{"id":25083,"date":"2015-07-29T00:14:50","date_gmt":"2015-07-29T03:14:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=25083"},"modified":"2015-07-29T17:29:23","modified_gmt":"2015-07-29T20:29:23","slug":"trt-mg-comentarios-a-prova-de-comunicacao-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/trt-mg-comentarios-a-prova-de-comunicacao-social\/","title":{"rendered":"TRT-MG &#8211; Coment\u00e1rios \u00e0 prova de Comunica\u00e7\u00e3o Social!"},"content":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, queridos concurseiros!<\/p>\n<p>Hoje vamos comentar a prova do <strong>TRT\/MG 2015 <\/strong>organizado pela <strong> FCC<\/strong>. Na minha opini\u00e3o, a prova veio conforme o esperado. Com um n\u00edvel intermedi\u00e1rio para alto. Mais quest\u00f5es \u201csurpresa\u201d do que o normal, mas poucas cascas de banana.<\/p>\n<p>Temos algumas oportunidades de recurso e est\u00e3o todas descritas nos coment\u00e1rios das quest\u00f5es. Lembre-se o recurso n\u00e3o precisa ser nada muito complexo, e se voc\u00ea acha que existem mais possibilidades do que as que eu citei, v\u00e1 em frente e formule seus argumentos. N\u00e3o hesite, voc\u00ea n\u00e3o tem nada a perder ao recorrer de quest\u00f5es da prova objetiva. Apenas preste aten\u00e7\u00e3o para ser claro e conciso ao descrever seus argumentos, nada de encher lingui\u00e7a, ok? Voc\u00ea pode conseguir a antipatia do avaliador.<\/p>\n<p>O caderno em que me baseei foi o<strong> \u2018A09\u2019, Tipo 003.<\/strong><\/p>\n<p>Dito isto, vamos l\u00e1! Boa sorte!<\/p>\n<p>Paolla Marletti<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>21. Sobre as Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas, considere:<\/p>\n<p>I. \u00c9 a atividade e o esfor\u00e7o deliberado, planejado e cont\u00ednuo para estabelecer e manter a compreens\u00e3o m\u00fatua entre uma pessoa e os grupos de pessoas a que esteja direta ou indiretamente ligada.<\/p>\n<p>II. Um processo multidimensional, din\u00e2mico e hist\u00f3rico, de v\u00e1rias formas de intera\u00e7\u00e3o das organiza\u00e7\u00f5es e os grupos aos quais est\u00e1 direta ou indiretamente ligada por quest\u00f5es de interesse.<\/p>\n<p>III. Compreens\u00e3o da din\u00e2mica e informa\u00e7\u00f5es mercadol\u00f3gicas que redundem na interven\u00e7\u00e3o para o aumento das vendas da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>IV. Uma atividade que abrange as pessoas envolvidas nas trocas entre a organiza\u00e7\u00e3o, seja p\u00fablica ou privada, na totalidade de seu meio ambiente.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que consta APENAS em<\/p>\n<p>(A) \u00a0III e IV.<\/p>\n<p>(B) \u00a0I, II e III.<\/p>\n<p>(C) \u00a0I, II e IV.<\/p>\n<p>(D) \u00a0II, III e IV.<\/p>\n<p>(E) \u00a0I e II.<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Como vimos em nossas aulas, as Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas trabalham a imagem institucional com cada p\u00fablico da organiza\u00e7\u00e3o ou de uma pessoa. Sim, uma celebridade, por exemplo, pode ter um profissional ou equipe de Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas. A assertiva I est\u00e1 correta.<\/p>\n<p>As Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas atuam em v\u00e1rias frentes, desde organiza\u00e7\u00e3o de eventos at\u00e9 aux\u00edlios em momentos de crise. Esses \u201cgrupos aos quais est\u00e1 direta ou indiretamente ligada por quest\u00f5es de interesse\u201d, de que fala a assertiva II, s\u00e3o os stakeholders, ou seja, os diversos p\u00fablicos de uma institui\u00e7\u00e3o. Essa tamb\u00e9m est\u00e1 correta.<\/p>\n<p>A assertiva IV \u00e9 simples e direta. Diz que as RP abrangem todas as pessoas envolvidas de alguma forma com qualquer organiza\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o \u00e9 isso mesmo? As rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas desenvolvem-se perante todos os p\u00fablicos de uma organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Oportunidade de recurso:<\/strong> Pelo gabarito a alternativa III est\u00e1 errada, mas eu discordo. Compreendo que a afirma\u00e7\u00e3o dessa alternativa: \u201cCompreens\u00e3o da din\u00e2mica e informa\u00e7\u00f5es mercadol\u00f3gicas que redundem (ou seja, resultem) na interven\u00e7\u00e3o para o aumento das vendas da organiza\u00e7\u00e3o\u201d est\u00e1 mais pr\u00f3ximo do papel do marketing e da publicidade.<\/p>\n<p>No entanto, as RP t\u00eam sido uma aliada na comunica\u00e7\u00e3o integrada para alavancar, sim, as vendas. O que \u00e9 defendido, por exemplo, por Phillip Kotler em seu livro Marketing de A a Z, p\u00e1gina 201-202. Segundo ele, a propaganda est\u00e1 perdendo a efic\u00e1cia e a melhor op\u00e7\u00e3o \u00e9 investir mais em planejamento de campanhas de RP. \u00c9 fato que ele fala mais diretamente da constru\u00e7\u00e3o da marca, mas, pense comigo, para que servir\u00e1 uma marca bem constru\u00edda se ela n\u00e3o vender? Marca bem constru\u00edda \u00e9 marca que vende!<\/p>\n<p>Um outro bom argumento \u00e9 o citado pelos professores Duda Pinheiro (consultor associado da Pinheiro Lopes Consultoria Publicit\u00e1ria e Promocional e professor mestre na gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Escola Superior de Propaganda e Marketing \u2013 ESPM -, Universidade Mackenzie e Belas Artes de S\u00e3o Paulo) e Jos\u00e9 Gullo (professor de Marketing e consultor de Planejamento Estrat\u00e9gico de Empresas) em seu livro \u201cFundamentos de Marketing\u201d (p\u00e1gina 240), de que as RP \u201ctem ainda a fun\u00e7\u00e3o de conduzir o p\u00fablico-alvo at\u00e9 a marca do produto no ponto de venda\/contato. Ou seja, mobiliza-o a tomar uma a\u00e7\u00e3o que por sua vez gera compra e consumo.\u201d<\/p>\n<p>Sendo assim, podemos afirmar que as Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas devem compreender a din\u00e2mica e informa\u00e7\u00f5es mercadol\u00f3gicas que resultem na interven\u00e7\u00e3o para o aumento das vendas da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Discordo, portanto, do gabarito que deveria ser anulado j\u00e1 que n\u00e3o apresenta uma op\u00e7\u00e3o para que todas as alternativas estejam corretas.<\/p>\n<p>GABARITO PRELIMINAR: C<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">MINHA OPINI\u00c3O: ANULAR<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>22. A convite de Paul Lazarsfeld, o fil\u00f3sofo alem\u00e3o Theodore Adorno colaborou em estudos sobre programas musicais de r\u00e1dio nos Estados Unidos. O resultado foi uma cr\u00edtica ao estatuto da m\u00fasica, tratada como um rebaixamento a um estado de ornamento da vida cotidiana, uma felicidade fraudulenta e uma arte integrada ao sistema. Em meados dos anos 1940, ao lado de Max Horkheimer, Adorno criou um conceito, dentro de sua teoria cr\u00edtica, conhecido como<\/p>\n<p>(A) \u00a0economia pol\u00edtica.<\/p>\n<p>(B) \u00a0agulha hipod\u00e9rmica.<\/p>\n<p>(C) \u00a0aparelho ideol\u00f3gico de Estado.<\/p>\n<p>(D) \u00a0teoria da informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(E) \u00a0ind\u00fastria cultural.<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Essa \u00e9 uma quest\u00e3o simples, mas que pode confundir quem n\u00e3o ler at\u00e9 o final. Como o primeiro nome que aparece \u00e9 o de Paul Lazarsfeld pode fazer com que os apressadinhos busquem pela Teoria Emp\u00edrica de Campo ou dos Efeitos Limitados. Mas a leitura completa do enunciado n\u00e3o deixa d\u00favida&#8230; O conceito desenvolvido (e mais \u201cbatido\u201d) da teoria critica \u00e9 o da ind\u00fastria cultural.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>23. Em <strong>A Gal\u00e1xia da Internet \u2013 Reflex\u00f5es sobre a internet, os neg\u00f3cios e a sociedade <\/strong>(Rio de Janeiro: Zahar, 2001, p. 34), Manuel Castells defende que os \u201ccriadores da internet\u201d constitu\u00edram conjuntos de valores e cren\u00e7as que formam comportamento \u2028de, pelo menos, quatro grupos: tecnomeritocr\u00e1ticos, <em>hackers, <\/em>comunidades digitais e empresas. Nesse sentido, a internet \u00e9<\/p>\n<p>(A) \u00a0a constante disputa entre <em>hackers <\/em>e empresas pela apropria\u00e7\u00e3o de dados alheios.<\/p>\n<p>(B) \u00a0dotada de uma cultura pr\u00f3pria, que \u00e9 a cultura dos seus criadores. (C) \u00a0pautada por uma vers\u00e3o digital da ideologia neoliberal da meritocracia.<\/p>\n<p>(D) \u00a0uma estrutura que funciona de forma independente da a\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>(E) \u00a0essencialmente empresarial e inserida em uma cadeia de cria\u00e7\u00e3o de valor.<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Apesar de n\u00e3o termos tradado especificamente dessa obra de Manuel Castells (as provas sempre trazem uma surpresinha ou outra), podemos usar nossa compreens\u00e3o de Ciberespa\u00e7o e Cibercultura para resolver a quest\u00e3o.<\/p>\n<p>A internet n\u00e3o se resume \u00e0 disputa entre <em>hackers <\/em>e empresas, apesar desse embate ser real. Essa hist\u00f3ria de \u201cmeritocracia neoliberal\u201d est\u00e1 ligada \u00e0s oportunidades do indiv\u00edduo&#8230; A internet se desenvolve independente desses par\u00e2metros.<\/p>\n<p>Como estudamos, a internet transformou o usu\u00e1rio em produtor de conte\u00fado, agente ativo na comunica\u00e7\u00e3o. A estrutura dela est\u00e1 intrinsecamente ligada a essa caracter\u00edstica, sendo assim, a internet <em>depende<\/em> da a\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios. A internet tamb\u00e9m \u00e9 usada na comunica\u00e7\u00e3o empresarial, mas seu uso transborda essas barreiras, sendo de dom\u00ednio popular.<\/p>\n<p>Sendo assim, nos resta a letra B, que \u00e9 coerente \u00e0 ideia da Cibercultura, j\u00e1 que a internet tem uma cultura pr\u00f3pria. Voc\u00ea pode ter ficado confuso com essa hist\u00f3ria de \u201ccultura dos seus criadores\u201d, mas a verdade \u00e9 que cada esfera que \u00e9 criada dentro do ciberespa\u00e7o (cada nova rede social, programa, portal, etc) \u00e9 estruturada para que o usu\u00e1rio a opere dentro de um c\u00f3digo formulado pelo criador.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>24.<em> Do \u00e2ngulo da rua, v\u00ea-se uma gigantesca mobiliza\u00e7\u00e3o de quatro milh\u00f5es de pessoas \u2013 na qual h\u00e1 jovens, velhos, crian\u00e7as, pobres, ricos, classe m\u00e9dia \u2013 que se encontraram nas ruas de S\u00e3o Paulo, unidos por uma solidariedade na esperan\u00e7a que nada tem a ver com uma montagem: para mobilizar essa multid\u00e3o, foi preciso algo mais, algo muito diferente da vontade manipulat\u00f3ria de alguns meios massivos. Foi preciso justamente aquilo que os gritos da multid\u00e3o testemunham nesses dias: \u201cTancredo n\u00e3o Morreu, Tancredo est\u00e1 no povo\u201d, \u201cTancredo, um dia haver\u00e1 p\u00e3o para todos, como voc\u00ea queria\u201d. N\u00e3o foi um \u201cpa\u00eds medieval\u201d o que saiu \u00e0s ruas, n\u00e3o foi um pa\u00eds de fan\u00e1ticos e curandeiros, mas aquele mesmo povo que poucos meses antes enchia as mesmas ruas exigindo as \u201cDiretas J\u00e1\u201d, um povo em redescoberta de sua cidadania, reinventando a sua identidade, num espet\u00e1culo que fundia festa e pol\u00edtica, fazendo pol\u00edtica a partir da festa. E ganhava voz na presen\u00e7a corporal e no movimento de uma multid\u00e3o. Mas isso foi totalmente ignorado por uma imprensa que, erigindo-se em cr\u00edtica da massa, n\u00e3o p\u00f4de ver que continha e formava, que dava forma \u00e0 massa. <\/em><\/p>\n<p>(In: BARBERO, Jes\u00fas-Mart\u00edn: <strong>Dos meios \u00e0s media\u00e7\u00f5es <\/strong>\u2013 Comunica\u00e7\u00e3o, Cultura e Hegemonia. