{"id":67437,"date":"2017-03-21T13:42:29","date_gmt":"2017-03-21T16:42:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=67437"},"modified":"2017-03-22T09:20:04","modified_gmt":"2017-03-22T12:20:04","slug":"gabarito-extraoficial-tre-pe-direito-administrativo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/gabarito-extraoficial-tre-pe-direito-administrativo\/","title":{"rendered":"Gabarito extraoficial TRE PE &#8211; Direito Administrativo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\tOl&aacute; pessoal, tudo bem?\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Artigo atualizado em 21\/3\/2017, &agrave;s 21h20,&nbsp;para incluir as quest&otilde;es de <u>T&eacute;cnico Administrativo que constavam na parte de Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica<\/u>.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tVoltei de f&eacute;rias hoje e j&aacute; vou aproveitando para comentar a prova de Direito Administrativo do <span style=\"color:#0000FF\"><strong>Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco &#8211; TRE PE<\/strong><\/span>. Tentarei comentar o m&aacute;ximo de quest&otilde;es poss&iacute;vel. Por enquanto, j&aacute; comentei a pova de Analista Judici&aacute;rio &#8211; &aacute;reas Judici&aacute;ria e Administrativa e a parte de Direito Administrativo de T&eacute;cnico Judici&aacute;rio &#8211; &Aacute;rea Administrativa (ainda temos outras quest&otilde;es espalhadas na prova, vou coment&aacute;-las mais tarde).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNote, fiz TR&Ecirc;S&nbsp;atualiza&ccedil;&otilde;es neste artigo: (i) na primeira, inclui as quest&otilde;es de TJAA (s&oacute; a parte de Direito Administrativo); (ii) na segunda eu inclui as quest&otilde;es de AJAJ; (iii) na terceira, inclui as quest&otilde;es de TJAA que estavam na parte de Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica; inclui a quest&atilde;o 28 de AJAA, que estava faltando no post original; e&nbsp;fiz os ajustes para os recursos, ap&oacute;s a libera&ccedil;&atilde;o do gabarito preliminar.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAl&eacute;m disso, elaborei um artigo separado, dando destaques apenas para as quest&otilde;es pass&iacute;veis de recurso. Voc&ecirc; poder&aacute; acompanh&aacute;-lo no seguinte link:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/recurso-direito-administrativo-tre-pe\/\" target=\"_blank\">https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/recurso-direito-administrativo-tre-pe\/<\/a>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tSobre as provas, deixo as seguintes impress&otilde;es:\n<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\t<strong>T&eacute;cnico Judici&aacute;rio &#8211; &Aacute;rea Administrativa:<\/strong>&nbsp;em Direito Administrativo, o Cespe foi regular, fugindo do&nbsp;&quot;b&aacute;sico&quot;, mas n&atilde;o elaborou quest&otilde;es t&atilde;o complicadas. Por outro lado, nas quest&otilde;es de Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, nas quais a banca cobrou a parte de licita&ccedil;&otilde;es, contratos e conv&ecirc;nios, al&eacute;m de processo administrativo, o n&iacute;vel da prova foi um pouco mais elevado.&nbsp;Creio que, em geral, o n&iacute;vel da prova foi m&eacute;dio. Vi possibilidades de recursos nas quest&otilde;es de Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica;\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\t<strong>Analista Judici&aacute;rio &#8211; &Aacute;rea Administrativa<\/strong>:&nbsp;o&nbsp;Cespe pegou pesado para Analista. Na verdade, isso &eacute; uma tend&ecirc;ncia das grandes bancas. Vimos que a FCC pegou pesado nos concursos do TRE-SP e do TRT-11. Ent&atilde;o, para voc&ecirc; que vai batalhar nos concursos de tribunais em 2017\/18, &eacute; melhor ir se preparando desde logo, pois a prepara&ccedil;&atilde;o &quot;b&aacute;sica&quot; n&atilde;o mais ser&aacute; suficiente para um &oacute;timo resultado com as grandes bancas. Na prova de Analista Judici&aacute;rio &#8211; &Aacute;rea Administrativa, vislumbro, desde j&aacute;, a possibilidade de recursos em algumas quest&otilde;es;\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\t<strong>Analista Judici&aacute;rio &#8211; &Aacute;rea Judici&aacute;ria<\/strong>: fiquei surpreso pelo n&iacute;vel baixo das quest&otilde;es. Tirando a &uacute;ltima, que estava muito dif&iacute;cil, as demais foram bem f&aacute;ceis. Em geral, o Cespe costuma ser bem exigente para AJAJ, mas dessa vez eles pegaram leve. Por ora, n&atilde;o acredito que teremos possibilidades de recursos, mas vamos aguardar o gabarito preliminar.\n\t<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tVamos aos coment&aacute;rios:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>T&Eacute;CNICO JUDICI&Aacute;RIO &#8211; &Aacute;REA ADMINISTRATIVA &#8211; PARTE DE ADMINISTRA&Ccedil;&Atilde;O P&Uacute;BLICA<\/strong><\/span><br \/>\n<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>51. (Cespe &ndash; T&eacute;cnico Judici&aacute;rio\/TRE PE\/2017)<\/strong> Um processo administrativo instaurado no &acirc;mbito de um &oacute;rg&atilde;o p&uacute;blico estar&aacute; sujeito a nulidade caso\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) o administrado formule as alega&ccedil;&otilde;es e apresente os documentos antes da decis&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) haja a recusa de provas apresentadas pelos interessados por serem consideradas protelat&oacute;rias, mediante decis&atilde;o fundamentada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) o administrado tenha obtido c&oacute;pias de documentos do processo para a elabora&ccedil;&atilde;o de sua defesa.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) haja a atua&ccedil;&atilde;o de autoridade que tenha interesse, mesmo que indireto, na mat&eacute;ria.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) a intima&ccedil;&atilde;o do administrado ocorra com anteced&ecirc;ncia de um dia &uacute;til, mesmo com o seu comparecimento no local, na data e na hora determinados.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: a quest&atilde;o ser&aacute; respondida com base na Lei 9.784\/1999 (Lei do Processo Administrativo da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Federal:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) pelo contr&aacute;rio. Na verdade, &eacute; um direito do administrado formular alega&ccedil;&otilde;es e apresentar documentos antes da decis&atilde;o, os quais ser&atilde;o objeto de considera&ccedil;&atilde;o pelo &oacute;rg&atilde;o competente (art. 3&ordm;, III). Portanto, n&atilde;o houve nulidade nesse caso &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) disp&otilde;e o art. 38, &sect; 2&ordm;, da Lei 9.784\/1999, que &ldquo;somente poder&atilde;o ser recusadas, mediante decis&atilde;o fundamentada, as provas propostas pelos interessados quando sejam il&iacute;citas, impertinentes, desnecess&aacute;rias ou protelat&oacute;rias&rdquo; &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) na verdade, &eacute; um direito do administrado obter c&oacute;pias de documentos do processo para elaborar a sua defesa (art. 3&ordm;, II; e art. 46) &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) disp&otilde;e o art. 18, I, da Lei 9.784\/1999 que &eacute; impedido de atuar em processo administrativo o servidor ou autoridade que tenha interesse direto ou indireto na mat&eacute;ria. Logo, haver&aacute; nulidade se a autoridade com interesse na mat&eacute;ria atuar no processo &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) a intima&ccedil;&atilde;o deve ocorrer com anteced&ecirc;ncia m&iacute;nima de tr&ecirc;s dias &uacute;teis quanto &agrave; data de comparecimento. Logo, em regra, haver&aacute; a nulidade. Contudo, o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade, nos termos do art. 26 da Lei 9.784\/1999 &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito preliminar: alternativa D.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>54. (Cespe &ndash; T&eacute;cnico Judici&aacute;rio\/TRE PE\/2017)<\/strong> O atributo que consiste na possibilidade de certos atos administrativos serem decididos e executados diretamente pela pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o, independentemente de ordem judicial, denomina-se\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) presun&ccedil;&atilde;o de legitimidade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) autoexecutoriedade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) motiva&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) tipicidade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) imperatividade\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u>: <\/strong>s&atilde;o atributos dos atos administrativos a presun&ccedil;&atilde;o de legitimidade e de veracidade, a autoexecutoriedade, a imperatividade e a tipicidade. Pela autoexecutoriedade, as decis&otilde;es poder&atilde;o ser executadas diretamente pela Administra&ccedil;&atilde;o, sem precisar de ordem ou autoriza&ccedil;&atilde;o judicial. &Eacute; o caso, por exemplo, da interdi&ccedil;&atilde;o de um estabelecimento que coloque em risco a sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o (alternativa B).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA motiva&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; um atributo, mas sim a demonstra&ccedil;&atilde;o dos fundamentos de fato e de direito que levaram &agrave; pr&aacute;tica do ato. A tipicidade significa que os atos devem corresponder a figuras previamente definidas em lei. A imperatividade representa a capacidade que os atos administrativos possuem de constituir obriga&ccedil;&otilde;es, independentemente de concord&acirc;ncia do particular. Por fim, a presun&ccedil;&atilde;o de legitimidade significa que os atos administrativos presumem-se de acordo com a lei.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa B.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>55. (Cespe &ndash; T&eacute;cnico Judici&aacute;rio\/TRE PE\/2017)<\/strong> No caso da necessidade de consertos prediais no edif&iacute;cio de um tribunal, em que a obra esteja or&ccedil;ada em R$ 250.000,\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) a licita&ccedil;&atilde;o ser&aacute; inexig&iacute;vel.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) a modalidade de licita&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel a essa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; a tomada de pre&ccedil;os.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) a modalidade de licita&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel a essa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; o convite.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) haver&aacute; a dispensa de licita&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) a modalidade de licita&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel a essa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; o preg&atilde;o\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>eletr&ocirc;nico.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u>:<\/strong> de acordo com o art. 6&ordm;, II, da Lei 8.666\/1993, define-se como servi&ccedil;o &ldquo;toda atividade destinada a obter determinada utilidade de interesse para a Administra&ccedil;&atilde;o, tais como: demoli&ccedil;&atilde;o, <strong>CONSERTO<\/strong>, instala&ccedil;&atilde;o, montagem, opera&ccedil;&atilde;o, conserva&ccedil;&atilde;o, repara&ccedil;&atilde;o, adapta&ccedil;&atilde;o, manuten&ccedil;&atilde;o, transporte, loca&ccedil;&atilde;o de bens, publicidade, seguro ou trabalhos t&eacute;cnico-profissionais&rdquo;. Portanto, o conserto &eacute; um servi&ccedil;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tContudo, ainda no enunciado, a quest&atilde;o informa que &ldquo;a OBRA&rdquo; est&aacute; or&ccedil;ada em R$ 250 mil. A diferen&ccedil;a entre obra e servi&ccedil;o &eacute; relevante, pois isso poderia afetar o gabarito final.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA modalidade de licita&ccedil;&atilde;o chamada <strong>preg&atilde;o<\/strong> destina-se &agrave;s aquisi&ccedil;&otilde;es de bens ou servi&ccedil;os comuns, assim considerados aqueles que podem ser definidos mediante padr&otilde;es usuais de mercado (Lei 10.520\/2002, art. 1&ordm;, par&aacute;grafo &uacute;nico).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tTodavia, o Decreto 3.555\/2000, que regulamenta o preg&atilde;o, disp&otilde;e que ele n&atilde;o se aplica &ldquo;&agrave;s contrata&ccedil;&otilde;es de obras e servi&ccedil;os de engenharia&rdquo;. Na mesma linha, o Decreto 5.450\/2005, que regulamenta o preg&atilde;o na forma eletr&ocirc;nica, disp&otilde;e que &ldquo;a licita&ccedil;&atilde;o na modalidade preg&atilde;o, na forma eletr&ocirc;nica, n&atilde;o se aplica &agrave;s contrata&ccedil;&otilde;es de obras de engenharia&rdquo; (art. 6&ordm;).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&Eacute; aqui que temos o problema com a quest&atilde;o. Primeiro porque o Decreto 5.450\/2005 n&atilde;o est&aacute; previsto no edital. O item &ldquo;4.2&rdquo; de Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica prev&ecirc; o &ldquo;Preg&atilde;o&rdquo;, enquanto o item &ldquo;4.6&rdquo; detalha apenas a Lei 10.520\/2002. Seria muita maldade do Cespe dizer que no item &ldquo;4.2&rdquo; poderia ser cobrado qualquer item, at&eacute; porque a mat&eacute;ria &eacute; &ldquo;NO&Ccedil;&Otilde;ES de Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica&rdquo;, n&atilde;o havendo sentido aprofundar tanto, em &ldquo;no&ccedil;&otilde;es&rdquo;, quando o edital n&atilde;o exigiu uma legisla&ccedil;&atilde;o de forma expressa.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO outro problema &eacute; que o &ldquo;conserto&rdquo; est&aacute; expressamente no conceito de servi&ccedil;o, e n&atilde;o de obra. Nesse caso, o Tribunal de Contas da Uni&atilde;o possui jurisprud&ecirc;ncia consolidada no sentido de que &eacute; poss&iacute;vel adotar o preg&atilde;o nas contrata&ccedil;&otilde;es comuns de SERVI&Ccedil;OS de engenharia. Vale dizer: para obras de engenharia, o preg&atilde;o n&atilde;o &eacute; cab&iacute;vel; para servi&ccedil;os de engenharia comuns, o preg&atilde;o ser&aacute; cab&iacute;vel (nessa linha: S&uacute;mula TCU 257\/2010 e Ac&oacute;rd&atilde;o TCU 3.605\/2014 Plen&aacute;rio).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEnt&atilde;o, como o enunciado adotou a express&atilde;o &ldquo;conserto&rdquo;, no seu in&iacute;cio, poder&iacute;amos enquadrar a situa&ccedil;&atilde;o como servi&ccedil;o, caso em que o preg&atilde;o poderia ser poss&iacute;vel. Como a quest&atilde;o n&atilde;o trouxe caracter&iacute;sticas especiais do conserto, devemos presumir que ele &eacute; comum.