{"id":62668,"date":"2017-01-24T23:35:01","date_gmt":"2017-01-25T02:35:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=62668"},"modified":"2017-01-28T01:39:33","modified_gmt":"2017-01-28T04:39:33","slug":"sedf-2017-comentarios-da-prova-de-engenharia-de-software-ti","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/sedf-2017-comentarios-da-prova-de-engenharia-de-software-ti\/","title":{"rendered":"SE\/DF 2017 &#8211; Coment\u00e1rios da Prova de Engenharia de Software (TI)"},"content":{"rendered":"<p>\n\tFala, galera! Segue abaixo as quest&otilde;es comentadas de Engenharia de Software da SEDF 2017. Achei a prova em bom n&iacute;vel, nada muito complexo, uma ou outra quest&atilde;o mais pol&ecirc;mica e eu encontrei duas quest&otilde;es pass&iacute;veis de recursos. Vamos l&aacute;&#8230;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>79. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>O gerente funcional e o gerente de projetos t&ecirc;m pap&eacute;is diferentes na organiza&ccedil;&atilde;o: o primeiro &eacute; respons&aacute;vel por supervisionar o gerenciamento de uma das &aacute;reas da empresa, e o segundo busca atingir os objetivos de um projeto espec&iacute;fico.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Impec&aacute;vel! O Gerente Funcional geralmente cuida de uma &aacute;rea espec&iacute;fica da organiza&ccedil;&atilde;o e o Gerente de Projetos cuida de um projeto que pode abranger diversas &aacute;reas de uma organiza&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> C\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>80. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>O gerenciamento de escopo garante que todos os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios estejam inclu&iacute;dos no projeto, com apenas o necess&aacute;rio para que o escopo seja realizado dentro do cronograma previsto.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Nops! O gerenciamento de escopo garante que todos os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios estejam inclu&iacute;dos no projeto, com apenas o necess&aacute;rio para que o escopo seja realizado (projeto finalizado). O controle do cronograma &eacute; de responsabilidade do gerenciamento de tempo.&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> E\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>81. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>Quaisquer erros cometidos na fase de planejamento somente ser&atilde;o detectados na fase de finaliza&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Acredito que ele esteja chamando fase de encerramento de fase de finaliza&ccedil;&atilde;o. Dito isso, erros cometidos na fase de planejamento podem ser detectados antes.&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> E\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>82. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>Antes do planejamento da pr&oacute;xima sprint, deve ser feita a retrospectiva da sprint, pois esse &eacute; o momento ideal para o time Scrum rever seus erros e acertos antes da pr&oacute;xima sprint de desenvolvimento.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Conforme vimos em aula, a quest&atilde;o est&aacute; perfeita! &Eacute; aquela hora de lavar a roupa suja com a equipe.\u200b&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> C\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#B22222\">Estava na aula:&nbsp;<em>A Retrospectiva da Sprint (Proporcional a 3 horas) &eacute; uma chance para o Scrum Team <strong>inspecionar a si pr&oacute;prio e criar um plano de melhorias para a pr&oacute;xima sprint<\/strong>. Ela inspeciona como foi a &uacute;ltima sprint em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas, &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es, aos processos e &agrave;s ferramentas. Pode identificar e ordenar os itens que se tornaram potenciais de melhorias e cria um <strong>plano para implementar melhorias no trabalho<\/strong>.<\/em><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>83. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>A t&eacute;cnica de Kanban &eacute; uma forma simples de visualizar o andamento das tarefas da equipe durante uma Sprint de Scrum. Nessa t&eacute;cnica, as tarefas s&atilde;o representadas por meio de pequenos pap&eacute;is que indicam o que est&aacute; pendente, em desenvolvimento e finalizado. Com isso, todos visualizam os gargalos e a equipe se organiza melhor, principalmente quando o projeto envolve ciclos longos de desenvolvimento.