{"id":67825,"date":"2017-03-22T15:22:16","date_gmt":"2017-03-22T18:22:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=67825"},"modified":"2017-03-22T15:22:16","modified_gmt":"2017-03-22T18:22:16","slug":"comentarios-prova-de-direito-civil-do-trepe-ajaj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/comentarios-prova-de-direito-civil-do-trepe-ajaj\/","title":{"rendered":"Coment\u00e1rios \u00e0 prova de Direito Civil do TRE\/PE &#8211; AJAJ."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\tOi amigos! Tudo bem com voc&ecirc;s?\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tHoje trago os coment&aacute;rios das quest&otilde;es de Direito Civil para o cargo de AJAJ, do TRE\/PE, aplicada pelo CESPE no &uacute;ltimo domingo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA prova estava em&nbsp;um n&iacute;vel m&eacute;dio de cobran&ccedil;a, ou seja, quem estudou com seriedade conseguiu resolver as quest&otilde;es tranquilamente. N&atilde;o foi das provas mais f&aacute;ceis aplicadas pelo CESPE, mas tamb&eacute;m n&atilde;o foi das mais dif&iacute;ceis.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tN&atilde;o vejo possibilidade de recursos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tVamos l&aacute;:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tQUEST&Atilde;O 36 Com rela&ccedil;&atilde;o a neg&oacute;cios jur&iacute;dicos, prescri&ccedil;&atilde;o e provas, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta &agrave; luz do C&oacute;digo Civil e da jurisprud&ecirc;ncia do STJ.\n<\/p>\n<ol style=\"list-style-type:lower-alpha\">\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tA pretens&atilde;o condenat&oacute;ria decorrente da declara&ccedil;&atilde;o de nulidade de cl&aacute;usula contratual que preveja reajuste em plano de sa&uacute;de prescreve em tr&ecirc;s anos.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tA prova exclusivamente testemunhal &eacute; admitida somente para neg&oacute;cios jur&iacute;dicos cujo valor n&atilde;o ultrapasse o d&eacute;cuplo do maior sal&aacute;rio m&iacute;nimo vigente no pa&iacute;s ao tempo que forem celebrados.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tA presun&ccedil;&atilde;o &eacute; inferida a partir de um fato jur&iacute;dico indireto e, por essa raz&atilde;o, n&atilde;o consta no rol dos meios de prova do C&oacute;digo Civil.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tNas declara&ccedil;&otilde;es de vontade, prevalece o sentido literal da linguagem em detrimento da inten&ccedil;&atilde;o nelas consubstanciada.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tA validade do neg&oacute;cio jur&iacute;dico pode subordinar-se, se convencionado pelas partes, a evento futuro e incerto, mediante condi&ccedil;&atilde;o.\n\t<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;a&rdquo; &ndash; correta.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>DIREITO CIVIL. PRAZO DE PRESCRI&Ccedil;&Atilde;O DA PRETENS&Atilde;O CONDENAT&Oacute;RIA DECORRENTE DE NULIDADE DE CL&Aacute;USULA DE REAJUSTE DE PLANO OU SEGURO DE ASSIST&Ecirc;NCIA &Agrave; SA&Uacute;DE. RECURSO REPETITIVO. TEMA 610. Na vig&ecirc;ncia dos contratos de plano ou de seguro de assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de, a pretens&atilde;o condenat&oacute;ria decorrente da declara&ccedil;&atilde;o de nulidade de cl&aacute;usula de reajuste nele prevista prescreve em 20 anos (art. 177 do CC\/1916) ou em 3 anos (art. 206, &sect; 3&ordm;, IV, do CC\/2002), observada a regra de transi&ccedil;&atilde;o do art. 2.028 do CC\/2002. REsp 1.361.182-RS, Rel. Min. Marco Buzzi, Rel. para ac&oacute;rd&atilde;o Min. Marco Aur&eacute;lio Bellizze, Segunda Se&ccedil;&atilde;o, julgado em 10\/8\/2016, DJe 19\/9\/2016 (Informativo n. 590).<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;b&rdquo; &ndash; errada. Esta alternativa correspondia ao caput do art. 27 do CC, que foi revogado pela Lei n. 13.105\/15, novo CPC.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;c&rdquo; &ndash; errada. A presun&ccedil;&atilde;o consta no rol dos meios de provas do CC\/2002, vide art. 212 do CC:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 212. Salvo o neg&oacute;cio a que se imp&otilde;e forma especial, o fato jur&iacute;dico pode ser provado mediante:<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>I &#8211; confiss&atilde;o;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>II &#8211; documento;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>III &#8211; testemunha;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>IV &#8211; <strong>presun&ccedil;&atilde;o;<\/strong><\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>V &#8211; per&iacute;cia.