{"id":627623,"date":"2020-12-20T16:15:00","date_gmt":"2020-12-20T19:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=627623"},"modified":"2020-12-21T13:54:22","modified_gmt":"2020-12-21T16:54:22","slug":"cooperacao-nacional-e-internacional-resumos-de-processo-civil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/cooperacao-nacional-e-internacional-resumos-de-processo-civil\/","title":{"rendered":"Coopera\u00e7\u00e3o Nacional e Internacional: Resumos de Processo Civil"},"content":{"rendered":"\n<p>Entenda quais s\u00e3o os t\u00f3picos mais importantes no que tange \u00e0 Coopera\u00e7\u00e3o Nacional e Internacional no Processo Civil e direcione seus estudos, focando nos assuntos que costumam ser cobradas nas provas de concursos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse artigo faz parte da s\u00e9rie de resumos de Direito Processual Civil, em que est\u00e3o sendo apresentados os principais temas do&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">C\u00f3digo de Processo Civil<\/a>&nbsp;(CPC), dando maior enfoque nos conte\u00fados que aparecem com mais frequ\u00eancia em quest\u00f5es de concurso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No \u00faltimo artigo tratamos das&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/regras-de-competencia-do-codigo-de-processo-civil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Regras de Compet\u00eancia no CPC<\/a>. Hoje vamos adentrar em um assunto que costuma aparecer reiteradamente em provas:&nbsp;Coopera\u00e7\u00e3o Nacional e Internacional&nbsp;no Processo Civil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para explica\u00e7\u00f5es mais detalhadas, com exemplos pr\u00e1ticos e resolu\u00e7\u00e3o passo a passo dos exerc\u00edcios<a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/pesquisa\/?q=direito+processual+civil\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;acesse aqui<\/a>&nbsp;nossos cursos de Direito Processual Civil, elaborados pelos melhores professores da \u00e1rea.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-coopera-o-jur-dica-nacional-e-internacional\"><strong>Coopera\u00e7\u00e3o Jur\u00eddica<\/strong>&nbsp;Nacional e Internacional<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1540\" height=\"800\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/12\/09213301\/cooperacao-juridica.jpg\" alt=\"Coopera\u00e7\u00e3o Nacional e Internacional\" class=\"wp-image-627627\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/12\/09213301\/cooperacao-juridica.jpg 1540w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/12\/09213301\/cooperacao-juridica-300x156.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/12\/09213301\/cooperacao-juridica-1024x532.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/12\/09213301\/cooperacao-juridica-768x399.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/12\/09213301\/cooperacao-juridica-1536x798.jpg 1536w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/12\/09213301\/cooperacao-juridica-610x317.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 1540px) 100vw, 1540px\" \/><figcaption>Justi\u00e7a<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica abrange a coopera\u00e7\u00e3o nacional e a coopera\u00e7\u00e3o internacional, tratando-se, basicamente, do aux\u00edlio que diferentes ju\u00edzos prestam uns aos outros em face da necessidade de praticar atos processuais fora dos limites da compet\u00eancia territorial de onde corre o processo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Trata-se de um assunto que costuma ser negligenciado pelos&nbsp;concurseiros, devido a sua aparente complexidade, apesar de, na maioria das vezes, ser cobrada apenas a literalidade da Lei. Dessa forma, quest\u00f5es simples acabam sendo objeto de erros recorrentes, que podem fazer toda a diferen\u00e7a para aprova\u00e7\u00e3o do candidato.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos desmistificar as regras de funcionamento da Coopera\u00e7\u00e3o Nacional e Internacional no CPC, de forma a facilitar a compreens\u00e3o da l\u00f3gica do conte\u00fado para otimizar a memoriza\u00e7\u00e3o dos pontos da mat\u00e9ria que costumam aparecer em provas de concurso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-coopera-o-nacional\"><strong>Coopera\u00e7\u00e3o Nacional<\/strong>&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>A coopera\u00e7\u00e3o nacional decorre da necessidade de o ju\u00edzo respons\u00e1vel pela causa praticar algum ato processual fora do limite territorial de sua compet\u00eancia jurisdicional. Nesses casos, o juiz deve solicitar o aux\u00edlio ao ju\u00edzo que det\u00e9m compet\u00eancia efetiva para a pr\u00e1tica de tal ato, buscando um dos instrumentos de coopera\u00e7\u00e3o previstos no CPC, n\u00e3o sendo necess\u00e1rias formalidades espec\u00edficas para o encaminhamento do pedido.