{"id":384172,"date":"2019-06-05T14:43:36","date_gmt":"2019-06-05T17:43:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=384172"},"modified":"2019-06-05T14:43:39","modified_gmt":"2019-06-05T17:43:39","slug":"provas-comentadas-trf-da-4a-regiao-direito-processual-civil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/provas-comentadas-trf-da-4a-regiao-direito-processual-civil\/","title":{"rendered":"Provas Comentadas TRF da 4\u00aa Regi\u00e3o \u2013 Direito Processual Civil"},"content":{"rendered":"\n<p>Ol\u00e1 pessoal,\ntudo certo?<\/p>\n\n\n\n<p>O Estrat\u00e9gia\nConcurso est\u00e1 focado neste concurso. Excelente oportunidade desenhada para\nvoc\u00ea. Estamos exatamente a 60 dias da prova, logo, \u00e9 tempo de estudar de forma\nfocada. <\/p>\n\n\n\n<p>Para isso,\nneste artigo, comentamos as provas anteriores aplicadas no concurso do TRF da\n4\u00aa Regi\u00e3o no concurso de 2014, realizadas pela FCC.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de\nseguir, gostaria de convid\u00e1-lo a acompanhar meu Instagram. Estamos com v\u00e1rios\nprojetos focados no concurso do TRF da 4\u00aa Regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Diariamente,\ntemos postagens l\u00e1 como esta:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-instagram wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/www.instagram.com\/p\/BySO500h6_e\/?igshid=16yvzdk5y6g2e\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso,\ndeixo aqui um artigo que redigi logo ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do edital. Confira!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-wordpress wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-estrategia-concursos\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"7a72X26FuH\"><a href=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/direito-processual-civil-para-o-trf-da-4a-regiao\/\">Direito Processual Civil para o TRF da 4\u00aa Regi\u00e3o<\/a><\/blockquote><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Direito Processual Civil para o TRF da 4\u00aa Regi\u00e3o&#8221; &#8212; Estrat\u00e9gia Concursos\" src=\"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/direito-processual-civil-para-o-trf-da-4a-regiao\/embed\/#?secret=wyCvjuEpZ0#?secret=7a72X26FuH\" data-secret=\"7a72X26FuH\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Agora sim,\nvamos aos coment\u00e1rios?!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8212;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>PROVAS COMENTADAS \u2013 TRF 4\u00aa Regi\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1)\nT\u00c9CNICO JUDICI\u00c1RIO \u2013 \u00c1REA ADMINISTRATIVA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>31.<\/strong> No tocante ao Processo\nEletr\u00f4nico, considere: <\/p>\n\n\n\n<p>I.\nPara o disposto na Lei de Informatiza\u00e7\u00e3o do Processo Judicial, considera-se\ntransmiss\u00e3o eletr\u00f4nica qualquer forma de armazenamento ou tr\u00e1fego de documentos\ne arquivos digitais. <\/p>\n\n\n\n<p>II.\nAs cita\u00e7\u00f5es, intima\u00e7\u00f5es, notifica\u00e7\u00f5es e remessas que viabilizem o acesso \u00e0\n\u00edntegra do processo correspondente ser\u00e3o consideradas vista pessoal do\ninteressado para todos os efeitos legais. <\/p>\n\n\n\n<p>III.\n\u00c9 obrigat\u00f3ria a forma\u00e7\u00e3o de autos suplementares de processo eletr\u00f4nico, para\ngarantia do devido processo legal e do contradit\u00f3rio, na eventualidade de\nproblemas com o sistema de seguran\u00e7a de acesso e armazenamento de dados. <\/p>\n\n\n\n<p>De\nacordo com a Lei no 11.419\/2006, est\u00e1 correto o que consta APENAS em<\/p>\n\n\n\n<p>(A)\nI, II e III. <\/p>\n\n\n\n<p>(B)\nII. <\/p>\n\n\n\n<p>(C)\nII e III. <\/p>\n\n\n\n<p>(D)\nI. <\/p>\n\n\n\n<p>(E)\nI e II.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vamos analisar cada um dos\nitens: <\/p>\n\n\n\n<p>O item I est\u00e1 incorreto.\nConsidera-se meio eletr\u00f4nico, e n\u00e3o transmiss\u00e3o eletr\u00f4nica, qualquer forma de\narmazenamento ou tr\u00e1fego de documentos e arquivos digitais. Vejamos o art. 1\u00ba,\n\u00a72\u00ba, I, da Lei n\u00ba 11.419\/06: <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u00a7 2<sup>o<\/sup>\u00a0 Para o disposto nesta Lei, considera-se:<\/p><p>I &#8211; <strong>meio eletr\u00f4nico<\/strong> qualquer forma de armazenamento ou tr\u00e1fego de documentos e arquivos digitais;<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>O item II est\u00e1 correto,\nconforme prev\u00ea o \u00a71\u00ba, do art. 9\u00ba, da referida Lei:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u00a7 1<sup>o<\/sup>\u00a0 As cita\u00e7\u00f5es, intima\u00e7\u00f5es, notifica\u00e7\u00f5es e remessas que viabilizem o acesso \u00e0 \u00edntegra do processo correspondente ser\u00e3o consideradas vista pessoal do interessado para todos os efeitos legais.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>O item III est\u00e1 incorreto. A forma\u00e7\u00e3o de autos suplementares foi expressamente\ndispensada pela lei, conforme citado em quest\u00f5es acima.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, a <strong>alternativa B<\/strong> est\u00e1 correta e \u00e9 o gabarito\nda quest\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>32.<\/strong> Considere as seguintes causas:<\/p>\n\n\n\n<p>I. Sobre bens im\u00f3veis de\nfunda\u00e7\u00e3o p\u00fablica federal.<\/p>\n\n\n\n<p>II. Para a anula\u00e7\u00e3o ou\ncancelamento de ato administrativo federal de natureza previdenci\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>III. Que tenham como objeto a\nimpugna\u00e7\u00e3o da pena de<\/p>\n\n\n\n<p>demiss\u00e3o imposta a servidores\np\u00fablicos civis.<\/p>\n\n\n\n<p>IV. Que tenham como objeto a\nimpugna\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es disciplinares aplicadas a militares.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a Lei n\u00ba\n10.259\/2001, compete ao Juizado Especial Federal C\u00edvel processar, conciliar e\njulgar causas de compet\u00eancia da Justi\u00e7a Federal at\u00e9 o valor de sessenta\nsal\u00e1rios m\u00ednimos, bem como executar as suas senten\u00e7as. N\u00c3O se incluem na\ncompet\u00eancia do Juizado Especial Federal as causas indicadas APENAS em<\/p>\n\n\n\n<p>(A) I, III e IV.