{"id":71455,"date":"2017-04-22T08:13:56","date_gmt":"2017-04-22T11:13:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=71455"},"modified":"2017-06-12T12:35:05","modified_gmt":"2017-06-12T15:35:05","slug":"prova-comentada-portugues-tre-pr-tecnico-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-portugues-tre-pr-tecnico-2012\/","title":{"rendered":"Prova comentada Portugu\u00eas TRE PR T\u00e9cnico 2012"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\">\n\t<strong>Prova comentada Portugu&ecirc;s TRE PR T&eacute;cnico 2012<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tOl&aacute;, pessoal!\n<\/p>\n<p>\n\tHoje faremos a <a href=\"https:\/\/youtu.be\/v0omazoOIdQ\" target=\"_blank\">Primeira Maratona TRE PR<\/a>, por isso decidi colocar o coment&aacute;rio da &uacute;ltima prova, para que voc&ecirc; j&aacute; possa entender a forma como a banca cobra. Sabendo como foi a prova, &eacute; mais f&aacute;cil perceber o que e como estudar.\n<\/p>\n<p>\n\tNossos cursos com foco neste certame est&atilde;o aqui: <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorConcurso\/tre-pr\/\">Cursos TRE-PR<\/a>\n<\/p>\n<p>\n\tLeia mais sobre o <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concurso-tre-pr\/\">Concurso TRE-PR 2017<\/a>\n<\/p>\n<p>\n\tVamos ao coment&aacute;rio da prova:\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>&nbsp;(TRE-PR &ndash; 2012 &ndash; T&eacute;cnico Judici&aacute;rio &ndash; &Aacute;rea Administrativa)<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tAten&ccedil;&atilde;o: As quest&otilde;es de n&uacute;meros 1 a 6 baseiam-se no texto seguinte.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO tempo n&atilde;o perdoa o que se faz sem ele, costumava dizer Ulysses Guimar&atilde;es, citando Joaquim Nabuco. Desse modo ensinava a import&acirc;ncia na pol&iacute;tica do apropriado discernimento do momento oportuno. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil a identifica&ccedil;&atilde;o desse momento, pois, entre outras coisas, requer conjugar o tempo individual de um ator pol&iacute;tico com o tempo coletivo de um sistema pol&iacute;tico e de uma sociedade. Al&eacute;m disso, o tempo flui e &eacute; inst&aacute;vel no seu movimento, e n&atilde;o s&oacute; na pol&iacute;tica. &Eacute; o caso do tempo na meteorologia, cada vez menos previs&iacute;vel por obra das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas provocadas pela a&ccedil;&atilde;o humana.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA vasta reflex&atilde;o dos pensadores, dos poetas e cientistas sobre o estatuto do tempo e seu entendimento aponta para uma complexidade que carrega no seu bojo o desafio de m&uacute;ltiplos significados, cabendo lembrar que a fun&ccedil;&atilde;o da orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; inerente &agrave; busca do saber a respeito do tempo. Assim, uma coisa &eacute; conhecer o <em>tempo do rel&oacute;gio<\/em>, que molda o mensur&aacute;vel de uma jornada de trabalho. Outra coisa &eacute; lidar com a n&atilde;o mensur&aacute;vel dura&ccedil;&atilde;o do tempo vivido, que perdura na consci&ecirc;ncia, e n&atilde;o se confunde, por sua vez, com o <em>tempo do Direito<\/em>, que &eacute; o tempo normatizado dos prazos, dos recursos, da prescri&ccedil;&atilde;o, da coisa julgada, da vig&ecirc;ncia das leis e do drama cotidiano da lentid&atilde;o da Justi&ccedil;a.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA busca do saber sobre o tempo tem, como mencionei, uma fun&ccedil;&atilde;o de orienta&ccedil;&atilde;o. Neste s&eacute;culo XXI, &eacute; preciso parar para pensar a vertiginosa instantaneidade dos tempos e os problemas da sua sincroniza&ccedil;&atilde;o, que a revolu&ccedil;&atilde;o digital vem intensificando.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA tradicional sabedoria dos prov&eacute;rbios portugueses diferencia o tempo do falc&atilde;o e o tempo da coruja. O tempo do falc&atilde;o &eacute; o da rapidez e da viol&ecirc;ncia. &Eacute; este o tempo que nos cerca. O tempo da coruja &eacute; o da sabedoria &minus; a sabedoria que nos falta para lidar com a estrutura de possibilidades do tempo no mundo em que estamos inseridos.\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t<em>(Celso Lafer. Trecho, com adapta&ccedil;&otilde;es, de artigo publicado em<\/em>\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t<strong><em>O Estado de S. Paulo<\/em><\/strong><em>, 20 de novembro de 2011. A2, Espa&ccedil;o Aberto)<\/em>\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t1. A afirmativa, no 1&ordm; par&aacute;grafo, de que <em>o tempo flui e &eacute; inst&aacute;vel no seu movimento<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; baseia-se na <em>vasta reflex&atilde;o dos pensadores, dos poetas e cientistas sobre o estatuto do tempo.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; exalta a sabedoria contida nos prov&eacute;rbios, como, por exemplo, a diferencia&ccedil;&atilde;o entre <em>o tempo do falc&atilde;o e o tempo da coruja.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; vem a ser comprovada, em seguida, pelo exemplo tomado ao <em>tempo na meteorologia.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) constitui oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; ideia de que n&atilde;o <em>&eacute; f&aacute;cil a identifica&ccedil;&atilde;o <\/em>do momento oportuno.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(E)&nbsp; real&ccedil;a a percep&ccedil;&atilde;o das consequ&ecirc;ncias advindas <em>das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas provocadas pela a&ccedil;&atilde;o humana.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Esta quest&atilde;o aborda a interpreta&ccedil;&atilde;o localizada. Assim, devemos observar o contexto em que aparece. N&atilde;o basta ler somente esta express&atilde;o, mas os voc&aacute;bulos que a cercam. S&atilde;o eles que v&atilde;o nos ajudar a interpretar a express&atilde;o e possivelmente estar&atilde;o na alternativa correta:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&ldquo;<em>Al&eacute;m disso, <u>o tempo flui e &eacute; inst&aacute;vel no seu movimento<\/u>, e n&atilde;o s&oacute; na pol&iacute;tica. &Eacute; o caso do tempo na meteorologia, cada vez menos previs&iacute;vel por obra das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas provocadas pela a&ccedil;&atilde;o humana.&rdquo;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, podemos entender que o tempo sobre o qual fala o texto, diferentemente da cronologia, pode apresentar modifica&ccedil;&otilde;es em seu andamento, percep&ccedil;&otilde;es diferentes, dependendo do contexto em que se insere.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, a alternativa (C) &eacute; a correta, pois podemos perceber que realmente esta express&atilde;o &eacute; comprovada, em seguida, pelo exemplo do <em>tempo na meteorologia.<\/em> Veja que a express&atilde;o &ldquo;<em>&Eacute; o caso do tempo na meteorologia<\/em>&rdquo; nitidamente nos indica que h&aacute; a&iacute; um exemplo de comprova&ccedil;&atilde;o daquilo que foi dito anteriormente. Portanto, com dados expl&iacute;citos do texto, esta &eacute; a alternativa correta.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada, pois a express&atilde;o &ldquo;<em>o tempo flui e &eacute; inst&aacute;vel no seu tempo<\/em>&rdquo; <strong><u>n&atilde;o<\/u><\/strong><u> se <\/u><u>baseia<\/u> na &ldquo;<em>vasta reflex&atilde;o dos pensadores, dos poetas e cientistas sobre o estatuto do tempo&rdquo;.<\/em> A reflex&atilde;o deles apenas confirma (n&atilde;o &eacute; a base) a express&atilde;o, pois no segundo par&aacute;grafo ela ressalta o desafio dos m&uacute;ltiplos significados, enfatizando a orienta&ccedil;&atilde;o &agrave; busca do saber a respeito do tempo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois a utiliza&ccedil;&atilde;o no texto da express&atilde;o &ldquo;<em>o tempo flui e &eacute; inst&aacute;vel no seu tempo<\/em>&rdquo; n&atilde;o tinha como inten&ccedil;&atilde;o <u>exaltar<\/u> a sabedoria contida nos prov&eacute;rbios. Note como essas express&otilde;es est&atilde;o distantes no texto. &Eacute; claro que a diferencia&ccedil;&atilde;o entre <em>o tempo do falc&atilde;o e o tempo da coruja<\/em> ajuda a confirmar a express&atilde;o, mas n&atilde;o h&aacute; liga&ccedil;&atilde;o direta entre elas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois a ideia de que <u>n&atilde;o <\/u><em><u>&eacute; f&aacute;cil a identifica&ccedil;&atilde;o<\/u><\/em> do momento oportuno <u>sustenta<\/u> que o tempo flui e &eacute; <u>inst&aacute;vel<\/u> no seu movimento. Assim, n&atilde;o h&aacute; oposi&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois nitidamente percebemos que a express&atilde;o &ldquo;<em>o tempo flui e &eacute; inst&aacute;vel no seu tempo<\/em>&rdquo; n&atilde;o tem a inten&ccedil;&atilde;o de real&ccedil;ar a percep&ccedil;&atilde;o das <strong><u>consequ&ecirc;ncias<\/u><\/strong> advindas <em>das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. <\/em>A refer&ecirc;ncia &agrave;s mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas &eacute; apenas um exemplo da instabilidade do tempo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>C<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t2. <em>O tempo n&atilde;o perdoa o que se faz sem ele &#8230;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA afirmativa que inicia o texto encaminha para\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 25.65pt;text-align: justify\">\n\t(A)&nbsp; a ideia de que os pol&iacute;ticos n&atilde;o t&ecirc;m o <em>apropriado discernimento do momento oportuno.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 25.65pt;text-align: justify\">\n\t(B)&nbsp; a constata&ccedil;&atilde;o de que &eacute; dif&iacute;cil perceber a <em>dura&ccedil;&atilde;o do <\/em>tempo vivido, <em>que perdura na consci&ecirc;ncia.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 25.65pt;text-align: justify\">\n\t(C)&nbsp; uma contradi&ccedil;&atilde;o &agrave; tese corrente de que <em>o tempo flui e &eacute; inst&aacute;vel no seu movimento, e n&atilde;o s&oacute; na pol&iacute;tica.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 25.65pt;text-align: justify\">\n\t(D) cr&iacute;tica relativa aos problemas surgidos com o <em>drama cotidiano da lentid&atilde;o da justi&ccedil;a.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 25.5pt;text-align: justify\">\n\t(E)&nbsp; o reconhecimento de que <em>&eacute; preciso parar para pensar a vertiginosa instantaneidade dos tempos e os problemas da sua sincroniza&ccedil;&atilde;o.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A primeira frase &eacute; a tese, a ideia-n&uacute;cleo, o t&oacute;pico frasal do texto. &Eacute; com base nela que o texto se desenvolve.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEssa tese indica o modo como se &ldquo;<em>ensinava a import&acirc;ncia na pol&iacute;tica do apropriado discernimento do momento oportuno<\/em>&rdquo;. (2&ordf; frase do texto)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que o texto aborda a dificuldade da identifica&ccedil;&atilde;o desse momento, pois requer que se conjugue o tempo individual e o coletivo, al&eacute;m disso mostra a instabilidade e a fluidez do tempo, n&atilde;o s&oacute; na pol&iacute;tica; da&iacute; o exemplo das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, podemos entender que o tempo n&atilde;o perdoa aquilo que &eacute; feito sem organiza&ccedil;&atilde;o, sem o devido respeito ao momento oportuno, que deve satisfazer o tempo individual e o coletivo. Por isso, &eacute; dito no terceiro par&aacute;grafo que &ldquo;<em>A busca do saber sobre o tempo tem uma fun&ccedil;&atilde;o de orienta&ccedil;&atilde;o<\/em>.&rdquo;, e neste s&eacute;culo XXI, tempo da revolu&ccedil;&atilde;o digital, em que muitas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o instant&acirc;neas, h&aacute; problemas na conjuga&ccedil;&atilde;o entre o saud&aacute;vel e o n&atilde;o saud&aacute;vel para a sociedade, pois muitas vezes n&atilde;o h&aacute; sincronia deste tempo. Por isso, o autor enfatiza que devemos parar para pensar: &ldquo;<em>Neste s&eacute;culo <\/em><em>XXI<\/em><em>, &eacute; preciso parar para pensar a vertiginosa instantaneidade dos tempos e os problemas da sua sincroniza&ccedil;&atilde;o, que a revolu&ccedil;&atilde;o digital vem intensificando<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, a alternativa correta &eacute; a (E).