{"id":582019,"date":"2020-10-13T17:44:14","date_gmt":"2020-10-13T20:44:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=582019"},"modified":"2020-10-13T18:28:03","modified_gmt":"2020-10-13T21:28:03","slug":"resumo-das-sociedades-por-acoes-lei-no-6-404-76-parte-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/resumo-das-sociedades-por-acoes-lei-no-6-404-76-parte-i\/","title":{"rendered":"Resumo das Sociedades por A\u00e7\u00f5es (Lei n\u00ba 6.404\/76) \u2013 Parte I"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Entenda&nbsp;tudo&nbsp;o que voc\u00ea precisa saber sobre as sociedades por a\u00e7\u00f5es \u2013 Sociedade em Comandita por A\u00e7\u00f5es e Sociedade An\u00f4nima.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Ol\u00e1, amigos estrategistas! Tudo certo?<\/p>\n\n\n\n<p>No artigo anterior fizemos um resumo das <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/resumo-de-sociedades-em-direito-empresarial-parte-ii\/\"><strong>Sociedades em<\/strong> <strong>Nome Coletivo, em Comandita Simples e Sociedade Limitada<\/strong>.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>No presente artigo continuaremos tratando sobre as sociedades empresariais, mais especificamente sobre as <strong>sociedades por a\u00e7\u00f5es: Comandita por A\u00e7\u00f5es e Sociedade An\u00f4nima.<\/strong><em><strong> <\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>As referidas sociedades possuem o capital dividido na forma de a\u00e7\u00f5es, sendo ambas regidas por Lei especial, a conhecida <strong><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l6404consol.htm\">Lei das Sociedades por A\u00e7\u00f5es (Lei n\u00ba 6.404\/76)<\/a><\/strong>, possuindo disposi\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m no <strong><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/2002\/l10406compilada.htm\">C\u00f3digo Civil<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/10\/11231904\/Sociedades-por-acoes-1024x576.jpg\" alt=\"Sociedades por A\u00e7\u00f5es\" class=\"wp-image-586857\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/10\/11231904\/Sociedades-por-acoes-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/10\/11231904\/Sociedades-por-acoes-300x169.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/10\/11231904\/Sociedades-por-acoes-768x432.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/10\/11231904\/Sociedades-por-acoes-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/10\/11231904\/Sociedades-por-acoes-610x343.jpg 610w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/10\/11231904\/Sociedades-por-acoes.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Sociedades por A\u00e7\u00f5es &#8211; Parte I<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Vamos estudar as particularidades das sociedades por a\u00e7\u00f5es, perfazendo nesse primeiro artigo, os seguintes t\u00f3picos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Comandita por A\u00e7\u00f5es<\/strong><\/li><li><strong>Sociedade An\u00f4nima<\/strong><\/li><li><strong>Caracter\u00edsticas<\/strong><\/li><li><strong>Objeto Social<\/strong><\/li><li><strong>Nome Empresarial<\/strong><\/li><li><strong>Companhia Aberta e Fechada<\/strong><\/li><li><strong>Constitui\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li><li><strong>Subscri\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li><li><strong>Constitui\u00e7\u00e3o por Subscri\u00e7\u00e3o P\u00fablica<\/strong><\/li><li><strong>Constitui\u00e7\u00e3o por Subscri\u00e7\u00e3o Particular<\/strong><\/li><li><strong>Disposi\u00e7\u00f5es Complementares<\/strong><\/li><li><strong>Capital Social<\/strong><\/li><li><strong>Obriga\u00e7\u00e3o de Realizar o Capital<\/strong><\/li><li><strong>A\u00e7\u00f5es<\/strong><\/li><li><strong>Pre\u00e7o de Emiss\u00e3o<\/strong><\/li><li><strong>Esp\u00e9cies e Classes<\/strong><\/li><li><strong>Quanto \u00e0 natureza dos direitos ou vantagens<\/strong><\/li><li><strong>Quanto \u00e0 forma de transfer\u00eancia<\/strong><\/li><li><strong>Partes Benefici\u00e1rias<\/strong><\/li><li><strong>Deb\u00eantures<\/strong><\/li><li><strong>B\u00f4nus de Subscri\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Comandita por A\u00e7\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>A Sociedade em Comandita por A\u00e7\u00f5es possui o capital divido em a\u00e7\u00f5es e rege-se pelas regras relativas \u00e0s <strong>companhias<\/strong> ou <strong>sociedades an\u00f4nimas<\/strong> (Art. 280, Lei 6.404\/76).<\/p>\n\n\n\n<p>O nome empresarial pode se dar por <strong>FIRMA<\/strong> ou <strong>DENOMINA\u00c7\u00c3O<\/strong>, devendo ser seguida das palavras <strong>&#8220;Comandita por A\u00e7\u00f5es&#8221;<\/strong>, por extenso ou abreviadamente por <strong>\u201cC\/A\u201d<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Somente o <strong>s\u00f3cio ou acionista<\/strong> tem qualidade para <strong>administrar<\/strong> ou gerir a sociedade, e, como <strong>DIRETOR<\/strong> ou <strong>GERENTE<\/strong>, responde, <strong>subsidi\u00e1ria<\/strong>, mas <strong>ILIMITADA<\/strong> e <strong>SOLIDARIAMENTE<\/strong>, pelas obriga\u00e7\u00f5es da sociedade (Art. 282, Lei 6.404\/76).<\/p>\n\n\n\n<p>Os diretores ou gerentes s\u00e3o nomeados sem limita\u00e7\u00e3o de tempo, no estatuto da sociedade, sendo que somente podem ser destitu\u00eddos por delibera\u00e7\u00e3o de acionistas que representem no m\u00ednimo <strong>2\/3 do capital social<\/strong> (Art. 282, \u00a7 1\u00ba, Lei 6.404\/76).<\/p>\n\n\n\n<p>O diretor ou gerente que for destitu\u00eddo ou se exonerar continuar\u00e1 respons\u00e1vel pelas obriga\u00e7\u00f5es sociais contra\u00eddas sob sua administra\u00e7\u00e3o, por at\u00e9 <strong>2 ANOS<\/strong> (Art. 1.091, \u00a7 3\u00ba, CC).<\/p>\n\n\n\n<p>A<strong> Sociedade em Comandita por A\u00e7\u00f5es \u00e9 sempre EMPRES\u00c1RIA<\/strong>, independentemente do objeto social.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sociedades An\u00f4nimas <\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Caracter\u00edsticas<\/h3>\n\n\n\n<p>A Sociedade An\u00f4nima ou Companhia tem seu capital fracionado em <strong>a\u00e7\u00f5es<\/strong>, que correspondem a uma parcela do capital da companhia. A responsabilidade dos s\u00f3cios ou acionistas \u00e9 limitada ao pre\u00e7o de emiss\u00e3o das a\u00e7\u00f5es subscritas ou adquiridas (Art. 1, Lei 6.404\/76).