{"id":461976,"date":"2019-12-18T14:33:59","date_gmt":"2019-12-18T17:33:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=461976"},"modified":"2019-12-18T14:34:02","modified_gmt":"2019-12-18T17:34:02","slug":"recurso-e-gabarito-tj-rj-direito-civil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/recurso-e-gabarito-tj-rj-direito-civil\/","title":{"rendered":"RECURSO e Gabarito: TJ\/RJ \u2013 Direito Civil"},"content":{"rendered":"\n<p>Eu, Prof. Paulo Sousa (<a href=\"http:\/\/www.instagram.com.br\/prof.phms\">IG<\/a>,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.faceboo.com.br\/prof.phms\">FB<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UC5BNzTLlcneB_x1aUAhXBAg\">YT<\/a>), vou apresentar o gabarito da prova objetiva de Direito Civil  do TJ\/RJ \u2013 Juiz Estadual. Vou fazer alguns coment\u00e1rios sobre a prova e analisar a possibilidade de recursos.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos l\u00e1<\/p>\n\n\n\n<p>(TJ \/TJ- RJ&nbsp;\u2013 2019)&nbsp;Assinale a alternativa correta, tendo em vista o entendimento sumulado vigente do Tribunal de Justi\u00e7a do Rio de Janeiro sobre condom\u00ednios edil\u00edcios e incorpora\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>(A) Nos contratos de promessa de compra e venda decorrentes de incorpora\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria, \u00e9 nula a cl\u00e1usula de toler\u00e2ncia de prorroga\u00e7\u00e3o de 180 dias para a entrega do im\u00f3vel.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) A despesa pelo servi\u00e7o de transporte coletivo prestado a condom\u00ednio pode ser objeto de rateio obrigat\u00f3rio entre os cond\u00f4minos, desde que aprovado em assembleia, na forma da conven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Nas d\u00edvidas relativas a cotas condominiais, deliberadas em assembleia, incide o cond\u00f4mino em mora a partir da sua efetiva notifica\u00e7\u00e3o, independentemente da utiliza\u00e7\u00e3o de meios de cobran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) O desconto por pagamento antecipado da cota condominial embute multa, que n\u00e3o admite aplica\u00e7\u00e3o de outra, e, muito menos, de percentual acima de 20% como previsto na Lei no&nbsp;&nbsp;4.591\/64.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) O pagamento de despesas com decora\u00e7\u00e3o das \u00e1reas comuns, em incorpora\u00e7\u00f5es mobili\u00e1rias, \u00e9 de responsabilidade do incorporador, salvo se pactuada a transfer\u00eancia ao adquirente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa A<\/strong>est\u00e1 incorreta, pois, conforme entendimento do TJRJ, na S\u00famula 350, a cl\u00e1usula de toler\u00e2ncia \u00e9 v\u00e1lida: \u201cNos contratos de promessa de compra e venda decorrentes de incorpora\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria, \u00e9 v\u00e1lida a cl\u00e1usula de toler\u00e2ncia de prorroga\u00e7\u00e3o de 180 dias para a entrega do im\u00f3vel, pactuada expressamente pelas partes. Refer\u00eancia: Processo Administrativo n\u00ba. 0061460-61.2015.8.19.0000 \u2013 Julgamento em31\/10\/2016 \u2013 Relator: Desembargador Nagib Slaibi. Vota\u00e7\u00e3o un\u00e2nime&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A<strong>alternativa B<\/strong>est\u00e1 correta, nos exatos termos da S\u00famula 346 do TJRJ: &#8220;A despesa pelo servi\u00e7o de transporte coletivo prestado a condom\u00ednio pode ser objeto de rateio obrigat\u00f3rio entre os cond\u00f4minos, desde que aprovado em assembleia, na forma da conven\u00e7\u00e3o. REFER\u00caNCIA: Incidente de Uniformiza\u00e7\u00e3o n\u00ba. 0422486-52.2013.8.19.0001 &#8211; Julgamento em 27\/06\/2016 &#8211; Relator: Desembargador Milton Fernandes de Souza. Vota\u00e7\u00e3o por maioria&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa C<\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que