{"id":48310,"date":"2016-09-09T15:08:34","date_gmt":"2016-09-09T18:08:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=48310"},"modified":"2016-09-09T15:08:34","modified_gmt":"2016-09-09T18:08:34","slug":"dpe-ba-comentarios-prova-de-aspectos-da-constituicao-e-formacao-da-populacao-e-da-historia-da-bahia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/dpe-ba-comentarios-prova-de-aspectos-da-constituicao-e-formacao-da-populacao-e-da-historia-da-bahia\/","title":{"rendered":"DPE BA: Coment\u00e1rios a prova de &#8220;Aspectos da Constitui\u00e7\u00e3o e Forma\u00e7\u00e3o da Popula\u00e7\u00e3o e da Hist\u00f3ria da Bahia&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Ol\u00e1 Galera,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Seguem os meus coment\u00e1rios referentes aos Aspectos da Constitui\u00e7\u00e3o e Forma\u00e7\u00e3o da Popula\u00e7\u00e3o e da Hist\u00f3ria da Bahia da prova do concurso da DPE\/BA realizada nesse fim de semana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para quem estudou adequadamente pelo nosso curso, a prova n\u00e3o foi dif\u00edcil. Foram 08 quest\u00f5es. Dentre elas, 02 quest\u00f5es poderiam ser resolvidas somente com a interpreta\u00e7\u00e3o do texto dado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As quest\u00f5es versaram sobre a ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio, constitui\u00e7\u00e3o da sociedade baiana, religiosidade de matriz africana, escravid\u00e3o, o tr\u00e1fico de escravos, a Bahia no processo de independ\u00eancia e os movimentos revoltosos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Concordo com o gabarito da banca, n\u00e3o vislumbrando possibilidades de recursos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sucesso no concurso!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Grande abra\u00e7o,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Prof. Leandro Signori<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>93. Uma das formas de ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio baiano se deu por meio das entradas. Essas expedi\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\n<strong> (A) aconteciam, no s\u00e9culo XVI, com o aval da Coroa, para viabilizar a instala\u00e7\u00e3o das Capitanias e garantir o abastecimento de m\u00e3o de obra, mas foram regulamentadas localmente, no s\u00e9culo seguinte, de modo que se restringissem ao mapeamento e delimita\u00e7\u00e3o das fronteiras.<\/strong><br \/>\n<strong> (B) ocorreram durante o s\u00e9culo XVI e in\u00edcio do XVII, contribuindo para a ocupa\u00e7\u00e3o do interior do territ\u00f3rio e o aprisionamento de \u00edndios para a explora\u00e7\u00e3o de sua for\u00e7a de trabalho; sendo ainda empreendidas mesmo ap\u00f3s a chegada das primeiras levas de escravos africanos.<\/strong><br \/>\n<strong> (C) objetivavam explorar o territ\u00f3rio a fim de identificar poss\u00edveis focos de min\u00e9rios; eram organizadas localmente e de forma independente pelos colonos, sendo por isso, extintas pelo Governo Geral em meados do s\u00e9culo XVI.<\/strong><br \/>\n<strong> (D) foram especialmente abundantes no s\u00e9culo XVIII; ocorriam em repres\u00e1lia a ataques ind\u00edgenas e contavam com o apoio dos jesu\u00edtas, no contexto da chamada Guerra Justa, resultando, concomitantemente, na funda\u00e7\u00e3o de fortalezas e vilas.<\/strong><br \/>\n<strong> (E) resultaram em pr\u00e1ticas costumeiras de exterm\u00ednio ind\u00edgena, como as \u201cguerras aos b\u00e1rbaros\u201d, obrigando o Governo Geral a formular leis de prote\u00e7\u00e3o aos mesmos, por press\u00e3o da Igreja Cat\u00f3lica, e a substituir oficialmente as entradas pelas bandeiras no in\u00edcio do s\u00e9culo XVII.