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) I e III.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) I e IV.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) II e III.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) II e IV.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Essa quest\u00e3o exige o\nconhecimento do art. 3\u00ba, \u00a71\u00ba, da Lei n\u00ba 10.259\/01, o qual prev\u00ea as causas que\nn\u00e3o se incluem na compet\u00eancia do Juizado Especial C\u00edvel. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u00a7 1<sup>o<\/sup>\u00a0<strong>N\u00e3o se incluem na compet\u00eancia do Juizado Especial C\u00edvel as causas<\/strong>:<\/p><p>I &#8211; referidas no\u00a0<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/Constituicao\/Constituicao.htm#art109ii\">art. 109, incisos II<\/a>,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/Constituicao\/Constituicao.htm#art109iii\">III<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/Constituicao\/Constituicao.htm#art109xi\">XI, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal<\/a>, as a\u00e7\u00f5es de mandado de seguran\u00e7a, de desapropria\u00e7\u00e3o, de divis\u00e3o e demarca\u00e7\u00e3o, populares, execu\u00e7\u00f5es fiscais e por improbidade administrativa e as demandas sobre direitos ou interesses difusos, coletivos ou individuais homog\u00eaneos;<\/p><p>II &#8211; <strong>sobre bens im\u00f3veis<\/strong> da Uni\u00e3o, autarquias e <strong>funda\u00e7\u00f5es p\u00fablicas federais<\/strong>;<\/p><p>III &#8211; <strong>para a anula\u00e7\u00e3o ou cancelamento de ato administrativo federal, salvo o de natureza previdenci\u00e1ria<\/strong> e o de lan\u00e7amento fiscal;<\/p><p>IV &#8211; <strong>que tenham como objeto a impugna\u00e7\u00e3o da pena de demiss\u00e3o imposta a servidores p\u00fablicos civis ou de san\u00e7\u00f5es disciplinares aplicadas a militares.<\/strong><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Vamos analisar cada um dos\nitens:<\/p>\n\n\n\n<p>O item I est\u00e1 correto, de\nacordo com o inciso II. <\/p>\n\n\n\n<p>O item II est\u00e1 incorreto. A\nanula\u00e7\u00e3o ou o cancelamento do ato administrativo de natureza previdenci\u00e1ria \u00e9\nde compet\u00eancia do Juizado, pois se inclui na exce\u00e7\u00e3o do inciso III.<\/p>\n\n\n\n<p>Os itens III e IV est\u00e3o\ncorretos, conforme prev\u00ea o inciso IV. <\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, a <strong>alternativa A<\/strong> est\u00e1 correta e \u00e9 o gabarito\nda quest\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>33.<\/strong> Maria Clara \u00e9 propriet\u00e1ria de um im\u00f3vel localizado na\ncidade de Curitiba. Na data de hoje descobriu que seu im\u00f3vel foi arrematado em\nleil\u00e3o judicial que aconteceu h\u00e1 tr\u00eas dias em processo de execu\u00e7\u00e3o judicial da\nqual n\u00e3o \u00e9 parte. Indignada, Maria Clara pretende interpor Embargos de\nTerceiro. Neste caso, no tocante ao prazo judicial para interposi\u00e7\u00e3o dos\nreferidos Embargos \u00e9 certo que Maria <\/p>\n\n\n\n<p>(A) poder\u00e1, interpor os\nreferidos Embargos at\u00e9 dez dias ap\u00f3s a assinatura da respectiva carta de\narremata\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) poder\u00e1, ainda, interpor\nos referidos Embargos, independentemente da assinatura da respectiva carta de\narremata\u00e7\u00e3o, uma vez que o prazo processual \u00e9 de dez dias ap\u00f3s a arremata\u00e7\u00e3o do\nbem. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) n\u00e3o poder\u00e1 mais interpor\nos referidos Embargos em raz\u00e3o da preclus\u00e3o temporal, devendo ajuizar outra\nmedida processual. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) poder\u00e1, interpor os\nreferidos Embargos at\u00e9 cinco dias ap\u00f3s a assinatura da respectiva carta de\narremata\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) poder\u00e1, ainda, interpor\nos referidos Embargos, desde que n\u00e3o tenha sido assinada a respectiva carta de\narremata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nE<\/strong> est\u00e1 correta e \u00e9 o gabarito da quest\u00e3o. A quest\u00e3o requer o\nconhecimento do art. 675, do CPC, que estabelece a oposi\u00e7\u00e3o dos embargos de\nterceiros, os quais podem ser opostos no processo de execu\u00e7\u00e3o, at\u00e9 cinco\ndias depois da arremata\u00e7\u00e3o, da adjudica\u00e7\u00e3o ou da remi\u00e7\u00e3o, mas sempre\nantes da assinatura da respectiva carta. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 675. Os embargos podem ser opostos a qualquer tempo no processo de conhecimento enquanto n\u00e3o transitada em julgado a senten\u00e7a e, no cumprimento de senten\u00e7a ou no processo de execu\u00e7\u00e3o, at\u00e9 5 (cinco) dias depois da adjudica\u00e7\u00e3o, da aliena\u00e7\u00e3o por iniciativa particular ou da arremata\u00e7\u00e3o, mas sempre antes da assinatura da respectiva carta.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>&#8212;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>34 (adaptada ao CPC de\n2015).<\/strong> No procedimento de tutela\nprovis\u00f3ria de urg\u00eancia de natureza cautelar,<\/p>\n\n\n\n<p>(A) cessa a efic\u00e1cia da tutela\ncautelar se o juiz declarar extinto o processo principal, com ou sem julgamento\ndo m\u00e9rito.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) o requerido ser\u00e1 citado,\nqualquer que seja o procedimento em tutela cautelar, para, no prazo de dez\ndias, contestar o pedido, indicando as provas que pretende produzir.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) quando a tutela cautelar\nfor concedida em car\u00e1ter antecedente, cabe \u00e0 parte propor a a\u00e7\u00e3o, no prazo de\nsessenta dias, contados da data da efetiva\u00e7\u00e3o da medida cautelar.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) em regra, a tutela cautelar\nn\u00e3o conservar\u00e1 a efic\u00e1cia durante o per\u00edodo de suspens\u00e3o do processo.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) a tutela cautelar n\u00e3o\npoder\u00e1, em qualquer hip\u00f3tese ser substitu\u00edda de of\u00edcio pela presta\u00e7\u00e3o de cau\u00e7\u00e3o\nou outra garantia menos gravosa para o requerido.