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;d&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 112. Nas declara&ccedil;&otilde;es de vontade se atender&aacute; mais &agrave; inten&ccedil;&atilde;o nelas consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;e&rdquo; &ndash; errada. A validade do neg&oacute;cio jur&iacute;dico requer: agente capaz; objeto l&iacute;cito, poss&iacute;vel, determinado ou determin&aacute;vel, e forma prescrita ou n&atilde;o defesa em lei, de acordo com o art. 104 do CC. A condi&ccedil;&atilde;o (juntamente com o termo e o encargo), que &eacute; elemento acidental do neg&oacute;cio jur&iacute;dico, introduzida facultativamente pela vontade das partes, n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria para a exist&ecirc;ncia do neg&oacute;cio jur&iacute;dico. <em>&ldquo;S&atilde;o cl&aacute;usulas que, apostas a neg&oacute;cios jur&iacute;dicos por declara&ccedil;&atilde;o unilateral ou pela vontade das partes, <strong>acarretam modifica&ccedil;&otilde;es em sua efic&aacute;cia ou em sua abrang&ecirc;ncia<\/strong>&rdquo; (Carlos Roberto Gon&ccedil;alves).<\/em> Portanto, os elementos acidentais atuar&atilde;o no plano da efic&aacute;cia dos neg&oacute;cios jur&iacute;dicos e n&atilde;o no plano da validade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tGabarito letra A.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tQUEST&Atilde;O 37 Assinale a op&ccedil;&atilde;o correta no que se refere ao adimplemento das obriga&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<ol style=\"list-style-type:lower-alpha\">\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tO pagamento feito por terceiro ao credor n&atilde;o obriga o reembolso pelo devedor, se este tiver ci&ecirc;ncia da prescri&ccedil;&atilde;o da pretens&atilde;o do credor e se opuser ao adimplemento.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tCaso haja d&uacute;vida quanto ao fato de o terceiro ter efetuado pagamento em nome pr&oacute;prio ou do devedor, presume-se que o tenha feito em nome do devedor.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tEmbora a quita&ccedil;&atilde;o seja um direito subjetivo do devedor, ele n&atilde;o pode reter o pagamento como forma de compelir o credor a fornecer-lhe o recibo.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tCaso sejam designados dois ou mais lugares para o pagamento, a escolha do local para efetu&aacute;-lo caber&aacute; ao devedor, em exce&ccedil;&atilde;o &agrave; regra geral de que o pagamento seja efetuado no domic&iacute;lio do credor.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tO terceiro n&atilde;o interessado que paga a d&iacute;vida, em nome pr&oacute;prio, se sub-roga nos direitos do credor.\n\t<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;a&rdquo; &ndash; correta.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 306. O pagamento feito por terceiro, com desconhecimento ou oposi&ccedil;&atilde;o do devedor, n&atilde;o obriga a reembolsar aquele que pagou, se o devedor tinha meios para ilidir a a&ccedil;&atilde;o.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;b&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 320.<strong> A quita&ccedil;&atilde;o,<\/strong> que sempre poder&aacute; ser dada por instrumento particular, <strong>designar&aacute;<\/strong> o valor e a esp&eacute;cie da d&iacute;vida quitada, <u>o nome do devedor, ou quem por este pagou<\/u>, o tempo e o lugar do pagamento, com a assinatura do credor, ou do seu representante.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;c&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 319. O devedor que paga tem direito a quita&ccedil;&atilde;o regular, <u>e pode reter o pagamento, enquanto n&atilde;o lhe seja dada.<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;d&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 327. Efetuar-se-&aacute; o pagamento no domic&iacute;lio do devedor, salvo se as partes convencionarem diversamente, ou se o contr&aacute;rio resultar da lei, da natureza da obriga&ccedil;&atilde;o ou das circunst&acirc;ncias.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Par&aacute;grafo &uacute;nico. Designados dois ou mais lugares, <u>cabe ao credor escolher entre eles.<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;e&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 305. O terceiro n&atilde;o interessado, que paga a d&iacute;vida em seu pr&oacute;prio nome, tem direito a reembolsar-se do que pagar; <u>mas n&atilde;o se sub-roga nos direitos do credor.<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tGabarito letra A.