{"id":64235,"date":"2017-02-07T23:05:35","date_gmt":"2017-02-08T02:05:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=64235"},"modified":"2017-02-07T23:07:42","modified_gmt":"2017-02-08T02:07:42","slug":"comentario-gabarito-pc-go-direito-administrativo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/comentario-gabarito-pc-go-direito-administrativo\/","title":{"rendered":"Coment\u00e1rio Gabarito PC GO Direito Administrativo &#8211; RECURSOS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em><strong>[Gabarito Direito Administrativo PC&nbsp;GO] <\/strong><\/em>Boa noite, pessoal! Como voc&ecirc;s est&atilde;o?\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEstou passando por aqui para comentar o <strong>gabarito de Direito Administrativo<\/strong> da&nbsp;prova de <strong>Delegado da Pol&iacute;cia Civil do Estado de Goi&aacute;s (PC GO)<\/strong>&nbsp;aplicada no &uacute;ltimo final de semana (dia 5\/2\/17).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tForam 10 quest&otilde;es de Direito Administrativo&nbsp;(al&eacute;m de uma quest&atilde;o da Lei Estadual 10.460\/1988). Como esperado, as quest&otilde;es foram de um n&iacute;vel m&eacute;dio a dif&iacute;cil. Por&eacute;m, o Cespe mandou mal em algumas quest&otilde;es. Sinceramente, foi uma das piores provas de Direito Administrativo que j&aacute; vi o Cespe fazer. N&atilde;o estou falando de n&iacute;vel de dificuldade, mas sim em quest&otilde;es mal elaboradas. Conforme vamos analisar abaixo, existem tr&ecirc;s quest&otilde;es pass&iacute;veis de recurso. Ent&atilde;o, sinceramente, entendo que o avaliador mandou mal.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tVamos l&aacute;!\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8212;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 71<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Ap&oacute;s o t&eacute;rmino de est&aacute;gio probat&oacute;rio, a administra&ccedil;&atilde;o reprovou servidor p&uacute;blico e editou ato de exonera&ccedil;&atilde;o, no qual declarou que esta se dera por inassiduidade. Posteriormente, o servidor demonstrou que nunca havia faltado ao servi&ccedil;o ou se atrasado para nele chegar.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Nessa situa&ccedil;&atilde;o hipot&eacute;tica, o ato administrativo de exonera&ccedil;&atilde;o &eacute;<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A nulo por aus&ecirc;ncia de finalidade.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B anul&aacute;vel por aus&ecirc;ncia de objeto.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C anul&aacute;vel por aus&ecirc;ncia de forma.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D anul&aacute;vel por aus&ecirc;ncia de motiva&ccedil;&atilde;o.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E nulo por aus&ecirc;ncia de motivo.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: a inassiduidade &eacute; definida como a falta habitual ao servi&ccedil;o, por per&iacute;odos intercalados. Na Lei Estadual 10.460\/1988, n&atilde;o consta expressamente uma defini&ccedil;&atilde;o para inassiduidade habitual. Na verdade, &eacute; bastante comum os estatutos dos servidores de outros entes diferenciarem a inassiduidade habitual do abandono de cargo. Vejamos, por exemplo, o que disp&otilde;e a Lei 8.112\/1990:\n<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t\tArt. 138.&nbsp; Configura abandono de cargo a aus&ecirc;ncia intencional do servidor ao servi&ccedil;o por mais de trinta dias consecutivos.\n\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t\tArt. 139.&nbsp; Entende-se por inassiduidade habitual a falta ao servi&ccedil;o, sem causa justificada, por sessenta dias, interpoladamente, durante o per&iacute;odo de doze meses.\n\t<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8212;-\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNote que, na norma federal, o abandono de cargo &eacute; a falta consecutiva, enquanto a inassiduidade &eacute; a falta intercalada. Na Lei Estadual 10.460\/1988, tudo isso &eacute; abandono de cargo, vejamos:\n<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t\tArt. 37 &#8211; Salvo os casos expressamente previstos neste Estatuto, o funcion&aacute;rio que interromper o exerc&iacute;cio por mais de 30 (trinta) dias consecutivos ou <strong>45 (quarenta e cinco) intercalados<\/strong>, sem justa causa, dentro do mesmo ano civil, <strong>ser&aacute; demitido por abandono de cargo<\/strong>.\n\t<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8212;-\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPortanto, tanto a falta consecutiva como a falta intercalada configuram o abandono de cargo. Por&eacute;m, esse n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o (motivo pelo qual n&atilde;o caberia recurso por isso). Na verdade, a quest&atilde;o n&atilde;o se refere ao conceito de abandono de cargo ou inassiduidade, mas sim do ato administrativo de exonera&ccedil;&atilde;o. No caso, a inassiduidade seria o motivo da exonera&ccedil;&atilde;o. Basta voc&ecirc; imaginar: pela justificativa da Administra&ccedil;&atilde;o, por qual <strong>motivo<\/strong> o servidor foi exonerado? A resposta seria: pela inassiduidade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPor&eacute;m, ao comprovar que n&atilde;o houve falta ou atraso, o servidor demonstrou que o motivo de sua exonera&ccedil;&atilde;o era inexistente. Logo, <strong>houve v&iacute;cio de motivo<\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAdemais, os v&iacute;cios de finalidade, motivo e objeto s&atilde;o SEMPRE insan&aacute;veis, ou seja, n&atilde;o s&atilde;o pass&iacute;veis de convalida&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tCom efeito, os atos administrativos podem ser classificados em inexistentes, nulos, anul&aacute;veis e v&aacute;lidos. Como o ato &eacute; viciado, ou ele ser&aacute; nulo ou anul&aacute;vel. O primeiro &eacute; o ato que n&atilde;o &eacute; pass&iacute;vel de convalida&ccedil;&atilde;o (possui um v&iacute;cio insan&aacute;vel), enquanto o segundo &eacute; o ato pass&iacute;vel de convalida&ccedil;&atilde;o (possui um v&iacute;cio san&aacute;vel).