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nA<\/strong> \u00e9 a correta e gabarito da quest\u00e3o, conforme o art. 309, III, CPC.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 309. Cessa a efic\u00e1cia da tutela concedida em car\u00e1ter antecedente, se: (&#8230;)<\/p><p>III &#8211; o juiz julgar improcedente o pedido principal formulado pelo autor ou extinguir o processo sem resolu\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa B<\/strong> est\u00e1 incorreta. Al\u00e9m\nda possibilidade de concess\u00e3o da tutela cautelar liminarmente, o prazo para\nresposta, quando franqueado, ser\u00e1 de cinco dias.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nC<\/strong> est\u00e1 incorreta, pois, da concess\u00e3o dessa esp\u00e9cie de tutela, h\u00e1\nprazo de 30 dias para efetiv\u00e1-la e, ap\u00f3s a efetiva\u00e7\u00e3o, novos 30 dias s\u00e3o\nconcedidos para a propositura do pedido principal, como prev\u00ea o art. 308, CPC.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nD<\/strong> est\u00e1 incorreta. De acordo com o art. 296, par\u00e1grafo \u00fanico, a\ntutela provis\u00f3ria conserva a efic\u00e1cia durante o per\u00edodo de suspens\u00e3o do\nprocesso, exceto decis\u00e3o judicial em contr\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nE<\/strong> est\u00e1 incorreta, primeiro porque n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o espec\u00edfica nesse\nsentido no CPC de 2015, segundo porque sendo provis\u00f3ria poder\u00e1 ser substitu\u00edda\nou revogada a qualquer tempo durante a pend\u00eancia do processo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>35.<\/strong> Considere as seguintes hip\u00f3teses:<\/p>\n\n\n\n<p>I. Gabriela \u00e9 filha do irm\u00e3o\nde Carla, r\u00e9 no processo \u201cA\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>II. Fabio, bisneto de\nClaudio, r\u00e9u no processo \u201cB\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>III. D\u00e9bora foi condenada por\ncrime de falso testemunho, tendo a senten\u00e7a transitado em julgado.<\/p>\n\n\n\n<p>IV. F\u00e1tima \u00e9 inimiga capital\ndo autor do processo \u201cC\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Nestes casos, de acordo com o C\u00f3digo de\nProcesso Civil,<\/p>\n\n\n\n<p>s\u00e3o impedidos de depor, na\nqualidade de testemunha,<\/p>\n\n\n\n<p>APENAS<\/p>\n\n\n\n<p>(A) Gabriela, F\u00e1bio e D\u00e9bora.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Gabriela e F\u00e1bio.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) D\u00e9bora e F\u00e1tima.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) F\u00e1bio e F\u00e1tima.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) Gabriela, F\u00e1bio e F\u00e1tima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O art. 447, \u00a72\u00ba, do NCPC,\nprev\u00ea quem s\u00e3o os impedidos de depor como testemunhas. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u00a7 2o\u00a0S\u00e3o impedidos:<\/p><p>I &#8211; o c\u00f4njuge, o companheiro, o ascendente e o descendente em qualquer grau e o colateral, at\u00e9 o terceiro grau, de alguma das partes, por consanguinidade ou afinidade, salvo se o exigir o interesse p\u00fablico ou, tratando-se de causa relativa ao estado da pessoa, n\u00e3o se puder obter de outro modo a prova que o juiz repute necess\u00e1ria ao julgamento do m\u00e9rito;<\/p><p>II &#8211; o que \u00e9 parte na causa;<\/p><p>III &#8211; o que interv\u00e9m em nome de uma parte, como o tutor, o representante legal da pessoa jur\u00eddica, o juiz, o advogado e outros que assistam ou tenham assistido as partes.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Portanto:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>A testemunha\nGabriela \u00e9 impedida, pois \u00e9 parente consangu\u00edneo do r\u00e9u.<\/li><li>A testemunha\nF\u00e1bio \u00e9 impedida, pois \u00e9 parente consangu\u00edneo do r\u00e9u.<\/li><li>A testemunha\nD\u00e9bora poder\u00e1 prestar testemunho, pois n\u00e3o h\u00e1 impedimento expresso no\ndispositivo acima citado.<\/li><li>A testemunha\nF\u00e1tima poder\u00e1 prestar testemunho, pois a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 de suspei\u00e7\u00e3o, n\u00e3o de\nimpedimento.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Logo, s\u00e3o impedidos de depor,\nna qualidade de testemunha, apenas Gabriela e F\u00e1bio. Assim, a <strong>alternativa B<\/strong> est\u00e1 correta e \u00e9 o\ngabarito da quest\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>36 (adaptada ao CPC de\n2015).<\/strong> De acordo com o C\u00f3digo de\nProcesso Civil, em regra, a nulidade da cl\u00e1usula de elei\u00e7\u00e3o de foro, em\ncontrato de ades\u00e3o,<\/p>\n\n\n\n<p>(A) n\u00e3o pode ser declarada de\nof\u00edcio pelo juiz, devendo a parte requerer a referida declara\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de\nexce\u00e7\u00e3o de incompet\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) pode ser declarada de\nof\u00edcio pelo juiz, que declinar\u00e1 de compet\u00eancia para o ju\u00edzo de domic\u00edlio do\nautor.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) pode ser declarada de\nof\u00edcio pelo juiz, que declinar\u00e1 de compet\u00eancia para o ju\u00edzo de domic\u00edlio do r\u00e9u,\ndesde que a verifique antes da cita\u00e7\u00e3o do r\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) n\u00e3o pode ser declarada de\nof\u00edcio pelo juiz, devendo a parte requerer a referida declara\u00e7\u00e3o como\npreliminar em contesta\u00e7\u00e3o, que obedecer\u00e1 o procedimento comum.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) n\u00e3o pode ser declarada de\nof\u00edcio pelo juiz, devendo a parte requerer a referida declara\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de reconven\u00e7\u00e3o,\nque obedecer\u00e1 o procedimento comum.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o cobra o art. 63, do CPC, que trata da modifica\u00e7\u00e3o\nda compet\u00eancia em raz\u00e3o do valor e do territ\u00f3rio (compet\u00eancias relativas), por\ncl\u00e1usula de elei\u00e7\u00e3o do foro. Vejamos o dispositivo:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 63. As partes podem modificar a compet\u00eancia em raz\u00e3o do valor e do territ\u00f3rio, elegendo foro onde ser\u00e1 proposta a\u00e7\u00e3o oriunda de direitos e obriga\u00e7\u00f5es.