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada, pois a segunda frase do texto nos mostra que se ensinava <u>na pol&iacute;tica<\/u> a import&acirc;ncia do apropriado discernimento do momento oportuno, mas isso n&atilde;o quer dizer que <strong><u>os pol&iacute;ticos<\/u><\/strong> n&atilde;o t&ecirc;m esse discernimento. Perceba que o artigo &ldquo;os&rdquo;, antes de &ldquo;pol&iacute;ticos&rdquo;, generaliza esse substantivo, apontando-nos a totalidade dos pol&iacute;ticos, e isso n&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o no texto.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois a express&atilde;o &ldquo;<em>dura&ccedil;&atilde;o do <\/em><em>tempo vivido, <\/em><em>que perdura na consci&ecirc;ncia<\/em>&rdquo; particulariza um dos tempos que serve de base para a afirmativa da tese; mas note que a tese ressalta a import&acirc;ncia da conjuga&ccedil;&atilde;o dos tempos, de maneira mais geral, abarcando o individual e o coletivo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois n&atilde;o h&aacute; contradi&ccedil;&atilde;o entre a afirma&ccedil;&atilde;o de que &ldquo;<em>O tempo n&atilde;o perdoa o que se faz sem ele<\/em>.&rdquo; e &ldquo;<em>o tempo flui e &eacute; inst&aacute;vel no seu movimento, e n&atilde;o s&oacute; na pol&iacute;tica&rdquo;<\/em>. A express&atilde;o &ldquo;<em>Al&eacute;m disso<\/em>&rdquo; nos sinaliza que a segunda frase confirma a primeira.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois a estrutura &ldquo;<em>o <\/em><em>tempo do Direito<\/em><em>, que &eacute; o tempo normatizado dos prazos, dos recursos, da prescri&ccedil;&atilde;o, da coisa julgada, da vig&ecirc;ncia das leis e do drama cotidiano da lentid&atilde;o da Justi&ccedil;a<\/em>&rdquo; particulariza apenas ao &ldquo;<em>tempo do Direito&rdquo;<\/em>, mas a tese &eacute; mais ampla, ressalta a import&acirc;ncia da sincronia dos diversos tempos, e n&atilde;o tem como inten&ccedil;&atilde;o apenas criticar o &ldquo;tempo do Direito&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>E<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t3. Com a express&atilde;o <em>o desafio de m&uacute;ltiplos significados <\/em>(2&ordm; par&aacute;grafo), o autor\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 25.65pt;text-align: justify\">\n\t(A)&nbsp; esclarece seu emprego ao se referir &agrave; necess&aacute;ria sabedoria para equacionar, no momento mais adequado, os problemas que surgem.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 25.65pt;text-align: justify\">\n\t(B)&nbsp; refere-se &agrave;s diversas possibilidades de percep&ccedil;&atilde;o da passagem do tempo e de seu sentido.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 25.65pt;text-align: justify\">\n\t(C)&nbsp; caracteriza a oposi&ccedil;&atilde;o frequente que se faz entre o tempo de cada indiv&iacute;duo e aquele que diz respeito a toda a sociedade.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 25.65pt;text-align: justify\">\n\t(D) duvida de uma poss&iacute;vel concord&acirc;ncia entre representantes de diferentes &aacute;reas do conhecimento a respeito do tempo.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 25.65pt;text-align: justify\">\n\t(E)&nbsp; questiona os meios at&eacute; agora utilizados para calcular o transcorrer do tempo, que &eacute; sempre mut&aacute;vel.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A express&atilde;o &ldquo;<em>o desafio de m&uacute;ltiplos significados<\/em>&rdquo; &eacute; desenvolvida na frase seguinte, em que aponta o &ldquo;<em>tempo do rel&oacute;gio<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>a n&atilde;o mensur&aacute;vel dura&ccedil;&atilde;o do <\/em><em>tempo vivido<\/em>&rdquo;, al&eacute;m do &ldquo;<em>tempo do Direito<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, a alternativa correta &eacute; a (B), pois realmente se refere &agrave;s diversas possibilidades de percep&ccedil;&atilde;o da passagem do tempo e de seu sentido (&ldquo;<em>m&uacute;ltiplos significados<\/em>&rdquo;).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada, pois o que esclarece o emprego de tal express&atilde;o &eacute; a diferen&ccedil;a entre o tempo do rel&oacute;gio, a n&atilde;o mensur&aacute;vel dura&ccedil;&atilde;o do tempo vivido e o tempo do Direito, os quais se encontram no mesmo par&aacute;grafo. Vale lembrar que esses m&uacute;ltiplos significados do tempo podem apontar para a necessidade da sabedoria para equacionar os problemas que surgem; mas n&atilde;o podemos dizer que seja isso que esclarece aquela express&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois n&atilde;o h&aacute; oposi&ccedil;&atilde;o entre o tempo individual e o coletivo, h&aacute;, sim, necessidade de conjug&aacute;-los.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois o autor n&atilde;o duvida de uma poss&iacute;vel concord&acirc;ncia entre representantes de diferentes &aacute;reas do conhecimento a respeito do tempo. &Eacute; o contr&aacute;rio. A pr&oacute;pria frase inicial do segundo par&aacute;grafo vai contra esta afirma&ccedil;&atilde;o. Ela afirma que &ldquo;A vasta reflex&atilde;o dos <u>pensadores<\/u>, dos <u>poetas<\/u> e <u>cientistas<\/u> sobre o estatuto do tempo e seu entendimento aponta para uma complexidade que carrega no seu bojo <strong><u>o desafio de m&uacute;ltiplos significados<\/u><\/strong>&rdquo;. Assim, os representantes de diferentes &aacute;reas apontam para um mesmo t&oacute;pico: o desafio de m&uacute;ltiplos significados.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois a express&atilde;o em destaque n&atilde;o transmite nenhum ind&iacute;cio de questionamento sobre os meios at&eacute; agora utilizados para calcular o transcorrer do tempo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>B<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t4. Considere:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAs decis&otilde;es referentes &#8230;&#8230; medidas que dizem respeito &#8230;&#8230; toda a sociedade devem ser tomadas com sabedoria, cada uma &#8230;&#8230; seu tempo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAs lacunas da frase acima estar&atilde;o corretamente preenchidas, respectivamente, por:\n<\/p>\n<p>\n\t(A) &agrave;s &#8211; a &#8211; &agrave;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (B) as &#8211; a &#8211; &agrave;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (C) as &#8211; &agrave; &#8211; &agrave;\n<\/p>\n<p>\n\t(D) &agrave;s &#8211; a &#8211; a&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (E) &agrave;s &#8211; &agrave; &ndash; a\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: O adjetivo &ldquo;<em>referentes<\/em>&rdquo; exige a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;a&rdquo;. Como o substantivo &ldquo;<em>medidas<\/em>&rdquo; admitiu o artigo &ldquo;<em>as<\/em>&rdquo;, ocorre a crase. Assim, eliminamos as alternativas (B) e (C).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O pronome indefinido &ldquo;<em>toda<\/em>&rdquo; n&atilde;o admite ser antecipado pelo artigo &ldquo;<em>a<\/em>&rdquo;. Assim, n&atilde;o pode haver crase e eliminamos a alternativa (E).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A express&atilde;o &ldquo;<em>seu tempo<\/em>&rdquo; &eacute; masculina. Assim, n&atilde;o pode haver crase.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por isso, a alternativa correta &eacute; a (D).&nbsp;&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>D<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t5. <em>A<\/em><em> vasta reflex&atilde;o dos pensadores, dos poetas e cientistas sobre o estatuto do tempo e seu entendimento <u>aponta<\/u> para uma complexidade &#8230;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNas frases seguintes, considere o emprego do verbo grifado acima:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 28.5pt;text-align: justify\">\n\tI. &nbsp;&nbsp; O assessor encarregado pelo Ministro de analisar o processo apontou-lhe as dificuldades em conseguir um acordo satisfat&oacute;rio entre as partes.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 28.5pt;text-align: justify\">\n\tII. &nbsp; O desempenho de um dos membros do Conselho Administrativo levou os demais a apontarem-no, de forma un&acirc;nime, para dirigir a empresa.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 28.5pt;text-align: justify\">\n\tIII. O Presidente, diante da insatisfa&ccedil;&atilde;o gerada por medidas impopulares, apontou &agrave; frente dos manifestantes, tentando acalmar os &acirc;nimos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEst&aacute; correta a reg&ecirc;ncia do verbo <strong>apontar <\/strong>em\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t(A) II e III, apenas.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (B) II, apenas.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (C) I e III, apenas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t(D) I, II e III.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (E) I e II, apenas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Note que a quest&atilde;o pede a reg&ecirc;ncia verbal, isto &eacute;, o emprego da preposi&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o, dependendo da transitividade do verbo. Note que, dependendo do contexto, a reg&ecirc;ncia verbal pode mudar.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A frase I est&aacute; correta, pois o verbo &ldquo;<em>apontou<\/em>&rdquo; est&aacute; sendo empregado no sentido de &ldquo;<em>mostrar<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>identificar<\/em>&rdquo;. Assim, &eacute; transitivo direto e indireto, o termo &ldquo;<em>as dificuldades<\/em>&rdquo; &eacute; o objeto direto e o pronome &ldquo;<em>lhe<\/em>&rdquo; &eacute; o objeto indireto.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A frase II est&aacute; correta, pois o verbo &ldquo;<em>apontarem<\/em>&rdquo; est&aacute; sendo empregado no sentido de &ldquo;<em>indicar<\/em>&rdquo;. Assim, &eacute; transitivo direto e &eacute; seguido do pronome &ldquo;o&rdquo;. Como o verbo termina em &ldquo;m&rdquo;, esse pronome recebe &ldquo;n&rdquo; (apontarem-no).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que o pronome &ldquo;o&rdquo; tamb&eacute;m poderia ficar antecipado deste verbo. Como a quest&atilde;o n&atilde;o pediu coloca&ccedil;&atilde;o pronominal, apenas reg&ecirc;ncia, n&atilde;o precisamos nos preocupar com a posi&ccedil;&atilde;o do pronome.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A frase III tamb&eacute;m est&aacute; correta, pois &ldquo;<em>apontou<\/em>&rdquo; est&aacute; sendo empregado no sentido figurado de &ldquo;<em>aparecer<\/em>&rdquo;. Assim, &eacute; intransitivo. Perceba que o presidente n&atilde;o indicou a frente das manifesta&ccedil;&otilde;es, ele apareceu &agrave; frente delas. Assim, o verbo &eacute; intransitivo e o termo &ldquo;<em>&agrave; frente dos manifestantes<\/em>&rdquo; &eacute; o adjunto adverbial de lugar (Apontou <strong>onde<\/strong>? Apareceu <strong>onde<\/strong>?).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Esse adjunto adverbial de lugar est&aacute; antecipado da locu&ccedil;&atilde;o prepositiva &ldquo;&agrave; frente de&rdquo;, por isso h&aacute; crase.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que esta estrutura tamb&eacute;m poderia ter sido iniciada pelas locu&ccedil;&otilde;es prepositivas &ldquo;<em>na frente de<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>em frente a<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>diante de<\/em>&rdquo;. Veja:\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<em>O Presidente (&#8230;) apontou <strong><u>&agrave; frente d<\/u><\/strong><u>os manifestantes<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<em>O Presidente (&#8230;) apontou <strong><u>na frente d<\/u><\/strong><u>os manifestantes<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<em>O Presidente (&#8230;) apontou <strong><u>em frente a<\/u><\/strong><u>os manifestantes<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<em>O Presidente (&#8230;) apontou <strong><u>diante d<\/u><\/strong><u>os manifestantes<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>D<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t6 &#8230; <em>para lidar com a estrutura de possibilidades do tempo no mundo <strong><u>em que<\/u><\/strong> estamos inseridos.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tA lacuna que dever&aacute; ser preenchida pela express&atilde;o grifada acima est&aacute; em:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t&nbsp;(A) A &eacute;poca &#8230;&#8230; vivemos, assolada pela revolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, embaralha a sincroniza&ccedil;&atilde;o dos fatos.