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A coopera\u00e7\u00e3o nacional rec\u00edproca \u00e9 um dever de todos os \u00f3rg\u00e3os do Poder Judici\u00e1rio, ainda que de diferentes especialidades e diferentes inst\u00e2ncias, podendo ser requerido para qualquer ato processual, devendo o pedido ser atendido prontamente pelos magistrados e servidores p\u00fablicos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-dispositivo-legal\"><strong>Dispositivo legal:<\/strong>&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<p><em>Art. 67.&nbsp;<\/em><strong><em>Aos \u00f3rg\u00e3os do Poder Judici\u00e1rio<\/em><\/strong><em>, estadual ou federal, especializado ou comum, em todas as inst\u00e2ncias e graus de jurisdi\u00e7\u00e3o, inclusive aos tribunais superiores, incumbe o&nbsp;<\/em><strong><em>dever de rec\u00edproca coopera\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><em>, por meio de seus magistrados e servidores.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 68. Os ju\u00edzos poder\u00e3o formular entre si pedido de coopera\u00e7\u00e3o para&nbsp;<\/em><strong><em>pr\u00e1tica de qualquer ato processual.<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-instrumentos\"><strong>Instrumentos&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Apesar de&nbsp;prescindir&nbsp;de forma espec\u00edfica, o CPC apresenta alguns instrumentos para a execu\u00e7\u00e3o da coopera\u00e7\u00e3o nacional, quais sejam:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-aux-lio-direto\"><strong>1) Aux\u00edlio direto:<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Envolve o interc\u00e2mbio imediato de informa\u00e7\u00f5es a respeito do processo entre ju\u00edzos distintos, de forma simplificada, evitando formalidades como a expedi\u00e7\u00e3o de uma carta precat\u00f3ria. Al\u00e9m de estar presente na coopera\u00e7\u00e3o nacional, aux\u00edlio direto tamb\u00e9m \u00e9 um instrumento de coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional, como ser\u00e1 tratado mais&nbsp;\u00e0&nbsp;frente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-reuni-o-ou-apensamento-de-processos\"><strong>2) Reuni\u00e3o ou apensamento de processos:<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Envolve a verifica\u00e7\u00e3o de conex\u00e3o ou contin\u00eancia entre a\u00e7\u00f5es, o que exigir\u00e1 a reuni\u00e3o dos autos para sua tramita\u00e7\u00e3o em conjunto, de forma a evitar a prola\u00e7\u00e3o de decis\u00f5es conflitantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, quando estamos diante de uma a\u00e7\u00e3o de conhecimento relativa a um t\u00edtulo extrajudicial e outra de execu\u00e7\u00e3o desse mesmo t\u00edtulo, as a\u00e7\u00f5es s\u00e3o&nbsp;reunidas&nbsp;no ju\u00edzo prevento para decis\u00e3o conjunta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-presta-o-de-informa-es\"><strong>3) Presta\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es:<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Envolve a mais simples forma de comunica\u00e7\u00e3o, na qual um dos ju\u00edzos requer informa\u00e7\u00f5es relativas a processo que tramita em outro. A informa\u00e7\u00e3o pode ser prestada, inclusive, por meio eletr\u00f4nico, dispensando formalidades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, h\u00e1 situa\u00e7\u00f5es em que a a\u00e7\u00e3o c\u00edvel depende da verifica\u00e7\u00e3o de determinado fato delituoso em ju\u00edzo criminal. Nesse caso, suspende-se o processo c\u00edvel at\u00e9 julgamento na esfera criminal. Para se certificar sobre o julgamento da causa, ju\u00edzo c\u00edvel faz a solicita\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es ao ju\u00edzo criminal.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-atos-concertados-entre-ju-zos\"><strong>4) Atos concertados entre ju\u00edzos:<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Devemos compreender os atos concentrados como acordos entre ju\u00edzos cooperantes para a pr\u00e1tica de certos atos processuais.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como exemplo, cita-se a delibera\u00e7\u00e3o consensual entre ju\u00edzo trabalhista e de fal\u00eancia para tratar a respeito da liquida\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos da empresa, assegurando-se as diversas partes envolvidas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os atos concentrados podem estabelecer procedimentos para a pr\u00e1tica, dentre outros, dos seguintes atos:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Cita\u00e7\u00e3o, intima\u00e7\u00e3o ou notifica\u00e7\u00e3o de ato;&nbsp;<\/li><li>Obten\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o de provas e a coleta de depoimentos;&nbsp;<\/li><li>Efetiva\u00e7\u00e3o de tutela provis\u00f3ria;&nbsp;<\/li><li>Efetiva\u00e7\u00e3o de medidas para recupera\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o de empresas;&nbsp;<\/li><li>Facilita\u00e7\u00e3o de habilita\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos na fal\u00eancia e na recupera\u00e7\u00e3o judicial;&nbsp;<\/li><li>Centraliza\u00e7\u00e3o de processos repetitivos;&nbsp;<\/li><li>Execu\u00e7\u00e3o de decis\u00e3o jurisdicional.