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPortanto, temos tr&ecirc;s problemas nesta quest&atilde;o: (i) a legisla&ccedil;&atilde;o de preg&atilde;o, na forma eletr&ocirc;nica, n&atilde;o consta no edital, ent&atilde;o em tese n&atilde;o saber&iacute;amos da veda&ccedil;&atilde;o do art. 6&ordm; do Decreto 5.450\/2005; (ii) o &ldquo;conserto&rdquo; enquadra-se como servi&ccedil;o, e n&atilde;o como obra, sendo que a quest&atilde;o n&atilde;o trouxe caracter&iacute;sticas especiais para dizer que o conserto n&atilde;o seria um servi&ccedil;o comum; (iii) o TCU admite a ado&ccedil;&atilde;o do preg&atilde;o, at&eacute; mesmo na forma eletr&ocirc;nica, para servi&ccedil;os comuns de engenharia.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEnt&atilde;o, &eacute; sim poss&iacute;vel defender a ado&ccedil;&atilde;o do preg&atilde;o para o caso do enunciado. Lembro, por&eacute;m, que o pr&oacute;prio enunciado fala em &ldquo;obra&rdquo; na sequ&ecirc;ncia, gerando uma contradi&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAl&eacute;m disso, ainda poder&iacute;amos adotar as modalidades de licita&ccedil;&atilde;o tomada de pre&ccedil;os e concorr&ecirc;ncia. Para obras e servi&ccedil;os de engenharia, &eacute; poss&iacute;vel adotar a tomada de pre&ccedil;os at&eacute; o valor de R$ 1,5 milh&atilde;o de reais; enquanto a concorr&ecirc;ncia aplica-se a qualquer valor. Por outro lado, o convite n&atilde;o poderia ser adotado, pois os limites desta modalidade s&atilde;o de R$ 80 e R$ 150 mil, para compras e demais servi&ccedil;os ou para obras e servi&ccedil;os de engenharia, respectivamente.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPor isso, outro gabarito poss&iacute;vel seria a letra B (tomada de pre&ccedil;os).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNa verdade, acredito que o &ldquo;melhor gabarito&rdquo; seja mesmo a letra B, seria o que eu marcaria na prova, mas n&atilde;o custa tentar o recurso para quem estiver precisando.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#FF0000\"><strong>Gabarito preliminar: alternativa B (cabe recurso em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; alternativa E).<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>56. (Cespe &ndash; T&eacute;cnico Judici&aacute;rio\/TRE PE\/2017)<\/strong> Ser&aacute; realizado preg&atilde;o para a aquisi&ccedil;&atilde;o de 700 exemplares atualizados da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil para suprir as unidades vinculadas ao tribunal regional eleitoral de determinado estado. O valor estimado da contrata&ccedil;&atilde;o &eacute; de R$ 30.000. Existem 50 concorrentes e a proposta inicial de menor valor &eacute; de R$ 30 por exemplar, apresentada por apenas um dos concorrentes.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNessa situa&ccedil;&atilde;o,\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) a garantia de proposta exigida ser&aacute; no valor de R$ 420, correspondentes a 2% do montante da oferta de valor mais baixo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) todos os concorrentes com propostas iguais ou inferiores a R$ 33 poder&atilde;o fazer lances iguais e sucessivos at&eacute; que o vencedor seja proclamado.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) caso a pr&oacute;xima proposta de menor valor seja de R$ 35 por exemplar, ent&atilde;o at&eacute; 10% dos concorrentes poder&atilde;o fazer lances iguais e sucessivos at&eacute; que o vencedor seja proclamado.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) o preg&atilde;o ser&aacute; impugnado pelo fato de o montante da licita&ccedil;&atilde;o ser inferior a R$ 80.000, cujo valor &eacute; contemplado pela modalidade convite.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) todas as propostas com valores superiores a R$ 36 por exemplar ser&atilde;o desconsideradas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) no preg&atilde;o, &eacute; vedada a exig&ecirc;ncia de garantia de proposta, nos termos do art. 5&ordm;, I, da Lei 10.520\/2002 &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) de acordo com o art. 4&ordm;, VIII, da Lei 10.520\/2002, &ldquo;no curso da sess&atilde;o, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com pre&ccedil;os at&eacute; 10% (dez por cento) superiores &agrave;quela poder&atilde;o fazer novos lances verbais e sucessivos, at&eacute; a proclama&ccedil;&atilde;o do vencedor&rdquo;. Como o valor da proposta inicial mais baixa foi de 30, todos que ofertarem propostas de at&eacute; 10% acima (ou seja, at&eacute; 33) poder&atilde;o ofertar lances <strong>VERBAIS<\/strong> e sucessivos. Por&eacute;m, a alternativa usou a express&atilde;o &ldquo;<strong>IGUAIS <\/strong>e sucessivos&rdquo;. N&atilde;o faz muito sentido os lances serem &ldquo;iguais&rdquo;, pois isso faria com que todos os licitantes ficassem empatados. Com efeito, o Decreto 3.555\/2000, que regulamenta o preg&atilde;o, disp&otilde;e que os lances devem ser ofertados &ldquo;de forma sucessiva, em valores distintos e decrescentes&rdquo; (art. 11, VIII). Logo, os lances, em regra, n&atilde;o podem ser &ldquo;iguais&rdquo;. Na mesma linha, o Decreto 5.450\/2005 disp&otilde;e que &ldquo;o licitante somente poder&aacute; oferecer <strong>lance inferior<\/strong> ao &uacute;ltimo por ele ofertado e registrado pelo sistema&rdquo;, sendo que &ldquo;<strong>n&atilde;o ser&atilde;o aceitos<\/strong> <strong>dois ou mais lances iguais<\/strong>, prevalecendo aquele que for recebido e registrado primeiro&rdquo; (art. 24, &sect;&sect; 3&ordm; e 4&ordm;).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPortanto, os lances n&atilde;o s&atilde;o &ldquo;iguais e sucessivos&rdquo;, mas &ldquo;verbais e sucessivos&rdquo;. Logo, cabe recurso para pedir a anula&ccedil;&atilde;o, pois o Cespe considerou a letra B como correta. &ndash; Gabarito preliminar: CORRETA; proposta: ERRADA (anula&ccedil;&atilde;o);\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) se a pr&oacute;xima proposta inicial for de R$ 35 reais, significa que n&atilde;o existem tr&ecirc;s ofertas dentro das condi&ccedil;&otilde;es previstas na letra &ldquo;b&rdquo; (at&eacute; 10% superior &agrave; proposta inicial mais baixa). Nesse caso, aplica-se a regra do art. 4&ordm;, IX, que disp&otilde;e que &ldquo;n&atilde;o havendo pelo menos 3 (tr&ecirc;s) ofertas nas condi&ccedil;&otilde;es definidas no inciso anterior, poder&atilde;o os autores das melhores propostas, <strong>at&eacute; o m&aacute;ximo de 3 (tr&ecirc;s)<\/strong>, oferecer novos lances verbais e sucessivos, quaisquer que sejam os pre&ccedil;os oferecidos&rdquo;. Logo, s&atilde;o tr&ecirc;s licitantes que participar&atilde;o da etapa seguinte, ent&atilde;o 10% dos concorrentes &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) n&atilde;o h&aacute; valor no preg&atilde;o &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) n&atilde;o necessariamente! Conforme vimos acima, se n&atilde;o existirem ao menos 3 propostas dentro do limite de 10% do valor da proposta mais baixa, ir&atilde;o participar da fase de lances os autores das tr&ecirc;s melhores propostas. Por exemplo: imagine que as tr&ecirc;s melhores propostas iniciais foram: A &ndash; 30; B &ndash; 35; C &ndash; 38. Nesse caso, &ldquo;C&rdquo; tem uma proposta acima de 36, mas ir&aacute; participar da fase de lances. Por esse detalhe que a alternativa n&atilde;o est&aacute; correta &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEm resumo, todas as alternativas est&atilde;o ERRADAS.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#FF0000\"><strong>Gabarito preliminar: alternativa B (cabe recurso para anular).<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>57. (Cespe &ndash; T&eacute;cnico Judici&aacute;rio\/TRE PE\/2017)<\/strong> Determinado &oacute;rg&atilde;o p&uacute;blico formalizou contrato com uma institui&ccedil;&atilde;o educacional para o treinamento de vinte turmas de servidores em conte&uacute;dos de direito administrativo, no montante de R$ 300.000, durante dois anos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tCom refer&ecirc;ncia a essa situa&ccedil;&atilde;o, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta acerca da execu&ccedil;&atilde;o do contrato.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) A presta&ccedil;&atilde;o de garantia, prevista em instrumento convocat&oacute;rio, poder&aacute; ser exigida no valor de R$ 18.000, mediante cau&ccedil;&atilde;o em dinheiro ou t&iacute;tulos da d&iacute;vida p&uacute;blica, seguro-garantia ou fian&ccedil;a banc&aacute;ria.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) O &oacute;rg&atilde;o p&uacute;blico ser&aacute; respons&aacute;vel por eventual inadimpl&ecirc;ncia da institui&ccedil;&atilde;o educacional referente a encargos trabalhistas, previdenci&aacute;rios, fiscais e(ou) comerciais decorrentes da execu&ccedil;&atilde;o do contrato, at&eacute; o limite de R$ 75.000, 25% do valor contratado.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) A rescis&atilde;o contratual por ato unilateral do &oacute;rg&atilde;o p&uacute;blico devido a atraso injustificado da institui&ccedil;&atilde;o no in&iacute;cio do treinamento das turmas gera devolu&ccedil;&atilde;o da garantia formalizada no ato do contrato at&eacute; o limite de valor de uma turma, ou seja, R$ 15.000.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) Prevendo cortes or&ccedil;ament&aacute;rios e para garantir a realiza&ccedil;&atilde;o do treinamento de turmas no exerc&iacute;cio seguinte, o &oacute;rg&atilde;o poder&aacute; antecipar o pagamento de at&eacute; dez turmas, no total de R$ 150.000, com os recursos do exerc&iacute;cio vigente.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) O &oacute;rg&atilde;o poder&aacute; requerer a redu&ccedil;&atilde;o do treinamento de quatro turmas, com a redu&ccedil;&atilde;o de R$ 60.000 no valor do contrato, e a institui&ccedil;&atilde;o ser&aacute; obrigada a aceitar o referido ajuste nas mesmas condi&ccedil;&otilde;es contratuais.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u>: <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) a exig&ecirc;ncia de garantia &eacute; uma prerrogativa da Administra&ccedil;&atilde;o, ou seja, cabe ao contratante decidir se exigir&aacute; ou n&atilde;o a garantia. Se optar por exigir a garantia, caber&aacute; ao contratado escolher a modalidade da garantia, entre aquelas previstas no art. 56, &sect; 1&ordm;, da Lei 8.666\/1993, quais sejam: (i) cau&ccedil;&atilde;o em dinheiro ou em t&iacute;tulos da d&iacute;vida p&uacute;blica; (ii) seguro-garantia; (iii) fian&ccedil;a banc&aacute;ria. Ademais, o valor da garantia, em regra, ser&aacute; de at&eacute; 5% do valor atualizado do contrato (art. 56, &sect; 2&ordm;). No caso da quest&atilde;o, como o contrato &eacute; de R$ 300.000, a garantia poder&aacute; ser de at&eacute; R$ 15.000. Logo, a garantia de R$ 18.000 est&aacute; acima do valor permitido &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) disp&otilde;e o art. 71 da Lei 8.666\/1993 que o contratado &eacute; respons&aacute;vel pelos encargos trabalhistas, previdenci&aacute;rios, fiscais e comerciais resultantes da execu&ccedil;&atilde;o do contrato, sendo que a inadimpl&ecirc;ncia do contratado, com refer&ecirc;ncia aos encargos <strong>trabalhistas<\/strong>, <strong>fiscais<\/strong> e <strong>comerciais<\/strong> <strong>N&Atilde;O<\/strong> transfere &agrave; Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica a responsabilidade por seu pagamento. Por outro lado, em rela&ccedil;&atilde;o aos encargos previdenci&aacute;rios, a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica responde solidariamente com o contratado &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) n&atilde;o existe essa regra. Na verdade, se a rescis&atilde;o decorrer de inadimpl&ecirc;ncia do contratado, como no atraso injustificado no in&iacute;cio da obra, servi&ccedil;o ou fornecimento (art. 78, IV), a Lei de Licita&ccedil;&otilde;es e Contratos prev&ecirc; a &ldquo;<strong>execu&ccedil;&atilde;o da garantia contratual<\/strong>, para ressarcimento da Administra&ccedil;&atilde;o, e dos valores das multas e indeniza&ccedil;&otilde;es a ela devidos&rdquo;, ou seja, os valores da garantia ser&atilde;o usados para cobrir multas e indeniza&ccedil;&otilde;es &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) na verdade, &eacute; vedada a antecipa&ccedil;&atilde;o do pagamento sem a correspondente contrapresta&ccedil;&atilde;o de fornecimento de bens ou execu&ccedil;&atilde;o de obra ou servi&ccedil;o (art. 65, II, &ldquo;c&rdquo;) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) o contratado &eacute; obrigado a aceitar a altera&ccedil;&atilde;o unilateral dos quantitativos, at&eacute; o limite de 25%para acr&eacute;scimos ou supress&otilde;es. Assim, a Administra&ccedil;&atilde;o poder&aacute; aumentar ou diminuir o contrato em cinco turmas, desde que atualize tamb&eacute;m o valor. Como o valor total &eacute; de R$ 300 mil para 20 turmas, sabemos que cada uma custa R$ 15 mil. Assim, com a diminui&ccedil;&atilde;o de quatro turmas (dentro do limite), o valor da redu&ccedil;&atilde;o ser&aacute; de R$ 60 mil &ndash; CORRETA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito preliminar: alternativa E.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>58. (Cespe &ndash; T&eacute;cnico Judici&aacute;rio\/TRE PE\/2017)<\/strong> Determinado administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) Concedente &eacute; o &oacute;rg&atilde;o da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica federal direta ou indireta, respons&aacute;vel pela transfer&ecirc;ncia dos recursos financeiros destinados &agrave; execu&ccedil;&atilde;o do objeto do conv&ecirc;nio.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) Convenente &eacute; o &oacute;rg&atilde;o ou entidade da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica direta e indireta, necessariamente da esfera federal do governo, bem como entidade privada com ou sem fins lucrativos, com o qual a administra&ccedil;&atilde;o federal pactue a execu&ccedil;&atilde;o de programa mediante a celebra&ccedil;&atilde;o de conv&ecirc;nio.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) Para que um contrato configure um conv&ecirc;nio, faz-se necess&aacute;rio que, de um lado, figure &oacute;rg&atilde;o ou entidade da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, direta ou indireta, e, de outro lado, figure &oacute;rg&atilde;o ou entidade da administra&ccedil;&atilde;o direta ou indireta, ou ainda, entidades privadas com ou sem fins lucrativos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) &Eacute; vedada a celebra&ccedil;&atilde;o de conv&ecirc;nio com &oacute;rg&atilde;o da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica direta ou indireta do Estado cujo valor seja de R$ 150.000.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) &Eacute; vedada a celebra&ccedil;&atilde;o de conv&ecirc;nio com &oacute;rg&atilde;o da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica direta de um munic&iacute;pio, para a execu&ccedil;&atilde;o de obras de engenharia, exceto a elabora&ccedil;&atilde;o do projeto de engenharia, nos quais o valor da transfer&ecirc;ncia da Uni&atilde;o seja de R$ 275.000.