{"id":21657,"date":"2015-03-04T09:25:20","date_gmt":"2015-03-04T12:25:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=21657"},"modified":"2020-04-24T17:02:18","modified_gmt":"2020-04-24T20:02:18","slug":"comunicacao-cnmp-tem-recurso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/comunicacao-cnmp-tem-recurso\/","title":{"rendered":"Comunica\u00e7\u00e3o &#8211; CNMP &#8211; Tem recurso!!!"},"content":{"rendered":"<p>Oi pessoal!!!<\/p>\n<p>Vamos analisar a parte de conhecimentos espec\u00edficos do cargo <span style=\"text-decoration: underline;\">C03 \u2013 Analista do CNMP \u2013 Comunica\u00e7\u00e3o Social<\/span>. Para isso, usaremos a <strong>prova tipo 04<\/strong> aplicada pela FCC no \u00faltimo domingo (01\/03\/2015). Incluirei os enunciados das quest\u00f5es, para que voc\u00ea saiba sobre o que estamos falando.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">De modo geral, preciso destacar algumas quest\u00f5es que, embora sejam mais ou menos comuns nas provas da FCC, ocorreram, ao meu ver, em excesso. Estou falando daquelas que avaliam mais a \u201cdecoreba\u201d do que o conhecimento t\u00e9cnico do assunto, aquele que vai contribuir nas atribui\u00e7\u00f5es do candidato como servidor.<\/p>\n<p>Logo no in\u00edcio da prova nos deparamos com uma sequ\u00eancia de quest\u00f5es desse tipo, que deve ter deixado o clima \u201ctenso\u201d para o candidato. Depois, as quest\u00f5es prosseguem um pouco mais \u201cnormais\u201d, intercalando o n\u00edvel entre b\u00e1sico e mais aprofundado, sem muito equil\u00edbrio. N\u00e3o considero que tenha sido uma prova bem elaborada, mas tamb\u00e9m n\u00e3o foi das piores que j\u00e1 vi&#8230;<\/p>\n<p>Voc\u00ea vai ver que visualizei 3 oportunidades de recurso, nas quest\u00f5es 31, 41 e 54. Vamos \u00e0s quest\u00f5es&#8230;<\/p>\n<p><strong>21<\/strong>. No momento em que um telejornal est\u00e1 sendo apresentando a sala de controle na qual se encontram o editor-chefe e o sonoplasta recebe o nome de<\/p>\n<p>(A) <em>cue. <\/em><\/p>\n<p>(B) <em>feature. <\/em><\/p>\n<p>(C) <em>switch. <\/em><\/p>\n<p>(D) <em>teaser. <\/em><\/p>\n<p>(E) <em>travelling.<\/em><\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong> Infelizmente, nos concursos p\u00fablicos, principalmente os elaborados pela FCC, estamos sujeitos a esse tipo de quest\u00e3o, que pega a particularidade da particularidade, que avalia mais a mem\u00f3ria do que o conhecimento t\u00e9cnico. Em ingl\u00eas, <em>switch<\/em> quer dizer \u201cinterruptor\u201d, essa sala onde ficam o editor-chefe e o sonoplasta tem v\u00e1rios bot\u00f5es\/interruptores.<\/p>\n<p><strong>22<\/strong>. O te\u00f3rico Marshall McLuhan em seu <em>Os meios de comunica\u00e7\u00e3o como extens\u00f5es do homem <\/em>divide os meios entre quentes e frios. Ele sintetiza que <em>Um meio quente \u00e9 aquele que prolonga um \u00fanico de nossos sentidos<\/em>, acrescentando tamb\u00e9m que <em>Um meio quente permite menos participa\u00e7\u00e3o do que um frio<\/em>. Segundo o pr\u00f3prio McLuhan, s\u00e3o meios frios o<\/p>\n<p>(A)\u00a0telefone e a televis\u00e3o.<\/p>\n<p>(B)\u00a0r\u00e1dio e o telefone.<\/p>\n<p>(C)\u00a0r\u00e1dio e a televis\u00e3o.<\/p>\n<p>(D)\u00a0cinema e o telefone.<\/p>\n<p>(E)\u00a0r\u00e1dio e o cinema.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Vimos em nossa segunda aula sobre Teorias da Comunica\u00e7\u00e3o que McLuhan faz essa classifica\u00e7\u00e3o dos meios. Segundo os exemplos do pr\u00f3prio autor, televis\u00e3o e telefone s\u00e3o exemplos de meios frios.<\/p>\n<p><strong>23<\/strong>. A chamada Escola de Frankfurt revelou grandes estudiosos e te\u00f3ricos da comunica\u00e7\u00e3o tais como Max Horkheimer, Theodor Adorno, Herbert Marcuse, J\u00fcrgen Habermas e Walter Benjamin. Alguns dos textos desses autores s\u00e3o considerados capitais para o estudo da m\u00eddia. Entre eles podemos destacar <em>Raz\u00e3o e Revolu\u00e7\u00e3o, Eclipse da raz\u00e3o <\/em>e <em>A obra de arte na era da sua reprodutibilidade t\u00e9cnica, <\/em>respectivamente escritos por<\/p>\n<p>(A)\u00a0Marcuse, Horkheimer e Benjamin.<\/p>\n<p>(B)\u00a0Habermas, Adorno e Marcuse.<\/p>\n<p>(C)\u00a0Benjamin, Habermas e Adorno.<\/p>\n<p>(D)\u00a0Adorno, Marcuse e Benjamin.<\/p>\n<p>(E) Horkheimer, Habermas e Benjamin.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Essa \u00e9 uma daquelas quest\u00f5es em que a banca perdeu a oportunidade de avaliar o conhecimento t\u00e9cnico do candidato&#8230; Na minha opini\u00e3o, cobrar autor de livro empobrece o certame. A Escola de Frankfurt foi uma das linhas te\u00f3ricas mais abordadas em teorias da comunica\u00e7\u00e3o. \u201cRaz\u00e3o e Revolu\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 um livro escrito por Marcuse, em 1941, no qual foi destacado o papel da tecnologia e a expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de bens de consumo na manuten\u00e7\u00e3o da estabilidade do capitalismo.<\/p>\n<p>\u201cEclipse da raz\u00e3o\u201d foi escrito por Max Horkheimer, em 1927. Nele o autor faz uma an\u00e1lise da forma ocidental de pensar e que limita\u00e7\u00f5es foram fruto da segunda guerra.<\/p>\n<p>\u201cA obra de arte na era da sua reprodutibilidade t\u00e9cnica\u201d \u00e9 uma obra de Walter Benjamin. Nela, o autor fala sobre a reprodu\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica da arte.<\/p>\n<p><strong>24<\/strong>. O Sistema Brasileiro de Televis\u00e3o Digital Terrestre foi implantado no pa\u00eds pelo Decreto no 820\/2006. Esse padr\u00e3o brasileiro de televis\u00e3o digital teve como base o japon\u00eas, tamb\u00e9m conhecido por<\/p>\n<p>(A) IBOC.<\/p>\n<p>(B) DRM.<\/p>\n<p>(C) DVB.<\/p>\n<p>(D) ISDB-T.<\/p>\n<p>(E) ATSC.<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Tanta coisa mais relevante para ser cobrada sobre esse assunto&#8230; enfim, a tv digital \u00e9 a evolu\u00e7\u00e3o da tv anal\u00f3gica. Ela usa uma modula\u00e7\u00e3o e compress\u00e3o digital para enviar v\u00eddeos, \u00e1udio e sinais de dados aos aparelhos compat\u00edveis com a tecnologia. Esse novo formato de transmiss\u00e3o proporciona melhoria na emiss\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o de conte\u00fado em temos de <em>quantidade<\/em> (mais dados numa mesma frequ\u00eancia) e <em>qualidade<\/em> (alta defini\u00e7\u00e3o de som e imagem).<\/p>\n<p>A origem desse recurso tecnol\u00f3gico foi na d\u00e9cada de 1970, no Jap\u00e3o. O padr\u00e3o japon\u00eas para a TV digital \u00e9 chamado de ISDB-T (<em>Integrated Service Digital Broadcasting Terrestrial<\/em> \u2013 Servi\u00e7o Integrado de Trasmiss\u00e3o Digital Terrestre), ao passo que, na d\u00e9cada de 1980 foi desenvolvido o padr\u00e3o europeu: DVB-T (<em>Digital Video Broadcasting Terretrial<\/em> \u2013 Transmiss\u00e3o digital de v\u00eddeo Terrestre). O padr\u00e3o norte-americano foi projetado a partir de 1987 e ficou conhecido como ATSC (<em>Advanced Television System Committee<\/em> \u2013 Comiss\u00e3o de Sistema Avan\u00e7ado de Televis\u00e3o).<\/p>\n<p>O Brasil tomou como base o padr\u00e3o japon\u00eas.<\/p>\n<p><strong>25<\/strong>. As empresas de r\u00e1dio possuem em seu quadro funcional um profissional chamado radioescuta. Entre suas v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es, destaca-se, como a principal, a audi\u00e7\u00e3o das<\/p>\n<p>(A) sugest\u00f5es enviadas pelos ouvintes da emissora.<\/p>\n<p>(B) mat\u00e9rias veiculadas pela sua pr\u00f3pria emissora.<\/p>\n<p>(C) entrevistas realizadas pelos rep\u00f3rteres da emissora.<\/p>\n<p>(D) v\u00e1rias m\u00fasicas utilizadas como BG na programa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(E) emissoras concorrentes daquela em que ele trabalha.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong> O radio-escuta \u00e9 o jornalista encarregado de apurar os assuntos de \u201c\u00faltima hora\u201d. Ele checa as fontes oficiais, m\u00eddias ou den\u00fancias. Geralmente \u00e9 ele quem faz a ronda nas delegacias de pol\u00edcia. No passado, ele ficava atento ao r\u00e1dio da pol\u00edcia e bombeiros para saber das ocorr\u00eancias que teriam potencial de virar pauta.