{"id":27654,"date":"2015-10-01T18:06:13","date_gmt":"2015-10-01T21:06:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=27654"},"modified":"2015-10-02T14:57:03","modified_gmt":"2015-10-02T17:57:03","slug":"stj2015-analista-comentarios-da-prova-de-engenharia-de-software-e-desenvolvimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/stj2015-analista-comentarios-da-prova-de-engenharia-de-software-e-desenvolvimento\/","title":{"rendered":"STJ\/2015 (Analista) &#8211; Coment\u00e1rios da Prova de Engenharia de Software e Desenvolvimento"},"content":{"rendered":"<p>Fala, galera.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Perd\u00e3o pela demora, estou enrolad\u00edssimo. Consegui somente agora fazer um coment\u00e1rio da prova. Em geral, achei a prova bem tranquila. Vamos ver&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>75 \u2013 Embora os engenheiros de software geralmente utilizem uma abordagem sistem\u00e1tica, a abordagem criativa e menos formal pode ser eficiente em algumas circunst\u00e2ncias, como, por exemplo, para o desenvolvimento de sistemas web, que requerem uma mistura de habilidades de software e de projeto.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Apesar de soar estranho, isso est\u00e1 no Sommerville: <em>\u201cNo entanto, engenharia tem tudo a ver com selecionar o m\u00e9todo mais adequado para um conjunto de circunst\u00e2ncias, ent\u00e3o uma abordagem mais criativa e menos formal pode ser eficiente em algumas circunst\u00e2ncias. Desenvolvimento menos formal particularmente adequado para o desenvolvimento de sistemas Web, que requerem uma mistura de habilidades de software e de projeto<\/em>\u201d. Al\u00e9m disso, o que eu sempre falo na hora de avaliar uma quest\u00e3o: observem que ele usou um termo \u2018pode\u2019. Isso facilita a nossa vida, porque \u2013 se essa quest\u00e3o estiver errada \u2013 o examinador teria que \u2018provar\u2019 que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma possibilidade de uma abordagem criativa ser eficiente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>76 \u2013 O foco da engenharia de software inclui especifica\u00e7\u00e3o do sistema, desenvolvimento de hardware, elabora\u00e7\u00e3o do projeto de componentes de hardware e software, defini\u00e7\u00e3o dos processos e implanta\u00e7\u00e3o do sistema<\/strong><\/p>\n<p>Errado. At\u00e9 trata de alguns aspectos de hardware, mas desenvolvimento de hardware, definitivamente n\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>77 \u2013 As principais atividades de engenharia de software s\u00e3o especifica\u00e7\u00e3o, desenvolvimento, valida\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Bem, essa quest\u00e3o poderia gerar controv\u00e9rsias, porque fica-se sem saber se essa \u00e9 uma lista de atividades principais taxativa ou exemplificativa. De todo modo, acho dif\u00edcil o CESPE aceitar um recurso, porque \u2013 em geral \u2013 realmente s\u00e3o essas mesmo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>78 \u2013 Os requisitos reguladores, legais e \u00e9ticos s\u00e3o externos e n\u00e3o funcionais.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Bastava lembrar do quadrinho da aula 10. <em>No entanto, vamos tentar resolver por l\u00f3gica? Faz sentido pensar em requisitos reguladores, legais e \u00e9ticos como externos? <\/em>Sim! <em>E eles s\u00e3o funcionais ou n\u00e3o funcionais?<\/em> Ora, n\u00e3o-funcionais. Logo, era poss\u00edvel matar a quest\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>79 \u2013 Os requisitos ambientais, operacionais e de desenvolvimento s\u00e3o organizacionais e n\u00e3o funcionais.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Bastava lembrar do quadrinho da aula 10, mas tamb\u00e9m era poss\u00edvel resolver por l\u00f3gica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>80 \u2013 No diagrama de caso de uso, as formas corretas de se ligar um ator a um caso de uso s\u00e3o por meio de associa\u00e7\u00e3o, que demonstra a utiliza\u00e7\u00e3o, pelo ator, da fun\u00e7\u00e3o representada pelo caso de uso, e por meio da generaliza\u00e7\u00e3o, que demonstra a rela\u00e7\u00e3o de heran\u00e7a entre ambos.