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tQUEST&Atilde;O 38 A empresa Bebidas Bom Pre&ccedil;o Ltda. celebrou com uma empresa de alimentos, por prazo determinado, contrato de comodato cujo objeto era o empr&eacute;stimo de um freezer. Era dever da comodat&aacute;ria armazenar somente produtos adquiridos da comodante. Nessa situa&ccedil;&atilde;o hipot&eacute;tica, conforme a legisla&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel ao caso e o entendimento doutrin&aacute;rio sobre o tema,\n<\/p>\n<ol style=\"list-style-type:lower-alpha\">\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tPor ter natureza pessoal, o contrato de comodato n&atilde;o se estender&aacute; no caso de sucess&atilde;o empresarial da empresa comodat&aacute;ria.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tA comodante n&atilde;o poder&aacute; suspender o uso da coisa antes do t&eacute;rmino do prazo do contrato, ainda que demonstre necessidade imprevista e urgente.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tO neg&oacute;cio jur&iacute;dico perfez-se com a assinatura do contrato.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tA empresa comodat&aacute;ria pode cobrar da empresa comodante as despesas referentes ao uso e ao gozo da coisa emprestada.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tA cl&aacute;usula de exclusividade acerca dos produtos que devem ficar armazenados no freezer n&atilde;o poderia ter sido estipulada.\n\t<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;a&rdquo; &ndash; correta. Uma das caracter&iacute;sticas do contrato de comodato &eacute; a de ser intuito personae (natureza pessoal), por isso se extingue com a morte do comodat&aacute;rio.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;b&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 581. Se o comodato n&atilde;o tiver prazo convencional, presumir-se-lhe-&aacute; o necess&aacute;rio para o uso concedido; n&atilde;o podendo o comodante, salvo necessidade imprevista e urgente, reconhecida pelo juiz, suspender o uso e gozo da coisa emprestada, antes de findo o prazo convencional, ou o que se determine pelo uso outorgado.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;c&rdquo; &ndash; errada. O comodato perfaz-se com a entrega (tradi&ccedil;&atilde;o) do objeto. Tamb&eacute;m &eacute; contrato n&atilde;o solene, a lei n&atilde;o exige forma especial para sua validade, por isso pode ser feito at&eacute; a forma verbal.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 579. O comodato &eacute; o empr&eacute;stimo gratuito de coisas n&atilde;o fung&iacute;veis. <u>Perfaz-se com a tradi&ccedil;&atilde;o do objeto.<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;d&rdquo; &ndash; errada. O comodato &eacute; contrato gratuito.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 584. O comodat&aacute;rio <u>n&atilde;o poder&aacute; jamais recobrar do comodante as despesas feitas com o uso e gozo da coisa emprestada.<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;e&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 582. O comodat&aacute;rio &eacute; obrigado a conservar, como se sua pr&oacute;pria fora, a coisa emprestada, <u>n&atilde;o podendo us&aacute;-la sen&atilde;o de acordo com o contrato ou a natureza dela,<\/u> sob pena de responder por perdas e danos. O comodat&aacute;rio constitu&iacute;do em mora, al&eacute;m de por ela responder, pagar&aacute;, at&eacute; restitu&iacute;-la, o aluguel da coisa que for arbitrado pelo comodante.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tGabarito letra A.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tQUEST&Atilde;O 39 Quando caminhava pelo acostamento de uma via p&uacute;blica, Francisco foi atropelado por ve&iacute;culo de propriedade de uma locadora de ve&iacute;culos conduzido por Pedro. Em raz&atilde;o do acidente, Francisco sofreu fratura do f&ecirc;mur e ficou internado por um m&ecirc;s. As les&otilde;es por ele sofridas geraram debilidade permanente, que o impedem de trabalhar, e cicatrizes na perna, que lhe causam constrangimento. Nessa situa&ccedil;&atilde;o hipot&eacute;tica, conforme a legisla&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel e a jurisprud&ecirc;ncia dos tribunais superiores,\n<\/p>\n<ol style=\"list-style-type:lower-alpha\">\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tFrancisco n&atilde;o pode cumular pedido de compensa&ccedil;&atilde;o por danos morais e est&eacute;ticos, porquanto os danos est&eacute;ticos est&atilde;o inclu&iacute;dos nos danos morais.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tSe Francisco n&atilde;o comprovar o valor auferido por seu trabalho, o juiz poder&aacute; determinar que a eventual indeniza&ccedil;&atilde;o arbitrada seja paga de uma s&oacute; vez, mesmo contra a vontade da v&iacute;tima.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tA locadora de ve&iacute;culos e Pedro s&atilde;o solidariamente respons&aacute;veis pelos danos causados a Francisco.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tCaso Francisco viesse a &oacute;bito, cessariam seus direitos da personalidade e seus pais n&atilde;o poderiam pleitear perdas e danos.