&nbsp;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-5-cartas\"><strong>5) Cartas<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos instrumentos acima mencionados, a coopera\u00e7\u00e3o nacional pode se dar por interm\u00e9dio das cartas de ordem, precat\u00f3ria e arbitral. As cartas s\u00e3o instrumentos formais que visam o cumprimento ou a determina\u00e7\u00e3o do cumprimento de atos processuais fora dos limites de compet\u00eancia do ju\u00edzo solicitante. Seu detalhamento est\u00e1 na parte do C\u00f3digo que trata dos atos processuais. <\/p>\n\n\n\n<p>Em resumo, essas cartas servem para o seguinte prop\u00f3sito:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Carta de ordem:&nbsp;<\/strong>\u00e9 expedida por um \u00f3rg\u00e3o superior para solicitar ao cumprimento de ato processual por \u00f3rg\u00e3o inferior,&nbsp;fora dos limites territoriais do local de sua sede;&nbsp;<\/li><li><strong>Carta precat\u00f3ria:<\/strong>&nbsp;\u00e9 expedida por \u00f3rg\u00e3os da mesma hierarquia, mas com compet\u00eancia territorial distinta, para que o ato processual seja cumprido na comarca competente;&nbsp;<\/li><li><strong>Carta arbitral:<\/strong>&nbsp;\u00e9 expedida por um ju\u00edzo arbitral, que solicita a coopera\u00e7\u00e3o do Poder Judici\u00e1rio para pr\u00e1tica de ato ou cumprimento de decis\u00e3o na respectiva \u00e1rea de compet\u00eancia territorial.&nbsp;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-dispositivo-legal-1\"><strong>Dispositivo Legal:<\/strong>&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<p><em>Art. 69. O pedido de coopera\u00e7\u00e3o jurisdicional deve ser prontamente atendido,&nbsp;<\/em><strong><em>prescinde de forma espec\u00edfica<\/em><\/strong><em>&nbsp;e&nbsp;<\/em><strong><em>pode ser executado como<\/em><\/strong><em>:<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>I &#8211;&nbsp;<\/em><em>aux\u00edlio<\/em><em>&nbsp;direto;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>II &#8211;&nbsp;<\/em><em>reuni\u00e3o ou apensamento<\/em><em>&nbsp;de processos;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>III &#8211; presta\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>IV &#8211;&nbsp;<\/em><em>atos<\/em><em>&nbsp;concertados entre os ju\u00edzes cooperantes.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 1\u00ba As cartas de ordem, precat\u00f3ria e arbitral seguir\u00e3o o regime previsto neste C\u00f3digo.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 2\u00ba Os&nbsp;<\/em><strong><em>atos concertados<\/em><\/strong><em>&nbsp;entre os ju\u00edzes cooperantes poder\u00e3o consistir,&nbsp;<\/em><strong><em>al\u00e9m de outros<\/em><\/strong><em>, no estabelecimento de procedimento para:<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>I &#8211;&nbsp;<\/em><em>a<\/em><em>&nbsp;pr\u00e1tica de cita\u00e7\u00e3o, intima\u00e7\u00e3o ou notifica\u00e7\u00e3o de ato;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>II &#8211;&nbsp;<\/em><em>a<\/em><em>&nbsp;obten\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o de provas e a coleta de depoimentos;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>III &#8211; a efetiva\u00e7\u00e3o de tutela provis\u00f3ria;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>IV &#8211;&nbsp;<\/em><em>a<\/em><em>&nbsp;efetiva\u00e7\u00e3o de medidas e provid\u00eancias para recupera\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o de empresas;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>V &#8211;&nbsp;<\/em><em>a<\/em><em>&nbsp;facilita\u00e7\u00e3o de habilita\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos na fal\u00eancia e na recupera\u00e7\u00e3o judicial;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>VI &#8211;&nbsp;<\/em><em>a<\/em><em>&nbsp;centraliza\u00e7\u00e3o de processos repetitivos;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>VII &#8211; a execu\u00e7\u00e3o de decis\u00e3o jurisdicional.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 3\u00ba O pedido de coopera\u00e7\u00e3o judici\u00e1ria pode ser realizado entre&nbsp;<\/em><strong><em>\u00f3rg\u00e3os jurisdicionais de diferentes ramos do Poder Judici\u00e1rio<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-coopera-o-internacional\"><strong>Coopera\u00e7\u00e3o Internacional<\/strong>&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Enquanto a coopera\u00e7\u00e3o nacional se d\u00e1 entre ju\u00edzes de um mesmo Estado (pa\u00eds), a coopera\u00e7\u00e3o internacional decorre da necessidade de o ju\u00edzo respons\u00e1vel pela causa praticar algum ato processual fora do limite territorial do seu Estado. <\/p>\n\n\n\n<p>Essa coopera\u00e7\u00e3o observa as normas que constam de tratados internacionais entre os pa\u00edses envolvidos. Na aus\u00eancia de tratado, observa-se o princ\u00edpio da reciprocidade, ou seja, h\u00e1 a concess\u00e3o dos mesmos benef\u00edcios que o outro Estado confere ao Brasil, observadas as regras constantes no CPC.