{"id":27788,"date":"2015-10-06T08:58:28","date_gmt":"2015-10-06T11:58:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=27788"},"modified":"2015-10-06T09:00:14","modified_gmt":"2015-10-06T12:00:14","slug":"concurso-apo-mpog-esaf-prova-de-economia-resolvida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/concurso-apo-mpog-esaf-prova-de-economia-resolvida\/","title":{"rendered":"Concurso APO \/ MPOG &#8211; ESAF &#8211; Prova de Economia resolvida"},"content":{"rendered":"<p>Ol\u00e1 caros(as) amigos(as),<\/p>\n<p>Neste \u00faltimo domingo, foram aplicadas as provas objetivas do concurso APO \/ MPOG, banca ESAF. Neste artigo, vou comentar as quest\u00f5es da prova de Economia. Em outro <em>post<\/em>, comentarei as quest\u00f5es de Finan\u00e7as P\u00fablicas.<\/p>\n<p>O n\u00edvel da prova de Economia foi tranquilo. Quem estudou bastante e resolveu muitas quest\u00f5es de concursos certamente foi recompensado com um \u00f3timo percentual de acertos. Numa prova como essa, acredito que uma boa m\u00e9dia de acertos para um candidato &#8220;top&#8221; seja algo acima dos 80%.<\/p>\n<p>S\u00f3 vislumbrei recurso em apenas uma quest\u00e3o. Acredito que faltou a banca colocar uma equa\u00e7\u00e3o no enunciado da quest\u00e3o 36.<\/p>\n<p>A banca cobrou bastante coisa dos modelos keynesiano, IS-LM e OA-DA. De forma surpreendente, praticamente nada foi cobrado dentro da enorme ementa de <em>Economia do Setor P\u00fablico<\/em>. E dentro de <em>Economia Brasileira<\/em>, s\u00f3 ca\u00edram praticamente quest\u00f5es do Plano Real. Isso j\u00e1 era at\u00e9 previs\u00edvel, mas n\u00e3o cair absolutamente nada dos outros per\u00edodos da nossa economia n\u00e3o deixa de ser surpreendente.<\/p>\n<p>Seguem abaixo os coment\u00e1rios da prova de Economia:<\/p>\n<p><strong>21 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Considerando o denominado modelo keynesiano simplificado, \u00e9 incorreto afirmar que:<\/strong><\/p>\n<p>a) no equil\u00edbrio, a demanda agregada efetiva \u00e9 igual \u00e0 demanda agregada planejada.<\/p>\n<p>b) independente do n\u00edvel dos investimentos e outros componentes da demanda, o equil\u00edbrio estar\u00e1 sempre abaixo do pleno emprego.<\/p>\n<p>c) no modelo, a din\u00e2mica dos estoques explica, entre outros fatores, a estabilidade do equil\u00edbrio.<\/p>\n<p>d) quanto maior a propens\u00e3o marginal a consumir, maior o multiplicador da renda.<\/p>\n<p>e) um aumento de 100 unidades monet\u00e1rias nos investimentos aut\u00f4nomos provoca uma varia\u00e7\u00e3o maior do que 100 unidades monet\u00e1rias na renda.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o tranquila. Na aula de Modelo Keynesiano Simplificado (Aula 09, p\u00e1g. 6), vimos o seguinte:<\/p>\n<p><em>&#8220;Ent\u00e3o, para Keynes, o equil\u00edbrio n\u00e3o acontecia necessariamente junto com o pleno emprego. Tal situa\u00e7\u00e3o at\u00e9 poderia ocorrer, mas o mais prov\u00e1vel \u00e9 que a economia se equilibrasse mesmo com a exist\u00eancia de algum n\u00edvel de desemprego.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Assim, est\u00e1 incorreta a alternativa (B) devido ao uso da palavra sempre.<\/p>\n<p>Gabarito: B<\/p>\n<p><strong>22 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Considerando o modelo IS\/LM sem os casos denominados cl\u00e1ssico ou da armadilha da liquidez, \u00e9 correto afirmar que:<\/strong><\/p>\n<p>a) tudo mais constante, o aumento dos recolhimentos compuls\u00f3rios reduz a taxa de juros.<\/p>\n<p>b) um aumento no n\u00edvel geral de pre\u00e7os n\u00e3o altera o equil\u00edbrio nos mercados de bens e monet\u00e1rio.<\/p>\n<p>c) os investimentos n\u00e3o dependem da taxa de juros.<\/p>\n<p>d) tudo mais constante, a compra de t\u00edtulos p\u00fablicos por parte do Banco Central reduz a taxa de juros.<\/p>\n<p>e) um aumento na renda provocado por um aumento nos gastos p\u00fablicos reduz a taxa de juros.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o tranquila. Agora, sobre o modelo IS-LM.<\/p>\n<p>a) Incorreta. O aumento dos recolhimentos significa pol\u00edtica monet\u00e1ria restritiva, o que desloca a LM para a esquerda, aumentando os juros.<\/p>\n<p>b) Incorreta. O aumento no n\u00edvel geral de pre\u00e7os faz a oferta real de moeda (M\/P) cair, deslocando a LM para a esquerda, o que altera o equil\u00edbrio no mercado monet\u00e1rio.<\/p>\n<p>c) Incorreta. O \u00fanico modelo em que os investimentos n\u00e3o dependem da taxa de juros \u00e9 modelo keynesiano simplificado. Quando se trata do modelo IS-LM, os investimentos s\u00e3o inversamente relacionados \u00e0 taxa de juros.<\/p>\n<p>d) Correta. A compra de t\u00edtulos p\u00fablicos \u00e9 pol\u00edtica monet\u00e1ria expansiva, o que desloca a LM para a direita, reduzindo os juros.<\/p>\n<p>e) Incorreta. O aumento dos gastos p\u00fablicos desloca a IS para a direita, aumentando os juros.<\/p>\n<p>Gabarito: D<\/p>\n<p><strong>23 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Considere o modelo de oferta e demanda agregada, sendo a demanda agregada dada pelo modelo IS\/LM e a oferta representada pela denominada \u201ccurva de oferta de Lucas\u201d. Supondo flexibilidade de pre\u00e7os e sal\u00e1rios, \u00e9 correto afirmar que: <\/strong><\/p>\n<p>a) se a economia encontra-se no pleno emprego, o resultado final de uma pol\u00edtica monet\u00e1ria expansionista ser\u00e1 a infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>b) se a economia encontra-se no pleno emprego, uma pol\u00edtica fiscal expansionista reduz a taxa de juros.