{"id":49299,"date":"2016-09-14T05:01:16","date_gmt":"2016-09-14T08:01:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=49299"},"modified":"2016-09-14T05:01:46","modified_gmt":"2016-09-14T08:01:46","slug":"49299-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/49299-2\/","title":{"rendered":"TCE-PR: Prova de Processo Civil Comentada"},"content":{"rendered":"<h1><span style=\"color: #000000\">TCE-PR: Prova de Processo Civil Comentada.<\/span><\/h1>\n<h3><span style=\"color: #000000\">Cara e caro amigo Estrategista,<\/span><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000000\">Comentamos a prova de Processo Civil do cargo 9 do TCE &#8211; Paran\u00e1: Analista de Controle &#8211; \u00c1rea Jur\u00eddica. N\u00e3o identificamos possibilidade de recurso.<\/span><\/h3>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/gabriel-borges-3201\/\"><span style=\"color: #000000\">Clique aqui e adquira nossos cursos de Processo Civil<\/span><\/a><\/h3>\n<p>Siga-nos em:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/professorgabrielborges\/\">https:\/\/www.facebook.com\/professorgabrielborges\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/07\/01113825\/TCE-PR-logo2.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-42679\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/07\/01113825\/TCE-PR-logo2.png\" alt=\"TCE-PR logo\" width=\"288\" height=\"91\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>61. Com refer\u00eancia ao processo, ao procedimento comum e \u00e0 interven\u00e7\u00e3o de terceiros, assinale a op\u00e7\u00e3o correta de acordo com o C\u00f3digo de Processo Civil (CPC). <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>A De acordo com o CPC, senten\u00e7a \u00e9 o pronunciamento do magistrado que, com ou sem resolu\u00e7\u00e3o do m\u00e9rito, extingue o processo em primeiro grau. Os demais atos decis\u00f3rios do juiz singular possuem natureza interlocut\u00f3ria. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>B A impugna\u00e7\u00e3o da parte principal ao requerimento de ingresso do assistente d\u00e1 ensejo \u00e0 suspens\u00e3o do processo principal at\u00e9 que sobrevenha decis\u00e3o do juiz quanto ao incidente processual relativo ao ingresso do assistente. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>C No procedimento comum, a aus\u00eancia injustificada do r\u00e9u \u00e0 audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o acarreta a decreta\u00e7\u00e3o de sua revelia e a consequente presun\u00e7\u00e3o de veracidade dos fatos alegados pelo autor na peti\u00e7\u00e3o inicial. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>D No procedimento comum, contesta\u00e7\u00e3o e reconven\u00e7\u00e3o devem ser apresentadas em uma \u00fanica pe\u00e7a processual, ressalvada ao r\u00e9u a possibilidade de apresentar reconven\u00e7\u00e3o isoladamente caso n\u00e3o deseje contestar. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>E O pedido de desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica deve ser formulado no momento da propositura da a\u00e7\u00e3o, sendo vedado o ingresso superveniente do s\u00f3cio no processo ap\u00f3s a estabiliza\u00e7\u00e3o da demanda.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong><u>COMENT\u00c1RIOS:<\/u><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Letra \u201ca\u201d<\/strong>. INCORRETA. <strong>N\u00e3o necessariamente extingue o processo<\/strong>, mas pode resolver uma fase processual de conhecimento ou colocar fim \u00e0 execu\u00e7\u00e3o. Vale destacar que, quando se tratar de a\u00e7\u00e3o condenat\u00f3ria, uma vez sendo proferida a senten\u00e7a, passa-se \u00e0 execu\u00e7\u00e3o dessa senten\u00e7a, gerando um modelo de processo sincr\u00e9tico, em que s\u00e3o integradas as fases de conhecimento e de execu\u00e7\u00e3o judicial. Nesse sentido, o par\u00e1grafo 1\u00ba do art. 203: <em>Art. 203. \u00a0Os pronunciamentos do juiz consistir\u00e3o em senten\u00e7as, decis\u00f5es interlocut\u00f3rias e despachos.