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; A conclus&atilde;o &#8230;&#8230; podemos chegar, diante da instabilidade pol&iacute;tica em algumas regi&otilde;es, &eacute; a de que falta sabedoria aos governantes.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; A sabedoria &#8230;&#8230; necessitamos para solucionar problemas cotidianos dever&aacute; ser buscada sempre.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) As medidas a serem tomadas &#8230;&#8230; se chegue &agrave; solu&ccedil;&atilde;o dos conflitos ser&atilde;o anunciadas no momento oportuno.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(E)&nbsp; As expectativas da sociedade nem sempre se realizam diante das dificuldades mais amplas &#8230;&#8230; se defrontam os governantes.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Note que na estrutura oracional, o substantivo &ldquo;mundo&rdquo; est&aacute; sendo caracterizado pela ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva restritiva &ldquo;<strong><em><u>em que<\/u><\/em><\/strong><em> estamos inseridos&rdquo;.<\/em> Nesta ora&ccedil;&atilde;o, o sujeito &eacute; oculto e subentende &ldquo;<em>n&oacute;s<\/em>&rdquo;, o verbo &ldquo;<em>estamos<\/em>&rdquo; &eacute; de liga&ccedil;&atilde;o e o adjetivo &ldquo;<em>inseridos<\/em>&rdquo; &eacute; o predicativo do sujeito. Assim, o termo &ldquo;<em>em que<\/em>&rdquo; &eacute; o adjunto adverbial de lugar (<em>Estamos inseridos <strong>onde<\/strong>?<\/em> <em><u>No mundo<\/u><\/em>).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O trabalho, agora, &eacute; achar a ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva e sublinhar o verbo. Como a quest&atilde;o cobra apenas a reg&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o ao pronome relativo, fica mais f&aacute;cil achar o seu sujeito, pois devemos identific&aacute;-lo pela concord&acirc;ncia do verbo em rela&ccedil;&atilde;o a ele.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois devemos perceber os complementos verbais e qual deles &eacute; iniciado pela preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>em<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) &eacute; a correta, pois a ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva a ser grifada &eacute; &ldquo;<em>&#8230;vivemos<\/em>&rdquo;. O sujeito &eacute; oculto, subentendendo &ldquo;n&oacute;s&rdquo;. O verbo &ldquo;<em>vivemos<\/em>&rdquo; &eacute; intransitivo e o seu adjunto adverbial deve se iniciar pela preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>em<\/em>&rdquo;: &ldquo;<em>vivemos <strong><u>na &eacute;poca<\/u><\/strong><\/em>&rdquo;. Veja:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>A &eacute;poca <strong><u>em que<\/u><\/strong><u> vivemos<\/u>, assolada pela revolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, embaralha a sincroniza&ccedil;&atilde;o dos fatos.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A express&atilde;o pronominal &ldquo;<em>em que<\/em>&rdquo; pode ser substitu&iacute;da por &ldquo;<em>na qual<\/em>&rdquo;, sem preju&iacute;zo sem&acirc;ntico:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>A &eacute;poca <strong><u>na qual<\/u><\/strong><u> vivemos<\/u>, assolada pela revolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, embaralha a sincroniza&ccedil;&atilde;o dos fatos.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois a ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva &eacute; &ldquo;<em>&#8230;&#8230; podemos chegar<\/em>&rdquo;. O sujeito &eacute; oculto (n&oacute;s), a locu&ccedil;&atilde;o verbal &ldquo;<em>podemos chegar<\/em>&rdquo; &eacute; transitiva indireta (podemos chegar <strong>a qu&ecirc;<\/strong>?), pois o substantivo &ldquo;<em>conclus&atilde;o<\/em>&rdquo; n&atilde;o &eacute; um lugar, concorda?!!! Assim, cabe o objeto indireto &ldquo;<em>a que<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>A conclus&atilde;o <strong><u>a que<\/u><\/strong><u> podemos chegar<\/u>, diante da instabilidade pol&iacute;tica em algumas regi&otilde;es, &eacute; a de que falta sabedoria aos governantes.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A express&atilde;o pronominal &ldquo;<em>a que<\/em>&rdquo; pode ser substitu&iacute;da por &ldquo;&agrave; qual&rdquo;, sem preju&iacute;zo sem&acirc;ntico:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>A conclus&atilde;o <strong><u>&agrave; qual<\/u><\/strong><u> podemos chegar<\/u>, diante da instabilidade pol&iacute;tica em algumas regi&otilde;es, &eacute; a de que falta sabedoria aos governantes.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois a ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva &eacute; &ldquo;<em>&#8230;necessitamos<\/em>&rdquo;. O sujeito &eacute; oculto (n&oacute;s) e o verbo &eacute; transitivo indireto e exige a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;de&rdquo;: <em>necessitamos <strong>de qu&ecirc;<\/strong><\/em>? Assim, cabe o objeto indireto &ldquo;<em>de que<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>A sabedoria <strong><u>de que<\/u><\/strong><u> necessitamos<\/u> para solucionar problemas cotidianos dever&aacute; ser buscada sempre.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A express&atilde;o pronominal &ldquo;<em>de que<\/em>&rdquo; pode ser substitu&iacute;da por &ldquo;<em>da qual<\/em>&rdquo;, sem preju&iacute;zo sem&acirc;ntico:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>A sabedoria <strong><u>da qual<\/u><\/strong><u> necessitamos<\/u> para solucionar problemas cotidianos dever&aacute; ser buscada sempre.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois a ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>&#8230; se chegue &agrave; solu&ccedil;&atilde;o dos conflitos<\/em>&rdquo; n&atilde;o caracteriza um substantivo anterior, como vimos nas demais alternativas. Ela &eacute; adverbial e tem o valor de finalidade. Por isso, cabe a locu&ccedil;&atilde;o conjuntiva &ldquo;<em>para que<\/em>&rdquo;:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>As medidas a serem tomadas <strong><u>para que<\/u><\/strong><u> se chegue &agrave; solu&ccedil;&atilde;o dos conflitos<\/u> ser&atilde;o anunciadas no momento oportuno.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois a ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>&#8230; se defrontam os governantes<\/em>&rdquo; &eacute; subordinada adjetiva. O sujeito &eacute; &ldquo;<em>os governantes<\/em>&rdquo;, o verbo &ldquo;<em>defrontar<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e indireto, o pronome &ldquo;se&rdquo; &eacute; rec&iacute;proco na fun&ccedil;&atilde;o de objeto direto e &ldquo;<em>com que<\/em>&rdquo; &eacute; o objeto indireto: <em>os governantes defrontam-se <strong>com as dificuldades<\/strong>&#8230;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>As expectativas da sociedade nem sempre se realizam diante das dificuldades mais amplas <strong><u>com que<\/u><\/strong><u> se defrontam os governantes<\/u><\/em>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A express&atilde;o pronominal &ldquo;<em>com que<\/em>&rdquo; pode ser substitu&iacute;da por &ldquo;<em>com as quais<\/em>&rdquo;, sem preju&iacute;zo sem&acirc;ntico:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>As expectativas da sociedade nem sempre se realizam diante das dificuldades mais amplas <strong><u>com as quais<\/u><\/strong><u> se defrontam os governantes<\/u><\/em>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<u>Observa&ccedil;&atilde;o<\/u>: O pronome rec&iacute;proco, como referenciado anteriormente, &eacute; aquele que transmite uma a&ccedil;&atilde;o aplicada a uma segunda pessoa, a qual responde essa a&ccedil;&atilde;o &agrave; primeira. Ocorre muito com os verbos &ldquo;<em>abra&ccedil;ar<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>cumprimentar<\/em>&rdquo;, pois s&atilde;o a&ccedil;&otilde;es que necessitam de resposta: uma pessoa cumprimenta outra e esta devolve &agrave; primeira a a&ccedil;&atilde;o de cumprimentar:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\n\t<em>Os alunos cumprimentaram-se.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tO mesmo ocorre com o verbo &ldquo;abra&ccedil;ar&rdquo;:\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<em>Os amigos abra&ccedil;aram-se.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>A<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAten&ccedil;&atilde;o: As quest&otilde;es de n&uacute;meros 7 a 13 baseiam-se no texto seguinte.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Um conjunto recente de pesquisas na &aacute;rea da neuroci&ecirc;ncia sugere uma reflex&atilde;o acerca dos efeitos devastadores do computador sobre a tradi&ccedil;&atilde;o da escrita em papel. Por meio da observa&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro de crian&ccedil;as e adultos, verificou-se de forma bastante clara que a escrita de pr&oacute;prio punho provoca, na regi&atilde;o dedicada ao processamento das informa&ccedil;&otilde;es armazenadas na mem&oacute;ria, uma atividade significativamente mais intensa do que a da digita&ccedil;&atilde;o, o que tem conex&atilde;o direta com a elabora&ccedil;&atilde;o e a express&atilde;o de ideias. Est&aacute; provado tamb&eacute;m que o ato de escrever desencadeia liga&ccedil;&otilde;es entre os neur&ocirc;nios naquela parte do c&eacute;rebro que faz o reconhecimento visual das palavras, contribuindo assim para a fluidez da leitura. Com a digita&ccedil;&atilde;o, essa &aacute;rea fica inativa.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Na Antiguidade, os eg&iacute;pcios tinham nas letras um objeto sagrado, inventado pelos deuses. Sin&ocirc;nimo de status, a caligrafia irretoc&aacute;vel foi por s&eacute;culos na China um pr&eacute;-requisito para ingressar na prestigiada carreira p&uacute;blica. No Brasil, a caligrafia constava entre as habilidades avaliadas nos exames de admiss&atilde;o do antigo gin&aacute;sio at&eacute; a d&eacute;cada de 70, e era ensinada com esmero na sala de aula. <\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>O h&aacute;bito da escrita vem caindo em desuso &agrave; medida que o computador se dissemina. At&eacute; aqui a palavra foi eternizada em papel (ou pedra, pergaminho, papiro), que se encarregou de registrar a hist&oacute;ria da humanidade. O computador traz nova dimens&atilde;o &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o de conhecimentos e &agrave; intera&ccedil;&atilde;o entre as gera&ccedil;&otilde;es que chegam aos bancos escolares. Para elas, escrever &agrave; m&atilde;o corre o risco de se tornar apenas mais um registro do passado guardado em arquivo digital.<\/em>\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t<em>(Lu&iacute;s Guilherme Barrucho. <\/em><strong><em>Veja<\/em><\/strong><em>, 27 de julho de 2011. p. 94, com adapta&ccedil;&otilde;es)<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t7. O autor\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t&nbsp;(A) exp&otilde;e uma situa&ccedil;&atilde;o atual, com exemplos e dados de pesquisas, referente ao uso do computador e &agrave;s consequ&ecirc;ncias para o funcionamento do c&eacute;rebro.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; relata, com exemplos, como a escrita se tornou o instrumento fundamental, durante s&eacute;culos, para o desenvolvimento humano.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; recria, com base na hist&oacute;ria, fatos marcantes que demonstram a superioridade da escrita manual sobre a digita&ccedil;&atilde;o feita no computador.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) defende a substitui&ccedil;&atilde;o da escrita manual, em vista da ampla dissemina&ccedil;&atilde;o do computador e da facilidade decorrente da digita&ccedil;&atilde;o de textos.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(E)&nbsp; critica a atual tend&ecirc;ncia a abandonar a escrita manual, ainda que reconhe&ccedil;a a maior legibilidade dos textos digitados.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Esta quest&atilde;o trabalha, antes da interpreta&ccedil;&atilde;o do texto, a sua estrutura.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Veja que a quest&atilde;o n&atilde;o pergunta a ideia principal do texto, pois assim seria at&eacute; mais f&aacute;cil. Simplesmente nos pede como o texto foi desenvolvido.