{"id":64282,"date":"2017-02-08T13:45:13","date_gmt":"2017-02-08T16:45:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=64282"},"modified":"2017-02-08T13:45:13","modified_gmt":"2017-02-08T16:45:13","slug":"comentarios-prova-de-direito-civil-para-o-concurso-de-delegado-da-policia-civilgo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/comentarios-prova-de-direito-civil-para-o-concurso-de-delegado-da-policia-civilgo\/","title":{"rendered":"Coment\u00e1rios \u00e0 prova de Direito Civil para o concurso de Delegado da Pol\u00edcia Civil\/GO"},"content":{"rendered":"<p>\n\tBoa tarde, pessoal! Tudo bem com voc&ecirc;s?\n<\/p>\n<p>\n\tAgora trago os coment&aacute;rios das quest&otilde;es de Direito Civil da prova de Delegado da Pol&iacute;cia Civil do estado de Goi&aacute;s.&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAchei uma prova um tanto &quot;truncada&quot;, pois os assuntos abordados nas quest&otilde;es n&atilde;o eram dif&iacute;ceis, no entanto, a reda&ccedil;&atilde;o das alternativas era complicada.&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tN&atilde;o vejo possibilidade de recursos, a n&atilde;o ser na quest&atilde;o que tratava sobre Direito das Coisas,&nbsp;na alternativa &quot;c&quot;, foi pedido um assunto que n&atilde;o estava no edital &#8211; contratos. A alternativa exigia o conhecimento sobre o contrato de doa&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\tVamos l&aacute;:\n<\/p>\n<p>\n\tQUEST&Atilde;O 83 A Lei n.&ordm; XX\/XXXX, composta por quinze artigos, elaborada pelo Congresso Nacional, foi sancionada, promulgada e publicada. A respeito dessa situa&ccedil;&atilde;o, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta, de acordo com a Lei de Introdu&ccedil;&atilde;o &agrave;s Normas do Direito Brasileiro.\n<\/p>\n<p>\n\tA) Se algum dos artigos da lei sofrer altera&ccedil;&atilde;o antes de ela entrar em vigor, ser&aacute; contado um novo per&iacute;odo de vac&acirc;ncia para o dispositivo alterado.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Caso essa lei tenha revogado dispositivo da legisla&ccedil;&atilde;o anterior, automaticamente ocorrer&aacute; o efeito repristinat&oacute;rio se nela n&atilde;o houver disposi&ccedil;&atilde;o em contr&aacute;rio.\n<\/p>\n<p>\n\tC) A lei ir&aacute; revogar a legisla&ccedil;&atilde;o anterior caso estabele&ccedil;a disposi&ccedil;&otilde;es gerais sobre assunto tratado nessa legisla&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\tD) N&atilde;o havendo refer&ecirc;ncia ao per&iacute;odo de vac&acirc;ncia, a nova lei entra em vigor imediatamente, sendo eventuais corre&ccedil;&otilde;es em seu texto consideradas nova lei.\n<\/p>\n<p>\n\tE) N&atilde;o havendo refer&ecirc;ncia ao per&iacute;odo de vac&acirc;ncia, a lei entrar&aacute; em vigor, em todo o territ&oacute;rio nacional, tr&ecirc;s meses ap&oacute;s sua publica&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio:<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;a&rdquo; &ndash; correta.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>LINDB. Art. 1&ordm;. &sect; 3&ordm;. Se, antes de entrar a lei em vigor, ocorrer nova publica&ccedil;&atilde;o de seu texto, destinada a corre&ccedil;&atilde;o, o prazo deste artigo e dos par&aacute;grafos anteriores come&ccedil;ar&aacute; a correr da nova publica&ccedil;&atilde;o.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;b&rdquo; &ndash; errada. A repristina&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; a regra, S&Oacute; OCORRE A REPRISTINA&Ccedil;&Atilde;O EXPRESSA.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 2. &sect; 3&ordm;. Salvo disposi&ccedil;&atilde;o em contr&aacute;rio, a lei revogada n&atilde;o se restaura por ter a lei revogadora perdido a vig&ecirc;ncia.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tPara falarmos em repristina&ccedil;&atilde;o, normalmente, h&aacute; necessidade de tr&ecirc;s leis.