<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, no que se refere \u00e0 responsabilidade dos s\u00f3cios, <strong>n\u00e3o h\u00e1 solidariedade<\/strong> entre eles, sendo essa <strong>LIMITADA<\/strong> ao&nbsp;<strong>pre\u00e7o de emiss\u00e3o<\/strong>&nbsp;das respectivas a\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As <strong>Sociedades An\u00f4nimas, assim como em Comandita por A\u00e7\u00f5es, s\u00e3o<\/strong> <strong>sempre EMPRES\u00c1RIAS<\/strong>, independentemente do objeto social.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Objeto Social &#8211; Sociedade An\u00f4nima<\/h3>\n\n\n\n<p>De acordo com o Artigo 2 da Lei 6.404\/76, o objeto social pode ser de qualquer atividade com fim lucrativo, desde que n\u00e3o contr\u00e1rio a lei, \u00e0 ordem p\u00fablica e aos bons costumes, e observar\u00e1 o seguinte:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 1\u00ba Qualquer que seja o objeto, a companhia \u00e9 mercantil e se rege pelas leis e usos do com\u00e9rcio.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>estatuto social definir\u00e1 o objeto <\/strong>de modo preciso e completo, que <strong>poder\u00e1 ser a participa\u00e7\u00e3o em outras sociedades<\/strong>. Ainda que n\u00e3o prevista no estatuto, a participa\u00e7\u00e3o \u00e9 facultada como meio de realizar o objeto social, ou para beneficiar-se de incentivos fiscais (Art. 2, <em>\u00a7 2\u00ba<\/em> e 3<em>\u00ba<\/em>, Lei 6.404\/76).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Nome Empresarial &#8211; Sociedade An\u00f4nima<\/h3>\n\n\n\n<p>O nome empresarial ser\u00e1 sempre por <strong>DENOMINA\u00c7\u00c3O<\/strong>, acrescida das express\u00f5es <strong>&#8220;companhia&#8221;<\/strong> ou<strong> &#8220;sociedade an\u00f4nima&#8221;<\/strong>, expressas por extenso ou abreviadamente <strong>(Cia ou S\/A)<\/strong>, mas vedada a utiliza\u00e7\u00e3o da \u201ccompanhia\u201d ou \u201cCia\u201d ao final, pois poderia ser confundido com a Sociedade em Nome Coletivo:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<em>Art. 3\u00ba A sociedade ser\u00e1 designada por denomina\u00e7\u00e3o acompanhada das express\u00f5es &#8220;companhia&#8221; ou &#8220;sociedade an\u00f4nima&#8221;, expressas por extenso ou abreviadamente, mas vedada a utiliza\u00e7\u00e3o da primeira ao final.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>nome do fundador, acionista, ou pessoa<\/strong> que por qualquer outro modo <strong>tenha concorrido para o \u00eaxito da empresa, poder\u00e1 figurar na denomina\u00e7\u00e3o<\/strong> (Art. 3, \u00a7 1\u00ba, Lei 6.404\/76).<\/p>\n\n\n\n<p>Na hip\u00f3tese de <strong>denomina\u00e7\u00e3o semelhante ou id\u00eantica<\/strong> a de Companhia j\u00e1 existente, h\u00e1 <strong>direito pela parte prejudicada de requerer a altera\u00e7\u00e3o administrativamente ou ajuizar perdas e danos<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00a7 2\u00ba Se a denomina\u00e7\u00e3o for id\u00eantica ou semelhante a de companhia j\u00e1 existente, assistir\u00e1 \u00e0 prejudicada o direito de requerer a modifica\u00e7\u00e3o, por via administrativa (artigo 97) ou em ju\u00edzo, e demandar as perdas e danos resultantes.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Companhia Aberta e Fechada<\/h3>\n\n\n\n<p>As Sociedades An\u00f4nimas s\u00e3o classificadas em abertas ou fechadas.<\/p>\n\n\n\n<p>As Companhias <strong>ABERTAS<\/strong>&nbsp;s\u00e3o aquelas em que&nbsp;os&nbsp;<strong>valores mobili\u00e1rios<\/strong> de sua emiss\u00e3o s\u00e3o <strong>admitidos \u00e0 negocia\u00e7\u00e3o no&nbsp;mercado de capitais<\/strong> (bolsa de valores ou mercado de balc\u00e3o), <strong>independentemente de os ativos serem efetivamente negociados<\/strong>. Enquanto as <strong>FECHADAS<\/strong>&nbsp;s\u00e3o aquelas em que tais valores <strong>n\u00e3o <\/strong>estejam admitidos \u00e0 negocia\u00e7\u00e3o no mercado:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 4<sup>o<\/sup>&nbsp;Para os efeitos desta Lei, a companhia \u00e9 aberta ou fechada conforme os valores mobili\u00e1rios de sua emiss\u00e3o estejam ou n\u00e3o admitidos \u00e0 negocia\u00e7\u00e3o no mercado de valores mobili\u00e1rios.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>SOMENTE<\/strong> os valores mobili\u00e1rios de emiss\u00e3o de companhia registrada na <strong>Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios (CVM)<\/strong> podem ser negociados no mercado de valores mobili\u00e1rios (Art. 1, \u00a7 1<sup>o<\/sup>, Lei 6.404\/76).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Constitui\u00e7\u00e3o &#8211; Sociedade An\u00f4nima<\/h3>\n\n\n\n<p>A constitui\u00e7\u00e3o de uma sociedade an\u00f4nima depende do cumprimento dos seguintes requisitos preliminares (Art. 80, Lei 6.404\/76):<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">Subscri\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong>, pelo menos por<strong> <span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">2 (duas) pessoas<\/span><\/strong>, de <strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">TODAS as a\u00e7\u00f5es<\/span><\/strong> em que se divide o capital social fixado no estatuto;<\/li><li><strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">Realiza\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong>, como entrada, de<strong> <\/strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>10% (dez por cento)<\/strong>, <strong>NO M\u00cdNIMO<\/strong><\/span>, do pre\u00e7o de emiss\u00e3o das a\u00e7\u00f5es subscritas <strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">EM DINHEIRO<\/span><\/strong>;<\/li><li><strong><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-amber-color\">Dep\u00f3sito<\/span><\/strong>, no<span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-amber-color\"> <strong>BANCO DO BRASIL S\/A<\/strong><\/span>.,<span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-amber-color\"><strong> ou<\/strong> <\/span>em<strong> <span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-amber-color\">outro estabelecimento banc\u00e1rio autorizado pela Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios<\/span><\/strong>, da parte do capital realizado em dinheiro.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">Aten\u00e7\u00e3o!<\/span><\/strong> \u00c9 poss\u00edvel que a Companhia seja constitu\u00edda por um \u00fanico acionista, desde que este seja <strong>Sociedade brasileira<\/strong>, mediante <strong>escritura p\u00fablica<\/strong>, denominada<strong> Subsidi\u00e1ria Integral<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<em>&nbsp; Art. 251. A companhia pode ser constitu\u00edda, mediante escritura p\u00fablica, tendo como \u00fanico acionista sociedade brasileira.