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tA debilidade permanente causada a Francisco pode dar causa ao pagamento de pens&atilde;o aliment&iacute;cia pela causadora do dano, no valor de no m&aacute;ximo um sal&aacute;rio m&iacute;nimo, at&eacute; ele completar sessenta e cinco anos de idade.\n\t<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tVimos uma quest&atilde;o igual a esta em nosso curso. :)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA alternativa &ldquo;c&rdquo; est&aacute; correta, pois a responsabilidade da empresa locadora do ve&iacute;culo, por for&ccedil;a da <strong>S&uacute;mula n&ordm; 492 do STF<\/strong> &eacute; solid&aacute;ria: <em>&ldquo;A empresa locadora de ve&iacute;culos responde, civil e solidariamente com o locat&aacute;rio, pelos danos por este causados a terceiro, no uso do carro locado&rdquo;.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;a&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>S&uacute;mula 387 STJ<\/strong>: <em>&Eacute; l&iacute;cita a cumula&ccedil;&atilde;o das indeniza&ccedil;&otilde;es de dano est&eacute;tico e dano moral.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;b&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 950. Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido n&atilde;o possa exercer o seu of&iacute;cio ou profiss&atilde;o, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indeniza&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m das despesas do tratamento e lucros cessantes at&eacute; ao fim da convalescen&ccedil;a, incluir&aacute; pens&atilde;o correspondente &agrave; import&acirc;ncia do trabalho para que se inabilitou, ou da deprecia&ccedil;&atilde;o que ele sofreu.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Par&aacute;grafo &uacute;nico. <u>O prejudicado, se preferir, poder&aacute; exigir que a indeniza&ccedil;&atilde;o seja arbitrada e paga de uma s&oacute; vez.<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;d&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 12. Pode-se exigir que cesse a amea&ccedil;a, ou a les&atilde;o, a direito da personalidade, <u>e reclamar perdas e danos<\/u>, sem preju&iacute;zo de outras san&ccedil;&otilde;es previstas em lei.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Par&aacute;grafo &uacute;nico. <u>Em se tratando de morto, ter&aacute; legitima&ccedil;&atilde;o para requerer a medida prevista neste artigo o c&ocirc;njuge sobrevivente, ou qualquer parente em linha reta, ou colateral at&eacute; o quarto grau.<\/u><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;e&rdquo; &ndash; errada. O valor da pens&atilde;o que dever&aacute; ser paga ser&aacute; calculada com base no valor que o lesado auferia na &eacute;poca dos fatos, e ser&aacute; vital&iacute;cia se a debilidade for permanente.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tGabarito letra C.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tQUEST&Atilde;O 40 A respeito do direito das fam&iacute;lias, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta.\n<\/p>\n<ol style=\"list-style-type:lower-alpha\">\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tO ato jur&iacute;dico da ado&ccedil;&atilde;o depende da efetiva assist&ecirc;ncia do poder p&uacute;blico e de senten&ccedil;a constitutiva, ressalvados os casos de maiores de dezoito anos de idade, que independem de senten&ccedil;a.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tO reconhecimento de filhos havidos fora do casamento pode ser feito por manifesta&ccedil;&atilde;o direta e expressa perante o juiz.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tN&atilde;o se admite a altera&ccedil;&atilde;o do regime de bens no curso do matrim&ocirc;nio.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tA obriga&ccedil;&atilde;o de prestar alimentos n&atilde;o &eacute; transmitida aos herdeiros do devedor.\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\tO bem de fam&iacute;lia pode ser institu&iacute;do mediante qualquer instrumento que evidencie a vontade da entidade familiar de destacar parte de seu patrim&ocirc;nio.\n\t<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Coment&aacute;rio:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;a&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 1.619.&nbsp; A ado&ccedil;&atilde;o de maiores de 18 (dezoito) anos depender&aacute; da assist&ecirc;ncia efetiva do poder p&uacute;blico e de senten&ccedil;a constitutiva, aplicando-se, no que couber, as regras gerais da Lei n&ordm; 8.069, de 13 de julho de 1990 &#8211; Estatuto da Crian&ccedil;a e do Adolescente. <\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;b&rdquo; &ndash; correta.