<\/p>\n<p>Atualmente, as fun\u00e7\u00f5es desse profissional se adequaram \u00e0s novas tend\u00eancias, fazendo com que ele procure outras fontes para monitorar, como r\u00e1dios, sites e canais de not\u00edcias 24h. Ou seja, o radio-escuta precisa estar \u201ccorujando\u201d a concorr\u00eancia sempre.<\/p>\n<p><strong>26.<\/strong> As reda\u00e7\u00f5es dos ve\u00edculos recebem diariamente centenas de sugest\u00f5es de pautas de in\u00fameras assessorias de comunica\u00e7\u00e3o. Para certificar-se de que o material enviado foi recebido pelo pauteiro, o instrumento da comunica\u00e7\u00e3o organizacional que deve ser utilizado \u00e9 o<\/p>\n<p>(A) \u00a0<em>clipping <\/em>eletr\u00f4nico.<\/p>\n<p>(B) \u00a0<em>follow up.<\/em><\/p>\n<p>(C) \u00a0<em>mailing list.<\/em><\/p>\n<p>(D) \u00a0<em>press kit.<\/em><\/p>\n<p>(E) <em>clipping. <\/em><\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Essa \u00e9 uma quest\u00e3o simples. Para monitorar o recebimento dos releases, o assessor deve utilizar o <em>follow up<\/em>.<\/p>\n<p><strong>27<\/strong>. A reda\u00e7\u00e3o de uma chamada requer cuidados especiais, pois ela figurar\u00e1 na primeira p\u00e1gina do jornal, residindo a\u00ed muito de sua import\u00e2ncia. N\u00c3O constitui parte de suas caracter\u00edsticas<\/p>\n<p>(A)\u00a0incentivar o leitor a comprar a publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B)\u00a0valorizar o conte\u00fado editorial da publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C)\u00a0apresentar informa\u00e7\u00f5es sobre mat\u00e9ria interna.<\/p>\n<p>(D)\u00a0esgotar o assunto da not\u00edcia em poucas linhas.<\/p>\n<p>(E)\u00a0convidar o leitor \u00e0 leitura da not\u00edcia completa.<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong> Um pouco de bom senso nos ajuda a responder \u00e0 quest\u00e3o. A chamada de uma not\u00edcia \u00e9 apenas um resumo para motivar o receptor da mensagem a continuar lendo a mat\u00e9ria. Sendo assim, a \u00fanica alternativa que est\u00e1 errada sobre a reda\u00e7\u00e3o da chamada \u00e9 a letra D, j\u00e1 que ela serve para incentivar o leitor (A), valorizando o conte\u00fado editorial da publica\u00e7\u00e3o (B) com informa\u00e7\u00f5es sobre a mat\u00e9ria interna (C), convidando o leitor \u00e0 leitura completa (E). Tudo isso SEM esgotar o assunto da not\u00edcia&#8230; Se fosse assim, s\u00f3 de ler a capa do jornal, o leitor saberia tudo, sem nem comprar o exemplar (nada lucrativo, n\u00e3o \u00e9 mesmo?)<\/p>\n<p><strong>28<\/strong>. O jornalismo digital ampliou o conte\u00fado de sua produ\u00e7\u00e3o, indo muito al\u00e9m do conhecido trin\u00f4mio utilizado pelo jornalismo impresso: texto, fotos e gr\u00e1ficos. H\u00e1 uma s\u00e9rie de outros elementos que foram e est\u00e3o sendo incorporados ao webjornalismo, tais como \u00e1udios, v\u00eddeos, anima\u00e7\u00f5es e at\u00e9 informa\u00e7\u00f5es vindas de <em>e-mails. <\/em>Isso fez com que o texto no jornalismo digital deixasse de ser<\/p>\n<p>(A)\u00a0imparcial.<\/p>\n<p>(B)\u00a0anal\u00edtico.<\/p>\n<p>(C)\u00a0informativo.<\/p>\n<p>(D)\u00a0isento.<\/p>\n<p>(E)\u00a0definitivo.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Mais uma vez, o bom senso ajuda&#8230; J\u00e1 que uma reflex\u00e3o mais atenta sobre os novos meios nos permite concluir que o texto do jornalismo digital precisa ser constantemente atualizado e renovado, deixando de ser definitivo. No entanto, n\u00e3o podemos pensar que o texto jornal\u00edstico perde suas caracter\u00edsticas b\u00e1sicas, como imparcialidade\/isen\u00e7\u00e3o, an\u00e1lise e informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>29<\/strong>. Entre os v\u00e1rios g\u00eaneros jornal\u00edsticos, este se caracteriza por ser um texto assinado que reflete a opini\u00e3o de seu autor ou um determinado ponto de vista. Trata-se<\/p>\n<p>(A)\u00a0do editorial.<\/p>\n<p>(B)\u00a0do artigo.<\/p>\n<p>(C)\u00a0da not\u00edcia.<\/p>\n<p>(D)\u00a0da su\u00edte.<\/p>\n<p>(E)\u00a0da reportagem.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Como vimos em nossas aulas, dentre as op\u00e7\u00f5es apresentadas, o artigo \u00e9 o que melhor se encaixa nessa descri\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que \u00e9 sempre assinado e oferece uma an\u00e1lise de determinado assunto segundo a opini\u00e3o do autor.<\/p>\n<p><strong>30<\/strong>. As assessorias de imprensa, no seu dia a dia, exercem in\u00fameras atividades t\u00e9cnicas. Dentre elas:<\/p>\n<p>I. Realizar visitas pessoais e contatos telef\u00f4nicos com os v\u00e1rios ve\u00edculos de imprensa.<\/p>\n<p>II. Cuidar da organiza\u00e7\u00e3o e convoca\u00e7\u00e3o das entrevistas coletivas que forem necess\u00e1rias ao assessorado.<\/p>\n<p>III. Sugerir temas para elabora\u00e7\u00e3o de artigos ou mat\u00e9rias que despertem o interesse da imprensa.<\/p>\n<p>IV. Fazer a coopta\u00e7\u00e3o de profissionais da m\u00eddia usando artif\u00edcios n\u00e3o ret\u00f3ricos.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma em<\/p>\n<p>(A) I, II e III, apenas.<\/p>\n<p>(B) I, II, III e IV.<\/p>\n<p>(C) II e IV, apenas.<\/p>\n<p>(D) II e III, apenas.<\/p>\n<p>(E) I e IV, apenas.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong> Por estarmos falando do profissional que faz o v\u00ednculo com a imprensa, s\u00f3 podemos afirmar o que \u00e9 determinado pelas alternativas I, II e III. O assessor de imprensa realmente faz visitas pessoais e contatos telef\u00f4nicos com os v\u00e1rios ve\u00edculos da imprensa, cuida da organiza\u00e7\u00e3o e convoca\u00e7\u00e3o das entrevistas coletivas que considerar necess\u00e1rias e sugere, atrav\u00e9s do press release, os temas para elabora\u00e7\u00e3o de artigos ou mat\u00e9rias que despertem o interesse da imprensa.<\/p>\n<p>Qualquer forma de coopta\u00e7\u00e3o de profissionais da m\u00eddia que n\u00e3o envolva a adequa\u00e7\u00e3o das quest\u00f5es do assessorado em rela\u00e7\u00e3o ao discurso para a imprensa, ou seja artif\u00edcios ret\u00f3ricos, n\u00e3o podem ser usados.<\/p>\n<p><strong>31<\/strong>. O <em>house-organ <\/em>\u00e9 uma das publica\u00e7\u00f5es internas das em- presas ou institui\u00e7\u00f5es. Segundo Gaud\u00eancio Torquato:<\/p>\n<p><em>A publica\u00e7\u00e3o interna \u00e9 o \u00fanico ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o que traz mensagens cujas fontes podem ser os pr\u00f3prios funcion\u00e1rios. Mensagens que interessam tamb\u00e9m \u00e0s fam\u00edlias. Lendo a publica\u00e7\u00e3o, o trabalhador pode formar um estado psicol\u00f3gico favor\u00e1vel ao bom desempenho de suas atividades operacionais. E a empresa tem em m\u00e3os um instrumento para est\u00edmulo funcional, transformando-o no porta-voz de benef\u00edcios, promo\u00e7\u00f5es, servi\u00e7os sociais e no melhor meio para o estreitamento das rela\u00e7\u00f5es humanas. <\/em><\/p>\n<p>(<strong>Tratado de comunica\u00e7\u00e3o organizacional e pol\u00edtica. <\/strong>S\u00e3o Paulo: Pioneira Thomson Learning)<\/p>\n<p>Segundo Torquato, a publica\u00e7\u00e3o interna deve aproveitar diferentes conte\u00fados e v\u00e1rios tipos de mat\u00e9rias. Aquelas que tratam de regulamentos, normas, avisos, portarias s\u00e3o consideradas mat\u00e9rias<\/p>\n<p>(A)\u00a0orienta\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<p>(B)\u00a0institucionais.<\/p>\n<p>(C)\u00a0associativas.<\/p>\n<p>(D)\u00a0educativas.<\/p>\n<p>(E)\u00a0de motiva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Algu\u00e9m pode ter se confundido e tratado a quest\u00e3o como se estivesse falando de \u201ccomunica\u00e7\u00e3o institucional\u201d ou \u201ccomunica\u00e7\u00e3o administrativa\u201d. No entanto, esta quest\u00e3o vai mais fundo na classifica\u00e7\u00e3o das mat\u00e9rias de publica\u00e7\u00e3o interna, segundo Torquato. Para esse autor, a mensagem na publica\u00e7\u00e3o interna deve abranger os mais diferentes tipos de mat\u00e9rias, envolvendo \u00e1reas do jornalismo, educa\u00e7\u00e3o, lazer, entre outros.