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline\">COMENT\u00c1RIOS:<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Gabarito: B<\/strong><\/span> &#8211; As Entradas eram expedi\u00e7\u00f5es organizadas pelo governo colonial, com financiamento p\u00fablico. Geralmente procuravam respeitar os limites de Tordesilhas. A maioria das expedi\u00e7\u00f5es realizadas partiam da capital do Brasil na \u00e9poca, Salvador, na Bahia ou at\u00e9 mesmo de Pernambuco. Visavam primeiramente \u00e0 prospec\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e de metais preciosos. N\u00e3o tinham como objetivo viabilizar a instala\u00e7\u00e3o das Capitanias Heredit\u00e1rias e n\u00e3o foram regulamentadas localmente. Como vimos nas aulas, os \u00edndios foram utilizados como m\u00e3o-de-obra. E atrav\u00e9s das entradas os \u00edndios eram aprisionados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>94. Considere os dois excertos a seguir:<\/strong><br \/>\n<strong> I. (&#8230;) as sociedades de estamentos, em geral, apresentam uma mobilidade m\u00ednima, tanto horizontal quanto vertical. A sociedade colonial, ao contr\u00e1rio, configura uma sociedade estamental com grande mobilidade, e \u00e9 essa conjun\u00e7\u00e3o surpreendente e mesmo paradoxal de clivagem com movimenta\u00e7\u00e3o que marca a sua originalidade.<\/strong><br \/>\n<strong> (NOVAIS, Fernando. \u201cCondi\u00e7\u00f5es da privacidade na col\u00f4nia\u201d. In: MELLO e SOUZA, Laura (org). Hist\u00f3ria da vida privada no Brasil, v. I: cotidiano e vida privada na Am\u00e9rica Portuguesa. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 1997. p. 30)<\/strong><br \/>\n<strong> II. (&#8230;) cristalizaram-se na Am\u00e9rica Portuguesa m\u00faltiplas manifesta\u00e7\u00f5es de religiosidade privada. A abundante diversidade (&#8230;) explica-se antes de mais nada, pela multiplicidade dos estoques culturais presentes desde os prim\u00f3rdios da conquista e ocupa\u00e7\u00e3o do Novo Mundo, onde centenas de etnias ind\u00edgenas e africanas prestavam culto a pante\u00f5es os mais diversos.<\/strong><br \/>\n<strong> (MOTT, Luiz. Cotidiano e viv\u00eancia religiosa: entre a capela e o calundu. In: MELLO e SOUZA, Laura (org.) Hist\u00f3ria da vida privada no Brasil, v. I: cotidiano e vida privada na Am\u00e9rica Portuguesa. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 1997. p. 220)<\/strong><br \/>\n<strong> A sociedade baiana no per\u00edodo colonial compartilha as caracter\u00edsticas enfatizadas nos trechos acima. Os trechos I e II, referem-se, respectivamente, a<\/strong><br \/>\n<strong> (A) equilibrada democracia social; e a cristaliza\u00e7\u00e3o de manifesta\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-religiosas.<\/strong><br \/>\n<strong> (B) relativa mobilidade social; e a densa forma\u00e7\u00e3o de estoque cultural por meio da conquista.<\/strong><br \/>\n<strong> (C) grande clivagem cultural; e a forte religiosidade no \u00e2mbito da vida privada.<\/strong><br \/>\n<strong> (D) configura\u00e7\u00e3o estamental horizontal e vertical; e a singular unidade identit\u00e1ria.<\/strong><br \/>\n<strong> (E) combina\u00e7\u00e3o amb\u00edgua de clivagem e mobilidade sociais; e a diversidade de cultos e cren\u00e7as.