{"id":43216,"date":"2017-11-22T10:00:18","date_gmt":"2017-11-22T13:00:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=43216"},"modified":"2019-04-13T01:06:27","modified_gmt":"2019-04-13T04:06:27","slug":"teste-anpad-tudo-o-que-voce-precisa-saber","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/teste-anpad-tudo-o-que-voce-precisa-saber\/","title":{"rendered":"Prepare-se para o pr\u00f3ximo TESTE ANPAD com nossos materiais; prova ocorrer\u00e1 em setembro"},"content":{"rendered":"<h3><strong><em>Teste ANPAD &#8211; edi\u00e7\u00e3o de setembro 2018<\/em><\/strong><\/h3>\n<p>Ol\u00e1 pessoal!<\/p>\n<p>A pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o do teste ANPAD vai ocorrer em <strong><em>16 de setembro de 2018<\/em><\/strong>. As inscri\u00e7\u00f5es ser\u00e3o abertas a partir do dia <strong><em>3 de julho<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>E para ajudar voc\u00ea na sua prepara\u00e7\u00e3o, n\u00f3s preparamos um PDF Gratuito com<em><strong> 30 quest\u00f5es <\/strong><\/em>do teste de setembro de 2017,<em><strong> resolvidas<\/strong><\/em>.<\/p>\n<p>Cabe ressaltar que n\u00e3o devem haver altera\u00e7\u00f5es relevantes em rela\u00e7\u00e3o ao edital da edi\u00e7\u00e3o de setembro de 2017. Por falar nisso, veja nesse mesmo post v\u00e1rias quest\u00f5es resolvidas das provas de Racioc\u00ednio L\u00f3gico, Anal\u00edtico e Quantitativo da \u00faltima edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O PDF est\u00e1 dispon\u00edvel logo a seguir!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/Bo\u0302nus-ANPAD.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-91830\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/10\/06182939\/anpad.jpg\" alt=\"\" width=\"452\" height=\"640\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/10\/06182939\/anpad.jpg 597w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/10\/06182939\/anpad.jpg 212w\" sizes=\"auto, (max-width: 452px) 100vw, 452px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o deixe tamb\u00e9m de ver a entrevista da nossa aluna <strong><em>Juliana Valen\u00e7a<\/em><\/strong>. Ela utilizou o nosso material do Teste ANPAD para se preparar para a prova de doutorado da Universidade Federal de Pernambuco e foi aprovada!<\/p>\n<p>Clique aqui para assistir e saber como ela fez para estudar e se preparar para a prova.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_HsDqqkoMyA4\"><div id=\"lyte_HsDqqkoMyA4\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/HsDqqkoMyA4\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/HsDqqkoMyA4\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/HsDqqkoMyA4\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Teste ANPAD &#8211; veja aqui a resolu\u00e7\u00e3o de quest\u00f5es do exame de junho<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fala pessoal, tudo bem?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem pretende se preparar para o pr\u00f3ximo Teste ANPAD, precisa estudar muita teoria de todas as disciplinas, mas sem d\u00favidas a etapa mais importante \u00e9 a resolu\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias quest\u00f5es de provas anteriores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para auxiliar, disponibilizei abaixo algumas quest\u00f5es resolvidas da prova de Junho\/2017:<\/p>\n<h2>Racioc\u00ednio L\u00f3gico &#8211; quest\u00f5es resolvidas<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Sejam q, r e s proposi\u00e7\u00f5es l\u00f3gica simples e p a proposi\u00e7\u00e3o l\u00f3gica definida por:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">P: (q v (r v ~s)) ^ (~q)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A proposi\u00e7\u00e3o P \u00e9 falsa se, e somente se, for verdadeira a proposi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) (q v (~r)) v (q v s)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) (q v (~r)) ^ (q v s)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) (q v (~r)) ^ (q ^ s)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) (q v (~r)) v (q ^ s)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) ((~q) ^ r) v ((~q) v (~s))<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Veja que a proposi\u00e7\u00e3o do enunciado pode ser escrita na forma (A ou B) e C, onde:<\/p>\n<p align=\"center\">A = q<\/p>\n<p align=\"center\">B = (r ou ~s)<\/p>\n<p align=\"center\">C = ~q<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Veja ainda que (A ou B) e C \u00e9 o mesmo que (A e C) ou (B e C). Esta \u00faltima seria:<\/p>\n<p align=\"center\">(q e ~q) ou ((r ou ~s) e ~q)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A primeira parte desta proposi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma contradi\u00e7\u00e3o (q e ~q), sendo sempre falsa. O enunciado quer que a proposi\u00e7\u00e3o p seja falsa. Para que a disjun\u00e7\u00e3o inteira seja falsa, precisamos que o segundo trecho tamb\u00e9m seja falso. Para isto, a sua nega\u00e7\u00e3o deve ser verdadeira:<\/p>\n<p align=\"center\">~((r ou ~s) e ~q) =<\/p>\n<p align=\"center\">~(r ou ~s) ou q =<\/p>\n<p align=\"center\">(~r e s) ou q =<\/p>\n<p align=\"center\">(~r ou q) e (s ou q) =<\/p>\n<p align=\"center\">(q ou ~r) e (q ou s)<\/p>\n<p><strong>Resposta: B<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> As condi\u00e7\u00f5es \u201cter sobrenome Silva\u201d e \u201cn\u00e3o morar em Rond\u00f4nia\u201d, se atendidas simultaneamente por uma mesma pessoa, s\u00e3o suficientes para garantir que tal pessoa \u00e9 minha parente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, morar em Rond\u00f4nia \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) necess\u00e1ria para uma pessoa que tem sobrenome Silva n\u00e3o ser minha parente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) necess\u00e1ria para uma pessoa n\u00e3o ter sobrenome Silva nem ser minha parente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) necess\u00e1ria para uma pessoa ser minha parente ou n\u00e3o ter sobrenome Silva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) suficiente para uma pessoa que tem sobrenome Silva n\u00e3o ser minha parente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) suficiente para uma pessoa que ser minha parente ou n\u00e3o ter sobrenome Silva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em uma condicional p\u2013&gt;q sabemos que p \u00e9 suficiente para q, e q \u00e9 necess\u00e1rio para p. Como &#8220;ter sobrenome Silva&#8221; e &#8220;n\u00e3o morar em Rond\u00f4nia&#8221; s\u00e3o suficientes para a pessoa ser minha parente, ent\u00e3o temos a condicional:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&#8220;Se tem sobrenome Silva e n\u00e3o mora em Rond\u00f4nia, ent\u00e3o \u00e9 minha parente&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Imagine uma pessoa que tem sobrenome Silva e n\u00e3o \u00e9 minha parente. No caso desta pessoa, o trecho &#8220;tem sobrenome Silva&#8221; \u00e9 V e o trecho &#8220;\u00e9 minha parente&#8221; \u00e9 F. Nestas condi\u00e7\u00f5es, repare que caso &#8220;n\u00e3o mora em Rond\u00f4nia&#8221; seja V, ficar\u00edamos com uma condicional (V e V)\u2013&gt;F, que \u00e9 FALSA! Logo, \u00e9 NECESS\u00c1RIO que o trecho &#8220;n\u00e3o mora em Rond\u00f4nia&#8221; seja F, ou seja, a pessoa mora em Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, podemos afirmar que &#8220;morar em Rond\u00f4nia&#8221; \u00e9 NECESS\u00c1RIO para que uma pessoa que tem sobrenome Silva n\u00e3o seja minha parente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: A<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Ana, Zaia, Carlos e Daniel s\u00e3o amigos que sa\u00edram para jantar. Casa um dos quatro amigos chegou ao restaurante com o pr\u00f3prio ve\u00edculo: um carro branco, um verde, uma moro branca ou uma moto verde. N\u00e3o se sabe a qual amigo pertence cada um, mas sabe-se que:<\/p>\n<ol style=\"list-style-type: upper-roman;\">\n<li>A cor do ve\u00edculo de Carlos \u00e9 verde, se for moto.<\/li>\n<li>A cor do ve\u00edculo de Zaia \u00e9 branca se, e somente se, for carro<\/li>\n<li>Se um ve\u00edculo n\u00e3o \u00e9 de Ana nem de Carlos, ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 de cor branca<\/li>\n<\/ol>\n<p>Portanto, um ve\u00edculo citado n\u00e3o \u00e9 um carro nem \u00e9 de cor verde se, e somente se, ele pertence a<\/p>\n<p>A) Ana<\/p>\n<p>B) Zaia<\/p>\n<p>C) Carlos<\/p>\n<p>D) Daniel<\/p>\n<p>E) Ana ou Carlos<\/p>\n<p><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Temos 2 carros e 2 motos, sendo 2 ve\u00edculos verdes e 2 brancos. A frase III mostra que os carros de Ana e Carlos \u00e9 que s\u00e3o brancos, de modo que os demais (Zaia e Daniel) s\u00e3o verdes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pela frase II, o ve\u00edculo de Zaia s\u00f3 seria carro se fosse branco. Como ele \u00e9 verde, ent\u00e3o o ve\u00edculo dela \u00e9 uma MOTO VERDE.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pela frase I, se Carlos tivesse moto, ela seria verde. Como ele n\u00e3o pode ter um ve\u00edculo verde (o dele \u00e9 branco, como j\u00e1 vimos), ele n\u00e3o pode ter uma moto, tendo assim um CARRO BRANCO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O outro ve\u00edculo branco \u00e9 de Ana. Assim, Ana tem a MOTO BRANCA. Portanto, se um ve\u00edculo n\u00e3o \u00e9 carro e nem \u00e9 verde (ou seja, o ve\u00edculo \u00e9 uma MOTO BRANCA), ele deve ser de Ana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: A<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> A figura mostra quatro cartas id\u00eanticas utilizadas em um jogo. Cada carta tem apenas uma letra A em um lado e apenas uma letra B no lado oposto. Primeiramente \u00e9 sorteada uma disposi\u00e7\u00e3o inicial das cartas e, em seguida, \u00e9 sorteada uma disposi\u00e7\u00e3o final, que dever\u00e1 ser alcan\u00e7ada pelo jogador ap\u00f3s alguns lances. Cada lance \u00e9 uma etapa do jogo, na _qual o jogador escolhe duas cartas e as vira. A figura abaixo mostra uma configura\u00e7\u00e3o inicial, na qual as cartas mostram duas letras A e duas letras B.<\/p>\n<p align=\"center\"><span style=\"font-size: 20px;\"><b>A A B B<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se a disposi\u00e7\u00e3o final sorteada fosse A B A B, ent\u00e3o o jogador conseguiria alcan\u00e7a-la a partir da disposi\u00e7\u00e3o dada acima em apenas um lance, ao escolher as duas cartas do meio e vir\u00e1-las.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se a disposi\u00e7\u00e3o final sorteada for A B B A, ent\u00e3o ser\u00e1 imposs\u00edvel alcan\u00e7\u00e1-la ap\u00f3s um n\u00famero qualquer de lances se, e somente se, a disposi\u00e7\u00e3o inicial sorteada contiver<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) quatro letras iguais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) tr\u00eas letras iguais e uma diferente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) duas letras A e duas letras B, alternadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) duas letras B, sendo uma em cada extremidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) as duas primeiras ou as duas \u00faltimas letras iguais entre si.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enunciado pede que identifiquemos entre as alternativas aquela em que ser\u00e1 imposs\u00edvel alcan\u00e7ar a disposi\u00e7\u00e3o final A B B A. Portanto, se pudermos encontrar uma disposi\u00e7\u00e3o inicial que leve \u00e0quela disposi\u00e7\u00e3o final em determinada alternativa podemos descartar a alternativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a) quatro letras iguais<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Suponha que partimos de A A A A, se virarmos as duas cartas centrais obteremos A B B A.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vamos pular a letra b).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">c) duas letras A e duas letras B, alternadas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Partindo de A B A B, se virarmos as duas cartas finais obteremos A B B A.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">d) duas letras B, sendo uma em cada extremidade<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Partindo de B A A B, se virarmos as duas cartas iniciais obteremos A B A B e, na sequ\u00eancia, se virarmos as duas cartas finais obteremos A B B A.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">e) as duas primeiras ou as duas \u00faltimas letras iguais entre si<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Partindo de A A A A, se virarmos as duas cartas centrais obteremos A B B A.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Descartamos as letras a, c, d e e, portanto, a nossa resposta \u00e9 a letra b.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: B<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Maria foi a um brech\u00f3. L\u00e1, diante dos objetos que estavam dispostos para venda, Maria disse:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 pelo menos um objeto que eu quero comprar e h\u00e1 pelo menos um objeto que eu n\u00e3o quero comprar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A nega\u00e7\u00e3o da afirma\u00e7\u00e3o feita por Maria e logicamente equivalente \u00e0 afirma\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Eu quero comprar todos os objetos e eu quero comprar nenhum objeto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Eu n\u00e3o quero comprar objeto algum, ou eu quero comprar todos os objetos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) H\u00e1 algum objeto que eu n\u00e3o quero comprar, ou eu n\u00e3o quero comprar objeto algum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) H\u00e1 no m\u00e1ximo um objeto que eu quero comprar, ou h\u00e1 no m\u00e1ximo um objeto que eu n\u00e3o quero comprar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) N\u00e3o h\u00e1 pelo menos um objeto que eu quero comprar e n\u00e3o h\u00e1 pelo menos um objeto que eu n\u00e3o quero comprar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A frase de Maria pode ser representada na forma p e q, onde:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">p = h\u00e1 pelo menos um objeto que eu quero comprar<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">q = h\u00e1 pelo menos um objeto que eu n\u00e3o quero comprar<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sua nega\u00e7\u00e3o \u00e9 ~p ou ~q, onde:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">~p = n\u00e3o h\u00e1 objeto que eu quero comprar<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">~q = n\u00e3o h\u00e1 objeto que eu n\u00e3o quero comprar (isto \u00e9, eu quero comprar todos)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ou seja:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;N\u00e3o h\u00e1 objeto que eu quero comprar OU n\u00e3o h\u00e1 objeto que eu n\u00e3o quero comprar&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Podemos reescrever essa frase, sem perder o sentido, como:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Eu n\u00e3o quero comprar objeto algum OU eu quero comprar todos os objetos&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: B<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Sejam x e y dois n\u00fameros reais que tornam falsas, simultaneamente, as duas proposi\u00e7\u00f5es a seguir:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I. se x \u2265 2, ent\u00e3o y &lt; 3<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">II. se y \u2264 3, ent\u00e3o 2x + y &gt; 7.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para tais n\u00fameros reais x e y, tamb\u00e9m \u00e9 falsa a proposi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) se x = y, ent\u00e3o y &gt; x<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) se y &gt; x, ent\u00e3o y \u2013 x = 1<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Se y &gt; x, ent\u00e3o x + y &lt; 5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) se x . y = 6, ent\u00e3o x \u2013 y = 1<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) se x \u2013 y = 1, ent\u00e3o (y \u2013 x)\u00b2 = 1<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para uma condicional ser falsa, basta que a primeira parte seja V e a segunda F. A nega\u00e7\u00e3o de uma condicional p \u00e0 q \u00e9 dada pela conjun\u00e7\u00e3o <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"\\Users\\CECILI~1.QUE\\AppData\\Local\\Temp\\msohtmlclip11\\clip_image006.png\" width=\"51\" height=\"19\"\/>. Como as duas condicionais s\u00e3o falsas, sabemos que suas nega\u00e7\u00f5es s\u00e3o verdadeiras, ou seja:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nega\u00e7\u00e3o de I: x \u2265 2 e y \u2265 3<\/p>\n<p>Nega\u00e7\u00e3o de II: y \u2264 3 e 2x+y \u2264 7<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como y \u2265 3 \u00e9 verdadeiro e y \u2264 3 tamb\u00e9m \u00e9 verdadeiro, s\u00f3 h\u00e1 um valor de y que solucione este problema: y = 3.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assim, jogando y = 3 na express\u00e3o 2x +y \u2264 7, temos:<\/p>\n<p align=\"center\">2x + 3 \u2264 7<\/p>\n<p align=\"center\">2x \u2264 4<\/p>\n<p align=\"center\">x \u2264 2<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja que tanto x \u2265 2 como x \u2264 2 s\u00e3o verdadeiras, de modo que x s\u00f3 pode ser 2.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tendo x = 2 e y = 3, vemos que a frase da letra C \u00e9 falsa:<\/p>\n<p>se y &gt; x, ent\u00e3o x + y &lt; 5<\/p>\n<p>(ela \u00e9 falsa pois 3 &gt; 2 \u00e9 verdade, mas 3 + 2 &lt; 5 \u00e9 falsa).