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) de acordo com o Decreto 6.170\/2007, concedente &eacute; o &ldquo;&oacute;rg&atilde;o ou entidade da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica federal direta ou indireta, respons&aacute;vel pela transfer&ecirc;ncia dos recursos financeiros destinados &agrave; execu&ccedil;&atilde;o do objeto do conv&ecirc;nio&rdquo; (art. 1&ordm;, &sect; 1&ordm;, IV) &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) o convenente &eacute; o &ldquo;&oacute;rg&atilde;o ou entidade da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica direta e indireta, <strong>de qualquer esfera de governo<\/strong>, bem como entidade privada sem fins lucrativos, com o qual a administra&ccedil;&atilde;o federal pactua a execu&ccedil;&atilde;o de programa, projeto\/atividade ou evento mediante a celebra&ccedil;&atilde;o de conv&ecirc;nio&rdquo; (art. 1&ordm;, &sect; 1&ordm;, VI) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) o conceito de conv&ecirc;nio foi relativamente esvaziado pela Lei 13.019\/2014. Por&eacute;m, ainda podemos adotar o conceito do art. 1&ordm;, &sect; 1&ordm;, I, do Decreto 6.170\/2007, que prev&ecirc; o conv&ecirc;nio entre &oacute;rg&atilde;os ou entidades da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica federal (de um lado) e &oacute;rg&atilde;os ou entidades da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica estadual, distrital ou municipal ou ainda entidades privadas sem fins lucrativos (de outro). Veja: a entidade privada n&atilde;o pode ser &ldquo;com fins lucrativos&rdquo; &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) e e) o art. 10 da Portaria Interministerial 507\/2011 veda a celebra&ccedil;&atilde;o de conv&ecirc;nios com &oacute;rg&atilde;os e entidades da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica direta e indireta dos Estados, Distrito Federal e Munic&iacute;pios cujo valor seja inferior a <strong>R$ 100.000,00 (cem mil reais)<\/strong> ou, no caso de execu&ccedil;&atilde;o de obras e servi&ccedil;os de engenharia, exceto elabora&ccedil;&atilde;o de projetos de engenharia, nos quais o valor da transfer&ecirc;ncia da Uni&atilde;o seja <strong>inferior a R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais)<\/strong>. Logo, o valor de R$ 150 mil est&aacute; dentro do limite do valor &ldquo;geral&rdquo;, enquanto o valor de R$ 275 mil est&aacute; dentro dos limites para obras ou servi&ccedil;os de engenharia &ndash; ERRADAS.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito preliminar: alternativa A.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>59. (Cespe &ndash; T&eacute;cnico Judici&aacute;rio\/TRE PE\/2017)<\/strong> Na licita&ccedil;&atilde;o para a aquisi&ccedil;&atilde;o de arm&aacute;rios de a&ccedil;o para suprir as unidades de um &oacute;rg&atilde;o p&uacute;blico, dez empresas apresentaram, em igualdade de condi&ccedil;&otilde;es, arm&aacute;rios da mesma marca, com as mesmas especifica&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas e com o mesmo pre&ccedil;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNa situa&ccedil;&atilde;o apresentada, de acordo com as disposi&ccedil;&otilde;es da Lei n.&ordm; 8.666\/1993 e suas altera&ccedil;&otilde;es, a prefer&ecirc;ncia recair&aacute;, sucessivamente, aos bens\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) produzidos por empresas brasileiras; produzidos por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no pa&iacute;s; produzidos no pa&iacute;s.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) produzidos no pa&iacute;s; produzidos por empresas brasileiras; produzidos por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no pa&iacute;s.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) produzidos no pa&iacute;s; produzidos por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no pa&iacute;s; produzidos por empresas brasileiras.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) produzidos por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no pa&iacute;s; produzidos no pa&iacute;s; produzidos por empresas brasileiras.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) produzidos por empresas brasileiras; produzidos no pa&iacute;s; produzidos por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no pa&iacute;s.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: a sequ&ecirc;ncia dos crit&eacute;rios de desempate consta no art. 3&ordm;, &sect; 2&ordm;, da Lei 8.666\/1993, que disp&otilde;e que, em igualdade de condi&ccedil;&otilde;es, como crit&eacute;rio de desempate, ser&aacute; assegurada prefer&ecirc;ncia, sucessivamente, aos bens e servi&ccedil;os:\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt;text-align: justify\">\n\t(i) &nbsp;produzidos no Pa&iacute;s;\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt;text-align: justify\">\n\t(ii) produzidos ou prestados por empresas brasileiras;\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt;text-align: justify\">\n\t(iii) produzidos ou prestados por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no Pa&iacute;s;\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt;text-align: justify\">\n\t(iv) produzidos ou prestados por empresas que comprovem cumprimento de reserva de cargos prevista em lei para pessoa com defici&ecirc;ncia ou para reabilitado da Previd&ecirc;ncia Social e que atendam &agrave;s regras de acessibilidade previstas na legisla&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8212;-\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tApenas a alternativa B mostra a sequ&ecirc;ncia correta, por&eacute;m, ainda assim, a quest&atilde;o est&aacute; incompleta. Em geral, o Cespe considera essas quest&otilde;es incompletas como corretas. Como nenhuma das alternativas prev&ecirc; o &uacute;ltimo crit&eacute;rio, creio que n&atilde;o houve preju&iacute;zo para julgar a quest&atilde;o, de tal forma que seria dif&iacute;cil obter sucesso em um recurso contra essa quest&atilde;o (d&aacute; para tentar, mas acho dif&iacute;cil passar).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito preliminar: alternativa B.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>60. (Cespe &ndash; T&eacute;cnico Judici&aacute;rio\/TRE PE\/2017)<\/strong> Assinale a op&ccedil;&atilde;o correta a respeito do preg&atilde;o no &acirc;mbito da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, &agrave; luz das disposi&ccedil;&otilde;es do Decreto n.&ordm; 10.520\/2002.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) O prazo de dez dias &uacute;teis para apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas, contados a partir da data da publica&ccedil;&atilde;o do aviso, est&aacute; adequado.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) No ato do preg&atilde;o, ser&aacute; obrigat&oacute;ria, para todos os licitantes, a apresenta&ccedil;&atilde;o, em meio f&iacute;sico, dos documentos de habilita&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) Caso a oferta do primeiro licitante classificado n&atilde;o seja aceit&aacute;vel, o preg&atilde;o ser&aacute; refeito para dar novas oportunidades aos demais licitantes.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) Declarado o vencedor, os demais licitantes dispor&atilde;o de at&eacute; tr&ecirc;s dias ap&oacute;s a realiza&ccedil;&atilde;o do preg&atilde;o para manifestar interesse em recorrer.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) Para participar do certame, o licitante dever&aacute; adquirir o edital e apresentar garantia de proposta.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:&nbsp;a quest&atilde;o em si est&aacute; correta. O gabarito &eacute; mesmo a letra A. Contudo, o que &eacute; o &quot;Decreto&nbsp;n.&ordm; 10.520\/2002&quot;? S&oacute; existe Lei 10.520\/2002. Nessa o avaliador mandou muito mal. Claro que o enunciado n&atilde;o prejudica a an&aacute;lise da quest&atilde;o (a maioria dos candidatos nem percebeu isso durante a prova). Mas que h&aacute; um erro, isso h&aacute;! Ent&atilde;o, quem quiser interpor recurso, pode tentar. Seguem os coment&aacute;rios das alternativas, com base na <strong>LEI 10.520\/2002<\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) o art. 4&ordm;, V, exige o <strong>prazo m&iacute;nimo<\/strong> de oito dias &uacute;teis para a apresenta&ccedil;&atilde;o das propostas, contado a partir da publica&ccedil;&atilde;o do aviso. Assim, o prazo de dez dias &uacute;teis est&aacute; adequado, pois est&aacute; acima do prazo m&iacute;nimo &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) a apresenta&ccedil;&atilde;o da documenta&ccedil;&atilde;o de habilita&ccedil;&atilde;o ocorre somente ap&oacute;s a fase de julgamento e, inicialmente, &eacute; realizada apenas em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro colocado. Apenas se este for desabilitado &eacute; que ser&atilde;o convocados os demais (dentro da ordem de classifica&ccedil;&atilde;o). Logo, n&atilde;o h&aacute; habilita&ccedil;&atilde;o de todos os licitantes no preg&atilde;o. Al&eacute;m disso, os licitantes n&atilde;o precisam apresentar os documentos que j&aacute; constam no Sicaf (art. 4&ordm;, XIV) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) se a oferta do primeiro n&atilde;o for aceit&aacute;vel, o pregoeiro analisar&aacute; as ofertas subsequentes, na ordem de classifica&ccedil;&atilde;o, at&eacute; encontrar o licitante vencedor (art. 4&ordm;, XVI) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) declarado o vencedor, a manifesta&ccedil;&atilde;o do interesse de recorrer deve ser imediata. Ap&oacute;s isso, o licitante ter&aacute; o prazo de tr&ecirc;s dias para apresentar o recurso. Ou seja, o prazo de recurso &eacute; de tr&ecirc;s dias, mas a manifesta&ccedil;&atilde;o da inten&ccedil;&atilde;o de recorrer deve ser imediata, sob pena de decad&ecirc;ncia do direito de recurso (art. 4&ordm;, XVIII e XX) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) no preg&atilde;o, &eacute; vedada a exig&ecirc;ncia de (art. 5&ordm;): (i) garantia de proposta; (ii) aquisi&ccedil;&atilde;o do edital pelos licitantes, como condi&ccedil;&atilde;o para participa&ccedil;&atilde;o no certame; e (iii) pagamento de taxas e emolumentos, salvo os referentes a fornecimento do edital, que n&atilde;o ser&atilde;o superiores ao custo de sua reprodu&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica, e aos custos de utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o, quando for o caso &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#FF0000\"><strong>Gabarito preliminar: alternativa A (cabe recurso pelo erro material no enunciado).<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>T&Eacute;CNICO JUDICI&Aacute;RIO &#8211; &Aacute;REA ADMINISTRATIVA &#8211; PARTE DE DIREITO ADMINISTRATIVO<\/strong><\/span><br \/>\n<\/h2>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67494\" height=\"1128\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090419\/q211.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"1719\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090419\/q211.jpg 1719w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090419\/q211.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090419\/q211.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090419\/q211.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090419\/q211.jpg 457w\" sizes=\"auto, (max-width: 1719px) 100vw, 1719px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: a responsabilidade civil do Estado por atos comissivos (a&ccedil;&otilde;es) &eacute; objetiva, ou seja, independe de dolo ou culpa. Por outro lado, tratando-se de responsabilidade civil por omiss&atilde;o, em regra, a responsabilidade ser&aacute; subjetiva, isto &eacute;, depender&aacute; de comprova&ccedil;&atilde;o de uma omiss&atilde;o <strong>culposa<\/strong> do Estado. Isso porque nem toda omiss&atilde;o ensejar&aacute; a responsabilidade do Estado, j&aacute; que a capacidade da Administra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; ilimitada, de tal forma que n&atilde;o h&aacute; como o Estado estar presente em todas as a&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPor exemplo: se voc&ecirc; for assaltado em uma via p&uacute;blica, em regra n&atilde;o poder&aacute; alegar a falta de policiamento para ser indenizado pelo Estado. Por&eacute;m, se voc&ecirc; comprovar que existiam informa&ccedil;&otilde;es claras para a pol&iacute;cia de que os bandidos estariam concentrados naquele local, mas que a pol&iacute;cia, por neglig&ecirc;ncia, se omitiu em fazer o monitoramento da regi&atilde;o, ser&aacute; poss&iacute;vel pleitear a indeniza&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPortanto, no caso de omiss&atilde;o, a responsabilidade ser&aacute; subjetiva, exigindo a caracteriza&ccedil;&atilde;o de culpa. Al&eacute;m disso, a responsabilidade somente ocorrer&aacute; se houver dano e ficar demonstrado o nexo de causalidade entre o dano e a omiss&atilde;o estatal.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa C.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67495\" height=\"1047\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090420\/q221.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"1687\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090420\/q221.jpg 1687w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090420\/q221.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090420\/q221.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090420\/q221.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090420\/q221.jpg 483w\" sizes=\"auto, (max-width: 1687px) 100vw, 1687px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: o princ&iacute;pio da continuidade dos servi&ccedil;os p&uacute;blico exige que os servi&ccedil;os sejam continuamente prestados &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. Sabemos que sempre que um servi&ccedil;o &eacute; interrompido, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a popula&ccedil;&atilde;o passe por graves problemas. Basta vermos o que ocorre quando o servi&ccedil;o de fornecimento de energia el&eacute;trica sofre uma pane, ou quando os funcion&aacute;rios de uma concession&aacute;ria de transporte p&uacute;blico entram em greve.