a mora incide a partir do vencimento, n\u00e3o da notifica\u00e7\u00e3o, conforme disp\u00f5e a S\u00famula 372, do TJRJ: &#8220;NAS D\u00cdVIDAS RELATIVAS A COTAS CONDOMINIAIS DELIBERADAS EM ASSEMBLEIA INCIDE O COND\u00d4MINO EM MORA A PARTIR DE SEU VENCIMENTO, INDEPENDENTE DA UTILIZA\u00c7\u00c3O DE MEIOS DE COBRAN\u00c7A. REFER\u00caNCIA: PROCESSO ADMINISTRATIVO N\u00ba. 0037791-42.2016.8.19.0000 &#8211; JULGAMENTO EM 20\/03\/2017- RELATOR: DESEMBARGADORA HELDA LIMA MEIRELES. VOTA\u00c7\u00c3O UN\u00c2NIME&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa D<\/strong>est\u00e1 incorreta, uma vez que o entendimento do TJRJ mudou, sendo a s\u00famula que descrevia tal possibilidade foi cancelada: &#8220;O Verbete n\u00ba. 36 (&#8220;O desconto por pagamento antecipado da cota condominial embute multa, que n\u00e3o admite aplica\u00e7\u00e3o de outra, e, muito menos, de percentual acima de 20% como previsto na Lei 4.591\/64&#8243;) da S\u00famula de Jurisprud\u00eancia Predominante do TJERJ foi cancelado, conforme decis\u00e3o do \u00d3rg\u00e3o Especial no Processo Administrativo n\u00ba. 0061605-49.2017.8.19.0000. Julgamento em 08\/04\/2019. Relator: Desembargador Cl\u00e1udio Brand\u00e3o de Oliveira. Vota\u00e7\u00e3o por unanimidade. Ac\u00f3rd\u00e3o publicado em 15\/04\/2019&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa E<\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que \u00e9 vedada a transfer\u00eancia das despesas ao adquirente, conforme disp\u00f5e a s\u00famula 351, do TJRJ: \u201cO pagamento de despesas com decora\u00e7\u00e3o das \u00e1reas comuns, em incorpora\u00e7\u00f5es imobili\u00e1rias, \u00e9 de responsabilidade do incorporador, vedada sua transfer\u00eancia ao adquirente. Refer\u00eancia: Processo Administrativo n\u00ba. 0061460-61.2015.8.19.0000 &#8211; Julgamento em 31\/10\/2016 \u2013 Relator: Desembargador Nagib Slaibi. Vota\u00e7\u00e3o por maioria&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>(TJ \/TJ- RJ&nbsp;\u2013 2019)&nbsp;Pedro locou, em 14.09.2005, um im\u00f3vel residencial a Jos\u00e9, pelo valor mensal de R$ 1.000,00, por um prazo de 60 meses. Mateus, casado sob o regime da comunh\u00e3o parcial de bens, foi fiador do contrato, sem anu\u00eancia de sua esposa. Ap\u00f3s o fim do contrato, em 14.09.2010, Jos\u00e9 assinou um aditamento do contrato de loca\u00e7\u00e3o, em que o aluguel foi reajustado para o valor de R$ 3.000,00. Mateus n\u00e3o assinou o aditamento. Ap\u00f3s o aditamento, nenhum valor foi pago. Pedro ajuizou a\u00e7\u00e3o de cobran\u00e7a dos valores do aluguel, em 15.09.2019. \u00c9 correto afirmar que<\/p>\n\n\n\n<p>(A) ocorreu a prescri\u00e7\u00e3o do direito de cobrar os alugu\u00e9is vencidos nos \u00faltimos tr\u00eas anos, podendo os demais serem demandados exclusivamente de Jos\u00e9, mas n\u00e3o de Mateus.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Mateus pode ser demandado, direta e isoladamente, pelos valores devidos, em raz\u00e3o da sua condi\u00e7\u00e3o de fiador do contrato de loca\u00e7\u00e3o, que se estende ao aditamento realizado a este.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) o contrato de fian\u00e7a prestado por Mateus \u00e9 anul\u00e1vel, mas todos os valores dos alugu\u00e9is devidos podem ser demandados de Jos\u00e9, tendo em vista que n\u00e3o se consumou a prescri\u00e7\u00e3o de nenhuma das parcelas vencidas.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) Mateus somente pode ser demandado subsidiariamente a Jos\u00e9 exclusivamente no que se refere \u00e0s presta\u00e7\u00f5es vencidas nos \u00faltimos cinco anos, estando as demais prescritas.