{"id":505252,"date":"2020-04-18T08:52:54","date_gmt":"2020-04-18T11:52:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=505252"},"modified":"2020-04-20T13:57:45","modified_gmt":"2020-04-20T16:57:45","slug":"seguranca-e-saude-no-trabalho-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/seguranca-e-saude-no-trabalho-2\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria da Seguran\u00e7a e Sa\u00fade no Trabalho"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hist\u00f3ria da seguran\u00e7a e sa\u00fade no trabalho no Brasil e no mundo<\/h2>\n\n\n\n<p>Vamos iniciar nosso estudo sobre a hist\u00f3ria da seguran\u00e7a e sa\u00fade no trabalho no Brasil e no mundo, a partir do <strong>conceito de trabalho<\/strong>, sua contextualiza\u00e7\u00e3o desde a <strong>Antiguidade e a rela\u00e7\u00e3o trabalho-sa\u00fade-doen\u00e7a, que sempre existiu.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A palavra \u201c<strong><em><u>trabalho<\/u><\/em><\/strong>\u201d surgiu a partir do voc\u00e1bulo latino <em>tripaliu<\/em> &#8211; denomina\u00e7\u00e3o de um <strong>instrumento de <u>tortura<\/u><\/strong> formado por <em>tr\u00eas (<\/em><em>tri<\/em><em>) paus (<\/em><em>paliu<\/em>). &nbsp;Desde a Antiguidade at\u00e9 a Idade M\u00e9dia o trabalho sempre esteve aliado a um sentido negativo, de <strong><em>castigo e sofrimento<\/em><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Arist\u00f3teles dizia que a \u201c<em><u>escravid\u00e3o de uns \u00e9 necess\u00e1ria para que outros possam ser virtuosos<\/u><\/em><em>\u201d<\/em>. Em outras palavras, o homem deveria ser livre para se dedicar \u00e0 pr\u00f3pria perfei\u00e7\u00e3o. O trabalho o impede de consegui-lo. S\u00f3 a vida contemplativa, e n\u00e3o a vida ativa leva o homem \u00e0 dignidade. Percebemos ent\u00e3o que a <strong>ociosidade era o valor<\/strong> e o trabalho, o <em>desvalor<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Somente a partir do <strong>Renascimento<\/strong>, a no\u00e7\u00e3o negativa associada ao trabalho vai aos poucos tomando uma fei\u00e7\u00e3o <strong>positiva<\/strong>, quando surgiram as ideias de <strong>valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho como manifesta\u00e7\u00e3o da cultura<\/strong>, e este come\u00e7ou timidamente a ser visto como um valor da sociedade e do pr\u00f3prio homem.<\/p>\n\n\n\n<p>Sabe-se que a rela\u00e7\u00e3o existente entre trabalho-sa\u00fade-doen\u00e7a j\u00e1 era percebida desde a Antiguidade. Por\u00e9m, como somente os escravos trabalhavam (considerados <em>n\u00e3o-cidad\u00e3os<\/em>) eram eles que estavam expostos aos riscos do trabalho. Por este motivo, n\u00e3o havia uma preocupa\u00e7\u00e3o efetiva no sentido de se garantir prote\u00e7\u00e3o ao trabalho, j\u00e1 que a <em>m\u00e3o<\/em><em> de obra era abundante<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>O que se via naquela \u00e9poca eram alguns estudos isolados de investiga\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as do trabalho, como aqueles realizados pelo m\u00e9dico e fil\u00f3sofo grego <strong>Hip\u00f3crates<\/strong> (460-375 a.c.), que em um de seus trabalhos descreveu um quadro de &#8220;intoxica\u00e7\u00e3o saturnina&#8221; em um mineiro (o saturnismo \u00e9 o nome dado \u00e0 <strong>intoxica\u00e7\u00e3o causada pelo chumbo<\/strong>).