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Conforme vimos em aula, a quest&atilde;o est&aacute; perfeita! Trata-se de uma t&eacute;cnica que ajuda a visualizar o andamento do projeto. &Eacute; muito utilizado em conjunto com o Scrum!\u200b&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> C\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#B22222\">Estava na aula:&nbsp;<em>Kanban significa Cart&atilde;o ou Placa Visual, em japon&ecirc;s. O Kanban &eacute; um <strong>m&eacute;todo para gest&atilde;o de mudan&ccedil;as <\/strong>com foco na visualiza&ccedil;&atilde;o do trabalho em progresso (Work In Progress), identificando oportunidades de melhorias, tornando expl&iacute;citas as pol&iacute;ticas seguidas e os problemas encontrados e, por fim, favorecendo uma cultura de melhoria evolutiva.<\/em><\/span>\n<\/p>\n<div>\n<p>\n\t\t<span style=\"color:#B22222\"><em>Como dito no in&iacute;cio, Kanban tamb&eacute;m &eacute; uma esp&eacute;cie de cartaz ou placa visual contendo v&aacute;rios post-its (aquele papelzinho colorido para colar lembretes). Ele permite uma <strong>melhor visualiza&ccedil;&atilde;o do fluxo de trabalho, favorecendo a transpar&ecirc;ncia<\/strong>. Ademais, permite mudar prioridades facilmente e entregar funcionalidades a qualquer momento. N&atilde;o h&aacute; preocupa&ccedil;&atilde;o com itera&ccedil;&otilde;es ou estimativas.<\/em><\/span>\n\t<\/p>\n<\/div>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<div>\n<p>\n\t\t&nbsp;\n\t<\/p>\n<\/div>\n<p>\n\t<strong>84. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>Pontos de est&oacute;rias (story points) s&atilde;o o meio mais adequado de se determinar o tempo de desenvolvimento de uma tarefa de uma sprint, pois, nesse caso, os desenvolvedores atribuem pontos de dificuldade para o desenvolvimento de uma tarefa espec&iacute;fica e a pontua&ccedil;&atilde;o de menor valor &eacute; a que determina o tempo de tarefa da sprint.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Conforme vimos em aula, Story Points s&atilde;o o meio mais adequado para se determinar o esfor&ccedil;o de desenvolvimento e, n&atilde;o, o tempo. Ademais, a hist&oacute;ria de usu&aacute;rio com o menor esfor&ccedil;o para desenvolvimento servir&aacute; de padr&atilde;o para a pontua&ccedil;&atilde;o restante.\u200b&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> E\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#B22222\">Estava na aula:&nbsp;<strong><em>Trata-se de uma unidade de medida relativa que leva em considera&ccedil;&atilde;o o esfor&ccedil;o necess&aacute;rio para realizar uma determinada funcionalidade.<\/em><\/strong> <em>Se uma funcionalidade requerer o dobro de esfor&ccedil;o para ser implementada, ela receber&aacute; aproximadamente o dobro de Story Points. Para fazer essa estimativa, a equipe de desenvolvimento realiza uma compara&ccedil;&atilde;o com outras hist&oacute;rias j&aacute; estimadas. <\/em><\/span>\n<\/p>\n<div>\n<p>\n\t\t<span style=\"color:#B22222\"><em>Caso n&atilde;o haja ainda nada estimado no Product Backlog, a equipe localiza a hist&oacute;ria de usu&aacute;rio com o menor esfor&ccedil;o para desenvolvimento e o utiliza como base de compara&ccedil;&atilde;o. <strong>Uma das melhores formas de estimar Story Points &eacute; por meio de uma t&eacute;cnica chamada Planning Poker, que n&atilde;o est&aacute; no guia oficial, mas que &eacute; frequentemente utilizada tanto para estimar esfor&ccedil;o como para estimar tamanho.<\/strong><\/em><\/span>\n\t<\/p>\n<\/div>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>85. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>Na metodologia Scrum, a lista ordenada de tudo o que &eacute; necess&aacute;rio para um produto ser apropriado &eacute; identificada como backlog do produto, o qual &eacute; atualizado constantemente e nunca est&aacute; completo.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Conforme vimos em aula, essa quest&atilde;o n&atilde;o pode estar mais perfeita! Perceba at&eacute; que ele salienta que o Product Backlog nunca est&aacute; completo &ndash; como n&oacute;s vimos em aula.