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDessa forma, como o ato de exonera&ccedil;&atilde;o apresentou um v&iacute;cio de motivo (o motivo era inexistente), ent&atilde;o o ato &eacute; nulo, por aus&ecirc;ncia de motivo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito: alternativa E.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 72<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Um policial andava pela rua quando presenciou um assalto. Ao ver o assaltante fugir, o policial parou um carro, identificou-se ao motorista, entrou no carro e pediu que ele perseguisse o criminoso.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Nessa situa&ccedil;&atilde;o, conforme a CF e a doutrina pertinente, tem-se um exemplo t&iacute;pico da modalidade de interven&ccedil;&atilde;o do Estado na propriedade privada denominada:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A limita&ccedil;&atilde;o administrativa, cabendo indeniza&ccedil;&atilde;o ao propriet&aacute;rio, se houver dano ao bem deste.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B requisi&ccedil;&atilde;o administrativa, cabendo indeniza&ccedil;&atilde;o ao propriet&aacute;rio, se houver dano ao bem deste.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C desapropria&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o cabendo indeniza&ccedil;&atilde;o ao propriet&aacute;rio, independentemente de dano ao bem deste.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D servid&atilde;o administrativa, n&atilde;o cabendo indeniza&ccedil;&atilde;o ao propriet&aacute;rio, independentemente de dano ao bem deste.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E ocupa&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria, n&atilde;o cabendo indeniza&ccedil;&atilde;o ao propriet&aacute;rio, mesmo que haja dano ao bem deste.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) Jos&eacute; dos Santos Carvalho Filho ensina que as &ldquo;limita&ccedil;&otilde;es administrativas s&atilde;o <strong>determina&ccedil;&otilde;es de car&aacute;ter geral<\/strong>, atrav&eacute;s das quais o Poder P&uacute;blico imp&otilde;e a <strong>propriet&aacute;rios indeterminados <\/strong>obriga&ccedil;&otilde;es positivas, negativas ou permissivas, para o fim de condicionar as propriedades ao atendimento da fun&ccedil;&atilde;o social&rdquo;. N&atilde;o se trata, portanto, de limita&ccedil;&atilde;o, pois a a&ccedil;&atilde;o do policial foi uma medida concreta, enquanto a limita&ccedil;&atilde;o &eacute; um ato geral (lei ou regulamento). Ademais, em regra, n&atilde;o cabe indeniza&ccedil;&atilde;o na limita&ccedil;&atilde;o administrativa &ndash; <strong><span style=\"color:#FF0000\">ERRADA<\/span><\/strong>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) requisi&ccedil;&atilde;o &eacute; a modalidade de interven&ccedil;&atilde;o estatal por meio da qual o Estado utiliza bens m&oacute;veis, im&oacute;veis e servi&ccedil;os particulares <strong>em situa&ccedil;&atilde;o de perigo p&uacute;blico iminente<\/strong>, ou para atendimento de necessidades coletivas urgentes e transit&oacute;rias. Veja que o caso do policial foi justamente uma requisi&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que houve a utiliza&ccedil;&atilde;o de um bem m&oacute;vel (ve&iacute;culo) e um servi&ccedil;o (dirigir) de particular em uma situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia. Ademais, o art. 5&ordm;, XXV, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal disp&otilde;e que &ldquo;no caso de iminente perigo p&uacute;blico, a autoridade competente poder&aacute; usar de propriedade particular, assegurada ao propriet&aacute;rio indeniza&ccedil;&atilde;o ulterior, <strong>se houver dano<\/strong>&rdquo;. Portanto, na requisi&ccedil;&atilde;o, caber&aacute; indeniza&ccedil;&atilde;o ao propriet&aacute;rio se houver dano ao bem deste &ndash; <strong><span style=\"color:#0000FF\">CORRETA<\/span><\/strong>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) para a Prof. Maria Sylvia Zanella Di Pietro a desapropria&ccedil;&atilde;o &ldquo;&eacute; o procedimento administrativo pelo qual o Poder P&uacute;blico ou seus delegados, mediante pr&eacute;via declara&ccedil;&atilde;o de necessidade p&uacute;blica, utilidade p&uacute;blica ou interesse social, imp&otilde;e ao propriet&aacute;rio a perda de um bem, substituindo-o <strong>em seu patrim&ocirc;nio por justa indeniza&ccedil;&atilde;o<\/strong>&rdquo; &ndash; <strong><span style=\"color:#FF0000\">ERRADA<\/span><\/strong>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) segundo Jos&eacute; dos Santos Carvalho Filho, a <strong>servid&atilde;o administrativa<\/strong> &ldquo;&eacute; o direito real p&uacute;blico que autoriza o poder p&uacute;blico a <strong>usar propriedade im&oacute;vel<\/strong> para permitir a execu&ccedil;&atilde;o de obras e servi&ccedil;os de interesse coletivo&rdquo;. Assim, na servid&atilde;o, h&aacute; o uso permanente de parcela de propriedade im&oacute;vel, devendo ocorrer mediante indeniza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via, desde que haja comprova&ccedil;&atilde;o de preju&iacute;zo &ndash; <strong><span style=\"color:#FF0000\">ERRADA<\/span><\/strong>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) na <strong>ocupa&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;rio<\/strong>, o Poder P&uacute;blico se utiliza transitoriamente de <strong>im&oacute;veis<\/strong> privados, como meio de apoio &agrave; execu&ccedil;&atilde;o de obras e servi&ccedil;os p&uacute;blicos. Seria o caso da utiliza&ccedil;&atilde;o de um terreno particular para colocar m&aacute;quinas utilizadas na realiza&ccedil;&atilde;o de uma refor&ccedil;a de rodovia. Ademais, se houver dano, caber&aacute; indeniza&ccedil;&atilde;o &ndash; <strong><span style=\"color:#FF0000\">ERRADA<\/span><\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito: alternativa B.