{"id":396783,"date":"2019-07-26T07:10:44","date_gmt":"2019-07-26T10:10:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=396783"},"modified":"2019-07-26T17:10:01","modified_gmt":"2019-07-26T20:10:01","slug":"prova-comentada-detran-sp-portugues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/prova-comentada-detran-sp-portugues\/","title":{"rendered":"PROVAS COMENTADAS DETRAN SP (FCC)- PORTUGU\u00caS"},"content":{"rendered":"\n<p>Ol\u00e1, pessoal. Tudo tranquilo, seguem nossas provas comentadas de Agente de Tr\u00e2nsito e Oficial de Tr\u00e2nsito &#8211; DETRAN SP, aplicadas pela FCC nesse \u00faltimo domingo. <\/p>\n\n\n\n<p>A prova veio no bom e velho padr\u00e3o FCC, com quest\u00f5es de pronomes pessoais e relativos, voz passiva, concord\u00e2ncia, crase e sin\u00f4nimos. Essa prova \u00e9 uma excelente refer\u00eancia para os candidatos do TRF 4\u00aa Regi\u00e3o! <\/p>\n\n\n\n<p>Vou inserir tamb\u00e9m essas provas em nossos cursos FCC na \u00e1rea do aluno! H\u00e1 tamb\u00e9m um link com os arquivos em PDF no fim do artigo. <\/p>\n\n\n\n<p>Aten\u00e7\u00e3o:\nPara\nresponder \u00e0s quest\u00f5es de n\u00fameros 1 a 8, baseie-se no texto abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O paradoxo da\npromessa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Em que circunst\u00e2ncias algu\u00e9m\nse exalta e defende com ardor uma opini\u00e3o? \u201cNingu\u00e9m sustenta fervorosamente que\n7 x 8 = 56, pois se pode demonstrar que isso \u00e9 uma verdade\u201d, observa Bertrand\nRussel. O \u00e2nimo persuasivo s\u00f3 recrudesce e lan\u00e7a m\u00e3o das artes e artimanhas da\nret\u00f3rica apaixonada quando se trata de incutir opini\u00f5es que s\u00e3o duvidosas ou\ndemonstravelmente falsas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O mesmo vale para o ato de\nprometer alguma coisa. O simples fato de que uma promessa precisa ser feita com\ntoda a \u00eanfase indica a exist\u00eancia de d\u00favida quanto \u00e0 sua concretiza\u00e7\u00e3o. S\u00f3\nprometemos acerca do que exige um esfor\u00e7o extra da vontade. E quanto mais solene\nou enf\u00e1tica a promessa \u2013 \u201cTe juro, meu amor, agora \u00e9 pra valer!\u201d \u2013 mais duvidosa\nela \u00e9: protesting too much (\u2018proclamar excessivo\u2019), como dizem os ingleses. \u201cS\u00f3\nos deuses podem prometer, porque s\u00e3o imortais\u201d, adverte o poeta.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>(Adaptado de: GIANETTI,\nEduardo. Tr\u00f3picos ut\u00f3picos. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 26)<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ AG. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Deve-se\nentender, segundo a fundamenta\u00e7\u00e3o apresentada no texto, que uma promessa<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nproduz seus efeitos toda vez que formulada com recursos de uma ret\u00f3rica\nvibrante.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nter\u00e1 cumprimento \u00e0 medida que seu sujeito tenha vontade de cumpri-la.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\ncostuma indicar n\u00e3o o seu cumprimento, mas a dificuldade de efetiva\u00e7\u00e3o dele.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\n\u00e9 por vezes t\u00e3o fr\u00e1gil em si mesma que os pr\u00f3prios deuses n\u00e3o t\u00eam como\ncumpri-la.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nvale muitas vezes mais do que uma opini\u00e3o que n\u00e3o possa ser comprovada.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o direta: a promessa \u00e9 feita justamente quando sua\nrealiza\u00e7\u00e3o \u00e9 duvidosa, em outras palavras, quando parece ser dif\u00edcil sua\nefetiva\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. N\u00e3o se fala dos efeitos da promessa, s\u00f3 da\norigem. <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. O texto n\u00e3o garante que a promessa ser\u00e1\ncumprida; pelo contr\u00e1rio, sugere que \u00e9 dif\u00edcil ser cumprida. <\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. S\u00f3 os deuses devem fazer promessas, pois s\u00e3o\nimortais. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. A promessa \u00e9 justamente algo que n\u00e3o pode ser\ncomprovado de antem\u00e3o. Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ AG. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Considerando-se\no contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nse exalta e defende com ardor (1\u00ba par\u00e1grafo) = arrebata-se e sustenta com paix\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\n\u00e2nimo persuasivo s\u00f3 recrudesce (1\u00ba par\u00e1grafo) = inten\u00e7\u00e3o ret\u00f3rica s\u00f3 se arrefece.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nlan\u00e7a m\u00e3o das artes e\nartimanhas (1\u00ba par\u00e1grafo) = exclui a\nfor\u00e7a artesanal convincente.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nd\u00favida quanto \u00e0 sua\nconcretiza\u00e7\u00e3o (2\u00ba par\u00e1grafo) = proje\u00e7\u00e3o\nda f\u00e9 em sua efetividade.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nquanto mais solene ou enf\u00e1tica (2\u00ba par\u00e1grafo) = tanto mais sincera quanto\nconsciente.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>A equival\u00eancia est\u00e1 na primeira alternativa: ardor foi utilizado\ncom sentido de uma exalta\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito, uma emo\u00e7\u00e3o que arde: ardor. <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. \u201cArrefecer\u201d \u00e9 esfriar, com ideia de redu\u00e7\u00e3o; \u201crecrudescer\u201d\nfoi utilizado no sentido de ficar mais intenso. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. \u201clan\u00e7ar m\u00e3o\u201d \u00e9 usar, n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com \u201cexcluir\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. \u201cprojetar f\u00e9\u201d \u00e9 acreditar, n\u00e3o \u00e9 duvidar. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. \u201cenf\u00e1tica\u201d \u00e9 a promessa que recebeu realce\nret\u00f3rico, que foi feita com ardor, empolga\u00e7\u00e3o; n\u00e3o significa consci\u00eancia nem\nsinceridade. Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ AG. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Est\u00e1\nclara e correta a <strong>reda\u00e7\u00e3o<\/strong> deste livre coment\u00e1rio sobre o texto:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nT\u00eam muitas pessoas que creem poder ter uma promessa qualquer garantia de que\nvenha a cumpri-la.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nS\u00e3o justamente aqueles que mais prometem quem menos cumprem o que prometeram\ncom \u00e2nimo t\u00e3o suscept\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nAinda quando se ponham em promessas todo o ardor, visto que nem assim mesmo se\npossam garanti-las.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nAt\u00e9 mesmo as promessas de amor soam t\u00e3o mais duvidosas quanto maior a \u00eanfase\ncom que se fazem.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nN\u00e3o cabem aos humanos tentar prometer tudo aquilo com que s\u00f3 os deuses se podem\nencarregar.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos erros que possibilitam eliminar de pronto as alternativas:\n<\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. N\u00e3o se deve usar \u201cter\u201d com sentido de \u201cexistir\u201d,\nconfigura linguagem informal. Al\u00e9m disso, a reda\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 clara nem coerente. <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. O verbo fica no singular, concordando com o\npronome \u201cquem\u201d: quem menos cumpre&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. O verbo fica no singular, concordando com o\nsujeito passivo \u201ctodo ardor\u201d: ainda que se ponha todo ardor (ainda que todo\nardor seja posto)<\/p>\n\n\n\n<p>D) Correto. