{"id":67952,"date":"2017-03-23T00:49:46","date_gmt":"2017-03-23T03:49:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=67952"},"modified":"2017-03-23T10:28:10","modified_gmt":"2017-03-23T13:28:10","slug":"comentarios-prova-de-processo-civil-tre-pe-ajaj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/comentarios-prova-de-processo-civil-tre-pe-ajaj\/","title":{"rendered":"Coment\u00e1rios \u00e0 Prova de Processo Civil -TRE-PE\/ AJAJ"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\tConfiram os&nbsp;coment&aacute;rios &agrave; Prova de Processo Civil -TRE-PE\/ AJAJ !!!!!\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000CD\">Ol&aacute; pessoal,<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000CD\">comentamos a prova de Direito Processual Civil &#8211; AJAJ do TRE-PE. N&atilde;o identificamos cabimento de recurso.<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000CD\">PROVA TRE PE<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000CD\">CARGO 5 : ANALISTA JUDICI&Aacute;RIO &ndash; &Aacute;REA JUDICI&Aacute;RIA<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/gabriel-borges-3201\/\">Clique aqui e confira nossos cursos!<\/a>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 41<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Acerca das normas processuais civis, assinale a op&ccedil;&atilde;o <u>CORRETA<\/u>.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A O juiz n&atilde;o pode decidir com base em fundamento a respeito do qual n&atilde;o tenha sido dada oportunidade de manifesta&ccedil;&atilde;o &agrave;s partes, ressalvado o caso de mat&eacute;ria que deva decidir de of&iacute;cio.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B Os ju&iacute;zes e tribunais ter&atilde;o de, inexoravelmente, atender &agrave; ordem cronol&oacute;gica de conclus&atilde;o para proferir senten&ccedil;a ou decis&atilde;o.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C A boa-f&eacute; processual objetiva, que n&atilde;o se aplica ao juiz, prev&ecirc; que as partes no processo tenham um comportamento probo e leal.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D O modelo cooperativo, que atende &agrave; nova ordem do processo civil no Estado constitucional, prop&otilde;e que o juiz seja assim&eacute;trico no decidir e na condu&ccedil;&atilde;o do processo.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E O contradit&oacute;rio substancial tem por escopo propiciar &agrave;s partes a ci&ecirc;ncia dos atos processuais, bem como possibilitar que elas influenciem na forma&ccedil;&atilde;o da convic&ccedil;&atilde;o do julgador.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>COMENT&Aacute;RIOS:<\/u><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra A. O juiz n&atilde;o pode decidir com base em fundamento a respeito do qual n&atilde;o tenha sido dada oportunidade de manifesta&ccedil;&atilde;o &agrave;s partes, <s>ressalvado o caso de mat&eacute;ria que deva decidir de of&iacute;cio<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O QUE disp&otilde;e O CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 10. &nbsp;O juiz n&atilde;o pode decidir, em grau algum de jurisdi&ccedil;&atilde;o, com base em fundamento a respeito do qual n&atilde;o se tenha dado &agrave;s partes oportunidade de se manifestar, <u>AINDA QUE SE TRATE DE MAT&Eacute;RIA SOBRE A QUAL DEVA DECIDIR DE OF&Iacute;CIO<\/u>.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra B. Os ju&iacute;zes e tribunais ter&atilde;o de, <s>inexoravelmente<\/s>, atender &agrave; ordem cronol&oacute;gica de conclus&atilde;o para proferir senten&ccedil;a ou decis&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O QUE DIZ O NCPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 12. &nbsp;Os ju&iacute;zes e os tribunais atender&atilde;o, <u>PREFERENCIALMENTE<\/u>, &agrave; ordem cronol&oacute;gica de conclus&atilde;o para proferir senten&ccedil;a ou ac&oacute;rd&atilde;o.<\/em>&nbsp;&nbsp;(Reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei n&ordm; 13.256, de 2016)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra C. A boa-f&eacute; processual objetiva, <s>que n&atilde;o se aplica ao juiz<\/s>, prev&ecirc; que as partes no processo tenham um comportamento probo e leal.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O QUE DIZ O CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 5<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;<u>AQUELE QUE DE QUALQUER FORMA PARTICIPA DO PROCESSO<\/u> deve comportar-se de acordo com a <u>BOA-F&Eacute;.