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) tanto Mateus quanto Jos\u00e9 podem ser demandados a pagar somente as presta\u00e7\u00f5es vencidas nos \u00faltimos cinco anos, estando as demais prescritas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A<strong>alternativa A<\/strong>est\u00e1 correta, uma vez que, o direito de cobrar os alugu\u00e9is vencidos prescreve em tr\u00eas anos, conforme disp\u00f5e o art. 206, \u00a73\u00ba, inc. I: &#8220;Prescreve em tr\u00eas anos a pretens\u00e3o relativa a alugu\u00e9is de pr\u00e9dios urbanos ou r\u00fasticos&#8221;. Ainda, a d\u00edvida n\u00e3o poder\u00e1 ser cobrada de Mateus, dado que, os contratos de fian\u00e7a realizados sem a anu\u00eancia do c\u00f4njuge do fiador \u00e9 totalmente ineficaz, nos termos da S\u00famula 332 do STJ: \u201cA fian\u00e7a prestada sem autoriza\u00e7\u00e3o de um dos c\u00f4njuges implica a inefic\u00e1cia total da garantia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa B<\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que a garantia prestada por Mateus \u00e9 totalmente ineficaz, pois feita sem anu\u00eancia de sua c\u00f4njuge. Assim, n\u00e3o poder\u00e1 ser demandado, de acordo com a S\u00famula 332 do STJ.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa C<\/strong>est\u00e1 incorreta, eis que o contrato de fian\u00e7a prestado por Mateus \u00e9 ineficaz, n\u00e3o anul\u00e1vel. Quanto \u00e0 prescri\u00e7\u00e3o, esta ocorre em tr\u00eas anos, portanto, n\u00e3o s\u00e3o todas as parcelas vencidas que poder\u00e3o ser demandadas.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa D<\/strong>est\u00e1 incorreta, porque Mateus n\u00e3o poder\u00e1 ser demandado, nem subsidiariamente.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa E<\/strong>incorreta, conforme as alternativas anteriores.<\/p>\n\n\n\n<p>(TJ \/TJ- RJ&nbsp;\u2013 2019)&nbsp;O munic\u00edpio tem um projeto de implanta\u00e7\u00e3o de um conjunto habitacional popular que ir\u00e1 ocupar tr\u00eas \u00e1reas distintas e cont\u00edguas: i) matr\u00edcula X, de propriedade do Munic\u00edpio; ii) matr\u00edcula Y, de propriedade particular, mas com imiss\u00e3o provis\u00f3ria na posse deferida em processo de desapropria\u00e7\u00e3o ajuizada pelo munic\u00edpio e registrada a imiss\u00e3o na posse no Cart\u00f3rio de Registro de Im\u00f3veis; iii) \u00e1rea Z, destinada a edif\u00edcios p\u00fablicos de um loteamento urbano. O munic\u00edpio requereu a abertura de uma matr\u00edcula abrangendo as tr\u00eas \u00e1reas (X, Y e Z). Houve negativa do Cart\u00f3rio de Registro de Im\u00f3veis. Foi suscitada d\u00favida pelo Registrador de Im\u00f3veis que dever\u00e1 ser julgada:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) improcedente, pois poderia haver a unifica\u00e7\u00e3o das glebas Y e Z, mas n\u00e3o com a Gleba X, que somente poderia ser unificada \u00e0quelas ap\u00f3s o registro decarta de adjudica\u00e7\u00e3o expedida na desapropria\u00e7\u00e3o referente \u00e0 Gleba X.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) procedente, pois poderia haver a unifica\u00e7\u00e3o das glebas X e Y, mas n\u00e3o com a Gleba Z que deveria ser previamente discriminada, por n\u00e3o estar ainda registrada.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) improcedente, tendo em vista que a unifica\u00e7\u00e3o das matr\u00edculas poder\u00e1 abranger um ou mais im\u00f3veis de dom\u00ednio p\u00fablico que sejam cont\u00edguos \u00e0 \u00e1rea objeto da imiss\u00e3o provis\u00f3ria na posse.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) procedente, tendo em vista que somente seria poss\u00edvel a abertura de uma matr\u00edcula \u00fanica das tr\u00eas \u00e1reas ap\u00f3s a finaliza\u00e7\u00e3o da desapropria\u00e7\u00e3o e o registro das \u00e1reas Y e Z no nome do Munic\u00edpio.