{"id":70846,"date":"2017-04-15T08:31:03","date_gmt":"2017-04-15T11:31:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=70846"},"modified":"2017-04-15T08:56:02","modified_gmt":"2017-04-15T11:56:02","slug":"prova-comentada-portugues-tst-analista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-portugues-tst-analista\/","title":{"rendered":"Prova Comentada Portugu\u00eas TST Analista"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\">\n\t<strong>Prova Comentada Portugu&ecirc;s TST Analista&nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tOl&aacute;, pessoal!\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tHoje come&ccedil;amos nossa Maratona TST e h&aacute; muito o que falarmos!\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tComo complemento, segue uma prova&nbsp;comentada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA &uacute;ltima prova do TST foi em 2012, a qual comento abaixo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tIsso vai ajudar voc&ecirc; a entender o que caiu e como caiu na prova.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tRecomendo tamb&eacute;m a leitura do&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/edital-tst\/\" target=\"_blank\">RAIO-X do &uacute;ltimo certame e dicas de estudo<\/a>!\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAssista <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Nz3oEQ_K4uE\" target=\"_blank\">ao aul&atilde;o da Maratona TST<\/a>!\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>Prova<\/strong>\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t(TST 2012 &#8211; Analista Judici&aacute;rio &#8211; &Aacute;rea Apoio Especializado Especialidade Suporte em Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o)\n<\/p>\n<p>\n\tAten&ccedil;&atilde;o: As quest&otilde;es de n&uacute;meros 1 a 12 referem-se ao texto seguinte.\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<strong>Intoler&acirc;ncia religiosa<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sou ateu e mere&ccedil;o o mesmo respeito que tenho pelos religiosos.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A humanidade inteira segue uma religi&atilde;o ou cr&ecirc; em algum ser ou fen&ocirc;meno transcendental que d&ecirc; sentido &agrave; exist&ecirc;ncia. Os que n&atilde;o sentem necessidade de teorias para explicar a que viemos e para onde iremos s&atilde;o t&atilde;o poucos que parecem extraterrestres. Dono de um c&eacute;rebro com capacidade de processamento de dados incompar&aacute;vel na escala animal, ao que tudo indica s&oacute; o homem faz conjecturas sobre o destino depois da morte. A possibilidade de que a &uacute;ltima batida do cora&ccedil;&atilde;o decrete o fim do espet&aacute;culo &eacute; aterradora. Do medo e do inconformismo gerado por ela, nasce a tend&ecirc;ncia a acreditar que somos eternos, caso &uacute;nico entre os seres vivos.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Todos os povos que deixaram registros manifestaram a cren&ccedil;a de que sobreviveriam &agrave; decomposi&ccedil;&atilde;o de seus corpos. Para atender esse desejo, o imagin&aacute;rio humano criou uma infinidade de deuses e para&iacute;sos celestiais. Jamais faltaram, entretanto, mulheres e homens avessos a interfer&ecirc;ncias m&aacute;gicas em assuntos terrenos. Perseguidos e assassinados no passado, para eles a vida eterna n&atilde;o faz sentido.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; N&atilde;o se trata de op&ccedil;&atilde;o ideol&oacute;gica: o ateu n&atilde;o acredita simplesmente porque n&atilde;o consegue. O mesmo mecanismo intelectual que leva algu&eacute;m a crer leva outro a desacreditar. Os religiosos que t&ecirc;m dificuldade para entender como algu&eacute;m pode discordar de sua cosmovis&atilde;o devem pensar que eles tamb&eacute;m s&atilde;o ateus quando confrontados com cren&ccedil;as alheias.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O ateu desperta a ira dos fan&aacute;ticos, porque aceit&aacute;-lo como ser pensante obriga-os a questionar suas pr&oacute;prias convic&ccedil;&otilde;es. N&atilde;o &eacute; outra a raz&atilde;o que os fez apropriar-se indevidamente das melhores qualidades humanas e atribuir as<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>demais &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es do Diabo. Generosidade, solidariedade, compaix&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo constituem reserva de mercado dos tementes a Deus, embora em nome Dele sejam cometidas as piores atrocidades.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fui educado para respeitar as cren&ccedil;as de todos, por mais bizarras que a mim pare&ccedil;am. Se a religi&atilde;o ajuda uma pessoa a enfrentar suas contradi&ccedil;&otilde;es existenciais, seja bem-vinda, desde que n&atilde;o a torne intolerante, autorit&aacute;ria ou violenta. Quanto aos religiosos, leitor, n&atilde;o os considero iluminados nem cr&eacute;dulos, superiores ou inferiores, os anos me ensinaram a julgar os homens por suas a&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o pelas convic&ccedil;&otilde;es que apregoam.<\/em>\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t<em>(Drauzio Varella, <\/em><strong><em>Folha de S. Paulo<\/em><\/strong><em>, 21\/04\/2012)<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t1. O t&iacute;tulo Intoler&acirc;ncia religiosa refere-se fundamentalmente, tal como se depreende do desenvolvimento do texto, ao fato de que\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(A) a paci&ecirc;ncia e a resigna&ccedil;&atilde;o s&atilde;o atributos religiosos que os ateus deveriam reconhecer melhor.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(B) as diferentes religi&otilde;es acabam por hostilizar-se em fun&ccedil;&atilde;o de diferen&ccedil;as pouco relevantes.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(C) as pessoas religiosas tendem, por vezes, a demonstrar pouco ou nenhum respeito por quem n&atilde;o creia em Deus.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.65pt\">\n\t(D) as convic&ccedil;&otilde;es de um ateu soam intolerantes quando apresentadas a um homem de f&eacute;.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(E) a compaix&atilde;o e a toler&acirc;ncia s&atilde;o praticadas com mais facilidade por aqueles que n&atilde;o t&ecirc;m religi&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Este tipo de quest&atilde;o trabalha a localiza&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o principal do texto em contraste com as informa&ccedil;&otilde;es secund&aacute;rias.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada, pois o autor n&atilde;o desmerece os ateus. Assim, n&atilde;o h&aacute; passagem no texto que critique os ateus por pouco reconhecerem os atributos religiosos.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) tem um car&aacute;ter de verdade, pode ser subentendida pela linha argumentativa do texto, mas n&atilde;o &eacute; a ideia principal, motivada pelo t&iacute;tulo e pelo tema do texto. Pelo desenrolar do texto, observamos que a intoler&acirc;ncia n&atilde;o &eacute; especificada entre as religi&otilde;es, mas entre religiosos e n&atilde;o religiosos. Note que n&atilde;o encontramos vest&iacute;gios no texto que nos levem a interpretar especificamente a hostilidade entre religiosos por motivos pouco relevantes.