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. Vimos em aula que <em>\u201c(&#8230;) agora vamos falar sobre os tipos de relacionamentos em um diagrama de classes. H\u00e1 tr\u00eas tipos de relacionamentos entre classes: Depend\u00eancia, Generaliza\u00e7\u00e3o e Associa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/em> Esses s\u00e3o tipos de relacionamento do Diagrama de Classes e, n\u00e3o, Casos de Uso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>81 \u2013 No diagrama de estrutura composta, a denomina\u00e7\u00e3o de uma ocorr\u00eancia de colabora\u00e7\u00e3o possui a mesma nota\u00e7\u00e3o utilizada na denomina\u00e7\u00e3o de um objeto, e essa ocorr\u00eancia representa a aplica\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o descrito por uma colabora\u00e7\u00e3o a uma situa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica que envolve classes ou inst\u00e2ncias que executam pap\u00e9is espec\u00edficos da colabora\u00e7\u00e3o, em que uma colabora\u00e7\u00e3o pode conter outras colabora\u00e7\u00f5es dentro de si<\/strong><\/p>\n<p>Certo. <em>Voc\u00eas se lembram que o Diagrama de Estrutura Composta trata de modelar colabora\u00e7\u00f5es?<\/em> Pois \u00e9, a nota\u00e7\u00e3o realmente \u00e9 a mesma (vejam o Diagrama de Objetos na aula). Al\u00e9m disso, uma colabora\u00e7\u00e3o pode conter outras colabora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>82 \u2013 No diagrama de classe, os s\u00edmbolos #, + e !, que precedem atributos e m\u00e9todos para indicar n\u00edvel de acessibilidade, significam, respectivamente, protegida, p\u00fablica e privada. <\/strong><\/p>\n<p>Certo. Quest\u00e3o bem tranquila, bastava lembrar da tabelinha que tinha em aula 11.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>83 \u2013 Na contagem de pontos de fun\u00e7\u00e3o, deve-se contar um dado elementar referenciado (DER), correspondente a uma fun\u00e7\u00e3o de dados, para cada atributo \u00fanico ou n\u00e3o, repetido e reconhecido pelo usu\u00e1rio, mantido na fun\u00e7\u00e3o de dados ou recuperado dessa fun\u00e7\u00e3o por meio da execu\u00e7\u00e3o de todos os processos elementares pertinentes ao escopo da contagem.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. Vimos em aula que <em>\u201cDER \u00e9 um atributo \u00fanico, reconhecido pelo usu\u00e1rio e n\u00e3o repetido\u201d<\/em>. \u00a0Essa quest\u00e3o possui, ent\u00e3o, dois erros: os campos devem ser obrigatoriamente \u00fanicos e eles devem ser obrigatoriamente n\u00e3o-repetidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>84 \u2013 O modelo relacional de dados consiste em um banco de dados percebido por seus usu\u00e1rios como uma cole\u00e7\u00e3o de vari\u00e1veis de rela\u00e7\u00f5es que trata das quest\u00f5es l\u00f3gicas e f\u00edsicas da estrutura, da integridade e da manipula\u00e7\u00e3o de dados.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. Dizer que o Modelo Ralacional consiste em um banco de dados soa estranho; al\u00e9m disso, ele n\u00e3o trata de quest\u00f5es <span style=\"text-decoration: underline\">f\u00edsicas<\/span>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>85 \u2013 O modelo relacional consiste em uma cole\u00e7\u00e3o ilimitada de tipos escalares e de um operador de atribui\u00e7\u00e3o relacional que atribui valores \u00e0s vari\u00e1veis de rela\u00e7\u00f5es que integram os componentes desse modelo.