<\/p>\n\n\n\n<p>Pl\u00ednio, O Velho, escritor e naturalista romano, que viveu no in\u00edcio da era Crist\u00e3 (23-79 d.C.), descreveu, em seu tratado &#8220;<em><u>De Historia Naturalis<\/u><\/em>&#8220;, as condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade dos trabalhadores com exposi\u00e7\u00e3o ao chumbo e poeiras. Ele fez uma descri\u00e7\u00e3o dos primeiros equipamentos de prote\u00e7\u00e3o conhecidos, como <strong>panos ou membranas de bexiga de animais para o rosto<\/strong> (improvisados pelos pr\u00f3prios escravos), como forma de <strong>atenuar a inala\u00e7\u00e3o de poeiras nocivas<\/strong>; tamb\u00e9m descreveu diversas mol\u00e9stias do pulm\u00e3o entre mineiros e envenenamento devido ao manuseio de compostos de enxofre e zinco.<\/p>\n\n\n\n<p>Em meados do s\u00e9culo XVI, o pesquisador alem\u00e3o <strong>George Bauer<\/strong> publicou um livro chamado &#8220;<em><u>De Re Metallica<\/u><\/em>&#8220;, no qual que apresentava os problemas relacionados \u00e0 extra\u00e7\u00e3o de minerais e \u00e0 fundi\u00e7\u00e3o da prata e do ouro, com destaque para uma doen\u00e7a chamada &#8220;<strong>asma dos mineiros<\/strong>&#8220;, que sabemos hoje tratar da silicose (doen\u00e7a pulmonar caracterizada pela forma\u00e7\u00e3o de tecido cicatricial, causada pela inala\u00e7\u00e3o de <strong>poeira de s\u00edlica<\/strong>, por anos seguidos \u2013 os pulm\u00f5es perdem sua caracter\u00edstica el\u00e1stica, requerendo mais esfor\u00e7o para respirar; \u00e9 uma das mais antigas doen\u00e7as ocupacionais).<\/p>\n\n\n\n<p>Vejam que a maioria das observa\u00e7\u00f5es se concentrava principalmente nas <strong>atividades de extra\u00e7\u00e3o mineral<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1700, um m\u00e9dico italiano chamado <em><u>Bernardino Ramazzini<\/u><\/em>, publicou um trabalho sobre doen\u00e7as ocupacionais chamado <em><u>De Morbis Artificum Diatrib<\/u><\/em>a (Doen\u00e7as do Trabalho), no qual relacionou os <strong>riscos \u00e0 sa\u00fade ocasionados por produtos qu\u00edmicos, poeira, metais e outros agentes <\/strong>encontrados nas atividades exercidas por trabalhadores em v\u00e1rias ocupa\u00e7\u00f5es. Ele orientava os demais m\u00e9dicos a fazer a seguinte pergunta ao paciente: \u201c<strong><u>Qual o seu trabalho<\/u><\/strong>?\u201d Por sua vida dedicada a este assunto, Ramazzini ficou conhecido como o <em><u>pai da Medicina Ocupacional<\/u><\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo dos anos, v\u00e1rios m\u00e9dicos e higienistas se ocuparam da <strong>observa\u00e7\u00e3o<\/strong> <strong>do trabalho <\/strong>(qualitativa, e n\u00e3o quantitativa ainda, devido \u00e0s limita\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas da \u00e9poca) em diversas atividades e conseguiram chegar a v\u00e1rias descobertas importantes, como o m\u00e9dico franc\u00eas <em>Patissier<\/em> que <em><u>recomendava aos ourives levantar a cabe\u00e7a de vez em quando e olhar para o infinito como modo de evitar a fadiga visual<\/u><\/em>; e tamb\u00e9m Rene Villerm\u00e9, m\u00e9dico franc\u00eas que foi al\u00e9m dos ambientes de trabalho insalubres e associou a influ\u00eancia das <em><u>jornadas excessivas, as p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es dos alojamentos, a qualidade da alimenta\u00e7\u00e3o e o \u201csal\u00e1rio abaixo das necessidades reais\u201d, sobre o estado de sa\u00fade dos trabalhadores<\/u><\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Revolu\u00e7\u00e3o Industrial<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o industrial foi um processo de grandes transforma\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, tecnol\u00f3gicas e sociais, que se iniciou em meados do s\u00e9culo XVIII na Europa Ocidental, mais precisamente na Inglaterra e que <em><u>revolucionou o modo como trabalhamos e vemos o mundo<\/u><\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, o avan\u00e7o tecnol\u00f3gico dos meios