{"id":575601,"date":"2020-09-21T22:39:43","date_gmt":"2020-09-22T01:39:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=575601"},"modified":"2020-09-28T21:32:20","modified_gmt":"2020-09-29T00:32:20","slug":"informativo-stf-989-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-989-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 989 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/09\/23092356\/STF-989-1.pdf\"><span class=\"has-inline-color has-vivid-red-color\">DOWNLOAD do PDF AQUI!<\/span><\/a><\/strong><\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_wa5z6yXz7_I\"><div id=\"lyte_wa5z6yXz7_I\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/wa5z6yXz7_I\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/wa5z6yXz7_I\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/wa5z6yXz7_I\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><figcaption><\/figcaption><\/figure>\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\"><a>DIREITO CONSTITUCIONAL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Controle concentrado de constitucionalidade: suspei\u00e7\u00e3o e impedimento<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 impedimento, nem suspei\u00e7\u00e3o de ministro, nos julgamentos de a\u00e7\u00f5es de controle concentrado, exceto se o pr\u00f3prio ministro firmar, por raz\u00f5es de foro \u00edntimo, a sua n\u00e3o participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 6362\/DF, Plen\u00e1rio, rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 2.9.2020 \u2013 Info 989.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a>Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>O STF precisou resolver quest\u00e3o de ordem suscitada pelo presidente (Min. Dias Tofolli), em a\u00e7\u00e3o direta de inconstitucionalidade, acerca da n\u00e3o aplicabilidade da regra processual, ap\u00f3s o ministro Marco Aur\u00e9lio arguir a impossibilidade de sua participa\u00e7\u00e3o no julgamento, considerado o C\u00f3digo de Processo Civil (art. 144, III, VIII e \u00a7 3\u00ba).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a>An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n\n\n\n<p>CPC: \u201cArt. 144. H\u00e1 impedimento do juiz, sendo-lhe vedado exercer suas fun\u00e7\u00f5es no processo: (&#8230;) III \u2013 quando nele estiver postulando, como defensor p\u00fablico, advogado ou membro do Minist\u00e9rio P\u00fablico, seu c\u00f4njuge ou companheiro, ou qualquer parente, consangu\u00edneo ou afim, em linha reta ou colateral, at\u00e9 o terceiro grau, inclusive; (&#8230;) VIII \u2013 em que figure como parte cliente do escrit\u00f3rio de advocacia de seu c\u00f4njuge, companheiro ou parente, consangu\u00edneo ou afim, em linha reta ou colateral, at\u00e9 o terceiro grau, inclusive, mesmo que patrocinado por advogado de outro escrit\u00f3rio; (&#8230;) \u00a7 3\u00ba O impedimento previsto no inciso III tamb\u00e9m se verifica no caso de mandato conferido a membro de escrit\u00f3rio de advocacia que tenha em seus quadros advogado que individualmente ostente a condi\u00e7\u00e3o nele prevista, mesmo que n\u00e3o intervenha diretamente no processo.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tem impedimento?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> Hummmm. N\u00c3O (para o STF, claro)!<\/p>\n\n\n\n<p>O colegiado ratificou o posicionamento firmado em quest\u00e3o de ordem quando da aprecia\u00e7\u00e3o da ADI 2.238, para que seja aplicado em todas as hip\u00f3teses de controle concentrado, nas quais se discute a validade de normas ou de atos, como na ADPF, que dizem respeito ao controle em ABSTRATO na via <strong><u>concentrada<\/u><\/strong>. De igual modo, assegurou a possibilidade de ministro, por motivo de foro \u00edntimo, n\u00e3o participar de julgamento.<\/p>\n\n\n\n<p>O STF observou que os institutos do <strong>impedimento<\/strong> e da <strong>suspei\u00e7\u00e3o<\/strong> se restringem ao plano dos processos SUBJETIVOS, em <strong>cujo \u00e2mbito discutem-se situa\u00e7\u00f5es individuais e interesses concretos<\/strong>, N\u00c3O se estendendo, nem se aplicando, ordinariamente, no processo de fiscaliza\u00e7\u00e3o concreta de constitucionalidade, que se define como t\u00edpico processo de car\u00e1ter OBJETIVO destinado a viabilizar o exame n\u00e3o de uma situa\u00e7\u00e3o concreta, mas da constitucionalidade, ou n\u00e3o, <em>in abstracto<\/em>, de determinado ato normativo editado pelo Poder P\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Processo SUBJETIVO<\/strong><\/td><td><strong>Processo OBJETIVO<\/strong><strong><\/strong><\/td><\/tr><tr><td>Discute situa\u00e7\u00f5es individuais e interesses concretos.