<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra D. O modelo cooperativo, que atende &agrave; nova ordem do processo civil no Estado constitucional, <s>prop&otilde;e que o juiz seja assim&eacute;trico no decidir e na condu&ccedil;&atilde;o do processo<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNo <u>PROCESSO COOPERATIVO<\/u>, n&atilde;o h&aacute; destaque a nenhum dos sujeitos processuais. Por&eacute;m, no momento da decis&atilde;o n&atilde;o h&aacute; coopera&ccedil;&atilde;o entre as partes, porquanto a decis&atilde;o &eacute; fun&ccedil;&atilde;o exclusiva do Estado-juiz.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA atua&ccedil;&atilde;o jurisdicional decis&oacute;ria &eacute;, por defini&ccedil;&atilde;o, assim&eacute;trica, devendo ser imposta &agrave;s partes, Citando o MITIDIERO: O JUIZ DO PROCESSO COOPERATIVO &eacute; um <u>JUIZ ISON&Ocirc;MICO NA CONDU&Ccedil;&Atilde;O DO PROCESSO<\/u> e <u>ASSIM&Eacute;TRICO NO QUANDO DA DECIS&Atilde;O<\/u> das quest&otilde;es processuais e materiais da causa. Desempenha duplo papel, pois, ocupa dupla posi&ccedil;&atilde;o: <u>PARIT&Aacute;RIO NO DI&Aacute;LOGO, ASSIM&Eacute;TRICO NA DECIS&Atilde;O<\/u>. Visa-se alcan&ccedil;ar, com isso, um &ldquo;ponto de equil&iacute;brio&rdquo; na organiza&ccedil;&atilde;o do formalismo processual, conformando-o como uma verdadeira &ldquo;comunidade de trabalho&rdquo; entre as pessoas do ju&iacute;zo. A coopera&ccedil;&atilde;o converte-se em prioridade no processo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t(MITIDIERO, Daniel. Colabora&ccedil;&atilde;o no Processo Civil: pressupostos sociais, l&oacute;gicos e &eacute;ticos. 2 ed. S&atilde;o Paulo: Revista dos Tribunais, 2011, p. 81)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tObservemos, igualmente, os seguintes artigos do CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 7<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;&Eacute; <u>ASSEGURADA &Agrave;S PARTES PARIDADE DE TRATAMENTO<\/u> em rela&ccedil;&atilde;o ao exerc&iacute;cio de direitos e faculdades processuais, aos meios de defesa, aos &ocirc;nus, aos deveres e &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de san&ccedil;&otilde;es processuais, competindo ao juiz zelar pelo efetivo contradit&oacute;rio.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 139. &nbsp;O juiz dirigir&aacute; o processo conforme as disposi&ccedil;&otilde;es deste C&oacute;digo, incumbindo-lhe:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tI &#8211; <u>ASSEGURAR &Agrave;S PARTES IGUALDADE DE TRATAMENTO<\/u>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra E. O <u>CONTRADIT&Oacute;RIO SUBSTANCIAL<\/u> tem por escopo propiciar &agrave;s partes a ci&ecirc;ncia dos atos processuais, bem como possibilitar que elas influenciem na forma&ccedil;&atilde;o da convic&ccedil;&atilde;o do julgador.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM CERTO. VEJAMOS:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO princ&iacute;pio do CONTRADIT&Oacute;RIO SUBSTANCIAL pode ser definido como a garantia de participa&ccedil;&atilde;o ativa dos sujeitos processuais (sujeito ativo e sujeito passivo) no ato de decidir do julgador, com car&aacute;ter de influ&ecirc;ncia no provimento jurisdicional, evitando qualquer surpresa quando da decis&atilde;o do juiz. Deve haver oitiva e a oportunidade de defesa das partes. Portanto, ser&aacute; substancial o contradit&oacute;rio quando as partes puderem, de fato, influenciar a decis&atilde;o do juiz. Este princ&iacute;pio est&aacute; ligado ao car&aacute;ter da efetividade dos atos praticados no processo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tCorroborando com tal entendimento, seguem alguns artigos do CPC para exemplificar o instituto:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 7<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;&Eacute; assegurada &agrave;s partes paridade de tratamento em rela&ccedil;&atilde;o ao exerc&iacute;cio de direitos e faculdades processuais, aos meios de defesa, aos &ocirc;nus, aos deveres e &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de san&ccedil;&otilde;es processuais, <u>COMPETINDO AO JUIZ ZELAR PELO EFETIVO CONTRADIT&Oacute;RIO<\/u>.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 9<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;N&atilde;o se proferir&aacute; decis&atilde;o contra uma das partes <u>SEM QUE ELA SEJA PREVIAMENTE OUVIDA<\/u>.