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) &eacute; a correta, pois&nbsp; transmite a ideia central do texto. Veja que o t&iacute;tulo &eacute; &ldquo;<em>Intoler&acirc;ncia religiosa&rdquo;<\/em>. A introdu&ccedil;&atilde;o do texto (a tese, o t&oacute;pico frasal) transmite que o autor (que &eacute; ateu) merece o mesmo respeito que tem pelos religiosos. Assim, esta intoler&acirc;ncia &eacute; dirigida ao ateu. V&aacute;rias s&atilde;o as passagens que refor&ccedil;am a ideia da intoler&acirc;ncia para com os ateus: <em>&ldquo;Perseguidos e assassinados no passado&rdquo;, &ldquo;parecem extraterrestres&rdquo;, &ldquo;O ateu desperta a ira dos fan&aacute;ticos&rdquo;, &ldquo;em nome Dele <\/em>(Deus)<em> sejam cometidas as piores atrocidades&rdquo;<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como o par&aacute;grafo de conclus&atilde;o &eacute; utilizado para refor&ccedil;ar a tese, percebemos novamente a ideia central: a necessidade de respeito do religioso a quem se caracteriza como ateu:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Quanto aos religiosos, leitor, n&atilde;o os considero iluminados nem cr&eacute;dulos, superiores ou inferiores, os anos me ensinaram a julgar os homens por suas a&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o pelas convic&ccedil;&otilde;es que apregoam.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois a linha argumentativa do texto n&atilde;o transmite a ideia de que o ateu defende suas convic&ccedil;&otilde;es e isso soa intolerante ao religioso.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois o texto n&atilde;o defende quem &eacute; o melhor ou pior em suas a&ccedil;&otilde;es entre religiosos e ateus. O texto defende que deve haver toler&acirc;ncia entre eles.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>C<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t2. A afirma&ccedil;&atilde;o final de que os anos me ensinaram a julgar os homens por suas a&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o pelas convic&ccedil;&otilde;es que apregoam\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(A) expressa a convic&ccedil;&atilde;o de que os homens escolhem os caminhos de acordo com seus interesses pessoais.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(B) &eacute; contradit&oacute;ria em rela&ccedil;&atilde;o ao respeito que diz ter o autor pelos que professam uma religi&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(C) &eacute; um argumento em favor das cren&ccedil;as que se apropriam das melhores qualidades humanas.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(D) exp&otilde;e a convic&ccedil;&atilde;o de que somente os ateus s&atilde;o capazes de discernir entre o bem e o mal.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(E) indica como crit&eacute;rio de julgamento moral o valor do que &eacute; efetivamente praticado por algu&eacute;m.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Este tipo de quest&atilde;o pede a interpreta&ccedil;&atilde;o localizada, a partir de uma informa&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na afirma&ccedil;&atilde;o final &ldquo;<em>os anos me ensinaram a <u>julgar os homens por suas <strong>a&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/u>, <u>n&atilde;o pelas convic&ccedil;&otilde;es<\/u> que apregoam&rdquo;<\/em>, &eacute; f&aacute;cil perceber que o valor est&aacute; em praticar, e n&atilde;o apenas nas ideologias.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, a &uacute;nica resposta poss&iacute;vel est&aacute; na alternativa (E).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada. &Eacute; verdade que os homens escolhem os caminhos de acordo com seus interesses pessoais, por&eacute;m isso nada tem a ver com a afirma&ccedil;&atilde;o final do texto.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois tal afirma&ccedil;&atilde;o &eacute; um refor&ccedil;o do que se&nbsp; declara na introdu&ccedil;&atilde;o do texto, e n&atilde;o uma contradi&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, por ser um argumento em favor das a&ccedil;&otilde;es, e n&atilde;o s&oacute; das ideologias.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois h&aacute; a palavra categ&oacute;rica &ldquo;<em>somente<\/em>&rdquo;, que determina que os religiosos n&atilde;o teriam como discernir entre o bem e o mal, algo que vai contra o desenrolar do texto e nada tem a ver com a afirma&ccedil;&atilde;o final.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>E<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t3. Atente para as seguintes afirma&ccedil;&otilde;es:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\tI. &nbsp;&nbsp; O medo de morrer acaba por incutir nos homens a rejei&ccedil;&atilde;o da ci&ecirc;ncia, fazendo-os acreditar que somente os religiosos sejam imortais.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\tII. &nbsp; O fato de haver tantas religi&otilde;es parecidas no mundo leva o autor a questionar a superioridade que cada uma reivindica para si.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\tIII. O autor admite o fato de que a religi&atilde;o pode fortalecer intimamente uma pessoa, tendo aprendido a respeitar a quem tem f&eacute;.\n<\/p>\n<p>\n\tEm rela&ccedil;&atilde;o ao texto est&aacute; correto o que se afirma em\n<\/p>\n<p>\n\t(A) II e III, apenas.\n<\/p>\n<p>\n\t(B) I, II e III.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) I e II, apenas.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) I e III, apenas.\n<\/p>\n<p>\n\t(E) III, apenas.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Neste tipo de quest&atilde;o, veja que n&atilde;o se quer a informa&ccedil;&atilde;o central do texto. Agora, o que importa &eacute; saber se as afirmativas t&ecirc;m l&oacute;gica de acordo com que se argumenta no texto.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A afirmativa I est&aacute; errada e faz refer&ecirc;ncia ao segundo e terceiro par&aacute;grafos, principalmente na passagem &ldquo;<em>A possibilidade de que a &uacute;ltima batida do cora&ccedil;&atilde;o decrete o fim do espet&aacute;culo &eacute; aterradora. Do medo e do inconformismo gerado por ela, nasce a tend&ecirc;ncia a acreditar que somos eternos, caso &uacute;nico entre os seres vivos.&rdquo;<\/em>. Assim, o autor n&atilde;o quis afirmar que o homem rejeita a ci&ecirc;ncia, mas que admite algo al&eacute;m dela, pelo medo da morte.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Alem disso, a palavra categ&oacute;rica &ldquo;<em>somente<\/em>&rdquo; transmite a ideia de que os ateus seriam mortais e os religiosos seriam imortais, mas isso n&atilde;o foi tratado no texto.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A afirmativa II est&aacute; errada, pois n&atilde;o h&aacute; nenhuma passagem no texto que afirme a superioridade de uma religi&atilde;o sobre outra.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A afirmativa III est&aacute; correta e faz refer&ecirc;ncia ao &uacute;ltimo par&aacute;grafo do texto. Realmente o autor admite o fato de que a religi&atilde;o pode fortalecer intimamente uma pessoa e isso est&aacute; subentendido na frase &ldquo;<em>Se a religi&atilde;o ajuda uma pessoa a enfrentar suas contradi&ccedil;&otilde;es existenciais, seja bem-vinda, desde que n&atilde;o a torne intolerante, autorit&aacute;ria ou violenta.&rdquo;. <\/em>Al&eacute;m disso, podemos perceber que o trecho &ldquo;tendo aprendido a respeitar a quem tem f&eacute;&rdquo; se baseia na frase &ldquo;<em>Fui educado para respeitar as cren&ccedil;as de todos, por mais bizarras que a mim pare&ccedil;am.