{"id":54150,"date":"2016-11-10T18:19:00","date_gmt":"2016-11-10T21:19:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=54150"},"modified":"2017-05-26T12:11:55","modified_gmt":"2017-05-26T15:11:55","slug":"enem-2016-comentado-ciencias-humanas-e-suas-tecnologias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/enem-2016-comentado-ciencias-humanas-e-suas-tecnologias\/","title":{"rendered":"ENEM 2016 COMENTADO. CI\u00caNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp; &nbsp; Ol&aacute; pessoal. Em primeira m&atilde;o trago a avalia&ccedil;&atilde;o de ci&ecirc;ncias humanas e suas tecnologias. Enem 2016 comentado. Sou o professor S&eacute;rgio Henrique do ESTRAT&Eacute;GIA ENEM e o acompanho o tempo todo. Durante a prepara&ccedil;&atilde;o, de plant&atilde;o durante o exame e ap&oacute;s a prova para fornecer o gabarito mais r&aacute;pido do Brasil. Agora, toda prova comentada.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"prof1-300x169\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54671\" height=\"169\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174307\/prof1-300x169.jpg\" width=\"300\" \/><br \/>\n\tComo sempre foi uma prova bastante interdisciplinar. Pesou bastante sua exig&ecirc;ncia de leitura de textos, muitos complexos e alguns confusos. Este foi um pecado terr&iacute;vel da banca principalmente na quest&atilde;o da imagem sobre a fran&ccedil;a e o caf&eacute; brasileiro. Confiram com seus professores de portugu&ecirc;s e ver&atilde;o que verdadeiramente a quest&atilde;o traz uma ambiguidade terr&iacute;vel, que n&atilde;o permite distinguir com clareza se a pergunta &eacute; sobre o Brasil (seria letra D) ou sobre a Fran&ccedil;a (neste caso alternativa E). Salvo este erro seria uma excelente quest&atilde;o.<br \/>\n\tVamos agora &agrave;s resolu&ccedil;&otilde;es comentadas. Este artigo &eacute; para voc&ecirc; acessar sempre que tiver alguma d&uacute;vida sobre este exame. No final temos o link do nosso gabarito ESTRAT&Eacute;GIA. Confira.\n<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Hist&oacute;ria:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>1. (ENEM 2016)<\/strong> Pois quem seria t&atilde;o in&uacute;til ou indolente a ponto de n&atilde;o desejar saber como e sob que esp&eacute;cie de constitui&ccedil;&atilde;o os romanos conseguiram em menos de cinquenta e tr&ecirc;s anos submeter quase todo o mundo habitado ao seu governo exclusivo &ndash; fato nunca antes ocorrido? Ou, em outras palavras, quem seria t&atilde;o apaixonadamente devotado a outros espet&aacute;culos ou estudos a ponto de considerar qualquer outro objetivo mais importante que a aquisi&ccedil;&atilde;o desse conhecimento?\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;POL&Iacute;BIO. <strong>Hist&oacute;ria<\/strong>. Bras&iacute;lia; Editora UnB, 1985.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;A experi&ecirc;ncia a que se refere o historiador Pol&iacute;bio, nesse texto escrito no s&eacute;culo II a.C., &eacute; a\n<\/p>\n<p>\n\tA) amplia&ccedil;&atilde;o do contingente de camponeses livres.\n<\/p>\n<p>\n\tB) consolida&ccedil;&atilde;o do poder das falanges hoplitas.\n<\/p>\n<p>\n\tC) ado&ccedil;&atilde;o do monote&iacute;smo crist&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Ado&ccedil;&atilde;o do monote&iacute;smo crist&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Liberta&ccedil;&atilde;o do dom&iacute;nio etrusco.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[D]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O historiador romano Pol&iacute;bio enaltece a import&acirc;ncia do homem de sua &eacute;poca que conheceu a hist&oacute;ria militar da expans&atilde;o da Rep&uacute;blica Romana. Quest&atilde;o simples, bastava ficar atento ao texto. &Eacute; um dos epis&oacute;dios da Antiguidade que &eacute; mais estudado. Com a expans&atilde;o ocorreu o aumento do n&uacute;mero de escravos e os plebeus, camponeses que migram para as cidades num grande &ecirc;xodo rural, provocando a marginaliza&ccedil;&atilde;o plebeia e o crescimento da cidade de Roma. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t2<strong>. (ENEM 2016)<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"1\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54675\" height=\"300\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174932\/11.jpg\" width=\"222\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174932\/11.jpg 567w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174932\/11.jpg 222w\" sizes=\"auto, (max-width: 222px) 100vw, 222px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tUma scena franco-brazileira: &lsquo;franco&rdquo; &ndash; pelo local e os personagens, o local &eacute; Paris e os personagens s&atilde;o pessoas do povo da grande capital; &ldquo;brazileira&rdquo; pelo que ahi se est&aacute; bebendo; caf&eacute; do Brazil. O letreiro diz a verdade apregoando que esse &eacute; o melhor de todos os caf&eacute;s. (Essa p&aacute;gina foi desenhada especialmente pelo Sr. Tofani, desenhista do Je Sais Tout.)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A ilustra&ccedil;&atilde;o Brazileira<\/strong>, n.2, 15 jun. 1909 (adaptado)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA p&aacute;gina do peri&oacute;dico do in&iacute;cio do s&eacute;culo XX documenta um importante elemento da cultura francesa, que &eacute; revelador do papel do Brasil na economia mundial, indicado no seguinte aspecto:\n<\/p>\n<p>\n\tA) Prestador de servi&ccedil;os gerais.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Exportador de bens ind&uacute;strias.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Importador de padr&otilde;es est&eacute;ticos.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Fornecedor de produtos agr&iacute;colas.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Formador de padr&otilde;es de consumo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[D]\/[E]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Essa quest&atilde;o &eacute; a que trouxe maior dissenso sobre a alternativa correta, pois ocorre uma ambiguidade que n&atilde;o permite clareza na pergunta sobre o que se trata: da Fran&ccedil;a ou do Brasil.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Se o que est&aacute; indicado &eacute; o elemento da cultura francesa, seria letra E. Se o que est&aacute; indicado &eacute; o papel do Brasil, seria letra D. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Ocorreu ambiguidade em rela&ccedil;&atilde;o a palavra &ldquo;indicado&rdquo;. Como ora&ccedil;&atilde;o intercalada funciona como adjunto adnominal, e, portanto, &eacute; um termo acess&oacute;rio, menos relevante para a compreens&atilde;o do enunciado, pode-se entender que o que foi indicado foi o <u>elemento<\/u>. Assim, seria, letra E. Ao mesmo tempo pode-se argumentar que a palavra <u>papel<\/u> est&aacute; mais perto de indicado. Isso faria com que o indicado fosse &ldquo;papel&rdquo;, levando &agrave; letra D. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>3<strong>. (ENEM 2016) TEXTO I <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"2\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54676\" height=\"300\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174934\/22.jpg\" width=\"239\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174934\/22.jpg 415w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174934\/22.jpg 239w\" sizes=\"auto, (max-width: 239px) 100vw, 239px\" \/><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>TEXTO II <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;&nbsp; <\/strong>Os santos tornaram-se grandes aliados da Igreja para atrair novos devotos, pois eram obedientes a Deus e ao poder clerical. Contando e estimulando o conhecimento sobre a vida dos santos, a igreja transmitia aos fi&eacute;is os ensinamentos que julgava corretos e que deviam ser imitados por escravos que, em real, traziam outras cren&ccedil;as de suas terras de origem, muito diferentes das que preconizavam a f&eacute; cat&oacute;lica.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Oliveira, A. J. Negra Devo&ccedil;&atilde;o. <strong>Revista de Hist&oacute;ria da Biblioteca Nacional<\/strong>, n, 20, maio 2007 (adaptado)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPosteriormente ressignificados no interior de certas irmandades e no contato com outra matriz religiosa, o &iacute;cone e a pr&aacute;tica mencionada no texto estiveram desde o s&eacute;culo XVII relacionados a um esfor&ccedil;o da Igreja Cat&oacute;lica para\n<\/p>\n<p>\n\tA) reduzir o poder das confrarias.\n<\/p>\n<p>\n\tB) cristianizar a popula&ccedil;&atilde;o afro-brasileira.\n<\/p>\n<p>\n\tC) espoliar recursos materiais dos cativos.\n<\/p>\n<p>\n\tD) recrutar libertos para o seu corpo eclesi&aacute;stico.\n<\/p>\n<p>\n\tE) atender a demanda popular por padroeiros locais.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A imagens sempre foram usadas como recurso pedag&oacute;gico para instruir e catequizar fi&eacute;is. Nas catedrais medievais usavam vitrais com cenas b&iacute;blicas. Em um mundo com poucos alfabetizados, as imagens tinham um aspecto muito importante na cristianiza&ccedil;&atilde;o. Na coloniza&ccedil;&atilde;o do Brasil foram largamente usadas como instrumentos de cristianiza&ccedil;&atilde;o. A Igreja produzia as Hagiografias &ndash; hist&oacute;rias das vidas dos santos.&nbsp; No Brasil at&eacute; o s&eacute;culo XIX predominou o catolicismo de raiz popular, sincr&eacute;tico (com elementos romanos e africanos) e praticado principalmente nas irmandades. Santos como Nossa Senhora do Ros&aacute;rio, S&atilde;o Benedito e Nossa Senhora Aparecida eram muito populares entre os negros, principalmente os dois &uacute;ltimos pelas semelhan&ccedil;as evidentes na cor e pela associa&ccedil;&atilde;o da vida dos negros com a deles. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t4<strong>.<\/strong> <strong>(ENEM 2016)<\/strong> Em 1935, o governo brasileiro come&ccedil;ou negar vistos a judeus. Posteriormente, durante o Estado Novo, uma circular secreta proibiu a concess&atilde;o de vistos a &ldquo;pessoas de origem semita&rdquo;. Inclusive turistas e negociantes, o que causou uma queda de 75% da imigra&ccedil;&atilde;o judaica ao longo daquele ano. Entretanto, mesmo com as imposi&ccedil;&otilde;es da lei, muitos judeus continuaram entrando ilegalmente no pa&iacute;s durante a guerra e as amea&ccedil;as de deporta&ccedil;&atilde;o em massa nunca foram concretizadas, apesar da extradi&ccedil;&atilde;o de alguns indiv&iacute;duos por sua milit&acirc;ncia pol&iacute;tica.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tGRIMBERG, K. Nova l&iacute;ngua interior : 500 anos de hist&oacute;ria dos judeus no Brasil. In: IBGE.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Brasil: 500 anos de povoamento<\/strong>. Rio de janeiro: IBGE, 2000 (adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tUma raz&atilde;o para a ado&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica de imigra&ccedil;&atilde;o mencionada no texto foi o(a)\n<\/p>\n<p>\n\tA) receio do controle sionista sobre a economia nacional.\n<\/p>\n<p>\n\tB) reserva de postos de trabalho para a m&atilde;o de obra local.\n<\/p>\n<p>\n\tC) oposi&ccedil;&atilde;o do clero cat&oacute;lico &agrave; expans&atilde;o de novas religi&otilde;es.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Apoio da diplomacia varguista &aacute;s opini&otilde;es dos l&iacute;deres &aacute;rabes.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Simpatia de membros da burocracia pelo projeto totalit&aacute;rio alem&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[E]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Na Era Vargas o per&iacute;odo entre 1937 e 1945, o Brasil foi uma ditadura: O Estado Novo.&nbsp; Vargas e a elite burocr&aacute;tica (o alto funcionalismo p&uacute;blico: ministros, diplomatas, ju&iacute;zes &#8230;) tinha grande simpatia pelo projeto totalit&aacute;rio europeu. A maior influ&ecirc;ncia foi do fascismo Italiano. A constitui&ccedil;&atilde;o de 37 ficou conhecida como &ldquo;Polaca&rdquo; numa refer&ecirc;ncia &agrave; constitui&ccedil;&atilde;o da Pol&ocirc;nia sob governo fascista, e tamb&eacute;m havia simpatia pelo projeto alem&atilde;o. Importante lembrarmos que a segunda guerra n&atilde;o tinha iniciado ainda (39) e um dos fatores que levaram o Brasil &agrave; Guerra foi al&eacute;m do Financiamento da usina de volta redonda pelos EUA, fomos bombardeados por navios alem&atilde;es. Tamb&eacute;m &eacute; importante lembramos que no Brasil era muito forte o pensamento do Darwinismo Social, que era um pensamento racista e que considerava n&atilde;o s&oacute; os judeus como inferiores, mas os negros, &iacute;ndios e a miscigena&ccedil;&atilde;o brasileira era vista com maus olhos pelos intelectuais brasileiros da &eacute;poca. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t5<strong>. (ENEM 2016)<\/strong> O coronelismo era fruto de altera&ccedil;&atilde;o na rela&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as entre os propriet&aacute;rios rurais e o governo, e significava o fortalecimento do poder do Estado antes que o predom&iacute;nio do coronel. Nessa concep&ccedil;&atilde;o, o coronelismo &eacute;, ent&atilde;o, um sistema pol&iacute;tico nacional, com base em barganhas entre o governo e os coron&eacute;is. O coronel tem o controle dos cargos p&uacute;blicos desde o delegado de pol&iacute;cia at&eacute; a professora prim&aacute;ria. O coronel hipoteca seu apoio ao governo, sobretudo na forma de voto.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tCARVALHO, J. M. <strong>Pontos e bordados<\/strong>: escritos de hist&oacute;ria pol&iacute;tica. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998 (Adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNo contexto da primeira rep&uacute;blica no Brasil, as rela&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas descritas baseavam-se na\n<\/p>\n<p>\n\tA) Coa&ccedil;&atilde;o das mil&iacute;cias locais.