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-autoridade-central\"><strong>Autoridade central<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Para o recebimento e a transmiss\u00e3o dos atos de coopera\u00e7\u00e3o, deve ser constitu\u00edda uma autoridade central tanto no pa\u00eds requerente quanto no pa\u00eds requerido, de forma que todos os pedidos de coopera\u00e7\u00e3o \u2013 passivos ou ativos \u2013, os documentos e a respectiva tradu\u00e7\u00e3o devem necessariamente ser encaminhados de&nbsp;uma&nbsp;autoridade central \u00e0 outra.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se a autoridade central brasileira n\u00e3o for definida de forma espec\u00edfica no tratado internacional, ela ser\u00e1 desempenhada pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Qualquer documento ou tradu\u00e7\u00e3o que instruir o pedido de coopera\u00e7\u00e3o passiva, quando encaminhado por meio de autoridade central ou via diplom\u00e1tica, \u00e9 considerado aut\u00eantico, dispensada a&nbsp;ajuramenta\u00e7\u00e3o, autentica\u00e7\u00e3o ou qualquer procedimento de legaliza\u00e7\u00e3o pr\u00e9vio. Entretanto, quando necess\u00e1rio, o Estado brasileiro pode aplicar a reciprocidade de tratamento, ou seja, O Brasil pode fazer as exig\u00eancias que o Estado estrangeiro lhe faria na mesma situa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-dispositivos-legais\"><strong>Dispositivos Legais:<\/strong>&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<p><em>Art. 26. A coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional ser\u00e1 regida por&nbsp;<\/em><strong><em>tratado de que o Brasil faz parte<\/em><\/strong><em>&nbsp;e observar\u00e1: (&#8230;) IV &#8211; a exist\u00eancia de&nbsp;<\/em><strong><em>autoridade central&nbsp;<\/em><\/strong><em>para recep\u00e7\u00e3o e transmiss\u00e3o dos pedidos de coopera\u00e7\u00e3o;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><em>\u00a7 4\u00ba O&nbsp;<\/em><strong><em>Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a<\/em><\/strong><em>&nbsp;exercer\u00e1 as fun\u00e7\u00f5es de&nbsp;<\/em><strong><em>autoridade central&nbsp;<\/em><\/strong><em>na aus\u00eancia de designa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 37. O<\/em><strong><em>&nbsp;pedido de coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional oriundo de autoridade brasileira&nbsp;<\/em><\/strong><em>competente ser\u00e1&nbsp;<\/em><strong><em>encaminhado \u00e0 autoridade central para posterior envio ao Estado requerido<\/em><\/strong><em>&nbsp;para lhe dar andamento.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 38. O&nbsp;<\/em><strong><em>pedido&nbsp;<\/em><\/strong><em>de coopera\u00e7\u00e3o oriundo de autoridade brasileira competente e os&nbsp;<\/em><strong><em>documentos anexos que o instruem ser\u00e3o encaminhados \u00e0 autoridade central, acompanhados de tradu\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/em><\/strong><em>para a l\u00edngua oficial do Estado requerido.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 41. Considera-se&nbsp;<\/em><strong><em>aut\u00eantico&nbsp;<\/em><\/strong><em>o documento que instruir pedido de coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional, inclusive tradu\u00e7\u00e3o para a l\u00edngua portuguesa, quando&nbsp;<\/em><strong><em>encaminhado&nbsp;<\/em><\/strong><em>ao Estado brasileiro&nbsp;<\/em><strong><em>por meio de autoridade central ou por via diplom\u00e1tica, dispensando-se&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>ajuramenta\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><strong><em>, autentica\u00e7\u00e3o ou qualquer procedimento de legaliza\u00e7\u00e3o.<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Par\u00e1grafo \u00fanico. O disposto no&nbsp;<\/em><em>caput&nbsp;<\/em><em>n\u00e3o impede, quando necess\u00e1ria, a aplica\u00e7\u00e3o pelo Estado brasileiro do princ\u00edpio da reciprocidade de tratamento.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-regras-para-a-coopera-o-internacional\"><strong>Regras para a coopera\u00e7\u00e3o internacional<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Na coopera\u00e7\u00e3o internacional (por interm\u00e9dio de tratado ou por reciprocidade) devem ser observados&nbsp;alguns&nbsp;par\u00e2metros previstos no CPC, quais sejam:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Respeito \u00e0s garantias do devido processo legal no Estado requerente;&nbsp;<\/li><li>Igualdade de tratamento entre nacionais e estrangeiros, residentes ou n\u00e3o no Brasil, em rela\u00e7\u00e3o ao acesso \u00e0 justi\u00e7a e \u00e0 tramita\u00e7\u00e3o dos processos, assegurando-se assist\u00eancia judici\u00e1ria aos necessitados;&nbsp;<\/li><li>Publicidade processual, exceto nas hip\u00f3teses de sigilo previstas na legisla\u00e7\u00e3o brasileira ou&nbsp;na&nbsp;legisla\u00e7\u00e3o do Estado requerente;&nbsp;<\/li><li>Espontaneidade na transmiss\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es a autoridades estrangeiras;&nbsp;<\/li><li>Respeito \u00e0 ordem p\u00fablica.