<\/td><td>Viabiliza o exame de situa\u00e7\u00e3o concreta, mas de constitucionalidade <em>in abstracto<\/em><\/td><\/tr><tr><td><strong>APLICAM-SE as hip\u00f3teses de suspei\u00e7\u00e3o e impedimento<\/strong><strong><\/strong><\/td><td><strong>A regra \u00e9 N\u00c3O se APLICAR as hip\u00f3teses de suspei\u00e7\u00e3o e impedimento<\/strong><strong><\/strong><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Segundo assentaram os ministros, a forma de composi\u00e7\u00e3o do Supremo Tribunal Federal est\u00e1 escrita na Constitui\u00e7\u00e3o Federal. Levados em conta os dispositivos do CPC, que ampliaram casos de impedimento e suspei\u00e7\u00e3o, poder-se-ia chegar \u00e0 situa\u00e7\u00e3o da inexist\u00eancia de qu\u00f3rum necess\u00e1rio para o preg\u00e3o de processo do controle concentrado e objetivo, bem assim para a modula\u00e7\u00f5es de efeitos, por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por oportuno, o ministro Marco Aur\u00e9lio externou compreens\u00e3o no sentido da impossibilidade de haver, pelo CPC, o afastamento de integrante do STF dos processos objetivos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diverg\u00eancia.<\/h4>\n\n\n\n<p>Vencido o ministro Edson Fachin, que n\u00e3o acolheu a proposi\u00e7\u00e3o. Relembrou ter sido questionada a constitucionalidade do art. 144, VIII, do C\u00f3digo de Processo Civil, na ADI 5.953, cujo julgamento n\u00e3o foi conclu\u00eddo. Avaliou N\u00c3O ser poss\u00edvel que os magistrados do STF se coloquem \u00e0 parte do dispositivo legal, diante da presun\u00e7\u00e3o de constitucionalidade da regra.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 impedimento, nem suspei\u00e7\u00e3o de ministro, nos julgamentos de a\u00e7\u00f5es de controle concentrado, exceto se o pr\u00f3prio ministro firmar, por raz\u00f5es de foro \u00edntimo, a sua n\u00e3o participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Covid-19: requisi\u00e7\u00f5es administrativas de bens e servi\u00e7os e federalismo cooperativo<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A\u00c7\u00c3O DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As requisi\u00e7\u00f5es administrativas realizadas por estados, munic\u00edpios e Distrito Federal, no contexto da pandemia causada pelo Covid-19, independem da oitiva do atingido ou de pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, mas pressup\u00f5em, nos termos da lei, evid\u00eancias cient\u00edficas e motiva\u00e7\u00e3o, observado o princ\u00edpio da proporcionalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 6362\/DF, Plen\u00e1rio, rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 2.9.2020 \u2013 Info 989.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a>Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o requerente pleiteava que fosse conferida interpreta\u00e7\u00e3o conforme \u00e0 CF aos dispositivos impugnados. Pretendia, em s\u00edntese, que o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade coordenasse as medidas de requisi\u00e7\u00f5es administrativas, que n\u00e3o poderiam ser levadas a efeito pelos entes subnacionais antes de estudos e do consentimento do \u00f3rg\u00e3o federal.<\/p>\n\n\n\n<p>Requeria a consigna\u00e7\u00e3o pelo STF de que, para ter-se a constitucionalidade do preceito, seria preciso a pr\u00e9via audi\u00eancia do atingido pela requisi\u00e7\u00e3o, sempre acompanhada de motiva\u00e7\u00e3o, tendo em conta o princ\u00edpio da proporcionalidade e a inexist\u00eancia de outra alternativa menos gravosa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a>An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n\n\n\n<p>Lei 13.979\/2020: \u201cArt. 3\u00ba Para enfrentamento da emerg\u00eancia de sa\u00fade p\u00fablica de import\u00e2ncia internacional decorrente do coronav\u00edrus, as autoridades poder\u00e3o adotar, no \u00e2mbito de suas compet\u00eancias, dentre outras, as seguintes medidas: (&#8230;) VII \u2013 requisi\u00e7\u00e3o de bens e servi\u00e7os de pessoas naturais e jur\u00eddicas, hip\u00f3tese em que ser\u00e1 garantido o pagamento posterior de indeniza\u00e7\u00e3o justa; e (&#8230;) \u00a7 7\u00ba As medidas previstas neste artigo poder\u00e3o ser adotadas: (&#8230;) III \u2013 pelos gestores locais de sa\u00fade, nas hip\u00f3teses dos incisos III, IV e VII do caput deste artigo.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>CF: \u201cArt. 24. Compete \u00e0 Uni\u00e3o, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: (&#8230;) XII \u2013 previd\u00eancia social, prote\u00e7\u00e3o e defesa da sa\u00fade; (&#8230;) \u00a7 1\u00ba No \u00e2mbito da legisla\u00e7\u00e3o concorrente, a compet\u00eancia da Uni\u00e3o limitar-se-\u00e1 a estabelecer normas gerais.