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline\">COMENT\u00c1RIOS:<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Gabarito: E<\/strong> <\/span>&#8211; Esta quest\u00e3o deveria ser resolvida de acordo com o que dizia os fragmentos textuais I e II do enunciado da quest\u00e3o. Cabe destacar que, o trecho I \u00e9 a vis\u00e3o do referido autor, que aponta para a clivagem e para uma mobilidade social na sociedade colonial, ao mesmo tempo. Assim, \u201ca combina\u00e7\u00e3o amb\u00edgua\u201d que consta na alternativa E atende a essa vis\u00e3o do autor no trecho I. Quanto ao trecho II, a resposta estava mais f\u00e1cil, a \u00fanica alternativa poss\u00edvel seria a letra E, o que, de in\u00edcio, tamb\u00e9m excluiria as outras alternativas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>95. Considere o texto a seguir, publicado em um jornal baiano em 1905:<\/strong><br \/>\n<strong> \u201cEstamos na Costa da \u00c1frica? \u00c9 o que se torna necess\u00e1rio ser averiguado pela pol\u00edcia, porquanto se l\u00e1 n\u00e3o estamos tamb\u00e9m de l\u00e1 n\u00e3o nos separam grande dist\u00e2ncia os nossos costumes negreiros. E a prova \u00e9 que, fechando ouvidos a repetidas queixas da imprensa e de particulares, a pol\u00edcia consente que dentro da cidade, porque \u00e9 no outeiro que o vulgo denominou de \u2018Cucu\u00ed\u2019, descendentes vadios de negros selvagens fa\u00e7am candombl\u00e9s, todos os dias, \u00e0 noite principalmente, incomodando com um bate-bate dos pecados o sono tranq\u00fcilo da popula\u00e7\u00e3o. J\u00e1 l\u00e1 se foram os tempos dos \u2018feiti\u00e7o\u2019 e dos \u2018candombl\u00e9s\u2019, e porque atravessamos um s\u00e9culo de largo progresso e ampla civiliza\u00e7\u00e3o, apelamos para a energia e a boa vontade, ainda n\u00e3o desmentidas, do sr.(&#8230;) sub-comiss\u00e1rio de pol\u00edcia, certos de que s.s. por\u00e1 ponto final na folia macabra dos negros desocupados do \u2018Cucu\u00ed\u2019.\u201d<\/strong><br \/>\n<strong> (Jornal A ORDEM. 21 out. 1905. p. 1, Apud SANTOS, Edmar Ferreira. O poder dos candombl\u00e9s: persegui\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia no Rec\u00f4ncavo da Bahia. Salvador: EDUFBA, 2009. Dispon\u00edvel em: https:\/\/repositorio.ufba.br\/ri\/bitstream\/ufba\/179\/1\/O%20poder%20dos%20candombles.pdf. Acesso em: 11 de julho de 2016)<\/strong><br \/>\n<strong> A partir da leitura do texto acima, \u00e9 correto afirmar que o autor desse texto<\/strong><br \/>\n<strong> (A) considera que a pr\u00e1tica do candombl\u00e9 representa um inc\u00f4modo aos trabalhadores por ocorrer durante a noite, afirmando ainda que seus praticantes eram descendentes de negros vadios, por isso marginalizados pelo resto da popula\u00e7\u00e3o.<\/strong><br \/>\n<strong> (B) usa express\u00f5es como \u201cfolia macabra\u201d e \u201cbate bate dos pecados\u201d para denunciar a pr\u00e1tica do candombl\u00e9 como uma seita pecaminosa, localizada em um lugar espec\u00edfico da cidade, a ser combatida pela pol\u00edcia e pela Igreja.<\/strong><br \/>\n<strong> (C) reclama que a pr\u00e1tica do candombl\u00e9 deva ser investigada para que se verifique a autenticidade das matrizes africanas desses \u201ccostumes negreiros\u201d, assumidos em seu texto como \u201cnossos\u201d mas supostamente origin\u00e1rios da Costa da \u00c1frica.<\/strong><br \/>\n<strong> (D) associa a pr\u00e1tica do candombl\u00e9 \u00e0 vadiagem, apelando para um discurso celebrativo da ordem e do progresso e acusando a pol\u00edcia de ser tolerante com esse costume que amea\u00e7ava a \u201cpopula\u00e7\u00e3o\u201d, da qual os negros, em seu texto, parecem exclu\u00eddos.