{"id":19730,"date":"2014-12-11T16:07:50","date_gmt":"2014-12-11T19:07:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=19730"},"modified":"2015-01-05T16:21:21","modified_gmt":"2015-01-05T19:21:21","slug":"correcao-prova-petrobras-tec-quimico-petroleo-jr-prof-wagner-bertolini","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/correcao-prova-petrobras-tec-quimico-petroleo-jr-prof-wagner-bertolini\/","title":{"rendered":"Corre\u00e7\u00e3o Prova Petrobr\u00e1s T\u00e9c. Qu\u00edmico Petr\u00f3leo Jr, Prof Wagner Bertolini"},"content":{"rendered":"<p>Ol\u00e1 meus caros alunos e amigos.<br \/>\nSegue a prova comentada e\/ou resolvida para o cargo de T\u00e9cnico Qu\u00edmico.<br \/>\nAchei que a prova usou e abusou de ra\u00e7\u00f5es de dissocia\u00e7\u00e3o. Para quem n\u00e3o tem muita facilidade com a estrutura\u00e7\u00e3o dos compostos, quanto aos \u00edons presentes nas subst\u00e2ncias ou decorrentes destas, deve ter sentido uma dificuldade maior.<br \/>\nQu\u00edmica org\u00e2nica foi bem tranquila. Caiu o b\u00e1sico: reconhecimento de fun\u00e7\u00f5es e nomenclatura.<br \/>\nO que creio que destoou em rela\u00e7\u00e3o a outras provas anteriores foi na parte de anal\u00edtica, mais precisamente em absor\u00e7\u00e3o at\u00f4mica, onde pediram quest\u00f5es muito conceituais.<br \/>\nNo meu material t\u00ednhamos v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es que se repetiram na prova, tais como import\u00e2ncia dos crom\u00f3foros com conjuga\u00e7\u00e3o ou sem; tempo de reten\u00e7\u00e3o na cromatografia; a \u00eanfase nas ioniza\u00e7\u00f5es dos \u00e1cidos derivados do f\u00f3sforo, etc.<br \/>\nPortanto, acredito que quem se preparou pelo material do nosso curso e tirou suas duvidas deve ter um aproveitamento muito bom na prova.<br \/>\nAgrade\u00e7o pela confian\u00e7a no meu trabalho e espero que voc\u00eas sejam aprovados.<br \/>\nDesculpem pelas f\u00f3rmulas qu\u00edmicas, mas, quando colo o texto no site ocorre automaticamente a desformata\u00e7\u00e3o de muitos caracteres.<br \/>\nBoa sorte, excelente Natal e Ano Novo.<\/p>\n<p>(PETROBR\u00c1S \u2013 T\u00c9CNICO QU\u00cdMICO DE PETR\u00d3LEO JR \u2013 CESGRANRIO \u2013 2014).<br \/>\n21. Considerando 6,0&#215;1023 como a quantidade de unidades referente a 1 mol, e sendo \u201cmassa molar\u201d a massa, em gramas, de 1 mol de mat\u00e9ria, a quantidade, em mols, de \u00edons Na+ e a quantidade de \u00edons Cl- que h\u00e1 em 117 g de NaCl dissolvidos em \u00e1gua e totalmente dissociados nos seus \u00edons s\u00e3o, respectivamente,<br \/>\n(A) 1 e 6,0&#215;1023<br \/>\n(B) 1 e 1,2&#215;1024<br \/>\n(C) 1 e 1,8&#215;1024<br \/>\n(D) 2 e 6,0&#215;1023<br \/>\n(E) 2 e 1,2&#215;1024<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: A massa molar deste sal \u00e9 igual a (35,5 + 23) 58,5g\/mol. Logo, devemos calcular o numero de mol na massa de 117g. Logo, teremos:<br \/>\n1mol&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;58,5g<br \/>\nx&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-117,0g<\/p>\n<p>x= 117\/58,5 = 2mol.