{"id":392352,"date":"2019-06-27T12:26:54","date_gmt":"2019-06-27T15:26:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=392352"},"modified":"2023-05-17T13:22:49","modified_gmt":"2023-05-17T16:22:49","slug":"gabarito-iss-campo-grande-recursos-em-direito-civil-e-empresarial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/gabarito-iss-campo-grande-recursos-em-direito-civil-e-empresarial\/","title":{"rendered":"Gabarito ISS Campo Grande &#8211; RECURSOS em Direito Civil e Empresarial?"},"content":{"rendered":"\n<p>Eu, Prof. Paulo Sousa (<a href=\"http:\/\/www.instagram.com.br\/prof.phms\">IG<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UC5BNzTLlcneB_x1aUAhXBAg\">YT<\/a>) &#8211; o mito dos v\u00eddeos -, e a Prof, Aline Santiago &#8211; a fera dos PDFs -, a dobradinha de professores mais famosa do Direito Civil no Estrat\u00e9gia Concursos (sim ou com certeza?), vamos apresentar o gabarito e os recursos da prova de Direito Civil do ISS Campo Grande, quanto ao cargo de Fiscal. Vamos fazer alguns coment\u00e1rios e analisar como foi a prova. Ficamos bem felizes de ter analisado TODAS as quest\u00f5es da prova, em detalhe, nas nossas aulas. Ou seja, ter estudado conosco era sinal de s-u-c-e-s-s-o!!! <\/p>\n\n\n\n<p>O que voc\u00ea achou da prova? N\u00f3s, particularmente, n\u00e3o achamos ela t\u00e3o f\u00e1cil n\u00e3o. Apesar de tratar da literalidade da lei, o examinador deixou umas cascas de banana perigosamente escorregadias ao longo da prova; quem n\u00e3o se atentou, dan\u00e7ou. E ser\u00e1 que tem recurso? Tinha pegadinha, j\u00e1 adianto! =\/<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ISS\/Campo Grande (PUC\/PR)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1. Uma das esp\u00e9cies mais comuns de contrato \u00e9 o de compra e venda, que pode ser caracterizado quando \u201cum contratante se compromete a transferir o dom\u00ednio de certa coisa e o outro, a pagar-lhe certo pre\u00e7o em dinheiro\u201d. Em rela\u00e7\u00e3o ao elemento \u201cpre\u00e7o\u201d no contrato de compra e venda, \u00e9 CORRETO afirmar que<\/p>\n\n\n\n<p>(A) os contratantes podem deixar a fixa\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o \u00e0 bolsa de valores, bastando mencionar a sua localidade.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) \u00e9 defeso \u00e0s partes fixarem o pre\u00e7o em fun\u00e7\u00e3o de \u00edndices ou par\u00e2metros, mesmo que suscet\u00edveis a objetiva determina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) a fixa\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o pode ser deixada ao arb\u00edtrio de terceiro, que os contratantes logo designarem ou prometerem designar.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) \u00e9 l\u00edcito aos contratantes, no contrato de compra e venda, deixar ao arb\u00edtrio exclusivo de uma das partes a fixa\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) convencionada a venda sem fixa\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o ou de crit\u00e9rios para a sua determina\u00e7\u00e3o, se n\u00e3o houver tabelamento oficial, entende-se que umas das partes pode suprir a omiss\u00e3o e fixar um pre\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rio:<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201ca\u201d \u2013 errada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 486. Tamb\u00e9m se&nbsp;poder\u00e1 deixar a fixa\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o \u00e0 taxa de mercado ou de bolsa,&nbsp;em certo e determinado dia e lugar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201cb\u201d \u2013 errada. Atente para o termo \u201cdefeso\u201d, que significa proibido.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 487.&nbsp;\u00c9 l\u00edcito&nbsp;\u00e0s partes fixar o pre\u00e7o em fun\u00e7\u00e3o de \u00edndices ou par\u00e2metros, desde que suscet\u00edveis de objetiva determina\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201cc\u201d \u2013 correta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 485.&nbsp;<strong>A fixa\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o pode ser deixada ao arb\u00edtrio de terceiro, que os contratantes logo designarem ou prometerem designar<\/strong>. Se o terceiro n\u00e3o aceitar a incumb\u00eancia, ficar\u00e1 sem efeito o contrato, salvo quando acordarem os contratantes designar outra pessoa.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201cd\u201d \u2013 errada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 489.