{"id":22859,"date":"2015-04-22T20:28:20","date_gmt":"2015-04-22T23:28:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=22859"},"modified":"2015-04-23T10:24:36","modified_gmt":"2015-04-23T13:24:36","slug":"ag-penitenciariodf-comentarios-as-questoes-de-direito-penal-tem-recurso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/ag-penitenciariodf-comentarios-as-questoes-de-direito-penal-tem-recurso\/","title":{"rendered":"AG. PENITENCI\u00c1RIO\/DF &#8211; Coment\u00e1rios \u00e0s quest\u00f5es de Direito Penal (Tem RECURSO!)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Ol\u00e1, pessoal<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Boa noite!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje vou comentar, neste breve artigo, as 24 quest\u00f5es de Direito Penal que foram cobradas pela FUNIVERSA na prova para Agente Penitenci\u00e1rio do DF.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Achei a prova num bom n\u00edvel e com quest\u00f5es bem formuladas, sem muita margem para anula\u00e7\u00e3o. Quem estudou pelo nosso material com certeza se saiu bem!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, <strong>vejo possibilidade de recurso em uma das quest\u00f5es<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seguem os coment\u00e1rios:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante acerca do direito penal, julgue os itens subsequentes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Considere que Eduardo, em proveito alheio, tenha desviado material do almoxarifado de um estabelecimento penal do Distrito Federal, exclusivamente em raz\u00e3o de sua condi\u00e7\u00e3o funcional, que lhe permitia contar com a total confian\u00e7a de seus superiores, dos demais funcion\u00e1rios e dos vigilantes, al\u00e9m de ter livre acesso ao referido setor. Nessa hip\u00f3tese, Eduardo praticou o delito de concuss\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item errado. Neste caso, Eduardo praticou o delito de peculato, nos termos do art. 312 do CP:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Peculato<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 312 &#8211; Apropriar-se o funcion\u00e1rio p\u00fablico de dinheiro, valor ou qualquer outro bem m\u00f3vel, p\u00fablico ou particular, de que tem a posse em raz\u00e3o do cargo, ou desvi\u00e1-lo, em proveito pr\u00f3prio ou alheio:<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Pena &#8211; reclus\u00e3o, de dois a doze anos, e multa.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante acerca do direito penal, julgue os itens subsequentes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O indiv\u00edduo que iluda, em parte, o pagamento de imposto devido pela entrada de mercadoria no pa\u00eds pratica o delito de descaminho.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item correto. Esta \u00e9 a conduta incriminada no tipo penal do art. 334 do CP, que trata do delito de descaminho:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Descaminho <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2011-2014\/2014\/Lei\/L13008.htm#art1\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 13.008, de 26.6.2014)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 334. \u00a0Iludir, no todo ou em parte, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada, pela sa\u00edda ou pelo consumo de mercadoria <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2011-2014\/2014\/Lei\/L13008.htm#art1\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 13.008, de 26.6.2014)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Pena &#8211; reclus\u00e3o, de 1 (um) a 4 (quatro) anos. <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2011-2014\/2014\/Lei\/L13008.htm#art1\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 13.008, de 26.6.2014)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante acerca do direito penal, julgue os itens subsequentes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A utiliza\u00e7\u00e3o de arma inid\u00f4nea, como forma de intimidar a v\u00edtima do delito de roubo, n\u00e3o caracteriza a elementar grave amea\u00e7a prevista nesse tipo penal.