{"id":376286,"date":"2019-05-22T10:00:26","date_gmt":"2019-05-22T13:00:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=376286"},"modified":"2020-12-16T11:31:58","modified_gmt":"2020-12-16T14:31:58","slug":"iss-manaus-portugues-prova-comentada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/iss-manaus-portugues-prova-comentada\/","title":{"rendered":"ISS MANAUS (PORTUGU\u00caS) &#8211; PROVA COMENTADA"},"content":{"rendered":"\n<p>Ol\u00e1, pessoal! Tudo beleza?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segue o coment\u00e1rio da prova do ISS MANAUS, uma prova extremamente pesada que serve de refer\u00eancia a quem almeja os concursos mais puxados da FCC, especialmente o SEFAZ BA, prova iminente!<\/p>\n\n\n\n<p>Aproveitem a corre\u00e7\u00e3o!&nbsp;<br \/>Grande abra\u00e7o. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"836\" height=\"144\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22013840\/redes-sociais-felipe-luccas9.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-376290\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22013840\/redes-sociais-felipe-luccas9.jpg 836w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22013840\/redes-sociais-felipe-luccas9.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22013840\/redes-sociais-felipe-luccas9.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22013840\/redes-sociais-felipe-luccas9.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 836px) 100vw, 836px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Aten\u00e7\u00e3o: Considere o texto abaixo para responder \u00e0s quest\u00f5es de n\u00fameros 1 a 9.<br \/><\/p>\n\n\n\n<p><em>O brasileiro gosta de pensar que o Brasil \u00e9 uma na\u00e7\u00e3o acolhedora, que recebe imigrantes de bra\u00e7os abertos. Em termos de dados hist\u00f3ricos e estat\u00edsticos, n\u00e3o \u00e9 bem assim. Apesar da imigra\u00e7\u00e3o maci\u00e7a promovida por sucessivos governos durante o Imp\u00e9rio e o primeiro per\u00edodo republicano, sempre houve debates sobre o tipo de imigrante que seria mais desej\u00e1vel, passando pela rejei\u00e7\u00e3o expl\u00edcita a determinados grupos. Na d\u00e9cada de 1860, a quest\u00e3o da imigra\u00e7\u00e3o de chineses atingiu propor\u00e7\u00f5es de grande controv\u00e9rsia e chegou a ser debatida no parlamento. O consenso era de que devia ser impedida para evitar o suposto risco de degenera\u00e7\u00e3o racial. Pelo mesmo motivo, a pseudoci\u00eancia da \u00e9poca desaconselhava a entrada de mais africanos, para al\u00e9m dos milh\u00f5es que j\u00e1 haviam ingressado escravizados no pa\u00eds. Em 1890, j\u00e1 sob a Rep\u00fablica, a entrada de asi\u00e1ticos foi efetivamente barrada por decreto. [&#8230;] <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O imigrante ideal, para as autoridades brasileiras daquele tempo, era branco e cat\u00f3lico. De prefer\u00eancia, com experi\u00eancia em agricultura e disposto a se fixar nas zonas rurais. Bra\u00e7os para a lavoura, era o que se dizia, e uma inje\u00e7\u00e3o de material gen\u00e9tico selecionado com o intuito de \u201cmelhorar a ra\u00e7a\u201d. [&#8230;]. A prefer\u00eancia por imigrantes cat\u00f3licos seguia a premissa de que seriam de assimila\u00e7\u00e3o f\u00e1cil e n\u00e3o amea\u00e7ariam a composi\u00e7\u00e3o cultural da jovem na\u00e7\u00e3o. Aqueles no poder queriam que o brasileiro continuasse do jeitinho que era, s\u00f3 que mais branco. Seguindo as premissas eug\u00eanicas ent\u00e3o em voga, acreditava-se que o sangue europeu, tido como mais forte, venceria o sangue africano e amer\u00edndio, eliminando-os paulatinamente. Essa pol\u00edtica de branqueamento j\u00e1 foi documentada, ad nauseam, por nossa historiografia. Ela \u00e9 o pano de fundo ideol\u00f3gico para o crescimento da cidade de S\u00e3o Paulo, onde a porcentagem de italianos ficou acima de 30% entre as d\u00e9cadas de 1890 e 1910, per\u00edodo em que a popula\u00e7\u00e3o aumentou quase dez vezes.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Os doutores daquela \u00e9poca n\u00e3o conseguiram o que almejavam, por tr\u00eas motivos. O primeiro, concreto, \u00e9 que as doutrinas cient\u00edficas em que acreditavam eram falsas. N\u00e3o existe ra\u00e7a pura, em termos biol\u00f3gicos, muito menos a superioridade de uma sobre outra. O segundo, circunstancial, \u00e9 que a fonte de imigrantes na Europa foi secando antes que a demanda por trabalhadores no Brasil se esgotasse. Quando o navio Kasato Maru atracou no porto de Santos em junho de 1908, com 165 fam\u00edlias japonesas a bordo, era o reconhecimento impl\u00edcito de que os interesses econ\u00f4micos iriam prevalecer sobre a ideologia eugenista. A imigra\u00e7\u00e3o em massa de japoneses para o Brasil, ao longo do s\u00e9culo 20, n\u00e3o somente descarrilou o projeto de branqueamento como tamb\u00e9m quebrou o paradigma de que n\u00e3o cat\u00f3licos eram inassimil\u00e1veis. Os japoneses ficaram e se fixaram. Seus descendentes tornaram-se brasileiros, a despeito de muito preconceito e at\u00e9 persegui\u00e7\u00e3o. Conseguiram essa proeza, de in\u00edcio, porque se mantiveram isolados no interior do pa\u00eds. Longe da vista, como fizeram meus av\u00f3s e bisav\u00f3s.