<\/p><p>\u00a7 1\u00ba A elei\u00e7\u00e3o de foro s\u00f3 produz efeito quando constar de instrumento escrito e aludir expressamente a determinado neg\u00f3cio jur\u00eddico.<\/p><p>\u00a7 2\u00ba O foro contratual obriga os herdeiros e sucessores das partes.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u00a7 3\u00ba Antes da cita\u00e7\u00e3o, a cl\u00e1usula de elei\u00e7\u00e3o de foro, se abusiva,<strong> pode ser reputada ineficaz de of\u00edcio pelo juiz, <\/strong>que determinar\u00e1 a remessa dos autos ao ju\u00edzo do<strong> foro de domic\u00edlio do r\u00e9u<\/strong>.<\/p><p>\u00a7 4\u00ba Citado, incumbe ao r\u00e9u alegar a abusividade da cl\u00e1usula de elei\u00e7\u00e3o de foro na contesta\u00e7\u00e3o, sob pena de preclus\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Observe que o juiz pode declarar de of\u00edcio a cl\u00e1usula de\nnulidade do foro de elei\u00e7\u00e3o. Nesse caso, remeter\u00e1 os autos ao ju\u00edzo de foro do\ndomic\u00edlio do r\u00e9u. <\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, a <strong>alternativa C <\/strong>est\u00e1 correta e \u00e9 o\ngabarito da quest\u00e3o. Em consequ\u00eancia, as <strong>alternativas B<\/strong>, <strong>D<\/strong> e <strong>E<\/strong> est\u00e3o incorretas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, a <strong>alternativa A<\/strong> est\u00e1\nincorreta, pois a alega\u00e7\u00e3o de nulidade \u00e9 feita em preliminar de contesta\u00e7\u00e3o,\nn\u00e3o havendo se falar em exce\u00e7\u00e3o. Ademais, o ju\u00edzo pode reputar ineficaz a\ncl\u00e1usula de elei\u00e7\u00e3o de foro de of\u00edcio, desde que verifique a irregularidade antes\nda cita\u00e7\u00e3o do r\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2)\nANALISTA JUDICI\u00c1RIO \u2013 \u00c1REA JUDICI\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>32.<\/strong> A carta<\/p>\n\n\n\n<p>(A) precat\u00f3ria n\u00e3o poder\u00e1 ser\ndevolvida sem cumprimento, havendo expressa disposi\u00e7\u00e3o legal neste sentido.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) de ordem n\u00e3o pode ser\ntransmitida por telegrama ou telefone, por envolver rela\u00e7\u00e3o de subordina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) precat\u00f3ria poder\u00e1 ser\napresentada a ju\u00edzo diverso do que dela consta, a fim de ser praticar o ato.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) rogat\u00f3ria, na falta de\nconven\u00e7\u00e3o internacional entre o Brasil e o pa\u00eds rogado, ser\u00e1 transmitida por\nvia diplom\u00e1tica, dispensando-se a pr\u00e9via tradu\u00e7\u00e3o para a l\u00edngua do pa\u00eds em que\no ato ser\u00e1 praticado.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) rogat\u00f3ria de justi\u00e7a\nestrangeira s\u00f3 ser\u00e1 cumprida ap\u00f3s a concess\u00e3o de exequibilidade pelo Supremo\nTribunal Federal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nA<\/strong> est\u00e1 incorreta, pois contraria o\ndisposto no art. 267, do CPC:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 267. O juiz recusar\u00e1 cumprimento a carta precat\u00f3ria ou arbitral, devolvendo-a com decis\u00e3o motivada quando:<\/p><p>I &#8211; a carta n\u00e3o estiver revestida dos requisitos legais;<\/p><p>II &#8211; faltar ao juiz compet\u00eancia em raz\u00e3o da mat\u00e9ria ou da hierarquia;<\/p><p>III &#8211; o juiz tiver d\u00favida acerca de sua autenticidade<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nB<\/strong> est\u00e1 incorreta. O art. 264, do CPC,\nprev\u00ea expressamente a possibilidade de utiliza\u00e7\u00e3o do telefone para a\ntransmiss\u00e3o de carta de ordem.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa C<\/strong> est\u00e1\ncorreta e \u00e9 o gabarito da quest\u00e3o, conforme prev\u00ea o art. 262, do CPC, que trata\ndo car\u00e1ter itinerante da carta precat\u00f3ria:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 262. A carta tem car\u00e1ter itinerante, podendo, antes ou depois de lhe ser ordenado o cumprimento, ser encaminhada a ju\u00edzo diverso do que dela consta, a fim de se praticar o ato.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nD<\/strong> est\u00e1 incorreta, pois h\u00e1 necessidade\nde que o documento seja traduzido para que o STJ possa concede o <em>exequatur<\/em>, mormente quando n\u00e3o houver\nacordo internacional entre os pa\u00edses envolvidos.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nE<\/strong> est\u00e1 incorreta. \u00c9 certo que a carta\nrogat\u00f3ria de justi\u00e7a estrangeira somente ser\u00e1 cumprida ap\u00f3s o exequatur. Este,\npor\u00e9m, ser\u00e1 concedido pelo Superior Tribunal de Justi\u00e7a e n\u00e3o pelo Supremo\nTribunal Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>33.<\/strong> A respeito da compet\u00eancia internacional, considere:<\/p>\n\n\n\n<p>I. A\u00e7\u00e3o relativa a im\u00f3vel\nsituado no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>II. A\u00e7\u00e3o referente \u00e0\nobriga\u00e7\u00e3o que deve ser cumprida no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>III. A\u00e7\u00e3o que se originar de\nfato ocorrido ou de ato praticado no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>IV. A\u00e7\u00e3o em que for r\u00e9 pessoa\ndomiciliada no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>A compet\u00eancia da autoridade\njudici\u00e1ria brasileira \u00e9 concorrente nos casos indicados APENAS em<\/p>\n\n\n\n<p>(A) II, III e IV.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) I, II e III.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) III e IV.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) I e II.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) IV.