{"id":472329,"date":"2020-01-21T00:20:12","date_gmt":"2020-01-21T03:20:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=472329"},"modified":"2020-01-21T00:20:14","modified_gmt":"2020-01-21T03:20:14","slug":"simulado-vunesp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/simulado-vunesp\/","title":{"rendered":"SIMULADO VUNESP"},"content":{"rendered":"\n<p>CONHECIMENTOS ESPEC\u00cdFICOS: ENFERMAGEM<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Ano: 2019 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nas unidades de ambulat\u00f3rio da institui\u00e7\u00e3o, a \u201cIncid\u00eancia de Quase Falha Relacionada \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o de Medica\u00e7\u00e3o\u201d constitui um dos indicadores utilizados na avalia\u00e7\u00e3o da qualidade nos processos de trabalho de enfermagem. Para sua constru\u00e7\u00e3o, entende-se como quase falha a a\u00e7\u00e3o que&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) inclui apenas a administra\u00e7\u00e3o de medicamento em via correta, por\u00e9m em lateralidade incorreta e o tempo de infus\u00e3o divergente do prescrito.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) atinge o usu\u00e1rio\/cliente\/paciente, mas n\u00e3o traz consequ\u00eancias para sua sa\u00fade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) atinge o usu\u00e1rio\/cliente\/paciente, mas \u00e9 detectada rapidamente e s\u00e3o tomadas as provid\u00eancias necess\u00e1rias para sua neutraliza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) n\u00e3o atinge o usu\u00e1rio\/cliente\/paciente, pois foi detectada antes que o medicamento fosse administrado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) est\u00e1 relacionada apenas com o uso\/aplica\u00e7\u00e3o de medicamento vencido ou medicamento deteriorado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuase \u2013 erro\u201d (\u201cnear-miss\u201d) trata-se de um incidente que n\u00e3o atinge o paciente. Por exemplo: uma enfermeira iria colocar uma bolsa de sangue em um paciente hom\u00f4nimo \u00e0quele que deveria receber esta bolsa, mas percebe antes de instalar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: D.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao elaborar o procedimento operacional padr\u00e3o (POP) para uma determinada atividade de enfermagem, os enfermeiros elaboradores estabeleceram a necessidade de utiliza\u00e7\u00e3o de \u201cprecau\u00e7\u00f5es de contato\u201d, ou seja, para realiz\u00e1-la \u00e9 necess\u00e1rio que o executante higienize suas m\u00e3os e use&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) m\u00e1scara\/respirador PFF2 (N95), apenas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) \u00f3culos de prote\u00e7\u00e3o, m\u00e1scara cir\u00fargica e caixa para material perfurocortante no descarte de material.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) avental e luvas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) m\u00e1scara\/respirador PFF2 (N95), \u00f3culos de prote\u00e7\u00e3o e avental.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) m\u00e1scara cir\u00fargica, avental, luvas, gorro e prop\u00e9s.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para precau\u00e7\u00f5es de contato exige-se uso de avental e luvas, al\u00e9m da higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao realizar um curativo, o enfermeiro deve considerar os v\u00e1rios tipos de coberturas que podem ser utilizadas para promover ambientes adequados e facilitar o processo de cicatriza\u00e7\u00e3o. Assim sendo, relacione as duas colunas do quadro a seguir de modo a tornar verdadeira a associa\u00e7\u00e3o entre o tipo de cobertura e sua indica\u00e7\u00e3o de uso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tipo de Cobertura&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a. Carv\u00e3o ativado com prata&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b. Filme transparente semiperme\u00e1vel&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c. Placas de hidrocoloide&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Indica\u00e7\u00e3o de Uso&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>I Prote\u00e7\u00e3o da pele, prevenindo \u00falceras por press\u00e3o, feridas cir\u00fargicas sem complica\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>II Feridas infectadas, profundas, com tecido necr\u00f3tico, odor acentuado, com exsudato de moderado a abundante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>III Feridas superficiais com pouco exsudato, com ou sem tecido necr\u00f3tico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que apresenta a associa\u00e7\u00e3o correta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) a-I; b-III; c-II.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) a-II; b-III; c-I.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) a-I; b-II; c-III.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) a-II; b-I; c-III.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) a-III; b-II; c-I.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CARV\u00c3O ATIVADO COM PRATA \u00e9 indicado para feridas com odor f\u00e9tido com moderado e muito exsudato necessitando de cobertura secund\u00e1ria e contraindicado em feridas secas, queimaduras \u00e1reas de exposi\u00e7\u00e3o \u00f3ssea ou tend\u00f5es e feridas com baixa exsuda\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>HIDROCOL\u00d3IDE tem indica\u00e7\u00e3o: Feridas superficiais com exsuda\u00e7\u00e3o de moderada e baixa, preven\u00e7\u00e3o de les\u00e3o por press\u00e3o e contraindica\u00e7\u00e3o: Feridas infectadas, com exsuda\u00e7\u00e3o excessiva, necrose e \u00e1reas de exposi\u00e7\u00e3o \u00f3ssea ou de tend\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>FILME TRANSPARENTE SEMIPERMEAVEL \u00e9 indicado para fixa\u00e7\u00e3o de cateteres vasculares; Prote\u00e7\u00e3o de pele \u00edntegra; Preven\u00e7\u00e3o de \u00falcera de press\u00e3o; Cobertura de incis\u00f5es cir\u00fargicas limpas com pouco ou nenhum exsudato e contraindicado para: Feridas com muito exsudato; Feridas infectadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: D.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. Ano: 2019 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica \u00e9: Penicilina cristalina 1.750.000 UI. Diluir em 100 mL de SF 0,9%. Correr em 30 minutos. Para a administra\u00e7\u00e3o dessa medica\u00e7\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis: bomba de infus\u00e3o, com velocidade programada em microgotas por minuto (mcg\/min) e frascos de penicilina cristalina, com 5.000.000 UI. Considerando que foram utilizados 8 mL de diluente para o preparo do medicamento, o volume (V) a ser aspirado do frasco do medicamento e a velocidade de infus\u00e3o (I) ser\u00e3o de\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A) V = 3,5 mL; I = 207 mcg\/min.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) V = 0,35 mL; I = 67 mcg\/min.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) V = 3,5 mL; I = 67 mcg\/min.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) V = 2,8 mL; I = 67 mcg\/min.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) V = 2,8 mL; I = 207 mcg\/min.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Penicilina \u00e9 o seguinte: na dilui\u00e7\u00e3o, a cada 5.000.000, expande 2 mL. Logo, ao se diluir com 8, \u00e9 como se tivesse dilu\u00eddo em 10 mL.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>5.000.000 &#8212;&#8212;- 10ml&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1.750.000 &#8212;&#8212;&#8211; x&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>x = 3,5 ml&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Agora se calcula o gotejamento: soma os 100mL com os 3,5 que ser\u00e1 aspirado para se inserir na solu\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Precisa multiplicar por 20 para se ter em gotas. 103,5 mL x 20 = 2070 gotas. Para passar para microgotas, \u00e9 s\u00f3 fazer vezes 3 = 6210 gotas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O tempo \u00e9 30 minutos. Logo, 6210 gotas em 30 min \u00e9 s\u00f3 dividir e d\u00e1 207 gotas por minuto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Constitui uma das causas da hipertens\u00e3o arterial secund\u00e1ria relacionada ao trabalho, a exposi\u00e7\u00e3o ocupacional&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) ao ru\u00eddo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) \u00e0 umidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) a campos eletromagn\u00e9ticos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) ao frio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) ao calor\/temperaturas elevadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O ru\u00eddo em ambiente ocupacional, classificado como risco devido dura\u00e7\u00e3o e intensidade, est\u00e1 intimamente relacionado ao estresse, sendo este uma das causas poss\u00edveis de hipertens\u00e3o arterial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>6. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Como medida de preven\u00e7\u00e3o da lombalgia relacionada ao trabalho, o enfermeiro deve orientar os indiv\u00edduos cuja atividade exige longos per\u00edodos na posi\u00e7\u00e3o sentado, a\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A) evitar o uso de cadeira de espaldar reto, com apoio para os bra\u00e7os.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) ajustar a altura da cadeira, de modo a manter os joelhos mais baixos do que o quadril.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) ajustar a altura da \u00e1rea de trabalho, evitando for\u00e7ar as costas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) puxar os objetos ao inv\u00e9s de empurr\u00e1-los.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) realizar exerc\u00edcios ativos, contraindo os m\u00fasculos gl\u00fateos por 20 a 30 segundos, por dez vezes, a cada duas horas na posi\u00e7\u00e3o sentado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As condi\u00e7\u00f5es de trabalho deve se adaptar-se ao trabalhador. Excluindo a alternativa C, em todas as outras, o trabalhador estava adaptando para o meio ambiente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>7. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>E.O., 33 anos, sexo masculino, com hist\u00f3ria de asma, compareceu ao ambulat\u00f3rio da empresa queixando-se de dificuldade para respirar. O enfermeiro observou que, para se comunicar, o funcion\u00e1rio demonstrava incapacidade de falar mais de algumas palavras antes de parar para respirar. Ao exame f\u00edsico, o enfermeiro constatou que E.O. apresentava, entre outros sinais, dispneia e retra\u00e7\u00e3o subcostal moderadas, frequ\u00eancia respirat\u00f3ria aumentada, frequ\u00eancia card\u00edaca = 112 batimentos por minuto. Considerando tratar-se de uma crise de asma, o enfermeiro solicitou a presen\u00e7a do m\u00e9dico, para avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e tratamento, enquanto prestava os cuidados de enfermagem iniciais adequados para o caso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse caso, ao realizar a ausculta pulmonar de E.O., o enfermeiro deve constatar a presen\u00e7a de&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) roncos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) sibilos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) maciez, em base.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) submaciez, em \u00e1pice.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) murm\u00fario vesicular aumentado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Bem simples, porque quando se fala em asma, o ru\u00eddo advent\u00edcio mais frequente \u00e9 o sibilo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>8. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>E.O., 33 anos, sexo masculino, com hist\u00f3ria de asma, compareceu ao ambulat\u00f3rio da empresa queixando-se de dificuldade para respirar. O enfermeiro observou que, para se comunicar, o funcion\u00e1rio demonstrava incapacidade de falar mais de algumas palavras antes de parar para respirar. Ao exame f\u00edsico, o enfermeiro constatou que E.O. apresentava, entre outros sinais, dispneia e retra\u00e7\u00e3o subcostal moderadas, frequ\u00eancia respirat\u00f3ria aumentada, frequ\u00eancia card\u00edaca = 112 batimentos por minuto. Considerando tratar-se de uma crise de asma, o enfermeiro solicitou a presen\u00e7a do m\u00e9dico, para avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e tratamento, enquanto prestava os cuidados de enfermagem iniciais adequados para o caso.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Frente a essa situa\u00e7\u00e3o, a assist\u00eancia de enfermagem deve compreender, entre outros cuidados imediatos,&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) manter o paciente em posi\u00e7\u00e3o supina e administrar oxig\u00eanio suplementar por m\u00e1scara com reservat\u00f3rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) puncionar veia perif\u00e9rica e administrar medica\u00e7\u00e3o com efeito broncodilatador, em bolus.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) manter o paciente sentado e\/ou em posi\u00e7\u00e3o confort\u00e1vel e instalar o ox\u00edmetro de pulso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) instalar cateter nasal e administrar oxig\u00eanio \u00famido, com fluxo de 10 litros por minuto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) puncionar veia perif\u00e9rica e coletar amostra de sangue arterial para gasometria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O enfermeiro deve manter o paciente sentado e\/ou em posi\u00e7\u00e3o confort\u00e1vel e instalar o ox\u00edmetro de pulso, a administra\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio e medicamentos deve ocorrer ap\u00f3s a prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Puncionar veia perif\u00e9rica e coletar amostra de sangue arterial para gasometria n\u00e3o s\u00e3o cuidados imediatos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>9. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>C.H., 54 anos, sexo feminino, obesa, hipertensa, chegou ao ambulat\u00f3rio relatando dor precordial irradiada para o bra\u00e7o e desconforto g\u00e1strico. Durante o atendimento inicial, rapidamente evoluiu apresentando confus\u00e3o mental e parada cardiorrespirat\u00f3ria. Ap\u00f3s solicitar o desfibrilador autom\u00e1tico externo (DEA), o enfermeiro iniciou os procedimentos de reanima\u00e7\u00e3o cardiopulmonar, aplicando compress\u00f5es tor\u00e1cicas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A frequ\u00eancia (F) e profundidade (P) das compress\u00f5es tor\u00e1cicas aplicadas em C.H. devem ser, respectivamente, de&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) F = 70 a 100 compress\u00f5es por minuto; P = 8 a 10 cm.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) F = 80 a 100 compress\u00f5es por minuto; P = 5 a 6 cm.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) F = 60 a 80 compress\u00f5es por minuto; P = cerca de um ter\u00e7o do di\u00e2metro anteroposterior do t\u00f3rax.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) F = 80 a 120 compress\u00f5es por minuto; P = cerca de um ter\u00e7o do di\u00e2metro anteroposterior do t\u00f3rax.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) F = 100 a 120 compress\u00f5es por minuto; P = 5 a 6 cm.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>30 compress\u00f5es eficientes (na frequ\u00eancia de 100 a 120\/min, deprimindo o t\u00f3rax em 5 a 6 cm com completo retorno)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>10. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Entre outras a\u00e7\u00f5es, ao prestar os cuidados imediatos a um politraumatizado com traumatismo craniano, o enfermeiro realizou a repeti\u00e7\u00e3o seriada da Escala de Coma de Glasgow com resposta pupilar (ECG-P). Ao realizar essa avalia\u00e7\u00e3o, deve considerar a&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) resposta a est\u00edmulos externos, o n\u00edvel de alerta a abertura ocular e a melhor resposta verbal.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>B) reatividade pupilar, a melhor resposta motora, a melhor resposta verbal e a press\u00e3o arterial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) abertura ocular, a postura corporal, a resposta verbal e a resposta ao exame dos reflexos profundos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) abertura ocular, a resposta verbal, a melhor resposta motora e a reatividade pupilar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) reatividade pupilar, a abertura ocular, o n\u00edvel de alerta e a melhor resposta motora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Houve mudan\u00e7as na Escala de coma de GLASGOW. Passou-se a analisar a reatividade PUPILAR, com valores de 0 a 2.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Inexistente: nenhuma pupila reage ao est\u00edmulo de luz&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>(1) Parcial: apenas uma pupila reage ao est\u00edmulo de luz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>(0) Completa: as duas pupilas reagem ao est\u00edmulo de luz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nova abordagem da Escala de Coma de GLASGOW: Abertura Ocular; Resposta Verbal; Melhor Resposta Motora; Reatividade Pupilar. Continua-se somando de 3 a 15 (os tr\u00eas par\u00e2metros iniciais) por\u00e9m deve-se pegar o VALOR encontrado e SUBTRAIR pelo valor da REATIVIDADE pupilar. Ex: Abertura ocular: 3, Resposta Verbal: 4, Melhor Resposta Motora = 12 menos o VALOR encontrado na reatividade pupilar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: D.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>11. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>V\u00edtima de ferimento por arma branca em hemit\u00f3rax direito apresenta dispneia. Ao inspecionar o local, o enfermeiro observa presen\u00e7a de les\u00e3o aberta, com franca comunica\u00e7\u00e3o entre o ar ambiente e a cavidade pleural, evidenciada pela vis\u00edvel passagem do ar atrav\u00e9s do ferimento. Nessa situa\u00e7\u00e3o, o cuidado imediato a ser prestado pelo enfermeiro consiste em&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) promover a hidrata\u00e7\u00e3o da v\u00edtima por meio de acesso central.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) cobrir o ferimento com curativo oclusivo com pl\u00e1stico ou papel met\u00e1lico com 3 pontos\/lados de fixa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) realizar curativo oclusivo do ferimento, com gazes est\u00e9reis e esparadrapo, fixando-o \u00e0 pele em seus quatro lados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) colocar a v\u00edtima em posi\u00e7\u00e3o de Fowler.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) puncionar veia perif\u00e9rica e coletar uma amostra de sangue para tipagem sangu\u00ednea e prova cruzada, se necess\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Deve-se realizar o curativo de TR\u00caS PONTOS, de forma que o mesmo impe\u00e7a a entrada de ar para dentro da cavidade pulmonar, servindo como uma v\u00e1lvula. Faz se necess\u00e1ria a realiza\u00e7\u00e3o desse curativo em cada les\u00e3o observada, caso haja outras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>12. Ano: 2019 Banca: VUNESP \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria de um paciente que apresenta agravo cl\u00ednico compreende os seguintes passos: <\/p>\n\n\n\n<p>I. Avaliar ventila\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>II. Avaliar permeabilidade de via a\u00e9rea (VA). <\/p>\n\n\n\n<p>III. Avaliar estado circulat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p> IV. Avaliar a responsividade (chamar o paciente) e a expans\u00e3o tor\u00e1cica. <\/p>\n\n\n\n<p>V. Avaliar estado neurol\u00f3gico. <\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que apresenta a sequ\u00eancia correta a ser adotada. <\/p>\n\n\n\n<p>A) III, II, IV, V, I. <\/p>\n\n\n\n<p>B) V, IV, III, II, I. <\/p>\n\n\n\n<p>C) IV, I, II, V, III. <\/p>\n\n\n\n<p>D) IV, II, I, III, V. <\/p>\n\n\n\n<p>E) I, II, III, IV, V. <\/p>\n\n\n\n<p>Resposta\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, compreende o ABCDE. Numa situa\u00e7\u00e3o de PCR, lembre-se que a ordem das a\u00e7\u00f5es \u00e9 CAB. Mas via de regra, observa-se a responsividade, permeabilidade das vias a\u00e9reas, ventila\u00e7\u00e3o, circula\u00e7\u00e3o e estado neurol\u00f3gico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: D.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>13. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o estabelecido pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, na Portaria no 2.048\/2002, que aprova o Regulamento T\u00e9cnico dos Sistemas Estaduais de Urg\u00eancia e Emerg\u00eancia, entre outras a\u00e7\u00f5es, \u00e9 atribui\u00e7\u00e3o do enfermeiro que atua nos Servi\u00e7os de Atendimento Pr\u00e9-hospitalar M\u00f3vel,&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) receber os chamados de aux\u00edlio, analisar a demanda e classificar em prioridades os atendimentos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) realizar o acompanhamento do atendimento local e determinar o local de destino do paciente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) exercer, em conjunto com o m\u00e9dico, a regula\u00e7\u00e3o do sistema e realizar a sele\u00e7\u00e3o de meios para atendimento de urg\u00eancia solicitado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) manter contato di\u00e1rio com os servi\u00e7os m\u00e9dicos de emerg\u00eancia integrados ao sistema.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) realizar manobras de extra\u00e7\u00e3o manual de v\u00edtimas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a) Compet\u00eancia M\u00e9dica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b) Compet\u00eancia M\u00e9dica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c) Compet\u00eancia M\u00e9dica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>d) Compet\u00eancia M\u00e9dica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e) Enfermeiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>14. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao analisar os resultados do exame de sorologia para hepatite B de um indiv\u00edduo considerado anteriormente como suscet\u00edvel, que refere ter recebido a terceira dose da vacina hepatite B h\u00e1 seis meses, espera-se encontrar positivo(s) o(s) anticorpo(s)\/ant\u00edgeno(s)\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A) apenas HBsAg.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) HBs-Ag, AntiHBc total e AntiHBc IGG.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) apenas anti-HBs ( \u2265 10 UI\/mL).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) anti-HBe e HBsAg.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) HBs-Ag, AntiHBc total e AntiHBc IGM.