{"id":64266,"date":"2017-02-09T22:10:20","date_gmt":"2017-02-10T01:10:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=64266"},"modified":"2017-02-13T21:54:29","modified_gmt":"2017-02-14T00:54:29","slug":"cbmdffisioterapia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/cbmdffisioterapia\/","title":{"rendered":"Gabarito e Coment\u00e1rios CBMDF &#8211; FISIOTERAPIA"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<span style=\"color:#006400\"><strong>Ol&aacute;, pessoal! Tudo bem com voc&ecirc;s?<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#006400\"><strong>Estamos passando por aqui para comentar a prova do CBMDF, realizada no dia 05\/01\/2017, banca IDECAN. Essa prova foi mal elaborada, causando algumas d&uacute;vidas. Assim como tivemos quest&otilde;es muito&nbsp;f&aacute;ceis, outras estavam mal elaboradas. Assim como, utilizaram uma literatura muito antiga.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#006400\"><strong>Mas, vamos l&aacute;!<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>61 &#8211; Ao avaliar um paciente com doen&ccedil;a reum&aacute;tica, qual dos exames laboratoriais espec&iacute;ficos deve ser analisado, para juntamente com a avalia&ccedil;&atilde;o cin&eacute;tico-funcional elaborar um plano de tratamento adequado?<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) FAN. O Fator Antinuclear (FAN) &eacute; um exame imunol&oacute;gico realizado por imunofluoresc&ecirc;ncia indireta, os resultados s&atilde;o expressos em concentra&ccedil;&atilde;o, segundo as dilui&ccedil;&otilde;es empregadas. Nada mais &eacute; que um&nbsp; exame de rastreamento de autoanticorpos. Os anticorpos antinucleares s&atilde;o encontrados comumente em uma variedade de doen&ccedil;as reum&aacute;ticas autoimunes. S&atilde;o &uacute;teis na investiga&ccedil;&atilde;o dessas doen&ccedil;as, auxiliando no diagn&oacute;stico de patologias como l&uacute;pus eritematoso sist&ecirc;mico (vimos na aula), esclerose sist&ecirc;mica progressiva, doen&ccedil;a mista do tecido conjuntivo, s&iacute;ndrome de Sj&ouml;gren, polimiosite e dermatomiosite. Resposta da quest&atilde;o!\n<\/p>\n<p>\n\t(B) CK-MB: isoenzima MB da creatina quinase. Marcador de les&atilde;o card&iacute;aca (lembrando que nunca ser&aacute; utilizado s&oacute; ele). Por&eacute;m, esse exame tamb&eacute;m pode sugerir les&atilde;o musculoesquel&eacute;tica. Isso ir&aacute; depender dos valores em rela&ccedil;&atilde;o ao CPK total. Item errado.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) Ionograma: mensura o n&iacute;vel de eletr&oacute;litos (s&oacute;dio, pot&aacute;ssio, cloro, c&aacute;lcio, magn&eacute;sio, bicarbonato) no organismo.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) TGO e TGP: marcadores hep&aacute;ticos. Item errado.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>A.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>62. Sobre a t&eacute;cnica &ldquo;manter-relaxar com revers&atilde;o lenta&rdquo;, &eacute; correto afirmar que:<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\tA) A base fisiol&oacute;gica &eacute; o princ&iacute;pio da co-contra&ccedil;&atilde;o de agonistas ao movimento.<span style=\"color:#A52A2A\">&nbsp;Co-contra&ccedil;&atilde;o de agonista n&atilde;o &eacute; uma t&eacute;cnica de alongamento. Item errado<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\tB) Ap&oacute;s a contra&ccedil;&atilde;o isot&ocirc;nica, deve-se realizar uma contra&ccedil;&atilde;o isom&eacute;trica no padr&atilde;o agonista por 20 segundos e, apenas&nbsp;uma vez, sem repeti&ccedil;&otilde;es.&nbsp;. <span style=\"color:#A52A2A\">O princ&iacute;pio da t&eacute;cnica &eacute; a realiza&ccedil;&atilde;o de contra&ccedil;&atilde;o isom&eacute;trica no padr&atilde;o antagonista, e o tempo varia muito de acordo com diferentes literaturas. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\tC) Neste m&eacute;todo nenhum movimento &eacute; permitido na contra&ccedil;&atilde;o isom&eacute;trica e esse &eacute; o m&eacute;todo de escolha quando a&nbsp;restri&ccedil;&atilde;o articular &eacute; acompanhada por espasmo e dor muscular.&nbsp;<span style=\"color:#A52A2A\">N&atilde;o existe na literatura relato que suporte esta afirmativa, no que se refere o movimento durante a contra&ccedil;&atilde;o isom&eacute;trica. Item incorreto.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\tD) Utiliza-se nessa t&eacute;cnica a inibi&ccedil;&atilde;o rec&iacute;proca, na qual a parte corporal &eacute; movimentada ativamente no padr&atilde;o agonista&nbsp;at&eacute; o ponto de uma limita&ccedil;&atilde;o indolor e na sequ&ecirc;ncia uma contra&ccedil;&atilde;o isom&eacute;trica &eacute; realizada no padr&atilde;o antagonista.&nbsp;<span style=\"color:#A52A2A\">Este item descreve corretamente o princ&iacute;pio fisiol&oacute;gico (inibi&ccedil;&atilde;o rec&iacute;proca) e o m&eacute;todo de execu&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica (movimentada ativamente no padr&atilde;o agonista&nbsp;at&eacute; o ponto de uma limita&ccedil;&atilde;o indolor e na sequ&ecirc;ncia uma contra&ccedil;&atilde;o isom&eacute;trica &eacute; realizada no padr&atilde;o antagonista). Item correto.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>D. Sem recurso.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>63. Sobre a reabilita&ccedil;&atilde;o do ombro de atletas com s&iacute;ndrome de compress&atilde;o, analise as afirmativas a seguir.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>I. <\/strong>O objetivo prim&aacute;rio &eacute; reduzir a compress&atilde;o e o atrito entre o <u>manguito rotador<\/u> e o espa&ccedil;o acromioclavicular.<span style=\"color:#A52A2A\"> N&atilde;o &eacute; o atrito entre o manguito rotador (m&uacute;sculos: subscapular, supraespinhal, infraespinhoso e o redondo menor) e o espa&ccedil;o acromioclavicular. &Eacute; o impacto do tend&atilde;o supraespinhal, por&ccedil;&atilde;o longa do b&iacute;ceps e\/ou bursa subacromial na borda anterior do acr&ocirc;mio e ligamento coracoacromial, durante a eleva&ccedil;&atilde;o do membro superior. Item falso (eliminamos a letra A).<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>II. <\/strong>S&atilde;o necess&aacute;rios v&aacute;rios fatores para minimizar a compress&atilde;o, entre eles a superf&iacute;cie inferior normal da articula&ccedil;&atilde;o acromioclavicular e fun&ccedil;&atilde;o normal dos estabilizadores da cabe&ccedil;a do &uacute;mero. <span style=\"color:#A52A2A\">Qualquer altera&ccedil;&atilde;o nesses fatores pode gerar o aumento do impacto. Item verdadeiro (eliminamos a letra C).<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>III. <\/strong>A complica&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria da s&iacute;ndrome de compress&atilde;o &eacute; uma lacera&ccedil;&atilde;o do manguito rotador. <span style=\"color:#A52A2A\">A perman&ecirc;ncia do mecanismo de impacto (compress&atilde;o) pode causar lacera&ccedil;&otilde;es parciais ou totais no manguito rotador. Por isso &eacute; considerado uma complica&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria. Item verdadeiro.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>IV. <\/strong>Por ocasi&atilde;o da avalia&ccedil;&atilde;o, a amplitude articular pode estar diminu&iacute;da em fun&ccedil;&atilde;o do espasmo muscular e dor, nesses casos &eacute; indicado calor &uacute;mido, ultrassom <u>(n&atilde;o especificou, ent&atilde;o pode ser utilizado)<\/u> e um programa geral de flexibilidade do ombro com &ecirc;nfase na rota&ccedil;&atilde;o interna e externa na posi&ccedil;&atilde;o supina. <span style=\"color:#A52A2A\">A flexibilidade do ombro com &ecirc;nfase em rota&ccedil;&atilde;o interna e externa &eacute; importante (pelo espasmo). Por&eacute;m porque a &ecirc;nfase na posi&ccedil;&atilde;o supina? N&atilde;o encontramos&nbsp;na literatura moderna sobre isso. Aqui cabe recurso, pois n&atilde;o deve ser obrigatoriamente na&nbsp;posi&ccedil;&atilde;o supina.