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2013 p. 322)<\/p>\n<p>Na perspectiva das media\u00e7\u00f5es culturais, eventos como a morte de Tancredo Neves s\u00e3o recebidos pela imprensa com uma pretensa racionalidade cient\u00edfica, mas s\u00e3o ressignificados pelo popular e sua forma particular de constru\u00e7\u00e3o de conhecimento, sendo ent\u00e3o reapropriados na comunica\u00e7\u00e3o massiva. No caso descrito, como um exemplo latino-americano, o resultado \u00e9 uma narrativa<\/p>\n<p>(A) factual.<\/p>\n<p>(B) racional.<\/p>\n<p>(C) moralista.<\/p>\n<p>(D) melodram\u00e1tica.<\/p>\n<p>(E) ilustrada.<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Creio eu que o elaborador, nessa quest\u00e3o, quis aprofundar e acabou fazendo uma bagun\u00e7a t\u00e3o grande nas alternativas oferecida que n\u00e3o deixou claro o que est\u00e1 pedindo.<\/p>\n<p><strong>Oportunidade de recurso:<\/strong> \u00c9 preciso saber diferenciar o que \u00e9 g\u00eanero textual, tipo textual e g\u00eanero liter\u00e1rio. Os g\u00eaneros textuais s\u00e3o in\u00fameros, cada um com seu pr\u00f3prio estilo de escrita e de estrutura e s\u00e3o classificados de acordo com suas caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>Para determinar o tipo textual, deve-se considerar a forma como o texto se apresenta e a finalidade para o qual foi escrito. , podendo ser classificado como narrativo, argumentativo, dissertativo, descritivo, informativo ou intuitivo.<\/p>\n<p>Para classificar os g\u00eaneros liter\u00e1rios abordamos apenas os textos liter\u00e1rios e s\u00e3o avaliadas quest\u00f5es sem\u00e2nticas, sint\u00e1ticas, fonol\u00f3gicas, formais, contextuais e etc. A divis\u00e3o cl\u00e1ssica \u00e9 feita em tr\u00eas grupos: narrativo, l\u00edrico e dram\u00e1tico \u2013 essas categorias se subdividem em outra quantidade enorme de subg\u00eaneros.<\/p>\n<p>Veja bem, o nosso edital pediu T\u00e9cnicas de Reda\u00e7\u00e3o Jornal\u00edstica e Publicit\u00e1ria, o que afunila bastante esse estudo t\u00e3o abrangente que \u00e9 o dos textos. Desde j\u00e1 aponto um argumento para recurso: Est\u00e1 fora do edital.<\/p>\n<p>Mas \u201cfor\u00e7ando a barra\u201d d\u00e1 para encaixar ela a\u00ed nas t\u00e9cnicas de reda\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica. Temos ent\u00e3o o que pede o enunciado \u201co resultado \u00e9 uma narrativa\u201d. Se \u00e9 uma narrativa, est\u00e1 se referindo ou ao tipo textual (que n\u00e3o tem subdivis\u00f5es, ent\u00e3o podemos exclui-la) ou ao g\u00eanero liter\u00e1rio.<\/p>\n<p>O g\u00eanero narrativo consiste na narra\u00e7\u00e3o de um fato ou hist\u00f3ria de fic\u00e7\u00e3o. Os elementos que comp\u00f5em uma narrativa s\u00e3o o narrador, o tempo, o lugar, o enredo ou situa\u00e7\u00e3o e as personagens. Sendo assim, o texto que estamos avaliando est\u00e1 de acordo com esses par\u00e2metros.<\/p>\n<p>Dentro do g\u00eanero liter\u00e1rio narrativo temos muitas modalidades textuais ou estilos de escrita: f\u00e1bula, novela, conto, cr\u00f4nica, epopeia, ensaio, romance etc.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o oferece como gabarito correto a letra D \u201cmelodram\u00e1tica\u201d. Acontece que essa classifica\u00e7\u00e3o se refere ao g\u00eanero liter\u00e1rio dram\u00e1tico \u2013 destinado a encena\u00e7\u00f5es teatrais, por exemplo.<\/p>\n<p>Alguns autores ainda como apontam o melodrama como um g\u00eanero em si mesmo.<\/p>\n<p>Se o enunciado falasse \u201co resultado \u00e9 um texto de g\u00eanero&#8230;\u201d ou ainda \u201co resultado \u00e9 um texto dram\u00e1tico do tipo..\u201d. J\u00e1 que podemos considerar o texto ou g\u00eanero melodram\u00e1tico por ter uma tem\u00e1tica centrada na repara\u00e7\u00e3o da injusti\u00e7a e, muitas vezes, culmina na realiza\u00e7\u00e3o amorosa. O melodrama tem a tend\u00eancia de postular uma moral oculta, a extrapola\u00e7\u00e3o do real e do imagin\u00e1rio, ao suspense nas representa\u00e7\u00f5es, e \u00e0 compaix\u00e3o que decorre de um processo de identifica\u00e7\u00e3o com os espectadores.<\/p>\n<p>O elaborador poderia ter selecionado melhor as alternativas para que direcionasse qual \u00e9 a classifica\u00e7\u00e3o que ele est\u00e1 considerando&#8230; Mas n\u00e3o o fez.<\/p>\n<p>GABARITO PRELIMINAR: D<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">MINHA OPINI\u00c3O: ANULAR<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>25. Fabio Fran\u00e7a (Conceitua\u00e7\u00e3o L\u00f3gica de P\u00fablicos e Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas), estabelece uma defini\u00e7\u00e3o de p\u00fablicos de uma organiza\u00e7\u00e3o que se pretende \u201caplic\u00e1vel a todos os tipos de relacionamento\u201d de uma organiza\u00e7\u00e3o. Os \u201cessenciais\u201d s\u00e3o definidos pelo grau de depend\u00eancia que a organiza\u00e7\u00e3o tem desses p\u00fablicos; os \u201cn\u00e3o essenciais\u201d s\u00e3o identificados pela sua participa\u00e7\u00e3o\/envolvimento nas atividades-fim da organiza\u00e7\u00e3o, enquanto os p\u00fablicos de \u201credes de interfer\u00eancia\u201d s\u00e3o aqueles que podem afetar a organiza\u00e7\u00e3o e seus neg\u00f3cios. O relacionamento com a imprensa, nessa defini\u00e7\u00e3o l\u00f3gica, \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o com um p\u00fablico<\/p>\n<p>(A) \u00a0de rede de interfer\u00eancia.<\/p>\n<p>(B) \u00a0essencial, embora externo.<\/p>\n<p>(C) \u00a0essencial, pois afeta internamente.<\/p>\n<p>(D) \u00a0n\u00e3o essencial, por ser externo.<\/p>\n<p>(E) \u00a0n\u00e3o essencial, embora externo.<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Apesar de n\u00e3o ser uma classifica\u00e7\u00e3o t\u00e3o \u201cpopular\u201d, o enunciado explica com uma quantidade razo\u00e1vel de detalhes como \u00e9 feita a divis\u00e3o dos p\u00fablicos de acordo com o professor F\u00e1bio Fran\u00e7a. Podemos concluir pelo pr\u00f3prio enunciado que:<\/p>\n<ul>\n<li>P\u00fablicos Essenciais: alto grau de depend\u00eancia com a organiza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>P\u00fablico N\u00e3o essencial: s\u00e3o identificados pela sua participa\u00e7\u00e3o\/envolvimento nas atividades-fim da organiza\u00e7\u00e3o (p\u00fablico interno).<\/li>\n<li>P\u00fablicos de redes de interfer\u00eancia: s\u00e3o aqueles que podem afetar a organiza\u00e7\u00e3o e seus neg\u00f3cios. Aten\u00e7\u00e3o: mas n\u00e3o constituem alto grau de depend\u00eancia com a organiza\u00e7\u00e3o (pois esses s\u00e3o os essenciais).<\/li>\n<\/ul>\n<p>A imprensa n\u00e3o tem alto grau de depend\u00eancia com a organiza\u00e7\u00e3o e n\u00e3o \u00e9 p\u00fablico interno. Al\u00e9m do que, como bem sabemos, a imprensa pode afetar a organiza\u00e7\u00e3o e seus neg\u00f3cios atrav\u00e9s de suas publica\u00e7\u00f5es. Essas caracter\u00edsticas encaixam a imprensa no terceiro grupo: redes de interfer\u00eancia.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>26. O planejamento de comunica\u00e7\u00e3o de uma organiza\u00e7\u00e3o deve situar a organiza\u00e7\u00e3o na sociedade e no contexto em que est\u00e1 inserida. A partir deste diagn\u00f3stico, relaciona-se com seus agentes ou grupos (internos e externos), ou seja, os p\u00fablicos, a opini\u00e3o p\u00fablica e a sociedade. As propostas deste planejamento devem considerar o uso de um mix de comunica\u00e7\u00e3o organizacional integrada formado por<\/p>\n<p>(A) \u00a0reconhecimento de fatos, formas de relatar, organiza\u00e7\u00e3o do trabalho e publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B) \u00a0defini\u00e7\u00e3o de produto, pre\u00e7o, pra\u00e7a e promo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C) \u00a0objetivos de <em>neuromarketing, endomarketing, <\/em>promo\u00e7\u00e3o e <em>merchandising. <\/em><\/p>\n<p>(D) \u00a0previs\u00e3o de cobertura, frequ\u00eancia, intensidade e continuidade.<\/p>\n<p>(E) \u00a0comunica\u00e7\u00e3o administrativa, interna, institucional e mercadol\u00f3gica.<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Em nossas aulas vimos algumas possibilidades de \u201cagrupamento\u201d que os estudiosos chamam pelo mesmo nome: comunica\u00e7\u00e3o integrada.<\/p>\n<p>Como vimos, Kunsch e Torquato trazem o mix ou composto da comunica\u00e7\u00e3o integrada que \u00e9 composta pelas \u201ccomunica\u00e7\u00f5es\u201d: Institucional, Mercadol\u00f3gica, Interna e Administrativa.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>27. Uma \u2028companhia el\u00e9trica estadual promoveu uma campanha sobre seguran\u00e7a e a rede de distribui\u00e7\u00e3o de energia durante o per\u00edodo de carnaval. A a\u00e7\u00e3o envolveu campanha publicit\u00e1ria, coletiva de imprensa, a\u00e7\u00f5es educativas e parcerias com os poderes p\u00fablicos. Refor\u00e7ar nas pessoas envolvidas no carnaval (foli\u00f5es, turistas, moradores dos percursos, encarregados de som e eletricistas de trio el\u00e9trico etc.) o qu\u00e3o importante \u00e9 um comportamento seguro em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 rede el\u00e9trica foi<\/p>\n<p>(A) \u00a0uma medida de acompanhamento dos resultados da campanha de comunica\u00e7\u00e3o integrada que se estendeu at\u00e9 o Carnaval.<\/p>\n<p>(B) \u00a0o objetivo geral da campanha definido a partir de uma demanda espec\u00edfica de grande n\u00famero de acidentes com a rede el\u00e9trica na \u00e9poca do Carnaval.<\/p>\n<p>(C) \u00a0a estrat\u00e9gia adotada para atingir os objetivos estrat\u00e9gicos de comunica\u00e7\u00e3o integrada da empresa em quest\u00e3o que envolve v\u00e1rias \u00e9pocas do ano, incluindo o Carnaval.<\/p>\n<p>(D) \u00a0uma t\u00e1tica para reduzir os custos da empresa com manuten\u00e7\u00e3o aproveitando a audi\u00eancia potencializada durante o Carnaval.<\/p>\n<p>(E) \u00a0a fase inicial de implanta\u00e7\u00e3o do plano de comunica\u00e7\u00e3o integrada da empresa em quest\u00e3o para o ano todo, aproveitando a efem\u00e9ride da data para marcar a a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Apesar de ser uma quest\u00e3o simples para resolver. \u201cRefor\u00e7ar nas pessoas envolvidas&#8230; bl\u00e1, bl\u00e1, bl\u00e1\u201d \u00e9 n\u00e3o \u00e9 uma forma de a\u00e7\u00e3o comunicacional, o que elimina a letra c e d que falam de estrat\u00e9gia e t\u00e1tica \u2013 que s\u00e3o formas concretas para conseguir \u201crefor\u00e7ar nas pessoas envolvidas bl\u00e1 bl\u00e1 bl\u00e1\u201d. As t\u00e1ticas e estrat\u00e9gias seriam o que foi falado antes no enunciado: campanha publicit\u00e1ria, coletiva de imprensa, a\u00e7\u00f5es educativas e parcerias com os poderes p\u00fablicos. Lembrando que no planejamento esses pontos s\u00e3o mais detalhados, ok?