<\/p>\n<p><strong>Resposta: C<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Considere as seguintes afirma\u00e7\u00f5es sobre a idade e a naturalidade de Jo\u00e3o, bem como sobre sua mala, que tem apenas uma cor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I. A mala de Jo\u00e3o \u00e9 preta ou cinza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">II. Se Jo\u00e3o tem mais de 18 anos, ent\u00e3o Jo\u00e3o nasceu em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">III. A mala de Jo\u00e3o n\u00e3o \u00e9 preta nem cinza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IV. Jo\u00e3o tem mais de 18 anos e n\u00e3o nasceu em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V. Jo\u00e3o tem, no m\u00e1ximo, 18 anos, ou sua mala n\u00e3o \u00e9 preta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabe-se que, das cinco afirma\u00e7\u00f5es dadas, apenas tr\u00eas s\u00e3o falsas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim sendo, necessariamente, Jo\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) tem, no m\u00e1ximo, 18 anos e sua mala n\u00e3o \u00e9 preta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) tem, no m\u00e1ximo, 18 anos e sua mala n\u00e3o \u00e9 cinza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) tem mais de 18 anos e n\u00e3o nasceu em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) tem mais de 18 anos e nasceu em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) tem mais de 18 anos e sua mala n\u00e3o \u00e9 cinza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja que a afirma\u00e7\u00e3o III \u00e9 nega\u00e7\u00e3o de I, portanto uma \u00e9 V e a outra \u00e9 F (embora n\u00e3o saibamos quais). Veja ainda que a afirma\u00e7\u00e3o IV \u00e9 nega\u00e7\u00e3o de II, de modo que uma \u00e9 V e a outra \u00e9 F (embora tamb\u00e9m n\u00e3o saibamos quais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 aqui temos 2 V e 2 F. Como temos 3 informa\u00e7\u00f5es falsas ao todo, isso significa que a quinta frase s\u00f3 pode ser falsa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a quinta frase ser falsa, sua nega\u00e7\u00e3o deve ser verdadeira:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Jo\u00e3o tem mais de 18 anos E sua mala \u00e9 preta&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se a mala dele \u00e9 preta, ela certamente N\u00c3O \u00c9 CINZA. Assim, podemos concluir que:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Jo\u00e3o tem mais de 18 anos e sua mala N\u00c3O \u00c9 CINZA&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: E<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Considere a seguinte proposi\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se nenhum amigo foi para Teres\u00f3polis, ent\u00e3o Maria n\u00e3o est\u00e1 realizada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Logicamente, a contraposi\u00e7\u00e3o de tal proposi\u00e7\u00e3o situa a condi\u00e7\u00e3o de Maria estar realizada como<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) necess\u00e1ria para que algum amigo tenha ido para Teres\u00f3polis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) suficiente para que algum amigo tenha ido para Teres\u00f3polis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) suficiente para que algum amigo n\u00e3o tenha ido para Teres\u00f3polis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) suficiente para que todos os amigos tenham ido para Teres\u00f3polis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) necess\u00e1ria para que todos os amigos tenham ido para Teres\u00f3polis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Temos no enunciado a condicional p\u2013&gt;q em que:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">p = Nenhum amigo foi para Teres\u00f3polis<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">q = Maria n\u00e3o est\u00e1 realizada<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A contrapositiva \u00e9 ~q\u2013&gt;~p, ou seja:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se Maria est\u00e1 realizada, ent\u00e3o algum amigo foi para Teres\u00f3polis<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta frase, a condi\u00e7\u00e3o &#8220;Maria estar realizada&#8221; \u00e9 SUFICIENTE para algum amigo ter ido a Teres\u00f3polis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: B<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Dadas duas proposi\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas simples, p e q, considere o conectivo l\u00f3gico \u2a00, definido pela tabela verdade a seguir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considere a proposi\u00e7\u00e3o condicional r, definida por:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">R: (p \u2299 q) \u2192 [(~p) v q]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A contraposi\u00e7\u00e3o de r \u00e9 logicamente equivalente \u00e0 proposi\u00e7\u00e3o condicional<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) [p ^ (~q)] \u2192 (p \u2194 q)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) [(~p) ^ q] \u2192 ~(p \u2299 q)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) [(~p) v q] \u2192 (p \u2299 q)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) [p v (~q)] \u2192 ((~p) \u2194 q)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) [p ^ (~q]) \u2192 ((~p) \u2299 (~q))<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja que o conectivo a ser descoberto gera valor V quando as proposi\u00e7\u00f5es simples tem valores l\u00f3gicos OPOSTOS, e F quando as proposi\u00e7\u00f5es simples tem valores l\u00f3gicos IGUAIS. Ou seja, estamos diante da Disjun\u00e7\u00e3o Exclusiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabendo disso, a proposi\u00e7\u00e3o r fica assim:<\/p>\n<p align=\"center\">(ou p ou q) \u2013&gt; (~p ou q)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A contraposi\u00e7\u00e3o de uma condicional A \u2013&gt; B \u00e9, simplesmente, ~B \u2013&gt; ~A, ou seja:<\/p>\n<p align=\"center\">~(~p ou q) \u2013&gt; ~(ou p ou q)<\/p>\n<p align=\"center\">(p e ~q) \u2013&gt; (p &lt;\u2013&gt; q)<\/p>\n<p>Temos isso na alternativa A.<\/p>\n<p><strong>Resposta: A<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Considere as seguinte senten\u00e7as abertas definidas no conjunto dos n\u00fameros inteiros (\u2124).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S(n): o n\u00famero inteiro (n^9 \u2013 1) \u00e9 par.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V(n): o valor l\u00f3gico de S(n) \u00e9 falso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sejam A \u2282 \u2124 e B \u2282 \u2124 os conjuntos verdade das senten\u00e7as abertas S(n) e V(n), respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o, acerca dos conjuntos A e B, \u00e9 verdade que<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) A = B<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) A \u2013 B = \u2205<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) B \u2013 A = \u2205<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) A \u222a B = \u2124<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) A \u2229 B = {0}<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O conjunto verdade da senten\u00e7a S(n) ser\u00e1 formado pelos n\u00fameros inteiros n para os quais (n<sup>9<\/sup> \u2013 1) \u00e9 par. J\u00e1 o conjunto verdade da senten\u00e7a V(n) ser\u00e1 formada por todos os outros n\u00fameros inteiros n, pois V(n) \u00e9 atendida quando S(n) for falsa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, ou um n\u00famero n vai pertencer ao conjunto A (caso o resultado de (n<sup>9<\/sup> \u2013 1) seja par) ou ele vai pertencer ao conjunto B (caso o resultado de (n<sup>9<\/sup> \u2013 1) seja \u00edmpar). Isto deixa claro que a uni\u00e3o dos conjuntos A e B \u00e9 dada por todos os n\u00fameros inteiros, ou seja:<\/p>\n<p align=\"center\">A U B = Z<\/p>\n<p><strong>Resposta: D<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Um professor de matem\u00e1tica escreveu no quadro a seguinte proposi\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p align=\"center\">\u2200k \u2208 \u211d, \u2203c \u2208 \u211d, para o qual x<sup>2<\/sup> + c &gt; k, \u2200x \u2208 \u211d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um estudante encontraria um exemplo de que tal proposi\u00e7\u00e3o \u00e9 falsa se, e somente se, ele mostrasse que:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) \u2200k \u2208 \u211d, \u2200c \u2208 \u211d, \u2204x \u2208 \u211d, para o qual x<sup>2<\/sup> + c \u2264 k<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) \u2200k \u2208 \u211d, \u2203c \u2208 \u211d tal que, \u2200x \u2208 \u211d, tem-se que x<sup>2<\/sup> + c &gt; k<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) \u2203k \u2208 \u211d, \u2204c \u2208 \u211d tal que, \u2200x \u2208 \u211d, tem-se que x<sup>2<\/sup> + c \u2264 k<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) \u2203k \u2208 \u211d, tal que, \u2200c \u2208 \u211d, \u2203x \u2208 \u211d, tem-se que x<sup>2<\/sup> + c &lt; k<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) \u2203k \u2208 \u211d, tal que, \u2200c \u2208 \u211d, tem-se que x<sup>2<\/sup> + c \u2264 k, para algum x \u2208 \u211d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Podemos escrever a proposi\u00e7\u00e3o do enunciado como:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para qualquer k pertencente aos reais, existe c pertencente aos reais, para o qual x<sup>2<\/sup> + c &gt; k, para qualquer x pertencente aos reais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se a proposi\u00e7\u00e3o \u00e9 falsa, sua nega\u00e7\u00e3o \u00e9 verdadeira. A nega\u00e7\u00e3o de \u201cpara todo\u201d ou de \u201cpara qualquer\u201d \u00e9 dada por \u201cexiste algum\u201d ou somente \u201cexiste\u201d. Da mesma forma, a nega\u00e7\u00e3o de \u201cexiste\u201d \u00e9 \u201cpara todo\u201d. A nega\u00e7\u00e3o de &gt; \u00e9 dada por \u2264.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, aplicando a nega\u00e7\u00e3o \u00e0 proposi\u00e7\u00e3o do enunciado temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existe k pertencente aos reais, para qualquer c pertencente aos reais, para o qual x<sup>2<\/sup> + c \u2264 k, existe x pertencente aos reais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Podemos reescrever a proposi\u00e7\u00e3o acima, sem perda ou altera\u00e7\u00e3o de significado, da seguinte maneira:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existe k pertencente aos reais, tal que, para qualquer c pertencente aos reais, tem-se x<sup>2<\/sup> + c \u2264 k, para algum x pertencente aos reais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Encontramos isso na alternativa E.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: E<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Considere a seguinte afirma\u00e7\u00e3o feita sobre oito cofrinhos cheios de moedas:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se h\u00e1 pelo menos dois cofrinhos que n\u00e3o possuem moeda alguma de 5 centavos, ent\u00e3o Carlos vai ao banco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 logicamente equivalente \u00e0 afirma\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Se Carlos n\u00e3o vai ao banco, ent\u00e3o todos os cofrinhos possuem alguma moeda de 5 centavos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Se h\u00e1 no m\u00e1ximo seis cofrinhos com alguma moeda de 5 centavos, ent\u00e3o Carlos vai ao banco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Se Carlos vai ao banco, ent\u00e3o pelo menos dois cofrinhos possuem alguma moeda de 5 centavos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Se Carlos n\u00e3o vai ao banco, ent\u00e3o pelo menos sete cofrinhos possuem alguma moeda de 5 centavos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Se h\u00e1 no m\u00e1ximo um cofrinho que n\u00e3o possui moeda alguma de 5 centavos, ent\u00e3o Carlos n\u00e3o vai ao banco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Temos uma condicional p\u2013&gt;q onde:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">p = h\u00e1 pelo menos dois cofrinhos que n\u00e3o possuem moeda alguma de 5 centavos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">q = Carlos vai ao banco<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela \u00e9 equivalente a ~q\u2013&gt;~p, onde:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">~q = Carlos N\u00c3O vai ao banco<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">~p = h\u00e1 MENOS DE DOIS cofrinhos que n\u00e3o possuem moeda alguma de 5 centavos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(ou ent\u00e3o: h\u00e1 pelo menos 7 cofrinhos que possuem alguma moeda de 5 centavos, afinal s\u00e3o 8 cofrinhos ao todo. Se os que n\u00e3o tem moeda de 5 centavos s\u00e3o 0 ou 1, os que possuem moeda de 5 centavos s\u00e3o 7 ou 8)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A frase equivalente ~q\u2013&gt;~p pode ser escrita na forma:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se Carlos n\u00e3o vai ao banco, ent\u00e3o h\u00e1 pelo menos 7 cofrinhos que possuem alguma moeda de 5 centavos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: D<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Sejam p e q duas proposi\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas simples e considere a seguinte tabela verdade, parcialmente preenchida, utilizada na obten\u00e7\u00e3o dos valores l\u00f3gicos da proposi\u00e7\u00e3o composta [p v (~q)] \u2194 (q \u2192 p).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas posi\u00e7\u00f5es marcadas com as letras X, Y e Z, devem constar, necess\u00e1ria e respectivamente, os valores l\u00f3gicos<\/p>\n<p>A) V, V, V.<\/p>\n<p>B) V, V, F.<\/p>\n<p>C) V, F, F.<\/p>\n<p>D) F, V, F.<\/p>\n<p>E) F, V, V.<\/p>\n<p><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja que X, Y e Z est\u00e3o na mesma linha em que p v (~q) \u00e9 F. Para isto acontecer, \u00e9 preciso que p seja F e que ~q tamb\u00e9m seja F, de modo que q \u00e9 V.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Assim, vemos que X = F (p deve ser F) e Y = V (q \u00e9 V). Sabendo disto, q\u2013&gt;p seria V\u2013&gt;F, que \u00e9 F. Deste modo, ao preencher a posi\u00e7\u00e3o Z da tabela, far\u00edamos:<\/p>\n<p align=\"center\">[p v (~q)] &lt;\u2013&gt; (q \u2013&gt; p)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como p v (~q) \u00e9 F e q \u2013&gt; p tamb\u00e9m \u00e9 F, o valor da bicondicional \u00e9 V, ou seja, Z = V. Os valores l\u00f3gicos de X, Y e Z s\u00e3o F, V, V.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: E<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> A figura mostra uma malha quadriculada que representa a vista superior de um bairro. As ruas do bairro s\u00e3o representadas pelas linhas horizontais e verticais da malha, que est\u00e3o dispostas paralelamente \u00e0s dire\u00e7\u00f5es cardeais Leste-Oeste e Norte-Sul. Na figura est\u00e3o destacados dois pontos, A e B, sendo o ponto B situado a nordeste do ponto A. O lado de cada quadradinho da malha \u00e9 chamado de trecho e representa um segmento da rua cujo comprimento mede 200 metros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria estava no ponto B e caminhou exatos 2400 metros. Maria ter\u00e1 caminhado at\u00e9 o ponto A, apenas por trechos mostrados na figura, se, e somente se,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) a soma do n\u00famero de trechos percorridos no sentido Norte para Sul com o n\u00famero de trechos percorridos no sentido Leste para Oeste for igual a 12.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) o n\u00famero de trechos percorridos no sentido Norte para Sul for igual \u00e0 metade do n\u00famero de trechos percorridos no sentido Leste para Oeste.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) o n\u00famero de trechos percorridos no sentido Norte para Sul for igual a 4 e o n\u00famero de trechos percorridos no sentido Leste para Oeste for igual a 8.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) o n\u00famero de trechos horizontais percorridos for igual a 8 e o n\u00famero de trechos verticais percorridos for igual a 4.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) o n\u00famero de trechos verticais percorridos for igual ao dobro do n\u00famero de trechos horizontais percorridos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria estava no ponto B e caminhou exatos 2400 m. Como cada trecho mede 200 m, Maria percorreu 12 trechos. Para ir at\u00e9 o ponto A com exatamente 12 trechos, s\u00e3o necess\u00e1rios 4 trechos percorridos do sentido norte para o sul e 8 trechos percorridos de leste para oeste. A \u00fanica alternativa que nos d\u00e1 essas quantidades de trechos nas dire\u00e7\u00f5es corretas \u00e9 a letra C.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: C<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Jo\u00e3o disse que n\u00e3o havia ido ao est\u00e1dio ou n\u00e3o havia ido ao teatro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jo\u00e3o ter\u00e1 mentido se, e somente se, for verdade que<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Jo\u00e3o foi ao est\u00e1dio e foi ao teatro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Jo\u00e3o foi ao est\u00e1dio ou foi ao teatro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) ou Jo\u00e3o foi ao est\u00e1dio, ou foi ao teatro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Jo\u00e3o n\u00e3o foi ao est\u00e1dio e n\u00e3o foi ao teatro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Jo\u00e3o n\u00e3o foi ao est\u00e1dio, mas pode ter ido ao teatro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A frase de Jo\u00e3o \u00e9 a disjun\u00e7\u00e3o simples &#8220;p ou q&#8221;, onde:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">p = n\u00e3o havia ido ao est\u00e1dio<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">q = n\u00e3o havia ido ao teatro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para ela ser mentira, sua nega\u00e7\u00e3o &#8220;~p e ~q&#8221; deve ser verdade:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">~p = foi ao est\u00e1dio<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">~q = foi ao teatro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, &#8220;~p e ~q&#8221; \u00e9 algo como: &#8220;Foi ao est\u00e1dio e foi ao teatro&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Temos isso na letra A.