&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> C\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#B22222\">Estava na aula:&nbsp;<em>Antes de tudo, o que &eacute; um backlog? O backlog &eacute; uma lista, um resumo hist&oacute;rico, de acumula&ccedil;&atilde;o de trabalho num determinado per&iacute;odo de tempo, pode ser uma pilha de pedidos que devem ser produzidos. <strong>J&aacute; o Product Backlog &eacute; uma lista ordenada (por valor, risco, prioridade, entre outros) de requisitos ou funcionalidades que o produto deve conter criada pelo Time Scrum<\/strong>. <\/em><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>86. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>O modelo de casos de uso representa uma vis&atilde;o funcional do sistema, incluindo-se todas as fun&ccedil;&otilde;es, os processos funcionais e os atores do sistema.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>De fato, o modelo de casos de uso representa uma vis&atilde;o funcional do sistema. No entanto, n&atilde;o se incluem <strong><u>todas<\/u><\/strong> as fun&ccedil;&otilde;es, processos funcionais e atores do sistema (palavra-chave importante).&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> E\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>87. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>Em um diagrama de classes, as associa&ccedil;&otilde;es entre os objetos refletem as necessidades de comunica&ccedil;&atilde;o definidas no diagrama de sequ&ecirc;ncia e resumidas no diagrama de colabora&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios: <\/strong>[Cabe Recurso]&nbsp;Vamos de tr&aacute;s para frente! O Diagrama de Comunica&ccedil;&atilde;o (antigamente chamado Diagrama de Colabora&ccedil;&atilde;o) realmente &eacute; meio que um resumo do Diagrama de Sequ&ecirc;ncia. O Diagrama de Sequ&ecirc;ncia ilustra como objetos (lembrando que s&atilde;o inst&acirc;ncias de Classes) interagem umas com as outras. Por fim, um Diagrama de Classes ilustra classes, interfaces e suas associa&ccedil;&otilde;es. Agora vamos voltar: No Diagrama de Classes, temos classes que se associam umas com as outras. Esse relacionamento pode ser modelagem por meio de objetos em Diagramas de Sequ&ecirc;ncia, que posteriormente podem ser resumidos em Diagramas de Comunica&ccedil;&atilde;o\/Colabora&ccedil;&atilde;o. Qual &eacute; o problema? O problema &eacute; que a quest&atilde;o come&ccedil;a falando de Diagrama de Classes e logo menciona as associa&ccedil;&otilde;es entre objetos. &Eacute; estranho esse racioc&iacute;nio e caberia recurso.&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> C\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>88. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>Em um gr&aacute;fico de classes UML, um relacionamento de extens&atilde;o (extend) &eacute; uma rela&ccedil;&atilde;o estrutural na qual um caso de uso maior &eacute; estendido por um caso de uso menor, que inclui servi&ccedil;os especiais no caso de uso maior.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios: <\/strong>[Cabe Recurso]&nbsp;Primeiro, esse nome &eacute; esquisito &#8211; n&atilde;o &eacute; Gr&aacute;fico de Classes, mas Diagrama de Classes. Segundo, o relacionamento de Extens&atilde;o se d&aacute; em um Diagrama de Casos de Uso. Fora isso, realmente em um relacionamento de extens&atilde;o, o caso de uso maior (seria melhor dizer &ldquo;principal&rdquo;) &eacute; estendido por um caso de uso menor (seria melhor dizer &ldquo;alternativo&rdquo;).\u200b&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> C\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#B22222\">Estava na aula:&nbsp;<strong><em>Relacionamento de Extens&atilde;o:<\/em><\/strong><em> utilizado quando se deseja modelar um relacionamento alternativo. A imagem abaixo apresenta o contexto de um f&oacute;rum de discuss&otilde;es. Observem que para cadastrar um usu&aacute;rio, h&aacute; duas op&ccedil;&otilde;es: moderador ou administrador. <strong>Logo, &eacute; um relacionamento opcional, representado por uma linha tracejada com uma seta na ponta<\/strong>.<\/em><\/span>\n<\/p>\n<div>\n<p>\n\t\t<span style=\"color:#B22222\"><em>Explicando de uma forma mais simples de entender: quando o caso de uso B estende o caso de uso A, significa que quando o caso de uso A for executado o caso de uso B poder&aacute; (poder&aacute; &ndash; talvez n&atilde;o seja) ser executado tamb&eacute;m. <strong>A dire&ccedil;&atilde;o do relacionamento &eacute; do caso de uso extensor (aqui o caso de uso B) para o caso de uso estendido (aqui o caso de uso A)<\/strong>.