<\/p>\n<p>Uma medida de acompanhamento de resultados \u00e9 tomada depois da campanha feita e s\u00e3o dados mais concretos do que apenas \u201crefor\u00e7ar nas pessoas envolvidas bl\u00e1 bl\u00e1 bl\u00e1\u201d. Eliminamos a letra A.<\/p>\n<p>A letra E faz uma bagun\u00e7a imensa. Fala em comunica\u00e7\u00e3o integrada, o que soa correto, j\u00e1 que o enunciado falou em v\u00e1rias frentes de atua\u00e7\u00e3o (campanha publicit\u00e1ria, coletiva de imprensa, a\u00e7\u00f5es educativas e parcerias com os poderes p\u00fablicos). Definir o objetivo geral (sim a resposta certa \u00e9 a letra B) \u00e9, de fato, a fase inicial de implanta\u00e7\u00e3o do plano. O erro, portanto, est\u00e1 em dizer que o planejamento abrangeria todo o ano.<\/p>\n<p>Veja bem, o objetivo descrito fala em refor\u00e7ar nas pessoas \u201cenvolvidas no carnaval\u201d, sendo assim, \u00e9 uma campanha pontual, para o carnaval.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>28. Uma organiza\u00e7\u00e3o que possua uma pol\u00edtica de comunica\u00e7\u00e3o organizacional que busque benef\u00edcios para <em>busca e alcance da efic\u00e1cia, da efici\u00eancia e da efetividade organizacional, em benef\u00edcio dos p\u00fablicos e da sociedade como um todo e n\u00e3o s\u00f3 da empresa isoladamente <\/em>(KUNSCH, Margarida. <strong>Obtendo Resultados com Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas<\/strong>. 2006), deve ter em total integra\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>I. A comunica\u00e7\u00e3o institucional, o que envolve o trabalho de rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, assessoria de imprensa, publicidade e editora\u00e7\u00e3o, assim como do relacionamento com ag\u00eancias porventura contratadas para uma ou mais dessas atividades.<\/p>\n<p>II. A comunica\u00e7\u00e3o mercadol\u00f3gica, com atividades de propaganda, relacionamento com o cliente e eventos, assim como do relacionamento com ag\u00eancias porventura contratadas para realizar uma ou mais dessas atividades.<\/p>\n<p>III. A comunica\u00e7\u00e3o interna e a comunica\u00e7\u00e3o administrativa.<\/p>\n<p>IV. Os contatos realizados pela for\u00e7a de vendas diretamente com o cliente para a negocia\u00e7\u00e3o e fechamento de contratos.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que consta APENAS em<\/p>\n<p>(A) III e IV.<\/p>\n<p>(B) I, II e III.<\/p>\n<p>(C) I,II e IV.<\/p>\n<p>(D) I, III e IV.<\/p>\n<p>(E) I e II.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Como falamos na aula, Kunsch acredita que a integra\u00e7\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o deve ser das comunica\u00e7\u00f5es: institucional, mercadol\u00f3gica, interna e administrativa \u2013 esse agrupamento \u00e9 chamado de mix de comunica\u00e7\u00e3o integrada.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>29. Um canal de humor foi criado na internet em agosto de 2012, quando veiculou seu primeiro v\u00eddeo, com dura\u00e7\u00e3o total de 15\u201924\u201d. Paulatinamente as postagens foram reduzidas, sendo que atualmente o grupo de humoristas posta esquetes com, geralmente, 1\u201930 a 3\u2019, \u00e0s 11h de segundas e quintas-feiras. Quase tr\u00eas anos depois do primeiro programa, hoje tem mais de 10 milh\u00f5es de usu\u00e1rios inscritos e seus v\u00eddeos costumam passar de 2 milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es. Considerando as caracter\u00edsticas da m\u00eddia usada, conclui-se que a dr\u00e1stica redu\u00e7\u00e3o de dura\u00e7\u00e3o dos v\u00eddeos contribuiu para o sucesso do canal porque<\/p>\n<p>(A) \u00a0os temas tratados nos roteiros do grupo s\u00e3o mais adequados a v\u00eddeos curtos do que a programas de maior dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B) \u00a0reduziu os custos de produ\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos de alta qualidade, permitindo que o grupo viabilizasse financeiramente o projeto.<\/p>\n<p>(C) \u00a0a rede social escolhida imp\u00f5e diversas limita\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas para v\u00eddeos em alta defini\u00e7\u00e3o com dura\u00e7\u00e3o acima de dez minutos.<\/p>\n<p>(D) \u00a0mostrou-se mais adequada \u00e0s narrativas r\u00e1pidas e compartilh\u00e1veis da comunica\u00e7\u00e3o em rede, enquanto o primeiro programa referenciou-se no consumo de conte\u00fado na TV.<\/p>\n<p>(E) \u00a0os v\u00eddeos mais curtos facilitaram a venda de an\u00fancios no come\u00e7o da exibi\u00e7\u00e3o, permitindo a viabilidade financeira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A velocidade e din\u00e2mica da web demanda textos e produ\u00e7\u00f5es mais curtos. Isso facilita a apreens\u00e3o da aten\u00e7\u00e3o, o compartilhamento. A web \u00e9 mais flex\u00edvel, j\u00e1 que n\u00e3o existe uma grade de hor\u00e1rio para preencher, como no caso da TV.<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>30.<strong> As pessoas querem conex\u00e3o <\/strong>\u2028Q<em>uer saber qual \u00e9 a m\u00e1gica? As pessoas querem se sentir \u201cvistas\u201d. Existem maneiras de fazer isso. Uma \u00e9 algo que fazemos o tempo todo nos blogs: comentamos. Outra \u00e9 atrav\u00e9s do uso educado (!) de cookies para lembrar que voc\u00ea gosta das coisas arranjadas de uma certa maneira quando faz uma visita. <\/em>\u2028<em>Ademais, as pessoas gostariam de se conectar com as pessoas de uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o somente atrav\u00e9s de formul\u00e1rios, mas de todas as formas poss\u00edveis. Isso quer dizer que existem conversas a se realizar em muitos n\u00edveis. Ser\u00e1 que as empresas de varejo e bens de consumo est\u00e3o prontas para isso? <\/em>\u2028(Adaptado de: BROGAN, Chris: <strong>ABC das m\u00eddias sociais <\/strong>\u2013 Como aproveitar as m\u00eddias sociais para tornar os neg\u00f3cios mais lucrativos. S\u00e3o Paulo: Prumo, 2012, p. 287) \u2028Este comportamento do p\u00fablico que se comunica em redes, as das m\u00eddias digitais de uma organiza\u00e7\u00e3o devem ser exploradas<\/p>\n<p>(A) \u00a0em atividades que n\u00e3o envolvam vendas a varejo, com\u00e9rcio de bens de consumo e no setor de servi\u00e7os.<\/p>\n<p>(B) \u00a0concentrando todas as formas de contato e divulga\u00e7\u00e3o de conte\u00fado em um <em>website <\/em>para facilitar a gest\u00e3o e o controle da informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C) \u00a0usando as redes sociais digitais de maior penetra\u00e7\u00e3o, tais como rede social de relacionamentos e microblog, como canal de comunica\u00e7\u00e3o <em>web <\/em>poupando gastos com a manuten\u00e7\u00e3o de um <em>website. <\/em><\/p>\n<p>(D) \u00a0somente quando \u00e9 necess\u00e1rio e inevit\u00e1vel realizar contatos com o p\u00fablico da organiza\u00e7\u00e3o por meios digitais para privilegiar o contato humano.<\/p>\n<p>(E) \u00a0em forma de comunidade, realizando a gest\u00e3o de contatos, atendimentos, relacionamento, curadoria e publica\u00e7\u00e3o de conte\u00fado etc., em diversos canais, de forma integrada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Para entrar em contato com os usu\u00e1rios da web e aproveitar novas formas de comunica\u00e7\u00e3o organizacional, n\u00e3o \u00e9 preciso nem se pode descartar atividades de venda a varejo, com\u00e9rcio de bens de consumo e do setor de servi\u00e7os (a letra A \u00e9 um completo absurdo, basta ver a realidade, a quantidade de servi\u00e7os e bens de consumo que s\u00e3o disponibilizados via web).<\/p>\n<p>\u00c9 preciso tamb\u00e9m se especializar em cada rede e formato, j\u00e1 que cada um tem caracter\u00edsticas diferentes e formas diferentes de abordagem. Cada uma se traduz em uma nova oportunidade de abordagem, nada de concentrar todas as formas. Isso pode at\u00e9 ajudar na gest\u00e3o e controle da informa\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o colabora para a efic\u00e1cia da comunica\u00e7\u00e3o e da utiliza\u00e7\u00e3o adequada da web e suas possibilidades. Eliminamos letra B.<\/p>\n<p>A priori, \u00e9 igualmente importante a utiliza\u00e7\u00e3o de redes sociais e a manuten\u00e7\u00e3o de um website da empresa. A depender do objetivo, o website pode trazer ainda mais retorno, se o objetivo, por exemplo, for efetuar vendas pela internet. \u201cFora\u201d letra C.<\/p>\n<p>O contato humano \u00e9 \u00f3timo! Mas nem sempre \u00e9 poss\u00edvel, nem necess\u00e1rio \u2013 tiramos a letra D.<\/p>\n<p>Nos resta, portanto, a letra E. Diversificar as formas de contato, sempre com planejamento estrat\u00e9gico e de forma integrada, essa \u00e9 a resposta.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>31. Cada rede social tem caracter\u00edsticas pr\u00f3prias, mas todas elas servem para, entre outras finalidades, armazenar informa\u00e7\u00f5es e conhecimento. Para transformar um conjunto de perfis em um ecossistema de difus\u00e3o de conte\u00fado e relacionamento com usu\u00e1rios em uma din\u00e2mica de comunica\u00e7\u00e3o em rede \u00e9 necess\u00e1rio<\/p>\n<p>(A) \u00a0evitar o uso de redes sociais de relacionamento para n\u00e3o gerar a necessidade de produzir conte\u00fados distintos dos veiculados no <em>website <\/em>oficial da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B) \u00a0utilizar alta tecnologia de produ\u00e7\u00e3o audiovisual para oferecer aos meios digitais a mesma qualidade usada na m\u00eddia eletr\u00f4nica, como a TV e o r\u00e1dio, potencializando a atratividade.<\/p>\n<p>(C) \u00a0fazer com que estas redes se retroalimentem, aproveitando conte\u00fado de uma para a outra, como por exemplo incorporar v\u00eddeos de um site de compartilhamentos em um <em>blog <\/em>etc.<\/p>\n<p>(D) \u00a0escolher a rede social com maior potencial tecnol\u00f3gico e de publica\u00e7\u00e3o, o que tornar\u00e1 mais prov\u00e1vel a concentra\u00e7\u00e3o em servi\u00e7os de compartilhamento de imagens.<\/p>\n<p>(E) \u00a0construir um <em>website <\/em>completo e que consiga competir tecnologicamente e suprimir a necessidade de uso das redes sociais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>As redes sociais j\u00e1 s\u00e3o ferramenta b\u00e1sica do profissional de comunica\u00e7\u00e3o. O perigo de gerar conte\u00fados distintos dos veiculados no website para a rede social \u00e9 uma incompet\u00eancia dos profissionais envolvidos e n\u00e3o da rede social.<\/p>\n<p>De fato, o profissional pode utilizar alta tecnologia de produ\u00e7\u00e3o. Mas isso n\u00e3o \u00e9 sempre uma necessidade. A produ\u00e7\u00e3o que aparente ser caseira muitas vezes tem a capacidade de aproximar-se do usu\u00e1rio com mais sutileza. N\u00e3o \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o chula, apenas n\u00e3o \u00e9 de alta tecnologia.<\/p>\n<p>O potencial tecnol\u00f3gico e de publica\u00e7\u00e3o da rede social n\u00e3o define a concentra\u00e7\u00e3o em servi\u00e7os de compartilhamento de imagens.<\/p>\n<p>Como falamos, a utiliza\u00e7\u00e3o de um website n\u00e3o exclui o uso das redes sociais, j\u00e1 que cada um tem caracter\u00edsticas bem diferentes.