de produ\u00e7\u00e3o se contrastava com o <strong>crescimento das doen\u00e7as e mortes<\/strong> entre os trabalhadores assalariados devido \u00e0s <strong><u>prec\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es de trabalho<\/u><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Via-se tamb\u00e9m a utiliza\u00e7\u00e3o em massa do <strong>trabalho de mulheres e crian\u00e7as<\/strong>, (uma vez que a maioria da <em><u>m\u00e3o de obra masculina trabalhava nas minas de carv\u00e3o<\/u><\/em>), todas elas submetidas a <strong>jornadas exaustivas de trabalho<\/strong>, que n\u00e3o raro chegavam a quatorze ou at\u00e9 dezesseis horas de trabalho di\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Naquela \u00e9poca surgiram os primeiros movimentos oper\u00e1rios contra as <strong>p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de trabalho e ambientes insalubres<\/strong>. Os trabalhadores passaram a se organizar em sindicatos para melhor defenderem os seus interesses.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de v\u00e1rios riscos de v\u00e1rias atividades serem conhecidos, at\u00e9 ent\u00e3o pouco ou quase nada era feito para combat\u00ea-los ou reduzi-los. Somente ap\u00f3s muitos conflitos e revoltas, come\u00e7aram a surgir as primeiras <strong>leis de prote\u00e7\u00e3o ao trabalho, inicialmente das mulheres e crian\u00e7as.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um dos <em><u>marcos<\/u><\/em> da legisla\u00e7\u00e3o internacional relativa \u00e0 prote\u00e7\u00e3o do trabalho foi a aprova\u00e7\u00e3o, pelo parlamento brit\u00e2nico, a partir de 1802, de v\u00e1rias leis conhecidas como <strong>Leis das F\u00e1bricas (do ingl\u00eas, <em>Factory Law<\/em> ou <em>Factory Acts)<\/em><\/strong> com o objetivo de prote\u00e7\u00e3o do trabalho de mulheres e crian\u00e7as, tanto no que se refere a ambiente de trabalho quanto \u00e0s jornadas excessivas, comumente praticadas. Esta lei abrangia inicialmente as <strong>ind\u00fastrias t\u00eaxteis<\/strong>, principal atividade industrial naquela \u00e9poca, e somente em 1878 passou a valer para todas as ind\u00fastrias.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma destas primeiras leis chamada <em><u>Factories Act 1802<\/u><\/em> (tamb\u00e9m conhecida como <em><u>Lei da Moral e Sa\u00fade dos Aprendizes<\/u><\/em>) trazia as seguintes obriga\u00e7\u00f5es para os propriet\u00e1rios das f\u00e1bricas: (<strong>n\u00e3o se assustem<\/strong> com a lista a seguir, ela dos d\u00e1 uma ideia das condi\u00e7\u00f5es de trabalho da \u00e9poca):<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Todos os ambientes da f\u00e1brica devem ser <strong>ventilados<\/strong><\/li><li>O \u201climo\u201d \u2013 <strong>sujeira<\/strong> deve ser removido duas vezes por ano<\/li><li>As <strong>crian\u00e7as<\/strong>(!) devem receber duas mudas completas de roupa<\/li><li>A jornada di\u00e1ria de <strong>crian\u00e7as<\/strong> entre 9 e 13 anos deve ser no m\u00e1ximo 8 (oito) horas, e no caso de <strong>adolescentes<\/strong> entre 14 e 18 anos a jornada n\u00e3o deve ultrapassar 12 (doze) horas.<\/li><li>\u00c9 proibido o trabalho de <strong>crian\u00e7as menores de 9 (nove) anos<\/strong>, que dever\u00e3o frequentar as escolas a serem abertas e mantidas pelos empregadores<\/li><li><strong>Crian\u00e7as<\/strong> devem ocupar quartos de dormir separados por sexo, sendo que cada cama deve ser ocupada por no m\u00e1ximo duas crian\u00e7as<\/li><li>Os empregadores s\u00e3o respons\u00e1veis pelo tratamento de <strong>doen\u00e7as infecciosas. <\/strong><strong><\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Apesar de ser considerado um avan\u00e7o sobre a prote\u00e7\u00e3o do trabalho, o Ato de 1802 n\u00e3o regulamentou a inspe\u00e7\u00e3o nas f\u00e1bricas para verifica\u00e7\u00e3o do cumprimento de suas disposi\u00e7\u00f5es, o que aconteceu somente em 1833.