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item errado! A utiliza\u00e7\u00e3o de arma inid\u00f4nea (que n\u00e3o tenha potencialidade lesiva, por estar quebrada, por exemplo) caracteriza a ELEMENTAR de grave amea\u00e7a, prevista no tipo penal do crime de roubo. O que esta arma n\u00e3o pode \u00e9 ser utilizada como fundamento para a majora\u00e7\u00e3o da pena em raz\u00e3o do uso de arma, pois n\u00e3o se trata de arma h\u00e1bil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vejamos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Roubo<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 157 &#8211; Subtrair coisa m\u00f3vel alheia, para si ou para outrem, mediante grave amea\u00e7a ou viol\u00eancia a pessoa, ou depois de hav\u00ea-la, por qualquer meio, reduzido \u00e0 impossibilidade de resist\u00eancia:<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Pena &#8211; reclus\u00e3o, de quatro a dez anos, e multa.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>(&#8230;)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>2\u00ba &#8211; A pena aumenta-se de um ter\u00e7o at\u00e9 metade:<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>I &#8211; se a viol\u00eancia ou amea\u00e7a \u00e9 exercida com emprego de arma;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante acerca do direito penal, julgue os itens subsequentes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Responde pela pr\u00e1tica de homic\u00eddio qualificado por motivo f\u00fatil o agente que, em virtude de um desentendimento relacionado \u00e0 m\u00e1 divis\u00e3o do dinheiro obtido em atividades ilegais de jogatina ocorrido com a v\u00edtima, executa-a mediante disparos de arma de fogo, alvejando-lhe o t\u00f3rax.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A Doutrina majorit\u00e1ria entende que o crime praticado por gan\u00e2ncia \u00e9 considerado TORPE, logo, qualificado pelo motivo TORPE, e n\u00e3o por motivo f\u00fatil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante acerca do direito penal, julgue os itens subsequentes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A ofensa \u00e0 integridade corporal ou \u00e0 sa\u00fade de outrem que resulte em perigo de morte configura o delito de les\u00e3o corporal grav\u00edssima, segundo a doutrina.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Trata-se de les\u00e3o corporal de natureza grave, nos termos do art. 129, \u00a71\u00ba, II do CP. Isso, contudo, se o intuito do agente era apenas de lesionar. Se a inten\u00e7\u00e3o era matar, trata-se de homic\u00eddio na modalidade tentada. De toda forma, item errado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante acerca do direito penal, julgue os itens subsequentes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo o disposto no C\u00f3digo Penal (CP), a lei posterior que, de qualquer modo, favorecer o agente se aplica aos fatos anteriores, ainda que decididos por senten\u00e7a condenat\u00f3ria transitada em julgado. Trata-se do princ\u00edpio da novatio legis in mellius.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item perfeito. A lei nova se aplica aos fatos passados, desde que ben\u00e9fica ao agente, ainda que j\u00e1 tenha havido senten\u00e7a condenat\u00f3ria transitada em julgado. Esta lei \u00e9 considerada como <em>novatio legis in mellius<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante acerca do direito penal, julgue os itens subsequentes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o efeitos produzidos pela senten\u00e7a estrangeira no Brasil: aplica\u00e7\u00e3o de medida de seguran\u00e7a; ressarcimento do dano ou restitui\u00e7\u00e3o civil; decreta\u00e7\u00e3o de pris\u00e3o de pessoa domiciliada no Brasil.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A efic\u00e1cia da senten\u00e7a estrangeira est\u00e1 prevista no art. 9\u00ba do CP:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Efic\u00e1cia de senten\u00e7a estrangeira<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art9\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 9\u00ba &#8211; A senten\u00e7a estrangeira, quando a aplica\u00e7\u00e3o da lei brasileira produz na esp\u00e9cie as mesmas conseq\u00fc\u00eancias, pode ser homologada no Brasil para: <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art9\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>I &#8211; obrigar o condenado \u00e0 repara\u00e7\u00e3o do dano, a restitui\u00e7\u00f5es e a outros efeitos civis; <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art9\">(Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>II &#8211; sujeit\u00e1-lo a medida de seguran\u00e7a.