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. O verbo fica no singular, pois o sujeito \u00e9\noracional: ISTO n\u00e3o cabe aos seres humanos. Gabarito letra D.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ AG. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>H\u00e1\nocorr\u00eancia de forma verbal na voz passiva e pleno atendimento \u00e0s normas de\nconcord\u00e2ncia na frase:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nN\u00e3o s\u00e3o em todas as circunst\u00e2ncias que a gente \u00e9 capaz de defender as opini\u00f5es\nque emitem com seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nAs artes e as artimanhas que sejam propagadas com \u00eanfase podem indicar a\ninseguran\u00e7a de quem delas se vale.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nS\u00e3o paradoxais as promessas feitas com tanta \u00eanfase, que parece apontar, de\nfato, para sua fragilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nQuando algu\u00e9m enuncia verdades incontest\u00e1veis n\u00e3o precisam lan\u00e7ar m\u00e3o de\nqualquer esfor\u00e7o para prov\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nMesmo nas declara\u00e7\u00f5es de amor podem haver promessas que, por conta de sua\n\u00eanfase, n\u00e3o se poder\u00e1 cumprir.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. N\u00e3o h\u00e1 voz passiva. <\/p>\n\n\n\n<p>B) Correto. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. A concord\u00e2ncia \u00e9 feita com \u201cpromessas\u201d: promessas\nque parecem apontar, de fato, para sua fragilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. Faltou a v\u00edrgula ap\u00f3s a ora\u00e7\u00e3o adverbial temporal\nantecipada \u201cQuando algu\u00e9m enuncia verdades incontest\u00e1veis\u201d; al\u00e9m disso, o verbo\ndeve ficar no singular, concordando com \u201calgu\u00e9m\u201d: precisa. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Faltou a v\u00edrgula ap\u00f3s a ora\u00e7\u00e3o adverbial concessiva\nantecipada \u201cQuando algu\u00e9m enuncia verdades incontest\u00e1veis\u201d; h\u00e1 erro de\nconcord\u00e2ncia, o verbo \u201chaver\u201d \u00e9 impessoal, ent\u00e3o nenhum verbo da locu\u00e7\u00e3o se\nflexiona: pode haver promessas; promessas n\u00e3o se poder\u00e3o cumprir (poder\u00e3o ser\ncumpridas)<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ AG. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>\u00c9\nadequado o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nAs promessas de que n\u00e3o cumprimos s\u00e3o aquelas \u00e0 quem emprestamos\na maior \u00eanfase.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nA \u00eanfase com cuja ele se exprime n\u00e3o faz ningu\u00e9m confiar nada ao que\nele diga.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nA frase de Bertrand Russel na qual o autor se refere \u00e9 uma verdade onde\nningu\u00e9m duvida.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nA frase que a tradu\u00e7\u00e3o est\u00e1 entre par\u00eanteses expressa uma den\u00fancia para\nos excessos do amor.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nA sinceridade \u00e9 um sentimento em que n\u00e3o cabe exagero, nada conspira contra\nsua for\u00e7a. <\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>A \u00faltima alternativa est\u00e1 perfeita: \u201cem que\u201d traz a ideia de\n\u201ccabe em um sentimento; cabe na sinceridade\u201d; \u201ccontra\u201d \u00e9 a preposi\u00e7\u00e3o exigida por\n\u201cconspirar\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>(A) As promessas que n\u00e3o cumprimos s\u00e3o aquelas a quem\nemprestamos a maior \u00eanfase. (emprestamos A)<\/p>\n\n\n\n<p>(B) A \u00eanfase com que ele se exprime n\u00e3o faz ningu\u00e9m confiar\nnada no que ele diga. (exprimir-se COM \u00eanfase; confiar EM)<\/p>\n\n\n\n<p>(C) A frase de Bertrand Russel AO o autor se refere \u00e9 uma\nverdade de que ningu\u00e9m duvida. (referir-se A)<\/p>\n\n\n\n<p>(D) A frase cuja a tradu\u00e7\u00e3o est\u00e1 entre par\u00eanteses expressa\numa den\u00fancia para os excessos do amor. (tradu\u00e7\u00e3o DA frase)<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/09081744\/image49.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-396806\" width=\"393\" height=\"215\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/09081744\/image49.png 1015w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/09081744\/image49.png 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/09081744\/image49.png 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/07\/09081744\/image49.png 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 393px) 100vw, 393px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Aten\u00e7\u00e3o: Para responder \u00e0s quest\u00f5es de n\u00fameros 6 a 8,\nbaseie-se no texto abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Da alegria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Fico comovido toda vez que\nou\u00e7o o finalzinho da m\u00fasica que Chico Buarque escreveu para a filha\nrec\u00e9m-nascida, dizendo o seu melhor desejo: \u201c&#8230; e que voc\u00ea seja da alegria\nsempre uma aprendiz&#8230;\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Haver\u00e1 coisa maior que se\npossa desejar? Acho que n\u00e3o. E penso que Beethoven concordaria: ao final de sua\nmaior obra, a Nona Sinfonia, o que o coral canta s\u00e3o versos da \u201cOde \u00e0 alegria\u201d\nde Schiller. J\u00e1 o fil\u00f3sofo Nietzsche n\u00e3o se envergonhava de tratar desse\nassunto de t\u00e3o pouca respeitabilidade acad\u00eamica (em nossas escolas a alegria\nn\u00e3o \u00e9 t\u00f3pico de nenhum curr\u00edculo), ele dizia que o nosso \u00fanico pecado original\n\u00e9 a falta de alegria.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>(Adaptado de: ALVES, Rubem. Tempus fugit. S\u00e3o\nPaulo: Paulus, 1990, p. 41)<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ AG. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Ao\nvalorizar o sentimento da alegria, o autor do texto lembra que<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nas considera\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas que o ensino superior j\u00e1 teceu sobre esse tema est\u00e3o\nh\u00e1 muito sendo negligenciadas.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\no fato de ela ser um t\u00f3pico de curr\u00edculo escolar n\u00e3o a torna mais importante do\nque quando expressa por Beethoven.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nela nunca foi prestigiada como um tema a ser seriamente considerado em qualquer\nprograma escolar.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nBeethoven e Nietzsche manifestaram posi\u00e7\u00f5es inteiramente controversas sobre\nesse pol\u00eamico sentimento.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\na \u201cOde \u00e0 alegria\u201d, de Schiller, foi uma obra cujo sentido Beethoven acabou por\ncontestar em sua Nona Sinfonia.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o literal, cujo cerne est\u00e1 no segmento: <em>J\u00e1 o\nfil\u00f3sofo Nietzsche n\u00e3o se envergonhava de tratar desse assunto de t\u00e3o pouca\nrespeitabilidade acad\u00eamica (em nossas escolas a alegria n\u00e3o \u00e9 t\u00f3pico de nenhum\ncurr\u00edculo)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O autor diz que a alegria n\u00e3o \u00e9 um tema tratado como s\u00e9rio\nou relevante no universo escolar\/acad\u00eamico, como consta na letra C. <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. N\u00e3o s\u00e3o tecidas essas considera\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas\nno n\u00edvel superior, pois n\u00e3o h\u00e1 interesse acad\u00eamico. <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. N\u00e3o \u00e9 t\u00f3pico de nenhum curr\u00edculo escolar. <\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. As posi\u00e7\u00f5es foram elogiosas e tamb\u00e9m\nconvergentes, em concord\u00e2ncia. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. N\u00e3o contestou a obra nem a alegria. Gabarito\nletra C.