{"id":65817,"date":"2017-02-25T12:06:27","date_gmt":"2017-02-25T15:06:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=65817"},"modified":"2020-02-17T12:15:57","modified_gmt":"2020-02-17T15:15:57","slug":"prova-de-geografia-cacd-2016-primeira-fase-corrigida-e-comentada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-de-geografia-cacd-2016-primeira-fase-corrigida-e-comentada\/","title":{"rendered":"Prova de Geografia &#8211; CACD 2016 &#8211; Primeira fase corrigida e comentada"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\tCaros alunos,\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAssim como costuma ocorrer, a &uacute;ltima prova (2016) do Concurso de Admiss&atilde;o &agrave; Carreira de Diplomata foi bem dif&iacute;cil e exigiu conhecimentos s&oacute;lidos&nbsp;dos candidatos. Este ano, devido &agrave; mudan&ccedil;as na banca, houve um peso maior de temas como hist&oacute;ria do pensamento geogr&aacute;fico e correntes metodol&oacute;gicas da geografia; sendo cobrado tamb&eacute;m, &aacute;reas como&nbsp;teoria em geopol&iacute;tica, forma&ccedil;&atilde;o territorial do Brasil; e como sempre, globaliza&ccedil;&atilde;o e mundializa&ccedil;&atilde;o do capital.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDesta forma, a fim de auxiliar o estudo de voc&ecirc;s, segue abaixo a corre&ccedil;&atilde;o comentada da primeira fase da prova de Geografia do CACD 2016, exclusivamente para o site do Estrat&eacute;gia Concursos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 27 <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNo que diz respeito &agrave;s principais correntes metodol&oacute;gicas da Geografia e sua aplica&ccedil;&atilde;o, julgue (C ou E) os itens seguintes.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>1 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O fato de a Geografia Humanista considerar o espa&ccedil;o um lugar, extens&atilde;o carregada de significa&ccedil;&otilde;es, possibilita que ela trate de quest&otilde;es pr&aacute;ticas como as que envolvam a percep&ccedil;&atilde;o ambiental e a valora&ccedil;&atilde;o arquitet&ocirc;nica.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo. O foco principal da Geografia Humanista &ndash; conforme seu idealizador, Yu Fu Tuan &ndash; &eacute; analisar a rela&ccedil;&atilde;o dos grupos humanos com o seu determinado &ldquo;lugar&rdquo;, conceito este, relacionado a <u>identidade e ao pertencimento.<\/u><\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>2 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tanto o planejamento urbano quanto os s&iacute;mbolos patrimoniais ou culturais da forma&ccedil;&atilde;o territorial hist&oacute;rica, dimens&otilde;es do espa&ccedil;o vivido nas metr&oacute;poles que impactam as pessoas, podem ser analisados no vi&eacute;s geogr&aacute;fico cr&iacute;tico.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo. Quando a quest&atilde;o se refere ao &ldquo;vi&eacute;s geogr&aacute;fico cr&iacute;tico&rdquo;, est&aacute; querendo remeter &agrave; Geografia Cr&iacute;tica &ndash; corrente surgida nos anos 1970 &ndash; que prega o <u>materialismo-hist&oacute;rico-dial&eacute;tico<\/u> como m&eacute;todo principal. Para este, o espa&ccedil;o deve ser analisando de forma dial&eacute;tica (n&atilde;o-linear) levando em considera&ccedil;&atilde;o sua materialidade (mundo f&iacute;sico), e seus processos hist&oacute;ricos.<\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>3 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Geografia Teor&eacute;tica ou Nova Geografia refor&ccedil;a a Geografia Tradicional e desprestigia o planejamento territorial adotado pelo Estado.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Errado. Apesar de haver algumas similaridades entre a Geografia Teor&eacute;tica e a Geografia Tradicional, uma <u>n&atilde;o<\/u> refor&ccedil;a a outra, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o aos m&eacute;todos de campo e ao n&iacute;vel de tecnologia empregado. Al&eacute;m disso, ao contr&aacute;rio do afirmado na alternativa, um dos objetivos centrais da <u>Geografia Teor&eacute;tica<\/u> &eacute; fornecer as bases necess&aacute;rias ao <u>planejamento e ao progn&oacute;stico dos territ&oacute;rios. <\/u><\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>4 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Geografia Cr&iacute;tica, ao debater a quest&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do espa&ccedil;o, reconhece a import&acirc;ncia dos agentes hegem&ocirc;nicos do capital na minimiza&ccedil;&atilde;o das disparidades urbanas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Errado. &Eacute; verdade que Geografia Cr&iacute;tica debata a quest&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do estado, mas, ao contr&aacute;rio do afirmado, considera os agentes hegem&ocirc;nicos (que representam o grande capital e o estado) como <u>catalisadores<\/u> das disparidades urbanas, aumentando as desigualdades espaciais e sociais.