<br \/>\nVamos considerar a equa\u00e7\u00e3o de dissocia\u00e7\u00e3o deste sal, conforme a equa\u00e7\u00e3o abaixo:<br \/>\nNaCl  &#8212;\uf0e0     Na+    +   Cl-<br \/>\n2 mol&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;2mol&#8212;&#8212;2mol<br \/>\nLogo, teremos 2x6x1023 \u00edons. O que corresponde a 1,2&#215;1024 \u00edons Cl-<br \/>\nResposta: E.<\/p>\n<p>22. Considere um experimento em que, no meio aquoso, o NaOH reage por completo com o H2SO4, segundo a equa\u00e7\u00e3o:<br \/>\n2NaOH(aq) +  H2SO4(aq)    \u2192 2H2O( ) + Na2SO4(aq)<br \/>\nNesse experimento, a massa, em gramas, de NaOH que reage por completo com 2,94 g de H2SO4 \u00e9<br \/>\n(A) 1,2<br \/>\n(B) 1,8<br \/>\n(C) 2,4<br \/>\n(D) 3,0<br \/>\n(E) 3,6<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Inicialmente devemos estabelecer a rela\u00e7\u00e3o molar entre os reagentes:<br \/>\n2NaOH&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;H2SO4<br \/>\n2mol                    1mol<br \/>\nComo a informa\u00e7\u00e3o dada envolve massas, devemos trocar a palavra mol pelo valor da massa molar das substancias envolvidas:<br \/>\n2NaOH&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;H2SO4<br \/>\n2mol                    1mol<br \/>\n2x 40g                  1x98g<\/p>\n<p>Montar a regra de tr\u00eas com a informa\u00e7\u00e3o num\u00e9rica dada no enunciado:<br \/>\n2NaOH&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;H2SO4<br \/>\n2mol                    1mol<br \/>\n2x 40g&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-1x98g<br \/>\nX&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-2,94g<\/p>\n<p>X = (2x40x2,94)\/ 98<br \/>\nX = 2,4g<br \/>\nResposta: C.<\/p>\n<p>23. Num laborat\u00f3rio foi realizado um experimento em que o magn\u00e9sio reagiu com \u00e1cido clor\u00eddrico dando origem a 56 mL de g\u00e1s hidrog\u00eanio, medido na press\u00e3o de 770 mm de Hg e temperatura de 27C.<br \/>\nMg(s)  +  2HCl (aq)  \u2192 MgCl2(aq)  +  H2(g)<br \/>\nA quantidade m\u00e1xima de H2 obtida no experimento, em miligrama, considerando comportamento de g\u00e1s ideal, \u00e9, aproximadamente, igual a:<br \/>\n(A) 5,2<br \/>\n(B) 4,6<br \/>\n(C) 3,5<br \/>\n(D) 2,3<br \/>\n(E) 1,2<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Inicialmente devemos estabelecer a rela\u00e7\u00e3o molar do g\u00e1s, de acordo com as condi\u00e7\u00f5es em que este foi medido.<br \/>\nV = 56mL = 0,056L<br \/>\nP = 770 mmHg<br \/>\nT = 27C = 273 + 27 = 300K<br \/>\nR = 62,3<br \/>\nPela equa\u00e7\u00e3o de Clapeyron: PV = nRT<br \/>\n770&#215;0,056 = nx63,3&#215;300<br \/>\nn= 0,00227 mol.<\/p>\n<p>1mol H2&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;2g<br \/>\n0,00227mol&#8212;&#8212;&#8211;X<br \/>\nX = 2&#215;0,00227 = 0,00454g = 4,54mg<br \/>\nResposta: B.