&rdquo;<\/em>. &nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>E<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t4. As convic&ccedil;&otilde;es materialistas do autor levam-no a considerar o homem como um ser da natureza, n&atilde;o mais que isso. &Eacute; o que se comprova na seguinte passagem:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(A) <em>Quanto aos religiosos, leitor, n&atilde;o os considero iluminados nem cr&eacute;dulos, superiores ou inferiores <\/em>(&#8230;)\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(B) <em>Dono de um c&eacute;rebro com capacidade de processamento de dados incompar&aacute;vel na escala animal <\/em>(&#8230;)\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(C) <em>Todos os povos que deixaram registros manifestaram a cren&ccedil;a de que sobreviveriam &agrave; decomposi&ccedil;&atilde;o de seus corpos<\/em>.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(D) <em>N&atilde;o se trata de op&ccedil;&atilde;o ideol&oacute;gica: o ateu n&atilde;o acredita simplesmente porque n&atilde;o consegue<\/em>.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(E) <em>O ateu desperta a ira dos fan&aacute;ticos, porque aceit&aacute;-lo como ser pensante obriga-os a questionar suas pr&oacute;prias convic&ccedil;&otilde;es<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) est&aacute; errada, pois o &uacute;ltimo par&aacute;grafo do texto esbo&ccedil;a a import&acirc;ncia que o autor d&aacute; ao respeito ao outro e a suas convic&ccedil;&otilde;es. Isso n&atilde;o transmite sua vis&atilde;o materialista.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois esta passagem transmite a cren&ccedil;a dos povos. Isso n&atilde;o transmite a vis&atilde;o materialista do autor.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois o fato de n&atilde;o se tratar de uma vis&atilde;o ideol&oacute;gica n&atilde;o quer dizer que haja uma vis&atilde;o materialista do autor. Isso n&atilde;o ocorre por ser materialista, mas simplesmente por n&atilde;o conseguir acreditar.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois o fato de despertar a ira dos fan&aacute;ticos n&atilde;o necessariamente transmite a vis&atilde;o materialista do autor.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;Assim, a alternativa correta &eacute; a (B). Para entendermos, &eacute; importante transcrever o in&iacute;cio do segundo par&aacute;grafo:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;A humanidade inteira segue uma religi&atilde;o ou cr&ecirc; em algum ser ou fen&ocirc;meno transcendental que d&ecirc; sentido &agrave; exist&ecirc;ncia. Os que n&atilde;o sentem necessidade de teorias para explicar a que viemos e para onde iremos s&atilde;o t&atilde;o poucos que parecem extraterrestres. Dono de um c&eacute;rebro com capacidade de processamento de dados incompar&aacute;vel na escala animal, ao que tudo indica s&oacute; o homem faz conjecturas sobre o destino depois da morte.&rdquo;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O primeiro per&iacute;odo faz refer&ecirc;ncia aos que possuem uma cren&ccedil;a a fen&ocirc;meno transcendental. O segundo per&iacute;odo contrasta por meio daqueles que n&atilde;o possuem esta cren&ccedil;a: os materialistas. Assim, percebe-se a vis&atilde;o do autor de que o ser humano &eacute; apenas mais um na natureza. Isso &eacute; refor&ccedil;ado pela express&atilde;o &ldquo;<em>Dono de um c&eacute;rebro com capacidade de processamento de dados incompar&aacute;vel na escala animal&rdquo;<\/em>, em que este ser se diferencia dos outros por sua capacidade mental.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Veja que as convic&ccedil;&otilde;es materialistas est&atilde;o expressas em um termo t&iacute;pico: &ldquo;<strong><em>processamento de dados<\/em><\/strong>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>B<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Est&aacute; gostando do que est&aacute; lendo neste artigo (Prova Comentada Portugu&ecirc;s TST Analista)?<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Ent&atilde;o deixe seu coment&aacute;rio e lhe fa&ccedil;o um convite:<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Assista &agrave;s nossas aulas gratuitas para tribunais!<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Basta se <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursos-extensivos\/\" target=\"_blank\">inscrever aqui<\/a>!<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t5. Est&aacute; correta a seguinte afirma&ccedil;&atilde;o sobre um aspecto do texto:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(A) a express&atilde;o <em>mulheres e homens avessos a interfer&ecirc;ncias m&aacute;gicas <\/em>(3&ordm; par&aacute;grafo) refere-se a quem n&atilde;o cr&ecirc; em fen&ocirc;menos transcendentes.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(B) em <em>para explicar <u>a que<\/u> viemos <\/em>(2&ordm; par&aacute;grafo), o elemento sublinhado tem o sentido de <strong><em>o meio pelo qual<\/em><\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(C) a express&atilde;o <em>s&oacute; o homem faz conjecturas <\/em>(2&ordm; par&aacute;grafo) refere-se ao pensamento t&iacute;pico de um ateu.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(D) em <em>Para atender <u>esse desejo<\/u> <\/em>(3&ordm; par&aacute;grafo), o elemento sublinhado refere-se ao destino dos corpos depois da morte.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(E) a express&atilde;o <em>Perseguidos e assassinados no passado <\/em>(3&ordm; par&aacute;grafo) refere-se aos primitivos m&aacute;rtires crist&atilde;os.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Neste tipo de quest&atilde;o, devemos localizar a informa&ccedil;&atilde;o no texto e observar seu emprego.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) &eacute; a correta, pois &ldquo;interfer&ecirc;ncias m&aacute;gicas&rdquo;, contextualmente, &eacute; o mesmo que &ldquo;fen&ocirc;menos transcendentes&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois a express&atilde;o &ldquo;<em>a que viemos<\/em>&rdquo; faz subentender a express&atilde;o &ldquo;<em>a fim de que viemos<\/em>&rdquo;, isto &eacute;, qual a finalidade de nossa exist&ecirc;ncia. Assim, n&atilde;o h&aacute; valor adverbial de meio, mas de finalidade.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois o fato de o homem ser o &uacute;nico que faz conjecturas n&atilde;o &eacute; pensamento apenas dos ateus, mas tamb&eacute;m os religiosos argumentam em favor desse pensamento.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois a express&atilde;o &ldquo;<em>esse desejo<\/em>&rdquo;, n&atilde;o se refere ao destino dos corpos depois da morte, mas <em>&agrave; sobreviv&ecirc;ncia &agrave; decomposi&ccedil;&atilde;o dos corpos<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois a express&atilde;o &ldquo;<em>Perseguidos e assassinados no passado&rdquo; <\/em>refere-se &agrave;s &ldquo;<em>mulheres e homens avessos a interfer&ecirc;ncias m&aacute;gicas em assuntos terrenos&rdquo;<\/em>, isto &eacute;, &agrave;s pessoas que n&atilde;o eram crist&atilde;s.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>A<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t6. Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(A) por mais bizarras que a mim pare&ccedil;am (6&ordm; par&aacute;grafo) = tanto mais agressivas eu as julgue\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(B) capacidade de processamento de dados (2&ordm; par&aacute;grafo) = habilidade para investigar conceitos\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(C) N&atilde;o se trata de op&ccedil;&atilde;o ideol&oacute;gica (4&ordm; par&aacute;grafo) = n&atilde;o consta haver escolha consciente\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(D) discordar de sua cosmovis&atilde;o (4&ordm; par&aacute;grafo) = ir de encontro &agrave; sua vis&atilde;o de mundo\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(E) desperta a ira dos fan&aacute;ticos (5&ordm; par&aacute;grafo) = conclama o &oacute;dio aos sect&aacute;rios\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: A alternativa (A) est&aacute; errada, pois &ldquo;<em>bizarras<\/em>&rdquo;, neste contexto, tem o sentido de &ldquo;<em>extravagante<\/em>&rdquo;, &ldquo;<em>esquisito<\/em>&rdquo;; n&atilde;o cabendo o adjetivo &ldquo;agressivas&rdquo; tendo em vista que em seguida o autor insere a condi&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o viol&ecirc;ncia (&ldquo;<em>desde que n&atilde;o a torne intolerante, autorit&aacute;ria ou violenta.&rdquo;).<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois &ldquo;processamento&rdquo; tem o sentido geral de armazenar e utilizar, proceder; diferente do verbo &ldquo;investigar&rdquo;, que tem um sentido muito espec&iacute;fico, destoando do contexto. O mesmo ocorre com &ldquo;dados&rdquo;, que tem o sentido geral de informa&ccedil;&otilde;es; j&aacute; o termo &ldquo;conceitos&rdquo; &eacute; bem mais espec&iacute;fico, o que destoa do contexto.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois o fato de n&atilde;o se tratar de op&ccedil;&atilde;o ideol&oacute;gica n&atilde;o quer dizer que n&atilde;o haja uma escolha consciente. Ora, segundo defende o autor, o ateu n&atilde;o tem essa op&ccedil;&atilde;o ideol&oacute;gica, mas ele tem consci&ecirc;ncia de suas escolhas.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) &eacute; a correta, pois &ldquo;discordar&rdquo; &eacute; o mesmo que &ldquo;ir de encontro a&rdquo;, e &ldquo;<u>cosmo<\/u>vis&atilde;o&rdquo; &eacute; o mesmo que &ldquo;vis&atilde;o <u>de mundo<\/u>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois a troca da preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;dos&rdquo; (agente) pela preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;a&rdquo; (paciente) muda o sentido completamente. O verbo &ldquo;<em>desperta<\/em>&rdquo; &eacute; potencializado pelo verbo &ldquo;<em>conclama<\/em>&rdquo;, pois este transmite um tom mais fervoroso em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro, mas ainda assim o contexto admitiria tal substitui&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O substantivo &ldquo;ira&rdquo; tem o mesmo sentido de &ldquo;&oacute;dio&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O substantivo &ldquo;fan&aacute;ticos&rdquo; &eacute; abrandado pelo substantivo &ldquo;sect&aacute;rios&rdquo; (seguidores de seitas, n&atilde;o propriamente fan&aacute;ticos), mas o contexto ainda admite.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, realmente foi a troca da preposi&ccedil;&atilde;o que transmitiu o erro, pois com a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;dos&rdquo; s&atilde;o os fan&aacute;ticos que possuem a ira, o &oacute;dio; j&aacute; com a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;a&rdquo; s&atilde;o os sect&aacute;rios, os fan&aacute;ticos que recebem o &oacute;dio, a ira.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>D<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t7. As normas de concord&acirc;ncia verbal est&atilde;o plenamente acatadas em:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(A) Nunca se abrandaram nos homens e mulheres que n&atilde;o se valem da f&eacute; religiosa a rea&ccedil;&atilde;o hostil dos que se proclamam filhos de Deus.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(B) Aos ateus n&atilde;o se devem dispensar o mesmo tratamento de que foram v&iacute;timas os primeiros adeptos do cristianismo.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(C) Nunca faltaram aos homens de todas as &eacute;pocas o recurso das cren&ccedil;as no sobrenatural e a empolga&ccedil;&atilde;o pelas artes da magia.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(D) N&atilde;o se deixam levar pelas cren&ccedil;as transcendentes quem s&oacute; costuma atender as exig&ecirc;ncias do pensamento racional.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(E) Poupem-se da ira dos fan&aacute;ticos de sempre aquele tipo de pesquisador que se baseia t&atilde;o somente nos fen&ocirc;menos que se podem avaliar.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Quest&atilde;o simples. Basta grifar o verbo e observar o sujeito.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;<em>abrandaram<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e indireto, o pronome &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo; &eacute; apassivador. Assim, n&atilde;o h&aacute; objeto direto. O objeto indireto &eacute; o termo &ldquo;<em>nos homens e mulheres<\/em>&rdquo; e o sujeito paciente &eacute; &ldquo;<em>a rea&ccedil;&atilde;o hostil<\/em>&rdquo;, a qual for&ccedil;a o verbo ao singular.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para termos certeza de que h&aacute; realmente pronome apassivador, devemos transpor para a voz passiva anal&iacute;tica: &ldquo;<em>Nunca foi abrandada &#8230; a rea&ccedil;&atilde;o hostil&#8230;<\/em>&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os verbos &ldquo;<em>valem<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>proclamam<\/em>&rdquo; est&atilde;o corretamente flexionados no plural, pois os pronomes relativos &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo; retomam &ldquo;<em>homens e mulheres<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>os<\/em>&rdquo;, respectivamente. Veja:\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Nunca se <strong>abrandou<\/strong> nos <u>homens e mulheres<\/u> <u>que<\/u> n&atilde;o se <u>valem<\/u> da f&eacute; religiosa <u>a rea&ccedil;&atilde;o hostil<\/u> d<u>os<\/u> <u>que<\/u> se <u>proclamam<\/u> filhos de Deus<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois a locu&ccedil;&atilde;o verbal &ldquo;<em>devem dispensar<\/em>&rdquo; &eacute; transitiva direta e indireta, o objeto indireto &eacute; &ldquo;<em>aos ateus<\/em>&rdquo;, o pronome &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo; &eacute; apassivador. Assim, n&atilde;o h&aacute; objeto direto, mas o sujeito paciente &ldquo;<em>o mesmo tratamento<\/em>&rdquo;, o qual for&ccedil;a o verbo ao singular. Para termos certeza de que h&aacute; realmente pronome apassivador, devemos transpor para a voz passiva anal&iacute;tica: &ldquo;<em><u>o mesmo tratamento<\/u> n&atilde;o deve ser dispensado aos ateus<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva restritiva, o sujeito do verbo de liga&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>foram<\/em>&rdquo; &eacute; o termo &ldquo;<em>os primeiros adeptos do cristianismo&rdquo;<\/em>. O termo &ldquo;<em>v&iacute;timas<\/em>&rdquo; &eacute; o predicativo e &ldquo;<em>de que<\/em>&rdquo; &eacute; o complemento nominal. Assim, a flex&atilde;o verbal est&aacute; correta.