<\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 28<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAcerca da forma&ccedil;&atilde;o territorial brasileira, julgue (C ou E) os itens a seguir.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>1 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A partir da segunda metade do s&eacute;culo XIX, a produ&ccedil;&atilde;o e o territ&oacute;rio se mecanizaram, de forma que &agrave;s t&eacute;cnicas das m&aacute;quinas circunscritas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o sucederam as t&eacute;cnicas das m&aacute;quinas inclu&iacute;das no territ&oacute;rio.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo.&nbsp; A produ&ccedil;&atilde;o e a mecaniza&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio brasileiro s&oacute; foram ocorrer, de fato, a partir dos anos 1930, devido &agrave;s pol&iacute;ticas industriais de Get&uacute;lio Vargas. No entanto, desde o s&eacute;culo XIX, mesmo que <u>de forma incipiente<\/u>, foi poss&iacute;vel observar pequenos focos de industrializa&ccedil;&atilde;o, principalmente devido &agrave; <u>acumula&ccedil;&atilde;o primitiva de capital<\/u> dos cafeicultores (que possibilitou futuros investimentos na ind&uacute;stria), e devido &agrave; <u>Tarifa Alves Branco<\/u>, que ainda durante o imp&eacute;rio, aumentava os impostos de importa&ccedil;&atilde;o no Brasil. <\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>2 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No decorrer do s&eacute;culo XX, o aparelhamento dos portos, a constru&ccedil;&atilde;o de estradas de ferro e as novas formas de participa&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s na fase industrial fizeram do Sudeste a regi&atilde;o com maior concentra&ccedil;&atilde;o de capital, de modo independente de uma nova regionaliza&ccedil;&atilde;o agr&aacute;ria ou urbana brasileira.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Errado. A alternativa est&aacute; quase totalmente certa, exceto em um pequeno detalhe que pode confundir o candidato: &nbsp;a <u>economia do Sudeste<\/u> n&atilde;o se desenvolveu de forma independente, mas sim <u>integrada &agrave; malha restante do territ&oacute;rio<\/u>, principalmente &agrave;s regi&otilde;es Sul e Centro Oeste, o que Milton Santos vai chamar de &ldquo;Regi&atilde;o Concentrada&rdquo;. <\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>3 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com a constru&ccedil;&atilde;o de Bras&iacute;lia, a nova capital brasileira, pretendeu-se superar tr&ecirc;s dificuldades para a implementa&ccedil;&atilde;o do Plano de Metas do ent&atilde;o presidente Juscelino Kubistchek: a inexist&ecirc;ncia de uma localiza&ccedil;&atilde;o privilegiada do poder para o rearranjo das economias regionais, em prol da unifica&ccedil;&atilde;o do mercado nacional; o enrijecimento econ&ocirc;mico do litoral, palco da coloniza&ccedil;&atilde;o; o potencial burgu&ecirc;s latifundi&aacute;rio e urbano concentrados nas antigas ilhas territoriais produtivas de caf&eacute; e cana-de-a&ccedil;&uacute;car.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo. Sob o lema &ldquo;50 anos em 5&rdquo; e amparado por um grande endividamento p&uacute;blico, O Plano de Metas de JK contemplava a <u>substitui&ccedil;&atilde;o da matriz econ&ocirc;mica brasileira<\/u>: de um pa&iacute;s agr&aacute;rio-exportador para um pa&iacute;s industrializado. A constru&ccedil;&atilde;o de Bras&iacute;lia &ndash; sendo parte deste plano &ndash; incorporava tamb&eacute;m, o <u>melhor controle estrat&eacute;gico<\/u> do extenso territ&oacute;rio nacional.<\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>4 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nos tr&ecirc;s primeiros s&eacute;culos de coloniza&ccedil;&atilde;o portuguesa no Brasil, a produ&ccedil;&atilde;o no territ&oacute;rio brasileiro era fundada na cria&ccedil;&atilde;o de um meio t&eacute;cnico mais dependente do trabalho direto e concreto do homem do que da incorpora&ccedil;&atilde;o de capital &agrave; natureza.