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>CF: \u201cArt. 23. \u00c9 compet\u00eancia comum da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic\u00edpios: (&#8230;) II \u2013 cuidar da sa\u00fade e assist\u00eancia p\u00fablica, da prote\u00e7\u00e3o e garantia das pessoas portadoras de defici\u00eancia;\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>CF: \u201cArt. 196. A sa\u00fade \u00e9 direito de todos e dever do Estado, garantido mediante pol\u00edticas sociais e econ\u00f4micas que visem \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do risco de doen\u00e7a e de outros agravos e ao acesso universal e igualit\u00e1rio \u00e0s a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os para sua promo\u00e7\u00e3o, prote\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>CF: \u201cArt. 198. As a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema \u00fanico, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>CF: \u201cArt. 5\u00ba (&#8230;) XXIII \u2013 a propriedade atender\u00e1 a sua fun\u00e7\u00e3o social; (&#8230;) XXV \u2013 no caso de iminente perigo p\u00fablico, a autoridade competente poder\u00e1 usar de propriedade particular, assegurada ao propriet\u00e1rio indeniza\u00e7\u00e3o ulterior, se houver dano; (&#8230;) Art. 170. A ordem econ\u00f4mica, fundada na valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos exist\u00eancia digna, conforme os ditames da justi\u00e7a social, observados os seguintes princ\u00edpios: (&#8230;) III \u2013 fun\u00e7\u00e3o social da propriedade;\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>LINDB: \u201cArt. 20. Nas esferas administrativa, controladora e judicial, n\u00e3o se decidir\u00e1 com base em valores jur\u00eddicos abstratos sem que sejam consideradas as consequ\u00eancias pr\u00e1ticas da decis\u00e3o. Par\u00e1grafo \u00fanico. A motiva\u00e7\u00e3o demonstrar\u00e1 a necessidade e a adequa\u00e7\u00e3o da medida imposta ou da invalida\u00e7\u00e3o de ato, contrato, ajuste, processo ou norma administrativa, inclusive em face das poss\u00edveis alternativas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Lei 13.979\/2020: \u201cArt. 3\u00ba (&#8230;) \u00a7 1\u00ba As medidas previstas neste artigo somente poder\u00e3o ser determinadas com base em evid\u00eancias cient\u00edficas e em an\u00e1lises sobre as informa\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas em sa\u00fade e dever\u00e3o ser limitadas no tempo e no espa\u00e7o ao m\u00ednimo indispens\u00e1vel \u00e0 promo\u00e7\u00e3o e \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da sa\u00fade p\u00fablica.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quem pode requisitar?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> Todo mundo!!<\/p>\n\n\n\n<p>O STF registrou que o federalismo fortalece a democracia, pois promove a desconcentra\u00e7\u00e3o do poder e facilita a <strong>aproxima\u00e7\u00e3o do povo com os governantes<\/strong>. Ele gravita em torno do PRINC\u00cdPIO DA AUTONOMIA e da PARTICIPA\u00c7\u00c3O POL\u00cdTICA. \u00c9 natural que os munic\u00edpios e os estados-membros sejam os primeiros a serem instados a reagir numa emerg\u00eancia de sa\u00fade, sobretudo quando se trata de pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>O Estado federal repousa sobre DOIS VALORES importantes.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>primeiro<\/strong> refere-se \u00e0 inexist\u00eancia de hierarquia entre os seus integrantes, de modo a n\u00e3o permitir que se cogite da preval\u00eancia da Uni\u00e3o sobre os estados-membros ou, destes, sobre os munic\u00edpios, consideradas as compet\u00eancias que lhe s\u00e3o pr\u00f3prias.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o <strong>segundo<\/strong>, consubstanciado no princ\u00edpio da subsidiariedade.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Tudo aquilo que o ente menor puder fazer de forma mais c\u00e9lere, econ\u00f4mica e eficaz n\u00e3o deve ser empreendido pelo ente maior.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Dentro dos quadros do \u201c<strong>federalismo cooperativo<\/strong>\u201d ou \u201c<strong>federalismo de integra\u00e7\u00e3o<\/strong>\u201d, compete concorrentemente \u00e0 Uni\u00e3o, aos estados-membros e ao Distrito Federal legislar sobre a \u201cprote\u00e7\u00e3o e defesa da sa\u00fade\u201d (CF, art. 24, XII, \u00a7 1\u00ba). Constitui COMPET\u00caNCIA COMUM a todos eles, inclusive aos munic\u00edpios, \u201ccuidar da sa\u00fade e assist\u00eancia p\u00fablica\u201d (CF, art. 23, II).<\/p>\n\n\n\n<p>Vale lembrar que a Constitui\u00e7\u00e3o prev\u00ea, <strong>ao lado do direito SUBJETIVO p\u00fablico \u00e0 sa\u00fade, o dever estatal de dar-lhe efetiva <u>concre\u00e7\u00e3o<\/u><\/strong>, mediante \u201cpol\u00edticas sociais e econ\u00f4micas que visem \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do risco de doen\u00e7a e de outros agravos e ao acesso universal e igualit\u00e1rio \u00e0s a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os para a sua promo\u00e7\u00e3o, prote\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o\u201d (art. 196). Trata-se da dimens\u00e3o objetiva ou institucional do direito fundamental \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>O colegiado assinalou, portanto, que a defesa da sa\u00fade compete a qualquer das unidades federadas, <strong>sem que dependam da autoriza\u00e7\u00e3o de outros n\u00edveis governamentais para lev\u00e1-las a efeito<\/strong>, cumprindo-lhes, apenas, consultar o interesse p\u00fablico que t\u00eam o dever de preservar.