<\/p>\n<p>c) se a economia encontra-se abaixo do pleno emprego, uma pol\u00edtica monet\u00e1ria expansionista resultar\u00e1 no crescimento do produto e na redu\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>d) se a economia encontra-se acima do pleno emprego, uma pol\u00edtica fiscal expansionista resultar\u00e1 na redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os e do n\u00edvel de atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>e) no pleno emprego, redu\u00e7\u00f5es no cr\u00e9dito elevam o n\u00edvel geral de pre\u00e7os.<strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>A maior dificuldade desta quest\u00e3o era saber do que se trata a curva de oferta de Lucas. Na verdade, a curva de Lucas \u00e9 exatamente o caso normal que tratamos em nosso curso. Apenas n\u00e3o identificamos como sendo a &#8220;curva de Lucas&#8221;. N\u00e3o achamos que fosse relevante (a banca ainda n\u00e3o havia cobrado) colocar o nome do economista que a desenvolveu.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a curva de oferta de Lucas \u00e9 aquela positivamente inclinada, e tem a seguinte forma (descrita na p\u00e1gina 14 da nossa aula 12):<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Y = Yp + a(P &#8211; Pe)<\/em><\/p>\n<p>Vamos \u00e0 an\u00e1lise das alternativas:<\/p>\n<p>a) Correta. Se a economia estiver em pleno emprego, que \u00e9 o caso espec\u00edfico desta alternativa, usamos como refer\u00eancia uma curva de oferta vertical. Assim, quaisquer pol\u00edticas expansionistas ter\u00e3o como consequ\u00eancia apenas infla\u00e7\u00e3o, se estivermos trabalhando com longo prazo.<\/p>\n<p>b) Incorreta. A alternativa traz a consequ\u00eancia de uma pol\u00edtica econ\u00f4mica sobre a taxa de juros. Neste caso, a ferramenta que usamos para a an\u00e1lise \u00e9 o modelo IS-LM, pois \u00e9 ele que nos d\u00e1 resultados de pol\u00edticas econ\u00f4micas sobre a taxa de juros. No caso em an\u00e1lise, pol\u00edtica fiscal expansionista <span style=\"text-decoration: underline\">aumenta a taxa de juros<\/span>, pois a curva LS vai para a direita e para cima.<\/p>\n<p>c) Incorreta. Uma pol\u00edtica monet\u00e1ria expansionista desloca a curva DA para a direita, aumentando o produto e <span style=\"text-decoration: underline\">aumentando a infla\u00e7\u00e3o<\/span>.<\/p>\n<p>d) Incorreta. Acima do pleno emprego (ou no pleno emprego), pol\u00edticas expansionistas <span style=\"text-decoration: underline\">n\u00e3o alteram o produto<\/span>, ao mesmo tempo em que <span style=\"text-decoration: underline\">aumentam a infla\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>e) Incorreta. Redu\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito \u00e9 pol\u00edtica monet\u00e1ria restritiva, o que <span style=\"text-decoration: underline\">reduz o n\u00edvel geral de pre\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p>Gabarito: A<\/p>\n<p><strong>24 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Considere o seguinte sistema de equa\u00e7\u00f5es: <\/strong><\/p>\n<p><strong>Y = C + I + G <\/strong><\/p>\n<p><strong>C = Co + C1 .Y <\/strong><\/p>\n<p><strong>I = Io &#8211; I1 .i <\/strong><\/p>\n<p><strong>(M\/P)d = Y \u2013 20.i <\/strong><\/p>\n<p><strong>em que Y = produto; C = consumo; Co = consumo aut\u00f4nomo; C1 um n\u00famero entre zero e um; I = investimento; Io = investimento aut\u00f4nomo; I1 = um n\u00famero maior do que zero; i = taxa de juros; G = gastos do governo; e (M\/P)d = demanda por encaixes reais. Considerando que tanto o mercado de bens quanto o mercado monet\u00e1rio est\u00e3o em equil\u00edbrio, ent\u00e3o, pode-se afirmar que: <\/strong><\/p>\n<p>a) um aumento em Io reduz a taxa de juros de equil\u00edbrio do modelo.<\/p>\n<p>b) mudan\u00e7as em Co n\u00e3o alteram o equil\u00edbrio do modelo.<\/p>\n<p>c) aumentos nos gastos p\u00fablicos elevam os investimentos privados.<\/p>\n<p>d) quanto maior a renda provocada por uma pol\u00edtica fiscal expansionista, menor ser\u00e1 a taxa de juros de equil\u00edbrio.<\/p>\n<p>e) uma expans\u00e3o da base monet\u00e1ria reduz a taxa de juros de equil\u00edbrio do modelo.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>Mais uma quest\u00e3o sobre o modelo IS-LM, onde a equa\u00e7\u00e3o do Y representa o mercado de bens (curva IS), e a equa\u00e7\u00e3o da (M\/P)d representa o mercado monet\u00e1rio (curva LM).<\/p>\n<p>a) Incorreta. Um aumento de Io aumenta o investimento, deslocando a curva IS para a direita. Isso faz com que a taxa de juros aumente.<\/p>\n<p>b) Incorreta. Se qualquer vari\u00e1vel mudar, o equil\u00edbrio, em consequ\u00eancia, vai mudar.<\/p>\n<p>c) Incorreta. O investimento privado (I) \u00e9 uma vari\u00e1vel que depende do investimento aut\u00f4nomo (Io) e da taxa de juros (i). Observe, portanto, que (I) n\u00e3o depende de (G). Qualquer que seja o valor de (G), o valor de (I) n\u00e3o ser\u00e1 alterado, j\u00e1 que I=Io &#8211; I1.i (a equa\u00e7\u00e3o mostra que I n\u00e3o se altera com G).<\/p>\n<p>d) Incorreta. Uma pol\u00edtica fiscal expansionista aumenta a taxa de juros.<\/p>\n<p>e) Correta. A expans\u00e3o da base monet\u00e1ria desloca a LM para a direita, reduzindo a taxa de juros.