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Par&aacute;grafo &uacute;nico. &nbsp;O disposto no&nbsp;caput&nbsp;n&atilde;o se aplica:<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>I &#8211; &agrave; tutela provis&oacute;ria de urg&ecirc;ncia;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>II &#8211; &agrave;s hip&oacute;teses de tutela da evid&ecirc;ncia previstas no&nbsp;art. 311, incisos II e III;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>III &#8211; &agrave; decis&atilde;o prevista no&nbsp;art. 701.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 10. &nbsp;O juiz n&atilde;o pode decidir, em grau algum de jurisdi&ccedil;&atilde;o, com base em fundamento a respeito do qual n&atilde;o se <u>TENHA DADO &Agrave;S PARTES OPORTUNIDADE DE SE MANIFESTAR<\/u>, <u>AINDA QUE SE TRATE DE MAT&Eacute;RIA SOBRE A QUAL DEVA DECIDIR DE OF&Iacute;CIO<\/u>.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 42<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A respeito dos poderes, deveres e responsabilidades do juiz e dos atos processuais, assinale a op&ccedil;&atilde;o <u>CORRETA<\/u> &agrave; luz do C&oacute;digo de Processo Civil (CPC).<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A respeito dos poderes, deveres e responsabilidades do juiz e dos atos processuais, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta &agrave; luz do C&oacute;digo de Processo Civil (CPC).<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A N&atilde;o podem ocorrer durante as f&eacute;rias forenses cita&ccedil;&otilde;es, intima&ccedil;&otilde;es e penhoras, ainda que haja autoriza&ccedil;&atilde;o judicial.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B Na aus&ecirc;ncia de preceito legal ou prazo determinado pelo juiz, ser&aacute; de cinco dias &uacute;teis o prazo para a pr&aacute;tica de ato processual a cargo da parte.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C O juiz pode dilatar e reduzir os prazos processuais, adequando-os &agrave;s necessidades do conflito, de modo a conferir maior efetividade &agrave; tutela do direito.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D Pode o magistrado declarar-se suspeito no processo por raz&otilde;es de foro &iacute;ntimo; contudo, para assim fazer, ele deve externar tais raz&otilde;es.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E O terceiro que demonstre interesse jur&iacute;dico poder&aacute; requerer ao juiz certid&atilde;o de inteiro teor da senten&ccedil;a, no caso de processo que tramite sob segredo de justi&ccedil;a.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>COMENT&Aacute;RIOS:<\/u><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra A. <s>N&atilde;o podem ocorrer<\/s> durante as f&eacute;rias forenses cita&ccedil;&otilde;es, intima&ccedil;&otilde;es e penhoras, ainda que haja autoriza&ccedil;&atilde;o judicial.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O QUE disp&otilde;e o CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 214. &nbsp;Durante as f&eacute;rias forenses e nos feriados, n&atilde;o se praticar&atilde;o atos processuais, <u>EXCETUANDO-SE<\/u>:<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>I &#8211; os <u>ATOS PREVISTOS NO&nbsp;ART. 212, &sect; 2<sup>O<\/sup><\/u>; (&sect; 2<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;<u>INDEPENDENTEMENTE DE AUTORIZA&Ccedil;&Atilde;O JUDICIAL, as CITA&Ccedil;&Otilde;ES, INTIMA&Ccedil;&Otilde;ES e PENHORAS poder&atilde;o realizar-se no per&iacute;odo de f&eacute;rias forenses, onde as houver, e nos feriados ou dias &uacute;teis fora do hor&aacute;rio estabelecido neste artigo<\/u>, observado o disposto no&nbsp;art. 5<sup>o<\/sup>, inciso XI, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>II &#8211; a tutela de urg&ecirc;ncia.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra B. <u>Na AUS&Ecirc;NCIA DE PRECEITO LEGAL ou PRAZO DETERMINADO PELO JUIZ<\/u>, ser&aacute; de <u>CINCO DIAS <\/u><u>&Uacute;TEIS<\/u> o prazo para a pr&aacute;tica de ato processual a cargo da parte.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM CERTO. VEJAMOS O QUE disp&otilde;e o CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 218. &nbsp;Os atos processuais ser&atilde;o realizados nos prazos prescritos em lei.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&sect; 3<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;INEXISTINDO <u>PRECEITO LEGAL<\/u> ou <u>PRAZO DETERMINADO PELO JUIZ<\/u>, <u>SER&Aacute; DE 5 (CINCO) DIAS<\/u> o prazo para a pr&aacute;tica de ato processual a cargo da parte.