&nbsp;Nulo \u00e9 o contrato&nbsp;de compra e venda,&nbsp;quando se deixa ao arb\u00edtrio exclusivo de uma das partes a fixa\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201ce\u201d \u2013 errada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 488. Convencionada a venda sem fixa\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o ou de crit\u00e9rios para a sua determina\u00e7\u00e3o, se n\u00e3o houver tabelamento oficial,&nbsp;entende-se que as partes se sujeitaram ao pre\u00e7o corrente nas vendas habituais do vendedor.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito preliminar: Letra C.<\/p>\n\n\n\n<p>2. Sobre as diversas classes de bens previstas no C\u00f3digo Civil brasileiro, analise as assertivas abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p>I. Apesar de ainda n\u00e3o separados do bem principal, os frutos e produtos podem ser objeto de neg\u00f3cio jur\u00eddico.<\/p>\n\n\n\n<p>II. Os bens naturalmente divis\u00edveis n\u00e3o podem tornar-se indivis\u00edveis por vontade das partes.<\/p>\n\n\n\n<p>III. Constitui universalidade de fato a pluralidade de bens singulares que, pertinentes \u00e0 mesma pessoa, tenham destina\u00e7\u00e3o unit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>IV. O direito \u00e0 sucess\u00e3o aberta \u00e9 considerado bem m\u00f3vel para os efeitos legais.<\/p>\n\n\n\n<p>V. As edifica\u00e7\u00f5es que, separadas do solo, mas conservando a sua unidade, forem removidas para outro local, n\u00e3o perdem o car\u00e1ter de bens im\u00f3veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e3o CORRETAS apenas as assertivas<\/p>\n\n\n\n<p>(A) I, II e V.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) II, IV e V.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) II, III e IV.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) I, II e III.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) I, III e V.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rio:<\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva I \u2013 correta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 95. Apesar de ainda n\u00e3o separados do bem principal, os frutos e produtos podem ser objeto de neg\u00f3cio jur\u00eddico.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva II \u2013 errada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 88. Os bens naturalmente divis\u00edveis&nbsp;podem tornar-se indivis\u00edveispor determina\u00e7\u00e3o da lei ou&nbsp;por vontade das partes.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva III \u2013 correta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 90. Constitui universalidade de fato a pluralidade de bens singulares que, pertinentes \u00e0 mesma pessoa, tenham destina\u00e7\u00e3o unit\u00e1ria.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva IV \u2013 errada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 80.&nbsp;Consideram-se im\u00f3veis para os efeitos legais:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>I &#8211; os direitos reais sobre im\u00f3veis e as a\u00e7\u00f5es que os asseguram;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>II &#8211;&nbsp;<strong>o direito \u00e0 sucess\u00e3o aberta<\/strong>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva V \u2013 correta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 81. N\u00e3o perdem o car\u00e1ter de im\u00f3veis:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>I &#8211; as edifica\u00e7\u00f5es que, separadas do solo, mas conservando a sua unidade, forem removidas para outro local;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito preliminar: Letra E.<\/p>\n\n\n\n<p>3. Em regra, a abertura da sucess\u00e3o d\u00e1-se com a morte da pessoa, no entanto, h\u00e1 alguns casos em que a morte n\u00e3o \u00e9 dada como certa e provada, e com o intuito de solucionar esse entrave da aus\u00eancia de uma pessoa, o sistema jur\u00eddico brasileiro admite a chamada \u201cmorte presumida\u201d, portanto, presume-se que a aus\u00eancia significa, pelo menos temporariamente, a morte de uma pessoa, o que justificaria a abertura da sucess\u00e3o, em um primeiro momento de forma provis\u00f3ria. A lei elenca um rol de \u201cinteressados\u201d que podem pedir a declara\u00e7\u00e3o de aus\u00eancia e a consequente abertura de sucess\u00e3o provis\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Acerca da declara\u00e7\u00e3o de aus\u00eancia e da consequente instaura\u00e7\u00e3o da sucess\u00e3o provis\u00f3ria, \u00e9 CORRETO afirmar que<\/p>\n\n\n\n<p>(A) se o ausente deixou representante ou procurador, n\u00e3o se pode pedir a declara\u00e7\u00e3o de aus\u00eancia e a sucess\u00e3o provis\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) dez anos depois da prolata\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a que concede a abertura da sucess\u00e3o provis\u00f3ria, poder\u00e3o os interessados requerer a sucess\u00e3o definitiva e o levantamento das cau\u00e7\u00f5es prestadas.