<\/em><\/span>\n\t<\/p>\n<\/div>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>89. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>Para auxiliar na ger&ecirc;ncia de riscos e prevenir insatisfa&ccedil;&otilde;es das partes interessadas, deve-se dificultar as modifica&ccedil;&otilde;es na especifica&ccedil;&atilde;o dos requisitos.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Hahaha&#8230; essa quest&atilde;o &eacute; engra&ccedil;ada! <em>Como assim, cara? Voc&ecirc; vai dificultar as modifica&ccedil;&otilde;es na espec&iacute;fica&ccedil;&atilde;o dos requisitos do produto de um cliente?<\/em> Imaginem voc&ecirc;s chegarem em um pedreiro e falarem: &ldquo;<em>Amig&atilde;o, eu tinha falado que queria essa l&acirc;mpada aqui, mas eu mudei de ideia e agora eu quero ela ali&rdquo;<\/em>. E o pedreiro dificultar a modifica&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; quer fazer na sua pr&oacute;pria casa. Isso n&atilde;o faz sentido &ndash; voc&ecirc; &eacute; o cliente! <em>E como isso previne insatisfa&ccedil;&atilde;o das partes interessadas?<\/em> Com certeza, voc&ecirc; vai ficar irritad&iacute;ssimo!&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> E\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>90. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>Um dos objetivos da engenharia de requisitos &eacute; integrar tarefas, t&eacute;cnicas, orienta&ccedil;&otilde;es, responsabilidades e pap&eacute;is em fluxos de trabalho.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Isso foi retirado do livro Engenharia de Requisitos: Software Orientado ao Neg&oacute;cio, de Carlos Eduardo Vazquez e Guilherme Siqueira. Segue o trecho: &ldquo;<em>A Engenharia de Requisitos facilita a intera&ccedil;&atilde;o com o cliente em termos de identificar e entender suas necessidades e na obten&ccedil;&atilde;o de um acordo da solu&ccedil;&atilde;o que ser&aacute; entregue. <strong><u>Ela descreve e integra tarefas, t&eacute;cnicas, orienta&ccedil;&otilde;es, papeis e responsabilidade em fluxos de trabalho<\/u><\/strong> que: tem in&iacute;cio com o entendimento da necessidade do cliente; e passam pelo acordo sobre a solu&ccedil;&atilde;o que ser&aacute; constru&iacute;da<\/em>&rdquo;.\n<\/p>\n<div>\n<p>\n\t\tGalera, vou ser sincero com voc&ecirc;s! Eu errei esse item &ndash; achei essa descri&ccedil;&atilde;o absurdamente abstrata e gen&eacute;rica. No entanto, lendo no contexto do livro, faz todo sentido mesmo. N&atilde;o se martirizem caso tenham errado essa quest&atilde;o :P&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> C\n\t<\/p>\n<\/div>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>91. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>&Eacute; comum que uma especifica&ccedil;&atilde;o de requisitos inclua as interfaces externas do software.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Isso foi retirado do livro Engenharia de Requisitos: Software Orientado ao Neg&oacute;cio, de Carlos Eduardo Vazquez e Guilherme Siqueira. Segue o trecho: &ldquo;<em>Lista de Requisitos Funcionais: descreve tarefas e servi&ccedil;os que ser&atilde;o fornecidos pelo sistema aos seus usu&aacute;rios (Exemplo: lista de casos de uso, hist&oacute;rias do usu&aacute;rio). Incluir tamb&eacute;m as interfaces externas do software<\/em>&rdquo;.&nbsp;E isso realmente faz todo sentido. A especifica&ccedil;&atilde;o de requisitos deve contemplar as interfaces externas do software.&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> C\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>92. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>O padr&atilde;o command tem como defini&ccedil;&atilde;o passar uma requisi&ccedil;&atilde;o entre uma lista ou objetos encadeados para a execu&ccedil;&atilde;o de uma a&ccedil;&atilde;o ou o acionamento de um evento em um momento posterior.