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O terceiro motivo do fracasso do modelo de assimilabilidade cat\u00f3lica \u00e9 conceitual. Seus defensores partiam de um pressuposto falso: o de que a popula\u00e7\u00e3o brasileira era homog\u00eanea em termos de religi\u00e3o. [&#8230;] o mito do bom imigrante cat\u00f3lico ignorava estrategicamente a presen\u00e7a de judeus, mu\u00e7ulmanos e protestantes no Brasil. Os tr\u00eas grupos estiveram presentes desde a \u00e9poca colonial e, cada um a seu modo, contribu\u00edram para a forma\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>(CARDOSO, Rafael. O Brasil \u00e9 dos brasileiros. Revista Serrote, no 27, pp. 45 e 47, 2018)<br \/><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. (FCC \/ PREF. MANAUS \/ AUDITOR FISCAL \/ 2019) <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Rafael Cardoso, quando menciona<\/p>\n\n\n\n<p>(A) (par\u00e1grafo 4) <em>um pressuposto falso<\/em>, demonstra entender que mesmo os cat\u00f3licos, quando em situa\u00e7\u00e3o de imigrantes na referida \u00e9poca, no Brasil, eram capazes de, estrategicamente, ignorar a presen\u00e7a de outras religi\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) (par\u00e1grafo 1) <em>os milh\u00f5es<\/em> [de africanos] <em>que j\u00e1 haviam ingressado escravizados no pa\u00eds<\/em>, critica, de modo subliminar, a pol\u00edtica oficial de imigra\u00e7\u00e3o, na \u00e9poca citada, por ter ela privilegiado consensualmente a entrada de africanos.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) (par\u00e1grafo 1) <em>j\u00e1 sob a Rep\u00fablica<\/em>, manifesta acreditar que a nova forma de governo contribuiu para maior efetividade das pol\u00edticas p\u00fablicas sobre o controle de imigra\u00e7\u00e3o, tendo em vista a possibilidade de debates mais democr\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) (par\u00e1grafo 2) <em>o crescimento da cidade de S\u00e3o Paulo<\/em>, apresenta o \u00fanico argumento a favor das imigra\u00e7\u00f5es ocorridas no per\u00edodo citado, no caso, imigra\u00e7\u00e3o de italianos, entendendo que ela vinha embasada em consistente ideologia.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) (par\u00e1grafos 3 e 4) os <em>tr\u00eas motivos<\/em>, os disp\u00f5e em categorias e tece considera\u00e7\u00f5es com que justifica a terminologia adotada e fundamenta seu ponto de vista sobre o fracasso do ideal das autoridades brasileiras acerca do tipo de imigrante desej\u00e1vel no per\u00edodo citado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O autor divide a causa em tr\u00eas componentes, categorizados como \u201cconcreto\u201d, \u201ccircunstancial\u201d e \u201cconceitual\u201d. Depois explica o motivo de ter usado cada categoria: <\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro \u00e9 concreto porque as doutrinas eugenistas estavam equivocadas, n\u00e3o h\u00e1 concretamente uma ra\u00e7a pura. <\/p>\n\n\n\n<p>O segundo \u00e9 circunstancial porque houve uma discrep\u00e2ncia entre oferta de imigrantes e demanda de trabalhadores, algo ligado \u00e0quele momento espec\u00edfico, \u00e0quela circunst\u00e2ncia hist\u00f3rica. <\/p>\n\n\n\n<p>O terceiro \u00e9 conceitual porque parte de um conceito que fundamentava o mito do bom cat\u00f3lico era falso: havia outras religi\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra E.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. Quem ignorava n\u00e3o eram os imigrantes, mas sim os defensores do \u201c<em>modelo de assimilabilidade cat\u00f3lica\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. A escravatura n\u00e3o foi um regime oficial de imigra\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m nunca foi consenso privilegiar africanos. A pol\u00edtica oficial era privilegiar europeus cat\u00f3licos. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. Apenas registra que naquele momento o governo j\u00e1 tinha mudado, n\u00e3o disse de forma alguma que esse governo era mais eficiente em controlar a imigra\u00e7\u00e3o.<br \/><\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. N\u00e3o \u00e9 o \u00fanico argumento favor\u00e1vel nem se restringe aos italianos: <\/p>\n\n\n\n<p><em>judeus, mu\u00e7ulmanos e protestantes no Brasil. Os tr\u00eas grupos estiveram presentes desde a \u00e9poca colonial e, cada um a seu modo, contribu\u00edram para a forma\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/em><br \/><\/p>\n\n\n\n<p><strong> 2. (FCC \/ PREF. MANAUS \/ AUDITOR FISCAL \/ 2019)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O desenvolvimento do texto evidencia que o autor tem como prioridade:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) salientar que os movimentos migrat\u00f3rios no Brasil, nos per\u00edodos citados, estiveram associados a espec\u00edficas condi\u00e7\u00f5es do imigrante, subordinadas \u00e0s convic\u00e7\u00f5es das autoridades em exerc\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) contrapor dados hist\u00f3ricos e estat\u00edsticos a decis\u00f5es autocr\u00e1ticas de governos brasileiros do Imp\u00e9rio e do primeiro per\u00edodo republicano acerca do acolhimento de m\u00e3o de obra estrangeira.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) sinalizar que a imigra\u00e7\u00e3o maci\u00e7a estimulada durante o Imp\u00e9rio e o primeiro per\u00edodo republicano no Brasil n\u00e3o recebeu apoio do povo, este que, contrariamente ao que proclama, n\u00e3o \u00e9 hospitaleiro quando se trata de imigrantes.