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Estagna&ccedil;&atilde;o da din&acirc;mica urbana.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Valoriza&ccedil;&atilde;o do proselitismo partid&aacute;rio.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Semina&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas clientelistas.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Centraliza&ccedil;&atilde;o de decis&otilde;es administrativas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[D]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A Rep&uacute;blica Velha, que vigorou no pa&iacute;s da proclama&ccedil;&atilde;o em 1889 at&eacute; 1930 quando tem in&iacute;cio a Era Vargas. A rep&uacute;blica Velha caracteriza-se pelo coronelismo, pelo controle dos dependentes &ndash; currais eleitorais &ndash; e pela manipula&ccedil;&atilde;o dos votos que eram abertos (n&atilde;o secreto). Um dos principais tra&ccedil;os desta &eacute;poca &eacute; o clientelismo, ou seja, as rela&ccedil;&otilde;es de dom&iacute;nio\/depend&ecirc;ncia estabelecidas entre os coron&eacute;is e a popula&ccedil;&atilde;o que buscando benesses como cargos (que como o texto diz eram distribu&iacute;dos). S&atilde;o as rela&ccedil;&otilde;es clientelistas. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t6<strong>.<\/strong> <strong>(ENEM 2016)<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"3\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54677\" height=\"300\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174935\/31.jpg\" width=\"273\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174935\/31.jpg 338w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174935\/31.jpg 273w\" sizes=\"auto, (max-width: 273px) 100vw, 273px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNo an&uacute;ncio, h&aacute; refer&ecirc;ncias a algumas das transforma&ccedil;&otilde;es ocorridas no Brasil nos anos 1950 e 1960. No entanto, tais refer&ecirc;ncias omitem transforma&ccedil;&otilde;es que impactaram segmentos da popula&ccedil;&atilde;o, como a\n<\/p>\n<p>\n\tA) exalta&ccedil;&atilde;o da tradi&ccedil;&atilde;o colonial.\n<\/p>\n<p>\n\tB) redu&ccedil;&atilde;o da influ&ecirc;ncia estrangeira.\n<\/p>\n<p>\n\tC) amplia&ccedil;&atilde;o da imigra&ccedil;&atilde;o internacional.\n<\/p>\n<p>\n\tD) intensifica&ccedil;&atilde;o da desigualdade regional.\n<\/p>\n<p>\n\tE) desconcentra&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o industrial.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[D]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A imagem nos mostra um autom&oacute;vel em Bras&iacute;lia. Uma refer&ecirc;ncia direta ao per&iacute;odo JK que foi marcado pela aplica&ccedil;&atilde;o do Plano de Metas que promoveu uma grande industrializa&ccedil;&atilde;o, tra&ccedil;ou rodovias e criou usinas de energia. O desenvolvimento ficou concentrado no Sudeste, aumentando as desigualdades regionais. Para combater estas desigualdades JK criou a SUDENE (superintend&ecirc;ncia para o desenvolvimento do nordeste), mas n&atilde;o teve o efeito esperado. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>7<strong>. (ENEM 2016) Texto I<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"4\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54678\" height=\"199\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174937\/4.jpg\" width=\"300\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174937\/4.jpg 409w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10174937\/4.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Texto II<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp; A elei&ccedil;&atilde;o dos novos bens, ou melhor, de novas formas de se conceber a condi&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio cultural nacional, tamb&eacute;m permite que diferentes grupos sociais, utilizando as leis do Estado e o apoio de especialistas, revejam as imagens e alegorias do seu passado, do que querem guardar e definir com pr&oacute;prio e identit&aacute;rio.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tABREU, M.; SOIHET, R.; GONTIJO, R. (Org.) <strong>Cultura pol&iacute;tica e leituras do passado: <\/strong>historiografia e ensino de hist&oacute;ria. Rio de Janeiro: civiliza&ccedil;&atilde;o brasileira, 2007.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO texto chama aten&ccedil;&atilde;o para a import&acirc;ncia da prote&ccedil;&atilde;o de bens que, como aquele apresentado na imagem, se identificam como:\n<\/p>\n<p>\n\tA) Artefatos sagrados.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Heran&ccedil;as materiais.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Objetos arqueol&oacute;gicos.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Pe&ccedil;as comercializ&aacute;veis.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Conhecimentos tradicionais.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[E]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Quest&atilde;o de um tema muito querido pelo INEP e sempre presente no ENEM: Patrim&ocirc;nio hist&oacute;rico, natural e cultural. O patrim&ocirc;nio cultural pode ser material ou imaterial. Material s&atilde;o artefatos arqueol&oacute;gicos ou arquitet&ocirc;nicos e o imaterial s&atilde;o os conhecimentos tradicionais de um povo, como receitas culin&aacute;rias, dan&ccedil;as e artesanato. A produ&ccedil;&atilde;o de um instrumento musical artesanalmente faz parte do patrim&ocirc;nio cultural imaterial de um povo.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>8<strong>. (ENEM 2016)<\/strong> A opera&ccedil;&atilde;o Condor est&aacute; diretamente vinculada &agrave;s experi&ecirc;ncias hist&oacute;ricas das ditaduras civil-militares que se disseminaram pelo cone sul entre as d&eacute;cadas de 1960 e 1980. Depois do Brasil (e do Paraguai de Stroessner), foi a vez da Argentina (1966), Bol&iacute;via (1966 e 1971), Uruguai e Chile (1973) e Argentina (novamente, em 1976). Em todos os casos se instalaram ditaduras civil-militares (em menor ou menor medida) com base na doutrina de Seguran&ccedil;a Nacional e tendo como principais caracter&iacute;sticas um anticomunismo militante, a identifica&ccedil;&atilde;o do inimigo inteiro, a imposi&ccedil;&atilde;o do papel pol&iacute;tico das For&ccedil;as Armadas e a defini&ccedil;&atilde;o de fronteiras ideol&oacute;gicas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPADR&Oacute;S, E. S. et al. <strong>Ditadura de Seguran&ccedil;a Nacional no Rio Grande do Sul (1964-1985): <\/strong>hist&oacute;ria e mem&oacute;ria. Porto Alegre: corag, 2009 (Adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLevando-se em conta o contexto em que foi criada a referida opera&ccedil;&atilde;o tinha como objetivo coordenar a\n<\/p>\n<p>\n\tA) modifica&ccedil;&atilde;o de limites territoriais.\n<\/p>\n<p>\n\tB) sobreviv&ecirc;ncia de oficiais exilados.\n<\/p>\n<p>\n\tC) interfer&ecirc;ncia de pot&ecirc;ncias mundiais.\n<\/p>\n<p>\n\tD) repress&atilde;o de ativistas oposicionistas.\n<\/p>\n<p>\n\tE) implanta&ccedil;&atilde;o de governos nacionalistas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[D]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Durante a guerra fria a Am&eacute;rica do Sul alinhou-se &agrave; geopol&iacute;tica norte americana. V&aacute;rios golpes militares sucederam-se sob o mesmo argumento: o combate ao comunismo. As lideran&ccedil;as de esquerda de todos os pa&iacute;ses que sofreram golpes e tornaram-se ditaduras militares perseguiram internamente seus inimigos e tamb&eacute;m externamente. A opera&ccedil;&atilde;o Condor foi implantada para reprimir militantes pol&iacute;ticos contr&aacute;rios &agrave; ditadura. Entre eles Jo&atilde;o Goulart, que morreu no Uruguai sob condi&ccedil;&otilde;es suspeitas, e sua fam&iacute;lia desconfia de a&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o secreto da opera&ccedil;&atilde;o Condor. As ditaduras alinharam-se no combate ao comunismo &agrave;s vozes politicas democr&aacute;ticas. Um militante argentino exilado no Brasil n&atilde;o estaria seguro. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>9<strong>. (ENEM 2016)<\/strong> A regula&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho comp&otilde;e uma estrutura complexa, em que cada elemento se ajusta aos demais. A justi&ccedil;a do trabalho &eacute; apenas uma das pe&ccedil;as dessa vasta engrenagem. A presen&ccedil;a de representantes classistas na composi&ccedil;&atilde;o dos &oacute;rg&atilde;os da justi&ccedil;a do trabalho &eacute; tamb&eacute;m resultante da montagem dessa regula&ccedil;&atilde;o. O poder normativo tamb&eacute;m reflete essa caracter&iacute;stica. Institu&iacute;da pela Constitui&ccedil;&atilde;o de 1934, a justi&ccedil;a do trabalho s&oacute; vicejou no ambiente pol&iacute;tico do Estado Novo instaurado em 1937.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tROMITA, A. S. justi&ccedil;a do trabalho: produto do estado novo. In: PANDOLF, D. (Org.). <strong>Repensando o Estado Novo. <\/strong>Rio de Janeiro: Editora FGV, 1999.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA cria&ccedil;&atilde;o da referida institui&ccedil;&atilde;o estatal na conjuntura hist&oacute;rica abordada teve por objetivo\n<\/p>\n<p>\n\tA) legitimar os protestos fabris.\n<\/p>\n<p>\n\tB) ordenar os conflitos laborais.\n<\/p>\n<p>\n\tC) oficializar os sindicatos plurais.\n<\/p>\n<p>\n\tD) assegurar os princ&iacute;pios liberais.\n<\/p>\n<p>\n\tE) unificar os sal&aacute;rios profissionais.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[B]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A classe oper&aacute;ria brasileira formou-se tardiamente, durante a Primeira Guerra Mundial. Desde ent&atilde;o ocorreram muitos conflitos sociais e movimentos em prol dos direitos dos trabalhadores. Nos anos 20 por influ&ecirc;ncia da Revolu&ccedil;&atilde;o Russa, partidos e movimentos socialistas surgiram em todo mundo e tamb&eacute;m no Brasil. Muitas manifesta&ccedil;&otilde;es de trabalhadores estavam ocorrendo, e os conflitos cada vez mais tensos. Vargas controlou os conflitos laborais, ou seja, os conflitos entre empregadores e trabalhadores. As formas empregadas foram a cria&ccedil;&atilde;o das leis trabalhistas e no per&iacute;odo ditatorial do Estado Novo, os sindicatos pelegos. As leis trabalhistas ordenaram os conflitos minimizando-os. As reivindica&ccedil;&otilde;es socialistas, bem mais radicais, foram controladas ap&oacute;s a cria&ccedil;&atilde;o das leis trabalhistas, que a prop&oacute;sito, somente eram v&aacute;lidas nas cidades. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>10<strong>. (ENEM 2016) Texto I<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp; Documentos do s&eacute;culo XVI algumas vezes se referem aos habitantes ind&iacute;genas como &ldquo;os brasis&rdquo;, ou &ldquo;gente Bras&iacute;lia&rdquo; e, ocasionalmente no s&eacute;culo XVII, o termo &ldquo;brasileiro&rdquo; era a eles aplicado, mas as refer&ecirc;ncias ao status econ&ocirc;mico e jur&iacute;dico desses eram muito mais populares. Assim, os termos &ldquo;negro da terra&rdquo; e &ldquo;&iacute;ndios&rdquo; eram utilizados com mais frequ&ecirc;ncia do que qualquer outro.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tSCHWARTZ, S. B. Gente da terra brasiliense da na&ccedil;&atilde;o. Pensando o Brasil: a constru&ccedil;&atilde;o de um povo. In: MOTA, C. G. (Org.). <strong>Viagem incompleta<\/strong>: a experi&ecirc;ncia brasileira (1500-2000). S&atilde;o Paulo: Senac, 2000 (Adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Texto II<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp; &Iacute;ndio &eacute; um conceito constru&iacute;do no processo de conquista da Am&eacute;rica pelos europeus. Desinteressados pela diversidade cultural, imbu&iacute;dos de forte preconceito para com o outro, um indiv&iacute;duo de outras culturas, espanh&oacute;is, portugueses, franceses e anglo-sax&otilde;es terminaram por dominar da mesma forma povos t&atilde;o d&iacute;spares quanto os tupinamb&aacute;s e os astecas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tSILVA, K. V.; SILVA, M. H. <strong>Dicion&aacute;rio de conceitos hist&oacute;ricos. <\/strong>S&atilde;o Paulo: contexto, 2005.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAo comparar os textos, as formas de designa&ccedil;&atilde;o dos grupos nativos pelos europeus, durante o per&iacute;odo analisado, s&atilde;o reveladores da\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\tA) concep&ccedil;&atilde;o idealizada do territ&oacute;rio, entendido como geograficamente indiferenciado.\n<\/p>\n<p>\n\tB) percep&ccedil;&atilde;o de uma ancestralidade comum as popula&ccedil;&otilde;es amer&iacute;ndias.\n<\/p>\n<p>\n\tC) compreens&atilde;o etnoc&ecirc;ntrica acerca das popula&ccedil;&otilde;es dos territ&oacute;rios conquistados.\n<\/p>\n<p>\n\tD) transposi&ccedil;&atilde;o direta das categorias originadas do imagin&aacute;rio medieval.\n<\/p>\n<p>\n\tE) vis&atilde;o ut&oacute;pica configurada a partir de fantasias de riqueza.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Uma quest&atilde;o cl&aacute;ssica no ENEM: interdisciplinar entre hist&oacute;ria e sociologia. Envolve a ideia de cultura e etnocentrismo que &eacute; a vis&atilde;o de superioridade de um grupo cultural sobre o outro. Os europeus tinham uma vis&atilde;o de superioridade sobre os nativos das am&eacute;ricas, que denominamos eurocentrismo. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>11<strong>. (ENEM 2016)<\/strong> Batizado por Tancredo Neves de &ldquo;Nova Rep&uacute;blica&rdquo;, o per&iacute;odo que marca o reencontro do Brasil com os governos civis e a democracia ainda n&atilde;o completou seu quinto ano e j&aacute; viveu dias de grande como&ccedil;&atilde;o. Come&ccedil;ou com a trag&eacute;dia de Tancredo, seguiu pela euforia do plano Cruzado, conheceu as depress&otilde;es da infla&ccedil;&atilde;o e das amea&ccedil;as da hiperinfla&ccedil;&atilde;o e desembocou na movimenta&ccedil;&atilde;o que antecede as primeiras elei&ccedil;&otilde;es diretas para presidente em 29 anos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO &aacute;lbum dos presidentes: A hist&oacute;ria vista pelo JB. <strong>Jornal do Brasil, <\/strong>15 Nov. 1989.