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ AG. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Ele n\u00e3o se envergonhava de tratar desse assunto t\u00e3o desprestigiado.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Uma nova e aceit\u00e1vel reda\u00e7\u00e3o da frase acima,\nem que se mantenham sua corre\u00e7\u00e3o e seu sentido b\u00e1sico, ser\u00e1:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nSendo t\u00e3o depreciado esse assunto, nem por isso se envergonhava ao tratar dele.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nAinda que fosse um assunto controverso, ele n\u00e3o se envergonharia de trat\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nEm que pese envergonhar-se, ele chegou a tratar desse assunto sem interesse.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nNunca se mostrava intimidado pelo fato de desprestigiar esse assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nAo se redimir de um assunto cujo prest\u00edgio era pouco, nem por isso se\nembara\u00e7ava.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Depreciado foi reescrito com um sin\u00f4nimo: desprestigiado, sem\nprest\u00edgio, sem aprecia\u00e7\u00e3o. A ideia original tamb\u00e9m sugere uma oposi\u00e7\u00e3o impl\u00edcita:\nera assunto desprestigiado, mesmo assim n\u00e3o tinha vergonha de tratar dele:<\/p>\n\n\n\n<p>Sendo\nt\u00e3o depreciado esse assunto, nem por isso se envergonhava ao tratar dele.<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. N\u00e3o era controverso, era \u201cdesprestigiado\u201d;\nal\u00e9m disso, a forma correta seria \u201ctratar dele\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. A ora\u00e7\u00e3o \u201cEm que pese envergonhar-se\u201d\nsignifica \u201cApesar de se envergonhar\u201d, ele n\u00e3o se envergonhava. <\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. Ele n\u00e3o desprestigiava o assunto, pelo\ncontr\u00e1rio. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. N\u00e3o h\u00e1 qualquer ideia de \u201credimir-se\u201d. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ AG. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>No per\u00edodo E penso <em><span style=\"text-decoration: underline\">que Beethoven concordaria<\/span><\/em>, a ora\u00e7\u00e3o sublinhada exerce a mesma fun\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica que a ora\u00e7\u00e3o grifada em:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nEscreveria sobre a alegria se fosse capaz.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nMesmo que tente, n\u00e3o consigo ser alegre.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nEles resolveram se unir para compor uma grande sinfonia.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nO compositor n\u00e3o previu que faria tanto sucesso.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nSeria prefer\u00edvel que voc\u00ea continuasse a compor.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>A ora\u00e7\u00e3o \u00e9 complemento de \u201cpenso\u201d, temos ora\u00e7\u00e3o subordinada substantiva\nobjetiva direta, ou um objeto direto oracional: <\/p>\n\n\n\n<p><em>E penso que\nBeethoven concordaria<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>E penso ISTO<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O mesmo ocorre em: <\/p>\n\n\n\n<p><em>O compositor n\u00e3o\npreviu que faria tanto sucesso.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O compositor n\u00e3o\npreviu ISTO.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos a fun\u00e7\u00e3o\nsint\u00e1tica das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>(A) Escreveria sobre a alegria se fosse capaz. (ora\u00e7\u00e3o\nsubordinada adverbial condicional)<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Mesmo que tente, n\u00e3o consigo ser alegre. (ora\u00e7\u00e3o\nsubordinada adverbial concessiva)<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Eles resolveram se unir para compor uma grande\nsinfonia. (ora\u00e7\u00e3o subordinada adverbial final)<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;(E) Seria prefer\u00edvel que\nvoc\u00ea continuasse a compor. (ora\u00e7\u00e3o subordinada substantiva completiva\nnominal: complemento nominal do adjetivo \u201cprefer\u00edvel\u201d)<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>PROVA OFICIAL DE TR\u00c2NSITO<\/p>\n\n\n\n<p>Aten\u00e7\u00e3o:\nPara\nresponder \u00e0s quest\u00f5es de n\u00fameros 1 a 8, baseie-se no texto abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Olhador de\nan\u00fancio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Eis que se aproxima o\ninverno, pelo menos nas revistas, cheias de an\u00fancios de cobertores, l\u00e3s e\nmalhas. O que \u00e9 o desenvolvimento! Em outros tempos, se o indiv\u00edduo sentia\nfrio, passava na loja e adquiria os seus agasalhos. Hoje s\u00e3o os agasalhos que\nlhe batem \u00e0 porta, em belas mensagens coloridas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>E nunca v\u00eam s\u00f3s. O cobertor\ntraz consigo uma linda mulher, que se apresenta para se recolher debaixo de sua\n\u201cnova textura antial\u00e9rgica\u201d, e a legenda: \u201cNosso cobertor aquece os corpos de\nquem j\u00e1 tem o cora\u00e7\u00e3o quente\u201d. A mulher parece convidar-nos: \u201cVenha tamb\u00e9m\u201d.\nFicamos perturbados. (&#8230;)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>N\u00e3o, a mulher absolutamente\nn\u00e3o faz parte do cobertor, que \u00e9 que o senhor estava pensando? Nem adianta\ntelefonar para a loja ou ag\u00eancia de publicidade, pedindo o endere\u00e7o da mo\u00e7a do\ncobertor antial\u00e9rgico. Modelo fotogr\u00e1fico \u00e9 categoria profissional respeit\u00e1vel,\ncomo qualquer outra. Tome ju\u00edzo, amigo. E leve s\u00f3 o cobertor.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>S\u00e3o decep\u00e7\u00f5es do olhador de\nan\u00fancios. Em cada an\u00fancio uma sugest\u00e3o er\u00f3tica. Identificam-se o produto e o\nser humano. A t\u00f4nica do interesse recai sobre este \u00faltimo? \u00c9 logo desviada para\naquele. Operada a transfer\u00eancia, fecha-se o neg\u00f3cio. O erotismo fica sendo\nagente de vendas. Pobre Eros! Fizeram-te auxiliar de Merc\u00fario (*).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>(*) Eros e Merc\u00fario s\u00e3o,\nrespectivamente, o deus do amor e o deus dos neg\u00f3cios na mitologia cl\u00e1ssica.<\/p>\n\n\n\n<p>(Adaptado de: ANDRADE,\nCarlos Drummond. O poder ultrajovem. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2015, p.\n167)<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>\u00c9\ncomum que a linguagem da propaganda empregue palavras ou express\u00f5es com\nmaliciosa duplicidade de sentido. \u00c9 o que ocorre, por exemplo, em<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nS\u00e3o decep\u00e7\u00f5es do olhador de\nan\u00fancio (4\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nbelas mensagens coloridas (1\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nO que \u00e9 o desenvolvimento! (1\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\naquece os corpos de quem j\u00e1 tem\no cora\u00e7\u00e3o quente (2\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nNem adianta telefonar para a\nloja (3\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>A duplicidade de sentido est\u00e1 em \u201ccora\u00e7\u00e3o quente\u201d, que foi\nutilizada em sentido figurado e permite uma segunda leitura: um cora\u00e7\u00e3o\n(conjunto de sentimentos) quente (terno, bom, caridoso, solid\u00e1rio). Gabarito\nletra D.