0omazoOIdQ\" target=\"_blank\">Primeira Maratona TRE PR<\/a>, por isso decidi colocar o coment&aacute;rio da &uacute;ltima prova, para que voc&ecirc; j&aacute; possa entender a forma como a banca cobra. Sabendo como foi a prova, &eacute; mais f&aacute;cil perceber o que e como estudar.\n<\/p>\n<p>\n\tNossos cursos com foco neste certame est&atilde;o aqui:\n<\/p>\n<p>\n\t<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorConcurso\/tre-pr\/\" target=\"_blank\">Acesse aqui<\/a>&nbsp;todos os cursos para este certame!\n<\/p>\n<p>\n\tVimos <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=71455&amp;preview=true\" target=\"_blank\">no artigo anterior<\/a>&nbsp;o coment&aacute;rio da prova do TRE PR n&iacute;vel t&eacute;cnico. Agora, partiremos para a&nbsp;<strong>Prova comentada Portugu&ecirc;s TRE PR Analista 2012<\/strong>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>&nbsp;(TRE-PR &ndash; 2012 &ndash; Analista Judici&aacute;rio &ndash; &Aacute;rea Administrativa)<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tAten&ccedil;&atilde;o: As quest&otilde;es de n&uacute;meros 1 a 4 referem-se ao texto abaixo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"size-full wp-image-71475 aligncenter\" height=\"514\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22082154\/Prova-Analista-TRE-PR.png\" title=\"\" width=\"574\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22082154\/Prova-Analista-TRE-PR.png 574w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22082154\/Prova-Analista-TRE-PR.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22082154\/Prova-Analista-TRE-PR.png 335w\" sizes=\"auto, (max-width: 574px) 100vw, 574px\" \/>\n<\/p>\n<p>\n\t1. No texto, o autor\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; est&aacute; interessado em caracterizar o pensamento brasileiro no que se refere ao exame das rela&ccedil;&otilde;es entre &ldquo;centro&rdquo; e &ldquo;periferia&rdquo;, o que n&atilde;o o dispensou de citar linhas interpretativas do tema que se aproximam desse pensamento e as restri&ccedil;&otilde;es que faz a elas.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; historia cronologicamente o caminho percorrido pelo pensamento latino-americano desde o in&iacute;cio das discuss&otilde;es sobre &ldquo;centro&rdquo; e &ldquo;periferia&rdquo; at&eacute; o momento em que se fixa na determina&ccedil;&atilde;o das diferen&ccedil;as entre os dois conceitos.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; prop&otilde;e a reformula&ccedil;&atilde;o de dois conceitos importantes no pensamento brasileiro &minus; o &ldquo;centro&rdquo; e a &ldquo;periferia&rdquo; &minus;, tecendo reflex&atilde;o que admite recuperar as apresentadas nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas por teorias sociais, econ&ocirc;micas e pol&iacute;ticas.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) reconhece o pioneirismo da teoria do imperialismo no que se refere &agrave; an&aacute;lise do di&aacute;logo entre &ldquo;centro&rdquo; e &ldquo;periferia&rdquo;, identificando nela a desej&aacute;vel equanimidade no valor atribu&iacute;do a cada um dos polos.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(E)&nbsp; correlaciona a tem&aacute;tica do &ldquo;centro&rdquo; &agrave; da &ldquo;periferia&rdquo;, e, construindo rela&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga, obriga-se a estabelecer tamb&eacute;m correla&ccedil;&atilde;o entre o pensamento brasileiro e o latino-americano.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) &eacute; a correta, pois realmente se consegue perceber que o autor est&aacute; interessado em caracterizar o <u>pensamento brasileiro<\/u> no que se refere ao exame das rela&ccedil;&otilde;es entre &ldquo;<u>centro<\/u>&rdquo; e &ldquo;<u>periferia<\/u>&rdquo;. Isso &eacute; comprovado na primeira frase do texto (&ldquo;<em>A discuss&atilde;o sobre &ldquo;<u>centro<\/u>&rdquo; e &ldquo;<u>periferia<\/u>&rdquo; no <u>pensamento brasileiro<\/u> vincula-se a elabora&ccedil;&otilde;es que se d&atilde;o num &acirc;mbito mais amplo, latino-americano.<\/em>&rdquo;).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Al&eacute;m disso, o autor citou linhas de interpreta&ccedil;&atilde;o do tema que se aproximavam desse pensamento. Isso &eacute; comprovado no segundo e terceiro par&aacute;grafos, em que o autor cita a &ldquo;<em>teoria do imperialismo<\/em>&rdquo; e algumas personalidades.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por fim, podemos perceber que as restri&ccedil;&otilde;es que o autor faz a essas interpreta&ccedil;&otilde;es est&atilde;o nesses dois par&aacute;grafos a partir das conjun&ccedil;&otilde;es coordenativas adversativas &ldquo;<em>No entanto<\/em>&rdquo; (linha 8) e &ldquo;<em>contudo<\/em>&rdquo; (linha 15). Note que elas iniciam ora&ccedil;&otilde;es que contrastam com as respectivas informa&ccedil;&otilde;es anteriores.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois o texto n&atilde;o tem a particulariza&ccedil;&atilde;o e especifica&ccedil;&atilde;o de dados cronol&oacute;gicos (hist&oacute;rico) e tamb&eacute;m n&atilde;o tem a inten&ccedil;&atilde;o de fixar a diferen&ccedil;a entre estes dois conceitos: &ldquo;<em>centro<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>periferia<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois o autor <u>n&atilde;o prop&otilde;e reformula&ccedil;&atilde;o<\/u> dos conceitos de &ldquo;<em>centro<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>periferia<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois se sabe que a teoria do imperialismo &eacute; antecedente &agrave; CEPAL, mas da&iacute; a afirmar que aquela teoria &eacute; pioneira (a primeira) &eacute; bem diferente. Al&eacute;m disso, n&atilde;o se identifica na teoria do imperialismo a equanimidade (igualdade) a cada um dos polos, pois um (o &ldquo;centro&rdquo;) &eacute; visto como principal em rela&ccedil;&atilde;o ao outro (&ldquo;periferia&rdquo;).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois a constru&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga nos leva ao entendimento de que haveria equanimidade entre os polos, algo j&aacute; visto na alternativa anterior como errado.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>A<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t2. A &uacute;nica afirma&ccedil;&atilde;o INCORRETA sobre a forma transcrita do texto &eacute;:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; (linha 2) <em>vincula-se <\/em>\/ o tempo e o modo verbais indicam que a ideia &eacute; tomada como verdadeira.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; (linha 8) <em>preocupava-se \/ <\/em>a forma verbal designa que o fato &eacute; concebido como cont&iacute;nuo.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; (linha 9) <em>interessando-se <\/em>\/ esse ger&uacute;ndio, colocado depois do verbo principal &minus; <em>preocupava-se <\/em>&minus;, indica uma a&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea ou posterior, e pode ser legitimamente considerado equivalente a &ldquo;e interessava-se&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) (linha 11) <em>repercutissem <\/em>\/ essa forma subjuntiva enuncia a a&ccedil;&atilde;o do verbo como eventual.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(E)&nbsp; (linha 25) <em>teriam <\/em>\/ constitui forma polida de presente, atenuando a ideia de obriga&ccedil;&atilde;o ou dever.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) est&aacute; correta, pois o verbo &ldquo;vincula&rdquo; encontra-se no presente do indicativo. Esse tempo e modo s&atilde;o empregados para determinar realidade.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; correta, pois o tempo pret&eacute;rito imperfeito do modo indicativo normalmente &eacute; usado para transmitir que a a&ccedil;&atilde;o &eacute; regular, cont&iacute;nua no passado. &Eacute; justamente o que ocorre na ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>No entanto, a elabora&ccedil;&atilde;o anterior &agrave; CEPAL <u>preocupava<\/u>-se principalmente com os pa&iacute;ses capitalistas avan&ccedil;ados<\/em>&#8230;&rdquo; Ela n&atilde;o se preocupou em apenas um determinado tempo no passado.&nbsp; Durante o tempo em que estava em vigor, ela mantinha a preocupa&ccedil;&atilde;o com os pa&iacute;ses capitalistas avan&ccedil;ados.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; correta, pois o verbo no ger&uacute;ndio &ldquo;interessando&rdquo; pode ser empregado como a&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea ao verbo anterior ou a&ccedil;&atilde;o posterior como um resultado da a&ccedil;&atilde;o anterior. Veja os dois sentidos:\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tA&ccedil;&otilde;es simult&acirc;neas (com conjun&ccedil;&atilde;o aditiva &ldquo;e&rdquo;)\n<\/p>\n<p>\n\t<em>No entanto, a elabora&ccedil;&atilde;o anterior &agrave; CEPAL <u>preocupava<\/u>-se principalmente com os pa&iacute;ses capitalistas avan&ccedil;ados <strong>e <\/strong>(ao mesmo tempo) <u>interessava<\/u>-se pelos pa&iacute;ses &ldquo;atrasados&rdquo; na medida em que desenvolvimentos ocorridos neles repercutissem para al&eacute;m deles<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\tA&ccedil;&otilde;es subsequentes (com conjun&ccedil;&atilde;o conclusiva &ldquo;assim&rdquo;)\n<\/p>\n<p>\n\t<em>No entanto, a elabora&ccedil;&atilde;o anterior &agrave; CEPAL <u>preocupava<\/u>-se principalmente com os pa&iacute;ses capitalistas avan&ccedil;ados, <strong>assim<\/strong> <u>interessava-se<\/u> pelos pa&iacute;ses &ldquo;atrasados&rdquo; na medida em que desenvolvimentos ocorridos neles repercutissem para al&eacute;m deles<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como a conjun&ccedil;&atilde;o &ldquo;e&rdquo; pode ter valor de simples adi&ccedil;&atilde;o ou conclus&atilde;o, a express&atilde;o &ldquo;<strong><em>e<\/em><\/strong><em> interessava-se<\/em>&rdquo; pode preservar tanto a simultaneidade de a&ccedil;&otilde;es (adi&ccedil;&atilde;o) quanto a subsequ&ecirc;ncia de a&ccedil;&otilde;es (conclus&atilde;o).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; correta, pois o tempo pret&eacute;rito imperfeito do subjuntivo &eacute; normalmente empregado para transmitir <u>possibilidade, eventualidade, incerteza<\/u>. Note que a elabora&ccedil;&atilde;o anterior &agrave; CEPAL interessava-se pelos pa&iacute;ses atrasados porque estes poderiam, de alguma forma, beneficiar os pa&iacute;ses ricos. Isso n&atilde;o &eacute; certo de ocorrer, por isso o autor utilizou o verbo no subjuntivo.