<\/strong><br \/>\n<strong>(E) sugere que o candombl\u00e9 \u00e9 uma manifesta\u00e7\u00e3o de selvageria ultrapassada, praticamente extinta uma vez que vem sendo combatida pela imprensa com \u00eaxito, de modo que \u201cj\u00e1 l\u00e1 se foram os tempos dos feiti\u00e7o\u2019 e dos \u2018candombl\u00e9s\u2019<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"text-decoration: underline\"><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Gabarito: D<\/strong><\/span> &#8211; Esta quest\u00e3o tamb\u00e9m deveria ser respondida de acordo com o fragmento textual do enunciado da quest\u00e3o. A alternativa que est\u00e1 de acordo \u00e9 a letra D. Quanto \u00e0s alternativas restantes, o texto n\u00e3o se refere: especificamente a \u201ctrabalhadores\u201d, conforme a letra A; ao combate pela Igreja, conforme a letra B; \u00e0 necessidade de investiga\u00e7\u00e3o da autenticidade das matrizes africanas desses \u201ccostumes negreiros\u201d, assumidos em seu texto como \u201cnossos\u201d mas supostamente origin\u00e1rios da Costa da \u00c1frica, conforme a letra C; e o combate pela imprensa, com \u00eaxito, ao candombl\u00e9, conforme a letra E.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>96. Considere o trecho a seguir:<\/strong><br \/>\n<strong> \u201c(&#8230;) logo ap\u00f3s tomar todas as medidas necess\u00e1rias para a extin\u00e7\u00e3o definitiva do tr\u00e1fico, a Bahia passou da posi\u00e7\u00e3o de importador \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de exportador de escravos. Dessa forma, negros a todo pre\u00e7o seriam deslocados do norte para o sul j\u00e1 nos primeiros anos da d\u00e9cada de 1850, num movimento cont\u00ednuo, e que, apesar de altos e baixos, s\u00f3 se encerraria na d\u00e9cada de 1880\u201d.<\/strong><br \/>\n<strong> (SILVA, Ricardo Tadeu Caires. A participa\u00e7\u00e3o da Bahia no tr\u00e1fico interprovincial de escravos (1851-1881). p. 2. In: 3\u00ba Encontro Escravid\u00e3o e Liberdade no Brasil Meridional. Universidade Federal de Santa Catarina, 2007. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.escravidaoeliberdade.com.br\/site\/images\/Textos3\/ricardo%20tadeu.pdf. Acesso em: 10 de julho de 2016)<\/strong><br \/>\n<strong> Para compreens\u00e3o hist\u00f3rica do fen\u00f4meno descrito acima, devem ser considerados os seguintes fatores:<\/strong><br \/>\n<strong> I. A alta do pre\u00e7o do caf\u00e9, no mercado mundial, que impulsionou sua produ\u00e7\u00e3o no sudeste e a demanda por m\u00e3o de obra escrava, de dif\u00edcil aquisi\u00e7\u00e3o via tr\u00e1fico internacional a partir de 1850.<\/strong><br \/>\n<strong> II. O impacto da Guerra de Secess\u00e3o norte-americana, que prejudicou as exporta\u00e7\u00f5es do algod\u00e3o produzido no nordeste e obrigou os propriet\u00e1rios a se desfazerem de parte de seus contingentes de escravos.<\/strong><br \/>\n<strong> III. A import\u00e2ncia da Bahia no tr\u00e1fico atl\u00e2ntico, prov\u00edncia onde os traficantes resistiram mesmo ap\u00f3s a extin\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico, com certo apoio das autoridades locais.<\/strong><br \/>\n<strong> IV. A pujan\u00e7a econ\u00f4mica da produ\u00e7\u00e3o canavieira, que atraiu investimentos na moderniza\u00e7\u00e3o dos engenhos, processo que resultou na dispensa de m\u00e3o de obra.<\/strong><br \/>\n<strong> Est\u00e1 correto APENAS o que se afirma em:<\/strong><br \/>\n<strong> (A) III e IV.<\/strong><br \/>\n<strong> (B) I, II e IV.<\/strong><br \/>\n<strong> (C) I e III.<\/strong><br \/>\n<strong> (D) II, III e IV.<\/strong><br \/>\n<strong> (E) I e II.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline\">COMENT\u00c1RIOS:<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Gabarito: C<\/strong><\/span> &#8211; Esta quest\u00e3o parte de um texto, o qual foi utilizado como bibliografia para a apostila da aula demonstrativa. Os itens II e IV est\u00e3o incorretos, pois a guerra de Secess\u00e3o norte americana n\u00e3o prejudicou a exporta\u00e7\u00e3o do algod\u00e3o no nordeste brasileiro, pelo contr\u00e1rio, favoreceu o aumento da produ\u00e7\u00e3o e a exporta\u00e7\u00e3o pelo Brasil. Tamb\u00e9m n\u00e3o obrigou os propriet\u00e1rios a se desfazerem de parte de seus contingentes de escravos. Os itens I e III s\u00e3o os corretos: mesmo ap\u00f3s a extin\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico, a Bahia passou a ser exportadora de escravos, segundo o tem III, os quais eram levados para utiliza\u00e7\u00e3o como m\u00e3o-de-obra na produ\u00e7\u00e3o do caf\u00e9, em S\u00e3o Paulo, conforme o item I.