<\/p>\n<p>Nos resta a letra C. Para manter uma coer\u00eancia e uma unidade de conte\u00fado e imagem, \u00e9 necess\u00e1rio que as diferentes redes e ferramentas de web utilizadas sejam abastecidas com um mesmo conte\u00fado, mas em formatos diferentes \u2013 quando necess\u00e1rio. V\u00eddeos, imagens e alguns textos podem ser \u201creaproveitados\u201d em diferentes frentes. Sem contar que o post em um blog pode ser noticiado numa rede social, por exemplo. Essas ferramentas devem ser usadas de forma integrada.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>32. A t\u00e1tica narrativa usada na gest\u00e3o de comunidades digitais na qual s\u00e3o usados textos, fotos, v\u00eddeos e memes, entre outros, na constru\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias \u00fanicas e reais sobre temas de interesse dos membros dessa comunidade digital, criando engajamento e proximidade, \u00e9 chamada de<\/p>\n<p>(A) <em>storytelling<\/em>.<\/p>\n<p>(B) <em>gatekeeping<\/em>.<\/p>\n<p>(C) <em>casting<\/em>.<\/p>\n<p>(D) <em>newsmaking<\/em>.<\/p>\n<p>(E) <em>spoiler<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong> A verdade \u00e9 que o storytelling n\u00e3o \u00e9 uma t\u00e9cnica de constru\u00e7\u00e3o de hist\u00f3ria apenas nas comunidades digitais, o que n\u00e3o torna a quest\u00e3o falsa.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>33. O assessor de comunica\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o recebe contato da produ\u00e7\u00e3o de um programa televisivo de grande audi\u00eancia informando que ser\u00e1 veiculada reportagem sobre um procedimento que ocorre na institui\u00e7\u00e3o e pede uma nota oficial com o posicionamento. Ap\u00f3s reuni\u00e3o com a presid\u00eancia, optou-se por responder \u00e0 solicita\u00e7\u00e3o e produzir a nota.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Marque V para verdadeiro e F para falso nos procedimentos adotados pelo assessor no tratamento a este caso.<\/p>\n<p>( ) Entrar em contato com o departamento envolvido no procedimento citado pela produ\u00e7\u00e3o do programa e recolher as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias.<\/p>\n<p>( ) Levantar hist\u00f3rico sobre eventuais ocorr\u00eancias anteriores.<\/p>\n<p>( ) Levantar os aspectos positivos da institui\u00e7\u00e3o para acrescentar \u00e0 nota, al\u00e9m da resposta pedida pelo ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>( ) Redigir a nota e passar pela revis\u00e3o da presid\u00eancia antes do envio ao ve\u00edculo.<\/p>\n<p>( ) Enviar a nota para o ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o dentro do hor\u00e1rio combinado.<\/p>\n<p>( ) Esperar ultrapassar o <em>dead line <\/em>pedido pelo ve\u00edculo para evitar que novos assuntos possam aparecer e s\u00f3 enviar a nota quando o programa j\u00e1 estiver no ar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A sequ\u00eancia correta e respectiva consta em<\/p>\n<p>(A) V \u2013 F \u2013 V \u2013 V \u2013 V \u2013 F<\/p>\n<p>(B) V \u2013 V \u2013 V \u2013 V \u2013 F \u2013 V<\/p>\n<p>(C) V \u2013 V \u2013 V \u2013 V \u2013 V \u2013 F<\/p>\n<p>(D) V \u2013 V \u2013 F \u2013 V \u2013 V \u2013 F<\/p>\n<p>(E) V \u2013 V \u2013 V \u2013 F \u2013 V \u2013 F<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Uma nota oficial \u00e9 s\u00e3o declara\u00e7\u00f5es categ\u00f3ricas sobre um assunto dado por determinado \u00f3rg\u00e3o, empresa ou institui\u00e7\u00e3o liberados para a imprensa. Normalmente s\u00e3o feitas em resposta a uma quest\u00e3o pol\u00eamica, mas tamb\u00e9m podem ser feito por uma solicita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para formular essa nota, \u00e9 preciso entrar em contato com a \u00e1rea da empresa diretamente relacionada ao assunto da nota, fazer um hist\u00f3rico dos acontecimentos. A nota n\u00e3o precisa se restringir \u00e0 responder o que foi pedido. Para que a nota promova uma boa imagem da empresa \u00e9 poss\u00edvel levantar aspectos reais e positivos da institui\u00e7\u00e3o \u2013 desde que n\u00e3o tome a maior parte da nota.<\/p>\n<p>Uma vez formulada a nota pela assessoria de comunica\u00e7\u00e3o, a presid\u00eancia precisa revisar (j\u00e1 que a nota falar\u00e1 em nome da empresa). \u00c9 de bom tom e esperado que a nota chegue \u00e0 reda\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo dentro do hor\u00e1rio acertado, \u00e9 arriscado mandar depois do deadline, j\u00e1 que o ve\u00edculo nem mesmo tem a obriga\u00e7\u00e3o de veicular a nota.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>34. Situa\u00e7\u00f5es de crises geradas na internet dificilmente podem ser completamente evitadas. Uma maneira bastante eficaz para atenuar seus efeitos \u00e9<\/p>\n<p>(A) \u00a0manter um grupo permanente para elabora\u00e7\u00e3o de respostas a poss\u00edveis crises geradas pelas defici\u00eancias da organiza\u00e7\u00e3o, marca ou produto.<\/p>\n<p>(B) \u00a0reivindicar na justi\u00e7a o impedimento de cita\u00e7\u00f5es e uso da marca em redes sociais e motores de busca.<\/p>\n<p>(C) \u00a0promover campanhas preventivas nos meios eletr\u00f4nicos e impressos de comunica\u00e7\u00e3o massiva.<\/p>\n<p>(D) \u00a0concentrar toda a comunica\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o na <em>web <\/em>em uma \u00fanica rede social, normalmente a de maior n\u00famero de usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>(E) \u00a0realizar o constante monitoramento das maiores e mais penetrantes redes sociais para se antecipar \u00e0 viraliza\u00e7\u00e3o de boatos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Assim, \u201clogo de cara\u201d, vemos uma correspond\u00eancia entre o gabarito (letra E) e a letra A. Para fazer o monitoramento citado na letra E \u00e9 preciso manter um grupo permanente&#8230; O erro da letra A, no entanto, est\u00e1 em dizer que o grupo dar\u00e1 resposta a poss\u00edveis crises geradas pelas defici\u00eancias da organiza\u00e7\u00e3o. Isso n\u00e3o \u00e9 eficaz! Se a organiza\u00e7\u00e3o detectou uma defici\u00eancia, o mais interessante \u00e9 que sane essa defici\u00eancia e n\u00e3o fique esperando que ela gere uma crise.<\/p>\n<p>A reivindica\u00e7\u00e3o da letra B \u00e9 at\u00e9 meio \u201cburra\u201d. Que organiza\u00e7\u00e3o vai querer que seu nome n\u00e3o apare\u00e7a nas redes sociais ou nas ferramentas de busca? \u00c9 quase um suic\u00eddio digital.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>35.<em> Sobre a reportagem veiculada no programa televisivo A, acerca de defeitos no produto X, a empresa CDE Ltda. esclarece que todos seus produtos passam por rigorosa inspe\u00e7\u00e3o de qualidade de acordo com padr\u00f5es internacionais. A CDE Ltda. tamb\u00e9m \u00e9 certificada nas normas ISO 9000 de padr\u00f5es de qualidade e ISO 14000 de preserva\u00e7\u00e3o ambiental. <\/em><\/p>\n<p><em>Os defeitos apresentados na citada reportagem podem ser decorrentes de armazenamento e transporte inadequados, diferentes do que constam no manual de instru\u00e7\u00f5es que acompanham os produtos. <\/em><\/p>\n<p><em>A CDE Ltda. est\u00e1 no mercado h\u00e1 30 anos e orgulha-se em ser uma das l\u00edderes na produ\u00e7\u00e3o e vendas no seu ramo. <\/em><\/p>\n<p><em>A CDE Ltda. coloca-se \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos clientes pelo telefone 0800XXXX para solucionar quaisquer d\u00favidas sobre o produto da CDE Ltda. <\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Trata-se de<\/p>\n<p>(A) \u00a0uma pe\u00e7a publicit\u00e1ria veiculada para aumentar a venda do produto.<\/p>\n<p>(B) \u00a0um <em>release <\/em>promocional para divulga\u00e7\u00e3o de um produto.<\/p>\n<p>(C) \u00a0uma nota oficial que traz a posi\u00e7\u00e3o da empresa sobre um fato veiculado na imprensa.<\/p>\n<p>(D) \u00a0um an\u00fancio de oportunidade que se aproveitou de reportagem para divulgar um produto.<\/p>\n<p>(E) \u00a0uma not\u00edcia veiculada pela imprensa sobre defeitos em um produto.<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>O exemplo citado mostra o posicionamento oficial de uma empresa em fase de um assunto pol\u00eamico. Essa \u00e9 a descri\u00e7\u00e3o de uma nota oficial.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>36. A secretaria municipal de transportes p\u00fablicos de uma capital brasileira criou um perfil em uma rede social. Entre os objetivos deste perfil est\u00e3o:<\/p>\n<p>I. Divulga\u00e7\u00e3o de notas e comunicados \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>II. Intera\u00e7\u00e3o com os usu\u00e1rios de transporte p\u00fablico por meio de respostas aos coment\u00e1rios.<\/p>\n<p>III. Comunica\u00e7\u00e3o oficial dos acontecimentos sem intera\u00e7\u00e3o com o usu\u00e1rio que faz coment\u00e1rios.<\/p>\n<p>IV. Divulga\u00e7\u00e3o de fotos dos eventos promovidos pela secretaria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Traz os objetivos do perfil na rede social desta secretaria o que consta APENAS em<\/p>\n<p>(A) IV.<\/p>\n<p>(B) I, III e IV.<\/p>\n<p>(C) I e III.<\/p>\n<p>(D) I, II e IV.<\/p>\n<p>(E) II e III.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong> Um tanto inocente essa quest\u00e3o&#8230; T\u00e3o simples que pode ter deixado muita gente procurando uma pegadinha. Mas o gabarito confirmou. O \u00fanico erro est\u00e1 na alternativa III, quando fala \u201csem intera\u00e7\u00e3o com o usu\u00e1rio\u201d. O perfil em rede social presume essa intera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>37. A presid\u00eancia de uma institui\u00e7\u00e3o privada, que quer aumentar sua presen\u00e7a espont\u00e2nea na m\u00eddia jornal\u00edstica, contratou um assessor de imprensa. Depois de fazer a entrevista inicial com o presidente da organiza\u00e7\u00e3o, o assessor diagnosticou as seguintes situa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>I. A institui\u00e7\u00e3o tem um passivo de a\u00e7\u00f5es trabalhistas geradas durante uma \u00e9poca de crise financeira.<\/p>\n<p>II. O presidente \u00e9 prolixo nas respostas e n\u00e3o gosta de dar entrevistas.<\/p>\n<p>III. O presidente n\u00e3o conhece os ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o especializados para os clientes da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>IV. O presidente tem como um dos objetivos de sua gest\u00e3o, organizar e deixar bem estruturado um centro de documenta\u00e7\u00e3o \u2028e mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Podem ser resolvidas, exclusivamente, pelo processo de media <em>training<\/em>, as situa\u00e7\u00f5es que constam APENAS em<\/p>\n<p>(A) \u00a0III e IV.<\/p>\n<p>(B) \u00a0II e IV.<\/p>\n<p>(C) \u00a0I, II e IV.<\/p>\n<p>(D) \u00a0II e III.<\/p>\n<p>(E) \u00a0I e III.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong> O media training consiste em um treinamento para o CEO ou qualquer outro porta-voz da empresa para que este esteja preparado para \u201cencarar\u201d os profissionais da m\u00eddia.<\/p>\n<p>O fato da institui\u00e7\u00e3o ter um passivo de a\u00e7\u00f5es trabalhistas pode vir a gerar uma crise (se \u00e9 que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9), mas um simples media training n\u00e3o \u00e9 o suficiente para resolver. \u00c9 preciso negociar com o sindicato e os trabalhadores, procurar responder acusa\u00e7\u00f5es de maneira clara em notas oficiais, talvez fazer um release quando a situa\u00e7\u00e3o for contornada.