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O\nautor do texto refere-se \u00e0 iniciativa decidida e algo invasiva da propaganda\nquando afirma:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nS\u00e3o decep\u00e7\u00f5es do olhador de\nan\u00fancios (4\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\ns\u00e3o os agasalhos que lhe batem\n\u00e0 porta (1\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\npassava na loja e adquiria os\nseus agasalhos (1\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\na mulher absolutamente n\u00e3o faz\nparte do cobertor (3\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nModelo fotogr\u00e1fico \u00e9 categoria\nprofissional respeit\u00e1vel (3\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>O enunciado diz \u201calgo invasiva\u201d, no sentido de \u201cum pouco intrometida\nno espa\u00e7o do outro\u201d. Essa ideia \u00e9 retomada em: s\u00e3o os agasalhos que lhe batem \u00e0 porta, pois essa figura de linguagem d\u00e1\nideia de que o produto agora persegue o consumidor, chegando ao extremo de incomod\u00e1-lo\nna pr\u00f3pria casa. Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Ao\nse afirmar, no 2\u00ba par\u00e1grafo, que Ficamos\nperturbados, est\u00e1-se admitindo que<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nsomos atingidos pela sedu\u00e7\u00e3o deliberada dos an\u00fancios.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\na propaganda \u00e9 in\u00f3cua, pois n\u00e3o satisfaz nossos desejos.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nnossa rea\u00e7\u00e3o \u00e0 propaganda \u00e9 inteiramente imprevis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\no produto nos convence por suas intr\u00ednsecas qualidades.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nmostramos nossa contrariedade diante da m\u00e1-f\u00e9 da propaganda.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Em \u201cFicamos perturbados\u201d, registra-se a rea\u00e7\u00e3o forte que os\nan\u00fancios causam nas pessoas; dito de outra forma: somos atingidos pela sedu\u00e7\u00e3o\ndeliberada dos an\u00fancios.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. N\u00e3o \u00e9 in\u00f3cua (sem efeito), pois nos atinge. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. \u00c9 previs\u00edvel: desejar e comprar. <\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. O produto nos convence pelos elementos acess\u00f3rios\nda propaganda (a mulher), que desviam o olhar da verdadeira necessidade. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. Cedemos e compramos. Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>\u00c9\nplenamente adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nEsse cobertor foi anunciado por uma mulher em cuja beleza todos os\nclientes se sentiram atra\u00eddos.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nA propaganda \u00e9 bonita, mas nem por isso os consumidores responderam-na\ncom a compra do produto anunciado.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nA sedu\u00e7\u00e3o de uma bela modelo n\u00e3o deve ser o fator do qual nos deixemos\nlevar para consumir o que ela anuncia.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nMuitos conhecem os truques de uma propaganda, mas ainda assim lhes\nsubestimam na hora de comprar.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nFizemos muitas compras, compras excessivas, das quais gostar\u00edamos de n\u00e3o\nter que nos arrepender amanh\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Aqui temos que observar se o pronome est\u00e1 corretamente\nempregado e se a preposi\u00e7\u00e3o \u00e9 adequada. Isso ocorre em: <\/p>\n\n\n\n<p><em>Fizemos muitas\ncompras, compras excessivas, das quais gostar\u00edamos de n\u00e3o ter que nos\narrepender amanh\u00e3. [gostar\u00edamos DE + AS QUAIS (=as compras)]<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto; por cuja (atra\u00eddo por) <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto; responderam-lhe (a ela): responder \u00e9 VTI, pede\n-lhe. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto; pelo qual (deixar-se levar por)<\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto; os subestimam (subestimar \u00e9 VTD, n\u00e3o aceita -lhe)<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Considerando-se\no contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nA t\u00f4nica do interesse recai (4\u00ba par\u00e1grafo) = O desejo despertado investe.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nEis que se aproxima o inverno (1\u00ba par\u00e1grafo) = A esta\u00e7\u00e3o do frio \u00e9 iminente.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nE nunca v\u00eam s\u00f3s (2\u00ba par\u00e1grafo) = Jamais se deixam acompanhar.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\n\u00e9 categoria profissional\nrespeit\u00e1vel (3\u00ba par\u00e1grafo) = trata-se de\nprofiss\u00e3o requisitada.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nEm cada an\u00fancio uma sugest\u00e3o\ner\u00f3tica (4\u00ba par\u00e1grafo) = Cada propaganda\ner\u00f3tica assim se anuncia. <\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>A equival\u00eancia de sentido est\u00e1 em: Eis que se aproxima o inverno<em>\n(1\u00ba par\u00e1grafo) = A esta\u00e7\u00e3o do frio \u00e9 iminente.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O inverno \u00e9 a\npr\u00f3pria \u201cesta\u00e7\u00e3o do frio\u201d; \u201ciminente\u201d \u00e9 o que est\u00e1 por vir, \u00e9 o que est\u00e1 pr\u00f3ximo,\nque se aproxima no tempo. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. \u201cInvestir\u201d n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de \u201crecair\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. Se n\u00e3o est\u00e3o s\u00f3s, est\u00e3o acompanhados. <\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. \u201cRequisitado\u201d (demandado) \u00e9 diferente de \u201cRespeit\u00e1vel\u201d\n(admirado). Drogas, por exemplo, s\u00e3o muito demandadas, mas n\u00e3o s\u00e3o\nrespeit\u00e1veis. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. \u201cAssim\u201d como? Essa ideia de modo n\u00e3o est\u00e1 na\nprimeira frase. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Est\u00e1\nclara e correta a <strong>reda\u00e7\u00e3o<\/strong> deste livre coment\u00e1rio sobre o texto:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nAs figuras mitol\u00f3gicas de Eros e Merc\u00fario s\u00e3o exemplificadas como\nrepresentantes de elementos normalmente que uma propaganda se constitue.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nS\u00e3o os atrativos de uma mulher bonita que a propaganda investe para que se\natraiam os consumidores.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nMesmo nas vendas de agasalhos n\u00e3o se dispensa os dotes de uma mulher bonita\npara sugerir a sensualidade de seu calor.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nAinda que o consumidor n\u00e3o se interesse por um produto, a propaganda que os\nexp\u00f5em a venda acabam por despertar-lhes a aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nNa an\u00e1lise do autor do texto, o teor er\u00f3tico de uma propaganda acaba promovendo\na venda dos mais diversos produtos.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Fa\u00e7amos poss\u00edveis corre\u00e7\u00f5es: <\/p>\n\n\n\n<p>(A) As figuras mitol\u00f3gicas de Eros e Merc\u00fario s\u00e3o\nexemplificadas como representantes de elementos normalmente que uma propaganda\nse constituI.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) \u00c9 NOS os atrativos de uma mulher bonita QUE a propaganda\ninveste para que se atraiam os consumidores. <\/p>\n\n\n\n<p>Aqui foi usada a express\u00e3o expletiva \u201cSER+QUE\u201d, que, quando\nseparada, pede que o verbo \u201cser\u201d fa\u00e7a concord\u00e2ncia. <\/p>\n\n\n\n<p>NOS atrativos de uma mulher bonita \u00c9 QUE a propaganda\ninveste<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 NOS atrativos de uma mulher bonita QUE a propaganda\ninveste<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Mesmo nas vendas de agasalhos, n\u00e3o se dispensaM os dotes\nde uma mulher bonita para sugerir a sensualidade de seu calor.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira ora\u00e7\u00e3o \u00e9 adverbial concessiva e est\u00e1 antecipada, a\nv\u00edrgula \u00e9 obrigat\u00f3ria. O n\u00facleo do sujeito passivo \u00e9 \u201cdotes\u201d: dotes n\u00e3o s\u00e3o\ndispensados.