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) o c\u00f4njuge separado judicialmente h\u00e1 menos de um ano pode pedir a declara\u00e7\u00e3o de aus\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) tendo decorrido um ano da arrecada\u00e7\u00e3o dos bens do ausente, pode-se pedir a declara\u00e7\u00e3o de aus\u00eancia e a sucess\u00e3o provis\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) regressando o ausente nos dez anos seguintes \u00e0 declara\u00e7\u00e3o da sucess\u00e3o definitiva, ser\u00e1 restitu\u00eddo em todos os bens existentes desde a sua aus\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rio:<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201ca\u201d \u2013 errada. Poder\u00e1 pedir a declara\u00e7\u00e3o de aus\u00eancia e a sucess\u00e3o provis\u00f3ria, conforme arts. 22 e 26, respectivamente:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 22. Desaparecendo uma pessoa do seu domic\u00edlio sem dela haver not\u00edcia, se n\u00e3o houver deixado representante ou procurador a quem caiba administrar-lhe os bens, o juiz, a requerimento de qualquer interessado ou do Minist\u00e9rio P\u00fablico, declarar\u00e1 a aus\u00eancia, e nomear-lhe-\u00e1 curador.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 26. Decorrido um ano da arrecada\u00e7\u00e3o dos bens do ausente, ou, se ele deixou representante ou procurador, em se passando tr\u00eas anos, poder\u00e3o os interessados requerer que se declare a aus\u00eancia e se abra provisoriamente a sucess\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201cb\u201d \u2013 errada, pois, conforme o art. 37 do CC\/02, o prazo \u00e9 de 10 anos depois de passada em julgado a senten\u00e7a, e n\u00e3o depois de prolatada a senten\u00e7a:&nbsp;<em>Art. 37.&nbsp;<strong>Dez anos depois de<\/strong>passada em julgado a senten\u00e7a&nbsp;que concede a abertura da sucess\u00e3o provis\u00f3ria, poder\u00e3o os interessados requerer a sucess\u00e3o definitiva e o levantamento das cau\u00e7\u00f5es prestadas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Prolatar \u00e9 \u201cdar a senten\u00e7a\u201d, mas dessa senten\u00e7a cabe, eventualmente recurso. Necess\u00e1rio que a senten\u00e7a tenha transitado em julgado.<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201cc\u201d \u2013 errada. PEGADINHA!!! Veja o art. 25:<\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;Art. 25. O c\u00f4njuge do ausente, sempre que n\u00e3o esteja separado judicialmente, ou de fato por mais de dois anos antes da declara\u00e7\u00e3o da aus\u00eancia, ser\u00e1 o seu leg\u00edtimo curador.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Pode o c\u00f4njuge separado h\u00e1 menos de dois anos requerer a declara\u00e7\u00e3o de aus\u00eancia? Pode, mas desde que separado DE FATO. Se separado JUDICIALMENTE, descabe o pedido.<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201cd\u201d \u2013 correta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 26. Decorrido um ano da arrecada\u00e7\u00e3o dos bens do ausente, ou, se ele deixou representante ou procurador, em se passando tr\u00eas anos, poder\u00e3o os interessados requerer que se declare a aus\u00eancia e se abra provisoriamente a sucess\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201ce\u201d \u2013 errada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 39. Regressando o ausente nos dez anos seguintes \u00e0 abertura da sucess\u00e3o definitiva, ou algum de seus descendentes ou ascendentes, aquele ou estes&nbsp;haver\u00e3o s\u00f3 os bens existentes no estado em que se acharem, os sub-rogados em seu lugar, ou o pre\u00e7o que os herdeiros e demais interessados houverem recebido pelos bens alienados depois daquele tempo.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito preliminar: Letra D.<\/p>\n\n\n\n<p>4. O nosso dia a dia \u00e9 permeado de obriga\u00e7\u00f5es, das mais relevantes at\u00e9 aquelas irrelevantes do ponto de vista jur\u00eddico. E o Direito Civil p\u00e1trio consagra diversas formas de adimplemento e extin\u00e7\u00e3o das obriga\u00e7\u00f5es, e uma dessas modalidades de extin\u00e7\u00e3o das obriga\u00e7\u00f5es \u00e9 quando um credor aceita receber presta\u00e7\u00e3o diversa da que lhe \u00e9 devida originalmente. A essa modalidade damos o nome de<\/p>\n\n\n\n<p>(A) Da\u00e7\u00e3o em pagamento.