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>V. <\/strong>&Eacute; importante alongar a c&aacute;psula anterior a fim de normalizar o grau de rota&ccedil;&atilde;o interna durante o tratamento conservador. Um dos fatores que favorecem o impacto subacromial &eacute; o &ldquo;encurtamento&rdquo; da c&aacute;psula articular posterior, mas tamb&eacute;m temos que te<span style=\"color:#A52A2A\">r outras informa&ccedil;&otilde;es para ver se &eacute; indicado ou n&atilde;o. Mas a c&aacute;psula anterior n&atilde;o tem porque alongar nesse caso (geral). Item falso (eliminamos a Letra B).<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Est&aacute;(&atilde;o) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) I, III e V.\n<\/p>\n<p>\n\t(B) II, III e V.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) III, IV e V.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) II, III e IV.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>D. Com recurso.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>64. Sobre a osteocondrite dissecante em adolescentes, &eacute; correto afirmar que:<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) Trata-se de uma les&atilde;o apenas da cartilagem articular geralmente na superf&iacute;cie articular &acirc;ntero-lateral do epic&ocirc;ndilo. <span style=\"color:#A52A2A\">Essa patologia &eacute; caracterizada pela necrose focal do osso subcondral de articula&ccedil;&otilde;es, sendo o joelho (c&ocirc;ndilo femoral)&nbsp;o local mais acometido, depois t&aacute;lus e cap&iacute;tulo do &uacute;mero. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(B) O achado mais comum na avalia&ccedil;&atilde;o desses pacientes &eacute; a perda da prona&ccedil;&atilde;o e supina&ccedil;&atilde;o plena do cotovelo afetado. <span style=\"color:#A52A2A\">No enunciado n&atilde;o disse que &eacute; no cotovelo (erro da quest&atilde;o). Temos em outras partes do corpo, n&atilde;o apenas no cotovelo. Por&eacute;m, vamos supor que &eacute;. A prona&ccedil;&atilde;o e supina&ccedil;&atilde;o &eacute; do antebra&ccedil;o, n&atilde;o do cotovelo. Outro ponto &eacute; que n&atilde;o h&aacute; perda plena da supina&ccedil;&atilde;o\/prona&ccedil;&atilde;o.&nbsp;Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(C) A condi&ccedil;&atilde;o resulta da compress&atilde;o <s>media<\/s>l <span style=\"color:#A52A2A\">(LATERAL<\/span>) repetida da articula&ccedil;&atilde;o <s>radiocapitelar <\/s><span style=\"color:#A52A2A\">(utilizamos &Uacute;MERO-RADIAL, n&atilde;o radiocapitelar)<\/span> que pode lesar a cartilagem&nbsp;articular, criando corpos livres. <span style=\"color:#A52A2A\">Como vimos, item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(D) Entre as queixas mais comuns dos adolescentes est&aacute; a hipersensibilidade no cotovelo &acirc;ntero-lateral juntamente com&nbsp;menor prona&ccedil;&atilde;o e supina&ccedil;&atilde;o, sugerindo incongru&ecirc;ncia radiocapitelar (<span style=\"color:#A52A2A\">&Uacute;MERO-RADIAL<\/span>) ou fratura da cabe&ccedil;a do r&aacute;dio.<span style=\"color:#A52A2A\"> O movimento mais comprometido &eacute; a extens&atilde;o do cotovelo. A limita&ccedil;&atilde;o da flex&atilde;o, prona&ccedil;&atilde;o e supina&ccedil;&atilde;o podem ocorrer, por&eacute;m s&atilde;o menos comuns (BAKER, C. L., et al. Osteochondritis Dissecans of the Capitellum.&nbsp;The American Journal of Sports Medicine 38(9); 2010). &nbsp;N&atilde;o encontramos a literatura que a banca utilizou. Cabe recurso, pela prona&ccedil;&atilde;o e supina&ccedil;&atilde;o que falam que &eacute; comum, por&eacute;m na literatura atual n&atilde;o h&aacute; ind&iacute;cios disso. Apenas h&aacute; altera&ccedil;&atilde;o na&nbsp;extens&atilde;o do cotovelo.&nbsp;Al&eacute;m disso, no enunciado n&atilde;o est&aacute; expl&iacute;cito que &eacute; osteocondrite dissecante do cotovelo (pode ocorrer em outros locais).<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>D. Com recurso.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>65 &#8211; Segundo <\/strong><strong><em>Kapandji <\/em><\/strong><strong>(2000) ao estudar a fisiologia articular do tronco e da coluna vertebral durante a inflex&atilde;o lateral da<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>coluna tor&aacute;cica, &eacute; correto afirmar que:<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) Do lado da convexidade, o t&oacute;rax desce e se retrai. <span style=\"color:#A52A2A\">Do lado da concavidade seria o correto. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(B) O &acirc;ngulo costocondral se fecha do lado da convexidade.<span style=\"color:#A52A2A\"> Item errado. Do lado da concavidade o &acirc;ngulo costocondral se fecha.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(C) Do lado da concavidade, o &acirc;ngulo costocondral da d&eacute;cima costela tem a tend&ecirc;ncia de se abrir.<span style=\"color:#A52A2A\"> Item errado. A tend&ecirc;ncia &eacute; fechar.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(D) Do lado da convexidade da coluna, o t&oacute;rax se eleva, os espa&ccedil;os intercostais se alargam e o t&oacute;rax dilata. <span style=\"color:#A52A2A\">Item correto. &Eacute; isso que ocorre. Para essa quest&atilde;o era s&oacute; lembrar o que &eacute; convexo e o que &eacute; c&ocirc;ncavo. Bem simples.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>D. Sem recurso.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>Quest&atilde;o 66 &ndash; Sobre a aplica&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica do ultrassom, conhecimento acerca de seus princ&iacute;pios diferenciam a prescri&ccedil;&atilde;o fisioterap&ecirc;utica, sendo assim, assinale a afirmativa correta.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) Quando se procura atingir tecidos profundos, deve-se considerar o valor de maia camada junto com os efeitos de penetra&ccedil;&atilde;o de frequ&ecirc;ncias de sa&iacute;da de 1 a 3 MHz e, por essa raz&atilde;o, quanto maior a frequ&ecirc;ncia maior &eacute; a penetra&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">Coment&aacute;rios: Essa quest&atilde;o inicialmente cont&eacute;m um erro de portugu&ecirc;s, pois onde est&aacute; escrito &ldquo;maia camada&rdquo;, querem dizer &ldquo;meia camada&rdquo; (n&atilde;o sei se cabe recurso). O outro erro se refere &agrave; rela&ccedil;&atilde;o entre frequ&ecirc;ncia e intensidade, pois sabemos que quanto maior a frequ&ecirc;ncia, menor a intensidade (avisei que esse item despenca nas provas).<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(B) A interface entre um tecido mole e o osso &eacute; altamente refletora e ao passar pelo tecido adiposo sofre refra&ccedil;&atilde;o e tem dificuldade de passar por ele e, por esta raz&atilde;o, deve-se aumentar a dura&ccedil;&atilde;o e a dosagem em &aacute;reas com maior concentra&ccedil;&atilde;o de tecido adiposo, a fim de potencializar o tratamento.\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">Coment&aacute;rio: ESTUDAMOS QUE: &ldquo;A reflex&atilde;o em uma superf&iacute;cie ocorre quando a imped&acirc;ncia ac&uacute;stica de dois meios for diferente. A reflex&atilde;o e proporcional &agrave; diferen&ccedil;a de imped&acirc;ncia ac&uacute;stica dos dois meios. &ldquo;TAMB&Eacute;M CONHECEMOS QUE OCORRE REFRA&Ccedil;&Atilde;O ENTRE OS MEIOS (NO CASO DA QUEST&Atilde;O, TECIDO ADIPOSO E OSSO) E QUE DEVIDO A ESSE FATOR <strong>A intensidade das ondas ultra-s&ocirc;nicas diminuem conforme penetram nos tecidos<\/strong>. Ou seja, quando se tem a penetra&ccedil;&atilde;o da onda ultra s&ocirc;nica no tecido org&acirc;nico, teremos perdas na capacidade terap&ecirc;utica do US que ir&atilde;o acontecer at&eacute; chegar a um ponto chamado de atenua&ccedil;&atilde;o.