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO per&iacute;odo descrito apresenta continuidades e rupturas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; conjuntura hist&oacute;rica anterior. Uma dessas continuidades consistiu na\n<\/p>\n<p>\n\tA) representa&ccedil;&atilde;o do legislativo com a f&oacute;rmula do bipartidarismo.\n<\/p>\n<p>\n\tB) deten&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;as populares por crimes de subvers&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\tC) presen&ccedil;a de pol&iacute;ticos com trajet&oacute;ria no regime autorit&aacute;rio.\n<\/p>\n<p>\n\tD) prorroga&ccedil;&atilde;o das restri&ccedil;&otilde;es advindas dos atos institucionais.\n<\/p>\n<p>\n\tE) estabilidade da economia com o congelamento anual dos pre&ccedil;os.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Ap&oacute;s a ruptura com o regime militar ainda temos algumas perman&ecirc;ncias. N&atilde;o haviam partidos verdadeiramente de oposi&ccedil;&atilde;o. Desde a decreta&ccedil;&atilde;o do AI-2 que instituiu o bipartidarismo havia o MDB &ndash; movimento democr&aacute;tico brasileiro &ndash; oposi&ccedil;&atilde;o consentida e a ARENA &#8211; Alian&ccedil;a renovadora nacional &#8211; o partido da oposi&ccedil;&atilde;o, ou seja, de apoio &agrave; ditadura. Durante o governo Geisel o pa&iacute;s passou por uma abertura &ldquo;lenta, gradual e segura&rdquo; e o AI-5 foi revogado, aprovada a lei da anistia e a lei org&acirc;nica dos partidos, que institu&iacute;a novamente o pluripartidarismo. V&aacute;rios partidos que surgiram foram criados por lideran&ccedil;as pol&iacute;ticas com trajet&oacute;ria durante a ditadura. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>12. (ENEM 2016) <\/strong>A &Aacute;frica Ocidental &eacute; conhecida pela din&acirc;mica das suas mulheres comerciantes, caracterizadas pela per&iacute;cia, autonomia e mobilidade. A sua presen&ccedil;a, que fora atestada por viajantes e por mission&aacute;rios portugueses que visitaram a costa a partir do s&eacute;culo XV, consta tamb&eacute;m na ampla documenta&ccedil;&atilde;o sobre a regi&atilde;o. A literatura &eacute; rica em refer&ecirc;ncia &agrave;s grandes mulheres como as vendedoras ambulantes, cujo jeito para o neg&oacute;cio, bem como a autonomia e mobilidade &eacute; t&atilde;o t&iacute;pico da regi&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tHAVIK, P. Din&acirc;micas e assimetrias afro-atl&acirc;nticas: A ag&ecirc;ncia feminina e representa&ccedil;&otilde;es em mudan&ccedil;as na Guin&eacute; (S&eacute;culos XIX e XX) in: PANTOJA, S. (Org.). <strong>Identidades, mem&oacute;rias e hist&oacute;rias em terras africanas. <\/strong>Bras&iacute;lia: LGE; Luanda: Nzila, 2006.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA abordagem realizada pelo autor sobre a vida social da &Aacute;frica Ocidental pode ser relacionada a uma caracter&iacute;stica marcante das cidades no Brasil escravista nos s&eacute;culos XVIII e XIX, que se observa pela\n<\/p>\n<p>\n\tA) restri&ccedil;&atilde;o &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio ambulante por africanos escravizados e seus descendentes.\n<\/p>\n<p>\n\tB) conviv&ecirc;ncia entre homens e mulheres livres no pequeno com&eacute;rcio.\n<\/p>\n<p>\n\tC) presen&ccedil;a de mulheres negras no com&eacute;rcio de rua de diversos produtos e alimentos.\n<\/p>\n<p>\n\tD) dissolu&ccedil;&atilde;o dos h&aacute;bitos culturais trazidos do continente de origem dos escravizados.\n<\/p>\n<p>\n\tE) entrada de imigrantes portugueses nas atividades ligadas ao pequeno com&eacute;rcio urbano.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A escravid&atilde;o teve formas diversas e complexas, entre elas a escravid&atilde;o urbana em munic&iacute;pios como Vila Rica (atual Ouro Preto) e Rio de Janeiro. Haviam os escravos de Ganho e as &ldquo;pretas de tabuleiro&rdquo;. Cativos que trabalhavam no pequeno com&eacute;rcio ambulante urbano, e com seu trabalho ao longo dos anos compravam sua alforria. A mulheres tinham um papel especial pois principalmente eram vendidos quitudes cozidos pelas mulheres que tamb&eacute;m os vendiam, vestidas em roupas t&iacute;picas. O pr&oacute;prio acaraj&eacute;, comida t&iacute;pica de nosso Nordeste &eacute; um exemplo. As pretas de tabuleiro vendiam seus bolinhos na rua, aos gritos na l&iacute;ngua iorub&aacute;: acar&aacute; j&eacute; (bolinho&nbsp; aqui). <\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>13. (ENEM 2016)<\/strong> O que ocorreu na Bahia de 1798, ao contr&aacute;rio das outras situa&ccedil;&otilde;es de contesta&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica na Am&eacute;rica portuguesa &eacute; que o projeto que lhe era subjacente n&atilde;o tocou somente na condi&ccedil;&atilde;o, ou no instrumento, da integra&ccedil;&atilde;o subordinada das col&ocirc;nias no imp&eacute;rio luso. Dessa feita, ao contr&aacute;rio do que se deu nas Minas Gerais (1789), a sedi&ccedil;&atilde;o avan&ccedil;ou sobre a sua decorr&ecirc;ncia.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tJANCSO, I; PIMENTA, J. P. Pe&ccedil;as de um mosaico. In: MOTA, C. G. (Org). <strong>Viagem incompleta: <\/strong>a experi&ecirc;ncia brasileira, (1500-2000). S&atilde;o Paulo: Senac, 2000.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA diferen&ccedil;a entre as sedi&ccedil;&otilde;es abordadas no texto encontrava-se na pretens&atilde;o de\n<\/p>\n<p>\n\tA) eliminar a hierarquia militar.\n<\/p>\n<p>\n\tB) abolir a escravid&atilde;o africana.\n<\/p>\n<p>\n\tC) anular o dom&iacute;nio metropolitano.\n<\/p>\n<p>\n\tD) suprimir a propriedade fundi&aacute;ria.\n<\/p>\n<p>\n\tE) extinguir o absolutismo mon&aacute;rquico.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[B]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>As duas mais importantes revoltas emancipacionistas, ou seja, que planejavam a emancipa&ccedil;&atilde;o, a independ&ecirc;ncia, foram a inconfid&ecirc;ncia mineira e a conjura&ccedil;&atilde;o baiana. Em minas a conspira&ccedil;&atilde;o n&atilde;o chegou a tomar &agrave;s ruas, foi elitista, queriam liberdade comercial, a independ&ecirc;ncia das minas, mas n&atilde;o tinham um consenso sobre a aboli&ccedil;&atilde;o da escravid&atilde;o. A conjura&ccedil;&atilde;o baiana al&eacute;m de ter sido um grande movimento que tomou as ruas, foi popular com a participa&ccedil;&atilde;o de negros alforriados e pretendiam a aboli&ccedil;&atilde;o imediata da escravid&atilde;o. Quest&atilde;o cl&aacute;ssica. As duas rebeli&otilde;es s&atilde;o sempre comparadas nestes aspectos. <\/strong>\n<\/p>\n<hr \/>\n<p>\n\t<strong>Geografia:<\/strong>\n<\/p>\n<ol>\n<li>\n\t\t<strong>(ENEM 2016)<\/strong>\n\t<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"5\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54683\" height=\"300\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175703\/51.jpg\" width=\"285\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175703\/51.jpg 351w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175703\/51.jpg 285w\" sizes=\"auto, (max-width: 285px) 100vw, 285px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tSATRAPI, M. <strong>Pers&eacute;polis<\/strong>. S&atilde;o Paulo: Cia. Das letras, 2007 (adaptado)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA mem&oacute;ria recuperada pela autora apresenta a rela&ccedil;&atilde;o entre\n<\/p>\n<p>\n\tA) conflito trabalhista e engajamento sindical.\n<\/p>\n<p>\n\tB) organiza&ccedil;&atilde;o familiar e prote&ccedil;&atilde;o &agrave; inf&acirc;ncia.\n<\/p>\n<p>\n\tC) centraliza&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica e prega&ccedil;&atilde;o religiosa.\n<\/p>\n<p>\n\tD) estrutura educacional e desigualdade de renda.\n<\/p>\n<p>\n\tE) transforma&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e modifica&ccedil;&atilde;o de costumes.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[E]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Marjane Satrapi &eacute; uma iraniana que narra sua hist&oacute;ria da inf&acirc;ncia &agrave; vida adulta. Quando &eacute; uma menina ocorreu a revolu&ccedil;&atilde;o iraniana de 1979, liderada pelo clero Xiita. O pa&iacute;s tornou-se uma teocracia e o regime do Taleban, fundamentalista religioso passou a governar e a impor a pr&aacute;tica de costumes tradicionais como por exemplo o uso da burca (vestimenta feminina que cobre o rosto e o corpo). Relaciona as transforma&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas &agrave; modifica&ccedil;&atilde;o de costumes. Quest&atilde;o bem tranquila e que a imagem te orienta adequadamente. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>2. (ENEM 2016) <\/strong>O n&uacute;mero de filhos por casal diminui rapidamente. Para a maioria dos economistas, isso representa um alerta para o futuro.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\n\t<strong>Taxa de fecundidade total<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"6\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54684\" height=\"207\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175704\/6.jpg\" width=\"300\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175704\/6.jpg 513w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175704\/6.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175704\/6.jpg 435w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tUma consequ&ecirc;ncia socioecon&ocirc;mica para os pa&iacute;ses que vivenciam o fen&ocirc;meno demogr&aacute;fico ilustrado &eacute; a diminui&ccedil;&atilde;o da\n<\/p>\n<p>\n\tA) oferta de m&atilde;o de obra nacional.\n<\/p>\n<p>\n\tB) m&eacute;dia de expectativa de vida.\n<\/p>\n<p>\n\tC) disponibilidade de servi&ccedil;o de sa&uacute;de.\n<\/p>\n<p>\n\tD) despesa de natureza previdenci&aacute;ria.\n<\/p>\n<p>\n\tE) imigra&ccedil;&atilde;o de trabalhadores qualificados.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[A]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Primeiramente &eacute; s&oacute; lembrarmos a defini&ccedil;&atilde;o de fecundidade: o n&uacute;mero de filhos por mulher. Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, p&iacute;lulas anticoncepcionais e a urbaniza&ccedil;&atilde;o o n&uacute;mero de filhos por pessoa tem diminu&iacute;do e o tamanho das fam&iacute;lias tem mudado. S&atilde;o cada vez menores. Num futuro pr&oacute;ximo entrar&atilde;o no mercado de trabalho, mas n&atilde;o ser&atilde;o em n&uacute;mero suficiente para substituir os que se aposentaram, dessa forma diminuindo a oferta de m&atilde;o de obra. Nos pa&iacute;ses europeus e no Jap&atilde;o a popula&ccedil;&atilde;o &eacute; bastante envelhecida e as natalidade e a fecundidade s&atilde;o baixas e j&aacute; sentem a falta de m&atilde;o de obra.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>3. (ENEM 2016) <\/strong>A Promessa da <strong>tecnologia moderna se converteu em uma amea&ccedil;a<\/strong>, ou essa se associou &agrave;quela de forma indissol&uacute;vel. Ela vai al&eacute;m da constata&ccedil;&atilde;o da amea&ccedil;a f&iacute;sica. Concebida para a felicidade humana, a submiss&atilde;o da natureza, na sobremedida de seu sucesso, que agora se estende &agrave; pr&oacute;pria natureza do homem, conduziu ao maior desafio j&aacute; posto ao ser humano pela pr&oacute;pria a&ccedil;&atilde;o. O novo continente da pr&aacute;xis coletiva que adentramos com a alta tecnologia ainda constitui, para a teoria &eacute;tica, uma terra de ningu&eacute;m.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tJONAS, H. <strong>O princ&iacute;pio da responsabilidade<\/strong>. Rio de janeiro; contraponto; Editora PUC-Rio, 2011 (adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAs implica&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas da articula&ccedil;&atilde;o apresentada no texto impulsionam a necessidade de constru&ccedil;&atilde;o de um novo padr&atilde;o de comportamento, cujo objetivo consiste em garantir o(a)\n<\/p>\n<p>\n\tA) pragmatismo da escolha individual.\n<\/p>\n<p>\n\tB) sobreviv&ecirc;ncia de gera&ccedil;&otilde;es futuras.\n<\/p>\n<p>\n\tC) fortalecimento de pol&iacute;ticas liberais.\n<\/p>\n<p>\n\tD) valoriza&ccedil;&atilde;o de m&uacute;ltiplas etnias.\n<\/p>\n<p>\n\tE) promo&ccedil;&atilde;o da inclus&atilde;o social.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[B]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Uma bela quest&atilde;o interdisciplinar entre geografia e filosofia. Comenta que as novas tecnologias se tornaram uma amea&ccedil;a e a necessidade de uma nova &eacute;tica, ou seja, um novo padr&atilde;o de comportamento. A quest&atilde;o trata de sustentabilidade de uma forma interessante: a necessidade de um novo padr&atilde;o de comportamento que garanta a sobreviv&ecirc;ncia das gera&ccedil;&otilde;es futuras.&nbsp; Uma defini&ccedil;&atilde;o simples de sustentabilidade seria explorar o meio garantindo o mesmo direito &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>4. (ENEM 2016)<\/strong> O conceito de <strong>fun&ccedil;&atilde;o social da cidade<\/strong> incorpora a organiza&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o f&iacute;sico como fruto da regula&ccedil;&atilde;o social, isto &eacute;, a cidade deve contemplar todos os seus moradores e n&atilde;o somente aqueles que est&atilde;o no mercado formal de produ&ccedil;&atilde;o capitalista da cidade. A tradi&ccedil;&atilde;o dos c&oacute;digos de edifica&ccedil;&atilde;o, uso e ocupa&ccedil;&atilde;o do solo no Brasil sempre partir&atilde;o do pressuposto de que a cidade n&atilde;o tem divis&otilde;es entre os inclu&iacute;dos e os exclu&iacute;dos socialmente.