<\/p>\n\n\n\n<p>A compet\u00eancia comum de cuidar da sa\u00fade compreende a ado\u00e7\u00e3o de quaisquer medidas que se mostrem necess\u00e1rias para salvar vidas e restabelecer a sa\u00fade das pessoas acometidas pelo novo Coronav\u00edrus, incluindo-se nelas o manejo da requisi\u00e7\u00e3o administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao analisar a ADI 6.341 MC-Ref, ficou assentado que os entes federados possuem <strong>compet\u00eancia concorrente<\/strong> para adotar as provid\u00eancias normativas e administrativas necess\u00e1rias ao combate da pandemia em curso, dentre as quais se inclui a requisi\u00e7\u00e3o administrativa de bens e servi\u00e7os constante do art. 3\u00ba, VII, da Lei 13.979\/2020.<\/p>\n\n\n\n<p>O STF, fazendo pol\u00edtica pela justi\u00e7a, assentou que o pior erro na formula\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas \u00e9 a \u201comiss\u00e3o\u201d, sobretudo para as a\u00e7\u00f5es essenciais exigidas pelo art. 23 da CF.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas n\u00e3o h\u00e1 hierarquiza\u00e7\u00e3o do sistema?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> Hierarquiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o significa hierarquiza\u00e7\u00e3o (entendeu?) kkkkk<\/p>\n\n\n\n<p>A diretriz constitucional da HIERARQUIZA\u00c7\u00c3O, constante do caput do art. 198 , n\u00e3o significou hierarquiza\u00e7\u00e3o entre os entes federados, mas comando \u00fanico, dentro de cada um deles.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, o exerc\u00edcio da compet\u00eancia espec\u00edfica da Uni\u00e3o para legislar sobre vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica, que ensejou a elabora\u00e7\u00e3o da Lei 13.979\/2020, n\u00e3o restringiu a compet\u00eancia pr\u00f3pria dos demais entes da Federa\u00e7\u00e3o para a implementa\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es no campo da sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ent\u00e3o requisita?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> Pra ontem!!!<\/p>\n\n\n\n<p>O ordenamento jur\u00eddico brasileiro j\u00e1 era <strong>pr\u00f3digo em prever a possibilidade de acionamento da requisi\u00e7\u00e3o administrativa<\/strong> antes mesmo do advento da legisla\u00e7\u00e3o contestada.<\/p>\n\n\n\n<p>O instituto possui fundamento nos arts. 5\u00ba, XXIII e XXV, e 170, III, da CF. Mais especificamente, \u201cno caso de iminente perigo p\u00fablico, a autoridade competente poder\u00e1 usar de propriedade particular, assegurada ao propriet\u00e1rio indeniza\u00e7\u00e3o ulterior, se houver dano\u201d (art. 5\u00b0, XXV). Com base no art. 23, II, da CF, a medida pode ser desencadeada por qualquer dos entes.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso significa que a <strong>requisi\u00e7\u00e3o, embora constitua ato discricion\u00e1rio, \u00e9 tamb\u00e9m, de certa maneira, vinculada, pois o administrador n\u00e3o pode dela lan\u00e7ar m\u00e3o se ausente o pressuposto do perigo p\u00fablico iminente<\/strong>. Ela foi concebida para arrostar situa\u00e7\u00f5es urgentes e inadi\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Distingue-se claramente da desapropria\u00e7\u00e3o, em que a indeniza\u00e7\u00e3o, como regra, \u00e9 pr\u00e9via. Dessa forma, a pr\u00f3pria indeniza\u00e7\u00e3o, acaso devida, ser\u00e1 sempre posterior. Conforme atesta a doutrina, a medida tamb\u00e9m abrange bens e servi\u00e7os m\u00e9dico-hospitalares.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>REQUISI\u00c7\u00c3O ADMINISTRATIVA<\/strong><\/td><td><strong>DESAPROPRIA\u00c7\u00c3O<\/strong><strong><\/strong><\/td><\/tr><tr><td>Bens e SERVI\u00c7OS<\/td><td>Bens<\/td><\/tr><tr><td><strong>Indeniza\u00e7\u00e3o POSTERIOR<\/strong><strong><\/strong><\/td><td><strong>Indeniza\u00e7\u00e3o PR\u00c9VIA<\/strong><strong><\/strong><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Por isso, o ato de requisi\u00e7\u00e3o n\u00e3o dispensa sua apropriada motiva\u00e7\u00e3o. A comprova\u00e7\u00e3o do atendimento do interesse coletivo, consubstanciado na necessidade inadi\u00e1vel do uso do bem ou do servi\u00e7o do particular em decorr\u00eancia de perigo p\u00fablico iminente, ser\u00e1 contempor\u00e2nea \u00e0 execu\u00e7\u00e3o do ato, possibilitando, assim, o seu posterior questionamento na justi\u00e7a, se for o caso.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao papel da Uni\u00e3o no combate \u00e0 pandemia, o art. 21, XVIII, da CF defere-lhe a atribui\u00e7\u00e3o de \u201cplanejar e promover a defesa contra as calamidades p\u00fablicas, especialmente as secas e inunda\u00e7\u00f5es\u201d. Lido em conjunto com o art. 198 da CF \u2014 o qual disp\u00f5e que o Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) \u00e9 organizado de maneira hierarquizada \u2014, percebe-se que a ela compete assumir coordena\u00e7\u00e3o das atividades desse setor.