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 73<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Determinado &oacute;rg&atilde;o p&uacute;blico pretende dar publicidade a um instrumento convocat&oacute;rio com objetivo de comprar armas de fogo do tipo pistola, de calibre 380, usualmente vendidas no mercado brasileiro. O valor or&ccedil;ado da aquisi&ccedil;&atilde;o dos produtos &eacute; de R$ 700.000.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Nessa situa&ccedil;&atilde;o, a compra poder&aacute; ser efetuada mediante licita&ccedil;&atilde;o na modalidade<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A tomada de pre&ccedil;o do tipo t&eacute;cnica e pre&ccedil;o.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B concorr&ecirc;ncia do tipo melhor t&eacute;cnica.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C concorr&ecirc;ncia do tipo t&eacute;cnica e pre&ccedil;o.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D preg&atilde;o do tipo menor pre&ccedil;o.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E tomada de pre&ccedil;os do tipo menor pre&ccedil;o.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: duas modalidades poderiam ser utilizadas na quest&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPrimeiramente, devemos observar que a pistola &eacute; um bem. Logo, o limite para adotar a tomada de pre&ccedil;os seria de R$ 650 mil. Portanto, pelo valor, somente seria poss&iacute;vel empregar a <strong>concorr&ecirc;ncia<\/strong> &ndash; modalidade cab&iacute;vel para compras acima de R$ 650 mil (Lei 8.666\/1993, art. 23, II, &ldquo;c&rdquo;). Logo, j&aacute; eliminamos as alternativas A e E, pois o valor supera o limite da tomada de pre&ccedil;os.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPor&eacute;m, o tipo de licita&ccedil;&atilde;o teria que ser o de <strong>menor pre&ccedil;o<\/strong>, uma vez que os tipos &ldquo;melhor t&eacute;cnica&rdquo; e &ldquo;t&eacute;cnica e pre&ccedil;o&rdquo; destinam-se exclusivamente para <strong>servi&ccedil;os de natureza predominantemente intelectual<\/strong> (Lei 8.666\/1993, art. 46). Logo, tais crit&eacute;rios de julgamento n&atilde;o poderiam ser empregados na aquisi&ccedil;&atilde;o de pistolas, uma vez que s&atilde;o bens, que n&atilde;o possuem qualquer caracter&iacute;stica especial. Afinal, s&atilde;o &ldquo;usualmente vendidas no mercado brasileiro&rdquo;. Com isso, ainda que seja poss&iacute;vel adotar a concorr&ecirc;ncia, as op&ccedil;&otilde;es B e C est&atilde;o incorretas, em virtude dos tipos de licita&ccedil;&atilde;o mencionados.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAdemais, conforme relatamos, as pistolas s&atilde;o &ldquo;usualmente vendidas no mercado brasileiro&rdquo;. Assim, note: as pistolas n&atilde;o possuem caracter&iacute;sticas especiais que dificultem a sua descri&ccedil;&atilde;o, de tal forma que seria poss&iacute;vel caracteriz&aacute;-las mediante par&acirc;metros usuais de mercado. Logo, as pistolas <strong>s&atilde;o bens comuns<\/strong>, podendo ser licitadas <strong>mediante preg&atilde;o<\/strong>, que somente admite o crit&eacute;rio de <strong>menor pre&ccedil;o<\/strong>. Da&iacute; o gabarito ser a letra D.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito: alternativa D.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 74<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>De acordo com a legisla&ccedil;&atilde;o e a doutrina pertinentes, o poder de pol&iacute;cia administrativa<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A pode manifestar-se com a edi&ccedil;&atilde;o de atos normativos como decretos do chefe do Poder Executivo para a fiel regulamenta&ccedil;&atilde;o de leis.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B &eacute; poder de natureza vinculada, uma vez que o administrador n&atilde;o pode valorar a oportunidade e conveni&ecirc;ncia de sua pr&aacute;tica, estabelecer o motivo e escolher seu conte&uacute;do.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C pode ser exercido por &oacute;rg&atilde;o que tamb&eacute;m exer&ccedil;a o poder de pol&iacute;cia judici&aacute;ria.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D &eacute; de natureza preventiva, n&atilde;o se prestando o seu exerc&iacute;cio, portanto, &agrave; esfera repressiva.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E &eacute; poder administrativo que consiste na possibilidade de a administra&ccedil;&atilde;o aplicar puni&ccedil;&otilde;es a agentes p&uacute;blicos que cometam infra&ccedil;&otilde;es funcionais.