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 1.609. O <u>reconhecimento dos filhos havidos fora do casamento<\/u> &eacute; irrevog&aacute;vel e ser&aacute; feito:<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>I &#8211; no registro do nascimento;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>II &#8211; por escritura p&uacute;blica ou escrito particular, a ser arquivado em cart&oacute;rio;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>III &#8211; por testamento, ainda que incidentalmente manifestado;<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>IV &#8211; <strong>por manifesta&ccedil;&atilde;o direta e expressa perante o juiz, ainda que o reconhecimento n&atilde;o haja sido o objeto &uacute;nico e principal do ato que o cont&eacute;m<\/strong>.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Par&aacute;grafo &uacute;nico. O reconhecimento pode preceder o nascimento do filho ou ser posterior ao seu falecimento, se ele deixar descendentes.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;c&rdquo; &ndash; errada. Princ&iacute;pio da mutabilidade justificada &ndash; este princ&iacute;pio est&aacute; expresso no &sect; 2&ordm; do art. 1.639: <em>&sect; 2&ordm; &Eacute; admiss&iacute;vel altera&ccedil;&atilde;o do regime de bens, mediante autoriza&ccedil;&atilde;o judicial em pedido motivado de ambos os c&ocirc;njuges, apurada a proced&ecirc;ncia das raz&otilde;es invocadas e ressalvados os direitos de terceiros. <\/em>Ainda sobre esta possibilidade de altera&ccedil;&atilde;o do regime de bens temos o <strong>Enunciado n&ordm; 113 da I Jornada de Direito Civil:<\/strong> <em>&ldquo;&Eacute; admiss&iacute;vel a altera&ccedil;&atilde;o do regime de bens entre os c&ocirc;njuges, quando ent&atilde;o o pedido, devidamente motivado e assinado por ambos os c&ocirc;njuges, ser&aacute; objeto de autoriza&ccedil;&atilde;o judicial, com ressalva dos direitos de terceiros, inclusive dos entes p&uacute;blicos, ap&oacute;s perquiri&ccedil;&atilde;o de inexist&ecirc;ncia de d&iacute;vida de qualquer natureza, exigida ampla publicidade&rdquo;.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;d&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 1.700. A obriga&ccedil;&atilde;o de prestar alimentos transmite-se aos herdeiros do devedor, na forma do art. 1.694.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAlternativa &ldquo;e&rdquo; &ndash; errada. Existem tr&ecirc;s modos de se instituir um bem de fam&iacute;lia convencional:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8211; Atrav&eacute;s de escritura p&uacute;blica &ndash; que ser&aacute; lavrada em cart&oacute;rio de notas, onde o instituidor descrever&aacute; os bens im&oacute;veis e m&oacute;veis que constituir&atilde;o, em conjunto, o bem de fam&iacute;lia.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8211; Atrav&eacute;s de testamento &#8211;&nbsp; onde o herdeiro ou o legat&aacute;rio ser&aacute; o destinat&aacute;rio e benefici&aacute;rio dos bens, condicionado a sua aceita&ccedil;&atilde;o, com a qualifica&ccedil;&atilde;o de bem de fam&iacute;lia.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8211; Atrav&eacute;s de terceiro &ndash; mediante escritura de doa&ccedil;&atilde;o ou testamento, tamb&eacute;m condicionado a aceita&ccedil;&atilde;o de ambos os c&ocirc;njuges beneficiados, ou da entidade familiar beneficiada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Art. 1.711. Podem os c&ocirc;njuges, ou a entidade familiar, mediante &sup1;escritura p&uacute;blica ou &sup2;testamento, destinar parte de seu patrim&ocirc;nio para instituir bem de fam&iacute;lia, desde que n&atilde;o ultrapasse um ter&ccedil;o do patrim&ocirc;nio l&iacute;quido existente ao tempo da institui&ccedil;&atilde;o, mantidas as regras sobre a impenhorabilidade do im&oacute;vel residencial estabelecida em lei especial.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Par&aacute;grafo &uacute;nico. O terceiro poder&aacute; igualmente instituir bem de fam&iacute;lia por &sup3;testamento ou doa&ccedil;&atilde;o, dependendo a efic&aacute;cia do ato da aceita&ccedil;&atilde;o expressa de ambos os c&ocirc;njuges beneficiados ou da entidade familiar beneficiada.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tGabarito letra B.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPor hoje era isso amigos. Espero que todos tenham feito uma excelente prova.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAbra&ccedil;os,\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAline Baptista Santiago.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oi amigos! Tudo bem com voc&ecirc;s? Hoje trago os coment&aacute;rios das quest&otilde;es de Direito Civil para o cargo de AJAJ, do TRE\/PE, aplicada pelo CESPE no &uacute;ltimo domingo. A prova estava em&nbsp;um n&iacute;vel m&eacute;dio de cobran&ccedil;a, ou seja, quem estudou com seriedade conseguiu resolver as quest&otilde;es tranquilamente. 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