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) improcedente, tendo em vista que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel a fus\u00e3o de matr\u00edculas que n\u00e3o est\u00e3o registradas em nome do mesmo propriet\u00e1rio, mesmo com o registro da imiss\u00e3o provis\u00f3ria na posse em nome do Munic\u00edpio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa A<\/strong>est\u00e1 incorreta, pois pode haver a unifica\u00e7\u00e3o de um ou mais im\u00f3veis de dom\u00ednio p\u00fablico que sejam cont\u00edguos a \u00e1rea de imiss\u00e3o na posse.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa B<\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que as tr\u00eas glebas podem ser unificadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A<strong>alternativa C<\/strong>est\u00e1 correta, sendo exatamente o que prev\u00ea a Lei 12. 424\/2011, que incluiu o art. 235, \u00a73\u00ba, nos registros p\u00fablicos: \u201cNa hip\u00f3tese de que trata o inciso III, a unifica\u00e7\u00e3o das matr\u00edculas poder\u00e1 abranger um ou mais im\u00f3veis de dom\u00ednio p\u00fablico que sejam cont\u00edguos \u00e0 \u00e1rea objeto da imiss\u00e3o provis\u00f3ria na posse\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa D<\/strong>est\u00e1 incorreta, conforme as alternativas anteriores.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa E<\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que a Lei apenas exige que os im\u00f3veis sejam de dom\u00ednio p\u00fablico, mas n\u00e3o necessariamente da mesma pessoa.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>(TJ \/TJ- RJ&nbsp;\u2013 2019)&nbsp;Pedro, crian\u00e7a de 4 anos, com pais desconhecidos, vive em uma institui\u00e7\u00e3o de menores abandonados. Em raz\u00e3o de sua apar\u00eancia f\u00edsica (branco e de olhos claros) despertou o interesse na ado\u00e7\u00e3o por um casal alem\u00e3o. Entretanto, outro casal brasileiro, regularmente cadastrado para ado\u00e7\u00e3o na forma da lei, tamb\u00e9m manifestou interesse em adotar Pedro. Acerca do caso hipot\u00e9tico, assinale a alternativa correta.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>(A) Pedro dever\u00e1 previamente ser inserido no programa de apadrinhamento e, apenas no caso de insucesso deste, poder\u00e1 ser deferida a ado\u00e7\u00e3o, com prefer\u00eancia ao casal brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Caso seja deferida a ado\u00e7\u00e3o ao casal alem\u00e3o, a sa\u00edda de Pedro do territ\u00f3rio nacional somente poder\u00e1 ocorrer a partir da publica\u00e7\u00e3o da decis\u00e3o proferida pelo juiz em primeira inst\u00e2ncia, mesmo sem o tr\u00e2nsito em julgado, vedada a concess\u00e3o de tutela provis\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Dever\u00e1 ser deferida a ado\u00e7\u00e3o ao casal que melhor apresentar condi\u00e7\u00f5es de satisfazer os interesses da crian\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) Dever\u00e1 ser dada prefer\u00eancia ao casal estrangeiro, tendo em vista que a ado\u00e7\u00e3o ir\u00e1 representar a Pedro a possibilidade de ser cidad\u00e3o da comunidade europeia, o que significa uma manifesta vantagem em seu interesse.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) Dever\u00e1 ser dada prefer\u00eancia ao casal brasileiro, se este apresentar perfil compat\u00edvel com a crian\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa A<\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que o programa de apadrinhamento consiste em um programa para estabelecer v\u00ednculos fora a institui\u00e7\u00e3o onde a crian\u00e7a est\u00e1, mas n\u00e3o \u00e9 permanente, n\u00e3o interferindo na ado\u00e7\u00e3o, conforme prev\u00ea a Lei 8.069\/1990 em art. 19-B, \u00a71\u00ba.