<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art9\">(Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V\u00ea-se, desta forma, que a senten\u00e7a estrangeira n\u00e3o poder\u00e1 produzir o efeito de sujeitar o agente ao cumprimento de pena no Brasil, n\u00e3o podendo ser homologada neste caso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante acerca do direito penal, julgue os itens subsequentes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As leis tempor\u00e1rias, diversamente das leis excepcionais, t\u00eam ultra-atividade.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item errado! Cuidado! Tanto as leis tempor\u00e1rias quanto as leis excepcionais possuem ultra-atividade, pois aplicam-se aos fatos praticados durante sua vig\u00eancia, mesmo ap\u00f3s a sua revoga\u00e7\u00e3o, n\u00e3o ocorrendo <em>abolitio criminis<\/em> pelo simples fato de deixarem de vigorar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vejamos o art. 3\u00ba do CP:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Lei excepcional ou tempor\u00e1ria <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art3\">(Inclu\u00eddo pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 3\u00ba &#8211; A lei excepcional ou tempor\u00e1ria, embora decorrido o per\u00edodo de sua dura\u00e7\u00e3o ou cessadas as circunst\u00e2ncias que a determinaram, aplica-se ao fato praticado durante sua vig\u00eancia. <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art3\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que diz respeito \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o penal extravagante, segundo entendimento do STJ e do STF, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Conforme jurisprud\u00eancia pacificada no STJ, o crime de porte ilegal de arma de uso permitido \u00e9 de perigo concreto.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Conforme entendimento pacificado do STJ e do STF, o crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido (art. 14 da Lei 10.826\/03) \u00e9 considerado crime de perigo ABSTRATO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que diz respeito \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o penal extravagante, segundo entendimento do STJ e do STF, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em se tratando de crimes de abuso de autoridade, se o \u00f3rg\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico, ao inv\u00e9s de apresentar a den\u00fancia, requerer o arquivamento da representa\u00e7\u00e3o, o juiz, se considerar improcedentes as raz\u00f5es invocadas, far\u00e1 remessa da representa\u00e7\u00e3o ao procurador- geral. Este oferecer\u00e1 a den\u00fancia, designar\u00e1 outro \u00f3rg\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico, para oferec\u00ea-la, ou insistir\u00e1 no arquivamento, ao qual, s\u00f3 ent\u00e3o, dever\u00e1 o juiz atender.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item correto, esta \u00e9 a din\u00e2mica do arquivamento do IP quando o Juiz discorda do membro do MP. Vejamos o art. 28 do CPP:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art.\u00a028.\u00a0\u00a0Se o \u00f3rg\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico, ao inv\u00e9s de apresentar a den\u00fancia, requerer o arquivamento do inqu\u00e9rito policial ou de quaisquer pe\u00e7as de informa\u00e7\u00e3o, o juiz, no caso de considerar improcedentes as raz\u00f5es invocadas, far\u00e1 remessa do inqu\u00e9rito ou pe\u00e7as de informa\u00e7\u00e3o ao procurador-geral, e este oferecer\u00e1 a den\u00fancia, designar\u00e1 outro \u00f3rg\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico para oferec\u00ea-la, ou insistir\u00e1 no pedido de arquivamento, ao qual s\u00f3 ent\u00e3o estar\u00e1 o juiz obrigado a atender.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso se aplica, inclusive, aos crimes de abuso de autoridade, nos termos do art. 15 da Lei 4.898\/65:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 15. Se o \u00f3rg\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico, ao inv\u00e9s de apresentar a den\u00fancia requerer o arquivamento da representa\u00e7\u00e3o, o Juiz, no caso de considerar improcedentes as raz\u00f5es invocadas, far\u00e1 remessa da representa\u00e7\u00e3o ao Procurador-Geral e este oferecer\u00e1 a den\u00fancia, ou designar\u00e1 outro \u00f3rg\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico para oferec\u00ea-la ou insistir\u00e1 no arquivamento, ao qual s\u00f3 ent\u00e3o dever\u00e1 o Juiz atender.