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, preste aten&ccedil;&atilde;o nos verbos das alternativas: &ldquo;<em>exp&otilde;e<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>relata<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>recria<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>defende<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>critica<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note a primeira frase, a qual &eacute; entendida como a tese, a ideia-n&uacute;cleo do texto: &ldquo;<em>Um conjunto recente de pesquisas na &aacute;rea da neuroci&ecirc;ncia <u>sugere uma reflex&atilde;o<\/u> acerca dos efeitos devastadores do computador sobre a tradi&ccedil;&atilde;o da escrita em papel.&rdquo;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, com base em pesquisas recentes sobre a neuroci&ecirc;ncia, podemos pensar a respeito dos efeitos negativos do computador em contraposi&ccedil;&atilde;o &agrave; escrita manual.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) &eacute; a correta. Para isso, vamos transcrever esta alternativa e em seguida os trechos do texto que a confirmam:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&ldquo;<em>O autor exp&otilde;e uma <u>situa&ccedil;&atilde;o atual<\/u>&sup1;, com <u>exemplos e dados de pesquisas<\/u>&sup2;, referente ao uso do computador e &agrave;s <u>consequ&ecirc;ncias para o funcionamento do c&eacute;rebro<\/u>&sup3;.&rdquo;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t1: &nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;<em>efeitos devastadores do computador&rdquo;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>2: &nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;Por meio da observa&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro de crian&ccedil;as e adultos, verificou-se de forma bastante clara que a escrita de pr&oacute;prio punho provoca, na regi&atilde;o dedicada ao processamento das informa&ccedil;&otilde;es armazenadas na mem&oacute;ria, uma atividade significativamente mais intensa do que a da digita&ccedil;&atilde;o&rdquo;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;Est&aacute; provado tamb&eacute;m que o ato de escrever desencadeia liga&ccedil;&otilde;es entre os neur&ocirc;nios naquela parte do c&eacute;rebro que faz o reconhecimento visual das palavras, contribuindo assim para a fluidez da leitura.&rdquo;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t3: &nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;<em>Com a digita&ccedil;&atilde;o, essa &aacute;rea<\/em> (<em>regi&atilde;o dedicada ao processamento das informa&ccedil;&otilde;es armazenadas na mem&oacute;ria<\/em>)<em> fica inativa.&rdquo;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada. Ela nos direciona ao segundo par&aacute;grafo, mas este se restringe ao valor da escrita manual atrav&eacute;s dos tempos, para no terceiro contrastar com o problema da digita&ccedil;&atilde;o, pela dissemina&ccedil;&atilde;o do uso do computador.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, o autor n&atilde;o relata, com exemplos, o modo como a escrita se tornou o instrumento fundamental. O segundo par&aacute;grafo &eacute; uma estrat&eacute;gia argumentativa que usa a import&acirc;ncia da escrita manual atrav&eacute;s dos tempos para contrastar com o problema da digita&ccedil;&atilde;o no s&eacute;culo atual.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada. O verbo &ldquo;recriar&rdquo; transmite a no&ccedil;&atilde;o de narrar fatos hist&oacute;ricos. Realmente h&aacute; fatos hist&oacute;ricos apontados no segundo par&aacute;grafo, os quais foram usados para contrastar com o risco da digita&ccedil;&atilde;o, de acordo com o subs&iacute;dio de pesquisas que apontam problemas de concentra&ccedil;&atilde;o pela falta da escrita manual.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas o problema &eacute; a palavra &ldquo;<em>superioridade<\/em>&rdquo;. Ela n&atilde;o cabe no contexto, pois essa superioridade &eacute; relativa. Nos tempos atuais, h&aacute; muitos benef&iacute;cios da digita&ccedil;&atilde;o, que em determinadas situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o impens&aacute;veis com a escrita manual. Veja o que se diz no par&aacute;grafo de conclus&atilde;o: &ldquo;<em>O computador traz nova dimens&atilde;o &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o de conhecimentos e &agrave; intera&ccedil;&atilde;o entre as gera&ccedil;&otilde;es&rdquo;.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, n&atilde;o se pode afirmar que h&aacute; &ldquo;<em>superioridade<\/em>&rdquo; da escrita manual sobre a digita&ccedil;&atilde;o de textos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois o texto <strong><u>n&atilde;o defende a substitui&ccedil;&atilde;o de um processo por outro<\/u><\/strong>. Ele apenas nos relata a diferen&ccedil;a entre os processos, resgatando a hist&oacute;ria como ponto de valoriza&ccedil;&atilde;o da escrita manual.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois o texto n&atilde;o tem a inten&ccedil;&atilde;o de criticar a atual tend&ecirc;ncia de abandono da escrita manual. Ele nos aponta o risco disso, mas n&atilde;o deixa de registrar a import&acirc;ncia atual do computador. Tamb&eacute;m n&atilde;o h&aacute; refer&ecirc;ncia ao reconhecimento da maior legibilidade dos textos digitados.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>A<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t8. &#8230; <em><u>o<\/u><\/em><em> que tem conex&atilde;o direta com a elabora&ccedil;&atilde;o e a express&atilde;o de ideias. <\/em>(1&ordm; par&aacute;grafo)\n<\/p>\n<p>\n\tNo contexto, o pronome grifado acima substitui, especificamente:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; a <em>observa&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro de crian&ccedil;as e adultos.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; <em>a escrita de pr&oacute;prio punho provoca <\/em>(&#8230;) <em>uma atividade significativamente mais intensa do que a da digita&ccedil;&atilde;o.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; <em>um conjunto recente de pesquisas na &aacute;rea da neuroci&ecirc;ncia.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) <em>uma reflex&atilde;o acerca dos efeitos devastadores do computador.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(E)&nbsp; <em>a tradi&ccedil;&atilde;o da escrita em papel.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Esta quest&atilde;o trabalha a coes&atilde;o referencial, isto &eacute;, retomada de palavras, express&otilde;es ou ora&ccedil;&otilde;es (expressando uma a&ccedil;&atilde;o). Esse recurso tem como meio o pronome demonstrativo &ldquo;o&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que o pronome demonstrativo &ldquo;o&rdquo; normalmente tem valor de &ldquo;aquele&rdquo; (retoma pessoa), &ldquo;aquilo&rdquo; (retoma coisa ou a&ccedil;&atilde;o) ou &ldquo;isso&rdquo; (retoma a&ccedil;&atilde;o).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Neste contexto, este pronome tem valor de &ldquo;isso&rdquo;, ent&atilde;o retoma uma a&ccedil;&atilde;o. Veja o primeiro par&aacute;grafo:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&ldquo;<em>Um conjunto recente de pesquisas na &aacute;rea da neuroci&ecirc;ncia sugere uma reflex&atilde;o acerca dos efeitos devastadores do computador sobre a tradi&ccedil;&atilde;o da escrita em papel. Por meio da observa&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro de crian&ccedil;as e adultos, verificou-se de forma bastante clara que <u>a escrita de pr&oacute;prio punho provoca, na regi&atilde;o dedicada ao processamento das informa&ccedil;&otilde;es armazenadas na mem&oacute;ria, uma atividade significativamente mais intensa do que a da digita&ccedil;&atilde;o<\/u>, <strong><u>o<\/u><\/strong> que tem conex&atilde;o direta com a elabora&ccedil;&atilde;o e a express&atilde;o de ideias.&rdquo;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, podemos entender que <u>o fato de a escrita provocar uma atividade mais intensa do que a digita&ccedil;&atilde;o<\/u> tem conex&atilde;o direta com a elabora&ccedil;&atilde;o e a express&atilde;o de ideias.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, a alternativa correta &eacute; a (B).\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>B<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t9. O teor do 2&ordm; par&aacute;grafo constitui\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; demonstra&ccedil;&atilde;o, com informa&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas, da import&acirc;ncia social atribu&iacute;da &agrave; caligrafia.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; hist&oacute;rico das condi&ccedil;&otilde;es determinantes da op&ccedil;&atilde;o pela escrita manual em antigas civiliza&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; justificativa, com base em argumentos, da perda do valor tradicional da escrita manual.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) proposta, a partir da import&acirc;ncia da caligrafia, de sua manuten&ccedil;&atilde;o, apesar da concorr&ecirc;ncia do computador.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(E)&nbsp; verifica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica da superioridade atual da digita&ccedil;&atilde;o sobre a escrita manual.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Esta quest&atilde;o trabalha a estrutura textual. Assim se quer que interpretemos o objetivo do segundo par&aacute;grafo no texto. &nbsp;&nbsp;&nbsp; Por isso, preste aten&ccedil;&atilde;o nos substantivos que iniciam as alternativas: &ldquo;demonstra&ccedil;&atilde;o&rdquo;, &ldquo;hist&oacute;rico&rdquo;, &ldquo;justificativa&rdquo;, &ldquo;proposta&rdquo; e &ldquo;verifica&ccedil;&atilde;o&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) &eacute; a correta, pois &ldquo;demonstra&ccedil;&atilde;o&rdquo; &eacute; uma forma de desenvolvimento do tema por meio da exemplifica&ccedil;&atilde;o. Assim, as informa&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas (de que para os eg&iacute;pcios as letras eram um objeto sagrado; na China, caligrafia era sin&ocirc;nimo de &ldquo;status&rdquo;; e, no Brasil, a caligrafia constava entre as habilidades avaliadas nos exames de admiss&atilde;o do antigo gin&aacute;sio at&eacute; a d&eacute;cada de 70, e era ensinada com esmero na sala de aula) expressas neste par&aacute;grafo confirmam a import&acirc;ncia social atribu&iacute;da &agrave; caligrafia.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, primeiro porque n&atilde;o houve um <u>hist&oacute;rico das condi&ccedil;&otilde;es determinantes<\/u> da op&ccedil;&atilde;o pela escrita manual; h&aacute; apenas um relato hist&oacute;rico sobre a import&acirc;ncia da escrita manual, mas n&atilde;o se referiu apenas &agrave;s antigas civiliza&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois o segundo par&aacute;grafo real&ccedil;a a import&acirc;ncia social da escrita manual, e n&atilde;o a perda de seu valor.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As alternativas (D) e (E) est&atilde;o erradas, porque este par&aacute;grafo n&atilde;o faz refer&ecirc;ncia a computador.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>A<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t10. Identifica-se no texto correla&ccedil;&atilde;o imediata entre\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; o ensino da escrita manual nas escolas e o aumento da digita&ccedil;&atilde;o no computador.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; op&ccedil;&atilde;o pela escrita em papel e registros da hist&oacute;ria da humanidade.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; abandono da escrita manual e dissemina&ccedil;&atilde;o do uso do computador.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) prefer&ecirc;ncia atual pelo uso do computador e pesquisas cient&iacute;ficas.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(E)&nbsp; as pesquisas na &aacute;rea da neuroci&ecirc;ncia e a import&acirc;ncia da caligrafia.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A correla&ccedil;&atilde;o imediata &eacute; entendida como processo que se caracteriza pela implica&ccedil;&atilde;o <u>m&uacute;tua de dois termos<\/u>, e no qual h&aacute; depend&ecirc;ncia dos elementos. Assim, a quest&atilde;o nos motiva a achar no texto dois elementos que possuem rela&ccedil;&atilde;o direta, dependente uma da outra.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Essa rela&ccedil;&atilde;o est&aacute; expressa na primeira frase do par&aacute;grafo de conclus&atilde;o. Note a locu&ccedil;&atilde;o conjuntiva proporcional &ldquo;<em>&agrave; medida que<\/em>&rdquo;, a qual evidencia a liga&ccedil;&atilde;o direta entre a diminui&ccedil;&atilde;o do &ldquo;<em>h&aacute;bito da escrita<\/em>&rdquo; e o aumento do uso do &ldquo;<em>computador<\/em>&rdquo;: &ldquo;<em>O h&aacute;bito da escrita vem caindo em desuso <u>&agrave; medida que<\/u> o computador se dissemina.