&nbsp;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-dispositivo-legal-2\"><strong>Dispositivo legal:<\/strong>&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<p><em>Art. 26. A coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional ser\u00e1 regida por&nbsp;<\/em><strong><em>tratado de que o Brasil faz parte<\/em><\/strong><em>&nbsp;e observar\u00e1:<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>I &#8211;&nbsp;<\/em><em>o<\/em><em>&nbsp;respeito \u00e0s garantias do&nbsp;<\/em><strong><em>devido processo legal no Estado requerente<\/em><\/strong><em>;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>II &#8211;&nbsp;<\/em><em>a<\/em><em>&nbsp;<\/em><strong><em>igualdade de tratamento entre nacionais e estrangeiros<\/em><\/strong><em>, residentes ou n\u00e3o no Brasil, em rela\u00e7\u00e3o ao acesso \u00e0 justi\u00e7a e \u00e0 tramita\u00e7\u00e3o dos processos, assegurando-se assist\u00eancia judici\u00e1ria aos necessitados;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>III &#8211; a&nbsp;<\/em><strong><em>publicidade&nbsp;<\/em><\/strong><em>processual, exceto nas hip\u00f3teses de sigilo previstas na legisla\u00e7\u00e3o brasileira ou&nbsp;<\/em><em>na<\/em><em>&nbsp;do Estado requerente;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>IV &#8211;&nbsp;<\/em><em>a<\/em><em>&nbsp;exist\u00eancia de&nbsp;<\/em><strong><em>autoridade central&nbsp;<\/em><\/strong><em>para recep\u00e7\u00e3o e transmiss\u00e3o dos pedidos de coopera\u00e7\u00e3o; (&#8230;)<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>V &#8211;&nbsp;<\/em><em>a<\/em><em>&nbsp;<\/em><strong><em>espontaneidade&nbsp;<\/em><\/strong><em>na transmiss\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es a autoridades estrangeiras.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 1\u00ba Na aus\u00eancia de tratado, a coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional poder\u00e1 realizar-se com base em&nbsp;<\/em><strong><em>reciprocidade<\/em><\/strong><em>, manifestada por via diplom\u00e1tica. (&#8230;)<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 3\u00ba Na coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional&nbsp;<\/em><strong><em>n\u00e3o ser\u00e1 admitida a pr\u00e1tica de atos que contrariem ou que produzam resultados incompat\u00edveis com as normas fundamentais que regem o Estado brasileiro.<\/em><\/strong><em>&nbsp;(&#8230;)<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 39. O&nbsp;<\/em><strong><em>pedido passivo<\/em><\/strong><em>&nbsp;de coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional ser\u00e1 recusado se configurar manifesta ofensa \u00e0 ordem p\u00fablica.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-instrumentos-1\"><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2015-2018\/2015\/Lei\/L13105.htm#art960\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em><\/em><\/a><strong>Instrumentos&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>A coopera\u00e7\u00e3o internacional para a pr\u00e1tica de atos processuais envolve a carta rogat\u00f3ria e o aux\u00edlio direto. A diferen\u00e7a entre os dois est\u00e1 no conte\u00fado decis\u00f3rio do ato praticado.&nbsp;As cartas e o aux\u00edlio direto tamb\u00e9m s\u00e3o instrumentos de coopera\u00e7\u00e3o nacional, mas na coopera\u00e7\u00e3o internacional eles possuem algumas especificidades que veremos a seguir.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-aux-lio-direto-1\"><strong>1) Aux\u00edlio direto<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>O aux\u00edlio direto constitui uma t\u00e9cnica de coopera\u00e7\u00e3o internacional \u00e1gil que torna dispens\u00e1vel a expedi\u00e7\u00e3o de carta rogat\u00f3ria para viabilizar n\u00e3o s\u00f3 a comunica\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m a tomada de provid\u00eancias solicitadas entre Estados. Mas aten\u00e7\u00e3o, o aux\u00edlio direto N\u00c3O pode ser utilizado para a pr\u00e1tica de atos decis\u00f3rios.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque os atos de conte\u00fado decis\u00f3rio exigem pr\u00e9via homologa\u00e7\u00e3o (para senten\u00e7as) ou concess\u00e3o de&nbsp;<em>exequatur<\/em>&nbsp;(para decis\u00f5es interlocut\u00f3rias) perante o STJ, para que possam produzir efeitos no Brasil, s\u00f3 sendo poss\u00edvel por meio de carta rogat\u00f3ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, exceto os atos que necessitarem passar por ju\u00edzo de delibera\u00e7\u00e3o no Brasil (homologa\u00e7\u00e3o ou concess\u00e3o de&nbsp;<em>exequatur&nbsp;<\/em>perante o STJ), qualquer outra medida judicial ou extrajudicial n\u00e3o proibida pela lei brasileira pode ser objeto de aux\u00edlio direto.