\n<\/p>\n<p>\n\tUma &sup1;primeira lei (mais antiga) revogada por uma &sup2;segunda lei (revogadora) e uma &sup3;terceira lei, que revoga a segunda. Neste caso, segundo a LINDB, art. 2&ordm;, &sect; 3&ordm;:\n<\/p>\n<p>\n\tSalvo disposi&ccedil;&atilde;o em contr&aacute;rio, a lei revogada &sup1;(aquela mais antiga) n&atilde;o se restaura por ter a lei revogadora &sup2;(a segunda lei) perdido a vig&ecirc;ncia &sup3;(no exemplo, em decorr&ecirc;ncia da terceira lei).\n<\/p>\n<p>\n\tQuanto ao efeito repristinat&oacute;rio, imagine que a lei &ldquo;B&rdquo; revogue a lei &ldquo;A&rdquo;. Mas, posteriormente, esta lei &ldquo;B&rdquo; seja declarada inconstitucional. Assim, se a lei &ldquo;B&rdquo; for declarada inconstitucional &eacute; como se ala nunca houvesse existido, neste caso, a lei &ldquo;A&rdquo; n&atilde;o foi revogada. A lei &ldquo;A&rdquo; permaneceu em vigor, n&atilde;o houve a sua revoga&ccedil;&atilde;o no plano jur&iacute;dico. Este &eacute; o efeito repristinat&oacute;rio.\n<\/p>\n<p>\n\tUtilizando as palavras de S&iacute;lvio Salvo Venosa: <em>&ldquo;Declarada inconstitucional, a lei &eacute; tida como se nunca tivesse existido&rdquo;<\/em>.\n<\/p>\n<p>\n\tO termo repristina&ccedil;&atilde;o at&eacute; pode ser usado no caso acima (alguns autores o utilizam &ndash; denominam efeito repristinat&oacute;rio decorrente da declara&ccedil;&atilde;o de inconstitucionalidade de lei), mas o que voc&ecirc; deve entender &eacute; que na situa&ccedil;&atilde;o apresentada n&atilde;o ocorre a repristina&ccedil;&atilde;o conforme prevista no Art. 2&ordm;, &sect; 3&ordm; da LINDB.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;c&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>LINDB. Art. 2&ordm;. &sect; 2&ordm;.&nbsp; A <strong>lei nova<\/strong>, <strong>que estabele&ccedil;a disposi&ccedil;&otilde;es gerais ou especiais a par das j&aacute; existentes<\/strong>, <strong>n&atilde;o revoga nem modifica a lei anterior<\/strong>.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;d&rdquo; &ndash; errada. Caso a lei n&atilde;o estipule em seu texto qual o per&iacute;odo de vac&acirc;ncia, este ser&aacute; de 45 dias, conforme regra contida no art. 1&ordm; da LINDB:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 1&ordm;.&nbsp; Salvo disposi&ccedil;&atilde;o contr&aacute;ria, a lei come&ccedil;a a vigorar em todo o pa&iacute;s quarenta e cinco dias depois de oficialmente publicada.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;e&rdquo; &ndash; errada. O prazo apresentado na alternativa &eacute; para o caso de obrigatoriedade da lei brasileira nos Estados estrangeiros, conforme par&aacute;grafo 1&ordm;, do art. 1&ordm; da LINDB:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 1&ordm;. &sect; 1&ordm;.&nbsp; Nos Estados, estrangeiros, a obrigatoriedade da lei brasileira, quando admitida, se inicia tr&ecirc;s meses depois de oficialmente publicada.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tGabarito preliminar letra A.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tQUEST&Atilde;O 84 No que concerne &agrave; pessoa natural, &agrave; pessoa jur&iacute;dica e ao domic&iacute;lio, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta.\n<\/p>\n<p>\n\tA) Sendo o domic&iacute;lio o local em que a pessoa permanece com &acirc;nimo definitivo ou o decorrente de imposi&ccedil;&atilde;o normativa, como ocorre com os militares, o domic&iacute;lio contratual &eacute; incompat&iacute;vel com a ordem jur&iacute;dica brasileira.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Conforme a teoria natalista, o nascituro &eacute; pessoa humana titular de direitos, de modo que mesmo o natimorto possui prote&ccedil;&atilde;o no que concerne aos direitos da personalidade.