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) atribuir a conceitos cient\u00edficos mal compreendidos tanto o preconceito e a persegui\u00e7\u00e3o a estrangeiros, quanto o fracasso da pol\u00edtica de Estado ao n\u00e3o reconhecer, durante s\u00e9culos, a diversidade religiosa no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) criticar a xenofobia que, tida como caracter\u00edstica encoberta do homem brasileiro, produz rejei\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria de imigrantes que muito poderiam contribuir para os interesses econ\u00f4micos do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A letra A resume o cerne do texto. As autoridades em exerc\u00edcio \u00e9 que compartilhavam as convic\u00e7\u00f5es, que se mostraram equivocadas, de que existiria uma ra\u00e7a pura, que o sangue europeu era melhor, que a religi\u00e3o cat\u00f3lica era mais conveniente etc&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>B) Incorreto. As informa\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas e estat\u00edsticas n\u00e3o se contrap\u00f5em \u00e0s decis\u00f5es dos governantes, mas sim as confirmam. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. O texto n\u00e3o foca na aprova\u00e7\u00e3o popular dos movimentos migrat\u00f3rios, mas sim da vis\u00e3o das autoridades e intelectuais.<\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. Alternativa perigosa: de fato alguns conceitos cient\u00edficos equivocados, como a da ra\u00e7a pura, contribu\u00edram para o preconceito. Contudo, a diversidade religiosa \u00e9 um outro fator, n\u00e3o relacionado \u00e0 quest\u00e3o cient\u00edfica. Negar a diversidade religiosa n\u00e3o foi um efeito dos conceitos cient\u00edficos como a alternativa fez parecer. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. Embora o autor prove que o governo brasileiro n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o acolhedor de imigrantes como sugere uma consci\u00eancia coletiva, o autor n\u00e3o diz expressamente, muito menos toma como prioridade do texto, que o brasileiro como um todo \u00e9 xen\u00f3fobo e que isso \u00e9 uma caracter\u00edstica encoberta. Al\u00e9m disso, n\u00e3o h\u00e1 nada de \u201cpreconceito aleat\u00f3rio\u201d. Os preconceitos citados eram fundados em certas convic\u00e7\u00f5es, n\u00e3o eram aleat\u00f3rios. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"836\" height=\"144\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22013945\/redes-sociais-felipe-luccas10.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-376291\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22013945\/redes-sociais-felipe-luccas10.jpg 836w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22013945\/redes-sociais-felipe-luccas10.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22013945\/redes-sociais-felipe-luccas10.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22013945\/redes-sociais-felipe-luccas10.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 836px) 100vw, 836px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>3. (FCC \/ PREF. MANAUS \/ AUDITOR FISCAL \/ 2019) <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e1 correto o seguinte coment\u00e1rio:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) Se, em lugar de <em>O primeiro, concreto, \u00e9 que as doutrinas cient\u00edficas em que acreditavam eram falsas<\/em>, houvesse \u201cO primeiro, concreto, \u00e9 que eles consideravam cr\u00edvel as doutrinas cient\u00edficas cujos fundamentos eram falsos\u201d, a corre\u00e7\u00e3o da frase, segundo a norma-padr\u00e3o da l\u00edngua, seria preservada.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) No contexto em que est\u00e3o empregadas, as aspas em \u201cmelhorar a ra\u00e7a\u201d indicam que o autor est\u00e1 citando express\u00e3o difundida por outros, e n\u00e3o que deseje marcar o segmento com particular tom expressivo.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Na frase <em>Em termos de dados hist\u00f3ricos e estat\u00edsticos<\/em>, <em>n\u00e3o \u00e9 bem assim<\/em>, o primeiro segmento expressa uma ideia de restri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) Na frase <em>Em termos de dados hist\u00f3ricos e estat\u00edsticos, n\u00e3o \u00e9 bem <\/em><em>assim<\/em>, a palavra destacada tem a mesma fun\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica da sublinhada em \u201cVou para o mesmo lado que voc\u00ea, assim, podemos ir juntos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) Em <em>O brasileiro gosta de pensar <\/em><em>que<\/em><em> o Brasil \u00e9 uma na\u00e7\u00e3o acolhedora, <\/em><em>que<\/em><em> recebe imigrantes de bra\u00e7os abertos<\/em>, ambas as palavras destacadas s\u00e3o conjun\u00e7\u00f5es, pois o contexto elimina a possibilidade de a segunda palavra ser pronome relativo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>a) Incorreto. Haveria desrespeito \u00e0 concord\u00e2ncia: consideravam cr\u00edveis&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>b) Incorreto. As aspas d\u00e3o sim destaque expressivo \u00e0 express\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>c) Correto. Temos uma express\u00e3o adverbial restritiva, particularizante, como se fosse: historicamente e estatisticamente, do ponto de vista restrito da hist\u00f3ria e da estat\u00edstica, considerando estritamente essas esferas e excluindo as outras.