{"id":402422,"date":"2019-07-24T20:12:47","date_gmt":"2019-07-24T23:12:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=402422"},"modified":"2019-07-24T20:12:49","modified_gmt":"2019-07-24T23:12:49","slug":"prova-comentada-dpe-rj-portugues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-dpe-rj-portugues\/","title":{"rendered":"PROVA COMENTADA DPE-RJ (PORTUGU\u00caS)"},"content":{"rendered":"\n<p> Ol\u00e1, pessoal! Tudo beleza?&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>Segue o coment\u00e1rio da prova do DPE-RJ. Aproveitem a corre\u00e7\u00e3o!&nbsp;<br \/>Grande abra\u00e7o.  <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195357\/redes-sociais-felipe-luccas4.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-402425\" width=\"571\" height=\"97\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195357\/redes-sociais-felipe-luccas4.jpg 836w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195357\/redes-sociais-felipe-luccas4.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195357\/redes-sociais-felipe-luccas4.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195357\/redes-sociais-felipe-luccas4.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 571px) 100vw, 571px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Texto 1 <\/p>\n\n\n\n<p>Uma revista de Educa\u00e7\u00e3o mostrava o seguinte segmento: <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs modelos pedag\u00f3gicos de nossas escolas ainda s\u00e3o muito\nmais direcionados ao ensino te\u00f3rico para passar no funil do vestibular,\nobrigando os alunos a decorar f\u00f3rmulas matem\u00e1ticas, afluentes de rios ou a\nmorfologia dos insetos para ter depois seus conhecimentos testados e avaliados\npor notas que n\u00e3o diferenciam as voca\u00e7\u00f5es ou interesses individuais. \u00c9 uma\navalia\u00e7\u00e3o cruel, que prioriza a intelig\u00eancia da decoreba ao inv\u00e9s da\nintelig\u00eancia criativa\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Entre\nas ideias defendidas no texto 1, a \u00fanica que N\u00c3O est\u00e1 presente \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\na criatividade deve ser priorizada nos modelos pedag\u00f3gicos;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nas notas dadas \u00e0s provas n\u00e3o visam aos interesses pessoais;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\no ensino te\u00f3rico \u00e9 uma decorr\u00eancia dos exames vestibulares;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nos exames vestibulares n\u00e3o avaliam com crit\u00e9rios v\u00e1lidos;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nalguns t\u00f3picos tradicionais do ensino s\u00e3o in\u00fateis nos exames vestibulares.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Correto. Se a avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada \u201ccruel\u201d por n\u00e3o\npriorizar a criatividade, ent\u00e3o est\u00e1 evidente no texto que a criatividade deve\nser priorizada. <\/p>\n\n\n\n<p>B) Correto. Literal do trecho \u201cavaliados por notas que n\u00e3o diferenciam\nas voca\u00e7\u00f5es ou interesses individuais.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>C) Correto. Esse ensino reflete a decoreba que ser\u00e1 cobrada\nno vestibular: \u201cs\u00e3o muito mais direcionados ao ensino te\u00f3rico para passar no\nfunil do vestibular, obrigando os alunos a decorar f\u00f3rmulas matem\u00e1ticas,\nafluentes de rios ou a morfologia dos insetos para ter depois seus\nconhecimentos testados\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>D) Correto. Avaliam privilegiando a decoreba, ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um\nbom crit\u00e9rio, segundo o texto. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. Os t\u00f3picos tradicionais s\u00e3o \u00fateis, pois o\nvestibular privilegia a decoreba. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 2<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201cOs modelos pedag\u00f3gicos de nossas escolas\nainda s\u00e3o muito mais direcionados ao ensino te\u00f3rico para passar no funil do\nvestibular, obrigando os alunos a decorar f\u00f3rmulas matem\u00e1ticas&#8230;\u201d; o ger\u00fandio\n\u201cobrigando\u201d (texto 1) poderia ser adequadamente substitu\u00eddo pela seguinte forma\ndesenvolvida:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\ne obrigam;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\ne para obrigar;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nmesmo que obriguem;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nquando obrigam;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\n\u00e0 medida que obrigam.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Aqui temos o \u201ce\u201d com valor de consequ\u00eancia: <\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cOs modelos\npedag\u00f3gicos de nossas escolas ainda s\u00e3o muito mais direcionados ao ensino\nte\u00f3rico para passar no funil do vestibular, <strong>e obrigam<\/strong> os alunos a decorar f\u00f3rmulas matem\u00e1ticas&#8230;\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o erro das demais, baseados nos sentidos que os seus\nconectivos expressam: <\/p>\n\n\n\n<p>b) n\u00e3o h\u00e1 sentido finalidade; c) n\u00e3o h\u00e1 sentido de concess\u00e3o;\nd) n\u00e3o h\u00e1 sentido de tempo; e) n\u00e3o h\u00e1 sentido de propor\u00e7\u00e3o. Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201cOs modelos pedag\u00f3gicos de nossas escolas\nainda s\u00e3o muito mais direcionados ao ensino te\u00f3rico para passar no funil do vestibular&#8230;\u201d;\nesse segmento (texto 1) mostra uma forma de voz passiva &#8211; \u201cs\u00e3o direcionados\u201d &#8211;\nsem que haja men\u00e7\u00e3o do agente dessa a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O\npensamento abaixo em que h\u00e1 uma forma de voz passiva com a indica\u00e7\u00e3o do agente\n\u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\n\u201cA natureza s\u00f3 \u00e9 comandada se \u00e9 obedecida\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\n\u201cDada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser\nproduzido\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\n\u201cO mundo ser\u00e1 julgado pelas crian\u00e7as. O esp\u00edrito da inf\u00e2ncia julgar\u00e1 o mundo\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\n\u201cExiste alguma religi\u00e3o cujos fi\u00e9is possam ser apontados como nitidamente mais\nam\u00e1veis e dignos de confian\u00e7a do que os de qualquer outra?\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\n\u201cA sabedoria n\u00e3o pode ser transmitida. A sabedoria que um s\u00e1bio tenta\ntransmitir soa mais como loucura\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o direta, a banca queria a \u00fanica alternativa com \u201c<em>agente da\npassiva<\/em>\u201d expresso: <\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cO mundo ser\u00e1 julgado <strong>pelas crian\u00e7as<\/strong>.\nO esp\u00edrito da inf\u00e2ncia julgar\u00e1 o mundo\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Nas demais senten\u00e7as em voz passiva, o agente foi omitido. Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195633\/redes-sociais-felipe-luccas5.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-402426\" width=\"572\" height=\"98\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195633\/redes-sociais-felipe-luccas5.jpg 836w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195633\/redes-sociais-felipe-luccas5.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195633\/redes-sociais-felipe-luccas5.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195633\/redes-sociais-felipe-luccas5.