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Para a <strong>abertura do capital<\/strong> de uma Sociedade An\u00f4nima \u00e9 necess\u00e1rio protocolar um pedido de registro na <strong>Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios (CVM)<\/strong>, \u00f3rg\u00e3o que regula e fiscaliza o mercado de capitais.<\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto que para o <strong>fechamento do capital <\/strong>da Companhia, \u00e9 preciso solicitar o <strong>cancelamento do registro na CVM<\/strong>, al\u00e9m disso, a companhia emissora de a\u00e7\u00f5es, o acionista controlador ou a sociedade que a controle, direta ou indiretamente, deve formular&nbsp;<strong>oferta p\u00fablica para adquirir a TOTALIDADE das a\u00e7\u00f5es em circula\u00e7\u00e3o<\/strong>&nbsp;no mercado,<strong> por pre\u00e7o justo, ao menos igual ao valor de avalia\u00e7\u00e3o da companhia<\/strong> (art. 4, \u00a74\u00ba, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Subscri\u00e7\u00e3o &#8211; Sociedade An\u00f4nima<\/h3>\n\n\n\n<p>A partir do cumprimento dos requisitos preliminares, a <strong>constitui\u00e7\u00e3o pode ser realizada por subscri\u00e7\u00e3o p\u00fablica ou particular<\/strong>, <strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">exigindo-se no primeiro caso, do pr\u00e9vio registro na Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios.<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para a <strong>sociedade de capital aberto<\/strong>, no qual as a\u00e7\u00f5es s\u00e3o oferecidas ao p\u00fablico, a constitui\u00e7\u00e3o se d\u00e1 atrav\u00e9s de&nbsp;<strong>subscri\u00e7\u00e3o<\/strong>&nbsp;<strong>p\u00fablica<\/strong>; ao passo que para a sociedade de <strong>capital fechado<\/strong>, onde as<strong> <\/strong>a\u00e7\u00f5es s\u00e3o divididas entre os fundadores da Companhia, a constitui\u00e7\u00e3o se processa por <strong>subscri\u00e7\u00e3o<\/strong>&nbsp;<strong>particular.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Lembrando que a <strong>subscri\u00e7\u00e3o do capital<\/strong> \u00e9 o valor no qual os<strong> s\u00f3cios<\/strong>&nbsp;<strong>se comprometem<\/strong> a&nbsp;contribuir na sociedade, enquanto que o&nbsp;<strong>capital integralizado<\/strong>&nbsp;\u00e9 o valor que os s\u00f3cios&nbsp;<strong>efetivamente&nbsp;contribu\u00edram<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Constitui\u00e7\u00e3o por Subscri\u00e7\u00e3o P\u00fablica&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>A constitui\u00e7\u00e3o por <strong>subscri\u00e7\u00e3o p\u00fablica<\/strong> \u00e9 aquela em que a sociedade busca capta\u00e7\u00e3o de recursos junto a investidores, o processo para <span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>constituir uma sociedade an\u00f4nima<\/strong> <strong>ABERTA depende do<\/strong> <strong>pr\u00e9vio registro da emiss\u00e3o na Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios<\/strong><\/span>, e a subscri\u00e7\u00e3o apenas ser\u00e1 poss\u00edvel atrav\u00e9s da <strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">intermedia\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o financeira<\/span><\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<em>Art. 82. A constitui\u00e7\u00e3o de companhia por subscri\u00e7\u00e3o p\u00fablica depende do pr\u00e9vio registro da emiss\u00e3o na Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios, e a subscri\u00e7\u00e3o somente poder\u00e1 ser efetuada com a intermedia\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00e3o financeira.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O <strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">pedido de Registro na CVM deve ser instru\u00eddo<\/span><\/strong> com:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Estudo de viabilidade econ\u00f4mica e financeira<\/strong> do empreendimento;<\/li><li><strong>Projeto do estatuto social<\/strong>;<\/li><li><strong>Prospecto<\/strong>, organizado e <strong>assinado pelos fundadores e pela institui\u00e7\u00e3o financeira intermedi\u00e1ria<\/strong>.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A partir do registro, as a\u00e7\u00f5es s\u00e3o colocadas no mercado pela institui\u00e7\u00e3o financeira intermedi\u00e1ria, o servi\u00e7o se destina \u00e0 capta\u00e7\u00e3o de recursos no mercado, atrav\u00e9s da coloca\u00e7\u00e3o de t\u00edtulos de emiss\u00e3o da Companhia no mercado de capitais. A opera\u00e7\u00e3o \u00e9 conhecida como <strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\">UNDERWRITING<\/span>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Encerrada a subscri\u00e7\u00e3o e havendo sido subscrito todo o capital social, os fundadores convocar\u00e3o a <strong>assembleia-geral <\/strong>que dever\u00e1<strong> promover a avalia\u00e7\u00e3o dos bens, se for o caso, e deliberar sobre a constitui\u00e7\u00e3o da companhia<\/strong> (Art. 86, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s da <strong>Assembleia de Constitui\u00e7\u00e3o <\/strong>\u00e9 discutido e votado o projeto de estatuto, sendo instalada em <strong>primeira <\/strong>convoca\u00e7\u00e3o, com a presen\u00e7a de subscritores que representem, <strong>no m\u00ednimo,<\/strong> <strong>METADE do capital social<\/strong>, e, em <strong>segunda convoca\u00e7\u00e3o<\/strong>, com <strong>qualquer n\u00famero<\/strong> (Art. 87, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<p>Verificando-se que foram observadas as formalidades legais e <strong>n\u00e3o havendo oposi\u00e7\u00e3o de subscritores que representem MAIS da METADE do capital social<\/strong>, o presidente declarar\u00e1 constitu\u00edda a companhia, procedendo-se, a seguir, \u00e0 elei\u00e7\u00e3o dos administradores e fiscais (art. 87, \u00a73\u00ba, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Constitui\u00e7\u00e3o por Subscri\u00e7\u00e3o Particular<\/h3>\n\n\n\n<p>O processo de constitui\u00e7\u00e3o da Companhia por <strong>subscri\u00e7\u00e3o particular<\/strong> \u00e9 mais simples quando se comparado com a subscri\u00e7\u00e3o p\u00fablica. <strong>N\u00c3O h\u00e1 necessidade de registro<\/strong> <strong>na Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios<\/strong> <strong>ou de intermedia\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o financeira<\/strong>, visto que <strong>n\u00e3o <\/strong>h\u00e1 oferta p\u00fablica para capta\u00e7\u00e3o de recursos externos.