<br \/>\nTranscrevo do \u201cResumo completo da Mat\u00e9ria\u201d, postado junto com a \u00faltima aula, o item \u201cA participa\u00e7\u00e3o da Bahia no tr\u00e1fico interprovincial de escravos\u201d, cujas informa\u00e7\u00f5es respondem a esta quest\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cAo lado do a\u00e7\u00facar, a compra e venda de escravos se tornou muito lucrativa, o que deu origem ao tr\u00e1fico negreiro, como mais um produto do complexo mercantilista. Os portugueses comercializaram escravos a partir do s\u00e9culo XV; outros pa\u00edses da Europa, a partir do s\u00e9culo XVI. A Bahia, estabeleceu sua hegemonia no tr\u00e1fico a partir do s\u00e9culo XVII. Mesmo com a Lei Antitr\u00e1fico, de 1831, continuou, de forma ilegal, importando africanos at\u00e9 a d\u00e9cada de 1850. Assim, passou \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de exportadora de escravos para outras prov\u00edncias do Brasil, at\u00e9 a d\u00e9cada de 1880, com a extin\u00e7\u00e3o definitiva do tr\u00e1fico, em 1885. Os escravos eram levados para Minas Gerais, que distribu\u00eda para o Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo (para a produ\u00e7\u00e3o cafeeira, entre 1851 at\u00e9 1855).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>97. As lutas pela independ\u00eancia na Bahia foram revestidas de acirradas polariza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e tens\u00f5es sociais. Um epis\u00f3dio que evidencia as for\u00e7as militares envolvidas e parte do impacto social resultante desses conflitos \u00e9<\/strong><br \/>\n<strong> (A) a forma\u00e7\u00e3o da Junta Conciliat\u00f3ria e de Defesa, representando a uni\u00e3o entre constitucionalistas e republicanos contra as for\u00e7as do imp\u00e9rio brasileiro, que deflagrou a guerra, com ampla participa\u00e7\u00e3o popular, na qual teve destaque a militar Maria Quit\u00e9ria de Jesus.<\/strong><br \/>\n<strong> (B) o cerco \u00e0 cidade de Salvador, sitiada durante aproximadamente um ano por tropas brasileiras que buscavam expulsar o ex\u00e9rcito portugu\u00eas que ali se instalara, resultando em grande desabastecimento de v\u00edveres e sofrimento da popula\u00e7\u00e3o.<\/strong><br \/>\n<strong> (C) a ocupa\u00e7\u00e3o da Vila de Cachoeira por for\u00e7as portuguesas, momento culminante da guerra civil entre as tropas monarquistas e independentistas, que levou \u00e0 alforria coletiva de milhares de cativos, a fim de que esses integrassem, como soldados, as tropas brasileiras.<\/strong><br \/>\n<strong> (D) a rendi\u00e7\u00e3o das tropas portuguesas encabe\u00e7adas por Pierre Labatut, ap\u00f3s os ataques contundentes das tropas brasileiras, sob o comando de Thomas Cochrane, que, na batalha de Piraj\u00e1, arrasou o centro velho de Salvador e deixou milhares de mortos.<\/strong><br \/>\n<strong> (E) a tomada do forte de S\u00e3o Pedro, com vit\u00f3ria das tropas portuguesas sobre as constitucionalistas, acompanhada por a\u00e7\u00f5es violentas pela cidade, como a invas\u00e3o do convento da Lapa, na qual foi morta a soror Joana Ang\u00e9lica, hoje considerada m\u00e1rtir da independ\u00eancia da Bahia.