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: essa &eacute; uma quest&atilde;o que, no meu ponto de vista, &eacute; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>pass&iacute;vel de recurso<\/strong><\/span>. Vamos aos coment&aacute;rios:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) o poder de pol&iacute;cia administrativa n&atilde;o se resume ao exerc&iacute;cio de atividades concretas, pois tamb&eacute;m pode se manifestar no &acirc;mbito normativo. Por exemplo: quando o Presidente da Rep&uacute;blica edita um decreto regulamentar tratando de regras para obten&ccedil;&atilde;o da licen&ccedil;a para dirigir, ele estar&aacute; exercendo o poder de pol&iacute;cia administrativa no &acirc;mbito normativo. Nessa linha a Prof. Maria Di Pietro, ao falar do poder de pol&iacute;cia, disp&otilde;e que &ldquo;a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, no exerc&iacute;cio da parcela que lhe &eacute; outorgada do mesmo poder, <strong>regulamenta as leis<\/strong> e controla a sua aplica&ccedil;&atilde;o, preventivamente (por meio de ordens, notifica&ccedil;&otilde;es, licen&ccedil;as ou autoriza&ccedil;&otilde;es) ou repressivamente (mediante imposi&ccedil;&atilde;o de medidas coercitivas)&rdquo; &ndash; <span style=\"color:#0000FF\"><strong>CORRETA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) um dos atributos do poder de pol&iacute;cia &eacute; a discricionariedade, que pode se manifestar no motivo ou no objeto dos atos de pol&iacute;cia. Por&eacute;m, devemos lembrar que nem todo ato de pol&iacute;cia ser&aacute; discricion&aacute;rio, pois existem alguns atos vinculados (como as licen&ccedil;as) &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) a pol&iacute;cia administrativa incide sobre bens, direitos e atividades que ser&atilde;o restritas ou condicionadas em prol do interesse coletivo; j&aacute; a pol&iacute;cia judici&aacute;ria incide sobre as pessoas envolvidas no cometimento de il&iacute;citos penais. Ademais, enquanto a pol&iacute;cia administrativa &eacute; exercida por diversos &oacute;rg&atilde;os e entidades da Administra&ccedil;&atilde;o (exemplo: um departamento da prefeitura encarregado de emitir a licen&ccedil;a para construir), a pol&iacute;cia judici&aacute;ria &eacute; desempenhada exclusivamente pelos &oacute;rg&atilde;os de seguran&ccedil;a, como a pol&iacute;cia civil e a pol&iacute;cia federal. Logo, tais atividades, em regra, n&atilde;o s&atilde;o desempenhadas pelos mesmos &oacute;rg&atilde;os. Observo, todavia, que eventualmente a legisla&ccedil;&atilde;o pode estabelecer compet&ecirc;ncias para os &oacute;rg&atilde;os de seguran&ccedil;a exercerem atividades de pol&iacute;cia administrativa. &Eacute; o que ocorre, por exemplo, com a emiss&atilde;o de autoriza&ccedil;&atilde;o para porte de arma de fogo, cuja compet&ecirc;ncia &eacute; da Pol&iacute;cia Federal. Essa atividade n&atilde;o &eacute; de pol&iacute;cia judici&aacute;ria, mas sim de pol&iacute;cia administrativa (condicionamento do exerc&iacute;cio de uma atividade privada &ndash; portar arma de fogo). Exatamente por isso que essa alternativa poderia ser dada como correta, pois existem exce&ccedil;&otilde;es, isto &eacute;, existem atribui&ccedil;&otilde;es de pol&iacute;cia administrativa que podem ser exercidas por &oacute;rg&atilde;os que tamb&eacute;m desempenham a pol&iacute;cia judici&aacute;ria. Logo, cabe recurso &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA (com recurso);<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) a pol&iacute;cia administrativa pode ser preventiva (ordens, notifica&ccedil;&otilde;es, licen&ccedil;as, autoriza&ccedil;&otilde;es, etc.) ou repressiva (aplica&ccedil;&atilde;o de multas, apreens&atilde;o de mercadorias, dissolu&ccedil;&atilde;o de reuni&otilde;es, etc.) &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) a alternativa tratou do poder disciplinar &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#FF0000\"><strong>Gabarito: alternativa A (cabe recurso para invalidar a quest&atilde;o, pois a letra C pode ser dada como correta).<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 75<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Em rela&ccedil;&atilde;o aos princ&iacute;pios expressos e impl&iacute;citos da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A O princ&iacute;pio da legalidade, quando aplic&aacute;vel ao direito privado, institui um crit&eacute;rio de subordina&ccedil;&atilde;o &agrave; lei, a denominada regra da reserva legal.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B O princ&iacute;pio da legalidade, previsto na Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988 (CF), n&atilde;o possui quaisquer restri&ccedil;&otilde;es excepcionais.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C Respeitado o que predispuser a <em>intentio legis<\/em> (vontade da lei), compete ao &oacute;rg&atilde;o da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica a livre interpreta&ccedil;&atilde;o do que seja interesse p&uacute;blico.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D A proibi&ccedil;&atilde;o da atua&ccedil;&atilde;o do administrado de forma despropositada ou tresloucada &eacute; tamb&eacute;m conhecida doutrinariamente como princ&iacute;pio da proibi&ccedil;&atilde;o dos excessos.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E A prerrogativa da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica de desapropriar ou estabelecer restri&ccedil;&atilde;o a alguma atividade individual decorre do princ&iacute;pio da autotutela.