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">TEMOS QUE SABER DESSAS CARACTER&Iacute;STICAS PARA SABER QUE A DOSE APLICADA N&Atilde;O &Eacute; A MESMA QUE CHEGA AO TECIDO, POR&Eacute;M N&Atilde;O NECESSARIAMENTE ESSA DEVE SER AUMENTADA.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\"><strong>O ERRO DA QUEST&Atilde;O EST&Aacute; EM AFIRMAR QUE AUMENTAR&Iacute;AMOS<\/strong>, EM FUN&Ccedil;&Atilde;O DESSE FATOR TAMB&Eacute;M O TEMPO DE APLICA&Ccedil;&Atilde;O (DURA&Ccedil;&Atilde;O), E SABEMOS QUE O C&Aacute;LCULO DA DOSAGEM &Eacute; EM FUN&Ccedil;&Atilde;O DA &Aacute;REA E DA ERA DO US.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(C) O ultrassom atravessa tecidos moles na forma de ondas longitudinais, at&eacute; atingir um osso e, quando isso acontece, parte da energia &eacute; refletida e o resto convertido em ondas transversais. Por esta raz&atilde;o a propaga&ccedil;&atilde;o da energia ultrass&ocirc;nica depende das frequ&ecirc;ncias das ondas sonoras e da densidade dos tecidos.\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">Coment&aacute;rios: Estudamos que &rdquo;em uma onda longitudinal, o deslocamento molecular ocorre na dire&ccedil;&atilde;o da propaga&ccedil;&atilde;o. nesta dire&ccedil;&atilde;o, ocorrem regi&otilde;es de alta densidade molecular, <em>ondas de compress&atilde;o<\/em> (onde as mol&eacute;culas dos meios est&atilde;o comprimidas), e regi&otilde;es de baixa densidade molecular, <em>ondas de descompress&atilde;o ou rarefra&ccedil;&atilde;o (tra&ccedil;&atilde;o)<\/em> (onde as mol&eacute;culas est&atilde;o separadas\/expandidas)&rdquo;.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">As ondas transversais ocorrem quando as mol&eacute;culas (somente em meio s&oacute;lido &ndash; <strong>no caso do osso no organismo humano),<\/strong> sob a influ&ecirc;ncia de um campo ultra s&ocirc;nico, deslocam-se em uma dire&ccedil;&atilde;o perpendicular em rela&ccedil;&atilde;o a dire&ccedil;&atilde;o das ondas que est&atilde;o se movendo. No organismo humano o comportamento das ondas ultrass&ocirc;nicas, ent&atilde;o, &eacute; descrito corretamente na op&ccedil;&atilde;o analisada. Op&ccedil;&atilde;o correta.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(D) Sabe-se que a dura&ccedil;&atilde;o do tratamento com ultrassom depende do tamanho da &aacute;rea a ser tratada, da intensidade de sa&iacute;da e das metas terap&ecirc;uticas, sendo assim para seguran&ccedil;a na aplica&ccedil;&atilde;o deste recurso, a &aacute;rea a ser tratada deve ser no m&aacute;ximo duas vezes a &aacute;rea da ERA (cabe&ccedil;ote) da fonte sonora.\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">Coment&aacute;rios: Vamos lembrar: TEMPO = &Aacute;REA &divide;ERA<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">N&atilde;o existe essa especifica&ccedil;&atilde;o de que a &aacute;rea a ser tratada deve ser no m&aacute;ximo duas vezes a &aacute;rea da era (cabe&ccedil;ote) da fonte sonora. Logo a op&ccedil;&atilde;o est&aacute; errada.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>GABARITO: C<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>67 &#8211; Depois dos acidentes automobil&iacute;sticos a fonte mais comum de les&otilde;es na articula&ccedil;&atilde;o esternoclavicular &eacute; a participa&ccedil;&atilde;o em atividades esportivas. Esta pode ser lesada por for&ccedil;as diretas ou indiretas, resultando em entorses, luxa&ccedil;&atilde;o ou les&otilde;es f&iacute;sicas. N&Atilde;O est&aacute; de acordo com o tema proposto anteriormente:<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) A posi&ccedil;&atilde;o fletida provoca uma for&ccedil;a de compress&atilde;o &acirc;ntero-medial sobre o bra&ccedil;o aduzido, produzindo uma luxa&ccedil;&atilde;o anterior. <span style=\"color:#A52A2A\">Pensando no movimento, a luxa&ccedil;&atilde;o seria posterior. Item errado, por&eacute;m &eacute; a resposta da quest&atilde;o, pois ele pediu qual alternativa&nbsp;N&Atilde;O est&aacute; de acordo com o tema proposto.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(B) Les&otilde;es por imposi&ccedil;&atilde;o direta de for&ccedil;a s&atilde;o, em geral, o resultado de um impacto sobre o aspecto &acirc;ntero-medial da clav&iacute;cula e produzem luxa&ccedil;&atilde;o posterior. <span style=\"color:#A52A2A\">Item correto. &Eacute; isso que ocorre. Pensem no movimento!<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(C) Movimentos combinados nas articula&ccedil;&otilde;es acromioclavicular e esternoclavicular s&atilde;o respons&aacute;veis por 60&deg; de rota&ccedil;&atilde;o superior da esc&aacute;pula, que ocorre na articula&ccedil;&atilde;o glenoumeral. <span style=\"color:#A52A2A\">Essa assertiva ficou confusa. Sabemos que durante os primeiros 30&ordm; de abdu&ccedil;&atilde;o ou flex&atilde;o do ombro n&atilde;o h&aacute; movimento escapular, todo movimento est&aacute; na articula&ccedil;&atilde;o glenoumeral. Quando esse &acirc;ngulo de eleva&ccedil;&atilde;o ultrapassa os 30&ordm;, entra em a&ccedil;&atilde;o o ritmo escapuloumeral, que &eacute; definido como a rota&ccedil;&atilde;o superior da esc&aacute;pula (1&ordm; para cada 2&ordm; de abdu&ccedil;&atilde;o ou flex&atilde;o; rela&ccedil;&atilde;o 2:1)<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">Ent&atilde;o, at&eacute; os 30&ordm; de abdu&ccedil;&atilde;o e os 60&ordm; de flex&atilde;o do ombro, o movimento acontece principalmente na articula&ccedil;&atilde;o glenoumeral, ap&oacute;s esses graus &eacute; solicitado um movimento de rota&ccedil;&atilde;o superior da articula&ccedil;&atilde;o escapulotor&aacute;cica de 60&ordm;. Desses 60&ordm;, aproximadamente 40&ordm; vem da articula&ccedil;&atilde;o esternoclavicular e 20&ordm; da articula&ccedil;&atilde;o acromioclavicular.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">A primeira parte est&aacute; correta. Por&eacute;m, o que ocorre na articula&ccedil;&atilde;o glenoumeral? O restante do movimento (120&ordm;)? Ou que esses movimentos combinados ocorrem quando h&aacute; o movimento da articula&ccedil;&atilde;o glenoumeral em determinados graus? Ficou um pouco confuso.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(D) As les&otilde;es indiretas podem ocorrer em situa&ccedil;&otilde;es como as que ocorrem quando o atleta sofre queda e aterrissa com o cotovelo estendido, tanto com o ombro fletido e aduzido como estendido e aduzido. <span style=\"color:#A52A2A\">Pensem no movimento! Sim! Pode acontecer a les&atilde;o na articula&ccedil;&atilde;o esternoclavicular. Item correto.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>A.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>68 &#8211; Durante a reabilita&ccedil;&atilde;o do joelho, t&eacute;cnicas de mobiliza&ccedil;&atilde;o articular devem ser associadas &agrave;s de fortalecimento e propriocep&ccedil;&atilde;o na busca do controle sin&eacute;rgico das estruturas envolvidas. De acordo com o exposto, assinale a afirmativa correta.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) No caso do deslizamento da patela, os laterais alongam as respectivas estruturas laterais tensionadas. <span style=\"color:#A52A2A\">O deslizamento lateral aumenta a flex&atilde;o do joelho. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(B) Os deslizamentos superiores da patela aumentam a extens&atilde;o do joelho, enquanto os deslizamentos inferiores aumentam a flex&atilde;o. <span style=\"color:#A52A2A\">&Eacute; isso mesmo. Item correto. Resposta da quest&atilde;o.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(C) Os deslizamentos posteriores da t&iacute;bia favorecem o ganho de flex&atilde;o (DO JOELHO), com o paciente em supino mobilize (ESTABILIZE) o f&ecirc;mur e deslize a t&iacute;bia posteriormente.<span style=\"color:#A52A2A\"> Item errado. Corre&ccedil;&atilde;o na assertiva.