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A vacina contra a hepatite B tem como imunizante o HBsAg (produzido por t\u00e9cnica do DNA recombinante) induzindo, portanto, \u00e0 forma\u00e7\u00e3o do anti-HBs, isoladamente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>15. Ano: 2019 Banca: VUNESP \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Durante consulta de enfermagem, A.A., 59 anos, sexo feminino, divorciada, informou, entre outros itens, que entrara na menopausa h\u00e1 cinco anos e que, desde a separa\u00e7\u00e3o de seu ex-marido, n\u00e3o mais havia mantido rela\u00e7\u00f5es sexuais. Ao analisar resultados dos exames que constavam no prontu\u00e1rio, o enfermeiro constatou que os \u00faltimos exames citopatol\u00f3gicos para a preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de colo do \u00fatero haviam sido realizados, respectivamente, h\u00e1 dois anos e tr\u00eas anos e apresentavam resultados considerados normais. Nesse caso, de acordo com o preconizado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, o enfermeiro deve: A) orientar A.A. que s\u00f3 dever\u00e1 repetir o exame em um ano, pois os dois exames anteriores apresentavam resultado normal. B) aproveitar a oportunidade e proceder \u00e0 coleta de material para a realiza\u00e7\u00e3o do exame preventivo do c\u00e2ncer de colo. C) solicitar o exame, orientando a funcion\u00e1ria que, para obten\u00e7\u00e3o de uma amostra de material com boa qualidade, deve realizar ducha vaginal quatro horas antes do procedimento. D) explicar para A.A. que, por ter entrado na menopausa h\u00e1 mais de dois anos, n\u00e3o necessita mais realizar esse exame. E) explicar para a funcion\u00e1ria que mulheres com mais de 50 anos, sem vida sexual ativa, est\u00e3o dispensadas de realizar esse exame. Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>* Exame normal + Exame normal (anos consecutivos) = exame 3 anos ap\u00f3s.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>* In\u00edcio da coleta: 25 anos se j\u00e1 tiver atividade sexual.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>* Manter exame at\u00e9 os 64 anos , se, pelo menos, dois exames negativos consecutivos nos \u00faltimos cinco anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>* Mulheres com mais de 64 anos e que nunca realizaram o exame citopatol\u00f3gico, deve-se realizar dois exames com intervalo de um a tr\u00eas anos. Se ambos negativos, s\u00e3o dispensadas de exames adicionais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>16. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Entre outras a\u00e7\u00f5es, durante a Semana de Preven\u00e7\u00e3o da Hipertens\u00e3o Arterial e Diabete, o enfermeiro realiza a estratifica\u00e7\u00e3o do risco cardiovascular, utilizando o escore de Framingham. Para tal, inicialmente, s\u00e3o coletadas informa\u00e7\u00f5es sobre&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) idade, sexo, peso, press\u00e3o arterial e HDL-Colesterol.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) \u00edndice de massa corporal (IMC), press\u00e3o arterial, tabagismo, LDL-Colesterol e HDL-Colesterol.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) idade, LDL-Colesterol, HDL-Colesterol, press\u00e3o arterial, diabete e tabagismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) press\u00e3o arterial, idade, glicemia, peso e circunfer\u00eancia abdominal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) peso, estatura, glicemia, LDL-Colesterol e tabagismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Escore de Risco de Framingham \u00e9 calculado para estimar a probabilidade do surgimento de doen\u00e7a cardiovascular em 10 anos. S\u00e3o utilizados os seguintes crit\u00e9rios: sexo, idade, Colesterol total, HDL colesterol, Press\u00e3o arterial sist\u00f3lica, uso de medica\u00e7\u00e3o para hipertens\u00e3o arterial, Tabagismo, Diabetes mellitus e doen\u00e7a vascular conhecida Doen\u00e7a coronariana (DAC), AVE ou doen\u00e7a arterial perif\u00e9rica&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>17. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Portadores de veias varicosas devem ser alertados sobre a import\u00e2ncia em usar de modo correto as meias de compress\u00e3o graduada prescritas pelo m\u00e9dico, porque, al\u00e9m do al\u00edvio que proporcionam, constituem uma das medidas de preven\u00e7\u00e3o para&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) a doen\u00e7a oclusiva arterial perif\u00e9rica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) o fen\u00f4meno de Raynaud.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) o aneurisma a\u00f3rtico-abdominal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) a arterioesclerose.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) o tromboembolismo venoso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O tromboembolismo venoso (TEV) \u00e9 caracterizado pela forma\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos de sangue no interior das veias, bloqueando de forma parcial ou total a circula\u00e7\u00e3o, para a sua preven\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio usar de modo correto as meias de compress\u00e3o graduada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>18. Ano: 2019 Banca: VUNESP \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao orientar um indiv\u00edduo com hist\u00f3rico de elimina\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria de c\u00e1lculos de oxalato, o enfermeiro deve enfatizar que para prevenir sua forma\u00e7\u00e3o, torna-se importante <\/p>\n\n\n\n<p>A) consumir uma dieta rica em prote\u00ednas. <\/p>\n\n\n\n<p>B) a ingest\u00e3o de oito a dez copos de \u00e1gua por dia para manter a urina dilu\u00edda. <\/p>\n\n\n\n<p>C) dar prefer\u00eancia \u00e0 ingest\u00e3o de ch\u00e1s para hidrata\u00e7\u00e3o devido a seu efeito diur\u00e9tico. <\/p>\n\n\n\n<p>D) introduzir na dieta o consumo de alimentos como o espinafre, morango, amendoim e farelo de trigo, entre outros, porque eles facilitam a excre\u00e7\u00e3o de oxalatos na urina.<\/p>\n\n\n\n<p>E) evitar consumir alimentos ricos em c\u00e1lcio, tais como leite e queijos brancos. Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) Errada. Pobre em prote\u00edna.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) Certa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) Errada. Ch\u00e1s n\u00e3o hidratam.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) Errada. Esses alimentos devem ser evitados em caso de c\u00e1lculos de oxalato.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) Errada. O leite reduz a absor\u00e7\u00e3o de oxalato, tornando-o menos absorv\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>19. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O exame peri\u00f3dico dos p\u00e9s do indiv\u00edduo diab\u00e9tico propicia a identifica\u00e7\u00e3o precoce e o tratamento oportuno das altera\u00e7\u00f5es encontradas, possibilitando assim a preven\u00e7\u00e3o de um n\u00famero expressivo de complica\u00e7\u00f5es. Considere as figuras a seguir e assinale a alternativa que apresenta de forma correta o local onde deve ser aplicado o monofilamento de 10 g de Semmes-Weinstem utilizado para a avalia\u00e7\u00e3o da sensibilidade t\u00e1til.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) I.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) IV.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) II.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) III.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) V.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o de sensibilidade dos p\u00e9s deve ser feita com um monofilamento Semmes-Weinstein de 10 g (5,07). Devem ser testados nove pontos na regi\u00e3o plantar e um na dorsal. Na regi\u00e3o plantar: 1o, 3o e 5o dedos; 1a, 3a e 5a cabe\u00e7as metatarseanas; regi\u00f5es laterais do meio p\u00e9 e na regi\u00e3o dorsal entre 1o e 2o dedos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>20. Ano: 2019 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente C.V., 58 anos, sexo masculino, passou a utilizar a insulina como tratamento para diabete tipo 2. Com d\u00favidas sobre o transporte e conserva\u00e7\u00e3o da insulina, procurou o enfermeiro para orienta\u00e7\u00f5es. Frente a essa situa\u00e7\u00e3o, o enfermeiro deve esclarecer que, para que a pot\u00eancia e estabilidade da insulina sejam mantidas, deve\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A) em deslocamentos, independentemente da forma e do tempo, transportar o medicamento na bagagem de m\u00e3o, tomando precau\u00e7\u00f5es para que a insulina n\u00e3o entre em contato direto com gelo ou similar, quando utilizado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) para transporte, colocar a insulina sobre gelo comum, em saco pl\u00e1stico e acondicion\u00e1-la em embalagem t\u00e9rmica ou isopor at\u00e9 30 minutos antes de seu uso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) quando se tratar do frasco lacrado, manter a insulina em sua embalagem original, no congelador dom\u00e9stico, em temperatura de \u20134 oC a 0 oC, transferindo-a para a geladeira 24 horas antes de iniciar seu uso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) manter o medicamento em temperatura ambiente, desde a compra at\u00e9 o momento da aplica\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) em geladeira dom\u00e9stica, conservar a insulina na primeira prateleira da porta da geladeira, at\u00e9 o momento de sua aplica\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O transporte dom\u00e9stico da insulina poder\u00e1 ser realizado em embalagem comum, respeitando-se os cuidados com a temperatura, o calor e a luz solar direta. Caso seja necess\u00e1rio, utilize caixa de isopor ou bolsa t\u00e9rmica com gelo para o transporte, lembrando que o frasco n\u00e3o deve permanecer em contato direto com o gelo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>21. Ano: 2019 Banca: VUNESP \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No processo de avalia\u00e7\u00e3o de idosos, o Index de Independ\u00eancia nas Atividades B\u00e1sicas de Vida Di\u00e1ria de Sidney Katz \u00e9 um dos instrumentos mais utilizados para avaliar a independ\u00eancia funcional no desempenho das atividades de vida di\u00e1ria. Esse instrumento avalia a independ\u00eancia no desempenho das seguintes fun\u00e7\u00f5es: A) controle dos esf\u00edncteres, alimenta\u00e7\u00e3o, locomo\u00e7\u00e3o, libido, comunica\u00e7\u00e3o e alimenta\u00e7\u00e3o. B) autocuidado, controle de esf\u00edncteres, transfer\u00eancia, locomo\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e cogni\u00e7\u00e3o social. C) higiene pessoal, uso do vaso sanit\u00e1rio, vestir-se acima da cintura e alimenta\u00e7\u00e3o. D) controle financeiro, autocuidado, sexualidade, locomo\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o. E) banho, vestir-se, ir ao banheiro, transfer\u00eancia, contin\u00eancia e alimenta\u00e7\u00e3o. Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O instrumento Independ\u00eancia nas Atividades B\u00e1sicas de Vida Di\u00e1ria de Sidney Katz aborda os seguintes quesitos: a avalia\u00e7\u00e3o da atividade \u201cbanhar-se\u201d, vestir-se, ir ao banheiro, transfer\u00eancia, contin\u00eancia, alimenta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>22. . Ano: 2019 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os exerc\u00edcios de fortalecimento do assoalho p\u00e9lvico de Kegel constituem-se em uma das medidas n\u00e3o farmacol\u00f3gicas que contribuem para o melhor controle da incontin\u00eancia urin\u00e1ria que acomete cerca de 30% das pessoas idosas n\u00e3o institucionalizadas, sendo que, entre as mulheres, encontram-se as maiores preval\u00eancias. Ao orientar sobre como realizar esses exerc\u00edcios, o enfermeiro deve explicar que&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) a pessoa deve contrair os m\u00fasculos das n\u00e1degas ou os m\u00fasculos abdominais ao mesmo tempo que os m\u00fasculos do assoalho p\u00e9lvico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) para obten\u00e7\u00e3o dos resultados esperados, s\u00f3 devem ser realizados com a pessoa na posi\u00e7\u00e3o sentada.