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Aos ateus n&atilde;o se <strong>deve dispensar<\/strong> <u>o mesmo tratamento<\/u> de que foram v&iacute;timas <u>os primeiros adeptos do cristianismo<\/u><\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) &eacute; a correta, pois o verbo &ldquo;<em>faltaram<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo indireto, seu objeto indireto &eacute; o termo &ldquo;<em>aos homens<\/em>&rdquo; e seu sujeito &eacute; composto: &ldquo;<em><u>o recurso das cren&ccedil;as no sobrenatural<\/u> <strong>e<\/strong> <u>a empolga&ccedil;&atilde;o pelas artes da magia<\/u><\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Nunca <u>faltaram<\/u> aos homens de todas as &eacute;pocas <u>o recurso das cren&ccedil;as no sobrenatural<\/u> e <u>a empolga&ccedil;&atilde;o pelas artes da magia<\/u><\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois a locu&ccedil;&atilde;o verbal &ldquo;<em>deixam levar<\/em>&rdquo; tem como sujeito o pronome indefinido &ldquo;<em>quem<\/em>&rdquo;, for&ccedil;ando-a ao singular. Tal pronome pode-se desmembrar na estrutura &ldquo;<em>aquele que<\/em>&rdquo;. Assim, &ldquo;<em>aquele<\/em>&rdquo; seria o sujeito da locu&ccedil;&atilde;o verbal e &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo; seria o sujeito da ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva restritiva posterior &ldquo;<strong><em>que<\/em><\/strong> <em>s&oacute; costuma atender as exig&ecirc;ncias do pensamento racional&rdquo;<\/em>. Por isso, a locu&ccedil;&atilde;o verbal &ldquo;<em>costuma atender<\/em>&rdquo; est&aacute; corretamente flexionada no singular.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>N&atilde;o se <strong>deixa levar<\/strong> pelas cren&ccedil;as transcendentes <u>quem<\/u> s&oacute; <u>costuma atender<\/u> as exig&ecirc;ncias do pensamento racional<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\n\tou\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>N&atilde;o se <strong>deixa levar<\/strong> pelas cren&ccedil;as transcendentes <u>aquele<\/u> <u>que<\/u> s&oacute; <u>costuma atender<\/u> as exig&ecirc;ncias do pensamento racional<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;<em>poupem<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e indireto, e o pronome &ldquo;se&rdquo; &eacute; apassivador. Assim, n&atilde;o h&aacute; objeto direto. O objeto indireto &eacute; o termo &ldquo;<em>da ira dos fan&aacute;ticos de sempre<\/em>&rdquo; e o termo singular &ldquo;<em>aquele tipo de pesquisador<\/em>&rdquo; &eacute; o sujeito paciente, o qual for&ccedil;a o verbo ao singular.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para termos certeza de que h&aacute; realmente pronome apassivador, devemos transpor para a voz passiva anal&iacute;tica: &ldquo;<em><u>aquele tipo de pesquisador<\/u><\/em><em> <u>&eacute; poupado<\/u><\/em> <em>da ira dos fan&aacute;ticos de sempre<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os verbos &ldquo;<em>baseia<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>podem avaliar<\/em>&rdquo; est&atilde;o corretamente flexionados, porque t&ecirc;m como sujeito os pronomes relativos &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo;, os quais retomam os termos &ldquo;<em>aquele tipo de pesquisador<\/em>&rdquo; e &ldquo;<em>fen&ocirc;menos<\/em>&rdquo;, respectivamente.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<strong><em>Poupe<\/em><\/strong><em>-se da ira dos fan&aacute;ticos de sempre <u>aquele tipo de pesquisador<\/u> <u>que<\/u> se <u>baseia<\/u> t&atilde;o somente nos fen&ocirc;menos <u>que<\/u> se <u>podem avaliar<\/u><\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>C<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t8. Est&aacute; inteiramente clara e correta a reda&ccedil;&atilde;o deste livre coment&aacute;rio sobre o texto:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(A) Buscando um equil&iacute;brio diante da medicina e da comunica&ccedil;&atilde;o, o autor investe em temas t&atilde;o cient&iacute;ficos quanto leigos.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(B) O autor &eacute; um m&eacute;dico j&aacute; not&oacute;rio por cujas observa&ccedil;&otilde;es em programas de televis&atilde;o, inclusive uma famosa campanha antitabagista.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(C) O autor &eacute; um m&eacute;dico experiente, que se vale de sua flu&ecirc;ncia verbal tanto na imprensa escrita como na televis&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(D) Muita gente identifica o autor enquanto um m&eacute;dico capaz, al&eacute;m de saber comentar assuntos v&aacute;rios, mesmo sendo opinativo.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(E) Ao autor muitos j&aacute; se inflamaram por conta de suas opini&otilde;es radicais com que se dissuadiram tantos fumantes.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Este tipo de quest&atilde;o cobra a correta reda&ccedil;&atilde;o. Assim, deve-se observar a gramaticalidade como um todo, al&eacute;m da rela&ccedil;&atilde;o com o texto.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada, pois a express&atilde;o correlativa de adi&ccedil;&atilde;o ideal seria &ldquo;<strong><em>tanto<\/em><\/strong><em> cient&iacute;ficos quanto leigos<\/em>&rdquo;. Assim, o adv&eacute;rbio &ldquo;<em>t&atilde;o<\/em>&rdquo; est&aacute; empregado erradamente.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que a v&iacute;rgula foi empregada porque a ora&ccedil;&atilde;o subordinada adverbial causal reduzida de ger&uacute;ndio &ldquo;<em>Buscando um equil&iacute;brio diante da medicina e da comunica&ccedil;&atilde;o<\/em>&rdquo; est&aacute; antecipada.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Buscando um equil&iacute;brio diante da medicina e da comunica&ccedil;&atilde;o, o autor investe em temas <strong>tanto<\/strong> cient&iacute;ficos <u>quanto<\/u> leigos<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; errada, pois o pronome &ldquo;<em>cujas<\/em>&rdquo; n&atilde;o transmite valor de posse, nem inicia ora&ccedil;&atilde;o adjetiva. O ideal seria a exclus&atilde;o de tal voc&aacute;bulo, pois a express&atilde;o &ldquo;<em>por observa&ccedil;&otilde;es em programas de televis&atilde;o<\/em>&rdquo; &eacute; um adjunto adverbial de causa.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>O autor &eacute; um m&eacute;dico j&aacute; not&oacute;rio <strong><u>por<\/u><\/strong><u> <strong>observa&ccedil;&otilde;es<\/strong> em programas de televis&atilde;o<\/u>, inclusive uma famosa campanha antitabagista<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) &eacute; a correta. Veja que a express&atilde;o correlativa de adi&ccedil;&atilde;o est&aacute; devidamente empregada com os conetivos &ldquo;<em>tanto&#8230;como<\/em>&rdquo;. Al&eacute;m disso, note que a ora&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>que se vale de sua flu&ecirc;ncia verbal tanto na imprensa escrita como na televis&atilde;o<\/em>&rdquo; &eacute; subordinada adjetiva explicativa, por isso &eacute; antecipada de v&iacute;rgula.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>O autor &eacute; um m&eacute;dico experiente, <u>que se vale de sua flu&ecirc;ncia verbal tanto na imprensa escrita como na televis&atilde;o<\/u><\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;<em>identifica<\/em>&rdquo; exige do termo seguinte um valor de modo. Assim, n&atilde;o cabe a conjun&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>enquanto<\/em>&rdquo;, mas o adv&eacute;rbio de modo &ldquo;<strong><em>como<\/em><\/strong>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Al&eacute;m disso, se o autor comenta, naturalmente h&aacute; um texto opinativo. Assim, n&atilde;o cabe a estrutura adverbial concessiva &ldquo;<em>mesmo sendo opinativo<\/em>&rdquo;. Para manter a estrutura concessiva, devemos trocar, por exemplo, o adjetivo &ldquo;<em>opinativo<\/em>&rdquo; por &ldquo;<strong><em>subjetivos<\/em><\/strong>&rdquo; (opini&atilde;o pessoal, tendenciosa, sem comprova&ccedil;&otilde;es). Assim, tal adjetivo concorda com &ldquo;<em>assuntos<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Muita gente identifica o autor <strong>como<\/strong> um m&eacute;dico capaz, al&eacute;m de saber comentar assuntos v&aacute;rios, mesmo sendo <strong>subjetivos<\/strong><\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada. Primeiro, perceba que, na ora&ccedil;&atilde;o principal &ldquo;<em>Ao autor muitos j&aacute; se inflamaram por conta de suas opini&otilde;es radicais<\/em>&rdquo;, n&atilde;o h&aacute; erro, pois o verbo &ldquo;<em>inflamaram<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e indireto, o pronome &ldquo;<em>muitos<\/em>&rdquo; &eacute; o sujeito, o pronome &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo; &eacute; reflexivo na fun&ccedil;&atilde;o de objeto direto, e o objeto indireto &eacute; antecipado da preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>a<\/em>&rdquo; (<em>inflamaram-se <u>ao autor<\/u><\/em>). Caberia tamb&eacute;m a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>contra<\/em>&rdquo; (<em>inflamaram-se <u>contra o autor<\/u><\/em>).