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>: outra quest&atilde;o <span style=\"color:#FF0000\"><strong>pass&iacute;vel de recurso<\/strong><\/span>! Vejamos:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) no direito privado, o princ&iacute;pio da legalidade representa a ideia de <strong>autonomia de vontade<\/strong>, segundo o qual &ldquo;ningu&eacute;m ser&aacute; obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa sen&atilde;o em virtude de lei&rdquo; (CF, art. 5&ordm;, II). Logo, se n&atilde;o houver lei, o particular poder&aacute; agir livremente. A regra da reserva legal significa que a regulamenta&ccedil;&atilde;o de determinadas mat&eacute;rias dever&aacute; ocorrer necessariamente por lei &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) de acordo com Celso Ant&ocirc;nio Bandeira de Mello, o princ&iacute;pio da legalidade possui tr&ecirc;s restri&ccedil;&otilde;es excepcionais (ou exce&ccedil;&otilde;es): (i) medida provis&oacute;ria; (ii) estado de defesa; (iii) estado de s&iacute;tio &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) um dos pilares do regime jur&iacute;dico-administrativo &eacute; o princ&iacute;pio da indisponibilidade, pela Administra&ccedil;&atilde;o dos interesses p&uacute;blicos. Dessa forma, ensina Bandeira de Mello que os interesses qualificados como pr&oacute;prios da coletividade n&atilde;o se encontram &agrave; livre disposi&ccedil;&atilde;o de quem quer que seja, pois s&atilde;o inapropri&aacute;veis. Dessa forma, o pr&oacute;prio &oacute;rg&atilde;o administrativo que os representa n&atilde;o tem disponibilidade sobre eles, devendo atuar em estrita conformidade com o que dispuser a <em>intentio legis<\/em>. Logo, com base no princ&iacute;pio da indisponibilidade (e tamb&eacute;m da legalidade), o interesse p&uacute;blico &eacute; aquele previsto em lei, n&atilde;o cabendo ao &oacute;rg&atilde;o a livre interpreta&ccedil;&atilde;o de seu conceito &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) Hely Lopes Meirelles, ao falar dos princ&iacute;pios da proporcionalidade e da razoabilidade, disp&otilde;e o seguinte:\n<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t\tSem d&uacute;vida, pode ser chamado de <strong>princ&iacute;pio da proibi&ccedil;&atilde;o de excesso<\/strong>, que, em &uacute;ltima an&aacute;lise, objetiva aferir a compatibilidade entre os meios e os fins, de modo a evitar restri&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias ou abusivas <strong>por parte da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica<\/strong>, com les&atilde;o aos direitos fundamentais.\n\t<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tJ&aacute; Fernanda Marinela, dispondo sobre o princ&iacute;pio da razoabilidade, ensina que &ldquo;tal princ&iacute;pio pro&iacute;be a atua&ccedil;&atilde;o do <span style=\"color:#FF0000\"><strong>administrador<\/strong><\/span> de forma despropositada ou tresloucada, quando, com a desculpa de cumprir a lei, age de forma arbitr&aacute;ria e sem qualquer bom senso. Trata-se do princ&iacute;pio da proibi&ccedil;&atilde;o de excessos&rdquo;. (Marinela, 2014, p. 55).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPortanto, tal princ&iacute;pio refere-se, na verdade, &agrave;s condutas do administrador p&uacute;blico e n&atilde;o do &ldquo;administrado&rdquo;. Provavelmente faltou um &ldquo;r&rdquo; na digita&ccedil;&atilde;o da quest&atilde;o, o que mudou significativamente o sentido da quest&atilde;o. Da&iacute; o motivo de o item ter que ser anulado &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>RECURSO (a banca deu essa alternativa como gabarito preliminar);<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) a possibilidade de desapropriar ou estabelecer restri&ccedil;&otilde;es decorre, entre outros, do princ&iacute;pio da supremacia do interesse p&uacute;blico &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#FF0000\"><strong>Gabarito: alternativa D (cabe recurso, pois houve um erro de digita&ccedil;&atilde;o que alterou o sentido da alternativa dada como gabarito).<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 76<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Com base no disposto na Lei n.&ordm; 9.784\/1999, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta, considerando o entendimento dos tribunais superiores e da doutrina sobre o processo administrativo.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A Os processos de presta&ccedil;&atilde;o de contas s&atilde;o exemplo de processos administrativos de outorga, cuja finalidade &eacute; autorizar o exerc&iacute;cio de determinado direito individual.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B O Supremo Tribunal Federal entende que n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria a observ&acirc;ncia do devido processo legal para a anula&ccedil;&atilde;o de ato administrativo que tenha repercutido no campo dos interesses individuais.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C Por ser a ampla defesa um princ&iacute;pio do processo administrativo, a administra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o poder&aacute; definir a maneira como se realizar&aacute; seu exerc&iacute;cio, definindo, por exemplo, o local de vista aos autos.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D A compet&ecirc;ncia processante de &oacute;rg&atilde;o da administra&ccedil;&atilde;o pode ser delegada, em parte, a outro &oacute;rg&atilde;o, ainda que n&atilde;o subordinado hierarquicamente ao &oacute;rg&atilde;o delegante, desde que haja conveni&ecirc;ncia, raz&atilde;o e inexista impedimento legal.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E Conforme o Supremo Tribunal Federal, &eacute; obrigat&oacute;ria a representa&ccedil;&atilde;o por advogado para o exerc&iacute;cio do direito &agrave; recorribilidade de decis&atilde;o proferida em processo administrativo.