<\/p>\n<p>Gabarito: E<\/p>\n<p><strong>25 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Considerando o conceito do multiplicador dos meios de pagamentos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 base monet\u00e1ria, \u00e9 correto afirmar que: <\/strong><\/p>\n<p>a) em uma crise banc\u00e1ria, o multiplicador torna-se zero.<\/p>\n<p>b) um aumento do coeficiente \u201cpapel moeda em poder do p\u00fablico\/meios de pagamentos\u201d reduz o coeficiente \u201cdep\u00f3sitos \u00e0 vista\/meios de pagamentos\u201d.<\/p>\n<p>c) o valor do multiplicador independe do comportamento dos bancos.<\/p>\n<p>d) se o multiplicador banc\u00e1rio for negativo, a base monet\u00e1ria ser\u00e1 maior do que os meios de pagamentos.<\/p>\n<p>e) o valor do multiplicador independe do comportamento das pessoas que t\u00eam acesso ao sistema banc\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>a) Absurda.<\/p>\n<p>b) Correta. A alternativa trata dos coeficientes (c) e (d). Por defini\u00e7\u00e3o, eles s\u00e3o coeficientes antag\u00f4nicos. O (c) mostra o percentual de M1 que fica em poder das pessoas. O (d) mostra o percentual de M1 que fica em poder dos bancos.<\/p>\n<p>Se um aumenta, o outro diminui.<\/p>\n<p>Algebricamente, temos:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>PMPP\/M1 + DV\/M1<\/p>\n<p>(PMPP + DV)\/M1<\/p>\n<p>M1\/M1=1<\/p>\n<p>Assim,<\/p>\n<p>c+d=1.<\/p>\n<p>Ou seja, o aumento de um implica a redu\u00e7\u00e3o do outro.<\/p>\n<p>c) Incorreta. O comportamento dos bancos altera o coeficiente (r), que faz parte do multiplicador.<\/p>\n<p>d) Incorreta. \u00c9 imposs\u00edvel haver um multiplicador dos meios de pagamento negativo. Podemos ter, no m\u00ednimo, um multiplicador igual a 1, mas nunca inferior a 1 (muito menos um valor negativo).<\/p>\n<p>e) Incorreta. O comportamento das pessoas define o valor dos coeficientes (c) e (d), interferindo, portanto, no valor do multiplicador.<\/p>\n<p>Gabarito: B<\/p>\n<p><strong>26 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Considerando os conceitos b\u00e1sicos em macroeconomia, \u00e9 correto afirmar que<\/strong>:<\/p>\n<p>a) a d\u00edvida p\u00fablica n\u00e3o pode ser maior do que o d\u00e9ficit p\u00fablico nominal.<\/p>\n<p>b) independente da renda enviada ou recebida do exterior, a d\u00edvida p\u00fablica total do governo pode ser maior do que o Produto Nacional Bruto.<\/p>\n<p>c) a poupan\u00e7a externa nunca pode ser negativa.<\/p>\n<p>d) um aumento no valor nominal do PIB implica necessariamente em um aumento na renda real da economia.<\/p>\n<p>e) O PIB nominal n\u00e3o \u00e9 influenciado pela infla\u00e7\u00e3o j\u00e1 que se trata de uma medida de desempenho real da economia.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>a) Incorreta. Absurda. Na verdade, as d\u00edvidas p\u00fablicas dos pa\u00edses, em regra, s\u00e3o bem superiores aos d\u00e9ficits p\u00fablicos.<\/p>\n<p>b) Correta. Em termos econ\u00f4micos, n\u00e3o h\u00e1 impedimentos para que um pa\u00eds tenha uma d\u00edvida superior a seu PNB. De fato, v\u00e1rios pa\u00edses hoje em dia possuem d\u00edvidas que ultrapassam seus PNB (Jap\u00e3o, Gr\u00e9cia, Portugual, EUA, etc).<\/p>\n<p>c) Incorreta. Ela pode ser negativa, positiva ou nula.<\/p>\n<p>d) Incorreta. Se a infla\u00e7\u00e3o aumentar em um percentual superior ao aumento do valor nominal do PIB, ent\u00e3o, teremos uma queda da renda real da economia.<\/p>\n<p>e) Incorreta. Na verdade, \u00e9 o PIB real (e n\u00e3o o PIB nominal) que n\u00e3o \u00e9 influenciado pela infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Gabarito: B<\/p>\n<p><strong>27 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Considere o conceito da taxa de c\u00e2mbio entre o Real e o D\u00f3lar norte-americano, como adotado no Brasil. Considere ainda as atuais rela\u00e7\u00f5es financeiras entre o Brasil e o resto do mundo. \u00c9 ent\u00e3o correto afirmar que: <\/strong><\/p>\n<p>a) se o Real se valorizar em rela\u00e7\u00e3o ao D\u00f3lar, ent\u00e3o ele deve necessariamente se valorizar em rela\u00e7\u00e3o a todas as outras moedas convers\u00edveis existentes no mundo atual.<\/p>\n<p>b) no Brasil, desde a ado\u00e7\u00e3o do regime de metas de infla\u00e7\u00e3o, a varia\u00e7\u00e3o da taxa de c\u00e2mbio tem sido pr\u00f3xima \u00e0 infla\u00e7\u00e3o externa.<\/p>\n<p>c) ap\u00f3s a ado\u00e7\u00e3o, no Brasil, do sistema de metas de infla\u00e7\u00e3o, a taxa de c\u00e2mbio passa a n\u00e3o mais ser influenciada pela taxa de juros.<\/p>\n<p>d) tudo mais constante, uma valoriza\u00e7\u00e3o do D\u00f3lar em rela\u00e7\u00e3o ao Real traz incentivos para o aumento das importa\u00e7\u00f5es pelo Brasil.<\/p>\n<p>e) tudo mais constante, uma forte entrada de d\u00f3lares no Brasil tende a valorizar o Real em rela\u00e7\u00e3o ao D\u00f3lar.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>a) Incorreta. O Real pode se valorizar perante o D\u00f3lar, mas pode se desvalorizar frente outras moedas. Economicamente, isso \u00e9 plenamente poss\u00edvel.<\/p>\n<p>b) Incorreta. O nexo de causa e efeito da alternativa \u00e9 errado. O Brasil adota o regime de metas desde 1999. Desde ent\u00e3o, j\u00e1 tivemos fortes desvaloriza\u00e7\u00f5es (2002 e 2015, por exemplo). E elas n\u00e3o guardam rela\u00e7\u00e3o com a infla\u00e7\u00e3o externa.<\/p>\n<p>c) Incorreta. Ap\u00f3s o regime de metas, em 1999, o Brasil a maior parte do tempo teve c\u00e2mbio flutuante. Em tal regime, as taxas de juros t\u00eam impacto sobre a taxa de c\u00e2mbio, j\u00e1 que provocam entrada ou sa\u00edda de d\u00f3lares.