\n<\/p>\n<p>\n\tC) De acordo com o C&oacute;digo Civil, deve ser considerado absolutamente incapaz aquele que, por enfermidade ou defici&ecirc;ncia mental, n&atilde;o possuir discernimento para a pr&aacute;tica de seus atos.\n<\/p>\n<p>\n\tD) A ocorr&ecirc;ncia de grave e injusta ofensa &agrave; dignidade da pessoa humana configura o dano moral, sendo desnecess&aacute;ria a comprova&ccedil;&atilde;o de dor e sofrimento para o recebimento de indeniza&ccedil;&atilde;o por esse tipo de dano.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Na hip&oacute;tese de desaparecimento do corpo de pessoa em situa&ccedil;&atilde;o de grave risco de morte, como, por exemplo, no caso de desastre mar&iacute;timo, o reconhecimento do &oacute;bito depende de pr&eacute;via declara&ccedil;&atilde;o de aus&ecirc;ncia.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio:<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;a&rdquo; &ndash; errada. O C&oacute;digo Civil de 2002 admite o domic&iacute;lio contratual, de acordo com o art. 78:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 78. Nos contratos escritos, poder&atilde;o os contratantes especificar domic&iacute;lio onde se exercitem e cumpram os direitos e obriga&ccedil;&otilde;es deles resultantes.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;b&rdquo; &ndash; errada. O NASCITURO &eacute; o feto dentro do ventre da m&atilde;e, aquele que ainda vai nascer. N&Atilde;O POSSUI PERSONALIDADE JUR&Iacute;DICA, MAS a lei assegura seus direitos desde a concep&ccedil;&atilde;o. O nascituro &eacute; dotado da chamada humanidade (tem natureza humana). Se a crian&ccedil;a nascer morta n&atilde;o h&aacute; de se falar que tenha adquirido personalidade, pois MARCO INICIAL &eacute; o NASCIMENTO COM VIDA. Assim foi adotada a chamada &ldquo;TEORIA NATALISTA&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\t1. O NASCITURO &Eacute; SUJEITO DE DIREITOS?\n<\/p>\n<p>\n\tEm um primeiro momento, n&atilde;o, ENTRETANTO a lei assegura seus direitos desde a concep&ccedil;&atilde;o (art.2&ordm;). Ocorre que existe uma discuss&atilde;o de que o nascituro, assim como acontece com os entes despersonalizados (ex. condom&iacute;nio, massa falida, fam&iacute;lia), EMBORA SEJA UM SUJEITO N&Atilde;O PODE SER CLASSIFICADO COMO PESSOA NOS EXATOS TERMOS DA LEGISLA&Ccedil;&Atilde;O CIVIL.\n<\/p>\n<p>\n\t2. ELE TEM PERSONALIDADE JUR&Iacute;DICA?\n<\/p>\n<p>\n\tAinda n&atilde;o, A PERSONALIDADE JUR&Iacute;DICA SOMENTE SER&Aacute; ADQUIRIDA QUANDO OCORRER O NASCIMENTO COM VIDA (primeira parte do art. 2&ordm;).\n<\/p>\n<p>\n\tEnt&atilde;o, e de certa forma, podemos concluir que embora o nascituro possa ser considerado um sujeito de direitos, ele ainda n&atilde;o adquiriu a personalidade jur&iacute;dica, ainda n&atilde;o &eacute; pessoa.\n<\/p>\n<p>\n\tAssim, podemos afirmar que a teoria adotada &eacute; a natalista. Observe:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>CC Art. 2&ordm;. A PERSONALIDADE CIVIL da pessoa come&ccedil;a do NASCIMENTO COM VIDA; MAS a lei p&otilde;e a salvo, desde a concep&ccedil;&atilde;o os direitos do nascituro.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tH&aacute; tr&ecirc;s teorias associadas &agrave; quest&atilde;o do NASCITURO.\n<\/p>\n<p>\n\t1) Natalista; 2) Da personalidade condicional; 3) Concepcionista.\n<\/p>\n<p>\n\tDas teorias citadas apenas a CONCEPCIONISTA afirma que o nascituro teria personalidade jur&iacute;dica.\n<\/p>\n<p>\n\tEsquecendo discuss&otilde;es doutrin&aacute;rias e pensando em provas &eacute; preciso fazermos uma &ldquo;mescla&rdquo; das teorias!\n<\/p>\n<p>\n\tA PERSONALIDADE JUR&Iacute;DICA da pessoa natural come&ccedil;a DO NASCIMENTO COM VIDA (teoria natalista). OU SEJA, antes do nascimento n&atilde;o h&aacute; personalidade.