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa B<\/strong>est\u00e1 incorreta, dado que, caso a ado\u00e7\u00e3o seja feita pelo casal estrangeiro, estes devem ficar no Brasil durante o est\u00e1gio de conviv\u00eancia, que \u00e9 de, no m\u00ednimo, trinta dias, conforme o art. 46, \u00a73\u00ba, da Lei supracitada: \u201cEm caso de ado\u00e7\u00e3o por pessoa ou casal residente ou domiciliado fora do Pa\u00eds, o est\u00e1gio de conviv\u00eancia ser\u00e1 de, no m\u00ednimo, 30 (trinta) dias e, no m\u00e1ximo, 45 (quarenta e cinco) dias, prorrog\u00e1vel por at\u00e9 igual per\u00edodo, uma \u00fanica vez, mediante decis\u00e3o fundamentada da autoridade judici\u00e1ria\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa C<\/strong>est\u00e1 incorreta, uma vez que, o casal brasileiro tem prefer\u00eancia sobre o casal estrangeiro que pretende adotar, s\u00f3 podendo ser deferida a ado\u00e7\u00e3o por estrangeiros quando n\u00e3o h\u00e1 possibilidade de colocar a crian\u00e7a ou o adolescente em fam\u00edlia adotiva brasileira, conforme o art. 51, \u00a71\u00ba, inc. II, do ECA: \u201cA ado\u00e7\u00e3o internacional de crian\u00e7a ou adolescente brasileiro ou domiciliado no Brasil somente ter\u00e1 lugar quando restar comprovado que foram esgotadas todas as possibilidades de coloca\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a ou adolescente em fam\u00edlia adotiva brasileira, com a comprova\u00e7\u00e3o, certificada nos autos, da inexist\u00eancia de adotantes habilitados residentes no Brasil com perfil compat\u00edvel com a crian\u00e7a ou adolescente, ap\u00f3s consulta aos cadastros mencionados nesta Lei\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa D<\/strong>est\u00e1 incorreta, eis que a prefer\u00eancia \u00e9 dada aos casais brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<p>A<strong>alternativa E<\/strong>est\u00e1 correta, porque o casal brasileiro tem prefer\u00eancia e, caso sejam compat\u00edveis, poder\u00e3o ficar com a crian\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>(TJ \/TJ- RJ&nbsp;\u2013 2019)&nbsp;Jo\u00e3o e Maria viviam em uni\u00e3o est\u00e1vel, formalizada mediante escritura p\u00fablica, em que elegeram o regime da comunh\u00e3o parcial de bens. Da rela\u00e7\u00e3o entre Jo\u00e3o e Maria, resultaram duas filhas, Madalena e Sara. Jo\u00e3o tamb\u00e9m tinha outros dois filhos, Mateus e Paulo, decorrentes de rela\u00e7\u00f5es eventuais que manteve. Jo\u00e3o faleceu. Na data da sua morte, Jo\u00e3o possu\u00eda um patrim\u00f4nio adquirido totalmente antes da constitui\u00e7\u00e3o da uni\u00e3o est\u00e1vel com Maria. \u00c9 correto afirmar que o patrim\u00f4nio de Jo\u00e3o ser\u00e1 dividido da seguinte forma:<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>(A) um quarto (1\/4) da heran\u00e7a para Maria e o restante dividido igualmente entre todos os filhos de Jo\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) um quarto (1\/4) para cada um dos filhos de Jo\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) um ter\u00e7o (1\/3) para Maria e o restante dividido igualmente entre todos os filhos de Jo\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) Maria e todos os filhos de Jo\u00e3o receber\u00e3o, cada um, um quinto (1\/5) da heran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) 10% para Maria e 15% para cada um dos filhos de Jo\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A<strong>alternativa D<\/strong>est\u00e1 correta, pois Maria n\u00e3o \u00e9 meeira no caso, j\u00e1 que os bens foram constitu\u00eddos antes da uni\u00e3o. Assim, Maria concorrer\u00e1 igualmente com os demais herdeiros de Jo\u00e3o, j\u00e1 que n\u00e3o \u00e9 ascendente de todos eles, n\u00e3o tendo direito a um quarto da heran\u00e7a, conforme o art. 1.832. \u201cEm concorr\u00eancia com os descendentes (art. 1.829, inciso I) caber\u00e1 ao c\u00f4njuge quinh\u00e3o igual ao dos que sucederem por cabe\u00e7a, n\u00e3o podendo a sua quota ser inferior \u00e0 quarta parte da heran\u00e7a, se for ascendente dos herdeiros com que concorrer\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>As&nbsp;<strong>alternativas A, B, C e E&nbsp;<\/strong>est\u00e3o,&nbsp;portanto, incorretas.