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: A<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> A figura mostra os cinco registros de \u00e1gua que h\u00e1 em um pr\u00e9dio. O pr\u00e9dio tem dois blocos: o fluxo de \u00e1gua no bloco 1 \u00e9 controlado na caixa 1 &#8211; por meio dos registros A e B -, e o fluxo de \u00e1gua no bloco 2 \u00e9 controlado na caixa 2 &#8211; por meio dos registros C, D e E. No pr\u00e9dio, o bloco 1 tem fluxo normal de \u00e1gua se, e somente se, a caixa 1 possui algum registro aberto. Analogamente, o bloco 2 tem fluxo normal de \u00e1gua se, e somente se, a caixa 2 possui algum registro aberto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considere o conjunto (A, B, C, D, E) e a senten\u00e7a aberta P(x) sobre ele definida por:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">P(x): o registro x est\u00e1 aberto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O fluxo de \u00e1gua ser\u00e1 normal em apenas um dos dois blocos do pr\u00e9dio se, e somente se, for falsa a proposi\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) (P(A) ^ P(B)) v (P(C) ^ P(D) ^ P(B)).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) (P(A) v P(B)) ^ (P(C) v P(D) v P(B)).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) (P(A) ^ P(B)) \u2194 (P(C) ^ P(D) ^ P(B)).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) (P(A) v P(B)) \u2194 (P(C) v P(D) v P(B)).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) (P(A) ^ ~P(B)) v (P(C) ^ NP(D) ^ ~P(E)).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vamos supor que a proposi\u00e7\u00e3o contida em cada alternativa de resposta \u00e9 falsa e, a partir da\u00ed, obter conclus\u00f5es sobre os valores l\u00f3gicos de P(A), P(B), P(C), P(D) e P(E). A alternativa correta ser\u00e1 a que nos apresentar uma situa\u00e7\u00e3o em que o fluxo de \u00e1gua seja normal em apenas um dos dois blocos. Ou seja, n\u00e3o pode ser poss\u00edvel ter os dois blocos com fluxo de \u00e1gua normal, assim como n\u00e3o pode ser poss\u00edvel n\u00e3o ter nenhum bloco com fluxo de \u00e1gua normal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a) (P(A)^P(B))v(P(C)^P(D)^P(E))<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a disjun\u00e7\u00e3o ser falsa \u00e9 necess\u00e1rio que os dois lados sejam falsos. Aqui teremos P(A)^P(B) sendo F, em que podemos ter P(A) = P(B) = F. Da mesma forma, teremos P(C)^P(D)^P(E) sendo F, podendo ser P(C) = P(D) = P(E) = F, situa\u00e7\u00e3o na qual nenhum bloco teria fluxo normal de \u00e1gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">b) (P(A)vP(B))^(P(C)vP(D)vP(E))<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a conjun\u00e7\u00e3o ser falsa \u00e9 necess\u00e1rio algum dos lados seja falso. Aqui podemos ter P(A)vP(B) sendo F, em que podemos ter P(A) = P(B) = F. Da mesma forma, podemos ter P(C)vP(D)vP(E) sendo F o que leva a P(C) = P(D) = P(E) = F, situa\u00e7\u00e3o na qual nenhum bloco teria fluxo normal de \u00e1gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">c) (P(A)^P(B))&lt;-&gt;(P(C)^P(D)^P(E))<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a bicondicional ser falsa \u00e9 necess\u00e1rio que somente um dos dois lados seja falso. Aqui podemos ter P(A)^P(B) sendo F, em que podemos ter P(A) = F e P(B) = V. Do outro lado, teremos P(C)^P(D)^P(E) sendo V, onde devemos ter P(C) = P(D) = P(E) = V, situa\u00e7\u00e3o em que os dois blocos teriam fluxo normal de \u00e1gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vamos pular a letra d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">e) (P(A)^~P(B))v(P(C)^~P(D)^~P(E))<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a disjun\u00e7\u00e3o ser falsa \u00e9 necess\u00e1rio que os dois lados sejam falsos. Aqui teremos P(A)^~P(B) sendo F, em que podemos ter P(A) = ~P(B) = F, o que leva a P(B) = V. Da mesma forma, teremos P(C)^~P(D)^~P(E) sendo F, podendo ser P(C) = ~P(D) = ~P(E) = F, o que leva a P(D) = P(E) = V, situa\u00e7\u00e3o na qual os dois blocos teriam fluxo normal de \u00e1gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voltando \u00e0 letra d, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">d) (P(A)vP(B))&lt;-&gt;(P(C)vP(D)vP(E))<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a bicondicional ser falsa \u00e9 necess\u00e1rio que somente um dos dois lados seja falso. Aqui podemos ter P(A)vP(B) sendo F, em que devemos ter P(A) = P(B) = F. Do outro lado, teremos P(C)vP(D)vP(E) sendo V, onde podemos ter P(C) = P(D) = P(E) = V, situa\u00e7\u00e3o em que apenas o bloco 2 teria fluxo normal de \u00e1gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Caso tiv\u00e9ssemos suposto que P(A)vP(B) fosse V, poder\u00edamos ter P(A) = P(B) = V. Do outro lado, ter\u00edamos P(C)vP(D)vP(E) sendo F, onde dever\u00edamos ter P(C) = P(D) = P(E) = F, situa\u00e7\u00e3o em que apenas o bloco 1 teria fluxo normal de \u00e1gua. Esse, portanto, \u00e9 o gabarito da quest\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: D<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Racioc\u00ednio Quantitativo&nbsp;&#8211; quest\u00f5es resolvidas<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Andr\u00e9, Bernardo, Carlos, Daniel, Eduardo e Fernando fazem juntos suas refei\u00e7\u00f5es na escola, sempre sentados a uma mesma mesa circular que possui um total de 6 lugares, como disp\u00f5e a figura. Em cada refei\u00e7\u00e3o, os colegas ocupam seus assentos de forma aleat\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Qual \u00e9 a probabilidade de, em duas refei\u00e7\u00f5es, Carlos e Eduardo n\u00e3o se sentarem um ao lado do outro?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) 2\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) 3\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) 4\/9<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) 4\/25<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) 9\/25<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A f\u00f3rmula da permuta\u00e7\u00e3o circular de n pessoas \u00e9:<\/p>\n<p align=\"center\">Pc(n) = (n-1)!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Primeiro vamos encontrar a probabilidade de eles se sentarem juntos em uma refei\u00e7\u00e3o. Para isso, vamos considerar que Carlos e Eduardo s\u00e3o um s\u00f3 elemento. Assim, ficamos com a permuta\u00e7\u00e3o circular de n = 5:<\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;Pc(5) = (5-1)! = 4! = 24<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No entanto, neste elemento \u00fanico formado por Carlos e Eduardo, eles podem aparecer de duas formas: Carlos pode estar \u00e0 direita ou \u00e0 esquerda de Eduardo. Assim, devemos multiplicar por 2 o resultado anterior, obtendo 48 formas de sentar os 6 amigos \u00e0 mesa com Carlos e Eduardo juntos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sabendo que existem Pc(6) = (6-1)! = 5! = 120 formas diferentes de sentar os 6 amigos \u00e0 mesa, podemos concluir que em 120 \u2013 48 = 72 delas Carlos e Eduardo n\u00e3o ficar\u00e3o um ao lado do outro. Assim, a probabilidade de, em uma refei\u00e7\u00e3o, Carlos e Eduardo n\u00e3o se sentarem um ao lado do outro \u00e9 de 72\/120 = 6\/10.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como o exerc\u00edcio pede a probabilidade de, em duas refei\u00e7\u00f5es, Carlos e Eduardo n\u00e3o se sentarem um ao lado do outro, basta fazer o produto 6\/10 x 6\/10 = 36\/100 = 9\/25.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: E<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Seja r a reta do plano cartesiano que passa pelo ponto A(0,-2-) e faz 30\u00ba com o eixo das abscissas. Quantos pontos (71, m) do plano cartesiano, com n e m n\u00fameros inteiros, pertencem \u00e0 reta r?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Nenhum<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) 1<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) 2<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) 4<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Infinitos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A reta r tem como coeficiente angular a tg30\u00ba, cujo valor \u00e9 \u221a3\/3. Al\u00e9m disso, sabemos que a reta r passa pelo ponto A(0,1\/2).&nbsp; Substituindo na equa\u00e7\u00e3o abaixo temos:<\/p>\n<p align=\"center\">(y-yo) = m(x-xo)<\/p>\n<p align=\"center\">(y-1\/2) = (\u221a3\/3) (x-0)<\/p>\n<p align=\"center\">y = (\u221a3\/3)x + \u00bd<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa \u00e9 a equa\u00e7\u00e3o da reta r. Perceba que para nenhum valor inteiro de x \u00e9 poss\u00edvel obter um valor inteiro para y, de forma que nenhum ponto (n,m) da reta r \u00e9 inteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: A<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Um pr\u00e9dio circular possui tr\u00eas andares. Em cada andar h\u00e1 8 postos de recolhimento de lixo ao longo do seu per\u00edmetro, conforme mostra a figura. O primeiro recolhimento do dia \u00e9 feito no posto 11. Na hora seguinte, os funcion\u00e1rios fazem, no sentido hor\u00e1rio, o recolhimento no terceiro posto ap\u00f3s aquele visitado por \u00faltimo, ou seja, fazem o recolhimento no posto 14. Na hora seguinte, fazem o mesmo e recolhem o lixo no posto 17. Assim seguem at\u00e9 terem feito o recolhimento em todos os postos do andar. Em seguida, repetem o exato procedimento no segundo andar e, ao final, no terceiro. O recolhimento sempre come\u00e7a, no segundo andar, pelo posto 21 e, no terceiro, pelo posto 31. Ao conclu\u00edrem o recolhimento de todos os postos do \u00faltimo andar, os funcion\u00e1rios retornam ao primeiro andar e recome\u00e7am todo o processo, mantendo sempre o padr\u00e3o de um recolhimento por hora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um contador indica o total de recolhimentos de lixo feitos nos postos do pr\u00e9dio, tendo sido feito o primeiro registro do contador quando houve o recolhimento no posto de n\u00famero ll. No momento, o contador est\u00e1 indicando o n\u00famero 17487.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pr\u00f3ximo posto a ser visitado para recolhimento de lixo \u00e9 o de n\u00famero<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) 14.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) 23.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) 26.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) 28.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) 33.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Temos ao todo 24 lixeiras. O contador mostra que j\u00e1 foram realizados 17487 recolhimentos. &nbsp;Fazendo a divis\u00e3o, temos que 17487 \/ 24 =728 e sobram 15. Isso indica que houve 728 ciclos completos de recolhimento de lixo nos tr\u00eas andares e ainda houve recolhimento nas 15 primeiras lixeiras do novo ciclo. A pr\u00f3xima lixeira, portanto, \u00e9 a 16\u00aa, que corresponde ao posto de n\u00famero 26.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: C<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Seja x &gt; 0 um n\u00famero real tal que \u221ax &lt; a<sup>8<\/sup> &lt; 1, para algum n\u00famero real a &gt; 0.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O menor valor inteiro que log<sub>a<\/sub> (x) pode assumir e<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) 65.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) 17<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) 16.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) 8.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) 1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do enunciado, temos:<\/p>\n<p align=\"center\">\u221ax &lt; a<sup>8<\/sup><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Elevando os dois lados ao quadrado, temos:<\/p>\n<p align=\"center\">x &lt; a<sup>16<\/sup><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sabemos tamb\u00e9m que a<sup>8<\/sup> &lt; 1, de onde conclu\u00edmos que a &lt; 1. Veja abaixo como \u00e9 o gr\u00e1fico de uma fun\u00e7\u00e3o log<sub>a<\/sub>(x), quando 0 &lt; a &lt; 1:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Perceba que, quando 0 &lt; a &lt; 1, a fun\u00e7\u00e3o log<sub>a<\/sub>(x) assume valores cada vez menores quanto maior for o valor de x. Assim, como x &lt; a<sup>16<\/sup>, temos:<\/p>\n<p align=\"center\">log<sub>a<\/sub>(x) &gt; log<sub>a<\/sub>(a<sup>16<\/sup>)<\/p>\n<p align=\"center\">log<sub>a<\/sub>(x) &gt; 16 log<sub>a<\/sub>(a)<\/p>\n<p align=\"center\">log<sub>a<\/sub>(x) &gt; 16<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dessa forma, o menor valor inteiro que log<sub>a<\/sub>(x) pode assumir \u00e9 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: B<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Um s\u00f3lido \u00e9 formado, sem folgas ou desalinhamentos, por 32 cubinhos id\u00eanticos nos quais cada face tem \u00e1rea medindo U. O s\u00f3lido \u00e9 apresentado na figura a seguir, em perspectiva (vista obl\u00edqua) e lateralmente. As 4 Vistas laterais do s\u00f3lido s\u00e3o id\u00eanticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto mede a \u00e1rea da superf\u00edcie desse s\u00f3lido?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) 48U<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) 56U<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) 72U<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) 80U<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) 88U<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perceba que o s\u00f3lido possui um cubo formado por 8 cubinhos na parte de cima e outro na parte de baixo, cada um com 20 faces, conforme indicado pelas setas vermelhas na Figura abaixo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Some-se a isso que temos 12 cubinhos formando a parte central do s\u00f3lido, apontada pela seta azul, os quais t\u00eam 16 faces laterais, 12 superiores e 12 inferiores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao todo ficamos com 40 + 16 + 12 +12 = 80 faces de \u00e1rea U cada, ou seja, a \u00e1rea da superf\u00edcie do s\u00f3lido \u00e9 de 80U.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: D<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Em uma cesta de frutas ser\u00e3o colocadas apenas ma\u00e7\u00e3s e peras. Sabe-se que, se o n\u00famero de peras presentes na cesta for maior que 15, ent\u00e3o a probabilidade de uma fruta retirada ao acaso da cesta ser uma ma\u00e7\u00e3 dever\u00e1 ser maior que 2\/5.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, se, ap\u00f3s as ma\u00e7\u00e3s e as peras terem sido colocadas, a probabilidade de uma fruta retirada ao acaso ser uma ma\u00e7\u00e3 for menor ou igual a 2\/5, ent\u00e3o o n\u00famero m\u00e1ximo de ma\u00e7\u00e3s que poder\u00e3o estar presentes na cesta ser\u00e1 de<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) 9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) 10.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) 11.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) 14.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) 16.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como a probabilidade da fruta retirada ser uma ma\u00e7\u00e3 \u00e9 <strong>menor ou igual <\/strong>a 2\/5, temos que o n\u00famero de peras \u00e9 <strong>menor ou igual<\/strong> a 15, visto que o enunciado disse que se o n\u00famero de peras fosse <u>maior<\/u> que 15, a probabilidade de retirar uma ma\u00e7a seria <u>maior<\/u> que 2\/5.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As peras s\u00e3o 3\/5 do total de frutas x. Portanto:<\/p>\n<p align=\"center\">3\/5 x \u2264 15<\/p>\n<p align=\"center\">x \u2264 25<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como o n\u00famero m\u00e1ximo de peras poss\u00edvel \u00e9 15, o n\u00famero m\u00e1ximo de ma\u00e7\u00e3s \u00e9 25 \u2013 15 = 10.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: B<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Em um buffet self-service, os clientes montam suas saladas sempre com 5 ingredientes diferentes, escolhidos dentre os 20 dispon\u00edveis, e com um tipo de molho, escolhido dentre os 6 dispon\u00edveis. Os ingredientes e o molho s\u00e3o ent\u00e3o misturados por um funcion\u00e1rio do buffet, e o cliente recebe a mistura servida em um prato.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Qual \u00e9 o n\u00famero m\u00e1ximo de misturas diferentes de 5 ingredientes e um molho que podem ser criadas?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) 11.162.880<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) 93.024<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) 15.510<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) 15.504<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) 2.880<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dos 20 ingredientes dispon\u00edveis devemos escolher 5, ou seja, combina\u00e7\u00e3o de 20, 5 a 5. Dos 6 molhos, precisamos escolher 1, ou seja, combina\u00e7\u00e3o de 6, 1 a 1. Ao todo temos C(20,5) x C(6,1) = 93.024 maneiras diferentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: B<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> A figura destaca, na cor cinza, a regi\u00e3o ilimitada do plano cartesiano que est\u00e1 compreendida entre duas retas, r e s. A figura mostra tamb\u00e9m as medidas dos \u00e2ngulos existentes entre r e s e entre 3 e o eixo das abscissas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dado x \u2260 0, tem-se que o ponto do plano cartesiano P (x, a.x) pertence ao interior da regi\u00e3o destacada na figura quando o valor de a e&#8217;, por exemplo, igual a<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) -55.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) -25.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) -l,8.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) -1,5.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) -0,5.