<\/p>\n<p>Segundo ele temos:<\/p>\n<p>&#8211; Mat\u00e9rias institucionais: normas, regulamentos, portarias, avisos, produtos, servi\u00e7os, projetos de expans\u00e3o, recordes de produ\u00e7\u00e3o etc.<\/p>\n<p>&#8211; Mat\u00e9rias de motiva\u00e7\u00e3o: planos assistenciais, benef\u00edcios, promo\u00e7\u00f5es, concursos, pr\u00eamios e planos de sugest\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8211; Mat\u00e9rias de orienta\u00e7\u00e3o profissional: seguran\u00e7a, higiene, sa\u00fade, conselhos \u00fateis, programas de treinamento.<\/p>\n<p>&#8211; Mat\u00e9rias educativas: hist\u00f3ria, geografia, conhecimentos gerais.<\/p>\n<p>&#8211; Mat\u00e9rias associativas: esportes, festas, concursos, bailes, casamentos, nascimentos, falecimentos.<\/p>\n<p>&#8211; Interesse feminino: culin\u00e1ria, conselhos de beleza, moda.<\/p>\n<p>&#8211; Entretenimento: cruzadas, quadrinhos, curiosidades, adivinha\u00e7\u00f5es, testes.<\/p>\n<p>&#8211; Mat\u00e9rias operacionais: processos de fabrica\u00e7\u00e3o, inova\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas.<\/p>\n<p>&#8211; Fam\u00edlia do empregado: al\u00e9m das mat\u00e9rias de interesse feminino, concursos infantis etc.<\/p>\n<p><strong>32<\/strong>. O <em>media training <\/em>\u00e9 um instrumento utilizado para o preparo dos assessorados no seu trato e relacionamento com a imprensa de modo geral, sendo fundamental essa forma\u00e7\u00e3o principalmente nos momentos de gerenciamento de crises. Indica-se que ele seja feito assim que se inicia um novo trabalho de assessoria de comunica\u00e7\u00e3o. O <em>media training <\/em>deve ser feito<\/p>\n<p>(A)\u00a0s\u00f3 pelo porta-voz escolhido da empresa.<\/p>\n<p>(B)\u00a0s\u00f3 pelo principal dirigente e porta-voz da empresa.<\/p>\n<p>(C)\u00a0somente pelo principal dirigente respons\u00e1vel pela empresa.<\/p>\n<p>(D)\u00a0somente pelos principal dirigente, diretores e gerentes.<\/p>\n<p>(E)\u00a0por membros do corpo dirigente e <em>staff <\/em>de recep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>O <em>media training<\/em> \u00e9 um treinamento espec\u00edfico oferecido pelas assessorias aos clientes, com a finalidade de prepar\u00e1-los para responder \u00e0 imprensa. Devem passar por esse treinamento todos os colaboradores que lidam diretamente com o p\u00fablico e podem ser abordados para falar em nome da empresa. Apesar da quest\u00e3o n\u00e3o ser bem elaborada, j\u00e1 que o assessor pode constatar necessidade de treinar qualquer um, a \u00fanica alternativa que n\u00e3o exclui ao deixar de dizer \u201cs\u00f3\u201d ou \u201csomente\u201d \u00e9 a letra E, considerando, inclusive, o <em>staff <\/em>de recep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>33<\/strong>. Uma entrevista coletiva atrai rep\u00f3rteres de jornais, revistas, r\u00e1dios, tev\u00eas e internet. Sobre o tratamento dispensado aos profissionais dos v\u00e1rios ve\u00edculos \u00e9 correto afirmar que, embora ele tenha de ser igualit\u00e1rio,<\/p>\n<p>(A)\u00a0os pertencentes aos grandes ve\u00edculos devem receber aten\u00e7\u00e3o especial, pois d\u00e3o mais audi\u00eancia.<\/p>\n<p>(B)\u00a0os membros de pequenos ve\u00edculos devem se contentar em apenas registrar o evento, sem fazer perguntas.<\/p>\n<p>(C)\u00a0os integrantes de jornais e revistas devem ser privilegiados, pois s\u00e3o, por excel\u00eancia, formadores de opini\u00e3o.<\/p>\n<p>(D)\u00a0os profissionais de r\u00e1dio e tev\u00ea devem receber tratamento diferente, pois preparam o conte\u00fado da entrevista <em>in-loco<\/em>.<\/p>\n<p>(E)\u00a0os jornalistas de internet s\u00e3o atendidos antes, pois trabalham praticamente <em>online.<\/em><\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Veja bem, segundo o manual de assessoria de imprensa da Fenaj, \u201cpor quest\u00e3o de tempo os profissionais de r\u00e1dio e TV podem pedir para gravar logo a entrevista. Atenda ao pedido, mesmo que o pessoal de jornal proteste. Considere que os rep\u00f3rteres de jornal t\u00eam mais tempo para trabalhar a not\u00edcia, al\u00e9m do que precisam sempre de mais detalhes\u201d.<\/p>\n<p>Apesar de n\u00e3o ter encontrado na literatura outra considera\u00e7\u00e3o sobre essa quest\u00e3o, compreendo que a afirma\u00e7\u00e3o da alternativa D est\u00e1 adequada, j\u00e1 que o material que ser\u00e1 usado na televis\u00e3o e r\u00e1dio \u00e9 exatamente o v\u00eddeo e o \u00e1udio coletado na entrevista (mesmo sendo editado, \u00e9 esse o material que ser\u00e1 usado de fato, n\u00e3o uma transcri\u00e7\u00e3o, como ocorre em outros meios).<\/p>\n<p><strong>34<\/strong>. O instrumento utilizado pelas assessorias de comunica\u00e7\u00e3o, direcionado para o jornalista e n\u00e3o para o ve\u00edculo, que traz, geralmente, as formas de contato com uma fonte, \u00e9 chamado de<\/p>\n<p>(A)\u00a0convoca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B)\u00a0sinopse.<\/p>\n<p>(C)\u00a0nota oficial.<\/p>\n<p>(D)\u00a0s\u00famula.<\/p>\n<p>(E)\u00a0comunicado.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Discordo desse gabarito! Cabe recurso aqui, sim! Comunicado \u00e9 um ve\u00edculo de comunica\u00e7\u00e3o interna. Se a quest\u00e3o perguntasse qual \u00e9 o instrumento que a empresa envia para o seu pr\u00f3prio jornalista, a\u00ed sim seria comunicado. Em geral, o que acontece \u00e9 que o pr\u00f3prio release cont\u00e9m as informa\u00e7\u00f5es de contato da fonte para o jornalista.<\/p>\n<p><strong>35<\/strong>. O <em>merchandising <\/em>pode ser definido como a a\u00e7\u00e3o feita no ponto de venda com o intuito de<\/p>\n<p>(A)\u00a0destacar a imagem do produto n\u00e3o visando, essencialmente, sua venda.<\/p>\n<p>(B)\u00a0oferecer aos consumidores todas as marcas existentes de um determinado produto.<\/p>\n<p>(C)\u00a0melhor expor o produto, destacando-o dos concorrentes, fazendo com que o consumidor realize a compra.<\/p>\n<p>(D)\u00a0valorizar o pre\u00e7o do produto em compara\u00e7\u00e3o aos que s\u00e3o apresentados pela concorr\u00eancia.<\/p>\n<p>(E)\u00a0eliminar todos os outros produtos oferecidos pelas marcas da concorr\u00eancia.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Essa \u00e9 outra quest\u00e3o bem simples, que pede a defini\u00e7\u00e3o de <em>merchandising<\/em>. Como vimos na aula, por ser uma ferramenta de promo\u00e7\u00e3o de marketing, o principal objetivo do <em>merchandising<\/em> \u00e9 incrementar as vendas do produto ou servi\u00e7o, destacando a marca do cliente (nada de oferecer todas as marcas existentes!) atrav\u00e9s da melhor exposi\u00e7\u00e3o do produto.<\/p>\n<p>A alternativa D fala em valorizar o pre\u00e7o&#8230; Pre\u00e7o \u00e9 um outro P do mix de marketing, o <em>merchandising<\/em> faz parte da Promo\u00e7\u00e3o. Por fim, a alternativa E fala em eliminar todos os outros produtos oferecidos pelas marcas da concorr\u00eancia&#8230; Isso seria um absurdo! Imagina se, para for\u00e7ar o cliente a comprar o seu produto, fosse poss\u00edvel retirar das g\u00f4ndolas todos os outros..!<\/p>\n<p><strong>36<\/strong>. A elabora\u00e7\u00e3o de boas pautas garante o sucesso de uma publica\u00e7\u00e3o. Nos jornais di\u00e1rios elas s\u00e3o marcadas pelos acontecimentos cotidianos que despertam o interesse dos seus leitores, que acompanham os desdobramentos dos fatos que as geraram. J\u00e1 no caso das revistas, como a periodicidade \u00e9 diferente, influencia diretamente a forma como \u00e9 tratada a pauta, que deve buscar um enfoque que ainda n\u00e3o foi dado pelos outros ve\u00edculos, principalmente os di\u00e1rios. Dessa forma, a pauta da revista deve<\/p>\n<p>(A)\u00a0investir exclusivamente na informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B)\u00a0ocupar-se em demonstrar a sua opini\u00e3o.<\/p>\n<p>(C)\u00a0ser diversificada e equilibrada.<\/p>\n<p>(D)\u00a0circunscrever-se somente a uma vis\u00e3o.<\/p>\n<p>(E)\u00a0simplesmente resumir os fatos.