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A constitui\u00e7\u00e3o por <strong>subscri\u00e7\u00e3o PARTICULAR<\/strong> pode ser feita mediante <strong>ASSEMBLEIA GERAL<\/strong> ou por <strong>ESCRITURA P\u00daBLICA <\/strong>em cart\u00f3rio:<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;<em>Art. 88. A constitui\u00e7\u00e3o da companhia por subscri\u00e7\u00e3o particular do capital pode fazer-se por delibera\u00e7\u00e3o dos subscritores em assembl\u00e9ia-geral ou por escritura p\u00fablica, considerando-se fundadores todos os subscritores.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Constitui\u00e7\u00e3o da Sociedade An\u00f4nima \u2013 Disposi\u00e7\u00f5es Complementares<\/h3>\n\n\n\n<p>Os documentos relativos \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o da companhia <strong>devem ser arquivados na Junta Comercial em 30 dias contados da lavratura do estatuto ou de sua assinatura.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Arquivados os documentos relativos \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o da companhia,&nbsp;os seus administradores providenciar\u00e3o, <strong>nos 30 DIAS SUBSEQUENTES<\/strong>, a <strong>publica\u00e7\u00e3o deles, bem como a de certid\u00e3o do arquivamento,<\/strong> <strong>em<\/strong> <strong>\u00f3rg\u00e3o oficial do local de sua sede<\/strong> (Art. 98, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<p><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\"><strong>Aten\u00e7\u00e3o!<\/strong><\/span> <strong>Para a incorpora\u00e7\u00e3o de bens im\u00f3veis<\/strong> na forma\u00e7\u00e3o do capital das Sociedades An\u00f4nimas <strong>N\u00c3O<\/strong> <strong>\u00e9 exigido escritura p\u00fablica<\/strong>, sendo suficiente a certid\u00e3o dos atos constitutivos da companhia para a transfer\u00eancia dos respectivos bens por transcri\u00e7\u00e3o no registro p\u00fablico competente, \u00e9 o que se depreende da conjuga\u00e7\u00e3o dos artigos abaixo (Arts. 89 e 98, Lei n\u00ba 6.404\/1976):<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 89. A incorpora\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis para forma\u00e7\u00e3o do capital social n\u00e3o exige escritura p\u00fablica.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 98.&nbsp;\u00a7 2\u00ba A certid\u00e3o dos atos constitutivos da companhia, passada pelo registro do com\u00e9rcio em que foram arquivados, ser\u00e1 o documento h\u00e1bil para a transfer\u00eancia, por transcri\u00e7\u00e3o no registro p\u00fablico competente, dos bens com que o subscritor tiver contribu\u00eddo para a forma\u00e7\u00e3o do capital social.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>subscritor<\/strong> <strong>pode fazer-se representar<\/strong> na assembleia-geral ou na escritura p\u00fablica <strong>por procurador com poderes especiais <\/strong>(Art. 90, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<p>Os <strong>fundadores e as institui\u00e7\u00f5es financeiras<\/strong> que participarem da constitui\u00e7\u00e3o por <strong>subscri\u00e7\u00e3o p\u00fablica<\/strong> <strong>responder\u00e3o, <\/strong>no \u00e2mbito das respectivas atribui\u00e7\u00f5es, <strong>pelos preju\u00edzos<\/strong> <strong>resultantes da inobserv\u00e2ncia de preceitos legais<\/strong> (Art. 92, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<p>Os <strong>fundadores responder\u00e3o ainda, solidariamente, pelo preju\u00edzo decorrente de culpa ou dolo<\/strong> em atos ou opera\u00e7\u00f5es <strong>ANTERIORES <\/strong>\u00e0 constitui\u00e7\u00e3o (Art. 92, Par\u00e1grafo \u00fanico, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Capital Social &#8211; Sociedade An\u00f4nima<\/h3>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<strong>capital social \u00e9 dividido em a\u00e7\u00f5es<\/strong> e formado pelos recursos que os s\u00f3cios <strong>subscrevem e integralizam<\/strong> para forma\u00e7\u00e3o do capital da sociedade, quando de sua constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-amber-color\">estatuto da companhia fixar\u00e1 o valor do capital social,<\/span><\/strong> expresso em moeda nacional, que <strong>poder\u00e1 ser formado com contribui\u00e7\u00f5es em dinheiro ou em qualquer esp\u00e9cie de bens suscet\u00edveis de avalia\u00e7\u00e3o em dinheiro <\/strong>(<strong>corp\u00f3reos&nbsp;ou&nbsp;incorp\u00f3reos<\/strong>), al\u00e9m do direito de cr\u00e9ditos de acionistas contra terceiros (Art. 7, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>avalia\u00e7\u00e3o dos bens<\/strong> ser\u00e1 feita por <strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">3 peritos ou<\/span> <span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">por empresa especializada<\/span><\/strong>,<strong> <span class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\">nomeados em assembleia-geral dos subscritores<\/span><\/strong>, <span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\"><strong>convocada pela imprensa<\/strong><\/span> e <span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>presidida por um dos fundadores<\/strong><\/span>, instalando-se em <strong>primeira convoca\u00e7\u00e3o<\/strong> com a presen\u00e7a de <strong>subscritores que representem<\/strong> <strong>METADE<\/strong>, <strong>pelo menos, do capital social<\/strong>, e em <strong>segunda convoca\u00e7\u00e3o com qualquer n\u00famero<\/strong> (Art. 8, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<p>Os bens <strong>N\u00c3O<\/strong> poder\u00e3o ser incorporados ao patrim\u00f4nio da companhia por valor <strong>ACIMA<\/strong> do que lhes tiver dado o subscritor (art. 8, \u00a74\u00ba, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<p>Na falta de declara\u00e7\u00e3o expressa em contr\u00e1rio, os bens transferem-se \u00e0 companhia a t\u00edtulo de propriedade (Art. 9, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Obriga\u00e7\u00e3o de Realizar o Capital &#8211; Sociedade An\u00f4nima<\/h3>\n\n\n\n<p>Apesar de n\u00e3o haver solidariedade entre os s\u00f3cios, estes s\u00e3o obrigados \u00e0 integralizar as a\u00e7\u00f5es adquiridas. Caso haja inadimpl\u00eancia, o <span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>acionista remisso poder\u00e1 sofrer por escolha da sociedade,<\/strong><\/span><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\"><strong> <\/strong><\/span><strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">processo de execu\u00e7\u00e3o ou ter as suas a\u00e7\u00f5es colocadas \u00e0 venda em bolsa de valores<\/span><\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;Art. 107. Verificada a mora do acionista, a companhia pode, \u00e0 sua escolha:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Promover contra o acionista, e os que com ele forem solidariamente respons\u00e1veis (artigo 108), processo de execu\u00e7\u00e3o para cobrar as import\u00e2ncias devidas, servindo o boletim de subscri\u00e7\u00e3o e o aviso de chamada como t\u00edtulo extrajudicial nos termos do C\u00f3digo de Processo Civil; ou<\/em><\/li><li><em>Mandar vender as a\u00e7\u00f5es em bolsa de valores, por conta e risco do acionista.