<\/em><\/span><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><span style=\"color: #000000\"><em> 1<u><sup>o<\/sup><\/u>Ressalvadas as disposi\u00e7\u00f5es expressas dos procedimentos especiais, senten\u00e7a \u00e9 o pronunciamento por meio do qual o juiz, com fundamento nos\u00a0arts. 485\u00a0e\u00a0487, p\u00f5e fim \u00e0 fase cognitiva do procedimento comum, bem como extingue a execu\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">Letra \u201cb\u201d. INCORRETA. Conforma par\u00e1grafo \u00fanico do artigo 120 n\u00e3o h\u00e1 suspens\u00e3o do processo para que o juiz decida sobre o requerimento de ingresso do assistente. <em>Art. 120. \u00a0N\u00e3o havendo impugna\u00e7\u00e3o no prazo de 15 (quinze) dias, o pedido do assistente ser\u00e1 deferido, salvo se for caso de rejei\u00e7\u00e3o liminar.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><em>Par\u00e1grafo \u00fanico. \u00a0Se qualquer parte alegar que falta ao requerente interesse jur\u00eddico para intervir, <strong>o juiz decidir\u00e1 o incidente, sem suspens\u00e3o do processo<\/strong>.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">Letra \u201cc\u201d. INCORRETA. Importante lembrar que a Audi\u00eancia de Concilia\u00e7\u00e3o ou Media\u00e7\u00e3o \u00e9 aquela destinada a buscar uma solu\u00e7\u00e3o autocomposta entre as partes, a ser realizada antes mesmo da contesta\u00e7\u00e3o por parte do r\u00e9u. O n\u00e3o comparecimento injustificado do autor ou do r\u00e9u \u00e0 audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o <strong>\u00e9 considerado ato atentat\u00f3rio \u00e0 dignidade da justi\u00e7a e ser\u00e1 sancionado com multa de at\u00e9 dois por cento da vantagem econ\u00f4mica pretendida ou do valor da causa<\/strong>, revertida em favor da Uni\u00e3o ou do Estado. (\u00a7 8\u00ba, art. 334)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">Letra \u201cd\u201d. CORRETA. Essa \u00e9 a op\u00e7\u00e3o a ser assinalada. A resposta do r\u00e9u est\u00e1 concentrada na pe\u00e7a da contesta\u00e7\u00e3o, todavia a reconven\u00e7\u00e3o \u00e9 independente, podendo ser apresentada sozinha se o r\u00e9u preferir n\u00e3o propor a contesta\u00e7\u00e3o. <em>Art. 343<\/em> [&#8230;] <em>\u00a7 6<u><sup>o<\/sup><\/u>\u00a0O r\u00e9u pode propor reconven\u00e7\u00e3o independentemente de oferecer contesta\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">Letra \u201ce\u201d. INCORRETA. <em>Art. 134. \u00a0O incidente de desconsidera\u00e7\u00e3o \u00e9 cab\u00edvel em todas as fases do processo de conhecimento, no cumprimento de senten\u00e7a e na execu\u00e7\u00e3o fundada em t\u00edtulo executivo extrajudicial.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Gabarito: D<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong style=\"color: #000000\">62. Maria e Fernanda s\u00e3o servidoras de determinado \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico e, em litiscons\u00f3rcio ativo, propuseram demanda judicial para a obten\u00e7\u00e3o de vantagem pecuni\u00e1ria supostamente devida em raz\u00e3o do cargo que cada uma delas ocupa. Nessa situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica, tem-se um litiscons\u00f3rcio classificado como<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>A facultativo e comum. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>B facultativo e unit\u00e1rio. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>C multitudin\u00e1rio. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>D necess\u00e1rio e comum. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>E necess\u00e1rio e unit\u00e1rio.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong><u>COMENT\u00c1RIOS:<\/u><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">O enunciado da quest\u00e3o n\u00e3o explicitou tratar-se de um litiscons\u00f3rcio exigido por lei, e de fato n\u00e3o o \u00e9, pois se trata de demanda para obter vantagem pecuni\u00e1ria em face do \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico em que trabalham. Poderiam propor a demanda isoladamente, sem constituir o litiscons\u00f3rcio \u2013 portanto, \u00e9 facultativo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 qualquer ind\u00edcio de que se dever\u00e1 decidir a demanda de modo id\u00eantico para ambas as partes. Ao contr\u00e1rio, como o pleito foi correspondente ao cargo que cada uma ocupa, o examinador fez