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) &eacute; a errada. O tempo futuro do pret&eacute;rito do indicativo pode ser usado como uma forma polida de presente, atenuando a ideia de obriga&ccedil;&atilde;o ou dever, em situa&ccedil;&otilde;es como &ldquo;<em>Voc&ecirc; <strong><u>poderia<\/u><\/strong> me acompanhar at&eacute; o segundo andar e ent&atilde;o o <strong><u>direcionaria<\/u><\/strong> at&eacute; o gabinete do dir<\/em>etor.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas, no contexto em que aparece na linha 25, o emprego &eacute; diferente. O verbo &ldquo;<em>teriam<\/em>&rdquo; tem valor de necessidade, obriga&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o atenua&ccedil;&atilde;o. O futuro do pret&eacute;rito do indicativo nos indica que &eacute; uma suposi&ccedil;&atilde;o dessa necessidade.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>E<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t3. <em>&Eacute; poss&iacute;vel encontrar antecedentes a esse tipo de an&aacute;lise na teoria do imperialismo. No entanto, a elabora&ccedil;&atilde;o anterior &agrave; CEPAL preocupava-se principalmente com os pa&iacute;ses capitalistas avan&ccedil;ados, interessando-se pelos pa&iacute;ses &ldquo;atrasados&rdquo; na medida em que desenvolvimentos ocorridos neles repercutissem para al&eacute;m deles<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\tConsiderado o trecho acima transcrito, &eacute; correto afirmar:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t&nbsp;(A) O sinal gr&aacute;fico indicativo da crase est&aacute; adequadamente empregado em <em>&agrave; CEPAL<\/em>, mas se, em vez de <em>Comiss&atilde;o, <\/em>tivesse sido empregada uma palavra masculina, o padr&atilde;o culto escrito abonaria unicamente o emprego de <strong>a<\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(B)&nbsp; A possibilidade referida na frase inicial &eacute; descartada, como o comprova o fato de, na segunda frase, nada mais se abordar do assunto mencionado.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(C)&nbsp; Observado que ocorrem aspas em <em>pa&iacute;ses &ldquo;atrasados&rdquo; <\/em>e que n&atilde;o s&atilde;o usadas em <em>pa&iacute;ses capitalistas avan&ccedil;ados, <\/em>conclui-se que o autor as emprega para relevar seu julgamento quanto aos pa&iacute;ses que se defrontam com os <em>pa&iacute;ses capitalistas avan&ccedil;ados.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(D)&nbsp; O emprego de <em>principalmente <\/em>sinaliza que <em>a elabora&ccedil;&atilde;o anterior &agrave; CEPAL <\/em>tinha sua aten&ccedil;&atilde;o dirigida a pa&iacute;ses com distintos graus de desenvolvimento.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.65pt\">\n\t(E)&nbsp; A clareza do texto exige o entendimento de que os segmentos <em>os pa&iacute;ses capitalistas avan&ccedil;ados <\/em>e <em>(pel)os pa&iacute;ses &ldquo;atrasados&rdquo; <\/em>s&atilde;o retomados, na &uacute;ltima linha, respectivamente, por <strong><em>deles<\/em><\/strong> e <strong><em>neles<\/em><\/strong><em>.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) est&aacute; errada, pois, se no lugar de &ldquo;Comiss&atilde;o&rdquo;, que &eacute; iniciada pelo artigo &ldquo;a&rdquo;, houvesse um substantivo masculino, deveria haver a inser&ccedil;&atilde;o do artigo &ldquo;o&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8230;<em>anterior &agrave; Comiss&atilde;o&#8230;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8230;anterior a<strong>o<\/strong> Grupo<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que o artigo &eacute; obrigat&oacute;rio, porque esse primeiro substantivo da sigla (Comiss&atilde;o) &eacute; caracterizado pelas demais palavras. Assim, com um substantivo masculino, haveria o mesmo emprego.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois a possibilidade referida na frase inicial n&atilde;o &eacute; simplesmente descartada, o assunto mencionado continua sendo desenvolvido na frase posterior. Isso &eacute; comprovado com o uso dos sin&ocirc;nimos da express&atilde;o &ldquo;<em>a elabora&ccedil;&atilde;o anterior &agrave; CEPAL&rdquo; que retoma a express&atilde;o &ldquo;teoria do imperialismo&rdquo;<\/em>, realizando a continua&ccedil;&atilde;o do tema.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada. Primeiro devemos entender o que a banca quis dizer com a express&atilde;o &ldquo;<strong><em><u>para relevar<\/u><\/em><\/strong><em> seu julgamento quanto aos pa&iacute;ses que se defrontam com os <\/em><em>pa&iacute;ses capitalistas avan&ccedil;ados<\/em>&rdquo;<em>.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O uso do verbo &ldquo;relevar&rdquo; d&aacute; a ideia de que as aspas teriam valorizado os pa&iacute;ses atrasados em rela&ccedil;&atilde;o aos &ldquo;capitalistas avan&ccedil;ados&rdquo;. Mas n&atilde;o foi isso que ocorreu no texto. O autor, inserindo as aspas, chama-nos a aten&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; forma como eram vistos os pa&iacute;ses n&atilde;o desenvolvidos. Assim, &eacute; uma vis&atilde;o depreciativa.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) &eacute; a correta. O adv&eacute;rbio &ldquo;<em>principalmente<\/em>&rdquo; enfatiza a maior preocupa&ccedil;&atilde;o da elabora&ccedil;&atilde;o anterior &agrave; CEPAL com os pa&iacute;ses capitalistas avan&ccedil;ados. Assim, a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; dada aos principais, depois aos demais. Por isso, podemos entender que houve aten&ccedil;&atilde;o de acordo com graus distintos de desenvolvimento.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois os pronomes &ldquo;neles&rdquo; e &ldquo;deles&rdquo; se referem apenas aos pa&iacute;ses &ldquo;atrasados&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>D<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t4. O texto legitima o seguinte coment&aacute;rio:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(A)&nbsp; (linhas 12 a 16) se a caracteriza&ccedil;&atilde;o de <em>Caio Prado Jr., Eric Williams <\/em>e <em>S&eacute;rgio Bagu <\/em>fosse eliminada, a argumenta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o perderia intensidade, pois eles s&atilde;o citados meramente como exemplos.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(B)&nbsp; (linha 14) no segmento <em>da sua regi&atilde;o<\/em>, o pronome remete &agrave;s regi&otilde;es indicadas tanto pelos adjetivos p&aacute;trios espec&iacute;ficos, quanto pelo adjetivo p&aacute;trio que reporta ao processo de coloniza&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(C)&nbsp; (linha 20) a express&atilde;o <em>tal percep&ccedil;&atilde;o <\/em>evidencia que se nega a <em>Caio Prado Jr., Eric Williams <\/em>e <em>S&eacute;rgio Bagu <\/em>a categoria de pensadores, dado que n&atilde;o se reconhece alguma organiza&ccedil;&atilde;o intelectual na intui&ccedil;&atilde;o que tiveram.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(D)&nbsp; (linhas 17 a 19) o segmento <em>ganha impulso uma linha de reflex&atilde;o que sublinha a diferen&ccedil;a entre centro e periferia, ao mesmo tempo que enfatiza a liga&ccedil;&atilde;o entre os dois polos <\/em>exprime a evolu&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea de duas a&ccedil;&otilde;es opostas, uma de desvaloriza&ccedil;&atilde;o, outra de valoriza&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.65pt\">\n\t(E)&nbsp; (linha 19) A express&atilde;o <em>Na verdade <\/em>introduz esclarecimento acerca das teorias citadas, indicando com precis&atilde;o que elas se preocupam com a universalidade, e n&atilde;o exatamente com a quest&atilde;o do centro e da periferia.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) est&aacute; errada, porque os nomes n&atilde;o foram citados como meros exemplos. Note que a caracteriza&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>certos latino-americanos<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>brasileiro<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>trindadense<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>argentino<\/em>&rdquo; refor&ccedil;a o emprego da elabora&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o Econ&ocirc;mica para a Am&eacute;rica Latina (CEPAL).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) &eacute; a correta. Para perceber com mais facilidade, vamos &agrave; sintaxe. Observe que a informa&ccedil;&atilde;o principal &eacute; &ldquo;<em>Tamb&eacute;m <strong><u>certos latino-americanos<\/u><\/strong> (&#8230;) haviam chamado a aten&ccedil;&atilde;o para a vincula&ccedil;&atilde;o (&#8230;) da <strong><u>sua<\/u><\/strong> regi&atilde;o com o capitalismo mundial<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, &eacute; mais f&aacute;cil perceber que o pronome &ldquo;sua&rdquo; refere-se a &ldquo;latino-americanos&rdquo; (vincula&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o latino-americana com o capitalismo mundial).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que a express&atilde;o &ldquo;<em>certos latino-americanos<\/em>&rdquo; &eacute; exemplificada com a enumera&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>como o brasileiro Caio Prado Jr., o trindadense Eric Williams e o argentino S&eacute;rgio Bagu<\/em>&rdquo;. Assim, o pronome &ldquo;sua&rdquo; tamb&eacute;m faz refer&ecirc;ncia a esses termos enumerados. Por isso, est&aacute; correta a afirmativa de que &ldquo;o pronome (&ldquo;sua&rdquo;) remete &agrave;s regi&otilde;es indicadas tanto pelos adjetivos p&aacute;trios espec&iacute;ficos (&ldquo;brasileiro&rdquo;, &ldquo;trindadense&rdquo; e &ldquo;argentino&rdquo;), quanto pelo adjetivo p&aacute;trio que reporta ao processo de coloniza&ccedil;&atilde;o (&ldquo;<em>latino-americanos<\/em>&rdquo;)&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois a express&atilde;o &ldquo;n&atilde;o se reconhece alguma organiza&ccedil;&atilde;o intelectual&rdquo; possui uma palavra categ&oacute;rica (&ldquo;alguma&rdquo;), a qual nega por completo qualquer organiza&ccedil;&atilde;o intelectual na intui&ccedil;&atilde;o que tiveram. Para refor&ccedil;ar que isso &eacute; errado, note que a conjun&ccedil;&atilde;o coordenativa adversativa &ldquo;contudo&rdquo; ressalta uma quebra de expectativa. Podemos interpretar que deles se poderia esperar uma percep&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica; por&eacute;m, neste caso, isso n&atilde;o ocorreu. Al&eacute;m disso, a conjun&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>contudo<\/em>&rdquo; nos imp&otilde;e perceber que h&aacute; neles organiza&ccedil;&atilde;o intelectual.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois a a&ccedil;&atilde;o de sublinhar a diferen&ccedil;a entre centro e periferia e a de enfatizar a liga&ccedil;&atilde;o entre os dois polos certamente n&atilde;o se constituem em oposi&ccedil;&atilde;o (desvaloriza&ccedil;&atilde;o\/valoriza&ccedil;&atilde;o).