<\/p>\n\n\n\n<p>Se por um lado os propriet\u00e1rios das f\u00e1bricas, detentores dos meios de produ\u00e7\u00e3o, faziam forte oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o desta lei, por outro lado eles sabiam da necessidade de se preservar o <em><u>potencial humano como forma de garantir a produ\u00e7\u00e3o.<\/u><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Anos mais tarde, foi publicado o Ato 1831, que <strong>proibia o trabalho noturno<\/strong> para jovens menores de 21 (vinte e um) anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1833, foi aprovado o <em><u>Labour of Children, etc., in Factories Act<\/u><\/em>, com as seguintes determina\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Obriga\u00e7\u00e3o de concess\u00e3o de <strong>uma hora de almo\u00e7o para crian\u00e7as<\/strong> \u2013 mantendo-se a <em><u>jornada m\u00e1xima de doze horas para crian\u00e7as entre 14 e 18 anos e oito horas para crian\u00e7as entre 9 e 13 anos<\/u><\/em>.<\/li><li>Crian\u00e7as entre 9 e 13 anos deve ter <strong>duas horas de aulas por dia<\/strong><\/li><li>Proibi\u00e7\u00e3o do <strong>trabalho noturno<\/strong> para menores de 18 (dezoito) anos<\/li><li>Introdu\u00e7\u00e3o de <strong><em><u>rotinas de inspe\u00e7\u00e3o do trabalho nas f\u00e1bricas<\/u><\/em><\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Em 1844 houve novamente um grande \u201cavan\u00e7o\u201d (!) na legisla\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica, com a publica\u00e7\u00e3o do <em>Factories Law 1844, <\/em>com a inclus\u00e3o de requisitos expressos de <strong>prote\u00e7\u00e3o do trabalho das mulheres<\/strong>, <strong>obrigatoriedade de comunica\u00e7\u00e3o e investiga\u00e7\u00e3o de acidentes fatais e de prote\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas<\/strong>. \u00c9 claro que a prote\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas era t\u00e3o <em><u>prec\u00e1ria<\/u><\/em> quanto a pr\u00f3pria reda\u00e7\u00e3o da lei que obrigava sua implanta\u00e7\u00e3o, mas de qualquer modo, j\u00e1 era um <em><u>avan\u00e7o<\/u><\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta \u00e9poca tamb\u00e9m surgiam na Alemanha as primeiras <em><u>leis de<\/u><\/em> <em><u>preven\u00e7\u00e3o de acidentes do trabalho<\/u><\/em>, o que tamb\u00e9m come\u00e7ou a acontecer nos outros pa\u00edses da Europa.<\/p>\n\n\n\n<p>No s\u00e9culo XX foram criados v\u00e1rios <strong>organismos<\/strong> com o objetivo final de prote\u00e7\u00e3o do trabalho. Vejam na tabela a seguir as datas de cria\u00e7\u00e3o de alguns destes importantes \u00f3rg\u00e3os:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SST no Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Enquanto no in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, a <strong>Inglaterra j\u00e1 se preocupava<\/strong> com a prote\u00e7\u00e3o dos trabalhadores das ind\u00fastrias t\u00eaxteis, (ainda que com obriga\u00e7\u00f5es absurdas para a nossa refer\u00eancia atual, por\u00e9m aplic\u00e1veis \u00e0 \u00e9poca), somente no final daquele s\u00e9culo, <strong>por volta de 1870 \u00e9 que se tem not\u00edcia da instala\u00e7\u00e3o da primeira ind\u00fastria t\u00eaxtil no Brasil, no estado de Minas Gerais<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>E somente vinte anos depois \u00e9 que surgiria no Brasil um dos primeiros dispositivos legais relativos \u00e0 prote\u00e7\u00e3o do trabalho, mais precisamente em <strong>1891, com a publica\u00e7\u00e3o do Decreto 1.313<\/strong> que tratava da prote\u00e7\u00e3o do trabalho de menores. Os trabalhadores <em>adultos n\u00e3o eram abrangidos<\/em> por este decreto.