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tQuinto Jr., L.P. Nova legisla&ccedil;&atilde;o urbana e os velhos fantasmas. Estudos avan&ccedil;ados (USP), n.47, 2003 (Adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tUma pol&iacute;tica governamental que contribui para viabilizar a fun&ccedil;&atilde;o social da cidade, nos moldes indicados no texto, &eacute; a\n<\/p>\n<p>\n\tA) Qualifica&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os p&uacute;blicos em bairros perif&eacute;ricos.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Implanta&ccedil;&atilde;o de centros comerciais em eixos rodovi&aacute;rios.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Proibi&ccedil;&atilde;o de constru&ccedil;&otilde;es residenciais em regi&otilde;es &iacute;ngremes.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Dissemina&ccedil;&atilde;o de equipamentos culturais em locais tur&iacute;sticos.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Desregulamenta&ccedil;&atilde;o do setor imobili&aacute;rio em &aacute;reas favelizadas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[A]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Para que a cidade cumpra sua fun&ccedil;&atilde;o social, ou seja, possa absorver todos moradores com formas de vida e ocupa&ccedil;&atilde;o dignas, &eacute; necess&aacute;rio oferecer servi&ccedil;os p&uacute;blicos de qualidade como transporte p&uacute;blico, coleta de lixo, saneamento, atendimento m&eacute;dico entre outros, ou seja, a import&acirc;ncia de se qualificar (melhorar a qualidade do servi&ccedil;o p&uacute;blico). Alternativa [A]. Implantar centros comerciais nas rodovias n&atilde;o torna a cidade mais acess&iacute;vel. Constru&ccedil;&otilde;es em regi&otilde;es &iacute;ngremes tem uma s&eacute;rie de regulamenta&ccedil;&otilde;es, mas apesar do problema das favelas e ocupa&ccedil;&otilde;es em regi&otilde;es de morros, a melhor solu&ccedil;&atilde;o s&atilde;o programas de habita&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Equipamentos culturais em locais tur&iacute;sticos, sem d&uacute;vida melhoram a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o tur&iacute;stica, mas n&atilde;o torna a cidade mais acess&iacute;vel. O setor imobili&aacute;rio nas favelas n&atilde;o &eacute; regulamentado, na verdade s&atilde;o &aacute;reas que constituem as chamadas cidades &ldquo;ilegais&rdquo; pois n&atilde;o h&aacute; documentos de posse dos lotes. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>5. (ENEM 2016) <\/strong>O bioma Cerrado foi considerado recentemente um dos 25 <em>hotspots <\/em>de biodiversidade do mundo, segundo uma an&aacute;lise em escala mundial das regi&otilde;es biogeogr&aacute;ficas sobre &aacute;reas globais priorit&aacute;rias para conserva&ccedil;&atilde;o. O conceito de <em>hotspot <\/em>foi criado tendo em vista a escassez de recursos direcionados para a conserva&ccedil;&atilde;o, com o objetivo de apresentar os chamados &ldquo;pontos quentes&rdquo;, ou seja, locais para os quais existe maior necessidade de direcionamento de esfor&ccedil;os, buscando evitar a extin&ccedil;&atilde;o de muitas esp&eacute;cies que est&atilde;o altamente amea&ccedil;adas por a&ccedil;&otilde;es antr&oacute;picas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPinto, P. P; Diniz-Filho, J. A. F. In: Almeida, M. G. (Org.) <strong>Tantos cerrados<\/strong>: m&uacute;ltiplas abordagens sobre a biodiversidade e a singularidade cultural. Goi&acirc;nia: Vieira, 2005 (Adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA necessidade desse tipo de a&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea mencionada tem como causa a\n<\/p>\n<p>\n\tA) Intensifica&ccedil;&atilde;o da atividade tur&iacute;stica.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Implanta&ccedil;&atilde;o de parques ecol&oacute;gicos.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Explora&ccedil;&atilde;o de recursos minerais.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Eleva&ccedil;&atilde;o do extrativismo vegetal.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Expans&atilde;o da fronteira agr&iacute;cola.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[E]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O cerrado &eacute; um dom&iacute;nio ambiental amea&ccedil;ado pois foi bastante devastado devido &agrave; expans&atilde;o da fronteira agr&iacute;cola, em raz&atilde;o da prolifera&ccedil;&atilde;o da lavoura transg&ecirc;nica. At&eacute; 2005 quando foi aprovada a lei de biosseguran&ccedil;a, que liberou o cultivo de sementes transg&ecirc;nicas, os cultivos se alastraram por S&atilde;o Paulo, MG, Goi&aacute;s, Mato Grosso e Par&aacute;. Os biomas mais atingidos pela expans&atilde;o da soja foram o cerrado e agora as bordas da floresta amaz&ocirc;nica.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t6<strong>. (ENEM 2016) <\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>Dessaliniza&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;Capacidade total de dessaliniza&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas salobras ou salinas (por pa&iacute;s em metros c&uacute;bicos por dia\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"7\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54685\" height=\"188\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175706\/7.jpg\" width=\"300\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175706\/7.jpg 567w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175706\/7.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175706\/7.jpg 478w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tConforme an&aacute;lise do documento cartogr&aacute;fico, a &aacute;rea de concentra&ccedil;&atilde;o das usinas de dessaliniza&ccedil;&atilde;o &eacute; explicado pelo(a)\n<\/p>\n<p>\n\tA) Pioneirismo tecnol&oacute;gico.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Condi&ccedil;&atilde;o hidropedol&oacute;gica.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Escassez de &aacute;gua pot&aacute;vel.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Efeito das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Busca por sustentabilidade ambiental.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Observando atentamente o mapa perceber&aacute; que h&aacute; usinas de dessaliniza&ccedil;&atilde;o instaladas no Oriente M&eacute;dio, Jap&atilde;o, norte da &Aacute;frica e Europa.&nbsp; A dessaliniza&ccedil;&atilde;o ocorre em raz&atilde;o da aus&ecirc;ncia de &aacute;gua pot&aacute;vel.&nbsp; No oriente M&eacute;dio e Norte da &Aacute;frica &eacute; em raz&atilde;o do clima. Na Europa e Jap&atilde;o devido &agrave; press&atilde;o h&iacute;drica, ou seja, a press&atilde;o que a grande popula&ccedil;&atilde;o urbana exerce nos recursos h&iacute;dricos. <\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>7. (ENEM 2016) Texto I <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp; Mais de 50 mil refugiados entraram no territ&oacute;rio h&uacute;ngaro apenas no primeiro semestre de 2015. Budapeste lan&ccedil;ou &ldquo;trabalhos preparat&oacute;rios&rdquo; para a constru&ccedil;&atilde;o de um muro de 4m de altura e 175 km ao longo de sua fronteira com a S&eacute;rvia, informou o ministro h&uacute;ngaro das rela&ccedil;&otilde;es exteriores. &ldquo;Uma resposta comum da Uni&atilde;o Europeia a este desafio da imigra&ccedil;&atilde;o &eacute; muito demorada, e a Hungria n&atilde;o pode esperar. Temos que agir&rdquo;, justificou o ministro.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDispon&iacute;vel em: <a href=\"http:\/\/www.portugues.rfi.fr\">www.portugues.rfi.fr<\/a>. Acesso em: 19 Jun. 2015 (Adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Texto II<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO Alto Comissariado das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para Refugiados (ACNUR) critica as manifesta&ccedil;&otilde;es de <strong>xenofobia<\/strong> adotadas pelo governo da Hungria. O pa&iacute;s foi invadido por cartazes nos quais o <strong>chefe do executivo insta os imigrantes a respeitarem as leis e n&atilde;o &ldquo;roubarem&rdquo; os empregos dos h&uacute;ngaros<\/strong>. Para o ACNUR, a medida &eacute; surpreendente, pois a xenofobia costuma ser instigada por pequenos grupos radicais e n&atilde;o pelo pr&oacute;prio governo do pa&iacute;s.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDispon&iacute;vel em: <a href=\"http:\/\/pt.euronews.com\">http:\/\/pt.euronews.com<\/a>. Acesso em: 19 Jun. 2015 (Adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO posicionamento governamental citado nos textos &eacute; criticado pelo ACNUR por ser considerado um caminho para o(a)\n<\/p>\n<p>\n\tA) altera&ccedil;&atilde;o do regime pol&iacute;tico.\n<\/p>\n<p>\n\tB) fragiliza&ccedil;&atilde;o da supremacia nacional.\n<\/p>\n<p>\n\tC) expans&atilde;o dos dom&iacute;nios geogr&aacute;ficos.\n<\/p>\n<p>\n\tD) cerceamento da liberdade de express&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\tE) fortalecimento das pr&aacute;ticas de discrimina&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[E]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A situa&ccedil;&atilde;o descrita da Hungria &eacute; de xenofobia, ou seja, avers&atilde;o aos estrangeiros. Num momento de crise humanit&aacute;ria de refugiados em raz&atilde;o da guerra civil da S&iacute;ria, a Europa &eacute; o principal destino dos que migraram de forma for&ccedil;ada. Na Europa tem ocorrido um aumento do preconceito contra estrangeiros, que tem sido chamado de Islamofobia. O preconceito ocorre de v&aacute;rias formas: na sociedade civil e atrav&eacute;s de pr&aacute;ticas pol&iacute;ticas dos pa&iacute;ses, como as leis imigrat&oacute;rias que s&atilde;o cada vez mais r&iacute;gidas. Medidas como a descrita acima colaboram para o fortalecimento das pr&aacute;ticas de discrimina&ccedil;&atilde;o.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>8. (ENEM 2016)<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"8\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54686\" height=\"226\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175707\/8.jpg\" width=\"300\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175707\/8.jpg 356w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175707\/8.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO regime do Apartheid adotado de 1948 a 1994 na &Aacute;frica do Sul fundamentava-se em a&ccedil;&otilde;es estatais de segregacionismo racial. Na imagem, os fuzileiros navais fazem valer a &ldquo;lei do passe&rdquo; que regulamentava o(a)\n<\/p>\n<p>\n\tA) concentra&ccedil;&atilde;o fundi&aacute;ria, impedindo os membros de tomar posse leg&iacute;tima do uso da terra.\n<\/p>\n<p>\n\tB) boicote econ&ocirc;mico, proibindo os negros de consumir produtos ingleses sem resist&ecirc;ncia armada.\n<\/p>\n<p>\n\tC) sincretismo religioso, vetando os ritos sagrados dos negros nas cerim&ocirc;nias oficiais do Estado.\n<\/p>\n<p>\n\tD) controle sobre a movimenta&ccedil;&atilde;o, desautorizando os negros a transitar em determinadas &aacute;reas da cidade.\n<\/p>\n<p>\n\tE) exclus&atilde;o do mercado de trabalho, negando a popula&ccedil;&atilde;o negra o acesso aos bens de consumo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[D]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O Apartheid foi a segrega&ccedil;&atilde;o racial na &Aacute;frica do Sul que teve seu fim com a elei&ccedil;&atilde;o de Nelson Mandela, o maior s&iacute;mbolo de luta contra o regime. A popula&ccedil;&atilde;o negra possu&iacute;a espa&ccedil;os espec&iacute;ficos como banheiros, escolas e assentos. Eram confinados nos guetos negros, chamados de &ldquo;bantust&otilde;es&rdquo;. N&atilde;o tinham direito pol&iacute;ticos, n&atilde;o podiam ter propriedades e n&atilde;o podiam circular livremente, e quando o fizessem, deveriam portar um documento identificador, como a imagem nos mostra claramente.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>9. (ENEM 2016) <\/strong>A linhagem dos primeiros cr&iacute;ticos ambientais brasileiros n&atilde;o praticou o elogio laudat&oacute;rio da beleza e da grandeza do meio natural brasileiro. O meio natural foi elogiado por sua riqueza e potencial econ&ocirc;mico, sendo sua destrui&ccedil;&atilde;o interpretada como signo de atraso, ignor&acirc;ncia e falta de cuidado.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tP&Aacute;DUA, J. A. <strong>Um sopro de destrui&ccedil;&atilde;o: <\/strong>pensamento pol&iacute;tico e cr&iacute;tica ambiental no Brasil escravista (1786-1888). Rio de Janeiro: Zahar, 2012 (Adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDescrevendo a posi&ccedil;&atilde;o dos cr&iacute;ticos ambientais brasileiros dos s&eacute;culos XVIII e XIX, o autor demonstra que, via de regra, eles viam o meio natural como\n<\/p>\n<p>\n\tA) ferramenta essencial para o avan&ccedil;o da na&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\tB) d&aacute;diva divina para o desenvolvimento industrial.\n<\/p>\n<p>\n\tC) paisagem privilegiada para valoriza&ccedil;&atilde;o fundi&aacute;ria.\n<\/p>\n<p>\n\tD) limita&ccedil;&atilde;o topogr&aacute;fica para promo&ccedil;&atilde;o da urbaniza&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\tE) obst&aacute;culo clim&aacute;tico para o estabelecimento da civiliza&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[A]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O que se destacava da natureza era sua riqueza e potencial econ&ocirc;mico. &Eacute; uma vis&atilde;o utilit&aacute;ria e considera a natureza como mat&eacute;ria prima para desenvolvimento, uma ferramenta essencial para o desenvolvimento da na&ccedil;&atilde;o. Vis&atilde;o bem diferente da que hoje predomina que faz apologia da beleza, da grandeza e da biodiversidade. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>10. (ENEM 2016) <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Pesca industrial provoca destrui&ccedil;&atilde;o na &Aacute;frica.