<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O \u00a7 1<em>\u00b0 &nbsp;<\/em>do artigo 107 ainda prev\u00ea que <strong>se o estatuto e o boletim forem omissos quanto ao montante da presta\u00e7\u00e3o e ao prazo ou data do pagamento, caber\u00e1 aos \u00f3rg\u00e3os da administra\u00e7\u00e3o efetuar chamada<\/strong> mediante avisos publicados na <strong>IMPRENSA<\/strong>, por no m\u00ednimo <strong>3 VEZES, <\/strong>fixando prazo n\u00e3o inferior a <strong>30 DIAS<\/strong> para o pagamento.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00a7 2\u00b0 do mesmo artigo determina que&nbsp;o acionista que n\u00e3o fizer o pagamento nas condi\u00e7\u00f5es previstas no estatuto ou boletim, ou na chamada, ficar\u00e1 de pleno direito constitu\u00eddo em <strong>mora<\/strong>, sujeitando-se ao <strong>pagamento dos juros, da corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria e da multa que o estatuto determinar, esta n\u00e3o superior a 10% do valor da presta\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Principais Valores Mobili\u00e1rios &#8211; Sociedade An\u00f4nima<\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A\u00e7\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>a\u00e7\u00e3o \u00e9 o valor mobili\u00e1rio emitido pela Companhia<\/strong>, correspondente a uma <strong>unidade do capital social<\/strong>, o titular da a\u00e7\u00e3o \u00e9 considerado <strong>s\u00f3cio acionista. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>estatuto social<\/strong> <strong>determinar\u00e1 se as a\u00e7\u00f5es ter\u00e3o <span class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\">VALOR NOMINAL<\/span><\/strong>, sendo este o <span class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\"><strong>resultado da divis\u00e3o do valor do capital social pelo n\u00famero de a\u00e7\u00f5es<\/strong>.<\/span> A\u00e7\u00f5es sem valor nominal s\u00e3o aquelas em que n\u00e3o foram fixados valores de emiss\u00e3o, prevalecendo o valor de mercado quando do lan\u00e7amento.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 11. O estatuto fixar\u00e1 o n\u00famero das a\u00e7\u00f5es em que se divide o capital social e estabelecer\u00e1 se as a\u00e7\u00f5es ter\u00e3o, ou n\u00e3o, valor nominal.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 1\u00ba Na companhia com a\u00e7\u00f5es sem valor nominal, o estatuto poder\u00e1 criar uma ou mais classes de a\u00e7\u00f5es preferenciais com valor nominal.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O <span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\"><strong>valor nominal ser\u00e1 o mesmo para todas as a\u00e7\u00f5es da companhia e n\u00e3o poder\u00e1 ser inferior ao m\u00ednimo fixado pela Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios <\/strong><\/span>(Art. 11, \u00a7 2\u00ba e 3\u00ba, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A\u00e7\u00f5es &#8211; Pre\u00e7o de Emiss\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9<\/strong> <strong>vedada a emiss\u00e3o de a\u00e7\u00f5es por pre\u00e7o inferior ao seu valor nominal<\/strong>, sob pena de nulidade do ato e responsabilidade dos infratores, inclusive de a\u00e7\u00e3o penal  (Art. 13, Lei n\u00ba 6.404\/1976):<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 1\u00ba A infra\u00e7\u00e3o do disposto neste artigo importar\u00e1 nulidade do ato ou opera\u00e7\u00e3o e responsabilidade dos infratores, sem preju\u00edzo da a\u00e7\u00e3o penal que no caso couber.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A contribui\u00e7\u00e3o do subscritor que ultrapassar o valor nominal constituir\u00e1 reserva de capital<\/strong> (Art. 13, \u00a7 2\u00ba, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A\u00e7\u00f5es &#8211; Esp\u00e9cies e Classes<\/h3>\n\n\n\n<p>As a\u00e7\u00f5es podem ser classificadas segundo dois crit\u00e9rios, o primeiro deles \u00e9 <strong>QUANTO \u00c0 NATUREZA DOS DIREITOS OU VANTAGENS<\/strong> que confiram a seus titulares, dividindo-se em: <strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">ordin\u00e1rias, preferenciais ou de frui\u00e7\u00e3o<\/span>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O segundo crit\u00e9rio \u00e9 <strong>QUANTO \u00c0 FORMA DE TRANSFER\u00caNCIA das a\u00e7\u00f5es<\/strong>, podendo ser <span class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\"><strong>nominativas<\/strong> ou <strong>escriturais<\/strong><\/span><strong>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As <strong>a\u00e7\u00f5es ordin\u00e1rias da companhia<\/strong> <strong>FECHADA<\/strong> e as <strong>a\u00e7\u00f5es preferenciais<\/strong> <strong>da companhia<\/strong> <strong>ABERTA e FECHADA<\/strong> <strong>poder\u00e3o ser de uma ou mais classes<\/strong> <strong><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">(As a\u00e7\u00f5es ordin\u00e1rias da Companhia ABERTA N\u00c3O podem) <\/span><\/strong>(Art. 15, \u00a7 1\u00ba, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A\u00e7\u00f5es &#8211; Quanto \u00e0 natureza dos direitos ou vantagens<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">A\u00e7\u00f5es Ordin\u00e1rias<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>A a\u00e7\u00e3o ordin\u00e1ria \u00e9 de emiss\u00e3o obrigat\u00f3ria e concede ao acionista os direitos essenciais comuns a todos os s\u00f3cios, sem privil\u00e9gios ou restri\u00e7\u00f5es; al\u00e9m disso, sempre dar\u00e1 direito a voto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cada a\u00e7\u00e3o ordin\u00e1ria corresponde a 1 voto nas delibera\u00e7\u00f5es da assembleia-geral, sendo vedado o voto plural<\/strong> (Art. 110, Lei n\u00ba 6.404\/1976):<\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00a7 1\u00ba O estatuto pode estabelecer limita\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de votos de cada acionista.