<\/p>\n\n\n\n<p>C) sua realiza\u00e7\u00e3o na posi\u00e7\u00e3o deitada produz resultado mais r\u00e1pido do que quando executados na posi\u00e7\u00e3o em p\u00e9.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) consistem na introdu\u00e7\u00e3o vaginal de cones com diferentes pesos, que devem ser retidos por um determinado tempo, utilizando-se para tal a contra\u00e7\u00e3o da musculatura do assoalho p\u00e9lvico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) para um treinamento eficaz, recomenda-se de 8 a 12 contra\u00e7\u00f5es lentas e pr\u00f3ximas da for\u00e7a m\u00e1xima de contra\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos p\u00e9lvicos, por pelo menos 6 segundos, em tr\u00eas s\u00e9ries, 3 a 4 vezes por semana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade para um treinamento eficaz, recomenda-se de 8 a 12 contra\u00e7\u00f5es lentas e pr\u00f3ximas da for\u00e7a m\u00e1xima de contra\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos p\u00e9lvicos, por pelo menos 6 segundos, em tr\u00eas s\u00e9ries, 3 a 4 vezes por semana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>23. Ano: 2019 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Conforme planejamento anual, na primeira semana de abril, ser\u00e1 disponibilizada a vacina contra gripe para todos os funcion\u00e1rios. Para garantir sua qualidade, esse imunobiol\u00f3gico dever\u00e1 ser mantido, em n\u00edvel local, na temperatura de&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) \u20132 oC a +2 oC.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) +2 oC a +10 oC.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) \u20138 oC a \u20132 oC.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) +5 oC a +10 oC.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) +2 oC a +8 oC.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o Manual de rede de frio do Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es. Os produtos recebidos a partir do laborat\u00f3rio produtor s\u00e3o acondicionados \u00e0 temperatura adequada, de acordo com imunobiol\u00f3gico (-25\u00b0C a -15\u00b0C ou entre +2\u00b0C e +8\u00b0C).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>24. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em 31.01.2019, M.T., 30 anos, compareceu ao ambulat\u00f3rio de sa\u00fade ocupacional a fim de realizar o exame admissional para ocupar o cargo de assistente judici\u00e1rio. Ao solicitar a carteira de vacina\u00e7\u00e3o, o enfermeiro observou os seguintes registros:\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Dupla adulto\u00a03 DOSES\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Hepatite B\u00a0 2 DOSES<\/p>\n\n\n\n<p>Febre Amarela\u00a0 1 DOSE<\/p>\n\n\n\n<p>Tr\u00edplice Viral: 1 DOSE<br \/><\/p>\n\n\n\n<p>Diante dessa situa\u00e7\u00e3o, de acordo com o calend\u00e1rio nacional de vacina\u00e7\u00e3o vigente, o enfermeiro deve\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A) aplicar a terceira dose da vacina hepatite B, uma dose de refor\u00e7o da vacina dupla adulto e a segunda dose da vacina tr\u00edplice viral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) aplicar a terceira dose da vacina hepatite B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) aplicar a terceira dose da vacina hepatite B, a segunda dose da vacina febre amarela e a vacina HPV, em dose \u00fanica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) reiniciar o esquema da vacinas dupla adulto e hepatite B, considerando inv\u00e1lidas as doses aplicadas devido ao espa\u00e7amento entre elas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) considerar que, para o momento, o esquema vacinal de M.T. est\u00e1 completo e correto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O pr\u00f3ximo refor\u00e7o de Dupla Adulta ser\u00e1 10 anos ap\u00f3s a \u00faltima, ou seja, 17\/07\/2028. Febre Amarela \u00e9 vacina de dose \u00fanica. De acordo com sua idade (30 anos), a tr\u00edplice viral, tamb\u00e9m \u00e9 dose \u00fanica. Basta ent\u00e3o, completar o esquema da Hepatite B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>25. Ano: 2019 Banca: VUNESP \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com a proximidade do ver\u00e3o, quando ocorrem, com maior frequ\u00eancia, as chuvas e o aumento do n\u00famero de casos de dengue, zika e febre Chikungunya, decidiu-se elaborar mat\u00e9ria a respeito do assunto para publica\u00e7\u00e3o no boletim mensal de sa\u00fade da institui\u00e7\u00e3o, esclarecendo, entre outros aspectos, sobre as medidas de prote\u00e7\u00e3o individual que devem ser adotadas, tais como: A) evitar co\u00e7ar o local da picada do inseto, reduzindo a possibilidade de introdu\u00e7\u00e3o dos v\u00edrus na corrente sangu\u00ednea. B) lavar uma vez por semana as bandejas coletoras de \u00e1gua de geladeiras e aparelhos de ar condicionado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) lavar, diariamente, com \u00e1gua e detergente, vasilhas de \u00e1gua para animais. D) usar repelentes compostos por DEET, IR3535 ou Icaridin, estritamente de acordo com as instru\u00e7\u00f5es do r\u00f3tulo, que podem ser aplicados na pele exposta ou nas roupas. E) usar roupas que minimizem a exposi\u00e7\u00e3o da pele durante a noite, quando os mosquitos s\u00e3o mais ativos. Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) Errada. J\u00e1 introduziu na corrente sangu\u00ednea&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) Errada. Prote\u00e7\u00e3o coletiva&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) Errada. Prote\u00e7\u00e3o coletiva&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) Certa.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>E) Errada. O mosquito do Zika caracteriza-se por h\u00e1bitos diurnos&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: D.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>26. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Face a uma realidade global de \u00edndices elevados de infec\u00e7\u00f5es transmiss\u00edveis por via sexual (IST), torna-se fundamental que os profissionais de sa\u00fade aproveitem todas as oportunidades para orientar sobre a import\u00e2ncia de se pensar em op\u00e7\u00e3o contraceptiva que proporcione uma dupla prote\u00e7\u00e3o exemplificada pelo uso combinado&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) da camisinha feminina e do anticoncepcional oral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) do diafragma e do dispositivo intrauterino.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) do anticoncepcional injet\u00e1vel e do diafragma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) do gel espermicida e do anticoncepcional oral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) da camisinha masculina e da camisinha feminina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A dupla prote\u00e7\u00e3o \u00e9 exemplificada pelo uso da camisinha feminina e do anticoncepcional oral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>27. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao utilizar o m\u00e9todo de dimensionamento de pessoal para unidades assistenciais especiais (UAE), o respons\u00e1vel t\u00e9cnico de enfermagem deve dispor para a cobertura de situa\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 rotatividade de pessoal e participa\u00e7\u00e3o em programas de educa\u00e7\u00e3o permanente, o m\u00ednimo de&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) 2% do quadro geral de profissionais de enfermagem da institui\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) 5% do total de pessoal de n\u00edvel t\u00e9cnico e 2% do total de enfermeiros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) 5% do quadro geral de profissionais de enfermagem da institui\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) 10% do quadro geral de profissionais de enfermagem da institui\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) 15% do total de pessoal de n\u00edvel t\u00e9cnico e 10% do total de enfermeiros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O respons\u00e1vel t\u00e9cnico de enfermagem deve dispor de no m\u00ednimo 5% do quadro geral de profissionais de enfermagem da institui\u00e7\u00e3o para cobertura de situa\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 rotatividade de pessoal e participa\u00e7\u00e3o em programas de educa\u00e7\u00e3o permanente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>28. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Implementada a sistematiza\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia de enfermagem (SAE), ao estabelecer os resultados esperados, o enfermeiro est\u00e1 executando a etapa do Processo de Enfermagem de&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) diagn\u00f3stico de enfermagem.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>B) implementa\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia de enfermagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) avalia\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) investiga\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) planejamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Processo de Enfermagem envolve 5 etapas inter-relacionadas, interdependentes e recorrentes (hist\u00f3rico, diagn\u00f3stico, planejamento, implementa\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o). No planejamento ocorre a determina\u00e7\u00e3o dos resultados que se espera alcan\u00e7ar e das a\u00e7\u00f5es ou interven\u00e7\u00f5es de enfermagem que ser\u00e3o realizadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>29. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Diagnosticar e tratar correta e prontamente os casos de tuberculose pulmonar s\u00e3o as principais medidas para o controle da doen\u00e7a. Por meio da busca ativa de sintom\u00e1ticos respirat\u00f3rios (SR), esfor\u00e7os devem ser realizados no sentido de encontrar precocemente o paciente e oferecer o tratamento adequado, interrompendo a cadeia de transmiss\u00e3o da doen\u00e7a e reduzindo a incid\u00eancia da doen\u00e7a a longo prazo. (Minist\u00e9rio da Sa\u00fade).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para tal, considera-se como sintom\u00e1tico respirat\u00f3rio o indiv\u00edduo com tosse por tempo igual ou superior a&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) sete dias, com presen\u00e7a de expectora\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) tr\u00eas semanas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) cinco dias, com hist\u00f3rico de febre superior a 38 oC.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) dez dias, na presen\u00e7a de expectora\u00e7\u00e3o de cor esverdeada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) tr\u00eas dias, com hist\u00f3rico de hipertermia igual ou maior que 39 oC.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O principal sintoma da tuberculose \u00e9 a tosse na forma seca ou produtiva. Por isso, recomenda-se que todo sintom\u00e1tico respirat\u00f3rio que \u00e9 a pessoa com tosse por TR\u00caS SEMANAS OU MAIS, seja investigada para tuberculose.