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>(TJ \/TJ- RJ&nbsp;\u2013 2019)Pedro \u00e9 s\u00f3cio, juntamente com sua esposa Maria, da pessoa jur\u00eddica \u201cPM LTDA\u201d. Maria, sem o conhecimento de Pedro, come\u00e7ou a desviar valores dos cofres da empresa, mediante a emiss\u00e3o de notas fiscais frias, para Ricardo, seu concubino. Em raz\u00e3o dos desvios realizados por Maria, a empresa \u201cPM LTDA\u201d parou de pagar seus fornecedores, que ajuizaram demanda visando receber os valores devidos. Pedro descobriu a trai\u00e7\u00e3o e divorciou-se de Maria, que foi viver com seu concubino com todos os valores desviados da \u201cPM LTDA\u201d. Os fornecedores requereram a desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica, para que pudessem satisfazer seus cr\u00e9ditos com o patrim\u00f4nio pessoal de Maria e de Pedro. Assinale a alternativa correta.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>(A) A desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica apenas pode ocorrer em caso de confus\u00e3o patrimonial e, como n\u00e3o houve a transfer\u00eancia de valores para os s\u00f3cios e sim para um terceiro, n\u00e3o podem os bens pessoais de Pedro e Maria responderem pelas obriga\u00e7\u00f5es da sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Os bens pessoais de Pedro n\u00e3o podem responder pelas d\u00edvidas da empresa, tendo em vista que n\u00e3o houve ato doloso de sua parte, bem como ele n\u00e3o se beneficiou direta ou indiretamente dos desvios.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Apenas de for comprovada a culpa grave de Pedro na administra\u00e7\u00e3o da pessoa jur\u00eddica \u00e9 que poder\u00e1 ser realizada a desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica e seus bens pessoais responderem pelas d\u00edvidas da \u201cPM LTDA\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) Apenas os bens de Ricardo podem ser alcan\u00e7ados pela desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica, pois, apesar de n\u00e3o ser s\u00f3cio, praticou atos dolosos de confus\u00e3o patrimonial.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) Pode haver a desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica e os bens de Pedro e Maria ir\u00e3o responder pelas d\u00edvidas da empresa, em raz\u00e3o do desvio de finalidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa A<\/strong>est\u00e1 incorreta, uma vez que Maria usufrui dos bens desviados da empresa, sendo diretamente beneficiada e, como s\u00f3cia, houve confus\u00e3o patrimonial, podendo haver a desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica para atingir os bens de Maria, conforme o art. 50.<\/p>\n\n\n\n<p>A<strong>alternativa B<\/strong>est\u00e1 correta, dado que a desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica atinge apenas o s\u00f3cio respons\u00e1vel pelo abuso de personalidade, que foi beneficiado direta ou indiretamente, o que n\u00e3o \u00e9 o caso de Pedro, que n\u00e3o contribuiu para o desvio nem foi beneficiado, nos termos do art. 50: &#8220;Em caso de abuso da personalidade jur\u00eddica, caracterizado pelo desvio de finalidade ou pela confus\u00e3o patrimonial, pode o juiz, a requerimento da parte, ou do Minist\u00e9rio P\u00fablico quando lhe couber intervir no processo, desconsider\u00e1-la para que os efeitos de certas e determinadas rela\u00e7\u00f5es de obriga\u00e7\u00f5es sejam estendidos aos bens particulares de administradores ou de s\u00f3cios da pessoa jur\u00eddica beneficiados direta ou indiretamente pelo abuso&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa C<\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que Pedro somente seria atingido pela desconsidera\u00e7\u00e3o da personalidade jur\u00eddica caso tivesse cometido o abuso de personalidade ou se beneficiado dele.