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAgora, vamos analisar as alternativas:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) n&atilde;o h&aacute; como garantir que os servi&ccedil;os p&uacute;blicos nunca sejam interrompidos. Por isso que a legisla&ccedil;&atilde;o admite a suspens&atilde;o dos servi&ccedil;os em situa&ccedil;&otilde;es excepcionais, como nos casos de urg&ecirc;ncia, nas necessidades de manuten&ccedil;&atilde;o das instala&ccedil;&otilde;es e por inadimplemento do usu&aacute;rio. Neste &uacute;ltimo caso, h&aacute; um conflito entre o interesse individual do usu&aacute;rio (que quer continuar a receber o servi&ccedil;o) e o interesse da coletividade (afinal se todos os usu&aacute;rios n&atilde;o pagarem suas faturas, o servi&ccedil;o ficar&aacute; invi&aacute;vel). Portanto, mesmo diante do princ&iacute;pio da continuidade, &eacute; poss&iacute;vel suspender os servi&ccedil;os no caso de inadimplemento do usu&aacute;rio quando ao pagamento da tarifa referente &agrave; presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o (Lei 8.987\/1995, art. 6&ordm;, &sect; 3&ordm;, II) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) quando falamos em continuidade dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos, estamos adotando um sentido abrangente para a express&atilde;o &ldquo;servi&ccedil;os p&uacute;blicos&rdquo;, abrangendo inclusive atividades administrativas internas. Imagine, por exemplo, que a secretaria de administra&ccedil;&atilde;o de uma prefeitura pare de funcionar, em um primeiro momento a popula&ccedil;&atilde;o pode n&atilde;o ser atingida diretamente, mas ap&oacute;s um tempo certamente essa suspens&atilde;o trar&aacute; preju&iacute;zos aos servi&ccedil;os prestados &agrave; popula&ccedil;&atilde;o &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) os servidores p&uacute;blicos possuem o direito constitucional de greve (CF, art. 37, VII). Portanto, a greve, por si s&oacute;, n&atilde;o &eacute; ilegal. Anota-se, todavia, que a greve deve ser exercida com ressalvas, com o objetivo de n&atilde;o prejudicar a popula&ccedil;&atilde;o &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) a efici&ecirc;ncia diz respeito &agrave; qualidade dos servi&ccedil;os prestados. Certamente que um servi&ccedil;o prestado sem interrup&ccedil;&otilde;es &eacute; um servi&ccedil;o mais eficiente que aquele que &eacute; paralisado indevidamente. Al&eacute;m disso, o princ&iacute;pio da continuidade tamb&eacute;m se relaciona com o princ&iacute;pio da supremacia (h&aacute; um confronto de interesses entre quem quer parar e o interesse da coletividade). Por exemplo: quando a Administra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o paga um contrato, o contratado tem que continuar prestando os servi&ccedil;os at&eacute; 90 dias da inadimpl&ecirc;ncia da Administra&ccedil;&atilde;o; nesse caso, h&aacute; um conflito de interesses: o privado, do contratado; e o p&uacute;blico, da Administra&ccedil;&atilde;o, devendo prevalecer o p&uacute;blico. Em resumo, podemos afirmar que o princ&iacute;pio da continuidade guarda rela&ccedil;&atilde;o direta com os princ&iacute;pios da efici&ecirc;ncia e da supremacia do interesse p&uacute;blico &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, &eacute; sim poss&iacute;vel a paralisa&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os, como ocorre no caso de quest&otilde;es de ordens t&eacute;cnicas (manuten&ccedil;&atilde;o ou aperfei&ccedil;oamento das instala&ccedil;&otilde;es) &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa D.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67496\" height=\"1227\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090423\/q231.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"1728\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090423\/q231.jpg 1728w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090423\/q231.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090423\/q231.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090423\/q231.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090423\/q231.jpg 422w\" sizes=\"auto, (max-width: 1728px) 100vw, 1728px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) pela presun&ccedil;&atilde;o de legitimidade, os atos administrativos presumem-se l&iacute;citos, devendo ser executados at&eacute; que a sua ilegalidade seja atestada pela Administra&ccedil;&atilde;o ou pelo Poder Judici&aacute;rio. Portanto, como consequ&ecirc;ncia cl&aacute;ssica desse atributo, os atos, ainda que viciados, devem ser executados. Somente ap&oacute;s a Administra&ccedil;&atilde;o ou o Judici&aacute;rio reconhecerem a ilegalidade &eacute; que o particular poder&aacute; deixar de cumpri-lo &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) a cobran&ccedil;a de multa &eacute; um exemplo t&iacute;pico de ato que n&atilde;o possui autoexecutoriedade, uma vez que, se o particular n&atilde;o quitar a multa, a Administra&ccedil;&atilde;o somente poder&aacute; adotar meios indiretos de coa&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o poder&aacute; executar diretamente a multa. Para isso, ser&aacute; necess&aacute;rio mover uma a&ccedil;&atilde;o judicial de cobran&ccedil;a. Al&eacute;m disso, a desapropria&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; um ato n&atilde;o autoexecut&oacute;rio. Isso porque a desapropria&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ocorrer na via administrativa ou judicial, sendo que aquela s&oacute; ocorrer&aacute; no caso de concord&acirc;ncia do particular. Se n&atilde;o houver concord&acirc;ncia, a execu&ccedil;&atilde;o da desapropria&ccedil;&atilde;o depender&aacute; de a&ccedil;&atilde;o judicial para discutir o valor do bem &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) em regra, a Administra&ccedil;&atilde;o precisa conceder o direito de defesa ao administrado. Isso, no entanto, n&atilde;o retira a autoexecutoriedade de um ato. Por exemplo: a Administra&ccedil;&atilde;o poder&aacute; destruir materiais ilegalmente comercializados. Por&eacute;m, antes de realizar a destrui&ccedil;&atilde;o, a Administra&ccedil;&atilde;o dever&aacute; conceder o direito de defesa para o comerciante. Ap&oacute;s o exerc&iacute;cio do contradit&oacute;rio, a Administra&ccedil;&atilde;o poder&aacute;, diretamente, destruir os materiais se entender que isso deve ser feito, ou seja, a decis&atilde;o continua sendo autoexecut&oacute;ria (observa&ccedil;&atilde;o: em situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncia, o contradit&oacute;rio e a ampla defesa poder&atilde;o ser concedidos posteriormente, mas sempre ocorrer&atilde;o) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) e e) a coercibilidade refere-se &agrave; caracter&iacute;stica de impor um ato, independentemente de concord&acirc;ncia do particular. Trata-se de uma express&atilde;o bastante ligada ao atributo da imperatividade. Anota-se, todavia, que nem todo ato &eacute; coercitivo. Por exemplo: noS atos negociais, h&aacute; uma pr&eacute;via solicita&ccedil;&atilde;o do particular, ent&atilde;o n&atilde;o podemos dizer que o ato foi coercitivo (n&atilde;o &eacute; um atributo absoluto nem est&aacute; presente em todos os atos administrativos) &ndash; ERRADAS.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa B.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67497\" height=\"1143\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090425\/q241.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"1610\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090425\/q241.jpg 1610w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090425\/q241.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090425\/q241.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090425\/q241.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090425\/q241.jpg 423w\" sizes=\"auto, (max-width: 1610px) 100vw, 1610px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: o valor estimado da contrata&ccedil;&atilde;o encontra-se dentro do limite para licita&ccedil;&atilde;o dispens&aacute;vel por baixo valor (Lei 8.666\/1993, art. 24, II). Logo, a contrata&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ser realizada por dispensa e licita&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAnota-se que a decis&atilde;o de dispensar ou n&atilde;o uma licita&ccedil;&atilde;o, com base no art. 24 da Lei 8.666\/1993, &eacute; discricion&aacute;ria, ou seja, a autoridade, diante do caso concreto, dever&aacute; decidir se vai dispensar ou se vai realizar um processo licitat&oacute;rio. No caso da quest&atilde;o, portanto, ser&aacute; poss&iacute;vel dispensar a licita&ccedil;&atilde;o ou fazer um procedimento licitat&oacute;rio. Como o valor &eacute; de R$ 5 mil, ele encontra-se dentro do limite da modalidade convite (at&eacute; R$ 80 mil). Logo, ser&aacute; poss&iacute;vel fazer o convite ou dispensar a licita&ccedil;&atilde;o (letra E).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tN&atilde;o h&aacute; obrigatoriedade de fazer tomada de pre&ccedil;os (letra A) ou concorr&ecirc;ncia (letra D), justamente porque o valor est&aacute; dentro da modalidade convite e ainda &eacute; poss&iacute;vel a dispensa. Tamb&eacute;m n&atilde;o h&aacute; &ldquo;dispensa autom&aacute;tica&rdquo; (letra B), uma vez que, al&eacute;m de ser uma decis&atilde;o discricion&aacute;ria, a dispensa de licita&ccedil;&atilde;o por baixo valor depende de algumas formalidades pr&eacute;vias, n&atilde;o ocorrendo automaticamente. Por fim, a inexigibilidade de servi&ccedil;o t&eacute;cnico n&atilde;o se aplica aos servi&ccedil;os de publicidade e divulga&ccedil;&atilde;o (o que j&aacute; tornaria a letra C incorreta), sendo ainda que a quest&atilde;o n&atilde;o mostrou as outras caracter&iacute;sticas necess&aacute;rias para configurar a inexigibilidade (natureza singular + not&oacute;ria especializa&ccedil;&atilde;o).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa E.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67498\" height=\"1126\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090427\/q251.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"1751\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090427\/q251.jpg 1751w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090427\/q251.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090427\/q251.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090427\/q251.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090427\/q251.jpg 467w\" sizes=\"auto, (max-width: 1751px) 100vw, 1751px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: a cria&ccedil;&atilde;o e a extin&ccedil;&atilde;o das autarquias dependem de lei espec&iacute;fica, logo tanto a cria&ccedil;&atilde;o como a extin&ccedil;&atilde;o submetem-se ao princ&iacute;pio da reserva legal. Da&iacute; porque as autarquias n&atilde;o podem ser criadas nem extintas por decretos ou outros atos administrativos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPor outro lado, a organiza&ccedil;&atilde;o das autarquias pode ser feita por decreto, desde que isso n&atilde;o implique aumento de despesa nem cria&ccedil;&atilde;o ou extin&ccedil;&atilde;o de &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos (CF, art. 84, VI, &ldquo;a&rdquo;). Logo, o gabarito &eacute; a letra E.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa E.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67499\" height=\"1179\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090429\/q261.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"1594\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090429\/q261.jpg 1594w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090429\/q261.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090429\/q261.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090429\/q261.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090429\/q261.jpg 406w\" sizes=\"auto, (max-width: 1594px) 100vw, 1594px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: a quest&atilde;o cobrou uma an&aacute;lise mais aprofundada da delega&ccedil;&atilde;o do poder de pol&iacute;cia. Em primeiro lugar, devemos no habituar com o uso de determinadas express&otilde;es no &acirc;mbito do direito administrativo, sendo que o sentido da express&atilde;o pode mudar conforme o tema que estamos estudando. A express&atilde;o &ldquo;delega&ccedil;&atilde;o&rdquo;, por exemplo, tem um sentido quando estudamos a organiza&ccedil;&atilde;o administrativa (transfer&ecirc;ncia da execu&ccedil;&atilde;o de atividades para entidades privadas) e outro quando estudamos o poder de pol&iacute;cia. Neste, a delega&ccedil;&atilde;o significa a transfer&ecirc;ncia de atividades da Administra&ccedil;&atilde;o direta para outras entidades, sejam elas p&uacute;blicas ou privadas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPor exemplo: quando a Administra&ccedil;&atilde;o direta transfere uma atividade de pol&iacute;cia para uma autarquia, est&aacute; ocorrendo a delega&ccedil;&atilde;o do poder de pol&iacute;cia para a autarquia, situa&ccedil;&atilde;o que configura o exerc&iacute;cio do <strong>poder de pol&iacute;cia delegado<\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tCom base nisso, podemos analisar as alternativas:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) o poder de pol&iacute;cia pode ser origin&aacute;rio (exercido pela Administra&ccedil;&atilde;o direta) e delegado (exercido pelas entidades da Administra&ccedil;&atilde;o indireta, em especial pelas entidades de direito p&uacute;blico) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) em que pese o poder de pol&iacute;cia seja deleg&aacute;vel dentro da Administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica (da Administra&ccedil;&atilde;o direta para a indireta), isso n&atilde;o ocorre em todas as suas dimens&otilde;es. Para as entidades de direito p&uacute;blico, em regra, n&atilde;o h&aacute; limita&ccedil;&otilde;es para a delega&ccedil;&atilde;o. Contudo, para as entidades administrativas de direito privado, a delega&ccedil;&atilde;o somente poder&aacute; ocorrer em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s fases de consentimento e de fiscaliza&ccedil;&atilde;o (n&atilde;o envolve as fases de ordem ou legisla&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;cia e de san&ccedil;&atilde;o) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) o item est&aacute; quase certo. De fato, a delega&ccedil;&atilde;o somente &eacute; poss&iacute;vel no &acirc;mbito da pr&oacute;pria Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica. Em regra, essa delega&ccedil;&atilde;o apenas ocorrer&aacute; para entidades de direito p&uacute;blico, como as autarquias, mas h&aacute; possibilidade de delegar parte dessas atividades para as entidades administrativas de direito privado, ou seja, para as empresas p&uacute;blicas e sociedades de economia mista, conforme vimos acima. Ent&atilde;o, o erro est&aacute; no final, ao excluir totalmente as pessoas jur&iacute;dicas de direito privado &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) &eacute; poss&iacute;vel a delega&ccedil;&atilde;o da dimens&atilde;o fiscalizat&oacute;ria (e tamb&eacute;m da de consentimento) para as pessoas jur&iacute;dicas de direito privado integrantes da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica. O exemplo &eacute; a delega&ccedil;&atilde;o da operacionaliza&ccedil;&atilde;o do sistema de controle de velocidade de uma via p&uacute;blica para uma sociedade de economia mista. Nesse caso, a entidade far&aacute; a fiscaliza&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o poder&aacute; aplicar a san&ccedil;&atilde;o, que somente ser&aacute; realizada por uma entidade de direito p&uacute;blico &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) as dimens&otilde;es legislativa (ordem de pol&iacute;cia) e sancionadora n&atilde;o podem ser delegadas para entidades de direito privado, sejam elas integrantes ou n&atilde;o da Administra&ccedil;&atilde;o &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa D.