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, como fica?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> Ele n\u00e3o \u00e9 o \u201csabe-tudo\u201d&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Consideradas as consequ\u00eancias pr\u00e1ticas da aplica\u00e7\u00e3o literal da Lei Org\u00e2nica da Sa\u00fade (Lei 8.080\/1990), <strong>N\u00c3O h\u00e1 evid\u00eancias<\/strong> de que o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, embora competente para coordenar, em \u00e2mbito nacional, as a\u00e7\u00f5es de vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica e sanit\u00e1ria, tenha a capacidade de analisar e solucionar tempestivamente as multifacetadas situa\u00e7\u00f5es emergenciais que eclodem em cada uma das regi\u00f5es ou localidades do Pa\u00eds (LINDB, art. 20).<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Avalizar todas as requisi\u00e7\u00f5es administrativas de bens e servi\u00e7os de sa\u00fade privados, levadas a efeito por gestores estaduais e municipais, retiraria dos governos locais o poder de gest\u00e3o aut\u00f4noma que lhes \u00e9 inerente e acarretaria a <strong>absoluta inefici\u00eancia das medidas emergenciais<\/strong> previstas pela Lei 13.979\/2020, indispens\u00e1veis ao pronto atendimento da sociedade. A atua\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o \u00e9 na linha de prover, amparar e auxiliar os demais entes sem substitu\u00ed-los em suas compet\u00eancias derivadas da CF.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa esteira, as requisi\u00e7\u00f5es levadas a efeito pelos entes subnacionais <strong>N\u00c3O podem ser limitadas ou frustradas pela falta de consentimento do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/strong>, sob pena de indevida invas\u00e3o de compet\u00eancias que s\u00e3o comuns \u00e0 Uni\u00e3o e aos entes federados, bem como diante do risco de se revelarem ineficazes ou extempor\u00e2neas.<\/p>\n\n\n\n<p>Dado esse contexto, o Tribunal reputou ser incab\u00edvel a exig\u00eancia de autoriza\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade no concernente \u00e0s requisi\u00e7\u00f5es administrativas decretadas pelos estados-membros, Distrito Federal e munic\u00edpios no exerc\u00edcio das respectivas compet\u00eancias constitucionais. Nesse sentido, a delibera\u00e7\u00e3o da Corte na ADI 6.343 MC-Ref.<\/p>\n\n\n\n<p>O colegiado registrou que a exig\u00eancia de fundamenta\u00e7\u00e3o adequada se encontra prevista no art. 3\u00b0, \u00a7 1\u00b0, da Lei 13.979\/2020, cuja aprecia\u00e7\u00e3o \u00e9 atribui\u00e7\u00e3o exclusiva de cada uma das autoridades p\u00fablicas integrantes dos tr\u00eas n\u00edveis pol\u00edtico-administrativos da Federa\u00e7\u00e3o brasileira. Isso, tendo em conta as situa\u00e7\u00f5es concretas com as quais s\u00e3o defrontadas, sempre com a observ\u00e2ncia dos princ\u00edpios da razoabilidade e proporcionalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Como todas as a\u00e7\u00f5es estatais, al\u00e9m de serem balizadas pelos crit\u00e9rios da razoabilidade e da proporcionalidade, as requisi\u00e7\u00f5es somente podem ser levadas a cabo ap\u00f3s a constata\u00e7\u00e3o de que inexistem outras alternativas menos gravosas.<\/p>\n\n\n\n<p>Consoante informa\u00e7\u00f5es recebidas do Senado Federal, a Corte ressaltou que o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, autor da legisla\u00e7\u00e3o, intencionalmente preferiu n\u00e3o condicionar as requisi\u00e7\u00f5es a seu crivo pr\u00e9vio, tendo em vista a autonomia administrativa dos entes da Federa\u00e7\u00e3o para promover requisi\u00e7\u00f5es e a din\u00e2mica de cada um deles, em fun\u00e7\u00e3o da realidade e de suas particularidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa escolha que foi referendada pela Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, ao enviar o projeto de lei para debate, e pelo Congresso Nacional, ao aprov\u00e1-lo. Dito isso, a Corte compreendeu que vulneraria frontalmente o princ\u00edpio da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes a incurs\u00e3o do Judici\u00e1rio em seara de atua\u00e7\u00e3o privativa do Legislativo e do Executivo (ri alto!!!!), <strong>substituindo-os na tomada de decis\u00f5es de cunho eminentemente normativo e pol\u00edtico-administrativo<\/strong> (<em>isso vale tamb\u00e9m para quando o STF n\u00e3o concorda com a medida ou s\u00f3 para quando concorda???).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o cabe ao STF suprir ou complementar a vontade conjugada dos demais Poderes, que deu origem aos dispositivos legais contestados \u2014 claramente un\u00edvocos, porquanto despidos de qualquer ambiguidade \u2014, de maneira a criar, por meio da t\u00e9cnica de interpreta\u00e7\u00e3o conforme \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o, obriga\u00e7\u00e3o n\u00e3o cogitada por seus leg\u00edtimos criadores (<em>anote isso para lembrar depois rsrsrsr<\/em>s).