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois a preocupa&ccedil;&atilde;o com a validade universal n&atilde;o era a principal, como afirma a alternativa por meio da express&atilde;o &ldquo;indicando com precis&atilde;o&rdquo;. Veja que elas foram elaboradas com o prop&oacute;sito de se ligarem &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es particulares e acabaram sendo tomadas com validade universal.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>B<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAten&ccedil;&atilde;o: As quest&otilde;es de n&uacute;meros 5 a 11 referem-se ao texto abaixo.\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"size-full wp-image-71476 aligncenter\" height=\"422\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22082803\/Prova-Analista-TRE-PR2.png\" title=\"\" width=\"562\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22082803\/Prova-Analista-TRE-PR2.png 562w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22082803\/Prova-Analista-TRE-PR2.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22082803\/Prova-Analista-TRE-PR2.png 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 562px) 100vw, 562px\" \/>\n<\/p>\n<p>\n\t5. No excerto, o autor, cr&iacute;tico de cinema,\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; resguarda-se de julgar o m&eacute;rito do artigo de <em>Pauline Kael <\/em>sobre &ldquo;Cidad&atilde;o Kane&rdquo;, n&atilde;o sem, entretanto, atribuir &agrave; cr&iacute;tica a mal&iacute;cia de provocar com ele afervorados movimentos de opini&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; d&aacute; ci&ecirc;ncia do comportamento de <em>Pauline Kael, <\/em>h&aacute; d&eacute;cadas, quando escreveu sobre <em>Orson Welles, <\/em>e legitima tanto a defesa que ela fazia do roteirista Herman J. Mankiewicz, quanto a reputa&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nio maldito de que o diretor gozava.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; faz refer&ecirc;ncia a dados biogr&aacute;ficos e a espec&iacute;fico artigo de <em>Pauline Kael<\/em>, tamb&eacute;m cr&iacute;tica de cinema, com o objetivo de produzir um tributo &agrave; trajet&oacute;ria da americana.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) esquadrinha a composi&ccedil;&atilde;o de colet&acirc;nea sobre espec&iacute;fica cria&ccedil;&atilde;o de <em>Orson Welles<\/em>, em que se inclui c&eacute;lebre artigo de cr&iacute;tica de cinema americana.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(E)&nbsp; faz reparo, em fun&ccedil;&atilde;o de direito suposto, a atitude de <em>Pauline Kael<\/em><strong><em>, <\/em><\/strong>considerando-a comportamento anti&eacute;tico e apen&aacute;vel.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Primeiramente, vamos comentar todas as alternativas erradas, para, em seguida, percebermos a correta.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, primeiro porque &ldquo;<em>h&aacute; d&eacute;cadas<\/em>&rdquo; transmite valor de tempo decorrido. Esta circunst&acirc;ncia est&aacute; ligada ao verbo &ldquo;d&aacute;&rdquo;. Assim, entendemos que a observa&ccedil;&atilde;o do autor sobre o comportamento de Pauline &eacute; realizado ao longo de d&eacute;cadas; mas o contexto nos mostra que foi o texto da cr&iacute;tica que foi veiculado h&aacute; d&eacute;cadas.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O texto n&atilde;o &eacute; argumentativo, isto &eacute;, n&atilde;o h&aacute; a aprecia&ccedil;&atilde;o, julgamento ou opini&atilde;o expl&iacute;cita do autor do texto, ele simplesmente relata o comportamento da cr&iacute;tica Pauline. Assim, n&atilde;o se pode dizer que o autor legitima (confirma) a defesa que ela fazia do roteirista Herman J. Mankiewicz.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois o objetivo do texto n&atilde;o foi produzir um tributo (homenagem) &agrave; trajet&oacute;ria da americana. Perceba que a express&atilde;o &ldquo;<em>surgem agora evid&ecirc;ncias de que a pr&oacute;pria Pauline atuou de modo t&atilde;o <u>pouco &eacute;tico<\/u> como ela acusava Welles de ter agido<\/em>&rdquo; deprecia a cr&iacute;tica Pauline, mesmo n&atilde;o sendo esse o objetivo principal do texto.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;esquadrinha&rdquo; significa esmiu&ccedil;ar, detalhar; mas claramente percebemos que o texto n&atilde;o detalhou as composi&ccedil;&otilde;es de Orson Weles.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois faz subentender que o autor condena explicitamente a atitude de Pauline, mas vimos que o autor apenas relata, no final do texto, a conduta pouco &eacute;tica da cr&iacute;tica.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, a alternativa correta &eacute; a (A), pois j&aacute; vimos que o autor n&atilde;o condena, n&atilde;o julga atitudes, pois o texto &eacute; expositivo, ele faz saber por meio de seu texto. Por isso, est&aacute; correto afirmar que o autor do texto &ldquo;<u>resguarda-se de julgar o m&eacute;rito<\/u> do artigo de <em>Pauline Kael <\/em>sobre &lsquo;Cidad&atilde;o Kane&rsquo;&rdquo; (n&atilde;o julga).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas percebemos que o autor, no par&aacute;grafo final, n&atilde;o deixa de relatar o comportamento pouco &eacute;tico de Pauline e que seu texto fora contestado: &ldquo;<em>o artigo foi bastante contestado na &eacute;poca&rdquo;<\/em>. Isso confirma a segunda parte da alternativa (A): &ldquo;<em>n&atilde;o sem, entretanto, atribuir &agrave; cr&iacute;tica a mal&iacute;cia de provocar com ele afervorados movimentos de opini&atilde;o<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>A<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t6. <em>Ela queria fazer justi&ccedil;a a Mankiewicz, que ca&iacute;ra em esquecimento, enquanto Welles entrara para a hist&oacute;ria com a reputa&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nio maldito, frequentemente reivindicando para si as principais qualidades de &ldquo;Kane&rdquo; e a coautoria do roteiro <\/em>&minus; <em><u>embora Pauline jurasse que Welles n&atilde;o escrevera nem sequer uma linha do script<\/u><\/em><em>.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tOutra reda&ccedil;&atilde;o para o trecho destacado, que preserva o sentido e a corre&ccedil;&atilde;o originais, &eacute;:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; apesar da cr&iacute;tica Pauline jurar que Welles n&atilde;o escrevia pelo menos uma linha do script.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; apesar de Pauline negar a Welles o m&eacute;rito de escrever mais do que uma linha do script.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; n&atilde;o obstante Pauline jurava que Welles n&atilde;o tinha escrito nem sequer uma linha do script.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) a despeito de Pauline jurar que Welles n&atilde;o tinha escrito nem ao menos uma linha do script.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(E)&nbsp; mesmo tendo sabido que Pauline jurou: &ldquo;Welles n&atilde;o escreve ainda que seja uma linha do script&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A ora&ccedil;&atilde;o subordinada adverbial concessiva &ldquo;<em>embora Pauline jurasse que Welles n&atilde;o escrevera nem sequer uma linha do script&rdquo;<\/em> mostra que, apesar de Welles ter entrado para a hist&oacute;ria, Pauline ratifica que ele n&atilde;o escrevera nem uma linha do <em>script<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na alternativa (A), al&eacute;m da mudan&ccedil;a de sentido provocada pelo verbo &ldquo;escrevia&rdquo; (pret&eacute;rito imperfeito do indicativo), n&atilde;o pode haver sujeito com n&uacute;cleo preposicionado. Assim, a contra&ccedil;&atilde;o &ldquo;apesar da&rdquo;, que inicia a ora&ccedil;&atilde;o reduzida de infinitivo &ldquo;<em>apesar <strong><u>da<\/u><\/strong> cr&iacute;tica Pauline jurar<\/em>&rdquo;, deve ser desfeita: &ldquo;<em>apesar <strong>de a<\/strong> cr&iacute;tica Pauline jurar<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois a nova reda&ccedil;&atilde;o transmite uma mudan&ccedil;a de sentido: &ldquo;<em>apesar de Pauline <u>negar<\/u> a Welles o m&eacute;rito de escrever <u>mais do que uma linha do script<\/u><\/em>&rdquo;. Assim, admite pelo menos uma linha do script.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;jurava&rdquo; encontra-se no pret&eacute;rito imperfeito do indicativo, mas ele deveria estar conjugado no pret&eacute;rito imperfeito do subjuntivo &ldquo;jurasse&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) &eacute; a correta, pois a locu&ccedil;&atilde;o prepositiva &ldquo; a despeito de&rdquo; mant&eacute;m o sentido adverbial concessivo e inicia uma ora&ccedil;&atilde;o reduzida de infinitivo &ldquo;a despeito de Pauline jurar que Welles n&atilde;o tinha escrito nem ao menos uma linha do script.&rdquo; Assim, mant&ecirc;m-se o sentido e a corre&ccedil;&atilde;o gramatical.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois a estrutura mudou por completo. A cita&ccedil;&atilde;o entre aspas obrigatoriamente faz mudar o sentido. Note que o presente do indicativo &ldquo;escreve&rdquo; &eacute; empregado para transmitir regularidade na a&ccedil;&atilde;o. Assim, mudar&iacute;amos o sentido, pois haveria a afirma&ccedil;&atilde;o de que Welles n&atilde;o teria por h&aacute;bito escrever script, sentido bem diferente do texto, concorda?!!!\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>D<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t7. <em>H&aacute; 40 anos, a mais c&eacute;lebre cr&iacute;tica de cinema dos Estados Unidos, Pauline Kael (1919-2001), publicava seu artigo mais famoso.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tConsiderado o acima transcrito, &eacute; correto afirmar:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:35.45pt\">\n\t&nbsp;(A)&nbsp;&nbsp; A forma verbal <em>publicava <\/em>foi empregada para denotar uma a&ccedil;&atilde;o passada habitual ou repetida.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:35.45pt\">\n\t(B)&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se em vez de <em>H&aacute; 40 anos <\/em>fosse outra a formula&ccedil;&atilde;o, esta estaria correta: &ldquo;Devem fazer uns 40 anos&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:35.45pt\">\n\t(C)&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na frase, h&aacute; duas informa&ccedil;&otilde;es prestadas de modo subentendido.