<\/p>\n<p>d) Incorreta. Uma valoriza\u00e7\u00e3o do D\u00f3lar (ou desvaloriza\u00e7\u00e3o do Real) traz incentivos para a <span style=\"text-decoration: underline\">redu\u00e7\u00e3o<\/span> das importa\u00e7\u00f5es pelo Brasil.<\/p>\n<p>e) Correta. Uma forte entrada de d\u00f3lares no Brasil tende a desvalorizar o D\u00f3lar (ou seja, tende a valorizar o Real).<\/p>\n<p>Gabarito: E<\/p>\n<p><strong>28 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Comparando o Plano Real com o Plano Cruzado, \u00e9 correto afirmar que: <\/strong><\/p>\n<p>a) ambos os planos se beneficiaram do grande fluxo financeiro internacional de curto prazo decorrente da desregulamenta\u00e7\u00e3o financeira que come\u00e7a no in\u00edcio dos anos 80.<\/p>\n<p>b) durante a vig\u00eancia dos planos, ambos os governos decretaram morat\u00f3ria das d\u00edvidas externa e interna.<\/p>\n<p>c) em ambos os planos, foi adotado a denominada \u201c\u00e2ncora cambial\u201d.<\/p>\n<p>d) ambos os planos reconheciam a exist\u00eancia de um componente inercial na infla\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>e) em ambos os planos, houve a implanta\u00e7\u00e3o de in\u00fameras medidas para conter o aumento dos sal\u00e1rios na economia.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>a) Incorreta. O Plano Cruzado n\u00e3o se beneficiou de nenhum grande fluxo financeiro internacional. Na verdade, foi o oposto. Os EUA aumentaram as taxas de juros na d\u00e9cada de 1980, o que provocou fuga de capitais do mundo todo para os EUA. Portanto, a d\u00e9cada de 1980 foi um per\u00edodo de fraco fluxo financeiro internacional para o Brasil.<\/p>\n<p>b) Incorreta. Tivemos morat\u00f3ria apenas no Plano Cruzado (mais especificamente no Plano Cruzado II).<\/p>\n<p>c) Incorreta. Apenas no Plano Real, foi adotada a \u00e2ncora cambial. No Plano Cruzado, optou-se pelo congelamento de pre\u00e7os.<\/p>\n<p>d) Correta. Ambos os planos consideravam a exist\u00eancia de infla\u00e7\u00e3o inercial. A diferen\u00e7a \u00e9 que a equipe do Plano Cruzado considerou esse ser o principal motivo da nossa infla\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a equipe do Plano Real considerava que o gasto p\u00fablico em excesso era o principal motivo da infla\u00e7\u00e3o. Mas ambos levaram em conta o componente inercial das infla\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>e) Incorreta. No Plano Real, nada foi feito sobre controle de sal\u00e1rios. No Plano Cruzado, foi introduzido um gatilho salarial, acionado toda vez que a infla\u00e7\u00e3o atingisse 20%.<\/p>\n<p>Gabarito: D<\/p>\n<p><strong>29 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Os seguintes dados foram extra\u00eddos do Sistema de Contas Nacionais do Brasil, em unidades monet\u00e1rias: <\/strong><\/p>\n<p><strong>Rendimento misto bruto: 260.424 <\/strong><\/p>\n<p><strong>Excedente operacional bruto: 1.075.844 <\/strong><\/p>\n<p><strong>Remunera\u00e7\u00e3o dos empregados: 1.414.217 <\/strong><\/p>\n<p><strong>Impostos sobre a produ\u00e7\u00e3o e a importa\u00e7\u00e3o: 495.944 <\/strong><\/p>\n<p><strong>Subs\u00eddios \u00e0 produ\u00e7\u00e3o: 5.807 <\/strong><\/p>\n<p><strong>Rendas de propriedade enviadas ao resto do mundo: 83.459 <\/strong><\/p>\n<p><strong>Rendas de propriedade recebidas do resto do mundo: 18.165 <\/strong><\/p>\n<p><strong>Com base nestes dados, a Renda Nacional Bruta ser\u00e1 de:<\/strong><\/p>\n<p>a) 2.312.112<\/p>\n<p>b) 2.477.406<\/p>\n<p>c) 3.175.328<\/p>\n<p>d) 3.533.209<\/p>\n<p>e) 3.357.823<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>Com os dados apresentados na quest\u00e3o, est\u00e1 tudo &#8220;no jeito&#8221; para acharmos o PIB (ou a RIB) usando a f\u00f3rmula do Excedente Operacional Bruto:<\/p>\n<p>EOB + RMB = RIB &#8211; RE &#8211; Imp + Sub<\/p>\n<p>RIB = 3.240.622<\/p>\n<p>Agora, vamos converter RIB em RNB:<\/p>\n<p>RIB = RNB + RLEE (onde RLEE = REE &#8211; RRE)<\/p>\n<p>RNB = 3.175.328<\/p>\n<p>Gabarito: C<\/p>\n<p><strong>30 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Considere: <\/strong><\/p>\n<p><strong>A = Produto Interno Bruto <\/strong><\/p>\n<p><strong>B= Remunera\u00e7\u00e3o dos empregados <\/strong><\/p>\n<p><strong>C = Impostos sobre a produ\u00e7\u00e3o e a importa\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p><strong>D = Subs\u00eddios \u00e0 produ\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p><strong>E = Excedente operacional bruto e rendimento misto bruto <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c9 correto, ent\u00e3o, afirmar que: <\/strong><\/p>\n<p>a) A = B + C \u2013 E<\/p>\n<p>b) A = B + C \u2013 D<\/p>\n<p>c) A = B \u2013 E<\/p>\n<p>d) A \u2013 B + C \u2013 D = 0<\/p>\n<p>e) A = B + C \u2013 D + E<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o trata da mesma f\u00f3rmula que foi necess\u00e1ria para resolver a quest\u00e3o 29. Portanto, quem sabia essa f\u00f3rmula acertou duas quest\u00f5es. \u00c9 a f\u00f3rmula do EOB:<\/p>\n<p>EOB + RMB = RIB &#8211; RE &#8211; Imp + Sub<\/p>\n<p>E = A &#8211; B &#8211; C + D<\/p>\n<p>A = E + B + C &#8211; D<\/p>\n<p>Gabarito: E<\/p>\n<p><strong>31 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 curva de demanda agregada utilizada na an\u00e1lise macroecon\u00f4mica, \u00e9 correto dizer que: <\/strong><\/p>\n<p>a) ela pode ser deslocada pela pol\u00edtica monet\u00e1ria.