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o cobra o art. 23, do\nCPC. De acordo com esse dispositivo, h\u00e1 a\u00e7\u00f5es nas quais a autoridade judici\u00e1ria\nbrasileira \u00e9 competente com a exclus\u00e3o de qualquer outra, ou seja, n\u00e3o h\u00e1\nconcorr\u00eancia entre compet\u00eancias, mas exclus\u00e3o de qualquer outra. Dentre essas\ncompet\u00eancias exclusivas est\u00e1 aquela arrolada no item I da quest\u00e3o, as a\u00e7\u00f5es\nrelativas a im\u00f3veis situados no Brasil. <\/p>\n\n\n\n<p>Assim, caso o im\u00f3vel seja situado\nno Brasil, a senten\u00e7a proferida por autoridade estrangeira ser\u00e1 ineficaz no\nBrasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos o dispositivo:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 23. Compete \u00e0 autoridade judici\u00e1ria brasileira, com exclus\u00e3o de qualquer outra:<\/p><p>I &#8211; conhecer de a\u00e7\u00f5es relativas a im\u00f3veis situados no Brasil;<\/p><p>II &#8211; em mat\u00e9ria de sucess\u00e3o heredit\u00e1ria, proceder \u00e0 confirma\u00e7\u00e3o de testamento particular e ao invent\u00e1rio e \u00e0 partilha de bens situados no Brasil, ainda que o autor da heran\u00e7a seja de nacionalidade estrangeira ou tenha domic\u00edlio fora do territ\u00f3rio nacional;<\/p><p>III &#8211; em div\u00f3rcio, separa\u00e7\u00e3o judicial ou dissolu\u00e7\u00e3o de uni\u00e3o est\u00e1vel, proceder \u00e0 partilha de bens situados no Brasil, ainda que o titular seja de nacionalidade estrangeira ou tenha domic\u00edlio fora do territ\u00f3rio nacional.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Observe que os demais itens n\u00e3o constam do art. 23,\nportanto, s\u00e3o casos de compet\u00eancia concorrente, que est\u00e3o listadas nos incisos\ndo art. 21 do CPC. <\/p>\n\n\n\n<p>Assim, a <strong>alternativa A <\/strong>est\u00e1 correta e \u00e9 o gabarito da\nquest\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>34.<\/strong> A respeito das a\u00e7\u00f5es possess\u00f3rias, \u00e9 INCORRETO afirmar\nque<\/p>\n\n\n\n<p>(A) o interdito proibit\u00f3rio \u00e9\numa tutela possess\u00f3ria destinada a inibir atos de turba\u00e7\u00e3o ou de esbulho.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) \u00e9 l\u00edcito ao autor cumular\nao pedido possess\u00f3rio o de desfazimento de constru\u00e7\u00e3o ou planta\u00e7\u00e3o feita em\ndetrimento de sua posse.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) na pend\u00eancia do processo\npossess\u00f3rio \u00e9 defeso, assim ao autor como ao r\u00e9u, intentar a\u00e7\u00e3o de\nreconhecimento do dom\u00ednio.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) contra as pessoas\njur\u00eddicas de direito p\u00fablico n\u00e3o ser\u00e1 deferida a reintegra\u00e7\u00e3o liminar sem\npr\u00e9via audi\u00eancia dos respectivos representantes judiciais.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) o r\u00e9u s\u00f3 pode demandar a\nprote\u00e7\u00e3o possess\u00f3ria e a indeniza\u00e7\u00e3o pelos preju\u00edzos resultantes da turba\u00e7\u00e3o ou\ndo esbulho cometido pelo autor atrav\u00e9s de reconven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nA<\/strong> est\u00e1 correta, com base no art. 567, da Lei n\u00ba 13.105\/15.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 567. \u00a0O possuidor direto ou indireto que tenha justo receio de ser molestado na posse poder\u00e1 requerer ao juiz que o segure da turba\u00e7\u00e3o ou esbulho iminente, mediante mandado proibit\u00f3rio em que se comine ao r\u00e9u determinada pena pecuni\u00e1ria caso transgrida o preceito.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nB<\/strong> est\u00e1 correta. Vejamos o art. 555, da referida Lei. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 555. \u00a0\u00c9 l\u00edcito ao autor cumular ao pedido possess\u00f3rio o de:<\/p><p>I &#8211; condena\u00e7\u00e3o em perdas e danos;<\/p><p>II &#8211; indeniza\u00e7\u00e3o dos frutos.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nC<\/strong> est\u00e1 correta, conforme prev\u00ea o art. 557, do NCPC. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 557. \u00a0Na pend\u00eancia de a\u00e7\u00e3o possess\u00f3ria \u00e9 vedado, tanto ao autor quanto ao r\u00e9u, propor a\u00e7\u00e3o de reconhecimento do dom\u00ednio, exceto se a pretens\u00e3o for deduzida em face de terceira pessoa.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nD<\/strong> est\u00e1 correta, pois \u00e9 o que disp\u00f5e o par\u00e1grafo \u00fanico, do art. 562,\ndo NCPC. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Par\u00e1grafo \u00fanico. \u00a0Contra as pessoas jur\u00eddicas de direito p\u00fablico n\u00e3o ser\u00e1 deferida a manuten\u00e7\u00e3o ou a reintegra\u00e7\u00e3o liminar sem pr\u00e9via audi\u00eancia dos respectivos representantes judiciais.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa E<\/strong> est\u00e1 incorreta e \u00e9 o\ngabarito da quest\u00e3o. De acordo com o art. 556, da referida Lei, o r\u00e9u s\u00f3 pode\ndemandar a prote\u00e7\u00e3o possess\u00f3ria e a indeniza\u00e7\u00e3o pelos preju\u00edzos resultantes da\nturba\u00e7\u00e3o ou do esbulho, cometido pelo autor, por meio de contesta\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o de\nreconven\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 556. \u00a0\u00c9 l\u00edcito ao r\u00e9u, na contesta\u00e7\u00e3o, alegando que foi o ofendido em sua posse, demandar a prote\u00e7\u00e3o possess\u00f3ria e a indeniza\u00e7\u00e3o pelos preju\u00edzos resultantes da turba\u00e7\u00e3o ou do esbulho cometido pelo autor.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3)\nANALISTA JUDICI\u00c1RIO \u2013 OFICIAL DE JUSTI\u00c7A<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>31.<\/strong> Os prazos que as partes podem, de comum acordo,\nreduzir ou prorrogar, mediante requerimento fundado em motivo leg\u00edtimo\nformulado antes do vencimento, denominam-se prazos<\/p>\n\n\n\n<p>(A) perempt\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) dilat\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) pr\u00f3prios.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) impr\u00f3prios.