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>A quest&atilde;o j&aacute; deu a dica: &ldquo;<em>objetos <strong><u>encadeados<\/u><\/strong><\/em>&rdquo;. Pois &eacute;, a quest&atilde;o trata do padr&atilde;o Chain of Responsability. De fato, s&atilde;o padr&otilde;es um pouco parecidos, no entanto o padr&atilde;o Command &eacute; basicamente um comando encapsulado em um objeto; e o padr&atilde;o Chain of Responsability &eacute; um objeto tentando manipular algo &ndash; caso n&atilde;o consiga, passa para outro objeto, e para outro e para outro, formando-se uma &ldquo;cadeia de responsabilidades.&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> E\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#B22222\">Estava na aula:&nbsp;<strong><em>Chain of Responsability: evita o acoplamento<\/em><\/strong> <em>do remetente de uma requisi&ccedil;&atilde;o ao seu receptor ao dar a mais de um objeto a chance de lidar com a requisi&ccedil;&atilde;o.<\/em><\/span>\n<\/p>\n<div>\n<p>\n\t\t<span style=\"color:#B22222\"><em>Pessoal, esse padr&atilde;o de projeto deve ser utilizado quando se deseja emitir uma solicita&ccedil;&atilde;o para um dentre v&aacute;rios objetos, sem especificar explicitamente o receptor ou quando mais de um objeto &eacute; capaz de lidar com a requisi&ccedil;&atilde;o e ele n&atilde;o for conhecido a priori. <strong>Tamb&eacute;m &eacute; utilizado quando um conjunto de objetos que podem lidar com uma requisi&ccedil;&atilde;o forem especificados dinamicamente<\/strong>. <\/em><\/span>\n\t<\/p>\n<\/div>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>93. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>O isolamento dos c&oacute;digos de constru&ccedil;&atilde;o e representa&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos objetivos do padr&atilde;o builder.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Conforme vimos em aula, a quest&atilde;o est&aacute; perfeita!\u200b&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> C\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#B22222\">Estava na aula:&nbsp;<strong><em>Builder: <\/em><\/strong><em>separa a constru&ccedil;&atilde;o de um <strong>objeto complexo<\/strong> da sua representa&ccedil;&atilde;o, de forma que o mesmo processo de constru&ccedil;&atilde;o possa criar <strong>diferentes tipos de representa&ccedil;&otilde;es<\/strong>.<\/em><\/span>\n<\/p>\n<div>\n<p>\n\t\t<span style=\"color:#B22222\"><em>Pessoal, esse padr&atilde;o de projeto deve ser utilizado quando o algoritmo para cria&ccedil;&atilde;o de um objeto complexo for independente das partes que comp&otilde;em o objeto e independente de como ele &eacute; montado. <strong>Ademais, o processo de constru&ccedil;&atilde;o deve permitir diferentes representa&ccedil;&otilde;es para o objeto que ser&aacute; constru&iacute;do<\/strong>. Esse padr&atilde;o &eacute; bastante parecido com o Abstract Factory. <\/em><\/span>\n\t<\/p>\n<\/div>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>94. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>No padr&atilde;o GRASP, a alta coes&atilde;o (high cohesion) serve para mensurar qu&atilde;o fortemente uma classe est&aacute; conectada a outras classes.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>N&atilde;o confundam esses dois padr&otilde;es! Coes&atilde;o trata de divis&atilde;o de responsabilidades e Acoplamento trata da depend&ecirc;ncia entre partes\/componentes. A quest&atilde;o trata do segudo caso: Acoplamento.\u200b&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> E\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#B22222\">Estava na aula:&nbsp;<strong><em>Low Coupling:<\/em><\/strong><\/span>\n<\/p>\n<div>\n<p>\n\t\t<span style=\"color:#B22222\"><em>Esse padr&atilde;o &eacute; respons&aacute;vel por ditar como atribuir responsabilidades para apoiar baixa depend&ecirc;ncia entre classes, como suportar mudan&ccedil;as em uma classe que tenham baixo impacto em outras classes, e maior potencial de re&uacute;so. <strong>O acoplamento est&aacute; sempre associado &agrave; coes&atilde;o. Eu sempre decorei assim: &ldquo;<u>Acoplamento &eacute; a depend&ecirc;ncia entre as partes<\/u>&rdquo;<\/strong>.<\/em><\/span>\n\t<\/p>\n<\/div>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>95. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>O padr&atilde;o de projeto estrutural bridge fornece um objeto substituto, que faz refer&ecirc;ncia a outro objeto.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Essa tamb&eacute;m ficou f&aacute;cil! Falou em objeto substituto: Padr&atilde;o Proxy.