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(D) Os deslizamentos anteriores do f&ecirc;mur devem ser realizados quando o paciente n&atilde;o apresentar extens&atilde;o total e em supino com a t&iacute;bia estabilizada. <span style=\"color:#800000\">A t&iacute;bia n&atilde;o fica estabilizada, h&aacute; um deslizamento da t&iacute;bia anteriormente. Essa mobiliza&ccedil;&atilde;o favorece a extens&atilde;o do joelho. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: B<\/strong>. Sem recurso.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>69 &#8211; A an&aacute;lise cinesiol&oacute;gica dos movimentos da m&atilde;o requer conhecimento anat&ocirc;mico de suas estruturas para que deste modo, um plano terap&ecirc;utico individualizado e funcional seja elaborado. Nesse sentido, assinale a afirmativa correta.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) Os m&uacute;sculos inter&oacute;sseos palmares t&ecirc;m origem na base da falange proximal respectiva, abduz os dedos na articula&ccedil;&atilde;o metacarpofalangeana e s&atilde;o inervados pelo nervo ulnar (C6, C7). <span style=\"color:#A52A2A\">Origem: falange proximal do 2&ordm;, 4&ordm; e 5&ordm; dedos. A&ccedil;&atilde;o: adu&ccedil;&atilde;o dos dedos. Inerva&ccedil;&atilde;o: nervo ulnar (C8-T1). Toda a inerva&ccedil;&atilde;o do nervo ulnar corresponder&aacute; aos segmentos C8-T1. Item incorreto.&nbsp;Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(B) O m&uacute;sculo oponente do polegar tem localiza&ccedil;&atilde;o <s>superficial<\/s>, fixa-se proximalmente ao osso trap&eacute;zio e no retin&aacute;culo dos flexores e distalmente em toda face medial do primeiro metacarpal.<span style=\"color:#A52A2A\"> Ele &eacute; profundo. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(C) A oposi&ccedil;&atilde;o do polegar &eacute; talvez a fun&ccedil;&atilde;o mais importante da m&atilde;o, pois combina flex&atilde;o, abdu&ccedil;&atilde;o e rota&ccedil;&atilde;o do polegar com outros m&uacute;sculos como o flexor curto do polegar e o abdutor do polegar, que tamb&eacute;m auxiliam nessa fun&ccedil;&atilde;o. A inerva&ccedil;&atilde;o fica por conta do nervo mediano (C6, C7).<span style=\"color:#A52A2A\"> Item correto.&nbsp;Apesar da abdu&ccedil;&atilde;o poder gerar d&uacute;vida este &eacute; o padr&atilde;o de movimento da oposi&ccedil;&atilde;o do polegar. O texto no link em anexo pode elucidar bem esta quest&atilde;o. http:\/\/www.google.com.br\/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=3&amp;sqi=2&amp;ved=0ahUKEwjxzM6joYHSAhXBHpAKHeUuCAUQFggpMAI&amp;url=http%3A%2F%2Frevistas.pucsp.br%2Findex.php%2FRFCMS%2Farticle%2Fdownload%2F22003%2Fpdf&amp;usg=AFQjCNEYQqsFUwaUW18IeZVbIL5_OhQZYA&amp;sig2=XLKrooeJ2XvrbY7QLQdcVw&amp;bvm=bv.146496531,d.Y2I<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(D) A inerva&ccedil;&atilde;o do m&uacute;sculo oponente do dedo m&iacute;nimo fica por conta do nervo ulnar (C8, T1), sua origem no osso<s> capitato <\/s>&nbsp;(hamato)<s>&nbsp;<\/s>e retin&aacute;culo dos m&uacute;sculos flex&otilde;es (FLEXORES) e sua a&ccedil;&atilde;o, assim como o do oponente do polegar, s&atilde;o combinadas com o flexor do dedo m&iacute;nimo e do abdutor do dedo m&iacute;nimo.<span style=\"color:#A52A2A\"> O correto seria adutor do dedo m&iacute;nimo. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>C.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>70 &#8211; Analise as afirmativas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>(F) <\/strong>O &acirc;ngulo lombossacral &eacute; determinado tra&ccedil;ando-se uma linha paralela ao solo e outra ao longo da base do sacro e seu valor de refer&ecirc;ncia &eacute; de 45&deg;. Ele &eacute; determinado pela intersec&ccedil;&atilde;o da reta que passa pela borda superior de L1 e pela borda superior de S1. I<span style=\"color:#A52A2A\">tem falso. Eliminamos as letras A e D.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>(F) <\/strong>A an&aacute;lise da lordose &eacute; dada pela rela&ccedil;&atilde;o do &acirc;ngulo lombossacral, sendo inversamente proporcional a ele para que seja determinado o grau de lordose. &Eacute; igualmente proporcional, quanto maior o &acirc;ngulo lombossacral, maior a lorde lombar. <span style=\"color:#A52A2A\">Item falso. Eliminamos a Letra B. Restando apenas a letra C = resposta da quest&atilde;o.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>(V) <\/strong>Quando de p&eacute;, na posi&ccedil;&atilde;o ereta, a pelve deve estar nivelada; no plano sagital a EIAS e a s&iacute;nfise p&uacute;bica devem estar no mesmo plano vertical. <span style=\"color:#A52A2A\">Para determinar o alinhamento p&eacute;lvico normal na posi&ccedil;&atilde;o ereta podem-se adotar dois planos de refer&ecirc;ncia: Vista lateralmente (plano sagital), uma linha vertical deve coincidir com a s&iacute;nfise p&uacute;bica e as espinhas il&iacute;acas anterossuperiores. Uma linha horizontal deve coincidir a espinha il&iacute;aca anterossuperior e a espinha il&iacute;aca postero-superior. Item verdadeiro.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>(V) <\/strong>Os movimentos da pelve ocorrem em todos os tr&ecirc;s planos, mas quando uma pessoa tem uma contratura na flex&atilde;o da articula&ccedil;&atilde;o do quadril ficar de p&eacute; na posi&ccedil;&atilde;o ereta, a pelve se inclinar&aacute; anteriormente enquanto a regi&atilde;o lombar se tornar&aacute; hiperestendida. <span style=\"color:#A52A2A\">Pensem no movimento! Item verdadeiro.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>(F) <\/strong>A inclina&ccedil;&atilde;o lateral ocorre quando as EIAS est&atilde;o niveladas no plano horizontal; mas, durante a an&aacute;lise, o ponto de refer&ecirc;ncia ser&aacute; no lado que est&aacute; apoiado. <span style=\"color:#A52A2A\">Plano frontal. Item falso.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>A sequ&ecirc;ncia est&aacute; correta em<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) V, F, V, F, V\n<\/p>\n<p>\n\t(B) F, V, F, V, V.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) F, F, V, V, F.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) V, V, F, F, V.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>C.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>71 &#8211; <\/strong>&ldquo;As pessoas envelhecem de forma diferenciada dependendo de como organizam a sua vida, das circunst&acirc;ncias hist&oacute;ricas, culturais, econ&ocirc;micas, sociais em que vivem e viveram; da ocorr&ecirc;ncia de problemas de sa&uacute;de durante o processo de envelhecimento e da intera&ccedil;&atilde;o entre fatores gen&eacute;ticos e ambientais, de forma a facilitar sua adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s mudan&ccedil;as ocorridas entre si e no mundo em que os cerca e do estilo de vida adotado. O exerc&iacute;cio f&iacute;sico &eacute; um conhecido instrumento na preven&ccedil;&atilde;o de obesidade e de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas com a hipertens&atilde;o arterial e o diabetes, pois libera horm&ocirc;nios que melhoram o estado psicol&oacute;gico, mobiliza as articula&ccedil;&otilde;es, aumenta o t&ocirc;nus muscular, reduz a gordura corporal, aumentando a for&ccedil;a, facilita a independ&ecirc;ncia cotidiana e mant&eacute;m a press&atilde;o sangu&iacute;nea dentro dos limites.&rdquo; <strong><em>(Catellani, 2014.)<\/em><\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>Diante do exposto e de acordo com os conceitos da fisiologia do exerc&iacute;cio, assinale a afirmativa correta.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\tA) O duplo produto &eacute; considerado o principal marcador n&atilde;o invasivo de sobrecarga cardiovascular.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Exerc&iacute;cios contra resist&ecirc;ncia s&atilde;o ben&eacute;ficos, mas dependem de vari&aacute;veis como intensidade e frequ&ecirc;ncia, e s&atilde;o contraindicados para idosos.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Os exerc&iacute;cios intermitentes devem ser evitados quando houver risco cardiovascular, pois mant&ecirc;m a press&atilde;o arterial em n&iacute;veis elevados durante todo o treinamento.