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Devido \u00e0 segmenta\u00e7\u00e3o espec\u00edfica dos v\u00e1rios p\u00fablicos das mais diferentes revistas, a pauta desse ve\u00edculo deve ser equilibrada e diversificada.<\/p>\n<p><strong>37<\/strong>. Em uma institui\u00e7\u00e3o, a comunica\u00e7\u00e3o exerce um papel fundamental no gerenciamento de situa\u00e7\u00f5es de crise que podem trazer problemas n\u00e3o s\u00f3 para a institui\u00e7\u00e3o como tamb\u00e9m atingir terceiros ou a coletividade. Nesses casos, a empresa ou institui\u00e7\u00e3o envolvida, juntamente com sua assessoria de comunica\u00e7\u00e3o, devem atuar para dar as respostas impostas pela situa\u00e7\u00e3o. Entre as poss\u00edveis causas de situa\u00e7\u00f5es de crise descritas acima, N\u00c3O se inclui<\/p>\n<p>(A)\u00a0a adultera\u00e7\u00e3o de produtos produzidos pela empresa.<\/p>\n<p>(B)\u00a0a pol\u00edtica de pre\u00e7os mais altos que os da concorr\u00eancia.<\/p>\n<p>(C)\u00a0a concentra\u00e7\u00e3o de mercado com a fus\u00e3o de duas empresas.<\/p>\n<p>(D)\u00a0o vazamento de produtos qu\u00edmicos em um rio de uma cidade pequena.<\/p>\n<p>(E) o sequestro do CEO ou de outro dirigente da empresa.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>As situa\u00e7\u00f5es de crise de que trata a quest\u00e3o est\u00e3o relacionadas \u00e0 imagem institucional. S\u00e3o eventos que podem alterar a ideia que o p\u00fablico tem do cliente, ou que precisam ser rapidamente elucidados, levando em considera\u00e7\u00e3o a rela\u00e7\u00e3o da empresa com seus p\u00fablicos. A pol\u00edtica de pre\u00e7os mais altos que os da concorr\u00eancia \u00e9 uma decis\u00e3o que pode at\u00e9 interferir na identidade da empresa, mas n\u00e3o na imagem. Lembre-se de exemplos como o da Apple, que j\u00e1 \u00e9 conhecida por operar com pre\u00e7os mais altos do que os da concorr\u00eancia, mas isso n\u00e3o caracteriza uma crise, apenas um posicionamento de mercado.<\/p>\n<p><strong>38<\/strong>. Os eventos, sejam eles empresariais, culturais ou esportivos, requerem por parte da assessoria de comunica\u00e7\u00e3o um cuidado especial com a utiliza\u00e7\u00e3o de certos instrumentos como <em>press kit<\/em>, <em>releases <\/em>e boletins. O envio do \u00faltimo deles, segundo a Abracom (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ag\u00eancias de Comunica\u00e7\u00e3o), deve<\/p>\n<p>(A) ser divulgado periodicamente, de acordo com a necessidade.<\/p>\n<p>(B)\u00a0ser fornecido somente quando for solicitado pela imprensa.<\/p>\n<p>(C)\u00a0ser feito somente nas semanas que antecedem o evento.<\/p>\n<p>(D)\u00a0ocorrer somente ao final, mostrando um balan\u00e7o do que aconteceu.<\/p>\n<p>(E)\u00a0ser feito todos os dias em que for realizado o evento.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>N\u00e3o h\u00e1 muito o que dizer sobre essa quest\u00e3o. O boletim \u00e9 divulgado periodicamente, de acordo com a necessidade da empresa.<\/p>\n<p><strong>39<\/strong>. De acordo com Margarida Kunsch em As interfaces das Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas e da Comunica\u00e7\u00e3o Organizacional no Brasil, <em>(portal-rp.com.br)<\/em>, as Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas no Brasil s\u00e3o entendidas de duas formas:<\/p>\n<p>I &#8211; Parte integrante da macro\u00e1rea da comunica\u00e7\u00e3o organizacional, ao lado do jornalismo, da publicidade, da propaganda e da editora\u00e7\u00e3o, entre outras sub- \u00e1reas poss\u00edveis que devem interagir com vistas \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do conceito institucional para a organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>II &#8211; Vincula\u00e7\u00e3o das Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas \u00e0 administra\u00e7\u00e3o, atribuindo-lhes a peculiaridade do uso de t\u00e9cnicas de comunica\u00e7\u00e3o no desenvolvimento de sua miss\u00e3o.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia que se configura atualmente \u00e9 no sentido de as Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas serem<\/p>\n<p>(A)\u00a0gerenciadoras da comunica\u00e7\u00e3o nas organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>(B)\u00a0tomadoras de decis\u00e3o no que se refere ao <em>core business <\/em>da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C)\u00a0organizadoras de campanhas voltadas ao incremento direto de vendas.<\/p>\n<p>(D)\u00a0compradoras de espa\u00e7o para divulga\u00e7\u00e3o das qualidades positivas dos produtos e servi\u00e7os de uma em- presa.<\/p>\n<p>(E)\u00a0elaboradoras das pol\u00edticas internas de relacionamento entre colaboradores.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>O que observamos na comunica\u00e7\u00e3o organizacional como um todo \u00e9 a valoriza\u00e7\u00e3o das capacidades t\u00e9cnicas do profissional de RP, que se tornam cada vez mais gerenciais.<\/p>\n<p><strong>40<\/strong>. A respeito da atua\u00e7\u00e3o dos lobistas, conforme Paulo Nassar e Rubens Figueiredo em <em>O que \u00e9 comunica\u00e7\u00e3o empresarial<\/em>, \u00e9 correto afirmar:<\/p>\n<p>I. \u00c9 leg\u00edtimo empresas, institui\u00e7\u00f5es ou pessoas pressionarem aqueles que fazem nossas leis ou as executam.<\/p>\n<p>II. N\u00e3o \u00e9 \u00e9tico, nem legal, oferecer ou dar e receber propinas para obter favorecimentos.<\/p>\n<p>III. Se a press\u00e3o \u00e9 leg\u00edtima, n\u00e3o h\u00e1 necessidade de divulgar para a sociedade que um <em>lobby <\/em>est\u00e1 sendo realizado.<\/p>\n<p>IV. O chamado <em>lobby <\/em>escuso se materializa em pagamentos de viagens e contas de restaurantes, al\u00e9m de outros presentes dado \u00e0queles que s\u00e3o pressionados.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma APENAS em<\/p>\n<p>(A)\u00a0II e IV.<\/p>\n<p>(B)\u00a0I, II e IV.<\/p>\n<p>(C)\u00a0I e III.<\/p>\n<p>(D)\u00a0II e III.<\/p>\n<p>(E)\u00a0III e IV.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Como vimos na aula, o <em>lobby<\/em> consiste no relacionamento com legisladores, autoridades e demais personagens do poder p\u00fablico para criar ou alterar legisla\u00e7\u00e3o, para incentivar novos conceitos, novas ideias, novos projetos e novas tecnologias. De certo modo, podemos dizer que as empresas, institui\u00e7\u00f5es ou at\u00e9 mesmo pessoas pressionam os legisladores por meio da influ\u00eancia que t\u00eam em seus relacionamentos. Veja bem, a quest\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 dizendo que o lobista pode usar qualquer meio para pressionar. Ele n\u00e3o pode, por exemplo, oferecer propina. Para que n\u00e3o haja d\u00favidas sobre os mecanismos usados no <em>lobby<\/em>, \u00e9 preciso divulgar a forma como ele est\u00e1 sendo feito, ou ser\u00e1 considerado escuso, ou seja, il\u00edcito<\/p>\n<p><strong>41<\/strong>. \u00c9 certo que o que chamamos de opini\u00e3o p\u00fablica n\u00e3o nasce por gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea. \u00c9 prov\u00e1vel que muito dessa opini\u00e3o chamada p\u00fablica seja constru\u00edda pelos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o na sele\u00e7\u00e3o e veicula\u00e7\u00e3o das not\u00edcias. Ao profissional respons\u00e1vel por essa sele\u00e7\u00e3o e a essa situa\u00e7\u00e3o hipot\u00e9tica da-se o nome, respectivamente, de<\/p>\n<p>(A) <em>copydesk <\/em>e agenda <em>setting<\/em><\/p>\n<p>(B) <em>gatekeeper <\/em>e agenda Washington.<\/p>\n<p>(C) <em>gatekeeper <\/em>e agenda <em>setting. <\/em><\/p>\n<p>(D) <em>gatekeeper <\/em>e Consenso de Washington.<\/p>\n<p>(E) <em>copydesk <\/em>e Consenso de Washington.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong> Esse \u00e9 um gabarito do qual eu discordo categoricamente! De fato, o profissional respons\u00e1vel por essa sele\u00e7\u00e3o \u00e9 o <em>gatekeeper<\/em>, mas a situa\u00e7\u00e3o em que a opini\u00e3o p\u00fablica \u00e9 constru\u00edda pelos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o na sele\u00e7\u00e3o e veicula\u00e7\u00e3o das not\u00edcias n\u00e3o \u00e9 <em>agenda<\/em> <em>setting<\/em>, j\u00e1 que essa hip\u00f3tese n\u00e3o considera que os ve\u00edculos s\u00e3o capazes de determinar a opini\u00e3o p\u00fablica em si, mas apenas pautar os assuntos que ser\u00e3o discutidos. Acho, sim, que cabe um recurso para anular essa quest\u00e3o<\/p>\n<p><strong>42<\/strong>. Considere as afirma\u00e7\u00f5es abaixo sobre imagem e identidade institucional.