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:35.45pt\">\n\t(D)&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se <em>H&aacute; 40 anos <\/em>fosse deslocado para o fim da frase, n&atilde;o haveria altera&ccedil;&atilde;o de sentido, pois o contexto n&atilde;o cont&eacute;m contraponto que justificasse ter sido dado relevo ao segmento por meio de sua coloca&ccedil;&atilde;o no in&iacute;cio do enunciado.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:35.45pt\">\n\t(E)&nbsp;&nbsp;&nbsp; Considerados (I) <strong><em>a <\/em><\/strong><em>mais c&eacute;lebre cr&iacute;tica de cinema dos Estados Unidos <\/em>e (II) <em>seu artigo mais famoso<\/em>, a aus&ecirc;ncia, em II, do determinante destacado em I sinaliza que, numa dada escala, I ocupa lugar significativamente mais elevado do que o lugar ocupado por II.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) est&aacute; errada, pois a express&atilde;o de tempo &ldquo;<em>H&aacute; 40 anos&rdquo;<\/em> marca um momento do passado. Assim, a a&ccedil;&atilde;o de publicar foi executada naquele momento, n&atilde;o continuou no tempo passado e ela n&atilde;o se repetiu. Tanto assim, que este tempo verbal (pret&eacute;rito imperfeito do indicativo) poderia ser substitu&iacute;do pelo pret&eacute;rito perfeito do indicativo:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>H&aacute; 40 anos, a mais c&eacute;lebre cr&iacute;tica de cinema dos Estados Unidos, Pauline Kael (1919-2001), <strong><u>publicou<\/u><\/strong> seu artigo mais famoso. <\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O motivo do uso do tempo pret&eacute;rito imperfeito do indicativo (&ldquo;publicava&rdquo;) &eacute; estil&iacute;stico, dando a sensa&ccedil;&atilde;o de que essa a&ccedil;&atilde;o vem sendo lembrada ao longo do tempo.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;Fazer&rdquo; est&aacute; sendo empregado com sentido de tempo decorrido. Ele &eacute; impessoal, isto &eacute;, n&atilde;o tem sujeito e n&atilde;o pode se flexionar no plural. Da mesma forma, quando h&aacute; locu&ccedil;&atilde;o verbal com este verbo sendo o principal, o auxiliar deve se flexionar no singular: &ldquo;<strong><em><u>Deve<\/u><\/em><\/strong><em> fazer uns 40 anos<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) &eacute; a correta. Esta alternativa trabalha os vest&iacute;gios que nos apontam informa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o expl&iacute;citas (subentendidas). O vest&iacute;gio &eacute; o adv&eacute;rbio de intensidade &ldquo;<em>mais<\/em>&rdquo; nas duas ocorr&ecirc;ncias.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na express&atilde;o &ldquo;<strong><em>mais<\/em><\/strong><em> c&eacute;lebre cr&iacute;tica de cinema dos Estados Unidos<\/em>&rdquo;, est&aacute; expl&iacute;cito que ela se sobressaiu a outros como cr&iacute;tica, e isso nos faz subentender que h&aacute; nos Estados Unidos outros c&eacute;lebres cr&iacute;ticos de cinema.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na express&atilde;o &ldquo;<em>seu artigo <strong>mais<\/strong> famoso<\/em>&rdquo; est&aacute; expl&iacute;cito que foi publicado o artigo de maior relev&acirc;ncia de sua autoria, e o adv&eacute;rbio &ldquo;mais&rdquo; nos faz subentender que Pauline possu&iacute;a outros famosos artigos de sua autoria sobre cinema.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vale lembrar que os n&uacute;meros entre par&ecirc;nteses n&atilde;o apenas sugerem, mas explicitam o ano de nascimento e o de morte da autora. Assim, s&atilde;o dados expl&iacute;citos.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada. Observe que n&atilde;o foi afirmado se haveria ou n&atilde;o uma v&iacute;rgula antes da estrutura adverbial temporal &ldquo;h&aacute; 40 anos&rdquo;. Isso faria muita diferen&ccedil;a e veremos a seguir.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A express&atilde;o &ldquo;H&aacute; 40 anos&rdquo; est&aacute; ligada ao verbo &ldquo;publicava&rdquo; (publicava h&aacute; 40 anos). Com a mudan&ccedil;a de posi&ccedil;&atilde;o para o final do per&iacute;odo (sem v&iacute;rgula), haveria mudan&ccedil;a de sentido, pois esta express&atilde;o poderia ter v&iacute;nculo com o adjetivo &ldquo;famoso&rdquo;, o qual &eacute; intensificado pelo adv&eacute;rbio &ldquo;mais&rdquo;. Assim, poder&iacute;amos ter o entendimento de que n&atilde;o se sabe quando foi publicado, mas o artigo &eacute; o mais famoso h&aacute; 40 anos. Compare:\n<\/p>\n<p>\n\t<strong><em><u>H&aacute; 40 anos<\/u><\/em><\/strong><em>, a mais c&eacute;lebre cr&iacute;tica de cinema dos Estados Unidos, Pauline Kael (1919-2001), <u>publicava<\/u> seu artigo mais famoso.<\/em> (publicado h&aacute; 40 anos)\n<\/p>\n<p>\n\t<em>A mais c&eacute;lebre cr&iacute;tica de cinema dos Estados Unidos, Pauline Kael (1919-2001), <u>publicava<\/u> seu artigo mais famoso<strong>,<\/strong> <strong><u>h&aacute; 40 anos<\/u><\/strong>.<\/em> (publicado h&aacute; 40 anos)\n<\/p>\n<p>\n\t<em>A mais c&eacute;lebre cr&iacute;tica de cinema dos Estados Unidos, Pauline Kael (1919-2001), publicava seu artigo <u>mais famoso <strong>h&aacute; 40 anos<\/strong><\/u>.<\/em> (mais famoso h&aacute; 40 anos)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como a banca n&atilde;o comentou sobre o uso da v&iacute;rgula, podemos interpretar com sentido diferente. Por isso, h&aacute; erro na afirmativa.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada. A afirma&ccedil;&atilde;o est&aacute; truncada e nos faz ter muito cuidado ao analis&aacute;-la. Foi afirmado que a aus&ecirc;ncia do determinante (artigo &ldquo;a&rdquo;) em &ldquo;<em>seu artigo mais famoso&rdquo;<\/em> sinaliza que o trecho I (<strong><em>a <\/em><\/strong><em>mais c&eacute;lebre cr&iacute;tica de cinema dos Estados Unidos<\/em>) &eacute; mais importante que o trecho II (<em>seu artigo mais famoso<\/em>).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A banca est&aacute; querendo enrolar voc&ecirc;!!!!!!!!\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Primeiramente, observe que o trecho I &eacute; o sujeito e o trecho II &eacute; o objeto direto. O artigo &ldquo;a&rdquo; e o adv&eacute;rbio &ldquo;mais&rdquo; d&atilde;o destaque &agrave; cr&iacute;tica entre outros cr&iacute;ticos. J&aacute; o segundo trecho n&atilde;o possui o artigo &ldquo;o&rdquo;, n&atilde;o porque ele seja menos importante, mas simplesmente porque nele h&aacute; o pronome possessivo &ldquo;seu&rdquo;, o qual admite ser antecipado facultativamente pelo artigo &ldquo;o&rdquo;, e n&atilde;o &ldquo;a&rdquo;. Assim, a inser&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o do artigo &ldquo;o&rdquo; n&atilde;o faria mudan&ccedil;a de sentido.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>C<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t8. Considerado o segundo par&aacute;grafo, &eacute; correto afirmar:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(A)&nbsp; (linha 7) O padr&atilde;o culto escrito legitima tanto a forma <em>defendia que<\/em>, como a forma &ldquo;defendia de que&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(B)&nbsp; (linha 9) O emprego de <em>at&eacute; <\/em>denota que, considerada uma grada&ccedil;&atilde;o, se tem a expectativa de que a for&ccedil;a criativa de maior grandeza seja a do diretor do filme.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(C)&nbsp; (linha 9) Substituindo <em>Ela queria fazer <\/em>por &ldquo;Ela tensionava fazer&rdquo;, o sentido e a corre&ccedil;&atilde;o originais estariam preservados.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(D)&nbsp; (linha 11) A express&atilde;o <em>entrara para a hist&oacute;ria <\/em>estaria corretamente substitu&iacute;da por &ldquo;passou a figurar no conjunto de conhecimentos relativos ao passado do cinema e sua evolu&ccedil;&atilde;o&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.65pt\">\n\t(E)&nbsp; (linha 14) A ideia negativa presente na caracteriza&ccedil;&atilde;o de <em>g&ecirc;nio <\/em>(<em>g&ecirc;nio maldito<\/em>) est&aacute; tamb&eacute;m marcada na palavra <em>reputa&ccedil;&atilde;o<\/em>.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.65pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;<em>defendia<\/em>&rdquo;, no contexto em que se encontra, s&oacute; pode ser transitivo direto. Assim, n&atilde;o admite a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;de&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) &eacute; a correta. Vamos reler a parte mais importante da primeira frase do par&aacute;grafo:\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>No texto (&#8230;) Pauline defendia que o roteirista Herman J. Mankiewicz era a for&ccedil;a criativa por tr&aacute;s do filme, mais importante <strong><u>at&eacute;<\/u><\/strong> que o diretor, Orson Welles&rdquo;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A palavra denotativa de inclus&atilde;o &ldquo;at&eacute;&rdquo; (=inclusive) &eacute; um vest&iacute;gio que nos faz subentender que seria natural um diretor ser o mais importante do filme, mas, na opini&atilde;o da cr&iacute;tica Pauline, foi o roteirista Herman J. Mankiewicz.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sem a palavra denotativa &ldquo;at&eacute;&rdquo;, n&atilde;o haveria &ecirc;nfase de que seria normal o diretor ser o mais importante. Compare:\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>No texto (&#8230;) Pauline defendia que o roteirista Herman J. Mankiewicz era a for&ccedil;a criativa por tr&aacute;s do filme, mais importante <strong><u>at&eacute;<\/u><\/strong> que o diretor, Orson Welles&rdquo;<\/em> (subentende-se e enfatiza-se que seria normal o diretor ser o mais importante, mas n&atilde;o &eacute;)\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>No texto (&#8230;) Pauline defendia que o roteirista Herman J. Mankiewicz era a for&ccedil;a criativa por tr&aacute;s do filme, mais importante que o diretor, Orson Welles&rdquo;<\/em> (n&atilde;o h&aacute; &ecirc;nfase, apenas &eacute; informado que o roteirista &eacute; o mais importante)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois a grafia correta deve ser &ldquo;<strong>tencionava<\/strong>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada. Note que, contextualmente, &ldquo;en<em>trar para a hist&oacute;ria&rdquo;<\/em> (do cinema) &eacute; o mesmo que <em>passar &ldquo;a <\/em><em>figurar no conjunto de conhecimentos relativos ao passado do cinema e sua evolu&ccedil;&atilde;o<\/em>&rdquo;. Mas o problema &eacute; a simultaneidade expressa pelos verbos &ldquo;<em>ca&iacute;ra<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>entrara<\/em>&rdquo;, os quais est&atilde;o sendo empregados no pret&eacute;rito mais-que&ndash;perfeito do indicativo (passado do passado), tendo em vista se distinguirem do tempo futuro do pret&eacute;rito do indicativo &ldquo;<em>queria<\/em>&rdquo;, o qual &eacute; um passado mais pr&oacute;ximo do presente. Al&eacute;m disso, perceba que a conjun&ccedil;&atilde;o temporal &ldquo;enquanto&rdquo; confirma essa simultaneidade.