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. De acordo com Date, \u00e9 poss\u00edvel, em termos simples, definir um modelo relacional em cinco componentes:\u00a0 (1) uma cole\u00e7\u00e3o ilimitada de tipos escalares, incluindo, em particular, o tipo booleano ou valor verdade; (2) um gerador de tipo de rela\u00e7\u00e3o e uma interpreta\u00e7\u00e3o pretendida para esses tipos de rela\u00e7\u00e3o gerados; (3) recursos para defini\u00e7\u00e3o de vari\u00e1veis de rela\u00e7\u00f5es desses tipos de rela\u00e7\u00f5es gerados; (4) um operador de atribui\u00e7\u00e3o relacional, para atribui\u00e7\u00e3o de valores de rela\u00e7\u00f5es a essas vari\u00e1veis de rela\u00e7\u00f5es; e (5) uma cole\u00e7\u00e3o ilimitada de operadores relacionais gen\u00e9ricos, para derivar valores de rela\u00e7\u00f5es de outros valores de rela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>86 \u2013 A manutenibilidade \u00e9 atributo de qualidade externa que pode ser medida por atributos internos, como a profundidade da \u00e1rvore de heran\u00e7a e a complexidade ciclom\u00e1tica.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Vimos no quadrinho da aula 10 que \u00e9 um atributo de qualidade interna e externa e pode ser medida por atributos internos (ou subcaracter\u00edsticas). No entanto, n\u00e3o encontrei nada na ISO 9126 que fale sobre profundidade da \u00e1rvore de heran\u00e7a e complexidade ciclom\u00e1tica. Inclusive, essas duas s\u00e3o m\u00e9tricas de complexidade e, n\u00e3o, de manutenibilidade. Logo, acho que cabe recurso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>87 \u2013 A funcionalidade e a usabilidade, caracter\u00edsticas dos atributos de qualidade de software, possuem como subcaracter\u00edsticas, respectivamente, a operacionalidade e a interoperabilidade. <\/strong><\/p>\n<p>Errado. Bastava lembrar do quadrinho da aula 10 e notar que a quest\u00e3o inverteu as subcaracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>88 \u2013 A apreensibilidade cuida da capacidade de o usu\u00e1rio compreender se o software \u00e9 apropriado e como este pode ser usado para a tarefa e as condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. Vimos no quadrinho da aula 10 que a Apreensibilidade \u00e9 uma subcaracter\u00edstica da Usabilidade, mas a quest\u00e3o descreveu a Inteligibilidade, que \u00e9 outra subcaracter\u00edstica da Usabilidade. A Apreensibilidade \u00e9 a capacidade do produto de software de possibilitar ao usu\u00e1rio aprender sua aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>89 \u2013 A arquitetura de microsservi\u00e7os, abordagem em que o aplicativo \u00e9 desenvolvido em uma \u00fanica unidade contendo pequenos servi\u00e7os, dependentes entre si, que se comunicam com um ente central denominado biblioteca de componentes, propicia o gerenciamento centralizado desses servi\u00e7os para automatizar a seguran\u00e7a.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. Vimos em aula que <em>\u201cA Arquitetura de Microsservi\u00e7os \u00e9 uma abordagem para o desenvolvimento de uma aplica\u00e7\u00e3o como um conjunto de pequenos servi\u00e7os, cada um executando em seu pr\u00f3prio processo e se comunicando por meio de mecanismos leves\u201d.<\/em> Vimos em aula tamb\u00e9m que a abordagem em que h\u00e1 uma \u00fanica unidade \u00e9 a abordagem monol\u00edtica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>90 \u2013 A arquitetura duto e filtro para aplica\u00e7\u00f5es em ambientes web prov\u00ea interatividade, pois prescinde do processamento de fluxo de dados<\/strong><\/p>\n<p>Errado. Essa quest\u00e3o trata de Pipes &amp; Filters. Como o edital pede Arquitetura de Software, ele pode cobrar absolutamente qualquer uma. \u00c9 a primeira vez que eu vi isso em prova, dificulta a vida do aluno, n\u00e3o custa nada especificar as arquiteturas. De todo modo, ela n\u00e3o prescinde do processamento de fluxo, ela necessita dele.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>91 \u2013 Na arquitetura em camadas MVC (modelo-vis\u00e3o-controlador), o modelo encapsula o estado de aplica\u00e7\u00e3o, a vis\u00e3o solicita atualiza\u00e7\u00e3o do modelo e o controlador gerencia a l\u00f3gica de neg\u00f3cios. <\/strong><\/p>\n<p>Errado. Voc\u00eas se lembram que o MVC \u00e9 uma arquitetura triangular, i.e., nem toda comunica\u00e7\u00e3o passa pelo Controlador. <em>O modelo encapsula o estado da aplica\u00e7\u00e3o?