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa D<\/strong>est\u00e1 incorreta, porque Ricardo n\u00e3o era s\u00f3cio da empresa, devendo Maria ser respons\u00e1vel pelo abuso de personalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa E<\/strong>est\u00e1 incorreta, eis que os bens de Pedro n\u00e3o devem responder pelo abuso de personalidade cometido por Maria.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>(TJ \/TJ- RJ&nbsp;\u2013 2019)Uma d\u00edvida prescrita, o penhor oferecido por terceiro, uma d\u00edvida de jogo e a fian\u00e7a representam, respectivamente, obriga\u00e7\u00e3o:<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>(A) sem Schuld e sem Haftung, com Haftung sem Schuld pr\u00f3prio, com Schuld sem Haftung e com Haftung sem Schuld atual.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) com Haftung sem Schuld, com Schuld sem Haftung, com Haftung sem Schuld atual, e com Haftung sem Schuld pr\u00f3prio.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) com Schuld sem Haftung, com Haftung sem Schuld pr\u00f3prio, com Schuld sem Haftung e com Haftung sem Schuld atual.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) com Schuld sem Haftung, com Haftung sem Schuld pr\u00f3prio, sem Schuld e sem Haftung e com Haftung sem Schuld atual.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) com Haftung sem Schuld, com Haftung sem Schuld atual, com Schuld sem Haftung e com Haftung sem Schuld pr\u00f3prio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Numa aproxima\u00e7\u00e3o com a compreens\u00e3o doutrin\u00e1ria advinda do direito germ\u00e2nico,&nbsp;<em>Haftung&nbsp;<\/em>\u00e9 a obriga\u00e7\u00e3o em si, ao passo que&nbsp;<em>Schuld&nbsp;<\/em>\u00e9 o d\u00e9bito. Posso ter obriga\u00e7\u00e3o sem d\u00e9bito e d\u00e9bito sem obriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na d\u00edvida prescrita h\u00e1 um d\u00e9bito (<em>Schuld),&nbsp;<\/em>mas n\u00e3o h\u00e1 uma correspectiva obriga\u00e7\u00e3o (<em>Haftung<\/em>), j\u00e1 que a d\u00edvida n\u00e3o \u00e9 mais exig\u00edvel. Ou seja,&nbsp;<em>devo, mas n\u00e3o sou obrigado<\/em>a pagar.<\/p>\n\n\n\n<p>No penhor oferecido por terceiro, h\u00e1 uma obriga\u00e7\u00e3o, um dever (<em>Haftung<\/em>), mas n\u00e3o h\u00e1 um d\u00e9bito pr\u00f3prio (<em>Schuld)<\/em>, j\u00e1 que oferecido por terceiro. Ou seja,&nbsp;<em>sou obrigado a pagar<\/em>porque disse que pagaria, mas&nbsp;<em>n\u00e3o devo<\/em>, pois quem deve \u00e9 quem \u00e9 beneficiado pela minha garantia real (possivelmente uma das partes da obriga\u00e7\u00e3o principal, o devedor). Impr\u00f3prio porque o dever se origina de d\u00e9bito de terceiro.<\/p>\n\n\n\n<p>A d\u00edvida de jogo \u00e9 um v\u00ednculo natural, j\u00e1 que n\u00e3o pode ser exig\u00edvel, n\u00e3o havendo uma obriga\u00e7\u00e3o (<em>Haftung),&nbsp;<\/em>portanto, mas h\u00e1 uma d\u00edvida (<em>Schuld<\/em>). \u00c9 o mesmo caso da d\u00edvida prescrita,&nbsp;<em>devo, mas n\u00e3o sou obrigado<\/em>a pagar.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 fian\u00e7a, h\u00e1 a obriga\u00e7\u00e3o (<em>Haftung),&nbsp;<\/em>mas n\u00e3o um d\u00e9bito (<em>Schuld<\/em>). \u00c9 a mesma coisa que o penhor oferecido por terceiro,&nbsp;<em>sou obrigado a pagar<\/em>porque disse que pagaria, mas&nbsp;<em>n\u00e3o devo<\/em>, pois quem deve \u00e9 quem \u00e9 beneficiado pela minha garantia pignorat\u00edcia (possivelmente uma das partes da obriga\u00e7\u00e3o principal, o devedor-afian\u00e7ado). Eventualmente, passarei a ter obriga\u00e7\u00e3o, mas sem o d\u00e9bito do afian\u00e7ado a obriga\u00e7\u00e3o \u00e9 meramente futura.