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) existem v&aacute;rias classifica&ccedil;&otilde;es dos processos administrativos. O processo administrativo de outorga &eacute; aquele que possui um pedido de algum direito ou situa&ccedil;&atilde;o individual diante da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, como os processos de concess&atilde;o de licen&ccedil;a ou alvar&aacute;. Os processos de presta&ccedil;&atilde;o de contas, por sua vez, enquadram-se nos <strong>processos de controle<\/strong> &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) segundo o STF (RE 776.662 PE), a anula&ccedil;&atilde;o dos atos administrativos que repercutam no campo de interesses individuais do cidad&atilde;o <strong>dever&aacute; ser precedida<\/strong> de pr&eacute;vio procedimento em que se assegure ao interessado o efetivo exerc&iacute;cio do direito ao contradit&oacute;rio e &agrave; ampla defesa &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) o direito de defesa &eacute; sim assegurado ao administrado, por&eacute;m em determinadas hip&oacute;teses a Administra&ccedil;&atilde;o poder&aacute; definir como esse exerc&iacute;cio ocorrer&aacute;, sobretudo para defender o interesse p&uacute;blico. Assim, a Administra&ccedil;&atilde;o pode, por exemplo, definir o local para vista (consulta) dos autos do processo &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) disp&otilde;e o art. 12 da Lei 9.784\/1999 que &ldquo;Art. 12. Um &oacute;rg&atilde;o administrativo e seu titular poder&atilde;o, se <strong>n&atilde;o houver impedimento legal<\/strong>, delegar parte da sua compet&ecirc;ncia a outros &oacute;rg&atilde;os ou titulares, <strong>ainda que estes n&atilde;o lhe sejam hierarquicamente subordinados<\/strong>, quando <strong>for conveniente<\/strong>, em <strong>raz&atilde;o<\/strong> de circunst&acirc;ncias de &iacute;ndole t&eacute;cnica, social, econ&ocirc;mica, jur&iacute;dica ou territorial&rdquo; &ndash; <strong><span style=\"color:#0000FF\">CORRETA<\/span><\/strong>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) de acordo com a S&uacute;mula Vinculante 5 do STF, &ldquo;a falta de defesa t&eacute;cnica por advogado no processo administrativo disciplinar n&atilde;o ofende a Constitui&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Ademais, a Lei 9.784\/1999 o administrado pode, <strong>facultativamente<\/strong>, fazer-se assistir por advogado, salvo quando obrigat&oacute;ria a representa&ccedil;&atilde;o, por for&ccedil;a de lei. Portanto, em regra, a presen&ccedil;a de advogado n&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;ria, mas sim uma escolha do administrado &ndash; <strong><span style=\"color:#FF0000\">ERRADA<\/span><\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito: alternativa D.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 77<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A respeito dos poderes e deveres da administra&ccedil;&atilde;o, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta, considerando o disposto na CF.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A A lei n&atilde;o pode criar instrumentos de fiscaliza&ccedil;&atilde;o das finan&ccedil;as p&uacute;blicas, pois tais instrumentos s&atilde;o taxativamente listados na CF.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B A efici&ecirc;ncia, um dever administrativo, n&atilde;o guarda rela&ccedil;&atilde;o com a realiza&ccedil;&atilde;o de supervis&atilde;o ministerial dos atos praticados por unidades da administra&ccedil;&atilde;o indireta.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C O abuso de poder consiste em conduta ileg&iacute;tima do agente p&uacute;blico, caracterizada pela atua&ccedil;&atilde;o fora dos objetivos expl&iacute;citos ou impl&iacute;citos estabelecidos pela lei.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D A capacidade de inovar a ordem jur&iacute;dica e criar obriga&ccedil;&otilde;es caracteriza o poder regulamentar da administra&ccedil;&atilde;o.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E As consequ&ecirc;ncias da condena&ccedil;&atilde;o pela pr&aacute;tica de ato de improbidade administrativa incluem a perda dos direitos pol&iacute;ticos e a suspens&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) em regra, os instrumentos de fiscaliza&ccedil;&atilde;o das finan&ccedil;as p&uacute;blicas constam nos arts. 70 a 75 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, por&eacute;m &eacute; sim poss&iacute;vel que a legisla&ccedil;&atilde;o crie outros instrumentos, como canais de den&uacute;ncia e compet&ecirc;ncias para os &oacute;rg&atilde;os de controle, desde que haja respeito ao equil&iacute;brio entre os poderes &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) a supervis&atilde;o ministerial, tamb&eacute;m chama de tutela ou controle final&iacute;stico, &eacute; o meio de controle da Administra&ccedil;&atilde;o direta sobre o a indireta. Por ser um instrumento de controle, podemos afirmar que h&aacute; sim rela&ccedil;&atilde;o da supervis&atilde;o com o princ&iacute;pio da efici&ecirc;ncia &ndash; <strong><span style=\"color:#FF0000\">ERRADA<\/span><\/strong>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) o <strong>abuso de poder<\/strong> &eacute; g&ecirc;nero que comporta o excesso de poder (atuar fora ou al&eacute;m das compet&ecirc;ncias legais) e o desvio de poder, tamb&eacute;m chamado de desvio de finalidade (atuar com finalidade diversa do interesse p&uacute;blico). A alternativa limitou o conceito de abuso de poder apenas ao caso do desvio de poder. Por isso, no meu ponto de vista, essa alternativa tamb&eacute;m seria incorreta. Se constasse algo como &ldquo;o abuso de poder <strong><u>ocorre<\/u><\/strong> na conduta ileg&iacute;tima&#8230;&rdquo;, a&iacute; at&eacute; daria para dar o item como correto. Por&eacute;m, o verbo &ldquo;consiste&rdquo; d&aacute; uma ideia de defini&ccedil;&atilde;o, da&iacute; porque entendo que o conceito foi indevidamente adotado. No