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<em> \u00a7 2\u00ba \u00c9 vedado atribuir voto plural a qualquer classe de a\u00e7\u00f5es.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>As <strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\">a\u00e7\u00f5es ordin\u00e1rias<\/span><\/strong> de companhia <strong>FECHADA<\/strong> <strong>poder\u00e3o ser de classes diversas, em fun\u00e7\u00e3o de<\/strong> (Art. 16, Lei n\u00ba 6.404\/1976):<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><span class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\"><strong>Conversibilidade em a\u00e7\u00f5es preferenciais;<em>&nbsp;<\/em><\/strong><\/span><\/li><li><span class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\"><strong>Exig\u00eancia de nacionalidade brasileira do acionista; ou&nbsp;<\/strong><\/span><\/li><li><span class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\"><strong>Direito de voto em separado para o preenchimento de determinados cargos de \u00f3rg\u00e3os administrativos.<\/strong><\/span><\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">A\u00e7\u00f5es Preferenciais<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>A <strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">a\u00e7\u00e3o preferencial <\/span><\/strong><span class=\"has-inline-color has-black-color\"><strong>concede ao acionista algum privil\u00e9gio<\/strong> <\/span>diferenciado em rela\u00e7\u00e3o ao detentor da a\u00e7\u00e3o ordin\u00e1ria, de acordo com o artigo 17 da Lei 6.404\/1976, <strong><span class=\"has-inline-color has-black-color\">podem consistir:<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>Em prioridade na distribui\u00e7\u00e3o de dividendo, fixo ou m\u00ednimo;<\/strong><\/span><\/li><li><span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>Em prioridade no reembolso do capital, com pr\u00eamio ou sem ele; ou&nbsp;<\/strong><\/span><\/li><li><span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>Na acumula\u00e7\u00e3o das prefer\u00eancias e vantagens de que tratam os incisos I e II.<\/strong><\/span><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Por outro lado, <strong>o estatuto social poder\u00e1&nbsp;<\/strong><strong>deixar de conferir&nbsp;<\/strong><strong>alguns dos direitos&nbsp;reconhecidos \u00e0s a\u00e7\u00f5es ordin\u00e1rias<\/strong>, <strong>como o direito de voto<\/strong>, contanto que respeite os direitos essenciais elencados no artigo 109. Entretanto, n\u00e3o h\u00e1 nada que impe\u00e7a o estatuto de conceder esse direito.<\/p>\n\n\n\n<p>De todo modo, o <strong>titular da a\u00e7\u00e3o preferencial ter\u00e1 direito a voto nas seguintes situa\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>na assembleia de constitui\u00e7\u00e3o<\/strong> (art. 87, \u00a7 2\u00ba, Lei 6.404\/1976);<\/li><li><strong>para elei\u00e7\u00e3o de um membro e respectivo suplente do Conselho Fiscal <\/strong>(art. 161, \u00a7 4\u00ba, Lei 6.404\/1976).<\/li><li>Quando a Companhia, pelo prazo previsto no estatuto, n\u00e3o superior a <strong>3 EXERC\u00cdCIOS consecutivos<\/strong>, <strong>deixar de pagar os dividendos fixos ou m\u00ednimos a que fizerem jus<\/strong>, direito que conservar\u00e3o at\u00e9 o pagamento, se tais dividendos n\u00e3o forem cumulativos, ou at\u00e9 que sejam pagos os cumulativos em atraso. (Art. 111, \u00a7 1\u00ba, Lei 6.404\/1976).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>O<\/strong> <strong>estatuto pode assegurar <\/strong>a uma ou mais classes de <strong>a\u00e7\u00f5es preferenciais, o<\/strong> <strong>direito de eleger, em vota\u00e7\u00e3o em separado, um ou mais membros dos \u00f3rg\u00e3os de administra\u00e7\u00e3o<\/strong>. (art. 18, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<p>A emiss\u00e3o de a\u00e7\u00f5es preferenciais \u00e9 facultativa, contudo, para as <strong>a\u00e7\u00f5es PREFERENCIAIS SEM DIREITO A VOTO, deve-se respeitar o limite m\u00e1ximo de 50% do total de a\u00e7\u00f5es emitidas<\/strong>, conforme artigo 15:<\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; \u00a7 2<u><sup>o<\/sup><\/u>&nbsp;O n\u00famero de a\u00e7\u00f5es preferenciais sem direito a voto, ou sujeitas a restri\u00e7\u00e3o no exerc\u00edcio desse direito, n\u00e3o pode ultrapassar 50% (cinq\u00fcenta por cento) do total das a\u00e7\u00f5es emitidas. &nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">A\u00e7\u00f5es de Frui\u00e7\u00e3o<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>As <strong>a\u00e7\u00f5es de frui\u00e7\u00e3o<\/strong> s\u00e3o concedidas aos acionistas cujas <strong>a\u00e7\u00f5es ordin\u00e1rias ou preferenciais foram totalmente amortizadas, devolvendo-se antecipadamente o valor que os acionistas receberiam na liquida\u00e7\u00e3o da Companhia.<\/strong> S\u00e3o a\u00e7\u00f5es sujeitas \u00e0s restri\u00e7\u00f5es do estatuto e n\u00e3o possuem valor econ\u00f4mico:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 44, \u00a75\u00ba As a\u00e7\u00f5es integralmente amortizadas poder\u00e3o ser substitu\u00eddas por a\u00e7\u00f5es de frui\u00e7\u00e3o, com as restri\u00e7\u00f5es fixadas pelo estatuto ou pela assembl\u00e9ia &#8211; geral que deliberar a amortiza\u00e7\u00e3o; em qualquer caso, ocorrendo liquida\u00e7\u00e3o da companhia, as a\u00e7\u00f5es amortizadas s\u00f3 concorrer\u00e3o ao acervo l\u00edquido depois de assegurado \u00e0s a\u00e7\u00f5es n\u00e3o amortizadas valor igual ao da amortiza\u00e7\u00e3o, corrigido monetariamente.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A amortiza\u00e7\u00e3o consiste na distribui\u00e7\u00e3o aos acionistas, a t\u00edtulo de antecipa\u00e7\u00e3o e sem redu\u00e7\u00e3o do capital social, de quantias que lhes poderiam tocar em caso de liquida\u00e7\u00e3o da companhia (Art. 44, \u00a7 2\u00ba, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A\u00e7\u00f5es &#8211; Quanto \u00e0 forma de transfer\u00eancia<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">A\u00e7\u00f5es Nominativas<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Representadas por certificado, as a\u00e7\u00f5es nominativas s\u00e3o aquelas registradas em nome do titular, atrav\u00e9s da inscri\u00e7\u00e3o no livro de <strong>\u201cRegistro das a\u00e7\u00f5es nominativas\u201d<\/strong> ou pelo&nbsp;<strong>extrato&nbsp;fornecido pela institui\u00e7\u00e3o custodiante<\/strong>, na qualidade de propriet\u00e1ria fiduci\u00e1ria das a\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 31. A propriedade das a\u00e7\u00f5es nominativas presume-se pela inscri\u00e7\u00e3o do nome do acionista no livro de &#8220;Registro de A\u00e7\u00f5es Nominativas&#8221; ou pelo extrato que seja fornecido pela institui\u00e7\u00e3o custodiante, na qualidade de propriet\u00e1ria fiduci\u00e1ria das a\u00e7\u00f5es.