<\/p>\n<p>24. Na rea\u00e7\u00e3o do \u00e1cido n\u00edtrico (HNO3) com hidr\u00f3xido de s\u00f3dio (NaOH), ambos dissolvidos em \u00e1gua, h\u00e1 forma\u00e7\u00e3o de:<br \/>\n(A) H2O<br \/>\n(B) NO2<br \/>\n(C) NOH<br \/>\n(D) NaHNO3<br \/>\n(E) NaOHNO3<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Rea\u00e7\u00e3o entre \u00e1cido n\u00edtrico e hidr\u00f3xido de s\u00f3dio, resulta em um sal e \u00e1gua, conforme equa\u00e7\u00e3o abaixo:<br \/>\nHNO3  +   NaOH    &#8212;  NaNO3    +   H2O<br \/>\nResposta: A.<\/p>\n<p>25. De acordo com o Princ\u00edpio de Avogadro, volumes iguais de gases diferentes, nas mesmas condi\u00e7\u00f5es de temperatura e press\u00e3o, possuem o mesmo n\u00famero de mol\u00e9culas. Em um laborat\u00f3rio h\u00e1 dois cilindros com rigorosamente o mesmo volume e nas mesmas condi\u00e7\u00f5es de temperatura e de press\u00e3o.<br \/>\nAdmitindo comportamento de gases ideais, se 140 g \u00e9 a quantidade m\u00e1xima de g\u00e1s nitrog\u00eanio (N2) que pode ser introduzida no primeiro cilindro, a quantidade m\u00e1xima de g\u00e1s metano (CH4), em gramas, que pode ser introduzida no segundo cilindro \u00e9<br \/>\n(A) 8,00<br \/>\n(B) 10,0<br \/>\n(C) 20,0<br \/>\n(D) 40,0<br \/>\n(E) 80,0<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Segundo este princ\u00edpio ambos os frascos apresentam mesmo numero de mol\u00e9culas, portanto, mesmo numero de mol de mol\u00e9culas. Basta igualar os c\u00e1lculos de mol de ambos os gases:<br \/>\n1mol N2&#8212;&#8211;28g<br \/>\nx&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;140g<br \/>\nX = 140\/ 28 = 5mol<\/p>\n<p>1mol de CH4&#8212;-16g<br \/>\n5mol&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-Y<br \/>\nY = 5&#215;16 = 80g<br \/>\nResposta: E<\/p>\n<p>26. Considere as equa\u00e7\u00f5es I, II e III apresentadas abaixo, que traduzem o comportamento do H3PO4 como \u00e1cido tripr\u00f3tico na \u00e1gua.<br \/>\nI) H3PO4(aq)  +  H2O   \u2194  H3O+   +   H2PO4 \u2013 (aq)<br \/>\nII) H2PO4- (aq)  +  H2O   \u2194  H3O+   +   HPO4 2- (aq)<br \/>\nIII) HPO42-(aq)  +  H2O   \u2194  H3O+   +   PO4 3\u2013 (aq)<br \/>\nDe acordo com o conceito  \u00e1cido-base  de  Bronsted  e Lowry, na equa\u00e7\u00e3o<br \/>\n(A) I, a esp\u00e9cie H3O+ \u00e9 uma base<br \/>\n(B) II, a esp\u00e9cie H2O \u00e9 um \u00e1cido<br \/>\nC) II, a esp\u00e9cie H2PO4-  \u00e9 uma base<br \/>\n(D) III, a esp\u00e9cie HPO42- \u00e9 um \u00e1cido<br \/>\n(E) III, a esp\u00e9cie PO4 3- \u00e9 um \u00e1cido<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: a quest\u00e3o envolve concenito moderno de \u00e1cido. No caso, temos os pares conjugados em cada rea\u00e7\u00e3o e suas classifica\u00e7\u00f5es. Lembrando que em cada rea\u00e7\u00e3o o \u00e1cido difere de sua base conjugada por um \u00fanico \u00e1tomo de H e que quem tiver mais H ser\u00e1 o \u00e1cido deste par. Ent\u00e3o, vamos classificar em todas as equa\u00e7\u00f5es os pares:<br \/>\nI) H3PO4(aq)  +  H2O   \u2194  H3O+   +   H2PO4 \u2013 (aq)<br \/>\n      \u00e1cido1        base 2        acido2          base 1<br \/>\nII) H2PO4- (aq)  +  H2O   \u2194  H3O+   +   HPO4 2- (aq)<br \/>\n      Acido1           base 2        acido2          base 1<br \/>\nIII) HPO42-(aq)  +  H2O   \u2194  H3O+   +   PO4 3\u2013 (aq)<br \/>\n      Acido1        base 2         acido2          base 1<br \/>\nBasta, agora, verificar a alternativa correta.<br \/>\nResposta: D.<\/p>\n<p>27 A rea\u00e7\u00e3o na Figura a seguir representa um teste simples capaz de identificar a presen\u00e7a do alceno atrav\u00e9s do desaparecimento da colora\u00e7\u00e3o de uma solu\u00e7\u00e3o de bromo, onde CCl4 \u00e9 o solvente.<\/p>\n<p>Essa rea\u00e7\u00e3o \u00e9 de<br \/>\n(A) polimeriza\u00e7\u00e3o<br \/>\n(B) substitui\u00e7\u00e3o<br \/>\n (C) elimina\u00e7\u00e3o<br \/>\n(D) esterifica\u00e7\u00e3o<br \/>\n(E) adi\u00e7\u00e3o<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Os hidrocarbonetos insaturados, como o apresentado acima, podem sofrer rea\u00e7\u00e3o de adi\u00e7\u00e3o \u00e0 insatura\u00e7\u00e3o, incorporando, nesta insatura\u00e7\u00e3o, \u00e1tomos do outro reagente (no caso, dois \u00e1tomos de bromo).<br \/>\nResposta: E.<\/p>\n<p>28. Dicromato de pot\u00e1ssio (K2Cr2O7) e \u00e1cido sulf\u00farico (H2SO4) formam uma mistura que, em condi\u00e7\u00f5es apropriadas, \u00e9 capaz de oxidar facilmente a subst\u00e2ncia representada abaixo.<\/p>\n<p>Resolu\u00e7\u00e3o: Os \u00e1lcoois podem ser oxidados a aldeidos, caso sejam alcoois prim\u00e1rios e em acetonas, se forem \u00e1lcoois secund\u00e1rios. Os aldeidos sofrem (podem sofrer) nova oxida\u00e7\u00e3o, gerando \u00e1cido carbox\u00edlico.<br \/>\nNo caso em quest\u00e3o teremos a forma\u00e7\u00e3o de uma cetona (C=O), na mesma posi\u00e7\u00e3o em que se encontra o grupo hidroxila (OH)<br \/>\nResposta: C.<\/p>\n<p>29. A cromatografia em camada fina \u00e9 um m\u00e9todo de an\u00e1lise muito utilizado para separa\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias presentes numa amostra. Geralmente a s\u00edlica gel \u00e9 suportada em placa de alum\u00ednio e a separa\u00e7\u00e3o das subst\u00e2ncias de interesse \u00e9 feita em cuba cromatogr\u00e1fica utilizando-se o eluente apropriado, que sobe pela placa. Na escolha do eluente, levam-se em considera\u00e7\u00e3o as polaridades das subst\u00e2ncias. Na cromatografia em camada fina, o(a)<br \/>\n(A) eluente e a s\u00edlica gel s\u00e3o s\u00f3lidos inertes.<br \/>\n(B) eluente representa a fase estacion\u00e1ria.<br \/>\n(C) eluente \u00e9 um g\u00e1s com baixa polaridade.<br \/>\n(D) s\u00edlica gel \u00e9 o adsorvente.<br \/>\n(E) s\u00edlica gel representa a fase m\u00f3vel.<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Na cromatografia fina temos a placa de alum\u00ednio recoberta por uma fina camada de s\u00edlica (desempenhando o papel de fase estacion\u00e1ria, pois, n\u00e3o se move) e usa-se um solvente (fase m\u00f3vel) ou mistura de solventes. Logo, a resposta \u00e9 a letra D.