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Exerc&iacute;cios intermitentes s&atilde;o mais seguros para popula&ccedil;&otilde;es com risco cardiovascular, exceto para idosos hipertensos, pois pela sua natureza n&atilde;o cont&iacute;nua de realiza&ccedil;&atilde;o dos exerc&iacute;cios, o cora&ccedil;&atilde;o e outros &oacute;rg&atilde;os desse sistema sofreriam uma menor sobrecarga.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\"><strong>Letra A:<\/strong> Galera, aqui est&aacute; a resposta O duplo-produto (DP) &eacute; considerado o melhor indicador n&atilde;o-invasivo para se avaliar o trabalho do mioc&aacute;rdio, durante o repouso ou esfor&ccedil;os, sendo bastante eficiente como indicador de sobrecarga card&iacute;aca em exerc&iacute;cios de for&ccedil;a<sup>8,11<\/sup>. No entanto, para a prescri&ccedil;&atilde;o dos EF, algumas vari&aacute;veis fisiol&oacute;gicas devem ser monitoradas, tais como a FC e a PA<sup>2<\/sup>. A observa&ccedil;&atilde;o isolada dessas vari&aacute;veis n&atilde;o garante um n&iacute;vel significativo de seguran&ccedil;a, por&eacute;m, a associa&ccedil;&atilde;o entre elas pode fornecer informa&ccedil;&otilde;es que se correlacionam com o consumo de oxig&ecirc;nio pelo mioc&aacute;rdio, denominado DP, sendo calculado a partir da multiplica&ccedil;&atilde;o da press&atilde;o arterial sist&oacute;lica (PAS) pela FC<sup>11<\/sup>.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\"><strong>Letra B:<\/strong> Treinamento contra-resist&ecirc;ncia<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">Pessoal,O TCR, tamb&eacute;m conhecido como treinamento de for&ccedil;a, &eacute; uma forma de exerc&iacute;cio que requer que a musculatura corporal se mova (ou esforce para se mover) contra uma for&ccedil;a oponente, geralmente oferecida por algum tipo de equipamento. A meta principal dessa forma de trabalho &eacute; melhorar a fun&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica do m&uacute;sculo<sup>9<\/sup>.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">Nesta forma de exerc&iacute;cio a tens&atilde;o muscular atua como um est&iacute;mulo localizado, e os m&uacute;sculos se tornam mais fortes em resposta &agrave; sobrecarga imposta, ou seja, o &quot;stress&quot; empregado no m&uacute;sculo pode ser continuamente aumentado, a velocidade de contra&ccedil;&atilde;o muscular pode ser acentuada, ou combina&ccedil;&atilde;o desses dois fatores<sup>9<\/sup>.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">A intensidade, o n&uacute;mero de s&eacute;ries e de exerc&iacute;cios executados, grupos musculares treinados, dura&ccedil;&atilde;o e freq&uuml;&ecirc;ncia do programa de treinamento, tipo de treinamento utilizado (isom&eacute;trico, isot&ocirc;nico ou isocin&eacute;tico), devem ser considerados no planejamento e an&aacute;lise de um programa de treinamento, para melhora da fun&ccedil;&atilde;o muscular.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\"><strong>Letra C:<\/strong> &ldquo;Sabendo-se desses poss&iacute;veis riscos durante a realiza&ccedil;&atilde;o de atividades vigorosas, as recomenda&ccedil;&otilde;es nacionais e internacionais apontam que o exerc&iacute;cio mais recomendado para pacientes com doen&ccedil;as cardiovasculares &eacute; o exerc&iacute;cio f&iacute;sico aer&oacute;bio, com intensidade moderada. A prescri&ccedil;&atilde;o para esse tipo de atividade toma como base os par&acirc;metros de frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca m&aacute;xima (40-80%FCm&aacute;x), FC abaixo do limiar de isquemia ou arritmia. Entretanto, nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas, alguns autores t&ecirc;m defendido que, ao realizar o exerc&iacute;cio de maneira intervalada, em que se alternam momentos de alta intensidade (&gt;90%FCm&aacute;x) com pausas ativas ou passivas, o paciente poder&aacute; obter resultados mais expressivos e mais r&aacute;pidos do que se realizasse de maneira cont&iacute;nua. Esses resultados podem ser observados em v&aacute;rios aspectos cardiofuncionais (for&ccedil;a contr&aacute;til do cora&ccedil;&atilde;o, libera&ccedil;&atilde;o e recepta&ccedil;&atilde;o do Ca<sup>+2<\/sup> no cardiomi&oacute;cito; hipertrofia exc&ecirc;ntrica, VO<sub>2<\/sub>m&aacute;x, melhora da fun&ccedil;&atilde;o coronariana, fun&ccedil;&atilde;o endotelial). Dentre os v&aacute;rios tipos de doen&ccedil;as cardiovasculares, os estudos que utilizaram o EIAI foram realizados em duas das mais prevalentes doen&ccedil;as cardiovasculares: a doen&ccedil;a arterial coronariana e a insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\"><strong>Letra D:<\/strong> Gente, Os exerc&iacute;cios de altas intensidades t&ecirc;m sido utilizados com maior frequ&ecirc;ncia nos &uacute;ltimos anos para manuten&ccedil;&atilde;o e aumento da for&ccedil;a muscular e flexibilidade em idosos. De um modo geral, h&aacute; estudos a indicar que indiv&iacute;duos da terceira idade conseguem suportar cargas de treino de alta intensidade com relativa facilidade e apresentam um aumento na flexibilidade devido ao fortalecimento muscular, j&aacute; que os fatores relacionados &agrave; flexibilidade est&atilde;o diretamente associados com a melhoria da manuten&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a e da resist&ecirc;ncia muscular (DANTAS, 1998).<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">Os exerc&iacute;cios de intensidades mais elevadas tamb&eacute;m se t&ecirc;m mostrado bastante efetivos para melhoria da resist&ecirc;ncia aer&oacute;bia de pessoas mais velhas. Os estudos sobre o efeito desse tipo de treino na resist&ecirc;ncia aer&oacute;bia em idosos apontam aumentos significativos do VO2 m&aacute;ximo, o que contribui para diminui&ccedil;&atilde;o de epis&oacute;dios de cansa&ccedil;o, redu&ccedil;&atilde;o da tens&atilde;o arterial, desenvolvimento de maior autonomia para realiza&ccedil;&atilde;o das tarefas di&aacute;rias e, consequentemente, melhor qualidade de vida (AMORIM &amp; DANTAS, 2002; HAGERMAN et al, 2000).<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">Entre os diversos programas de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos voltados &agrave; popula&ccedil;&atilde;o idosa, o HIIT apresenta-se como proposta inovadora e efetiva para proporcionar melhorias na sa&uacute;de, aptid&atilde;o f&iacute;sica, for&ccedil;a muscular e emagrecimento.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">Al&eacute;m dos benef&iacute;cios demonstrados, destaca-se que a pr&aacute;tica do HIIT pode ser mais estimulante e promover maior ades&atilde;o dos praticantes, por necessitar per&iacute;odos de treino reduzidos &ndash; fator importante pois a falta de tempo &eacute; uma das barreiras mais citadas como entrave para a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica (METCALFE et al., 2011).<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#A52A2A\">Valeu, espero que tenham acertado!<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>72 &#8211; De acordo com padr&otilde;es ergon&ocirc;micos, um projeto para um posto de trabalho de digitadores deve contar com as seguintes medidas cr&iacute;ticas, EXCETO:<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) &Acirc;ngulo de vis&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\t(B) Altura do mal&eacute;olo lateral ao solo.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) Altura popl&iacute;tea idem a do assento.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) Altura do encosto da cadeira (altura lombar).\n<\/p>\n<p>\n\tQuando o trabalhador est&aacute; sentado, a altura do cotovelo depende do assento e, por esta raz&atilde;o, deve-se inicialmente dimensionar a altura <strong>do assento usando-se a altura do popl&iacute;teo (parte inferior da coxa),<\/strong> at&eacute; porque se torna mais f&aacute;cil ajustar a altura da cadeira do que a altura da mesa fixa.