<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e1vamos nos primeiros anos da rep\u00fablica velha e o Brasil come\u00e7ava a dar os primeiros passos, ainda bastante <strong>t\u00edmidos<\/strong>, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 <strong>prote\u00e7\u00e3o do trabalho<\/strong>. (Enquanto isso, na Inglaterra j\u00e1 havia, h\u00e1 mais de oitenta anos, uma regulamenta\u00e7\u00e3o sobre o trabalho infantil, atrav\u00e9s da <em>Factory Law!..)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Veremos a seguir, a partir da publica\u00e7\u00e3o do Decreto 1.313\/1891 os principais eventos e dispositivos legais relativos \u00e0 Seguran\u00e7a e Sa\u00fade do Trabalho no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><u>1891 \u2013 Publica\u00e7\u00e3o do Decreto 1.313:<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><u>\u201cEstabelece provid\u00eancias para regularizar o trabalho dos menores empregados nas f\u00e1bricas da Capital Federal\u201d<\/u><\/strong><strong> (na \u00e9poca, o Rio de Janeiro)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Decreto 1.313\/91 \u00e9 considerado o <strong>marco da Inspe\u00e7\u00e3o do Trabalho<\/strong> no Brasil, pois instituiu a fiscaliza\u00e7\u00e3o permanente de todos os estabelecimentos <strong><u>fabris<\/u><\/strong> em que trabalhavam menores. Esta fiscaliza\u00e7\u00e3o deveria ficar a cargo de um \u201c<em>inspector geral<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de sua import\u00e2ncia, este decreto <strong>nunca foi cumprido,<\/strong> tendo-se not\u00edcia que os primeiros <strong>inspetores gerais<\/strong> (os primeiros auditores fiscais do trabalho!) foram nomeados somente em 1930!&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>O principal objetivo deste decreto era regulamentar o <strong>trabalho de menores<\/strong> do sexo feminino (de 12 a 15 anos) e do sexo masculino (de 12 a 14 anos), tanto com <em>rela\u00e7\u00e3o \u00e0 jornada quanto ao ambiente de trabalho<\/em>. Neste \u00faltimo caso, voc\u00eas ver\u00e3o nos coment\u00e1rios a seguir <strong>o alto grau de subjetividade <\/strong>presente na sua reda\u00e7\u00e3o, principalmente na identifica\u00e7\u00e3o de determinadas condi\u00e7\u00f5es ambientais, que na maioria das vezes era feita <em>\u201c<u>\u00e0 ju\u00edzo do inspetor<\/u>\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>inspetor geral<\/strong> era obrigado a <em><u>visitar<\/u><\/em> cada estabelecimento ao <strong>menos uma vez por m\u00eas<\/strong> e apresentar, anualmente, ao Ministro do Interior (ainda n\u00e3o existia um \u201cMinist\u00e9rio do Trabalho\u201d), um relat\u00f3rio no qual deveriam constar as ocorr\u00eancias <em>mais not\u00e1veis<\/em> relativas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es dos menores, dados pessoais, incluindo \u201c<em>nota de analphabeto ou n\u00e3o\u201d (sic).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O decreto <strong>proibia o trabalho de menores de 12 anos,<\/strong> exceto no caso de aprendizes, nas f\u00e1bricas de tecidos, a partir dos 8 (oito) anos. Instituiu jornadas de 7 (sete) a 9 (nove) horas para os menores.