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que a express&atilde;o &ldquo;<em>por conta de suas opini&otilde;es radicais<\/em>&rdquo; &eacute; o adjunto adverbial de causa e est&aacute; corretamente empregado.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O erro se encontra na ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva restritiva &ldquo;<em>com que se dissuadiram tantos fumantes<\/em>&rdquo;. O verbo &ldquo;<em>dissuadir<\/em>&rdquo; significa &ldquo;<em>tirar de um prop&oacute;sito, fazer desistir<\/em>&rdquo;. Assim, percebemos que n&atilde;o s&atilde;o os fumantes que tiraram o prop&oacute;sito das opini&otilde;es radicais, mas estas opini&otilde;es radicais &eacute; que tiraram o prop&oacute;sito dos fumantes. Dessa forma, n&atilde;o cabe &agrave; express&atilde;o &ldquo;<em>tantos fumantes<\/em>&rdquo; a fun&ccedil;&atilde;o sint&aacute;tica de sujeito agente, mas de sujeito paciente.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O verbo &ldquo;<em>dissuadiram<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto, o sujeito paciente &eacute; o termo &ldquo;<em>tantos fumantes<\/em>&rdquo;, o pronome &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo; &eacute; apassivador, e o pronome relativo &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo; deve ser precedido da preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<strong><em>por<\/em><\/strong>&rdquo;, e n&atilde;o &ldquo;com&rdquo;. Assim, entendemos que &ldquo;<em>tantos fumantes foram dissuadidos <strong><u>por<\/u><\/strong><u> causa das opini&otilde;es radicais<\/u><\/em>&rdquo; ou &ldquo;<em>tantos fumantes foram dissuadidos <strong><u>por<\/u><\/strong><u> meio das opini&otilde;es radicais<\/u><\/em>&rdquo; ou &ldquo;<em>tantos fumantes foram dissuadidos <strong><u>pelas<\/u><\/strong><u> opini&otilde;es radicais<\/u><\/em>&rdquo;. Veja:\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Ao autor muitos j&aacute; se inflamaram por conta de suas opini&otilde;es radicais <strong>por<\/strong> que se dissuadiram tantos fumantes<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\tou\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Ao autor muitos j&aacute; se inflamaram por conta de suas opini&otilde;es radicais <strong>pelas<\/strong> <strong>quais<\/strong> se dissuadiram tantos fumantes<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>C<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t9. Est&aacute; <strong>inadequado <\/strong>o emprego do elemento sublinhado na seguinte frase:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(A) Respeito os homens de f&eacute;, <u>a menos que<\/u> deixem de fazer o mesmo com aqueles que n&atilde;o a t&ecirc;m.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(B) Sou ateu e pe&ccedil;o que me deem tratamento similar <u>ao que<\/u> dispenso aos homens religiosos.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(C) A intoler&acirc;ncia religiosa baseia-se em preconceitos <u>de que<\/u> deveriam desviar-se todos os homens verdadeiramente virtuosos.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(D) A toler&acirc;ncia &eacute; uma virtude <u>na qual<\/u> n&atilde;o podem prescindir os que se dizem homens de f&eacute;.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(E) O ateu desperta a ira dos fan&aacute;ticos, <u>a despeito de<\/u> nada fazer que possa injuri&aacute;-los ou desrespeit&aacute;-los.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: O cuidado com esta quest&atilde;o &eacute; observar que ela pede a alternativa incorreta. Ela trabalha tanto a reg&ecirc;ncia com pronomes relativos (alternativas B, C e D), quanto o emprego dos conectivos (alternativas A e E).\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; correta, pois a express&atilde;o &ldquo;<em>a menos que<\/em>&rdquo; &eacute; uma locu&ccedil;&atilde;o conjuntiva adverbial condicional e est&aacute; adequadamente empregada neste contexto.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Respeito os homens de f&eacute;, <u>a menos que<\/u> deixem de fazer o mesmo com aqueles que n&atilde;o a t&ecirc;m<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) est&aacute; correta, pois o adjetivo &ldquo;<em>similar<\/em>&rdquo; exige o complemento nominal &ldquo;<em>ao<\/em>&rdquo;, constitu&iacute;do da preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>a<\/em>&rdquo; e do pronome demonstrativo &ldquo;<em>o<\/em>&rdquo; (=aquele). Veja que podemos tamb&eacute;m entender o voc&aacute;bulo &ldquo;<em>o<\/em>&rdquo; como artigo, pois o substantivo &ldquo;<em>tratamento<\/em>&rdquo; pode ficar subentendido antes do pronome relativo &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo;: <em>&ldquo;&#8230;pe&ccedil;o que me deem tratamento similar <u>ao (tratamento) que<\/u> dispenso&#8230;<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dentro da ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva restritiva &ldquo;<em><u>que<\/u> dispenso aos homens religiosos<\/em>&rdquo;, o verbo &ldquo;<em>dispenso<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto e indireto, o sujeito &eacute; oculto (eu), o objeto indireto &eacute; &ldquo;<em>aos homens religiosos<\/em>&rdquo; e o objeto direto &eacute; o pronome relativo &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Sou ateu e pe&ccedil;o que me deem tratamento similar <u>ao que<\/u> dispenso aos homens religiosos<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\tAgora, perceba a dupla possibilidade do valor do &ldquo;o&rdquo;:\n<\/p>\n<p>\n\tPronome demonstrativo (o=aquele):\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&ldquo;<em>Sou ateu e pe&ccedil;o que me deem tratamento similar <strong><u>&agrave;quele<\/u><\/strong><u> que<\/u> dispenso aos homens religiosos<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\tArtigo (&ldquo;<em>o<\/em>&rdquo; faz subentender o substantivo &ldquo;<em>tratamento<\/em>&rdquo;):\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Sou ateu e pe&ccedil;o que me deem tratamento similar <u>a<strong>o<\/strong> (tratamento) que<\/u> dispenso aos homens religiosos<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; correta, pois na ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva restritiva &ldquo;<em><u>de que<\/u> deveriam desviar-se todos os homens verdadeiramente virtuosos<\/em>&rdquo;, o sujeito &eacute; &ldquo;<em>todos os homens verdadeiramente virtuosos&rdquo;, <\/em>a locu&ccedil;&atilde;o verbal &eacute; transitiva direta e indireta, o pronome &ldquo;<em>se<\/em>&rdquo; &eacute; reflexivo na fun&ccedil;&atilde;o de objeto direto e o termo &ldquo;<em>de que<\/em>&rdquo; &eacute; o objeto indireto. O pronome relativo &ldquo;<em>que<\/em>&rdquo; retoma o substantivo &ldquo;<em>preconceitos<\/em>&rdquo;. Assim, entende-se que &ldquo;<em>todos os homens verdadeiramente