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>O Plen\u00e1rio julgou improcedente o pedido formulado na a\u00e7\u00e3o direta de inconstitucionalidade contra o art. 3\u00ba, caput, VII, e \u00a7 7\u00ba, III, da Lei 13.979\/2020, que disp\u00f5e sobre as medidas para enfrentamento da emerg\u00eancia de sa\u00fade p\u00fablica de import\u00e2ncia internacional decorrente do Coronav\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\"><a>DIREITO TRIBUT\u00c1RIO<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; COFINS: amplia\u00e7\u00e3o da base de c\u00e1lculo e majora\u00e7\u00e3o de al\u00edquota<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a previs\u00e3o em lei ordin\u00e1ria que introduz a sistem\u00e1tica da n\u00e3o-cumulatividade a COFINS dado que observa os princ\u00edpios da legalidade, isonomia, capacidade contributiva global e n\u00e3o-confisco.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 570122\/RS, Plen\u00e1rio, rel. orig. Min. Marco Aur\u00e9lio, red. p\/ o ac. Min. Edson Fachin, julgamento em 2.9.2020 \u2013 Info 989.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a>Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Discutia-se a constitucionalidade da amplia\u00e7\u00e3o da base de c\u00e1lculo e da majora\u00e7\u00e3o de al\u00edquota da Contribui\u00e7\u00e3o para Financiamento da Seguridade Social (COFINS), institu\u00edda pela Lei 10.833\/2003, resultante da convers\u00e3o da Medida Provis\u00f3ria 135\/2003 (Informativo 844).<\/p>\n\n\n\n<p>Alegava-se v\u00edcio normal (origem em Medida Provis\u00f3ria e de lei complementar para tratar da contribui\u00e7\u00e3o). Materialmente, referia-se \u00e0 exist\u00eancia de efeito confiscat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a>An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vale por MP?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> Yeap!<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao alegado v\u00edcio formal, o STF considerou a jurisprud\u00eancia da Corte no sentido de n\u00e3o vislumbrar ofensa ao art. 246 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal na hip\u00f3tese de mera majora\u00e7\u00e3o de al\u00edquotas de contribui\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas n\u00e3o \u00e9 o caso de LC?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> Nada!<\/p>\n\n\n\n<p>Pela mesma raz\u00e3o assinalada no item anterior, reputou-se que o presente caso N\u00c3O atrai a aplica\u00e7\u00e3o da reserva de lei complementar, haja vista <strong>N\u00c3O se tratar de novo tributo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E quanto ao efeito confiscat\u00f3rio?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> Tem nada disso!<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 juridicamente insustent\u00e1vel buscar guarida nesse princ\u00edpio em sede de jurisdi\u00e7\u00e3o constitucional, tendo em conta a orienta\u00e7\u00e3o segundo a qual a <strong>caracteriza\u00e7\u00e3o desse efeito pressup\u00f5e a an\u00e1lise de dados concretos e de peculiaridades de cada opera\u00e7\u00e3o ou situa\u00e7\u00e3o<\/strong> (caso a caso)<\/p>\n\n\n\n<p><em>O efeito confiscat\u00f3rio deve levar em conta custos, carga tribut\u00e1ria global, margens de lucro e condi\u00e7\u00f5es pontuais do mercado e de conjuntura econ\u00f4mica.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, eventuais diferen\u00e7as entre os regimes de lucro real ou de lucro presumido, inclusive a respeito do direito ao creditamento, n\u00e3o representam ofensa \u00e0 isonomia ou \u00e0 capacidade contributiva, porquanto a sujei\u00e7\u00e3o ao regime do lucro presumido \u00e9 uma escolha feita pelo contribuinte, considerado o seu planejamento tribut\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Diverg\u00eancia.<\/h4>\n\n\n\n<p>Vencido o ministro Marco Aur\u00e9lio (relator) que conheceu em parte do recurso, e, na parte conhecida, deu-lhe provimento para declarar a inconstitucionalidade da norma. Votou, tamb\u00e9m, de forma contr\u00e1ria \u00e0 tese fixada.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembra do que ele disse?<\/p>\n\n\n\n<p>Reputou violado o princ\u00edpio da isonomia. Afirmou, no ponto, que, de um lado, estabeleceu-se a n\u00e3o cumulatividade, exclu\u00eddas as pessoas jur\u00eddicas tributadas pelo imposto de renda com base no lucro presumido ou arbitrado e no que se refere \u00e0quelas que se sujeitam \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria pelo lucro real, previu-se a majora\u00e7\u00e3o da al\u00edquota, passando a haver duplo percentual: o de 7,6% quanto \u00e0s benefici\u00e1rias da n\u00e3o cumulatividade e o de 3% para as demais.