&rdquo;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Agora, compare com a alternativa (C), que &eacute; a correta:\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<em><u>abandono da escrita manual<\/u><\/em><em> e <u>dissemina&ccedil;&atilde;o do uso do computador<\/u>.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Perceba que as demais alternativas n&atilde;o possuem liga&ccedil;&atilde;o direta e depend&ecirc;ncia entre uma a&ccedil;&atilde;o e outra.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>C<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:19.85pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t11. &#8230; <em>do antigo gin&aacute;sio at&eacute; a d&eacute;cada de 70, e <u>era ensinada<\/u> com esmero na sala de aula. <\/em>(final do 2&ordm; par&aacute;grafo)\n<\/p>\n<p>\n\tA forma verbal que mant&eacute;m o sentido e a corre&ccedil;&atilde;o da que est&aacute; grifada acima &eacute;:\n<\/p>\n<p>\n\t(A) tinham-se ensinado.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (B) teria sido ensinado.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) ensinavam.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; (D) se ensinava.\n<\/p>\n<p>\n\t(E) foi se ensinando.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A locu&ccedil;&atilde;o verbal da voz passiva anal&iacute;tica &ldquo;<em>era ensinada<\/em>&rdquo; pode ser transposta para a voz passiva sint&eacute;tica. Basta que se retire o verbo &ldquo;<em>era<\/em>&rdquo;, mantenha este tempo verbal (pret&eacute;rito imperfeito do indicativo) no verbo principal (<em>ensinava<\/em>) e insira o pronome apassivador &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo;. Veja a estrutura:\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<em><u>a caligrafia<\/u><\/em><em> &#8230; <u>era ensinada<\/u> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <u>ensinava<\/u>&#8211;<u>se<\/u>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <u>caligrafia<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp; sujeito paciente + locu&ccedil;&atilde;o verbal&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VTD +&nbsp; P.Ap.+ sujeito paciente\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;voz passiva anal&iacute;tica &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;voz passiva sint&eacute;tica\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>D<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:19.85pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:19.85pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t12. <em>At&eacute; aqui a palavra foi eternizada em papel (ou pedra, pergaminho, papiro), que se encarregou de registrar a hist&oacute;ria da humanidade.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tNo segmento isolado pelos par&ecirc;nteses identifica-se\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; restri&ccedil;&atilde;o feita &agrave; constata&ccedil;&atilde;o de que o papel foi o elemento mais not&aacute;vel na hist&oacute;ria de algumas civiliza&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; rol das conquistas obtidas por alguns povos, principalmente em &eacute;pocas mais antigas, que testemunharam seu grau de cultura.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; s&eacute;rie de alternativas que indicam meios utilizados para registrar a hist&oacute;ria da humanidade em diferentes &eacute;pocas.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) enumera&ccedil;&atilde;o de registros legados por diversas civiliza&ccedil;&otilde;es como testemunhos de seu desenvolvimento.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(E)&nbsp; grada&ccedil;&atilde;o marcada pela sequ&ecirc;ncia de elementos, de acordo com sua import&acirc;ncia na hist&oacute;ria da humanidade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A express&atilde;o entre par&ecirc;nteses &eacute; um coment&aacute;rio do autor que insere os outros meios (al&eacute;m do papel) de registros de conhecimento humano atrav&eacute;s dos tempos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, a alternativa correta &eacute; a (C), pois realmente esses voc&aacute;bulos entre par&ecirc;nteses s&atilde;o uma &ldquo;s&eacute;rie de alternativas que indicam meios utilizados para registrar a hist&oacute;ria da humanidade em diferentes &eacute;pocas.&rdquo;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada, pois n&atilde;o se registrou nesta express&atilde;o &ldquo;restri&ccedil;&atilde;o&rdquo; a que o &ldquo;papel&rdquo; seja o mais importante.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois a express&atilde;o entre par&ecirc;nteses n&atilde;o quis referenciar as <u>conquistas<\/u> propriamente ditas da humanidade, mas os <u>meios de registrar<\/u> as diversas conquistas da humanidade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois houve uma enumera&ccedil;&atilde;o dos meios utilizados para registrar as conquistas da humanidade, e n&atilde;o os registros propriamente ditos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois n&atilde;o houve uma sequ&ecirc;ncia gradual de elementos, de acordo com sua import&acirc;ncia. O texto n&atilde;o evidenciou n&iacute;veis de import&acirc;ncia dentre esses elementos. Podemos notar que cada um foi importante em seu tempo.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>C<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tO tema da pr&oacute;xima quest&atilde;o voc&ecirc; encontra na minha <a href=\"https:\/\/d3eaq9o21rgr1g.cloudfront.net\/aula-temp\/129810\/89904893691\/curso-23524-aula-00-v1.pdf?Expires=1492869390&amp;Signature=MR2fxm6l~DvR~gf4GPA3GklqSe3ejZ5HtSmPBHiYscd-oAZyTxMgXBtqOP0TU-NOgu8mbGJK-NOi-zofEGtQyN-a67sLT8t0r13rwfeK1M1Q4lJ7J-Au4OEu4jV0RvLsa3bWLjLUroYFfpSBn-aphAImdXgOOFS3oNz3Fln9T-A_&amp;Key-Pair-Id=APKAIKHUAVWTIL5FVANA\" target=\"_blank\">aula demonstrativa<\/a> do <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/curso\/portugues-p-tre-pr-todos-os-cargos-com-videoaulas\/\" target=\"_blank\">curso de Portugu&ecirc;s para o TRE PR<\/a>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:19.85pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t13. <em>Na Antiguidade, os eg&iacute;pcios <u>tinham<\/u> nas letras um objeto sagrado, inventado pelos deuses.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tO verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima est&aacute; em:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:22.8pt\">\n\t(A) .<em>.. a caligrafia constava entre as habilidades avaliadas nos exames de admiss&atilde;o do antigo gin&aacute;sio at&eacute; a d&eacute;cada de 70 &#8230;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:22.8pt\">\n\t(B) <em>&#8230; entre as gera&ccedil;&otilde;es que chegam aos bancos escolares. <\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:22.8pt\">\n\t(C) <em>Por meio da observa&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro de crian&ccedil;as e adultos, verificou-se de forma bastante clara &#8230;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:22.8pt\">\n\t(D) <em>&#8230; que o ato de escrever desencadeia liga&ccedil;&otilde;es entre os neur&ocirc;nios &#8230;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:22.7pt\">\n\t(E) <em>Com a digita&ccedil;&atilde;o, essa &aacute;rea fica inativa.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: O verbo &ldquo;<em>tinham<\/em>&rdquo; est&aacute; flexionado no pret&eacute;rito imperfeito do indicativo. Ele possui a desin&ecirc;ncia modo-temporal &ldquo;-<em>ia<\/em>&rdquo;, por&eacute;m este verbo &eacute; irregular. Assim, recebe a nasaliza&ccedil;&atilde;o por meio do &ldquo;<em>nh<\/em>&rdquo; (&ldquo;-<em>inha<\/em>&rdquo;: <em>t<strong>inha<\/strong><\/em>).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O mesmo tempo ocorre com a alternativa (A), pois o verbo &ldquo;<em>constava<\/em>&rdquo; apresenta a desin&ecirc;ncia modo-temporal de primeira conjuga&ccedil;&atilde;o &ldquo;-<em>va<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nas alternativas (B), (D) e (E), os verbos &ldquo;<em>chegam<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>desencadeia<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>fica<\/em>&rdquo; est&atilde;o flexionados no presente do indicativo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na alternativa (C), o verbo &ldquo;<em>verificou<\/em>&rdquo; est&aacute; flexionado no pret&eacute;rito perfeito do indicativo.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>A<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAten&ccedil;&atilde;o: As quest&otilde;es de n&uacute;meros 14 a 19 baseiam-se no texto seguinte.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>No in&iacute;cio, o uso em larga escala do petr&oacute;leo teve um impacto ambiental positivo. Quando o querosene se mostrou mais eficiente e barato para a ilumina&ccedil;&atilde;o, a matan&ccedil;a de baleias, que forneciam o &oacute;leo dos lampi&otilde;es e lamparinas, caiu drasticamente. Desde ent&atilde;o, descobriram-se mil e uma utilidades para o petr&oacute;leo. Um site dos EUA chegou a listar quase dois mil produtos de uso cotidiano que n&atilde;o poderiam ser feitos ou teriam custos proibitivos sem o petr&oacute;leo. Entre eles a aspirina, o capacete de motociclista e o paraquedas.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Portanto, a era do petr&oacute;leo est&aacute; ainda muito longe de ser completamente substitu&iacute;da por aquilo que se convencionou chamar de Era do Verde. Em vez de acabar, a cada dia se descobrem novos usos para as fibras sint&eacute;ticas oriundas do petr&oacute;leo, novos usos para seus m&uacute;ltiplos elementos qu&iacute;micos, que t&ecirc;m as mol&eacute;culas quebradas pelo calor para dar origem a outro elemento, a outro produto. A maioria desses usos &eacute; nobre, j&aacute; que eles aumentam o nosso conforto, o nosso bem-estar, a nossa sa&uacute;de.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>O grande problema da ind&uacute;stria petroqu&iacute;mica &eacute; ter como insumo b&aacute;sico um bem finito, o petr&oacute;leo, fato que a torna insustent&aacute;vel no tempo. Al&eacute;m disso, &eacute; altamente poluente. <\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t<em>(Manuel Lume. <\/em><strong><em>CartaCapital, <\/em><\/strong><em>27 de abril de 2011. p.52-55, com adapta&ccedil;&otilde;es)<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t14. O autor\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 22.8pt;text-align: justify\">\n\t(A) analisa, com base em exemplos e observa&ccedil;&otilde;es, a import&acirc;ncia do petr&oacute;leo no mundo moderno, conquanto se trate de um produto n&atilde;o renov&aacute;vel e bastante poluidor.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 22.8pt;text-align: justify\">\n\t(B) assinala a tend&ecirc;ncia atual de substitui&ccedil;&atilde;o do petr&oacute;leo por produtos ecol&oacute;gicos, por serem estes n&atilde;o poluentes e, ainda, respeitarem o meio ambiente.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 22.8pt;text-align: justify\">\n\t(C) discute a necessidade de substitui&ccedil;&atilde;o do petr&oacute;leo por fontes alternativas, voltadas para a preserva&ccedil;&atilde;o do ambiente e, ao mesmo tempo, para a sa&uacute;de humana.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 22.8pt;text-align: justify\">\n\t(D) defende um maior controle no uso do petr&oacute;leo, embora ele tenha propiciado um grande avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico com a obten&ccedil;&atilde;o de produtos diversos, utilizados na rotina di&aacute;ria.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 22.7pt;text-align: justify\">\n\t(E) indica os diversos benef&iacute;cios trazidos &agrave; sa&uacute;de humana pelo petr&oacute;leo, especialmente devido &agrave;s pesquisas destinadas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos novos e mais eficazes.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) &eacute; a correta, pois o autor <strong><u>analisa<\/u><\/strong> a import&acirc;ncia que o petr&oacute;leo ainda desperta nos dias de hoje (&ldquo;<em>descobriram-se mil e uma utilidades para o petr&oacute;leo&rdquo;<\/em>). Para isso, usa alguns <strong><u>exemplos<\/u><\/strong> como &ldquo;<em>a aspirina, o capacete de motociclista e o paraquedas<\/em>&rdquo; e <strong><u>observa&ccedil;&otilde;es<\/u><\/strong>, como &ldquo;<em>a era do petr&oacute;leo est&aacute; ainda muito longe de ser completamente substitu&iacute;da por aquilo que se convencionou chamar de Era do Verde&rdquo;<\/em>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Al&eacute;m disso, h&aacute; uma ressalva do autor, por meio do &uacute;ltimo par&aacute;grafo do texto: &ldquo;<em>O grande problema da ind&uacute;stria petroqu&iacute;mica &eacute; ter como insumo b&aacute;sico um bem finito, o petr&oacute;leo, fato que a torna insustent&aacute;vel no tempo. Al&eacute;m disso, &eacute; altamente poluente.