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) Ainda que o consumidor n\u00e3o se interesse por um produto,\na propaganda A que os exp\u00f5em a venda acaba por despertar-lhes a aten\u00e7\u00e3o. (\u201cexp\u00f5e\u201d\nA algo)<\/p>\n\n\n\n<p>(E) Na an\u00e1lise do autor do texto, o teor er\u00f3tico de uma\npropaganda acaba promovendo a venda dos mais diversos produtos.<\/p>\n\n\n\n<p>Perfeito, a v\u00edrgula foi corretamente utilizada para isolar\nadjunto adverbial antecipado; o verbo \u201cacabar\u201d concorda no singular com \u201cteor\u201d.\n<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O\nverbo indicado entre par\u00eanteses dever\u00e1 flexionar-se numa forma do <strong>plural<\/strong>\npara compor adequadamente a frase:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nAos apelos er\u00f3ticos de uma propaganda n\u00e3o (<strong>suceder<\/strong>), necessariamente, um\naumento significativo das vendas.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nN\u00e3o se (<strong>esperar<\/strong>) que os atrativos de uma propaganda equivalham \u00e0s qualidades\ndo produto.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nNem todos os consumidores que (<strong>pretender<\/strong>) a propaganda convencer s\u00e3o\npessoas cr\u00e9dulas.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nAo consumidor que (<strong>sensibilizar<\/strong>) os dotes de uma mulher bonita\nrecomenda-se que seja sensato em sua compra.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nN\u00e3o se (<strong>aplicar<\/strong>) aos consumidores atentos a regra de que uma mulher\nbonita promove qualquer produto.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p><em>Ao consumidor que os\ndotes de uma mulher bonita (<strong>sensibilizaM<\/strong>) recomenda-se que seja sensato\nem sua compra.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O verbo \u201csensibilizar\u201d concorda no plural com o n\u00facleo \u201cdotes\u201d.\n&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos as demais, com marca\u00e7\u00e3o do n\u00facleo que comanda a\nconcord\u00e2ncia: <\/p>\n\n\n\n<p>(A) Aos apelos er\u00f3ticos de uma propaganda n\u00e3o (<strong>sucede<\/strong>),\nnecessariamente, um <strong>aumento<\/strong> significativo das vendas.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) N\u00e3o se (<strong>espera<\/strong>) [que os atrativos de uma\npropaganda equivalham \u00e0s qualidades do produto].<\/p>\n\n\n\n<p>Sujeito oracional passivo, verbo no singular:<\/p>\n\n\n\n<p>[ISTO] n\u00e3o se espera&gt;&gt; [ISTO] n\u00e3o \u00e9 esperado. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) Nem todos os consumidores que (<strong>pretende<\/strong>) a <strong>propaganda<\/strong>\nconvencer s\u00e3o pessoas cr\u00e9dulas.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) N\u00e3o se (<strong>aplica<\/strong>) aos consumidores atentos a <strong>regra<\/strong>\nde que uma mulher bonita promove qualquer produto.<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>H\u00e1\nemprego de verbo na voz passiva e adequada articula\u00e7\u00e3o entre os tempos e modos\nverbais na frase:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nSe as qualidades do cobertor fossem proporcionais \u00e0 beleza da modelo talvez\npossam valer o pre\u00e7o que estejam cobrando.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nSempre ficaria decepcionado aquele consumidor que vier a esperar que uma\npropaganda s\u00f3 estampasse verdades.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nPor mais honestos que pare\u00e7am os prop\u00f3sitos de uma propaganda, o consumidor\ndeve acautelar-se para n\u00e3o ser por ela seduzido.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nCaso a propaganda n\u00e3o se valesse de artif\u00edcios maliciosos, \u00e9 poss\u00edvel que\nmuitos consumidores n\u00e3o lhes deem tanta aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nN\u00e3o \u00e9 de se crer que a propaganda venha a se ater exclusivamente \u00e0s qualidades\nreais do produto que tivesse anunciado.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Para haver voz passiva, precisamos localizar duas estruturas:\n<\/p>\n\n\n\n<p>SER+PARTIC\u00cdPIO (PASSIVA ANAL\u00cdTICA)<\/p>\n\n\n\n<p>Ex: O jogador foi contratado pelo clube. <\/p>\n\n\n\n<p>VTD+SE (PASSIVA SINT\u00c9TICA)<\/p>\n\n\n\n<p>Ex: Espera-se um concurso grande este ano. (\u00e9 esperado)<\/p>\n\n\n\n<p>As correla\u00e7\u00f5es verbais b\u00e1sicas s\u00e3o: <\/p>\n\n\n\n<p>Se eu pudeSSE, viajaRIA<\/p>\n\n\n\n<p>Se eu pudeR, viajarei<\/p>\n\n\n\n<p>Caso eu possA, viajarei<\/p>\n\n\n\n<p>Devemos tentar aplicar essas correla\u00e7\u00f5es nas alternativas,\nfazendo, evidentemente, adapta\u00e7\u00f5es aos verbos e pessoas, que v\u00e3o variar. Vejamos:\n<\/p>\n\n\n\n<p>(A) Se as qualidades do cobertor fossem proporcionais \u00e0\nbeleza da modelo talvez PUDESSEM valer o pre\u00e7o que estejam cobrando.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 voz passiva aqui. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) Sempre ficaria decepcionado aquele consumidor que vieSSE\na esperar que uma propaganda s\u00f3 estampasse verdades.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 voz passiva aqui tamb\u00e9m. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) Por mais honestos que pare\u00e7am os prop\u00f3sitos de uma propaganda,\no consumidor deve acautelar-se para n\u00e3o ser por ela seduzido.<\/p>\n\n\n\n<p>Perfeita na corre\u00e7\u00e3o e na voz passiva (ser seduzido). O\nagente da passiva \u201cpor ela\u201d entrou no meio da locu\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) Caso a propaganda n\u00e3o se valesse de artif\u00edcios\nmaliciosos, \u00e9 poss\u00edvel que muitos consumidores n\u00e3o lhes deSSEM tanta aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 voz passiva.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) N\u00e3o \u00e9 de se crer que a propaganda venha a se ater exclusivamente\n\u00e0s qualidades reais do produto que tivesse anunciado.<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<p>Aten\u00e7\u00e3o: Para responder \u00e0s quest\u00f5es de n\u00fameros 9 a\n15, baseie-se no texto abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conversas\nmovimentadas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00c9 muito comum que logo pela manh\u00e3,\nnas grandes cidades, a conversa entre colegas de trabalho se inicie por frases\nque aludam aos congestionamentos enfrentados no caminho, ou \u00e0 surpresa de o\ntr\u00e2nsito naquela pra\u00e7a n\u00e3o estar inteiramente prejudicado, ou ent\u00e3o \u2013 milagre\ndos milagres! \u2212 ao fato inexplic\u00e1vel de como dessa vez n\u00e3o demorou quase nada a\ntravessia da famosa ponte. Tais assuntos dominam as conversas, determinam o\nhumor; representam-se nelas o pequeno drama, a ansiedade, a afli\u00e7\u00e3o ou o\ndesespero que vivem os habitantes das metr\u00f3poles.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00c9 um assunto t\u00e3o invasivo\nquanto obrigat\u00f3rio, do qual n\u00e3o se pode fugir. A simples locomo\u00e7\u00e3o de um lugar\npara outro reedita, a cada dia, a fa\u00e7anha que \u00e9 o ir e o vir nas grandes\ncidades, o desafio que est\u00e1 na chamada \u201cmobilidade urbana\u201d, designa\u00e7\u00e3o do conjunto\nde fatores que condicionam a movimenta\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos no espa\u00e7o p\u00fablico. A\nmobilidade urbana tem enorme import\u00e2ncia para a qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o.\nN\u00e3o se trata, simplesmente, da movimenta\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica de um lugar para outro;\ntrata-se do modo pelo qual ela ocorre, de seus efeitos no cotidiano, da fixa\u00e7\u00e3o\nde prazos e hor\u00e1rios de trabalho e lazer, do humor dos indiv\u00edduos, dos prazeres\ne desprazeres que acarreta.