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE quanto a parte do &ldquo;&Uacute;TEIS&rdquo; ? Vejam a novidade do CPC\/2015:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 219. &nbsp;Na <u>contagem de prazo em dias<\/u>, <u>ESTABELECIDO<\/u> <u>POR LEI ou PELO JUIZ<\/u>, computar-se-&atilde;o <u>SOMENTE OS DIAS &Uacute;TEIS<\/u>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra C. O juiz pode dilatar <s>e reduzir<\/s> os prazos processuais, adequando-os &agrave;s necessidades do conflito, de modo a conferir maior efetividade &agrave; tutela do direito.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS como est&aacute; no CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 139. &nbsp;O juiz dirigir&aacute; o processo conforme as disposi&ccedil;&otilde;es deste C&oacute;digo, incumbindo-lhe:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tVI &#8211; <u>DILATAR OS PRAZOS PROCESSUAIS<\/u> e <u>ALTERAR A ORDEM DE PRODU&Ccedil;&Atilde;O DOS MEIOS DE PROVA<\/u>, adequando-os &agrave;s necessidades do conflito de modo a conferir maior efetividade &agrave; tutela do direito;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD Pode o magistrado declarar-se suspeito no processo por raz&otilde;es de foro &iacute;ntimo; contudo, para assim fazer, <s>ele deve externar tais raz&otilde;es<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS NO CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 145.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&sect; 1<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;Poder&aacute; o juiz declarar-se suspeito por motivo de foro &iacute;ntimo, <u>SEM NECESSIDADE DE DECLARAR SUAS RAZ&Otilde;ES.<\/u>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE O terceiro que demonstre interesse jur&iacute;dico <s>poder&aacute; requerer ao juiz certid&atilde;o de inteiro teor da senten&ccedil;a<\/s>, no caso de processo que tramite sob segredo de justi&ccedil;a.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 189. [&#8230;]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&sect; 1<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;O DIREITO de consultar os autos de PROCESSO QUE TRAMITE EM SEGREDO DE JUSTI&Ccedil;A e DE PEDIR CERTID&Otilde;ES DE SEUS ATOS <u>&Eacute; RESTRITO &Agrave;S PARTES E AOS SEUS PROCURADORES<\/u>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&sect; 2<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;O <u>terceiro que demonstrar interesse jur&iacute;dico<\/u> pode requerer ao juiz <u>CERTID&Atilde;O DO DISPOSITIVO DA SENTEN&Ccedil;A<\/u>, bem como de <u>invent&aacute;rio e de partilha resultantes de div&oacute;rcio ou separa&ccedil;&atilde;o<\/u>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 43<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Jo&atilde;o e Jos&eacute;, residentes em Recife &ndash; PE, foram v&iacute;timas de acidente automobil&iacute;stico provocado por Pedro, maior e capaz, domiciliado em Olinda &ndash; PE. As v&iacute;timas impetraram a&ccedil;&otilde;es indenizat&oacute;rias individuais em 10\/3\/2016, ambas no ju&iacute;zo de Recife &ndash; PE.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Nessa situa&ccedil;&atilde;o hipot&eacute;tica,<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A caso Pedro oponha incidente de exce&ccedil;&atilde;o de incompet&ecirc;ncia relativa ap&oacute;s a entrada em vigor do novo CPC, o juiz dever&aacute; declinar da compet&ecirc;ncia.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B Jo&atilde;o e Jos&eacute; poderiam optar por ingressar em litiscons&oacute;rcio ativo e, nesse caso, seriam considerados como litigantes distintos em suas rela&ccedil;&otilde;es com Pedro.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C se as a&ccedil;&otilde;es forem distribu&iacute;das para ju&iacute;zos distintos, os processos dever&atilde;o ser reunidos em raz&atilde;o da exist&ecirc;ncia de contin&ecirc;ncia.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D ambos os processos devem seguir o rito ordin&aacute;rio, porquanto o procedimento sum&aacute;rio foi extinto no novo CPC.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E a cita&ccedil;&atilde;o de Pedro deve ocorrer por mandado, por meio de oficial de justi&ccedil;a.