<\/p>\n<p>I. A identidade institucional \u00e9 uma declara\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria organiza\u00e7\u00e3o sobre como ela se apresenta \u00e0 sociedade, com vis\u00e3o, miss\u00e3o, valores, compromissos etc.<\/p>\n<p>II. A imagem institucional \u00e9 a forma como os diferentes p\u00fablicos de uma organiza\u00e7\u00e3o a percebem, assim como seus produtos e\/ou servi\u00e7os.<\/p>\n<p>III. Alcan\u00e7ar a sintonia entre a identidade e a imagem institucional \u00e9 um objetivo t\u00e1tico do planejamento cuja persecu\u00e7\u00e3o \u00e9 opcional e de pouco impacto.<\/p>\n<p>IV. A imagem institucional \u00e9 uma parte integrante do planejamento de comunica\u00e7\u00e3o institucional, podendo as formas de sua persecu\u00e7\u00e3o ser definidas em planos espec\u00edficos.<\/p>\n<p>Est\u00e1 correto o que se afirma APENAS em<\/p>\n<p>(A) II e III.<\/p>\n<p>(B)\u00a0I e IV.<\/p>\n<p>(C)\u00a0I, II e III.<\/p>\n<p>(D)\u00a0I, II e IV.<\/p>\n<p>(E)\u00a0I, III e IV.<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Essa \u00e9 uma das poucas quest\u00f5es \u201cinteressantes\u201d desta prova. A identidade institucional \u00e9 a forma como a empresa pretende ser vista pelos p\u00fablicos. Essa pretens\u00e3o est\u00e1 resumida e exposta nos documentos de vis\u00e3o, miss\u00e3o, valores e compromissos da empresa. Do outro lado, temos a forma como a empresa \u00e9 realmente vista e percebida, que \u00e9 sua imagem institucional. Sintonizar ambas, imagem e identidade, deve ser um objetivo estrat\u00e9gico do planejamento, de grande impacto, e suas formas de execu\u00e7\u00e3o devem ser bem definidas em planos espec\u00edficos. Uma vez identificadas as varia\u00e7\u00f5es entre o pretendido e o constatado, o planejamento deve se articular para trabalhar os fatores que contribuem para essa varia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>43<\/strong>. Os p\u00fablicos de uma organiza\u00e7\u00e3o s\u00e3o definidos como internos, externos e mistos, com refer\u00eancias em \u00e1reas como a sociologia, psicologia social e at\u00e9 em ci\u00eancias militares. Segundo Fabio Fran\u00e7a, autor de <em>P\u00fablicos <\/em>\u2212 <em>Como identifica-los em nova vis\u00e3o estrat\u00e9gica <\/em>\u2212 <em>Business Relationship, <\/em>na busca de um conceito elaborado a partir da perspectiva da organiza\u00e7\u00e3o e do seu neg\u00f3cio, os p\u00fablicos podem ser definidos como<\/p>\n<p>(A)\u00a0constantes, que s\u00e3o os clientes e fornecedores fidelizados, vari\u00e1veis, que s\u00e3o os membros de institui\u00e7\u00f5es integrantes de projetos espor\u00e1dicos, e circulantes, que s\u00e3o contatados sazonalmente.<\/p>\n<p>(B)\u00a0nucleares, ou os clientes da organiza\u00e7\u00e3o, perif\u00e9ricos, que s\u00e3o os acionados em situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, e semiperif\u00e9ricos, que s\u00e3o os fornecedores e prestadores de servi\u00e7os para a organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C)\u00a0prim\u00e1rios, formados pelos colaboradores, secund\u00e1rios, do qual fazem parte os clientes e fornecedores de itens essenciais \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, e de apoio, formado pelos prestadores de servi\u00e7os e parceiros n\u00e3o econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>(D)\u00a0essenciais, dos quais a organiza\u00e7\u00e3o depende, e n\u00e3o essenciais, que n\u00e3o participam das atividades fim, e de redes de interfer\u00eancia, que podem exercer influ\u00eancias no desempenho da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(E)\u00a0principais, que s\u00e3o os consumidores de produtos e servi\u00e7os, secund\u00e1rios, que s\u00e3o a comunidade ao redor da organiza\u00e7\u00e3o, e de apoio, ou os colaboradores.<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A conceitua\u00e7\u00e3o de F\u00e1bio Fran\u00e7a sobre esse assunto \u00e9 bastante simples, nem sempre salientada pelos acad\u00eamicos. Para ele, h\u00e1 uma categoriza\u00e7\u00e3o natural de p\u00fablicos: os essenciais e ou n\u00e3o essenciais. Os essenciais s\u00e3o priorit\u00e1rios para a organiza\u00e7\u00e3o, ao contr\u00e1rio dos n\u00e3o essenciais.<\/p>\n<p><strong>44<\/strong>. O planejamento de comunica\u00e7\u00e3o institucional tem car\u00e1ter essencialmente<\/p>\n<p>(A) t\u00e1tico.<\/p>\n<p>(B) estrat\u00e9gico.<\/p>\n<p>(C) interno.<\/p>\n<p>(D) externo.<\/p>\n<p>(E) local.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Essa \u00e9 uma quest\u00e3o bastante simples, mas que, por ser t\u00e3o simples, pode acabar confundindo o candidato, fazendo-o pensar que est\u00e1 \u201cf\u00e1cil demais para ser verdade\u201d. Qualquer planejamento, para ser eficiente e de longo prazo, como se pretende com a comunica\u00e7\u00e3o institucional (que formula a imagem institucional), precisa ser de car\u00e1ter estrat\u00e9gico.<\/p>\n<p><strong>45<\/strong>. A comunica\u00e7\u00e3o p\u00fablica se refere ao fluxo de informa\u00e7\u00f5es e de intera\u00e7\u00f5es entre agentes p\u00fablicos e atores sociais. Nesse sentido, em atendimento ao interesse p\u00fablico, ela ocorre<\/p>\n<p>(A)\u00a0apenas entre entidades governamentais, com participa\u00e7\u00e3o espor\u00e1dica do cidad\u00e3o recebedor de ser- vi\u00e7os espec\u00edficos.<\/p>\n<p>(B)\u00a0no universo restrito entre os poderes Executivo, Legislativo, Judici\u00e1rio, suas inst\u00e2ncias de escal\u00f5es inferiores e o cidad\u00e3o.<\/p>\n<p>(C)\u00a0de forma restrita na rela\u00e7\u00e3o entre entidades governamentais e cidad\u00e3os.<\/p>\n<p>(D)\u00a0de forma parcialmente restrita entre entidades governamentais e cidad\u00e3os.<\/p>\n<p>(E)\u00a0em um composto por entidades governamentais, privadas, do terceiro setor, representativas, imprensa e o cidad\u00e3o.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Essa tamb\u00e9m \u00e9 uma quest\u00e3o relativamente simples. Vimos em nossas aulas que a Comunica\u00e7\u00e3o P\u00fablica acontece entre todas as institui\u00e7\u00f5es da sociedade de forma equilibrada, desde que seja de interesse p\u00fablico. A participa\u00e7\u00e3o do cidad\u00e3o \u00e9 constante e comp\u00f5e o cen\u00e1rio comunicacional juntamente com o governo, as organiza\u00e7\u00f5es privadas, o terceiro setor etc.<\/p>\n<p><strong>46<\/strong>. O principal item que diferencia uma enquete de uma pesquisa quantitativa \u00e9<\/p>\n<p>(A)\u00a0o formato do question\u00e1rio.<\/p>\n<p>(B)\u00a0os objetivos do levantamento.<\/p>\n<p>(C)\u00a0o intervalo de confian\u00e7a.<\/p>\n<p>(D)\u00a0a defini\u00e7\u00e3o do problema.<\/p>\n<p>(E) a composi\u00e7\u00e3o da amostragem.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>As pesquisas quantitativas partem de uma amostra probabil\u00edstica, em que os respondentes t\u00eam a mesma probabilidade de serem selecionados. Na enquete, comum nos programas de televis\u00e3o que pretendem mensurar a opini\u00e3o do p\u00fablico em rela\u00e7\u00e3o a um assunto, a pergunta \u00e9 \u201clan\u00e7ada\u201d e a ades\u00e3o do p\u00fablico \u00e9 volunt\u00e1ria e sem previsibilidade quanto a seu perfil. Sendo assim, temos como principal diferen\u00e7a a composi\u00e7\u00e3o da amostragem.<\/p>\n<p><strong>47<\/strong>. <em>O ambientalismo apresenta novos padr\u00f5es sociais, os quais precisam ser entendidos para que a ecopropaganda seja eficaz, j\u00e1 que tanto as empresas como os governos e entidades ambientais s\u00f3 ter\u00e3o \u00eaxito na formula\u00e7\u00e3o de ideias em comunica\u00e7\u00e3o se conhecerem as pessoas e atenderem a suas necessidades, respeitando seus valo- res. N\u00e3o se pode ignorar a for\u00e7a das cren\u00e7as, ideias, h\u00e1- bitos e valores, caso contr\u00e1rio a resist\u00eancia de pessoas ou grupos poder\u00e1 determinar o fracasso de qualquer a\u00e7\u00e3o empreendedora.