<\/p>\n<p>Auxiliar o presidente da empresa em seu objetivo de organizar e estruturar um centro de documenta\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria tamb\u00e9m n\u00e3o raz\u00e3o para se fazer media training, nem vai ser resolvido com um.<\/p>\n<p>As alternativas II e III, por outro lado, s\u00e3o f\u00e1ceis de resolver atrav\u00e9s do treinamento. Ajudar o presidente a dar respostas mais curtas e objetivas. Trein\u00e1-lo para que ele se sinta mais a vontade para dar entrevistas, orient\u00e1-lo sobre o funcionamento dos ve\u00edculos e quais s\u00e3o os especializados para os clientes da institui\u00e7\u00e3o pode ser feito com um media training.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Oportunidade de recurso:<\/strong> Apesar de concordar com o gabarito, pois acho que a letra D \u00e9 a mais adequada, vejo uma outra interpreta\u00e7\u00e3o para a alternativa II. Veja bem, ela diz que o presidente n\u00e3o <em>gosta <\/em>de dar entrevistas. Ela nem mesmo diz que ele n\u00e3o dar boas entrevistas (talvez possamos inferir isso do fato de ele ser prolixo, mas n\u00e3o de ele apenas n\u00e3o <em>gostar<\/em> de dar entrevistas). Al\u00e9m do que, o media training n\u00e3o vai conseguir fazer, necessariamente com que ele <em>goste <\/em> de dar entrevista. Ele pode passar a faze-lo de maneira mais eloquente, mas dai a dizer que ele passe a gostar s\u00e3o outros 500, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Acho que \u00e9 poss\u00edvel pedir a anula\u00e7\u00e3o da quest\u00e3o por n\u00e3o ter sobrado uma resposta adequada.<\/p>\n<p>GABARITO PRELIMINAR: D<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline\">MINHA OPINI\u00c3O<\/span>: ANULAR<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>38.<strong> Texto <\/strong><strong>I <\/strong>reproduz trechos da Lei de Diretrizes e Bases \u2212 LDB e do Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente \u2212 ECA. O <strong>Texto <\/strong><strong>II <\/strong>traz reprodu\u00e7\u00e3o de trecho de reportagem veiculada em uma TV, em 2013, sobre a busca por vagas em creches na capital do Estado e o <strong>Texto <\/strong><strong>III <\/strong>\u00e9 a resposta da assessoria de imprensa da prefeitura da cidade X.<\/p>\n<p><strong>Texto <\/strong><strong>I\u2028 <\/strong><em>Lei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o (Lei no 9.394\/96):\u2028Art. 4o O dever do Estado (poder p\u00fablico) com educa\u00e7\u00e3o escolar p\u00fablica ser\u00e1 efetivado mediante a garantia de:\u2028(&#8230;) <\/em><em>IV <\/em>\u2212 <em>atendimento gratuito em creches e pr\u00e9-escolas \u00e0s crian\u00e7as de zero a seis anos de idade.\u2028Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente\u2028Art. 53. A crian\u00e7a e o adolescente t\u00eam direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exerc\u00edcio da cidadania e qualifica\u00e7\u00e3o para o trabalho, assegurando-se lhes:\u2028(&#8230;) <\/em><em>V <\/em>\u2212 <em>acesso \u00e0 escola p\u00fablica e gratuita pr\u00f3xima de sua resid\u00eancia. <\/em><\/p>\n<p><strong>Texto <\/strong><strong>II\u2028 <\/strong><em>Priscila luta h\u00e1 quase 10 meses para colocar seu filho em creche. Na regi\u00e3o em que ela mora, zona de sul da cidade X, nenhuma escola tem vaga dispon\u00edvel. E o caso custa a ser resolvido mesmo com uma determina\u00e7\u00e3o judicial, que obriga a prefeitura da cidade a abrir vaga para o filho de Priscila<\/em>.<\/p>\n<p><strong>Texto <\/strong><strong>III \u2028<\/strong><em>A Prefeitura tem uma lista de espera, por ordem de inscri\u00e7\u00e3o, na qual as crian\u00e7as s\u00e3o cadastradas e aguardam pela libera\u00e7\u00e3o de vagas no munic\u00edpio. Atualmente, cerca de 100 mil crian\u00e7as cadastradas est\u00e3o na lista de espera<\/em>.<\/p>\n<p>Com base na leitura,<\/p>\n<p><strong>I <\/strong>\u2212 do ponto de vista da imagem p\u00fablica da prefeitura, o trecho grifado no <strong>Texto <\/strong><strong>III <\/strong>mostra m\u00e1 gest\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o ao revelar que o problema das vagas \u00e9 ainda maior que o caso retratado na reportagem e o p\u00fablico pode alegar que a Prefeitura n\u00e3o estaria cumprindo artigos da LDB e do ECA ao deixar 100 mil crian\u00e7as sem creche<\/p>\n<p>PORQUE<\/p>\n<p><strong>II <\/strong>\u2212 ao inv\u00e9s de mostrar as a\u00e7\u00f5es que a prefeitura estaria fazendo para tentar reverter o problema, a resposta da assessoria tentou justificar a demora revelando uma informa\u00e7\u00e3o interna que n\u00e3o seria de f\u00e1cil conhecimento do p\u00fablico em geral<\/p>\n<p>(A) \u00a0As duas proposi\u00e7\u00f5es s\u00e3o falsas.<\/p>\n<p>(B) \u00a0A proposi\u00e7\u00e3o I \u00e9 verdadeira e a II, falsa.<\/p>\n<p>(C) \u00a0As duas proposi\u00e7\u00f5es s\u00e3o corretas e a segunda explica a primeira.<\/p>\n<p>(D) \u00a0A duas proposi\u00e7\u00f5es s\u00e3o corretas, mas a primeira n\u00e3o pode ser explicada pela segunda.<\/p>\n<p>(E) \u00a0A proposi\u00e7\u00e3o I \u00e9 falsa e a II, verdadeira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A assessoria da prefeitura em quest\u00e3o foi bem amadora, justamente pelo que falam as proposi\u00e7\u00f5es. Sendo as duas verdadeiras e a segunda explicando a primeira.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>39. Sobre as principais fun\u00e7\u00f5es do jornalista que trabalha como assessor de imprensa, considere:<\/p>\n<p>I. Produ\u00e7\u00e3o de <em>releases <\/em>para divulgar eventos e fatos da institui\u00e7\u00e3o assessorada.<\/p>\n<p>II. Negocia\u00e7\u00e3o e compra de espa\u00e7o publicit\u00e1rio em ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o quando o ve\u00edculo n\u00e3o se interessa pelo <em>release<\/em>.<\/p>\n<p>III. Monitoramento nos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o das not\u00edcias publicadas sobre a institui\u00e7\u00e3o assessorada.<\/p>\n<p>IV. Acompanhar o assessorado em eventos e coletivas de imprensa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que consta em<\/p>\n<p>(A) \u00a0I, II e III, apenas.<\/p>\n<p>(B) \u00a0I, III e IV, apenas.<\/p>\n<p>(C) \u00a0I, II, III e IV.<\/p>\n<p>(D) \u00a0I, II e IV, apenas.<\/p>\n<p>(E) \u00a0II, III e IV, apenas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>O \u00fanico erro encontra-se na proposi\u00e7\u00e3o II, ao dizer que o assessor de imprensa negocia a compra de espa\u00e7o publicit\u00e1rio em ve\u00edculos, quando esse n\u00e3o se interessou pelo <em>release<\/em>. Aten\u00e7\u00e3o, o release \u00e9 uma sugest\u00e3o para uma mat\u00e9ria jornal\u00edstica. A negocia\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o publicit\u00e1rio \u00e9 feito pelo pessoal respons\u00e1vel pela m\u00eddia no departamento de propaganda e publicidade \u2013 para alojar material publicit\u00e1rio e n\u00e3o uma mat\u00e9ria indesejada pelo ve\u00edculo.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>40. Considere os <em>releases <\/em>abaixo.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Loja inaugura nova filial em Nova Lima <\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s dois anos de obras, a nova filial na regi\u00e3o de Nova Lima ser\u00e1 inaugurada nesta ter\u00e7a (13 de junho), \u00e0s 10h.<\/p>\n<p>A cerim\u00f4nia ter\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o do Senador X e do Deputado Y.<\/p>\n<p>A coletiva acontece \u00e0s 9h30.<\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00f5es e programa\u00e7\u00e3o: www.filial.novafilial.com.br<\/p>\n<p>Confirma\u00e7\u00e3o de presen\u00e7a com Karina: 3333-3333<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Procedimento cir\u00fargico in\u00e9dito \u00e9 realizado em Uberl\u00e2ndia<\/strong><\/p>\n<p>Primeira pr\u00f3tese total de ombro do tipo reversa foi implantada pelo hospital ABC.<\/p>\n<p>Os m\u00e9dicos ortopedistas do hospital ABC, Lucas Silva e Silvio Martins, realizaram procedimento cir\u00fargico in\u00e9dito em Uberl\u00e2ndia e em toda regi\u00e3o do Tri\u00e2ngulo Mineiro. Trata-se da implanta\u00e7\u00e3o da primeira pr\u00f3tese total de ombro do tipo reversa.<\/p>\n<p>De acordo com Silva, a implanta\u00e7\u00e3o desse tipo de pr\u00f3tese \u00e9 inovadora, pois funciona sem os tend\u00f5es do chamado manguito rotador. \u201cO procedimento \u00e9 in\u00e9dito em nossa cidade e regi\u00e3o, pois se trata de uma cirurgia que se retira toda a articula\u00e7\u00e3o do ombro e coloca-se uma articula\u00e7\u00e3o de metal. \u00c9 inovador, pois n\u00e3o se utiliza os tend\u00f5es do ombro. Tal procedimento at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o havia sido realizado aqui em nossa cidade ou regi\u00e3o\u201d, explica o ortopedista.<\/p>\n<p>Os especialistas enfatizam que o procedimento \u00e9 um tratamento moderno. \u201cNo Brasil, essa t\u00e9cnica passou a ser usada somente a partir de 2008. E isso apenas nos grandes centros. Realmente, Uberl\u00e2ndia saiu na frente com esse processo\u201d, encerra Lucas Silva.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O modelo <strong>I <\/strong>e o modelo <strong>II <\/strong>de <em>release <\/em>s\u00e3o, respectivamente:<\/p>\n<p>(A) \u00a0<strong>I <\/strong>\u00e9 do tipo convite. Tem como objetivo chamar a imprensa para um evento. O <em>release <\/em><strong>II <\/strong>\u00e9 do tipo testemunho. Tem como um dos objetivos destacar um especialista, geralmente da institui\u00e7\u00e3o assessorada, para servir de fonte para a imprensa sobre um assunto de interesse.<\/p>\n<p>(B) \u00a0<strong>I <\/strong>\u00e9 do tipo convite e deve ser usado apenas em eventos que v\u00e3o acontecer. O <em>release <\/em><strong>II <\/strong>\u00e9 do tipo cobertura, mas n\u00e3o deve ser utilizado pelas assessorias, pois o excesso de informa\u00e7\u00f5es em nada contribui com a atividade jornal\u00edstica.<\/p>\n<p>(C) \u00a0<strong>I <\/strong>\u00e9 do tipo convite. N\u00e3o deve ser usado pelas assessorias pois n\u00e3o traz informa\u00e7\u00f5es relevantes. O <em>release <\/em><strong>II <\/strong>\u00e9 do tipo testemunho. Deve ser evitado pelas assessorias pois traz muitas informa\u00e7\u00f5es que atrapalham o cotidiano dos jornalistas.<\/p>\n<p>(D) \u00a0<strong>I <\/strong>\u00e9 do tipo convite. \u00c9 empregado apenas pelas assessorias que n\u00e3o contam com jornalistas em sua equipe. O <em>release <\/em><strong>II <\/strong>\u00e9 do tipo testemunho e \u00e9 o \u00fanico tipo de <em>release <\/em>recomendado, pois traz todas as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para o trabalho do jornalista.<\/p>\n<p>(E) \u00a0<strong>I <\/strong>\u00e9 do tipo <em>clipping<\/em>, recorta as informa\u00e7\u00f5es principais retiradas da imprensa. O <em>release <\/em><strong>II <\/strong>\u00e9 do tipo cobertura e tem como \u00fanico objetivo ser uma not\u00edcia pronta para que os jornalistas apenas a utilizem, sem necessidade de apura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong> Existem alguns tipos de release, os principais s\u00e3o:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">Padr\u00e3o<\/span>: \u00e9 o release t\u00edpico, rotineiro: sint\u00e9tico, objetivo, que trata de apenas um tema e busca informar a ess\u00eancia do assunto (geralmente detalha mais \u201co qu\u00ea\u201d e \u201dporqu\u00ea\u201d).