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Nova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Imputa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) Compensa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) Confus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rio:<\/p>\n\n\n\n<p>Trata-se da da\u00e7\u00e3o em pagamento, prevista no art. 356 do CC\/02:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 356. O credor pode consentir em receber presta\u00e7\u00e3o diversa da que lhe \u00e9 devida.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito preliminar: Letra A.<\/p>\n\n\n\n<p>5. Em 16\/05\/2018, o Senado Federal, na qualidade de \u00faltima Casa para delibera\u00e7\u00e3o, aprovou o Projeto de Lei XXX\/2017. Referida legisla\u00e7\u00e3o foi sancionada pelo Presidente da Rep\u00fablica em 19\/05\/2018 e foi oficialmente publicada no dia 05\/06\/2018, sem disposi\u00e7\u00e3o expressa sobre da data de in\u00edcio da vig\u00eancia. Em 15\/06\/2018, ainda no per\u00edodo de vac\u00e2ncia, houve corre\u00e7\u00e3o de alguns trechos inseridos na parte normativa da lei, sem modifica\u00e7\u00e3o das partes preliminar e final, tendo sido novamente publicada em 24\/06\/2018.<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando a hip\u00f3tese constru\u00edda, o prazo de in\u00edcio da vig\u00eancia da lei ser\u00e1 de<\/p>\n\n\n\n<p>(A) 45 (quarenta e cinco) dias contados de 05\/06\/2018.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) 45 (quarenta e cinco) dias contados de 15\/06\/2018.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) 45 (quarenta e cinco) dias contados de 24\/06\/2018.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) 60 (sessenta) dias contados de 19\/05\/2018.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) 60 (sessenta) dias contados de 24\/06\/2018.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rio:<\/p>\n\n\n\n<p>A situa\u00e7\u00e3o descrita na quest\u00e3o est\u00e1 prevista no \u00a7 3\u00ba do art. 1\u00ba da LINDB:<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 3\u00ba.&nbsp;&nbsp;Se, antes de entrar a lei em vigor, ocorrer nova publica\u00e7\u00e3o de seu texto, destinada a corre\u00e7\u00e3o, o prazo deste artigo e dos par\u00e1grafos anteriores come\u00e7ar\u00e1 a correr da nova publica\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, o prazo de in\u00edcio da vig\u00eancia da lei ser\u00e1 de 45 (quarenta e cinco) dias contados de 24\/06\/2018.<\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e1 45 (quarenta e cinco) dias porque a lei foi publicada sem disposi\u00e7\u00e3o expressa sobre da data de in\u00edcio da vig\u00eancia.&nbsp;&nbsp;E, neste caso aplica-se o art. 1\u00ba da LINDB:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 1\u00ba. Salvo disposi\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria, a lei come\u00e7a a vigorar em todo o pa\u00eds quarenta e cinco dias depois de oficialmente publicada.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito preliminar: Letra C.<\/p>\n\n\n\n<p>6. Entre diversas formalidades e exig\u00eancias legais \u00e0s quais os noivos est\u00e3o sujeitos, uma delas \u00e9 a estipula\u00e7\u00e3o do regime de bens ao qual a uni\u00e3o estar\u00e1 sujeita. Fora casos excepcionais, \u00e9 l\u00edcito aos nubentes, antes de celebrado o casamento, estipular, quanto aos seus bens, o que lhes aprouver. Em rela\u00e7\u00e3o ao regime de bens, \u00e9 CORRETO afirmar que&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>(A) \u00e9 l\u00edcito aos c\u00f4njuges depois de celebrado o casamento alterarem o regime de bens por Escritura P\u00fablica a ser lavrada no cart\u00f3rio em que est\u00e1 arquivada a certid\u00e3o de casamento e ressalvados direitos de terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) \u00e9 l\u00edcito aos c\u00f4njuges depois de celebrado o casamento alterarem o regime de bens, mediante autoriza\u00e7\u00e3o judicial em pedido motivado de ambos os c\u00f4njuges, apurada a proced\u00eancia das raz\u00f5es invocadas e ressalvados os direitos de terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) \u00e9 l\u00edcito aos c\u00f4njuges depois de celebrado o casamento alterarem o regime de bens por instrumento particular, desde que seja arquivado no cart\u00f3rio que celebrou o casamento e ressalvados direitos de terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) n\u00e3o \u00e9 l\u00edcito aos c\u00f4njuges depois de celebrado o casamento alterarem o regime de bens, pois no direito Civil vigora o princ\u00edpio da imutabilidade do regime de comunh\u00e3o de bens, n\u00e3o sendo poss\u00edvel alter\u00e1-lo depois da celebra\u00e7\u00e3o do casamento.