<\/em><\/p>\n<p>(GIACOMINI FILHO, Gino. O consumidor e sua inser\u00e7\u00e3o eco- l\u00f3gica. In: <strong>Ecopropaganda<\/strong>. S\u00e3o Paulo; Senac, 2004. p. 63)<\/p>\n<p>Para realizar uma comunica\u00e7\u00e3o no sentido de promover preceitos ambientais, como a responsabilidade social, o consumo sustent\u00e1vel, e as rela\u00e7\u00f5es da institui\u00e7\u00e3o com a comunidade, \u00e9 necess\u00e1rio dar aten\u00e7\u00e3o a duas figuras da sociedade que podem ser encarnadas pelos mesmos indiv\u00edduos, a saber, o<\/p>\n<p>(A)\u00a0comprador e o vendedor.<\/p>\n<p>(B)\u00a0produtor e o reciclador.<\/p>\n<p>(C)\u00a0cidad\u00e3o e o consumidor.<\/p>\n<p>(D)\u00a0comprador e o eleitor.<\/p>\n<p>(E)\u00a0pol\u00edtico e o cidad\u00e3o.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Para implantar uma gest\u00e3o de verdadeira responsabilidade social, assimilando os preceitos ambientais e a quest\u00e3o do consumo sustent\u00e1vel, a organiza\u00e7\u00e3o precisa perceber o consumidor n\u00e3o s\u00f3 como um potencial cliente, mas como um cidad\u00e3o, titular de direitos e deveres.<\/p>\n<p><strong>48<\/strong>. As fases de uma campanha publicit\u00e1ria s\u00e3o<\/p>\n<p>(A)\u00a0criatividade, pertin\u00eancia, interesse, emotividade e compreens\u00e3o.<\/p>\n<p>(B)\u00a0an\u00e1lise de <em>SWOT<\/em>, objetivos de comunica\u00e7\u00e3o, t\u00e1ticas de comunica\u00e7\u00e3o, planejamento de m\u00eddia e or\u00e7amentos.<\/p>\n<p>(C)\u00a0<em>briefing<\/em>, planejamento, cria\u00e7\u00e3o, m\u00eddia, execu\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(D)\u00a0pesquisa, planejamento, assessoria de imprensa, <em>marketing <\/em>e an\u00fancios.<\/p>\n<p>(E)\u00a0publicidade, propaganda, assessoria de imprensa, <em>advertising <\/em>e <em>marketing<\/em>.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Para <a href=\"https:\/\/www.jukti.com.br\/google-ads\/\">elaborar uma campanha publicit\u00e1ria<\/a>, partimos do <em>briefing<\/em> (resumo sobre o cliente e o que ele pretende em termos de comunica\u00e7\u00e3o), de onde tiramos os dados para o planejamento. Com base nesse planejamento, temos a cria\u00e7\u00e3o e o planejamento de m\u00eddia, depois do que partimos para a execu\u00e7\u00e3o propriamente dita e a posterior avalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>49<\/strong>. Considere as seguintes informa\u00e7\u00f5es de um \u00f3rg\u00e3o ou entidades integrantes da Administra\u00e7\u00e3o direta dos Poderes Executivo, Legislativo (incluindo Cortes de Contas), Judici\u00e1rio e do Minist\u00e9rio P\u00fablico:<\/p>\n<p>I. Registro de compet\u00eancias e estrutura organizacional, endere\u00e7os e telefones das respectivas unidades e hor\u00e1rios de atendimento ao p\u00fablico;<\/p>\n<p>II. Registros de quaisquer repasses ou transfer\u00eancias de recursos financeiros;<\/p>\n<p>III. Registros das despesas;<\/p>\n<p>IV. Informa\u00e7\u00f5es concernentes a procedimentos licitat\u00f3rios, inclusive os respectivos editais e resultados, bem como a todos os contratos celebrados;<\/p>\n<p>V. Dados gerais para o acompanhamento de programas, a\u00e7\u00f5es, projetos e obras de \u00f3rg\u00e3os e entidades; e<\/p>\n<p>VI. Respostas a perguntas mais frequentes da sociedade.<\/p>\n<p>Estas informa\u00e7\u00f5es devem ser disponibilizadas ao cidad\u00e3o<\/p>\n<p>(A) independente de requerimento, com a garantia de que o cidad\u00e3o n\u00e3o a divulgar\u00e1 a terceiros.<\/p>\n<p>(B) independente de requerimentos, em local de f\u00e1cil acesso.<\/p>\n<p>(C) mediante requerimento.<\/p>\n<p>(D) independente de requerimento, na sede do \u00f3rg\u00e3o ou entidade.<\/p>\n<p>(E) mediante requerimento, com a garantia de que o cidad\u00e3o n\u00e3o a divulgar\u00e1 a terceiros.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Como vimos no nosso curso, o art. 8<sup>o<\/sup> da Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o determina que \u00e9 dever dos \u00f3rg\u00e3os e entidades p\u00fablicas prover as informa\u00e7\u00f5es de que trata a quest\u00e3o independente de requerimentos, em local de f\u00e1cil acesso. \u00c9 a famosa transpar\u00eancia ativa.<\/p>\n<p><strong>50<\/strong>. No que tange \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o com os diversos setores (executivo, administrativo e operacionais) de uma organiza\u00e7\u00e3o, os departamentos de Recursos Humanos \u2212 RH e Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas \u2212 RPs atuam<\/p>\n<p>(A)\u00a0de forma independente, tendo as RPs como apoio ao RH para estabelecimento de rela\u00e7\u00f5es harmoniosas entre os setores.<\/p>\n<p>(B)\u00a0hierarquicamente, com a terceiriza\u00e7\u00e3o completa do departamento de comunica\u00e7\u00e3o subordinado ao setor de RH.<\/p>\n<p>(C)\u00a0de forma independente, com atua\u00e7\u00e3o secular e planejamentos estrat\u00e9gicos diversos.<\/p>\n<p>(D)\u00a0hierarquicamente, tendo as RPs subordinadas ao departamento de RH.<\/p>\n<p>(E)\u00a0hierarquicamente, tendo o departamento de RH subordinado ao de Comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>N\u00e3o podemos dizer, de forma alguma, que a \u00e1rea de RP \u00e9 subordinada ao departamento de RH, nem o inverso. Elas t\u00eam fun\u00e7\u00f5es distintas que se interceptam em alguns pontos, e nesses momentos \u00e9 preciso que as duas estejam atuando de forma harmoniosa.<\/p>\n<p><strong>51<\/strong>. O tipo de campanha mais adequado para destacar um \u00f3rg\u00e3o, como o Conselho Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico, perante a sociedade \u00e9 uma campanha<\/p>\n<p>(A)\u00a0pol\u00edtica.<\/p>\n<p>(B)\u00a0institucional.<\/p>\n<p>(C)\u00a0de oportunidade.<\/p>\n<p>(D)\u00a0de sustenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(E)\u00a0promocional.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>A campanha institucional \u00e9 capaz de promover o \u201cnome\u201d do \u00f3rg\u00e3o, semelhante \u00e0 marca da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>52<\/strong>. Mais recentemente, um estudo sobre o comportamento da dona de casa brasileira de classe m\u00e9dia encontrou na maioria das casas visitadas a seguinte situa\u00e7\u00e3o: <em>A mulher entrevistada declarava enfaticamente que comprava as coisas para seu lar pela qualidade, em primeiro lugar, pela confian\u00e7a que tinha no fabricante, em segundo, e pelo pre\u00e7o, em terceiro, sem que a propaganda tivesse uma participa\u00e7\u00e3o maior em sua decis\u00e3o do que (onde, quando e como) comprar. Em seguida, pedia-se para que a dona de casa mostrasse sua casa, os eletrodom\u00e9sticos existentes e os produtos de consumo estocados ou em uso. Pois bem, quase todas as mulheres que tinham se declarado pouco influenci\u00e1veis pela propaganda haviam comprado grande parte daquilo que possu\u00edam em casa por raz\u00f5es essencialmente id\u00eanticas \u00e0s difundidas pelas campanhas publicit\u00e1rias ent\u00e3o veiculadas, dos diversos produtos e utilidades dom\u00e9sticas. E pode-se ter certeza de que isso foi muito mais do que apenas mera coincid\u00eancia.<\/em><\/p>\n<p>(SAMPAIO, Rafael: Propaganda: Arte, Ci\u00eancia ou T\u00e9cnica? In: <strong>Propaganda de A a Z. <\/strong>S\u00e3o Paulo: Campus, 2003. p. 24)<\/p>\n<p>Uma campanha pode ser respons\u00e1vel pelo sucesso ou fracasso de um produto, uma organiza\u00e7\u00e3o, ser in\u00fatil ou gerar malef\u00edcios. Diante da sua capacidade de persuas\u00e3o, a propaganda deve ser usada<\/p>\n<p>(A) \u00a0na veicula\u00e7\u00e3o dos produtos e servi\u00e7os que j\u00e1 s\u00e3o de interesse do p\u00fablico.<\/p>\n<p>(B)\u00a0com alertas sobre todos os pontos negativos do produto ou servi\u00e7o anunciado.<\/p>\n<p>(C)\u00a0da forma que o cliente deseja para atingir seus objetivos com a campanha.<\/p>\n<p>(D)\u00a0com cautela, bom senso e cuidando de cada detalhe.<\/p>\n<p>(E)\u00a0em benef\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstico-cultural de uma sociedade.