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que diz respeito \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o penal extravagante, segundo entendimento do STJ e do STF, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pratica crime de tortura o agente que exp\u00f5e a perigo \u00e0 sa\u00fade de pessoa sob sua autoridade, para fim de educa\u00e7\u00e3o, ensino, tratamento ou cust\u00f3dia, sujeitando-a a trabalho excessivo ou abusando de meios de corre\u00e7\u00e3o ou disciplina.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item errado, pois o crime de tortura depende da submiss\u00e3o da v\u00edtima a sofrimento ou intenso sofrimento (a depender do tipo penal) f\u00edsico ou mental, e n\u00e3o apenas a exposi\u00e7\u00e3o de perigo \u00e0 sa\u00fade, nos termos do art. 1\u00ba da Lei 9.455\/97.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que diz respeito \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o penal extravagante, segundo entendimento do STJ e do STF, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A conduta de importar uma mira telesc\u00f3pica de uso restrito, desacompanhada do armamento, \u00e9 at\u00edpica, pois a simples importa\u00e7\u00e3o do acess\u00f3rio para arma de fogo n\u00e3o configura a pr\u00e1tica de delito previsto no Estatuto do Desarmamento.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item absolutamente errado, pois a importa\u00e7\u00e3o de acess\u00f3rio de arma de uso restrito tamb\u00e9m \u00e9 conduta T\u00cdPICA, prevista no art. 18 da Lei 10.826\/03, caracterizando o delito de tr\u00e1fico internacional de arma de fogo. Vejamos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Tr\u00e1fico internacional de arma de fogo<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 18. Importar, exportar, favorecer a entrada ou sa\u00edda do territ\u00f3rio nacional, a qualquer t\u00edtulo, de arma de fogo, acess\u00f3rio ou muni\u00e7\u00e3o, sem autoriza\u00e7\u00e3o da autoridade competente:<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Pena \u2013 reclus\u00e3o de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline; color: #ff0000;\"><strong>RECURSO! <\/strong><\/span>Embora entenda que a quest\u00e3o est\u00e1 errada, ela <strong><span style=\"color: #339966;\">deveria ser ANULADA<\/span><\/strong>, pois a importa\u00e7\u00e3o <strong>s\u00f3 ser\u00e1 crime se for realizada sem autoriza\u00e7\u00e3o da autoridade competente.<\/strong> Esta \u201cobserva\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 IMPORTANTE, pois se trata de elemento normativo do tipo penal, indispens\u00e1vel \u00e0 tipicidade da conduta. Se a importa\u00e7\u00e3o \u00e9 feita COM autoriza\u00e7\u00e3o da autoridade competente, a conduta \u00e9 AT\u00cdPICA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #339966;\"><strong>Portanto, a quest\u00e3o MERECE SER ANULADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que diz respeito \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o penal extravagante, segundo entendimento do STJ e do STF, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O STF afastou a previs\u00e3o de obrigatoriedade de imposi\u00e7\u00e3o de regime inicial fechado aos condenados por crimes hediondos ou a estes equiparados, devendo ser observadas as regras do CP no que se refere \u00e0 fixa\u00e7\u00e3o do regime prisional inicialmente previsto para os crimes hediondos e os a estes equiparados.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item correto. O STF passou a considerar INCONSTITUCIONAL o \u00a71\u00ba do art. 2\u00ba da Lei 8.072\/90, que assim disp\u00f5e:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 2\u00ba (&#8230;)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>1o\u00a0 A pena por crime previsto neste artigo ser\u00e1 cumprida inicialmente em regime fechado.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2007-2010\/2007\/Lei\/L11464.htm#art1\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 11.464, de 2007)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O STF passou a entender que deve o Juiz, em cada caso concreto, fixar o regime de cumprimento da pena de acordo com as regras previstas na legisla\u00e7\u00e3o penal, notadamente o CP, n\u00e3o havendo qualquer restri\u00e7\u00e3o, em abstrato, \u00e0 fixa\u00e7\u00e3o dos regimes aberto e semiaberto como regimes iniciais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que diz respeito \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o penal extravagante, segundo entendimento do STJ e do STF, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00e3o h\u00e1 \u00f3bice legal \u00e0 substitui\u00e7\u00e3o da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos aos condenados por crime de tr\u00e1fico de entorpecentes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item correto! A veda\u00e7\u00e3o \u00e0 convers\u00e3o da pena privativa de liberdade em restritivas de direitos estava prevista no art. 33, \u00a74\u00ba da Lei 11.343\/06. Vejamos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 33 (&#8230;)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>4<span style=\"text-decoration: underline;\"><sup>o<\/sup><\/span> Nos delitos definidos no caput e no \u00a7 1<span style=\"text-decoration: underline;\"><sup>o<\/sup><\/span> deste artigo, as penas poder\u00e3o ser reduzidas de um sexto a dois ter\u00e7os, <span style=\"text-decoration: line-through;\"><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2011-2014\/2012\/Congresso\/RSF-05-2012.htm\">vedada a convers\u00e3o em penas restritivas de direitos<\/a><\/span>, desde que o agente seja prim\u00e1rio, de bons antecedentes, n\u00e3o se dedique \u00e0s atividades criminosas nem integre organiza\u00e7\u00e3o criminosa.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2011-2014\/2012\/Congresso\/RSF-05-2012.htm\">(Vide Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 5, de 2012)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, como se pode ver, esta veda\u00e7\u00e3o foi retirada do texto, por resolu\u00e7\u00e3o do Senado Federal, ap\u00f3s decis\u00e3o de inconstitucionalidade proferida pelo STF. Portanto, atualmente n\u00e3o h\u00e1 qualquer obst\u00e1culo \u00e0 tal substitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que diz respeito \u2018a legisla\u00e7\u00e3o penal extravagante, segundo entendimento do STJ e do STF, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De acordo com a jurisprud\u00eancia do STJ, a quantidade e a variedade de entorpecentes apreendidos em poder do acusado de traficar drogas constituem circunst\u00e2ncias h\u00e1beis a denotar \u00e0 dedica\u00e7\u00e3o as atividades criminosas, podendo impedir a aplica\u00e7\u00e3o da causa de diminui\u00e7\u00e3o de pena prevista na lei de combate \u00e0s drogas.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>O STJ firmou entendimento no sentido de que a QUANTIDADE e a VARIEDADE (e at\u00e9 mesmo a natureza!) da droga podem impedir a caracteriza\u00e7\u00e3o do privil\u00e9gio. Vejamos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><strong>(&#8230;) 2. A natureza e a quantidade de droga justificam a <span style=\"text-decoration: underline;\">n\u00e3o aplica\u00e7\u00e3o da minorante<\/span> do tr\u00e1fico privilegiado.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\">(&#8230;)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\">(HC 311.660\/SP, Rel. Ministro NEFI CORDEIRO, SEXTA TURMA, julgado em 10\/03\/2015, <strong>DJe 17\/03\/2015<\/strong>)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tais circunst\u00e2ncias poderiam, segundo o STJ, evidenciar a participa\u00e7\u00e3o em organiza\u00e7\u00e3o criminosa, o que impediria a aplica\u00e7\u00e3o do \u00a74\u00ba do art. 33 da Lei de Drogas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que diz respeito \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o penal extravagante, segundo entendimento do STJ e do STF, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A condena\u00e7\u00e3o por crime de tortura acarretar\u00e1 a perda do cargo, da fun\u00e7\u00e3o ou do emprego p\u00fablico e a interdi\u00e7\u00e3o, para seu exerc\u00edcio, pelo triplo do prazo da pena aplicada.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item errado, pois a condena\u00e7\u00e3o pelo crime de tortura acarretar\u00e1 a perda do cargo, empregou ou fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica e a interdi\u00e7\u00e3o para ser exerc\u00edcio pelo DOBRO do prazo da pena aplicada, nos termos do art. 1\u00ba, \u00a75\u00ba da Lei 9.455\/97.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 1\u00ba (&#8230;)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>5\u00ba A condena\u00e7\u00e3o acarretar\u00e1 a perda do cargo, fun\u00e7\u00e3o ou emprego p\u00fablico e a interdi\u00e7\u00e3o para seu exerc\u00edcio pelo dobro do prazo da pena aplicada.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que se refere ao direito penal segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00e3o s\u00e3o computadas, nas penas privativas de liberdade e nas restritivas de direito, as fra\u00e7\u00f5es de dias, isto \u00e9, as horas e os minutos dessas penas. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item correto, pois esta \u00e9 a exata previs\u00e3o do art. 11 do CP:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Fra\u00e7\u00f5es n\u00e3o comput\u00e1veis da pena<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art11\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 11 &#8211; Desprezam-se, nas penas privativas de liberdade e nas restritivas de direitos, as fra\u00e7\u00f5es de dia, e, na pena de multa, as fra\u00e7\u00f5es de cruzeiro. <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art11\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que se refere ao direito penal segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com rela\u00e7\u00e3o ao tempo do crime, adota-se no CP a teoria da ubiquidade.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item errado. Com rela\u00e7\u00e3o ao TEMPO do crime o CP adota a teoria da ATIVIDADE, pois considera-se praticado o delito no MOMENTO da CONDUTA (a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o), nos termos do art. 4\u00ba do CP:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Tempo do crime<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 4\u00ba &#8211; Considera-se praticado o crime no momento da a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o, ainda que outro seja o momento do resultado.<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art4\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que se refere ao direito penal segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De acordo com o princ\u00edpio da territorialidade da lei penal, se um crime for cometido dentro de um navio p\u00fablico brasileiro, ainda que em alto-mar, o delito dever\u00e1 ser julgado pela justi\u00e7a brasileira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item correto! Os navios e aeronaves P\u00daBLICOS, ou seja, pertencentes ao BRASIL, s\u00e3o considerados como EXTENS\u00c3O do territ\u00f3rio nacional e, portanto, os crimes praticados nestes locais s\u00e3o considerados como delitos praticados EM TERRIT\u00d3RIO NACIONAL, aplicando-se a lei brasileira pelo princ\u00edpio da territorialidade. Vejamos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Territorialidade<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 5\u00ba &#8211; Aplica-se a lei brasileira, sem preju\u00edzo de conven\u00e7\u00f5es, tratados e regras de direito internacional, ao crime cometido no territ\u00f3rio nacional. <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art5\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>1\u00ba &#8211; Para os efeitos penais, consideram-se como extens\u00e3o do territ\u00f3rio nacional as embarca\u00e7\u00f5es e aeronaves brasileiras, de natureza p\u00fablica ou a servi\u00e7o do governo brasileiro onde quer que se encontrem, bem como as aeronaves e as embarca\u00e7\u00f5es brasileiras, mercantes ou de propriedade privada, que se achem, respectivamente, no espa\u00e7o a\u00e9reo correspondente ou em alto-mar. <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art5\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que se refere ao direito penal segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Consoante o princ\u00edpio da nacionalidade ou da personalidade, os crimes contra a vida ou a liberdade do presidente da Rep\u00fablica, ainda que cometidos no estrangeiro, sujeitam-se \u00e0 lei brasileira.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>O item est\u00e1 errado. Embora tais delitos, de fato, estejam sujeitos \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o da lei brasileira (art. 7\u00ba, I<em>, a<\/em> do CP), isto se d\u00e1 pelo princ\u00edpio da DEFESA (ou da PROTE\u00c7\u00c3O), e n\u00e3o pelo princ\u00edpio da nacionalidade ou personalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 ERRADA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que se refere ao direito penal segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O princ\u00edpio da insignific\u00e2ncia deve ser analisado em correla\u00e7\u00e3o com os postulados da fragmentariedade e da interven\u00e7\u00e3o m\u00ednima do direito penal para excluir ou afastar a pr\u00f3pria tipicidade da conduta.