lugar de &ldquo;abuso de poder&rdquo;, deveria constar apenas a esp&eacute;cie &ldquo;desvio de poder&rdquo;. Logo, tamb&eacute;m &eacute; quest&atilde;o pass&iacute;vel de recurso (ainda que essa seja a alternativa &ldquo;menos errada&rdquo;) &ndash; <strong><span style=\"color:#0000FF\">CORRETA<\/span><span style=\"color:#FF0000\"> (mas cabe recurso);<\/span><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) o poder regulamentar &eacute; exercido, em regra, mediante decretos regulamentares, cujo objetivo &eacute; dar fiel execu&ccedil;&atilde;o &agrave;s leis. Dessa forma, n&atilde;o cabe, em regra, ao poder regulamentar inovar na ordem jur&iacute;dica &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) houve uma invers&atilde;o, pois as penas s&atilde;o de suspens&atilde;o dos direitos pol&iacute;ticos e perda da fun&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#FF0000\"><strong>Gabarito: alternativa D (cabe recurso, pois a defini&ccedil;&atilde;o de abuso de poder est&aacute; incompleta).<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 78<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>No que se refere ao processo administrativo disciplinar (PAD), assinale a op&ccedil;&atilde;o correta.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A A CF recepcionou o instituto da verdade sabida, viabilizando a sua aplica&ccedil;&atilde;o no PAD.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B O Supremo Tribunal Federal entende ser ilegal a instaura&ccedil;&atilde;o de sindic&acirc;ncia para apurar a ocorr&ecirc;ncia de irregularidade no servi&ccedil;o p&uacute;blico a partir de dela&ccedil;&atilde;o an&ocirc;nima.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C Conforme o Supremo Tribunal Federal, militar, ainda que reformado, submete-se &agrave; hierarquia e &agrave; disciplina, estando, consequentemente, sujeito &agrave; pena disciplinar.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D Os princ&iacute;pios da ampla defesa e do contradit&oacute;rio no PAD n&atilde;o s&atilde;o absolutos, podendo haver indeferimento de pedidos impertinentes ou protelat&oacute;rios.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E Uma sindic&acirc;ncia preparat&oacute;ria s&oacute; pode servir de subs&iacute;dio para uma sindic&acirc;ncia contradit&oacute;ria, mas n&atilde;o para um PAD.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) a verdade sabida ocorria quando n&atilde;o se tinha qualquer d&uacute;vida sobre o cometimento de uma infra&ccedil;&atilde;o, permitindo a imposi&ccedil;&atilde;o da pena sem a realiza&ccedil;&atilde;o de processo disciplinar. Por exemplo: o servidor comete uma infra&ccedil;&atilde;o diante de dezenas de servidores; ou uma filmagem que comprove, categoricamente, o cometimento da infra&ccedil;&atilde;o. Mesmo nesses casos, a realiza&ccedil;&atilde;o do processo disciplinar, com a concess&atilde;o do contradit&oacute;rio e da ampla defesa, &eacute; obrigat&oacute;ria, pois a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988 n&atilde;o admite a imposi&ccedil;&atilde;o de san&ccedil;&atilde;o disciplinar sem pr&eacute;vio direito de defesa. Logo, o instituto da verdade sabida n&atilde;o foi admitido na atual Constitui&ccedil;&atilde;o Federal &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal veda o anonimato. Contudo, se a Administra&ccedil;&atilde;o receber uma den&uacute;ncia an&ocirc;nima, ser&aacute; poss&iacute;vel iniciar procedimentos pr&eacute;vios de apura&ccedil;&atilde;o para levantar outras provas e, se for o caso, instaurar o processo administrativo disciplinar. O que n&atilde;o pode ocorrer, todavia, &eacute; a aplica&ccedil;&atilde;o de uma san&ccedil;&atilde;o somente com base em den&uacute;ncia an&ocirc;nima. Por&eacute;m, esta pode ser sim um elemento inicial para instaurar uma sindic&acirc;ncia (e depois um PAD), desde que sejam levantados outros ind&iacute;cios do cometimento da irregularidade &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) a S&uacute;mula 56 do STF disp&otilde;e que &ldquo;militar reformado n&atilde;o est&aacute; sujeito &agrave; pena disciplinar&rdquo; &ndash; <strong><span style=\"color:#FF0000\">ERRADA<\/span><\/strong>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) durante o processo administrativo disciplinar, o interessado poder&aacute; exercer o seu direito de defesa, inclusive por meio da indica&ccedil;&atilde;o de provas, requisi&ccedil;&atilde;o de dilig&ecirc;ncias, etc. Por&eacute;m, n&atilde;o se trata de um direito absoluto, ou seja, j&aacute; que a comiss&atilde;o processante pode negar pedidos protelat&oacute;rios ou impertinentes, isto &eacute;, pedidos que s&oacute; sirvam para atrapalhar o andamento do processo. Por exemplo, a Lei 10.460\/1988 disp&otilde;e que &ldquo;poder&atilde;o ser recusadas pelo presidente da comiss&atilde;o processante, mediante despacho fundamentado, a juntada e\/ou produ&ccedil;&atilde;o de provas quando forem manifestamente il&iacute;citas, <strong>impertinentes<\/strong>, desnecess&aacute;rias ou <strong>protelat&oacute;rias<\/strong>&rdquo; (art. 331, &sect; 19) &ndash; <strong><span style=\"color:#0000FF\">CORRETA<\/span><\/strong>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) em alguns entes da Federa&ccedil;&atilde;o, a sindic&acirc;ncia poder&aacute; ter car&aacute;ter preliminar (somente inquisit&oacute;ria) ou como meio de concess&atilde;o do contradit&oacute;rio (sindic&acirc;ncia contradit&oacute;ria). Por exemplo, na Uni&atilde;o, a sindic&acirc;ncia pode ser um procedimento preliminar ao PAD ou um meio para impor san&ccedil;&otilde;es mais leves (suspens&atilde;o de at&eacute; 30 dias). Assim, a sindic&acirc;ncia servir&aacute; tanto para a realiza&ccedil;&atilde;o de uma fase contradit&oacute;ria ou ainda para realiza&ccedil;&atilde;o do PAD &ndash; <strong><span style=\"color:#FF0000\">ERRADA<\/span><\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito: alternativa D.