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>30. Ano: 2016 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: UNIFESP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Conforme protocolo, durante atendimento de L.E., 59 anos, sexo feminino, v\u00edtima de agress\u00e3o sexual, a enfermeira solicitou diversos exames laboratoriais. Orientou detalhadamente a paciente e seu acompanhante sobre quais exames estavam sendo solicitados, o material necess\u00e1rio para sua realiza\u00e7\u00e3o e os procedimentos necess\u00e1rios para sua obten\u00e7\u00e3o. Esclareceu todas as d\u00favidas apresentadas pela paciente e acompanhante e, a seguir, solicitou a autoriza\u00e7\u00e3o da usu\u00e1ria para iniciar a coleta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao agir dessa forma a enfermeira atende ao princ\u00edpio de bio\u00e9tica de&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) autonomia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) integralidade.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>C) n\u00e3o malefic\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) equidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) confidencialidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o eles:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Autonomia: refere-se ao direito que o indiv\u00edduo assistido tem sobre si, a sua liberdade de escolha e poder de decis\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Benefic\u00eancia: este princ\u00edpio imp\u00f5e ao profissional da \u00e1rea da sa\u00fade o dever de promover o bem ao paciente por meio do desempenho de suas fun\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Justi\u00e7a: este conceito fundamenta-se na premissa de que as pessoas t\u00eam direito a terem suas necessidades de sa\u00fade atendidas livres de preconceitos ou segrega\u00e7\u00f5es sociais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o malefic\u00eancia (esse princ\u00edpio determina a obriga\u00e7\u00e3o de n\u00e3o infligir dano intencionalmente. Ou seja, o desempenho das atribui\u00e7\u00f5es dos profissionais de sa\u00fade n\u00e3o deve ocasionar nenhum dano ao paciente assistido.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>31. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Considere as Teorias de Enfermagem e relacione as duas colunas do quadro a seguir, de modo a tornar verdadeira a associa\u00e7\u00e3o entre o te\u00f3rico de enfermagem e o tema central da teoria que desenvolveu.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Te\u00f3rico de Enfermagem&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>a. Florence Nightingale&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>b. Martha Rogers&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>c. Dorotea Orem&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tema central&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>I Atendimento \u00e0s necessidades pessoais do paciente no ambiente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>II \u00canfase na ci\u00eancia e na arte da enfermagem, com a pessoa sendo o elemento central da disciplina de enfermagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>III O autocuidado \u00e9 uma necessidade humana, e d\u00e9ficits de autocuidado requerem a\u00e7\u00f5es de enfermagem&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que apresenta a associa\u00e7\u00e3o correta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) a-III; b-I; c-II.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) a-I; b-II; c-III.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) a-III, b-II; c-I.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) a-II; b-III; c-I.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) a-I; b-III; c-II.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Florence Nightingale: Teoria Ambientalista &#8211; Atendimento \u00e0s necessidades pessoais do paciente no ambiente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Martha Rogers \u2013 Teoria dos Seres Humanos Unit\u00e1rios- \u00canfase na ci\u00eancia e na arte da enfermagem, com a pessoa sendo o elemento central da disciplina de enfermagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dorotea Orem \u2013 Teoria do Autocuidado &#8211; O autocuidado \u00e9 uma necessidade humana, e d\u00e9ficits de autocuidado requerem a\u00e7\u00f5es de enfermagem&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>32. Ano: 2016 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: UNIFESP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A \u00fanica solu\u00e7\u00e3o permitida na mesma via em que \u00e9 administrado um hemocomponente \u00e9&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) o soro fisiol\u00f3gico 0,9%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) a soro glicofisiol\u00f3gico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) a solu\u00e7\u00e3o de Ringer Lactato.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) o soro glicosado 5%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) o manitol 20%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Hem\u00e1cias podem ser transfundidas em acesso venoso compartilhado, apenas, com cloreto de s\u00f3dio 0,9% (SF).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>33. Ano: 2015\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: HCFMUSP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Foi feita uma solicita\u00e7\u00e3o de Albumina 20g EV de 8\/8h. Quantos frascos de Albumina 20% com volume de 50 mL \u00e9 preciso dispensar para atender esta prescri\u00e7\u00e3o?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) 8 frascos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) 7 frascos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) 6 frascos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) 4 frascos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) 3 frascos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>20% significa 20g em 100 ml. O frasco tem 50 ml, ou seja, a metade. Ent\u00e3o temos a metade em gramas tamb\u00e9m, 10g. Albumina de 8\/8h significa 3 vezes ao dia, ent\u00e3o preciso de 2 fracos+ 2 frascos+ 2 Frascos (sendo 10g+ 10g+10g).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Total de frascos 6.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>34. Ano: 2015\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: HCFMUSP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa correta sobre vias de administra\u00e7\u00e3o de medicamentos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) A via intramuscular tem a vantagem de ser a via de administra\u00e7\u00e3o de medicamentos cuja absor\u00e7\u00e3o \u00e9 a mais r\u00e1pida, mesmo quando se trata de grandes volumes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) A via intravenosa tem como vantagem a obten\u00e7\u00e3o de efeitos r\u00e1pidos, embora a administra\u00e7\u00e3o de grandes volumes deva ser em infus\u00e3o muito r\u00e1pida para subst\u00e2ncias irritantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) A escolha da via de administra\u00e7\u00e3o de um medicamento deve levar em conta o tipo de a\u00e7\u00e3o desejada, se \u00e9 local ou geral e a rapidez da a\u00e7\u00e3o desejada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) A principal vantagem da via oral \u00e9 que o f\u00e1rmaco \u00e9 conduzido ao est\u00f4mago e ao intestino, sendo levado aos tecidos sem passar pela corrente sangu\u00ednea.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) A via sublingual permite a reten\u00e7\u00e3o do f\u00e1rmaco por tempo mais prolongado, por isso \u00e9 indicada quando se deseja a a\u00e7\u00e3o prolongada de alguns f\u00e1rmacos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A via intramuscular n\u00e3o \u00e9 a de absor\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida. A via intravenosa tem como vantagem a obten\u00e7\u00e3o de efeitos r\u00e1pidos e a administra\u00e7\u00e3o de grandes volumes deva ser em infus\u00e3o lenta para subst\u00e2ncias irritantes. Na via oral o f\u00e1rmaco \u00e9 conduzido ao est\u00f4mago e ao intestino, onde \u00e9 absorvido pela corrente sangu\u00ednea. A via sublingual n\u00e3o \u00e9 indicada quando se deseja a a\u00e7\u00e3o prolongada de alguns f\u00e1rmacos&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>35. Ano: 2015\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o do esquema completo da vacina pentavalente, preconizado no Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00e3o (PNI), protege o indiv\u00edduo contra&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) o sarampo, a rub\u00e9ola, a varicela, a hepatite B e a poliomielite.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) a difteria, o rotavirus, a meningite C, a febre amarela e a varicela.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) o t\u00e9tano, a difteria, a coqueluche, a hepatite B e o Haemophilus influenzae B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) a febre amarela, o sarampo, a caxumba, a rub\u00e9ola e o HPV.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) a rub\u00e9ola, a varicela, o sarampo, o rotavirus e a hepatite A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Vacina pentavalente previne o t\u00e9tano, a difteria, a coqueluche, a hepatite B e o Haemophilus influenzae B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>36. Ano: 2016\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: UNIFESP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em uma unidade de cl\u00ednica m\u00e9dica, onde \u00e9 aplicada a sistematiza\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia de enfermagem (SAE), a enfermeira est\u00e1 elaborando o plano de cuidados de enfermagem para um paciente rec\u00e9m admitido. Considerando as fases do processo de enfermagem, \u00e9 correto afirmar que a enfermeira executa, nesse momento, a etapa de\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A) planejamento de enfermagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) implementa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) avalia\u00e7\u00e3o de enfermagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) coleta de dados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) diagn\u00f3stico de enfermagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Planejamento de Enfermagem consiste na determina\u00e7\u00e3o dos resultados que se espera alcan\u00e7ar; e das a\u00e7\u00f5es ou interven\u00e7\u00f5es de enfermagem que ser\u00e3o realizadas face \u00e0s respostas da pessoa, fam\u00edlia ou coletividade humana em um dado momento do processo sa\u00fade e doen\u00e7a, identificadas na etapa de Diagn\u00f3stico de Enfermagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>37. Ano: 2016 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: UNIFESP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No centro cir\u00fargico, paciente masculino, 60 anos, j\u00e1 sedado, est\u00e1 sendo submetido \u00e0 sondagem vesical de demora com sonda vesical de Folley. Atualmente, recomenda-se que para o enchimento do bal\u00e3o de reten\u00e7\u00e3o o profissional de enfermagem utilize&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) \u00e1gua destilada, para evitar dificuldades no momento da retirada do cateter.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) soro fisiol\u00f3gico 0,9%, pois devido seu pH semelhante ao da bexiga, a presen\u00e7a do cateter se torna menos agressivo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) solu\u00e7\u00e3o contendo antibi\u00f3ticos, com o objetivo de preven\u00e7\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o do trato urin\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) solu\u00e7\u00e3o contendo \u00e1cidos graxos essenciais, para auxiliar na recupera\u00e7\u00e3o do tecido uretral e vesical lesionados .&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) antiss\u00e9ptico \u00e0 base de clorexedina, para a preven\u00e7\u00e3o de cistite irritativa devido a longa perman\u00eancia do cateter na bexiga.