\n<\/p>\n<p>\n\tOutro aspecto que estudamos &eacute; que &ldquo;O apoio para o dorso deve ter uma forma que acompanhe as curvaturas da coluna, sem retific&aacute;-la, mas tamb&eacute;m sem acentuar suas curvaturas.\n<\/p>\n<ul>\n<li>\n\t\t<strong>O apoio para o dorso deve ter regulagem de altura alguns autores sugerem medidas para o v&atilde;o livre entre o assento e o encosto com o objetivo de permitir a acomoda&ccedil;&atilde;o da parte posterior das n&aacute;degas e prover tamb&eacute;m o apoio a regi&atilde;o lombar. <\/strong>Dul e Weerdmeester (2004) <strong>recomendam um v&atilde;o livre de 10 a 20 cm entre o assento e o encosto ou ser convexa<\/strong> (para acomodar a curvatura das n&aacute;degas).\n\t<\/li>\n<li>\n\t\tDeve haver espa&ccedil;o na cadeira para acomodar as n&aacute;degas.\n\t<\/li>\n<\/ul>\n<p>\n\t<strong>O angulo de vis&atilde;o &eacute;<\/strong> outro aspecto importante no dimensionamento do posto de trabalho.\n<\/p>\n<p>\n\tPortanto, o &uacute;nico item que n&atilde;o faz parte das medidas necess&aacute;rias &eacute; a Altura do mal&eacute;olo lateral ao solo.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito:<\/strong> B\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>73 &#8211; Ao analisar o ciclo da marcha no quadril, qual considera&ccedil;&atilde;o est&aacute; INCORRETA?<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) Uma amplitude de movimento de 40&deg; de flex&atilde;o e 10&deg; de extens&atilde;o (10&deg; de extens&atilde;o no apoio terminal at&eacute; 30&deg; de flex&atilde;o no balan&ccedil;o m&eacute;dio e contato inicial).&nbsp;<span style=\"color:#A52A2A\">Item correto. Sem considera&ccedil;&otilde;es.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(B) H&aacute; domin&acirc;ncia dos m&uacute;sculos flexores biarticulares do quadril sobre o iliopsoas, o que pode causar mec&acirc;nica defeituosa do quadril ou dor no joelho devido ao uso excessivo.&nbsp;<span style=\"color:#A52A2A\">Item correto. Sem considera&ccedil;&otilde;es.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(C) O quadril &eacute; inervado primariamente a partir do n&iacute;vel espinhal L3, e em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; dor referida proveniente do quadril, a irrita&ccedil;&atilde;o na articula&ccedil;&atilde;o do quadril em geral &eacute; sentida ao longo do derm&aacute;tomo de refer&ecirc;ncia L3 a partir da virilha, descendo pela regi&atilde;o anterior da coxa at&eacute; o joelho. <span style=\"color:#A52A2A\">Item correto. Sem considera&ccedil;&otilde;es.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(D) No mecanismo de distribui&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;a, h&aacute; domin&acirc;ncia do gl&uacute;teo m&eacute;dio sobre o m&uacute;sculo TFL, o que causa dor na regi&atilde;o lateral do joelho em decorr&ecirc;ncia da tens&atilde;o no trato iliotibial ou rota&ccedil;&atilde;o lateral do f&ecirc;mur com sobrecarga na regi&atilde;o lateral do joelho devido a um efeito de arqueamento.&nbsp;<strong>O m&uacute;sculo TFL tem uma a&ccedil;&atilde;o de rota&ccedil;&atilde;o medial do quadril, o que gera uma rota&ccedil;&atilde;o medial do f&ecirc;mur sobre a t&iacute;bia.&nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>D. Sem recurso.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>74 &#8211; A percep&ccedil;&atilde;o e o processamento de informa&ccedil;&otilde;es por um trabalhador podem ser treinados e aprimorados pelas orienta&ccedil;&otilde;es de um fisioterapeuta, tanto quanto deve ser a preocupa&ccedil;&atilde;o com aspectos sens&oacute;rio-motores relacionados &agrave; postura, por exemplo. Sendo assim, h&aacute; t&eacute;cnicas comumente usadas de aperfei&ccedil;oamento da mem&oacute;ria de curta dura&ccedil;&atilde;o. Entre as estrat&eacute;gias a seguir, N&Atilde;O est&aacute; de acordo com essa proposta:<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) Fazer diferencia&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\t(B) Usar redes neurais.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) Fazer agrupamento.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) Usar letras no lugar de n&uacute;meros.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>B.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:<\/strong> Pessoal, utilizamos as redes neurais para formar os engramas, correto? Os engramas fazem parte da mem&oacute;ria de longa dura&ccedil;&atilde;o, ou seja, duram dias, meses ou mesmo anos. Lembre-se que uma habilidade aprendida e executada v&aacute;rias vezes deixa uma marca&ccedil;&atilde;o no c&oacute;rtex motor. Sua capacidade de &ldquo;memorizar&rdquo; sequ&ecirc;ncias de movimentos frequentemente executadas &eacute; conhecida como engrama. Para responder essa quest&atilde;o era s&oacute; lembrar das bases do tratamento da Fisioterapia Neurofuncional.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>75 &#8211; Para alcan&ccedil;ar sucesso com a aplica&ccedil;&atilde;o das t&eacute;cnicas de mobiliza&ccedil;&atilde;o das articula&ccedil;&otilde;es perif&eacute;ricas, como na articula&ccedil;&atilde;o glenoumeral, o posicionamento do terapeuta e do paciente pode fazer toda a diferen&ccedil;a, sendo assim &eacute; correto afirmar que:<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) O deslizamento caudal est&aacute; indicado para aumentar a abdu&ccedil;&atilde;o e para a reposi&ccedil;&atilde;o da cabe&ccedil;a do &uacute;mero se esta estiver posicionada anteriormente.<span style=\"color:#A52A2A\"> <\/span><span style=\"color:#A52A2A\">A primeira parte da afirmativa est&aacute; correta, o deslizamento caudal &eacute; indicado para aumentar a abdu&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m, tamb&eacute;m ter&aacute; a&ccedil;&atilde;o quando a cabe&ccedil;a do &uacute;mero estiver posicionada superiormente e n&atilde;o anteriormente. Item incorreto.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(B) No caso de deslizamento glenoumeral, a for&ccedil;a mobilizadora deve ser aplicada com as m&atilde;os posicionadas superiormente e deslizar o &uacute;mero lateralmente. <span style=\"color:#A52A2A\">Deslizamento glenoumeral para onde? Existem v&aacute;rias formas de deslizamento glenoumeral, por exemplo, deslizamento caudal, deslizamento anterior e etc. Em cada um deles as m&atilde;os poder&atilde;o ser posicionadas de maneiras diferentes. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(C) Em casos de tra&ccedil;&atilde;o no eixo longo, a for&ccedil;a mobilizadora vem da m&atilde;o em torno do bra&ccedil;o, tracionando caudalmente &agrave; medida que transfere o peso do corpo inferiormente.<span style=\"color:#A52A2A\"> Item correto. Essa mobiliza&ccedil;&atilde;o &eacute; indicada para o impacto subacromial e hipomobilidade capsular glenoumeral inferior e &eacute; realizada da maneira descrita.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\tD) Para a progress&atilde;o do deslizamento caudal, cuja indica&ccedil;&atilde;o &eacute; aumentar a abdu&ccedil;&atilde;o quando a amplitude se aproxima de 90&deg;, deve-se acrescentar a rota&ccedil;&atilde;o interna do &uacute;mero no final da amplitude &agrave; medida que o bra&ccedil;o se aproxima de 90&deg; e vai al&eacute;m. <span style=\"color:#A52A2A\">Deve-se acrescentar rota&ccedil;&atilde;o externa. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>C. Sem recurso.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>76 &#8211; A maioria dos casos de amputa&ccedil;&atilde;o transfemoral ocorre por causa vascular, sendo o trauma com les&atilde;o grave de partes moles mais comuns em jovens, decorrente de acidentes. Ao analisar a biomec&acirc;nica de uma pessoa na posi&ccedil;&atilde;o ortost&aacute;tica a fim de avaliar e planejar a terap&ecirc;utica ap&oacute;s a amputa&ccedil;&atilde;o, &eacute; correto afirmar que:<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) Considerando uma pessoa na posi&ccedil;&atilde;o ortost&aacute;tica, o eixo de carga do membro inferior mede 3&deg; de adu&ccedil;&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vertical.