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao utilizarmos o verbo &ldquo;<em>passou<\/em>&rdquo; no pret&eacute;rito perfeito do indicativo, automaticamente, exclui-se a simultaneidade, que &eacute; exigida pela conjun&ccedil;&atilde;o &ldquo;enquanto&rdquo; (as duas a&ccedil;&otilde;es ao mesmo tempo). Assim, passar&iacute;amos a um desn&iacute;vel temporal (primeiro <em>Mankiewicz ca&iacute;ra em esquecimento, <\/em>depois <em>Welles <\/em>passou a figurar&#8230;). Isso n&atilde;o &eacute; admitido pela conjun&ccedil;&atilde;o &ldquo;enquanto&rdquo;:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Ela queria fazer justi&ccedil;a a Mankiewicz, que <u>ca&iacute;ra em esquecimento<\/u>, <strong><u>enquanto<\/u><\/strong> Welles <strong><u>entrara para a hist&oacute;ria<\/u><\/strong> com a reputa&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nio maldito, frequentemente reivindicando para si as principais qualidades de &ldquo;Kane&rdquo; e a coautoria do roteiro &ndash; embora Pauline jurasse que Welles n&atilde;o escrevera nem sequer uma linha do script.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois a palavra &ldquo;<em>reputa&ccedil;&atilde;o<\/em>&rdquo;&nbsp; n&atilde;o tem valor negativo, ela significa &ldquo;<em>renome&rdquo;, &ldquo;fama&rdquo;, &ldquo;celebridade<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>B<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t9. Considere os itens abaixo. Em cada um deles, encontram-se a transcri&ccedil;&atilde;o de um segmento do texto e o mesmo segmento pontuado de maneira diferente da original.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\tI.&nbsp;&nbsp;&nbsp; (linhas 12 a 13) <em>frequentemente reivindicando para si as principais qualidades de &ldquo;Kane&rdquo; e a coautoria do roteiro \/ <\/em>frequentemente reivindicando, para si, as principais qualidades de &ldquo;Kane&rdquo; e a coautoria do roteiro\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\tII.&nbsp; (linhas 15 a 16) <em>Independentemente do quanto de justi&ccedil;a e veracidade &ldquo;Raising Kane&rdquo; trazia (o artigo foi bastante contestado na &eacute;poca), \/ <\/em>Independentemente do quanto de justi&ccedil;a e veracidade &ldquo;Raising Kane&rdquo; trazia &minus; o artigo foi bastante contestado na &eacute;poca &minus;\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\tIII. (linhas 16 a 18) <em>surgem agora evid&ecirc;ncias de que a pr&oacute;pria Pauline atuou de modo t&atilde;o pouco &eacute;tico como ela acusava Welles de ter agido. \/ <\/em>surgem agora, evid&ecirc;ncias de que a pr&oacute;pria Pauline atuou de modo t&atilde;o pouco &eacute;tico como ela acusava Welles de ter agido.\n<\/p>\n<p>\n\tO padr&atilde;o culto escrito abona a nova pontua&ccedil;&atilde;o de\n<\/p>\n<p>\n\t(A) I, apenas.\n<\/p>\n<p>\n\t(B) I e II, apenas.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) I, II e III.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) I e III, apenas.\n<\/p>\n<p>\n\t(E) II e III, apenas.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A frase I est&aacute; correta. Apesar de pensarmos que a express&atilde;o &ldquo;<em>para si<\/em>&rdquo; seria um objeto indireto; na realidade, essa express&atilde;o &eacute; um dativo livre de interesse, isto &eacute;, &ldquo;<em>reivindicando as principais qualidades<\/em>&rdquo; <u>em <\/u><u>benef&iacute;cio pr&oacute;prio<\/u>. O dativo livre muitas vezes se comporta como uma locu&ccedil;&atilde;o adverbial, por isso admite facultativamente ficar entre v&iacute;rgulas. &Eacute; o que ocorre em constru&ccedil;&otilde;es como &ldquo;<em><u>Para mim<\/u>, estudar &eacute; importante<\/em>.&rdquo;; &ldquo;<em>Levaram, <u>para mim<\/u>, as bagagens &agrave; casa nova<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A frase II est&aacute; errada, pois a estrutura adverbial &quot;<em>Independentemente do quanto de justi&ccedil;a e veracidade &ldquo;Raising Kane&rdquo; trazia (o artigo foi bastante contestado na &eacute;poca),<\/em>&quot; est&aacute; antecipada e entendida como grande extens&atilde;o. Assim, a v&iacute;rgula ap&oacute;s os par&ecirc;nteses &eacute; obrigat&oacute;ria.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como a express&atilde;o &quot;<em>o artigo foi bastante contestado na &eacute;poca<\/em>&quot; &eacute; um coment&aacute;rio do autor, pode ficar separada tamb&eacute;m por duplo travess&atilde;o, <strong>mas deve ser preservada a v&iacute;rgula da estrutura adverbial antecipada<\/strong>. Assim, ter&iacute;amos as duas possibilidades:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Independentemente do quanto de justi&ccedil;a e veracidade &ldquo;Raising Kane&rdquo; trazia (<u>o artigo foi bastante contestado na &eacute;poca<\/u>)<strong>,<\/strong> surgem agora evid&ecirc;ncias&#8230;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Independentemente do quanto de justi&ccedil;a e veracidade &ldquo;Raising Kane&rdquo; trazia <\/em><strong><em>\u2500<\/em><\/strong><em> <u>o artigo foi bastante contestado na &eacute;poca<\/u> <\/em><strong><em>\u2500<\/em><\/strong><strong><em>,<\/em><\/strong><em> surgem agora evid&ecirc;ncias&#8230;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Desconsiderar a v&iacute;rgula ap&oacute;s o duplo travess&atilde;o seria admitir como correta a omiss&atilde;o da v&iacute;rgula ap&oacute;s a ora&ccedil;&atilde;o subordinada adverbial antecipada.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A frase III est&aacute; errada, pois o adv&eacute;rbio &ldquo;<em>agora<\/em>&rdquo; est&aacute; intercalado. Como &eacute; considerado termo de pequena extens&atilde;o, pode ficar entre v&iacute;rgulas ou sem nenhuma. O que n&atilde;o pode &eacute; haver apenas uma v&iacute;rgula, como nesta reescrita.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>A<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t10. <em>Independentemente do quanto de justi&ccedil;a e veracidade &ldquo;Raising Kane&rdquo; trazia (o artigo foi bastante contestado na &eacute;poca), surgem agora evid&ecirc;ncias de que a pr&oacute;pria Pauline atuou de modo t&atilde;o pouco &eacute;tico como ela acusava Welles<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>de ter agido. A cr&iacute;tica teria baseado o seu artigo nos estudos realizados por outra pessoa <\/em>&minus; <em>Howard Suber, pesquisador da UCLA (Universidade da Calif&oacute;rnia, em Los Angeles), que colaborou com Pauline, mas que, por fim, n&atilde;o foi sequer mencionado no texto final.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tAfirma-se com corre&ccedil;&atilde;o sobre o acima transcrito:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; Em <em>surgem agora evid&ecirc;ncias <\/em><strong><em>de que<\/em><\/strong><em>, <\/em>o emprego do segmento destacado &eacute; determinado pelo verbo presente na frase.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; Os par&ecirc;nteses em <em>(o artigo foi bastante contestado na &eacute;poca) <\/em>acolhem a raz&atilde;o da ressalva expressa anteriormente.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; <em>Independentemente do quanto de justi&ccedil;a e veracidade &ldquo;Raising Kane&rdquo; trazia <\/em>equivale &agrave; forma correta &ldquo;Independente que &ldquo;Raising Kane&rdquo; tivesse de justi&ccedil;a e verdade&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) Entende-se corretamente que a palavra <em>agora <\/em>remete ao exato instante em que o leitor realiza a leitura do texto.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(E)&nbsp; O emprego de <em>teria <\/em>em <em>teria baseado <\/em>sinaliza a presen&ccedil;a de uma hip&oacute;tese que, pelo contexto, &eacute; improv&aacute;vel.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) est&aacute; errada, pois n&atilde;o &eacute; o verbo que exige a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>de<\/em>&rdquo;, mas o substantivo &ldquo;<em>evid&ecirc;ncias<\/em>&rdquo;. A ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<strong><em>de que<\/em><\/strong><em> a pr&oacute;pria Pauline atuou de modo t&atilde;o pouco &eacute;tico&rdquo;<\/em> &eacute; subordinada substantiva completiva nominal.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) &eacute; a correta. O adv&eacute;rbio &ldquo;<em>Independentemente<\/em>&rdquo; sugere que naquela ora&ccedil;&atilde;o haveria dados positivos (&ldquo;<em>quanto de justi&ccedil;a e veracidade&rdquo;<\/em>), para, em seguida, contrastar com um dado negativo sobre a cr&iacute;tica (&ldquo;<em>evid&ecirc;ncias de que a pr&oacute;pria Pauline atuou de modo t&atilde;o pouco &eacute;tico como ela acusava Welles de ter agido&rdquo;<\/em>).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para comprovar essa ressalva iniciada pelo adv&eacute;rbio &ldquo;<em>Independentemente<\/em>&rdquo;, o autor se valeu da express&atilde;o entre par&ecirc;nteses para confirmar o contraste e assim apresentar com mais for&ccedil;a o dado negativo: a conduta pouco &eacute;tica de Pauline.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois n&atilde;o se pode excluir deste contexto a no&ccedil;&atilde;o de quantidade expressa em &ldquo;<em>do quanto<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois o adv&eacute;rbio &ldquo;<em>agora<\/em>&rdquo; faz refer&ecirc;ncia ao per&iacute;odo atual, de maneira geral, e n&atilde;o ao exato momento da leitura deste texto.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, simplesmente porque o contexto permite inferirmos que &eacute; prov&aacute;vel Pauline ter baseado o seu artigo nos estudos realizados por outra pessoa.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>B<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:19.85pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t11. <em>H&aacute; 40 anos, <u>a mais c&eacute;lebre cr&iacute;tica de cinema dos Estados Unidos, Pauline Kael (1919-2001), publicava seu artigo mais famoso<\/u>.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tTranspondo a frase destacada para a voz passiva, a forma verbal encontrada &eacute;:\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;(A) era publicado.\n<\/p>\n<p>\n\t(B) publicaram.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) havia sido publicado.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) publicou-se.\n<\/p>\n<p>\n\t(E) tinha publicado.