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo. Nos primeiros 50 anos, o principal interesse na col&ocirc;nia foi a extra&ccedil;&atilde;o de Pau Brasil. No entanto, se analisarmos os primeiros 300 anos &ndash; conforme pede a alternativa &ndash; vamos ver que neste per&iacute;odo, o principal produto brasileiro foi a <u>cana-de-a&ccedil;&uacute;car,<\/u> cultivada principalmente na Zona da Mata e no Agreste nordestino, de solos tipicamente f&eacute;rteis. A agricultura da &eacute;poca era muito mais dependente da m&atilde;o de obra escrava (at&eacute; porque o tr&aacute;fico poderia gerar mais riqueza do que o pr&oacute;prio cultivo agr&iacute;cola em si), do que das condi&ccedil;&otilde;es do meio que eram naturalmente favor&aacute;veis.<\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 29<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA mundializa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o diz respeito apenas &agrave;s atividades dos grupos empresariais e aos fluxos comerciais que elas provocam. Inclui tamb&eacute;m a globaliza&ccedil;&atilde;o financeira, que n&atilde;o pode ser abstra&iacute;da da lista das for&ccedil;as &agrave;s quais deve ser imposta a adapta&ccedil;&atilde;o dos mais fracos e desguarnecidos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tFran&ccedil;ois Chesnais. A mundializa&ccedil;&atilde;o do capital. S&atilde;o Paulo: Xam&atilde;, 1996 (com adapta&ccedil;&otilde;es).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tTendo como refer&ecirc;ncia inicial o fragmento de texto apresentado, julgue (C ou E) os itens subsequentes.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>1 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A agricultura moderna brasileira elabora usos e apropria&ccedil;&otilde;es da terra com reduzida demanda de recursos h&iacute;dricos e maximiza&ccedil;&atilde;o da fragmenta&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio nacional.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Errado. Muito pelo contr&aacute;rio, 70% do consumo de &aacute;gua no Brasil &eacute; destinado a agropecu&aacute;ria. &Eacute; muita &aacute;gua. S&oacute; por isso a alternativa j&aacute; est&aacute; errada.<\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>2 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mundializa&ccedil;&atilde;o do capital ou globaliza&ccedil;&atilde;o refletem a capacidade estrat&eacute;gica de grandes grupos oligopolistas, voltados para a produ&ccedil;&atilde;o industrial ou para as principais atividades de servi&ccedil;os, em adotar, por conta pr&oacute;pria, enfoque e conduta globais.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo. Com a globaliza&ccedil;&atilde;o, h&aacute; um <u>enfraquecimento dos estados nacionais<\/u> e um fortalecimento natural do poder das multinacionais e transnacionais. Hoje, s&atilde;o elas que ditam a maior parte da pol&iacute;tica global.<\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>3 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O princ&iacute;pio geogr&aacute;fico da localiza&ccedil;&atilde;o, no mundo globalizado economicamente competitivo, &eacute; superado pelos sistemas t&eacute;cnicos e de informa&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Errado. A alternativa est&aacute; quase correta. De fato, com a globaliza&ccedil;&atilde;o, ocorreu o que David Harvey chama de <u>compress&atilde;o-espa&ccedil;o-tempo<\/u>, que &eacute; a sensa&ccedil;&atilde;o do &ldquo;mundo estar menor&rdquo; devido ao aumento da t&eacute;cnica e a consequente acelera&ccedil;&atilde;o dos fluxos de capital, informa&ccedil;&otilde;es, mercadorias e pessoas. Assim, a localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica hoje, &eacute; bem menos importante do que h&aacute; 30 anos atr&aacute;s. No entanto, ao contr&aacute;rio do afirmado, <u>ela ainda n&atilde;o foi superada<\/u>. <u>H&aacute; realidades locais<\/u> (pol&iacute;ticas, log&iacute;sticas, econ&ocirc;micas, etc.) que diferenciam os modos de produ&ccedil;&atilde;o.<\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>4 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No mundo globalizado, observa-se uma tend&ecirc;ncia de compartimenta&ccedil;&atilde;o generalizada dos territ&oacute;rios, onde se associam e se chocam o movimento geral da sociedade do trabalho e o movimento particular de cada fra&ccedil;&atilde;o espacial: do nacional ao regional e ao local.