<\/li>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">Opini\u00e3o ou testemunho<\/span>: predomina a apresenta\u00e7\u00e3o de ideias e opini\u00f5es de uma fonte, geralmente personagem p\u00fablica, lideran\u00e7a ou especialista em determinado assunto. Pode ter motiva\u00e7\u00e3o, pol\u00edtica, de inser\u00e7\u00e3o da personagem em um debate, depoimento ou testemunho para fins de marketing.<\/li>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">Audio-release<\/span>: cont\u00e9m grava\u00e7\u00e3o sem caracteriza\u00e7\u00e3o de determinada r\u00e1dio ou programa, o que facilita seu aproveitamento por sugerir ao ouvinte que \u00e9 material exclusivo de quem o veicula.<\/li>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">V\u00eddeo-release<\/span>: similar ao \u00e1udio-release; geralmente, cont\u00e9m entrevistas preparadas para determinada regi\u00e3o, depoimento ou trechos de espet\u00e1culos para serem veiculados em emissoras de televis\u00e3o. O microfone e o rep\u00f3rter n\u00e3o aparecem na imagem.<\/li>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">Exclusivo<\/span>: destinado para apenas um jornalista ou ve\u00edculo, o que, pela personaliza\u00e7\u00e3o, aumenta as chances de uso e de maior destaque. Costuma ser combinado previamente e implica em compromisso, pelo assessor de imprensa, de n\u00e3o divulgar o assunto at\u00e9 o jornalista utilizar a informa\u00e7\u00e3o ou cancelar seu aproveitamento.<\/li>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">Especial<\/span>: tem como caracter\u00edstica principal ser detalhado, com muitas informa\u00e7\u00f5es, depoimentos e fontes, contextualizando e aprofundando o tema.<\/li>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">Embargado<\/span>: encaminhado a jornalistas com o compromisso de que as informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o sejam divulgadas antes de determinada data ou hor\u00e1rio. Em troca, o profissional tem condi\u00e7\u00f5es de aprofundar o assunto, podendo oferecer melhor produ\u00e7\u00e3o do conte\u00fado para o p\u00fablico.<\/li>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">Convite ou convoca\u00e7\u00e3o<\/span>: esp\u00e9cie de carta que informa a imprensa sobre a organiza\u00e7\u00e3o da cobertura jornal\u00edstica de determinado evento. \u00c9 usada para atrair os ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o para entrevistas coletivas ou abertura de eventos, podemos ser acompanhada de outros tipos de release ou fazer parte do press-kit.<\/li>\n<li><span style=\"text-decoration: underline\">Cobertura<\/span>: Resultado do acompanhamento de um evento durante a sua realiza\u00e7\u00e3o, distribu\u00eddo aos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o cujos representantes n\u00e3o estiveram presentes.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sendo assim, o modelo I, que anuncia da cerim\u00f4nia de abertura de uma nova filial, \u00e9 do tipo convite ou convoca\u00e7\u00e3o. J\u00e1 o modelo II, que que tr\u00e1s a opini\u00e3o dos m\u00e9dicos, \u00e9 do tipo opini\u00e3o ou testemunhal.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>42. Uma empresa fabricante de tintas constatou que estava em segundo lugar no mercado de varejo. A assessoria de comunica\u00e7\u00e3o desta empresa, depois de uma s\u00e9rie de pesquisas entre os <em>stakeholders<\/em>, diagnosticou que o fator pre\u00e7o n\u00e3o era o mais relevante na decis\u00e3o de compra. As pesquisas tamb\u00e9m mostraram que n\u00e3o havia diferen\u00e7as quanto \u00e0 percep\u00e7\u00e3o da qualidade dentre as marcas l\u00edderes do mercado. A principal concorrente desta ind\u00fastria trabalhava com uma faixa de pre\u00e7os muito semelhante. Em consulta aos departamentos industrial e comercial, verificou-se que n\u00e3o havia a possibilidade de fazer uma altera\u00e7\u00e3o radical na pol\u00edtica de pre\u00e7os que diferenciassem sensivelmente as duas empresas. Ambas tinham igual tempo de presen\u00e7a no mercado e investiam n\u00fameros semelhantes em publicidade. A empresa l\u00edder do mercado havia ganhado e mantido, h\u00e1 dois anos, o selo de empresa amiga da crian\u00e7a e divulgava pe\u00e7as publicit\u00e1rias com os projetos sociais atendidos. A partir deste cen\u00e1rio,<\/p>\n<p>(A) os departamentos comercial e industrial n\u00e3o s\u00e3o ouvidos pela equipe de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B) apesar da preocupa\u00e7\u00e3o com a cidadania, o fator pre\u00e7o ainda \u00e9 decisivo na escolha do consumidor.<\/p>\n<p>(C) a lideran\u00e7a de mercado independe da responsabilidade social.<\/p>\n<p>(D) a responsabilidade social agrega valor \u00e0 marca.<\/p>\n<p>(E) o valor da marca depende, exclusivamente, da campanha publicit\u00e1ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A quest\u00e3o \u00e9 quase de interpreta\u00e7\u00e3o de texto. O texto fala que houve \u201cconsulta aos departamentos industrial e comercial\u201d, o que torna a letra A errada. O texto fala claramente que a pesquisa \u201cdiagnosticou que o fator pre\u00e7o n\u00e3o era o mais relevante na decis\u00e3o de compra\u201d.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel eliminar a letra C pelo seguinte trecho do texto: \u201cA empresa l\u00edder do mercado havia ganhado e mantido h\u00e1 dois anos, o selo de empresa amiga da crian\u00e7a e divulga pe\u00e7as publicit\u00e1rias com os projetos sociais atendidos\u201d. Por esse mesmo trecho, podemos concluir que a letra D est\u00e1 correta e tamb\u00e9m que a letra E est\u00e1 errada.<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>43. Entre as fun\u00e7\u00f5es do jornalista respons\u00e1vel pela comunica\u00e7\u00e3o interna e externa de uma institui\u00e7\u00e3o est\u00e1 a constru\u00e7\u00e3o do <em>clipping <\/em>di\u00e1rio, que \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o destinada aos colaboradores da institui\u00e7\u00e3o e se caracteriza pela sele\u00e7\u00e3o de not\u00edcias que citam<\/p>\n<p>(A) \u00a0a institui\u00e7\u00e3o assessorada e tamb\u00e9m os concorrentes diretos, al\u00e9m das extra\u00eddas de editorias\/se\u00e7\u00f5es que interessam ao p\u00fablico interno da organiza\u00e7\u00e3o. O <em>clipping <\/em>di\u00e1rio pode ser eletr\u00f4nico e, neste caso, pode fazer uma edi\u00e7\u00e3o contendo apenas manchetes\/chamadas com a possibilidade de leitura dos textos completos.<\/p>\n<p>(B) \u00a0apenas os gestores da institui\u00e7\u00e3o assessorada que foram alvo de reportagens nos diversos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o. O <em>clipping <\/em>pode ser eletr\u00f4nico e, neste caso, pode fazer uma edi\u00e7\u00e3o contendo apenas manchetes\/chamadas com a possibilidade de leitura dos textos completos.<\/p>\n<p>(C) \u00a0apenas a institui\u00e7\u00e3o assessorada sem se importar com as extra\u00eddas de editorias\/se\u00e7\u00f5es que possam interessar ao p\u00fablico interno da organiza\u00e7\u00e3o. O <em>clipping <\/em>di\u00e1rio deve ser sint\u00e9tico para poupar o tempo dos executivos. Se houver interesse, o texto completo pode ser enviado por e-mail.<\/p>\n<p>(D) \u00a0apenas os concorrentes diretos. As not\u00edcias sobre a institui\u00e7\u00e3o assessorada devem sair apenas no boletim informativo interno. A extra\u00eddas de editorias\/se\u00e7\u00f5es que possam interessar ao p\u00fablico interno da organiza\u00e7\u00e3o devem vir em uma edi\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica com apenas manchetes e chamadas.<\/p>\n<p>(E) \u00a0a institui\u00e7\u00e3o assessorada e tamb\u00e9m os concorrentes diretos. As extra\u00eddas de editorias\/se\u00e7\u00f5es que interessam ao p\u00fablico interno da organiza\u00e7\u00e3o s\u00f3 poder\u00e3o ser inclu\u00eddas se o <em>clipping <\/em>for eletr\u00f4nico e publicado na intranet da empresa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>O clipping eletr\u00f4nico d\u00e1 a possibilidade de organizar apenas as manchetes com os links das mat\u00e9rias que podem ou n\u00e3o ser lidos na \u00edntegra.<\/p>\n<p>A letra B est\u00e1 errada por excluir os concorrentes diretos e, assim como a letra C, fala que o clipping inclui apenas o assessorado. A letra D faz o contr\u00e1rio e exclui o assessorado.<\/p>\n<p>A letra D faz uma pequena confus\u00e3o, j\u00e1 que o clipping \u00e9 de interesse dos executivos da empresa e n\u00e3o de todo o p\u00fablico interno.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>44. Um \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico municipal de assist\u00eancia \u00e0 popula\u00e7\u00e3o idosa criou um novo procedimento de atendimento em que marca\u00e7\u00f5es das consultas s\u00e3o feitas pela Internet. Para marcar este lan\u00e7amento, a institui\u00e7\u00e3o promoveu um evento, seguido por coletiva, com a presen\u00e7a do presidente do \u00f3rg\u00e3o e do secret\u00e1rio municipal de assist\u00eancia e desenvolvimento social. No dia seguinte ao evento, a <em>clipagem <\/em>das not\u00edcias nos ve\u00edculos eletr\u00f4nicos e impressos da cidade n\u00e3o encontrou nenhuma not\u00edcia que descrevesse o evento e a fala dos gestores. Havia apenas uma reportagem, no principal jornal da cidade, com a informa\u00e7\u00e3o do novo procedimento, um guia explicando como a popula\u00e7\u00e3o deveria usar o servi\u00e7o e a repercuss\u00e3o, positiva, entre os idosos entrevistados.<\/p>\n<p>A partir da situa\u00e7\u00e3o acima, considere:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>I. Apesar de n\u00e3o terem sido encontradas not\u00edcias que descrevam o evento, o <em>clipping <\/em>trouxe informa\u00e7\u00f5es positivas, pois o principal cliente, a popula\u00e7\u00e3o idosa, pareceu bem atendida com a iniciativa<\/p>\n<p>PORQUE<\/p>\n<p>II. a <em>clipage<\/em>m deve ser refeita at\u00e9 encontrar, ao menos em <em>blogs<\/em>, alguma not\u00edcia que traga o evento e a fala dos gestores. Do contr\u00e1rio, nem deve ser entregue.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>(A) Ambas as afirma\u00e7\u00f5es s\u00e3o verdadeiras e a primeira \u00e9 consequ\u00eancia da segunda.<\/p>\n<p>(B) A afirma\u00e7\u00e3o I \u00e9 verdadeira, a II \u00e9 falsa e a segunda n\u00e3o justifica a primeira.<\/p>\n<p>(C) Ambas as afirma\u00e7\u00f5es s\u00e3o verdadeiras e a segunda justifica a primeira.<\/p>\n<p>(D) A afirma\u00e7\u00e3o I \u00e9 verdadeira, a II \u00e9 falsa e a segunda justifica a primeira.<\/p>\n<p>(E) A afirma\u00e7\u00e3o II \u00e9 verdadeira, a I \u00e9 falsa e a segunda \u00e9 consequ\u00eancia da primeira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A clipagem deve ser realista, mesmo quando a realidade n\u00e3o agrada. Nesse caso, o clipping n\u00e3o foi totalmente positivo, j\u00e1 que a imprensa absorveu a ideia do novo procedimento e a disseminou (essa era o objetivo, inclusive, do evento).<\/p>\n<p>Imagina-se que, uma vez tendo confeccionado a clipagem, a assessoria vasculhou todos os ve\u00edculos e meios e o resultado ser\u00e1 entregue de todo modo. A afirmativa II n\u00e3o \u00e9 verdadeira, nem mesmo justifica a primeira.