<\/p>\n<p>b) pode ser obtida a partir da soma de todas as curvas de demanda individuais da sociedade.<\/p>\n<p>c) sua posi\u00e7\u00e3o independe das opera\u00e7\u00f5es ativas do Banco Central.<\/p>\n<p>d) \u00e9 obtida a partir dos pressupostos de maximiza\u00e7\u00e3o de um consumidor individual.<\/p>\n<p>e) pode ser deslocada pelo aumento nos custos das empresas.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>a) Correta. A curva de DA pode ser deslocada pela pol\u00edtica monet\u00e1ria e pela pol\u00edtica fiscal (ou seja, ela \u00e9 deslocada por altera\u00e7\u00f5es nos mercados de bens e monet\u00e1rio).<\/p>\n<p>b) Incorreta. Se fosse Microeconomia, at\u00e9 poder\u00edamos marcar como correta. Mas em Macro, a curva DA n\u00e3o \u00e9 o somat\u00f3rio das demandas individuais. Em Micro, sim. Em Macro, n\u00e3o.<\/p>\n<p>c) Incorreta. As opera\u00e7\u00f5es (ativas e passivas) do BACEN deslocam a curva DA.<\/p>\n<p>d) Incorreta. Mais uma vez, misturou Micro com Macro. Em Microeconomia, a curva de demanda do consumidor \u00e9 obtida a partir do pressuposto de maximiza\u00e7\u00e3o de utilidade de um consumidor individual. Se fosse quest\u00e3o de Micro, estaria certa a alternativa.<\/p>\n<p>e) Incorreta. Quem pode ser deslocada pelo aumento de custos das empresas \u00e9 a curva de oferta agregada.<\/p>\n<p>Gabarito: A<\/p>\n<p><strong>32 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Considere a Curva de Phillips dada pela seguinte equa\u00e7\u00e3o: <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u03c0 = \u03c0e &#8211; \u03f5 (u \u2013 u*) em que <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u03c0 = taxa de infla\u00e7\u00e3o corrente, <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u03c0e = taxa esperada de infla\u00e7\u00e3o, <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u03f5 uma constante positiva, <\/strong><\/p>\n<p><strong>u = taxa de desemprego efetiva e <\/strong><\/p>\n<p><strong>u* = taxa natural de desemprego. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Considerando que \u03c0e = \u03c6\u03c0t-1, sendo \u03c6 uma constante positiva, \u00e9 correto afirmar que<\/strong><\/p>\n<p>a) se \u03c6 &lt; 0, a trajet\u00f3ria da infla\u00e7\u00e3o ser\u00e1 explosiva se u = u*.<\/p>\n<p>b) a infla\u00e7\u00e3o n\u00e3o depende do n\u00edvel de pleno emprego.<\/p>\n<p>c) se \u03c0 = \u03c0e , ent\u00e3o a infla\u00e7\u00e3o ser\u00e1 inercial se \u03c6 = 0.<\/p>\n<p>d) se a economia estiver no pleno emprego, a trajet\u00f3ria da infla\u00e7\u00e3o depender\u00e1 do coeficiente \u03c6.<\/p>\n<p>e) quanto maior for \u03f5, maior ser\u00e1 o componente inercial da infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>Quando o enunciado, no final, fala que <strong>\u03c0e = \u03c6\u03c0(t-1)<\/strong>, ele est\u00e1 querendo dizer que a infla\u00e7\u00e3o esperada <strong>\u03c0e<\/strong> \u00e9 igual \u00e0 infla\u00e7\u00e3o de um per\u00edodo anterior (t &#8211; 1) multiplicada por uma constante positiva <strong>\u03c6<\/strong>. Logicamente, se essa constante for maior que 1, isto quer dizer que a infla\u00e7\u00e3o esperada ser\u00e1 maior que a infla\u00e7\u00e3o do per\u00edodo anterior (\u00e9 a situa\u00e7\u00e3o em que temos uma trajet\u00f3ria explosiva da infla\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>a) Incorreta. Se <strong>\u03c6<\/strong> \u00e9 menor que zero, n\u00e3o h\u00e1 perigo da trajet\u00f3ria da infla\u00e7\u00e3o ser explosiva. Nesta situa\u00e7\u00e3o, a \u00fanica hip\u00f3tese de infla\u00e7\u00e3o acontecer\u00e1 se a taxa de desemprego estiver abaixo da taxa natural. A\u00ed, poderemos ter infla\u00e7\u00e3o, mas certamente n\u00e3o ser\u00e1 explosiva.<\/p>\n<p>b) Incorreta. A equa\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o mostra que depende sim do n\u00edvel de pleno emprego (que \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o em que temos taxa natural de desemprego).<\/p>\n<p>c) Incorreta. A infla\u00e7\u00e3o ser\u00e1 inercial se <strong>\u03c6<\/strong> for maior que zero. Apenas neste caso, a infla\u00e7\u00e3o esperada ter\u00e1 algum valor da infla\u00e7\u00e3o do per\u00edodo anterior, j\u00e1 que <strong>\u03c0e = \u03c6\u03c0(t-1)<\/strong>.<\/p>\n<p>d) Correta. Se a economia estiver no pleno emprego, u = u*. Portanto, \u03c0 = \u03c0e. Como <strong>\u03c0e = \u03c6\u03c0(t-1)<\/strong>, ent\u00e3o, a infla\u00e7\u00e3o depender\u00e1 do coeficiente <strong>\u03c6<\/strong>.<\/p>\n<p>e) Incorreta. Quanto maior for <strong>\u03f5<\/strong>, maior o componente de infla\u00e7\u00e3o <span style=\"text-decoration: underline\">de demanda<\/span>.<\/p>\n<p>Gabarito: D<\/p>\n<p><strong>33 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Em macroeconomia, o denominado \u201cmodelo cl\u00e1ssico\u201d foi popularizado nos livros textos a partir das seguintes rela\u00e7\u00f5es: <\/strong><\/p>\n<p><strong>i) uma fun\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o que relaciona o produto da economia com o emprego da m\u00e3o de obra; <\/strong><\/p>\n<p><strong>ii) uma curva de oferta de trabalho, que depende do sal\u00e1rio real; <\/strong><\/p>\n<p><strong>iii) uma curva de demanda por trabalho, que tamb\u00e9m depende do sal\u00e1rio real; <\/strong><\/p>\n<p><strong>iv) uma equa\u00e7\u00e3o que representa a teoria quantitativa da moeda; <\/strong><\/p>\n<p><strong>v) uma equa\u00e7\u00e3o que representa a igualdade entre poupan\u00e7a e investimento, que dependem da taxa de juros. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Nessa equa\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m est\u00e3o presentes os gastos e as receitas p\u00fablicas. Considerando as hip\u00f3teses impl\u00edcitas em cada uma dessas rela\u00e7\u00f5es, \u00e9 correto afirmar que:<\/strong><\/p>\n<p>a) uma pol\u00edtica monet\u00e1ria expansionista eleva o n\u00edvel de emprego, mas reduz o sal\u00e1rio real.<\/p>\n<p>b) uma pol\u00edtica fiscal expansionista eleva o n\u00edvel de emprego, mas reduz a taxa de juros.<\/p>\n<p>c) se pre\u00e7os e sal\u00e1rios s\u00e3o perfeitamente flex\u00edveis, ent\u00e3o o sal\u00e1rio real e o n\u00edvel de emprego ser\u00e3o determinados pelo mercado de trabalho e a economia estar\u00e1 no pleno emprego.<\/p>\n<p>d) mesmo que os sal\u00e1rios reais estejam acima do n\u00edvel de equil\u00edbrio, a identidade entre poupan\u00e7a e investimento garante o pleno emprego<\/p>\n<p>e) um aumento na velocidade de circula\u00e7\u00e3o eleva o n\u00edvel do produto da economia.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>Durante o nosso curso, n\u00e3o formalizamos gr\u00e1fica e matematicamente o modelo cl\u00e1ssico, como alguns livros did\u00e1ticos o fazem. Preferimos fazer uma abordagem ao longo das aulas, de forma contextualizada, mostrando no que a teoria cl\u00e1ssica se diferencia do modelo keynesiano.<\/p>\n<p>Apresentamos as caracter\u00edsticas do modelo cl\u00e1ssico na aula de modelo keynesiano simplificado, na aula de Moeda (TQM &#8211; Teoria Quantitativa da Moeda), IS-LM e OA-DA.<\/p>\n<p>O que foi apresentado nas aulas n\u00e3o aborda tudo que a quest\u00e3o cobrou sobre o modelo cl\u00e1ssico, mas \u00e9 suficiente para resolver a quest\u00e3o. Vamos \u00e0 an\u00e1lise das alternativas:<\/p>\n<p>a) Incorreta. No modelo cl\u00e1ssico, expans\u00e3o da moeda (pol\u00edtica monet\u00e1ria expansionista) provoca somente altera\u00e7\u00e3o no n\u00edvel de pre\u00e7os (\u00e9 o que diz a TQM).<\/p>\n<p>b) Incorreta. No modelo cl\u00e1ssico (equil\u00edbrio em pleno emprego), pol\u00edticas expansionistas n\u00e3o alteram o n\u00edvel do produto. Al\u00e9m disso, uma pol\u00edtica fiscal expansionista aumenta as taxas de juros.<\/p>\n<p>c) Correta. O equil\u00edbrio no modelo cl\u00e1ssico ocorre no pleno emprego e isso acontece devido \u00e0 premissa de pre\u00e7os e sal\u00e1rios flex\u00edveis (aula 09).<\/p>\n<p>d) Incorreta. Se os sal\u00e1rios reais estiverem acima do equil\u00edbrio, teremos excesso de oferta de trabalho sobre a demanda por trabalho. Assim, haver\u00e1 desemprego e, portanto, a economia n\u00e3o estar\u00e1 em equil\u00edbrio.<\/p>\n<p>e) Incorreta. Na TQM, ou na teoria cl\u00e1ssica, a velocidade de circula\u00e7\u00e3o da moeda \u00e9 considerada relativamente est\u00e1vel ou constante a curto prazo, j\u00e1 que depende de alguns par\u00e2metros que se modificam lentamente, tais como h\u00e1bitos da coletividade.<\/p>\n<p>Gabarito: C<\/p>\n<p><strong>34 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Em rela\u00e7\u00e3o ao Plano Real, \u00e9 correto afirmar que <\/strong><\/p>\n<p>a) nos primeiros quatro anos do Plano, a taxa de juros foi mantida baixa e pr\u00f3xima \u00e0 m\u00e9dia do mercado financeiro internacional. O objetivo dessa estrat\u00e9gia foi manter o real desvalorizado no sentido de estimular as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras.<\/p>\n<p>b) j\u00e1 em 1994, logo ap\u00f3s o an\u00fancio do Plano, foi implantado o sistema de metas de infla\u00e7\u00e3o, tendo a pol\u00edtica monet\u00e1ria como principal instrumento para o controle dos pre\u00e7os.<\/p>\n<p>c) o Plano se beneficiou de uma conjuntura internacional favor\u00e1vel: durante a d\u00e9cada de 90, n\u00e3o houve nenhuma crise cambial ou banc\u00e1ria em pa\u00edses emergentes.<\/p>\n<p>d) o \u00fanico pre\u00e7o congelado durante os quatro primeiros anos do Plano Real foi a taxa de c\u00e2mbio.<\/p>\n<p>e) apesar de considerar a indexa\u00e7\u00e3o como fator importante no processo inflacion\u00e1rio cr\u00f4nico brasileiro, o Plano n\u00e3o se utilizou de congelamento geral de pre\u00e7os e sal\u00e1rios para reduzir a infla\u00e7\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>a) Incorreta. Nos primeiros anos (e at\u00e9 hoje), as taxas de juros foram mantidas altas.<\/p>\n<p>b) Incorreta. O sistema de metas foi implantado apenas em 1999.<\/p>\n<p>c) Incorreta. Houve algumas crises cambiais que dificultaram a ado\u00e7\u00e3o do Plano (crise dos Tigres Asi\u00e1ticos, crise do M\u00e9xico e da R\u00fassia).<\/p>\n<p>d) Incorreta. A taxa de c\u00e2mbio n\u00e3o foi congelada nos primeiros quatro anos do Plano Real.<\/p>\n<p>e) Correta.<\/p>\n<p>Gabarito: E<\/p>\n<p><strong>35 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Considere ainda que a fun\u00e7\u00e3o demanda seja dada por qd = 50 \u2013 p e o conceito de elasticidade-pre\u00e7o da demanda. Com base nessas informa\u00e7\u00f5es, \u00e9 correto afirmar que:<\/strong><\/p>\n<p>a) no ponto em que p = 25, Ep = 0<\/p>\n<p>b) nos pontos em que p &gt; 50, Ep &gt; 0<\/p>\n<p>c) considerando que nos pontos em que p \u00e9 igual a zero, (\u0394qd \/\u0394p) e Ep tamb\u00e9m ser\u00e3o iguais a zero<\/p>\n<p>d) a varia\u00e7\u00e3o da elasticidade depender\u00e1 dos valores de p e qd<\/p>\n<p>e) no ponto em que p = 50, Ep = 1<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>O enunciado nos deu uma demanda linear, assunto amplamente trabalhado na aula 01 de nosso curso.