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>elevado grau de insalubridade<\/strong> presente nas f\u00e1bricas fez com que a reda\u00e7\u00e3o deste Decreto obrigasse as oficinas a disponibilizar para cada oper\u00e1rio, pelo menos, <strong>20 metros c\u00fabicos de ar respir\u00e1vel<\/strong>. Obviamente n\u00e3o havia naquela \u00e9poca equipamentos capazes de medir a qualidade do ar, cabendo esta \u201c<em>verifica\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d ao pr\u00f3prio inspetor.<\/p>\n\n\n\n<p>Outras obriga\u00e7\u00f5es constantes do decreto:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; A <strong>ventila\u00e7\u00e3o das oficinas<\/strong> deveria ser <em>franca e completa,<\/em> a ju\u00edzo do inspetor, que poderia obrigar o empregador (chamado de dono da f\u00e1brica), quando fosse preciso, a empregar qualquer dos diferentes processos de ventila\u00e7\u00e3o artificial, de modo que nunca houvesse risco de confinamento e <em>impurifica\u00e7\u00e3o<\/em> do meio respirat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; O solo das oficinas deveria ser perfeitamente <strong>seco e imperme\u00e1vel<\/strong>, os <em><u>detritos<\/u><\/em> inconvenientes removidos e as \u00e1guas servidas esgotadas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Proibi\u00e7\u00e3o aos menores de exercer qualquer opera\u00e7\u00e3o que, dada sua inexperi\u00eancia, os expusesse a <strong>risco de morte<\/strong>, tais como: a limpeza e dire\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas em <strong>movimento<\/strong>, o trabalho ao lado de <strong>volantes, rodas, engrenagens, correias em a\u00e7\u00e3o<\/strong>, ou qualquer trabalho em fosse necess\u00e1rio esfor\u00e7o excessivo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Proibi\u00e7\u00e3o de trabalho de menores em <strong>dep\u00f3sitos de carv\u00e3o vegetal ou animal<\/strong>, em quaisquer manipula\u00e7\u00f5es diretas sobre fumo, petr\u00f3leo, benzina, \u00e1cidos corrosivos, preparados de chumbo, e outros descritos no decreto.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><u>1919 \u2013 Publica\u00e7\u00e3o do Decreto 3.724<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Decreto 3.724 publicado em 1919, tamb\u00e9m foi uma das legisla\u00e7\u00f5es pioneiras no Brasil no que se refere aos cuidados sobre a seguran\u00e7a e sa\u00fade do trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Este decreto apresentou uma <strong>grande evolu\u00e7\u00e3o<\/strong> com rela\u00e7\u00e3o ao decreto 1.313\/1891. Apesar de ainda considerar a possibilidade de trabalho de menores de idade e abranger somente determinadas categorias de trabalhadores, sua reda\u00e7\u00e3o tratava de v\u00e1rios assuntos que <strong>constam atualmente na lei previdenci\u00e1ria 8213\/91<\/strong> (que disp\u00f5e sobre os planos de benef\u00edcios da Previd\u00eancia Social). Vejam o conceito de \u201coper\u00e1rios\u201d segundo este decreto (reda\u00e7\u00e3o original!&#8230;):<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201ctodos os indiv\u00edduos, de qualquer sexo, <strong><u>maiores ou menores<\/u><\/strong>, uma vez que trabalhem por conta de outrem nos seguintes servi\u00e7os: <strong>construc\u00e7\u00f5es, repara\u00e7\u00f5es e demoli\u00e7\u00f5es<\/strong> de qualquer natureza, como de predios, pontes, estradas de ferro e de rodagem, linhas de tramways electricos, r\u00eades de esgotos, de illumina\u00e7\u00e3o, telegraphicas e telephonicas, bem como na conserva\u00e7\u00e3o de todas essas construc\u00e7\u00f5es; de <strong>transporte carga e descarga; e nos estabelecimentos industriaes e nos trabalhos agricolas<\/strong> em que se <\/em><em>empreguem motores inanimados.