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>45. Atualmente, cada vez mais as empresas e institui\u00e7\u00f5es est\u00e3o preocupadas com o p\u00fablico interno. Em fun\u00e7\u00e3o disso, t\u00eam investido e dado aten\u00e7\u00e3o especial para o <em>endomarketing<\/em>, que pode ser definido como<\/p>\n<p>(A) as a\u00e7\u00f5es de <em>marketing <\/em>realizadas para o p\u00fablico interno.<\/p>\n<p>(B) um sin\u00f4nimo para a comunica\u00e7\u00e3o interna.<\/p>\n<p>(C) a forma pela qual divulgam seus produtos ou servi\u00e7os.<\/p>\n<p>(D) a estrat\u00e9gia de promo\u00e7\u00e3o do corpo diretivo da empresa.<\/p>\n<p>(E) a f\u00f3rmula de baixo custo para conscientizar empregados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A quest\u00e3o \u00e9 simples e a letra A descreve vem o endomarketing, que consiste em a\u00e7\u00f5es voltadas para o p\u00fablico interno que utilizem as ferramentas do marketing. \u00c9 diferente de comunica\u00e7\u00e3o interna, j\u00e1 que tem essa especificidade (busca refer\u00eancias no marketing).<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>46. Uma empresa multinacional, com mais de 35 anos no Brasil e l\u00edder de mercado, se instalou desde sua chegada em um bairro perif\u00e9rico de uma regi\u00e3o metropolitana do sudeste brasileiro. Com o crescimento populacional, o entorno foi ocupado por popula\u00e7\u00e3o de baixa renda e em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social. Em uma determinada \u00e9poca, os colaboradores da empresa passaram a reclamar com as chefias do elevado \u00edndice de assaltos nos hor\u00e1rios de almo\u00e7o, entrada e sa\u00edda. Esta situa\u00e7\u00e3o foi publicada por importantes ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o. Sobre este cen\u00e1rio, considere:<\/p>\n<p>I. A empresa pode investir em uma pol\u00edtica de responsabilidade social na comunidade, com cursos de capacita\u00e7\u00e3o e letramento, constru\u00e7\u00e3o de centros comunit\u00e1rios para pr\u00e1ticas esportivas e culturais e reformas de espa\u00e7os p\u00fablicos, inclusive com a participa\u00e7\u00e3o dos colaboradores<\/p>\n<p>PORQUE<\/p>\n<p>II. o investimento em responsabilidade social, pode gerar imagem positiva nos diversos <em>stakeholders<\/em>: nos colaboradores, que teriam outra imagem da comunidade; nos moradores do entorno, que teriam a empresa como parceira; no poder p\u00fablico que, ao se beneficiar dos investimentos, pode auxiliar a empresa nos eventos e colaborar para tentar diminuir os \u00edndices de vulnerabilidade social e, finalmente, nos consumidores finais que estariam adquirindo produtos com um selo de cidadania.<\/p>\n<p>(A) Ambas as afirma\u00e7\u00f5es s\u00e3o verdadeiras e a primeira \u00e9 a explica\u00e7\u00e3o da segunda.<\/p>\n<p>(B) A afirma\u00e7\u00e3o I \u00e9 verdadeira, a II \u00e9 falsa e a segunda n\u00e3o explica a primeira.<\/p>\n<p>(C) Ambas as afirma\u00e7\u00f5es s\u00e3o verdadeiras e a segunda explica a primeira.<\/p>\n<p>(D) A afirma\u00e7\u00e3o I \u00e9 verdadeira, a II \u00e9 falsa e a segunda explica a primeira.<\/p>\n<p>(E) A afirma\u00e7\u00e3o II \u00e9 verdadeira, a I \u00e9 falsa e a segunda \u00e9 consequ\u00eancia da primeira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A consci\u00eancia da responsabilidade social corporativa \u00e9 uma forma de gest\u00e3o. Ao desenvolver t\u00e3o mentalidade, a empresa passa a agir de forma positiva na comunidade \u2013 as possibilidades para essas a\u00e7\u00f5es s\u00e3o in\u00fameras incluindo as citadas na afirma\u00e7\u00e3o I.<\/p>\n<p>Apesar de n\u00e3o ser essa a motiva\u00e7\u00e3o primeira para a gest\u00e3o de responsabilidade social, a imagem institucional \u00e9 afetada positivamente. Sendo assim, a afirma\u00e7\u00e3o II est\u00e1 correta e justifica a primeira.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>47. Considere:<\/p>\n<p>I. Caracter\u00edsticas, internas e externas, lemas, a\u00e7\u00f5es e valores que definem o que a empresa \u00e9.<\/p>\n<p>II. Percep\u00e7\u00e3o que as pessoas t\u00eam em rela\u00e7\u00e3o a uma institui\u00e7\u00e3o. Ou seja, \u201cComo o outro me v\u00ea?\u201d. Pode ser transit\u00f3ria.<\/p>\n<p>III. Refere-se ao conceito ou opini\u00e3o que se forma sobre essa institui\u00e7\u00e3o no decorrer do tempo.<\/p>\n<p>Os itens I, II e III s\u00e3o, respectivamente, definidos como<\/p>\n<p>(A) identidade, imagem e reputa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B) imagem, identidade e reputa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C) imagem, reputa\u00e7\u00e3o e identidade.<\/p>\n<p>(D) reputa\u00e7\u00e3o, identidade e imagem.<\/p>\n<p>(E) identidade, reputa\u00e7\u00e3o e imagem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A identidade institucional \u00e9 o que a empresa nasceu para ser, como ela define a si mesma: sua miss\u00e3o, valores, lema, caracter\u00edsticas, posicionamento. (Afirma\u00e7\u00e3o I).<\/p>\n<p>A imagem institucional, por outro lado, \u00e9 como os p\u00fablicos percebem na realidade essa empresa e pode (deve) ser constatada e moldada atrav\u00e9s de estrat\u00e9gias de comunica\u00e7\u00e3o. (Afirma\u00e7\u00e3o II)<\/p>\n<p>Reputa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais amplo do que a imagem e mais dif\u00edcil de ser mudada. Ela corresponde a crit\u00e9rios mais s\u00e9rios e profundos de avalia\u00e7\u00e3o. Para compreender essa diferen\u00e7a entre reputa\u00e7\u00e3o e imagem, vamos fazer uma alus\u00e3o aos relacionamentos interpessoais. Imagine que voc\u00ea tem na cabe\u00e7a a ideia de que determinada pessoa \u00e9 chata ou antip\u00e1tica, ela pode ter feito alguma coisa que o levou a pensar assim ou voc\u00ea simplesmente \u201cn\u00e3o foi com a cara\u201d. Mesmo assim, voc\u00ea pode vir a afirmar que essa pessoa (apesar de ser antip\u00e1tica) \u00e9 honesta e respons\u00e1vel \u2013 antip\u00e1tica \u00e9 a imagem e honesta \u00e9 a reputa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>48. Uma empresa fabricante de vidros est\u00e1 instalada em um bairro residencial h\u00e1 mais de 30 anos. Com o aumento da demanda, houve crescimento dos processos fabris e m\u00e1quinas que emitem ru\u00eddos mais altos, e s\u00e3o mais poluidoras, tiveram de ser instaladas nas \u00e1reas vizinhas \u00e0s resid\u00eancias. A empresa, que no passado tinha imagem positiva na comunidade, passou a receber reclama\u00e7\u00f5es por carta e pelo fale conosco do site institucional. Para mitigar os problemas gerados com esta situa\u00e7\u00e3o a empresa deve realizar<\/p>\n<p>I. pesquisa de percep\u00e7\u00e3o de imagem com a comunidade, seguida de a\u00e7\u00f5es mitigadoras no processo fabril.<\/p>\n<p>II. a\u00e7\u00f5es de responsabilidade social com a comunidade (cursos de capacita\u00e7\u00e3o, alfabetiza\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o de empreendedores, reformas de pra\u00e7as e espa\u00e7os p\u00fablicos).<\/p>\n<p>III. fechamento dos canais de intera\u00e7\u00e3o do <em>site <\/em>institucional e migra\u00e7\u00e3o para a rede social <em>Linked in<\/em>.<\/p>\n<p>IV. nova pesquisa de percep\u00e7\u00e3o de imagem e reputa\u00e7\u00e3o ap\u00f3s as a\u00e7\u00f5es de mitiga\u00e7\u00e3o e responsabilidade social.<\/p>\n<p>V. campanha publicit\u00e1ria agressiva contra a concorrente para desviar a aten\u00e7\u00e3o da comunidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que consta APENAS em<\/p>\n<p>(A) I, II, III e V.<\/p>\n<p>(B) I, III, IV e V.<\/p>\n<p>(C) I, II e V.<\/p>\n<p>(D) II, III e IV.<\/p>\n<p>(E) I, II e IV.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A quest\u00e3o mostra um momento de crise de imagem na institui\u00e7\u00e3o. A rede social linkedIn \u00e9 usada para forma\u00e7\u00e3o de network e nada vai ajudar se a empresa fechar os canais de comunica\u00e7\u00e3o e migrar para l\u00e1. Alternativa III est\u00e1 errada.<\/p>\n<p>A melhor forma de reagir num momento de crise \u00e9 com clareza e transpar\u00eancia na comunica\u00e7\u00e3o. Tentar desviar a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, que j\u00e1 est\u00e1 reclamando, n\u00e3o vai resolver a situa\u00e7\u00e3o e pode causar um problema ainda maior. V est\u00e1 errada<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>49. Diz-se que toda a reportagem \u00e9 tamb\u00e9m uma not\u00edcia, por\u00e9m n\u00e3o pode-se afirmar que toda not\u00edcia seja uma reportagem. Essa rec\u00edproca n\u00e3o \u00e9 verdadeira, pois a reportagem, em compara\u00e7\u00e3o com a not\u00edcia,<\/p>\n<p>(A) gasta menos tempo para ser produzida.<\/p>\n<p>(B) \u00e9 parcial no levantamento de dados.<\/p>\n<p>(C) somente se esgota no amplo relato dos fatos.<\/p>\n<p>(D) deixa de explorar o detalhamento.<\/p>\n<p>(E) esgota-se ap\u00f3s o seu an\u00fancio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Vimos na aula que a <strong>not\u00edcia <\/strong>\u00e9 o relato <em>integral <\/em>de um fato que j\u00e1 eclodiu no organismo social. A <strong>reportagem <\/strong>\u00e9 o relato <em>ampliado <\/em>de um acontecimento que j\u00e1 repercutiu no organismo social. A reportagem aprofunda o assunto.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>50. A intranet ocupa hoje um importante espa\u00e7o nas organiza\u00e7\u00f5es. Sobre ela, considere que<\/p>\n<p>I. \u00e9 uma esp\u00e9cie de mural eletr\u00f4nico.<\/p>\n<p>II. tem um p\u00fablico cativo e delimitado.<\/p>\n<p>III. funciona somente como reposit\u00f3rio de informa\u00e7\u00f5es administrativas e normas.<\/p>\n<p>IV. acelera a circula\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que consta APENAS em<\/p>\n<p>(A) I, II e III.<\/p>\n<p>(B) III e IV.<\/p>\n<p>(C) I e II.<\/p>\n<p>(D) II e IV.<\/p>\n<p>(E) II, III e IV.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A intranet \u00e9 uma interface interativa em rede para o p\u00fablico interno de uma empresa. Tem uma estrutura bem mais complexa do que apenas um mural eletr\u00f4nico ou um reposit\u00f3rio de informa\u00e7\u00f5es administrativas e normas (embora tamb\u00e9m inclua essas informa\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>Restam as proposi\u00e7\u00f5es II e IV, que est\u00e3o corretas, j\u00e1 que a intranet tem um p\u00fablico certo e espec\u00edfico, o interno, e \u00e9 capaz de fazer as informa\u00e7\u00f5es correrem nesse ambiente delimitado com mais rapidez.<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>51. Na formado por representantes da assessoria de comunica\u00e7\u00e3o, por representantes da dire\u00e7\u00e3o e dos empregados. A principal finalidade desse Conselho Editorial \u00e9 cria\u00e7\u00e3o de um <em>house organ <\/em>por uma empresa ou institui\u00e7\u00e3o \u00e9 recomend\u00e1vel que o ve\u00edculo possua um Conselho Editorial<\/p>\n<p>(A) fiscalizar os textos a serem publicados.<\/p>\n<p>(B) zelar pelos interesses e assuntos da dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C) atender todos pedidos dos <em>stakeholders<\/em>.<\/p>\n<p>(D) discutir as pautas e avaliar os seus resultados.