<\/em>&rdquo;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois o autor <strong><u>n&atilde;o<\/u><\/strong> assinala <u>a <strong>tend&ecirc;ncia<\/strong> atual de substitui&ccedil;&atilde;o<\/u> do petr&oacute;leo por produtos ecol&oacute;gicos. Ele confirma o contr&aacute;rio na frase &ldquo;<em>Portanto, a era do petr&oacute;leo est&aacute; ainda <u>muito longe de ser completamente substitu&iacute;da<\/u> por aquilo que se convencionou chamar de Era do Verde&rdquo;<\/em>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois o texto n&atilde;o discute a necessidade de substitui&ccedil;&atilde;o do petr&oacute;leo por fontes alternativas, ele apenas esclarece que o petr&oacute;leo <u>ainda tem uma utilidade<\/u> muito grande em nossa economia e registra que <u>ser&aacute; dif&iacute;cil a substitui&ccedil;&atilde;o<\/u> por uma fonte alternativa.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois o autor n&atilde;o defende um maior controle no uso do petr&oacute;leo, ele simplesmente <u>registra a sua import&acirc;ncia<\/u>.&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois extrapola o conte&uacute;do do texto. O autor n&atilde;o nos indica &ldquo;especialmente&rdquo; as pesquisas destinadas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de medicamentos, apenas nos mostra que a &ldquo;<em>aspirina<\/em>&rdquo; (dentre os produtos voltados &agrave; sa&uacute;de humana) &eacute; um dos medicamentos derivados do petr&oacute;leo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>A<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t15. O segmento grifado est&aacute; sendo substitu&iacute;do pelo pronome de modo INCORRETO em:\n<\/p>\n<p>\n\t(A) <em>que t&ecirc;m <u>as mol&eacute;culas<\/u> <\/em>= que t&ecirc;m-las\n<\/p>\n<p>\n\t(B) <em>j&aacute; que eles aumentam <u>o nosso conforto<\/u> <\/em>= j&aacute; que eles o aumentam\n<\/p>\n<p>\n\t(C) <em>teve <u>um impacto ambiental positivo<\/u> <\/em>= teve-o\n<\/p>\n<p>\n\t(D) <em>que forneciam <u>o &oacute;leo dos lampi&otilde;es e lamparinas<\/u> <\/em>= que o forneciam\n<\/p>\n<p>\n\t(E) <em>teriam <u>custos proibitivos<\/u> <\/em>= t&ecirc;-los-iam\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) &eacute; a errada. O verbo &ldquo;<em>t&ecirc;m<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e o objeto direto &ldquo;<em>as mol&eacute;culas<\/em>&rdquo; realmente pode ser substitu&iacute;do pelo pronome &ldquo;<em>as<\/em>&rdquo;; por&eacute;m o pronome relativo &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo; &eacute; palavra atrativa. Assim, deve haver pr&oacute;clise: <em>que <strong>as<\/strong> t&ecirc;m<\/em>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na alternativa (B), o verbo &ldquo;<em>aumentam<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e o termo &ldquo;<em>o nosso conforto<\/em>&rdquo; &eacute; o objeto direto. Assim, pode ser substitu&iacute;do pelo pronome &ldquo;<em>o<\/em>&rdquo; e este fica posicionado antes do verbo tendo em vista o pronome &ldquo;<em>eles<\/em>&rdquo; atrair.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; correta, pois o verbo &ldquo;<em>teve<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e o termo &ldquo;<em>um impacto ambiental positivo&rdquo;<\/em> &eacute; o objeto direto e pode ser substitu&iacute;do pelo pronome &ldquo;<em>o<\/em>&rdquo;: <em>teve-o<\/em>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; correta, pois o verbo &ldquo;<em>forneciam<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e o termo &ldquo;<em>o &oacute;leo dos lampi&otilde;es e lamparinas&rdquo;<\/em> &eacute; o objeto direto, o qual pode ser substitu&iacute;do pelo pronome &ldquo;<em>o<\/em>&rdquo;, pois o n&uacute;cleo &eacute; &ldquo;<em>&oacute;leo<\/em>&rdquo;. Este pronome est&aacute; posicionado antes do verbo porque est&aacute; sendo atra&iacute;do pelo voc&aacute;bulo &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; correta, pois o verbo &ldquo;<em>teriam<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e o objeto direto &ldquo;<em>custos proibitivos<\/em>&rdquo; pode ser substitu&iacute;do pelo pronome &ldquo;<em>os<\/em>&rdquo;. Como este verbo est&aacute; flexionado no futuro do pret&eacute;rito do indicativo, ocorre a mes&oacute;clise (teriam+<strong>os<\/strong> &rarr; ter+<strong>os<\/strong>+iam &rarr; t&ecirc;-<strong>los<\/strong>-iam).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>A<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t16. <em>A<\/em><em> maioria desses usos &eacute; nobre, j&aacute; que eles aumentam o nosso conforto, o nosso bem-estar, a nossa sa&uacute;de.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tConsidere as afirmativas seguintes sobre o emprego das v&iacute;rgulas no segmento acima.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\tI. &nbsp;&nbsp; A v&iacute;rgula colocada ap&oacute;s <strong><em>&eacute; nobre<\/em><\/strong> pode ser retirada, sem preju&iacute;zo da corre&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\tII. A v&iacute;rgula que separa as express&otilde;es <strong><em>o nosso bem-estar, a nossa sa&uacute;de<\/em><\/strong> pode ser corretamente substitu&iacute;da por um <strong>e<\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\tIII. &nbsp; A v&iacute;rgula ap&oacute;s a express&atilde;o <em>o nosso conforto <\/em>pode ser substitu&iacute;da por dois-pontos, sem preju&iacute;zo da corre&ccedil;&atilde;o e do sentido original.\n<\/p>\n<p>\n\tEst&aacute; correto o que se afirma APENAS em\n<\/p>\n<p>\n\t(A) III.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t(B) II.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t(C) I e III.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) I e II.\n<\/p>\n<p>\n\t(E) I.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: O gabarito oficial <strong><u>definitivo<\/u><\/strong> deu como errada a frase I, o que foi muito contestado &agrave; &eacute;poca da prova, por&eacute;m a banca n&atilde;o voltou atr&aacute;s.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ela entendeu a ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>j&aacute; que eles aumentam o nosso conforto, o nosso bem-estar, a nossa sa&uacute;de<\/em>&rdquo; como coordenada sind&eacute;tica explicativa.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Isso &eacute; comprovado porque esta banca vez por outra cobra a possibilidade de substitui&ccedil;&atilde;o da conjun&ccedil;&atilde;o coordenativa explicativa e a v&iacute;rgula por dois-pontos sem conjun&ccedil;&atilde;o. Veja:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>A maioria desses usos &eacute; nobre<\/em><strong><em>:<\/em><\/strong><em> eles aumentam o nosso conforto, o nosso bem-estar, a nossa sa&uacute;de.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tamb&eacute;m percebemos com travess&atilde;o. Veja:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>A maioria desses usos &eacute; nobre <\/em><strong><em>\u2012<\/em><\/strong><em> eles aumentam o nosso conforto, o nosso bem-estar, a nossa sa&uacute;de.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, conseguimos entender que a v&iacute;rgula &eacute; obrigat&oacute;ria.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A frase II est&aacute; correta, pois s&atilde;o tr&ecirc;s os elementos em enumera&ccedil;&atilde;o (&ldquo;<em>o nosso conforto, o nosso bem-estar, a nossa sa&uacute;de&rdquo;<\/em>). Assim, entre o pen&uacute;ltimo e o &uacute;ltimo, cabe a conjun&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>e<\/em>&rdquo; no lugar da v&iacute;rgula.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com esta nova constru&ccedil;&atilde;o, a conjun&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>e<\/em>&rdquo; deixa mais claro o &uacute;ltimo termo, tendo em vista uma melhor entona&ccedil;&atilde;o final.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A frase III est&aacute; errada, pois, na estrutura &ldquo;<em>j&aacute; que eles aumentam o nosso conforto, o nosso bem-estar, a nossa sa&uacute;de.&rdquo;<\/em>, h&aacute; uma enumera&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s elementos. Assim, eles s&atilde;o o objeto direto composto do verbo &ldquo;<em>aumentam<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com a inser&ccedil;&atilde;o de dois-pontos entre o primeiro termo e o segundo, haver&aacute; <strong><u>uma mudan&ccedil;a brusca de sentido<\/u><\/strong>, pois os dois termos finais (&ldquo;<em>o nosso bem-estar, a nossa sa&uacute;de&rdquo;<\/em>) passar&atilde;o a ser o aposto explicativo do primeiro (&ldquo;<em>o nosso conforto&rdquo;<\/em>).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>B<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t17. <em>A<\/em><em> maioria desses usos &eacute; nobre, j&aacute; que eles aumentam o nosso conforto, o nosso bem-estar, a nossa sa&uacute;de. O grande problema da ind&uacute;stria petroqu&iacute;mica &eacute; ter como insumo b&aacute;sico um bem finito, o petr&oacute;leo, fato que a torna insustent&aacute;vel no tempo.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA 2&ordf; frase apresenta, com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; 1&ordf;, no&ccedil;&atilde;o de\n<\/p>\n<p>\n\t(A) proporcionalidade.\n<\/p>\n<p>\n\t(B) temporalidade.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) consequ&ecirc;ncia.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) finalidade.\n<\/p>\n<p>\n\t(E) ressalva.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Veja que primeiro se falou de &ldquo;<em>conforto<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>bem-estar<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>sa&uacute;de<\/em>&rdquo; (elementos positivos). Em seguida, &eacute; inserida uma frase com express&otilde;es negativas como &ldquo;<em>grande problema<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>insustent&aacute;vel<\/em>&rdquo;. Assim, h&aacute; uma ideia contrastante entre a segunda frase e a primeira. Tanto assim, que podemos unir esses dois per&iacute;odos com a conjun&ccedil;&atilde;o &ldquo;<strong><em>mas<\/em><\/strong>&rdquo;. Veja:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>A maioria desses usos &eacute; nobre, j&aacute; que eles aumentam o nosso conforto, o nosso bem-estar, a nossa sa&uacute;de; <strong><u>mas<\/u><\/strong> o grande problema da ind&uacute;stria petroqu&iacute;mica &eacute; ter como insumo b&aacute;sico um bem finito, o petr&oacute;leo, fato que a torna insustent&aacute;vel no tempo.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, a alternativa correta &eacute; a (E), pois &ldquo;<em>ressalva<\/em>&rdquo; &eacute; o mesmo que &ldquo;<em>contraste<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>E<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t18. &#8230; <em>que <u>forneciam<\/u> o &oacute;leo dos lampi&otilde;es e lamparinas, <u>caiu<\/u> drasticamente. <\/em>(1&ordm; par&aacute;grafo)\n<\/p>\n<p>\n\tO emprego das formas verbais grifadas acima indica, respectivamente,\n<\/p>\n<p>\n\t(A) fato anterior a outro tamb&eacute;m passado e a&ccedil;&atilde;o repetida.\n<\/p>\n<p>\n\t(B) fato terminado e declara&ccedil;&atilde;o enf&aacute;tica de um fato.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) a&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua no passado e fato consumado.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) hip&oacute;tese que pode ser comprovada e declara&ccedil;&atilde;o prolongada no tempo.\n<\/p>\n<p>\n\t(E) ideia aproximada e fato que acontece habitualmente.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Veja que o pret&eacute;rito imperfeito do indicativo (&ldquo;<em>forneciam<\/em>&rdquo;) &eacute; empregado quando se quer evidenciar uma a&ccedil;&atilde;o prolongada no passado, uma regularidade no passado; j&aacute; o verbo no pret&eacute;rito perfeito do indicativo transmite que a a&ccedil;&atilde;o j&aacute; acabou, consumou-se.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, a alternativa (C) &eacute; a correta.