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 o preenchimento com \u00e1gua destilada!!!!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>38. Ano: 2015\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: HCFMUSP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A higiene das m\u00e3os \u00e9 a pr\u00e1tica menos dispendiosa na busca da excel\u00eancia da qualidade do cuidado \u00e0 sa\u00fade. Al\u00e9m da lavagem das m\u00e3os com \u00e1gua e sab\u00e3o antiss\u00e9ptico, h\u00e1 tamb\u00e9m a t\u00e9cnica de higiene das m\u00e3os com solu\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica. Com base nisso, assinale a alternativa correta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) As formula\u00e7\u00f5es alco\u00f3licas t\u00eam sido indicadas como produto de escolha para a higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os sempre que houver sujidade vis\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) Deve-se retirar os adornos antes de realizar a higiene das m\u00e3os, exceto as alian\u00e7as, pois as mesmas n\u00e3o s\u00e3o consideradas adornos e n\u00e3o acumulam micro-organismos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>C) As m\u00e3os n\u00e3o devem ser secadas completamente ap\u00f3s a utiliza\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica, devendo-se utilizar o papel toalha ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o do produto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) A lavagem das m\u00e3os com \u00e1gua e sab\u00e3o antiss\u00e9ptico deve ter dura\u00e7\u00e3o de 20 a 30 segundos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) As m\u00e3os dos profissionais de sa\u00fade podem adquirir micro-organismos multirresistentes por meio de contato direto com pacientes colonizados por esses agentes e tamb\u00e9m com as superf\u00edcies pr\u00f3ximas a eles.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As formula\u00e7\u00f5es alco\u00f3licas t\u00eam sido indicadas como produto de escolha para a higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os quando n\u00e3o houver sujidade vis\u00edvel. Deve-se retirar todos os adornos antes de realizar a higiene das m\u00e3os. As m\u00e3os n\u00e3o devem ser secadas completamente ap\u00f3s a utiliza\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica usando a pr\u00f3pria fric\u00e7\u00e3o delas. A lavagem das m\u00e3os com \u00e1gua e sab\u00e3o antiss\u00e9ptico deve ter dura\u00e7\u00e3o de 40 a 60 segundos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>39. Ano: 2014\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Paulo&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A NR-32 reserva especial aten\u00e7\u00e3o ao processo de trabalho dos profissionais de enfermagem, para minimizar os riscos provenientes do exerc\u00edcio profissional. Quanto \u00e0 forma correta de descarte da seringa e agulha ap\u00f3s o uso, essa norma determina:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) reencapar a agulha e desprezar o conjunto em recipiente com saco laranja de lixo hospitalar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) desconectar e quebrar a agulha da seringa e desprezar em saco branco de lixo hospitalar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) desprezar todo o conjunto, seringa e agulha, sem reencapar, em recipiente para material perfuro- cortante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) reencapar a agulha e desprezar o conjunto em saco branco de lixo hospitalar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) reencapar a agulha, desconect\u00e1-la da seringa e desprezar a agulha em recipiente para material perfuro- cortante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nunca se deve reencapar agulhas, desprezar todo o conjunto, seringa e agulha, sem reencapar, em recipiente para material perfurocortante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>40. Ano: 2014 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Paulo&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A equipe multiprofissional da Estrat\u00e9gia da Fam\u00edlia, em visita domiciliar, observou que algumas crian\u00e7as e idosos apresentavam doen\u00e7as de notifica\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria, dentre elas:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) tuberculose, pediculose e candid\u00edase.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) dengue, difteria e leptospirose.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) escabiose, doen\u00e7a diarreica aguda e candid\u00edase.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) rub\u00e9ola, pneumonia at\u00edpica e doen\u00e7a diarreica aguda.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) doen\u00e7a de Chagas, escabiose e tuberculose.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Das doen\u00e7as apresentadas na quest\u00e3o, somente dengue, difteria, leptospirose, rub\u00e9ola e doen\u00e7a de Chagas s\u00e3o de notifica\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>41. Ano: 2015\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: HCFMUSP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 dispon\u00edvel frasco\/ampola de heparina de 25.000 Unidades Internacionais (UI) por 5 mL. Quantos mL deve- se aspirar do frasco para obter 2.500 UIs?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A)0,05 mL.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) 0,25 mL.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) 0,5 mL.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) 1 mL.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) 2 mL.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>5ml &#8212;&#8212;- 25.OOO UI&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>X ml &#8212;&#8212;- 2.500 UI&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>X = 5 . 2.500 \/ 25.000&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>X=0,5 ML&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>42. Ano: 2015 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: HCFMUSP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na receita de M.H.C. foi prescrito: varfarina 2 mg VO segunda, quarta e sexta-feira, e 5 mg ter\u00e7a, quinta-feira e s\u00e1bado pela manh\u00e3.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando que o dia 1o deste m\u00eas \u00e9 na segunda-feira, que este m\u00eas possui 31 dias e que o hospital disp\u00f5e de varfarina na apresenta\u00e7\u00e3o de 1 e 5 mg, quantos comprimidos, de cada dosagem, M.H.C. vai receber?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) 13 de 5 mg e 28 de 1 mg.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) 13 de 5 mg e 14 de 1 mg.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) 14 de 5 mg e 28 de 1 mg.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) 14 de 5 mg e 13 de 1 mg.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) 15 de 5 mg e 18 de 1 mg.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica haver\u00e1 5 segundas-feiras, 5 quartas-feiras e 4 sextas-feiras totalizando 14 dias em que ele ir\u00e1 tomar 2 MG de Varfarina por\u00e9m, s\u00f3 h\u00e1 varfarina em 1mg ent\u00e3o ele ter\u00e1 que tomar 28 CP (14&#215;2=28).5 ter\u00e7as-feiras, 4 quintas-feiras, 4 s\u00e1bados = 13 CP de 5 MG. 13 CP de 5 mg e 28 CP de 1mg&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>43. Ano: 2015 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: HCFMUSP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A dose prescrita de determinado xarope \u00e9 de 80 mg\/Kg\/dia de 6\/6 h por 10 dias. Sabendo que o paciente pesa 15 Kg e o frasco do xarope possui 200 mg\/5 mL frasco de 100 mL, assinale a alternativa que corresponde a quanto o paciente tomar\u00e1 por hor\u00e1rio, por dia e pelo tratamento todo, respectivamente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) 7,5 mL, 300 mg, 5 frascos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) 7,5 mL, 12 g, 10 frascos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) 300 mg, 7,5 mL, 3 frascos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) 300 mg, 30 mL, 3 frascos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) 1200 mg, 100 mL, 10 frascos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por dia:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>80mg x 15kg = 1200mg por dia =&gt; 5ml &#8211; 200mg&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>x &#8211; 1200&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>x = 30ml por dia&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por hor\u00e1rio (6\/6 hrs = 4 doses)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1200mg\/4 doses = 300mg por hor\u00e1rio&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tratamento todo (10 dias):&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>30 x 10 = 300ml&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Cada frasco tem 100ml, logo:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>300 : 100 = 03 frascos&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: D.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>44. Ano: \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: HCFMUSP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O paciente C.S. est\u00e1 internado na Unidade de Terapia Intensiva de um Hospital Cardiol\u00f3gico, com a seguinte prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Furosemida 40 Ml&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Solu\u00e7\u00e3o Fisiol\u00f3gica 0,9% 500 mL&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sabendo que a velocidade de infus\u00e3o \u00e9 de 112 mL\/hora e que a ampola de furosemida cont\u00e9m 2 mL, quantas ampolas de furosemida a farm\u00e1cia dever\u00e1 dispensar para 24 horas?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) 200 ampolas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) 100 ampolas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) 80 ampolas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) 40 ampolas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) 20 ampolas.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>112ml &#8212;- 1h&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>X &#8212;- 24h&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>X = 2688ml \/ 500ml&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>X = 5 trocas&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Cada troca 40ml\/2ml = 20 ampolas&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Total de ampolas: 20&#215;5 = 100 ampolas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>45. Ano: 2015\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: HCFMUSP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que indica quantos gramas de glicose h\u00e1 em uma ampola de 20 mL de glicose a 50%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) 5 gramas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) 10 gramas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) 25 gramas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) 30 gramas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) 50 gramas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Glicose a 50% significa que em cada 100ml de \u00e1gua encontramos 50 gramas de glicose. Sendo assim:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>100ml &#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 50 gramas&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>20ml &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-_ X&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>100X = 1000&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>X = 1000\/100&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>X = 10 gramas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: B&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>46. Ano: 2014\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Paulo&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A quantidade de soluto, em miligramas, existente em uma ampola de 10 mL de glicose a 25 % \u00e9 de&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) 2,5.