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 572px) 100vw, 572px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 4<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201c\u00c9 uma avalia\u00e7\u00e3o cruel, que prioriza a\nintelig\u00eancia da decoreba ao inv\u00e9s da intelig\u00eancia criativa\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse\nsegmento do texto 1, h\u00e1 a correta utiliza\u00e7\u00e3o da express\u00e3o \u201cao inv\u00e9s de\u201d, que \u00e9\nmuitas vezes confundida com \u201cem vez de\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A\nfrase abaixo em que se deveria empregar \u201cem vez de\u201d em lugar de \u201cao inv\u00e9s de\u201d\n\u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nO pai decidiu matricular o filho numa escola p\u00fablica ao inv\u00e9s de uma privada;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nN\u00e3o \u00e9 de hoje que as escolas brasileiras preferem o retrocesso ao inv\u00e9s do\nprogresso;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nMuitos professores d\u00e3o destaque \u00e0 teoria ao inv\u00e9s de priorizar a pr\u00e1tica;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nOs livros did\u00e1ticos utilizam imagens ao inv\u00e9s de textos;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nAs escolas utilizam processos de avalia\u00e7\u00e3o r\u00e1pidos ao inv\u00e9s de processos mais\nlentos e mais eficientes.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAo inv\u00e9s de&#8230;\u201d \u00e9 locu\u00e7\u00e3o prepositiva que expressa ideia de\noposi\u00e7\u00e3o: ao contr\u00e1rio de, ent\u00e3o \u00e9 utilizada adequadamente com ant\u00f4nimos ou\nideias contrapostas contextualmente. <\/p>\n\n\n\n<p>Ex: Ao inv\u00e9s de ficar nervoso, fiquei calmo. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEm vez de\u201d tem sentido de \u201cno lugar de\u201d, ent\u00e3o pode ser\nusada em contextos em que uma coisa \u00e9 feita no lugar da outra, seja com oposi\u00e7\u00e3o\nclara ou n\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Ex: Em vez de voc\u00ea ficar pensando nele, pense em mim, chore\npor mim&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, dever\u00edamos usar: Imagens em vez de textos, pois \u201cimagem\u201d\ne \u201ctextos\u201d n\u00e3o s\u00e3o ideias diretamente opostas. <\/p>\n\n\n\n<p>a) oposi\u00e7\u00e3o entre p\u00fablica x privada<\/p>\n\n\n\n<p>b) oposi\u00e7\u00e3o retrocesso x progresso<\/p>\n\n\n\n<p>c) oposi\u00e7\u00e3o entre teoria x pr\u00e1tica<\/p>\n\n\n\n<p>e) oposi\u00e7\u00e3o entre r\u00e1pido x lento<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n\n\n\n<p>Texto 2<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00f3s conhecemos voc\u00ea tanto quanto voc\u00ea nos conhece.<\/p>\n\n\n\n<p>E n\u00e3o h\u00e1 nada melhor que isso: confian\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>O que nos move \u00e9 voc\u00ea. Seu jeito de ser, o que valoriza.<\/p>\n\n\n\n<p>Faz sentido pra voc\u00ea, faz sentido pra gente.<\/p>\n\n\n\n<p>A gente veste a sua camisa\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse texto est\u00e1 fixado na parede de uma loja de roupas masculinas\ne funciona como um texto publicit\u00e1rio da loja.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 5<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A\nfinalidade principal do texto 2 \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nindicar a sofistica\u00e7\u00e3o dos produtos da loja por meio de uma linguagem formal;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nmostrar a preocupa\u00e7\u00e3o da loja com o que o cliente veste;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\ndemonstrar a informalidade no atendimento;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nproduzir proximidade social entre loja e cliente;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\ndestacar o f\u00e1cil acesso do cliente \u00e0 loja.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o direta. O texto sugere uma rela\u00e7\u00e3o de amizade e confian\u00e7a\nentre cliente e loja, al\u00e9m de declarar expressamente que o que move a loja \u00e9 o\ncliente. Ent\u00e3o, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 aproximar loja e cliente como se fossem \u00edntimos,\nao contr\u00e1rio de uma mera rela\u00e7\u00e3o comercial. <\/p>\n\n\n\n<p>(A) indicar a sofistica\u00e7\u00e3o dos produtos da loja por meio de\numa linguagem formal;<\/p>\n\n\n\n<p>A linguagem n\u00e3o \u00e9 formal, inclusive temos \u201cpra\u201d, ind\u00edcio de\ninformalidade, contra\u00e7\u00e3o t\u00edpica da fala. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) mostrar a preocupa\u00e7\u00e3o da loja com o que o cliente veste;<\/p>\n\n\n\n<p>A loja n\u00e3o liga para o que o cliente veste, deseja traz\u00ea-lo\npara comprar suas roupas. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) demonstrar a informalidade no atendimento;<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 ind\u00edcio de informalidade, mas isso de forma alguma \u00e9 o\nobjetivo principal do texto. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) destacar o f\u00e1cil acesso do cliente \u00e0 loja.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 refer\u00eancia a acesso f\u00e1cil. Gabarito letra D.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 6<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sobre\na estrutura\u00e7\u00e3o geral do texto 2, a afirma\u00e7\u00e3o INADEQUADA \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nos pronomes \u201cN\u00f3s\u201d e \u201cvoc\u00ea\u201d (linha 1) se referem, respectivamente, \u00e0 loja e ao\ncliente potencial;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nna linha 2, o pronome \u201cisso\u201d deveria ser substitu\u00eddo por \u201cisto\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\no voc\u00e1bulo \u201cconfian\u00e7a\u201d mostra a refer\u00eancia do pronome \u201cisso\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\na frase final do texto mostra ambiguidade intencional;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\na express\u00e3o \u201ca gente\u201d equivale perfeitamente ao pronome \u201cn\u00f3s\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Correto. \u201cN\u00f3s\u201d=loja; \u201cvoc\u00ea\u201d=cliente hipot\u00e9tico. <\/p>\n\n\n\n<p>B) Correto. Pela regra r\u00edgida da norma culta, \u201cisto\u201d deve\nser utilizado para o que ser\u00e1 dito depois, e \u201cisso\u201d para o que j\u00e1 foi dito anteriormente\nno texto. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Correto. Logo ap\u00f3s do \u201cisso\u201d vem sua refer\u00eancia. Ah, Felipe,\nmas o \u201cisso\u201d n\u00e3o \u00e9 cataf\u00f3rico (faz refer\u00eancia ao que j\u00e1 apareceu antes)? <\/p>\n\n\n\n<p>Cuidado, ser anaf\u00f3rico ou n\u00e3o \u00e9 algo do texto: se a refer\u00eancia\n\u00e9 algo que j\u00e1 apareceu, a palavra \u00e9 um recurso coesivo anaf\u00f3rico, se a palavra\nremete a algo ainda a ser dito, \u00e9 cataf\u00f3rico, independentemente de ser \u201cisso\u201d\nou \u201cisto. N\u00e3o \u00e9 o pronome que faz ser anaf\u00f3rico ou n\u00e3o, o pronome n\u00e3o muda a\nposi\u00e7\u00e3o da refer\u00eancia; o que gram\u00e1tica orienta \u00e9 usar \u201cisso\u201d para o que j\u00e1 foi\ndito e \u201cisto\u201d para o que vir\u00e1 depois, ent\u00e3o, primeiro voc\u00ea observa a refer\u00eancia\nno texto, depois usa o pronome adequadamente, n\u00e3o \u00e9 o pronome que define. Tanto\n\u00e9 assim que, nesse caso, o \u201cisso\u201d foi usado cataforicamente. De forma contr\u00e1ria\n\u00e0 orienta\u00e7\u00e3o da norma culta? Sim, mas n\u00e3o foi isso que a quest\u00e3o