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>27. (Cespe &ndash; T&eacute;cnico Judici&aacute;rio\/TRE PE\/2017)<\/strong> Assinale a op&ccedil;&atilde;o correta a respeito do controle da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica.\n<\/p>\n<p>\n\tA As a&ccedil;&otilde;es judiciais que tenham por objeto atos administrativos praticados por &oacute;rg&atilde;os do Poder Judici&aacute;rio constituem exemplos de controle externo.\n<\/p>\n<p>\n\tB Dada a presun&ccedil;&atilde;o de legitimidade dos atos administrativos, n&atilde;o se pode falar em controle preventivo desses atos.\n<\/p>\n<p>\n\tC Por for&ccedil;a do princ&iacute;pio da efici&ecirc;ncia, n&atilde;o cabe falar em controle concomitante de um ato administrativo, sob risco de entraves desnecess&aacute;rios &agrave; consecu&ccedil;&atilde;o do interesse p&uacute;blico.\n<\/p>\n<p>\n\tD O recurso administrativo ilustra o chamado controle provocado, que se op&otilde;e ao controle de of&iacute;cio, por ser deflagrado por terceiro.\n<\/p>\n<p>\n\tE O controle de legalidade &eacute; prerrogativa do controle judicial.\n<\/p>\n<p>\n\t<u><strong>Coment&aacute;rio<\/strong><\/u>: inicialmente, eu considerei o gabarito como a letra D, o que conferiu com o gabarito preliminar do Cespe. Por&eacute;m, ap&oacute;s uma an&aacute;lise mais detalhado, &eacute; poss&iacute;vel notar que a letra E tamb&eacute;m est&aacute; certa. Vamos explicar melhor:\n<\/p>\n<p>\n\ta) o controle externo &eacute; aquele realizado por um poder sobre os atos do outro. Quando o pr&oacute;prio Judici&aacute;rio analisa os seus atos administrativos, ainda que mediante a&ccedil;&atilde;o judicial, o controle ser&aacute; exercido pelo pr&oacute;prio Poder sobre os seus atos. Logo, tal controle n&atilde;o estaria inserido no conceito de controle externo &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p>\n\tb)&nbsp;o controle dos atos pode sim ser preventivo. Como exemplo, temos o mandado de seguran&ccedil;a preventivo, que tem por objetivo evitar que uma autoridade p&uacute;blica cometa um abuso de poder &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p>\n\tc)&nbsp;o controle dos atos administrativos pode ser pr&eacute;vio, concomitante e posterior. Em regra, o controle &eacute; posterior, ou seja, &eacute; realizado ap&oacute;s a pr&aacute;tica de um ato, como ocorre na realiza&ccedil;&atilde;o de uma auditoria de uma obra j&aacute; conclu&iacute;da. No entanto, em determinados casos, o controle poder&aacute; ser pr&eacute;vio ou concomitante, sobretudo quando os valores envolvidos forem elevados. Imagine, por exemplo, a realiza&ccedil;&atilde;o da auditoria simultaneamente com a realiza&ccedil;&atilde;o de uma licita&ccedil;&atilde;o para uma obra de valor elevad&iacute;ssimo &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p>\n\td)&nbsp;de acordo com Jos&eacute; dos Santos Carvalho Filho, o controle divide-se em controle de of&iacute;cio e controle provocado. O primeiro &eacute; realizado pela pr&oacute;pria Administra&ccedil;&atilde;o, no regular exerc&iacute;cio de suas fun&ccedil;&otilde;es, independentemente de provoca&ccedil;&atilde;o de terceiros. Por outro lado, o controle provocado &eacute; aquele deflagrado por terceiros, tendo como principal exemplo os recursos administrativos &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p>\n\te) o controle de legalidade &eacute; realizado tanto pela Administra&ccedil;&atilde;o como pelo Poder Judici&aacute;rio. Assim, na ideia do avaliador, o quesito &eacute; errado, pois passaria a ideia de que o controle de legalidade seria realizado apenas por meio do controle judicial, o que &eacute; incorreto, j&aacute; que ele pode ser feito tamb&eacute;m no controle administrativo. Ocorre que dizer que &eacute; uma &quot;prerrogativa&quot; n&atilde;o significa que &eacute; &quot;exclusivo&quot; do Poder Judici&aacute;rio. De fato, o controle de legalidade &eacute; uma prerrogativa do controle judicial, o que n&atilde;o exclui o fato de ele tamb&eacute;m ser uma prerrogativa do controle administrativo. Para ser considerado incorreto, deveria constar que seria uma &quot;prerrogativa exclusiva&quot;, mas isso n&atilde;o consta na quest&atilde;o. Logo, o item tamb&eacute;m est&aacute; certo, o que leva &agrave; anula&ccedil;&atilde;o da quest&atilde;o &ndash; para o Cespe ERRADA, mas o item pode ser considerado como CORRETO.\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#FF0000\"><strong>Gabarito preliminar: alternativa D (cabe recurso para anular, pois a letra E tamb&eacute;m n&atilde;o est&aacute; incorreta).<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67491\" height=\"822\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090412\/q28.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"1740\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090412\/q28.jpg 1740w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090412\/q28.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090412\/q28.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090412\/q28.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090412\/q28.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1740px) 100vw, 1740px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) as empresas p&uacute;blicas &ndash; EP dependem de autoriza&ccedil;&atilde;o legislativa para a sua cria&ccedil;&atilde;o e extin&ccedil;&atilde;o. Isso porque a mesma forma adotada para criar tamb&eacute;m &eacute; adotada para extinguir uma entidade administrativa. Lembra-se, todavia, que a lei n&atilde;o cria nem extingue a empresa p&uacute;blica, mas apenas autoriza a sua institui&ccedil;&atilde;o\/extin&ccedil;&atilde;o &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) as EP comp&otilde;em a Administra&ccedil;&atilde;o INDIRETA &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) o regime jur&iacute;dico delas &eacute; de direito PRIVADO &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) a cria&ccedil;&atilde;o delas &eacute; AUTORIZADA por lei &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) as empresas p&uacute;blicas, assim como as demais entidades administrativas, podem instituir subsidi&aacute;rias, mas dependem, para isso, de autoriza&ccedil;&atilde;o legislativa, nos termos do art. 37, XX, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal &ndash; CORRETA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa E.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67492\" height=\"1171\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090415\/q29.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"1857\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090415\/q29.jpg 1857w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090415\/q29.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090415\/q29.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090415\/q29.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090415\/q29.jpg 476w\" sizes=\"auto, (max-width: 1857px) 100vw, 1857px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) a disciplina funcional dos agentes p&uacute;blicos encontra fundamento no poder disciplinar (imediatamente) e no poder hier&aacute;rquico (mediatamente) &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) a avoca&ccedil;&atilde;o ocorre quando um superior toma para si uma compet&ecirc;ncia de um subordinado. Tal medida somente pode ser adotada de forma justificada, excepcional e temporariamente, uma vez que desprivilegia o subordinado e pode representar acumulo de atividades nas inst&acirc;ncias superiores, prejudicando a efici&ecirc;ncia &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) a hierarquia administrativa &eacute; caracter&iacute;stica da fun&ccedil;&atilde;o administrativa, seja ele exercida no Poder Executivo ou nos demais poderes. Por outro lado, quando falamos do exerc&iacute;cio das atividades t&iacute;picas dos demais poderes, a&iacute; sim n&atilde;o haver&aacute; hierarquia administrativa &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) a vincula&ccedil;&atilde;o &eacute; a rela&ccedil;&atilde;o que ocorre entre a Administra&ccedil;&atilde;o direta e a indireta, n&atilde;o constituindo manifesta&ccedil;&atilde;o de hierarquia &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) o poder de revis&atilde;o permite que um superior controle os atos de seu subordinado, revogando os inconvenientes e inoportunos e anulando os ilegais, sendo uma manifesta&ccedil;&atilde;o do poder hier&aacute;rquico &ndash; CORRETA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa E.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67493\" height=\"964\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090417\/q30.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"1728\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090417\/q30.jpg 1728w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090417\/q30.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090417\/q30.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090417\/q30.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/20090417\/q30.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1728px) 100vw, 1728px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: o art. 40 da Lei 8.666\/1993 abordas as cl&aacute;usulas necess&aacute;rias dos editais de licita&ccedil;&atilde;o, ou seja, aquelas que obrigatoriamente dever&atilde;o constar no edital. Com base nisso, vamos analisar as alternativas:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) uma das cl&aacute;usulas necess&aacute;rias trata das condi&ccedil;&otilde;es <strong>equivalentes<\/strong> de pagamento entre empresas brasileiras e estrangeiras, no caso de licita&ccedil;&otilde;es internacionais &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) as decis&otilde;es da comiss&atilde;o s&atilde;o pass&iacute;veis de recurso, nos termos do art. 109, I, da Lei 8.666\/1993;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) nos termos do art. 40, III, a demonstra&ccedil;&atilde;o das san&ccedil;&otilde;es para o caso de inadimplemento deve constar obrigatoriamente no edital de licita&ccedil;&atilde;o &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) o objeto da licita&ccedil;&atilde;o deve ser descrito de forma <strong>sucinta<\/strong> e clara (art. 40, I) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) os crit&eacute;rios de julgamento devem ser estabelecidos objetivamente no edital de licita&ccedil;&atilde;o (art. 40, VII), e n&atilde;o apenas ap&oacute;s a fase de habilita&ccedil;&atilde;o &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa C.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8212;-\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>ANALISTA JUDICI&Aacute;RIO &#8211; &Aacute;REA ADMINISTRATIVA<\/strong><\/span><br \/>\n<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67438\" height=\"799\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212019\/q21.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"847\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212019\/q21.jpg 847w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212019\/q21.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212019\/q21.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212019\/q21.jpg 318w\" sizes=\"auto, (max-width: 847px) 100vw, 847px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) na verdade &eacute; o abuso de poder que &eacute; g&ecirc;nero, sendo suas esp&eacute;cies o desvio de poder (ou de finalidade) e o excesso de poder. Por outro lado, de fato, ocorrendo quaisquer das formas de abuso de poder haver&aacute; a nulidade do ato &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) em regra, os poderes administrativos n&atilde;o s&atilde;o apenas faculdades, mas sim deveres, ao ponto de parte da doutrina defender o uso da express&atilde;o &ldquo;dever-poder&rdquo; para descrev&ecirc;-los. Dessa forma, em geral, quando a lei outorga um poder ao agente p&uacute;blico, este n&atilde;o tem mera faculdade de us&aacute;-lo, mas sim um dever &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) o princ&iacute;pio da reserva explica que os recursos do Estado n&atilde;o s&atilde;o ilimitados, tanto em termos financeiros como operacionais. Assim, nem toda omiss&atilde;o do Estado &eacute; ilegal, j&aacute; que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel atender a todas as necessidades da popula&ccedil;&atilde;o. Por exemplo: a pol&iacute;cia n&atilde;o consegue fiscalizar todas as ruas simultaneamente, de tal forma que se voc&ecirc; for assaltado, em regra, n&atilde;o haver&aacute; responsabilidade estatal por isso (voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; direito &agrave; indeniza&ccedil;&atilde;o). Assim, o n&atilde;o exerc&iacute;cio dos poderes estatais nem sempre configurar&aacute; uma omiss&atilde;o ilegal, j&aacute; que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ao Estado agir em todas as situa&ccedil;&otilde;es &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) os poderes administrativos s&atilde;o irrenunci&aacute;veis, pois decorrem da lei e, como tal, s&atilde;o indispon&iacute;veis pelo agente p&uacute;blico &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) o desvio de poder ocorre quando o agente atua dentro de suas compet&ecirc;ncias, mas com finalidade diversa da lei. Por outro lado, &eacute; o excesso de poder que ocorre quando o agente transcende (ultrapassa) os limites de sua compet&ecirc;ncia &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa C.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67439\" height=\"643\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212022\/q22.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"907\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212022\/q22.jpg 907w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212022\/q22.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212022\/q22.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212022\/q22.jpg 423w\" sizes=\"auto, (max-width: 907px) 100vw, 907px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u>:<\/strong> essa quest&atilde;o com certeza ser&aacute; pass&iacute;vel de recurso.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tFacilmente poder&iacute;amos eliminar os poderes disciplinar e hier&aacute;rquico, uma vez que a atividade desempenhada pela ag&ecirc;ncia reguladora n&atilde;o se refere &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de san&ccedil;&otilde;es (disciplinar) nem ao ordenamento de uma estrutura hier&aacute;rquica, pois essa atividade normativa n&atilde;o se destina apenas aos servi&ccedil;os internos da ag&ecirc;ncia.