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada, pois &ldquo;<em>fato anterior a outro tamb&eacute;m passado<\/em>&rdquo; sinalizaria o tempo pret&eacute;rito mais-que-perfeito do indicativo. A express&atilde;o &ldquo;<em>a&ccedil;&atilde;o repetida<\/em>&rdquo; tem rela&ccedil;&atilde;o com regularidade da a&ccedil;&atilde;o, o que caberia ao pret&eacute;rito imperfeito do indicativo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois &ldquo;<em>fato terminado<\/em>&rdquo; &eacute; sinalizado pelo tempo pret&eacute;rito perfeito do indicativo. A express&atilde;o &ldquo;<em>declara&ccedil;&atilde;o enf&aacute;tica de um fato<\/em>&rdquo; ocorre com um fato futuro, mas com verbo no presente. Veja:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Neste ano, <u>passarei<\/u> no concurso<\/em>. (<u>futuro do presente do indicativo<\/u>: a&ccedil;&atilde;o sem &ecirc;nfase)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNeste ano, <u>passo<\/u> no concurso. (<u>presente do indicativo<\/u> no lugar do futuro, denotando <strong><u>&ecirc;nfase na a&ccedil;&atilde;o<\/u><\/strong>, motiva&ccedil;&atilde;o a algo)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois &ldquo;<em>hip&oacute;tese<\/em>&rdquo; &eacute; marcada pelo futuro do pret&eacute;rito do indicativo ou com verbos no modo subjuntivo. Uma &ldquo;<em>declara&ccedil;&atilde;o prolongada no tempo<\/em>&rdquo; pode ser expressa pelo tempo pret&eacute;rito perfeito composto do indicativo (<em><u>Tenho estudado<\/u> bastante<\/em>) ou pela locu&ccedil;&atilde;o &ldquo;vir + ger&uacute;ndio&rdquo; (&ldquo;<em><u>Venho estudando<\/u> bastante<\/em>&rdquo;). Os dois processos verbais mostram um prolongamento da a&ccedil;&atilde;o desde o passado at&eacute; o momento atual.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois n&atilde;o h&aacute; um tempo verbal que transmita uma &ldquo;<em>ideia aproximada<\/em>&rdquo;. J&aacute; o verbo no presente do indicativo transmite uma regularidade, um &ldquo;<em>fato que acontece habitualmente<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>C<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t19. A concord&acirc;ncia verbal e nominal est&aacute; inteiramente correta em:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(A)&nbsp; Tem sido feito, em todo o planeta, esfor&ccedil;os no sentido de preservar os recursos naturais, muitos dos quais j&aacute; vem se esgotando.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(B)&nbsp; A &aacute;gua, um dos recursos naturais essenciais &agrave; vida no planeta, j&aacute; se mostram escassos em regi&otilde;es bastante populosas.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(C)&nbsp; A garantia de sobreviv&ecirc;ncia de nossa esp&eacute;cie dever&aacute; basear-se na conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre a necess&aacute;ria preserva&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(D)&nbsp; O mundo moderno, apesar das pesquisas que se desenvolve atualmente, ainda dependem dos derivados de petr&oacute;leo.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.65pt\">\n\t(E)&nbsp; &Eacute; sabido de todos as situa&ccedil;&otilde;es que resulta em desastre para o meio ambiente do uso excessivo de pesticidas agr&iacute;colas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Para realizarmos a quest&atilde;o de concord&acirc;ncia, basta grifar o verbo e localizar seu sujeito. Lembre-se de que o sujeito n&atilde;o pode ser antecipado de preposi&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada, pois a locu&ccedil;&atilde;o verbal &ldquo;<em>Tem sido feito<\/em>&rdquo; deve ser flexionada no plural, pois seu sujeito &eacute; &ldquo;<em>esfor&ccedil;os<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A locu&ccedil;&atilde;o verbal &ldquo;<em>vem esgotando<\/em>&rdquo; &eacute; transitiva direta, o pronome &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo; &eacute; apassivador e o sujeito paciente &eacute; &ldquo;<em>muitos dos quais<\/em>&rdquo;, cujo n&uacute;cleo &ldquo;<em>muitos<\/em>&rdquo; est&aacute; no plural e leva esta locu&ccedil;&atilde;o ao plural.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para termos certeza de que h&aacute; pronome apassivador, basta transformarmos a voz passiva sint&eacute;tica em anal&iacute;tica:\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<em>&#8230;<u>muitos<\/u> dos quais j&aacute; <strong>v&ecirc;m se esgotando<\/strong>.<\/em> (voz passiva sint&eacute;tica)\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t&nbsp; <em>&#8230; <u>muitos<\/u> dos quais j&aacute; <strong>v&ecirc;m sendo esgotados<\/strong>.<\/em> (voz passiva anal&iacute;tica)\n<\/p>\n<p>\n\t<strong><em>T&ecirc;m sido feitos<\/em><\/strong><em>, em todo o planeta, <u>esfor&ccedil;os<\/u> no sentido de preservar os recursos naturais, <u>muitos<\/u> dos quais j&aacute; <strong>v&ecirc;m se esgotando<\/strong>.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois o sujeito &ldquo;<em>A &aacute;gua<\/em>&rdquo; deve levar o verbo &ldquo;<em>mostram<\/em>&rdquo; ao singular (<strong>mostra<\/strong>). Esse verbo &eacute; transitivo direto, o pronome &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo; &eacute; reflexivo na fun&ccedil;&atilde;o de objeto direto (<em>mostrar a si mesma<\/em>), o qual &eacute; caracterizado pelo predicativo do objeto direto &ldquo;<em>escassos<\/em>&rdquo;. Por isso, esse predicativo deve se flexionar no feminino singular (<strong>escassa<\/strong>), pois se refere ao pronome reflexivo &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo; e este retoma &ldquo;<em>A &aacute;gua<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que a palavra &ldquo;<em>bastante<\/em>&rdquo; n&atilde;o se flexiona por ser um adv&eacute;rbio que intensifica o adjetivo &ldquo;<em>populosas<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<em><u>A &aacute;gua<\/u><\/em><em>, um dos recursos naturais essenciais &agrave; vida no planeta, j&aacute; <u>se<\/u> <strong>mostra<\/strong> <strong>escassa<\/strong> em regi&otilde;es bastante populosas<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) &eacute; a correta, pois o n&uacute;cleo do sujeito (&ldquo;<em>garantia<\/em>&rdquo;) leva o verbo &ldquo;<em>dever&aacute; basear-se<\/em>&rdquo; ao singular. Al&eacute;m disso, o adjetivo &ldquo;<em>necess&aacute;ria<\/em>&rdquo; concorda corretamente com &ldquo;<em>preserva&ccedil;&atilde;o<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>A <u>garantia<\/u> de sobreviv&ecirc;ncia de nossa esp&eacute;cie <u>dever&aacute; basear<\/u>-se na conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre a <u>necess&aacute;ria<\/u> <u>preserva&ccedil;&atilde;o<\/u> dos recursos naturais<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;<em>desenvolve<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto. O pronome &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo; &eacute; apassivador e seu sujeito paciente &eacute; o pronome relativo &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo;, o qual retoma o substantivo plural &ldquo;<em>pesquisas<\/em>&rdquo;. Assim, esse verbo deve se flexionar no plural (pesquisas se <strong>desenvolvem<\/strong><strong>&rarr;<\/strong>pesquisas <strong>s&atilde;o desenvolvidas<\/strong>). Al&eacute;m disso, o verbo &ldquo;<em>dependem<\/em>&rdquo; deve se flexionar no singular, pois seu sujeito &eacute; o termo singular &ldquo;<em>O mundo moderno<\/em>&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t<em><u>O mundo moderno<\/u><\/em><em>, apesar das <u>pesquisas<\/u> <u>que<\/u> se <strong>desenvolvem<\/strong> atualmente, ainda <strong>depende<\/strong> dos derivados de petr&oacute;leo.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois a locu&ccedil;&atilde;o verbal da voz passiva &ldquo;<em>&Eacute; sabido<\/em>&rdquo; deve se flexionar no plural e no feminino, pois&nbsp; sujeito paciente &eacute; &ldquo;<em>as situa&ccedil;&otilde;es<\/em>&rdquo;. Note que o agente da passiva &eacute; &ldquo;<em>de todos<\/em>&rdquo;. Veja a transforma&ccedil;&atilde;o de voz ativa para a voz passiva anal&iacute;tica:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>&nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<u>Todos<\/u><\/em><em>&nbsp;&nbsp; <u>sabem<\/u>&nbsp; <u>as situa&ccedil;&otilde;es<\/u> <\/em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>&nbsp;<u>as situa&ccedil;&otilde;es<\/u> <u>s&atilde;o sabidas<\/u> <u>de\/por todos<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tsujeito agente +&nbsp;VTD&nbsp;+&nbsp;OD (paciente) &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;sujeito paciente&nbsp; +&nbsp; locu&ccedil;&atilde;o verbal&nbsp; + agente da passiva&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;voz ativa&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; voz passiva\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Al&eacute;m disso, o verbo &ldquo;<em>resulta<\/em>&rdquo; tem como sujeito o pronome relativo &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo;, o qual retoma o substantivo plural &ldquo;<em>situa&ccedil;&otilde;es<\/em>&rdquo;. Assim, esse verbo deve se flexionar tamb&eacute;m no plural (<em>situa&ccedil;&otilde;es que <strong>resultam<\/strong><\/em>).\n<\/p>\n<p>\n\t<strong><em>S&atilde;o sabidas<\/em><\/strong><em> de todos <u>as situa&ccedil;&otilde;es<\/u> <u>que<\/u> <strong>resultam<\/strong> em desastre para o meio ambiente do uso excessivo de pesticidas agr&iacute;colas<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>C<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t20. <em>A extens&atilde;o do rio Paran&aacute; lhe rendeu o posto de o nono rio mais longo do mundo.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A extens&atilde;o do rio tamb&eacute;m foi respons&aacute;vel pelo nome, de origem tupi. Paran&aacute; significa &aacute;gua grande. <\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O rio Paran&aacute; tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea ambiental, como a pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, a pesca predat&oacute;ria e a constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tAs informa&ccedil;&otilde;es acima se reproduzem em um s&oacute; per&iacute;odo, com respeito ao sentido original, &agrave; clareza, &agrave; corre&ccedil;&atilde;o e &agrave; l&oacute;gica, em:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A)&nbsp; O rio Paran&aacute; que significa &aacute;gua grande, de origem tupi, tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea ambiental, como a pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, a pesca predat&oacute;ria, e a constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens que lhe rendeu o posto de o nono rio mais extenso do mundo.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B)&nbsp; A extens&atilde;o do rio Paran&aacute;, onde lhe rendeu o posto de o nono rio mais longo do mundo, tamb&eacute;m respons&aacute;vel pelo nome, de origem tupi, em que Paran&aacute; significa &aacute;gua grande, ele tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea ambiental, como a pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, a pesca predat&oacute;ria e a constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C)&nbsp; O rio Paran&aacute;, cuja a extens&atilde;o rendeu o posto de o nono mais extenso do mundo, tamb&eacute;m foi respons&aacute;vel pelo nome que, sendo de origem tupi, Paran&aacute; significa &aacute;gua grande, e tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea ambiental, como a pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, a pesca predat&oacute;ria e a constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) A extens&atilde;o do rio Paran&aacute; tamb&eacute;m foi respons&aacute;vel pelo nome que tem, de origem tupi, j&aacute; que Paran&aacute; significa &aacute;gua grande, e o nono rio mais extenso do mundo, mas o rio tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea ambiental, visto que a pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, a pesca predat&oacute;ria e a constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(E)&nbsp; O rio Paran&aacute;, cuja extens&atilde;o lhe rendeu o posto de o nono rio mais longo do mundo e &eacute; tamb&eacute;m respons&aacute;vel pelo nome, de origem tupi, que significa &aacute;gua grande, tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea ambiental, em raz&atilde;o da pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, da pesca predat&oacute;ria e da constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Esta &eacute; a t&iacute;pica quest&atilde;o da FCC que aborda &ldquo;<em>reda&ccedil;&atilde;o, confronto de frases<\/em>&rdquo;. Os conte&uacute;dos de cada frase ser&atilde;o enfatizados por negrito (frase 1), grifado (frase 2), negrito e grifado (frase 3). A frase 4 n&atilde;o ter&aacute; destaque. Agora, acompanhe as informa&ccedil;&otilde;es:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 1. <strong>A<\/strong><strong> extens&atilde;o do rio Paran&aacute; lhe rendeu o posto de o nono rio mais longo do mundo<\/strong>.