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Observem ent\u00e3o a <strong>abrang\u00eancia limitada<\/strong> deste decreto, que se aplicava somente aos oper\u00e1rios da constru\u00e7\u00e3o civil, transporte de carga e descarga, ind\u00fastrias e trabalhos agr\u00edcolas. Trabalhadores da sa\u00fade por exemplo, n\u00e3o estavam abrangidos. Mas por outro lado, se pensarmos bem, naquela \u00e9poca n\u00e3o havia tantas outras categorias como temos hoje&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns pontos importantes do Decreto 3.724\/19:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; <strong>Indeniza\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de apenas tr\u00eas anos de sal\u00e1rio<\/strong> do oper\u00e1rio nos casos de morte ou incapacidade total ou permanente<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Introdu\u00e7\u00e3o da obriga\u00e7\u00e3o da \u201c<strong>Declara\u00e7\u00e3o de Acidente<\/strong>\u201d (primeira vers\u00e3o da nossa atual Comunica\u00e7\u00e3o de Acidente do Trabalho &#8211; CAT!): que somente deveria ser feita nos casos de acidentes que \u201cobriguem o oper\u00e1rio a suspender o servi\u00e7o ou se ausentar\u201d. A Declara\u00e7\u00e3o de Acidente deveria ser encaminhada \u00e0 <em><u>autoridade policial<\/u><\/em> para instaura\u00e7\u00e3o de processo judicial frente \u00e0 Justi\u00e7a Comum (a Justi\u00e7a do Trabalho foi institu\u00edda anos depois, com a promulga\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o de 1934), com prazo de 12 (doze) dias para encerramento e decis\u00e3o referente \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><u>1943 \u2013 Decreto 5.452\/43 \u2013 Consolida\u00e7\u00e3o das Leis Trabalhistas<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A CLT foi um marco na legisla\u00e7\u00e3o trabalhista no Brasil pois <strong>consolidou<\/strong> em um \u00fanico documento as legisla\u00e7\u00f5es esparsas sobre direito do trabalho e seguran\u00e7a e sa\u00fade no trabalho. Em sua reda\u00e7\u00e3o inicial, a CLT j\u00e1 possu\u00eda o Cap\u00edtulo V \u2013 Da Higiene e Seguran\u00e7a do Trabalho, que, em 1977 teve seu t\u00edtulo alterado para \u201cDa Seguran\u00e7a e da Medicina do Trabalho.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da obrigatoriedade de constitui\u00e7\u00e3o de SESMT (chamado inicialmente de Servi\u00e7o Especializado em Seguran\u00e7a e Higiene do Trabalho) ter sido inclu\u00edda na CLT em 1967 (com a publica\u00e7\u00e3o do Decreto Lei 229\/67), somente em 1972 \u00e9 que foi publicada a Portaria 3.237 que detalhava a institui\u00e7\u00e3o do SESMT pelas empresas, e proibia a terceiriza\u00e7\u00e3o destes servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><u>Lei 6.514\/77 regulamentada pela Portaria 3.214\/78<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 meados da d\u00e9cada de 1970, a legisla\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a no trabalho existente no Brasil era basicamente <strong><em><u>corretiva e n\u00e3o, preventiva<\/u><\/em><\/strong>. Havia a preocupa\u00e7\u00e3o em se determinar as <strong>indeniza\u00e7\u00f5es<\/strong> por acidentes de trabalho, mas n\u00e3o em se <strong>investigar e prevenir as causas destes acidentes<\/strong>, de forma efetiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Vimos que desde 1967 as empresas j\u00e1 eram obrigadas a manter servi\u00e7os especializados em seguran\u00e7a e higiene do trabalho (veja o quadro a seguir), estes, por\u00e9m, eram voltados para as <strong>doen\u00e7as em geral, sem foco no contexto ocupacional<\/strong>; e no que se refere \u00e0 seguran\u00e7a, n\u00e3o havia ainda regulamentos espec\u00edficos a serem seguidos.