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>COMENT&Aacute;RIOS:<\/u><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra A. Caso Pedro oponha incidente de <s>exce&ccedil;&atilde;o de incompet&ecirc;ncia relativa ap&oacute;s a entrada em vigor do novo CPC<\/s>, <s>o juiz dever&aacute; declinar da compet&ecirc;ncia<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 64. &nbsp;A incompet&ecirc;ncia, ABSOLUTA OU RELATIVA, ser&aacute; <u>ALEGADA COMO QUEST&Atilde;O PRELIMINAR DE CONTESTA&Ccedil;&Atilde;O<\/u>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tCOM O ADVENTO DO CPC\/2015, A EXCE&Ccedil;&Atilde;O DE INCOMPET&Ecirc;NCIA RELATIVA FOI EXTINTA. AGORA, TANTO A INCOMPET&Ecirc;NCIA ABSOLUTA COMO A RELATIVA SER&Atilde;O QUEST&Otilde;ES PRELIMINARES DE CONTESTA&Ccedil;&Atilde;O. VEJAM:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 337. &nbsp;Incumbe ao r&eacute;u, antes de discutir o m&eacute;rito, alegar:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tII &#8211; <u>INCOMPET&Ecirc;NCIA ABSOLUTA E RELATIVA<\/u>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAl&eacute;m disso, a simples alega&ccedil;&atilde;o de incompet&ecirc;ncia n&atilde;o obriga a que o juiz decline da compet&ecirc;ncia, a menos que assim o entenda. Na verdade, o que ocorre &eacute; a instala&ccedil;&atilde;o de um incidente ao processo, no qual o juiz apresentar&aacute; ao tribunal suas raz&otilde;es para n&atilde;o aceitar a alega&ccedil;&atilde;o de incompet&ecirc;ncia, e l&aacute; ser&aacute; julgada a mudan&ccedil;a ou n&atilde;o do ju&iacute;zo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra B. Jo&atilde;o e Jos&eacute; poderiam optar por ingressar em litiscons&oacute;rcio ativo e, nesse caso, seriam considerados como litigantes distintos em suas rela&ccedil;&otilde;es com Pedro.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM CERTO. VEJAMOS O CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 113. &nbsp;Duas ou mais pessoas <u>podem litigar, no mesmo processo, em conjunto<\/u>, ativa ou passivamente, quando:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tII &#8211; entre as causas houver <u>conex&atilde;o pelo pedido ou pela causa de pedir<\/u>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 117. &nbsp;Os litisconsortes ser&atilde;o considerados, em suas rela&ccedil;&otilde;es com a parte adversa, <u>COMO LITIGANTES DISTINTOS<\/u>, exceto no litiscons&oacute;rcio unit&aacute;rio, caso em que os atos e as omiss&otilde;es de um n&atilde;o prejudicar&atilde;o os outros, mas os poder&atilde;o beneficiar.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra C. Se as a&ccedil;&otilde;es forem distribu&iacute;das para ju&iacute;zos distintos, os processos dever&atilde;o ser reunidos em raz&atilde;o da exist&ecirc;ncia de <s>contin&ecirc;ncia<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 55. &nbsp;Reputam-se CONEXAS 2 ou mais a&ccedil;&otilde;es quando lhes for <u>COMUM O PEDIDO <\/u><u>OU <\/u><u>A CAUSA DE PEDIR<\/u>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<u>SER&Atilde;O REUNIDOS EM RAZ&Atilde;O DA CONEX&Atilde;O.<\/u>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 56. &nbsp;D&aacute;-se a <u>CONTIN&Ecirc;NCIA<\/u> entre 2 ou mais a&ccedil;&otilde;es quando houver <u>IDENTIDADE QUANTO &Agrave;S PARTES E &Agrave; CAUSA DE PEDIR<\/u>, <u>mas o pedido de uma, por ser mais amplo, abrange o das demais<\/u>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra D. Ambos os processos <s>devem seguir o rito ordin&aacute;rio<\/s>, porquanto o procedimento sum&aacute;rio foi extinto no CPC\/2015.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO RITO SUM&Aacute;RIO FOI EXTINTO PELO CPC, MAS ISSO N&Atilde;O IMPLICA QUE NECESSARIMENTE AMBOS OS PROCESSOS PRECISAM SEGUIR O RITO ORDIN&Aacute;RIO. H&Aacute; AINDA O RITO SUMAR&Iacute;SSIMO DA LEI 9099\/95, poss&iacute;vel quando ATENDIDOS ALGUNS CRIT&Eacute;RIOS:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLEI 9099\/95 Art. 3&ordm; O Juizado Especial C&iacute;vel tem compet&ecirc;ncia para concilia&ccedil;&atilde;o, processo e julgamento das causas c&iacute;veis de menor complexidade, assim consideradas:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I &#8211; as causas cujo valor n&atilde;o exceda a quarenta vezes o sal&aacute;rio m&iacute;nimo;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II &#8211; <s>as enumeradas no art. 275, inciso II, do C&oacute;digo de Processo Civil<\/s>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III &#8211; a a&ccedil;&atilde;o de despejo para uso pr&oacute;prio;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV &#8211; as a&ccedil;&otilde;es possess&oacute;rias sobre bens im&oacute;veis de valor n&atilde;o excedente ao fixado no inciso I deste artigo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&sect; 2&ordm; Ficam <u>exclu&iacute;das<\/u> da compet&ecirc;ncia do Juizado Especial as causas de natureza alimentar, falimentar, fiscal e de interesse da Fazenda P&uacute;blica, e tamb&eacute;m as relativas a acidentes de trabalho, a res&iacute;duos e ao estado e capacidade das pessoas, ainda que de cunho patrimonial.