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item correto. O princ\u00edpio da insignific\u00e2ncia prega que as condutas que n\u00e3o ofendam minimamente o bem jur\u00eddico pretensamente tutelado pela norma penal n\u00e3o devem ser objeto de an\u00e1lise pelo Direito Penal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sendo aplicado este princ\u00edpio, n\u00e3o h\u00e1 tipicidade, eis que ausente um dos elementos da tipicidade, que \u00e9 a TIPICIDADE MATERIAL, consistente no real potencial de que a conduta produza alguma les\u00e3o ao bem jur\u00eddico tutelado. Resta, portanto, somente a tipicidade formal (subsun\u00e7\u00e3o entre a conduta e a previs\u00e3o contida na lei), o que \u00e9 insuficiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este \u00e9 um princ\u00edpio que pode ser considerado como deriva\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios da fragmentariedade e da interven\u00e7\u00e3o m\u00ednima do Direito Penal, j\u00e1 que estes \u00faltimos pregam a atua\u00e7\u00e3o do Direito Penal apenas nos casos mais relevantes e, apenas, em \u00faltimo caso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que se refere ao direito penal segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em aten\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio ne bis in idem, a pena cumprida no estrangeiro deve atenuar a pena imposta no Brasil pelo mesmo crime, quando diversas, ou nela ser computada, quando id\u00eanticas.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item correto, pois esta \u00e9 a exata previs\u00e3o do art. 8\u00ba do CP:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Pena cumprida no estrangeiro <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art8\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 8\u00ba &#8211; A pena cumprida no estrangeiro atenua a pena imposta no Brasil pelo mesmo crime, quando diversas, ou nela \u00e9 computada, quando id\u00eanticas. <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art8\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que se refere ao direito penal segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na contagem do prazo penal, computa-se o primeiro dia e exclui-se o \u00faltimo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Na contagem dos prazos PENAIS (n\u00e3o processuais) inclui-se o dia do come\u00e7o e exclui-se o dia do vencimento, nos termos do art. 10 do CP:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Contagem de prazo<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art10\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 10 &#8211; O dia do come\u00e7o inclui-se no c\u00f4mputo do prazo. Contam-se os dias, os meses e os anos pelo calend\u00e1rio comum. <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art10\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Funiversa \u2013 2015 \u2013 Seadp \/df \u2013 agente penitenci\u00e1rio)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No que se refere ao direito penal segundo entendimento do STJ, do STF e da doutrina dominante, julgue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A abolitio criminis constitui uma situa\u00e7\u00e3o de lei penal posterior mais benigna, que deve alcan\u00e7ar, inclusive, fatos definitivamente julgados, ainda que em fase de execu\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Item perfeito. A <em>abolitio criminis<\/em> deve alcan\u00e7ar os fatos praticados antes de sua entrada em vigor, ainda que j\u00e1 tenha havido senten\u00e7a penal condenat\u00f3ria transitada em julgado, cessando a execu\u00e7\u00e3o da pena e os efeitos penais da condena\u00e7\u00e3o. Vejamos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Lei penal no tempo<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\"><em>Art. 2\u00ba &#8211; Ningu\u00e9m pode ser punido por fato que lei posterior deixa de considerar crime, cessando em virtude dela a execu\u00e7\u00e3o e os efeitos penais da senten\u00e7a condenat\u00f3ria. <a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/1980-1988\/L7209.htm#art2\">(Reda\u00e7\u00e3o dada pela Lei n\u00ba 7.209, de 11.7.1984)<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Portanto, a AFIRMATIVA EST\u00c1 CORRETA.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bons estudos!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Prof. Renan Araujo<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal Boa noite! Hoje vou comentar, neste breve artigo, as 24 quest\u00f5es de Direito Penal que foram cobradas pela FUNIVERSA na prova para Agente Penitenci\u00e1rio do DF. Achei a prova num bom n\u00edvel e com quest\u00f5es bem formuladas, sem muita margem para anula\u00e7\u00e3o. Quem estudou pelo nosso material com certeza se saiu bem! 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