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O CPC exemplifica os seguintes atos que podem ser objeto de aux\u00edlio direto:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Obten\u00e7\u00e3o e presta\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre o ordenamento jur\u00eddico e sobre processos administrativos ou jurisdicionais findos ou em curso;&nbsp;<\/li><li>Colheita de provas, SALVO se a medida for adotada em processo, em curso no estrangeiro, de compet\u00eancia exclusiva de autoridade judici\u00e1ria brasileira.&nbsp;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A solicita\u00e7\u00e3o de aux\u00edlio direto \u00e9 feita diretamente perante uma autoridade central, que coordenar\u00e1 o recebimento e o envio de atos de coopera\u00e7\u00e3o, dispensada a intermedia\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica. Cabe ainda ressaltar que, desde que o pedido n\u00e3o constitua ato jurisdicional, as provid\u00eancias solicitadas pelo Estado estrangeiro podem ser tomadas pela pr\u00f3pria autoridade central.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No caso do aux\u00edlio direto passivo que envolva atos jurisdicionais, sendo a autoridade central o Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a (n\u00e3o tem capacidade processual), esta dever\u00e1 encaminhar a solicita\u00e7\u00e3o \u00e0 AGU, para que esta requeira a medida em ju\u00edzo &#8211; especificamente na Justi\u00e7a Federal. Sendo o MP a autoridade central, este pode requerer diretamente&nbsp;a&nbsp;medida em ju\u00edzo, j\u00e1 que possui capacidade processual.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-dispositivos-legais-1\"><strong>Dispositivos legais:<\/strong>&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<p><em>Art. 28. Cabe<\/em><strong><em>&nbsp;aux\u00edlio direto<\/em><\/strong><em>&nbsp;quando a medida&nbsp;<\/em><strong><em>n\u00e3o decorrer diretamente de decis\u00e3o de autoridade jurisdicional estrangeira a ser submetida a ju\u00edzo de deliba\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/em><\/strong><em>no Brasil.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 29. A solicita\u00e7\u00e3o de aux\u00edlio direto ser\u00e1&nbsp;<\/em><strong><em>encaminhada&nbsp;<\/em><\/strong><em>pelo \u00f3rg\u00e3o estrangeiro interessado \u00e0&nbsp;<\/em><strong><em>autoridade central<\/em><\/strong><em>, cabendo ao Estado requerente assegurar a autenticidade e a clareza do pedido.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 30. Al\u00e9m dos casos previstos em tratados de que o Brasil faz parte, o aux\u00edlio direto ter\u00e1 os seguintes&nbsp;<\/em><strong><em>objetos<\/em><\/strong><em>:<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>I &#8211;&nbsp;<\/em><em>obten\u00e7\u00e3o e presta\u00e7\u00e3o<\/em><em>&nbsp;de informa\u00e7\u00f5es sobre o ordenamento jur\u00eddico e sobre processos administrativos ou jurisdicionais findos ou em curso;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>II &#8211;&nbsp;<\/em><em>colheita<\/em><em>&nbsp;de provas, salvo se a medida for adotada em processo, em curso no estrangeiro, de compet\u00eancia exclusiva de autoridade judici\u00e1ria brasileira;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>III &#8211;&nbsp;<\/em><strong><em>qualquer outra medida judicial ou extrajudicial n\u00e3o proibida pela lei brasileira.<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 31. A&nbsp;<\/em><strong><em>autoridade central brasileira comunicar-se-\u00e1 diretamente com suas cong\u00eaneres<\/em><\/strong><em>&nbsp;e, se necess\u00e1rio, com outros \u00f3rg\u00e3os estrangeiros respons\u00e1veis pela tramita\u00e7\u00e3o e pela execu\u00e7\u00e3o de pedidos de coopera\u00e7\u00e3o enviados e recebidos pelo Estado brasileiro, respeitadas disposi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas constantes de tratado.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 32. No caso de aux\u00edlio direto para a pr\u00e1tica de atos que, segundo a lei brasileira,&nbsp;<\/em><strong><em>n\u00e3o necessitem de presta\u00e7\u00e3o jurisdicional, a autoridade central adotar\u00e1 as provid\u00eancias<\/em><\/strong><em>&nbsp;necess\u00e1rias para seu cumprimento.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 33. Recebido o pedido de aux\u00edlio direto passivo, a<\/em><strong><em>&nbsp;autoridade central o encaminhar\u00e1 \u00e0 Advocacia-Geral da Uni\u00e3o, que requerer\u00e1 em ju\u00edzo a medida solicitada<\/em><\/strong><em>.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Par\u00e1grafo \u00fanico. O Minist\u00e9rio P\u00fablico requerer\u00e1 em ju\u00edzo a medida solicitada quando for autoridade central.