\n<\/p>\n<p>\n\tN&Atilde;O SE PODE AFIRMAR QUE O NASCITURO POSSUI PERSONALIDADE JURIDICA ou, ent&atilde;o, a afirma&ccedil;&atilde;o dever&aacute; trazer informa&ccedil;&otilde;es acerca da teoria concepcionista (uma vez que &eacute; esta teoria que entende que o nascituro teria a personalidade formal, relacionada aos direitos da personalidade).\n<\/p>\n<p>\n\tAssim, o feto e o natimorto n&atilde;o possuem personalidade jur&iacute;dica &ndash; j&aacute; que esta &eacute; adquirida no momento do nascimento com vida (art. 2&ordm;).\n<\/p>\n<p>\n\tMAS a lei protege seus direitos.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 2&ordm;.&nbsp; A personalidade civil da pessoa come&ccedil;a do nascimento com vida; mas a lei p&otilde;e a salvo, desde a concep&ccedil;&atilde;o, os direitos do nascituro.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tEmbora a personalidade comece do nascimento com vida, tanto o nascituro quanto o natimorto ter&atilde;o seus direitos da personalidade protegidos. Observe que n&atilde;o estamos falando de aquisi&ccedil;&atilde;o de personalidade jur&iacute;dica, mas sim de prote&ccedil;&atilde;o aos direitos da personalidade. E a extens&atilde;o desta prote&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m alcan&ccedil;a o natimorto, &eacute; justamente o que encontramos no texto do Enunciado I STJ 1: &quot;<em>A prote&ccedil;&atilde;o que o c&oacute;digo confere ao nascituro alcan&ccedil;a o natimorto, no que concerne aos direitos da personalidade, tais como NOME, IMAGEM e SEPULTURA&rdquo;.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;c&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 3&ordm;.&nbsp; S&atilde;o <strong>absolutamente incapazes<\/strong> de exercer pessoalmente os atos da vida civil os <strong>menores de 16 (dezesseis) anos<\/strong>.&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;d&rdquo; &ndash; correta.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Sempre que demonstrada a ocorr&ecirc;ncia de ofensa injusta &agrave; dignidade da pessoa humana, <strong>dispensa-se a comprova&ccedil;&atilde;o de dor e sofrimento para configura&ccedil;&atilde;o de dano moral.<\/strong> Segundo doutrina e jurisprud&ecirc;ncia do STJ, onde se vislumbra a viola&ccedil;&atilde;o de um direito fundamental, assim eleito pela CF, tamb&eacute;m se alcan&ccedil;ar&aacute;, por consequ&ecirc;ncia, uma inevit&aacute;vel viola&ccedil;&atilde;o da dignidade do ser humano. A compensa&ccedil;&atilde;o nesse caso independe da demonstra&ccedil;&atilde;o da dor, traduzindo-se, pois, em consequ&ecirc;ncia in re ipsa, intr&iacute;nseca &agrave; pr&oacute;pria conduta que injustamente atinja a dignidade do ser humano. Ali&aacute;s, cumpre ressaltar que essas sensa&ccedil;&otilde;es (dor e sofrimento), que costumeiramente est&atilde;o atreladas &agrave; experi&ecirc;ncia das v&iacute;timas de danos morais, n&atilde;o se traduzem no pr&oacute;prio dano, mas t&ecirc;m nele sua causa direta. REsp 1.292.141-SP, Rel. Min. Nancy Andrighi, julgado em 4\/12\/2012.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;e&rdquo; &ndash; errada. Quando h&aacute; uma &ldquo;morte&rdquo; sem a presen&ccedil;a de um corpo, estaremos diante de duas possibilidades:\n<\/p>\n<p>\n\t1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A morte presumida com declara&ccedil;&atilde;o de aus&ecirc;ncia segue o procedimento encontrado nos arts. 22 a 39.\n<\/p>\n<p>\n\t2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A morte presumida sem declara&ccedil;&atilde;o de aus&ecirc;ncia (art. 7&ordm;) segue o procedimento sucess&oacute;rio de uma &ldquo;morte comum&rdquo;.\n<\/p>\n<p>\n\tA morte presumida sem decreta&ccedil;&atilde;o de aus&ecirc;ncia ocorre quando h&aacute; uma das situa&ccedil;&otilde;es elencadas no art. 7&ordm;, incisos I e II:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 7&ordm;. Pode ser declarada a morte presumida, sem decreta&ccedil;&atilde;o de aus&ecirc;ncia:<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>I &#8211; se for &sup1;extremamente prov&aacute;vel a morte de quem &sup2;estava em perigo de vida;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>II &#8211; se algu&eacute;m, desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, n&atilde;o for encontrado at&eacute; dois anos ap&oacute;s o t&eacute;rmino da guerra.