<\/p>\n<p>A elasticidade pre\u00e7o da demanda ser\u00e1 zero quando p=0, e ser\u00e1 infinita quando q=0.<\/p>\n<p>Ou seja, Ep=0 quando qd=50 e p=0<\/p>\n<p>Ep=infinito quando qd=0 e p=50<\/p>\n<p>No ponto m\u00e9dio (p=25 e qd=25), temos Ep=1<\/p>\n<p>Vamos \u00e0s alternativas:<\/p>\n<p>a) Incorreta. Quando p=25, <span style=\"text-decoration: underline\">Ep=1<\/span>.<\/p>\n<p>b) Incorreta. Quando p&gt;50, tecnicamente, temos uma qd negativa (o que \u00e9 imposs\u00edvel).<\/p>\n<p>c) Incorreta. Quando p=0, Ep=0. No entanto, <span style=\"text-decoration: underline\">o valor de \u0394qd \/\u0394p n\u00e3o \u00e9 igual a zero<\/span>. Essa derivada equivale a -1.<\/p>\n<p>d) Correta. Na demanda linear, a elasticidade pre\u00e7o varia ao longo da curva. Ou seja, para cada combina\u00e7\u00e3o de valores de p e qd, temos diferentes valores de elasticidades.<\/p>\n<p>e) Incorreta. No ponto em que <span style=\"text-decoration: underline\">p=25,<\/span> Ep=1.<\/p>\n<p>Gabarito: D<\/p>\n<p><strong>36 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Suponha Ep = (\u0394qd \/\u0394p).(p\/qd ) a elasticidade pre\u00e7o da demanda e Ey = (\u0394qd \/\u0394y).(y\/qd ) a elasticidade renda da demanda, em que \u0394qd = varia\u00e7\u00e3o da quantidade demandada; \u0394p = varia\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o do bem; p = pre\u00e7o do bem; qd = quantidade demandada do bem; \u0394y = varia\u00e7\u00e3o na renda; e y = renda do consumidor. Com base nessas informa\u00e7\u00f5es, \u00e9 correto afirmar que<\/strong>:<\/p>\n<p>a) Ey pode ser negativa.<\/p>\n<p>b) Ep pode ser positiva.<\/p>\n<p>c) Ey n\u00e3o pode ser maior do que 1.<\/p>\n<p>d) Ep n\u00e3o pode ser menor que zero.<\/p>\n<p>e) Ep + Ey = q\/y.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>O enunciado da quest\u00e3o pareceu um pouco estranho. Parece que ficou faltando a banca nos dar a fun\u00e7\u00e3o demanda de que trata as elasticidades do texto.<\/p>\n<p>Como a quest\u00e3o n\u00e3o forneceu nada, temos que analisar as alternativas com base em teoria comum:<\/p>\n<p>a) Correta. De fato, podemos ter elasticidades renda com valores negativos.<\/p>\n<p>b) Incorreta (pede-se altera\u00e7\u00e3o para &#8220;correta&#8221;). A elasticidade pre\u00e7o da demanda \u00e9, <em>em regra<\/em>, um n\u00famero negativo, j\u00e1 que pre\u00e7o e quantidade demandada variam inversamente.<\/p>\n<p>No entanto, se tivermos um bem de giffen, a elasticidade pre\u00e7o pode ser positiva. Se o enunciado nos tivesse fornecido uma equa\u00e7\u00e3o da demanda (como a quest\u00e3o 35 forneceu), saber\u00edamos com certeza se a Ep seria negativa ou positiva.<\/p>\n<p>Como n\u00e3o temos a equa\u00e7\u00e3o da demanda, \u00e9 poss\u00edvel pensarmos na exist\u00eancia de uma Ep positiva, se o bem for de Giffen.<\/p>\n<p>Assim sendo, pedimos que a quest\u00e3o seja anulada, por haver 02 alternativas corretas, face ao fato de o enunciado da quest\u00e3o nos ter omitido a equa\u00e7\u00e3o da demanda. Nesse rumo, n\u00e3o \u00e9 errado afirmarmos que &#8220;<em>\u00e9 poss\u00edvel&#8221;<\/em> Ep ter um valor positivo. N\u00e3o \u00e9 prov\u00e1vel, mas &#8220;\u00e9 poss\u00edvel&#8221;. Por isso, a alternativa tamb\u00e9m est\u00e1 correta.<\/p>\n<p>c) Incorreta. Elasticidades renda podem ser superiores a 01 unidade (neste caso, o bem \u00e9 superior).<\/p>\n<p>d) Incorreta. Em regra, Ep \u00e9 menor que zero (valor negativo).<\/p>\n<p>e) Incorreta. Sem a equa\u00e7\u00e3o da demanda, \u00e9 imposs\u00edvel saber se Ep + Ey = q\/y.<\/p>\n<p>Gabarito: A (pede-se a anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o, pelo fato de a alternativa B tamb\u00e9m estar correta)<\/p>\n<p><strong>37 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Em rela\u00e7\u00e3o ao monop\u00f3lio, \u00e9 correto afirmar que: <\/strong><\/p>\n<p>a) no longo prazo, uma empresa monopolista passa a fazer parte de um modelo de concorr\u00eancia monopol\u00edstica.<\/p>\n<p>b) o pre\u00e7o do monopolista independe da elasticidade pre\u00e7o da demanda.<\/p>\n<p>c) um monopolista maximiza o seu lucro produzindo uma quantidade em que o custo marginal \u00e9 igual \u00e0 receita marginal.<\/p>\n<p>d) um monopolista maximizar\u00e1 lucro produzindo aquele produto em que o pre\u00e7o \u00e9 igual ao custo marginal.<\/p>\n<p>e) para o monopolista, a curva de demanda \u00e9 sempre infinitamente el\u00e1stica em rela\u00e7\u00e3o ao pre\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>Quest\u00e3o bastante tranquila, uma vez que a resposta correta estava ali, debaixo do nosso nariz (a letra C).<\/p>\n<p>a) Incorreta. No longo prazo, o monop\u00f3lio continua monop\u00f3lio (sic).<\/p>\n<p>b) Incorreta. O pre\u00e7o do monopolista (uma das express\u00f5es poss\u00edveis) \u00e9:<\/p>\n<p>P = Cmg \/ (1 &#8211; (1\/Epd))<\/p>\n<p>Portanto, o pre\u00e7o depende sim da elasticidade pre\u00e7o da demanda.<\/p>\n<p>c) Correta.<\/p>\n<p>d) Incorreta. \u00c9 a concorr\u00eancia perfeita que maximiza lucro quando pre\u00e7o iguala o custo marginal.<\/p>\n<p>e) Incorreta. Para o monopolista, a curva de demanda \u00e9 negativamente inclinada. \u00c9 p<span style=\"text-decoration: underline\">ara a firma competitiva<\/span> que a curva de demanda ser\u00e1 infinitamente el\u00e1stica.