transparecer que se tratam de cargos distintos, formando desse modo um litiscons\u00f3rcio comum e n\u00e3o unit\u00e1rio. Vale lembrar que o litiscons\u00f3rcio unit\u00e1rio se caracteriza pela decis\u00e3o id\u00eantica a todos os litisconsortes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>No CPC\/2015:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><em>Art. 114. \u00a0O litiscons\u00f3rcio ser\u00e1 necess\u00e1rio por disposi\u00e7\u00e3o de lei ou quando, pela natureza da rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica controvertida, a efic\u00e1cia da senten\u00e7a depender da cita\u00e7\u00e3o de todos que devam ser litisconsortes.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><em>Art. 116. \u00a0O litiscons\u00f3rcio ser\u00e1 unit\u00e1rio quando, pela natureza da rela\u00e7\u00e3o jur\u00eddica, o juiz tiver de decidir o m\u00e9rito de modo uniforme para todos os litisconsortes. <\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Gabarito: A<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong style=\"color: #000000\">63. Em raz\u00e3o do n\u00e3o pagamento de tributos e da consequente inscri\u00e7\u00e3o do contribuinte em d\u00edvida ativa, determinado munic\u00edpio pretende acionar judicialmente esse contribuinte inadimplente. Nessa situa\u00e7\u00e3o,<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>A caso venha a ser ajuizada a a\u00e7\u00e3o, haver\u00e1 obrigatoriedade de participa\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico no processo como fiscal da ordem jur\u00eddica. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>B proposta a a\u00e7\u00e3o, o r\u00e9u inadimplente, quando for eventualmente citado, poder\u00e1 requerer gratuidade de justi\u00e7a, mas a concess\u00e3o dessa gratuidade n\u00e3o afastar\u00e1 definitivamente a responsabilidade do requerente quanto a despesas processuais e honor\u00e1rios advocat\u00edcios no processo. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>C o Minist\u00e9rio P\u00fablico poder\u00e1 exercer a representa\u00e7\u00e3o judicial do munic\u00edpio, caso esse ente federativo n\u00e3o possua \u00f3rg\u00e3o oficial pr\u00f3prio de representa\u00e7\u00e3o. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>D para receber seu cr\u00e9dito, o munic\u00edpio dever\u00e1 propor a\u00e7\u00e3o de conhecimento, com pedido condenat\u00f3rio, no domic\u00edlio do r\u00e9u. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>E se, proposta a a\u00e7\u00e3o, surgir a necessidade de nomea\u00e7\u00e3o de curador especial para o r\u00e9u, essa fun\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser exercida pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong><u>COMENT\u00c1RIOS:<\/u><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">A execu\u00e7\u00e3o judicial para cobran\u00e7a da D\u00edvida Ativa da Uni\u00e3o, dos Estados, do Distrito Federal, dos Munic\u00edpios e respectivas autarquias \u00e9 regida pela <strong>Lei 6.830\/1980<\/strong> e, subsidiariamente, pelo C\u00f3digo de Processo Civil. Constitui D\u00edvida Ativa da Fazenda P\u00fablica aquela definida como tribut\u00e1ria ou n\u00e3o tribut\u00e1ria. Qualquer valor, cuja cobran\u00e7a seja atribu\u00edda por lei \u00e0s entidades citadas (a Uni\u00e3o, os Estados, o Distrito Federal, os Munic\u00edpios e as respectivas autarquias), ser\u00e1 considerado D\u00edvida Ativa da Fazenda P\u00fablica. Feitas essas considera\u00e7\u00f5es, passemos \u00e0 resolu\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Letra \u201ca\u201d. <\/strong>N\u00e3o s\u00e3o todas as causas em que atue a Fazenda p\u00fablica que o Minist\u00e9rio P\u00fablico ter\u00e1 que, necessariamente, atuar como fiscal da Ordem Jur\u00eddica. O STJ j\u00e1 se manifestou no sentido de que n\u00e3o constitui obst\u00e1culo ao prosseguimento do feito a aus\u00eancia de interven\u00e7\u00e3o ministerial, uma vez que o processo de execu\u00e7\u00e3o fiscal tutela interesses meramente patrimoniais da Fazenda P\u00fablica, sendo, portanto, desnecess\u00e1ria a interven\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico. Entendimento expresso na S\u00famula do STJ n\u00ba 189: \u201c<em>\u00c9 desnecess\u00e1ria a interven\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico nas execu\u00e7\u00f5es fiscais.