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra E. A cita&ccedil;&atilde;o de Pedro deve ocorrer <s>por mandado, por meio de oficial de justi&ccedil;a.<\/s>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 242. &nbsp;A cita&ccedil;&atilde;o <u>SER&Aacute; PESSOAL<\/u>, podendo, no entanto, ser feita na pessoa do representante legal ou do procurador do r&eacute;u, do executado ou do interessado.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 44<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>No que se refere &agrave;s provas no processo civil, assinale a op&ccedil;&atilde;o <u>CORRETA.<\/u><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A Foi adotado o sistema do livre convencimento puro na valora&ccedil;&atilde;o das provas pelo juiz.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B O &ocirc;nus da prova incumbir&aacute; &agrave; parte que produziu o documento, quando for contestada a autenticidade deste.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C Devido ao fato de os indiv&iacute;duos com menos de dezesseis anos de idade serem incapazes para depor, o juiz n&atilde;o pode admitir que eles deponham.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D &Eacute; permitido ao advogado requerer o depoimento pessoal da parte que esteja sob o seu patroc&iacute;nio.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E S&atilde;o admitidos os meios t&iacute;picos e at&iacute;picos para a prova dos fatos em ju&iacute;zo, ainda que tais meios sejam moralmente ileg&iacute;timos.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>COMENT&Aacute;RIOS:<\/u><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra A. Foi adotado o sistema do <s>livre<\/s> convencimento <s>puro<\/s> na valora&ccedil;&atilde;o das provas pelo juiz.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tS&atilde;o, essencialmente, 3 sistemas principais de valora&ccedil;&atilde;o da prova: 1) o sistema da prova legal ou tarifada, no qual a lei pr&eacute;-concebe o valor da prova, n&atilde;o deixando qualquer valora&ccedil;&atilde;o por crit&eacute;rio intr&iacute;nseco para o julgador; 2) O sistema do livre convencimento puro, no qual o julgador tem liberdade para apreciar e valorar a prova, n&atilde;o havendo sequer necessidade de expor os motivos que lhe formaram convencimento; 3) E o sistema do livre convencimento motivado ou da persuas&atilde;o racional, no qual se reconhece a liberdade do julgador para apreciar e valorar a prova, mas na decis&atilde;o ele deve expor as raz&otilde;es de seu convencimento.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tConforme CPC\/2015: Art. 371.&nbsp; O juiz <u>APRECIAR&Aacute; A PROVA<\/u> constante dos autos, independentemente do sujeito que a tiver promovido, e indicar&aacute; na decis&atilde;o as raz&otilde;es da forma&ccedil;&atilde;o de seu convencimento.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra B. O &ocirc;nus da prova incumbir&aacute; &agrave; parte que produziu o documento, quando for contestada a autenticidade deste.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM CERTO. VEJAMOS O CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 429. &nbsp;Incumbe o &ocirc;nus da prova quando:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tII &#8211; se tratar de IMPUGNA&Ccedil;&Atilde;O DA AUTENTICIDADE, <u>&agrave; parte que produziu o documento<\/u>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra C. Devido ao fato de os indiv&iacute;duos com menos de dezesseis anos de idade serem incapazes para depor, <s>o juiz n&atilde;o pode admitir que eles deponham<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 447. &nbsp;Podem depor como testemunhas todas as pessoas, exceto as incapazes, impedidas ou suspeitas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&sect; 4<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;Sendo necess&aacute;rio, <u>PODE O JUIZ ADMITIR O DEPOIMENTO DAS TESTEMUNHAS MENORES, IMPEDIDAS OU SUSPEITAS<\/u>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&sect; 5<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;Os depoimentos referidos no &sect; 4<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;<u>ser&atilde;o prestados independentemente de compromisso<\/u>, <u>e o juiz lhes atribuir&aacute; o valor que possam merecer<\/u>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra D. <s>&Eacute; permitido ao advogado requerer o depoimento pessoal da parte que esteja sob o seu patroc&iacute;nio<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 385. &nbsp;<u>CABE &Agrave; PARTE REQUERER O DEPOIMENTO PESSOAL DA OUTRA PARTE<\/u>, a fim de que esta seja interrogada na audi&ecirc;ncia de instru&ccedil;&atilde;o e julgamento, sem preju&iacute;zo do poder do juiz de orden&aacute;-lo de of&iacute;cio.