<\/p>\n<p>Gabarito: C<\/p>\n<p><strong>38 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Pode ser considerada como consequ\u00eancia da exist\u00eancia de problemas de informa\u00e7\u00e3o assim\u00e9trica nos mercados: <\/strong><\/p>\n<p>a) a n\u00e3o exist\u00eancia de bens p\u00fablicos.<\/p>\n<p>b) o \u201cproblema do carona\u201d.<\/p>\n<p>c) a necessidade de patentes.<\/p>\n<p>d) a ocorr\u00eancia de externalidades positivas.<\/p>\n<p>e) a exist\u00eancia de custos de transa\u00e7\u00e3o nos contratos.<strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios:<\/strong><\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o tamb\u00e9m era simples, especialmente se resolvermos por exclus\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma consequ\u00eancia das informa\u00e7\u00f5es assim\u00e9tricas \u00e9 a exist\u00eancia de custos de transa\u00e7\u00e3o nos contratos. S\u00e3o aquelas situa\u00e7\u00f5es, por exemplo, em que os bons pagam pelos maus.<\/p>\n<p>Isso ocorre em in\u00fameros exemplos (contratos de seguros de autom\u00f3veis, de sa\u00fade, empr\u00e9stimos banc\u00e1rios, etc).<\/p>\n<p>Gabarito: E<\/p>\n<p><strong>39 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; Seja a seguinte curva de demanda: <\/strong><\/p>\n<p><strong>Qd = (25.Y)\/P <\/strong><\/p>\n<p><strong>em que Qd = demanda; Y = renda; e P = o pre\u00e7o do bem. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Com base nessas informa\u00e7\u00f5es, \u00e9 correto afirmar que: <\/strong><\/p>\n<p>a) a elasticidade renda da demanda \u00e9 igual a zero para a parte inel\u00e1stica da curva.<\/p>\n<p>b) a elasticidade pre\u00e7o da demanda \u00e9 menor do que zero.<\/p>\n<p>c) o bem \u00e9 inferior.<\/p>\n<p>d) se P = 30, a elasticidade renda da demanda ser\u00e1 negativa.<\/p>\n<p>e) \u00e9 poss\u00edvel que P e Qd aumentem ao mesmo tempo, mesmo Y mantido constante.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o trata da fun\u00e7\u00e3o de demanda &#8220;tipo pot\u00eancia&#8221;, que vimos na nossa aula 01. Ela possui valores de elasticidades pre\u00e7o e renda da demanda <span style=\"text-decoration: underline\">constantes<\/span>. Essa equa\u00e7\u00e3o pode ser reescrita assim:<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><em>Qd = 25.Y.P-1<\/em><\/p>\n<p>Apenas batendo o olho na equa\u00e7\u00e3o, j\u00e1 sabemos os valores das elasticidades pre\u00e7o da demanda e da renda (os valores s\u00e3o constantes e equivalem aos respectivos expoentes das vari\u00e1veis pre\u00e7o e renda na equa\u00e7\u00e3o):<\/p>\n<p>Epd = -1<\/p>\n<p>Erd = 1<\/p>\n<p>Assim,<\/p>\n<p>a) Incorreta.<\/p>\n<p>b) Correta.<\/p>\n<p>c) Incorreta (o bem \u00e9 normal).<\/p>\n<p>d) Incorreta. A Epd \u00e9 constante e vale -1.<\/p>\n<p>e) Incorreta. P e Qd s\u00e3o inversamente relacionados. Se um aumenta, o outro diminui.<\/p>\n<p>Gabarito: B<\/p>\n<p><strong>40 &#8211; (ESAF &#8211; Concurso Analista de Planejamento e Or\u00e7amento &#8211; APO \/ MPOG &#8211; 2015) &#8211; A d\u00e9cada de 90 foi um per\u00edodo marcado pelo fim da infla\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica e pelas reformas de mercado. Particularmente ap\u00f3s 1994, foi adotada uma s\u00e9rie de medidas para manter a estabilidade macroecon\u00f4mica. Entre essas medidas, pode-se destacar: <\/strong><\/p>\n<p>a) a utiliza\u00e7\u00e3o da taxa de juros como instrumento de controle da taxa de c\u00e2mbio.<\/p>\n<p>b) a manuten\u00e7\u00e3o de taxas de juros reais negativas, particularmente entre 1994 e 1998, tendo como objetivo reduzir o custo financeiro das empresas.<\/p>\n<p>c) a manuten\u00e7\u00e3o de um regime de c\u00e2mbio flutuante durante toda a vig\u00eancia do Plano Real.<\/p>\n<p>d) o estabelecimento de controles de capitais internacionais tendo como objetivo reduzir a entrada de d\u00f3lares no pa\u00eds.<\/p>\n<p>e) a implementa\u00e7\u00e3o de um forte ajuste fiscal que permitiu a queda na d\u00edvida p\u00fablica e a obten\u00e7\u00e3o de super\u00e1vits prim\u00e1rios durante toda a segunda metade da d\u00e9cada de 90.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>:<\/p>\n<p>a) Correta. A taxa de juros teve forte influ\u00eancia no controle da infla\u00e7\u00e3o (at\u00e9 hoje, o regime de metas de infla\u00e7\u00e3o \u00e9 centrado na utiliza\u00e7\u00e3o da taxa de juros como vari\u00e1vel que flutua em respostas \u00e0s press\u00f5es inflacion\u00e1rias).<\/p>\n<p>b) Incorreta. O Brasil n\u00e3o taxas de juros negativas (pelo contr\u00e1rio!).<\/p>\n<p>c) Incorreta. Entre 1998 e 2000, tivemos um regime de bandas cambiais.<\/p>\n<p>d) Incorreta. O objetivo de controles de capitais internacionais n\u00e3o t\u00eam como objetivo reduzir a entrada, <span style=\"text-decoration: underline\">mas sim reduzir a sa\u00edda<\/span> de d\u00f3lares do pa\u00eds.<\/p>\n<p>e) Incorreta. A d\u00edvida p\u00fablica n\u00e3o caiu, mas sim aumentou durante esse per\u00edodo.<\/p>\n<p>Gabarito: A<\/p>\n<p>Concurso APO \/ MPOG &#8211; ESAF &#8211; Prova de Economia resolvida<\/p>\n<p>Abra\u00e7os,<\/p>\n<p>Heber Carvalho<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1 caros(as) amigos(as), Neste \u00faltimo domingo, foram aplicadas as provas objetivas do concurso APO \/ MPOG, banca ESAF. Neste artigo, vou comentar as quest\u00f5es da prova de Economia. Em outro post, comentarei as quest\u00f5es de Finan\u00e7as P\u00fablicas. O n\u00edvel da prova de Economia foi tranquilo. 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