<br \/>\nResposta: D.<\/p>\n<p>30. O fator de reten\u00e7\u00e3o (k) indica a taxa de elui\u00e7\u00e3o de um analito em uma coluna cromatogr\u00e1fica e est\u00e1 relacionado com o tempo de reten\u00e7\u00e3o do analito (tR) e o tempo morto (tM), que \u00e9 o tempo necess\u00e1rio para que um soluto n\u00e3o retido pela fase estacion\u00e1ria passe pelo sistema. A express\u00e3o para se obter o valor de k \u00e9<br \/>\n(A) k = (tR &#8211; tM) \/ tM<br \/>\n(B) k = (tR &#8211; tM) \/ tR<br \/>\n(C) k = tR \/ tM<br \/>\n(D) k = tR \/ (tM &#8211; tR)<br \/>\n(E) k = tM \/ (tR &#8211; tM)<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Quest\u00e3o bem elementar, sobre o tempo de reten\u00e7\u00e3o, tempo morto e fator de reten\u00e7\u00e3o. Observamos esta rela\u00e7\u00e3o na alternativa A (devemos descontar o tempo do volume morto do tempo de reten\u00e7\u00e3o do analito) e dividir pelo tempo morto.<br \/>\nResposta: A<\/p>\n<p>31. No preparo de uma solu\u00e7\u00e3o aquosa de um eletr\u00f3lito forte que se dissocia por completo, ficam presentes no meio apenas as esp\u00e9cies i\u00f4nicas. Sulfato de alum\u00ednio \u00e9 um sal s\u00f3lido e um eletr\u00f3lito forte muito sol\u00favel em \u00e1gua. Na sua dissolu\u00e7\u00e3o ocorre o seguinte fen\u00f4meno:<br \/>\nAl2(SO4)3(s) + H2O(l) \u2192    2Al3+ (aq)   +  3SO4 2-<br \/>\nUm t\u00e9cnico pesou, em balan\u00e7a semi-anal\u00edtica, 17,1 g de Al2(SO4)3 dissolveu o sal em \u00e1gua e levou o volume da solu\u00e7\u00e3o a 500 mL em bal\u00e3o volum\u00e9trico. As concentra\u00e7\u00f5es de   Al3+ (aq)   +  SO4 2- em mol\/L, ap\u00f3s a dissolu\u00e7\u00e3o naquele volume final s\u00e3o, respectivamente,<br \/>\n(A) 0,10 e 0,10<br \/>\n(B) 0,10 e 0,15<br \/>\n(C) 0,20 e 0,20<br \/>\n(D) 0,20 e 0,25<br \/>\n(E) 0,20 e 0,30<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Como o sal tem diferentes quantidades dos ions, alternativas com concentra\u00e7\u00f5es iguais j\u00e1 devem ser descartadas (a e c).<br \/>\nVamos calcular o numero de mol do sal:<br \/>\n1mol de Al2(SO4)3&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;342g<br \/>\nx&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;17,1g<\/p>\n<p>X = 1,71\/342 = 0,050 mol<br \/>\nE esta quantidade de mat\u00e9ria est\u00e1 dissolvida em 0,5L. Logo, a molaridade ser\u00e1 0,01mol\/L.<br \/>\nA equa\u00e7\u00e3o de dissolu\u00e7\u00e3o \u00e9<br \/>\nAl2(SO4)3(s) + H2O(l) \u2192    2Al3+ (aq)   +  3SO4 2-<br \/>\n        x                                          2x                          3x<br \/>\nLogo:<br \/>\n      0,01                                      2x 0,01                3&#215;0,01<br \/>\nPortanto, ter\u00edamos 0,02mol\/L de Al3+  e  0,03 mol\/L de SO4 2-.