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra E. S&atilde;o admitidos os <s>meios t&iacute;picos e at&iacute;picos<\/s> para a prova dos fatos em ju&iacute;zo, ainda que tais meios sejam moralmente <s>ileg&iacute;timos<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. Conforme CPC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 369. &nbsp;As partes t&ecirc;m o direito de empregar <u>TODOS OS MEIOS LEGAIS<\/u>, bem como os <u>MORALMENTE LEG&Iacute;TIMOS<\/u>, ainda que n&atilde;o especificados neste C&oacute;digo, para provar a verdade dos fatos em que se funda o pedido ou a defesa e influir eficazmente na convic&ccedil;&atilde;o do juiz.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 45<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Acerca dos aspectos processuais das a&ccedil;&otilde;es coletivas, assinale a op&ccedil;&atilde;o <u>CORRETA<\/u>.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A Em a&ccedil;&atilde;o civil p&uacute;blica, far&aacute; coisa julgada <em>erga omnes<\/em> a senten&ccedil;a cujo pedido tiver sido julgado improcedente por insufici&ecirc;ncia de provas.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B O processamento e o julgamento das a&ccedil;&otilde;es civis p&uacute;blicas competem ao ju&iacute;zo do domic&iacute;lio do causador do dano.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C Em a&ccedil;&atilde;o de improbidade administrativa, &eacute; facultado ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico agir no processo como fiscal da lei, desde que ele n&atilde;o atue como parte.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D Partido pol&iacute;tico tem legitimidade para impetrar mandado de seguran&ccedil;a coletivo, sem a necessidade de demonstrar representa&ccedil;&atilde;o no Congresso Nacional.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E A legitimidade para propor a&ccedil;&atilde;o popular &eacute; do cidad&atilde;o; se ele desistir da a&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; o Minist&eacute;rio P&uacute;blico promover o seu prosseguimento.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>COMENT&Aacute;RIOS:<\/u><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra A. Em a&ccedil;&atilde;o civil p&uacute;blica, far&aacute; coisa julgada <em>erga omnes<\/em> a senten&ccedil;a <s>cujo pedido tiver sido julgado improcedente por insufici&ecirc;ncia de provas<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O QUE DISP&Otilde;E LEI 7347\/85:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 16. A senten&ccedil;a civil far&aacute; coisa julgada <em>erga omnes<\/em>, nos limites da compet&ecirc;ncia territorial do &oacute;rg&atilde;o prolator, <u>EXCETO SE O PEDIDO FOR JULGADO IMPROCEDENTE POR INSUFICI&Ecirc;NCIA DE PROVAS<\/u>, <u>hip&oacute;tese em que qualquer legitimado poder&aacute; intentar outra a&ccedil;&atilde;o com id&ecirc;ntico fundamento, valendo-se de nova prova<\/u>.&nbsp;(Reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei n&ordm; 9.494, de 10.9.1997)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra B. O processamento e o julgamento das a&ccedil;&otilde;es civis p&uacute;blicas competem <s>ao ju&iacute;zo do domic&iacute;lio do causador do dano<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. CONFORME LEI 7347\/85:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 2&ordm; As a&ccedil;&otilde;es previstas nesta Lei <u>SER&Atilde;O PROPOSTAS NO FORO DO LOCAL ONDE OCORRER O DANO<\/u>, cujo ju&iacute;zo ter&aacute; compet&ecirc;ncia funcional para processar e julgar a causa.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPar&aacute;grafo &uacute;nico&nbsp;&nbsp;A propositura da a&ccedil;&atilde;o prevenir&aacute; a jurisdi&ccedil;&atilde;o do ju&iacute;zo para todas as a&ccedil;&otilde;es posteriormente intentadas que possuam a mesma causa de pedir ou o mesmo objeto.