virtuosos deveriam desviar-se <u>de preconceitos<\/u><\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>A intoler&acirc;ncia religiosa baseia-se em preconceitos <u>de que<\/u> deveriam desviar-se todos os homens verdadeiramente virtuosos<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) &eacute; a errada, pois o verbo &ldquo;<em>prescindir<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo indireto e rege a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<strong><em>de<\/em><\/strong>&rdquo;, e n&atilde;o &ldquo;<em>em<\/em>&rdquo;. Veja que a ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva restritiva &ldquo;<em><u>na qual<\/u> n&atilde;o podem prescindir os<\/em>&rdquo; possui como sujeito o pronome demonstrativo &ldquo;<em>os<\/em>&rdquo;, o adv&eacute;rbio de nega&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>n&atilde;o<\/em>&rdquo; e a locu&ccedil;&atilde;o verbal transitiva indireta &ldquo;<em>podem prescindir<\/em>&rdquo;, a qual rege a preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>de<\/em>&rdquo;. Assim, o pronome relativo &ldquo;<em>a qual<\/em>&rdquo; deveria ser precedido da preposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;<em>de<\/em>&rdquo;, formando o objeto indireto &ldquo;<em>da qual<\/em>&rdquo;, entendendo-se &ldquo;<em>os que se dizem homens de f&eacute; n&atilde;o podem prescindir <strong><u>da<\/u><\/strong><u> virtude<\/u> da toler&acirc;ncia<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>A toler&acirc;ncia &eacute; uma virtude <strong><u>da<\/u><\/strong><u> qual<\/u> n&atilde;o podem prescindir os que se dizem homens de f&eacute;<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; correta, pois a locu&ccedil;&atilde;o prepositiva de valor adverbial concessivo inicia a ora&ccedil;&atilde;o subordinada adverbial concessiva reduzida de infinitivo &ldquo;<em><u>a despeito de<\/u> nada fazer<\/em>&rdquo;. Tal locu&ccedil;&atilde;o tem o mesmo valor de &ldquo;<em>apesar de<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>O ateu desperta a ira dos fan&aacute;ticos, <u>a despeito de<\/u> nada fazer que possa injuri&aacute;-los ou desrespeit&aacute;-lo<\/em>s.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>D<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t10. Transpondo-se para a voz passiva a constru&ccedil;&atilde;o <strong>Os ateus despertariam a ira de qualquer fan&aacute;tico<\/strong>, a forma verbal obtida ser&aacute;:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(A) teriam despertado.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(B) seria despertada.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(C) teria sido despertada.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(D) despertar-se-&aacute;.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:25.5pt\">\n\t(E) fora despertada.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: O verbo &ldquo;<em>despertariam<\/em>&rdquo; &eacute; transitivo direto. Seu objeto direto &eacute; &ldquo;<em>a ira de qualquer fan&aacute;tico<\/em>&rdquo;, o qual se transforma em sujeito paciente, levando o verbo a concordar com ele. O que antes era sujeito agente (&ldquo;<em>Os ateus<\/em>&rdquo;) passa a agente da passiva.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; N&atilde;o se esque&ccedil;a de que o verbo est&aacute; flexionado no futuro do pret&eacute;rito do indicativo. Assim, deve-se inserir o verbo &ldquo;<em>ser<\/em>&rdquo; no mesmo tempo verbal (<strong><em>seria<\/em><\/strong><em>)<\/em>. Veja:\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"alignnone size-full wp-image-70849\" height=\"93\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/15080426\/Voz-passiva.png\" title=\"\" width=\"508\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/15080426\/Voz-passiva.png 635w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/15080426\/Voz-passiva.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/04\/15080426\/Voz-passiva.png 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 508px) 100vw, 508px\" \/>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>B<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t11. A flex&atilde;o de todas as formas verbais est&aacute; plenamente adequada na frase:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(A) Quem requiser respeito para a f&eacute; que professa deve dispor-se a respeitar quem n&atilde;o adotou uma religi&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(B) Os que virem a desrespeitar quem n&atilde;o tem f&eacute; dever&atilde;o merecer o rep&uacute;dio p&uacute;blico de todos os homens de bem.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(C) Deixar de professar uma f&eacute; n&atilde;o constitue delito algum, ao contr&aacute;rio do que julgam os fan&aacute;ticos de sempre.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(D) Ningu&eacute;m querer&aacute; condenar um ateu que se imbui do valor da &eacute;tica e da moral no conv&iacute;vio com seus semelhantes.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:28.5pt\">\n\t(E) Se n&atilde;o nos dispormos a praticar a toler&acirc;ncia, que raz&atilde;o teremos para nos vangloriarmos de nossa f&eacute; religiosa?\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Quest&atilde;o simples e de r&aacute;pida resolu&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (A) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;<em>requerer<\/em>&rdquo;, nos tempos derivados do pret&eacute;rito perfeito do indicativo, &eacute; regular. Assim, sua flex&atilde;o no futuro do subjuntivo &eacute; igual ao infinitivo: &ldquo;<strong><em>requerer<\/em><\/strong>&rdquo;. A banca queria que voc&ecirc; confundisse com a flex&atilde;o do verbo &ldquo;<em>querer<\/em>&rdquo;. Veja a diferen&ccedil;a:\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t&ldquo;<em>Quem <u>quiser<\/u> respeito para a f&eacute; que professa<\/em>&#8230;&rdquo;\n<\/p>\n<p align=\"center\">\n\t&ldquo;<em>Quem <strong>requerer<\/strong> respeito para a f&eacute; que professa<\/em>&#8230;&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (B) tamb&eacute;m est&aacute; errada, pois a locu&ccedil;&atilde;o verbal exige o verbo &ldquo;<em>vir<\/em>&rdquo;, e n&atilde;o o verbo &ldquo;<em>ver<\/em>&rdquo;. Assim, a flex&atilde;o correta &eacute; &ldquo;<strong><em>vierem<\/em><\/strong><em> a desrespeitar<\/em>&rdquo;. Veja:\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Os que <strong>vierem<\/strong> a desrespeitar quem n&atilde;o tem f&eacute; dever&atilde;o merecer o rep&uacute;dio p&uacute;blico de todos os homens de bem<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (C) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;<em>constituir<\/em>&rdquo; possui a termina&ccedil;&atilde;o de infinitivo &ldquo;<em>uir<\/em>&rdquo;. Assim, na terceira pessoa do presente do indicativo, possui a vogal tem&aacute;tica &ldquo;<em>i<\/em>&rdquo;. Veja:\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Deixar de professar uma f&eacute; n&atilde;o <strong>constitu<u>i<\/u><\/strong> delito algum, ao contr&aacute;rio do que julgam os fan&aacute;ticos de sempre<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (D) &eacute; a correta, pois o futuro do presente do indicativo do verbo &ldquo;<em>querer<\/em>&rdquo; &eacute; realmente &ldquo;<em>querer&aacute;<\/em>&rdquo; (<em>eu quererei, tu querer&aacute;s, ele <strong>querer&aacute;<\/strong>, n&oacute;s quereremos, v&oacute;s querereis, eles querer&atilde;o<\/em>). Al&eacute;m disso, note que o verbo &ldquo;<em>imbuir<\/em>&rdquo; possui a termina&ccedil;&atilde;o de infinitivo &ldquo;<em>uir<\/em>&rdquo;. Assim, na terceira pessoa do presente do indicativo, tal vogal tem&aacute;tica permanece. Veja:\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Ningu&eacute;m <u>querer&aacute;<\/u> condenar um ateu que se <u>imbui<\/u> do valor da &eacute;tica e da moral no conv&iacute;vio com seus semelhantes<\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A alternativa (E) est&aacute; errada, pois o verbo &ldquo;<em>dispor<\/em>&rdquo; &eacute; derivado de &ldquo;<em>p&ocirc;r<\/em>&rdquo;. Como o futuro do subjuntivo deste verbo &eacute; &ldquo;<em>pusermos<\/em>&rdquo;, basta inserirmos o prefixo &ldquo;dis&rdquo;: &ldquo;<strong><em>dispusermos<\/em><\/strong>&rdquo;. O verbo &ldquo;<em>vangloriarmos<\/em> est&aacute; corretamente flexionado no infinitivo. Veja:\n<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;<em>Se n&atilde;o nos <strong>dispusermos<\/strong> a praticar a toler&acirc;ncia, que raz&atilde;o teremos para nos <u>vangloriarmos<\/u> de nossa f&eacute; religiosa<\/em>?