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.65pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: O verbo &ldquo;<em>publicava<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e se encontra no tempo pret&eacute;rito imperfeito do indicativo. Seu objeto direto &eacute; &ldquo;<em>seu artigo mais famoso<\/em>&rdquo;, o qual se transforma em sujeito paciente, levando o verbo a concordar com ele. O que antes era sujeito agente (<em>a mais c&eacute;lebre cr&iacute;tica<\/em>) passa a agente da passiva (<strong><em>pel<\/em><\/strong><strong><em>a<\/em><\/strong><em> mais c&eacute;lebre cr&iacute;tica<\/em>). Deve-se inserir o verbo &ldquo;<em>ser<\/em>&rdquo; no mesmo tempo verbal de &ldquo;publicava&rdquo; (pret&eacute;rito imperfeito do indicativo: <strong><em>era<\/em><\/strong><em>)<\/em>. Veja:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"size-full wp-image-71477 aligncenter\" height=\"70\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22083051\/Prova-Analista-TRE-PR3.png\" title=\"\" width=\"398\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22083051\/Prova-Analista-TRE-PR3.png 568w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22083051\/Prova-Analista-TRE-PR3.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/22083051\/Prova-Analista-TRE-PR3.png 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 398px) 100vw, 398px\" \/>\n<\/p>\n<p>\n\t12. A frase constru&iacute;da em conformidade com o padr&atilde;o culto escrito &eacute;:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; Registram-se em livros de hist&oacute;ria que aqueles artes&atilde;os eram bastante h&aacute;beis com as ferramentas que eles mesmo produziam, o que lhes garantiu a fama de burilar com criatividade qualquer tipo de material.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; Qualquer que sejam os motivos alegados pela comiss&atilde;o para justificar o atraso, lhe devem ser repassadas as anota&ccedil;&otilde;es acerca dos itens em que houve perda do prazo de entrega anteriormente acordado.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; Demos a eles a not&iacute;cia que mais almejam e passeamos nosso olhar sobre seus semblantes: o que veremos surpreender&aacute;, pois ser&aacute; muito mais do que algu&eacute;m possa supor.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) O empreiteiro jura que reconstr&oacute;e a laje danificada em poucos dias, mas existe, na avalia&ccedil;&atilde;o do engenheiro e do arquiteto, s&eacute;rias d&uacute;vidas quanto &agrave; possibilidade de isso ser poss&iacute;vel.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(E)&nbsp; Pelo que tudo indica, os respons&aacute;veis pela empresa h&atilde;o de questionar a advert&ecirc;ncia que lhes foi feita pelo setor de cobran&ccedil;as, que, durante dias, os procurou para tratar do assunto em pend&ecirc;ncia.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;<em>Registra<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto, o pronome &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo; &eacute; apassivador e o sujeito paciente &eacute; a ora&ccedil;&atilde;o subordinada substantiva subjetiva &ldquo;<em>que aqueles artes&atilde;os eram bastante h&aacute;beis com as ferramentas<\/em>&rdquo;, a qual for&ccedil;a o verbo ao singular (Registra-se <strong>isso<\/strong>&rarr;<strong>isso<\/strong> &eacute; registrado). Vale lembrar que a express&atilde;o &ldquo;em livros de hist&oacute;ria&rdquo; &eacute; o adjunto adverbial de lugar.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O voc&aacute;bulo &ldquo;bastante&rdquo; est&aacute; bem empregado, pois &eacute; um adv&eacute;rbio que intensifica o adjetivo &ldquo;<em>h&aacute;beis<\/em>&rdquo;. Assim, n&atilde;o se flexiona.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O pronome demonstrativo &ldquo;<em>mesmo<\/em>&rdquo; &eacute; o adjunto adnominal do n&uacute;cleo do sujeito &ldquo;<em>eles<\/em>&rdquo;, por isso deve se flexionar no plural: <strong>eles mesmos<\/strong>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O verbo &ldquo;garantiu&rdquo; est&aacute; corretamente flexionado no singular, porque seu sujeito &eacute; o pronome relativo &ldquo;que&rdquo;, o qual retoma o pronome demonstrativo &ldquo;o&rdquo;. O pronome &ldquo;<em>lhes<\/em>&rdquo; est&aacute; corretamente flexionado no plural, porque se refere ao pronome plural &ldquo;<em>eles<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong><em>Registra<\/em><\/strong><em>-se em livros de hist&oacute;ria <u>que aqueles artes&atilde;os eram bastante h&aacute;beis com as ferramentas<\/u> que <u>eles<\/u> <strong>mesmos<\/strong> produziam, o que lhes garantiu a fama de burilar com criatividade qualquer tipo de material<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois o pronome indefinido &ldquo;<em>Qualquer<\/em>&rdquo; refere-se ao substantivo plural &ldquo;<em>motivos<\/em>&rdquo;. Assim, deve se flexionar no plural: <strong>Quaisquer<\/strong>. Al&eacute;m disso, o pronome &ldquo;<em>lhe<\/em>&rdquo; n&atilde;o deve se posicionar ap&oacute;s uma pausa (v&iacute;rgula).\n<\/p>\n<p>\n\t<strong><em>Quaisquer<\/em><\/strong><em> que sejam os <u>motivos<\/u> alegados pela comiss&atilde;o para justificar o atraso, devem <strong>lhe<\/strong> ser repassadas as anota&ccedil;&otilde;es acerca dos itens em que houve perda do prazo de entrega anteriormente acordado<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois os dois-pontos assinalariam uma ora&ccedil;&atilde;o explicativa subsequente, mas o contexto n&atilde;o permite esta interpreta&ccedil;&atilde;o. H&aacute;, na realidade, dois enunciados coordenados e somados um ao outro. Assim, cabe o ponto final. Veja:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Demos a eles a not&iacute;cia <u>que mais almejam<\/u> e passeamos nosso olhar sobre seus semblantes<\/em><strong>. <em>O<\/em><\/strong><em> que veremos surpreender&aacute;, pois ser&aacute; muito mais do que algu&eacute;m possa supor.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois a grafia verbal correta &eacute; &ldquo;<em>reconstr&oacute;i<\/em>&rdquo;. O verbo &ldquo;existe&rdquo; &eacute; intransitivo. Como seu sujeito &ldquo;s&eacute;rias d&uacute;vidas&rdquo; est&aacute; flexionado no plural, este verbo tamb&eacute;m ser&aacute;. Al&eacute;m disso, h&aacute; um pleonasmo vicioso, pois se repetiu a estrutura &ldquo;possibilidade\/poss&iacute;vel&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>O empreiteiro jura que <strong>reconstr&oacute;i<\/strong> a laje danificada em poucos dias, mas <strong>existem<\/strong>, na avalia&ccedil;&atilde;o do engenheiro e do arquiteto, <u>s&eacute;rias d&uacute;vidas<\/u> quanto <strong>a essa possibilidade<\/strong><\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) &eacute; a correta. Note que o n&uacute;cleo do sujeito (&ldquo;<em>respons&aacute;veis<\/em>&rdquo;) levou a locu&ccedil;&atilde;o verbal &ldquo;<em>h&atilde;o de questionar<\/em>&rdquo; ao plural. O pronome &ldquo;<em>lhes<\/em>&rdquo; &eacute; o objeto indireto da locu&ccedil;&atilde;o verbal &ldquo;<em>foi feita<\/em>&rdquo; (foi feita <u>aos respons&aacute;veis<\/u>) e est&aacute; corretamente flexionado no plural, porque se refere ao substantivo &ldquo;<em>respons&aacute;veis<\/em>&rdquo;. A locu&ccedil;&atilde;o verbal da voz passiva &ldquo;<em>foi feita<\/em>&rdquo; est&aacute; corretamente flexionada no singular, pois seu sujeito paciente &eacute; o pronome relativo &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo;, o qual retoma o substantivo &ldquo;<em>advert&ecirc;ncia<\/em>&rdquo; (a advert&ecirc;ncia foi feita aos respons&aacute;veis).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O verbo &ldquo;procurou&rdquo; est&aacute; flexionado no singular, porque seu sujeito &eacute; o pronome relativo &ldquo;que&rdquo;, o qual retoma o substantivo &ldquo;setor&rdquo;. O pronome &ldquo;os&rdquo; est&aacute; corretamente empregado por ser o objeto direto do verbo &ldquo;procurou&rdquo; e se referir ao substantivo &ldquo;respons&aacute;veis&rdquo; (o setor de compras procurou os respons&aacute;veis).\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Pelo que tudo indica, os <u>respons&aacute;veis<\/u> pela empresa <u>h&atilde;o de questionar<\/u> a advert&ecirc;ncia que <u>lhes<\/u> <u>foi feita<\/u> pelo setor de cobran&ccedil;as, que, durante dias, <u>os<\/u> <u>procurou<\/u> para tratar do assunto em pend&ecirc;ncia<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>E<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:19.85pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:19.85pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t13. A frase correta do ponto de vista da grafia &eacute;:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t&nbsp;(A) Sempre ansiosos, desenrolaram no sagu&atilde;o apinhado a faixa com que brindavam os rec&eacute;m-formados, com os seguintes dizeres: &ldquo;Viagem bastante e divirtam-se, nobres doutores&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(B)&nbsp; Era grande a insid&ecirc;ncia de casos de enjoo quando era servido aquele alimento, por isso o epis&oacute;dio n&atilde;o foi tratado como exce&ccedil;&atilde;o, atitude que garantiu o &ecirc;xito das provid&ecirc;ncias.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(C)&nbsp; Em meio a tanta opul&ecirc;ncia da mans&atilde;o leiloada, encontrou a geringon&ccedil;a que, tratada criativamente por ele, garantiu por anos seu apoio a entidades beneficientes.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(D)&nbsp; Seus gestos desarm&ocirc;nicos &agrave;s vezes eram mal compreendidos, mas seu jeito af&aacute;vel de falar, sem resqu&iacute;cios de m&aacute;goa, revelava sua inten&ccedil;&atilde;o de restabelecer a paz entre os familiares.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(E)&nbsp; Defendeu-se dizendo que nunca pretendeu axincalhar ningu&eacute;m, mas as suas ca&ccedil;oadas realmente humilhavam e incitavam &agrave; maledisc&ecirc;ncia.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) est&aacute; errada, pois o contexto nos mostra o verbo &ldquo;via<strong>j<\/strong>ar&rdquo; no imperativo afirmativo (&ldquo;<strong><em>Viajem<\/em><\/strong>&rdquo;), n&atilde;o o substantivo &ldquo;viagem&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que est&aacute; correta a grafia &ldquo;rec&eacute;m-formados&rdquo;,&nbsp; pois o prefixo &ldquo;<em>rec&eacute;m<\/em>-&ldquo;, seguido de adjetivo, recebe h&iacute;fen.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;in<strong><u>c<\/u><\/strong>idir&rdquo; gera o substantivo &ldquo;in<strong><u>c<\/u><\/strong>id&ecirc;ncia&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que, com a nova reforma ortogr&aacute;fica, o hiato com vogal dobrada n&atilde;o recebe acento. Assim, &ldquo;enjoo&quot; est&aacute; corretamente grafado.