<\/p>\n\n\n\n<p>d) Incorreto. O primeiro \u201cassim\u201d \u00e9 adv\u00e9rbio de modo; o segundo \u00e9 conectivo conclusivo, equivalente a \u201cportanto\u201d: <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cVou para o mesmo lado que voc\u00ea, portanto, podemos ir juntos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>e) Incorreto. O contexto n\u00e3o elimina a possibilidade, podemos encarar como conjun\u00e7\u00e3o integrante: <\/p>\n\n\n\n<p>O brasileiro gosta de pensar [que recebe imigrantes de bra\u00e7os abertos]<\/p>\n\n\n\n<p>O brasileiro gosta de pensar [ISTO]<\/p>\n\n\n\n<p>Ou como pronome relativo, retomando \u201cuma na\u00e7\u00e3o acolhedora\u201d: <\/p>\n\n\n\n<p>uma na\u00e7\u00e3o acolhedora, que recebe imigrantes de bra\u00e7os abertos<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4<\/strong>. <strong>(FCC \/ PREF. MANAUS \/ AUDITOR FISCAL \/ 2019) <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A frase em que o emprego de uma espec\u00edfica palavra indica que o autor do texto desconfia da veracidade de uma ideia tomada por verdadeira por outros \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) <em>Conseguiram essa proeza de in\u00edcio, porque se mantiveram isolados no interior do pa\u00eds<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) <em>Na d\u00e9cada de 1860, a quest\u00e3o da imigra\u00e7\u00e3o de chineses atingiu propor\u00e7\u00f5es de grande controv\u00e9rsia e chegou a ser debatida no parlamento<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) <em>O consenso era de que devia ser impedida para evitar o suposto risco de degenera\u00e7\u00e3o racial<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) <em>Em 1890, j\u00e1 sob a Rep\u00fablica, a entrada de asi\u00e1ticos foi efetivamente barrada por decreto<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) <em>Essa pol\u00edtica de branqueamento j\u00e1 foi documentada, ad nauseam, por nossa historiografia<\/em>. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quest\u00e3o de \u201cpressuposto\u201d, de leitura de informa\u00e7\u00e3o impl\u00edcita, num exemplo que at\u00e9 foi mencionado em nossa teoria. Quando o autor diz: \u201csuposto risco de degenera\u00e7\u00e3o\u201d, quer dizer que outros achavam que existia tal risco, mas ele n\u00e3o, achava que era mera suposi\u00e7\u00e3o, da\u00ed o uso de \u201csuposto risco\u201d. Sem conhecer essa teoria, seria imposs\u00edvel acertar a quest\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5.<\/strong> <strong>(FCC \/ PREF. MANAUS \/ AUDITOR FISCAL \/ 2019) <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Segmentos do texto receberam reda\u00e7\u00e3o alternativa. A que \u2212 estando clara e correta, segundo a norma-padr\u00e3o da l\u00edngua \u2013 n\u00e3o prejudica o sentido original \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) <em>Seus descendentes tornaram-se brasileiros, a despeito de muito preconceito e at\u00e9 persegui\u00e7\u00e3o<\/em>. \/ Seus descendentes converteram-se em brasileiros, despertando muito preconceito, inclu\u00eddo at\u00e9 a persegui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) <em>Apesar da imigra\u00e7\u00e3o maci\u00e7a [&#8230;], sempre houve debates sobre o tipo de imigrante que seria mais desej\u00e1vel<\/em>&#8230; \/ Ainda que tenha havido imigra\u00e7\u00e3o maci\u00e7a [&#8230;], sempre ocorreram debates sobre que tra\u00e7os fundamentais deveria um imigrante exibir para que fosse considerado o tipo mais desej\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) <em>Bra\u00e7os para a lavoura, era o que se dizia, e uma inje\u00e7\u00e3o de material gen\u00e9tico selecionado com o intuito de \u201cmelhorar a ra\u00e7a\u201d<\/em>. Se dizia que era \u201cBra\u00e7os para a lavoura\u201d e uma inje\u00e7\u00e3o de material gen\u00e9tico selecionado com a intens\u00e3o de \u201cmelhorar a ra\u00e7a\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) <em>Seguindo as premissas eug\u00eanicas ent\u00e3o em voga, acreditava-se que o sangue europeu, tido como mais forte, venceria o sangue africano e amer\u00edndio, eliminando-os paulatinamente<\/em>. Em concord\u00e2ncia com as teorias eug\u00eanicas ent\u00e3o em vigor, havia a cren\u00e7a que o sangue europeu, comprovadamente mais forte, chegaria a vencer o sangue africano e amer\u00edndio, eliminados que seriam fatalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) <em>O segundo, circunstancial, \u00e9 que a fonte de imigrantes na Europa foi secando antes que a demanda por trabalhadores no Brasil se esgotasse<\/em>. O segundo foi fruto de uma circunst\u00e2ncia: o Brasil teve necessidade de trabalhadores e a Europa secara a fonte de imigrantes. <strong><em>&nbsp;<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nesse tipo de quest\u00e3o, devemos procurar ou um erro gramatical crasso, ou uma mudan\u00e7a brusca de sentido, a\u00ed eliminamos a alternativa e seguimos: <\/p>\n\n\n\n<p>(A) Seus descendentes tornaram-se brasileiros, a despeito de muito preconceito e at\u00e9 persegui\u00e7\u00e3o. \/ Seus descendentes converteram-se em brasileiros, despertando muito preconceito, inclu\u00eddo at\u00e9 a persegui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201ca despeito de\u201d tem sentido de concess\u00e3o, sem qualquer rela\u00e7\u00e3o com \u201cdespertar\u201d; pronto, vamos para a pr\u00f3xima. <\/p>\n\n\n\n<p>(B) Apesar da imigra\u00e7\u00e3o maci\u00e7a [&#8230;], sempre houve debates sobre o tipo de imigrante que seria mais desej\u00e1vel&#8230; \/ Ainda que tenha havido imigra\u00e7\u00e3o maci\u00e7a [&#8230;], sempre ocorreram debates sobre que tra\u00e7os fundamentais deveria um imigrante exibir para que fosse considerado o tipo mais desej\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse \u00e9 nosso gabarito. \u201cApesar da\u201d e \u201cAinda que\u201d s\u00e3o conectivos concessivos e podem ser substitu\u00eddos, levando em conta a adapta\u00e7\u00e3o no verbo, que foi feita corretamente na alternativa. \u201cHouve\u201d e \u201cocorreram\u201d s\u00e3o sin\u00f4nimos, apenas a concord\u00e2ncia foi ajustada, porque \u201cHaver\u201d \u00e9 impessoal e \u201cOcorrer\u201d n\u00e3o \u00e9&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Bra\u00e7os para a lavoura, era o que se dizia, e uma inje\u00e7\u00e3o de material gen\u00e9tico selecionado com o intuito de \u201cmelhorar a ra\u00e7a\u201d. Se dizia que era \u201cBra\u00e7os para a lavoura\u201d e uma inje\u00e7\u00e3o de material gen\u00e9tico selecionado com a intens\u00e3o de \u201cmelhorar a ra\u00e7a\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A grafia correta \u00e9 \u201cinten\u00e7\u00e3o\u201d, bastava isso para eliminar o item. <\/p>\n\n\n\n<p>(D) Seguindo as premissas eug\u00eanicas ent\u00e3o em voga, acreditava-se que o sangue europeu, tido como mais forte, venceria o sangue africano e amer\u00edndio, eliminando-os paulatinamente. Em concord\u00e2ncia com as teorias eug\u00eanicas ent\u00e3o em vigor, havia a cren\u00e7a que o sangue europeu, comprovadamente mais forte, chegaria a vencer o sangue africano e amer\u00edndio, eliminados que seriam fatalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 v\u00e1rios problemas: \u201ctido como mais forte\u201d d\u00e1 ideia de uma opini\u00e3o\u2014 considerado mais forte; j\u00e1 \u201ccomprovadamente mais forte\u201d traz o fato como verdade absoluta. Al\u00e9m disso, faltou a preposi\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria na ora\u00e7\u00e3o completiva nominal: \u201ccren\u00e7a DE que o sangue europeu&#8230;\u201d; por fim, \u201cpaulatinamente\u201d \u00e9 gradativamente, n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de \u201cfatalmente\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) O segundo, circunstancial, \u00e9 que a fonte de imigrantes na Europa foi secando antes que a demanda por trabalhadores no Brasil se esgotasse. O segundo foi fruto de uma circunst\u00e2ncia: o Brasil teve necessidade de trabalhadores e a Europa secara a fonte de imigrantes. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cfoi secando\u201d \u00e9 diferente de \u201csecara\u201d; o primeiro traz ideia progressiva; o segundo, ideia de fato j\u00e1 conclu\u00eddo num passado anterior a outro. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"836\" height=\"144\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014036\/redes-sociais-felipe-luccas11.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-376292\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014036\/redes-sociais-felipe-luccas11.jpg 836w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014036\/redes-sociais-felipe-luccas11.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014036\/redes-sociais-felipe-luccas11.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014036\/redes-sociais-felipe-luccas11.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 836px) 100vw, 836px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>6<\/strong>. <strong>(FCC \/ PREF. MANAUS \/ AUDITOR FISCAL \/ 2019) <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Afirma-se com corre\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) (par\u00e1grafo 3) Nas ora\u00e7\u00f5es <em>Conseguiram essa proeza, de in\u00edcio, porque <\/em><em>se<\/em><em> mantiveram isolados no interior do pa\u00eds. <\/em><em>Longe da vista<\/em><em>, como fizeram meus av\u00f3s e bisav\u00f3s<\/em>, o pronome destacado tem valor reflexivo e ao segmento sublinhado \u00e9 poss\u00edvel atribuir-se o valor causal.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) (par\u00e1grafo 1) A frase <em>Pelo mesmo motivo, a pseudoci\u00eancia da \u00e9poca desaconselhava a entrada de mais africanos, para al\u00e9m dos milh\u00f5es que j\u00e1 haviam ingressado escravizados no pa\u00eds<\/em> exemplifica enunciado em que as formas verbais denotam que as a\u00e7\u00f5es ocorrem em simultaneidade.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) (par\u00e1grafo 2) \u00c0 ora\u00e7\u00e3o inicial do per\u00edodo <em>Seguindo as premissas eug\u00eanicas ent\u00e3o em voga, acreditava-se que o sangue europeu, tido como mais forte, venceria o sangue africano e amer\u00edndio, eliminando-os paulatinamente<\/em>, deve ser atribu\u00eddo o sentido temporal, sem outra possibilidade de valor.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) (par\u00e1grafo 2) Em <em>Seguindo as premissas eug\u00eanicas ent\u00e3o em voga, acreditava-se que o sangue europeu, tido como mais forte, venceria o sangue africano e amer\u00edndio, <\/em><em>eliminando<\/em><em>-os paulatinamente<\/em>, a forma grifada \u00e9 semanticamente equivalente a \u201cpara eliminar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) (par\u00e1grafo 2) A transposi\u00e7\u00e3o da frase <em>Essa pol\u00edtica de branqueamento j\u00e1 foi documentada, ad nauseam, por nossa historiografia<\/em> para a voz ativa gerar\u00e1 a forma \u201ctinha documentado\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMantiveram-se\u201d= mantiveram a si mesmos&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Em \u201cLonge da vista\u201d, pode-se subentender valor causal: Porque ficaram longe, porque se esconderam&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) (par\u00e1grafo 1) A frase <em>Pelo mesmo motivo, a pseudoci\u00eancia da \u00e9poca desaconselhava a entrada de mais africanos, para al\u00e9m dos milh\u00f5es que j\u00e1 haviam ingressado escravizados no pa\u00eds<\/em> exemplifica enunciado em que as formas verbais denotam que as a\u00e7\u00f5es ocorrem em simultaneidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Incorreto. A locu\u00e7\u00e3o \u201chaviam ingressado\u201d est\u00e1 no pret\u00e9rito mais-que-perfeito e indica uma a\u00e7\u00e3o passada anterior a outra tamb\u00e9m passada, n\u00e3o h\u00e1 simultaneidade. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) (par\u00e1grafo 2) \u00c0 ora\u00e7\u00e3o inicial do per\u00edodo <em>Seguindo as premissas eug\u00eanicas ent\u00e3o em voga, acreditava-se que o sangue europeu, tido como mais forte, venceria o sangue africano e amer\u00edndio, eliminando-os paulatinamente<\/em>, deve ser atribu\u00eddo o sentido temporal, sem outra possibilidade de valor.<\/p>\n\n\n\n<p>Incorreto. \u00c9 poss\u00edvel, por exemplo, atribuir valor de causa: Porque seguiam-se&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>(D) (par\u00e1grafo 2) Em <em>Seguindo as premissas eug\u00eanicas ent\u00e3o em voga, acreditava-se que o sangue europeu, tido como mais forte, venceria o sangue africano e amer\u00edndio, <\/em><em>eliminando<\/em><em>-os paulatinamente<\/em>, a forma grifada \u00e9 semanticamente equivalente a \u201cpara eliminar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Incorreto. A forma \u201cpara eliminar\u201d indica finalidade, o sentido original \u00e9 de consequ\u00eancia. <\/p>\n\n\n\n<p>(E) (par\u00e1grafo 2) A transposi\u00e7\u00e3o da frase <em>Essa pol\u00edtica de branqueamento j\u00e1 foi documentada, ad nauseam, por nossa historiografia<\/em> para a voz ativa gerar\u00e1 a forma \u201ctinha documentado\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Incorreto. Geraria a forma \u201cdocumentaram\u201d; como o agente da passiva n\u00e3o aparece, na voz ativa n\u00e3o saberemos quem \u00e9 o sujeito, ent\u00e3o ficar\u00e1 em forma de sujeito indeterminado: \u201cdocumentaram\u201d. <br \/><\/p>\n\n\n\n<p><strong>7.<\/strong> <strong>(FCC \/ PREF. MANAUS \/ AUDITOR FISCAL \/ 2019)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Palavras destacadas nos segmentos do texto que v\u00eam a seguir est\u00e3o empregadas em conson\u00e2ncia com a norma-padr\u00e3o da l\u00edngua. Essas palavras motivaram a cria\u00e7\u00e3o de outras frases, vistas ao lado do segmento original, devendo ser consideradas independentes dele. A frase proposta que est\u00e1 correta, mantido o padr\u00e3o citado, \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) <em>Os japoneses ficaram e se <\/em><strong><em>fixaram<\/em><\/strong> \/ Eles se fixaram aonde pudessem ficar isolados.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) <em>Apesar <\/em><strong><em>da<\/em><\/strong><em> imigra\u00e7\u00e3o maci\u00e7a promovida por sucessivos governos [&#8230;] sempre houve debates sobre o tipo de imigrante que seria desej\u00e1vel<\/em> \/ Apesar de a imigra\u00e7\u00e3o maci\u00e7a ter sido promovida por sucessivos governos, sempre houve rejei\u00e7\u00e3o a determinados grupos.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) <em>era o reconhecimento impl\u00edcito <\/em><strong><em>de que<\/em><\/strong><em> os interesses econ\u00f4micos iriam prevalecer sobre a ideologia eugenista<\/em> \/ Aquele era o empreendimento de que muitos esperavam com gan\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) <em>O consenso era de que <\/em><strong><em>devia<\/em><\/strong><em> ser impedida<\/em> \/ Foram advertidos de que os rec\u00e9m-chegados deveriam, o mais rapidamente poss\u00edvel, serem encaminhados aos respectivos alojamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) <em>sempre <\/em><strong><em>houve<\/em><\/strong><em> debates sobre o tipo de imigrante que seria mais desej\u00e1vel<\/em> \/ Devem ter havido mesmo, no per\u00edodo em quest\u00e3o, debates intensos sobre imigra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Incorreto. S\u00f3 se usa \u201caonde\u201d se um termo seguinte exigir preposi\u00e7\u00e3o \u201ca\u201d, o que n\u00e3o ocorre aqui. <\/p>\n\n\n\n<p>B) Correto. Apenas houve uma transforma\u00e7\u00e3o em ora\u00e7\u00e3o expl\u00edcita, com o sujeito claro e \u201cimigra\u00e7\u00e3o\u201d e a locu\u00e7\u00e3o passiva: \u201cter sido promovida\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>C) Incorreto. \u201cEsperar\u201d n\u00e3o pede preposi\u00e7\u00e3o \u201cde\u201d: <\/p>\n\n\n\n<p>Aquele era o empreendimento que muitos esperavam com gan\u00e2ncia.<br \/><\/p>\n\n\n\n<p>D) Incorreto. Na locu\u00e7\u00e3o verbal, apenas o verbo auxiliar se flexiona: deveriam SER. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Incorreto. Quando temos verbo haver impessoal como principal de uma locu\u00e7\u00e3o verbal, o verbo auxiliar tamb\u00e9m fica no singular: deve ter havido debates <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra B.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"836\" height=\"144\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014348\/redes-sociais-felipe-luccas12.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-376293\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014348\/redes-sociais-felipe-luccas12.jpg 836w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014348\/redes-sociais-felipe-luccas12.