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2. <u>A<\/u><u> extens&atilde;o do rio tamb&eacute;m foi respons&aacute;vel pelo nome, de origem tupi. <\/u>3. <strong><u>Paran&aacute; significa &aacute;gua grande<\/u><\/strong>. <\/em>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 4. O rio Paran&aacute; tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea ambiental, como a pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, a pesca predat&oacute;ria e a constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada, pois n&atilde;o foi &ldquo;<em>a constru&ccedil;&atilde;o das grandes barragens<\/em>&rdquo; que rendeu ao rio Paran&aacute; o posto de o nono rio mais extenso do mundo.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>O rio Paran&aacute; <strong><u>que significa &aacute;gua grande<\/u><\/strong><u>&sup3;<\/u>, <u>de origem tupi&sup2;,<\/u> tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea ambiental, como a pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, a pesca predat&oacute;ria, e a constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens<sup>4<\/sup> <strong>que lhe rendeu o posto de o nono rio mais extenso do mundo&sup1;<\/strong>.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois o pronome &ldquo;<em>onde<\/em>&rdquo; est&aacute; funcionando como sujeito, o que &eacute; incorreto gramaticalmente. O ideal &eacute; a substitui&ccedil;&atilde;o pelo pronome &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo; ou &ldquo;<em>a qual<\/em>&rdquo;. Al&eacute;m disso, perceba que o pronome &ldquo;ele&rdquo; est&aacute; incorreto, pois o sujeito do verbo&nbsp; &ldquo;tem sofrido&rdquo; j&aacute; est&aacute; expresso (&ldquo;A extens&atilde;o do Rio Paran&aacute;&rdquo;).\n<\/p>\n<p>\n\t<strong><em>A extens&atilde;o do rio Paran&aacute;, onde lhe rendeu o posto de o nono rio mais longo do mundo<\/em><\/strong><em>, <u>tamb&eacute;m respons&aacute;vel pelo nome, de origem tupi<\/u>, em que <strong><u>Paran&aacute;<\/u><\/strong><strong><u> significa &aacute;gua grande<\/u><\/strong>, ele tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea ambiental, como a pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, a pesca predat&oacute;ria e a constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois o pronome &ldquo;<em>cuja<\/em>&rdquo; n&atilde;o admite ser sucedido por artigo. Assim, devemos retir&aacute;-lo. Al&eacute;m desse erro, h&aacute; v&aacute;rios outros, como:\n<\/p>\n<p>\n\ta) o emprego equivocado do verbo &ldquo;sendo&rdquo;, o qual inicia uma ora&ccedil;&atilde;o subordinada adverbial que n&atilde;o cabe neste contexto;\n<\/p>\n<p>\n\tb) emprego de v&iacute;rgula antes do &ldquo;e&rdquo;;\n<\/p>\n<p>\n\tc) a ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>Paran&aacute; significa &aacute;gua grande<\/em>&rdquo; encontra-se numa posi&ccedil;&atilde;o que traz preju&iacute;zo &agrave; clareza e &agrave; coes&atilde;o no texto. Note como ela est&aacute; desconexa.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>O rio Paran&aacute;, <strong>cuja a extens&atilde;o rendeu o posto de o nono mais extenso do mundo<\/strong>, <u>tamb&eacute;m foi respons&aacute;vel pelo nome<\/u> que, sendo <u>de origem tupi<\/u>, <strong><u>Paran&aacute; significa &aacute;gua grande<\/u><\/strong>, e tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea<\/em> <em>ambiental, como a pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, a pesca predat&oacute;ria e a constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois a palavra denotativa &ldquo;<em>tamb&eacute;m<\/em>&rdquo; s&oacute; pode ser empregada em adi&ccedil;&atilde;o de um termo a outro anterior, mas note que este voc&aacute;bulo est&aacute; na primeira ora&ccedil;&atilde;o, o que &eacute; incorreto.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Al&eacute;m disso, perceba que a express&atilde;o &ldquo;<em>o nono rio mais extenso do mundo&rdquo;<\/em> est&aacute; em adi&ccedil;&atilde;o &agrave; ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>Paran&aacute; significa &aacute;gua grande<\/em>&rdquo;, o que traz preju&iacute;zo ao sentido original, pois &ldquo;<em>o nono rio mais extenso do mundo&rdquo;<\/em> tem rela&ccedil;&atilde;o &eacute; com a extens&atilde;o desse rio, e n&atilde;o com o significado do nome.\n<\/p>\n<p>\n\t<em><u>A extens&atilde;o do rio Paran&aacute; tamb&eacute;m foi respons&aacute;vel pelo nome<\/u><\/em><em> que tem, <u>de origem tupi<\/u>, j&aacute; que <strong><u>Paran&aacute; significa &aacute;gua grande<\/u><\/strong>, e <strong>o nono rio mais extenso do mundo<\/strong>, mas o rio tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea ambiental, visto que a pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, a pesca predat&oacute;ria e a constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) &eacute; a correta. Note que, nesta frase, n&atilde;o h&aacute; repeti&ccedil;&atilde;o da palavra &ldquo;Paran&aacute;&rdquo;. Perceba que as ora&ccedil;&otilde;es subordinadas adjetivas explicativas &ldquo;<strong><em>cuja extens&atilde;o lhe rendeu o posto de o nono rio mais longo do mundo<\/em><\/strong><em> e <u>&eacute; tamb&eacute;m respons&aacute;vel pelo nome, de origem tupi<\/u><\/em>&rdquo; est&atilde;o coordenadas entre si. Al&eacute;m disso, note que a ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<strong><em><u>que significa &aacute;gua grande<\/u><\/em><\/strong><em>&rdquo;<\/em> caracteriza o substantivo &ldquo;nome&rdquo;. Assim, esta &eacute; a frase correta.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>O rio Paran&aacute;, <strong>cuja extens&atilde;o lhe rendeu o posto de o nono rio mais longo do mundo<\/strong>&sup1; e <u>&eacute; tamb&eacute;m respons&aacute;vel pelo nome, de origem tupi&sup2;<\/u>, <strong><u>que significa &aacute;gua grande<\/u><\/strong><u>&sup3;<\/u>, tem sofrido profundos impactos na &aacute;rea ambiental, em raz&atilde;o da pr&oacute;pria navega&ccedil;&atilde;o, da pesca predat&oacute;ria e da constru&ccedil;&atilde;o de grandes barragens<sup>4<\/sup><\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>E<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>Agora, vamos a uma an&aacute;lise dos conte&uacute;dos!<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>Edital do concurso TRE PR 2012 <\/strong>\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>T&eacute;cnico Judici&aacute;rio &ndash; &Aacute;rea Administrativa<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tOrtografia oficial. Acentua&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica. Flex&atilde;o nominal e verbal.&nbsp; Pronomes: emprego, formas de tratamento e coloca&ccedil;&atilde;o. Emprego de tempos e modos verbais. Vozes do verbo. Concord&acirc;ncia nominal e verbal. Reg&ecirc;ncia nominal e verbal. Ocorr&ecirc;ncia de crase. Pontua&ccedil;&atilde;o. Reda&ccedil;&atilde;o (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas). Intelec&ccedil;&atilde;o de texto.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>Quadro-resumo das quest&otilde;es com rela&ccedil;&atilde;o ao conte&uacute;do do edital:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 1: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 2: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 3: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 4: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Ocorr&ecirc;ncia de crase.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 5: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Reg&ecirc;ncia nominal e verbal.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 6: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Reg&ecirc;ncia nominal e verbal.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 7: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 8: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Pronomes: emprego.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 9: &nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 10: &nbsp; <\/strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 11:<\/strong> Vozes do verbo.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 12: &nbsp; <\/strong>Pontua&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 13: &nbsp; <\/strong>Emprego de tempos e modos verbais.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 14: &nbsp; <\/strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 15: &nbsp; <\/strong>Pronomes: emprego.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 16: &nbsp; <\/strong>Pontua&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 17: &nbsp; <\/strong>Valor sem&acirc;ntico de conjun&ccedil;&atilde;o (Intelec&ccedil;&atilde;o de texto).\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 18: &nbsp; <\/strong>Emprego de tempos e modos verbais.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 19: &nbsp; <\/strong>Concord&acirc;ncia nominal e verbal.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:92.15pt\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 20: &nbsp; <\/strong>Reda&ccedil;&atilde;o (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAssim, podemos eleger uma prioridade de estudo com base nos temas mais relevantes, ordenando de forma decrescente os temas que mais caem nas provas, da seguinte forma:\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t1&deg; &nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Intelec&ccedil;&atilde;o de texto<\/strong>. (8 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p>\n\t2&deg;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Reg&ecirc;ncia verbal e nominal<\/strong>. (2 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pontua&ccedil;&atilde;o. <\/strong>(2 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Pronomes: emprego<\/strong>. (2 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Emprego de tempos e modos verbais<\/strong>. (2 ocorr&ecirc;ncias)\n<\/p>\n<p>\n\t6&deg;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Concord&acirc;ncia nominal e verbal<\/strong>. (1 ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Reda&ccedil;&atilde;o<\/strong> (confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas). (1 ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Ocorr&ecirc;ncia de crase.<\/strong> (1 ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Vozes do verbo<\/strong>. (1 ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t10&deg;&nbsp;&nbsp; <strong>Flex&atilde;o nominal e verbal<\/strong>. (nenhuma ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Ortografia oficial<\/strong>. (nenhuma ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Acentua&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica<\/strong>. (nenhuma ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Pronomes: formas de tratamento e coloca&ccedil;&atilde;o<\/strong>. (nenhuma ocorr&ecirc;ncia)\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tBom!\n<\/p>\n<p>\n\tEspero ter ajudado voc&ecirc; a perceber&nbsp;como a banca cobrou o conte&uacute;do de Portugu&ecirc;s nesta prova.\n<\/p>\n<p>\n\tSe gostou deste artigo, compartilhe com os amigos, comente abaixo e deixe sugest&otilde;es!\n<\/p>\n<p>\n\tOutra coisa: toda quinta-feira &agrave;s 19 horas, temos a <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/quinta-com-terror\/\" target=\"_blank\">Quinta com Terror<\/a> e voc&ecirc; pode assistir do meu canal You Tube (<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCu5mMewoQZGIjsbgM6UanLg\" target=\"_blank\">D&eacute;cio Terror<\/a>) e no canal do <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UChvwkhC3eHxJsVxW_ItDjdA?spfreload=5\" target=\"_blank\">Estrat&eacute;gia Concursos<\/a>.\n<\/p>\n<p>\n\tPor falar nisso, inscreva-se no <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCu5mMewoQZGIjsbgM6UanLg\" target=\"_blank\">meu canal do You Tube<\/a>! Temos que bater a meta de&nbsp;50.000 inscritos ainda neste m&ecirc;s! D&ecirc; essa for&ccedil;a para o professor!!!!\n<\/p>\n<p>\n\tGrande abra&ccedil;o a todos!\n<\/p>\n<p>\n\tD&eacute;cio Terror<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prova comentada Portugu&ecirc;s TRE PR T&eacute;cnico 2012 Ol&aacute;, pessoal! Hoje faremos a Primeira Maratona TRE PR, por isso decidi colocar o coment&aacute;rio da &uacute;ltima prova, para que voc&ecirc; j&aacute; possa entender a forma como a banca cobra. Sabendo como foi a prova, &eacute; mais f&aacute;cil perceber o que e como estudar. 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