perguntou\nnessa alternativa. Esse racioc\u00ednio se confirma na letra B. <\/p>\n\n\n\n<p>D) \u201cVestir a camisa\u201d pode ser entendido de duas formas: a\nprimeira leitura \u00e9 literal (denotativa) e remete \u00e0 pe\u00e7a de roupa propriamente\ndita; a segunda \u00e9 figurada (conotativa) e constitui uma figura de linguagem no\nsentido de \u201cabra\u00e7ar suas ideias\u201d, \u201cseguir seus projetos\u201d&#8230; Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 7<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma\neditora paulista mostra o seguinte texto publicit\u00e1rio na agenda que entrega a\nclientes e amigos:<\/p>\n\n\n\n<p>DA\nSEMENTE AO LIVRO<\/p>\n\n\n\n<p>Sustentabilidade\npor todo o caminho<\/p>\n\n\n\n<p>Plantar\nflorestas \u2013 A madeira que serve de mat\u00e9ria-prima para nosso papel vem de plantio\nrenov\u00e1vel, ou seja, n\u00e3o \u00e9 fruto de desmatamento. Essa pr\u00e1tica gera milhares de\nempregos para agricultores e recupera \u00e1reas ambientais degradadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre\nesse pequeno texto, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\no \u201ccaminho\u201d presente no t\u00edtulo \u00e9 o que vai \u201cda semente ao livro\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\no segmento \u201cPlantar florestas\u201d mostra a finalidade da editora;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\na express\u00e3o \u201cou seja\u201d corrige um poss\u00edvel erro de interpreta\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\no termo \u201cEssa pr\u00e1tica\u201d se refere ao \u201cdesmatamento\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\na editora mostra preocupa\u00e7\u00e3o com a polui\u00e7\u00e3o e o desemprego.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Temos um \u201ccaminho\u201d figurado: a semente vira \u00e1rvore e a \u00e1rvore\nd\u00e1 o papel que serve de mat\u00e9ria para o livro, ent\u00e3o temos o ponto inicial do\ncaminho no plantio da \u00e1rvore e o ponto final da confec\u00e7\u00e3o do livro dessa \u00e1rvore\nfruto de plantio renov\u00e1vel. Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<p>b) N\u00e3o \u00e9 a finalidade, \u00e9 algo j\u00e1 feito pela editora, o\nt\u00f3pico do par\u00e1grafo. <\/p>\n\n\n\n<p>c) N\u00e3o corrige, traz uma informa\u00e7\u00e3o equivalente, desenvolve,\nexplica. <\/p>\n\n\n\n<p>d) Refere-se ao plantio renov\u00e1vel. <\/p>\n\n\n\n<p>e) N\u00e3o h\u00e1 qualquer refer\u00eancia a polui\u00e7\u00e3o ou desemprego, s\u00f3 se pode concluir que haja preocupa\u00e7\u00e3o com o reflorestamento, nada mais. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195801\/redes-sociais-felipe-luccas6.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-402427\" width=\"576\" height=\"98\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195801\/redes-sociais-felipe-luccas6.jpg 836w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195801\/redes-sociais-felipe-luccas6.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195801\/redes-sociais-felipe-luccas6.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24195801\/redes-sociais-felipe-luccas6.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 8<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na\norelha do livro \u201cA B\u00edblia: uma biografia\u201d (Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Ed.,\n2007), aparece o seguinte texto:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA\nprincipal fun\u00e7\u00e3o da B\u00edblia, no entanto, ao longo de sua demorada gesta\u00e7\u00e3o, n\u00e3o\nfoi apoiar doutrinas e cren\u00e7as particulares [&#8230;.]. A produ\u00e7\u00e3o de uma escritura\nsagrada consistiu antes em atividade cont\u00ednua, um processo que buscava\nintroduzir milhares de pessoas \u00e0 transcend\u00eancia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A\ninforma\u00e7\u00e3o abaixo que N\u00c3O pode ser depreendida da leitura desse texto \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\no termo \u201cno entanto\u201d indica que esse segmento n\u00e3o \u00e9 a parte inicial do texto;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\no texto contraria a ideia de ser a B\u00edblia a base de apoio a doutrinas e cren\u00e7as;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\no termo \u201cantes\u201d indica um momento anterior de produ\u00e7\u00e3o da B\u00edblia;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\no termo \u201cprocesso\u201d retoma \u201catividade cont\u00ednua\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\no verbo \u201cintroduzir\u201d se refere a uma nova atividade para as pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o dif\u00edcil de interpreta\u00e7\u00e3o de texto, exigindo a infer\u00eancia\nde informa\u00e7\u00f5es impl\u00edcitas: <\/p>\n\n\n\n<p>a) Correto. \u201cNo entanto\u201d introduz uma oposi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a\nalgo que foi dito antes, ent\u00e3o conclui-se que h\u00e1 outras partes do texto. <\/p>\n\n\n\n<p>b) Correto. Est\u00e1 literal no texto: <em>n\u00e3o foi apoiar doutrinas e cren\u00e7as particulares<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>c) Incorreto. Esse \u201cantes\u201d n\u00e3o tem nada a ver com tempo, foi\nusado com sentido de \u201cna verdade\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>d) Correto. O substantivo \u201cprocesso\u201d traz ideia de algo\nduradouro, repetitivo, composto de etapas; por isso, foi usado como elemento\ncoesivo para retomar \u201catividade cont\u00ednua\u201d: a escritura da b\u00edblia. <\/p>\n\n\n\n<p>e) Correto. Se a pessoa ser\u00e1 \u201cintroduzida\u201d a uma atividade,\ninfere-se que seja uma novidade para ela. Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 9<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201cHoje, em todo o mundo, cerca de 550 milh\u00f5es\nde pessoas est\u00e3o conectadas \u00e0 Internet \u2013 quase 9 milh\u00f5es delas no Brasil.\nQuando a rede de computadores come\u00e7ou a popularizar-se, dez anos atr\u00e1s, os apocal\u00edpticos\nde plant\u00e3o, sempre eles, logo alardearam que os efeitos colaterais mais\nnefastos desse fen\u00f4meno seriam o isolamento e a aliena\u00e7\u00e3o. Que as pessoas\ndeixariam de relacionar-se, que se tornariam ainda mais sedent\u00e1rias, que teriam\no seu cotidiano moldado por uma esp\u00e9cie de irrealidade digital, que emburreceriam,\ne por a\u00ed vai\u201d. (Veja, 03\/03\/2004, p. 85)<\/p>\n\n\n\n<p>Argumentativamente,\no texto:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\ncondena indiretamente a Internet, mostrando ironicamente argumentos contra ela;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nparte de uma afirma\u00e7\u00e3o inicial indiscut\u00edvel para, em seguida, explicitar alguns\nde seus termos;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nmostra que algumas cr\u00edticas apressadas se tornam rid\u00edculas com o passar do\ntempo;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nprocura historicamente justificar algumas cr\u00edticas contra a Internet;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\ncritica as pessoas que, usando a Internet, se afastam do conv\u00edvio social. <\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>A argumenta\u00e7\u00e3o do texto indica que a populariza\u00e7\u00e3o da\ninternet \u00e9 uma realidade e que muitas especula\u00e7\u00f5es feitas pelos \u201calarmistas\u201d\nn\u00e3o se concretizaram. Ent\u00e3o, isso equivale a dizer que o texto: <em>mostra que algumas cr\u00edticas apressadas se tornam\nrid\u00edculas com o passar do tempo<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. &nbsp;N\u00e3o\ncondena, parece inclusive elogiar, ao chamar de \u201calarmistas\u201d quem previu\nterr\u00edveis efeitos colaterais da internet. <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. Parte sim de uma afirmativa categ\u00f3rica apresentada\ncomo fato estat\u00edstico, mas n\u00e3o explicita elementos dessa senten\u00e7a. <\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. Na verdade, usa a hist\u00f3ria para invalidar,\nprovar o erro de algumas cr\u00edticas feitas. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. N\u00e3o critica, na verdade essa seria a cr\u00edtica\ndos \u201calarmistas\u201d, n\u00e3o do autor. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 10<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O\njornal O Globo de 10.3.2019 trazia como uma de suas manchetes:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pouso for\u00e7ado<\/strong>. Rio perde 25% dos voos dom\u00e9sticos e internacionais\nem seis anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre\na rela\u00e7\u00e3o sem\u00e2ntica entre o t\u00edtulo \u2013 Pouso for\u00e7ado \u2013 e o restante da manchete, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\no t\u00edtulo tem rela\u00e7\u00e3o l\u00f3gica com o conte\u00fado expresso na sequ\u00eancia do texto;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\na express\u00e3o do t\u00edtulo se refere ao fato de os avi\u00f5es estarem parados no Rio;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\na express\u00e3o do t\u00edtulo se refere vagamente \u00e0s dificuldades com os voos citados;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nno t\u00edtulo, o adjetivo for\u00e7ado se liga\nsemanticamente a obriga\u00e7\u00f5es legais;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nno t\u00edtulo, o substantivo pouso \u00e9 uma\nmet\u00e1fora para interrup\u00e7\u00e3o dos voos.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o direta. \u201cPouso for\u00e7ado\u201d \u00e9 figura de linguagem com\nsentido de \u201cpausa indevida, n\u00e3o ideal\u201d. Essa figura refere-se \u00e0 interrup\u00e7\u00e3o dos\nvoos no Rio, que foi apresentado como um evento negativo. Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>OBS:<\/strong> N\u00e3o vejo erro algum na letra A, \u00e9 dif\u00edcil\nentender a FGV, pois sempre for\u00e7a alguns gabaritos absurdos e nunca publica\nnenhum tipo de justificativa. Inclusive acho a letra A melhor que a letra E, j\u00e1\nque \u201cperder\u201d n\u00e3o \u00e9 exatamente sin\u00f4nimo de \u201cinterromper\u201d, pois os voos, ao que\ntudo indica, n\u00e3o foram reestabelecidos. Talvez o examinador tenha dado como\nerro o termo \u201cl\u00f3gico\u201d, pois a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 figurativa, abstrata, metaf\u00f3rica. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 11<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na\np\u00e1gina inicial de uma prova, entre as instru\u00e7\u00f5es gerais, estava escrito:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSer\u00e1\neliminado sumariamente do processo seletivo e as suas provas n\u00e3o ser\u00e3o levadas\nem considera\u00e7\u00e3o, o candidato que:<\/p>\n\n\n\n<p>i)\nder ou receber aux\u00edlio para a execu\u00e7\u00e3o de qualquer prova;<\/p>\n\n\n\n<p>ii)\nutilizar-se de qualquer material n\u00e3o autorizado;<\/p>\n\n\n\n<p>iii)\ndesrespeitar qualquer prescri\u00e7\u00e3o relativa \u00e0 execu\u00e7\u00e3o das provas;<\/p>\n\n\n\n<p>iu)\nescrever o nome ou introduzir marcas identificadoras noutro lugar que n\u00e3o o\nindicado para esse fim;<\/p>\n\n\n\n<p>u)\ncometer um ato grave de indisciplina\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma\noutra forma, mais conveniente, de redigirem-se as duas primeiras linhas do\ntexto acima \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nAs provas n\u00e3o ser\u00e3o levadas em considera\u00e7\u00e3o e ser\u00e1 eliminado sumariamente do processo\nseletivo, o candidato que:<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nO candidato n\u00e3o ter\u00e1 suas provas levadas em considera\u00e7\u00e3o e ser\u00e1 sumariamente\neliminado do processo seletivo o candidato que:<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nSer\u00e1 eliminado sumariamente do processo seletivo (as suas provas n\u00e3o ser\u00e3o\nlevadas em considera\u00e7\u00e3o), o candidato que:<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nSer\u00e1 eliminado sumariamente do processo seletivo o candidato que:<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nSer\u00e1 eliminado do processo seletivo e as provas n\u00e3o ser\u00e3o levadas em\nconsidera\u00e7\u00e3o, o candidato que:<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Primeiramente: o que a banca quer dizer por \u201cconveniente\u201d?\nFGV sempre deixando os candidatos loucos com linguagem vaga e gabaritos\nquestion\u00e1veis. Contudo, precisamos aprender a decifrar a banca e acertar as quest\u00f5es,\nsem briga. Veja como era f\u00e1cil acertar essa. <\/p>\n\n\n\n<p>De plano, dever\u00edamos eliminar A, C e E, pois trazem evidente erro de pontua\u00e7\u00e3o, separando o sujeito do verbo. J\u00e1 a letra B repete o sujeito \u201ccandidato\u201d, criando uma estrutura inadequada, confusa e truncada. Gabarito letra D.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200035\/redes-sociais-felipe-luccas7.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-402428\" width=\"568\" height=\"97\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200035\/redes-sociais-felipe-luccas7.jpg 836w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200035\/redes-sociais-felipe-luccas7.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200035\/redes-sociais-felipe-luccas7.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200035\/redes-sociais-felipe-luccas7.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 568px) 100vw, 568px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 12<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Falando\ndas pr\u00f3ximas Olimp\u00edadas, um jornal do Rio estampou a seguinte manchete:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A 500 dias<\/strong>. Contagem regressiva para T\u00f3quio e aposta de medalhas\nem esportes vitoriosos e estreantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Entende-se\nda manchete que:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nalguns atletas estreantes mostram chances n\u00edtidas de medalhas;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nos atletas brasileiros garantem medalhas em esportes em que j\u00e1 s\u00e3o vitoriosos;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\na contagem regressiva se refere \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o f\u00edsica de atletas para T\u00f3quio;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nos 500 dias se referem ao prazo de convoca\u00e7\u00e3o dos atletas ol\u00edmpicos;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nas Olimp\u00edadas incluir\u00e3o esportes in\u00e9ditos no calend\u00e1rio ol\u00edmpico.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>O cerne da quest\u00e3o era essa express\u00e3o \u201cesportes vitoriosos e\nestreantes\u201d. O primeiro adjetivo foi usado no sentido de \u201ctradicional\u201d e o\nsegundo foi usado no sentido de \u201cnovo, in\u00e9dito\u201d, pois \u201cestreia\u201d refere-se a algo\napresentado pela primeira vez. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Os esportes s\u00e3o estreantes, n\u00e3o foi dito que s\u00e3o os\natletas. <\/p>\n\n\n\n<p>B) N\u00e3o h\u00e1 nenhum tipo de refer\u00eancia a atleta brasileiro. <\/p>\n\n\n\n<p>C) A contagem \u00e9 para os jogos, n\u00e3o para a prepara\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>D) Referem-se a data de in\u00edcio dos jogos, os atletas s\u00e3o convocados\nantes. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 13<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A\nPrefeitura de Salvador faz divulga\u00e7\u00e3o de seu Festival da Virada em conhecidas\nrevistas. O texto da publicidade diz o seguinte:<\/p>\n\n\n\n<p>Festa\nque vira atra\u00e7\u00e3o de 460 mil turistas,<\/p>\n\n\n\n<p>Que\nvira 98% de ocupa\u00e7\u00e3o hoteleira,<\/p>\n\n\n\n<p>Que\nvira milhares de empregos,<\/p>\n\n\n\n<p>Que\nvira 500 milh\u00f5es de reais na economia.<\/p>\n\n\n\n<p>Que\nvirada!<\/p>\n\n\n\n<p>Obrigado,\nSalvador!<\/p>\n\n\n\n<p>A\nestrutura\u00e7\u00e3o do texto s\u00f3 N\u00c3O compreende:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nparalelismo sint\u00e1tico entre as frases;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\njogo de palavras virar\/virada;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nquantifica\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios do festival;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nambiguidade do substantivo \u201cvirada\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\natribui\u00e7\u00e3o de voz \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de Salvador.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>O temo \u201cSalvador\u201d \u00e9 o vocativo, n\u00e3o \u00e9 quem fala, quem tem\nvoz, mas sim quem ouve. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<p>(A) Correto. O paralelismo sint\u00e1tico entre as frases se\nmostra na estrutura fixa e repetida em quase todos os versos. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) Correto. H\u00e1 jogo de palavras entre virar (transformar-se)\nvirada (mudan\u00e7a brusca de resultado)<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Correto. H\u00e1 quantifica\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios do festival em \u201c500\nmilh\u00f5es\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) Correto. Como vimos na C, h\u00e1 ambiguidade do substantivo\n\u201cvirada\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 14<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPensar\nmal ami\u00fade significa tornar mau. Na vida das na\u00e7\u00f5es (1) n\u00e3o menos que na dos\nindiv\u00edduos (2) os primeiros momentos de uma trajet\u00f3ria imprimem (3) no que est\u00e1\nnascendo (4) tra\u00e7os de teimosa perman\u00eancia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(Eduardo Giannetti,\nO Elogio do Vira-Lata e outros ensaios. 1\u00aa. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das\nLetras, 2018. p. 13)<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse\nsegmento inicial de um texto, poderiam ser usadas v\u00edrgulas nas posi\u00e7\u00f5es dos\nseguintes n\u00fameros:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\napenas em (1) e (2);<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\napenas em (2) e (4);<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\napenas em (3) e (4);<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\napenas em (1), (2) e (4);<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nem (1), (2), (3) e (4).<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Esse \u201cpoderiam\u201d \u00e9 muito pol\u00eamico, pois pode sugerir ao candidato\numa ideia de \u201cfacultatividade\u201d, quando na verdade a banca pede as posi\u00e7\u00f5es em\nque seria correto usar v\u00edrgula: <\/p>\n\n\n\n<p>A v\u00edrgula \u00e9 correta e obrigat\u00f3ria em todas as posi\u00e7\u00f5es, em 1\ne 2 para separar adjuntos adnominais antecipados e tamb\u00e9m em 3 e 4 para isolar um\nadjunto intercalado: \u201cno que est\u00e1 nascendo\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPensar\nmal ami\u00fade significa tornar mau. Na vida das na\u00e7\u00f5es<strong>,<\/strong> n\u00e3o menos que na dos indiv\u00edduos<strong>,<\/strong> os primeiros momentos de uma trajet\u00f3ria imprimem<strong>, no que est\u00e1 nascendo,<\/strong> tra\u00e7os de teimosa\nperman\u00eancia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 15<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A\nrevista \u00c9poca de 14\/01\/2019 fez uma reportagem sobre o presidente americano\nDonald Trump e redigiu a chamada para a leitura do texto do seguinte modo:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO\npresidente americano vai \u00e0 TV defender a constru\u00e7\u00e3o do muro entre os EUA e o\nM\u00e9xico e prolonga o que est\u00e1 pr\u00f3ximo de ser a mais extensa paralisa\u00e7\u00e3o do governo\nna hist\u00f3ria\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre\na estrutura\u00e7\u00e3o gramatical desse texto, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nem lugar de \u201cvai \u00e0 TV\u201d deveria estar \u201cvai na TV\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nantes do infinitivo \u201cdefender\u201d poderia ser colocado o conectivo \u201cpara que\u201d, sem\naltera\u00e7\u00e3o das demais palavras do texto;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nem \u201ca constru\u00e7\u00e3o do muro\u201d e \u201cparalisa\u00e7\u00e3o do governo\u201d, o emprego da preposi\u00e7\u00e3o\n\u201cde\u201d \u00e9 exigido por termo anterior;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nap\u00f3s a palavra \u201cM\u00e9xico\u201d deveria haver uma v\u00edrgula;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\no voc\u00e1bulo \u201cparalisa\u00e7\u00e3o\u201d deveria estar grafado \u201cparaliza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. A reg\u00eancia correta \u00e9 \u201cir A algum lugar\u201d, n\u00e3o \u00e9\nadequado usar \u201cem\u201d, segundo a norma culta. <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. Haveria altera\u00e7\u00e3o: para que defenda&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>C) Correto. Temos dois complementos nominais, pois temos\nsubstantivos abstratos derivados de a\u00e7\u00e3o seguidos de preposi\u00e7\u00e3o \u201cde\u201d introduzindo\ntermo com sentido passivo: O muro \u00e9 constru\u00eddo e o governo foi paralisado (por\nisso ele vai defender a constru\u00e7\u00e3o do muro)<\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. N\u00e3o deveria nem poderia, pois n\u00e3o se usa\nv\u00edrgula antes do E com ora\u00e7\u00f5es de mesmo sujeito. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. Mant\u00e9m-se o S da palavra primitiva: paralisia&gt;paralisar&gt;paralisa\u00e7\u00e3o.\n<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 16<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Uma\neditora acaba de lan\u00e7ar o livro \u201cOs Meninos da Caverna\u201d, que conta a dram\u00e1tica\nhist\u00f3ria do resgate de um time de futebol juvenil que ficou dezoito dias preso\nem uma caverna na Tail\u00e2ndia.<\/p>\n\n\n\n<p>A\ncapa do livro traz o seguinte texto:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO\npasseio de um s\u00e1bado \u00e0 tarde que durou dezoito dias preocupou o mundo e mobilizou\nmil pessoas em um resgate quase imposs\u00edvel na Tail\u00e2ndia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O\nproblema estrutural desse pequeno texto da capa \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\na m\u00e1 sele\u00e7\u00e3o vocabular do termo \u201cpasseio\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\na poss\u00edvel ambiguidade do termo \u201cna Tail\u00e2ndia\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\na inclus\u00e3o de exageros evidentes para atrair o leitor;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\na presen\u00e7a de v\u00e1rias formas verbais com o mesmo sujeito;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\na aus\u00eancia de v\u00edrgula ap\u00f3s \u201cmil pessoas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o direta: na express\u00e3o \u201cimposs\u00edvel na Tail\u00e2ndia\u201d,\ntemos a possibilidade de ler que aquele resgate \u00e9 imposs\u00edvel apenas na Tail\u00e2ndia,\nquando sentido original n\u00e3o era esse. Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 17<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Revisores\nde textos reuniram-se para discutir erros mais comuns cometidos por rep\u00f3rteres\nem entrevistas, exemplificando esses erros com frases; entre as frases abaixo,\naquela que se mostra inteiramente correta e adequada \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nO Ministro da Fazenda n\u00e3o estava ao par de tudo;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nGra\u00e7as ao d\u00e9ficit or\u00e7ament\u00e1rio, o governo parou de investir;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nA viol\u00eancia, segundo o estudo, nada tinha a haver com a mis\u00e9ria;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nA princ\u00edpio, todos devem ser iguais perante a lei;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\n\u201cA mim ningu\u00e9m me engana\u201d, disse o delegado que investiga o caso.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. O ministro n\u00e3o estava \u201ca par\u201d, n\u00e3o estava\nciente, n\u00e3o estava sabendo&#8230; \u201cAo par\u201d quer dizer \u201cem paridade\u201d: O d\u00f3lar n\u00e3o est\u00e1\nao par do Euro. <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. N\u00e3o se utiliza a express\u00e3o \u201cgra\u00e7as a\u201d para\neventos negativos. O d\u00e9ficit \u00e9 algo ruim, seria mais coerente usar \u201cem virtude\ndo d\u00e9ficit ou por causa do d\u00e9ficit&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. Nada tinha \u201ca ver\u201d, ou seja, n\u00e3o tinha\nrela\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. A forma adequada seria \u201cEm princ\u00edpio\u201d, com sentido\nde \u201cem tese\u201d. A princ\u00edpio tem sentido de \u201cno come\u00e7o\u201d e geraria a incoer\u00eancia de\ndizer que s\u00f3 no come\u00e7o as pessoas devem ser iguais, depois n\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Correto. Embora tenhamos aqui uma estrutura \u201cincomum\u201d,\nn\u00e3o est\u00e1 errada, \u00e9 apenas muito formal e t\u00edpica do registro liter\u00e1rio. Temos um\ncaso de objeto pleon\u00e1stico, ou seja, repetido: \u201cA mim\u201d e \u201cme\u201d s\u00e3o ambos objetos\ndiretos de \u201cenganar\u201d, apenas est\u00e3o repetidos por motivo de estilo e \u00eanfase, o\nque \u00e9 previsto pela gram\u00e1tica. Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 18<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No\nin\u00edcio de um coment\u00e1rio na revista \u00c9poca, 14\/01\/2019, o jornalista Helio\nGurovitz diz:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNenhum\npresidente de empresa privada acumula tanto poder, controla tantos destinos,\natrai tanta inveja. Nenhum outro posto da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica sofre tanta\npress\u00e3o, recebe tanto escrut\u00ednio, \u00e9 alvo de tantos ataques. Nenhum emprego tem,\nsimultaneamente, tamanha for\u00e7a e fragilidade. \u00c9 o pior emprego do mundo\u201d. Assim\no cargo do ministro Paulo Guedes \u00e9 definido pelo jornalista Thomas Traumann em O\npior emprego do mundo, lan\u00e7ado no meio da\ncampanha eleitoral do ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p>O\ntexto segue uma estrutura de suspense constru\u00edda da seguinte forma:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\ncita inicialmente caracter\u00edsticas para depois mencionar o objeto caracterizado;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nutiliza primeiramente aspectos gerais para depois concretiz\u00e1-los;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nmostra aspectos contradit\u00f3rios para depois esclarec\u00ea-los;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nqualifica determinado cargo para depois justificar as qualifica\u00e7\u00f5es;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nconstr\u00f3i uma sequ\u00eancia de frases para depois resumi-las numa s\u00f3 afirmativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o direta. Somente no fim sabemos o assunto, ou seja, somente no fim sabemos que o pior emprego do mundo \u00e9 o emprego do Ministro Paulo Guedes. Temos uma estrutura que inverte a expectativa, o t\u00f3pico vem ao final. Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"836\" height=\"144\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200233\/redes-sociais-felipe-luccas8.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-402429\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200233\/redes-sociais-felipe-luccas8.jpg 836w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200233\/redes-sociais-felipe-luccas8.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200233\/redes-sociais-felipe-luccas8.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200233\/redes-sociais-felipe-luccas8.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 836px) 100vw, 836px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Texto 3<\/p>\n\n\n\n<p>Um texto de divulga\u00e7\u00e3o de um novo romance diz o seguinte:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUm homem acorda gravemente ferido no meio de um lix\u00e3o. Ao que\nparece, tentaram mat\u00e1-lo, mas ele n\u00e3o se recorda dos fatos que o levaram at\u00e9\nali. Muito menos de seu passado recente. Seria dado como desaparecido, se\nhouvesse algu\u00e9m para sentir sua falta. Essa dolorosa aus\u00eancia impercept\u00edvel \u00e9 a\nbrecha para dar vaz\u00e3o \u00e0 sua revolta com o mundo contempor\u00e2neo e come\u00e7ar uma\nnova vida. Entre seus planos: executar criminosos intocados pela Justi\u00e7a e\nescrever um best-seller. Mas uma paix\u00e3o verdadeira e arrebatadora coloca tudo\nem xeque\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(\u00c9poca, 14\/01\/2019, p. 37)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 19<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Muitos\nsegmentos do texto 3 podem ser reescritos sem modifica\u00e7\u00e3o de seu sentido ou\naltera\u00e7\u00e3o na corre\u00e7\u00e3o; a frase em que ocorre modifica\u00e7\u00e3o ou erro \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\n\u201cUm homem acorda gravemente ferido no meio de um lix\u00e3o\u201d \/ Um homem acorda ferido\ngravemente no meio de um lix\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\n\u201cUm homem acorda gravemente ferido no meio de um lix\u00e3o\u201d \/ Um homem acorda, no\nmeio de um lix\u00e3o, gravemente ferido;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\n\u201cMas uma paix\u00e3o verdadeira e arrebatadora coloca tudo em xeque\u201d \/ Mas uma\npaix\u00e3o arrebatadora e verdadeira coloca tudo em xeque;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\n\u201cmas ele n\u00e3o se recorda dos fatos que o levaram at\u00e9 ali\u201d \/ mas dos fatos que o\nlevaram at\u00e9 ali ele n\u00e3o se recorda;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\n\u201cSeria dado como desaparecido, se houvesse algu\u00e9m para sentir sua falta\u201d \/ Se\nhouvesse algu\u00e9m para sentir sua falta, seria dado como desaparecido.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Acompanhem comigo uma an\u00e1lise: <\/p>\n\n\n\n<p><em>Se eu tivesse dinheiro\n(condi\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica), viajaria (efeito da concretiza\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Faz alguma diferen\u00e7a inverter a ordem?