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tContudo, n&atilde;o d&aacute; para eliminar totalmente as demais alternativas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO desempenho de atividades normativas possui, por sua natureza, um grau de discricionariedade, por mais t&eacute;cnica que seja a atividade. Assim, poder&iacute;amos dizer que houve alguma discricionariedade na atividade. Por&eacute;m, como a quest&atilde;o detalhou bastante a &ldquo;complexidade t&eacute;cnica&rdquo; da atividade, vamos afastar essa alternativa, pois alguns autores defendem que atividades t&eacute;cnicas s&atilde;o exercidas sem ou com pouca discricionariedade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNuma an&aacute;lise superficial, poder&iacute;amos marcar o exerc&iacute;cio do <em><u>poder regulamentar<\/u><\/em>. Ocorre que o poder regulamentar &eacute; desempenhado exclusivamente pelo chefe do Poder Executivo (Presidente da Rep&uacute;blica, governadores, prefeitos), o que n&atilde;o &eacute; o caso da quest&atilde;o. Se a alternativa se referisse ao <em><u>poder normativo<\/u><\/em> &ndash; que &eacute; mais amplo que o regulamentar, abrangendo este inclusive &ndash; poder&iacute;amos marc&aacute;-la como alternativa.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNessa linha, ensina a Prof. Maria Sylvia Zanella Di Pietro que o poder regulamentar &eacute; apenas uma das formas de manifesta&ccedil;&atilde;o da compet&ecirc;ncia normativa da Administra&ccedil;&atilde;o, envolvendo aquela que cabe ao Chefe do Executivo da Uni&atilde;o, dos Estados e dos Munic&iacute;pios para editar normas complementares &agrave; lei, para a sua fiel execu&ccedil;&atilde;o (2014, p. 92). Portanto, o poder regulamentar &eacute; apenas parcela do poder normativo, este sim de conte&uacute;do bem mais abrangente.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPor&eacute;m, conforme vimos, n&atilde;o foi o chefe do Poder Executivo que regulamentou a mat&eacute;ria. Logo, a mat&eacute;ria poderia se inserir no poder normativo, mas n&atilde;o no poder regulamentar.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tSobra, ent&atilde;o, apenas o poder de pol&iacute;cia. No meu ponto de vista, s&oacute; este poderia ser o gabarito. O poder de pol&iacute;cia tem por finalidade restringir e condicionar o exerc&iacute;cio de atividades privadas em benef&iacute;cio da coletividade. Como a atividade normativa est&aacute; direcionada para &ldquo;determinado segmento de atividades consideradas estrat&eacute;gicas e de interesse p&uacute;blico&rdquo;, podemos considerar ent&atilde;o que houve o exerc&iacute;cio do poder de pol&iacute;cia.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEm resumo, nenhuma das duas alternativas est&aacute; totalmente correta, mas certamente n&atilde;o d&aacute; para aceitar a letra B como gabarito, pois a quest&atilde;o afronta diretamente a doutrina nacional.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#FF0000\"><strong>Gabarito preliminar do Cespe: alternativa B (cabe recurso).<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67440\" height=\"776\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212023\/q23.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"879\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212023\/q23.jpg 879w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212023\/q23.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212023\/q23.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212023\/q23.jpg 340w\" sizes=\"auto, (max-width: 879px) 100vw, 879px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u>: <\/strong>essa quest&atilde;o tamb&eacute;m apresenta uma falha grave. O ponto &eacute; que a comiss&atilde;o de licita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o homologa e nem adjudica a licita&ccedil;&atilde;o, quem faz isso &eacute; a autoridade competente. Por&eacute;m, como o pr&oacute;prio enunciado da quest&atilde;o afirmou isso (veja, n&atilde;o s&atilde;o as alternativas, mas o enunciado da quest&atilde;o que faz a afirma&ccedil;&atilde;o), vamos julg&aacute;-la com base na informa&ccedil;&atilde;o do enunciado, ainda que a informa&ccedil;&atilde;o seja uma aberra&ccedil;&atilde;o do ponto de vista t&eacute;cnico.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) de acordo com Jos&eacute; dos Santos Carvalho Filho, quanto &agrave; forma de exterioriza&ccedil;&atilde;o, os atos administrativos classificam-se em decretos e regulamentos; resolu&ccedil;&otilde;es, delibera&ccedil;&otilde;es e regimentos; resolu&ccedil;&otilde;es, delibera&ccedil;&otilde;es e regimentos; instru&ccedil;&otilde;es, circulares, portarias, ordens de servi&ccedil;o, provimentos e avisos; alvar&aacute;s; of&iacute;cios; pareceres; certid&otilde;es, atestados e declara&ccedil;&otilde;es; e despachos. Os pareceres consubstanciam opini&otilde;es, mas que, em geral, n&atilde;o geram efeitos jur&iacute;dicos imediatos. Assim, n&atilde;o podemos classificar a homologa&ccedil;&atilde;o e a adjudica&ccedil;&atilde;o como pareceres, pois tais atos geram efeitos jur&iacute;dicos (encerram o processo licitat&oacute;rio e atribuem o objeto ao licitante vencedor) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) a delibera&ccedil;&atilde;o &eacute; o ato oriundo de &oacute;rg&atilde;os colegiados, como conselhos, comiss&otilde;es e tribunais administrativos. Tamb&eacute;m podemos enquadrar nesse grupo os atos adotados pelas comiss&otilde;es de licita&ccedil;&otilde;es, justamente porque tais atos s&atilde;o adotados pela delibera&ccedil;&atilde;o (voto) da maioria de seus membros. Dessa forma, COM BASE NA INFORMA&Ccedil;&Atilde;O DO ENUNCIADO, o ato de homologa&ccedil;&atilde;o e de adjudica&ccedil;&atilde;o foi uma delibera&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, uma vez assinado o contrato, n&atilde;o cabe mais revoga&ccedil;&atilde;o do processo licitat&oacute;rio, pois configura-se o que a doutrina chama de preclus&atilde;o administrativa (o Cespe cobrou isso no concurso do TCE-SC do ano passado). Provavelmente, este ser&aacute; o gabarito do Cespe. Por&eacute;m, &eacute; poss&iacute;vel argumento que o enunciado levou o candidato ao erro, uma vez que os atos de homologa&ccedil;&atilde;o e de adjudica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&atilde;o de compet&ecirc;ncia da comiss&atilde;o de licita&ccedil;&atilde;o, mas sim da autoridade competente &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) o ato declarat&oacute;rio &eacute; aquele que apenas declara uma situa&ccedil;&atilde;o preexistente, como a expedi&ccedil;&atilde;o de uma certid&atilde;o. A Prof. Maria Di Pietro cita expressamente a homologa&ccedil;&atilde;o como um exemplo de ato declarat&oacute;rio (2014, p. 236). Ent&atilde;o, isso pode gerar um pouco de confus&atilde;o no gabarito. Ela n&atilde;o faz o mesmo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; adjudica&ccedil;&atilde;o, mas aplicando a mesma l&oacute;gica at&eacute; poder&iacute;amos considerar a adjudica&ccedil;&atilde;o como ato declarat&oacute;rio. Isso porque a adjudica&ccedil;&atilde;o tem por fim atribuir o objeto ao licitante vencedor (basicamente, reconhece quem &eacute; o vencedor da licita&ccedil;&atilde;o). O problema &eacute; que a autora n&atilde;o menciona isso expressamente, ent&atilde;o n&atilde;o ter&iacute;amos um fundamento doutrin&aacute;rio para fazer essa afirma&ccedil;&atilde;o. De qualquer forma, quem precisar, pode tentar &ldquo;empurrar&rdquo; isso para a banca. Mesmo assim, vou dar a alternativa como incorreta, pois considero que ser&aacute; dif&iacute;cil sustentar isso para o Cespe &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) quanto &agrave; interven&ccedil;&atilde;o da vontade administrativa (ou quanto &agrave; forma&ccedil;&atilde;o da vontade), os atos classificam-se em simples, compostos e complexos. De acordo com a Prof. Maria Di Pietro, os atos que dependem de homologa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o considerados <em><u>atos compostos<\/u><\/em>, pois a homologa&ccedil;&atilde;o &eacute; o ato instrumental em rela&ccedil;&atilde;o ao ato principal (a autoridade homologa o julgamento e a habilita&ccedil;&atilde;o realizados pela comiss&atilde;o) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) quanto ao conte&uacute;do, existem v&aacute;rias classifica&ccedil;&otilde;es dos atos. A admiss&atilde;o de fato &eacute; uma classifica&ccedil;&atilde;o quanto ao conte&uacute;do, mas este ato (admiss&atilde;o) &eacute; o que reconhece ao particular, que preencher os requisitos legais, o direito &agrave; presta&ccedil;&atilde;o de um servi&ccedil;o p&uacute;blico (exemplo: um aluno &eacute; admitido numa escola p&uacute;blica). N&atilde;o foi isso que ocorreu no enunciado &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNesta quest&atilde;o, eu marcaria o gabarito como letra B, mas o item &eacute; pass&iacute;vel de recurso.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#FF0000\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa B (pass&iacute;vel de recurso).<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67441\" height=\"418\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212025\/q24.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"701\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212025\/q24.jpg 701w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212025\/q24.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212025\/q24.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 701px) 100vw, 701px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u>:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) o princ&iacute;pio da razoabilidade possui v&aacute;rias aplica&ccedil;&otilde;es, inserindo-se na an&aacute;lise dos atos administrativos para verificar se as decis&otilde;es s&atilde;o aceit&aacute;veis do ponto de vista do &ldquo;homem m&eacute;dio&rdquo;. Por exemplo: a aceit&aacute;vel instituir uma idade m&aacute;xima para um concurso de policial militar? Se a resposta for positiva, podemos dizer que tal restri&ccedil;&atilde;o &eacute; razo&aacute;vel. Com efeito, o ato que se mostrar desarrazoado (n&atilde;o aceit&aacute;vel) ser&aacute; um ato viciado, ou seja, ser&aacute; ilegal, devendo ser anulado &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) o princ&iacute;pio da razoabilidade informa n&atilde;o s&oacute; a fun&ccedil;&atilde;o administrativa, como tamb&eacute;m a fun&ccedil;&atilde;o legislativa e jurisdicional, pois permite que uma lei desarrazoada (por exemplo: uma lei que implique limita&ccedil;&otilde;es exageradas para o ingresso em determinado cargo p&uacute;blico) seja considerada inconstitucional pelo Poder Judici&aacute;rio &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) de acordo com Bandeira de Mello (2014, p. 81), o princ&iacute;pio da razoabilidade &ldquo;descende tamb&eacute;m do princ&iacute;pio da legalidade&rdquo;. Tais princ&iacute;pios est&atilde;o interligados, motivo pelo qual um ato que seja desarrazoado ser&aacute; tamb&eacute;m ilegal, devendo ser anulado &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) certamente a interpreta&ccedil;&atilde;o do que &eacute; ou n&atilde;o razo&aacute;vel n&atilde;o &eacute; uma tarefa t&atilde;o simples. Uma restri&ccedil;&atilde;o pode ser considerada razo&aacute;vel para um agente p&uacute;blico, mas n&atilde;o para outro. Ent&atilde;o, n&atilde;o podemos afirmar que a razoabilidade configura significado &ldquo;un&iacute;voco&rdquo; nem que a sua observa&ccedil;&atilde;o seja t&atilde;o simples &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) o princ&iacute;pio da razoabilidade permite que o Poder Judici&aacute;rio analise os atos administrativos discricion&aacute;rios, buscando verificar se n&atilde;o ocorreram exageros. Por&eacute;m, ao considerar o ato desarrazoado, o Judici&aacute;rio n&atilde;o estar&aacute; invadindo o m&eacute;rito do ato, mas sim verificando a sua legalidade, uma vez que uma san&ccedil;&atilde;o ou restri&ccedil;&atilde;o desarrazoada\/desproporcional &eacute; praticada com abuso, o que configura uma ilegalidade &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa A.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67442\" height=\"453\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212026\/q25.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"701\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212026\/q25.jpg 701w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212026\/q25.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212026\/q25.jpg 464w\" sizes=\"auto, (max-width: 701px) 100vw, 701px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u>:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) de acordo com o art. 22, &sect; 1&ordm;, da Lei 9.784\/1999, &ldquo;os atos do processo devem ser produzidos <em><u>por escrito<\/u><\/em>, em vern&aacute;culo, com a data e o local de sua realiza&ccedil;&atilde;o e a assinatura da autoridade respons&aacute;vel&rdquo;. Assim, em regra, os atos ser&atilde;o praticados por escrito. Sabe-se, todavia, que na pr&aacute;tica alguns atos podem ser feitos por sinais, s&iacute;mbolos ou sons (como as ordens emanadas de um guarda de tr&acirc;nsito). Ocorre que isso n&atilde;o consta textualmente na Lei 9.784\/1999 nem tampouco podemos dizer que isso &eacute; decorr&ecirc;ncia da &ldquo;efici&ecirc;ncia&rdquo; ou da &ldquo;celeridade&rdquo;. Tais atos &ldquo;diferentes&rdquo; decorrem, na verdade, da situa&ccedil;&atilde;o em si, que n&atilde;o permite que o ato seja praticado por escrito &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) consoante o art. 25 da Lei 9.784\/1999, &ldquo;os atos do processo devem realizar-se preferencialmente na sede do &oacute;rg&atilde;o, cientificando-se o interessado se outro for o local de realiza&ccedil;&atilde;o&rdquo; &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) o reconhecimento de firma somente ser&aacute; exigido quando houver d&uacute;vida de autenticidade ou se houver norma legal o exigindo (art. 25, &sect; 2&ordm;) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) os atos do processo devem realizar-se em dias &uacute;teis, no hor&aacute;rio normal de funcionamento da reparti&ccedil;&atilde;o na qual tramitar o processo (art. 23, caput). Permite-se, todavia, que sejam conclu&iacute;dos depois do hor&aacute;rio normal os atos j&aacute; iniciados, cujo adiamento prejudique o curso regular do procedimento ou cause dano ao interessado ou &agrave; Administra&ccedil;&atilde;o (art. 23, par&aacute;grafo &uacute;nico) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) em regra, os atos do processo administrativo n&atilde;o dependem de forma determinada, salvo quando a lei expressamente a exigir (art. 22, <em>caput<\/em>) &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa B.