&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>D<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t12. Est&aacute; plenamente adequada a pontua&ccedil;&atilde;o da seguinte frase:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(A) O texto &eacute; pol&ecirc;mico de vez, que busca estabelecer um equil&iacute;brio de julgamento, num terreno em que via de regra, dominam as paix&otilde;es j&aacute; que, tanto a religi&atilde;o como a ci&ecirc;ncia, advogam, para si mesmas, o estatuto do conhecimento verdadeiro.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(B) O texto &eacute; pol&ecirc;mico, de vez que, busca estabelecer um equil&iacute;brio de julgamento, num terreno em que via de regra dominam as paix&otilde;es, j&aacute; que tanto a religi&atilde;o como a ci&ecirc;ncia advogam para si mesmas, o estatuto do conhecimento verdadeiro.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(C) O texto &eacute; pol&ecirc;mico, de vez que busca estabelecer, um equil&iacute;brio de julgamento, num terreno em que via de regra dominam as paix&otilde;es; j&aacute; que tanto a religi&atilde;o como a ci&ecirc;ncia advogam para si mesmas, o estatuto do conhecimento verdadeiro.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(D) O texto &eacute; pol&ecirc;mico, de vez que: busca estabelecer um equil&iacute;brio de julgamento num terreno em que, via de regra, dominam as paix&otilde;es j&aacute; que tanto a religi&atilde;o, como a ci&ecirc;ncia, advogam para si mesmas o estatuto do conhecimento verdadeiro.\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:1.0cm\">\n\t(E) O texto &eacute; pol&ecirc;mico, de vez que busca estabelecer um equil&iacute;brio de julgamento num terreno em que, via de regra, dominam as paix&otilde;es, j&aacute; que tanto a religi&atilde;o como a ci&ecirc;ncia advogam para si mesmas o estatuto do conhecimento verdadeiro.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio<\/strong>: Voc&ecirc; &ldquo;mata&rdquo; a quest&atilde;o apenas com a ora&ccedil;&atilde;o subordinada adverbial causal &ldquo;<em>de vez que <\/em><em>busca estabelecer um equil&iacute;brio de julgamento num terreno<\/em>&rdquo;. Note que n&atilde;o pode haver v&iacute;rgula ap&oacute;s a locu&ccedil;&atilde;o conjuntiva &ldquo;<em>de vez que<\/em>&rdquo;. Dentro desta locu&ccedil;&atilde;o conjuntiva tamb&eacute;m n&atilde;o pode haver v&iacute;rgula. Al&eacute;m disso, n&atilde;o pode haver v&iacute;rgula entre o verbo &ldquo;<em>estabelecer<\/em>&rdquo; e seu complemento &ldquo;<em>um equil&iacute;brio de julgamento<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, j&aacute; sabemos que a alternativa correta &eacute; a (E). Como todas as alternativas possuem a mesma frase, apenas com a pontua&ccedil;&atilde;o diferente, ao comentarmos a alternativa correta, automaticamente tiramos as d&uacute;vidas das demais alternativas.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &ldquo;<em>O texto &eacute; pol&ecirc;mico, <u>de vez que busca estabelecer um equil&iacute;brio de julgamento num terreno<\/u> em que, <u>via de regra<\/u>, dominam as paix&otilde;es, <u>j&aacute; que tanto a religi&atilde;o como a ci&ecirc;ncia advogam para si mesmas o estatuto do conhecimento verdadeiro<\/u><\/em>.&rdquo;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A ora&ccedil;&atilde;o subordinada adverbial causal &ldquo;<em>de vez que busca estabelecer um equil&iacute;brio de julgamento num terreno&rdquo;<\/em> est&aacute; ap&oacute;s a ora&ccedil;&atilde;o principal, por isso a v&iacute;rgula que a antecede &eacute; facultativa e est&aacute; corretamente empregada.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tal ora&ccedil;&atilde;o &eacute; seguida da ora&ccedil;&atilde;o subordinada adjetiva restritiva &ldquo;<em>em que, via de regra, dominam as paix&otilde;es&rdquo;<\/em>, por isso n&atilde;o &eacute; antecipada de v&iacute;rgula. Dentro desta ora&ccedil;&atilde;o h&aacute; o adjunto adverbial intercalado &ldquo;<em>via de regra<\/em>&rdquo;, por isso h&aacute; dupla v&iacute;rgula. Como tal estrutura adverbial &eacute; de pequena extens&atilde;o, a dupla v&iacute;rgula poderia ser retirada.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A ora&ccedil;&atilde;o subordinada adverbial causal &ldquo;<em>j&aacute; que tanto a religi&atilde;o como a ci&ecirc;ncia advogam para si mesmas o estatuto do conhecimento verdadeiro&rdquo;<\/em> est&aacute; ap&oacute;s a ora&ccedil;&atilde;o principal, por isso a v&iacute;rgula que a antecede &eacute; facultativa e est&aacute; corretamente empregada. Perceba que a express&atilde;o &ldquo;<em>tanto a religi&atilde;o como a ci&ecirc;ncia&rdquo;<\/em> &eacute; o sujeito do verbo &ldquo;<em>advogam<\/em>&rdquo;, por isso n&atilde;o pode ser separada por v&iacute;rgula. A express&atilde;o &ldquo;<em>para si mesmas<\/em>&rdquo; &eacute; o objeto indireto do verbo &ldquo;<em>advogam<\/em>&rdquo;, por isso n&atilde;o recebe v&iacute;rgulas.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito<\/strong>: <strong>E<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gostou&nbsp;do que leu neste artigo (Prova Comentada Portugu&ecirc;s TST Analista)?<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Ent&atilde;o deixe seu coment&aacute;rio!<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tVeja&nbsp;os meus cursos para TST e assista&nbsp;&agrave;s aulas demonstrativas!\n<\/p>\n<p>\n\t<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/curso\/portugues-p-tst-tecnico-judiciario-area-administrativa-com-videoaulas-201702170102\/?pr=3375\" target=\"_blank\">PORTUGU&Ecirc;S P\/ TST 2017 (T&Eacute;CNICO JUDICI&Aacute;RIO &#8211; &Aacute;REA ADMINISTRATIVA) &#8211; COM VIDEOAULAS<\/a>\n<\/p>\n<p>\n\t<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/curso\/portugues-p-tst-analista-judiciario-area-judiciaria-201702170202\/?pr=3375\" target=\"_blank\">PORTUGU&Ecirc;S P\/ TST 2017 (TODOS OS CARGOS &#8211; ANALISTA JUDICI&Aacute;RIO) &#8211; COM VIDEOAULAS<\/a>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tGrande abra&ccedil;o!\n<\/p>\n<p>\n\tD&eacute;cio Terror\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<h2>\n\t&nbsp;<br \/>\n<\/h2>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prova Comentada Portugu&ecirc;s TST Analista&nbsp; Ol&aacute;, pessoal! Hoje come&ccedil;amos nossa Maratona TST e h&aacute; muito o que falarmos! Como complemento, segue uma prova&nbsp;comentada. A &uacute;ltima prova do TST foi em 2012, a qual comento abaixo. Isso vai ajudar voc&ecirc; a entender o que caiu e como caiu na prova. 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