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois a grafia correta do adjetivo &eacute; &ldquo;<em>benefi<strong><u>cen<\/u><\/strong>tes<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) &eacute; a correta. Note que &ldquo;harm&ocirc;nicos&rdquo; possui &ldquo;h&rdquo;. Mas, quando recebe o prefixo &ldquo;des&rdquo;, exclui-se o &ldquo;h&rdquo;: &ldquo;<strong>desarm&ocirc;nicos<\/strong>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois a grafia correta deve ser &ldquo;<em>a<strong><u>ch<\/u><\/strong>incalhar<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>maledi<strong><u>c<\/u><\/strong>&ecirc;ncia<\/em>&rdquo;.&nbsp;&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>:<strong>D<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:19.85pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t14. Considerado o padr&atilde;o culto escrito, a frase que N&Atilde;O exige corre&ccedil;&atilde;o &eacute;:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(A)&nbsp; Os valores por que tantos lutaram e morreram n&atilde;o ser&atilde;o jamais esquecidos, pois nossa gera&ccedil;&atilde;o se dedicar&aacute; a relembr&aacute;-los a cada passo.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(B)&nbsp; No memorial do professor est&aacute; registrado que ingressou para a universidade em idade inferior &agrave; determinada pela lei.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(C)&nbsp; O fato que o acusado se recusa a dar detalhes &eacute; o que mais pesar&aacute; na decis&atilde;o dos jurados.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(D)&nbsp; O movimento que me filiei nos anos 70 foi grandemente respons&aacute;vel pela renova&ccedil;&atilde;o da pintura no Brasil.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.65pt\">\n\t(E)&nbsp; Esta &eacute;, enfim, a parca remunera&ccedil;&atilde;o da qual arco totalmente com as despesas da casa.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.65pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A quest&atilde;o pede a alternativa correta (aquela que n&atilde;o exige corre&ccedil;&atilde;o).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) &eacute; a correta. Veja que a ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>por que tantos lutaram<\/em>&rdquo; &eacute; subordinada adjetiva. O pronome &ldquo;<em>tantos<\/em>&rdquo; &eacute; o sujeito, o verbo &ldquo;<em>lutaram<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo indireto e exige a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;por&rdquo;. Assim, a express&atilde;o &ldquo;<em>por que<\/em>&rdquo; &eacute; o objeto indireto (<em>tantos lutaram <strong><u>pelos valores<\/u><\/strong><\/em>). O pronome &ldquo;-<em>los<\/em>&rdquo; tamb&eacute;m est&aacute; corretamente empregado, pois se refere a &ldquo;<em>valores<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada. A express&atilde;o &ldquo;No memorial do professor&rdquo; &eacute; um adjunto adverbial de lugar, o qual se encontra antecipado na ora&ccedil;&atilde;o. Assim, deve receber v&iacute;rgula. Mas a FCC costuma ignorar esta v&iacute;rgula por poder ser entendida como pequena extens&atilde;o, apesar de haver quatro palavras.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Outro problema nesta frase &eacute; o verbo &ldquo;<em>ingressou<\/em>&rdquo;, o qual n&atilde;o se refere a nenhuma palavra expl&iacute;cita ou impl&iacute;cita. Assim, h&aacute; erro gramatical.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>No memorial do professor<strong>,<\/strong> est&aacute; registrado que <strong>(algu&eacute;m)<\/strong> ingressou para a universidade em idade inferior &agrave; determinada pela lei<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois o substantivo &ldquo;<em>detalhes<\/em>&rdquo; exige o complemento nominal, iniciado pela preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>de<\/em>&rdquo; (<em>dar<\/em> <em>detalhes <u>do fato<\/u><\/em>), por isso o pronome relativo &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo; deve ser antecipado de tal preposi&ccedil;&atilde;o (&ldquo;<strong><u>de que<\/u><\/strong>&rdquo;). Veja:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>O fato <strong><u>de <\/u><\/strong><u>que o acusado se recusa a dar detalhes<\/u> &eacute; o que mais pesar&aacute; na decis&atilde;o dos jurados.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;<em>filiei<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e indireto. O pronome &ldquo;me&rdquo; &eacute; reflexivo na fun&ccedil;&atilde;o de objeto direto, e o pronome relativo &ldquo;que&rdquo; deve ser antecipado da preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>a<\/em>&rdquo;, por ser o objeto indireto (<em>filiei-me <u>ao movimento<\/u><\/em>)\n<\/p>\n<p>\n\t<em>O movimento <strong><u>a<\/u><\/strong><u> que me filiei nos anos 70<\/u> foi grandemente respons&aacute;vel pela renova&ccedil;&atilde;o da pintura no Brasil<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada. Deve-se substituir a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>de<\/em>&rdquo; pela locu&ccedil;&atilde;o prepositiva &ldquo;<em>por meio de<\/em>&rdquo;, tendo em vista que cabe ao pronome relativo a fun&ccedil;&atilde;o sint&aacute;tica de adjunto adverbial de meio (<em>arco com as despesas da casa <u>por meio da parca remunera&ccedil;&atilde;o<\/u><\/em>).\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Esta &eacute;, enfim, a parca remunera&ccedil;&atilde;o <strong><u>por meio da qual<\/u><\/strong><u> arco totalmente com as despesas da casa<\/u><\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>A<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:19.85pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t15. A frase que respeita o padr&atilde;o culto escrito &eacute;:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; A manuten&ccedil;&atilde;o e apoio ao grupo de escoteiros dependem dele aceitar a contrapartida dos empres&aacute;rios, que n&atilde;o &eacute;, ali&aacute;s, nada abuso, visto que eles executam as tarefas solicitadas cotidianamente, sem desgaste exaustivo.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; N&atilde;o obstante a grande aprova&ccedil;&atilde;o recebida pelos candidatos da legenda, n&atilde;o se ignora que, se n&atilde;o revirem suas plataformas, cujas bases t&ecirc;m fragilidades que s&oacute; h&aacute; pouco os analistas expuseram, sair&atilde;o lesados em futuro bem pr&oacute;ximo.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; Tudo que fizeram afim de angariar a simpatia do diretor pela proposta n&atilde;o deu bons frutos, por isso n&atilde;o lhes restaram, conforme estavam todos de acordo, outra id&eacute;ia a n&atilde;o ser agregar valor ao projeto inicial.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) Os jornalistas n&atilde;o creem que existam documentos esp&uacute;rios em meio &agrave;queles j&aacute; examinados, e isso por que j&aacute; haviam feito cuidadosa checagem, todavia, a transpar&ecirc;ncia impondo, voltar&atilde;o a tarefa de imediato.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(E)&nbsp; A quest&atilde;o ficou cada vez mais descaracterizada quando, logo depois da visita o antrop&oacute;logo defendeu que aquelas dificuldades n&atilde;o se restringiam para as na&ccedil;&otilde;es ind&iacute;genas daquela regi&atilde;o, sendo mais universal.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;<em>aceitar<\/em>&rdquo; tem como sujeito &ldquo;<em>ele<\/em>&rdquo;, o qual n&atilde;o pode contrair-se com a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>de<\/em>&rdquo;, exigida pelo verbo &ldquo;<em>dependem<\/em>&rdquo;. Lembre-se de que sujeito n&atilde;o pode ser preposicionado. Assim, a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;de&rdquo; n&atilde;o tem v&iacute;nculo com o sujeito, ela inicia ora&ccedil;&atilde;o subordinada substantiva objetiva indireta reduzida de infinitivo &ldquo;<strong><em>de ele<\/em><\/strong><em> aceitar a contrapartida dos empres&aacute;rios<\/em>&rdquo;. O substantivo &ldquo;abuso&rdquo; deve ser transformado no adjetivo &ldquo;abusiva&rdquo;, o qual se flexiona no feminino para concordar com &ldquo;<em>contrapartida<\/em>&rdquo;. O pronome &ldquo;ele&rdquo; est&aacute; retomando corretamente o &ldquo;grupo&rdquo;, e &ldquo;eles&rdquo; est&aacute; corretamente retomando o substantivo &ldquo;escoteiros&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>A manuten&ccedil;&atilde;o e apoio ao <u>grupo<\/u> de <u>escoteiros<\/u> dependem <strong>de ele<\/strong> aceitar a <u>contrapartida<\/u> dos empres&aacute;rios, que n&atilde;o &eacute;, ali&aacute;s, nada <strong>abusiva<\/strong>, visto que <u>eles<\/u> executam as tarefas solicitadas cotidianamente, sem desgaste exaustivo<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) &eacute; a correta. Note que o verbo &ldquo;<em>ignora<\/em>&rdquo; est&aacute; flexionado no singular, porque &eacute; transitivo direto, o pronome &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo; &eacute; apassivador e seu sujeito &eacute; a ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>que<\/em> (&#8230;) <em>sair&atilde;o lesados em futuro bem pr&oacute;ximo<\/em>&rdquo; (ignora-se <strong>isso<\/strong>&rarr;<strong>isso<\/strong> &eacute; ignorado). O verbo &ldquo;<em>revirem<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>sair&atilde;o<\/em>&rdquo; possuem sujeitos el&iacute;pticos, isto &eacute;, n&atilde;o est&atilde;o expl&iacute;citos na ora&ccedil;&atilde;o, mas s&atilde;o facilmente subentendidos no texto, pois se referem ao substantivo &ldquo;<em>candidatos&rdquo;<\/em> e por isso esses verbos se flexionam no plural.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>N&atilde;o obstante a grande aprova&ccedil;&atilde;o recebida pelos candidatos da legenda, n&atilde;o se ignora que, se n&atilde;o revirem suas plataformas, cujas bases t&ecirc;m fragilidades que s&oacute; h&aacute; pouco os analistas expuseram, sair&atilde;o lesados em futuro bem pr&oacute;ximo<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois a ora&ccedil;&atilde;o subordinada adverbial de finalidade deve ser iniciada pela locu&ccedil;&atilde;o prepositiva &ldquo;<em>a fim de<\/em>&rdquo; (voc&aacute;bulos separados). Al&eacute;m disso, a express&atilde;o &ldquo;pela proposta&rdquo; &eacute; o objeto indireto do verbo &ldquo;<em>fizeram<\/em>&rdquo; (<em>fizeram tudo <u>pela proposta<\/u><\/em>). Assim, esta express&atilde;o deve ser posicionada junto ao seu verbo.