&nbsp;&nbsp;<span style=\"color:#A52A2A\">Estes graus de adu&ccedil;&atilde;o s&atilde;o conferidos pelo &acirc;ngulo de inclina&ccedil;&atilde;o do f&ecirc;mur. Item correto<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(B) Na posi&ccedil;&atilde;o ortost&aacute;tica em apoio unipodal, o eixo de carga passa atrav&eacute;s do centro da cabe&ccedil;a do f&ecirc;mur, interc&ocirc;ndilo, e ponto<s> lateral <\/s>do tornozelo. <span style=\"color:#A52A2A\">Da maneira como a afirmativa est&aacute; descrita, o eixo da carga deveria estar direcionado para a regi&atilde;o medial do tornozelo. Item incorreto<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(C) A miodese do m&uacute;sculo adutor magno deve ser realizada em flex&atilde;o, abdu&ccedil;&atilde;o e rota&ccedil;&atilde;o interna a fim de evitar maior gasto de energia para a futura locomo&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<span style=\"color:#A52A2A\">O correto seria adu&ccedil;&atilde;o, visto que, a deformidade mais comum nesta amputa&ccedil;&atilde;o &eacute; a abdu&ccedil;&atilde;o. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(D) A maioria dos pacientes com amputa&ccedil;&atilde;o a n&iacute;vel transfemoral gasta, em m&eacute;dia, 65% mais energia para a marcha em velocidade confort&aacute;vel quando comparados aos indiv&iacute;duos normais, e esses dados s&atilde;o importantes no planejamento prot&eacute;tico. O joelho prot&eacute;tico possui comprimento constante de no m&iacute;nimo 15 cm, e essa deve ser a dist&acirc;ncia m&iacute;nima do local do corte &oacute;sseo at&eacute; os c&ocirc;ndilos femorais para que o bra&ccedil;o de alavanca, que mover&aacute; a pr&oacute;tese, seja o menor poss&iacute;vel sem desnivelar os joelhos. <span style=\"color:#A52A2A\">Alguns estudos indicam que os indiv&iacute;duos com amputa&ccedil;&otilde;es transfemorais apresentaram gasto energ&eacute;tico 45% maior, durante a marcha, quando comparado a n&atilde;o amputados. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>A.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>77 &#8211; Sobre a an&aacute;lise e a prescri&ccedil;&atilde;o de exerc&iacute;cios resistidos, analise as afirmativas a seguir.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>I. <\/strong>Para produzir mudan&ccedil;as adaptativas no desempenho muscular est&aacute;tico, uma contra&ccedil;&atilde;o isom&eacute;trica deve ser mantida por 6 a 10 segundos. Esse tempo &eacute; suficiente para que desenvolva um pico de tens&atilde;o e, assim, ocorram altera&ccedil;&otilde;es metab&oacute;licas no m&uacute;sculo. Uma contra&ccedil;&atilde;o de 10 segundos permite um tempo de subida de dois segundos, um tempo de sustenta&ccedil;&atilde;o de seis segundos e um tempo de queda de dois segundos.<span style=\"color:#A52A2A\"> <\/span><span style=\"color:#A52A2A\"><strong>Este item est&aacute; correto e atende os princ&iacute;pios do treinamento resistido com exerc&iacute;cios isom&eacute;tricos.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>II. <\/strong>Sabe-se que os ganhos de for&ccedil;a muscular ocorrem somente no &acirc;ngulo de treinamento, ou logo adjacentes a eles e, como o extravasamento fisiol&oacute;gico &eacute; m&iacute;nimo, ocorrendo n&atilde;o mais do que 10&deg; em cada dire&ccedil;&atilde;o na amplitude de movimento, recomenda-se fazer resist&ecirc;ncia em quatro a seis pontos da amplitude de movimento. <span style=\"color:#A52A2A\">Este item trata do princ&iacute;pio da especificidade, o qual afirma que o ganho de for&ccedil;a muscular ser&aacute; espec&iacute;fico para a amplitude de movimento trabalhada. Portanto, est&aacute; correto.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>III. <\/strong>O treinamento resistido isom&eacute;trico &eacute; tamb&eacute;m modo espec&iacute;fico. Ele aumenta a for&ccedil;a est&aacute;tica e tem, ainda, muito impacto na for&ccedil;a din&acirc;mica (conc&ecirc;ntrica ou exc&ecirc;ntrica). <span style=\"color:#A52A2A\">Partindo do mesmo princ&iacute;pio da especificidade do treino, n&atilde;o podemos afirmar que o exerc&iacute;cio isom&eacute;trico promover&aacute; ganho de for&ccedil;a din&acirc;mica. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>IV. <\/strong>Quando o objetivo principal &eacute; aumentar a for&ccedil;a muscular, a quantidade de tens&atilde;o que poder&aacute; ser gerada durante a contra&ccedil;&atilde;o isom&eacute;trica depende da posi&ccedil;&atilde;o articular e do comprimento do m&uacute;sculo no momento da contra&ccedil;&atilde;o; sendo&nbsp;assim, basta usar uma carga de 40 a 50% da capacidade de desenvolvimento de for&ccedil;a do m&uacute;sculo para melhorar a for&ccedil;a.&nbsp;<span style=\"color:#A52A2A\">Aqui &eacute; abordado o princ&iacute;pio da sobrecarga. Para obter ganho de for&ccedil;a deve-se exceder ao m&aacute;ximo a capacidade metab&oacute;lica do m&uacute;sculo. Portanto, afirmativa errada.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Est&atilde;o corretas apenas as afirmativas<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) I e II. B) I e III. C) I e IV. D) II e IV.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>A. Sem recurso.\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>78 &#8211; Qual &eacute; o papel da angiotensina II no controle da press&atilde;o arterial?<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) Diminui&ccedil;&atilde;o da press&atilde;o arterial por vasodilata&ccedil;&atilde;o das arter&iacute;olas.\n<\/p>\n<p>\n\t(B) Vasoconstri&ccedil;&atilde;o nas arter&iacute;olas e aumento da press&atilde;o arterial, pois perdura no sangue por tempo curto (1 a 3 minutos).\n<\/p>\n<p>\n\t(C) Vasodilata&ccedil;&atilde;o e aumento da press&atilde;o arterial, cuja a&ccedil;&atilde;o depende da presen&ccedil;a da enzima de convers&atilde;o angiotensina I produzida nos rins.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) Enzima conversora que atua como vasoconstritor das arter&iacute;olas e, deste modo, juntamente com a a&ccedil;&atilde;o da renina, diminui a press&atilde;o arterial perif&eacute;rica.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>B.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios<\/strong>: A angiotensina II faz vasoconstri&ccedil;&atilde;o, colaborando para o mecanismo ligado ao controle de <u>curto prazo<\/u>, que &eacute; a regula&ccedil;&atilde;o hemodin&acirc;mica. Apenas sabendo que a angiotensina II faz vasoconstri&ccedil;&atilde;o, eliminamos a letra A e C. Vamos revisar o Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona para entendermos.&nbsp;O Angiotensinog&ecirc;nio &eacute; produzido pelo f&iacute;gado e est&aacute; presente no sangue. Essa subst&acirc;ncia &eacute; precursora da Angiotensina I. Essa convers&atilde;o &eacute; catalisada pela enzima Renina, que &eacute; liberada pelos rins quando o sangue apresenta baixa concentra&ccedil;&atilde;o de s&oacute;dio ou baixa press&atilde;o arterial. A Angiotensina I, que n&atilde;o apresenta a&ccedil;&atilde;o vascular, &eacute; ent&atilde;o convertida em Angiotensina II, rea&ccedil;&atilde;o esta catalisada pela Enzima Conversora de Angiotensina(ECA). A ECA &eacute; liberada pelo endot&eacute;lio capilar dos pulm&otilde;es. A Angiotensina II, ent&atilde;o, se liga e ativa receptores espec&iacute;ficos(AT<sub>1<\/sub>&nbsp;e AT<sub>2<\/sub>), promovendo a vasoconstri&ccedil;&atilde;o e estimulando a libera&ccedil;&atilde;o de Aldosterona pelo c&oacute;rtex da gl&acirc;ndula Adrenal. O horm&ocirc;nio Aldosterona promove a secre&ccedil;&atilde;o de K<sup>+<\/sup>&nbsp;e consequentemente a reabsor&ccedil;&atilde;o de Na<sup>+<\/sup>. A vasoconstri&ccedil;&atilde;o e a reabsor&ccedil;&atilde;o de s&oacute;dio resultam, finalmente, no <u>aumento da press&atilde;o arterial<\/u>. Letra B.