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Par&aacute;grafo &uacute;nico. A declara&ccedil;&atilde;o da morte presumida, nesses casos, somente poder&aacute; ser requerida depois de esgotadas as buscas e averigua&ccedil;&otilde;es, devendo a senten&ccedil;a fixar a data prov&aacute;vel do falecimento. <\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tPelo inciso I temos dois requisitos e o inciso II faz refer&ecirc;ncia a uma situa&ccedil;&atilde;o de guerra.\n<\/p>\n<p>\n\tO caso do art. 7&ordm; &eacute; aquele em que ser&aacute; declarada a morte presumida da pessoa sem a necessidade de declara&ccedil;&atilde;o de aus&ecirc;ncia, ser&aacute; emitida uma certid&atilde;o de &oacute;bito, com a data prov&aacute;vel do falecimento, mesmo sem um corpo como prova f&iacute;sica da morte.\n<\/p>\n<p>\n\tEsta decreta&ccedil;&atilde;o de morte presumida ser&aacute; judicial a requerimento dos interessados ap&oacute;s a cessa&ccedil;&atilde;o das buscas. Ap&oacute;s a emiss&atilde;o da certid&atilde;o de &oacute;bito poder&aacute; ser dada a entrada no processo de sucess&atilde;o como outro qualquer.\n<\/p>\n<p>\n\tGabarito preliminar letra D.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tQUEST&Atilde;O 85 Em cada uma das op&ccedil;&otilde;es seguintes, &eacute; apresentada uma situa&ccedil;&atilde;o hipot&eacute;tica, seguida de uma assertiva a ser julgada, a respeito de posse, propriedade e direitos reais sobre coisa alheia. Assinale a op&ccedil;&atilde;o que apresenta assertiva correta conforme a legisla&ccedil;&atilde;o e a doutrina pertinentes.\n<\/p>\n<p>\n\tA) Durante o prazo de vig&ecirc;ncia de contrato de loca&ccedil;&atilde;o de im&oacute;vel urbano, o locat&aacute;rio viajou e, ao retornar, percebeu que o im&oacute;vel havia sido invadido pelo pr&oacute;prio propriet&aacute;rio. Nesse caso, o locat&aacute;rio n&atilde;o pode defender sua posse, uma vez que o possuidor direto n&atilde;o tem prote&ccedil;&atilde;o possess&oacute;ria em face do indireto.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Determinado indiv&iacute;duo realizou, de boa-f&eacute;, constru&ccedil;&atilde;o em terreno que pertencia a seu vizinho. O valor da constru&ccedil;&atilde;o excede consideravelmente o valor do terreno. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o havendo acordo, o indiv&iacute;duo que realizou a constru&ccedil;&atilde;o adquirir&aacute; a propriedade do solo mediante pagamento da indeniza&ccedil;&atilde;o fixada pelo juiz.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Caio realizou a doa&ccedil;&atilde;o de um bem para Fernando. No contrato celebrado entre ambos, consta cl&aacute;usula que determina que o bem doado volte para o patrim&ocirc;nio do doador se ele sobreviver ao donat&aacute;rio. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, a cl&aacute;usula &eacute; nula, pois o direito brasileiro n&atilde;o admite a denominada propriedade resol&uacute;vel.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Roberto possui direito real de superf&iacute;cie de bem im&oacute;vel e deseja hipotecar esse direito pelo prazo de vig&ecirc;ncia do direito real. Nesse caso, a estipula&ccedil;&atilde;o de direito real de garantia &eacute; ilegal porque a hipoteca somente pode ser constitu&iacute;da pelo propriet&aacute;rio do bem.