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO s&uacute;bito desaparecimento do bacalhau dos grandes cardumes da terra nova, no final do s&eacute;culo XX &ndash; o que ningu&eacute;m havia previsto &ndash;, teve o efeito de um eletrochoque planet&aacute;rio. Lan&ccedil;ado pelos bascos no s&eacute;culo XV, a pesca e depois a sobrepesca desse grande peixe de &aacute;gua fria levaram ao impens&aacute;vel. Ao Canad&aacute;, o bacalhau nunca mais voltou. E o que ocorreu no atl&acirc;ntico norte est&aacute; acontecendo em outros mares. Os maiores navios do mundo seguem agora em dire&ccedil;&atilde;o ao sul, at&eacute; os limites da Ant&aacute;rtida para competir pelos estoques remanescentes.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tMORA, J. S. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"http:\/\/www.diplomatique.com.br\">www.diplomatique.com.br<\/a>. Acesso em: 14 de Jan. 2014.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO problema exposto no texto jornal&iacute;stico relaciona-se &agrave;\n<\/p>\n<p>\n\tA) insustentabilidade do modelo de produ&ccedil;&atilde;o e consumo.\n<\/p>\n<p>\n\tB) fragilidade ecol&oacute;gica de ecossistemas costeiros.\n<\/p>\n<p>\n\tC) inviabilidade comercial dos produtos marinhos.\n<\/p>\n<p>\n\tD) mudan&ccedil;a natural nos oceanos e mares.\n<\/p>\n<p>\n\tE) vulnerabilidade social de &aacute;reas pobres.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[A]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>De novo o tema sustentabilidade. A pesca do bacalhau, de acordo com o texto mostrou-se predat&oacute;ria. Os cardumes est&atilde;o desaparecendo e cada vez mais os navios v&atilde;o mais longe para pescar. &Eacute; um modelo insustent&aacute;vel de atividade econ&ocirc;mica, pois esgota rapidamente os recursos. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>11. (ENEM 2016)<\/strong> No in&iacute;cio de maio de 2014, a instala&ccedil;&atilde;o da plataforma petrol&iacute;fera de perfura&ccedil;&atilde;o HYSY-981 nas &aacute;guas contestadas do mar da China meridional suscitou especula&ccedil;&otilde;es sobre as motiva&ccedil;&otilde;es chinesas. Na avalia&ccedil;&atilde;o de diversos observadores ocidentais, Pequim pretendeu com esse gesto, demonstrar que pode impor seu controle e dissuadir outros pa&iacute;ses de seguir com suas reivindica&ccedil;&otilde;es de direito de explora&ccedil;&atilde;o dessas &aacute;guas, como &eacute; o caso do Vietn&atilde; e das Filipinas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tKLARE, M. T. A guerra pelo petr&oacute;leo se joga no mar. Le monde diplomatique Brasil, Abr, 2015.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA a&ccedil;&atilde;o da China em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; situa&ccedil;&atilde;o descrita no texto evidencia um conflito que tem como foco o(a):\n<\/p>\n<p>\n\tA) Distribui&ccedil;&atilde;o das zonas econ&ocirc;micas especiais.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Monop&oacute;lio das inova&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas extrativas.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Dinamiza&ccedil;&atilde;o da atividade comercial.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Jurisdi&ccedil;&atilde;o da soberania territorial.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Embargo da produ&ccedil;&atilde;o industrial.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[D]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O litoral do mar da China &eacute; profundamente disputado pois s&atilde;o irregulares os limites do mar territorial da China e seus vizinhos. H&aacute; &aacute;reas em disputa e que n&atilde;o h&aacute; uma posi&ccedil;&atilde;o definitiva sobre os limites do mar territorial de cada pa&iacute;s. Ao perfurar um po&ccedil;o numa &aacute;rea de lit&iacute;gio (disputa), a grande pot&ecirc;ncia emergente asi&aacute;tica imp&otilde;e os limites do seu territ&oacute;rio &agrave; for&ccedil;a garantindo sua jurisdi&ccedil;&atilde;o (dom&iacute;nio jur&iacute;dico) na &aacute;rea. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>12. (ENEM 2016)<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"9\" class=\"aligncenter size-full wp-image-54687\" height=\"172\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175708\/9.jpg\" width=\"288\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA ONU faz refer&ecirc;ncia a uma proje&ccedil;&atilde;o cartogr&aacute;fica em seu logotipo. A figura que ilustra o modelo dessa proje&ccedil;&atilde;o &eacute;:\n<\/p>\n<p>\n\tA)<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"10\" class=\"size-full wp-image-54688 alignnone\" height=\"137\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175709\/10.jpg\" width=\"147\" \/>\n<\/p>\n<p>\n\tB)<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"11\" class=\"size-full wp-image-54689 alignnone\" height=\"137\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175710\/111.jpg\" width=\"147\" \/>\n<\/p>\n<p>\n\tC)<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"12\" class=\"size-full wp-image-54690 alignnone\" height=\"141\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175711\/12.jpg\" width=\"146\" \/>\n<\/p>\n<p>\n\tD)<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"13\" class=\"size-full wp-image-54691 alignnone\" height=\"141\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175713\/13.jpg\" width=\"146\" \/>\n<\/p>\n<p>\n\tE)<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"14\" class=\"size-full wp-image-54692 alignnone\" height=\"103\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175714\/14.jpg\" width=\"155\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[A]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O s&iacute;mbolo da ONU e uma proje&ccedil;&atilde;o polar, ou azimutal. Projeta o planeta num c&iacute;rculo cujo centro &eacute; o polo. As &aacute;reas mais pr&oacute;ximas ao polo sofrem menor deforma&ccedil;&atilde;o. Dessa forma privilegia os territ&oacute;rios no hemisf&eacute;rio norte. As longitudes irradiam do polo e as linhas de latitude s&atilde;o c&iacute;rculos conc&ecirc;ntricos, com centro no polo norte.&nbsp; A alternativa [B] &eacute; uma proje&ccedil;&atilde;o cil&iacute;ndrica, [C] e [E] proje&ccedil;&otilde;es cil&iacute;ndricas e a [D] &eacute; uma superf&iacute;cie de proje&ccedil;&atilde;o similar &agrave; azimutal, mas seu centro n&atilde;o &eacute; o polo. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>13. (ENEM 2016) <\/strong>Segundo a confer&ecirc;ncia de Quioto, os pa&iacute;ses centrais industrializados, respons&aacute;veis hist&oacute;ricos pela polui&ccedil;&atilde;o, deveriam alcan&ccedil;ar uma meta de redu&ccedil;&atilde;o de 5,2% do total de emiss&otilde;es segundo n&iacute;veis de 1990. O n&oacute; da quest&atilde;o &eacute; o enorme custo desse processo, demandando mudan&ccedil;as radicais nas ind&uacute;strias para que se adaptem rapidamente aos limites de emiss&atilde;o estabelecidos e adotem tecnol&oacute;gicas energ&eacute;ticas limpas. A comercializa&ccedil;&atilde;o internacional de cr&eacute;ditos de sequestro ou de redu&ccedil;&atilde;o de gazes causadores do efeito estufa foi a solu&ccedil;&atilde;o encontrada para reduzir o custo global do processo. Pa&iacute;ses ou empresas que conseguirem reduzir as suas emiss&otilde;es abaixo de suas metas poder&atilde;o vender esse cr&eacute;dito para outro pa&iacute;s ou empresa que n&atilde;o consiga.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tBECKER, B. <strong>Amaz&ocirc;nia: <\/strong>geopol&iacute;tica na virada do II mil&ecirc;nio. Rio de Janeiro: garamond, 2009.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAs posi&ccedil;&otilde;es contr&aacute;rias &agrave; estrat&eacute;gia de compensa&ccedil;&atilde;o presente no texto relacionam-se &agrave; ideia de que ela promove\n<\/p>\n<p>\n\tA) retra&ccedil;&atilde;o nos atuais n&iacute;veis de consumo.\n<\/p>\n<p>\n\tB) surgimento de conflitos de car&aacute;ter diplom&aacute;tico.\n<\/p>\n<p>\n\tC) diminui&ccedil;&atilde;o dos lucros na produ&ccedil;&atilde;o de energia.\n<\/p>\n<p>\n\tD) desigualdade na distribui&ccedil;&atilde;o do impacto ecol&oacute;gico.\n<\/p>\n<p>\n\tE) decr&eacute;scimo dos &iacute;ndices de desenvolvimento econ&ocirc;mico.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A ideia &eacute; simples. Alguns pa&iacute;ses provocam um grande impacto com emiss&otilde;es de CO<sub>2<\/sub>, enquanto outros emitem pouco pois s&atilde;o pouco ou nada industrializados. Isso significa que pa&iacute;ses com os EUA podem comprar o direito de emitir g&aacute;s carb&ocirc;nico de v&aacute;rios pa&iacute;ses subdesenvolvidos do mundo. Al&eacute;m de provocar uma desigualdade no impacto ecol&oacute;gico, pois alguns pa&iacute;ses podem comprar cr&eacute;ditos de outros. Os que vendem os cr&eacute;ditos estar&atilde;o mais preservados. Contudo tamb&eacute;m condicionados ao subdesenvolvimento e depend&ecirc;ncia pois venderam seus direitos de impacto ecol&oacute;gico. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>14. (ENEM 2016)<\/strong> Dados recentes mostram que muitos s&atilde;o os pa&iacute;ses perif&eacute;ricos que dependem dos recursos enviados pelos imigrantes que est&atilde;o nos pa&iacute;ses centrais. Grande parte dos pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina, por exemplo depende hoje da remessa de seus imigrantes. Para se ter uma ideia mais concreta, recentes dados divulgados pela ONU revelaram que somente os indianos receberam 10 bilh&otilde;es de d&oacute;lares de seus compatriotas no exterior. No M&eacute;xico, segundo maior volume de divisas, esse valor chega a 9,9 bilh&otilde;es de d&oacute;lares e nas Filipinas o terceiro, a 8,4 bilh&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tHAESBAERT, R.; PORTO-GON&Ccedil;ALVES, C. W. <strong>A nova des-ordem mundial. <\/strong>S&atilde;o Paulo: Edunesp, 2006.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tUm aspecto do mundo globalizado que facilitou a ocorr&ecirc;ncia do processo descrito na transi&ccedil;&atilde;o do s&eacute;culo XX para o s&eacute;culo XXI, foi o(a)\n<\/p>\n<p>\n\tA) integra&ccedil;&atilde;o de culturas distintas.\n<\/p>\n<p>\n\tB) avan&ccedil;o t&eacute;cnico das comunica&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<p>\n\tC) quebra de barreiras alfandeg&aacute;rias.\n<\/p>\n<p>\n\tD) flexibiliza&ccedil;&atilde;o de regras trabalhistas.\n<\/p>\n<p>\n\tE) desconcentra&ccedil;&atilde;o espacial da produ&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[B]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O texto diz que muitos pa&iacute;ses pobres dependem do dinheiro dos imigrantes dos pa&iacute;ses ricos. O que possibilita esta facilidade de fluxo &eacute; o sistema financeiro cada vez mais desenvolvido e o avan&ccedil;o t&eacute;cnico das comunica&ccedil;&otilde;es que ocorreu a partir da terceira revolu&ccedil;&atilde;o industrial (inform&aacute;tica e telecomunica&ccedil;&otilde;es). <\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>15. (ENEM 2016)<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Texto I <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"15\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54693\" height=\"300\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175716\/15.jpg\" width=\"211\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175716\/15.jpg 299w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175716\/15.jpg 211w\" sizes=\"auto, (max-width: 211px) 100vw, 211px\" \/><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;&nbsp; Texto II<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Metade da nova equipe da Nasa &eacute; composta por mulheres<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAt&eacute; hoje, cerca de 350 astronautas americanos j&aacute; estiveram no espa&ccedil;o, enquanto as mulheres n&atilde;o chegam a ser um ter&ccedil;o desse n&uacute;mero. Ap&oacute;s o an&uacute;ncio da turma composta 50% por mulheres, alguns internautas escreveram coment&aacute;rios machistas e desrespeitosos sobre a escolha nas redes sociais.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/catracalivre.com.br\">https:\/\/catracalivre.com.br<\/a>. Acesso em: 10 de Mar. 2016.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA compara&ccedil;&atilde;o entre o an&uacute;ncio publicit&aacute;rio de 1968 e a repercuss&atilde;o da not&iacute;cia mostra a\n<\/p>\n<p>\n\tA) elitiza&ccedil;&atilde;o da carreira cient&iacute;fica.\n<\/p>\n<p>\n\tB) qualifica&ccedil;&atilde;o da atividade dom&eacute;stica.\n<\/p>\n<p>\n\tC) ambi&ccedil;&atilde;o de ind&uacute;strias patrocinadoras.\n<\/p>\n<p>\n\tD) manuten&ccedil;&atilde;o de estere&oacute;tipos de g&ecirc;nero.\n<\/p>\n<p>\n\tE) equipara&ccedil;&atilde;o de papeis nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[D]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;A propaganda mostra um enorme preconceito de &eacute;poca associando as mulheres &agrave; limpeza e aos servi&ccedil;os dom&eacute;sticos. Com a entrada da mulher no mercado de trabalho e o surgimento da p&iacute;lula anticoncepcional e ainda o movimento feminista, as mulheres mudaram o perfil da sociedade, mudando a fam&iacute;lia e os la&ccedil;os de domina&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nero t&iacute;picos de uma sociedade patriarcal. A segunda not&iacute;cia mostra que as mulheres alcan&ccedil;aram grandes conquistas, como tornarem-se astronautas, mas ainda sofrem preconceitos machistas devido &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o de estere&oacute;tipos de g&ecirc;nero. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>16. (ENEM 2016)<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"16\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54694\" height=\"273\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175717\/16.jpg\" width=\"300\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175717\/16.jpg 390w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175717\/16.