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Falar do tr\u00e2nsito, sobretudo\nde suas dificuldades que parecem fatais, torna-se, assim, mais do que um papo\ncorriqueiro: vira uma esp\u00e9cie de senha familiar pela qual todos se reconhecem,\num motivo para se reafirmar aquela cumplicidade solid\u00e1ria que os problemas\ncomuns provocam nas criaturas. Um consider\u00e1vel salto civilizat\u00f3rio se dar\u00e1\nquando as pessoas, no come\u00e7o do dia de trabalho, n\u00e3o tiverem do que se queixar\nquanto \u00e0 sua mobilidade, e puderem tratar de outros assuntos que melhor as\ncongreguem.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>(Salustino Penteado, in\u00e9dito)<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Constituem\numa rela\u00e7\u00e3o de causa e consequ\u00eancia, nessa ordem, os segmentos:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nproblemas comuns \/ cumplicidade\nsolid\u00e1ria (3\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\naludam aos congestionamentos \/\nou \u00e0 surpresa (1\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nassunto t\u00e3o invasivo \/ quanto obrigat\u00f3rio (2\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nmovimenta\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica \/ de um\nlugar para outro (2\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\ndos prazeres \/ e desprazeres\nque acarreta (2\u00ba par\u00e1grafo).<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o muito sutil de sem\u00e2ntica. Aqui n\u00e3o h\u00e1 um conectivo\ncausal ou consecutivo denunciando a rela\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Os problemas de tr\u00e2nsito s\u00e3o t\u00e3o comuns que acaba por unir\nas pessoas naquele drama e gerar uma sensa\u00e7\u00e3o de cumplicidade, de congrega\u00e7\u00e3o\nde interesses\/emo\u00e7\u00f5es compartilhadas. <\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, o fato de ser comum \u00e9 a causa de todo mundo se\nidentificar; essa identifica\u00e7\u00e3o \u00e9 o efeito de algo t\u00e3o comum. Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>No\n1\u00ba par\u00e1grafo, o segmento Tais\nassuntos dominam as conversas est\u00e1-se\nreferindo<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\n\u00e0s surpresas que os habitantes de uma metr\u00f3pole experimentam diante da\nresolu\u00e7\u00e3o dos problemas do tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\n\u00e0s contrariedades de ordem pessoal que cada um dos colegas de trabalho experimenta\nlogo pela manh\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\naos fatos excepcionais de que se teve not\u00edcia pelos notici\u00e1rios lidos j\u00e1 no come\u00e7o\nda jornada de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\na desafios comuns das grandes metr\u00f3poles, afetos \u00e0 necessidade e \u00e0 qualidade de\nlocomo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\naos espec\u00edficos transtornos causados por obras, numa pra\u00e7a ou num viaduto, que\nse prolongam no tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o direta. \u201cTais assuntos\u201d s\u00e3o os assuntos corriqueiros\nsobre as dificuldades de tr\u00e2nsito que todo mundo enfrenta; dito de outra forma:\nrefere-se a desafios comuns das grandes metr\u00f3poles, afetos \u00e0 necessidade e \u00e0\nqualidade de locomo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>No\n2\u00ba par\u00e1grafo do texto, a \u201cmobilidade\nurbana\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\n\u00e9 lembrada para indicar a imin\u00eancia de uma supera\u00e7\u00e3o dos transtornos causados\npela densidade demogr\u00e1fica das capitais.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nsurge para ser contestada como um problema real que de fato aflija a maior\nparte da popula\u00e7\u00e3o de uma metr\u00f3pole.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\n\u00e9 definida como um conceito que diz respeito n\u00e3o apenas a solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas mas\ntamb\u00e9m \u00e0 qualidade de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\n\u00e9 apresentada como uma busca de melhor qualidade de vida daqueles que se\nafastam dos grandes centros.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\naparece como uma express\u00e3o ainda abstrata, pela qual se tenta qualificar os\ndesafios da vida metropolitana.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p><em>No 2\u00ba par\u00e1grafo do\ntexto, a \u201cmobilidade urbana\u201d \u00e9 definida como um conceito que diz respeito n\u00e3o\napenas a solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas mas tamb\u00e9m \u00e0 qualidade de vida. <\/em>Isso porque esta influencia totalmente na\nrotina, nas atividades dos indiv\u00edduos: <\/p>\n\n\n\n<p><em>A mobilidade urbana tem enorme\nimport\u00e2ncia para a qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se trata, simplesmente,\nda movimenta\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica de um lugar para outro; trata-se do modo pelo qual ela\nocorre, de seus <strong>efeitos no cotidiano, da fixa\u00e7\u00e3o\nde prazos e hor\u00e1rios de trabalho e lazer, do humor dos indiv\u00edduos, dos prazeres\ne desprazeres que acarreta.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>No\n3\u00ba par\u00e1grafo do texto, enfoca-se, principalmente,<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\na dispers\u00e3o de esfor\u00e7os quando as pessoas se contentam em falar de suas\nlimita\u00e7\u00f5es, em vez de enfrentar seus desafios.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\na estranheza de que um assunto t\u00e3o desgastado seja renovado a cada dia em\ngrupos de conversa.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\na melhoria na qualidade de vida, que veio a agregar as pessoas e as aliviar do\npeso de seus problemas comuns.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\na condi\u00e7\u00e3o de isolamento dos cidad\u00e3os que se sentem impotentes diante dos\nproblemas das grandes cidades.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\no tra\u00e7o de solidariedade que une as pessoas quando se reconhecem atingidas por\num problema comum.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Veja o terceiro par\u00e1grafo: <\/p>\n\n\n\n<p><em>Falar do tr\u00e2nsito, sobretudo\nde suas dificuldades que parecem fatais, torna-se, assim, mais do que um papo\ncorriqueiro: vira uma esp\u00e9cie de senha familiar pela qual <strong>todos se reconhecem, um motivo para se reafirmar aquela\ncumplicidade solid\u00e1ria que os problemas comuns provocam nas criaturas<\/strong>.\nUm consider\u00e1vel salto civilizat\u00f3rio se dar\u00e1 quando as pessoas, no come\u00e7o do dia\nde trabalho, n\u00e3o tiverem do que se queixar quanto \u00e0 sua mobilidade, e puderem\ntratar de outros assuntos que melhor as congreguem.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O foto do terceiro par\u00e1grafo \u00e9 o fato de dificuldades de\nmobilidade urbana ser algo comum e universal, com que todos se identificam;\ndessa forma, gera um sentimento de cumplicidade, solidariedade ante um problema\ncomum. Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Est\u00e1\nplenamente adequada a pontua\u00e7\u00e3o da seguinte frase:<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nN\u00e3o h\u00e1 como deixar de sonhar, com o dia em que deixando de ser um problema, o\ntr\u00e2nsito j\u00e1 n\u00e3o seja um assunto obrigat\u00f3rio das conversas.<\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nN\u00e3o obstante, a dificuldade, das solu\u00e7\u00f5es, est\u00e1-se avan\u00e7ando, no bom caminho da\nmobilidade urbana.<\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nPautadas pelos desabafos pessoais, as conversas sobre o tr\u00e2nsito, animadas j\u00e1\nna manh\u00e3, deixam ver uma cumplicidade solid\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nO desafogo do tr\u00e2nsito, nas grandes cidades prende-se, de fato, a uma solu\u00e7\u00e3o,\nque s\u00f3 se encontra na prioriza\u00e7\u00e3o do transporte coletivo.