<\/em> Sim, essa \u00e9 tranquila! <em>A vis\u00e3o solicita atualiza\u00e7\u00e3o do modelo?<\/em> Sim, porque ela n\u00e3o atualiza diretamente o modelo, mas ela manda atualiza\u00e7\u00f5es para o controlador e esse, sim, atualiza o modelo. <em>O Controlador gerencia a l\u00f3gica de neg\u00f3cios?<\/em> N\u00e3o, isso tamb\u00e9m \u00e9 fun\u00e7\u00e3o do modelo. O controlador trata do fluxo de controle, mas n\u00e3o gerencia a l\u00f3gica de neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>92 \u2013 SOAP \u00e9 um protocolo-padr\u00e3o para defini\u00e7\u00e3o de interface do servi\u00e7o, suas opera\u00e7\u00f5es, associa\u00e7\u00f5es requeridas e fornecidas.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. Quem define isso \u00e9 o WSDL (Binding, para interface; Operation, para opera\u00e7\u00e3o; e Port, para associa\u00e7\u00f5es). Na aula, h\u00e1 um quadrinho com essas caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>93 \u2013 A arquitetura orientada a servi\u00e7os \u00e9 forma de desenvolvimento de sistemas distribu\u00eddos em que os componentes de sistemas s\u00e3o servi\u00e7os aut\u00f4nomos, raz\u00e3o por que, devido \u00e0 interoperabilidade, as liga\u00e7\u00f5es entre os servi\u00e7os devem ser r\u00edgidas para n\u00e3o provocar mudan\u00e7as durante sua execu\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. <em>SOA \u00e9 forma de desenvolvimento?<\/em> N\u00e3o. <em>Os componentes s\u00e3o servi\u00e7os aut\u00f4nomos?<\/em> Sim. <em>As liga\u00e7\u00f5es devem ser r\u00edgidas?<\/em> Jamais, isso aumentaria o acoplamento entre os servi\u00e7os. N\u00f3s vimos em aula que o objetivo \u00e9 justamente o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>94 \u2013 Adapter \u00e9 um padr\u00e3o do tipo estrutural que lida com a interface para um objeto, ao passo que builder refere-se a como um objeto composto ser\u00e1 criado e instanciado por uma classe.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. <em>Adapter \u00e9 estrutural?<\/em> Sim. <em>Lida com a interface para um objeto?<\/em> N\u00e3o, com a interface para uma classe. Edit: Alguns alunos comentram que ele serve tamb\u00e9m para objetos. \u00c9 verdade, ele \u00e9 um daqueles poucos que servem para objetos e classes. A pegadinha da quest\u00e3o \u00e9 que o Builder se refere a como um objeto COMPLEXO e, n\u00e3o, COMPOSTO ser\u00e1 criado e instanciado por uma classe. <em>Voc\u00eas se lembram que eu falo na aula que tem que se decorar algumas palavras chaves?<\/em> Essa era uma delas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>95 \u2013 Um dos princ\u00edpios-chave do Domain-Driven Design \u00e9 o uso de uma linguagem ub\u00edqua com termos bem definidos, que integram o dom\u00ednio do neg\u00f3cio e que s\u00e3o utilizados entre desenvolvedores especialistas de neg\u00f3cio.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Vimos em aula que \u201c<em>para ter um software que atenda perfeitamente a um determinado dom\u00ednio, \u00e9 necess\u00e1rio que se estabele\u00e7a, em primeiro lugar, uma Linguagem Ub\u00edqua<\/em>\u201d. De fato, essa \u00e9 a linguagem comum do dom\u00ednio do neg\u00f3cio e dos desenvolvedores especialistas do neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>97 \u2013 ECM \u00e9 um conjunto de ferramentas, como aplicativos, linguagens de desenvolvimento e sistemas operacionais, que d\u00e3o forma aos conceitos de ger\u00eancia do conhecimento, por meio de estrat\u00e9gias, m\u00e9todos e ferramentas utilizadas para capturar, gerenciar, armazenar, preservar e distribuir conte\u00fado e documentos relacionados aos processos organizacionais.