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como tg 30\u00ba \u00e9 aproximadamente 0,6, temos que o coeficiente angular da reta s \u00e9 igual a -0,6. Como tg 60\u00ba \u00e9 aproximadamente igual a 1,7, temos que o coeficiente angular da reta r \u00e9 -1,7. Os sinais negativos se devem ao fato de serem retas decrescentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para que o ponto P(x,ax) perten\u00e7a ao interior da regi\u00e3o destacada, ele dever\u00e1 estar sobre um reta, que tamb\u00e9m passe pela origem, e cujo coeficiente angular esteja entre -0,6 e -1,7. O valor \u201ca\u201d \u00e9 o pr\u00f3prio coeficiente angular da reta procurada (y = ax), portanto, \u201ca\u201d deve estar entre -0,6 e -1,7. A \u00fanica resposta nesse intervalo \u00e9 -1,5.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: D<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Sabe-se que os dados num\u00e9ricos x<sub>1<\/sub> ,x<sub>2<\/sub>,&#8230;,x<sub>100<\/sub> s\u00e3o tais que 0 \u2264 x<sub>i <\/sub>\u2264 x<sub>i+1 <\/sub>\u2264 20, \u2200i = 1,&#8230;,99, a m\u00e9dia aritm\u00e9tica &nbsp;e o desvio padr\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para 1 5 i &lt; j &lt; k 5 100, a mediana dos dados x<sub>i<\/sub>,x<sub>j<\/sub> e x<sub>k<\/sub> apenas pode ser igual a<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) 10.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) 15.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) 0 ou 20.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) 0, 10 ou 20.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) 0,10,15 ou 20.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O desvio padr\u00e3o \u00e9 uma medida de dispers\u00e3o em torno da m\u00e9dia. J\u00e1 o coeficiente de varia\u00e7\u00e3o \u00e9 raz\u00e3o entre o desvio padr\u00e3o e a m\u00e9dia, sendo normalmente expresso na forma percentual:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; No nosso caso, a m\u00e9dia e o desvio padr\u00e3o s\u00e3o iguais a 10, o que leva a um CV de 100%. Todas essas informa\u00e7\u00f5es nos levam a crer que os dados x<sub>1<\/sub>, x<sub>2<\/sub>, &#8230; , x<sub>100<\/sub> est\u00e3o todos nos valores extremos que podem assumir, que s\u00e3o 0 e 20.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Devemos ter a primeira metade dos dados sendo igual a 0 e a segunda metade dos dados sendo igual a 20. Essa \u00e9 a \u00fanica maneira de atender \u00e0s condi\u00e7\u00f5es do enunciado, em que 0 \u2264 x<sub>i <\/sub>\u2264 x<sub>i+1<\/sub> \u2264 20, a m\u00e9dia \u00e9 10 e o desvio padr\u00e3o \u00e9 igualmente 10 (perceba que todos os dados est\u00e3o a uma dist\u00e2ncia de 10 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O exerc\u00edcio pede quais valores pode assumir a mediana de um trio de dados qualquer x<sub>i<\/sub>, x<sub>j <\/sub>e x<sub>k<\/sub>. Ora, a mediana em trio de dados ser\u00e1 igual ao dado do meio: x<sub>j<\/sub>. Como metade dos dados \u00e9 zero e metade \u00e9 20, x<sub>j<\/sub> pode ser zero ou 20.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: C<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Considere f: R \u00e0 R a fun\u00e7\u00e3o algebricamente definida por y<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">f(x) = ||x<sup>2<\/sup> &#8211; 1|- 1|, cujo gr\u00e1fico \u00e9 apresentado ao lado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se k \u00e9 um n\u00famero real fixo e arbitr\u00e1rio, ent\u00e3o o maior n\u00famero de<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">ra\u00edzes distintas que a equa\u00e7\u00e3o f(x) = k poder\u00e1 ter \u00e9<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) 2.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) 3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) 4.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) 6.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) 8.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui podemos pensar da seguinte forma: suponha que existe uma fun\u00e7\u00e3o g(x) = k. O gr\u00e1fico dessa fun\u00e7\u00e3o \u00e9 uma reta paralela ao eixo x, na altura de k no eixo das ordenadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ao igualar as fun\u00e7\u00f5es f(x) e g(x) estamos buscando justamente os pontos em que as fun\u00e7\u00f5es assumem valores iguais, ou seja, aqueles pontos em que o gr\u00e1fico de f(x) cruza o de g(x). Queremos maximizar esse n\u00famero de \u201ccruzamentos\u201d entre as fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Perceba que o n\u00famero m\u00e1ximo de intercepta\u00e7\u00f5es de uma reta g(x) = k, paralela ao eixo x, com o gr\u00e1fico de f(x) \u00e9 6, destacado na figura pelos c\u00edrculos em azul.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: D<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> A figura mostra um tanque de combust\u00edvel industrial que tem a forma de um paralelep\u00edpedo reto e que est\u00e1 assentado sobre uma base horizontal. Inicialmente, o tanque estava vazio, mas uma bomba foi ligada e passou a despejar gasolina no seu interior, segundo uma vaz\u00e3o de 30 litros por minuto. Alguns minutos ap\u00f3s a primeira bomba ter sido ligada, uma segunda bomba foi ligada e tamb\u00e9m passou a jogar gasolina no tanque, segundo uma vaz\u00e3o de 20 litros por minuto. Passado um tempo, essa segunda bomba foi desligada, tendo permanecido ligada a primeira bomba. Na figura, h(t) indica a medida da altura do n\u00edvel de gasolina, relativamente \u00e0 base do tanque, t minutos ap\u00f3s a primeira bomba ter sido ligada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Qual dos gr\u00e1ficos apresentados a seguir poderia ser aquele associado \u00e0 fun\u00e7\u00e3o h(t)?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perceba que inicialmente a vaz\u00e3o \u00e9 de 30 l\/min. Assim, a cada minuto, s\u00e3o despejados 30 litros de gasolina no tanque. A altura do combust\u00edvel no tanque pelo tempo tem como gr\u00e1fico uma reta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Posteriormente, quando \u00e9 ligada a segunda bomba, a vaz\u00e3o passa a ser de 30 + 20 = 50 l\/min indicando que a inclina\u00e7\u00e3o da reta do gr\u00e1fico <u>aumentou<\/u> em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em seguida, a segunda bomba \u00e9 desligada e a vaz\u00e3o volta a ser a ser de 30 l\/min. Dessa forma, a reta do gr\u00e1fico volta a ter a mesma inclina\u00e7\u00e3o inicial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lembre-se que a inclina\u00e7\u00e3o (coeficiente angular) \u00e9 medida em rela\u00e7\u00e3o ao eixo x. Assim, o gr\u00e1fico que melhor representa a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 o da letra A.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: A<\/strong><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Racioc\u00ednio Anal\u00edtico &#8211; quest\u00f5es resolvidas<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>INSTRU\u00c7\u00c3O: <\/strong>Leia a manchete a seguir, extra\u00edda de um jornal on-line, para responder \u00e0s duas pr\u00f3ximas quest\u00f5es. Vil\u00e3o tradicional de janeiro, tomate cai 20% com a seca.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> A manchete admite<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) a premissa oculta de que 20% \u00e9 uma queda consider\u00e1vel e at\u00edpica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) o pressuposto de que frutas e legumes sejam monitorados regularmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) a veracidade da conclus\u00e3o que o brasileiro tender\u00e1 a comprar mais tomate.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) a suposi\u00e7\u00e3o de que a queda em quest\u00e3o ocorreu em algum per\u00edodo de janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) o argumento de que a chuva \u00e9 respons\u00e1vel pelos pre\u00e7os do tomate em janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enunciado pede um coment\u00e1rio admiss\u00edvel pela manchete. Analisando as alternativas, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) a premissa oculta de que 20% \u00e9 uma queda consider\u00e1vel e at\u00edpica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o temos como saber se essa \u00e9 uma queda at\u00edpica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) o pressuposto de que frutas e legumes sejam monitorados regularmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabemos que tomate \u00e9 uma fruta e n\u00e3o podemos inferir que os legumes s\u00e3o monitorados regularmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) a veracidade da conclus\u00e3o que o brasileiro tender\u00e1 a comprar mais tomate.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o podemos inferir que h\u00e1 uma tend\u00eancia do brasileiro comprar mais tomate.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) a suposi\u00e7\u00e3o de que a queda em quest\u00e3o ocorreu em algum per\u00edodo de janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De fato, a manchete cita o m\u00eas de janeiro nos levando a crer que a queda em quest\u00e3o ocorreu naquele m\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) o argumento de que a chuva \u00e9 respons\u00e1vel pelos pre\u00e7os do tomate em janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o podemos inferir que a queda se refere ao pre\u00e7o, pois nada foi dito nesse sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: D<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que apresenta uma explica\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel para o fen\u00f4meno apresentado na manchete.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) A seca, geralmente acompanhada de forte calor, provoca um amadurecimento mais r\u00e1pido do tomate e, portanto, eleva a oferta &#8211; oferta maior implica pre\u00e7os menores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Com a seca, o que se observa com o tomate s\u00e3o frutos de menor qualidade, ainda que se trate de um produto essencial para popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Como a queda de 20% \u00e9 uma queda significativa, e poss\u00edvel que os fatores causadores do fen\u00f4meno em quest\u00e3o sejam mais diversos que os apontados pela manchete.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Como manchetes s\u00e3o apelativas no sentido de que buscam chamar a aten\u00e7\u00e3o do leitor, h\u00e1 de se desconfiar de um \u00edndice t\u00e3o elevado, que pode se referir a apenas uma semana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) O percentual de 20% de queda pode se dever ao fato de que, em per\u00edodos mais secos, a composi\u00e7\u00e3o das refei\u00e7\u00f5es do brasileiro se modifica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O termo chave do enunciado \u00e9 o de que precisamos encontrar uma \u201cexplica\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel\u201d. Plaus\u00edvel \u00e9 aquilo que \u00e9 razo\u00e1vel, aceit\u00e1vel. Analisando as alternativas, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) A seca, geralmente acompanhada de forte calor, provoca um amadurecimento mais r\u00e1pido do tomate e, portanto, eleva a oferta &#8211; oferta maior implica pre\u00e7os menores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de uma explica\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel para o fen\u00f4meno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Com a seca, o que se observa com o tomate s\u00e3o frutos de menor qualidade, ainda que se trate de um produto essencial para popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 razo\u00e1vel supor que o tomate seja um produto essencial para a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Como a queda de 20% \u00e9 uma queda significativa, e poss\u00edvel que os fatores causadores do fen\u00f4meno em quest\u00e3o sejam mais diversos que os apontados pela manchete.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enunciado pediu uma explica\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel e essa alternativa simplesmente n\u00e3o explica o fen\u00f4meno. Ao contr\u00e1rio, ela especula que o fen\u00f4meno pode ter diversos outros fatores causadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Como manchetes s\u00e3o apelativas, no sentido de que buscam chamar a aten\u00e7\u00e3o do leitor, h\u00e1 de se desconfiar de um \u00edndice t\u00e3o elevado, que pode se referir a apenas uma semana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Novamente temos um alternativa que n\u00e3o explica o fen\u00f4meno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) O percentual de 20% de queda pode se dever ao fato de que, em per\u00edodos mais secos, a composi\u00e7\u00e3o das refei\u00e7\u00f5es do brasileiro se modifica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Supor que a composi\u00e7\u00e3o das refei\u00e7\u00f5es do brasileiro se modifica durante a seca n\u00e3o \u00e9 uma explica\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: A<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Leia o texto a seguir, em que [X] \u00e9 um elemento necess\u00e1rio para a sua argumenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A medicina j\u00e1 sabe que a mem\u00f3ria musical \u00e9 uma das \u00faltimas que s\u00e3o perdidas por causa da deteriora\u00e7\u00e3o cerebral provocada pelo mal de Alzheimer. Existe a hip\u00f3tese de que seria poss\u00edvel usar essa mem\u00f3ria para prevenir a progress\u00e3o da doen\u00e7a. <u>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;___________&nbsp;&nbsp; [X]&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; ___________&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/u>. A proposta do projeto brasileiro \u201cM\u00fasicas Para Sempre\u201d \u00e9 fazer com que os artistas conhe\u00e7am um pouco a vida dos pacientes e produzam m\u00fasicas sobre eles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que, ao ocupar a posi\u00e7\u00e3o de [X], melhor confere unicidade\/coer\u00eancia ao texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Uma pesquisa da Universidade de S\u00e3o Paulo parece rejeitar essa hip\u00f3tese, ap\u00f3s a consecu\u00e7\u00e3o da \u00faltima etapa de um projeto envolvendo pacientes com Alzheimer e m\u00fasicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Uma iniciativa independente quer testar essa hip\u00f3tese, sem a pretens\u00e3o e a seriedade de um estudo acad\u00eamico, unindo fam\u00edlias e pacientes com Alzheimer a m\u00fasicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Essa hip\u00f3tese surgiu depois que cientistas observaram que m\u00fasicos com Alzheimer continuavam com suas habilidades musicais j\u00e1 nos est\u00e1gios avan\u00e7ados da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Essa hip\u00f3tese vem sendo debatida, havendo resultados controversos ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o de projetos de longa dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Um projeto de uma universidade estadunidense lan\u00e7ou luz sobre a quest\u00e3o a partir de resson\u00e2ncias magn\u00e9ticas de m\u00fasicos em est\u00e1gios avan\u00e7ados da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enunciado pede que [X] seja um elemento necess\u00e1rio para a argumenta\u00e7\u00e3o do texto. Analisando as alternativas, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Uma pesquisa da Universidade de S\u00e3o Paulo parece rejeitar essa hip\u00f3tese, ap\u00f3s a consecu\u00e7\u00e3o da \u00faltima etapa de um projeto envolvendo pacientes com Alzheimer e m\u00fasicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existe um projeto (M\u00fasicas Para Sempre) que trabalha com a veracidade da hip\u00f3tese do texto. No entanto, essa alternativa mostra um argumento contr\u00e1rio a essa hip\u00f3tese, de forma que n\u00e3o se trata de um elemento necess\u00e1rio para a argumenta\u00e7\u00e3o do texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Uma iniciativa independente quer testar essa hip\u00f3tese, sem a pretens\u00e3o e a seriedade de um estudo acad\u00eamico, unindo fam\u00edlias e pacientes com Alzheimer a m\u00fasicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de um elemento que vem ao encontro das ideias apresentadas no texto, sendo essa a alternativa verdadeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Essa hip\u00f3tese surgiu depois que cientistas observaram que m\u00fasicos com Alzheimer continuavam com suas habilidades musicais j\u00e1 nos est\u00e1gios avan\u00e7ados da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na verdade, o texto menciona que a hip\u00f3tese vem do fato de que \u201ca medicina j\u00e1 sabe que a mem\u00f3ria musical \u00e9 uma das \u00faltimas que s\u00e3o perdidas por causa da deteriora\u00e7\u00e3o cerebral provocada pelo mal de Alzheimer.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Essa hip\u00f3tese vem sendo debatida, havendo resultados controversos ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o de projetos de longa dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existe um projeto (M\u00fasicas Para Sempre) que trabalha com a veracidade da hip\u00f3tese do texto. No entanto, essa alternativa mostra um argumento contr\u00e1rio a essa hip\u00f3tese, de forma que n\u00e3o se trata de um elemento necess\u00e1rio para a argumenta\u00e7\u00e3o do texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Um projeto de uma universidade estadunidense lan\u00e7ou luz sobre a quest\u00e3o a partir de resson\u00e2ncias magn\u00e9ticas de m\u00fasicos em est\u00e1gios avan\u00e7ados da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao dizer que o projeto americano \u201clan\u00e7ou luz sobre a quest\u00e3o\u201d, passa-se a ideia de que a partir desse projeto surgiu a hip\u00f3tese. No entanto, o texto menciona que a hip\u00f3tese vem do fato de que \u201ca medicina j\u00e1 sabe que a mem\u00f3ria musical \u00e9 uma das \u00faltimas que s\u00e3o perdidas por causa da deteriora\u00e7\u00e3o cerebral provocada pelo mal de Alzheimer.