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline\">COMENT\u00c1RIOS:<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong><span style=\"color: #0000ff\">Gabarito: B<\/span><\/strong> &#8211; Esta quest\u00e3o trata sobre o \u201c2 de julho\u201d, acerca do processo de independ\u00eancia do Brasil, que tamb\u00e9m acorreu na Bahia, pela busca da separa\u00e7\u00e3o de Portugal. Com a defini\u00e7\u00e3o dos baianos em reconhecer a autoridade de D. Pedro, em 25 de junho de 1822, conforme o historiador Lu\u00eds Tavares, come\u00e7ou a Guerra pela Independ\u00eancia do Brasil na Bahia, com o combate pelos portugueses sob o comando de Madeira de Melo. As tropas brasileiras come\u00e7aram o combate sob o comando de Labatut.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mesmo, ap\u00f3s ter ocorrido a Declara\u00e7\u00e3o de Independ\u00eancia do Brasil, em 7 de setembro de 1822, a resist\u00eancia na Bahia permaneceu at\u00e9 julho de 1823, ou seja, as lutas duraram por cerca de um ano. Foi o local onde o conflito durou mais tempo, o que causou empobrecimento e mis\u00e9ria, e muitas mortes por fome e doen\u00e7as. Dessa forma, a alternativa B est\u00e1 correta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>98. Considere o texto a seguir:<\/strong><br \/>\n<strong> \u201c(&#8230;) a especializa\u00e7\u00e3o do escravo \u00e9 determinada segundo as necessidades do mercado ou a boa vontade de seu senhor. Esta imensa possibilidade de transfer\u00eancia tem uma influ\u00eancia reguladora sobre o mercado, onde a demanda varia de acordo com a conjuntura e a concorr\u00eancia. O escravo \u00e9, \u00e0s vezes, simplesmente alugado (&#8230;). \u00c9 poss\u00edvel alug\u00e1-lo ao dia, \u00e0 semana, ao m\u00eas, ao ano ou por mais tempo.\u201d<\/strong><br \/>\n<strong> (MATTOSO, K\u00e1tia de Queir\u00f3s. Ser escravo no Brasil. Trad. S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 3.ed, 1990, p. 141)<\/strong><br \/>\n<strong> A descri\u00e7\u00e3o acima sinaliza uma forma de trabalho escravo<\/strong><br \/>\n<strong> (A) ocasional entre \u00edndios e negros escravizados nas regi\u00f5es canavieiras, quando, durante os muitos meses de \u00f3cio nos per\u00edodos de entressafra, eram enviados a Salvador para aprenderem of\u00edcios e venderem suas habilidades.<\/strong><br \/>\n<strong> (B) disseminada no meio urbano, no meio rural e bastante usual quando se tratava de ind\u00edgenas que, apesar de cidad\u00e3os livres perante a Coroa, se dispunham a suportar o cativeiro em troca de subsist\u00eancia e da prote\u00e7\u00e3o da Igreja.<\/strong><br \/>\n<strong> (C) rara nas cidades baianas, onde o escravo dom\u00e9stico, fosse \u00edndio ou negro, era considerado um agregado da fam\u00edlia que deveria ser fiel a seu dono, n\u00e3o sendo permitido a ele deix\u00e1-lo para prestar servi\u00e7os a terceiros, pr\u00e1tica mais comum na regi\u00e3o Sudeste.<\/strong><br \/>\n<strong> (D) t\u00edpica de regi\u00f5es de minera\u00e7\u00e3o, onde as flutua\u00e7\u00f5es de mercado eram maiores em fun\u00e7\u00e3o das eventuais descobertas de jazidas, sendo os escravos alforriados e transformados em trabalhadores livres, para que seus donos n\u00e3o tivessem obriga\u00e7\u00f5es com seu sustento.<\/strong><br \/>\n<strong> (E) comum nas cidades, onde os escravos \u201cde ganho\u201d eram frequentes e representavam uma fonte de renda para seus senhores, que deles dispunham livremente alugando sua for\u00e7a de trabalho, se julgassem necess\u00e1rio ou oportuno.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline\">COMENT\u00c1RIOS:<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Gabarito: E<\/strong> &#8211; Os negros africanos exerciam atividades diversas. De acordo com sua atividade, eram chamados de \u201cescravos de eito\u201d, os que moravam nas fazendas, ligados ao sistema produtivo rural, residindo nas senzalas. Os \u201cescravos dom\u00e9sticos\u201d se dedicavam exclusivamente \u00e0s tarefas das casas dos senhores. E os \u201cescravos de ganho\u201d que eram ligados \u00e0 venda da produ\u00e7\u00e3o dos senhores nos n\u00facleos urbanos e eram alugados por seus senhores a outros senhores. Como vimos na apostila da aula 02, os \u201cescravos de ganho\u201d eram escravos negros que residiam nos n\u00facleos urbanos.