<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>O bom senso \u00e9 suficiente para responder a essa quest\u00e3o. Se voc\u00ea considerar a alternativa D errada, estar\u00e1 afirmando que a propaganda N\u00c3O deve ser feita com cautela, bom senso e cuidado de cada detalhe, o que \u00e9 um absurdo s\u00f3 de pensar. A alternativa A pode estar correta em algumas situa\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o diante da capacidade citada no enunciado. N\u00e3o pense tamb\u00e9m que, ao considerar a letra B errada, estaremos dizendo que todos os pontos negativos devem ser escondidos e mascarados. Estamos dizendo apenas que n\u00e3o \u00e9 preciso alertar sobre eles. Se a campanha ser\u00e1 feita exatamente da forma que o cliente deseja, ele n\u00e3o precisa de um publicit\u00e1rio ou assessor de comunica\u00e7\u00e3o, concorda? Os seus objetivos devem ser considerados, mas n\u00e3o a forma da campanha (embora, na pr\u00e1tica, muitos clientes queiram ditar \u201cseus gostos\u201d). Tamb\u00e9m n\u00e3o podemos dizer que a alternativa E est\u00e1 completamente errada, j\u00e1 que as campanhas publicit\u00e1rias, quando bem formuladas e produzidas, acabam atuando em benef\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstico-cultural de uma sociedade, mas isso n\u00e3o se relaciona com a capacidade de persuas\u00e3o de que trata a quest\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>53<\/strong>. Os conceitos-chave que s\u00e3o elementos estrat\u00e9gicos b\u00e1sicos na elabora\u00e7\u00e3o de um plano de m\u00eddia s\u00e3o<\/p>\n<p>(A)\u00a0alcance, frequ\u00eancia, continuidade e impacto (m\u00e9tricas de verifica\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>(B)\u00a0t\u00e1tica de m\u00eddia, cronograma de veicula\u00e7\u00e3o, t\u00e1tica de veicula\u00e7\u00e3o e patroc\u00ednio.<\/p>\n<p>(C)\u00a0meios eletr\u00f4nicos, impressos, digitais e exteriores.<\/p>\n<p>(D)\u00a0meios de comunica\u00e7\u00e3o, dados de pesquisa, propostas de ve\u00edculos e prepara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(E)\u00a0situa\u00e7\u00e3o do mercado, produto anunciado, concorr\u00eancia e p\u00fablico alvo.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Os conceitos-chave no planejamento de m\u00eddia s\u00e3o alcance (capacidade de cobertura de um ve\u00edculo), frequ\u00eancia (n\u00famero de inser\u00e7\u00f5es programadas), continuidade (capacidade de dar sequencia a uma situa\u00e7\u00e3o pr\u00e9via), e impacto.<\/p>\n<p><strong>54<\/strong>. Considere as seguintes normas estabelecidas no C\u00f3digo de \u00c9tica dos Profissionais de Propaganda:<\/p>\n<p>I. Os ve\u00edculos de propaganda reconhecem a necessidade de manter os corretores e as ag\u00eancias como fonte de neg\u00f3cios e progresso dos seus empreendimentos e, por isso, a eles reservam o pagamento da comiss\u00e3o com exclus\u00e3o de quaisquer outros indiv\u00edduos ou entidades.<\/p>\n<p>II. A tabela de pre\u00e7os \u00e9 p\u00fablica e igual para todos os compradores, dentro de iguais condi\u00e7\u00f5es, incumbindo ao ve\u00edculo observ\u00e1-la e faz\u00ea-la observar por todos os seus agentes ou prepostos, cujo reconhecimento como tal poder\u00e1 ser cancelado por infra\u00e7\u00e3o deste dispositivo.<\/p>\n<p>III. Aos ve\u00edculos de propaganda fica naturalmente reservado o direito de dar ou n\u00e3o cr\u00e9dito \u00e0 ag\u00eancia, n\u00e3o sendo l\u00edcito, por\u00e9m, negar-lhe a comiss\u00e3o ou recusar-lhe a divulga\u00e7\u00e3o do an\u00fancio quando pago \u00e0 vista. Excetuam-se os casos em que a mat\u00e9ria n\u00e3o se enquadre dentro da \u00e9tica ou quando a ag\u00eancia tenha deixado de ser reconhecida pelo ve\u00edculo, do que lhe deve ser dado aviso com 90 dias de anteced\u00eancia.<\/p>\n<p>Identifica-se que o fio condutor da atua\u00e7\u00e3o \u00e9tica do profissional de Publicidade e Propaganda \u00e9<\/p>\n<p>(A) a mobiliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica em torno de uma causa considerada justa, boa e de interesse p\u00fablico.<\/p>\n<p>(B) a circula\u00e7\u00e3o de verbas restrita a um grupo fechado de empresas reunidas nas associa\u00e7\u00f5es do setor.<\/p>\n<p>(C) a livre concorr\u00eancia dentro de um grupo de empresas capacitadas para a atividade.<\/p>\n<p>(D) o dever social de todo ve\u00edculo no sentido de informar o cidad\u00e3o sobre informa\u00e7\u00f5es p\u00fablicas.<\/p>\n<p>(E) o entretenimento do p\u00fablico-alvo em momentos de lazer para renovar for\u00e7as entre as jornadas de trabalho.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Esta quest\u00e3o pode ser resolvida por interpreta\u00e7\u00e3o de texto mais do que por conhecimento t\u00e9cnico. Veja bem, as afirmativas falam de pagamento e pre\u00e7os e acabam ficando ligadas pela ideia da livre concorr\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>55<\/strong>. A comunica\u00e7\u00e3o organizacional integrada \u00e9 formada por um <em>mix <\/em>que compreende<\/p>\n<p>(A) plano de comunica\u00e7\u00e3o (comunica\u00e7\u00e3o institucional), plano de <em>marketing <\/em>(comunica\u00e7\u00e3o mercadol\u00f3gica) e plano de m\u00eddia (comunica\u00e7\u00e3o da marca).<\/p>\n<p>(B)\u00a0identifica\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica (comunica\u00e7\u00e3o regional), de interesses de colaboradores (comunica\u00e7\u00e3o institucional) e expectativas de clientes (comunica\u00e7\u00e3o externa).<\/p>\n<p>(C)\u00a0n\u00edvel estrat\u00e9gico (executivo), n\u00edvel t\u00e1tico (ger\u00eancia) e n\u00edvel operacional (produ\u00e7\u00e3o de bens\/servi\u00e7os).<\/p>\n<p>(D)\u00a0rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas (comunica\u00e7\u00e3o institucional), comunica\u00e7\u00e3o interna (ou administrativa) e <em>marketing <\/em>(comunica\u00e7\u00e3o mercadol\u00f3gica).<\/p>\n<p>(E)\u00a0jornalismo (comunica\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico externo), publicidade (comunica\u00e7\u00e3o com o consumidor) e produ\u00e7\u00e3o editorial (cria\u00e7\u00e3o e impress\u00e3o de material de campanha).<\/p>\n<p>GABARITO: D<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Essa \u00e9 uma quest\u00e3o um tanto confusa, pois embaralhou algumas classifica\u00e7\u00f5es. Deixe-me explicar. Tradicionalmente, a comunica\u00e7\u00e3o integrada \u00e9 formada pelas RPs, Marketing, Assessoria de imprensa e Publicidade e Propaganda. De modo geral, TODOS os fluxos comunicacionais dentro da organiza\u00e7\u00e3o devem atuar de forma estrategicamente integrada. \u00c9 preciso dizer tamb\u00e9m que a alternativa n\u00e3o afirma que os componentes do mix s\u00e3o APENAS esses.<\/p>\n<p>Dito isso, temos que, conforme com a alternativa D, as rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas (que trata da comunica\u00e7\u00e3o institucional) e o marketing (que trata da comunica\u00e7\u00e3o mercadol\u00f3gica) fazem parte dessa composi\u00e7\u00e3o. A comunica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m fazem parte dessa composi\u00e7\u00e3o, mas a quest\u00e3o deixa impl\u00edcita a ideia de que comunica\u00e7\u00e3o interna e comunica\u00e7\u00e3o administrativa s\u00e3o a mesma coisa, o que n\u00e3o \u00e9 verdade. A comunica\u00e7\u00e3o interna \u00e9 o macroambiente em que se d\u00e1 a comunica\u00e7\u00e3o administrativa, muito mais espec\u00edfica e delimitada.<\/p>\n<p>Sendo assim, acho, sim, que essa quest\u00e3o merece um recurso!<\/p>\n<p><strong>56.