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) os c\u00f4njuges podem alterar o regime de bens somente quando da feitura do pacto antinupcial.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rio:<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201ca\u201d \u2013 errada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 1.639. \u00a7 2\u00ba. \u00c9 admiss\u00edvel altera\u00e7\u00e3o do regime de bens,&nbsp;mediante autoriza\u00e7\u00e3o judicial&nbsp;em pedido motivado de ambos os c\u00f4njuges, apurada a proced\u00eancia das raz\u00f5es invocadas e ressalvados os direitos de terceiros.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201cb\u201d \u2013correta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 1.639. \u00a7 2\u00ba. \u00c9 admiss\u00edvel altera\u00e7\u00e3o do regime de bens, mediante autoriza\u00e7\u00e3o judicial em pedido motivado de ambos os c\u00f4njuges, apurada a proced\u00eancia das raz\u00f5es invocadas e ressalvados os direitos de terceiros.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201cc\u201d \u2013 errada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 1.639. \u00a7 2\u00ba. \u00c9 admiss\u00edvel altera\u00e7\u00e3o do regime de bens,&nbsp;mediante autoriza\u00e7\u00e3o judicial&nbsp;em pedido motivado de ambos os c\u00f4njuges, apurada a proced\u00eancia das raz\u00f5es invocadas e ressalvados os direitos de terceiros.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201cd\u201d \u2013 errada. \u00c9 poss\u00edvel, como foi demonstrado no coment\u00e1rio das alternativas.<\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa \u201ce\u201d \u2013 errada. \u00c9 poss\u00edvel a altera\u00e7\u00e3o do regime de bensaos c\u00f4njuges depois de celebrado o casamento alterarem o regime de bens, mediante autoriza\u00e7\u00e3o judicial em pedido motivado de ambos os c\u00f4njuges, apurada a proced\u00eancia das raz\u00f5es invocadas e ressalvados os direitos de terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito preliminar: Letra B.<\/p>\n\n\n\n<p>7. \u201c\u00c9, contudo, no neg\u00f3cio jur\u00eddico, at\u00e9 que se estabele\u00e7a nova conceitua\u00e7\u00e3o, que repousa a base da autonomia da vontade, o fundamento do direito privado. N\u00e3o obstante as cr\u00edticas que sofre, a doutrina do neg\u00f3cio jur\u00eddico demonstra ainda grande vitalidade do direito ocidental, mormente na It\u00e1lia, Alemanha e Fran\u00e7a. O neg\u00f3cio jur\u00eddico continua sendo um ponto fundamental de refer\u00eancia te\u00f3rica e pr\u00e1tica. \u00c9 por meio do neg\u00f3cio jur\u00eddico que se d\u00e1 vida \u00e0s rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas tutelas pelo direito\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>VENOSA, Silvio de Salvo. C\u00f3digo Civil Interpretado. 2\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: Atlas, 2011, p. 109.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro dessa tem\u00e1tica e considerando as disposi\u00e7\u00f5es do C\u00f3digo Civil brasileiro, analise as assertivas que seguem.<\/p>\n\n\n\n<p>I. A impossibilidade inicial do objeto, ainda relativa, invalida de pleno direito o neg\u00f3cio jur\u00eddico.<\/p>\n\n\n\n<p>II. Nas hip\u00f3teses em que o objeto do direito ou da obriga\u00e7\u00e3o comum seja indivis\u00edvel, a incapacidade relativa de uma das partes poder\u00e1 ser aproveitada pelos cointeressados capazes.<\/p>\n\n\n\n<p>III. Os neg\u00f3cios jur\u00eddicos ben\u00e9ficos e a ren\u00fancia devem ser interpretados de forma ampliativa.<\/p>\n\n\n\n<p>IV. A transmiss\u00e3o err\u00f4nea da vontade por meios interpostos \u00e9 anul\u00e1vel nos mesmos casos em que o \u00e9 a declara\u00e7\u00e3o direta.<\/p>\n\n\n\n<p>V. Quando a lei dispuser que determinado ato \u00e9 anul\u00e1vel, sem estabelecer prazo para pleitear-se a anula\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 este de dois anos, a contar da data da conclus\u00e3o do ato.<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e3o CORRETAS apenas as alternativas<\/p>\n\n\n\n<p>(A) I, II e V.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) II, III e V.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) I, II e III.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) I, III e IV.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) II, IV e V.