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67443\" height=\"499\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212028\/q26.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"706\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212028\/q26.jpg 706w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212028\/q26.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212028\/q26.jpg 424w\" sizes=\"auto, (max-width: 706px) 100vw, 706px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u>: <\/strong>chama-se de repristina&ccedil;&atilde;o a volta dos efeitos de um ato revogado, mas cujo ato de revoga&ccedil;&atilde;o foi posteriormente revogado por um terceiro ato. Ficou confuso? Ent&atilde;o, vamos dar um exemplo: o ato A &eacute; revogado pelo ato B, mas depois o ato C revoga o ato B, fazendo com que A volte a produzir os seus efeitos. Nesse caso, o ato C renovou os efeitos do ato A.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tTal fen&ocirc;meno, em regra, n&atilde;o &eacute; admitido no Brasil de forma impl&iacute;cita. Para que ocorra a repristina&ccedil;&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio que o terceiro ato expressamente determine a volta dos efeitos do primeiro ato. No caso, os efeitos do ato A seriam renovados apenas se o ato C expressamente determinasse isso. Da&iacute; porque o gabarito &eacute; a letra C.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa C.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67444\" height=\"435\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212029\/q27.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"668\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212029\/q27.jpg 668w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212029\/q27.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/19212029\/q27.jpg 461w\" sizes=\"auto, (max-width: 668px) 100vw, 668px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u>:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) o Direito Administrativo est&aacute; em constante mudan&ccedil;a, seja por mudan&ccedil;a de leis, da doutrina ou mesmo da nossa jurisprud&ecirc;ncia. Logo, n&atilde;o &eacute; &ldquo;estanque&rdquo;, mas sim mut&aacute;vel &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) Jos&eacute; dos Santos Carvalho Filho destaca que a classifica&ccedil;&atilde;o do direito em &ldquo;direito p&uacute;blico&rdquo; e &ldquo;direito privado&rdquo; est&aacute;, hoje, superada, uma vez que todo ramo do direito possui, de algum modo, normas de ambos os campos, ora com predom&iacute;nio de regras de direito p&uacute;blico, ora com predom&iacute;nio de normas de direito privado. Continua o autor afirmando, ent&atilde;o, que o &ldquo;Direito Administrativo se insere no ramo do Direito P&uacute;blico, guardando maior intimidade com o Direito Constitucional, mas tamb&eacute;m est&aacute; relacionado com outros ramos. O autor, na sequ&ecirc;ncia, destaca as rela&ccedil;&otilde;es do Direito Administrativo com o Direito Processual, Penal, Tribut&aacute;rio, do Trabalho, Civil e Comercial (ou Empresarial). Logo, a alternativa est&aacute; de acordo com os ensinamentos de Carvalho Filho &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) realmente o Direito Administrativa seria um sub-ramo do direito p&uacute;blico, mas n&atilde;o &eacute; &ldquo;subordinado&rdquo; a ele, mas sim o comp&otilde;e (faz parte dele) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) pelo contr&aacute;rio, o Direito Administrativo est&aacute; inserido com as demais regras e princ&iacute;pios de outros ramos do Direito &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) o Direito Administrativo n&atilde;o regula apenas rela&ccedil;&otilde;es internas entre os agentes e os &oacute;rg&atilde;os estatais, mas tamb&eacute;m as rela&ccedil;&otilde;es que os particulares pactuam com o Estado, como ocorre no exerc&iacute;cio do poder de pol&iacute;cia &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa B.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>28. (Cespe &ndash; AJAA\/TRE PE\/2017)<\/strong> As entidades aut&ocirc;nomas integrantes da administra&ccedil;&atilde;o indireta que atuam em setores estrat&eacute;gicos da atividade econ&ocirc;mica, zelando pelo desempenho das pessoas jur&iacute;dicas e por sua conson&acirc;ncia com os fins almejados pelo interesse p&uacute;blico e pelo governo s&atilde;o denominadas\n<\/p>\n<p>\n\tA ag&ecirc;ncias aut&aacute;rquicas executivas.\n<\/p>\n<p>\n\tB servi&ccedil;os sociais aut&ocirc;nomos.\n<\/p>\n<p>\n\tC ag&ecirc;ncias aut&aacute;rquicas reguladoras.\n<\/p>\n<p>\n\tD empresas p&uacute;blicas.\n<\/p>\n<p>\n\tE sociedades de economia mista\n<\/p>\n<p>\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: em uma leitura r&aacute;pida, fica dif&iacute;cil decifrar de qual tipo de entidade a quest&atilde;o est&aacute; tratando. Quando fala em &ldquo;atividade econ&ocirc;mica&rdquo;, temos a tend&ecirc;ncia de considerar que seria uma empresa p&uacute;blica ou sociedade de economia mista. Por&eacute;m, lendo o restante da quest&atilde;o, notamos que a entidade n&atilde;o atua exercendo atividade econ&ocirc;mica, mas sim que atua em setor estrat&eacute;gico de atividade econ&ocirc;mica. Al&eacute;m disso, continuando o texto, vemos que as entidades &ldquo;zelam pelo desempenho das pessoas jur&iacute;dicas&rdquo;, ou seja, elas atuam na regula&ccedil;&atilde;o de alguma atividade econ&ocirc;mica. Trata-se, portanto, das ag&ecirc;ncias reguladoras, ou, como chamado na quest&atilde;o, &ldquo;<strong>ag&ecirc;ncias aut&aacute;rquicas reguladoras<\/strong>&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\tN&atilde;o s&atilde;o &ldquo;ag&ecirc;ncias aut&aacute;rquicas executivas&rdquo;, pois &ldquo;ag&ecirc;ncia executiva&rdquo; &eacute; uma qualifica&ccedil;&atilde;o dada pela Presidente da Rep&uacute;blica para as autarquias e funda&ccedil;&otilde;es que possuam um plano estrat&eacute;gico de reestrutura&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento e que firmem um contrato de gest&atilde;o com o respectivo minist&eacute;rio supervisor. Assim, a ag&ecirc;ncia executiva poderia atuar em v&aacute;rios setores e n&atilde;o necessariamente em um setor estrat&eacute;gico de atividade econ&ocirc;mica.\n<\/p>\n<p>\n\tTamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o servi&ccedil;os sociais aut&ocirc;nomos, uma vez que estes sequer integram a Administra&ccedil;&atilde;o indireta.\n<\/p>\n<p>\n\tPor fim, n&atilde;o s&atilde;o empresas p&uacute;blicas e nem sociedades de economia mista, pois tais entidades atuam diretamente no setor econ&ocirc;mico, n&atilde;o possuindo compet&ecirc;ncia para &ldquo;zelar pelo desempenho de pessoas jur&iacute;dicas&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito preliminar: alternativa C.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>ANALISTA JUDICI&Aacute;RIO &#8211; &Aacute;REA JUDICI&Aacute;RIA<\/strong><\/span><br \/>\n<\/h2>\n<h3 style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 21<\/strong><br \/>\n<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67669\" height=\"981\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143227\/q212.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"1737\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143227\/q212.jpg 1737w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143227\/q212.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143227\/q212.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143227\/q212.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143227\/q212.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 1737px) 100vw, 1737px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: para responder ao quesito bastava conhecer o conte&uacute;do do art. 24, XXIV, da Lei 8.666\/1993:\n<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t\tArt. 24.&nbsp; &Eacute; dispens&aacute;vel a licita&ccedil;&atilde;o: [&#8230;] XXIV &#8211; para a celebra&ccedil;&atilde;o de contratos de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os com as organiza&ccedil;&otilde;es sociais, qualificadas no &acirc;mbito das respectivas esferas de governo, para atividades contempladas no contrato de gest&atilde;o.\n\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t\t&#8212;\n\t<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tCom efeito, de acordo com o art. 1&ordm; da Lei 9.637\/1998, as organiza&ccedil;&otilde;es sociais desempenham atividades dirigidas ao ENSINO, &agrave; pesquisa cient&iacute;fica, ao desenvolvimento tecnol&oacute;gico, &agrave; prote&ccedil;&atilde;o e preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente, &agrave; cultura e &agrave; sa&uacute;de.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPortanto, o gabarito &eacute; a letra D.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAs <strong>sociedades de economia mista<\/strong> s&atilde;o pessoas administrativas de direito privado que integram a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, atuando no setor econ&ocirc;mico em sentido amplo. As <strong>institui&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias de ensino superior <\/strong>(ICES) s&atilde;o uma esp&eacute;cie de institui&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias, que firmam <strong>termo de parceria<\/strong> com o Estado e que atuam no &acirc;mbito do ensino superior (a disciplina legal dessas entidades consta na Lei 12.881\/2013). Por sua vez, as <strong>organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil <\/strong>formam um g&ecirc;nero que comporta v&aacute;rias esp&eacute;cies de entidades privadas sem fins lucrativos. Em rela&ccedil;&atilde;o a essas entidades, existe o novo Marco Regulat&oacute;rio, constante na Lei 13.019\/2014. Tais entidades tamb&eacute;m podem firmar algum tipo de parceria com o Estado, mas os nomes dos instrumentos s&atilde;o diferentes (termo de colabora&ccedil;&atilde;o, termo de fomento ou acordo de coopera&ccedil;&atilde;o); e elas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o contratadas por dispensa de licita&ccedil;&atilde;o. Por fim, as <strong>organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil de interesse p&uacute;blico (Oscip)<\/strong> tamb&eacute;m s&atilde;o entidades privadas sem fins lucrativos, por&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o contratadas por dispensa de licita&ccedil;&atilde;o e o instrumento que firmam com o Estado &eacute; o termo de parceria.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa D.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67670\" height=\"774\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143230\/q222.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"683\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143230\/q222.jpg 683w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143230\/q222.jpg 265w\" sizes=\"auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: de acordo com o art. 10, XII, da Lei 8.429\/1992, constitui ato de improbidade administrativa que causa les&atilde;o ao er&aacute;rio &ldquo;<strong><u>permitir<\/u><\/strong>, <em><u>facilitar<\/u><\/em> ou <em><u>concorrer<\/u><\/em> para que terceiro se enrique&ccedil;a ilicitamente&rdquo;. Portanto, nem precisa facilitar ou concorrer, basta permitir que o terceiro se enrique&ccedil;a ilicitamente para que ocorra o ato de improbidade. Com isso, j&aacute; sabemos que o gabarito &eacute; a letra B.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAgora, vamos analisar as outras alternativas:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) o ato causa les&atilde;o ao er&aacute;rio, n&atilde;o &eacute; ato que importa enriquecimento il&iacute;cito (quem se enriqueceu foi o terceiro e n&atilde;o o servidor) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) o conceito de agente p&uacute;blico, previsto nos arts. 1&ordm; e 2&ordm; da Lei 8.429\/1992, alcan&ccedil;a tamb&eacute;m os empregados das sociedades de economia mista &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) conforme vimos, o ato est&aacute; expressamente previsto no art. 10, XII, da Lei de Improbidade &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) de fato, ele n&atilde;o cometeu ato que atenta contra os princ&iacute;pios, mas n&atilde;o porque houve &ldquo;omiss&atilde;o culposa&rdquo; e sim porque o ato &eacute;, na verdade, um que causa les&atilde;o ao er&aacute;rio &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa B.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67671\" height=\"621\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143233\/q232.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"703\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143233\/q232.jpg 703w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143233\/q232.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143233\/q232.jpg 340w\" sizes=\"auto, (max-width: 703px) 100vw, 703px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: a inexigibilidade de licita&ccedil;&atilde;o ocorre quando h&aacute; inviabilidade de competi&ccedil;&atilde;o. Por exemplo: se houver um &uacute;nico fornecedor para o servi&ccedil;o, somente ele poder&aacute; ser contratado, n&atilde;o havendo possibilidade de fazer um procedimento competitivo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAgora, vamos analisar alternativas:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) em caso de guerra ou grave perturba&ccedil;&atilde;o da ordem a licita&ccedil;&atilde;o ser&aacute; dispens&aacute;vel (art. 24, III) (e n&atilde;o inexig&iacute;vel) &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) a &ldquo;urg&ecirc;ncia&rdquo; n&atilde;o &eacute; caso de inexigibilidade. Em algumas situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncia, a licita&ccedil;&atilde;o ser&aacute; dispens&aacute;vel, como no caso de emerg&ecirc;ncia, previsto no art. 24, IV, da Lei de Licita&ccedil;&otilde;es &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) de acordo com o art. 25, &sect; 2&ordm;, da Lei de Licita&ccedil;&otilde;es, nos casos de inexigibilidade e de dispensa de licita&ccedil;&atilde;o, se for comprovado o superfaturamento, responder&atilde;o solidariamente pelo dano causado &agrave; Fazenda P&uacute;blica o fornecedor ou o prestador de servi&ccedil;os e o agente p&uacute;blico respons&aacute;vel, sem preju&iacute;zo de outras san&ccedil;&otilde;es legais cab&iacute;veis &ndash; CORRETA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) a inexigibilidade ocorre justamente quando a competi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel. Ademais, a Lei 8.666\/1993 n&atilde;o prev&ecirc; uma hip&oacute;tese t&atilde;o gen&eacute;rica de contrata&ccedil;&atilde;o direta, afinal seria dif&iacute;cil de definir, na pr&aacute;tica, o que seis &ldquo;conveniente e oportuno &agrave; luz do interesse p&uacute;blico&rdquo; &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) as hip&oacute;teses de inexigibilidade est&atilde;o descritas de forma explicativa no art. 25, ou seja, podem existir outras situa&ccedil;&otilde;es em que a competi&ccedil;&atilde;o seria invi&aacute;vel, mas que n&atilde;o estariam descritas no art. 25. Anota-se, por outro lado, que os casos de licita&ccedil;&atilde;o dispensada e dispens&aacute;vel constam taxativamente nos arts. 17 e 24, respectivamente, da Lei 8.666\/1993 &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa &nbsp;C.