<\/p>\n\n\n\n<p>Viajaria, se tivesse dinheiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Viajar continua sendo efeito da hip\u00f3tese de ter dinheiro. A\nora\u00e7\u00e3o condicional \u00e9 adverbial, ent\u00e3o pode ser antecipada normalmente, isso n\u00e3o\nmuda seu sentido. Ent\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 mudan\u00e7a alguma no sentido da reescritura proposta\nna letra E, nosso gabarito. <\/p>\n\n\n\n<p>Entendo que essa quest\u00e3o \u00e9 problem\u00e1tica, mas temos que enfrentar\na realidade. Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 20<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201cUm homem acorda gravemente ferido no meio de\num lix\u00e3o\u201d; a palavra \u201clix\u00e3o\u201d, apesar do sufixo aumentativo, n\u00e3o mostra esse valor,\nformando um voc\u00e1bulo com novo sentido (texto 3).<\/p>\n\n\n\n<p>O\nmesmo ocorre em:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\ncasa \/ casar\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\npapel \/ papel\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nhomem \/ homenzarr\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\npacote \/ pacot\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nc\u00e3o \/ canzarr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes o aumentativo forma uma nova palavra, totalmente diferente,\nsem qualquer rela\u00e7\u00e3o \u201cdimensional\u201d, de tamanho. \u201cPapel\u00e3o\u201d n\u00e3o \u00e9 um papel\ngrande, \u00e9 sim um outro tipo de papel, grosso, rude. Nas demais, ao contr\u00e1rio, o\naumentativo apenas indica aumento de dimens\u00f5es. Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 21<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O\nsegmento do texto 3 em que a forma de apassiva\u00e7\u00e3o \u00e9 INADEQUADA \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\n\u201cUm homem acorda gravemente ferido\u201d \/ Um homem \u00e9 acordado gravemente ferido;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\n\u201cpara sentir sua falta\u201d \/ para sua falta ser sentida;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\n\u201cpara dar vaz\u00e3o\u201d \/ para ser dada vaz\u00e3o\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\n\u201ccome\u00e7ar uma nova vida\u201d \/ uma nova vida ser come\u00e7ada;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\n&#8220;executar criminosos\u201d \/ criminosos serem executados.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o te\u00f3rica. N\u00e3o se trasp\u00f5e para voz passiva verbo que\nn\u00e3o tenha objeto direto. Ent\u00e3o, \u201cacordar\u201d, verbo intransitivo, por n\u00e3o pedir\ncomplemento, n\u00e3o admite essa transposi\u00e7\u00e3o que foi feita. Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 22<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em\nsitua\u00e7\u00f5es de formalidade, \u00e9 conveniente evitar o uso de linguagem informal; a\nfrase abaixo que se mostra inteiramente formal \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nA gente n\u00e3o precisa ganhar muito para ser feliz;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nSe eu tivesse l\u00e1, visitaria mais museus;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nMe diga toda a verdade sobre o acidente;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nViajasse eu mais vezes, comprava mais roupas;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nSempre que podemos, n\u00f3s os visitamos.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Em \u201cSempre que podemos, n\u00f3s os visitamos.\u201d, temos linguagem\nculta e formal, inclusive com o uso do pronome obl\u00edquo \u201cos\u201d. Gabarito letra E. <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>A) \u201cA gente\u201d \u00e9 considerada express\u00e3o informal pela banca. <\/p>\n\n\n\n<p>B) \u201ctivesse\u201d \u00e9 forma reduzida, cortada, de \u201cestivesse\u201d, ent\u00e3o\n\u00e9 marca de informalidade, pois \u00e9 t\u00edpico da coloquialidade fazer contra\u00e7\u00f5es\n(pra, prum) e redu\u00e7\u00f5es (t\u00e1, t\u00f4, vc, obg)<\/p>\n\n\n\n<p>C) \u201cMe diga\u201d \u00e9 erro de coloca\u00e7\u00e3o pronominal t\u00edpico da\nlinguagem falada, descuidada, ent\u00e3o \u00e9 marca de informalidade. <\/p>\n\n\n\n<p>D) A correla\u00e7\u00e3o verbal rigorosa seria: Viajasse eu mais\nvezes, compraRIA mais roupas. Embora prevista essa correla\u00e7\u00e3o verbal com\npret\u00e9rito imperfeito no lugar do futuro do pret\u00e9rito, \u00e9 considerada \u201ccoloquial\u201d,\ninformal, t\u00edpica da fala: <\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea me prometeu que n\u00e3o contava (contaria) isso para ningu\u00e9m,\nhem. (Sacconi)<\/p>\n\n\n\n<p>Se eu fosse o prefeito, desapropriava (desapropriaria) toda\nessa regi\u00e3o (Sacconi)<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 23<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Numa\nentrevista com a pesquisadora Moira Weigel, ocorre o seguinte di\u00e1logo:<\/p>\n\n\n\n<p>__\nQual a defini\u00e7\u00e3o de politicamente correto?<\/p>\n\n\n\n<p>__\nPara mim, politicamente correto \u00e9 um sin\u00f4nimo de educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa\n\u00e9 minha defini\u00e7\u00e3o. Para outras pessoas, cr\u00edticas do conceito, politicamente\ncorreto quer dizer algo ruim, uma esp\u00e9cie de censura que impede que as pessoas\nfalem livremente sobre todos os assuntos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A\nfrase abaixo em que a afirma\u00e7\u00e3o feita est\u00e1 de acordo com a defini\u00e7\u00e3o dada pela\nentrevistada \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\n\u201co politicamente correto veio colocar racismo onde n\u00e3o havia\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\n\u201co politicamente correto pretende melhorar o conv\u00edvio\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\n\u201co politicamente correto acaba com a liberdade de express\u00e3o\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\n\u201co politicamente correto acaba com o preconceito\u201d;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\n\u201co politicamente correto valoriza as minorias\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Cuidado com a viagem! Aqui, devemos focar estritamente no que a autora diz, deixando de lado paix\u00f5es alheias ao texto. A defini\u00e7\u00e3o da entrevistada \u00e9: politicamente correto \u00e9 \u201ceduca\u00e7\u00e3o\u201d. No texto, educa\u00e7\u00e3o remete \u00e0 ideia de civilidade, de um conjunto de atitudes que melhora o conv\u00edvio entre as pessoas. Ent\u00e3o, s\u00f3 podemos inferir que \u00e9 algo relacionado \u00e0 conviv\u00eancia. N\u00e3o \u00e9 coerente extrapolar o texto para fazer rela\u00e7\u00e3o com racismo, minorias ou preconceito. Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200407\/redes-sociais-felipe-luccas9.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-402430\" width=\"573\" height=\"98\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200407\/redes-sociais-felipe-luccas9.jpg 836w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200407\/redes-sociais-felipe-luccas9.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200407\/redes-sociais-felipe-luccas9.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/24200407\/redes-sociais-felipe-luccas9.