<\/em>\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Letra \u201cb\u201d<\/strong>. CORRETA. Resposta \u00e0 quest\u00e3o. A gratuidade da justi\u00e7a n\u00e3o afasta definitivamente as responsabilidades mencionadas nesta letra, mas suspende a sua exig\u00eancia. Merecem cita\u00e7\u00e3o o par\u00e1grafos 2\u00ba e 3\u00ba do art. 98: <em>2<u><sup>o<\/sup><\/u>\u00a0A concess\u00e3o de gratuidade n\u00e3o afasta a responsabilidade do benefici\u00e1rio pelas despesas processuais e pelos honor\u00e1rios advocat\u00edcios decorrentes de sua sucumb\u00eancia.<\/em><\/span><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><span style=\"color: #000000\"><em> 3<u><sup>o<\/sup><\/u>Vencido o benefici\u00e1rio, as obriga\u00e7\u00f5es decorrentes de sua sucumb\u00eancia ficar\u00e3o sob condi\u00e7\u00e3o suspensiva de exigibilidade e somente poder\u00e3o ser executadas se, nos 5 (cinco) anos subsequentes ao tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o que as certificou, o credor demonstrar que deixou de existir a situa\u00e7\u00e3o de insufici\u00eancia de recursos que justificou a concess\u00e3o de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais obriga\u00e7\u00f5es do benefici\u00e1rio.<\/em><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Letra \u201cc\u201d.<\/strong> INCORRETA. Na aus\u00eancia de Procuradoria do Munic\u00edpio, apta a represent\u00e1-lo, o STF j\u00e1 decidiu, citando Hely Lopes Meirelles, que o prefeito dever\u00e1 contratar um advogado. Reproduz-se trecho da emenda de julgado com a informa\u00e7\u00e3o: \u201c[&#8230;] <em>N\u00e3o havendo o cargo de procurador do Munic\u00edpio, mister \u00e9 que o prefeito contrate um caus\u00eddico legalmente habilitado a advogar, e, nesse caso, dever\u00e1 outorgar-lhe procura\u00e7\u00e3o para ingressar em ju\u00edzo em nome da Municipalidade.<\/em>&#8221; (STF &#8211; AI: 439613 SP, Relator: Min. CELSO DE MELLO, Data de Julgamento: 06\/06\/2003,\u00a0 Data de Publica\u00e7\u00e3o: DJ 11\/06\/2003)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Letra \u201cd\u201d.<\/strong> INCORRETA. O procedimento a ser seguido \u00e9 o da Execu\u00e7\u00e3o Fiscal, cujo foro competente est\u00e1 expresso no seguinte dispositivo do CPC\/2015: <em>Art. 46 \u00a7 5\u00ba\u00a0A execu\u00e7\u00e3o fiscal ser\u00e1 proposta no foro de domic\u00edlio do r\u00e9u, no de sua resid\u00eancia ou no do lugar onde for encontrado<\/em>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Letra \u201ce\u201d.<\/strong> INCORRETA. <em>Art. 72. \u00a0Par\u00e1grafo \u00fanico. \u00a0A curatela especial ser\u00e1 exercida pela Defensoria P\u00fablica, nos termos da lei<\/em>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Gabarito: B<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong style=\"color: #000000\">64. Rafael ajuizou a\u00e7\u00e3o, pelo procedimento comum, contra determinado ente federativo, pedindo anula\u00e7\u00e3o de decis\u00e3o de tribunal de contas. Durante a instru\u00e7\u00e3o processual, o juiz indeferiu pedido de juntada superveniente de documento feito por Rafael. Nessa situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica, a decis\u00e3o que indeferiu o requerimento de juntada de documento feito pelo autor<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>A ser\u00e1 irrecorr\u00edvel, mas poder\u00e1 ser impugnada por mandado de seguran\u00e7a. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>B poder\u00e1 ser objeto de agravo de instrumento que ter\u00e1 de ser interposto diretamente no tribunal. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>C poder\u00e1 ser objeto de agravo retido, sob pena de preclus\u00e3o da decis\u00e3o interlocut\u00f3ria. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>D poder\u00e1 ser objeto de recurso em apela\u00e7\u00e3o ou contrarraz\u00f5es de apela\u00e7\u00e3o. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>E n\u00e3o poder\u00e1 ser impugnada por recurso nem por a\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma de impugna\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong><u>COMENT\u00c1RIOS:<\/u><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">O agravo retido n\u00e3o subsiste ao CPC\/2015, tendo sido substitu\u00eddo pelo procedimento do \u00a7 1\u00ba, art. 1.009, a saber:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><em>Da senten\u00e7a cabe apela\u00e7\u00e3o.<\/em><\/span><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li><span style=\"color: #000000\"><em> 1<u><sup>o<\/sup><\/u>As quest\u00f5es resolvidas na fase de conhecimento, se a decis\u00e3o a seu respeito n\u00e3o comportar agravo de instrumento, <strong>n\u00e3o s\u00e3o cobertas pela preclus\u00e3o e devem ser suscitadas em preliminar de apela\u00e7\u00e3o, eventualmente interposta contra a decis\u00e3o final, ou nas contrarraz\u00f5es<\/strong>.<\/em><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">Ser\u00e1, assim, uma quest\u00e3o a ser discutida em preliminar de contesta\u00e7\u00e3o, ou seja, quando a apela\u00e7\u00e3o for remetida ao tribunal de destino, antes de se discutir o seu m\u00e9rito, ser\u00e1 discutida a decis\u00e3o do juiz que indeferiu o pedido para a juntada de documento superveniente. Logo, a letra \u201cd\u201d \u00e9 a que responde a quest\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Gabarito: D<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>65. No que concerne ao mandado de seguran\u00e7a, \u00e0 reclama\u00e7\u00e3o e \u00e0s a\u00e7\u00f5es popular, civil p\u00fablica e de improbidade administrativa, assinale a op\u00e7\u00e3o correta de acordo com a legisla\u00e7\u00e3o e com a jurisprud\u00eancia dos tribunais superiores. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>A O cabimento do mandado de seguran\u00e7a depende da presen\u00e7a de direito l\u00edquido e certo e, portanto, esse instrumento ser\u00e1 inadequado quando a mat\u00e9ria de direito, objeto da a\u00e7\u00e3o, for controvertida. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>B O Superior Tribunal de Justi\u00e7a possui compet\u00eancia origin\u00e1ria para julgar a\u00e7\u00e3o popular quando no polo passivo da demanda figurar ministro de Estado. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>C O Superior Tribunal de Justi\u00e7a reconhece o direito \u00e0 propositura de a\u00e7\u00e3o de improbidade exclusivamente contra particular, nos casos em que n\u00e3o se possa identificar agente p\u00fablico autor do ato de improbidade. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>D A reclama\u00e7\u00e3o \u00e9 a medida que poder\u00e1 ser utilizada para garantir a observ\u00e2ncia do car\u00e1ter vinculante de decis\u00e3o proferida nos incidentes de resolu\u00e7\u00e3o de demandas repetitivas e de assun\u00e7\u00e3o de compet\u00eancia. <\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>E O Supremo Tribunal Federal consagrou o entendimento no sentido da indispensabilidade da observ\u00e2ncia do princ\u00edpio do contradit\u00f3rio no inqu\u00e9rito civil que fundamente o ajuizamento de a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong><u>COMENT\u00c1RIOS:<\/u><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Letra \u201ca\u201d. <\/strong>INCORRETA. O STF sumulou o entendimento no enunciado n\u00ba 635 de que: \u201c<em>Controv\u00e9rsia sobre mat\u00e9ria de direito n\u00e3o impede concess\u00e3o de mandado de seguran\u00e7a<\/em>\u201d. A controv\u00e9rsia sobre a mat\u00e9ria de fato, por seu turno, impede a sua concess\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Letra \u201cb\u201d.<\/strong> INCORRETA. O Superior Tribunal de Justi\u00e7a <strong>n\u00e3o<\/strong> possui compet\u00eancia origin\u00e1ria para julgar a\u00e7\u00e3o popular quando no polo passivo da demanda figurar ministro de Estado. A A\u00e7\u00e3o Popular n\u00e3o se equipara ao Mandado de Seguran\u00e7a, cuja compet\u00eancia para processamento se define em raz\u00e3o da hierarquia da autoridade respons\u00e1vel pelo ato. A jurisprud\u00eancia \u00e9 no sentido de que a compet\u00eancia para julgar a\u00e7\u00e3o popular contra ato de qualquer autoridade, at\u00e9 mesmo do Presidente da Rep\u00fablica, \u00e9, via de regra, do ju\u00edzo competente de primeiro grau.