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175717\/16.jpg 330w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tOs moradores de Andalsnes, na Noruega poderiam se dar ao luxo de morar perto do trabalho nos dias &uacute;teis e de se refugiar na calmaria do bosque aos fins de semana. E sem sair da mesma casa. Bastaria achar uma vaga para estacionar o im&oacute;vel antes de curtir o novo endere&ccedil;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDispon&iacute;vel em: <a href=\"http:\/\/casavogue.globo.com\">http:\/\/casavogue.globo.com<\/a>. Acesso em: 03 Out. 2015. (Adaptado)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tUma vez implementada, essa proposta afetaria a din&acirc;mica do espa&ccedil;o urbano por reduzir a intensidade do seguinte processo:\n<\/p>\n<p>\n\tA) &Ecirc;xodo rural.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Movimento pendular.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Migra&ccedil;&atilde;o de retorno.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Deslocamento sazonal.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Ocupa&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas centrais.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[B]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Esta quest&atilde;o nos mostra a interessante particularidade de algumas regi&otilde;es europeias: Casas que podem se deslocar. O texto nos diz que os moradores podem morar nos dias &uacute;teis perto do trabalho e se refugiar nos bosques aos fins de semana. Isso permite que os moradores possuam maior mobilidade e evita o surgimento das chamadas cidades dormit&oacute;rios em que a maioria da popula&ccedil;&atilde;o s&oacute; dorme e passa o dia trabalhando em outro centro e se deslocando. O movimento populacional dentro de uma metr&oacute;pole por exemplo, em que algu&eacute;m mora numa cidade menor e trabalha na maior, chamamos de movimento pendular. As casas m&oacute;veis evitam o movimento pendular. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>17. (ENEM 2016)<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO Rio de Janeiro tem proje&ccedil;&atilde;o imediata no pr&oacute;prio estado e no Esp&iacute;rito Santo, em parcela do sul do estado da Bahia, e na Zona da mata, em Minas Gerais, onde tem influ&ecirc;ncia dividida com Belo Horizonte. Comp&otilde;e a rede urbana do Rio de Janeiro, entre outras cidades: Vit&oacute;ria, Juiz de Fora, Cachoeira de Itapemirim, Campos dos Goytacazes, Volta Redonda &ndash; Barra Mansa &ndash;, Teixeira de Freitas, Angra dos Reis e Teres&oacute;polis.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDispon&iacute;vel em: <a href=\"http:\/\/ibge.gov.br\">http:\/\/ibge.gov.br<\/a>. Acesso em: 09 Jul. 2015 (Adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO conceito que expressa a rela&ccedil;&atilde;o entre os espa&ccedil;o apresentado e a cidade do Rio de Janeiro &eacute;:\n<\/p>\n<p>\n\tA) Frente pioneira.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Zona de transi&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Regi&atilde;o polarizada.\n<\/p>\n<p>\n\tD) &Aacute;rea de conurba&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p>\n\tE) Periferia metropolitana.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O texto fala da influ&ecirc;ncia que o Rio de Janeiro tem sobre o Esp&iacute;rito Santo, sul da Bahia e Zona da mata mineira e divide a influ&ecirc;ncia com outras cidades com Juiz de Fora e Volta Redonda. O tema sobre urbaniza&ccedil;&atilde;o descrito &eacute; polariza&ccedil;&atilde;o, ou seja, a influ&ecirc;ncia que um polo urbano exerce no outro. N&atilde;o pode ser conurba&ccedil;&atilde;o pois tratasse da uni&atilde;o de malhas urbanas de diferentes munic&iacute;pios. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p>\n\t<strong>18. (ENEM 2016)<\/strong>\n<\/p>\n<p>\n\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"17\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-54695\" height=\"206\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175718\/17.jpg\" width=\"300\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175718\/17.jpg 413w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/11\/10175718\/17.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDentro das atuais redes produtivas, o referido bloco apresenta composi&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica por se tratar de um conjunto de pa&iacute;ses com\n<\/p>\n<p>\n\tA) elevado padr&atilde;o social.\n<\/p>\n<p>\n\tB) sistema monet&aacute;rio integrado.\n<\/p>\n<p>\n\tC) alto desenvolvimento tecnol&oacute;gico.\n<\/p>\n<p>\n\tD) identidades culturais semelhantes.\n<\/p>\n<p>\n\tE) vantagens locacionais complementares.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[E]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Perceba que todos os pa&iacute;ses destacados possuem litoral no Oceano Pac&iacute;fico, o que facilita a comunica&ccedil;&atilde;o e os transportes entre os membros da parceria. S&atilde;o pa&iacute;ses com vantagens locacionais complementares. A movimenta&ccedil;&atilde;o de mercadorias no Pac&iacute;fico &eacute; muito grande e as facilidades de importa&ccedil;&atilde;o\/exporta&ccedil;&atilde;o conecta os pa&iacute;ses. <\/strong>\n<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Sociologia:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>1. (ENEM 2016) <\/strong>Participei de uma entrevista com o m&uacute;sico Renato Teixeira. Certa hora, algu&eacute;m pediu para listar as diferen&ccedil;as entre a m&uacute;sica sertaneja antiga e a atual. A resposta dele surpreendeu a todos: &ldquo;N&atilde;o h&aacute; diferen&ccedil;a alguma. A m&uacute;sica caipira sempre foi a mesma. &Eacute; uma m&uacute;sica que espelha a vida do homem no campo, e a m&uacute;sica n&atilde;o mente. <strong>O que mudou n&atilde;o foi a m&uacute;sica, mas a vida no campo<\/strong>&rdquo;. Faz todo o sentido: a m&uacute;sica caipira de raiz exalava uma solid&atilde;o, um certo distanciamento do pa&iacute;s &ldquo;moderno&rdquo;. Exigir o mesmo de uma m&uacute;sica feita hoje, num interior conectado, globalizado e rico como o que temos, &eacute; imposs&iacute;vel. Para o bem ou para o mal, a m&uacute;sica reflete seu pr&oacute;prio tempo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tBARCINSKI, A. Mudou a m&uacute;sica ou mudaram os caipiras? <strong>Folha de S&atilde;o Paulo<\/strong>, 4 jun. 2012 (Adaptado)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA quest&atilde;o cultural indicada no texto ressalta o seguinte aspecto socioecon&ocirc;mico do atual campo brasileiro:\n<\/p>\n<p>\n\tA) Crescimento do sistema de produ&ccedil;&atilde;o extensiva.\n<\/p>\n<p>\n\tB) Expans&atilde;o de atividades das novas ruralidades.\n<\/p>\n<p>\n\tC) Persist&ecirc;ncia de rela&ccedil;&otilde;es de trabalho compuls&oacute;rio.\n<\/p>\n<p>\n\tD) Conten&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica de subs&iacute;dios agr&iacute;colas\n<\/p>\n<p>\n\tE) fortalecimento do modelo de organiza&ccedil;&atilde;o cooperativa.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[B]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Podemos compreender como ruralidades a condi&ccedil;&atilde;o social comportamental dos grupos que vivem ou se identificam com o campo.&nbsp; No passado, as m&uacute;sicas expressavam a saudade do campo de quem foi para a cidade, &ecirc;xodo rural. Era uma ruralidade daquela &eacute;poca. Hoje ela se expressa de uma forma diferente: rural e moderna, incorporando as novas tecnologias e as formas de vida entre o campo e cidade. Surgem novas ruralidades. Antigamente era o pe&atilde;o saudosista, hoje o sertanejo universit&aacute;rio, por exemplo. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>2. (ENEM 2016) <\/strong>N&atilde;o estou mais pensando como costumava pensar. Percebo isso de modo mais acentuado quando estou lendo<strong>. Mergulhar num livro, ou num longo artigo, costumava ser f&aacute;cil<\/strong>. Isso raramente ocorre atualmente. Agora minha aten&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a a divagar depois de duas ou tr&ecirc;s p&aacute;ginas. Creio que seu o que est&aacute; acontecendo. Por mais de uma d&eacute;cada venho passando tempo de mais on-line, procurando e surfando e algumas vezes acrescentando informa&ccedil;&otilde;es &aacute; grande biblioteca da internet. A internet tem sido uma d&aacute;diva para um escritor como eu. Pesquisas que antes exigiam dias de procura em jornais ou na biblioteca agora podem ser feitas em minutos. Como disse o te&oacute;rico da comunica&ccedil;&atilde;o Marshall Mcluhan nos anos 60, a m&iacute;dia n&atilde;o &eacute; apenas um canal passivo para o tr&aacute;fego de informa&ccedil;&atilde;o. <strong>Ela fornece a mat&eacute;ria, mas tamb&eacute;m molda o processo de pensamento<\/strong>. <strong>E o que a net parece fazer &eacute; pulverizar minha capacidade de concentra&ccedil;&atilde;o e contempla&ccedil;&atilde;o<\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tCARR, N. <strong>Is Google making us stupid?<\/strong> (adaptado)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEm rela&ccedil;&atilde;o &agrave; internet, a perspectiva defendida pelo autor ressalta um paradoxo que se caracteriza por\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) associar uma experi&ecirc;ncia superficial &agrave; abund&acirc;ncia de informa&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) condicionar uma capacidade individual &agrave; desorganiza&ccedil;&atilde;o da rede.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) agregar uma tend&ecirc;ncia contempor&acirc;nea &agrave; acelera&ccedil;&atilde;o do tempo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) aproximar uma m&iacute;dia inovadora &agrave; passividade da recep&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) equiparar uma ferramenta digital &agrave; tecnologia anal&oacute;gica.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[A]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Os h&aacute;bitos de leitura de livros s&atilde;o cada vez mais negligenciados em benef&iacute;cio de leituras da internet, que s&atilde;o curtas, que racioc&iacute;nio r&aacute;pido e de pouca profundidade. H&aacute; muito mais informa&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel, mas boa parte dela &eacute; superficial. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>3. (ENEM 2016) <\/strong>A democracia deliberativa afirma que as partes do conflito pol&iacute;tico devem deliberar entre si e, por meio da argumenta&ccedil;&atilde;o razo&aacute;vel, tentar chegar a um acordo sobre as pol&iacute;ticas que seja satisfat&oacute;rio para todos. A democracia ativista desconfia das exorta&ccedil;&otilde;es &agrave; delibera&ccedil;&atilde;o por acreditar que, no mundo real da pol&iacute;tica, onde as desigualdades estruturais influenciam procedimentos e resultados, processos democr&aacute;ticos que parecem cumprir as normas de delibera&ccedil;&atilde;o geralmente tendem a beneficiar os agentes mais poderosos. Ela recomenda, portanto, que aquelas que se preocupam com a promo&ccedil;&atilde;o de mais justi&ccedil;a devem realizar principalmente a atividade de oposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, em vez de tentar chegar a um acordo com quem sustenta estruturas de poder existentes ou delas se beneficia.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tYoung, I. M. desafios ativistas &agrave; democracia deliberativa. <strong>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia Pol&iacute;tica<\/strong>, n.13, jan-abr. 2014.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;As concep&ccedil;&otilde;es de democracia deliberativa e de democracia ativista apresentadas no texto tratam como imprescind&iacute;veis respectivamente,\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) a decis&atilde;o da maioria e a uniformiza&ccedil;&atilde;o de direitos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) a organiza&ccedil;&atilde;o de elei&ccedil;&otilde;es e o movimento anarquista.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) a obten&ccedil;&atilde;o do consenso e a mobiliza&ccedil;&atilde;o das minorias.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) a fragmenta&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o e a desobedi&ecirc;ncia civil.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) a imposi&ccedil;&atilde;o de resist&ecirc;ncia e o monitoramento da liberdade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O texto fala de democracia deliberativa, como aquela em que as partes devem decidir entre si e chegar num acordo, ou seja, num consenso. A democracia ativista, procura militar\/defender determinado tema depende da mobiliza&ccedil;&atilde;o das minorias e fazer uma oposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica. &nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>4. (ENEM 2016) <\/strong>A sociologia ainda n&atilde;o ultrapassou a era das constru&ccedil;&otilde;es e das s&iacute;nteses filos&oacute;ficas. Em vez de assumir a tarefa de lan&ccedil;ar luz sobre uma parcela restrita do campo social, ela prefere buscar as brilhantes generalidades em que todas as quest&otilde;es s&atilde;o levantadas sem que nenhuma seja expressamente tratada. N&atilde;o &eacute; com exames sum&aacute;rios e por meio de institui&ccedil;&otilde;es r&aacute;pidas que se pode chegar a descobrir as leis de uma realidade t&atilde;o complexa. Sobretudo, generaliza&ccedil;&atilde;o as vezes t&atilde;o amplas e t&atilde;o apressadas n&atilde;o s&atilde;o suscet&iacute;veis a nenhum tipo de prova.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDurkheim, E. <strong>O suic&iacute;dio: <\/strong>estudo da sociologia. S&atilde;o Paulo: Martins Fontes, 2000.