<\/p>\n\n\n\n<p>Salientou que o sistema de c\u00e1lculo do imposto de renda com base no <strong>lucro presumido<\/strong> ou <strong>arbitrado<\/strong> depende do atendimento a requisitos impostos pelo Estado, n\u00e3o havendo, portanto, possibilidade, por parte do contribuinte, de OPTAR por uma ou outra forma. Assim, sabendo-se de antem\u00e3o o enquadramento do contribuinte, fixa-se al\u00edquota menor ou maior, sendo esta \u00faltima mais do que o dobro da primeira.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>Tese de repercuss\u00e3o geral fixada pelo Plen\u00e1rio (Tema 34), ao negar provimento, por maioria, a recurso extraordin\u00e1rio: \u00e9 constitucional a previs\u00e3o em lei ordin\u00e1ria que introduz a sistem\u00e1tica da n\u00e3o-cumulatividade a COFINS dado que observa os princ\u00edpios da legalidade, isonomia, capacidade contributiva global e n\u00e3o-confisco.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\"><a>DIREITO PROCESSUAL CIVIL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A\u00e7\u00e3o de improbidade administrativa e atua\u00e7\u00e3o de procurador do estado<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Agravo em RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 incompat\u00edvel com a Constitui\u00e7\u00e3o Federal o entendimento de que o governador do estado deve autorizar a propositura de a\u00e7\u00e3o de improbidade pela procuradoria.<\/p>\n\n\n\n<p>ARE 1165456 AgR\/SE, 1\u00aa Turma, rel. orig. Min. Marco Aur\u00e9lio, red. p\/ o ac. Min. Roberto Barroso, julgamento em 1\u00ba.9.2020 \u2013 Info 989.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a>Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>Discutia-se se procurador do Estado de Sergipe poderia ajuizar a\u00e7\u00e3o por ato de improbidade administrativa sem autoriza\u00e7\u00e3o do governador e do procurador-geral daquela unidade federativa.<\/p>\n\n\n\n<p>No acord\u00e3o impugnado, o tribunal de origem compreendeu que procurador do estado de Sergipe N\u00c3O podeia ajuizar a a\u00e7\u00e3o (Informativo 952).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a>An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Quest\u00e3o JUR\u00cdDICA.<\/h4>\n\n\n\n<p>CF: \u201cArt. 132. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal, organizados em carreira, na qual o ingresso depender\u00e1 de concurso p\u00fablico de provas e t\u00edtulos, com a participa\u00e7\u00e3o da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases, exercer\u00e3o a representa\u00e7\u00e3o judicial e a consultoria jur\u00eddica das respectivas unidades federadas. par\u00e1grafo \u00fanico. Aos procuradores referidos neste artigo \u00e9 assegurada estabilidade ap\u00f3s tr\u00eas anos de efetivo exerc\u00edcio, mediante avalia\u00e7\u00e3o de desempenho perante os \u00f3rg\u00e3os pr\u00f3prios, ap\u00f3s relat\u00f3rio circunstanciado das corregedorias.\u201d<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E a\u00ed, pode ou n\u00e3o??<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> N\u00e3o pode&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Na Turma, prevaleceu o voto m\u00e9dio.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Ministros<\/strong><\/td><td><strong>Posi\u00e7\u00e3o<\/strong><strong><\/strong><\/td><\/tr><tr><td><strong>Roberto Barroso <\/strong><strong><\/strong> <strong>Rosa Weber<\/strong><strong><\/strong> <strong>VENCEDORA<\/strong><strong><\/strong><\/td><td><strong>\u00c9 <u>dispens\u00e1vel<\/u> a autoriza\u00e7\u00e3o do governador do estado para a propositura de a\u00e7\u00e3o de improbidade pela procuradoria.<\/strong><strong><\/strong><\/td><\/tr><tr><td><strong>Alexandre de Moraes<\/strong><strong><\/strong> <strong>Luiz Fux<\/strong><strong><\/strong><\/td><td>A restri\u00e7\u00e3o imposta pelo tribunal <em>a quo<\/em> n\u00e3o encontra respaldo na lei org\u00e2nica da procuradoria-geral \u2014 Lei Complementar sergipana 27\/1996 \u2014 e ofende o art. 132 da CF. Logo, <strong>N\u00c3O poderia ser exigida a autoriza\u00e7\u00e3o do governador<\/strong>, tampouco a anu\u00eancia do procurador-geral nas a\u00e7\u00f5es de improbidade.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Marco Aur\u00e9lio<\/strong><strong><\/strong><\/td><td>Os autos versam mat\u00e9ria estritamente legal. Como o pronunciamento atacado mediante recurso extraordin\u00e1rio envolve a interpreta\u00e7\u00e3o de legisla\u00e7\u00e3o local, N\u00c3O caberia RE.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>A Primeira Turma, por maioria e em conclus\u00e3o de julgamento, deu provimento a agravo interno e, em voto m\u00e9dio, deu parcial provimento ao recurso extraordin\u00e1rio, a fim de declarar incompat\u00edvel com a Constitui\u00e7\u00e3o Federal o entendimento de que o <strong>governador do estado deve autorizar a propositura de a\u00e7\u00e3o de improbidade pela procuradoria<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\"><a>DIREITO ELEITORAL<\/a><\/h1>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Justi\u00e7a competente: arquivamento de inqu\u00e9rito e crime eleitoral<\/a><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>RECLAMA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Afronta a autoridade da decis\u00e3o do STF proferida nos autos do Inqu\u00e9rito 4.432 a atua\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a Eleitoral de arquivar os autos do inqu\u00e9rito pelo crime eleitoral e remeter o feito \u00e0 Justi\u00e7a Comum sem qualquer dilig\u00eancia ou an\u00e1lise dos autos.