\u200b&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> E\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#B22222\">Estava na aula:&nbsp;<strong><em>Proxy: <\/em><\/strong><em>prov&ecirc; um <strong>substituto<\/strong> ou ponto atrav&eacute;s do qual um objeto pode controlar o acesso a outro objeto. <\/em><\/span>\n<\/p>\n<div>\n<p>\n\t\t<span style=\"color:#B22222\"><em>Pessoal, esse padr&atilde;o de projeto deve ser utilizado quando houver uma necessidade de uma refer&ecirc;ncia mais vers&aacute;til ou sofisticada para um objeto do que um simples ponteiro. <strong>Por exemplo, proxies virtuais criam objetos caros por demanda e proxies de prote&ccedil;&atilde;o controlam o acesso ao objeto original<\/strong>. Considerem a hip&oacute;tese de um sistema que acesse um banco de dados por meio de uma classe de conex&atilde;o. <\/em><\/span>\n\t<\/p>\n<\/div>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>96. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>Servi&ccedil;os expressos por meio de contratos web services t&ecirc;m o potencial de evitar completamente a transforma&ccedil;&atilde;o, objetivo-chave dos contratos de servi&ccedil;os padronizados.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Galera, essa quest&atilde;o afirma que quando eu ofere&ccedil;o servi&ccedil;os por meio de Web Services e seus contratos (i.e., suas interfaces), eu tenho um grande potencial de evitar a transforma&ccedil;&atilde;o. Isso &eacute; verdade! N&oacute;s sabemos que mudar a implementa&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o &eacute; irrelevante desde que se mantenha sua interface. No entanto, eventualmente eu posso precisar alterar a interface de um servi&ccedil;o &ndash; e, nesse caso, n&atilde;o d&aacute; para evitar a transforma&ccedil;&atilde;o do contrato do servi&ccedil;o. Logo, o contrato n&atilde;o &eacute; imut&aacute;vel, ele realmente muda raramente, mas ele n&atilde;o &eacute; imune a mudan&ccedil;as e n&atilde;o evita completamente transforma&ccedil;&otilde;es. No entanto, a quest&atilde;o afirma que o uso de contratos tem o &ldquo;potencial&rdquo; de evitar completamente a transforma&ccedil;&atilde;o. Ter o potencial significa ter a capacidade de realiza&ccedil;&atilde;o ou execu&ccedil;&atilde;o de algo. E isso &eacute; verdadeiro nesse contexto.&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong>&nbsp;C\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>97. (CESPE &ndash; 2017 &ndash; SE\/DF &ndash; Analista de Sistemas) <\/strong>Por oferecerem um framework de comunica&ccedil;&atilde;o com base em contratos de servi&ccedil;os fisicamente desacoplados, os web services permitem que um contrato de servi&ccedil;os seja totalmente padronizado, independentemente de sua implementa&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Coment&aacute;rios:&nbsp;<\/strong>Conforme eu disse na quest&atilde;o anterior, contratos de servi&ccedil;os (interfaces) espalhadas pela rede e desacopladas, permitindo que o contrato seja padronizado, sendo sua implementa&ccedil;&atilde;o irrelevante.&nbsp;<strong>Gabarito:<\/strong> C\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"color:#B22222\">Estava na aula:&nbsp;<em>Um Web Service &eacute; um sistema de software projetado para permitir interoperabilidade na intera&ccedil;&atilde;o entre m&aacute;quinas atrav&eacute;s de uma rede. <strong>&Eacute; descrito atrav&eacute;s de uma interface padronizada que disponibiliza um servi&ccedil;o em uma rede de computadores, geralmente a Internet<\/strong>. Uma vez descrito na forma padr&atilde;o e catalogado, o servi&ccedil;o se torna um componente de software totalmente reutiliz&aacute;vel. <\/em><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t&Eacute; isso a&iacute;, galera! Forte abra&ccedil;o&#8230;\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<div>\n<p align=\"right\">\n\t\t&nbsp;\n\t<\/p>\n<\/div>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p align=\"right\">\n\t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fala, galera! Segue abaixo as quest&otilde;es comentadas de Engenharia de Software da SEDF 2017. Achei a prova em bom n&iacute;vel, nada muito complexo, uma ou outra quest&atilde;o mais pol&ecirc;mica e eu encontrei duas quest&otilde;es pass&iacute;veis de recursos. Vamos l&aacute;&#8230; &nbsp; &nbsp; 79. 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