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) 2 500.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) 22,5.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) 250.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) 0,25.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>100 ML &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;- 25mg&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>10ML &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211; X&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>X = 2,5g&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, a quest\u00e3o quer a resposta em miligramas:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>2,5 x 1000= 2500 mg&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>47. Ano: 2014 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Paulo&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As drogas quimioter\u00e1picas que, quando extravasadas, ocasionam necrose de tecido s\u00e3o denominadas:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) flebitantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) irritantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) vesicantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) al\u00e9rgicas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) alquilantes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>F\u00e1rmacos vesicantes causam necrose tissular quando extravasados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>48. Ano: 2019\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao realizar o treinamento do pessoal de enfermagem que participar\u00e1 de campanha anual de vacina\u00e7\u00e3o contra a gripe para os funcion\u00e1rios da institui\u00e7\u00e3o em que atua, o enfermeiro deve orient\u00e1-los que os frascos de vacina vazios ou com sobras de vacina devem ser&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) submetidos \u00e0 autoclavagem por cinco minutos, em temperatura de 121 oC, antes de serem descartados no lixo comum.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) expostos ao calor seco, em estufa, por 5 minutos, a 60 oC, antes de serem descartados no lixo comum.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) descartados, diretamente, junto com os demais res\u00edduos classificados como classe D.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) acondicionados, ao final da jornada de trabalho, em saco branco leitoso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) acondicionados em caixas coletoras de material perfurocortante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Todas as salas de vacina\u00e7\u00e3o devem acondicionar os res\u00edduos de imunobiol\u00f3gicos inutilizados em coletores de materiais perfurocortantes, considerando a legisla\u00e7\u00e3o espec\u00edfica em vigor. Alguns imunobiol\u00f3gicos s\u00e3o compostos por micro-organismos vivos atenuados (vacinas contra sarampo, poliomielite, febre amarela, tuberculose, etc.) e, por isso, constituem materiais biol\u00f3gicos infectantes que devem receber tratamento antes do descarte Os imunobiol\u00f3gicos compostos de bact\u00e9rias e v\u00edrus mortos ou obtidos por engenharia\u00a0<sub>\u00a0<\/sub>gen\u00e9tica (vacinas como Influenza, DTP, dT, DT, Hib, HB, etc.) n\u00e3o precisam receber tratamento especial antes de serem descartados.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>49. Ano: 2015\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma crian\u00e7a recebeu a vacina BCG-ID na Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade (UBS) no 5\u00b0 dia de vida. Quarenta dias ap\u00f3s a vacina\u00e7\u00e3o, a m\u00e3e retorna com a crian\u00e7a \u00e0 UBS porque percebeu n\u00f3dulos endurecidos no mesmo bra\u00e7o, pr\u00f3ximo \u00e0 axila, que inicialmente eram pequenos pontos que foram aumentando de tamanho. No local da aplica\u00e7\u00e3o da vacina, h\u00e1 uma endura\u00e7\u00e3o semelhante, sem a cicatriz t\u00edpica da vacina. A m\u00e3e relata que n\u00e3o ocorreu a \u201cferida da vacina&#8221;, conforme havia sido orientado no momento da aplica\u00e7\u00e3o. O diagn\u00f3stico e a conduta corretos s\u00e3o, respectivamente:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) aus\u00eancia de rela\u00e7\u00e3o temporal que apoie evento adverso de vacina\u00e7\u00e3o; encaminhar ao pediatra para investiga\u00e7\u00e3o de doen\u00e7a ganglionar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) falha na vacina\u00e7\u00e3o; revacinar e registrar no cart\u00e3o da crian\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) rea\u00e7\u00e3o de ansiedade relacionada \u00e0 vacina\u00e7\u00e3o; acalmar a m\u00e3e e orientar que algumas crian\u00e7as realmente n\u00e3o desenvolvem a ulcera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-vacina\u00e7\u00e3o com BCG-D.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) erro de imuniza\u00e7\u00e3o decorrente de t\u00e9cnica adequada de aplica\u00e7\u00e3o; notificar o procedimento inadequado de vacina\u00e7\u00e3o e iniciar tratamento com Isoniazida 10 mmg\/kg\/dia at\u00e9 a regress\u00e3o das les\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) evento adverso p\u00f3s-vacina\u00e7\u00e3o; notificar o EVAP e acompanhar, e orientar retorno, pois pode ocorrer supura\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 indica\u00e7\u00e3o de tratamento com Isoniazida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na presen\u00e7a de Linfadenopatia regional n\u00e3o supurada: Linfonodos hipertrofiados com mais de 3 cm sem evid\u00eancia de supura\u00e7\u00e3o (flutua\u00e7\u00e3o e\/ou fistuliza\u00e7\u00e3o), deve-se notificar e acompanhar; orientar retorno, pois pode ocorrer supura\u00e7\u00e3o; n\u00e3o puncionar e n\u00e3o administrar isoniazida&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>50. Ano: 2015\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma crian\u00e7a com um 1 ano e 3 meses viveu no exterior do Brasil dos sete aos 12 meses, quando retornou ao pa\u00eds. No momento da viagem para o exterior, estava com a situa\u00e7\u00e3o vacinal em dia e, no per\u00edodo em que esteve fora, n\u00e3o recebeu qualquer dose de vacina, exceto a de febre amarela, que foi exigida dez dias antes do embarque de volta. De acordo com o calend\u00e1rio de vacina\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a de zero a seis anos do Estado de S\u00e3o Paulo, a conduta correta para o atendimento hoje \u00e9&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) reiniciar o esquema de vacina\u00e7\u00e3o, porque a crian\u00e7a est\u00e1 em atraso vacinal desde os sete meses de vida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) administrar todas as vacinas em atraso desde a \u00faltima dose recebida e agendar retorno para os refor\u00e7os programados para os 4 anos de idade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) administrar todas as vacinas em atraso programadas para os 12 e 15 meses de idade e agendar retorno em 30 dias para completar o esquema previsto para a idade atual.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) n\u00e3o vacinar. Aguardar 28 dias de intervalo recomendado em virtude da vacina contra febre amarela recebida antes do embarque.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>E) n\u00e3o vacinar. Agendar retorno para os refor\u00e7os programados para os 5 anos de idade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade em situa\u00e7\u00f5es de atraso no cumprimento do calend\u00e1rio vacinal n\u00e3o haver\u00e1 necessidade de recome\u00e7ar o esquema vacinal. A crian\u00e7a aos 12 meses dever\u00e1 receber o refor\u00e7o da vacina pneumoc\u00f3cica e meningoc\u00f3cica, e a primeira dose da tr\u00edplice viral. A crian\u00e7a deve retornar aos 15 meses para receber o refor\u00e7o da DPT (Difteria, t\u00e9tano e coqueluche) e da Vacina Oral Poliomielite (VOP), a dose \u00fanica da hepatite A e a tetra viral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>51. Ano: 2014\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Paulo-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A comprova\u00e7\u00e3o da vacina\u00e7\u00e3o feita por meio do cart\u00e3o ou da caderneta de vacina\u00e7\u00e3o, emitida pelas unidades de sa\u00fade p\u00fablica e privada devidamente credenciadas no \u00e2mbito do SUS, devem conter as seguintes informa\u00e7\u00f5es:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) data, nome da vacina, temperatura da geladeira, unidade de distribui\u00e7\u00e3o da vacina, idade do usu\u00e1rio e nome do vacinador&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) nome do vacinador, idade do usu\u00e1rio, nome do usu\u00e1rio, nome da vacina, n\u00famero do lote e data.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) laborat\u00f3rio produtor, unidade de distribui\u00e7\u00e3o da vacina, data, temperatura da geladeira, nome do usu\u00e1rio e nome da vacina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) temperatura da geladeira, unidade de distribui\u00e7\u00e3o da vacina, laborat\u00f3rio produtor, n\u00famero do lote, temperatura da geladeira e idade do usu\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) nome da vacina, laborat\u00f3rio produtor, unidade vacinadora, n\u00famero do lote, nome do vacinador e data.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Deve conter nome da vacina, laborat\u00f3rio produtor, unidade vacinadora, n\u00famero do lote, nome do vacinador e data.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>52. Ano: 2015\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: HCFMUSP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O cateter totalmente implantado, ou Port-a-cath, \u00e9 um dispositivo de borracha siliconizada cuja extremidade distal se acopla a uma c\u00e2mera puncion\u00e1vel. Com rela\u00e7\u00e3o ao Port-a-cath, indique verdadeiro (V) ou falso (F) para as afirma\u00e7\u00f5es a seguir.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>( ) Dispensa pun\u00e7\u00e3o percut\u00e2nea.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>( ) N\u00e3o limita as atividades do paciente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>( ) A pun\u00e7\u00e3o do Port-a-cath pode ser realizada por qualquer profissional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>( ) A pun\u00e7\u00e3o deve ser realizada com agulha do tipo Huber.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>( ) Pode ser venoso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que apresenta a sequ\u00eancia indicada corretamente, de cima para baixo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) V, V, F, V, F.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>B) F, F, V, V, F.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) F, V, F, V, V.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) F, V, V, F, V.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) V, F, F, F, V.