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Vimos em aula que \u201c\u00e9<em> um meio de organizar e armazenar documentos e demais conte\u00fados relacionados aos processos de uma organiza\u00e7\u00e3o. Esse termo abrange estrat\u00e9gias, m\u00e9todos e ferramentas usadas durante o ciclo de vida do conte\u00fado. (&#8230;) Ele \u00e9 um guarda-chuva que abarca conceitos como Gerenciamento de Documentos (inclusive eletr\u00f4nicos), Gerenciamento de Conte\u00fado Web, Mecanismos de Busca e Colabora\u00e7\u00e3o, Gerenciamento de Registros, Ativos Digitais e Fluxos de Trabalho, entre outros. (&#8230;)Galera, existem cinco componentes principais no Modelo ECM. S\u00e3o eles: Captura, Gest\u00e3o, Preserva\u00e7\u00e3o, Armazenamento e Difus\u00e3o<\/em>\u201d \u2013 logo, a quest\u00e3o est\u00e1 correta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>98 \u2013 O encapsulamento, caracter\u00edstica da programa\u00e7\u00e3o orientada a objetos, \u00e9 uma t\u00e9cnica utilizada para ocultar os detalhes da implementa\u00e7\u00e3o de um objeto.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Vimos em aula que \u201c<em>o mecanismo de encapsulamento \u00e9 uma forma de restringir o acesso ao comportamento interno de um objeto\u201d<\/em>, i.e., os detalhes de implementa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>99 \u2013 O princ\u00edpio da responsabilidade \u00fanica estabelece que uma classe deva executar apenas uma tarefa; dessa forma, caso uma classe possua mais uma responsabilidade, deve-se considerar sua decomposi\u00e7\u00e3o em duas ou mais classes.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. A responsabilidade \u00fanica diz que uma classe deve ter uma e apenas uma responsabilidade e realiz\u00e1-la de maneira satisfat\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>100 \u2013 M\u00e9todos callback s\u00e3o formas de instanciar m\u00e9todos utilizando-se tecnologia de chamada em segundo plano escondido do plano sequencial da aplica\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. <em>De cara, o que voc\u00eas veem de estranho nessa quest\u00e3o?<\/em> N\u00e3o faz sentido falar em instanciar m\u00e9todos, instanciam-se classes \u2013 m\u00e9todos, n\u00e3o. No mais, M\u00e9todos Callback s\u00e3o formas de chamar m\u00e9todos ou fun\u00e7\u00f5es utilizando-se tecnologia de chamada em segundo plano escondido do plano sequencial da aplica\u00e7\u00e3o. Esses m\u00e9todos fazem uma requisi\u00e7\u00e3o ao servidor e ficam esperando a resposta, que n\u00e3o necessariamente volta imediatamente, i.e., \u00e9 ass\u00edncrono. De todo modo, quando a resposta vier, a\u00ed sim ele chama a fun\u00e7\u00e3o ou faz o que tiver que fazer. A ideia \u00e9 liberar a aplica\u00e7\u00e3o para que outras a\u00e7\u00f5es sejam tomadas sem que ela fique aguardando o retorno de processos s\u00edncronos (esses, sim, est\u00e3o em um plano sequencial).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>101 \u2013 O valor da vari\u00e1vel e no fim da execu\u00e7\u00e3o do seguinte algoritmo ser\u00e1 143.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Quest\u00e3o que avalia se voc\u00ea sabe como funciona uma estrutura de repeti\u00e7\u00e3o e uma atribui\u00e7\u00e3o. Basta calcular na m\u00e3o \u2013 o resultado ser\u00e1 143.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>106 \u2013 O desenvolvimento orientado a testes \u00e9 uma metodologia de desenvolvimento de casos de teste de classes de funcionamento de aplica\u00e7\u00f5es para dispositivos m\u00f3veis com \u00eanfase nas falhas de comunica\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. Essa quest\u00e3o \u00e9 engra\u00e7ada, a \u00fanica parte correta \u00e9: <em>\u201c\u00e9 uma metodologia de desenvolvimento<\/em>\u201d \u2013 o restante est\u00e1 tudo errado e maluco.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>107 \u2013 O Git, sistema de controle de vers\u00f5es que mant\u00e9m um hist\u00f3rico completo de todas as altera\u00e7\u00f5es, permite a recupera\u00e7\u00e3o das vers\u00f5es do projeto na busca de informa\u00e7\u00f5es sobre o estado dos arquivos em vers\u00f5es anteriores.