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Determinado empregador cedeu bem im&oacute;vel de sua propriedade a seu empregado, em raz&atilde;o de rela&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a decorrente de contrato de trabalho. Nesse caso, ainda que desfeito o v&iacute;nculo trabalhista, &eacute; juridicamente imposs&iacute;vel a convers&atilde;o da deten&ccedil;&atilde;o do empregado em posse.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio:<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;a&rdquo; &ndash; errada.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 1.197. A posse direta, de pessoa que tem a coisa em seu poder, temporariamente, em virtude de direito pessoal, ou real, n&atilde;o anula a indireta, de quem aquela foi havida, podendo o possuidor direto defender a sua posse contra o indireto.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tTendo em vista o artigo 1.197, tanto o possuidor direto quanto o indireto podem invocar a prote&ccedil;&atilde;o possess&oacute;ria, seja um contra o outro ou, ainda, contra terceiros. Este &eacute; o conte&uacute;do do <strong>Enunciado 76 da I Jornada de Direito Civil: <\/strong><em>&ldquo;O possuidor direto tem direito de defender a sua posse contra o indireto, e este contra aquele (art. 1.197, in fine, do novo C&oacute;digo Civil)&rdquo;.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;b&rdquo; &ndash; correta.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 1.255. Aquele que semeia, planta ou edifica em terreno alheio perde, em proveito do propriet&aacute;rio, as sementes, plantas e constru&ccedil;&otilde;es; se procedeu de boa-f&eacute;, ter&aacute; direito a indeniza&ccedil;&atilde;o.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Par&aacute;grafo &uacute;nico. <strong>Se a constru&ccedil;&atilde;o ou a planta&ccedil;&atilde;o exceder consideravelmente o valor do terreno, aquele que, de boa-f&eacute;, plantou ou edificou, adquirir&aacute; a propriedade do solo, mediante pagamento da indeniza&ccedil;&atilde;o fixada judicialmente, se n&atilde;o houver acordo.<\/strong><\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;c&rdquo; &#8211; errada. Esta alternativa trata de uma esp&eacute;cie contratual &#8211; doa&ccedil;&atilde;o, e, no edital, n&atilde;o constava tal assunto.\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 547. O doador pode estipular que os bens doados voltem ao seu patrim&ocirc;nio, se sobreviver ao donat&aacute;rio.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tEm todo caso a propriedade resol&uacute;vel &eacute; admitida no direito brasileiro, conforme cap&iacute;tulo VIII do CC\/2002.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;d&rdquo; &ndash; errada. O direito de superf&iacute;cie pode ser hipotecado conforme art. 1.473 do CC:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>Art. 1.473. <strong>Podem ser objeto de hipoteca:<\/strong><\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>I &#8211; os im&oacute;veis e os acess&oacute;rios dos im&oacute;veis conjuntamente com eles;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>II &#8211; o dom&iacute;nio direto;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>III &#8211; o dom&iacute;nio &uacute;til;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>IV &#8211; as estradas de ferro;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>V &#8211; os recursos naturais a que se refere o art. 1.230, independentemente do solo onde se acham;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>VI &#8211; os navios;<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>VII &#8211; as aeronaves.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>VIII &#8211; o direito de uso especial para fins de moradia;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<em>IX &#8211; o direito real de uso;&nbsp;&nbsp; <\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong><em>X &#8211; a propriedade superfici&aacute;ria.