\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>79 &#8211; L&uacute;pus eritematoso sist&ecirc;mico &eacute; uma doen&ccedil;a generalizada do tecido conjuntivo que acomete, sobretudo mulheres; &eacute; caracterizada por les&otilde;es t&iacute;picas na pele, artralgia, entre outros sintomas. A respeito dessa doen&ccedil;a, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>(V) <\/strong>Trata-se de dist&uacute;rbio imunol&oacute;gico; o paciente apresenta leucopenia e tem como fatores precipitantes o uso de drogas antitireoidianas e os contraceptivos orais que induzem a presen&ccedil;a de ANA. <span style=\"color:#A52A2A\">O uso de alguns medicamentos podem ser os fatores precipitantes. Por&eacute;m as literaturas n&atilde;o especificam bem quais s&atilde;o esses medicamentos. Algumas literaturas utilizam as palavras &ldquo;provavelmente&rdquo;, &ldquo;possivelmente&rdquo;, pois n&atilde;o h&aacute; estudos controlados que comprovem isso. Aqui podemos conseguir um recurso, pois n&atilde;o &eacute; 100% comprovado. A banca considerou o item verdadeiro.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>(F) <\/strong>A dor articular &eacute; frequente em cerca de 50% das pacientes e o l&iacute;quido sinovial caracter&iacute;stica de baixa viscosidade (aumento do &aacute;cido hialur&ocirc;nico e baixa proteica). <span style=\"color:#A52A2A\">A dor articular ocorre na maioria dos casos, em torno de 90% (alguns autores falam de 69% a 90%). A baixa viscosidade do l&iacute;quido sinovial &eacute; encontrada em l&iacute;quidos inflamat&oacute;rios onde ocorre a <u>despolimeriza&ccedil;&atilde;o<\/u> do &aacute;cido hialur&ocirc;nico (como ocorre na artrite reumatoide, artrite s&eacute;ptica e gota). Item falso.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>(V) <\/strong>A luz solar e a ultravioleta s&atilde;o consideradas fatores precipitantes e poder&atilde;o levar &agrave; antigenicidade do DNA.<span style=\"color:#A52A2A\"> A luz solar e a ultravioleta s&atilde;o considerados como fatores precipitantes no LES. E a radia&ccedil;&atilde;o UV pode causar dano ao DNA da c&eacute;lula, causando muta&ccedil;&otilde;es no DNA. Item verdadeiro.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>(V) <\/strong>Pacientes apresentam pirexia cont&iacute;nua ou intermitente em quase todos os casos. A febre (pirexia) &eacute; um sintoma comum em quase todos os casos, podendo ocorrer de forma cont&iacute;nua ou intermitente (depende de cada caso). <span style=\"color:#A52A2A\">Lembrando que o&nbsp;sistema imunol&oacute;gico produz anticorpos para proteger o organismo de ant&iacute;genos (corpos estranhos). Havendo uma desorganiza&ccedil;&atilde;o imunol&oacute;gica, o sistema defensivo deixa de distinguir entre os ant&iacute;genos e as c&eacute;lulas e tecidos do pr&oacute;prio corpo, direcionando anticorpos contra si mesmo, os quais reagem formando complexos imunol&oacute;gicos que crescem nos tecidos e podem causar inflama&ccedil;&atilde;o, les&otilde;es e dores. Por isso temos diversas altera&ccedil;&otilde;es sist&ecirc;micas nessa patologia. Item verdadeiro.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>(F) <\/strong>A doen&ccedil;a renal est&aacute; associada em quase todos os casos. Os rins est&atilde;o cl&iacute;nica ou bioquimicamente envolvidos nos est&aacute;gios precoces e a insufici&ecirc;ncia renal terminal &eacute; comum. <span style=\"color:#A52A2A\">Vimos que o LES t&ecirc;m v&aacute;rias formas de manifesta&ccedil;&atilde;o, ou seja, n&atilde;o &eacute; regra que os rins est&atilde;o cl&iacute;nica ou bioquimicamente envolvidos nos est&aacute;gios precoces. A inflama&ccedil;&atilde;o dos rins tamb&eacute;m &eacute; frequente e ocorre em cerca de 50% dos casos, ou seja, n&atilde;o ocorre em quase todos os casos. Item falso.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>A sequ&ecirc;ncia est&aacute; correta em<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) F, V, F, V, V.\n<\/p>\n<p>\n\t(B) V, F, V, V, F.\n<\/p>\n<p>\n\t(C) V, F, F, V, V.\n<\/p>\n<p>\n\t(D) F, F, V, F, V.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: <\/strong>B.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#0000CD\"><strong>80 &#8211; &ldquo;Paciente em dec&uacute;bito dorsal, onde realiza-se a flex&atilde;o, abdu&ccedil;&atilde;o e rota&ccedil;&atilde;o lateral do quadril apoiando o tornozelo ao n&iacute;vel do joelho contralateral, sendo que uma m&atilde;o do examinador posiciona-se na asa do il&iacute;aco oposto e a outra no joelho que est&aacute; sendo examinado, for&ccedil;ando a abdu&ccedil;&atilde;o. A manobra &eacute; positiva quando o paciente refere dor intensa nos adutores.&rdquo; A descri&ccedil;&atilde;o anterior trata-se de qual teste ortop&eacute;dico?<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(A) <em>Ortolani<\/em>. <span style=\"color:#A52A2A\">Como ele &eacute; um teste para displasia de quadril em rec&eacute;m-nascidos, a resposta est&aacute; errada, pois o paciente n&atilde;o tem como referir dor, pois &eacute; um rec&eacute;m-nascido. Nesse teste estabiliza-se a pelve do RN com uma m&atilde;o. Com a outra m&atilde;o flexiona-se e aduz-se o quadril, ao mesmo tempo em que se desloca a cabe&ccedil;a femoral anteriormente, para dentro do acet&aacute;bulo. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(B) De <em>Thomas<\/em>. O<span style=\"color:#A52A2A\">riginalmente, ele &eacute; realizado com o paciente em dec&uacute;bito dorsal, com um joelho sendo mantido no t&oacute;rax no ponto onde a coluna lombar come&ccedil;a a flexionar. Movimento ativo do paciente. O avaliador avalia se a coxa da perna reta mant&eacute;m o contato com a superf&iacute;cie&nbsp;da maca. Se a coxa estiver erguida da maca, o teste &eacute; considerado positivo.&nbsp;Avalia a flexibilidade do complexo iliopsoas. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(C) Do Flamingo. <span style=\"color:#A52A2A\">Paciente em p&eacute;. Pedir ao paciente para ficar de p&eacute; sobre uma perna de cada vez. Depois, instruir o paciente para saltar. Este teste aumenta a press&atilde;o na articula&ccedil;&atilde;o do quadril, sacroil&iacute;aca e da s&iacute;nfise p&uacute;bica. Dor aumentada pode indicar processo inflamat&oacute;rio no lado da perna de apoio. Item errado.<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t(D) Manobra de Grava. <span style=\"color:#A52A2A\">Essa &eacute; a resposta da quest&atilde;o!<\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Gabarito: D<\/strong>.\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#006400\"><strong>Ent&atilde;o &eacute; isso, pessoal!<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#006400\"><strong>Sucesso no concurso!<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#006400\"><strong>Grande abra&ccedil;o,<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#FF0000\"><strong>Equipe Estrat&eacute;gia Concursos na Sa&uacute;de &#8211; FISIOTERAPIA<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#006400\"><strong>Prof. F&aacute;bio Cardoso<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#006400\"><strong>Prof. Gislaine Holler<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#006400\"><strong>Prof. Mara Ribeiro<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#006400\"><strong>Prof. Michelline Rodriguez<\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol&aacute;, pessoal! Tudo bem com voc&ecirc;s? Estamos passando por aqui para comentar a prova do CBMDF, realizada no dia 05\/01\/2017, banca IDECAN. Essa prova foi mal elaborada, causando algumas d&uacute;vidas. Assim como tivemos quest&otilde;es muito&nbsp;f&aacute;ceis, outras estavam mal elaboradas. Assim como, utilizaram uma literatura muito antiga. 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