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014348\/redes-sociais-felipe-luccas12.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014348\/redes-sociais-felipe-luccas12.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 836px) 100vw, 836px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>8.<\/strong> <strong>(FCC \/ PREF. MANAUS \/ AUDITOR FISCAL \/ 2019) <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Leia com aten\u00e7\u00e3o os trechos que v\u00eam a seguir. Cada um deles apresenta segmento em destaque, que pode, ou n\u00e3o, estar presente como relevante argumento a favor da ideia expressa no trecho em que est\u00e1 inserido.<\/p>\n\n\n\n<p>I. <em>Apesar da imigra\u00e7\u00e3o maci\u00e7a promovida por sucessivos governos durante o Imp\u00e9rio e o primeiro per\u00edodo republicano, sempre houve debates sobre o tipo de imigrante que seria mais desej\u00e1vel, <\/em><em>passando pela rejei\u00e7\u00e3o expl\u00edcita a determinados grupos<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>II. <em>Quando o navio Kasato Maru atracou no porto de Santos em junho de 1908, com 165 fam\u00edlias japonesas <\/em><em>a bordo<\/em><em>, era o reconhecimento impl\u00edcito de que os interesses econ\u00f4micos iriam prevalecer sobre a ideologia eugenista<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>III. <em>Essa pol\u00edtica de branqueamento j\u00e1 foi documentada, <\/em><em>ad nauseam<\/em><em>, por nossa historiografia<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>IV. <em>Ela \u00e9 o pano de fundo ideol\u00f3gico para o crescimento da cidade de S\u00e3o Paulo, onde a porcentagem de <\/em><em>italianos<\/em><em> ficou acima de 30% entre as d\u00e9cadas de 1890 e 1910, per\u00edodo em que a popula\u00e7\u00e3o aumentou quase dez vezes<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p> \u00c9 correto afirmar que se trata de relevante argumento, como caracterizado acima, o que se l\u00ea APENAS em:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) IV.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) I, II, III.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) II e IV.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) I, III e IV.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) III.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Modelo confuso de quest\u00e3o. Basicamente, ter\u00edamos que buscar a alternativa em que o termo sublinhado n\u00e3o contribu\u00edsse para o tema do par\u00e1grafo. Isso ocorre apenas em II, pois esse \u201ca bordo\u201d \u00e9 totalmente dispens\u00e1vel ao par\u00e1grafo. Se as fam\u00edlias estavam no navio, \u00e9 evidente que estavam \u201ca bordo\u201d, de modo que essa express\u00e3o \u00e9 dispens\u00e1vel argumentativamente. <\/p>\n\n\n\n<p>Em I, \u00e9 informa\u00e7\u00e3o essencial o fato de que as discuss\u00f5es sobre imigrantes chegaram ao ponto de xenofobia expl\u00edcita. <\/p>\n\n\n\n<p>Em III, \u00e9 essencial mencionar que a historiografia documentou a pol\u00edtica de branqueamento exaustivamente, ad nauseam, at\u00e9 enjoar, pois isso fortalece a tese de que h\u00e1 hist\u00f3rico de xenofobia no Brasil, ao contr\u00e1rio da vis\u00e3o geral. <\/p>\n\n\n\n<p>Em IV, \u00e9 essencial dizer que a porcentagem \u00e9 de italianos, pois se est\u00e1 falando de um grupo imigrante europeu que se tornou muito numeroso, incentivado pelo Estado. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra D.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>9.<\/strong> <strong>(FCC \/ PREF. MANAUS \/ AUDITOR FISCAL \/ 2019) <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>O terceiro motivo do fracasso do modelo de assimilabilidade cat\u00f3lica \u00e9 conceitual. Seus defensores partiam de um pressuposto falso: o de que a popula\u00e7\u00e3o brasileira era homog\u00eanea em termos de religi\u00e3o. [&#8230;] o mito do bom imigrante cat\u00f3lico ignorava estrategicamente a presen\u00e7a de judeus, mu\u00e7ulmanos e protestantes no Brasil. Os tr\u00eas grupos estiveram presentes desde a \u00e9poca colonial e, cada um a seu modo, contribu\u00edram para a forma\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p> Considerado o trecho reproduzido, \u00e9 correto afirmar:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) No \u00faltimo per\u00edodo, a retirada da v\u00edrgula ap\u00f3s a conjun\u00e7\u00e3o n\u00e3o prejudica a corre\u00e7\u00e3o original da frase, visto que seu emprego \u00e9 facultativo.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Reda\u00e7\u00e3o alternativa \u00e0 acima transcrita, que re\u00fana os dois per\u00edodos iniciais num s\u00f3 e n\u00e3o prejudique o sentido original, deve valer-se da locu\u00e7\u00e3o coesiva \u201c\u00e0 medida que\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) O segundo per\u00edodo manteria a corre\u00e7\u00e3o com o segmento alternativo \u201cpartiam de um pressuposto falso, qual seja, este de que a popula\u00e7\u00e3o brasileira era homog\u00eanea em termos de religi\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) Se o segmento <em>um pressuposto falso<\/em> fosse alterado para \u201cuma ideia falsa\u201d, a frase manteria sua corre\u00e7\u00e3o sem que houvesse necessidade de outra modifica\u00e7\u00e3o no per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) Os dois-pontos est\u00e3o empregados pelo mesmo motivo que se nota em \u201cCurioso, perguntou: \u2212 Quem lhe deu esse belo presente?