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>transfer\u00eancia se processa por registro, atrav\u00e9s de termo lavrado no livro de &#8220;Transfer\u00eancia de A\u00e7\u00f5es Nominativas&#8221;<\/strong>, datado e assinado pelo cedente e cession\u00e1rio:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 1\u00ba A transfer\u00eancia das a\u00e7\u00f5es nominativas opera-se por termo lavrado no livro de &#8220;Transfer\u00eancia de A\u00e7\u00f5es Nominativas&#8221;, datado e assinado pelo cedente e pelo cession\u00e1rio, ou seus leg\u00edtimos representantes.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">A\u00e7\u00f5es Escriturais<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p><strong>N\u00e3o h\u00e1 emiss\u00e3o de certificado<\/strong> para as <strong>a\u00e7\u00f5es escriturais<\/strong>, estas s\u00e3o mantidas em <b>contas de dep\u00f3sito, em nome de seus titulares, sendo transferidas <\/b><strong style=\"font-weight: bold\">por<\/strong><b> <\/b><strong style=\"font-weight: bold\">transfer\u00eancia banc\u00e1ria<\/strong>, <strong>atrav\u00e9s de institui\u00e7\u00e3o financeira<\/strong> designada pela Companhia, desde que autorizada pela Comiss\u00e3o de Valores Mobili\u00e1rios:<br \/><br \/><em>Art. 34. O estatuto da companhia pode autorizar ou estabelecer que todas as a\u00e7\u00f5es da companhia, ou uma ou mais classes delas, sejam mantidas em contas de dep\u00f3sito, em nome de seus titulares, na institui\u00e7\u00e3o que designar, sem emiss\u00e3o de certificados.<br \/><\/em><br \/>A <strong>propriedade da a\u00e7\u00e3o escritural<\/strong> <strong>presume-se pelo registro na conta de dep\u00f3sito<\/strong> das a\u00e7\u00f5es, aberta em nome do acionista nos livros da institui\u00e7\u00e3o deposit\u00e1ria (Art. 35, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Partes Benefici\u00e1rias<\/h3>\n\n\n\n<p>As Partes Benefici\u00e1rias s\u00e3o t\u00edtulos que podem ser negociados ou cedidos aos acionistas ou terceiros, podem ser criadas pelas Sociedades An\u00f4nimas de capital <strong>FECHADO<\/strong> <strong>(\u00e9 vedado a emiss\u00e3o pelas sociedades de capital aberto)<\/strong>, a qualquer tempo. <strong>N\u00e3o possuem valor nominal e n\u00e3o comp\u00f5em o capital social e atribuem ao seu detentor<\/strong> <strong>direito de cr\u00e9dito eventual<\/strong>, <strong>atrav\u00e9s da participa\u00e7\u00e3o nos lucros anuais:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 46. A companhia pode criar, a qualquer tempo, t\u00edtulos negoci\u00e1veis, sem valor nominal e estranhos ao capital social, denominados &#8220;partes benefici\u00e1rias&#8221;.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp; \u00a7 1\u00ba As partes benefici\u00e1rias conferir\u00e3o aos seus titulares direito de cr\u00e9dito eventual contra a companhia, consistente na participa\u00e7\u00e3o nos lucros anuais.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A<\/strong> <strong>participa\u00e7\u00e3o nos lucros da companhia n\u00e3o poder\u00e1 ser superior a 10% dos respectivos lucros<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 2\u00ba A participa\u00e7\u00e3o atribu\u00edda \u00e0s partes benefici\u00e1rias, inclusive para forma\u00e7\u00e3o de reserva para resgate, se houver, n\u00e3o ultrapassar\u00e1 0,1 (um d\u00e9cimo) dos lucros.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Salvo o direito de fiscalizar os atos dos ADMINISTRADORES, \u00e9 proibido atribuir qualquer direito privativo de acionista \u00e0s Partes Benefici\u00e1rias<\/strong>, sendo tamb\u00e9m <strong>vedado a cria\u00e7\u00e3o de mais de uma classe ou s\u00e9rie<\/strong> para tais t\u00edtulos (Art. 46, <em>\u00a7 3\u00ba<\/em> e<em> 4\u00ba<\/em>, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<p>Os t\u00edtulos <strong>podem ser alienados pela Companhia ou atribu\u00eddos como forma de remunera\u00e7\u00e3o<\/strong> <strong>por servi\u00e7os prestados<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 47. As partes benefici\u00e1rias poder\u00e3o ser alienadas pela companhia, nas condi\u00e7\u00f5es determinadas pelo estatuto ou pela assembl\u00e9ia-geral, ou atribu\u00eddas a fundadores, acionistas ou terceiros, como remunera\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os prestados \u00e0 companhia.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O estatuto poder\u00e1 prever a convers\u00e3o das partes benefici\u00e1rias em a\u00e7\u00f5es, mediante capitaliza\u00e7\u00e3o de reserva criada para esse fim (Art. 48, \u00a7 2\u00ba, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Deb\u00eantures<\/h3>\n\n\n\n<p>A deb\u00eanture \u00e9 um <strong>t\u00edtulo de d\u00edvida extrajudicial<\/strong> utilizado pelas Sociedades An\u00f4nimas para capta\u00e7\u00e3o de recursos. Os seus <strong>titulares se tornam credores da Companhia<\/strong>, que passam a ter um direito de cr\u00e9dito como remunera\u00e7\u00e3o pelo empr\u00e9stimo, de acordo com o disposto na <strong>escritura de emiss\u00e3o e, se houver, do certificado<\/strong>. <strong>N\u00e3o s\u00e3o atribu\u00eddos direitos de acionista \u00e0s deb\u00eantures, contudo, s\u00e3o convers\u00edveis em a\u00e7\u00f5es:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 52. A companhia poder\u00e1 emitir deb\u00eantures que conferir\u00e3o aos seus titulares direito de cr\u00e9dito contra ela, nas condi\u00e7\u00f5es constantes da escritura de emiss\u00e3o e, se houver, do certificado.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A Companhia pode emitir deb\u00eantures mais de uma vez, podendo dividi-las em s\u00e9ries, <strong>sendo que as deb\u00eantures de mesma s\u00e9rie ter\u00e3o<\/strong> <strong>IGUAL VALOR NOMINAL<\/strong>,<strong> al\u00e9m dos mesmos direitos:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 53. A companhia poder\u00e1 efetuar mais de uma emiss\u00e3o de deb\u00eantures, e cada emiss\u00e3o pode ser dividida em s\u00e9ries.