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rio:<\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva I \u2013 errada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 106.&nbsp;A impossibilidade inicial do objeto n\u00e3o invalida o neg\u00f3cio jur\u00eddico se for relativa, ou se cessar antes de realizada a condi\u00e7\u00e3o a que ele estiver subordinado.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva II \u2013 correta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 105. A incapacidade relativa de uma das partes n\u00e3o pode ser invocada pela outra em benef\u00edcio pr\u00f3prio, nem aproveita aos co-interessados capazes, salvo se, neste caso, for indivis\u00edvel o objeto do direito ou da obriga\u00e7\u00e3o comum.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva III \u2013 errada.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 114.&nbsp;<strong>Os neg\u00f3cios jur\u00eddicos ben\u00e9ficos e a ren\u00fancia<\/strong>interpretam-se estritamente.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva IV \u2013 correta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 141. A transmiss\u00e3o err\u00f4nea da vontade por meios interpostos \u00e9 anul\u00e1vel nos mesmos casos em que o \u00e9 a declara\u00e7\u00e3o direta.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva V \u2013 correta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 179. Quando a lei dispuser que determinado ato \u00e9 anul\u00e1vel, sem estabelecer prazo para pleitear-se a anula\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 este de dois anos, a contar da data da conclus\u00e3o do ato.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito preliminar: Letra E.<\/p>\n\n\n\n<p>8. Leia as assertivas que seguem sobre as diversas esp\u00e9cies de pessoas jur\u00eddicas disciplinadas no C\u00f3digo Civil brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>I. A empresa individual de responsabilidade limitada ser\u00e1 constitu\u00edda por uma \u00fanica pessoa titular da totalidade do capital social, devidamente integralizado, o qual n\u00e3o poder\u00e1 ser inferior a 100 (cem) vezes o maior sal\u00e1rio-m\u00ednimo vigente no Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>II. Nos casos de dissolu\u00e7\u00e3o da pessoa jur\u00eddica ou cassada a autoriza\u00e7\u00e3o para seu funcionamento, ela subsistir\u00e1 para os fins de liquida\u00e7\u00e3o, at\u00e9 que esta se conclua.<\/p>\n\n\n\n<p>III. Quando insuficientes para constituir a funda\u00e7\u00e3o, os bens a ela destinados ser\u00e3o, se de outro modo n\u00e3o dispuser o instituidor, incorporados em outra funda\u00e7\u00e3o que se proponha a fim igual ou semelhante.<\/p>\n\n\n\n<p>IV. O direito de anular a constitui\u00e7\u00e3o das pessoas jur\u00eddicas de direito privado, por defeito do ato respectivo, prescreve em 05 (cinco) anos, contados o prazo da publica\u00e7\u00e3o de sua inscri\u00e7\u00e3o no registro.<\/p>\n\n\n\n<p>V. Nas associa\u00e7\u00f5es, os associados devem ter iguais direitos, sendo absolutamente vedado que o estatuto institua categorias com vantagens especiais.<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e3o CORRETAS apenas as alternativas<\/p>\n\n\n\n<p>(A) I, II e III.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) I, II e V.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) II, IV e V.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) III, IV e V.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) I, III e IV.<\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva I \u2013 correta. Vide o seguinte artigo:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 980-A. A empresa individual de responsabilidade limitada ser\u00e1 constitu\u00edda por uma \u00fanica pessoa titular da totalidade do capital social, devidamente integralizado, que n\u00e3o ser\u00e1 inferior a 100 (cem) vezes o maior sal\u00e1rio-m\u00ednimo vigente no Pa\u00eds.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva II \u2013 correta. Literalidade da Parte Geral:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 51. Nos casos de dissolu\u00e7\u00e3o da pessoa jur\u00eddica ou cassada a autoriza\u00e7\u00e3o para seu funcionamento, ela subsistir\u00e1 para os fins de liquida\u00e7\u00e3o, at\u00e9 que esta se conclua.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva III \u2013 correta. Novamente, literalidade da Parte Geral:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 63. Quando insuficientes para constituir a funda\u00e7\u00e3o, os bens a ela destinados ser\u00e3o, se de outro modo n\u00e3o dispuser o instituidor, incorporados em outra funda\u00e7\u00e3o que se proponha a fim igual ou semelhante.