\u201d Portanto, este n\u00e3o \u00e9 um elemento necess\u00e1rio para a argumenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: B<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Na C\u00e2mara de Vereadores de dada capital brasileira, foram apresentados nove projetos relacionados a \u00e1gua, que v\u00e3o a vota\u00e7\u00e3o. Os textos preveem medidas como o desconto no IPTU para quem tiver sistema de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua da chuva no im\u00f3vel e para quem instalar privadas que usem menos \u00e1gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que apresenta uma conclus\u00e3o para o texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Os vereadores da referida capital demonstram, em sua maioria, preocupa\u00e7\u00e3o com a sustentabilidade da \u00e1gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) As a\u00e7\u00f5es contra o desperd\u00edcio e a favor da efici\u00eancia h\u00eddrica devem ocorrer simultaneamente para que mere\u00e7am ser recompensadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Trata-se de uma medida isolada, isto \u00e9, referente a apenas uma capital brasileira, cujos impactos agregados para todo o pa\u00eds podem ser pouco significativos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Medidas contra o desperd\u00edcio ou a favor da efici\u00eancia h\u00eddrica s\u00e3o pauta de projetos de vereadores em dada capital brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) A\u00e7\u00f5es contra o desperd\u00edcio ou a favor da efici\u00eancia h\u00eddrica podem vir a ter impactos financeiros positivos para a popula\u00e7\u00e3o e a elas adere.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enunciado pede uma conclus\u00e3o para o texto. Analisando as alternativas, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Os vereadores da referida capital demonstram, em sua maioria, preocupa\u00e7\u00e3o com a sustentabilidade da \u00e1gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o temos informa\u00e7\u00f5es para assegurar que a maioria dos vereadores demonstra preocupa\u00e7\u00e3o com a sustentabilidade da \u00e1gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) As a\u00e7\u00f5es contra o desperd\u00edcio e a favor da efici\u00eancia h\u00eddrica devem ocorrer simultaneamente para que mere\u00e7am ser recompensadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o se trata de uma conclus\u00e3o do texto, inclusive n\u00e3o foi dito nada relativo \u00e0 necessidade de simultaneidade entre as a\u00e7\u00f5es contra o desperd\u00edcio e a favor da efici\u00eancia h\u00eddrica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Trata-se de uma medida isolada, isto \u00e9, referente a apenas uma capital brasileira, cujos impactos agregados para todo o pa\u00eds podem ser pouco significativos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o se trata de uma conclus\u00e3o do texto e, al\u00e9m disso, nada foi dito sobre as poss\u00edveis repercuss\u00f5es disso a n\u00edvel nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Medidas contra o desperd\u00edcio ou a favor da efici\u00eancia h\u00eddrica s\u00e3o pauta de projetos de vereadores em dada capital brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o se trata de uma conclus\u00e3o do texto, mas apenas de uma s\u00edntese do mesmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) A\u00e7\u00f5es contra o desperd\u00edcio ou a favor da efici\u00eancia h\u00eddrica podem vir a ter impactos financeiros positivos para a popula\u00e7\u00e3o e a elas adere.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta sim \u00e9 uma conclus\u00e3o do texto, visto que, se aprovadas as medidas, o contribuinte poder\u00e1 vir a ter desconto no IPTU por conta de suas a\u00e7\u00f5es contra o desperd\u00edcio ou a favor da efici\u00eancia h\u00eddrica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: E<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Em 1960, muita gente s\u00e9ria afirmava que as reservas de petr\u00f3leo do planeta estariam esgotadas em 40 anos. J\u00e1 se passaram quase duas d\u00e9cadas desse prazo e, sem contar novas descobertas e eventuais aumentos ou quedas significativas no consumo, h\u00e1 proje\u00e7\u00f5es, entre muitas, que apontam para uma dura\u00e7\u00e3o de mais de 150 anos. Com a matriz energ\u00e9tica atual, \u00e9 poss\u00edvel reverter o aquecimento global provocado pela queima de hidrocarbonetos? Com fartura de petr\u00f3leo barato, ser\u00e1 fact\u00edvel desenvolver fontes alternativas de energia a custos economicamente aceit\u00e1veis?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir das informa\u00e7\u00f5es presentes no texto, admite-se:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) A perspectiva que o consumo de petr\u00f3leo avance muito no futuro enseja preocupa\u00e7\u00f5es sobre como vamos obter energia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Se continuarmos a queimar petr\u00f3leo com fins energ\u00e9ticos, poderemos afetar a capacidade do planeta de suportar a vida humana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Essas proje\u00e7\u00f5es sobre a dura\u00e7\u00e3o de reservas minerais dificilmente se confirmam, pois novas descobertas s\u00e3o inexor\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) O ativismo ambiental pode ser um fator decisivo para a busca de alternativas vi\u00e1veis ao petr\u00f3leo e seus derivados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Os esfor\u00e7os de avan\u00e7o tecnol\u00f3gico s\u00e3o a \u00fanica alternativa para uma transi\u00e7\u00e3o n\u00e3o conflituosa de uma matriz energ\u00e9tica para a outra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enunciado pede um coment\u00e1rio admiss\u00edvel a partir das informa\u00e7\u00f5es do texto. Analisando as alternativas, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) A perspectiva que o consumo de petr\u00f3leo avance muito no futuro enseja preocupa\u00e7\u00f5es sobre como vamos obter energia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De fato, o texto diz que h\u00e1 proje\u00e7\u00f5es que apontam para uma dura\u00e7\u00e3o de mais de 150 anos das reservas de petr\u00f3leo. Isso pode acabar dificultando o desenvolvimento de fontes alternativas de energia a custos aceit\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Se continuarmos a queimar petr\u00f3leo com fins energ\u00e9ticos, poderemos afetar a capacidade do planeta de suportar a vida humana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o foi dito isso no texto. O m\u00e1ximo que ele fez foi especular se com a matriz energ\u00e9tica atual seria poss\u00edvel reverter o aquecimento global.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Essas proje\u00e7\u00f5es sobre a dura\u00e7\u00e3o de reservas minerais dificilmente se confirmam, pois novas descobertas s\u00e3o inexor\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O texto n\u00e3o diz que as proje\u00e7\u00f5es dificilmente se confirmam. Inclusive, o texto utiliza-se de proje\u00e7\u00f5es que apontam para uma dura\u00e7\u00e3o de mais de 150 anos para questionar sobre o aquecimento global e o desenvolvimento de fontes alternativas de energia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) O ativismo ambiental pode ser um fator decisivo para a busca de alternativas vi\u00e1veis ao petr\u00f3leo e seus derivados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada foi dito sobre ativismo ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Os esfor\u00e7os de avan\u00e7o tecnol\u00f3gico s\u00e3o a \u00fanica alternativa para uma transi\u00e7\u00e3o n\u00e3o conflituosa de uma matriz energ\u00e9tica para a outra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada foi dito sobre transi\u00e7\u00e3o n\u00e3o conflituosa de uma matriz energ\u00e9tica para a outra e, muito menos, que os esfor\u00e7os de avan\u00e7o tecnol\u00f3gico s\u00e3o a <u>\u00fanica alternativa<\/u> para uma transi\u00e7\u00e3o n\u00e3o conflituosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: A<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>INSTRU\u00c7\u00c3O:<\/strong> Leia o texto a seguir para responder \u00e0s duas pr\u00f3ximas quest\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na produ\u00e7\u00e3o de textos acad\u00eamicos, deve-se preferencialmente ler e citar sempre o autor e o texto originais, a n\u00e3o ser que seja um texto antiqu\u00edssimo que existe apenas na Biblioteca Nacional de Paris ou que esteja escrito apenas em chin\u00eas arcaico ou em aramaico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Considerando que o texto foi escrito para brasileiros, uma conclus\u00e3o plaus\u00edvel para ele \u00e9<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) H\u00e1 casos em que o acesso ao texto original \u00e9 imposs\u00edvel ou inviabilizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) H\u00e1 textos acad\u00eamicos que indevidamente fazem uso de cita\u00e7\u00f5es indiretas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) A cita\u00e7\u00e3o de textos originais e parte imprescind\u00edvel de todo texto acad\u00eamico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Textos antigos ou em l\u00edngua desconhecida pelo pesquisador n\u00e3o precisam ser citados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Existem circunst\u00e2ncias que justificam o uso de fontes secund\u00e1rias em textos acad\u00eamicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enunciado pede uma conclus\u00e3o plaus\u00edvel para o texto. O texto apresenta uma regra geral de que se deve preferencialmente ler e citar sempre o autor e o texto originais na produ\u00e7\u00e3o de textos acad\u00eamicos, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o das situa\u00e7\u00f5es citadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Analisando as alternativas, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) H\u00e1 casos em que o acesso ao texto original \u00e9 imposs\u00edvel ou inviabilizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa n\u00e3o \u00e9 uma conclus\u00e3o do texto. Nas exce\u00e7\u00f5es citadas no texto n\u00e3o fica evidente que o acesso \u00e9 imposs\u00edvel ou inviabilizado, mas sim que ele \u00e9 dificultoso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) H\u00e1 textos acad\u00eamicos que indevidamente fazem uso de cita\u00e7\u00f5es indiretas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa n\u00e3o \u00e9 uma conclus\u00e3o poss\u00edvel. O texto fala de uma regra geral e suas exce\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, mas n\u00e3o chega a admitir que h\u00e1 textos acad\u00eamicos se valendo de cita\u00e7\u00f5es indiretas ou secund\u00e1rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) A cita\u00e7\u00e3o de textos originais \u00e9 parte imprescind\u00edvel de todo texto acad\u00eamico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O texto apresenta uma regra geral de que se deve <u>preferencialmente <\/u>(e n\u00e3o de forma imprescind\u00edvel) ler e citar sempre o autor e o texto originais na produ\u00e7\u00e3o de textos acad\u00eamicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Textos antigos ou em l\u00edngua desconhecida pelo pesquisador n\u00e3o precisam ser citados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O texto cita especificamente situa\u00e7\u00f5es nas quais n\u00e3o \u00e9 prefer\u00edvel ler e citar o autor e o texto originais na produ\u00e7\u00e3o de textos acad\u00eamicos. Portanto, n\u00e3o cabe essa generaliza\u00e7\u00e3o proposta pela alternativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Existem circunst\u00e2ncias que justificam o uso de fontes secund\u00e1rias em textos acad\u00eamicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De fato, o texto cita especificamente situa\u00e7\u00f5es nas quais n\u00e3o \u00e9 prefer\u00edvel ler e citar o autor e o texto originais na produ\u00e7\u00e3o de textos acad\u00eamicos. Assim, podemos concluir do texto que existem circunst\u00e2ncias que justificam o uso de fontes secund\u00e1rias (ou seja, n\u00e3o originais) em textos acad\u00eamicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: E<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Uma premissa subjacente ao texto \u00e9:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) H\u00e1 casos em que o acesso ao texto original \u00e9 imposs\u00edvel ou inviabilizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) H\u00e1 textos acad\u00eamicos que indevidamente fazem uso de cita\u00e7\u00f5es indiretas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) A cita\u00e7\u00e3o de textos originais \u00e9 parte imprescind\u00edvel de todo texto acad\u00eamico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Textos antigos ou em l\u00edngua desconhecida pelo pesquisador n\u00e3o precisam ser citados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Existem circunst\u00e2ncias que justificam o uso de fontes secund\u00e1rias em textos acad\u00eamicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enunciado pede uma premissa subjacente ao texto, ou seja, uma informa\u00e7\u00e3o essencial impl\u00edcita capaz de embasar o racioc\u00ednio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Analisando as alternativas, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) H\u00e1 casos em que o acesso ao texto original \u00e9 imposs\u00edvel ou inviabilizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Partindo desse pressuposto, de que em alguns casos o acesso ao texto original \u00e9 imposs\u00edvel ou inviabilizado, podem ser definidas regras para quando se deve preferencialmente ler e citar o autor e texto originais, que foi o que o texto fez. Essa alternativa apresenta o problema para o qual o texto prop\u00f5e uma solu\u00e7\u00e3o, sendo assim uma informa\u00e7\u00e3o essencial para aquele. Esse, portanto, \u00e9 o gabarito da quest\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) H\u00e1 textos acad\u00eamicos que indevidamente fazem uso de cita\u00e7\u00f5es indiretas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O fato de haver textos acad\u00eamicos que indevidamente fazem uso de cita\u00e7\u00f5es indiretas n\u00e3o \u00e9 o problema para o qual o texto apresenta uma solu\u00e7\u00e3o. Dessa forma, essa alternativa n\u00e3o constitui uma informa\u00e7\u00e3o essencial impl\u00edcita para o texto apresentado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) A cita\u00e7\u00e3o de textos originais \u00e9 parte imprescind\u00edvel de todo texto acad\u00eamico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa alternativa n\u00e3o constitui uma premissa subjacente ao texto, pelo fato de que a cita\u00e7\u00e3o de textos originais, em alguns casos, pode ser dificultosa, situa\u00e7\u00f5es nas quais \u00e9 admitida a cita\u00e7\u00e3o de fontes secund\u00e1rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Textos antigos ou em l\u00edngua desconhecida pelo pesquisador n\u00e3o precisam ser citados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa alternativa n\u00e3o constitui uma premissa subjacente ao texto, pelo fato de que, se o texto se embasasse nela, ele n\u00e3o poderia dizer que, os casos de cita\u00e7\u00e3o de fonte secund\u00e1ria s\u00e3o, especificamente, aqueles cujo texto original existe apenas na Biblioteca Nacional de Paris ou que esteja escrito apenas em chin\u00eas arcaico ou em aramaico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Existem circunst\u00e2ncias que justificam o uso de fontes secund\u00e1rias em textos acad\u00eamicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa alternativa n\u00e3o constitui uma premissa subjacente ao texto. O texto justamente apresenta a regra geral (de cita\u00e7\u00e3o preferencial de texto original) e as exce\u00e7\u00f5es, nas quais \u00e9 permitido o uso de fontes secund\u00e1rias em textos acad\u00eamicos. Portanto, essa \u00e9 uma conclus\u00e3o e n\u00e3o uma informa\u00e7\u00e3o essencial sobre a qual o texto \u00e9 embasado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: A<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Durante uma intera\u00e7\u00e3o entre dois sujeitos, A e B, se deram tr\u00eas di\u00e1logos &#8211; representados a seguir por I, II ou III -, cada um composto por duas falas, uma de A e outra de B. Os di\u00e1logos foram independentes, e as falas ocorreram na ordem apresentada. A primeira fala do di\u00e1logo \u00e9 chamada de fala inicial, e a segunda \u00e9 chamada de contra-argumento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Di\u00e1logo I<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A: O pai da Filosofia \u00e9 Arist\u00f3teles?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B: N\u00e3o sei lhe dizer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Di\u00e1logo II<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B: H\u00e1 algo errado com a log\u00edstica de transporte que estamos utilizando. Nossos prazos n\u00e3o diminuem; nem os nossos custos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A: A causa dos resultados insatisfat\u00f3rios pode estar fora da log\u00edstica propriamente dita. Por exemplo, voc\u00ea olhou cuidadosamente o n\u00edvel de treinamento dos nossos colaboradores?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Di\u00e1logo III<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A: O coaching executivo est\u00e1 dando muito certo em nossas empresas do Sudeste. Tamb\u00e9m teremos \u00f3timos resultados com a sua implementa\u00e7\u00e3o em nossas f\u00e1bricas do Norte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B: Sugiro que reflitamos um pouco mais sobre essa sua l\u00f3gica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 fal\u00e1cia em<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) todas as falas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) apenas uma fala.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) apenas duas falas localizadas no mesmo di\u00e1logo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) apenas duas falas localizadas em dois di\u00e1logos distintos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) apenas tr\u00eas argumentos localizados em dois ou mais di\u00e1logos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Podemos chamar de fal\u00e1cia qualquer argumento errado ou equivocado, ou ainda, argumentos incorretos com apar\u00eancia de corretos. Vamos analisar cada di\u00e1logo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Di\u00e1logo I<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A: O pai da Filosofia \u00e9 Arist\u00f3teles?