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67672\" height=\"513\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143237\/q242.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"656\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143237\/q242.jpg 656w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143237\/q242.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143237\/q242.jpg 384w\" sizes=\"auto, (max-width: 656px) 100vw, 656px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: os atos administrativos podem ser classificados em v&aacute;lidos, nulos, anul&aacute;veis e inexistentes.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO ato v&aacute;lido &eacute; aquele que foi praticado de acordo com a legisla&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o possuindo qualquer v&iacute;cio. O ato inexistente, por outro lado, &eacute; aquele praticado sem qualquer manifesta&ccedil;&atilde;o de vontade da Administra&ccedil;&atilde;o, pois n&atilde;o origina de algum agente p&uacute;blico, mas sim de algu&eacute;m que se faz passar pela condi&ccedil;&atilde;o de agente, como o usurpador de fun&ccedil;&atilde;o. De pronto, j&aacute; sabemos que o ato n&atilde;o &eacute; nem v&aacute;lido nem inexistente, uma vez que foi praticado por um servidor p&uacute;blico, por&eacute;m que era incompetente.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO ato nulo &eacute; aquele que n&atilde;o pode ser convalidado, ou seja, &eacute; o ato que possui um v&iacute;cio insan&aacute;vel, sendo que diante de tal irregularidade a &uacute;nica medida ser&aacute; a invalida&ccedil;&atilde;o do ato. Por outro lado, o ato anul&aacute;vel &eacute; aquele que possui um v&iacute;cio san&aacute;vel, ou seja, que &eacute; pass&iacute;vel de convalida&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tOs v&iacute;cios de compet&ecirc;ncia podem ser convalidados, desde que a compet&ecirc;ncia n&atilde;o seja exclusiva. Logo, o ato &eacute; pass&iacute;vel de convalida&ccedil;&atilde;o, sendo, portanto, um ato anul&aacute;vel (letra A).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa A.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67673\" height=\"424\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143240\/q252.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"666\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143240\/q252.jpg 666w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143240\/q252.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143240\/q252.jpg 471w\" sizes=\"auto, (max-width: 666px) 100vw, 666px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: a veda&ccedil;&atilde;o de aplica&ccedil;&atilde;o retroativa de nova interpreta&ccedil;&atilde;o por parte da administra&ccedil;&atilde;o &eacute; uma das aplica&ccedil;&otilde;es do <strong>princ&iacute;pio da seguran&ccedil;a jur&iacute;dica<\/strong>. Com efeito, a Lei 9.784\/1999 prev&ecirc; a aplica&ccedil;&atilde;o deste princ&iacute;pio no art. 2&ordm;, par&aacute;grafo &uacute;nico, XIII, que elege como crit&eacute;rio a ser adotado nos processos administrativos a &ldquo;interpreta&ccedil;&atilde;o da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim p&uacute;blico a que se dirige, <strong>vedada aplica&ccedil;&atilde;o retroativa de nova interpreta&ccedil;&atilde;o<\/strong>&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tVejamos os demais princ&iacute;pios mencionados na quest&atilde;o:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) informalismo ou formalismo mitigado significa que as formalidades no processo n&atilde;o s&atilde;o a finalidade, mas o meio para se alcan&ccedil;ar um resultado. Dessa forma, &eacute; poss&iacute;vel flexibilizar as formalidades quando o resultado desejado tenha sido alcan&ccedil;ado por outro meio. &Eacute; o caso da previs&atilde;o do art. 26, &sect; 5&ordm;, da Lei 9.784\/1999, que disp&otilde;e que &ldquo;as intima&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o nulas quando feitas sem observ&acirc;ncia das prescri&ccedil;&otilde;es legais, <strong>mas o comparecimento do administrado supre sua falta ou irregularidade<\/strong>&rdquo; &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) oficialidade: significa que a Administra&ccedil;&atilde;o pode instaurar e dar os impulsionamentos aos processos administrativos por iniciativa pr&oacute;pria, para chegar ao resultado final. Portanto, a Administra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o precisa sempre aguardar a provoca&ccedil;&atilde;o do interessado, podendo de of&iacute;cio conduzir o processo &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) finalidade: &eacute; uma aplica&ccedil;&atilde;o do princ&iacute;pio da impessoalidade, significando que a atua&ccedil;&atilde;o administrativa deve ter por fim sempre o interesse p&uacute;blico &ndash; ERRADA;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) legalidade: determina que a atua&ccedil;&atilde;o administrativa est&aacute; balizada pela lei &ndash; ERRADA.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa D.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"aligncenter size-full wp-image-67668\" height=\"869\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143219\/q262.jpg\" style=\"text-align: justify\" width=\"690\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143219\/q262.jpg 690w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/03\/21143219\/q262.jpg 238w\" sizes=\"auto, (max-width: 690px) 100vw, 690px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: essa foi a &uacute;nica quest&atilde;o de Analista Judici&aacute;rio &ndash; &Aacute;rea Judici&aacute;rio que, de fato, foi do n&iacute;vel do concurso (as demais foram relativamente f&aacute;ceis).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDe acordo com a Lei 12.016\/2009 (Lei do Mandado de Seguran&ccedil;a), &ldquo;o direito de requerer mandado de seguran&ccedil;a extinguir-se-&aacute; decorridos 120 (cento e vinte) dias, contados da ci&ecirc;ncia, pelo interessado, do ato impugnado&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPor&eacute;m, imagine que um servidor percebia continuamente uma vantagem remunerat&oacute;ria, mas ela foi ilegalmente reduzida pela Administra&ccedil;&atilde;o. Exemplo: desde 2010, Jo&atilde;o recebia R$ 1000,00 mensais de determinado adicional; mas certo dia uma autoridade diminuiu o valor para R$ 500,00.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tComo vimos, tal pagamento ocorre m&ecirc;s a m&ecirc;s. Como ficaria a contagem do prazo decadencial para interpor mandado de seguran&ccedil;a contra o ato da autoridade que fez a redu&ccedil;&atilde;o? Afinal, a cada m&ecirc;s o servidor &eacute; novamente prejudicado pela a&ccedil;&atilde;o da autoridade. Al&eacute;m disso, uma vez impetrado o mandado de seguran&ccedil;a, e sendo a seguran&ccedil;a concedida ao servidor, os efeitos financeiros da decis&atilde;o seriam aplicados a partir de que momento? O servidor voltaria a receber os R$ 1000,00 mensais, mas como ficariam os valores que ele deixou de receber desde o ato da autoridade at&eacute; a concess&atilde;o da seguran&ccedil;a? Esses s&atilde;o os pontos discutidos nesta quest&atilde;o. Vamos l&aacute;!\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO tema foi abordado no EREsp 1.164.514-AM, cuja ementa prev&ecirc; o seguinte:\n<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t\t1.&nbsp; A redu&ccedil;&atilde;o do valor de vantagem nos proventos ou remunera&ccedil;&atilde;o do Servidor, ao rev&eacute;s da supress&atilde;o destas, configura <strong>rela&ccedil;&atilde;o de trato sucessivo<\/strong>, pois n&atilde;o equivale &agrave; nega&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;prio fundo de direito, motivo pelo qual<strong> o prazo decadencial para se impetrar a a&ccedil;&atilde;o mandamental renova-se m&ecirc;s a m&ecirc;s<\/strong>, n&atilde;o havendo que se falar, portanto, em decad&ecirc;ncia do Mandado de Seguran&ccedil;a, em caso assim.\n\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t\t2.&nbsp; Quanto aos efeitos patrimoniais da tutela mandamental, sabe-se que, nos termos das S&uacute;mula 269 e 271 do STF, caberia &agrave; parte impetrante, ap&oacute;s o tr&acirc;nsito em julgado da senten&ccedil;a concessiva da seguran&ccedil;a, ajuizar nova demanda de natureza condenat&oacute;ria para reinvindicar os valores vencidos em data anterior &agrave; impetra&ccedil;&atilde;o do pedido de <em>writ<\/em>; essa exig&ecirc;ncia, contudo, <strong>n&atilde;o apresenta nenhuma utilidade pr&aacute;tica e atenta contra os princ&iacute;pios da justi&ccedil;a, da efetividade processual, da celeridade e da razo&aacute;vel dura&ccedil;&atilde;o do processo<\/strong>, al&eacute;m de estimular demandas desnecess&aacute;rias e que movimentam a m&aacute;quina judici&aacute;ria, consumindo tempo e recursos p&uacute;blicos, de forma completamente in&uacute;til, inclusive honor&aacute;rios sucumbenciais, em a&ccedil;&atilde;o que j&aacute; se sabe destinada &agrave; proced&ecirc;ncia.\n\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t\t3.&nbsp;&nbsp; Esta Corte Superior, em julgado emblem&aacute;tico proferido pelo douto Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, firmou a orienta&ccedil;&atilde;o de que, nas hip&oacute;teses em que o Servidor P&uacute;blico <strong>deixa de auferir seus vencimentos, ou parte deles<\/strong>, em face de ato ilegal ou abusivo do Poder P&uacute;blico, <strong>os efeitos financeiros da concess&atilde;o de ordem mandamental devem retroagir &agrave; data do ato impugnado<\/strong>, violador do direito l&iacute;quido e certo do impetrante, isso porque os efeitos patrimoniais do decisum s&atilde;o mera consequ&ecirc;ncia da anula&ccedil;&atilde;o do ato impugnado que reduziu a pens&atilde;o da Impetrante, com a justificativa de adequ&aacute;-la ao sub-teto fixado pelo Decreto 24.022\/2004, daquela unidade federativa.\n\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t\t4.&nbsp; Embargos de Diverg&ecirc;ncia do Estado do Amazonas desprovidos. (EREsp 1164514\/AM, Rel. Ministro NAPOLE&Atilde;O NUNES MAIA FILHO, CORTE ESPECIAL, julgado em 16\/12\/2015, DJe 25\/02\/2016)\n\t<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPortanto, temos as seguintes conclus&otilde;es:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t(i) por ser uma rela&ccedil;&atilde;o de trato sucessivo, o prazo para impetrar o mandado de seguran&ccedil;a renova-se m&ecirc;s a m&ecirc;s. Por exemplo: a redu&ccedil;&atilde;o ocorreu em julho de 2016, sendo o mandado de seguran&ccedil;a impetrado apenas em fevereiro de 2017. N&atilde;o houve decad&ecirc;ncia, apesar de ter decorrido mais de 120 dias desde a redu&ccedil;&atilde;o inicial, pois o prazo renovou-se m&ecirc;s a m&ecirc;s;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t(ii) os efeitos financeiros devem retroagir desde a data do ato impugnado, tanto em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; supress&atilde;o como no caso de corte como de supress&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&Eacute; importante anotar que a contagem do prazo decadencial ser&aacute; diferente se houve <strong>corte<\/strong> (supress&atilde;o) ou <strong>redu&ccedil;&atilde;o<\/strong> de uma vantagem. No caso de corte, o STJ entende que n&atilde;o h&aacute; trato sucessivo, pois o ato que cortou a vantagem &eacute; <strong>&uacute;nico<\/strong> (AgRg no Ag 909.400\/PA, julgado em 15\/4\/2010). Dessa forma, se houve um corte, o prazo decadencial cotar-se-&aacute; desde a ci&ecirc;ncia do corte.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPor outro lado, se for uma redu&ccedil;&atilde;o, tratar-se-&aacute; de um trato sucessivo, eis que a redu&ccedil;&atilde;o &eacute; cont&iacute;nua, ocorrendo m&ecirc;s a m&ecirc;s, situa&ccedil;&atilde;o em que se aplica o caso da quest&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEm resumo, o nosso gabarito &eacute; a letra B, pois o prazo renova-se m&ecirc;s a m&ecirc;s e os efeitos financeiros retroagem &agrave; data do ato impugnado, nos termos do EREsp 1164514\/AM do STJ.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito extraoficial: alternativa B.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&#8212;\n<\/p>\n<p>\n\tMais uma comentada, pessoal!&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tPara quem fez a prova, fico na torcida por um &oacute;timo resultado. Se voc&ecirc; n&atilde;o fez ou n&atilde;o foi bem, vamos continuar na batalha. A sua hora vai chegar, basta continuar plantando!\n<\/p>\n<p>\n\tAproveito para divulgar o nosso trabalho para o concurso do TJ PE, o qual voc&ecirc; poder&aacute; conferir no seguinte link:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorConcurso\/tj-pe-tribunal-de-justica-de-pernambuco\/\">https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorConcurso\/tj-pe-tribunal-de-justica-de-pernambuco\/<\/a>\n<\/p>\n<p>\n\tN&oacute;s estamos tamb&eacute;m nas redes sociais, onde disponibilizamos diariamente dicas de Direito Administrativo e de prepara&ccedil;&atilde;o para concursos p&uacute;blicos.&nbsp;Siga-nos!\n<\/p>\n<ul>\n<li>\n\t\t<b>Lista especial<\/b> (para receber materiais gratuitos de Direito Administrativo):&nbsp;<a href=\"http:\/\/eepurl.com\/caWVb5\" target=\"_blank\">http:\/\/eepurl.com\/caWVb5<\/a>\n\t<\/li>\n<li>\n\t\t<strong>Instagram<\/strong>: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/profherbertalmeida\/\" target=\"_blank\">@profherbertalmeida<\/a>\n\t<\/li>\n<li>\n\t\t<strong>Periscope<\/strong>: @profherbertalmeida\n\t<\/li>\n<li>\n\t\t<strong>Facebook<\/strong>:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profherbertalmeida\/\" target=\"_blank\">profherbertalmeida<\/a>\n\t<\/li>\n<\/ul>\n<p>\n\tGrande abra&ccedil;o,\n<\/p>\n<p>\n\tHerbert Almeida&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol&aacute; pessoal, tudo bem? Artigo atualizado em 21\/3\/2017, &agrave;s 21h20,&nbsp;para incluir as quest&otilde;es de T&eacute;cnico Administrativo que constavam na parte de Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica. Voltei de f&eacute;rias hoje e j&aacute; vou aproveitando para comentar a prova de Direito Administrativo do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco &#8211; TRE PE. Tentarei comentar o m&aacute;ximo de quest&otilde;es poss&iacute;vel. 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