<\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nN\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel separar, de modo algum a mobilidade urbana, da qualifica\u00e7\u00e3o do\nn\u00edvel de vida, numa metr\u00f3pole.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>A pontua\u00e7\u00e3o est\u00e1 perfeita em: <\/p>\n\n\n\n<p><em>Pautadas pelos\ndesabafos pessoais, as conversas sobre o tr\u00e2nsito, animadas j\u00e1 na manh\u00e3, deixam\nver uma cumplicidade solid\u00e1ria.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A primeira v\u00edrgula marca\numa ora\u00e7\u00e3o antecipada; a segunda e a terceira isolam uma express\u00e3o isolada. <\/p>\n\n\n\n<p>Nas demais\nalternativas, ocorre o erro de \u201cfatiamento\u201d, v\u00edrgulas indevidas separando\ntermos em ordem direta ou picotando termos unit\u00e1rios. Fa\u00e7amos algumas\ncorre\u00e7\u00f5es: <\/p>\n\n\n\n<p>(A) N\u00e3o h\u00e1 como deixar\nde sonhar com o dia em que, deixando de ser um problema, o tr\u00e2nsito j\u00e1 n\u00e3o seja\num assunto obrigat\u00f3rio das conversas.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) N\u00e3o obstante a\ndificuldade das solu\u00e7\u00f5es, est\u00e1-se avan\u00e7ando no bom caminho da mobilidade\nurbana.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) O desafogo do\ntr\u00e2nsito<strong>,<\/strong> nas grandes cidades<strong>,<\/strong> prende-se, de fato, a uma solu\u00e7\u00e3o\nque s\u00f3 se encontra na prioriza\u00e7\u00e3o do transporte coletivo.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel\nseparar<strong>,<\/strong> de modo algum<strong>,<\/strong> a mobilidade urbana da qualifica\u00e7\u00e3o do\nn\u00edvel de vida numa metr\u00f3pole.<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>A mobilidade urbana tem enorme import\u00e2ncia para a qualidade de vida da\npopula\u00e7\u00e3o (2\u00ba par\u00e1grafo)<\/p>\n\n\n\n<p>Mant\u00eam-se\no sentido b\u00e1sico e a corre\u00e7\u00e3o da frase acima numa nova reda\u00e7\u00e3o que,\niniciando-se por <strong>A qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o<\/strong>, venha a se\ncomplementar com<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\n<strong>condiciona os problemas que hajam na base da mobilidade urbana.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(B)\n<strong>guarda uma rela\u00e7\u00e3o essencial com a mobilidade urbana.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(C)\n<strong>implica numa grande import\u00e2ncia para a mobilidade urbana.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(D)\n<strong>\u00e9 um aspecto de cujo n\u00e3o se pode desprezar na mobilidade urbana.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(E)\n<strong>refere-se a aspectos pr\u00f3prios de que se constituem a mobilidade urbana<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Se \u201cA mobilidade\nurbana tem enorme import\u00e2ncia para a qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o\u201d, isso implica\ndizer que <strong><em>A qualidade de vida\nda popula\u00e7\u00e3o <\/em><\/strong><em>&nbsp;<strong>guarda uma rela\u00e7\u00e3o essencial (de depend\u00eancia)\ncom a mobilidade urbana.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>(A) Incorreto. \u201cHaver\u201d impessoal n\u00e3o vai ao plural: haja\/exista.\n<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Incorreto. Implicar, com sentido de \u201cacarretar\u201d, \u00e9 \u201ctransitivo\ndireto\u201d, n\u00e3o aceita preposi\u00e7\u00e3o \u201cem\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) Incorreto; \u201ccujo\u201d o qu\u00ea? O pronome foi utilizado de\nforma inadequada, pois n\u00e3o liga dois substantivos com ideia de posse. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) Incorreto. A forma gramaticalmente correta seria: refere-se\na aspectos pr\u00f3prios de que se constituI (de que \u00e9 constitu\u00edda) a mobilidade\nurbana<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>O <strong>verbo<\/strong> indicado entre par\u00eanteses dever\u00e1\nflexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) Para que se (<strong>atingir<\/strong>) os ideais de um salto\ncivilizat\u00f3rio ser\u00e1 preciso muito esfor\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Logo pela manh\u00e3 (<strong>aflorar<\/strong>) na conversa\nos problemas do tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) As condi\u00e7\u00f5es de um tr\u00e2nsito bem fluente\n(<strong>constituir<\/strong>) um verdadeiro milagre.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) N\u00e3o se (<strong>evidenciar<\/strong>) quaisquer melhorias\nno tr\u00e2nsito desta cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) A solu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica que (<strong>estudar<\/strong>)\nos t\u00e9cnicos do tr\u00e2nsito n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de achar.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o cl\u00e1ssica de identifica\u00e7\u00e3o do n\u00facleo que justifica a\nconcord\u00e2ncia. Vejamos:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) Para que se (atinjam) os ideais de um salto\ncivilizat\u00f3rio ser\u00e1 preciso muito esfor\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Logo pela manh\u00e3 (afloram) na conversa os problemas\ndo tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) As condi\u00e7\u00f5es de um tr\u00e2nsito bem fluente (constituem)\num verdadeiro milagre.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) N\u00e3o se (evidenciaM) quaisquer melhorias no\ntr\u00e2nsito desta cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) A solu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica que (estudaM) os t\u00e9cnicos do\ntr\u00e2nsito n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de achar.<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n\n\n\n<p>Aten\u00e7\u00e3o: Para responder \u00e0s quest\u00f5es de n\u00fameros 16 a\n20, baseie-se no texto abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conversa\nentreouvida na antiga Atenas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ao ver Di\u00f3genes ocupado em\nlimpar vegetais ao p\u00e9 de um chafariz, o fil\u00f3sofo Plat\u00e3o aproximou-se do\nfil\u00f3sofo rival e alfinetou: \u201cSe voc\u00ea fizesse corte (*) a Dion\u00edsio, rei de\nSiracusa, n\u00e3o precisaria lavar vegetais\u201d. E Di\u00f3genes, no mesmo tom sereno,\nretorquiu: \u201c\u00c9 verdade, Plat\u00e3o, mas se voc\u00ea lavasse vegetais voc\u00ea n\u00e3o estaria\nfazendo a corte a Dion\u00edsio, rei de Siracusa.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>(*) fazer corte = cortejar, bajular, lisonjear<\/p>\n\n\n\n<p>(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Tr\u00f3picos\nut\u00f3picos. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 92)<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Plat\u00e3o alfinetou Di\u00f3genes, e este retorquiu\ncom serenidade.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A frase acima manter\u00e1 seu sentido b\u00e1sico caso se\nsubstituam os elementos sublinhados, respectivamente, por:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) perturbou \u2212 rebateu \u2212 animosidade<\/p>\n\n\n\n<p>(B) redarguiu \u2212 correspondeu \u2212 harmonia<\/p>\n\n\n\n<p>(C) provocou \u2212 replicou \u2212 tranquilidade<\/p>\n\n\n\n<p>(D) incitou \u2212 devolveu \u2212 presteza<\/p>\n\n\n\n<p>(E) recriminou \u2212 interp\u00f4s \u2212 dignidade<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAlfinetar\u201d tem sentido figurado de provocar, estimular uma\nrea\u00e7\u00e3o; \u201cretorquir\u201d \u00e9 responder, replicar; \u201cserenidade\u201d \u00e9 a qualidade de ser\ncalmo, tranquilo. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Em sua resposta \u00e0 observa\u00e7\u00e3o do fil\u00f3sofo Plat\u00e3o,\nDi\u00f3genes<\/p>\n\n\n\n<p>(A) contesta a agress\u00e3o de Plat\u00e3o mostrando que mesmo\num trabalho servil supera a filosofia.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) hostiliza o fil\u00f3sofo rival, admitindo que ambos\ns\u00e3o igualmente bajuladores de Dion\u00edsio.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) defende-se de ser um submisso a Dion\u00edsio,\nembora esteja lavando vegetais a seu mando.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) retruca acusando o fil\u00f3sofo rival de n\u00e3o saber\nvalorizar a import\u00e2ncia de servir a um rei.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) rebate a acusa\u00e7\u00e3o invertendo a ordem l\u00f3gica das\na\u00e7\u00f5es referidas pelo fil\u00f3sofo rival.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>A resposta de Di\u00f3genes apenas inverte a l\u00f3gica de Plat\u00e3o: eu\nlavo vegetais e n\u00e3o dependo de um Rei; voc\u00ea n\u00e3o lava vegetais, mas depende de\num rei. <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. N\u00e3o houve agress\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. Apenas Plat\u00e3o bajula. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. N\u00e3o \u00e9 submisso, por isso n\u00e3o faz corte. <\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. Ele n\u00e3o poderia dizer isso, porque n\u00e3o\nconsidera importante servir a um rei, n\u00e3o est\u00e1 submisso. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Est\u00e1 inteiramente correta a reda\u00e7\u00e3o da seguinte\nfrase:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) \u00c0s palavras provocadoras e insensatas de Plat\u00e3o\nsoube Di\u00f3genes dar resposta altaneira e perspicaz.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Se Di\u00f3genes se ocupar de bajular o rei n\u00e3o\nteria porqu\u00ea estar lavando vegetais, eis como Plat\u00e3o lhe provocou.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Ao em vez de responder a Plat\u00e3o agressivamente,\nDi\u00f3genes preferiu-lhe contestar com astucia e respeitabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) Como visse Di\u00f3genes a lavar vegetais, Plat\u00e3o\nrecriminou-lhe lembrando-o que poderia estar melhor servindo ao rei.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) Conquanto Di\u00f3genes estivesse lavando vegetais,\nPlat\u00e3o n\u00e3o exitou em contestar-lhe um servi\u00e7o em cujo n\u00e3o haveria dignidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e1 perfeita a primeira alternativa. Organizando, temos: <\/p>\n\n\n\n<p><em>Di\u00f3genes (sujeito) soube dar (verbo) resposta altaneira e\nperspicaz (objeto direto) \u00c0s palavras provocadoras e insensatas de Plat\u00e3o (objeto\nindireto)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Ajustemos, na medida do poss\u00edvel, as demais:<\/p>\n\n\n\n<p><em>(B) Se Di\u00f3genes se ocupasse de bajular o rei n\u00e3o teria\npor que estar lavando vegetais, como Plat\u00e3o o provocou.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(C) Ao inv\u00e9s (ao contr\u00e1rio) de responder a Plat\u00e3o\nagressivamente, Di\u00f3genes preferiu contestar com ast\u00facia e respeitabilidade.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(D) Como visse Di\u00f3genes a lavar vegetais, Plat\u00e3o\nrecriminou-o lembrando-lhe que poderia estar melhor servindo ao rei.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>(E) Conquanto Di\u00f3genes estivesse lavando vegetais, Plat\u00e3o\nn\u00e3o hesitou em contestar um servi\u00e7o no qual\/em que n\u00e3o haveria dignidade.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>As ora\u00e7\u00f5es Se voc\u00ea fizesse corte a Dion\u00edsio e se voc\u00ea lavasse\nvegetais<\/p>\n\n\n\n<p>(A) constituem exemplos de ora\u00e7\u00e3o subordinada\ncondicional.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) valem-se de constru\u00e7\u00e3o verbal na voz passiva.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) s\u00e3o ambas ora\u00e7\u00f5es principais do per\u00edodo que\nintegram.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) apresentam dois tempos verbais distintos.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) t\u00eam como complementos nominais Dion\u00edsio e\nvegetais.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o direta de sintaxe. Ambas s\u00e3o ora\u00e7\u00f5es introduzidas\npela conjun\u00e7\u00e3o subordinativa adverbial condicional \u201cSE\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. A voz \u00e9 ativa. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. S\u00e3o ora\u00e7\u00f5es subordinadas adverbiais. <\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. Apresentam o mesmo tempo: pret\u00e9rito imperfeito\ndo subjuntivo. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. S\u00e3o complementos verbais. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>(FCC\n\/ DETRAN-SP \/ OF. ESTADUAL DE TR\u00c2NSITO \/ 2019) <\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Atente para estas frases:<\/p>\n\n\n\n<p>I. Plat\u00e3o abordou Di\u00f3genes.<\/p>\n\n\n\n<p>II. Di\u00f3genes respondeu a Plat\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>III. A resposta de Di\u00f3genes foi s\u00e1bia e serena.<\/p>\n\n\n\n<p>As frases acima constituem um \u00fanico per\u00edodo, sem\npreju\u00edzo para a clareza, corre\u00e7\u00e3o e sentido b\u00e1sico originais, em:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) Em resposta pl\u00e1cida e sutil, contestou Plat\u00e3o\nDi\u00f3genes depois de sua abordagem.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Com sabedoria e serenidade, Di\u00f3genes respondeu\n\u00e0 abordagem de Plat\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Imbu\u00eddo de altivez e malogro, Plat\u00e3o viu\nrespondida sua provoca\u00e7\u00e3o a Di\u00f3genes.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) A abordagem de Plat\u00e3o, Di\u00f3genes deu uma\nresposta em cuja havia respeito e zelo.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) S\u00e1bio e sereno, assim se prontificou Di\u00f3genes\ndiante da abordagem de Plat\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rios: <\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o de sequ\u00eancia temporal: ent\u00e3o, a resposta foi\nnaturalmente depois da abordagem (e da pergunta). A pergunta, por sua vez, foi\nrespondida de um modo sereno e s\u00e1bio: <\/p>\n\n\n\n<p><em>Com sabedoria e serenidade, Di\u00f3genes respondeu \u00e0 abordagem\nde Plat\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o problema das demais: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. H\u00e1 ambiguidade, n\u00e3o sabemos quem contestou. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. \u201cAltivez\u201d \u00e9 orgulho, brio; \u201cMalogro\u201d \u00e9\nfracasso. N\u00e3o h\u00e1 essas ideias no segmento. <\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. Faltou crase: <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 abordagem de Plat\u00e3o Di\u00f3genes deu uma resposta na\nqual\/em que havia respeito e zelo.<\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. Di\u00f3genes n\u00e3o se \u201cprontificou\u201d, apenas\nrespondeu \u00e0 pergunta. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>LINK PARA AS PROVAS COMENTADAS EM PDF: <\/p>\n\n\n\n<p>https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1G2bEFXxeR1sMCN7yb0fvFgVNY8-X_iV2\/view?usp=sharing<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/34a03daa-327e-45a3-a001-2ababdf3875c\" alt=\"\"\/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal. Tudo tranquilo, seguem nossas provas comentadas de Agente de Tr\u00e2nsito e Oficial de Tr\u00e2nsito &#8211; DETRAN SP, aplicadas pela FCC nesse \u00faltimo domingo. A prova veio no bom e velho padr\u00e3o FCC, com quest\u00f5es de pronomes pessoais e relativos, voz passiva, concord\u00e2ncia, crase e sin\u00f4nimos. 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