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B: N\u00e3o sei lhe dizer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o foi identificado nenhum argumento errado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Di\u00e1logo II<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B: H\u00e1 algo errado com a log\u00edstica de transporte que estamos utilizando. Nossos prazos n\u00e3o diminuem; nem os nossos custos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A: A causa dos resultados insatisfat\u00f3rios pode estar fora da log\u00edstica propriamente dita. Por exemplo, voc\u00ea olhou cuidadosamente o n\u00edvel de treinamento dos nossos colaboradores?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja que B se utiliza de duas observa\u00e7\u00f5es (\u201cNossos prazos n\u00e3o diminuem; nem os nossos custos\u201d) para concluir que h\u00e1 algo errado com a log\u00edstica de transporte. Apesar de aparentemente correto, esse argumento n\u00e3o \u00e9 necessariamente verdadeiro, visto que, assim como disse A, o problema para que os prazos e custos n\u00e3o diminuam pode estar fora da log\u00edstica propriamente dita. Portanto, h\u00e1 fal\u00e1cia na fala de B.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Di\u00e1logo III<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A: O coaching executivo est\u00e1 dando muito certo em nossas empresas do Sudeste. Tamb\u00e9m teremos \u00f3timos resultados com a sua implementa\u00e7\u00e3o em nossas f\u00e1bricas do Norte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B: Sugiro que reflitamos um pouco mais sobre essa sua l\u00f3gica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O fato de ter dado certo no Sudeste n\u00e3o garante \u00eaxito no Norte. Dessa forma, h\u00e1 fal\u00e1cia no argumento de A.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, identificamos fal\u00e1cia em apenas duas falas, localizadas em dois di\u00e1logos distintos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: D<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Na frieza dos n\u00fameros, h\u00e1 oito fam\u00edlias dispon\u00edveis para cada crian\u00e7a apta \u00e0 ado\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. A equa\u00e7\u00e3o, na pr\u00e1tica, n\u00e3o fecha. Nos abrigos brasileiros, meninos e meninas com idade superior \u00e0 tr\u00eas anos s\u00e3o maioria e, ao mesmo tempo, os menos desejados pelos aspirantes a pais. Ano a ano, os pretendentes t\u00eam, timidamente, aberto o leque de prefer\u00eancias et\u00e1rias, mas a idealiza\u00e7\u00e3o de um filho rec\u00e9m-nascido ainda faz permanecer o descompasso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A argumenta\u00e7\u00e3o do texto tem como premissa, na realidade brasileira atual,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) seria poss\u00edvel relacionar o n\u00famero de fam\u00edlias dispon\u00edveis com o n\u00famero de crian\u00e7as efetivamente adotadas o Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) a idade \u00e9 um fator impeditivo para admitir a possibilidade de que haja um aumento no n\u00famero de crian\u00e7as adotadas no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) \u00e9 poss\u00edvel observar no cen\u00e1rio brasileiro, um n\u00famero crescente de fam\u00edlias dispostas a adotar crian\u00e7as acima de tr\u00eas anos no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) a idealiza\u00e7\u00e3o do filho rec\u00e9m-nascido \u00e9 a raz\u00e3o por que h\u00e1 um descompasso entre o n\u00famero de fam\u00edlias dispon\u00edveis e o n\u00famero de crian\u00e7as adotadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) crian\u00e7as para ado\u00e7\u00e3o oriundas de abrigos s\u00e3o aquelas menos desejadas pelos aspirantes a se tornarem pais no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enunciado pede uma premissa, ou seja, um fato no qual o texto possa se embasar. Analisando as alternativas, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) seria poss\u00edvel relacionar o n\u00famero de fam\u00edlias dispon\u00edveis com o n\u00famero de crian\u00e7as efetivamente adotadas o Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De fato, \u00e9 em cima disso que o texto discorre, tanto \u00e9 que ele defende a ideia de que h\u00e1 fam\u00edlias suficientes para cada crian\u00e7a apta \u00e0 ado\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. Ele parte disso para depois concluir sobre a exist\u00eancia de um descompasso entre o n\u00famero de fam\u00edlias dispon\u00edveis e o n\u00famero de crian\u00e7as adotadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) a idade \u00e9 um fator impeditivo para admitir a possibilidade de que haja um aumento no n\u00famero de crian\u00e7as adotadas no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa \u00e9 a conclus\u00e3o do texto, mas n\u00e3o uma premissa na qual ele se sustenta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) \u00e9 poss\u00edvel observar no cen\u00e1rio brasileiro, um n\u00famero crescente de fam\u00edlias dispostas a adotar crian\u00e7as acima de tr\u00eas anos no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Errado, o texto fala justamente o oposto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) a idealiza\u00e7\u00e3o do filho rec\u00e9m-nascido \u00e9 a raz\u00e3o por que h\u00e1 um descompasso entre o n\u00famero de fam\u00edlias dispon\u00edveis e o n\u00famero de crian\u00e7as adotadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa \u00e9 a conclus\u00e3o do texto, mas n\u00e3o uma premissa na qual ele se sustenta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) crian\u00e7as para ado\u00e7\u00e3o oriundas de abrigos s\u00e3o aquelas menos desejadas pelos aspirantes a se tornarem pais no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se essa fosse a premissa, o texto n\u00e3o basearia o descompasso entre o n\u00famero de fam\u00edlias dispon\u00edveis e o n\u00famero de crian\u00e7as adotadas no fato de que meninos e meninas <u>com idade superior \u00e0 tr\u00eas anos<\/u> s\u00e3o maioria e, ao mesmo tempo, os menos desejados pelos aspirantes a pais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: A<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> O principal argumento de compra em portais internacionais s\u00e3o os pre\u00e7os baixos, que podem equivaler a um ter\u00e7o ou um quarto dos nacionais &#8211; 84% dos entrevistados em uma pesquisa de abrang\u00eancia nacional citaram esse quesito mesmo que isso signifique esperar, em m\u00e9dia, 42 dias corridos para receber a encomenda. O que chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 que, se fosse assim no Brasil, o consumidor acharia um absurdo e abandonaria o carrinho de compras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que argumento apresentado na \u00faltima frase do texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) O consumidor brasileiro tem expectativas de que os prazos sejam ex\u00edguos na entrega de mercadorias nacionais compradas on-line.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) O consumidor brasileiro \u00e9 inerte, ainda que repudie grandes prazos de entrega independentemente do pre\u00e7o e da localidade da loja em que compra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) O consumidor brasileiro tende a avaliar um rol de vari\u00e1veis, como prazo, antes de concluir uma compra on-line em uma loja nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) O consumidor brasileiro \u00e9 \u00e1vido por produtos comprados no exterior, que, sejam caros ou baratos, conferem-lhe um status distinto daqueles adquiridos no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) O consumidor brasileiro que compra apenas em sites nacionais e desconhece os estrangeiros \u00e9 mais exigente com rela\u00e7\u00e3o aos prazos de entrega.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O enunciado pede a alternativa que enfraquece o argumento apresentado na \u00faltima frase do texto, o qual diz que se o prazo numa compra dentro do Brasil fosse t\u00e3o dilatado, o consumidor n\u00e3o efetuaria a compra. Analisando as alternativas, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) O consumidor brasileiro tem expectativas de que os prazos sejam ex\u00edguos na entrega de mercadorias nacionais compradas on-line.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa alternativa traz uma verdade, por\u00e9m n\u00e3o enfraquece o argumento em quest\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) O consumidor brasileiro \u00e9 inerte, ainda que repudie grandes prazos de entrega independentemente do pre\u00e7o e da localidade da loja em que compra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse argumento diz que o consumidor repudia grandes prazos de entrega independentemente do pre\u00e7o. O argumento final do texto diz que o consumidor repudia grandes prazos se a compra for no Brasil, local em que ele paga mais caro nos produtos. No entanto, se a compra for nos referidos portais internacionais, em que o pre\u00e7o \u00e9 um atrativo, o consumidor n\u00e3o se importa de esperar mais tempo. Essa, portanto,&nbsp; \u00e9 a alternativa que enfraquece o argumento final do texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) O consumidor brasileiro tende a avaliar um rol de vari\u00e1veis, como prazo, antes de concluir uma compra on-line em uma loja nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa alternativa fala uma verdade e n\u00e3o enfraquece o argumento final do texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) O consumidor brasileiro \u00e9 \u00e1vido por produtos comprados no exterior, que, sejam caros ou baratos, conferem-lhe um status distinto daqueles adquiridos no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa alternativa traz um fato que n\u00e3o enfraquece o argumento final do texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) O consumidor brasileiro que compra apenas em sites nacionais e desconhece os estrangeiros \u00e9 mais exigente com rela\u00e7\u00e3o aos prazos de entrega.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa alternativa traz um fato que n\u00e3o enfraquece o argumento final do texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: B<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Em um debate eleitoral, dois candidatos discutem a tem\u00e1tica \u201ctransporte p\u00fablico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assinale, dentre as alternativas a seguir, a \u00fanica que constitui argumento falacioso apresentado por um dos candidatos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Quando se fala em transporte p\u00fablico, as vari\u00e1veis a serem consideradas s\u00e3o diversas. Uma delas consiste na demanda real e demanda potencial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Peguei um \u00f4nibus diversas vezes por dia para ver quanto tempo gastaria para realizar um trajeto que normalmente realizo em 20 minutos de carro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) O transporte p\u00fablico da cidade n\u00e3o atende \u00e0s nossas necessidades de locomo\u00e7\u00e3o. Basta perguntar a qualquer cidad\u00e3o!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Se realmente quisermos garantir sustentabilidade ambiental, o transporte p\u00fablico \u00e9, sim, uma op\u00e7\u00e3o muito mais vi\u00e1vel que o carro individual em diversos aspectos!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Eu acho rid\u00edculo que nossos cidad\u00e3o tenham que pagar R$ 4,00 por um sistema de transporte p\u00fablico que, na minha opini\u00e3o, \u00e9 med\u00edocre, lento e sucateado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O enunciado pede para identificarmos a \u00fanica alternativa em que h\u00e1 fal\u00e1cia, ou seja, um argumento incorreto com apar\u00eancia de correto. Veja a alternativa c:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) O transporte p\u00fablico da cidade n\u00e3o atende \u00e0s nossas necessidades de locomo\u00e7\u00e3o. Basta perguntar a qualquer cidad\u00e3o!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O candidato apoia a validade de sua afirma\u00e7\u00e3o na poss\u00edvel opini\u00e3o sobre transporte p\u00fablico de qualquer um dos cidad\u00e3os. Veja que essa \u00e9 uma justificativa falha visto que, entre os cidad\u00e3os, podem haver aqueles que consideram que suas necessidades de locomo\u00e7\u00e3o sejam atendidas pelo transporte p\u00fablico da cidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: C<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>(<\/strong><strong>ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Leia o seguinte texto segmentado em quatro partes, [X], [Y], [W] e [Z].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[X] A recompensa pode ter impacto no desempenho dos empregados. [Y] Empregados mal recompensados tendem a apresentar mau desempenho. [W] Empregados bem recompensados n\u00e3o necessariamente apresentam bom desempenho. [Z] Portanto, preciso rever minha pol\u00edtica de desempenho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que apresenta uma an\u00e1lise correta dessas partes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) As partes [X], [Y] e [W], se consideradas como premissas verdadeiras, garantem a veracidade da conclus\u00e3o em [Z].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) As partes [X], [Y] e [W], se consideradas como premissas falsas, invalidam a conclus\u00e3o em [Z], que consiste em uma fal\u00e1cia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) As partes [Y] e [W] podem ser consideradas premissas que, se verdadeiras, sustentam aquilo que se afirma em [X].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) As partes [Y] e [W] podem ser consideradas infer\u00eancias extra\u00eddas daquilo que se encontra na afirma\u00e7\u00e3o em [X].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) As partes [Y], [W] e [Z], ser consideradas como infer\u00eancias verdadeiras, garantem a veracidade da conclus\u00e3o, n\u00e3o falaciosa, em [Z].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Veja que o texto introduz uma ideia: [X] A recompensa pode ter impacto no desempenho dos empregados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Depois disso, o texto justifica aquela ideia apresentada, ou seja, ele apresenta constata\u00e7\u00f5es que embasaram a formula\u00e7\u00e3o daquela ideia inicial:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[Y] Empregados mal recompensados tendem a apresentar mau desempenho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[W] Empregados bem recompensados n\u00e3o necessariamente apresentam bom desempenho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Portanto, podemos dizer que as partes [Y] e [W] podem ser consideradas premissas que, se verdadeiras, sustentam aquilo que se afirma em [X].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: C<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Apesar de a maioria dos produtos comprados em portais internacionais estar sujeita a tributa\u00e7\u00e3o, apenas 31% dos entrevistados de uma pesquisa nacional afirmaram ter pago impostos. A fiscaliza\u00e7\u00e3o da Receita \u00e9 feita por amostragem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que <strong><u>n\u00e3o<\/u><\/strong> apresenta uma conclus\u00e3o plaus\u00edvel para o que se relata no texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Diante da impossibilidade de se atestar a veracidade dos depoimentos dos entrevistados, \u00e9 poss\u00edvel que a fiscaliza\u00e7\u00e3o por amostragem n\u00e3o seja t\u00e3o falha quanto parece, cabendo aqui saber se os produtos comprados s\u00e3o sujeitos \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) A considerar verdadeiros os depoimentos dos entrevistados e a obrigatoriedade do imposto sobre entrada de mercadorias estrangeiras por eles compradas, ocorre que a fiscaliza\u00e7\u00e3o por amostragem \u00e9 falha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Portanto, se a Receita julgar que essa forma de amostragem est\u00e1 sendo falha, uma nova forma de fiscaliza\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser realizada para que se consiga efetivamente tributar os produtos sujeitos a impostos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Logo, a Receita tem sido omissa no cumprimento de suas obriga\u00e7\u00f5es previstas em lei. Uma nova forma de fiscaliza\u00e7\u00e3o deve ser desenvolvida para acompanhar as mudan\u00e7as trazidas pela tecnologia e pela globaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Pode-se pensar que a Receita n\u00e3o faz ideia do verdadeiro \u00edndice de cidad\u00e3os importadores que n\u00e3o pagam os impostos devidos, sendo a amostragem hoje apontada como problem\u00e1tica diante do grande n\u00famero de produtos que acabam entrando no pa\u00eds sem ser tributados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O enunciado pede uma alternativa que n\u00e3o apresenta uma conclus\u00e3o plaus\u00edvel. Analisando as alternativas, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Diante da impossibilidade de se atestar a veracidade dos depoimentos dos entrevistados, \u00e9 poss\u00edvel que a fiscaliza\u00e7\u00e3o por amostragem n\u00e3o seja t\u00e3o falha quanto parece, cabendo aqui saber se os produtos comprados s\u00e3o sujeitos \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de uma conclus\u00e3o plaus\u00edvel. De fato, se a maioria dos produtos comprados n\u00e3o for sujeita \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o, pode ser que a amostragem seja eficiente e isso justificaria o fato de que apenas 31% dos entrevistados pagaram impostos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) A considerar verdadeiros os depoimentos dos entrevistados e a obrigatoriedade do imposto sobre entrada de mercadorias estrangeiras por eles compradas, ocorre que a fiscaliza\u00e7\u00e3o por amostragem \u00e9 falha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de uma conclus\u00e3o plaus\u00edvel. Se a maioria dos produtos comprados for sujeita \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o e apenas 31% dos entrevistados pagaram impostos, pode ser que a amostragem seja falha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Portanto, se a Receita julgar que essa forma de amostragem est\u00e1 sendo falha, uma nova forma de fiscaliza\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser realizada para que se consiga efetivamente tributar os produtos sujeitos a impostos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de uma conclus\u00e3o plaus\u00edvel. Uma vez que a amostragem seja considerada falha, \u00e9 razo\u00e1vel afirmar que o m\u00e9todo ser\u00e1 substitu\u00eddo por outro mais efetivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Logo, a Receita tem sido omissa no cumprimento de suas obriga\u00e7\u00f5es previstas em lei. Uma nova forma de fiscaliza\u00e7\u00e3o deve ser desenvolvida para acompanhar as mudan\u00e7as trazidas pela tecnologia e pela globaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja que aqui se comete o erro de generalizar ao ser dito que a Receita tem sido omissa no cumprimento de suas obriga\u00e7\u00f5es previstas em lei. Dessa forma, n\u00e3o se trata de uma conclus\u00e3o plaus\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Pode-se pensar que a Receita n\u00e3o faz ideia do verdadeiro \u00edndice de cidad\u00e3os importadores que n\u00e3o pagam os impostos devidos, sendo a amostragem hoje apontada como problem\u00e1tica diante do grande n\u00famero de produtos que acabam entrando no pa\u00eds sem ser tributados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se de uma conclus\u00e3o plaus\u00edvel. Uma vez que a quantidade de entrevistados que pagaram impostos \u00e9 baixa, \u00e9 razo\u00e1vel afirmar que a Receita n\u00e3o saiba o verdadeiro \u00edndice de cidad\u00e3os importadores que n\u00e3o pagam os impostos devidos, por conta de que o m\u00e9todo de amostragem utilizado pode ser falho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: D<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Considere a seguinte estrutura de argumenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Concess\u00e3o baseada em fato anterior, fato posterior iniciado no passado e observado at\u00e9 o presente. Evid\u00eancia(s) para o fato.