<\/p>\n<p>(E) priorizar os produtos ou servi\u00e7os da empresa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Como j\u00e1 se pode presumir pelo pr\u00f3prio nome, o conselho editorial \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o consultivo. Eles s\u00e3o consultados pela Dire\u00e7\u00e3o sobre aspectos do produto e o cumprimento da linha editorial.<\/p>\n<p>Devem prezar pela qualidade e aperfei\u00e7oamento do ve\u00edculo, para isso, discutem e analizam as sugest\u00f5es de pauta e avaliam os resultados adquiridos at\u00e9 ent\u00e3o, tendo em vista os objetivos pretendidos com os house organs.<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>52. Entre os v\u00e1rios instrumentos de comunica\u00e7\u00e3o interna utilizados pela Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o est\u00e1 a realiza\u00e7\u00e3o de <em>workshops<\/em>. Eles ajudam o assessorado a tomar conhecimento sobre assuntos de interesse, al\u00e9m de possibilitar o estreitamento entre a assessoria e o corpo dirigente. Os <em>workshops <\/em>N\u00c3O s\u00e3o recomendados para<\/p>\n<p>(A) mostrar o funcionamento da comunica\u00e7\u00e3o na \u00e1rea p\u00fablica.<\/p>\n<p>(B) mostrar a fun\u00e7\u00e3o dos assessores de imprensa.<\/p>\n<p>(C) explicar a conjuntura econ\u00f4mica e pol\u00edtica do pa\u00eds.<\/p>\n<p>(D) apresentar o funcionamento da m\u00eddia e dos ve\u00edculos.<\/p>\n<p>(E) preparar o assessorado exclusivamente para coletivas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>As possibilidades dos workshops s\u00e3o t\u00e3o amplas quanto a criatividade da assessoria de imprensa. Eles podem ser formulados para ensinar os mais diferentes temas. No entanto, para preparar o assessorado exclusivamente para coletiva \u00e9 mais recomendado um media training, que \u00e9 a ferramenta espec\u00edfica para esse caso, j\u00e1 que tem uma abordagem mais personalizada (\u00e9 quase uma aula particular).<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>53. Na reda\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica, a t\u00e9cnica conhecida como pir\u00e2mide invertida \u00e9 desenvolvida, fundamentalmente, a partir<\/p>\n<p>(A) da legenda.<\/p>\n<p>(B) do <em>lead<\/em>.<\/p>\n<p>(C) da ilustra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(D) do texto-legenda.<\/p>\n<p>(E) do infogr\u00e1fico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Na verdade, a pir\u00e2mide invertida, d\u00e1 origem ao lead jornal\u00edstico. Ele consiste no relato sint\u00e9tico do acontecimento logo no come\u00e7o do texto, respondendo \u00e0s perguntas b\u00e1sicas do leitor (o qu\u00ea, quem, como, onde, quando e por qu\u00ea).<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>54. Uma das caracter\u00edsticas da linguagem da publicidade e da propaganda \u00e9 o di\u00e1logo entre texto e imagem, fundamental para a perfeita comunica\u00e7\u00e3o com o consumidor. Al\u00e9m disso, a estrutura\u00e7\u00e3o do texto publicit\u00e1rio apresenta tamb\u00e9m, entre suas principais caracter\u00edsticas,<\/p>\n<p>(A) o uso de express\u00f5es estrangeiras universalizadas.<\/p>\n<p>(B) a elabora\u00e7\u00e3o de frases curtas e o uso da ordem indireta.<\/p>\n<p>(C) o abuso na utiliza\u00e7\u00e3o de g\u00edrias para agradar o consumidor.<\/p>\n<p>(D) o descompromisso com o vern\u00e1culo gramaticalmente correto.<\/p>\n<p>(E) a persuas\u00e3o, a concis\u00e3o e o car\u00e1ter informativo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A quest\u00e3o pede \u201cprincipais caracter\u00edsticas\u201d. Veja bem, o texto publicit\u00e1rio n\u00e3o tem e n\u00e3o pode ter muitas regras e amarras, mas o redator precisa saber que o texto publicit\u00e1rio \u00e9, essencialmente, persuasivo, conciso e informativo (letra E). Todas as outras alternativas podem at\u00e9 trazer possibilidades para compor um texto publicit\u00e1rio, mas n\u00e3o s\u00e3o caracter\u00edsticas b\u00e1sicas e universais.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>55. A modalidade de reportagem que utiliza t\u00e9cnicas instrumentais como planilhas de c\u00e1lculo, banco de dados e informa\u00e7\u00f5es coletadas na internet recebe o nome de<\/p>\n<p>(A) FAQ.<\/p>\n<p>(B) BG.<\/p>\n<p>(C) TAG.<\/p>\n<p>(D) RAC.<\/p>\n<p>(E) WAP.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A reportagem com aux\u00edlio do computador, RAC, usa t\u00e9cnicas que aprimoram o uso de softwares para ajudar na pauta. Ela oferece mais precis\u00e3o e velocidade, permite analisar grandes quantidades de informa\u00e7\u00e3o em menos tempo. Seus recursos incluem, pesquisa avan\u00e7ada na internet, consultas e filtragens de bases de dados, realiza\u00e7\u00e3o de grandes quantidades de c\u00e1lculos por meio de planilhas eletr\u00f4nicas, montagem de banco de dados pr\u00f3prio para contextualiza\u00e7\u00e3o de reportagem e recupera\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de informa\u00e7\u00e3o, pesquisa de opini\u00e3o e m\u00e9todos estat\u00edsticos emprestados das ci\u00eancias sociais.<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>56. A previs\u00e3o das reportagens e notas cobertas em uma futura edi\u00e7\u00e3o de um telejornal d\u00e1-se o nome de<\/p>\n<p>(A) pr\u00e9-espelho.<\/p>\n<p>(B) apura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C) retranca.<\/p>\n<p>(D) gaveta.<\/p>\n<p>(E) decupagem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMEN\u00c1RIOS: <\/strong>O pr\u00e9-espelho consiste em um esbo\u00e7o de como ser\u00e1 o pr\u00f3ximo programa. A apura\u00e7\u00e3o \u00e9 a verifica\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es que far\u00e3o parte da mat\u00e9ria. Retranca \u00e9 a identifica\u00e7\u00e3o das mat\u00e9rias; cada mat\u00e9ria do jornal \u00e9 uma retranca. Mat\u00e9rias de gaveta ou mat\u00e9rias frias s\u00e3o outros nomes dado ao feature que \u00e9 a reportagem que aborda assuntos de interesse permanente, podendo ser usadas em momentos de poucos acontecimentos importantes.<\/p>\n<p>A decupagem \u00e9 o mapeamento do material apurado pelo rep\u00f3rter para saber como a mat\u00e9ria ser\u00e1 montada. Consiste numa sele\u00e7\u00e3o das cenas e sons de uma grava\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>57. Na cria\u00e7\u00e3o publicit\u00e1ria ele <em>tem o papel de antecipar a constru\u00e7\u00e3o do filme ao cliente e ilustrar o momento de apresenta\u00e7\u00e3o da ideia. \u00c9 um documento tradut\u00f3rio que busca sua express\u00e3o em forma de frames do filme ilustrado, que auxiliar\u00e1 na compreens\u00e3o daquilo que a equipe da ag\u00eancia imaginou para o roteiro, no qual o diretor poder\u00e1 aprimorar ou modificar de forma a colaborar com a ideia principal do filme. \u00c9 como uma pauta, um direcionamento, uma interpreta\u00e7\u00e3o, uma antecipa\u00e7\u00e3o em cenas fragmentadas pass\u00edvel de modifica\u00e7\u00e3o de suporte. <\/em>(BERTOMEU, Jo\u00e3o Vicente Cegato. Cria\u00e7\u00e3o de filmes publicit\u00e1rios)<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a defini\u00e7\u00e3o para<\/p>\n<p>(A) <em>trucking shot<\/em>.<\/p>\n<p>(B) <em>shooting board<\/em>.<\/p>\n<p>(C) <em>briefing<\/em>.<\/p>\n<p>(D) <em>travelling<\/em>.<\/p>\n<p>(E) <em>storyboard<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Como vimos na aula, o storyboard serve como um recurso de ilustra\u00e7\u00e3o para a decupagem. Ele permite ilustrar as cenas e antecipar a sequ\u00eancia pretendida.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>58. As cores transmitem sensa\u00e7\u00f5es que transcendem muito o mero reconhecimento de tons e matizes. <\/em>[&#8230;] <em>Algumas cores podem mudar seu comportamento e sua influ\u00eancia com a mera aplica\u00e7\u00e3o de um recurso de luminosidade. \u00c9 o caso do preto, que, por representar a aus\u00eancia de luz, encerra em nossa cultura um sentimento tr\u00e1gico, de enlutamento, de vazio, de solid\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p>(COLLARO, Antonio Celso. <strong>Produ\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica<\/strong>: arte e t\u00e9cnica da m\u00eddia impressa) No entanto, ao receber uma camada de verniz ou mesmo de plastifica\u00e7\u00e3o, adquirindo assim um certo brilho, o preto passa a transmitir<\/p>\n<p>(A) calma e serenidade.<\/p>\n<p>(B) alegria e vitalidade.<\/p>\n<p>(C) luxo e distin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(D) furor e vulgaridade.<\/p>\n<p>(E) verdade e profundidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Pela psicologia das cores, o preto est\u00e1 associado \u00e0 ideia de eleg\u00e2ncia, luxo e distin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>59. Na maioria das vezes, o produtor de telejornal est\u00e1 subordinado \u00e0s chefias de reportagens e edi\u00e7\u00e3o, tendo um destacado papel na realiza\u00e7\u00e3o das mat\u00e9rias. Em sua rotina di\u00e1ria na realiza\u00e7\u00e3o de pautas sua fun\u00e7\u00e3o compreende a<\/p>\n<p>(A) elabora\u00e7\u00e3o da apresenta\u00e7\u00e3o dos <em>standups <\/em>nos telejornais noturnos.<\/p>\n<p>(B) pesquisa, levantamento de informa\u00e7\u00f5es e agendamento de reportagens externas.<\/p>\n<p>(C) reda\u00e7\u00e3o do <em>teaser <\/em>da mat\u00e9ria que ser\u00e1 veiculada no telejornal.<\/p>\n<p>(D) opera\u00e7\u00e3o da c\u00e2mera nas reportagens externas realizadas pelos rep\u00f3rteres.<\/p>\n<p>(E) opera\u00e7\u00e3o da c\u00e2mera somente nas reportagens realizadas no est\u00fadio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Vimos na aula que o principal respons\u00e1vel pelo programa, seja um telejornal ou n\u00e3o, \u00e9 o PRODUTOR. Ele prepara o projeto com o conceito do programa e os custos de produ\u00e7\u00e3o, e toma as decis\u00f5es importantes para a realiza\u00e7\u00e3o do planejado.<\/p>\n<p>Para a realiza\u00e7\u00e3o do telejornal, o produtor precisa cuidar das pesquisas, levantamento de informa\u00e7\u00f5es e agendamento de reportagens externas.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>60. A produ\u00e7\u00e3o de vinheta e chamadas para o r\u00e1dio devem ser cercadas de certos cuidados tais como:<\/p>\n<p>I. Os trechos de m\u00fasicas n\u00e3o devem lembrar outros programas.<\/p>\n<p>II. A incorpora\u00e7\u00e3o de ru\u00eddos e efeitos sonoros \u00e9 obrigat\u00f3ria.<\/p>\n<p>III. A originalidade sonora \u00e9 uma marca esperada.<\/p>\n<p>IV. O ouvinte deve identificar rapidamente o programa.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que consta APENAS em<\/p>\n<p>(A) I, III e IV.<\/p>\n<p>(B) IV.<\/p>\n<p>(C) I e II.<\/p>\n<p>(D) II e III.<\/p>\n<p>(E) I, II e III.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Como vimos na aula a vinheta \u00e9 a abertura de um programa e deve ser capaz de identific\u00e1-lo nos primeiros segundos. \u00c9 f\u00e1cil de presumir que uma boa vinheta n\u00e3o vai lembrar outras vinhetas, j\u00e1 que esperada originalidade.<\/p>\n<p>Pode conter m\u00fasica ou efeitos sonoros, mas n\u00e3o ru\u00eddos, como fala a alternativa II.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, queridos concurseiros! Hoje vamos comentar a prova do TRT\/MG 2015 organizado pela FCC. Na minha opini\u00e3o, a prova veio conforme o esperado. Com um n\u00edvel intermedi\u00e1rio para alto. 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