&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/em><\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tAlternativa &ldquo;e&rdquo; &ndash; errada. &Eacute; poss&iacute;vel a convers&atilde;o de deten&ccedil;&atilde;o em posse caso seja rompido a rela&ccedil;&atilde;o de subordina&ccedil;&atilde;o, conforme o seguinte enunciado:\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Enunciado n&ordm; 301 da IV Jornada de Direito Civil<em>:<\/em><\/strong><em> &ldquo;Art.1.198. c\/c art.1.204. &Eacute; poss&iacute;vel a convers&atilde;o da deten&ccedil;&atilde;o em posse, desde que rompida a subordina&ccedil;&atilde;o, na hip&oacute;tese de exerc&iacute;cio em nome pr&oacute;prio dos atos possess&oacute;rios&rdquo;.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tGabarito preliminar letra B.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tQUEST&Atilde;O 86 Um oficial do corpo de bombeiros arrombou a porta de determinada resid&ecirc;ncia para ingressar no im&oacute;vel vizinho e salvar uma crian&ccedil;a que corria grave perigo em raz&atilde;o de um inc&ecirc;ndio. A respeito dessa situa&ccedil;&atilde;o hipot&eacute;tica e conforme a doutrina dominante e o C&oacute;digo Civil, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta.\n<\/p>\n<p>\n\tA) O oficial tem o dever de indenizar o propriet&aacute;rio do im&oacute;vel danificado, devendo o valor da indeniza&ccedil;&atilde;o ser mitigado em raz&atilde;o da presen&ccedil;a de culpa concorrente.\n<\/p>\n<p>\n\tB) O ato praticado pelo oficial &eacute; il&iacute;cito porque causou preju&iacute;zo ao dono do im&oacute;vel, inexistindo, entretanto, o dever de indenizar, dada a aus&ecirc;ncia de nexo causal.\n<\/p>\n<p>\n\tC) N&atilde;o se aplica ao referido oficial a regra do C&oacute;digo Civil segundo a qual o agente que atua para remover perigo iminente pode ser chamado a indenizar terceiro inocente.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Conforme disposi&ccedil;&atilde;o do C&oacute;digo Civil, o oficial teria o dever de indenizar o dono do im&oacute;vel no valor integral dos preju&iacute;zos existentes, tendo direito de regresso contra o respons&aacute;vel pelo inc&ecirc;ndio.\n<\/p>\n<p>\n\tE) N&atilde;o se pode falar em responsabilidade civil nesse caso, pois, na hip&oacute;tese de estado de necessidade, o agente causador do dano nunca ter&aacute; o dever de indenizar.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rio:<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\tA responsabilidade das pessoas jur&iacute;dicas de direito p&uacute;blico &eacute; OBJETIVA SOB A MODALIDADE DO RISCO ADMINISTRATIVO, POIS ADMITE (diferentemente da modalidade do risco integral) ATENUANTES E EXCLUDENTES DE RESPONSABILIDADE.\n<\/p>\n<p>\n\tRecapitulando:\n<\/p>\n<p>\n\tA responsabilidade civil do estado est&aacute; prevista no art. 37, &sect;6&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>As pessoas jur&iacute;dicas de direito p&uacute;blico prestadoras de servi&ccedil;os p&uacute;blicos responder&atilde;o pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso, contra o respons&aacute;vel nos casos de dolo ou culpa.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tNo C&oacute;digo Civil de 2002 temos o art. 43 que diz:\n<\/p>\n<p>\n\t<em>As pessoas jur&iacute;dicas de direito p&uacute;blico interno s&atilde;o civilmente respons&aacute;veis por atos dos seus agentes que nessa qualidade causem danos a terceiros, ressalvado direito regressivo contra os causadores do dano, se houver, por parte destes, culpa ou dolo.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tTomando como ponto de partida estes dois dispositivos legais, temos algumas considera&ccedil;&otilde;es a fazer.\n<\/p>\n<p>\n\tFoi adotada pela Constitui&ccedil;&atilde;o Federal a teoria da responsabilidade objetiva na modalidade do risco administrativo.