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo. Com a globaliza&ccedil;&atilde;o, os atores hegem&ocirc;nicos n&atilde;o se restringem &agrave;s suas localidades de origem, mas <u>exploram as melhores &aacute;reas da superf&iacute;cie.<\/u> Com a financeiriza&ccedil;&atilde;o e a mecaniza&ccedil;&atilde;o do mundo, as antigas no&ccedil;&otilde;es de local, regional, e global v&atilde;o mudando de significado. Num mesmo espa&ccedil;o geogr&aacute;fico, podemos ter as <u>tr&ecirc;s escalas coexistindo<\/u>, ora de forma harm&ocirc;nica, ora de forma conflituosa. <\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 30<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPa&iacute;s de territ&oacute;rio misto, marcado a um s&oacute; tempo pela continentalidade e maritimidade, o Brasil tem, na an&aacute;lise dos cl&aacute;ssicos da teoria geopol&iacute;tica relacionados ao poder naval (Mahan) e na da teoria do poder terrestre (Mackinder), importantes quest&otilde;es para a discuss&atilde;o de uma vis&atilde;o estrat&eacute;gica contempor&acirc;nea, em um contexto em que h&aacute; um importante aumento da estrutura pol&iacute;tica e econ&ocirc;mica do pa&iacute;s no cen&aacute;rio mundial.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tRonaldo Gomes Carmona. Geopol&iacute;tica cl&aacute;ssica e geopol&iacute;tica brasileira contempor&acirc;nea: Mahan e Mackinder e a &ldquo;grande estrat&eacute;gia&rdquo; do Brasil para o S&eacute;culo XXI. S&atilde;o Paulo: Universidade de S&atilde;o Paulo, 2012 (com adapta&ccedil;&otilde;es).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tTendo como refer&ecirc;ncia inicial o trecho do texto de Ronaldo G. Carmona, julgue (C ou E) os itens seguintes, acerca de continentalidade, maritimidade e geopol&iacute;tica brasileira no s&eacute;culo XXI.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>1 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A vasta extens&atilde;o territorial do Brasil, que corresponde a 47% do territ&oacute;rio sul-americano, indica a necessidade de seguran&ccedil;a das fronteiras com seus pa&iacute;ses vizinhos, de responsabilidade dos &oacute;rg&atilde;os de seguran&ccedil;a p&uacute;blica, da Secretaria da Receita Federal e das for&ccedil;as armadas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo. O Brasil &eacute; o quinto pa&iacute;s com maior territ&oacute;rio do mundo, fazendo fronteira com Uruguai, Argentina, Paraguai, Bol&iacute;via, Peru, Col&ocirc;mbia, Venezuela, Guiana, Suriname e at&eacute; com a Fran&ccedil;a! &Eacute; dif&iacute;cil patrulhar todas estas fronteiras, mas este cuidado &eacute; <u>essencial para a soberania nacional<\/u>.<\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>2 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; seguran&ccedil;a nacional, as bacias hidrogr&aacute;ficas amaz&ocirc;nica e do Paraguai s&atilde;o consideradas <strong>n&atilde;o<\/strong> priorit&aacute;rias, em raz&atilde;o de seu isolamento e distanciamento em rela&ccedil;&atilde;o aos grandes centros urbanos do centro-sul do pa&iacute;s e tamb&eacute;m da ocupa&ccedil;&atilde;o rarefeita da popula&ccedil;&atilde;o nas regi&otilde;es onde se situam.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Errado. A quest&atilde;o estaria totalmente correta se a palavra &ldquo;n&atilde;o&rdquo; fosse retirada. Exatamente o contr&aacute;rio, estas fronteiras s&atilde;o estrat&eacute;gicas por diversos motivos, entre eles a <\/em><\/strong><strong><u>biopirataria, o contrabando, o tr&aacute;fico de drogas, e a imigra&ccedil;&atilde;o ilegal.<\/u><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>3 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Pol&iacute;tica de Defesa Nacional destaca a import&acirc;ncia do controle e defesa dos chamados ativos estrat&eacute;gicos do Brasil: fontes de &aacute;gua doce e de energia, biodiversidade, imensas reservas de recursos naturais e extensas &aacute;reas a serem incorporadas ao sistema produtivo nacional.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo. O Brasil possui a maior floresta tropical do mundo (Amaz&ocirc;nia), a maior reserva de &aacute;gua doce do mundo, e tamb&eacute;m uma das maiores biodiversidades do planeta. <u>Somos riqu&iacute;ssimos em recursos naturais e minerais<\/u>.