<\/p>\n\n\n\n<p>Rcl 34805 AgR\/DF, 2\u00aa Turma, rel. Min. Edson Fachin, red. p\/ o ac. Min. Gilmar Mendes, julgamento em 1\u00ba.9.2020<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a>Situa\u00e7\u00e3o F\u00c1TICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<p>No caso, a investiga\u00e7\u00e3o em curso foi inicialmente instaurada no \u00e2mbito do Supremo Tribunal Federal (STF), com o prop\u00f3sito de, a partir de dados revelados em acordo de colabora\u00e7\u00e3o premiada, apurar poss\u00edvel realiza\u00e7\u00e3o de pagamentos indevidos a partidos pol\u00edticos, objetivando propiciar maior tempo de propaganda televisiva na campanha eleitoral de 2014 (Inq 4.432).<\/p>\n\n\n\n<p>Na sequ\u00eancia, em raz\u00e3o de superveniente perda da prerrogativa de foro do investigado e de decis\u00e3o proferida no \u00e2mbito da PET 7.569, determinou-se a <strong>remessa dos autos do inqu\u00e9rito \u00e0 Justi\u00e7a Eleitoral<\/strong>, por associarem-se os fatos com suposta pr\u00e1tica de delito eleitoral.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seguida, ao acolher manifesta\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico Eleitoral, a autoridade reclamada ordenou o arquivamento do inqu\u00e9rito instaurado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 suposta pr\u00e1tica de crime eleitoral previsto no art. 350 do C\u00f3digo Eleitoral, por aus\u00eancia de justa causa, e declinou da compet\u00eancia em favor da Justi\u00e7a Federal, para processamento e julgamento dos crimes comuns remanescentes. Contra essa decis\u00e3o, foi ajuizada a presente reclama\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro Edson Fachin (relator), ao negar seguimento \u00e0 reclama\u00e7\u00e3o, por meio de decis\u00e3o monocr\u00e1tica, afirmou, em suma, que o superveniente arquivamento da investiga\u00e7\u00e3o referente \u00e0 infra\u00e7\u00e3o afeta aos interesses eleitorais, promovido a pedido do MPE e objeto da devida chancela pelo ju\u00edzo competente, acarreta leg\u00edtima modifica\u00e7\u00e3o processual apta, em tese, a repercutir na defini\u00e7\u00e3o de compet\u00eancia, <strong>sem que tal proceder, por si, constitua afronta \u00e0 autoridade da decis\u00e3o reclamada<\/strong>. A decis\u00e3o foi objeto de impugna\u00e7\u00e3o por agravo regimental.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a>An\u00e1lise ESTRAT\u00c9GICA.<\/a><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Houve afronta \u00e0 decis\u00e3o do STF?<\/h4>\n\n\n\n<p><strong><em><u>R:<\/u><\/em><\/strong> Sim.<\/p>\n\n\n\n<p>Prevaleceu o voto do ministro Gilmar Mendes que, acompanhado do ministro Ricardo Lewandowski, deu provimento ao agravo regimental.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o ministro, houve viola\u00e7\u00e3o \u00e0 autoridade da decis\u00e3o do STF proferida nos autos do Inqu\u00e9rito 4.432, uma vez que as inst\u00e2ncias inferiores n\u00e3o observaram as diretrizes que resultaram na defini\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia da Justi\u00e7a Eleitoral para apura\u00e7\u00e3o e processamento dos fatos.<\/p>\n\n\n\n<p>O MPE promoveu o ARQUIVAMENTO dos delitos previstos no art. 350 do CE imediatamente ap\u00f3s o recebimento dos autos, N\u00c3O tendo sequer empreendido qualquer dilig\u00eancia investigativa para apurar os ind\u00edcios de tais crimes.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, <strong>o Ju\u00edzo Eleitoral arquivou o inqu\u00e9rito e remeteu os autos \u00e0 Justi\u00e7a Federal, mesmo diante da expressa decis\u00e3o dessa Corte que fixou sua compet\u00eancia para supervis\u00e3o dos fatos<\/strong>. As inst\u00e2ncias inferiores, portanto, ignoraram os termos da decis\u00e3o reclamada, que assentou a compet\u00eancia da Justi\u00e7a Eleitoral para o processamento e a apura\u00e7\u00e3o dos fatos em quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Resultado final.<\/h4>\n\n\n\n<p>A Segunda Turma, ante o empate na vota\u00e7\u00e3o, deu provimento a agravo regimental para determinar a devolu\u00e7\u00e3o dos autos \u00e0 Justi\u00e7a Eleitoral.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-file\"><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/09\/23092356\/STF-989-1.pdf\">STF-989-1<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/09\/23092356\/STF-989-1.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download>Baixar<\/a><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DOWNLOAD do PDF AQUI! 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