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) preclusivos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A\nquest\u00e3o se refere aos prazos dilat\u00f3rios. Hoje, o CPC n\u00e3o faz mais a distin\u00e7\u00e3o\nentre prazos dilat\u00f3rios e perempt\u00f3rios, tendo em vista a possibilidade de\nneg\u00f3cio jur\u00eddico processual previsto no art. 190, do CPC. Doutrina majorit\u00e1ria entende\ntodos os prazos processuais podem ser flexibilizados ou adaptados \u00e0 realidade\ndo caso concreto por neg\u00f3cio jur\u00eddico entre as partes. <\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o\nobstante, devemos assinalar <strong>alternativa B<\/strong> como correta \u00e9 gabarito da\nquest\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>32.<\/strong> Anne e Tulius s\u00e3o Oficiais de Justi\u00e7a e foram\nencarregados do cumprimento de mandados de cita\u00e7\u00e3o em dois processos. Anne \u00e9\namiga \u00edntima do r\u00e9u. Tulius \u00e9 sobrinho do autor. Nesse caso,<\/p>\n\n\n\n<p>(A) quanto \u00e0 Anne h\u00e1\nsuspei\u00e7\u00e3o e, em rela\u00e7\u00e3o a Tulius, impedimento.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) quanto a Tulius h\u00e1\nsuspei\u00e7\u00e3o e, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Anne, impedimento.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) ambos s\u00e3o suspeitos para\natuar nos respectivos processos.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) ambos est\u00e3o impedidos de\natuar nos respectivos processos.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) n\u00e3o se aplicam aos\nserventu\u00e1rios da justi\u00e7a os motivos de impedimento e suspei\u00e7\u00e3o previstos para\nos ju\u00edzes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para responder \u00e0 quest\u00e3o,\nvoc\u00ea deve lembrar que as situa\u00e7\u00f5es de impedimento e de suspei\u00e7\u00e3o se aplicam aos\nauxiliares de justi\u00e7a, T\u00falio e Anne, portanto, devem observar as regras do art.\n144 e 145, ambos do CPC, que disciplinam, respectivamente, as hip\u00f3teses de\nsuspei\u00e7\u00e3o e de impedimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Anne \u00e9 suspeita, pois amiga\n\u00edntima do r\u00e9u, por for\u00e7a do art. 145, I, do CPC.<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00falio \u00e9 impedido, pois\nparente de terceiro grau, enquadrando-se na hip\u00f3tese do art. 144, III, do CPC.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo, a <strong>alternativa\nA<\/strong> \u00e9 a correta e gabarito da quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>33 (adaptada ao CPC de\n2015).<\/strong> Tramitam em separado, perante\nju\u00edzes que t\u00eam a mesma compet\u00eancia territorial (1\u00aa Vara C\u00edvel; 2\u00aa Vara C\u00edvel; 3\u00aa\nVara C\u00edvel), tr\u00eas a\u00e7\u00f5es conexas. Na a\u00e7\u00e3o que tramita na 1\u00aa Vara j\u00e1 foi\nproferida senten\u00e7a, que se encontra em fase de registro; na a\u00e7\u00e3o em tramita\u00e7\u00e3o\nna 2\u00aa Vara C\u00edvel a distribui\u00e7\u00e3o ocorreu em 15\/1\/2019, mas n\u00e3o houve cita\u00e7\u00e3o do\nr\u00e9u; ao passo que na a\u00e7\u00e3o que tramita na 3\u00aa Vara C\u00edvel a distribui\u00e7\u00e3o se deu em\n15\/2\/2019, j\u00e1 com cita\u00e7\u00e3o do r\u00e9u para audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o e de media\u00e7\u00e3o.\nEm tal situa\u00e7\u00e3o, reconhecida a conex\u00e3o, as a\u00e7\u00f5es da <\/p>\n\n\n\n<p>(A) 1<sup>a<\/sup> , 2<sup> a<\/sup>\ne 3<sup> a<\/sup> Varas C\u00edveis devem ser reunidas na 1<sup>a<\/sup> Vara C\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) 2<sup>a<\/sup> e 3<sup>a<\/sup>\nVaras C\u00edveis devem ser reunidas na 3<sup>a<\/sup> Vara C\u00edvel e a da 1<sup>a<\/sup>\nVara C\u00edvel n\u00e3o ser\u00e1 alcan\u00e7ada pela conex\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) 2<sup>a<\/sup> e 3<sup>a<\/sup>\nVaras C\u00edveis devem ser reunidas na 2<sup>a<\/sup> Vara C\u00edvel e a da 1<sup>a<\/sup>\nVara C\u00edvel n\u00e3o ser\u00e1 alcan\u00e7ada pela conex\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) 1<sup>a<\/sup>, 2<sup>a<\/sup>\ne 3<sup>a<\/sup> Varas C\u00edveis devem ser reunidas na 2<sup>a<\/sup> Vara C\u00edvel. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) 1<sup>a<\/sup>, 2<sup>a<\/sup>\ne 3<sup>a<\/sup> Varas C\u00edveis devem ser reunidas na 3<sup>a<\/sup> Vara C\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa C<\/strong> est\u00e1\ncorreta e \u00e9 o gabarito da quest\u00e3o. De acordo com o art. 55, do CPC, reputam-se\nconexas duas ou mais a\u00e7\u00f5es quando lhes for comum o pedido ou a causa de pedir.<\/p>\n\n\n\n<p>Determinam os arts. 57 e 59,\ndo CPC, que, uma vez reconhecida a conex\u00e3o, devem as a\u00e7\u00f5es, propostas em\nseparado, ser reunidas no ju\u00edzo que registrou ou distribuiu a peti\u00e7\u00e3o inicial\nantes.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso da quest\u00e3o, apenas as\na\u00e7\u00f5es em tr\u00e2mite na 2<sup>a <\/sup>&nbsp;e na 3<sup>a\n<\/sup>&nbsp;Vara C\u00edvel devem ser reunidas,\nhaja vista que os autos que tramitam perante a 1\u00aa Vara C\u00edvel j\u00e1 foram julgado.<\/p>\n\n\n\n<p>Para decidir a reuni\u00e3o,\ndevemos avaliar quem primeiro registrou\/distribuiu a a\u00e7\u00e3o. Tendo o ju\u00edzo da 2<sup>a\n<\/sup>Vara C\u00edvel primeiro distribu\u00eddo a demanda, deve ser a ele encaminhada a\na\u00e7\u00e3o em curso na 3<sup>a <\/sup>Vara C\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>34.<\/strong> Em uma a\u00e7\u00e3o c\u00edvel, produzida a prova pericial, o r\u00e9u\nsolicitou esclarecimentos em audi\u00eancia por parte do perito e do assistente\nt\u00e9cnico do autor. Somente o autor arrolou testemunhas, tendo o r\u00e9u requerido o\ndepoimento pessoal do autor. Na audi\u00eancia de instru\u00e7\u00e3o e julgamento, as\ntestemunhas arroladas pelo autor ser\u00e3o ouvidas, obedecida a ordem legal\nprevista no C\u00f3digo de Processo Civil, ap\u00f3s <\/p>\n\n\n\n<p>(A) os esclarecimentos do\nperito antes do depoimento pessoal do autor e dos esclarecimentos do assistente\nt\u00e9cnico. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) o depoimento pessoal do\nautor e antes dos esclarecimentos do perito e do assistente t\u00e9cnico. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) o depoimento pessoal do\nautor e os esclarecimentos do perito e do assistente t\u00e9cnico. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) os esclarecimentos do\nperito e do assistente t\u00e9cnico e antes do depoimento pessoal do autor. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) os esclarecimentos do\nperito e do assistente t\u00e9cnico e o depoimento pessoal do autor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O CPC, em seu art. 361,\nprescreve a ordem de oitiva das provas orais em audi\u00eancia. De acordo com o\ndispositivo, o perito e os assistentes t\u00e9cnicos ser\u00e3o ouvidos primeiro,\nseguidos de autor e, depois, r\u00e9u. Por fim, ser\u00e3o ouvidas as testemunhas\narroladas. Vejamos o dispositivo:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 361. As provas orais ser\u00e3o produzidas em audi\u00eancia, ouvindo-se nesta ordem, preferencialmente:<\/p><p>I &#8211; o perito e os assistentes t\u00e9cnicos, que responder\u00e3o aos quesitos de esclarecimentos requeridos no prazo e na forma do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm#art477\">art. 477\u00a0<\/a>, caso n\u00e3o respondidos anteriormente por escrito;<\/p><p>II &#8211; o autor e, em seguida, o r\u00e9u, que prestar\u00e3o depoimentos pessoais;<\/p><p>III &#8211; as testemunhas arroladas pelo autor e pelo r\u00e9u, que ser\u00e3o inquiridas.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Assim, a <strong>alternativa E<\/strong> est\u00e1\ncorreta e \u00e9 o gabarito da quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>35 (adaptada ao CPC de\n2015).<\/strong> Em uma a\u00e7\u00e3o c\u00edvel, proferida a\nsenten\u00e7a, a parte vencida interp\u00f4s recurso de apela\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s contrarraz\u00f5es, o\nrecurso foi direcionado ao Tribunal. Ap\u00f3s regular distribui\u00e7\u00e3o, o relator no\nTribunal n\u00e3o admitiu o recurso, por estar a senten\u00e7a em conformidade com S\u00famula\ndo Superior Tribunal de Justi\u00e7a. Dessa decis\u00e3o <\/p>\n\n\n\n<p>(A) cabe agravo a ser\ninterposto verbalmente. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) cabe nova apela\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) cabe agravo interno. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) cabe agravo de\ninstrumento. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) n\u00e3o cabe apela\u00e7\u00e3o, nem\nagravo em qualquer de suas esp\u00e9cies.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O\nC\u00f3digo de Processo Civil de 2015 n\u00e3o prev\u00ea a s\u00famula impeditiva de recursos como\nrequisito espec\u00edfico de admissibilidade da apela\u00e7\u00e3o, at\u00e9 porque o ju\u00edzo de\nprimeiro grau n\u00e3o faz mais ju\u00edzo de admissibilidade da apela\u00e7\u00e3o, conforme art.\n1010, \u00a7 3\u00ba, do CPC.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora,\no relator \u00e9 quem decide monocraticamente pelo n\u00e3o reconhecimento do recurso\ncaso seja contr\u00e1rio \u00e0 S\u00famula do STJ. E contra decis\u00e3o de relator cabe agravo\ninterno, conforme art. 1021, do CPC. Logo a alternativa C est\u00e1 correta e \u00e9 o\ngabarito da quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>36.<\/strong> C\u00edcero \u00e9 propriet\u00e1rio de uma lavanderia e est\u00e1 sendo\nexecutado por d\u00edvida banc\u00e1ria em execu\u00e7\u00e3o por quantia certa contra devedor\nsolvente. Dentre os bens que possui, o Oficial de Justi\u00e7a encontrou m\u00e1quinas\ninstaladas na lavanderia; dep\u00f3sito em caderneta de poupan\u00e7a no valor de\nquarenta sal\u00e1rios m\u00ednimos; seguro de vida; joias, como pertences de uso\npessoal; livros, ferramentas e utens\u00edlios \u00fateis ao exerc\u00edcio da atividade\nprofissional. Nesse caso, o Oficial de Justi\u00e7a, dever\u00e1 <\/p>\n\n\n\n<p>(A) penhorar as joias,\napenas. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) penhorar as joias e o\ndep\u00f3sito em caderneta de poupan\u00e7a, apenas. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) penhorar as joias e as\nm\u00e1quinas instaladas na lavanderia, apenas. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) penhorar os livros e as\nferramentas, apenas. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) devolver o mandado,\ncertificando n\u00e3o ter encontrado bens pass\u00edveis de penhora.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A\nquest\u00e3o exige o conhecimento do art. 833, do CPC\/15. Vejamos cada uma das\nalternativas:<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nA<\/strong> est\u00e1 correta e \u00e9 o gabarito da quest\u00e3o. De fato, as joias\nencontradas pelo oficial de justi\u00e7a s\u00e3o pass\u00edveis de penhora, pois ainda que\nsejam consideradas bens de uso pessoal do executado, possuem elevado valor.\nVejamos o que disp\u00f5e o art. 833, III:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 833. S\u00e3o impenhor\u00e1veis:<\/p><p>III &#8211; os vestu\u00e1rios, bem como os pertences de uso pessoal do executado, salvo se de elevado valor;<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa B<\/strong> est\u00e1\nincorreta. De acordo com o art. 833, X, o dep\u00f3sito efetuado em caderneta de\npoupan\u00e7a \u00e9 considerado impenhor\u00e1vel at\u00e9 o limite de quarenta sal\u00e1rios m\u00ednimos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>X &#8211; a quantia depositada em caderneta de poupan\u00e7a, at\u00e9 o limite de 40 (quarenta) sal\u00e1rios-m\u00ednimos;<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa C<\/strong> est\u00e1\nincorreta. As m\u00e1quinas instaladas na lavanderia do executado correspondem a\nbens necess\u00e1rios ou \u00fateis ao exerc\u00edcio de sua profiss\u00e3o, os quais s\u00e3o\nconsiderados impenhor\u00e1veis, conforme disp\u00f5e o art. 833, V:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>V &#8211; os livros, as m\u00e1quinas, as ferramentas, os utens\u00edlios, os instrumentos ou outros bens m\u00f3veis necess\u00e1rios ou \u00fateis ao exerc\u00edcio da profiss\u00e3o do executado;<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa D<\/strong> est\u00e1\nincorreta. Os livros e ferramentas s\u00e3o considerados bens impenhor\u00e1veis, nos\ntermos do dispositivo acima mencionado.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa E<\/strong> est\u00e1\nincorreta. Dentre os bens listados na quest\u00e3o, encontram-se, sim, alguns\npass\u00edveis de penhora, como as joias.