<\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>4 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O fato de o Brasil possuir um vasto litoral com importantes reservas de recursos naturais &eacute;, por si s&oacute;, indicativo de que o pa&iacute;s deve investir na for&ccedil;a naval de defesa de seu territ&oacute;rio oce&acirc;nico.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo. Se Mahan fosse brasileiro, certamente se preocuparia com a marinha do pa&iacute;s. Al&eacute;m de ser militarmente <u>estrat&eacute;gico,<\/u> o bioma da <u>Zona Costeira<\/u>, possui ecossistemas riqu&iacute;ssimos em <u>biodiversidade.<\/u><\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Quest&atilde;o 31<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNo in&iacute;cio do s&eacute;culo XIX, o conjunto de pressupostos hist&oacute;ricos de sistematiza&ccedil;&atilde;o da geografia j&aacute; havia ocorrido: a Terra j&aacute; estava toda reconhecida; a Europa articulava um espa&ccedil;o de rela&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas mundial; havia informa&ccedil;&otilde;es dos lugares mais variados da superf&iacute;cie terrestre, bem como representa&ccedil;&otilde;es do globo, devido ao uso cada vez maior de mapas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAnt&ocirc;nio Carlos Robert Moraes. Apud: Auro de Jesus Rodrigues. Geografia: introdu&ccedil;&atilde;o &agrave; ci&ecirc;ncia geogr&aacute;fica. S&atilde;o Paulo: Editora Avercamp, 2008 (com adapta&ccedil;&otilde;es).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO neocolonialismo teve forte influ&ecirc;ncia no desenvolvimento do pensamento geogr&aacute;fico europeu durante o s&eacute;culo XIX e o in&iacute;cio do s&eacute;culo XX. A geografia, enquanto ci&ecirc;ncia a servi&ccedil;o dos Estados nacionais, foi instrumento de poder europeu sob vastas extens&otilde;es territoriais na &Aacute;frica, na Am&eacute;rica, na &Aacute;sia e na Oceania. A respeito desse assunto, julgue (C ou E) os itens que se seguem, tendo como refer&ecirc;ncia o texto apresentado.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>1 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os estudos da geografia na Fran&ccedil;a, com uma forma&ccedil;&atilde;o filos&oacute;fica e social mais humanista, voltavam-se, no per&iacute;odo citado, para os estudos das diferen&ccedil;as entre as v&aacute;rias regi&otilde;es do pa&iacute;s e do mundo, com apontamentos das causas do subdesenvolvimento das col&ocirc;nias e da riqueza das metr&oacute;poles.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Errado. A <u>geografia francesa<\/u> no s&eacute;culo XIX era pautada no <u>possibilismo <\/u>geogr&aacute;fico de Vidal de la Blache, e n&atilde;o no humanismo. A <u>Geografia Humanista s&oacute; foi surgir anos 1970,<\/u> cerca de cem anos depois. Tamb&eacute;m est&aacute; errada a afirma&ccedil;&atilde;o de que a geografia tradicional francesa estudava as causas do subdesenvolvimento das col&ocirc;nias.<\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>2 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O levantamento e a descri&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es nos trabalhos geogr&aacute;ficos do s&eacute;culo XIX e do in&iacute;cio do s&eacute;culo XX foram influenciados pela ideia de multidisciplinaridade das ci&ecirc;ncias. Assim, as informa&ccedil;&otilde;es sobre paisagens e regi&otilde;es eram apresentadas, de forma detalhada, com sess&otilde;es conjuntas para fatos humanos (popula&ccedil;&atilde;o, economia, povoamento etc.) e fatos naturais (clima, relevo, vegeta&ccedil;&atilde;o, geologia, hidrografia, recursos naturais).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Errado. A alternativa est&aacute; quase correta. De fato, os estudos de geografia tradicional eram bem detalhados, principalmente em &agrave; descri&ccedil;&atilde;o dos aspectos f&iacute;sicos dos territ&oacute;rios. No entanto, <u>apesar da geografia ser considerada uma &ldquo;ci&ecirc;ncia-s&iacute;ntese&rdquo;, este conhecimento n&atilde;o era multidisciplinar<\/u>. Era estritamente descritivo, com metodologias pr&oacute;prias da geografia da &eacute;poca.