&nbsp;(Inclu&iacute;do pela Medida provis&oacute;ria n&ordm; 2.180-35, de 2001)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra C. Em a&ccedil;&atilde;o de improbidade administrativa, <s>&eacute; facultado<\/s> ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico agir no processo como fiscal da lei, <s>desde que ele n&atilde;o atue como parte<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. NA LEI 8429\/92:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 17. A a&ccedil;&atilde;o principal, que ter&aacute; o rito ordin&aacute;rio, ser&aacute; proposta pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico ou pela pessoa jur&iacute;dica interessada, dentro de trinta dias da efetiva&ccedil;&atilde;o da medida cautelar.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&sect; 4&ordm; O Minist&eacute;rio P&uacute;blico, <u>SE N&Atilde;O INTERVIR NO PROCESSO COMO PARTE<\/u>, ATUAR&Aacute; OBRIGATORIAMENTE, COMO FISCAL DA LEI, sob pena de <u>NULIDADE<\/u>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra D. Partido pol&iacute;tico tem legitimidade para impetrar mandado de seguran&ccedil;a coletivo, <s>sem a necessidade de demonstrar representa&ccedil;&atilde;o no Congresso Nacional<\/s>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM ERRADO. VEJAMOS O QUE DIZ A LEI:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 21.&nbsp; O <u>MANDADO DE SEGURAN&Ccedil;A COLETIVO<\/u> pode ser impetrado <u>POR PARTIDO POL&Iacute;TICO COM REPRESENTA&Ccedil;&Atilde;O NO CONGRESSO NACIONAL<\/u>, na defesa de seus interesses leg&iacute;timos relativos a seus integrantes ou &agrave; finalidade partid&aacute;ria, ou por organiza&ccedil;&atilde;o sindical, entidade de classe ou associa&ccedil;&atilde;o legalmente constitu&iacute;da e em funcionamento h&aacute;, pelo menos, 1 (um) ano, em defesa de direitos l&iacute;quidos e certos da totalidade, ou de parte, dos seus membros ou associados, na forma dos seus estatutos e desde que pertinentes &agrave;s suas finalidades, dispensada, para tanto, autoriza&ccedil;&atilde;o especial.&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLetra E. A legitimidade para propor a&ccedil;&atilde;o popular &eacute; do cidad&atilde;o; se ele desistir da a&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; o Minist&eacute;rio P&uacute;blico promover o seu prosseguimento.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tITEM CERTO. VEJAMOS A LEI 4717\/65:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 1&ordm; <u>QUALQUER CIDAD&Atilde;O SER&Aacute; PARTE LEG&Iacute;TIMA PARA PLEITEAR A ANULA&Ccedil;&Atilde;O OU A DECLARA&Ccedil;&Atilde;O DE NULIDADE<\/u> de atos lesivos ao patrim&ocirc;nio da Uni&atilde;o, do Distrito Federal, dos Estados, dos Munic&iacute;pios, de entidades aut&aacute;rquicas, de sociedades de economia mista&nbsp;(Constitui&ccedil;&atilde;o, art. 141, &sect; 38), de sociedades m&uacute;tuas de seguro nas quais a Uni&atilde;o represente os segurados ausentes, de empresas p&uacute;blicas, de servi&ccedil;os sociais aut&ocirc;nomos, de institui&ccedil;&otilde;es ou funda&ccedil;&otilde;es para cuja cria&ccedil;&atilde;o ou custeio o tesouro p&uacute;blico haja concorrido ou concorra com mais de cinq&uuml;enta por cento do patrim&ocirc;nio ou da receita &acirc;nua, de empresas incorporadas ao patrim&ocirc;nio da Uni&atilde;o, do Distrito Federal, dos Estados e dos Munic&iacute;pios, e de quaisquer pessoas jur&iacute;dicas ou entidades subvencionadas pelos cofres p&uacute;blicos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&sect; 3&ordm; A <u>prova da cidadania<\/u>, para ingresso em ju&iacute;zo, ser&aacute; feita com o <u>t&iacute;tulo eleitoral<\/u>, ou com documento que a ele corresponda.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tArt. 9&ordm; <u>SE O AUTOR DESISTIR DA A&Ccedil;&Atilde;O<\/u> ou der motivo &agrave; absolvi&ccedil;&atilde;o da inst&acirc;ncia, ser&atilde;o publicados editais nos prazos e condi&ccedil;&otilde;es previstos no art. 7&ordm;, inciso II, <u>FICANDO ASSEGURADO A QUALQUER CIDAD&Atilde;O, BEM COMO AO REPRESENTANTE DO MINIST&Eacute;RIO P&Uacute;BLICO, DENTRO DO PRAZO DE 90 (NOVENTA) DIAS DA &Uacute;LTIMA PUBLICA&Ccedil;&Atilde;O FEITA, PROMOVER O PROSSEGUIMENTO DA A&Ccedil;&Atilde;O<\/u>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAbra&ccedil;os e bons estudos,\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tProf. Gabriel Borges e equipe!\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/gabriel-borges-3201\/\">Clique aqui e confira nossos cursos!<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confiram os&nbsp;coment&aacute;rios &agrave; Prova de Processo Civil -TRE-PE\/ AJAJ !!!!! 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