<\/p>\n\n\n\n<p>A<strong>alternativa C<\/strong>est\u00e1 correta e&nbsp;as&nbsp;<strong>alternativas A, B, D&nbsp;<\/strong>e<strong>E<\/strong>est\u00e3o,&nbsp;&nbsp;portanto, est\u00e3o incorretas<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>(TJ \/TJ- RJ&nbsp;\u2013 2019)&nbsp;Foi registrado um loteamento que, entretanto, nunca foi implantado. Judas e sua fam\u00edlia constru\u00edram e come\u00e7aram a morar numa \u00e1rea que seria destinada a ser um logradouro p\u00fablico. Ap\u00f3s 10 anos de ocupa\u00e7\u00e3o mansa e pac\u00edfica, mediante moradia com sua fam\u00edlia, Judas ajuizou uma a\u00e7\u00e3o de usucapi\u00e3o. \u00c9 correto afirmar que a usucapi\u00e3o<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>(A) somente poder\u00e1 ser reconhecida a usucapi\u00e3o se houver a cita\u00e7\u00e3o de todos os confrontantes e aus\u00eancia de oposi\u00e7\u00e3o do loteador e da Municipalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) n\u00e3o poder\u00e1 ser reconhecida, pois os bens p\u00fablicos s\u00e3o imprescrit\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) poder\u00e1 ser reconhecida, independentemente da dimens\u00e3o da \u00e1rea ocupada, tendo em vista que se presume o justo t\u00edtulo e boa-f\u00e9, em raz\u00e3o da longevidade da posse e da sua fun\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) poder\u00e1 ser reconhecida, desde que o im\u00f3vel tenha dimens\u00e3o inferior a 250 m2&nbsp;&nbsp;e Judas n\u00e3o seja propriet\u00e1rio de outro im\u00f3vel urbano ou rural.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) n\u00e3o poder\u00e1 ser reconhecida, tendo em vista que n\u00e3o decorreu o prazo de 15 anos da usucapi\u00e3o extraordin\u00e1ria, quando ent\u00e3o poder\u00e1 ser reconhecida.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa A<\/strong>est\u00e1 incorreta, uma vez que a \u00e1rea se trata de um bem p\u00fablico, n\u00e3o podendo ser adquirida por meio de usucapi\u00e3o, conforme a S\u00famula 340 do STF.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A<strong>alternativa B<\/strong>est\u00e1 correta, porque uma das caracter\u00edsticas dos bens p\u00fablicos \u00e9 a sua&nbsp;<em>inusucapibilidade<\/em>, ou imprescritibilidade. Assim, eles n\u00e3o podem ser adquiridos por meio de usucapi\u00e3o, conforme disp\u00f5e a S\u00famula 340 do STF: &#8220;Desde a vig\u00eancia do C\u00f3digo Civil, os bens dominicais, como os demais bens p\u00fablicos, n\u00e3o podem ser adquiridos por usucapi\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa C<\/strong>est\u00e1 incorreta, eis que os bens p\u00fablicos n\u00e3o est\u00e3o sujeitos a usucapi\u00e3o e, caso fosse um bem particular, dependeria da dimens\u00e3o da \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>alternativa D<\/strong>est\u00e1 incorreta, j\u00e1 que a usucapi\u00e3o urbana n\u00e3o se aplica aos bens p\u00fablicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00a0<strong>alternativa E<\/strong>est\u00e1 incorreta, dado que os bens p\u00fablicos n\u00e3o podem ser adquiridos por usucapi\u00e3o, como dito.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, n\u00e3o visualizei possibilidade de recurso das quest\u00f5es de Direito Civil.<\/p>\n\n\n\n<p>Espero que voc\u00ea tenha ido bem na prova!<br \/><\/p>\n\n\n\n<p>Abra\u00e7o,<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/paulo-h-m-sousa-3384\/\">Paulo H M Sousa<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.instagram.com.br\/prof.phms\">Instagram<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.facebook.com.br\/prof.phms\">Facebook<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UC5BNzTLlcneB_x1aUAhXBAg\">Youtube<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu, Prof. Paulo Sousa (IG,\u00a0FB\u00a0e\u00a0YT), vou apresentar o gabarito da prova objetiva de Direito Civil do TJ\/RJ \u2013 Juiz Estadual. 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