<\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>3 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os estudos geogr&aacute;ficos constitu&iacute;ram, no per&iacute;odo citado, uma justificativa ideol&oacute;gica de legitima&ccedil;&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o de outros povos pelos pa&iacute;ses imperialistas, em substitui&ccedil;&atilde;o &agrave; religi&atilde;o, cujas explica&ccedil;&otilde;es para tal explora&ccedil;&atilde;o estavam sendo questionadas, com a difus&atilde;o do conhecimento cient&iacute;fico.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo. O conhecimento geogr&aacute;fico &eacute; estudado desde a Antiguidade, por&eacute;m, somente no s&eacute;culo XIX que a geografia torna-se uma ci&ecirc;ncia com m&eacute;todos pr&oacute;prios. Justamente porque havia, nesta &eacute;poca, um grande <u>interesse das pot&ecirc;ncias europeias <\/u>em manter ou ampliar suas col&ocirc;nias. <\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>4 <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O determinismo geogr&aacute;fico serviu para a legitima&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas expansionistas dos pa&iacute;ses imperialistas europeus, notadamente o alem&atilde;o. O ge&oacute;grafo alem&atilde;o Ratzel, por exemplo, teorizou a rela&ccedil;&atilde;o entre os Estados nacionais e seu territ&oacute;rio, apontando que o potencial de desenvolvimento de um Estado-na&ccedil;&atilde;o se daria basicamente pela rela&ccedil;&atilde;o entre dois fatores: a popula&ccedil;&atilde;o e os recursos naturais do territ&oacute;rio.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><em>Certo. O determinismo geogr&aacute;fico &ndash; ideia concebida por Ratzel, pregava que os grupos humanos eram moldados pelas caracter&iacute;sticas do territ&oacute;rio. Al&eacute;m disso, cada sociedade precisaria de um espa&ccedil;o vital com recursos suficientes. Estes dois conceitos ratzelianos (<u>determinismo e espa&ccedil;o vital<\/u>) v&atilde;o <u>legitimar a expans&atilde;o ultramarina do Imp&eacute;rio Alem&atilde;o.<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caros alunos, Assim como costuma ocorrer, a &uacute;ltima prova (2016) do Concurso de Admiss&atilde;o &agrave; Carreira de Diplomata foi bem dif&iacute;cil e exigiu conhecimentos s&oacute;lidos&nbsp;dos candidatos. Este ano, devido &agrave; mudan&ccedil;as na banca, houve um peso maior de temas como hist&oacute;ria do pensamento geogr&aacute;fico e correntes metodol&oacute;gicas da geografia; sendo cobrado tamb&eacute;m, &aacute;reas como&nbsp;teoria em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":430,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1,164300],"tags":[2380],"tax_estado":[],"class_list":["post-65817","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos","category-concurso-diplomacia","tag-diplomata"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Prova de Geografia - CACD 2016 - Primeira fase corrigida e comentada<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Corre\u00e7\u00e3o comentada da Primeira Fase de Geografia do CACD 2016\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-de-geografia-cacd-2016-primeira-fase-corrigida-e-comentada\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Prova de Geografia - CACD 2016 - Primeira fase corrigida e comentada\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Corre\u00e7\u00e3o comentada da Primeira Fase de Geografia do CACD 2016\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-de-geografia-cacd-2016-primeira-fase-corrigida-e-comentada\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Estrat\u00e9gia Concursos\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-02-25T15:06:27+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2020-02-17T15:15:57+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Alexandre Vastella\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@EstratConcursos\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@EstratConcursos\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Alexandre Vastella\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"16 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"NewsArticle\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-de-geografia-cacd-2016-primeira-fase-corrigida-e-comentada\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-de-geografia-cacd-2016-primeira-fase-corrigida-e-comentada\/\"},\"author\":{\"name\":\"Alexandre Vastella\",\"@id\":\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/559d80bc2b442478383fd036e3d1ce03\"},\"headline\":\"Prova de Geografia &#8211; 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