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O verbo &ldquo;<em>restaram<\/em>&rdquo; deve se flexionar no singular, pois seu sujeito &eacute; o substantivo &ldquo;<em>outra<\/em> <em>id&eacute;ia<\/em>&rdquo;. O pronome &ldquo;<em>lhes<\/em>&rdquo; est&aacute; corretamente flexionado no plural, porque se refere a algum termo plural que se encontra subentendido como sujeito do verbo &ldquo;<em>fizeram<\/em>&rdquo; (<em><u>eles<\/u> fizeram<\/em>; <em>restou <u>a eles<\/u><\/em>).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que esta prova foi realizada em fevereiro de 2012, &eacute;poca de transi&ccedil;&atilde;o entre da nova reforma ortogr&aacute;fica. Assim, at&eacute; final de 2012, admitia-se acento na palavra parox&iacute;tona com ditongo aberto t&ocirc;nico &ldquo;&eacute;i&rdquo; (<em>id&eacute;ia<\/em> ou <em>ideia<\/em>). A partir de janeiro de 2016, esse acento ficou proibido definitivamente.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Tudo que fizeram <strong>pela proposta<\/strong> <strong><u>a fim de<\/u><\/strong><u> angariar a simpatia do diretor<\/u> n&atilde;o deu bons frutos, por isso n&atilde;o lhes <strong>restou<\/strong>, conforme estavam todos de acordo, <u>outra id&eacute;ia<\/u> a n&atilde;o ser agregar valor ao projeto inicial<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois os voc&aacute;bulos que comp&otilde;em a express&atilde;o &ldquo;<em>por que<\/em>&rdquo; devem se juntar num s&oacute;, pois o contexto exige uma conjun&ccedil;&atilde;o causal: <strong><u>porque<\/u><\/strong>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para que o texto fique mais claro e objetivo, na ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>a transpar&ecirc;ncia impondo<\/em>&rdquo;, o objeto direto &ldquo;<em>a transpar&ecirc;ncia<\/em>&rdquo; deve ficar ap&oacute;s o verbo (<em>impondo<\/em> <em><u>a transpar&ecirc;ncia<\/u><\/em>).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Al&eacute;m disso, o verbo &ldquo;<em>voltar&atilde;o<\/em>&rdquo; exige a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>a<\/em>&rdquo; e o substantivo &ldquo;<em>tarefa<\/em>&rdquo; &eacute; iniciado pelo artigo &ldquo;<em>a<\/em>&rdquo;. Assim, h&aacute; crase.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Os jornalistas n&atilde;o creem que existam documentos esp&uacute;rios em meio &agrave;queles j&aacute; examinados, e isso <strong>porque<\/strong> j&aacute; haviam feito cuidadosa checagem, todavia, <strong>impondo<\/strong> <strong>a transpar&ecirc;ncia<\/strong>, voltar&atilde;o <strong>&agrave;<\/strong> tarefa de imediato<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois o adjunto adverbial &ldquo;<em>logo depois da visita<\/em>&rdquo; est&aacute; intercalado e &eacute; iniciado por v&iacute;rgula. Assim, deve receber outra v&iacute;rgula ap&oacute;s o substantivo &ldquo;<em>visita<\/em>&rdquo;. O verbo &ldquo;<em>restringiam<\/em>&rdquo; rege preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>a<\/em>&rdquo;, por isso devemos evitar o uso da preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>para<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>A quest&atilde;o ficou cada vez mais descaracterizada quando, <u>logo depois da visita<\/u><strong>,<\/strong> o antrop&oacute;logo defendeu que aquelas dificuldades n&atilde;o se restringiam <strong>&agrave;s<\/strong> na&ccedil;&otilde;es ind&iacute;genas daquela regi&atilde;o, sendo mais universal<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>B<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>Agora, vamos a uma an&aacute;lise dos conte&uacute;dos!<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>Edital do concurso TRE PR 2012 para todos os cargos:<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tOrtografia oficial. Acentua&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica. Flex&atilde;o nominal e verbal. Pronomes: emprego, formas de tratamento e coloca&ccedil;&atilde;o. Emprego de tempos e modos verbais. Vozes do verbo. Concord&acirc;ncia nominal e verbal. Reg&ecirc;ncia nominal e verbal. Ocorr&ecirc;ncia de crase. Pontua&ccedil;&atilde;o. Reda&ccedil;&atilde;o (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas). Intelec&ccedil;&atilde;o de texto.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>Quadro-resumo das quest&otilde;es com rela&ccedil;&atilde;o ao conte&uacute;do do edital:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 1: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 2: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Emprego de tempos e modos verbais.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 3: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Ocorr&ecirc;ncia de crase. Intelec&ccedil;&atilde;o de texto. Pontua&ccedil;&atilde;o. Sentido das palavras ou express&otilde;es (dentro do conte&uacute;do &ldquo;intelec&ccedil;&atilde;o de texto&rdquo;). Pronomes: emprego.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 4: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto. Pronomes: emprego. Sentido das palavras ou express&otilde;es (dentro do conte&uacute;do &ldquo;intelec&ccedil;&atilde;o de texto&rdquo;).\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 5: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto.&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 6: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Reda&ccedil;&atilde;o (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas).\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 7: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Emprego de tempos e modos verbais. Concord&acirc;ncia. Intelec&ccedil;&atilde;o de texto. Sentido das palavras ou express&otilde;es (dentro do conte&uacute;do &ldquo;intelec&ccedil;&atilde;o de texto&rdquo;).\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 8: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Reg&ecirc;ncia verbal. Sentido das palavras ou express&otilde;es (dentro do conte&uacute;do &ldquo;intelec&ccedil;&atilde;o de texto&rdquo;). Ortografia. Reda&ccedil;&atilde;o (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas).\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 9: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Pontua&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 10: &nbsp; <\/strong>Reg&ecirc;ncia verbal. Pontua&ccedil;&atilde;o. Reda&ccedil;&atilde;o (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas). Sentido das palavras ou express&otilde;es (dentro do conte&uacute;do &ldquo;intelec&ccedil;&atilde;o de texto&rdquo;). Emprego de tempos e modos verbais.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 11:<\/strong> Vozes do verbo.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 12: &nbsp; <\/strong>Reda&ccedil;&atilde;o (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas).\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 13: &nbsp; <\/strong>Ortografia.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 14: &nbsp; <\/strong>Reda&ccedil;&atilde;o (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas).\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 15: &nbsp; <\/strong>Reda&ccedil;&atilde;o (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAssim, podemos eleger uma prioridade de estudo com base nos temas mais relevantes, ordenando de forma decrescente os temas que mais caem nas provas, da seguinte forma:\n<\/p>\n<p>\n\t1&deg;. &nbsp;&nbsp; <strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto<\/strong>. (11 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:35.45pt\">\n\t2&deg;. &nbsp;&nbsp; <strong>Reda&ccedil;&atilde;o<\/strong> (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas). (6 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p>\n\t3&deg;. &nbsp;&nbsp; <strong>Pontua&ccedil;&atilde;o<\/strong>. (3 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Emprego de tempos e modos verbais<\/strong>. (3 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p>\n\t5&deg;. &nbsp;&nbsp; <strong>Reg&ecirc;ncia nominal e verbal<\/strong>. (2 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Pronomes<\/strong>: <strong>emprego e coloca&ccedil;&atilde;o<\/strong>. (2 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ortografia oficial<\/strong>. (2 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p>\n\t8&deg;. &nbsp;&nbsp; <strong>Concord&acirc;ncia nominal e verbal<\/strong>. (1 ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Vozes do verbo<\/strong>. (1 ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Ocorr&ecirc;ncia de crase<\/strong>. (1 ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t11&deg;. <strong>Acentua&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica<\/strong>. (nenhuma ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Flex&atilde;o verbal<\/strong>. (nenhuma ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pronomes<\/strong> (<strong>formas de tratamento<\/strong>) (nenhuma ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Flex&atilde;o nominal<\/strong> (nenhuma ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tEspero ter ajudado voc&ecirc; a perceber&nbsp;como a banca cobrou o conte&uacute;do de Portugu&ecirc;s nesta prova.\n<\/p>\n<p>\n\tSe gostou deste artigo, compartilhe com os amigos, comente abaixo e deixe sugest&otilde;es!\n<\/p>\n<p>\n\tOutra coisa: toda quinta-feira &agrave;s 19 horas temos a&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/quinta-com-terror\/\" target=\"_blank\">Quinta com Terror<\/a>&nbsp;e voc&ecirc; pode assistir do meu canal You Tube (<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCu5mMewoQZGIjsbgM6UanLg\" target=\"_blank\">D&eacute;cio Terror<\/a>) e no canal do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UChvwkhC3eHxJsVxW_ItDjdA?spfreload=5\" target=\"_blank\">Estrat&eacute;gia Concursos<\/a>.\n<\/p>\n<p>\n\tPor falar nisso, inscreva-se no&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCu5mMewoQZGIjsbgM6UanLg\" target=\"_blank\">meu canal do You Tube<\/a>! Temos que bater a meta de&nbsp;50.000 inscritos ainda neste m&ecirc;s! D&ecirc; essa for&ccedil;a para o professor!!!!\n<\/p>\n<p>\n\tGrande abra&ccedil;o a todos!\n<\/p>\n<p>\n\tD&eacute;cio Terror<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prova comentada Portugu&ecirc;s TRE PR Analista 2012 Ol&aacute;, pessoal! Hoje faremos a&nbsp;Primeira Maratona TRE PR, por isso decidi colocar o coment&aacute;rio da &uacute;ltima prova, para que voc&ecirc; j&aacute; possa entender a forma como a banca cobra. Sabendo como foi a prova, &eacute; mais f&aacute;cil perceber o que e como estudar. 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