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um exemplo dessa estrutura \u00e9: \u201cEmbora os programas de <em>coaching<\/em> e mentoria tenham funcionado na empresa A, sua replica\u00e7\u00e3o na empresa B tem sido frustrante. Baixa ades\u00e3o e alta evas\u00e3o s\u00e3o os principais problemas registrados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que apresenta estrutura de argumenta\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 do exemplo fornecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) Ainda que eu falasse a l\u00edngua dos homens e falasse a l\u00edngua dos anjos, sem amor eu nada seria. E s\u00f3 o amor que conhece o que \u00e9 verdade, que n\u00e3o quer o mal e que n\u00e3o sente inveja ou se envaidece.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Por mais que a empresa tenha recebido recomenda\u00e7\u00f5es expressas para manter um invent\u00e1rio, o gestor \u201crespons\u00e1vel\u201d n\u00e3o vem fazendo o \u201cdever de casa\u201d. Perdas sem explica\u00e7\u00e3o no estoque t\u00eam sido constantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) Apesar de o sistema de custeio ABC ter se mostrado eficiente em organiza\u00e7\u00f5es hospitalares, nem sempre sua aplica\u00e7\u00e3o d\u00e1 certo nos hospitais. Bons sistemas de informa\u00e7\u00e3o s\u00e3o fundamentais para o sucesso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Se bem que nem toda organiza\u00e7\u00e3o se baseia na meritocracia, observa-se que essa \u00e9 uma quest\u00e3o premente em quase todas as organiza\u00e7\u00f5es do mundo. Evid\u00eancias disso s\u00e3o os crit\u00e9rios de desempenho utilizados nas promo\u00e7\u00f5es e progress\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Mesmo que t\u00e9cnicas de plantio tenham sido aplicadas de forma id\u00eantica nas duas \u00e1reas analisadas, os resultados foram positivos em apenas uma delas. Uma justificativa parece ter sido a menor incid\u00eancia de pragas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Veja a letra B:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por mais que a empresa tenha recebido recomenda\u00e7\u00f5es expressas para manter um invent\u00e1rio, o gestor \u201crespons\u00e1vel\u201d n\u00e3o vem fazendo o \u201cdever de casa\u201d. Perdas sem explica\u00e7\u00e3o no estoque t\u00eam sido constantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui temos respeitada a estrutura prevista no enunciado:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">concess\u00e3o baseada em fato anterior: \u201cPor mais que a empresa tenha recebido recomenda\u00e7\u00f5es expressas para manter um invent\u00e1rio\u201d \u2013 ou seja, a empresa recebeu, no passado, recomenda\u00e7\u00f5es expressas para manter um invent\u00e1rio;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">fato posterior iniciado no passado e observado at\u00e9 o presente: \u201co gestor \u201crespons\u00e1vel\u201d n\u00e3o vem fazendo o \u201cdever de casa\u201d\u201d \u2013 desde que recebeu as recomenda\u00e7\u00f5es no passado at\u00e9 hoje (presente), n\u00e3o se observou mudan\u00e7a alguma;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">evid\u00eancia para o fato: \u201cPerdas sem explica\u00e7\u00e3o no estoque t\u00eam sido constantes\u201d \u2013 essa \u00e9 a constata\u00e7\u00e3o de que nada foi feito pelo gestor desde que a empresa recebeu as recomenda\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As outras alternativas n\u00e3o possuem, simultaneamente, os tr\u00eas componentes estruturais como vimos acima, motivo pelo qual o gabarito \u00e9 a letra B.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: B<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> As chamadas coaliz\u00f5es dominantes, formais ou informais, s\u00e3o coliga\u00e7\u00f5es de interesses que se formam para exercer o poder sobre outras coaliz\u00f5es. \u00c9 assim nas organiza\u00e7\u00f5es, independentemente da natureza, objetivo e estrutura delas. Ali\u00e1s, \u00e9 pura pol\u00edtica, em seu sentido amplo. Entender as coaliz\u00f5es pode nos ajudar a descortinar, por exemplo, como e por que h\u00e1, num parlamento, tomadas de decis\u00f5es que cont\u00eam elementos que privilegiam minorias historicamente marginalizadas em detrimento da maioria, aprova\u00e7\u00e3o de or\u00e7amentos que desafiam a racionalidade e elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas que s\u00e3o equivocadas (\u00e0s vezes intencionalmente mesmo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir das premissas presentes no texto, assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que apresenta a infer\u00eancia mais adequada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) As coaliz\u00f5es dominantes operam primordialmente em organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, em todos os n\u00edveis federal, estadual ou municipal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Pol\u00edticas p\u00fablicas de substitui\u00e7\u00f5es coercitivas de importa\u00e7\u00f5es causaram grandes preju\u00edzos ao desenvolvimento do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) A preval\u00eancia dos interesses de minorias n\u00e3o necessariamente \u00e9 algo a ser considerado automaticamente ruim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) As coaliz\u00f5es funcionam de forma diferente nas organiza\u00e7\u00f5es e na pol\u00edtica, se bem que um parlamento \u00e9 um tipo de organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Quem sabe sobre a melhor forma de aplicar o dinheiro p\u00fablico s\u00e3o as popula\u00e7\u00f5es que ser\u00e3o afetadas com a execu\u00e7\u00e3o dos or\u00e7amentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O enunciado pede a infer\u00eancia mais adequada. Analisando as alternativas:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) As coaliz\u00f5es dominantes operam primordialmente em organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, em todos os n\u00edveis federal, estadual ou municipal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o h\u00e1 elementos para afirmar que as coaliz\u00f5es dominantes operam <u>primordialmente em organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas<\/u>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) Pol\u00edticas p\u00fablicas de substitui\u00e7\u00f5es coercitivas de importa\u00e7\u00f5es causaram grandes preju\u00edzos ao desenvolvimento do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada foi dito neste sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vamos pular a letra C.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) As coaliz\u00f5es funcionam de forma diferente nas organiza\u00e7\u00f5es e na pol\u00edtica, se bem que um parlamento \u00e9 um tipo de organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A proposi\u00e7\u00e3o acima se contradiz visto que primeiro afirma que \u201cas coaliz\u00f5es funcionam de forma diferente nas organiza\u00e7\u00f5es e na pol\u00edtica\u201d e depois volta atr\u00e1s e diz que \u201cum parlamento \u00e9 um tipo de organiza\u00e7\u00e3o\u201d. Essa, portanto, n\u00e3o \u00e9 uma infer\u00eancia adequada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) Quem sabe sobre a melhor forma de aplicar o dinheiro p\u00fablico s\u00e3o as popula\u00e7\u00f5es que ser\u00e3o afetadas com a execu\u00e7\u00e3o dos or\u00e7amentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nada foi dito neste sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como eliminamos todas as alternativas acima, s\u00f3 restou a letra C:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) A preval\u00eancia dos interesses de minorias n\u00e3o necessariamente \u00e9 algo a ser considerado automaticamente ruim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa \u00e9 a infer\u00eancia adequada. De fato, a forma\u00e7\u00e3o de uma coaliz\u00e3o n\u00e3o necessariamente \u00e9 algo a ser considerado automaticamente ruim, visto que o texto cita pelo menos uma decorr\u00eancia positiva disso para determinado grupo de pessoas: \u201ctomadas de decis\u00f5es que cont\u00eam elementos que privilegiam minorias historicamente marginalizadas em detrimento da maioria\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: C<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(ANPAD \u2013 2017)<\/strong> Considere duas intera\u00e7\u00f5es, sendo a primeira entre tr\u00eas participantes &#8211; Alfa, \u00d4mega e Delta &#8211; e a segunda entre dois participantes &#8211; Beta e \u00d4mega.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Intera\u00e7\u00e3o I<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alfa: Nossa pol\u00edtica de cargos e sal\u00e1rios est\u00e1 muito defasada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00d4mega: E olha que ela tem s\u00f3 dois anos&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Delta: Foi aquele incompetente do Gama que a criou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Intera\u00e7\u00e3o II<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Beta: Finalmente conseguimos uma pol\u00edtica de cargos e sal\u00e1rios que surte efeitos positivos na empresa!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00d4mega: N\u00e3o \u00e9 bem isso o que tenho ouvido por ai&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assinale, dentre as alternativas a seguir, aquela que apresenta a melhor an\u00e1lise comparativa da estrutura e\/ou tipo de argumento dessas duas intera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) H\u00e1 argumentos falaciosos em ambas as intera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) O primeiro argumento de \u00d4mega necessariamente contradiz o de Alfa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) O pressuposto de \u00d4mega \u00e9 participar de diferentes intera\u00e7\u00f5es para embasar seus argumentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Uma infer\u00eancia da primeira intera\u00e7\u00e3o \u00e9 que j\u00e1 houve uma pol\u00edtica de cargos e sal\u00e1rios anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) As duas intera\u00e7\u00f5es mostram como podem existir diferentes percep\u00e7\u00f5es de uma mesma tem\u00e1tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Analisando as alternativas, temos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A) H\u00e1 argumentos falaciosos em ambas as intera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o h\u00e1 fal\u00e1cia na intera\u00e7\u00e3o I.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">B) O primeiro argumento de \u00d4mega necessariamente contradiz o de Alfa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Errado. Na intera\u00e7\u00e3o I, \u00d4mega corrobora o fato de que a pol\u00edtica de cargos e sal\u00e1rios est\u00e1 defasada, sem discordar de Alfa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C) O pressuposto de \u00d4mega \u00e9 participar de diferentes intera\u00e7\u00f5es para embasar seus argumentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o temos como afirmar que esse \u00e9 o objetivo de \u00d4mega.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D) Uma infer\u00eancia da primeira intera\u00e7\u00e3o \u00e9 que j\u00e1 houve uma pol\u00edtica de cargos e sal\u00e1rios anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o necessariamente. Essa pode ser a \u00fanica pol\u00edtica de cargos e sal\u00e1rios que j\u00e1 houve na empresa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E) As duas intera\u00e7\u00f5es mostram como podem existir diferentes percep\u00e7\u00f5es de uma mesma tem\u00e1tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Exato. Enquanto Alfa acha que a pol\u00edtica de cargos e sal\u00e1rios \u00e9 defasada, Beta acha que ela surte efeitos positivos na empresa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: E<\/strong><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><b>J\u00e1 lan\u00e7amos os cursos completos em V\u00eddeo e em PDF para a pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o do Teste ANPAD. Clique <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/curso\/pacote-completo-p-teste-preparatorio-anpad-fevereiro-2018\/\">aqui<\/a> e saiba mais!<\/b><\/span><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 20px;\"><strong>Teste ANPAD &#8211; Recurso&nbsp;de Racioc\u00ednio L\u00f3gico que enviamos&nbsp;foi deferido<\/strong><\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O&nbsp;gabarito oficial da ANPAD&nbsp;praticamente bateu com as nossas resolu\u00e7\u00f5es (abaixo). Houve diverg\u00eancia na&nbsp;quest\u00e3o 3 de Racioc\u00ednio L\u00f3gico. Entendo que a alternativa correta deve ser alterada, motivo pelo qual pode ser feito recurso. Veja comigo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>ANPAD &#8211; Junho\/2017)<\/b>&nbsp;Ana, Zaia, Carlos e Daniel&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>RESOLU\u00c7\u00c3O:&nbsp;<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Temos 2 carros e 2 motos, sendo 2 ve\u00edculos verdes e 2 brancos. A frase III mostra que os carros de Ana e Carlos \u00e9 que s\u00e3o branco, de modo que os demais (Zaia e Daniel) s\u00e3o verdes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pela frase II, o ve\u00edculo de Zaia s\u00f3 seria carro se fosse branco. Como ele \u00e9 verde, ent\u00e3o o ve\u00edculo dela \u00e9 uma MOTO VERDE.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pela frase I, se Carlos tivesse moto, ela seria verde. Como ele n\u00e3o pode ter um ve\u00edculo verde (o dele \u00e9 branco, como j\u00e1 vimos), ele n\u00e3o pode ter uma moto, tendo assim um CARRO BRANCO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O outro ve\u00edculo branco \u00e9 de Ana. Assim, Ana tem a MOTO BRANCA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, se um ve\u00edculo n\u00e3o \u00e9 carro e nem \u00e9 verde (ou seja, o ve\u00edculo \u00e9 uma MOTO BRANCA), ele deve ser de Ana (letra A)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resposta: C&nbsp;(gabarito oficial preliminar &#8211; mas deve ser trocado para A)<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Veja abaixo a resposta da ANPAD ao nosso recurso.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-76619\" style=\"text-align: justify;\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/06\/06111940\/Capture.jpg\" alt=\"\" width=\"649\" height=\"210\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/06\/06111940\/Capture.jpg 649w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/06\/06111940\/Capture.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2017\/06\/06111940\/Capture.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 649px) 100vw, 649px\" \/><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Teste ANPAD &#8211; resum\u00e3o gratuito de Racioc\u00ednio L\u00f3gico, Quantitativo e Anal\u00edtico<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se voc\u00ea pretende enfrentar o pr\u00f3ximo <strong>Teste ANPAD<\/strong>, veja a seguir um&nbsp;<strong>resum\u00e3o<\/strong> de Racioc\u00ednio Anal\u00edtico, L\u00f3gico e Quantitativo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"font-size: 16px;\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/Resum\u00e3o-ANPAD.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"color: #ff0000;\"><u>Resum\u00e3o para o Teste ANPAD<\/u><\/span><\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deixo ainda neste artigo&nbsp;uma s\u00e9rie de informa\u00e7\u00f5es relevantes sobre o&nbsp;teste da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa em Administra\u00e7\u00e3o (<strong>Teste ANPAD<\/strong>), para aqueles que n\u00e3o conhecem t\u00e3o bem este exame. Escrevi na forma de &#8220;perguntas e respostas&#8221; para que voc\u00ea possa ir direto naqueles pontos de interesse, ok?