<\/p>\n\n\n\n<p>A publica\u00e7\u00e3o da lei 6.514 em 1977 e posteriormente da Portaria 3.214 em 1978 que <em><u>aprovou as normas regulamentadoras<\/u><\/em>, <strong>representou ent\u00e3o um marco hist\u00f3rico para a seguran\u00e7a e sa\u00fade no trabalho no Brasil.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A tabela a seguir apresenta um resumo da evolu\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o referente \u00e0 seguran\u00e7a e sa\u00fade do trabalho no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"599\" height=\"381\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/04\/18084854\/tab1.jpg\" alt=\"evolu\u00e7\u00e3o seguran\u00e7a e sa\u00fade do trabalho no Brasil\" class=\"wp-image-505253\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/04\/18084854\/tab1.jpg 599w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/04\/18084854\/tab1-300x191.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 599px) 100vw, 599px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><u>Evolu\u00e7\u00e3o da Seguran\u00e7a e Sa\u00fade no Trabalho nas Constitui\u00e7\u00f5es Brasileiras<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As Constitui\u00e7\u00f5es de 1824 (Brasil Imp\u00e9rio) e 1891 (Primeira Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica) <strong>n\u00e3o traziam nenhum dispositivo de prote\u00e7\u00e3o ao trabalho<\/strong>. Na verdade, n\u00e3o havia nenhuma determina\u00e7\u00e3o relativa ao pr\u00f3prio trabalho; neste per\u00edodo (at\u00e9 1888) o Brasil ainda era um pa\u00eds escravagista.<\/p>\n\n\n\n<p>Podemos dizer ent\u00e3o que a prote\u00e7\u00e3o do trabalho no Brasil, do ponto de vista <strong>constitucional<\/strong>, come\u00e7ou a dar seus primeiros passos no governo de Get\u00falio Vargas, com a Constitui\u00e7\u00e3o de 1934. Mas a express\u00e3o \u201chigiene e seguran\u00e7a do trabalho\u201d foi introduzida somente na Constitui\u00e7\u00e3o de 1946. Vejam a tabela a seguir:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"633\" height=\"441\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/04\/18084933\/tab-2.jpg\" alt=\"higiene e seguran\u00e7a do trabalho na Constitui\u00e7\u00e3o de 1946\" class=\"wp-image-505254\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/04\/18084933\/tab-2.jpg 633w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/04\/18084933\/tab-2-300x209.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2020\/04\/18084933\/tab-2-610x425.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 633px) 100vw, 633px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Vejam tamb\u00e9m que, apesar de as constitui\u00e7\u00f5es brasileiras, desde 1934, preverem a prote\u00e7\u00e3o da sa\u00fade do trabalhador, poucas leis ou regulamentos trataram deste assunto efetivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 isso a\u00ed, pessoal, este foi meu breve coment\u00e1rio sobre a evolu\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a e sa\u00fade no Brasil e no mundo, espero que voc\u00eas tenham gostado!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Abra\u00e7os a todos e \u00f3timos estudos!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mara Camisassa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>@profmaracamisassa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria da seguran\u00e7a e sa\u00fade no trabalho no Brasil e no mundo Vamos iniciar nosso estudo sobre a hist\u00f3ria da seguran\u00e7a e sa\u00fade no trabalho no Brasil e no mundo, a partir do conceito de trabalho, sua contextualiza\u00e7\u00e3o desde a Antiguidade e a rela\u00e7\u00e3o trabalho-sa\u00fade-doen\u00e7a, que sempre existiu. 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