<br \/>\nPortanto, a descri\u00e7\u00e3o apresentada no fragmento textual do enunciado da quest\u00e3o, sobre a forma de trabalho escravo, se refere aos escravos \u201cde ganho\u201d, escravos negros e do meio urbano. Assim, a alternativa E est\u00e1 correta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As outras alternativas n\u00e3o respondem \u00e0 quest\u00e3o, pois essa n\u00e3o era uma forma de trabalho entre os \u00edndios escravizados, segundo a alternativa A; n\u00e3o era uma pr\u00e1tica disseminada no meio rural, segundo a alternativa B; n\u00e3o era rara nas cidades baiana (pois ocorria no meio urbano) e n\u00e3o ocorria entre os \u00edndios escravizados, segundo a alternativa C; e, n\u00e3o acontecia nas regi\u00f5es de minera\u00e7\u00e3o, segundo a alternativa D.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>99. A Revolta dos B\u00fazios<\/strong><br \/>\n<strong> (A) ganhou r\u00e1pida difus\u00e3o por meio de panfletos distribu\u00eddos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e do apoio de grande parte da imprensa \u00e0 causa independentista e abolicionista, resultando em motim com ampla ades\u00e3o de militares baianos, que resistiram belicamente at\u00e9 serem completamente derrotados.<\/strong><br \/>\n<strong> (B) pautou-se por bandeiras liberais, dentre as quais a abertura dos portos, a diminui\u00e7\u00e3o de impostos, a amplia\u00e7\u00e3o do direito \u00e0 cidadania; tendo sido conduzida por soldados e alfaiates negros, inspirados pela Independ\u00eancia das Treze Col\u00f4nias inglesas e a conquista do fim da escravid\u00e3o obtida nesse epis\u00f3dio.<\/strong><br \/>\n<strong> (C) iniciou-se em reuni\u00f5es integradas por intelectuais e membros da elite baiana, como Cipriano Barata, que pregava a independ\u00eancia do Brasil nos mesmos moldes da Inconfid\u00eancia Mineira, e foi rapidamente disseminada entre a popula\u00e7\u00e3o escravizada, que a revestiu de uma pauta mais radical.<\/strong><br \/>\n<strong> (D) foi organizada pela loja ma\u00e7\u00f4nica denominada Cavaleiros da Luz, em nome da igualdade racial e social, da democracia e dos fins dos privil\u00e9gios da elite letrada, tendo sido rapidamente reprimida com a imputa\u00e7\u00e3o da pena capital ao conjunto dos l\u00edderes e simpatizantes.<\/strong><br \/>\n<strong> (E) contou com participa\u00e7\u00e3o de escravizados, bem como profissionais liberais e militares de baixa patente, e pregava o fim da escravid\u00e3o e a forma\u00e7\u00e3o de uma Rep\u00fablica Bahiense, em parte inspirada nas ideias da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa e na experi\u00eancia da Revolu\u00e7\u00e3o Haitiana.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"text-decoration: underline\"><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Gabarito: E<\/strong><\/span> &#8211; A revolta n\u00e3o contou com o apoio da imprensa, segundo a alternativa A; a alternativa B est\u00e1 fora do contexto; n\u00e3o iniciou atrelada somente \u00e0 elite, segundo a alternativa C; e n\u00e3o foi organizada por uma loja ma\u00e7\u00f4nica, segundo a alternativa D. Eram objetivos da Revolta dos B\u00fazios a extin\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o e a cria\u00e7\u00e3o de uma Rep\u00fablica, contando com participantes de diversos segmentos da sociedade, entre eles escravos, soldados, propriet\u00e1rios e profissionais liberais, entre eles, os