\n<\/p>\n<p>\n\tIsto quer dizer que o Estado ser&aacute; respons&aacute;vel pela obriga&ccedil;&atilde;o de indenizar quando um agente p&uacute;blico agindo nesta qualidade causar danos &agrave; terceiro. Assim, na responsabilidade objetiva n&atilde;o ser&aacute; considerado se este agente teve culpa ou n&atilde;o, conforme jurisprud&ecirc;ncia RTJ, 55\/516; JTJ, Lex, 203\/79; RT, 745\/278. <em>&ldquo;A responsabilidade civil das pessoas de Direito P&uacute;blico n&atilde;o depende de prova de culpa, exigindo apenas a realidade do preju&iacute;zo injusto&rdquo;.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tAs disposi&ccedil;&otilde;es constitucionais impuseram ao Estado o dever de indeniza&ccedil;&atilde;o pelo dano &ndash; responsabilidade objetiva, no entanto esta responsabilidade foi mitigada pela ado&ccedil;&atilde;o da modalidade do risco administrativo. Isso quer dizer que a obriga&ccedil;&atilde;o de indenizar do Estado n&atilde;o ser&aacute; devida em toda e qualquer circunst&acirc;ncia, ao contr&aacute;rio, ela poder&aacute; n&atilde;o existir em casos de culpa exclusiva da v&iacute;tima ou de for&ccedil;a maior.\n<\/p>\n<p>\n\tQuanto a estas causas de diminui&ccedil;&atilde;o ou at&eacute; de exclus&atilde;o da responsabilidade do Estado temos as seguintes jurisprud&ecirc;ncias:\n<\/p>\n<p>\n\tRT, 434\/94; RTJ, 91\/377; RJTJSP, 37\/32. <em>&ldquo;A Constitui&ccedil;&atilde;o Federal n&atilde;o adotou a teoria da responsabilidade objetiva sob a modalidade do risco integral, que obrigaria o Estado sempre a indenizar, sem qualquer excludente. A teoria do risco administrativo, embora dispense a prova da culpa da Administra&ccedil;&atilde;o, permite-lhe demonstrar a culpa da v&iacute;tima, para excluir ou atenuar a indeniza&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tRJTJSP, 126\/154. <em>&ldquo;A Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica isenta-se totalmente da obriga&ccedil;&atilde;o de indenizar quando se desincumbe satisfatoriamente do &ocirc;nus, que lhe pertence, de demonstrar que o fato decorreu de culpa exclusiva do ofendido&rdquo;.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tRT, 455\/74 e RJTJSP, 51\/72. <em>&ldquo;Quando, por&eacute;m, a causa dos danos decorre de culpa administrativa e, tamb&eacute;m, de imprud&ecirc;ncia ou negligencia do particular, reduz-se a indeniza&ccedil;&atilde;o pleiteada, em propor&ccedil;&atilde;o ao grau da culpa concorrente, em geral pela metade&rdquo;.<\/em>\n<\/p>\n<p>\n\tAssim,\n<\/p>\n<p>\n\t&bull; A responsabilidade civil do Estado est&aacute; prevista tanto na Constitui&ccedil;&atilde;o Federal como no C&oacute;digo Civil &ndash; e acrescentamos que esta mat&eacute;ria atualmente &eacute; considerada de direito constitucional e de direito administrativo.\n<\/p>\n<p>\n\t&bull; A responsabilidade do Estado &eacute; do tipo objetiva &ndash; em que basta existir o dano e o agente p&uacute;blico atuando nesta qualidade para que exista a obriga&ccedil;&atilde;o de indenizar, na modalidade do risco administrativo, onde ela ser&aacute; diminu&iacute;da ou desaparecer&aacute; caso seja comprovada a culpa parcial ou exclusiva da v&iacute;tima, ou ainda no caso de for&ccedil;a maior.\n<\/p>\n<p>\n\t&bull; &Eacute; garantido ao Estado pelos mesmos diplomas legais a a&ccedil;&atilde;o regressiva contra o agente causador do dano, onde ser&atilde;o analisados o dolo e a culpa para averiguar a possibilidade de ressarcimento por parte do funcion&aacute;rio ao Estado dos valores que este teve que indenizar a v&iacute;tima do dano.\n<\/p>\n<p>\n\tGabarito preliminar letra C.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tPor hoje era isso! Desejo a todos muito sucesso e muita coragem!\n<\/p>\n<p>\n\tAbra&ccedil;os.\n<\/p>\n<p>\n\tAline.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Boa tarde, pessoal! Tudo bem com voc&ecirc;s? 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