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Par\u00e1grafo \u00fanico. As deb\u00eantures da mesma s\u00e9rie ter\u00e3o igual valor nominal e conferir\u00e3o a seus titulares os mesmos direitos.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>As Companhias abertas e fechadas podem emitir deb\u00eantures, contudo, <strong>somente as<\/strong> <strong>de capital ABERTO podem fazer ofertas p\u00fablicas no mercado de capitais.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para <strong>qualquer emiss\u00e3o de <span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">deb\u00eantures<\/span><\/strong>, a Companhia deve satisfazer os seguintes<span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\"> <strong>requisitos<\/strong><\/span><strong> <\/strong>(Art. 62, Lei n\u00ba 6.404\/1976):&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">I &#8211; arquivamento, no registro do com\u00e9rcio, e publica\u00e7\u00e3o da ata da assembl\u00e9ia-geral, ou do conselho de administra\u00e7\u00e3o, que deliberou sobre a emiss\u00e3o;<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">II &#8211; inscri\u00e7\u00e3o da escritura de emiss\u00e3o no registro do com\u00e9rcio;<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><span class=\"has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color\">III &#8211; constitui\u00e7\u00e3o das garantias reais, se for o caso.<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00c3O s\u00e3o atribu\u00eddos direitos de acionista \u00e0s deb\u00eantures<\/strong>, contudo, podem conferir ao titular o direito de<em> <\/em>auferir juros, fixos ou vari\u00e1veis, participa\u00e7\u00e3o no lucro da companhia e pr\u00eamio de reembolso (Art. 56, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Deb\u00eantures &#8211; Esp\u00e9cies <\/h4>\n\n\n\n<p>Conforme dispuser a <strong>escritura de emiss\u00e3o<\/strong>, <strong>as <span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">esp\u00e9cies de deb\u00eantures<\/span><\/strong>, de acordo com o artigo 58 da Lei das Sociedades por a\u00e7\u00f5es, s\u00e3o as seguintes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">Garantia Real<\/span><\/strong> \u2013 Os bens do ativo da companhia ou de terceiros integram a garantia, de acordo com a escritura de emiss\u00e3o.<\/li><li><strong><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">Garantia Flutuante<\/span> <\/strong>\u2013 A garantia flutuante assegura \u00e0 deb\u00eanture privil\u00e9gio geral sobre o ativo da companhia, mas n\u00e3o impede a negocia\u00e7\u00e3o dos bens que comp\u00f5em esse ativo (Art. 58, \u00a7 1\u00ba, Lei n\u00ba 6.404\/1976).<\/li><li><strong><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">Sem garantia (Quirograf\u00e1ria)<\/span><\/strong> \u2013 O titular concorre com os demais credores quirograf\u00e1rios, sem nenhum privil\u00e9gio, em caso de fal\u00eancia.<\/li><li><strong><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">Subordinada<\/span><\/strong> \u2013 No caso de liquida\u00e7\u00e3o da companhia, confere prefer\u00eancia de pagamento t\u00e3o-somente em rela\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito dos acionistas.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O estatuto da Sociedade An\u00f4nima <strong>aberta <\/strong>pode<strong> autorizar que o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o delibere sobre a emiss\u00e3o das deb\u00eantures<\/strong> <strong>convers\u00edveis em a\u00e7\u00f5es<\/strong>, de acordo com o limite do capital autorizado:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 59, <\/em>\u00a7 2<sup>o<\/sup> <em>O estatuto da companhia aberta poder\u00e1 autorizar o conselho de administra\u00e7\u00e3o a, dentro dos limites do capital autorizado, deliberar sobre a emiss\u00e3o de deb\u00eantures convers\u00edveis em a\u00e7\u00f5es, especificando o limite do aumento de capital decorrente da convers\u00e3o das deb\u00eantures, em valor do capital social ou em n\u00famero de a\u00e7\u00f5es, e as esp\u00e9cies e classes das a\u00e7\u00f5es que poder\u00e3o ser emitidas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">B\u00f4nus de Subscri\u00e7\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>S\u00e3o t\u00edtulos que atribuem ao detentor o<strong> direito de subscrever a\u00e7\u00f5es do capital social da Companhia<\/strong>, a emiss\u00e3o deve observar o limite de capital autorizado no estatuto. Assim, o <strong>B\u00f4nus de Subscri\u00e7\u00e3o assegura ao titular a prefer\u00eancia na subscri\u00e7\u00e3o de novas a\u00e7\u00f5es que vierem a ser emitidas<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 75. A companhia poder\u00e1 emitir, dentro do limite de aumento de capital autorizado no estatuto (artigo 168), t\u00edtulos negoci\u00e1veis denominados &#8220;B\u00f4nus de Subscri\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;Par\u00e1grafo \u00fanico. Os b\u00f4nus de subscri\u00e7\u00e3o conferir\u00e3o aos seus titulares, nas condi\u00e7\u00f5es constantes do certificado, direito de subscrever a\u00e7\u00f5es do capital social, que ser\u00e1 exercido mediante apresenta\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo \u00e0 companhia e pagamento do pre\u00e7o de emiss\u00e3o das a\u00e7\u00f5es.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Considera\u00e7\u00f5es Finais \u2013 Sociedades por A\u00e7\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>Nesse resumo sobre as Sociedades por A\u00e7\u00f5es, abordamos a primeira parte da Lei 6.404\/1976, buscamos condensar os t\u00f3picos mais importantes desse extenso conte\u00fado. Na pr\u00f3xima parte do resumo, trataremos sobre os Acionistas, os \u00d3rg\u00e3os Societ\u00e1rios e as Transforma\u00e7\u00f5es Societ\u00e1rias das Sociedades An\u00f4nimas.<\/p>\n\n\n\n<p>Insta salientarmos que o artigo tem como objetivo apenas auxiliar o aluno em suas revis\u00f5es, n\u00e3o substituindo os <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorMateria\/direito-empresarial-16\/\">cursos regulares de Direito empresarial<\/a>, que s\u00e3o primordiais para o completo entendimento da mat\u00e9ria.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entenda&nbsp;tudo&nbsp;o que voc\u00ea precisa saber sobre as sociedades por a\u00e7\u00f5es \u2013 Sociedade em Comandita por A\u00e7\u00f5es e Sociedade An\u00f4nima. Ol\u00e1, amigos estrategistas! Tudo certo? No artigo anterior fizemos um resumo das Sociedades em Nome Coletivo, em Comandita Simples e Sociedade Limitada. 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