alfaiates. A Revolta teve influ\u00eancia da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa e da Independ\u00eancia do Haiti. Portanto a alternativa E est\u00e1 correta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>100. Fen\u00f4menos sociais como a Revolta de Canudos e o Canga\u00e7o, no Nordeste, s\u00e3o explicados historicamente por diversos fatores, tais como<\/strong><br \/>\n<strong> (A) mis\u00e9ria e descaso do poder p\u00fablico com as popula\u00e7\u00f5es sertanejas, expostas \u00e0 intensa viol\u00eancia de diversas ordens e atra\u00eddas por movimentos que prometiam condi\u00e7\u00f5es de vida diferentes e\/ou a sensa\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o.<\/strong><br \/>\n<strong> (B) seca prolongada, a explora\u00e7\u00e3o do trabalho e a falta de perspectiva de futuro, motivos que levavam os sertanejos a lutarem por uma sociedade igualit\u00e1ria e democr\u00e1tica, objetivo das a\u00e7\u00f5es de ambos os movimentos.<\/strong><br \/>\n<strong> (C) fal\u00eancia do coronelismo, em um momento em que esse tipo de poder era obrigado a ceder espa\u00e7o \u00e0s for\u00e7as federais republicanas, que desestruturaram as elites locais e o sistema de apadrinhamento ent\u00e3o vigente.<\/strong><br \/>\n<strong> (D) crise econ\u00f4mica e pol\u00edtica provocada pela queda do pre\u00e7o do a\u00e7\u00facar no mercado internacional, acompanhada de migra\u00e7\u00f5es para o norte e da fuga de fam\u00edlias inteiras que passaram a integrar bandos e comunidades religiosas, em busca de subsist\u00eancia.<\/strong><br \/>\n<strong> (E) crescente politiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de baixar renda ap\u00f3s as revoltas ocorridas durante o Segundo Reinado, repercutindo em levantes contra o Imp\u00e9rio, contra o mandonismo local e contra o catolicismo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline\">COMENT\u00c1RIOS:<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #0000ff\"><strong>Gabarito: A<\/strong> <\/span>&#8211; O latif\u00fandio sob o dom\u00ednio dos coron\u00e9is e a pol\u00edtica sob o comando das oligarquias geravam desigualdades. A vida social era marcada pela exclus\u00e3o das camadas mais pobres da popula\u00e7\u00e3o, pela aus\u00eancia de direitos. Havia descontentamento e insatisfa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a esse sistema de governo, que n\u00e3o melhorava suas condi\u00e7\u00f5es de vida. Al\u00e9m disso, a seca no sert\u00e3o agravou a situa\u00e7\u00e3o de mis\u00e9ria decorrente da concentra\u00e7\u00e3o de terras. Esses fatores fizeram com que muitos trabalhadores seguissem l\u00edderes com promessa de uma sociedade mais justa.<br \/>\nPortanto, a resposta correta da quest\u00e3o \u00e9 a alternativa A.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Assim, nas outras alternativas n\u00e3o fazem parte do contexto dos fen\u00f4menos sociais &#8211; da Revolta dos Canudos e o Canga\u00e7o: a luta por uma sociedade democr\u00e1tica, segundo a alternativa B; a fal\u00eancia do coronelismo, segundo a alternativa C; a crise econ\u00f4mica e pol\u00edtica relativa ao a\u00e7\u00facar (pois era uma atividade de predomin\u00e2ncia econ\u00f4mica na Regi\u00e3o do Rec\u00f4ncavo baiano e n\u00e3o no sert\u00e3o), segundo a alternativa D; e a politiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de baixa renda, segundo a alternativa E.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1 Galera, Seguem os meus coment\u00e1rios referentes aos Aspectos da Constitui\u00e7\u00e3o e Forma\u00e7\u00e3o da Popula\u00e7\u00e3o e da Hist\u00f3ria da Bahia da prova do concurso da DPE\/BA realizada nesse fim de semana. 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