\u201d, exigidos por verbo <em>dicendi<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(A) Incorreto. A v\u00edrgula faz parte de um par que isola \u201ccada um a seu modo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Incorreto. A locu\u00e7\u00e3o \u201c\u00e0 medida que\u201d expressa \u201cproporcionalidade\u201d, o que n\u00e3o \u00e9 o sentido original. <\/p>\n\n\n\n<p>(C) Correto. O segundo per\u00edodo manteria a corre\u00e7\u00e3o com o segmento alternativo \u201cpartiam de um pressuposto falso, qual seja, este de que a popula\u00e7\u00e3o brasileira era homog\u00eanea em termos de religi\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) Incorreto. Seria necess\u00e1rio adaptar para o feminino: <\/p>\n\n\n\n<p><em>Seus defensores partiam de <\/em><strong><em>um pressuposto falso: o<\/em><\/strong><em> de que a popula\u00e7\u00e3o brasileira era homog\u00eanea em termos de religi\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Seus defensores partiam de <\/em><strong><em>uma ideia falsa: a<\/em><\/strong><em> de que a popula\u00e7\u00e3o brasileira era homog\u00eanea em termos de religi\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>(E) Incorreto. No primeiro caso, temos dois-pontos empregados para introduzir aposto explicativo. No segundo, para introduzir discurso direto, cita\u00e7\u00e3o literal. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra C.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>10.<\/strong> <strong>(FCC \/ PREF. MANAUS \/ AUDITOR FISCAL \/ 2019) <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A frase que est\u00e1 clara e adequada \u00e0 norma-padr\u00e3o da l\u00edngua \u00e9:<\/p>\n\n\n\n<p>(A) Antes de virem a receber a homenagem do p\u00fablico que presenciava a corrida, algumas testemunhas, todos esportistas, que ajudaram o ciclista e depuseram a seu favor, ser\u00e3o apresentadas \u00e0queles dois jornalistas que far\u00e3o a cobertura do acidente.<\/p>\n\n\n\n<p>(B) Alguns n\u00e3o cr\u00eaem no que tem sido propagado, mas concordo em que a\u00e7\u00f5es ante-democracia constr\u00f3em o caminho para que futuras gera\u00e7\u00f5es conhe\u00e7am dores que aquele que viveu per\u00edodos ditatoriais busca esquecer a todo custo.<\/p>\n\n\n\n<p>(C) Entre todos os funcion\u00e1rios, um dos poucos que primavam pela descri\u00e7\u00e3o com que conduzia seu trabalho foi exatamente o que recebeu reprimenda do diretor, fato este que o fez receber manifesta\u00e7\u00e3o de apoio de alguns funcion\u00e1rios e gerentes.<\/p>\n\n\n\n<p>(D) Esfor\u00e7ando-se por manter os seus projetos de renova\u00e7\u00e3o o mais transparente poss\u00edveis, chegou a cometer tanto excesso em detalhamentos de planilhas, que acarretaram mal-estar em todos do departamento de controle.<\/p>\n\n\n\n<p>(E) Estava bastante fragilizado pelos reveses que vinha sofrendo na sua sess\u00e3o, departamento em que se processavam as confer\u00eancias de dados, mas quando conhecidos lhe encontravam no refeit\u00f3rio da empresa, tentava mostrar-se a vontade, com o intuito de evitar constrangimentos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos: <\/p>\n\n\n\n<p>A) Perfeita a reda\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>B) \u201cCreem\u201d n\u00e3o tem acento; \u201cantidemocracia\u201d n\u00e3o tem h\u00edfen, pois o prefixo termina em letra diferente da palavra seguinte; \u201cConstroem\u201d n\u00e3o possui acento porque \u00e9 parox\u00edtona terminada em \u201cem\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>C) A palavra deveria ser \u201cdiscri\u00e7\u00e3o\u201d, qualidade de quem \u00e9 discreto, reservado. <\/p>\n\n\n\n<p>D) A forma correta seria: o mais transparente poss\u00edvel, seguindo o artigo. <\/p>\n\n\n\n<p>E) Se \u00e9 \u201cdepartamento\u201d, a grafia correta seria \u201cse\u00e7\u00e3o\u201d. Al\u00e9m disso, a forma correta seria: o encontravam, pois \u201clhe\u201d substitui termo preposicionado e \u201cencontrar\u201d n\u00e3o pede preposi\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c0 vontade\u201d possui acento grave, pois a crase \u00e9 obrigat\u00f3ria em locu\u00e7\u00f5es de base feminina. <\/p>\n\n\n\n<p>Gabarito letra A.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"836\" height=\"144\" src=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014624\/redes-sociais-felipe-luccas13.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-376294\" srcset=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014624\/redes-sociais-felipe-luccas13.jpg 836w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014624\/redes-sociais-felipe-luccas13.jpg 300w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014624\/redes-sociais-felipe-luccas13.jpg 768w, https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2019\/05\/22014624\/redes-sociais-felipe-luccas13.jpg 610w\" sizes=\"auto, (max-width: 836px) 100vw, 836px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><br \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal! 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Tudo beleza?&nbsp; Segue o coment\u00e1rio da prova do ISS MANAUS, uma prova extremamente pesada que serve de refer\u00eancia a quem almeja os concursos mais puxados da FCC, especialmente o SEFAZ BA, prova iminente! Aproveitem a corre\u00e7\u00e3o!&nbsp;Grande abra\u00e7o. Aten\u00e7\u00e3o: Considere o texto abaixo para responder \u00e0s quest\u00f5es de n\u00fameros 1 a 9. 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