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>37.<\/strong> Na execu\u00e7\u00e3o fiscal, os embargos do devedor<\/p>\n\n\n\n<p>(A) n\u00e3o podem versar sobre a legalidade\nda cobran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) devem ser opostos no\nprazo de 15 dias contados da cita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) dependem de pr\u00e9via\ngarantia do ju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) s\u00f3 podem ser opostos se\nhouver dep\u00f3sito do valor da d\u00edvida.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) n\u00e3o podem versar sobre\ntema j\u00e1 rejeitado na fase administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa A<\/strong> est\u00e1 incorreta. Na execu\u00e7\u00e3o fiscal, os embargos do devedor podem\nversar sobre a legalidade da cobran\u00e7a. <\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa B<\/strong> est\u00e1 incorreta. De acordo com o art. 16, da Lei n\u00ba 6.830\/80, os embargos do devedor devem ser opostos no prazo de\n30 dias, contados do dep\u00f3sito, da juntada da prova da fian\u00e7a banc\u00e1ria ou do\nseguro garantia, ou da intima\u00e7\u00e3o da penhora. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 16 &#8211; O executado oferecer\u00e1 embargos, no prazo de 30 (trinta) dias, contados:<\/p><p>I &#8211; do dep\u00f3sito;<\/p><p>II &#8211; da juntada da prova da fian\u00e7a banc\u00e1ria ou do seguro garantia; <\/p><p>III &#8211; da intima\u00e7\u00e3o da penhora.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa\nC<\/strong> est\u00e1 correta e \u00e9 o gabarito da quest\u00e3o, conforme prev\u00ea o \u00a71\u00ba, do\nart. 16, da referida Lei: <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u00a7 1\u00ba &#8211; N\u00e3o s\u00e3o admiss\u00edveis embargos do executado antes de garantida a execu\u00e7\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa D<\/strong> est\u00e1 incorreta. O que a lei exige \u00e9 que a execu\u00e7\u00e3o seja garantida\ne n\u00e3o necessariamente que seja depositado judicialmente o valor da d\u00edvida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa E<\/strong> est\u00e1 incorreta. Na execu\u00e7\u00e3o fiscal, os embargos do devedor podem\nversar sobre tema j\u00e1 rejeitado na fase administrativa. <\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>38.<\/strong> A respeito do Juizado Especial Federal C\u00edvel, \u00e9\nINCORRETO afirmar que<\/p>\n\n\n\n<p>(A) n\u00e3o podem ser parte, como\nautoras, as pessoas jur\u00eddicas de Direito P\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) haver\u00e1 reexame necess\u00e1rio\nda senten\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) admitir-se-\u00e1 o\nlitiscons\u00f3rcio.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) ser\u00e1 poss\u00edvel a\nformula\u00e7\u00e3o de pedido oral.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) ser\u00e1 admitida a\nformula\u00e7\u00e3o de pedidos alternativos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa A<\/strong> est\u00e1\ncorreta, conforme o disposto no art. 6\u00ba, I, da Lei n\u00ba 10.259\/01:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 6\u00ba\u00a0Podem ser partes no Juizado Especial Federal C\u00edvel:<\/p><p>I \u2013 como autores, as pessoas f\u00edsicas e as microempresas e empresas de pequeno porte, assim definidas na\u00a0<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/L9317.htm\">Lei no\u00a09.317, de 5 de dezembro de 1996;<\/a><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa B<\/strong> est\u00e1\nincorreta e \u00e9 o gabarito da quest\u00e3o. O art. 13, da Lei do Juizado Especial Federal C\u00edvel, estabelece que nas\ncausas de que trata essa Lei, n\u00e3o haver\u00e1 reexame necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa C<\/strong> est\u00e1 correta, com base no art. 10, da Lei n\u00ba 9.099\/95.\nComo sabemos, a Lei 9.099\/95 se aplica de maneira subsidi\u00e1ria aos Juizados\nEspeciais Federais. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 10. N\u00e3o se admitir\u00e1, no processo, qualquer forma de interven\u00e7\u00e3o de terceiro nem de assist\u00eancia. Admitir-se-\u00e1 o litiscons\u00f3rcio.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa D <\/strong>est\u00e1\ncorreta, nos termos do art. 14, da Lei n\u00ba 9.099\/95:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 14. O processo instaurar-se-\u00e1 com a apresenta\u00e7\u00e3o do pedido, escrito ou oral, \u00e0 Secretaria do Juizado.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A <strong>alternativa E<\/strong> est\u00e1 correta. Vejamos o que disp\u00f5e o par\u00e1grafo \u00fanico,\ndo art. 318 e o caput do art. 325, ambos do CPC\/15:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Art. 318. Aplica-se a todas as causas o procedimento comum, salvo disposi\u00e7\u00e3o em contr\u00e1rio deste C\u00f3digo ou de lei.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>Par\u00e1grafo \u00fanico. O procedimento comum aplica-se subsidiariamente aos demais procedimentos especiais e ao processo de execu\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Art. 325. O pedido ser\u00e1 alternativo quando, pela natureza da obriga\u00e7\u00e3o, o devedor puder cumprir a presta\u00e7\u00e3o de mais de um modo.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>&#8212; <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9\nisso!<\/p>\n\n\n\n<p>Finalizamos\nos coment\u00e1rios das provas aplicadas em 2014!<\/p>\n\n\n\n<p>Qualquer\nd\u00favida fico \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o no Instagram ou por e-mail.<\/p>\n\n\n\n<p>Bons\nestudos,<\/p>\n\n\n\n<p>Prof.\nRicardo Torques<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/proftorques\/\">https:\/\/www.instagram.com\/proftorques\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"mailto:rst.estrategia@gmail.com\">rst.estrategia@gmail.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1 pessoal, tudo certo? O Estrat\u00e9gia Concurso est\u00e1 focado neste concurso. Excelente oportunidade desenhada para voc\u00ea. Estamos exatamente a 60 dias da prova, logo, \u00e9 tempo de estudar de forma focada. 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