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 34. Compete ao&nbsp;<\/em><strong><em>ju\u00edzo federal&nbsp;<\/em><\/strong><em>do lugar em que deva ser executada a medida<\/em><strong><em>&nbsp;apreciar pedido de aux\u00edlio direto<\/em><\/strong><em>&nbsp;passivo que&nbsp;<\/em><strong><em>demande presta\u00e7\u00e3o de atividade jurisdicional.<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-carta-rogat-ria\"><strong>2) Carta Rogat\u00f3ria<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>A carta rogat\u00f3ria \u00e9 compreendia como um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o internacional utilizada para pr\u00e1tica de atos de conte\u00fado decis\u00f3rio, sendo um procedimento contencioso perante o Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Caso n\u00e3o haja previs\u00e3o em tratado ou conven\u00e7\u00e3o internacional sobre a utiliza\u00e7\u00e3o do aux\u00edlio direto, atos que n\u00e3o contenham conte\u00fado decis\u00f3rio podem tamb\u00e9m ser praticados por interm\u00e9dio da carta rogat\u00f3ria. Al\u00e9m disso, a carta rogat\u00f3ria pode ser exigida expressamente no tratado internacional ou no acordo bilateral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos atos de conte\u00fado decis\u00f3rio, esses exigem pr\u00e9via homologa\u00e7\u00e3o ou concess\u00e3o de&nbsp;<em>exequatur&nbsp;<\/em>perante o STJ&nbsp;para que possam produzir efeitos no Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O processo judicial, que deve observar devido processo legal, destina-se EXCLUSIVAMENTE \u00e0 verifica\u00e7\u00e3o dos requisitos para a homologa\u00e7\u00e3o, que est\u00e3o fixados no art. 963, do CPC. N\u00e3o poder\u00e1 o STJ adentrar no m\u00e9rito na decis\u00e3o judicial estrangeira.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-dispositivo-legal-3\"><strong>Dispositivo legal:<\/strong>&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<p><em>Art. 36.&nbsp;<\/em><strong><em>O procedimento da carta rogat\u00f3ria perante o Superior Tribunal de Justi\u00e7a \u00e9 de jurisdi\u00e7\u00e3o contenciosa&nbsp;<\/em><\/strong><em>e deve assegurar \u00e0s partes as garantias do&nbsp;<\/em><strong><em>devido processo legal.<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 1\u00ba A&nbsp;<\/em><strong><em>defesa restringir-se-\u00e1 \u00e0 discuss\u00e3o quanto ao atendimento dos requisitos para que o pronunciamento judicial estrangeiro produza efeitos no Brasil.<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 2\u00ba Em qualquer hip\u00f3tese,&nbsp;<\/em><strong><em>\u00e9 vedada a revis\u00e3o do m\u00e9rito do pronunciamento judicial estrangeiro<\/em><\/strong><em>&nbsp;pela autoridade judici\u00e1ria brasileira.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-atos\"><strong>Atos<\/strong>&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Pode ser objeto da coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional&nbsp;qualquer medida judicial ou extrajudicial n\u00e3o proibida pela lei brasileira, dentre essas medidas, o CPC exemplifica as seguintes:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Cita\u00e7\u00e3o, intima\u00e7\u00e3o e notifica\u00e7\u00e3o judicial e extrajudicial;&nbsp;<\/li><li>Colheita de provas e obten\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es;&nbsp;<\/li><li>Homologa\u00e7\u00e3o e cumprimento de decis\u00e3o;&nbsp;<\/li><li>Concess\u00e3o de medida judicial de urg\u00eancia;&nbsp;<\/li><li>Assist\u00eancia jur\u00eddica internacional&nbsp;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A execu\u00e7\u00e3o de decis\u00e3o estrangeira no Brasil pode se dar por meio de carta rogat\u00f3ria ou por homologa\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a estrangeira. H\u00e1 de se observar, ainda, que mesmo na aus\u00eancia da reciprocidade exigida para a coopera\u00e7\u00e3o internacional, excepcionalmente no caso de homologa\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a estrangeira, essa reciprocidade \u00e9 dispensada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-dispositivo-legal-4\"><strong>Dispositivo legal:<\/strong>&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<p><em>Art. 27. A coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional ter\u00e1 por&nbsp;<\/em><strong><em>objeto<\/em><\/strong><em>:<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>I &#8211;&nbsp;cita\u00e7\u00e3o, intima\u00e7\u00e3o e notifica\u00e7\u00e3o judicial e extrajudicial;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>II &#8211;&nbsp;colheita&nbsp;de provas e obten\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>III &#8211; homologa\u00e7\u00e3o e cumprimento de decis\u00e3o;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>IV &#8211;&nbsp;concess\u00e3o&nbsp;de medida judicial de urg\u00eancia;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>V &#8211;&nbsp;assist\u00eancia&nbsp;jur\u00eddica internacional;<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>VI &#8211;&nbsp;<\/em><strong><em>qualquer&nbsp;outra medida judicial ou extrajudicial n\u00e3o proibida pela lei brasileira<\/em><\/strong><em>.