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Letra \u201cc\u201d<\/strong>. INCORRETA. N\u00e3o se pode propor\u00e1 A\u00e7\u00e3o de Improbidade Administrativa apenas contra particulares. A jurisprud\u00eancia do STJ firmou entendimento no sentido de que &#8220;<em>os particulares n\u00e3o podem ser responsabilizados com base na\u00a0LIA <\/em>[Lei de improbidade Administrativa]\u00a0<em>sem que figure no polo passivo um agente p\u00fablico respons\u00e1vel pelo ato questionado, o que n\u00e3o impede, contudo, o eventual ajuizamento de A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica comum para obter o ressarcimento do Er\u00e1rio<\/em>&#8221; (REsp 896.044\/PA, Rel. Min. Herman Benjamin, Segunda Turma, julgado em 16.9.2010, DJe 19.4.2011). Agravo regimental improvido.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Letra \u201cd\u201d.<\/strong> CORRETA. \u00a0Resposta \u00e0 quest\u00e3o. Teor do inciso IV do art. 988 [CPC\/2015]:\u00a0<em>Caber\u00e1 reclama\u00e7\u00e3o da parte interessada ou do Minist\u00e9rio P\u00fablico para: IV \u2013 garantir a observ\u00e2ncia de ac\u00f3rd\u00e3o proferido em julgamento de incidente de resolu\u00e7\u00e3o de demandas repetitivas ou de incidente de assun\u00e7\u00e3o de compet\u00eancia<\/em>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Letra \u201ce\u201d.<\/strong> A jurisprud\u00eancia do Superior Tribunal de Justi\u00e7a assegura ao Minist\u00e9rio P\u00fablico legitimidade para ajuizar a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica visando \u00e0 repara\u00e7\u00e3o de dano ao er\u00e1rio decorrente da pr\u00e1tica de ato de improbidade administrativa. Como o inqu\u00e9rito civil p\u00fablico tem natureza inquisitorial, n\u00e3o se destinando a aplicar uma penalidade, ele n\u00e3o est\u00e1 sujeito ao contradit\u00f3rio e \u00e0 ampla defesa. Ementa de julgado neste sentido:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">AGRAVO DE INSTRUMENTO. ADMINISTRATIVO. A\u00c7\u00c3O CIVIL P\u00daBLICA. DEFESA DO PATRIM\u00d4NIO P\u00daBLICO. LEGITIMIDADE DO MINIST\u00c9RIO P\u00daBLICO. DESNECESSIDADE DE OBSERV\u00c2NCIA, NO INQU\u00c9RITO CIVIL, DOS PRINC\u00cdPIOS DO CONTRADIT\u00d3RIO E DA AMPLA DEFESA. PRECEDENTES. AGRAVO AO QUAL SE NEGA SEGUIMENTO.Relat\u00f3rio 1. Agravo de instrumento contra decis\u00e3o que n\u00e3o admitiu recurso extraordin\u00e1rio, interposto com base no art. 102, inc. III, al\u00edneas a e b, da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica.2. O recurso inadmitido tem como objeto o seguinte julgado do Tribunal de Justi\u00e7a do Rio Grande do Sul:\u0093ADMINISTRATIVO. A\u00c7\u00c3O CIVIL P\u00daBLICA. ATO DE IMPROBIDADE. LEGITIMIDADE DO MINIST\u00c9RIO P\u00daBLICO. INQU\u00c9RITO. DIREITO DE DEFESA. LICITA\u00c7\u00c3O. DISPENSA. CONTRATA\u00c7\u00c3O DIRETA DE EMPRESA DE RADIODIFUS\u00c3O. COMPETI\u00c7\u00c3O. DANO AO ER\u00c1RIO.1. Consoante jurisprud\u00eancia pac\u00edfica do Superior Tribunal de Justi\u00e7a, o Minist\u00e9rio P\u00fablico tem legitimidade para ajuizar a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica visando \u00e0 repara\u00e7\u00e3o de dano ao er\u00e1rio decorrente da pr\u00e1tica de ato de improbidade administrativa.2. Como o inqu\u00e9rito civil p\u00fablico tem natureza inquisitorial, n\u00e3o ensejando a aplica\u00e7\u00e3o de penalidade, n\u00e3o est\u00e1 sujeito ao contradit\u00f3rio e \u00e0 ampla defesa. Precedente do S.T.J.3. N\u00e3o configura ato de improbidade administrativa a contrata\u00e7\u00e3o direta do \u00fanico jornal e da \u00fanica emissora de r\u00e1dio locais, em pequeno munic\u00edpio do interior do Estado, para publicidade e divulga\u00e7\u00e3o de atos oficiais.4. Constitui ato de improbidade administrativa a contrata\u00e7\u00e3o, sem processo de licita\u00e7\u00e3o, pelo prefeito municipal de empresa de radiodifus\u00e3o sediada em outro munic\u00edpio para divulga\u00e7\u00e3o de not\u00edcias, quando comprovada a possibilidade de competi\u00e7\u00e3o pela exist\u00eancia de emissora local. Hip\u00f3tese, ainda, em que a emissora contratada tem audi\u00eancia restrita \u00e0 apenas parte do Munic\u00edpio.Apela\u00e7\u00e3o provida em parte. Recurso adesivo desprovido\u0094 (fl. 19).3. A decis\u00e3o agravada teve como fundamento para a inadmissibilidade do recurso extraordin\u00e1rio a circunst\u00e2ncia de que a ofensa \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o, se tivesse ocorrido, seria indireta (fl. 152).4. O Agravante alega que teriam sido contrariados os arts. 5\u00ba, inc. LV, 127 e 129 da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica.Sustenta que \u0093a ilegitimidade ativa do Minist\u00e9rio P\u00fablico para solicitar o ressarcimento de gastos realizados com a constru\u00e7\u00e3o de casas populares \u00e0 popula\u00e7\u00e3o carente \u00e9 vis\u00edvel, posto que, os interesses difusos e coletivos s\u00e3o os concernentes ao meio ambiente, ao consumidor e demais explicitados na Lei n\u00ba 7.347\/85\u0094 (fl. 100).Afirma que, \u0093tanto a jurisprud\u00eancia quanto a doutrina exigem a possibilidade de ampla defesa e do contradit\u00f3rio j\u00e1 no Inqu\u00e9rito Administrativo, fato que macula de inconstitucionalidade todo o inqu\u00e9rito\u0094 (fl. 107).Apreciada a mat\u00e9ria trazida na esp\u00e9cie, DECIDO.5. Raz\u00e3o jur\u00eddica n\u00e3o assiste ao Agravante.6. No julgamento do Recurso Extraordin\u00e1rio n. 225.777, Relator para o ac\u00f3rd\u00e3o o Ministro Dias Toffoli, este Supremo Tribunal Federal assentou ser leg\u00edtimo o Minist\u00e9rio P\u00fablico propor a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica em defesa do patrim\u00f4nio p\u00fablico, nos seguintes termos:\u0093O Minist\u00e9rio P\u00fablico possui legitimidade ativa ad causam para promover a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica em defesa do patrim\u00f4nio p\u00fablico, nos termos do art. 129, III, da CF. Essa a conclus\u00e3o do Plen\u00e1rio ao prover, por maioria, recurso extraordin\u00e1rio, a ele afetado pela 2\u00aa Turma, interposto contra ac\u00f3rd\u00e3o que mantivera senten\u00e7a que indeferira liminarmente peti\u00e7\u00e3o inicial de parquet estadual, por entender que o dispositivo constitucional em comento n\u00e3o dera \u00e0 a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica a amplitude pretendida pelo \u00f3rg\u00e3o ministerial \u0097 v. Informativo 567. Considerou-se que haveria de ser mantida a jurisprud\u00eancia do STF no sentido de que, depois da promulga\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, especialmente em raz\u00e3o do alcance que deve ser conferido \u00e0 norma contida em seu art. 129, III, o Minist\u00e9rio P\u00fablico est\u00e1 legitimado para ajuizar a\u00e7\u00f5es civis p\u00fablicas para a prote\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio p\u00fablico, podendo postular, inclusive, a repara\u00e7\u00e3o direta do dano eventualmente causado a ente da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica. O Min. Dias Toffoli destacou, em seu voto-vista, que seria extremamente relevante o reconhecimento da legitimidade do Minist\u00e9rio P\u00fablico, sobretudo por n\u00e3o haver, na maioria dos Munic\u00edpios, procuradoria de advocacia p\u00fablica institu\u00edda. Asseverou, no ponto, que a Constitui\u00e7\u00e3o Federal teria determinado a obrigatoriedade da advocacia p\u00fablica federal e estadual, mas n\u00e3o a municipal, a qual poderia dar maiores condi\u00e7\u00f5es para que os Munic\u00edpios atuassem em ju\u00edzo. Vencidos os Ministros Eros Grau, relator, e Cezar Peluso, Presidente, que desproviam o recurso, ao fundamento de que o Minist\u00e9rio P\u00fablico n\u00e3o teria legitimidade para exigir, em a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica, o que poderia vir a ser objeto de a\u00e7\u00e3o popular (CF, art. 5\u00ba, LXXIII)\u0094 (Informativo n. 617).7. Ademais, este Supremo Tribunal Federal assentou que as garantias constitucionais da ampla defesa e do contradit\u00f3rio n\u00e3o s\u00e3o aplic\u00e1veis na fase do inqu\u00e9rito civil, de natureza administrativa, car\u00e1ter pr\u00e9-processual e que somente se destina \u00e0 colheita de informa\u00e7\u00f5es para propositura da a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica. Nesse sentido:\u0093EMBARGOS DE DECLARA\u00c7\u00c3O NO RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO. CONVERS\u00c3O EM AGRAVO REGIMENTAL. ADMINISTRATIVO. DESNECESSIDADE DE OBSERV\u00c2NCIA NO INQU\u00c9RITO CIVIL DOS PRINC\u00cdPIOS DO CONTRADIT\u00d3RIO E DA AMPLA DEFESA. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO \u0094 (RE 481.955-ED, de minha relatoria, Primeira Turma, julgado em 10.5.2011).\u0093INQU\u00c9RITO. AGRAVO REGIMENTAL. SIGILO BANC\u00c1RIO. QUEBRA. AFRONTA AO ARTIGO 5\u00ba, X E XII, DA CF: INEXIST\u00caNCIA. INVESTIGA\u00c7\u00c3O CRIMINAL. CONTRADIT\u00d3RIO. N\u00c3O PREVALECE. I A quebra do sigilo banc\u00e1rio n\u00e3o afronta o artigo 5\u00ba, X e XII, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal(Precedente: PET. 577). II &#8211; O princ\u00edpio do contradit\u00f3rio n\u00e3o prevalece na fase inquisit\u00f3ria (HHCC 55.447 e 69.372; RE 136.239, inter alia ). Agravo regimental n\u00e3o provido\u0094 (Inq 897-AgR, Rel. Min. Francisco Rezek, Plen\u00e1rio, DJ 24.3.1995, grifos nossos).8. Tamb\u00e9m n\u00e3o se viabiliza o extraordin\u00e1rio pela al\u00ednea b do inc. III do art. 102 da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, pois este Supremo Tribunal assentou que, para a interposi\u00e7\u00e3o do recurso extraordin\u00e1rio com fundamento nessa al\u00ednea, \u00e9 imprescind\u00edvel a declara\u00e7\u00e3o formal de inconstitucionalidade de tratado ou lei federal pelo plen\u00e1rio ou \u00f3rg\u00e3o especial do Tribunal a quo. Nesse sentido:\u0093AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO EXTRAORDIN\u00c1RIO. CABIMENTO. AL\u00cdNEA B. DECLARA\u00c7\u00c3O DE INCONSTITUCIONALIDADE. AUS\u00caNCIA. AGRAVO DESPROVIDO. 1. N\u00e3o tendo sido declarada a inconstitucionalidade pelo Tribunal a quo do dispositivo legal questionado, n\u00e3o h\u00e1 como conhecer de recurso extraordin\u00e1rio interposto pela al\u00ednea b do inc. III do art. 102 da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. 2. Agravo regimental desprovido\u0094 (RE 334.723-AgR, de minha relatoria, Primeira Turma, DJ 6.11.2006).N\u00e3o h\u00e1, pois, o que prover quanto \u00e0s alega\u00e7\u00f5es do Agravante.9. Pelo exposto, nego seguimento a este agravo (art. 557, caput, do C\u00f3digo de Processo Civil e art. 21, \u00a7 1\u00ba, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal).Publique-se.Bras\u00edlia, 13 de junho de 2011.Ministra C\u00c1RMEN L\u00daCIA Relatora<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">(STF &#8211; AI: 790829 RS, Relator: Min. C\u00c1RMEN L\u00daCIA, Data de Julgamento: 13\/06\/2011,\u00a0 Data de Publica\u00e7\u00e3o: DJe-121 DIVULG 24\/06\/2011 PUBLIC 27\/06\/2011)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Gabarito: D<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/gabriel-borges-3201\/\"><span style=\"color: #000000\">Clique aqui e adquira nossos cursos de Processo Civil<\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">No formato PDF:<\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Comentarios tce   pr - 2016\" src=\"https:\/\/www.slideshare.net\/slideshow\/embed_code\/key\/mUiYjXCthcfvCp\" width=\"479\" height=\"511\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" style=\"border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;\" allowfullscreen> <\/iframe> <\/p>\n<div style=\"margin-bottom:5px\"> <strong> <a href=\"https:\/\/pt.slideshare.net\/ProfessorGabrielBorges\/comentarios-tce-pr-2016\" title=\"Comentarios tce pr - 2016\" target=\"_blank\">Comentarios tce pr &#8211; 2016<\/a> <\/strong> from <strong><a href=\"https:\/\/www.slideshare.net\/ProfessorGabrielBorges\" target=\"_blank\">Professor Gabriel Borges<\/a><\/strong> <\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Abra\u00e7os e bons estudos,<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Prof. Gabriel Borges<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/gabriel-borges-3201\/\"><span style=\"color: #000000\">Clique aqui e adquira nossos cursos de Processo Civil<\/span><\/a><\/p>\n<p>Siga-nos em:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/professorgabrielborges\/\">https:\/\/www.facebook.com\/professorgabrielborges\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>TCE-PR: Prova de Processo Civil Comentada. 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