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva IV \u2013 errada. O prazo est\u00e1 errado, de acordo com o art. 45:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Par\u00e1grafo \u00fanico. Decai em tr\u00eas anos o direito de anular a constitui\u00e7\u00e3o das pessoas jur\u00eddicas de direito privado, por defeito do ato respectivo, contado o prazo da publica\u00e7\u00e3o de sua inscri\u00e7\u00e3o no registro.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Assertiva V \u2013 errada. Ao contr\u00e1rio, poss\u00edvel tal institui\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 55. Os associados devem ter iguais direitos, mas o estatuto poder\u00e1 instituir categorias com vantagens especiais.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>9. \u00c9 sabido que o direito de posse \u00e9 disciplinado e consagrado pelo Direito Civil, no entanto, o possuidor pode encontrar resist\u00eancia de terceiros ao gozo de sua posse, e nessas hip\u00f3teses, a legisla\u00e7\u00e3o civil prev\u00ea para cada tipo de inc\u00f4modo uma medida jur\u00eddica para salvaguardar a sua posse, e quando o possuidor v\u00ea sua posse \u201cesbulhada\u201d, nessa hip\u00f3tese, segundo o que disciplina o a legisla\u00e7\u00e3o civil, o possuidor deve socorrer-se do judici\u00e1rio para ser<\/p>\n\n\n\n<p>(A) restitu\u00eddo na posse.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) mantido de posse.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) conservado na posse.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) segurado de uma viol\u00eancia iminente.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) salvaguardado em sua posse.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rio:<\/p>\n\n\n\n<p>Os interditos possess\u00f3rios s\u00e3o as a\u00e7\u00f5es possess\u00f3rias diretas, que poder\u00e3o ser propostas em tr\u00eas hip\u00f3teses:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00fc<\/strong>Em caso de&nbsp;<strong>amea\u00e7a<\/strong>, ser\u00e1 proposta a&nbsp;<strong>a\u00e7\u00e3o de&nbsp;interdito proibit\u00f3rio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00fc<\/strong>Em caso de&nbsp;<strong>turba\u00e7\u00e3o<\/strong>, ser\u00e1 proposta a&nbsp;<strong>a\u00e7\u00e3o de&nbsp;manuten\u00e7\u00e3ode posse.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00fc<\/strong>Em caso de&nbsp;<strong>esbulho<\/strong>, ser\u00e1 proposta&nbsp;<strong>a\u00e7\u00e3o de&nbsp;reintegra\u00e7\u00e3ode posse.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>amea\u00e7a<\/strong>\u00e9 o risco iminente, quando o possuidor sabe que existe a possibilidade concreta de que seu bem seja perdido;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>turba\u00e7\u00e3o<\/strong>s\u00e3o os ataques constantes, que impedem o livre exerc\u00edcio do direito \u00e0 posse;<\/p>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<strong>esbulho<\/strong>\u00e9 a efetiva perda do bem, por isso a necessidade de reintegra\u00e7\u00e3o de posse.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja o que disp\u00f5e o C\u00f3digo:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 1.210. O possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de turba\u00e7\u00e3o, restitu\u00eddo no de esbulho, e segurado de viol\u00eancia iminente, se tiver justo receio de ser molestado.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito preliminar: Letra A.<\/p>\n\n\n\n<p>10. Sobre prescri\u00e7\u00e3o e decad\u00eancia de acordo com o que est\u00e1 previsto no C\u00f3digo Civil brasileiro, analise as afirma\u00e7\u00f5es abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p>I. Prescreve em tr\u00eas anos a pretens\u00e3o para haver presta\u00e7\u00f5es alimentares, a partir da data em que se vencerem.<\/p>\n\n\n\n<p>II. Prescreve em dois anos a pretens\u00e3o relativa \u00e0 tutela, a contar da data da aprova\u00e7\u00e3o das contas.<\/p>\n\n\n\n<p>III. Se a decad\u00eancia for convencional, a parte a quem aproveita pode aleg\u00e1-la em qualquer grau de jurisdi\u00e7\u00e3o, mas o juiz n\u00e3o pode suprir a alega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>IV. A interrup\u00e7\u00e3o da prescri\u00e7\u00e3o operada contra um dos herdeiros do devedor solid\u00e1rio n\u00e3o prejudica os outros herdeiros ou devedores, sen\u00e3o quando se trate de obriga\u00e7\u00f5es e direitos indivis\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>V. Prescreve em tr\u00eas anos a pretens\u00e3o do benefici\u00e1rio contra o segurador, e a do terceiro prejudicado, no caso de seguro de responsabilidade civil obrigat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Marque a op\u00e7\u00e3o que apresenta TODAS as alternativas CORRETAS.