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 26&nbsp;<\/em><em>\u00a7 2\u00ba&nbsp;<\/em><strong><em>N\u00e3o se exigir\u00e1 a reciprocidade<\/em><\/strong><em>&nbsp;referida no \u00a7 1\u00ba para&nbsp;<\/em><strong><em>homologa\u00e7\u00e3o de senten\u00e7a estrangeira<\/em><\/strong><em>.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 40. A coopera\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional para&nbsp;<\/em><strong><em>execu\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/em><\/strong><em>de decis\u00e3o estrangeira dar-se-\u00e1 por meio de&nbsp;<\/em><strong><em>carta rogat\u00f3ria ou de a\u00e7\u00e3o de homologa\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><em>&nbsp;de senten\u00e7a estrangeira, de acordo com o&nbsp;<\/em><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2015-2018\/2015\/Lei\/L13105.htm#art960\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>art. 960<\/em><\/a><em>.<\/em>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-bons-estudos\"><strong>Bons Estudos!&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Chegamos ao fim do estudo das regras de coopera\u00e7\u00e3o nacional e internacional presentes no CPC. \u00c9 imprescind\u00edvel a compreens\u00e3o e memoriza\u00e7\u00e3o desses dispositivos, que aparecem reiteradamente em provas de concurso.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Um forte abra\u00e7o, bons&nbsp;estudos&nbsp;e&nbsp;at\u00e9 o pr\u00f3ximo tema de Direito Processual Civil!&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ana Luiza Tib\u00farcio.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Achou esse artigo&nbsp;\u00fatil? Deixe seu coment\u00e1rio.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Instagram:&nbsp;<\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/anatiburcio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.instagram.com\/anatiburcio\/<\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-assinatura-anual-ilimitada\"><strong><em>Assinatura Anual Ilimitada*<\/em><\/strong><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>Prepare-se com&nbsp;o&nbsp;melhor material e com quem mais aprova em Concursos P\u00fablicos em todo&nbsp;o&nbsp;pa\u00eds. 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class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concursos-abertos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Concursos abertos<\/strong><\/a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concursos-2021\/?utm_source=google&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=ec-ge-vd-gsh-ConcursosAbertosN&amp;gclid=Cj0KCQiAqdP9BRDVARIsAGSZ8AmniLNWmbpWSqrl1QyCNT4m59LhSCLG6eDBt0EfWoJRQytFrO2z3qEaArvTEALw_wcB\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Concursos 2021<\/strong><\/a>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entenda quais s\u00e3o os t\u00f3picos mais importantes no que tange \u00e0 Coopera\u00e7\u00e3o Nacional e Internacional no Processo Civil e direcione seus estudos, focando nos assuntos que costumam ser cobradas nas provas de concursos.&nbsp;&nbsp; Esse artigo faz parte da s\u00e9rie de resumos de Direito Processual Civil, em que est\u00e3o sendo apresentados os principais temas do&nbsp;C\u00f3digo de 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Aprova\u00e7\u00f5es em concursos: Aprovada para o cargo de Analista Judici\u00e1ria do TRF 3 (2025) Aprovada para o cargo de Procuradora do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo (2024) Aprovada para o cargo de Analista Legislativa do Senado Federal (2023) Aprovada em 1\u00ba lugar para o cargo de T\u00e9cnico Judici\u00e1rio do TRF 3 (2019) Aprovada para o cargo de Juiz Leigo do Tribunal de Justi\u00e7a de Minas Gerais (2019).","url":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/author\/anatiburcio-ggmail-com\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/627623","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1666"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=627623"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/627623\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":634953,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/627623\/revisions\/634953"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/627627"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=627623"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=627623"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=627623"},{"taxonomy":"tax_estado","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tax_estado?post=627623"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}