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Essa \u00e9 uma fun\u00e7\u00e3o b\u00e1sica de qualquer sistema de controle de vers\u00e3o. A diferen\u00e7a do Git \u00e9 que ele busca altera\u00e7\u00f5es por meio de estados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>108 \u2013 O framework Java Struts foi constru\u00eddo para padr\u00e3o de projetos estruturados em camadas que separam a camada f\u00edsica da camada l\u00f3gica do banco de dados<\/strong><\/p>\n<p>Errado. Ele, de fato, foi constru\u00eddo para padr\u00e3o de projetos estruturados em camadas, mas n\u00e3o em camada f\u00edsica\/l\u00f3gica do banco de dados, mas em camadas MVC!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>109 \u2013 Ao se executar o c\u00f3digo Java apresentado a seguir, o resultado obtido ser\u00e1 13.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. Recurso f\u00e1cil, o examinador esqueceu do operador em <em>if (valor == 0 valor == 1)<\/em>. Sem colocar o operador, o c\u00f3digo daria erro de compila\u00e7\u00e3o, logo o resultado n\u00e3o seria 13 \u2013 \u00e9 quest\u00e3o de sintaxe e, n\u00e3o, de l\u00f3gica de programa\u00e7\u00e3o (mesmo que fosse a inten\u00e7\u00e3o do examinador).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>110 \u2013 O processo de refatora\u00e7\u00e3o deve sempre come\u00e7ar com a cria\u00e7\u00e3o de um s\u00f3lido conjunto de testes para o trecho de c\u00f3digo a ser trabalhado.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Galera, voc\u00ea tem um c\u00f3digo que funciona, mas deseja melhorar a efici\u00eancia dele. Recomenda-se que se fa\u00e7a uma s\u00e9rie de testes s\u00f3lidos para verificar as funcionalidades antes de refatorar o c\u00f3digo. Dizer que SEMPRE se deve come\u00e7ar com testes soa estranho e cabe, sim, recurso, visto que &#8211; muitas vezes &#8211; os testes j\u00e1 foram feitos; mas estou com a impress\u00e3o de que o CESPE n\u00e3o vai aceitar :(<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>112 \u2013 No contexto de clean code, as fun\u00e7\u00f5es devem ter tamanho reduzido.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. Vimos em aula que <em>\u201cquanto \u00e0s fun\u00e7\u00f5es:\u00a0 devem ser pequenas e devem fazer apenas uma coisa (responsabilidade \u00fanica); n\u00e3o deve ter n\u00edvel de endenta\u00e7\u00e3o maior que dois; preferencialmente, devem ter poucos par\u00e2metros; recomenda-se n\u00e3o repetir c\u00f3digo (evitar redund\u00e2ncia)\u201d <\/em>\u2013 logo, a quest\u00e3o est\u00e1 correta.<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong>113 \u2013 Considere uma p\u00e1gina HTML cujo c\u00f3digo seja o apresentado a seguir.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. Observem que somente o h2 est\u00e1 inline, logo apareceria um embaixo do outro. Para chegar ao resultado apresentado na quest\u00e3o, n\u00f3s dever\u00edamos colocar &lt;h2&gt;Subt\u00edtulo&lt;\/h2&gt;. Dessa forma, T\u00edtulo e Subt\u00edtulo estariam inline.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>114 \u2013 JSON (JavaScript Object Notation) \u00e9 um formato de arquivo de texto para troca de dados em que um objeto \u00e9 um conjunto de pares nome\/valor.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. N\u00f3s vimos em aula: <em>\u201cTrata-se de um formato para interc\u00e2mbio de dados! (&#8230;) Pessoal, h\u00e1 tamb\u00e9m semelhan\u00e7as: ambos s\u00e3o formatos texto (plain text) (&#8230;)\u201d <\/em>\u2013 logo, a quest\u00e3o est\u00e1 correta.<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong>115 \u2013 A tag definida a seguir \u00e9 obrigat\u00f3ria na especifica\u00e7\u00e3o de uma p\u00e1gina que utilize HTML5.