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>QUEST&Atilde;O 79<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; improbidade administrativa, assinale a op&ccedil;&atilde;o correta.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A A a&ccedil;&atilde;o de improbidade administrativa apresenta prazo de proposi&ccedil;&atilde;o decenal, qualquer que seja a tipicidade do il&iacute;cito praticado pelo agente p&uacute;blico.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>B Se servidor p&uacute;blico est&aacute;vel for condenado em a&ccedil;&atilde;o de improbidade administrativa por uso de maquin&aacute;rio da administra&ccedil;&atilde;o em seu s&iacute;tio particular, poder&aacute; ser-lhe aplicada pena de suspens&atilde;o dos direitos pol&iacute;ticos por per&iacute;odo de cinco a oito anos.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>C O particular que praticar ato que enseje desvio de verbas p&uacute;blicas, sozinho ou em conluio com agente p&uacute;blico, responder&aacute;, nos termos da Lei de Improbidade Administrativa, desde que tenha obtido alguma vantagem pessoal.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>D Enriquecimento il&iacute;cito configura ato de improbidade administrativa se o autor auferir vantagem patrimonial indevida em raz&atilde;o do cargo, mandato, fun&ccedil;&atilde;o, emprego ou atividade, mesmo que de forma culposa.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>E Caso um servidor p&uacute;blico federal est&aacute;vel, de forma deliberada, sem justificativa e reiterada, deixar de praticar ato de of&iacute;cio, poder&aacute; ser-lhe aplicada multa civil de at&eacute; cem vezes o valor da sua remunera&ccedil;&atilde;o, conforme a gravidade do fato.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><u>Coment&aacute;rio<\/u><\/strong>:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\ta) os prazos para proposi&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o de improbidade constam em seu art. 23 da Lei 8.429\/1992, sendo que nenhum deles ser&aacute; de dez anos &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tb) usar o maquin&aacute;rio da Administra&ccedil;&atilde;o em propriedade particular &eacute; ato de improbidade administrativa que importa enriquecimento il&iacute;cito (art. 9&ordm;, IV), cuja pena de suspens&atilde;o de direitos pol&iacute;ticos ser&aacute; de 8 a 10 anos (art. 12, I) &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tc) o terceiro, que n&atilde;o seja servidor, s&oacute; responde por ato de improbidade se houver participa&ccedil;&atilde;o de um agente p&uacute;blico, ou seja, ele n&atilde;o responder&aacute; sozinho &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\td) os atos que importam enriquecimento il&iacute;cito s&oacute; admitem conduta culposa &ndash; <span style=\"color:#FF0000\"><strong>ERRADA<\/strong><\/span>;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\te) retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de of&iacute;cio configura ato de improbidade que atenta contra os princ&iacute;pios da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica (art. 11, II), sendo que uma das penas poss&iacute;veis para essa conduta &eacute; a multa civil de at&eacute; 100 vezes o valor da remunera&ccedil;&atilde;o (art. 12, III) &ndash; <span style=\"color:#0000FF\"><strong>CORRETA<\/strong><\/span>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"color:#0000FF\"><strong>Gabarito: alternativa E.<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&#8212;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&Eacute; isso, pessoal!\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDesejo a todos um &oacute;timo resultado neste concurso!\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tN&oacute;s estamos tamb&eacute;m nas redes sociais, onde disponibilizamos diariamente dicas de Direito Administrativo e de prepara&ccedil;&atilde;o para concursos p&uacute;blicos.&nbsp;Siga-nos!\n<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\t<b>Lista especial<\/b> (para receber materiais gratuitos de Direito Administrativo):&nbsp;<a href=\"http:\/\/eepurl.com\/caWVb5\" target=\"_blank\">http:\/\/eepurl.com\/caWVb5<\/a>\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\t<strong>Instagram<\/strong>: <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/profherbertalmeida\/\" target=\"_blank\">@profherbertalmeida<\/a>\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\t<strong>Periscope<\/strong>: @profherbertalmeida\n\t<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">\n\t\t<strong>Facebook<\/strong>:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profherbertalmeida\/\" target=\"_blank\">profherbertalmeida<\/a>\n\t<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tGrande abra&ccedil;o,\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tHerbert Almeida&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[Gabarito Direito Administrativo PC&nbsp;GO] Boa noite, pessoal! Como voc&ecirc;s est&atilde;o? Estou passando por aqui para comentar o gabarito de Direito Administrativo da&nbsp;prova de Delegado da Pol&iacute;cia Civil do Estado de Goi&aacute;s (PC GO)&nbsp;aplicada no &uacute;ltimo final de semana (dia 5\/2\/17). Foram 10 quest&otilde;es de Direito Administrativo&nbsp;(al&eacute;m de uma quest&atilde;o da Lei Estadual 10.460\/1988). 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