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao Port-a-cath n\u00e3o se dispensa pun\u00e7\u00e3o percut\u00e2nea. O Parecer T\u00e9cnico do Coren-SP 060\/2013 diz que quanto a compet\u00eancia da pun\u00e7\u00e3o, por ser uma atividade assistencial de alta complexidade, compete ao Enfermeiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>53. Ano: 2015 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: HCFMUSP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O posicionamento adequado do paciente \u00e9 essencial para os procedimentos cir\u00fargicos seguros e bem sucedidos. Quais profissionais s\u00e3o respons\u00e1veis por esse posicionamento?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) O enfermeiro e o m\u00e9dico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) O circulante e o instrumentador.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) Todos os membros da equipe cir\u00fargica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) O anestesista e o m\u00e9dico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) O enfermeiro e o anestesista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Todos os membros da equipe cir\u00fargica s\u00e3o respons\u00e1veis pelo posicionamento adequado do paciente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>54. Ano: 2015 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: UNESP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para um paciente que ser\u00e1 mantido na posi\u00e7\u00e3o de Trendelenburg durante a cirurgia, os cuidados de enfermagem para a preven\u00e7\u00e3o de les\u00e3o de posicionamento intra-operat\u00f3ria devem compreender, entre outros itens,&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) o uso de cintas de seguran\u00e7a macias, que permitam ajustes, em cada tornozelo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) o posicionamento dos bra\u00e7os ao longo do corpo, levemente flexionados, com a palma da m\u00e3o esquerda voltada para cima.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) o uso de travesseiro\/coxins sob os joelhos, mantendo as pernas flexionadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) o aplica\u00e7\u00e3o de cintas de seguran\u00e7a acolchoadas, ajustadas sobre os joelhos e na linha mamilar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) o uso de suportes de ombro bem acolchoados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O uso de cintas \u00e9 para posicionamento do paciente na mesa cir\u00fargica. N\u00e3o pode haver flex\u00e3o de membros. A \u00fanica alternativa que se enquadra com o que \u00e9 pedido pela banca, cuidados de enfermagem para a\u00a0preven\u00e7\u00e3o de les\u00e3o de posicionamento, \u00e9 a alternativa E. O uso de suporte em ombro bem acolchoados evita sobrecarga sobre os mesmos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: E.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>55. Ano: 2015\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: UNESP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a Resolu\u00e7\u00e3o COFEN 450\/2013 que normatiza o procedimento de sondagem vesical, no \u00e2mbito do Sistema Cofen\/Conselhos Regionais de Enfermagem, a realiza\u00e7\u00e3o de sondagem vesical \u00e9 de compet\u00eancia,&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) do enfermeiro, apenas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) do m\u00e9dico, apenas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) do enfermeiro e do t\u00e9cnico de enfermagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) do t\u00e9cnico de enfermagem, desde que especialmente capacitado para tal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) de todos profissionais de enfermagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A sondagem vesical \u00e9 um procedimento invasivo e que envolve riscos ao paciente, que est\u00e1 sujeito a infec\u00e7\u00f5es do trato urin\u00e1rio e\/ou a trauma uretral ou vesical. Requer cuidados de Enfermagem de maior complexidade t\u00e9cnica, conhecimentos de base cient\u00edfica e capacidade de tomar decis\u00f5es imediatas e, por essas raz\u00f5es, no \u00e2mbito da equipe de Enfermagem, a inser\u00e7\u00e3o de cateter vesical \u00e9 privativa do Enfermeiro, que deve imprimir rigor t\u00e9cnico-cient\u00edfico ao procedimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>56. Ano: 2015 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na consulta de enfermagem de dengue, o enfermeiro verifica a press\u00e3o arterial do paciente deitado ou sentado e em p\u00e9, considerando o estreitamento ou converg\u00eancia de PA um sinal de choque. A press\u00e3o arterial \u00e9 considerada convergente se&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) em todas as medidas, o paciente apresenta n\u00edveis press\u00f3ricos elevados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) em todas as medidas, o paciente apresenta n\u00edveis press\u00f3ricos muito baixos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) a diferen\u00e7a entre a PA sist\u00f3lica e a PA diast\u00f3lica for igual ou menor do que 20 mmHg.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) a diferen\u00e7a entre a PA sentado e a PA em p\u00e9 for igual ou menor do que 20 mmHg.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) em todas as posi\u00e7\u00f5es, o paciente mantiver os n\u00edveis press\u00f3ricos iguais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A press\u00e3o arterial \u00e9 considerada convergente quando a diferen\u00e7a entre a PA sist\u00f3lica e a PA diast\u00f3lica for igual ou menor do que 20 mmHg.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>57. Ano: 2015\/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao aferir a press\u00e3o arterial de um cliente\/paciente, o t\u00e9cnico de enfermagem deve determinar a press\u00e3o diast\u00f3lica no momento\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A) do desaparecimento do som dos batimentos card\u00edacos (fase V de Korotkoff).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) do abafamento dos sons dos batimentos card\u00edacos (fase IV de Korotkoff).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) da mudan\u00e7a do som, caracterizado pela maior nitidez na audibilidade dos batimentos card\u00edacos (fase III de Korotkoff).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) do aparecimento do primeiro som (fase I de Korotkoff), seguido de batidas regulares que se intensificam com o aumento da velocidade de defla\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) em que se torna aud\u00edvel o som de \u201csopro\u201d, resultante da passagem do sangue na art\u00e9ria ainda comprimida (fase II de Korotkoff).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Deve-se determinar a PAD no desaparecimento dos sons, fase V de Korotkoff.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: A.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>58. Ano: 2015 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Homem, 67 anos, portador de Doen\u00e7a Pulmonar Obstrutiva Cr\u00f4nica (DPOC), deu entrada no pronto socorro com quadro de agravamento. Para o diagn\u00f3stico de enfermagem \u201cTroca de gases prejudicada relacionada \u00e0 desigualdade de ventila\u00e7\u00e3o e perfus\u00e3o\u201d, o enfermeiro posiciona o paciente em dec\u00fabito elevado, reduzindo o esfor\u00e7o respirat\u00f3rio, monitora SpO2 por ox\u00edmetro e inicia oxigenoterapia por cateter, se o n\u00edvel observado for&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A) &gt; 95%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) &gt; 90%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) \u2264 90%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) &lt; 85%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) \u2264 50%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A oxigenoterapia tem como objetivo aumentar ou manter a satura\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio acima de 90%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: C.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>59. Ano: 2015 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Paulo-SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A press\u00e3o que o sangue exerce sobre as paredes das art\u00e9rias, dependendo da for\u00e7a da contra\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o, da quantidade de sangue e da resist\u00eancia das paredes dos vasos, \u00e9 denominada de press\u00e3o arterial. O ponto mais alto da press\u00e3o nas art\u00e9rias \u00e9 chamado de press\u00e3o sist\u00f3lica. O ponto mais baixo, ou a press\u00e3o que est\u00e1 sempre presente sobre as paredes arteriais, \u00e9 denominada de press\u00e3o diast\u00f3lica. O instrumento utilizado para medir a press\u00e3o arterial \u00e9 o esfigmoman\u00f4metro, e os tipos mais usados s\u00e3o os de coluna de merc\u00fario e o ponteiro (aneroide), possuindo ambos um manguito infl\u00e1vel que \u00e9 colocado em torno do bra\u00e7o do paciente. O estetosc\u00f3pio \u00e9 o instrumento que amplifica os sons e os transmite at\u00e9 os ouvidos do operador. A s\u00e9rie de sons que o operador ouve, ao verificar a press\u00e3o sangu\u00ednea, s\u00e3o denominados sons de\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A) Estertores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B) Korotkoff.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) Corticotrofo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D) Bulhas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E) Kussmaul.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os sons de Korotkov ou sons de Korotkoff s\u00e3o os sons ouvidos durante a aferi\u00e7\u00e3o da press\u00e3o arterial atrav\u00e9s de meios n\u00e3o-invasivos. O nome refere-se a Nikolai Korotkov, m\u00e9dico Russo que os descreveu em 1905.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa: B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>60. Ano: 2014 Banca: VUNESP \u00d3rg\u00e3o: Prefeitura de S\u00e3o Paulo &#8211; SP&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade integram uma rede regionalizada e hierarquizada, e constituem um sistema \u00fanico e organizado de acordo com as diretrizes do SUS, sendo elas:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A descentraliza\u00e7\u00e3o, consulta e participa\u00e7\u00e3o popular.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B descentraliza\u00e7\u00e3o, atendimento integral e participa\u00e7\u00e3o popular.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C universaliza\u00e7\u00e3o, participa\u00e7\u00e3o popular, atendimento integral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>D equidade, igualdade e fraternidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E participa\u00e7\u00e3o popular, equidade, universalidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resposta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No art 198 da CF\/88, as diretrizes do SUS s\u00e3o: I- descentraliza\u00e7\u00e3o, com dire\u00e7\u00e3o \u00fanica em cada esfera de governo II- atendimento integral, com prioridades para atividades preventivas, sem preju\u00edzo dos servi\u00e7os assistenciais. II- participa\u00e7\u00e3o da comunidade (participa\u00e7\u00e3o popular). Alternativa: B.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Abra\u00e7o!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Prof. L\u00edgia Carvalheiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CONHECIMENTOS ESPEC\u00cdFICOS: ENFERMAGEM 1. Ano: 2019 \/ Banca: VUNESP \/ \u00d3rg\u00e3o: TJ-SP&nbsp; Nas unidades de ambulat\u00f3rio da institui\u00e7\u00e3o, a \u201cIncid\u00eancia de Quase Falha Relacionada \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o de Medica\u00e7\u00e3o\u201d constitui um dos indicadores utilizados na avalia\u00e7\u00e3o da qualidade nos processos de trabalho de enfermagem. 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