<\/strong><em><strong> Como \u00e9 a legisla\u00e7\u00e3o da publicidade no Brasil? <\/strong><\/em><em>A publicidade infantil no Brasil, tema da reda\u00e7\u00e3o do Enem neste domingo, \u00e9 regida por algumas normas contidas na Constitui\u00e7\u00e3o Federal, no Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente (ECA) e no C\u00f3digo de Defesa do Consumidor. No entanto, a Resolu\u00e7\u00e3o 163 do Conselho Nacional dos Direitos da Crian\u00e7a e do Adolescente (Conanda), publicada em mar\u00e7o deste ano, \u00e9 a mais contundente por restringir a publicidade para crian\u00e7as (at\u00e9 12 anos, conforme o ECA). Suas principais decis\u00f5es dizem respeito ao que \u00e9 abusivo na publicidade para crian\u00e7as. S\u00e3o elementos abusivos, conforme o texto:<\/em><\/p>\n<p>\u2212 <em>Linguagem infantil, efeitos especiais e excessos de cores;<\/em><\/p>\n<p>\u2212 <em>Trilhas sonoras de m\u00fasicas infantis ou cantadas por vozes de crian\u00e7a;<\/em><\/p>\n<p>\u2212 <em>Representa\u00e7\u00e3o de crian\u00e7a;<\/em><\/p>\n<p>\u2212 <em>Pessoas ou celebridades com apelo ao p\u00fablico infantil;<\/em><\/p>\n<p>\u2212 <em>Personagens ou apresentadores infantis;<\/em><\/p>\n<p>\u2212 <em>Desenho animado ou de anima\u00e7\u00e3o;<\/em><\/p>\n<p>\u2212 <em>Bonecos ou similares;<\/em><\/p>\n<p>\u2212 <em>Promo\u00e7\u00e3o com distribui\u00e7\u00e3o de pr\u00eamios ou de brindes colecion\u00e1veis ou com apelos ao p\u00fablico infantil;<\/em><\/p>\n<p>\u2212 <em>Promo\u00e7\u00f5es com competi\u00e7\u00f5es ou jogos com apelo ao p\u00fablico infantil.<\/em><\/p>\n<p>(Zero Hora, 9 de novembro de 2014, dispon\u00edvel em &lt;<strong>http:\/\/zh.clicrbs.com.br\/rs\/noticias\/2014\/11\/como-e-a-legislacao-da-publicidade- infantil-no-brasil-4639339.html&gt;<\/strong>)<\/p>\n<p>Considerando os princ\u00edpios \u00e9ticos atualmente admitidos entre profissionais e empresas da \u00e1rea de propaganda, com esta resolu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>(A) a aplica\u00e7\u00e3o integral dos c\u00f3digos de autorregulamenta\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de propaganda torna tal resolu\u00e7\u00e3o desnecess\u00e1ria.<\/p>\n<p>(B) a Resolu\u00e7\u00e3o 163 do Conanda complementa as categorias especiais de an\u00fancios nos c\u00f3digos de autorregulamenta\u00e7\u00e3o em sua totalidade.<\/p>\n<p>(C)\u00a0a criatividade ser\u00e1 essencial para o uso \u00e9tico e legal de mensagens imperativas de consumo voltadas ao p\u00fablico infantil.<\/p>\n<p>(D) a aplica\u00e7\u00e3o integral dos c\u00f3digos de autorregulamenta\u00e7\u00e3o permite o cumprimento da Resolu\u00e7\u00e3o do Conanda.<\/p>\n<p>(E)\u00a0os c\u00f3digos \u00e9ticos consagrados e em vigor na autorregulamenta\u00e7\u00e3o s\u00e3o insuficientes para atender a norma federal.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Como vimos, a Resolu\u00e7\u00e3o 163 do Conanda \u00e9 uma norma que restringe de forma at\u00e9 pol\u00eamica a publicidade para crian\u00e7as, mas ela vem tapar algumas brechas e demonstra que o que j\u00e1 estava em vigor era insuficiente.<\/p>\n<p><strong>57<\/strong>. Em<em> marketing, <\/em>analisar o mercado e dividi-lo em grupos (demogr\u00e1fico, de necessidades e de comportamento, por exemplo) e\/ou n\u00edveis para definir onde e como as for\u00e7as de vendas atuar\u00e3o \u00e9 o que se chama<\/p>\n<p>(A)\u00a0inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(B)\u00a0segmenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(C)\u00a0estrat\u00e9gia de crescimento.<\/p>\n<p>(D)\u00a0varejo.<\/p>\n<p>(E)\u00a0promo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>GABARITO: B<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIO:<\/strong> Essa divis\u00e3o de que trata a quest\u00e3o s\u00f3 pode estar relacionada \u00e0 segmenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>58<\/strong>. O Conselho Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pelo controle da atua\u00e7\u00e3o administrativa e financeira do Minist\u00e9rio P\u00fablico e do cumprimento dos deveres funcionais de seus membros. No seu dia a dia produz documentos divulgados em formato digital, tais como atas e pautas de sess\u00f5es, relat\u00f3rios de atividades, resolu\u00e7\u00f5es, legisla\u00e7\u00e3o e arquivos de \u00e1udio de todas as sess\u00f5es realizadas desde 2006. Na montagem de um ecossistema de redes, a plataforma mais adequada para abarcar este conte\u00fado, funcionando como uma biblioteca que pode ser replicada nas demais redes, \u00e9<\/p>\n<p>(A) \u00a0Google Plus.<\/p>\n<p>(B) \u00a0Tumblr.<\/p>\n<p>(C) \u00a0<em>website.<\/em><\/p>\n<p>(D) \u00a0Facebook.<\/p>\n<p>(E) \u00a0Twitter.<\/p>\n<p>GABARITO: C<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS: <\/strong>Das alternativas elencadas, a mais apropriada para montar uma biblioteca na rede \u00e9 o <em>website<\/em>, j\u00e1 que as outras s\u00e3o essencialmente para comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>59<\/strong>. Raimar Richers em <em>Marketing: uma vis\u00e3o brasileira<\/em>, apresenta o <em>marketing mix <\/em>como a combina\u00e7\u00e3o de elementos de 1) adapta\u00e7\u00e3o da oferta da empresa \u00e0s for\u00e7as detectadas no mercado com 2) a ativa\u00e7\u00e3o, ou seja, o conjunto de medidas destinadas a fazer com que o produto atinja mercados predefinidos e seja adquirido pelos compradores na quantidade e frequ\u00eancia desejadas. Para atingir um <em>marketing mix <\/em>\u00f3timo \u2013 que atinja diretamente os produtos sem precisar ser \u201cempurrado\u201d \u2013 s\u00e3o usados, segundo este autor, instrumentos que atendem a necessidades em termos de produtos\/servi\u00e7os, assim como da comunica\u00e7\u00e3o, conforme a figura abaixo.<\/p>\n<p>Deste modo, o uso destes instrumentos do <em>marketing mix <\/em>deve ser realizado<\/p>\n<p>(A)\u00a0no intuito de fortalecer a marca junto aos consumidores da nova classe C de modo a expandir o potencial do produto.<\/p>\n<p>(B)\u00a0para estabelecer responsabilidades bem definidas nas atribui\u00e7\u00f5es de cada indiv\u00edduo da for\u00e7a de vendas.<\/p>\n<p>(C)\u00a0priorizando o efeito que o instrumento pode oferecer individualmente no mercado quando aplicado isoladamente.<\/p>\n<p>(D)\u00a0para gerar quedas de pre\u00e7o do produto de modo a garantir posi\u00e7\u00e3o privilegiada perante a concorr\u00eancia.<\/p>\n<p>(E)\u00a0combinando e dosando os instrumentos dispon\u00edveis de forma racional e equilibrada buscando impacto equilibrado.<\/p>\n<p>GABARITO: E<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong> Apesar do enunciado longo e do gr\u00e1fico \u201ccomplexo\u201d, a quest\u00e3o est\u00e1 pedindo um conhecimento b\u00e1sico sobre o uso do mix de marketing. J\u00e1 que deve ser considerado, em primeira m\u00e3o, de modo abrangente, combinando e dosando os instrumentos dispon\u00edveis de forma racional, buscando impacto equilibrado.<\/p>\n<p><strong>60<\/strong>. Considere as assertivas sobre a medi\u00e7\u00e3o de audi\u00eancia em m\u00eddias distintas:<\/p>\n<p>I. Em m\u00eddia impressa, a audi\u00eancia \u00e9 medida pelo resultado da diferen\u00e7a entre a tiragem e a circula\u00e7\u00e3o de um determinado jornal ou revista.<\/p>\n<p>II. Em r\u00e1dio \u00e9 usado um question\u00e1rio com uma amostragem urbana no qual se responde quais emissoras foram ouvidas nas \u00faltimas 48 horas.<\/p>\n<p>III. Em TV \u00e9 realizada com uma amostragem de domic\u00edlios em todo o pa\u00eds, mantidos em sigilo, que recebem um aparelho chamado <em>Peoplemeter.<\/em><\/p>\n<p>IV. Em <em>web <\/em>a audi\u00eancia pode ser medida a partir de uma amostragem volunt\u00e1ria que recebe <em>software <\/em>de coleta de informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>correto o que se afirma APENAS em<\/p>\n<p>(A) II, III e IV.<\/p>\n<p>(B)III e IV.<\/p>\n<p>(C) I, II e III.<\/p>\n<p>(D) I, II e IV.<\/p>\n<p>(E) I, III e IV.<\/p>\n<p>GABARITO: A<\/p>\n<p><strong>COMENT\u00c1RIOS:<\/strong> Vimos que audi\u00eancia de um ve\u00edculo \u00e9 o total de espectadores que ele possui. A tiragem de um jornal, por exemplo, \u00e9 o n\u00famero de exemplares que ser\u00e3o impressos, que \u00e9 baseada na pr\u00f3pria audi\u00eancia. N\u00e3o podemos fazer uma diferencia\u00e7\u00e3o entre elas.<\/p>\n<p>Abra\u00e7os a todos!<\/p>\n<p>Paolla Marletti<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oi pessoal!!! Vamos analisar a parte de conhecimentos espec\u00edficos do cargo C03 \u2013 Analista do CNMP \u2013 Comunica\u00e7\u00e3o Social. 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