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO texto expressa o esfor&ccedil;o de <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/emile-durkheim\/\" target=\"_blank\">&Eacute;mile Durkheim<\/a> em construir uma sociologia com base na\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) vincula&ccedil;&atilde;o com a filosofia como saber unificado.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) reuni&atilde;o das percep&ccedil;&otilde;es intuitivas para demonstra&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) formula&ccedil;&atilde;o de hip&oacute;teses subjetivas sobre a vida social.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) ades&atilde;o aos padr&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o t&iacute;picos das ci&ecirc;ncias naturais.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) incorpora&ccedil;&atilde;o de um conhecimento alimentado pelo engajamento pol&iacute;tico.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[D]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Durkheim &eacute; o pai da sociologia, que surgiu no s&eacute;culo XIX, num contexto de grande agita&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e ideol&oacute;gica. Procurava leis sociais e que estas deveriam ser confi&aacute;veis, e para isso pass&iacute;veis de prova. At&eacute; ent&atilde;o este m&eacute;todo era somente das ci&ecirc;ncias naturais. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>5. (ENEM 2016) <\/strong>Quanto mais complicada se tornou a produ&ccedil;&atilde;o industrial, mais numerosos passaram a ser os elementos da ind&uacute;stria que exigiam garantia de fornecimento. Tr&ecirc;s deles eram de import&acirc;ncia fundamental: o trabalho, a terra e o dinheiro. Numa sociedade comercial, esse fornecimento s&oacute; poderia ser organizado de uma forma: tornando-os dispon&iacute;veis &agrave; compra. Agora eles tinham que ser organizados para a venda no mercado. Isso estava de acordo com a exig&ecirc;ncia de um sistema de mercado. Sabemos que em um sistema como esse, os lucros s&oacute; podem ser assegurados se se garante a autorregula&ccedil;&atilde;o por meios de mercados competitivos interdependentes.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPOLANYI, K. <strong>A grande transforma&ccedil;&atilde;o: <\/strong>As origens de nossa &eacute;poca. Rio de Janeiro: Campus, 2000 (Adaptado).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA consequ&ecirc;ncia do processo de transforma&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica abordada no texto &eacute; a\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) expans&atilde;o das terras comunais.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) limita&ccedil;&atilde;o do mercado como meio de especula&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) consolida&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de trabalho como mercadoria.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) diminui&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio como efeito da industrializa&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) adequa&ccedil;&atilde;o do dinheiro como elemento padr&atilde;o das transa&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A quest&atilde;o trata da Revolu&ccedil;&atilde;o Industrial e a forma&ccedil;&atilde;o do operariado urbano. De acordo com Marx, o proletariado &eacute; aquele que s&oacute; tem sua for&ccedil;a de trabalho, e disp&otilde;e dela para conseguir sua sobreviv&ecirc;ncia. O trabalho torna-se uma mercadoria como qualquer outra, e sujeita &agrave;s oscila&ccedil;&otilde;es da lei da oferta e da procura. &Eacute; simples perceber: O excesso de m&atilde;o de obra que existia, devido &agrave; grande quantidade de miser&aacute;veis urbanos fazia os sal&aacute;rios serem muito baixos.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>6. (ENEM 2016) <\/strong>A mundializa&ccedil;&atilde;o introduz o aumento da produtividade do trabalho sem acumula&ccedil;&atilde;o de capital, justamente pelo car&aacute;ter divis&iacute;vel da forma t&eacute;cnica molecular-digital do que resulta a perman&ecirc;ncia da m&aacute; distribui&ccedil;&atilde;o da renda: exemplificando mais uma vez os vendedores de refrigerantes &agrave;s portas dos est&aacute;dios viram sua produtividade aumentada gra&ccedil;as ao <em>just in time<\/em> dos fabricantes e distribuidores de bebidas, mas para realizar o valor de tais mercadorias, a forma de trabalho dos vendedores &eacute; a mais primitiva. Combinam-se, pois, acumula&ccedil;&atilde;o molecular digital com o puro uso da for&ccedil;a de trabalho.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tOLIVEIRA, F. <strong>Cr&iacute;tica &agrave; raz&atilde;o dualista e o ornitorrinco. <\/strong>Campinas: boi tempo, 2003.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tOs aspectos destacados no texto afetam diretamente quest&otilde;es como emprego e renda, sendo poss&iacute;vel explicar essas transforma&ccedil;&otilde;es pelo(a)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) crise banc&aacute;ria e o fortalecimento do capital industrial.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) inova&ccedil;&atilde;o toyotista e a regulariza&ccedil;&atilde;o do trabalho formal.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) impacto da tecnologia e as modifica&ccedil;&otilde;es na estrutura produtiva.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) emerg&ecirc;ncia da globaliza&ccedil;&atilde;o e a expans&atilde;o do setor secund&aacute;rio.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) diminui&ccedil;&atilde;o do tempo de trabalho e a necessidade de diploma superior.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>As mudan&ccedil;as tecnol&oacute;gicas t&ecirc;m um grande poder de provocar transforma&ccedil;&otilde;es no espa&ccedil;o e nas formas de vida. O toyotismo e o seu &ldquo;just in time&rdquo;, mudou a produtividade e as formas de trabalho. No entanto, coexistem formas muito diferentes de produ&ccedil;&atilde;o e trabalho ao longo da escala produtiva. No topo temos as grandes empresas com processos cada vez mais modernos, e na outra ponta, os vendedores ambulantes nas portas dos est&aacute;dios que tecnicamente atuam de forma &ldquo;primitiva&rdquo;.&nbsp; As transforma&ccedil;&otilde;es citadas no texto est&atilde;o corretamente citadas na alternativa [C]. A alternativa [A] em nada se relaciona com a proposta do texto. Poder&iacute;amos ter alguma d&uacute;vida na alternativa [D], pois &eacute; o contexto da globaliza&ccedil;&atilde;o em que estas transforma&ccedil;&otilde;es se processam de forma mais intensa, mas quando fala que ocorreu uma expans&atilde;o do secund&aacute;rio (isso relaciona-se &agrave; estrutura econ&ocirc;mica: setor produtivo e popula&ccedil;&atilde;o empregada) encontramos o erro. Atualmente temos uma expans&atilde;o do setor terci&aacute;rio (com&eacute;rcio e servi&ccedil;os), muitas vezes provocadas por novas tecnologias de produ&ccedil;&atilde;o industrial, que exigem cada vez menos decis&otilde;es humanas.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>7. (ENEM 2016) <\/strong>Hoje, a <strong>ind&uacute;stria cultural assumiu a heran&ccedil;a civilizat&oacute;ria<\/strong> da democracia de pioneiros e empres&aacute;rios, que tampouco desenvolvera uma fineza de sentido para os desvios espirituais. <strong>Todos s&atilde;o livres para dan&ccedil;ar e para se divertir<\/strong>, do mesmo modo que, desde a neutraliza&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica da religi&atilde;o, s&atilde;o livres para entrar em qualquer uma das in&uacute;meras seitas. Mas a liberdade de escolha da ideologia, que reflete sempre a coer&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, revela-se em todos os setores como a liberdade <strong>de escolher o que &eacute; sempre a mesma coisa<\/strong>.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tADORNO, T.; HORKHEIMER, M. <strong>Dial&eacute;tica do esclarecimento: <\/strong>fragmentos filos&oacute;ficos. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA liberdade de escolha da civiliza&ccedil;&atilde;o ocidental, de acordo com a an&aacute;lise do texto, &eacute; um(a)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) legado social.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) patrim&ocirc;nio pol&iacute;tico.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) produto da moralidade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) conquista da humanidade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) ilus&atilde;o da contemporaneidade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[E]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O texto destaca o papel da ind&uacute;stria cultural no mundo atual e suas v&aacute;rias liberdades de escolha do que consumir, mas encerra dizendo que nossa liberdade de escolher coisas que s&atilde;o as mesmas. Dessa forma a liberdade (materializada na liberdade de escolha de consumo) &eacute; uma ilus&atilde;o dos tempos atuais. <\/strong>\n<\/p>\n<hr \/>\n<p>\n\t<strong>Filosofia:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>1. (ENEM 2016)<\/strong> Nunca nos tornaremos matem&aacute;ticos, por exemplo, embora nossa mem&oacute;ria possua todas as demonstra&ccedil;&otilde;es feitas por outros, se nosso esp&iacute;rito n&atilde;o for capaz de resolver toda esp&eacute;cie de problemas; <strong>n&atilde;o nos tornar&iacute;amos fil&oacute;sofos, por ter tido todos os racioc&iacute;nios de Plat&atilde;o e Arist&oacute;teles, sem poder formular um ju&iacute;zo s&oacute;lido sobre o que nos &eacute; proposto<\/strong>, Assim, de fato, parecer&iacute;amos ter aprendido, n&atilde;o ci&ecirc;ncias, mas hist&oacute;rias.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDESCARTES, R. <strong>Regras para a orienta&ccedil;&atilde;o do esp&iacute;rito. <\/strong>S&atilde;o Paulo: Martins fontes, 1999.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEm busca pelo saber verdadeiro, o autor considera o conhecimento, de modo cr&iacute;tico, como resultado da\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) investiga&ccedil;&atilde;o de natureza emp&iacute;ricas\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) retomada da tradi&ccedil;&atilde;o intelectual.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) imposi&ccedil;&atilde;o de valores ortodoxos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) autonomia do sujeito pensante.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) liberdade do agente moral.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[D]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>De acordo com o texto de Descartes n&atilde;o baste ler os racioc&iacute;nios dos grandes fil&oacute;sofos, mas para se tornar um o sujeito deve pensar por si s&oacute; e formular seu ju&iacute;zo sobre o que analisa. Dessa forma o conhecimento verdadeiro passa pelo crivo da d&uacute;vida e da raz&atilde;o. Para pensar o sujeito deve ser aut&ocirc;nomo.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>2. (ENEM 2016)<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Essa deu discuss&atilde;o. Talvez a mais dif&iacute;cil de ci&ecirc;ncias humanas. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Texto I&nbsp; <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;&nbsp; <\/strong>&nbsp;Fragmento B91: N&atilde;o se pode banhar duas vezes no mesmo rio, nem subst&acirc;ncia mortal alcan&ccedil;ar duas vezes a mesma condi&ccedil;&atilde;o; mas pela intensidade e rapidez da mudan&ccedil;a, dispersa e de novo re&uacute;ne.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tHER&Aacute;CLITO. <strong>Fragmentos (Sobre a natureza)<\/strong>. S&atilde;o Paulo; Abril Cultural, 1996 (adaptado)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>TEXTO II <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fragmento B8: S&atilde;o muitos os sinais de que o ser &eacute; ing&ecirc;nito e indestrut&iacute;vel, pois &eacute; compacto, inabal&aacute;vel e sem fim; n&atilde;o foi nem ser&aacute;, pois &eacute; agora um todo homog&ecirc;neo, uno, cont&iacute;nuo. Como poderia o que &eacute; perecer? Como poderia gerar-se?\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Parm&ecirc;nides. <strong>Da natureza<\/strong>. S&atilde;o Paulo: Loyola, 2002 (adaptado)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tOs fragmentos do pensamento pr&eacute;-socr&aacute;tico exp&otilde;em uma oposi&ccedil;&atilde;o que se insere no campo das\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) investiga&ccedil;&otilde;es do pensamento sistem&aacute;tico.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) preocupa&ccedil;&otilde;es do per&iacute;odo mitol&oacute;gico.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) discuss&otilde;es de base ontol&oacute;gica.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) habilidades da ret&oacute;rica sof&iacute;stica.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) verdades do mundo sens&iacute;vel.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Her&aacute;clito e Parm&ecirc;nides s&atilde;o os maiores pensadores pr&eacute;-socr&aacute;ticos e com eles surgiu o primeiro debate filos&oacute;fico.&nbsp; Parm&ecirc;nides &eacute; o fil&oacute;sofo do devir, enquanto Parm&ecirc;nides o fil&oacute;sofo da unidade.&nbsp; Situam-se na passagem do pensamento m&iacute;tico para o logos, racional. O pensamento pr&eacute;-socr&aacute;tico j&aacute; possu&iacute;a crit&eacute;rios de pensamento sistem&aacute;ticos que eram racionalizados. Por outro lado, tudo que diz respeito &agrave; uma discuss&atilde;o sobre a ess&ecirc;ncia do pensamento e comportamento humano &eacute; ontol&oacute;gico.