<\/strong><\/p>\n<p><strong>&lt;!DOCTYPE HTML PUBLIC &#8220;-\/\/W3C\/\/DTD HTML 5. \/\/PT&#8221;<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0&#8220;http:\/\/www.w3.org\/TR\/html5\/strict.dtd&#8221;&gt;<\/strong><\/p>\n<p>Errado. N\u00f3s vimos em aula: \u201c<em>No entanto, antes de tudo isso, devemos sempre declarar logo na primeira linha de c\u00f3digo qual tipo de documento o navegador dever\u00e1 esperar, por meio da instru\u00e7\u00e3o: &lt;!DOCTYPE html&gt;. Aten\u00e7\u00e3o: isso n\u00e3o \u00e9 uma tag \u2013 \u00e9 uma instru\u00e7\u00e3o para indicar ao navegador o tipo de documento que deve renderizar e a vers\u00e3o da linguagem<\/em>\u201d. Logo, n\u00e3o se trata de uma tag &#8211; al\u00e9m disso, n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio escrever tudo isso; no HTML5, basta escrever &lt;!DOCTYPE html&gt; \u2013 logo, a quest\u00e3o est\u00e1 errada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>116 \u2013 JPQL (Java Persistence Query Language) \u00e9 uma linguagem de manipula\u00e7\u00e3o de dados adotada para criar, alterar estrutura de tabelas e gatilhos utilizados na especifica\u00e7\u00e3o JPA (Java Persistence API).<\/strong><\/p>\n<p>Errado. JPQL manipula dados, mas n\u00e3o manipula estruturas ou gatilhos. Ele trata de Queries: Java Persistence QUERY Language.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>117 \u2013 O Hibernate define um objeto transient com uma inst\u00e2ncia de um objeto que tenha persistido e que esteja em transi\u00e7\u00e3o para consulta e utiliza\u00e7\u00e3o pela aplica\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>Errado. N\u00f3s vimos em aula que <em>\u201cno estado transiente, a inst\u00e2ncia n\u00e3o esteve nem est\u00e1 associada a um contexto persistente, isto \u00e9, n\u00e3o h\u00e1 uma representa\u00e7\u00e3o no banco de dados, nem um valor identificador. Ela \u00e9 instanciada, utilizada, destru\u00edda e n\u00e3o pode ser reconstru\u00edda de forma autom\u00e1tica\u201d<\/em> \u2013 logo, a quest\u00e3o est\u00e1 errada!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>118 \u2013 JUnit \u00e9 um framework utilizado para facilitar a gera\u00e7\u00e3o de testes a fim de se verificar se os resultados gerados pelos m\u00e9todos escritos em Java s\u00e3o os esperados.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. N\u00f3s vimos em aula que \u201c<em>uma dessas ferramentas \u00e9 o JUnit, que \u00e9 um framework de testes para a linguagem Java! (&#8230;) Cada teste individual \u00e9 implementado como um objeto e um executor de testes realiza todos os testes. Estes em si devem ser escritos de maneira que indiquem se o sistema testado se comportou conforme esperado<\/em>\u201d \u2013 logo, a quest\u00e3o est\u00e1 correta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>119 \u2013 O JMS (Java Message Service) permite a troca de mensagens ass\u00edncronas entre um ou mais clientes e faz parte da especifica\u00e7\u00e3o do Java EE.<\/strong><\/p>\n<p>Certo. N\u00f3s vimos em aula que <em>\u201crealiza processamentos fracamente acoplados, em que todas as opera\u00e7\u00f5es que envolvem a troca de mensagens s\u00e3o feitas de forma ass\u00edncrona, fazendo com que as aplica\u00e7\u00f5es participantes n\u00e3o precisem ficar bloqueadas esperando o t\u00e9rmino de alguma computa\u00e7\u00e3o remotamente solicitada\u201d <\/em>\u2013 logo, a quest\u00e3o est\u00e1 correta.<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong>120 \u2013 A finalidade das ferramentas de integra\u00e7\u00e3o cont\u00ednua \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es integradas com foco em sistemas fortemente acoplados, com necessidade de cria\u00e7\u00e3o de uma documenta\u00e7\u00e3o cont\u00ednua<\/strong><\/p>\n<p>Errado. <em>Sistemas fortemente acoplados?<\/em> Jamais! <em>Necessidade de cria\u00e7\u00e3o de uma documenta\u00e7\u00e3o cont\u00ednua? <\/em>Tamb\u00e9m n\u00e3o! A quest\u00e3o nos deu duas chances de acertar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 isso! Espero que tenham gostado do nosso curso. Qualquer erro ou d\u00favida, s\u00f3 mandar! ;)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fala, galera. &nbsp; Perd\u00e3o pela demora, estou enrolad\u00edssimo. Consegui somente agora fazer um coment\u00e1rio da prova. Em geral, achei a prova bem tranquila. 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