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 573px) 100vw, 573px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 24<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sobre\numa nova esp\u00e9cie de droga, as smart drugs,\na chamada para um texto de jornal diz o seguinte:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDrogas\napelidadas de smart drugs por\nsupostamente aumentarem a intelig\u00eancia ganham cada vez mais adeptos, apesar de\npesquisas desmentirem seus efeitos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A\nsubstitui\u00e7\u00e3o de um conectivo que est\u00e1 corretamente realizada \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\n\u201cpor supostamente aumentarem\u201d \/ j\u00e1 que supostamente aumentassem;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\n\u201cpor supostamente aumentarem\u201d \/ visto que supostamente aumentavam;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\n\u201capesar de pesquisas desmentirem\u201d \/ embora pesquisas desmentissem;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\n\u201capesar de pesquisas desmentirem\u201d \/ ainda que pesquisas desmintam;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\n\u201capesar de pesquisas desmentirem\u201d \/ mesmo que pesquisas desmentem.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Esta \u00e9 uma quest\u00e3o de conectivos: quando usamos \u201capesar de\/a\ndespeito de\u201d no lugar de outros conectivos concessivos, que pedem o verbo no\nsubjuntivo, \u00e9 necess\u00e1rio fazer uma adapta\u00e7\u00e3o e jogar o verbo para o infinitivo:\n<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de desmentirem\/Ainda que desmintam<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n\n\n\n<p>Em A e B, os conectivos at\u00e9 s\u00e3o semanticamente equivalentes,\ncom ideia de causa, mas o verbo foi utilizado em tempo pret\u00e9rito. No texto, os\nfatos s\u00e3o presentes. Em C, houve o mesmo erro, o verbo deveria estar no\npresente: embora desmintam. O mesmo vale para a E: mesmo que desmintam. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 25<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201cPensamos com o idioma; se \u00e9 mal usado,\npensaremos mal!\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(Fernando\nL\u00e1zaro Carreter)<\/p>\n\n\n\n<p>Para\nesse linguista, a fun\u00e7\u00e3o da l\u00edngua escrita \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\npreservar o saber constru\u00eddo;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nproduzir conhecimentos;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\ncriar arte;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nmemorizar dados;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nmanter valores pol\u00edtico-sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>A frase mostra que o idioma \u00e9 o \u201cmeio\/instrumento\u201d do\npensamento; quando pensamos, geramos ideias, criamos conhecimento usando a\nl\u00edngua; ent\u00e3o, conclui-se que a fun\u00e7\u00e3o da l\u00edngua \u00e9 produzir conhecimento. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa quest\u00e3o, entendo que a banca fez uma restri\u00e7\u00e3o\nindevida, pois o texto n\u00e3o limita o idioma \u00e0 l\u00edngua escrita. Contudo, na FGV, marcamos\nsempre a melhor resposta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 26<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A\nfrase \u201cOs candidatos far\u00e3o as inscri\u00e7\u00f5es at\u00e9 sexta-feira\u201d foi modificada\nsegundo crit\u00e9rios diferentes; a forma da frase que mostra incorre\u00e7\u00e3o de\nacordo com o crit\u00e9rio indicado \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nNa voz passiva: Far-se-\u00e3o as inscri\u00e7\u00f5es pelos candidatos at\u00e9 sexta-feira;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nCom pleonasmo: As inscri\u00e7\u00f5es, os candidatos as far\u00e3o at\u00e9 sexta-feira;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nCom invers\u00e3o de termos: Os candidatos far\u00e3o, at\u00e9 sexta-feira, as inscri\u00e7\u00f5es;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nNo discurso indireto: O jornal disse que os candidatos far\u00e3o as inscri\u00e7\u00f5es at\u00e9\nsexta-feira;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nCom sujeito expl\u00edcito: Ser\u00e3o feitas as inscri\u00e7\u00f5es at\u00e9 sexta-feira.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Na voz passiva sint\u00e9tica ou pronominal, o agente da passiva\nn\u00e3o deve aparecer. Ent\u00e3o, dever\u00edamos grafar apenas: Far-se-\u00e3o as inscri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Na letra D, tamb\u00e9m h\u00e1 problema: rigorosamente, dever\u00edamos\njogar o verbo para o futuro do pret\u00e9rito: O jornal disse que os candidatos fariam\nas inscri\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 27<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201cUm paradoxo \u00e9 uma provoca\u00e7\u00e3o \u00e0 l\u00f3gica.\nConsidere, por exemplo, a afirma\u00e7\u00e3o: \u2018Eu estou mentindo\u2019. Se ela for falsa,\nisso quer dizer que eu n\u00e3o estou mentindo, o que contradiz a afirma\u00e7\u00e3o feita.\nMas, se ela for verdadeira, ent\u00e3o a afirma\u00e7\u00e3o ser\u00e1 falsa \u2013 ao dizer que estava\nmentindo, eu disse a verdade e, logo, n\u00e3o estava mentindo. A afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 verdadeira\nse for falsa e falsa se for verdadeira!\u201d (Eduardo Giannetti, O paradoxo do brasileiro)<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando\no t\u00edtulo do artigo de onde foi retirado esse trecho introdut\u00f3rio, a introdu\u00e7\u00e3o\nacima pode ser caracterizada como:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\numa informa\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter hist\u00f3rico;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\numa defini\u00e7\u00e3o inicial de termos;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\numa alus\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o atual;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\numa classifica\u00e7\u00e3o tipol\u00f3gica;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\numa argumenta\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>O texto \u00e9 a defini\u00e7\u00e3o de paradoxo, termo t\u00e9cnico do\nvocabul\u00e1rio da l\u00f3gica e tamb\u00e9m uma figura de linguagem. Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>QUEST\u00c3O 28<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A\noposi\u00e7\u00e3o de termos constru\u00edda com as preposi\u00e7\u00f5es com\/sem gera um poss\u00edvel\nparadoxo em:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nCom dinheiro ou sem dinheiro, vou passar o carnaval em Salvador;<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nCom amigos ou sem amigos, vou divertir-me nas f\u00e9rias;<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nCom bebida ou sem bebida, vou embebedar-me de felicidade;<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nCom motivo ou sem motivo, vou comprar roupas novas;<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nCom vontade ou sem vontade, vou viajar com a fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>O paradoxo \u00e9 uma provoca\u00e7\u00e3o \u00e0 l\u00f3gica por haver uma aparente\nimpossibilidade entre seus componentes. O paradoxo sugere uma contradi\u00e7\u00e3o, uma\nincompatibilidade imposs\u00edvel. Ent\u00e3o, se n\u00e3o h\u00e1 bebida (sem bebida), \u00e9\nimposs\u00edvel embebedar-se: est\u00e1 a\u00ed o paradoxo da quest\u00e3o. Gabarito letra C.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal! Tudo beleza?&nbsp; Segue o coment\u00e1rio da prova do DPE-RJ. Aproveitem a corre\u00e7\u00e3o!&nbsp;Grande abra\u00e7o. 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