&nbsp; Esse exerc&iacute;cio &eacute; o que considerei o mais dif&iacute;cil do exame. Porque? Exigia conhecimento de conceitos b&aacute;sicos de filosofia e muita interpreta&ccedil;&atilde;o. Temos que esperar qual o entendimento da banca, pois foi o exerc&iacute;cio que mais ocorreu dissenso entre os professores. A alternativa cobrada pela banca foi [C], mas a alternativa [A] traz uma grande dificuldade e uma confus&atilde;o te&oacute;rica. Quest&atilde;o a ser analisada pelo INEP, pois gera d&uacute;vidas desnecess&aacute;rias e ent&atilde;o possui baixa seletividade. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>3. (ENEM 2016)<\/strong> Ser moderno &eacute; encontrar-se em um ambiente que promete aventura, poder, alegria, crescimento, autotransforma&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o das coisas em redor &ndash; mas <strong>ao mesmo tempo amea&ccedil;a destruir tudo o que temos<\/strong>, tudo o que sabemos, tudo o que somos. A experi&ecirc;ncia ambiental da modernidade <strong>anula todas as fronteiras geogr&aacute;ficas e raciais<\/strong>, <strong>de classe e nacionalidade<\/strong>: nesse sentido, <strong>pode-se dizer que a modernidade une a esp&eacute;cie humana<\/strong>. Por&eacute;m, &eacute; uma unidade paradoxal, uma unidade de desunidade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tBermam, M. <strong>Tudo que &eacute; s&oacute;lido se desmancha no ar<\/strong>. A aventura da modernidade. S&atilde;o Paulo; Cia. Das Letras, 1986 (adaptado)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO texto apresenta uma interpreta&ccedil;&atilde;o da modernidade que a caracteriza como um(a)\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) din&acirc;mica social contradit&oacute;ria.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) intera&ccedil;&atilde;o coletiva harm&ocirc;nica.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) fen&ocirc;meno econ&ocirc;mico est&aacute;vel.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) sistema internacional decadente\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) processo hist&oacute;rico homogeneizador.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[A]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>A modernidade que o mundo vive desde o s&eacute;culo XIX, em um ritmo acelerado &eacute; bastante contradit&oacute;ria pois traz o novo e v&aacute;rias melhorias, mas tamb&eacute;m destr&oacute;i as formas tradicionais de vida. A modernidade n&atilde;o &eacute; um processo homogeneizador pois as minorias tendem a ser mais representadas e ter mais espa&ccedil;o.&nbsp; Apesar disso &eacute; ineg&aacute;vel que cada vez mais o mundo est&aacute; ocidentalizado, mas n&atilde;o &eacute; o que caracteriza a modernidade nem est&aacute; ligado ao texto. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>4. (ENEM 2016) <\/strong>Pirro afirmava que nada &eacute; nobre nem vergonhoso, justo ou injusto; e que, da mesma maneira, <strong>nada existe do ponto de vista da verdade<\/strong>; que os homens agem apenas segundo a lei e o costume, nada sendo mais isto do que aquilo. Ele levou uma vida de acordo com essa doutrina, nada procurando evitar e n&atilde;o se desviando do que quer que fosse, suportando tudo, carro&ccedil;as, por exemplo, precip&iacute;cios, c&atilde;es, nada deixando ao arb&iacute;trio dos sentidos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLa&eacute;rcio, D. Vidas e senten&ccedil;as dos fil&oacute;sofos ilustres. Bras&iacute;lia: Editora UNB, 1988.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO ceticismo conforme sugerido no texto caracteriza-se por:\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) Desprezar quaisquer conven&ccedil;&otilde;es e obriga&ccedil;&otilde;es da sociedade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) Atingir verdadeiro prazer como princ&iacute;pio e o fim da vida feliz.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) Defender a indiferen&ccedil;a e a impossibilidade de obter alguma certeza.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) Aceitar o determinismo e ocupar-se com esperan&ccedil;a transcendente.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) Agir de forma virtuosa e s&aacute;bia afim de enaltecer o homem bom e belo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[C]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Pirro foi o fil&oacute;sofo c&eacute;tico que talvez mais levou ao estremo a d&uacute;vida, colocando em quest&atilde;o ela pr&oacute;pria: A possibilidade de duvidar da pr&oacute;pria d&uacute;vida. Como est&aacute; destacado no texto, p&otilde;e em quest&atilde;o a exist&ecirc;ncia da verdade. &Eacute; uma defesa da impossibilidade de termos certeza de qualquer coisa, pois tudo &eacute; dubit&aacute;vel (pass&iacute;vel de d&uacute;vida). Alternativa correta [C]. A alternativa [A] est&aacute; errada pois n&atilde;o despreza as conven&ccedil;&otilde;es sociais, e &eacute; poss&iacute;vel observarmos no texto sua refer&ecirc;ncia &agrave; obedi&ecirc;ncia &agrave;s leis, que mesmo sem sentido s&atilde;o seguidas. Nada no trecho sugere esse desprezo. A alternativa [B] descreve muito bem os princ&iacute;pios do<\/strong><strong> epicurismo, que foi <\/strong><strong>cobrada no exame passado. O texto n&atilde;o sugere nada quanto a felicidade. A alternativa [D] est&aacute; completamente no oposto do que o texto diz. Ele fala que os homens seguem leis e doutrinas suportando tudo sem submeter ao arb&iacute;trio dos sentidos, isso &eacute; uma reprova&ccedil;&atilde;o do comportamento. A alternativa [E] em nada se relaciona com o texto e o tema da quest&atilde;o.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&nbsp;<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>5. (ENEM 2016)<\/strong> Vi os homens sumirem-se numa grande tristeza. Os melhores cansaram-se das suas obras. Proclamou-se uma doutrina e com ela circulou uma cren&ccedil;a: tudo &eacute; oco, tudo &eacute; igual, tudo passou! O nosso trabalho foi in&uacute;til; o nosso vinho tornou-se veneno; o mau olhado amareleceu-nos os campos e os cora&ccedil;&otilde;es. Secamos de todo, e se ca&iacute;sse fogo encima de n&oacute;s, as nossas cinzas voariam em p&oacute;. Sim; cansamos o pr&oacute;prio fogo. Todas as fontes secaram para n&oacute;s, e o mar retirou-se. Todos os solos se querem abrir, mas os abismos n&atilde;o nos querem tragar!\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNITZSCHE, F. <strong>Assim falou Zaratustra. <\/strong>Rio de Janeiro: e de ouro, em 1977.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO texto exprime uma constru&ccedil;&atilde;o aleg&oacute;rica e traduz o entendimento da doutrina Niilista, uma vez que\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) refor&ccedil;a a liberdade do cidad&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) desvela os valores do cotidiano.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) exorta as rela&ccedil;&otilde;es de produ&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) destaca a decad&ecirc;ncia da cultura.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) amplifica o sentimento de ansiedade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[D]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O fil&oacute;sofo Nietzsche &eacute; um emblema do pensamento niilista. Sua obra &eacute; marcada por um grande pessimismo sobre a civiliza&ccedil;&atilde;o e a cultura humana. Em sua obra Assim Falava Zaratustra, entre outras, destaca sua vis&atilde;o de decad&ecirc;ncia da cultura ocidental ap&oacute;s a Antiguidade. Outra caracter&iacute;stica marcante &eacute; a forma de comunica&ccedil;&atilde;o do fil&oacute;sofo. Busca uma grandeza que julga n&atilde;o mais existir e recusa-se a escrever no alem&atilde;o moderno (ap&oacute;s a unifica&ccedil;&atilde;o alem&atilde;) e escreve no alem&atilde;o de Goethe (um grande escritor da l&iacute;ngua). Escreve atrav&eacute;s de m&aacute;ximas e alegorias. Alternativa correta [D]. Sua obra n&atilde;o &eacute; principalmente sobre a cr&iacute;tica &agrave; cultura e n&atilde;o lida com conceitos como cidadania. Nega a religi&atilde;o, princ&iacute;pios pol&iacute;ticos econ&ocirc;micos. Tamb&eacute;m um antimarxista. <\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>6. (ENEM 2016)<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tSer ou n&atilde;o ser &ndash; eis a quest&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tMorrer-dormir &ndash; Dormir! Talvez sonhar a&iacute; est&aacute; o obst&aacute;culo!\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tOs sonhos que h&atilde;o de vir no sono da morte\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tQuando tivermos escapado ao tumulto vital\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNos obrigam a hesitar: &eacute; essa a reflex&atilde;o\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tQue se d&aacute; &agrave; desventura uma vida t&atilde;o longa.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tSHAKESPEARE, W. <strong>Hamlet. <\/strong>Porto Alegre: L&amp;PN, 2007.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEste solil&oacute;quio pode ser considerado um precursor do existencialismo ao enfatizar a tens&atilde;o entre\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) consci&ecirc;ncia de si e ang&uacute;stia humana.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) inevitabilidade do destino em certeza moral.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) tragicidade da personagem e ordem do mundo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) racionalidade argumentativa e loucura iminente.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) depend&ecirc;ncia paterna e impossibilidade de a&ccedil;&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[A]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O existencialismo &eacute; a corrente filos&oacute;fica que tem como seu maior expoente J. P. Sartre. Caracteriza-se por uma busca constante de significa&ccedil;&atilde;o para a exist&ecirc;ncia e um sentido para o ser. Em geral &eacute; uma filosofia &ndash; que mesmo que n&atilde;o resulte numa vida triste -, nos revela uma profunda tens&atilde;o entre a consci&ecirc;ncia humana diante de um mundo em que os sujeitos individualizam-se cada vez mais, tornando-se quase insignificantes, ou a culpa pela busca do prazer, a vida num mundo extremamente contradit&oacute;rio, leva o homem &agrave; reflex&otilde;es angustiantes.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>7. (ENEM 2016) <\/strong>Sentimos que toda satisfa&ccedil;&atilde;o de nossos desejos advinda do mundo assemelha-se &agrave; esmola que mant&eacute;m hoje o mendigo vivo, por&eacute;m prolonga amanh&atilde; a sua fome. A resigna&ccedil;&atilde;o, ao contr&aacute;rio, assemelha-se &agrave; fortuna herdada: livra o herdeiro para sempre de todas as preocupa&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tSCHOPENHAUER, A. <strong>Aforismo para a sabedoria da vida. <\/strong>S&atilde;o Paulo: Martins fontes, 2005.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO trecho destaca uma ideia remanescente de uma tradi&ccedil;&atilde;o filos&oacute;fica ocidental, segundo a qual a felicidade se mostra indissociavelmente ligada &agrave;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA) consagra&ccedil;&atilde;o de relacionamentos afetivos.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tB) administra&ccedil;&atilde;o da independ&ecirc;ncia interior.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tC) fugacidade do conhecimento emp&iacute;rico.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tD) liberdade de express&atilde;o religiosa.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tE) busca de prazeres ef&ecirc;meros.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t[B]\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Schopenhauer compara a satisfa&ccedil;&atilde;o ef&ecirc;mera, advinda do mundo &agrave; uma esmola e a resigna&ccedil;&atilde;o &agrave; fortuna. Sugere desta maneira que a resigna&ccedil;&atilde;o &eacute; melhor ao homem. Ele foi o fil&oacute;sofo que mais preocupou-se com o livre arb&iacute;trio e dizia que o homem deve decidir por si, mas para isso &eacute; necess&aacute;rio que o homem seja capaz de administrar sua independ&ecirc;ncia interior.&nbsp; &Eacute; uma quest&atilde;o de interpreta&ccedil;&atilde;o complexa, na minha opini&atilde;o est&aacute; entre as mais dif&iacute;ceis da prova, ent&atilde;o seria mais simples tentarmos respond&ecirc;-la por elimina&ccedil;&atilde;o. Apegando-se ao texto, ele n&atilde;o faz refer&ecirc;ncia a relacionamentos ou religi&atilde;o, n&atilde;o fala que o conhecimento emp&iacute;rico &eacute; ef&ecirc;mero e que eles s&atilde;o pouco. <\/strong>\n<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&Eacute; isso a&iacute; pessoal. Como o prometido, o link do gabarito, onde voc&ecirc; pode encontrar as outras disciplinas. &Eacute; s&oacute; clicar.\n<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"CbLoIM1L52\"><p><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/gabarito-enem-2016\/\">Gabarito ENEM 2016 &#8211; publicado o gabarito oficial do INEP<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Gabarito ENEM 2016 &#8211; publicado o gabarito oficial do INEP&#8221; &#8212; Estrat\u00e9gia Concursos\" src=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/gabarito-enem-2016\/embed\/#?secret=vXpmDUr6Zc#?secret=CbLoIM1L52\" data-secret=\"CbLoIM1L52\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/p>\n<p>\n\tMuito obrigado, sucesso nos seus objetivos. Vai dar tudo certo.\n<\/p>\n<p>\n\tProf. S&eacute;rgio Henrique.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Ol&aacute; pessoal. Em primeira m&atilde;o trago a avalia&ccedil;&atilde;o de ci&ecirc;ncias humanas e suas tecnologias. Enem 2016 comentado. Sou o professor S&eacute;rgio Henrique do ESTRAT&Eacute;GIA ENEM e o acompanho o tempo todo. Durante a prepara&ccedil;&atilde;o, de plant&atilde;o durante o exame e ap&oacute;s a prova para fornecer o gabarito mais r&aacute;pido do Brasil. 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