<\/p>\n\n\n\n<p>(A) I, III e V.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) II, IV e V.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) I, II e IV.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) III, IV e V.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) I, II e III.<\/p>\n\n\n\n<p>Coment\u00e1rio:<\/p>\n\n\n\n<p>Afirma\u00e7\u00e3o I \u2013 errada. O prazo prescricional \u00e9 de 2 anos, conforme:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 206. Prescreve:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 2\u00ba. Em&nbsp;dois anos, a pretens\u00e3o para haver presta\u00e7\u00f5es alimentares, a partir da data em que se vencerem.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Afirma\u00e7\u00e3o II \u2013 errada. O prazo prescricional \u00e9 de 4 anos, conforme:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 206. Prescreve:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 4\u00ba. Em&nbsp;quatro anos, a pretens\u00e3o relativa \u00e0 tutela, a contar da data da aprova\u00e7\u00e3o das contas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Afirma\u00e7\u00e3o III \u2013 correta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 211. Se a decad\u00eancia for convencional, a parte a quem aproveita pode aleg\u00e1-la em qualquer grau de jurisdi\u00e7\u00e3o, mas o juiz n\u00e3o pode suprir a alega\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Afirma\u00e7\u00e3o IV \u2013 correta.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 204. \u00a7 2\u00ba. A interrup\u00e7\u00e3o operada contra um dos herdeiros do devedor solid\u00e1rio n\u00e3o prejudica os outros herdeiros ou devedores, sen\u00e3o quando se trate de obriga\u00e7\u00f5es e direitos indivis\u00edveis.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Afirma\u00e7\u00e3o V \u2013 correta. Conforme:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Art. 206. Prescreve:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00a7 3\u00ba. Em tr\u00eas anos:<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>IX &#8211; a pretens\u00e3o do benefici\u00e1rio contra o segurador, e a do terceiro prejudicado, no caso de seguro de responsabilidade civil obrigat\u00f3rio.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito preliminar: Letra D.<\/p>\n\n\n\n<p>Prova beeeem cascuda, n\u00e3o!? Espero que voc\u00ea tenha ido bem! O que achou dela? Por fim, n\u00e3o vemos possibilidade de recurso&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Qualquer coisa, o Prof. Paulo Sousa est\u00e1 nas redes sociais. Al\u00e9m disso, fica o convite para os v\u00e1\u00e1\u00e1rios <a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/paulo-h-m-sousa-3384\/\">cursos<\/a> que temos; um mais bem ajustado que o outro, pra voc\u00ea!<\/p>\n\n\n\n<p>Abra\u00e7o,<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/cursosPorProfessor\/paulo-h-m-sousa-3384\/\">Paulo H M Sousa<\/a> e Aline Santiago<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.instagram.com.br\/prof.phms\">Instagram<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UC5BNzTLlcneB_x1aUAhXBAg\">Youtube<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu, Prof. Paulo Sousa (IG\u00a0e\u00a0YT) &#8211; o mito dos v\u00eddeos -, e a Prof, Aline Santiago &#8211; a fera dos PDFs -, a dobradinha de professores mais famosa do Direito Civil no Estrat\u00e9gia Concursos (sim ou com certeza?), vamos apresentar o gabarito e os recursos da prova de Direito Civil do ISS Campo Grande, quanto [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":218,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"post_tipo":"article","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"tax_estado":[],"class_list":["post-392352","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cursos-e-concursos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Gabarito ISS Campo Grande - RECURSOS em Direito Civil e Empresarial?<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/gabarito-iss-campo-grande-recursos-em-direito-civil-e-empresarial\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Gabarito ISS Campo Grande - RECURSOS em Direito Civil e Empresarial?\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Eu, Prof. Paulo Sousa (IG\u00a0e\u00a0YT) &#8211; 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