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-43260\" style=\"text-align: justify;\" title=\"\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/07\/09201849\/anpad-teste.png\" alt=\"Teste ANPAD\" width=\"327\" height=\"337\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/07\/09201849\/anpad-teste.png 545w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2016\/07\/09201849\/anpad-teste.png 291w\" sizes=\"auto, (max-width: 327px) 100vw, 327px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline; color: #008000;\"><strong><em>***<a style=\"color: #008000; text-decoration: underline;\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorConcurso\/anpad-2018\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">CLIQUE AQUI PARA CONHECER NOSSOS CURSOS COMPLETOS EM V\u00cdDEO E PDF PARA O TESTE ANPAD<\/a>***<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Onde ser\u00e1 a prova?<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">A prova ser\u00e1 aplicada nas seguintes cidades:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">SP: S\u00e3o Paulo, Piracicaba, Ribeir\u00e3o Preto, S\u00e3o Caetano do Sul<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">RJ: Rio de Janeiro<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">MS: Campo Grande e Dourados<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">MG: BH, Lavras, Uberl\u00e2ndia, Varginha e Vi\u00e7osa<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">PB: Jo\u00e3o Pessoa e Campina Grande<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">PE: Recife e Petrolina<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">PR: Curitiba, Londrina, Maring\u00e1, Cascavel<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">RS: Porto Alegre, Rio Grande, Santa Maria, S\u00e3o Leopoldo, Passo Fundo<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">SC: Florian\u00f3polis, Blumenau, Chapec\u00f3<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">AL, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MT, PA, PI, RN, RO, SE: Capital<\/li>\n<\/ul>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Como \u00e9 a prova?<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Teste ANPAD \u00e9 composto das disciplinas: Ingl\u00eas, Portugu\u00eas, Racioc\u00ednio L\u00f3gico, Racioc\u00ednio Quantitativo. S\u00e3o 17 quest\u00f5es por mat\u00e9ria, compondo o total de 85 quest\u00f5es a serem resolvidas em 4 horas de prova.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Como \u00e9 calculada a pontua\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota Padronizada: M\u00e9dia 300, Desvio Padr\u00e3o 100 (escala 0 \u2013 600)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">NOTA = 100.Z + 300<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>O que \u00e9 uma boa pontua\u00e7\u00e3o no Teste?<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">As institui\u00e7\u00f5es podem:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">Dar pesos diferentes a cada mat\u00e9ria<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Analisar qualitativamente<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Definir pontua\u00e7\u00e3o m\u00ednima<\/li>\n<\/ul>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Racioc\u00ednio Quantitativo<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nessa disciplina s\u00e3o abordados os seguintes t\u00f3picos:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">Conjuntos, Subconjuntos, Opera\u00e7\u00f5es &nbsp;e B\u00e1sicas de Conjunto<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Conjuntos de N\u00fameros e Desigualdade<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Express\u00f5es e Equa\u00e7\u00f5es Alg\u00e9bricas<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Sequ\u00eancias e S\u00e9ries<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Trigonometria, Logaritmo e Exponencial<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Fun\u00e7\u00f5es<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">An\u00e1lise Combinat\u00f3ria<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Matrizes e Determinantes<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Geometria<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Geometria Anal\u00edtica<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Estat\u00edstica e Probabilidades<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Matem\u00e1tica Financeira<\/li>\n<\/ul>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Racioc\u00ednio L\u00f3gico<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Disciplinas cobradas no Teste ANPAD:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">L\u00f3gica e Racioc\u00ednio L\u00f3gico<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Proposi\u00e7\u00f5es e Conectivos<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Opera\u00e7\u00f5es L\u00f3gicas sobre Proposi\u00e7\u00f5es<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Tabelas-Verdade<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Tautologias e Contradi\u00e7\u00f5es<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Equival\u00eancia L\u00f3gica e Implica\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\u00c1lgebra das Proposi\u00e7\u00f5es<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Argumentos<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Senten\u00e7as abertas<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Opera\u00e7\u00f5es L\u00f3gicas sobre Senten\u00e7as Abertas<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Quantificadores<\/li>\n<\/ul>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Racioc\u00ednio Anal\u00edtico<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">A prova de Racioc\u00ednio Anal\u00edtico objetiva testar a habilidade do participante em avaliar uma suposi\u00e7\u00e3o, infer\u00eancia ou argumento.&nbsp; A suposi\u00e7\u00e3o caracteriza-se como o ato ou o efeito de estabelecer ou alegar algo como verdadeiro por hip\u00f3tese ou conjectura. A infer\u00eancia \u00e9 a opera\u00e7\u00e3o intelectual por meio da qual se afirma a verdade de uma proposi\u00e7\u00e3o em decorr\u00eancia de sua liga\u00e7\u00e3o com outras j\u00e1 reconhecidas como verdadeiras. O argumento \u00e9 a exposi\u00e7\u00e3o de um racioc\u00ednio que conduz \u00e0 indu\u00e7\u00e3o ou dedu\u00e7\u00e3o de algo. Cada quest\u00e3o consiste em um pequeno enunciado seguido por cinco respostas poss\u00edveis acerca desse enunciado. A tarefa do participante \u00e9 escolher a melhor dentre elas. Os enunciados abordam diversos temas, autossuficientes em termos de sua compreens\u00e3o, n\u00e3o requerendo do participante o conhecimento pr\u00e9vio do assunto tratado. Nesse sentido, o foco da quest\u00e3o privilegia a an\u00e1lise da suposi\u00e7\u00e3o, da infer\u00eancia ou do argumento contidos no contexto do enunciado, e n\u00e3o em conhecimentos pr\u00e9vios sobre o tema do enunciado.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><b>PORTUGU\u00caS \u2013 an\u00e1lise do prof. D\u00e9cio Terror<\/b><\/h3>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">conjun\u00e7\u00f5es coordenativas e subordinativas;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">interpreta\u00e7\u00e3o literal e impl\u00edcita;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">estrat\u00e9gias argumentativas: analogia, causa\/consequ\u00eancia, exemplifica\u00e7\u00e3o, argumento de autoridade, dados estat\u00edsticos, fato, opini\u00e3o etc;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">cobran\u00e7a de sem\u00e2ntica: sin\u00f4nimos, ant\u00f4nimos, par\u00f4nimos, sentidos literal e figurativo;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">conte\u00fado gramatical tamb\u00e9m \u00e9 cobrado:<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Tempo e modos verbais, concord\u00e2ncia, reg\u00eancia, crase, valor do \u201cse\u201d e \u201cque\u201d;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Pontua\u00e7\u00e3o expressiva (exclama\u00e7\u00e3o \/ travess\u00e3o \/ v\u00edrgula \/ dois pontos etc);<\/li>\n<\/ul>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Onde posso utilizar o resultado do meu teste ANPAD?<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atualmente 152 cursos utilizam o resultado deste teste como parte do processo de sele\u00e7\u00e3o para ingresso em cursos de Mestrado e Doutorado. A rela\u00e7\u00e3o geral de institui\u00e7\u00f5es que utilizam o teste atualmente \u00e9 esta:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.anpad.org.br\/~anpad\/teste_anpad_textos.php?id=MTE=\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">MESTRADO<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.anpad.org.br\/~anpad\/teste_anpad_textos.php?id=MTI=\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">DOUTORADO<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Repare que diversas das melhores Universidades brasileiras utilizam este exame em seu processo de sele\u00e7\u00e3o: USP, FGV, UnB, UFMG, UFPE, UFF, UFRJ, Insper e assim por diante&#8230;<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Como \u00e9 a prova do Teste ANPAD?<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sua prova ser\u00e1 composta por um total de 85 quest\u00f5es, sendo 17 de cada uma das mat\u00e9rias a seguir:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>Ingl\u00eas<\/li>\n<li>Portugu\u00eas<\/li>\n<li>Racioc\u00ednio Anal\u00edtico<\/li>\n<li>Racioc\u00ednio L\u00f3gico<\/li>\n<li>Racioc\u00ednio Quantitativo<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">A prova tem dura\u00e7\u00e3o de 4 horas, o que indica uma m\u00e9dia de MENOS DE 3 MINUTOS POR QUEST\u00c3O! Isto significa que voc\u00ea precisa estar muito bem preparado, para conseguir resolver o m\u00e1ximo de quest\u00f5es poss\u00edvel. Note que esta prova n\u00e3o mede apenas o seu conhecimento sobre os assuntos, mas tamb\u00e9m a sua <strong>habilidade de gerenciar o tempo de execu\u00e7\u00e3o da prova<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As mat\u00e9rias de &#8220;Racioc\u00ednio&#8221;, como voc\u00ea pode ver, totalizam 51 quest\u00f5es (60% da prova!). Como sou o professor dessas disciplinas aqui no Estrat\u00e9gia, gostaria de tecer alguns coment\u00e1rios para que voc\u00ea j\u00e1 comece a se familiarizar com o que \u00e9 exigido em cada uma delas.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">O que \u00e9 a mat\u00e9ria&nbsp;Racioc\u00ednio Anal\u00edtico?<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na disciplina Racioc\u00ednio Anal\u00edtico n\u00f3s trabalhamos a L\u00f3gica Informal ou Indutiva. Nestas quest\u00f5es a ANPAD quer verificar o seu senso cr\u00edtico, a sua capacidade de avaliar situa\u00e7\u00f5es sem cair em erros de argumenta\u00e7\u00e3o, as famosas &#8220;fal\u00e1cias argumentativas&#8221;, como a generaliza\u00e7\u00e3o, as falsas causas, a fal\u00e1cia do espantalho e assim por diante. As quest\u00f5es n\u00e3o v\u00e3o exigir que voc\u00ea saiba o nome t\u00e9cnico daquela fal\u00e1cia (muito menos o nome em latim), mas sim que voc\u00ea saiba identific\u00e1-las em situa\u00e7\u00f5es concretas e busque, dentre as alternativas de resposta, aquela que apresenta maior solidez.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">E o que estudamos em Racioc\u00ednio L\u00f3gico?<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na disciplina Racioc\u00ednio L\u00f3gico n\u00f3s trabalhamos a L\u00f3gica Formal ou Dedutiva. Aqui n\u00f3s veremos as regras da l\u00f3gica de proposi\u00e7\u00f5es e seus operadores l\u00f3gicos. A diferen\u00e7a b\u00e1sica da l\u00f3gica formal para a l\u00f3gica informal \u00e9 que a primeira \u00e9 dita &#8220;bivalente&#8221;, ou seja, ela s\u00f3 admite duas possibilidades: Verdadeiro ou Falso (para proposi\u00e7\u00f5es), V\u00e1lido ou Inv\u00e1lido (para argumentos). J\u00e1 na l\u00f3gica informal n\u00f3s veremos que alguns argumentos podem ser mais ou menos convincentes, mais ou menos robustos. N\u00e3o existem apenas duas possibilidades, o que eleva o grau de subjetividade e torna as quest\u00f5es mais dif\u00edceis.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 o Racioc\u00ednio Quantitativo&#8230;<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na parte de Racioc\u00ednio Quantitativo o teste ANPAD exige que voc\u00ea tenha em mente v\u00e1rios aspectos da matem\u00e1tica do ensino m\u00e9dio, como: conjuntos num\u00e9ricos, progress\u00f5es aritm\u00e9ticas e geom\u00e9tricas, trigonometria, fun\u00e7\u00f5es de primeiro e segundo grau, logaritmos e fun\u00e7\u00f5es logar\u00edtmicas, an\u00e1lise combinat\u00f3ria, probabilidade, matem\u00e1tica financeira etc. Trata-se de um volume muito grande de assuntos que, talvez, voc\u00ea j\u00e1 n\u00e3o esteja se lembrando t\u00e3o bem.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Como fazer para relembrar tantos assuntos em t\u00e3o pouco tempo?<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">De fato o teste ANPAD apresenta um volume muito elevado de conte\u00fado, em particular nas mat\u00e9rias de &#8220;Racioc\u00ednio&#8221;, mas tamb\u00e9m em Ingl\u00eas e Portugu\u00eas. Isto j\u00e1 nos indica que voc\u00ea precisa ter uma preocupa\u00e7\u00e3o muito grande com o bom aproveitamento do tempo. Para isso, recomendo que voc\u00ea evite frequentar aulas presenciais. Todos n\u00f3s estamos acostumados a estudar assim, esta \u00e9 a nossa &#8220;zona de conforto&#8221;, mas \u00e9 preciso super\u00e1-la e buscar formas mais eficientes de aproveitar o tempo. Para frequentar aulas presenciais voc\u00ea gasta muito tempo se arrumando para ir ao curso e tamb\u00e9m no tr\u00e2nsito, em particular nas grandes cidades. Para n\u00e3o falar daquele tempo perdido quando, por exemplo, o professor est\u00e1 explicando algo que para voc\u00ea j\u00e1 \u00e9 \u00f3bvio ou tirando a d\u00favida de um aluno que tem bem mais dificuldade que voc\u00ea. Acredito que a solu\u00e7\u00e3o que disponibilizamos aqui no Estrat\u00e9gia &#8211; cursos completos em v\u00eddeo aliados a cursos completos escritos (em PDF) &#8211; \u00e9 a forma mais produtiva de se estudar para essas provas. \u00c9 dessa forma que temos conseguido aprovar alunos nas provas mais concorridas do pa\u00eds.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Como funcionam os cursos do Estrat\u00e9gia para o Teste ANPAD?<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como mencionei acima, nossos cursos s\u00e3o formados por dois materiais completos: aulas em v\u00eddeo e aulas escritas (em PDF). Nas aulas em v\u00eddeo o professor explica os t\u00f3picos te\u00f3ricos, como se voc\u00ea estivesse em uma sala de aula, e resolve algumas quest\u00f5es introdut\u00f3rias. Voc\u00ea pode pular aqueles v\u00eddeos sobre assuntos que tem mais facilidade, acelerar os v\u00eddeos para ver mais r\u00e1pido, rever quantas vezes quiser aqueles assuntos que tiver mais dificuldade, e assim por diante. Voc\u00ea tamb\u00e9m pode baix\u00e1-los para seu computador, tablet ou celular, para assistir quando sobrar um tempinho &#8211; no \u00f4nibus, no metr\u00f4, esperando para ser atendido em uma consulta m\u00e9dica&#8230; J\u00e1 nas aulas em PDF o professor tamb\u00e9m explica toda a teoria e apresenta muitas quest\u00f5es resolvidas sobre cada assunto &#8211; sendo v\u00e1rias de testes anteriores da ANPAD. <strong>Ao todo s\u00e3o mais de 300 quest\u00f5es resolvidas da ANPAD&nbsp;<\/strong>das minhas disciplinas!&nbsp;E voc\u00ea ainda tem acesso ao f\u00f3rum de d\u00favidas, onde pode procurar diretamente o professor e sanar qualquer problema que surgir no seu caminho. Vale a pena destacar ainda alguns diferenciais dos nossos cursos:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">voc\u00ea pode fazer o download de todos os v\u00eddeos e PDFs &#8211; eles s\u00e3o seus, baixe-os e estude quantas vezes quiser, por quanto tempo quiser.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">voc\u00ea tem 30 dias para testar o material &#8211; se n\u00e3o gostar neste per\u00edodo, basta enviar um email para o nosso contato e n\u00f3s devolvemos o seu dinheiro.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">voc\u00ea pode pagar em at\u00e9 12 vezes sem juros, de modo que os cursos cabem no seu bolso com tranquilidade.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #008000;\"><em>***<a style=\"color: #008000; text-decoration: underline;\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/curso\/pacote-completo-p-teste-preparatorio-anpad-fevereiro-2018\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">CLIQUE AQUI PARA CONHECER NOSSOS CURSOS COMPLETOS EM V\u00cdDEO E PDF PARA O TESTE ANPAD <\/a>***<\/em><\/span><\/strong><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Mais alguma d\u00favida?<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Caso voc\u00ea tenha ficado com mais alguma d\u00favida, fique \u00e0 vontade para deixar seu coment\u00e1rio. Acompanharei todos os coment\u00e1rios, e fa\u00e7o quest\u00e3o de respond\u00ea-los, ok? Espero que voc\u00ea consiga realizar uma excelente prepara\u00e7\u00e3o para o pr\u00f3ximo Teste ANPAD, e que o utilize para obter a vaga na sua p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o nas melhores institui\u00e7\u00f5es do pa\u00eds!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sauda\u00e7\u00f5es,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Prof. Hugo Lima<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Teste ANPAD &#8211; edi\u00e7\u00e3o de setembro 2018 Ol\u00e1 pessoal! A pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o do teste ANPAD vai ocorrer em 16 de setembro de 2018. As inscri\u00e7\u00f5es ser\u00e3o abertas a partir do dia 3 de julho. 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