<br \/>\nResposta: E<\/p>\n<p>32. Com o objetivo de preparar uma solu\u00e7\u00e3o padr\u00e3o, um t\u00e9cnico realizou a seguinte opera\u00e7\u00e3o: pesou 0,642 g de iodato de pot\u00e1ssio, transferiu quantitativamente essa massa para um bal\u00e3o volum\u00e9trico de 250,00 mL, acrescentou \u00e1gua destilada at\u00e9 dissolver por completo o KIO3 e, a seguir, acrescentou mais \u00e1gua destilada at\u00e9 levar o volume da solu\u00e7\u00e3o ao tra\u00e7o de refer\u00eancia 250,00 mL. A concentra\u00e7\u00e3o de KIO3 na solu\u00e7\u00e3o preparada em quantidade de mat\u00e9ria, em mol\/L, \u00e9<br \/>\n(A) 0,00600<br \/>\n(B) 0,0120<br \/>\n (C) 0,0180<br \/>\n(D) 0,0240<br \/>\n(E) 0,0300<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: A molaridade pode ser calculada usando-se a seguinte express\u00e3o:<br \/>\nmolaridade = m1\/M1 x V(L)<br \/>\nonde:<br \/>\nm1= massa do sal<br \/>\nM1 = massa molar do sal = 214 g\/mol<br \/>\nV = volume em litros<br \/>\nTemos, segundo o enunciado:<br \/>\nmolaridade = 0,642g \/ 214 x 0,25<br \/>\nmolaridade = 0,012 mol\/L.<br \/>\nResposta: B.<\/p>\n<p>33. No alto forno de uma sider\u00fargica, uma das rea\u00e7\u00f5es que ocorre para a produ\u00e7\u00e3o do redutor metal\u00fargico mon\u00f3xido de carbono \u00e9 a do coque com o g\u00e1s carb\u00f4nico. Em condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, essa rea\u00e7\u00e3o apresenta o seguinte equil\u00edbrio:<br \/>\nC(s)  +  CO2 (g)      2 CO(g)<br \/>\nPara esse equil\u00edbrio, a express\u00e3o da constante de equil\u00edbrio Kc em fun\u00e7\u00e3o das concentra\u00e7\u00f5es das esp\u00e9cies, em quantidade de mat\u00e9ria, \u00e9:<br \/>\n(A) Kc = [C(s)] x [CO2(g)]<br \/>\n(B) Kc = [C(s)] \/ [CO2(g)]<br \/>\n(C) Kc= [CO(g)]<br \/>\n(D) Kc= [CO(g) ] \/ ([C(s)] x [CO2(g)])<br \/>\n(E) Kc= [CO(g)]2 \/ (CO2(g))<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Na express\u00e3o de Kc n\u00e3o entra substancia no estado s\u00f3lido. Logo, teremos:<br \/>\nKc =  [CO(g)] 2 \/ [CO2(g)].<br \/>\nResposta:  E.<\/p>\n<p>34. Sulfato de b\u00e1rio \u00e9 um sal muito pouco sol\u00favel em \u00e1gua. Esse sal, em solu\u00e7\u00e3o saturada, encontra-se na seguinte situa\u00e7\u00e3o de equil\u00edbrio:<br \/>\nBaSO4(s)                    Ba2+(aq)      +     SO42- (aq)<br \/>\nSendo o seu produto de solubilidade a 25 C igual a 1,0 x10-10, em solu\u00e7\u00e3o saturada, a concentra\u00e7\u00e3o de Ba2+, em mol\/L, \u00e9<br \/>\n(A) maior do que a de SO42-<br \/>\n(B) menor do que a de SO4 2-<br \/>\n(C) igual \u00e0 de SO42- e igual a 1,0&#215;10-5<br \/>\n(D) igual \u00e0 de SO42- e igual a 1,0&#215;10-10<br \/>\n(E) igual \u00e0 de SO42- e igual a 1,0&#215;10-20<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Basta fazer a equa\u00e7\u00e3o de dissolu\u00e7\u00e3o deste sal, adequadamente balanceada, e depois determinar a express\u00e3o de solubilidade, substituindo-se o valor dado. Observe que o BaSO4 apresenta mesmo n\u00famero de c\u00e1tion e \u00e2nion (propor\u00e7\u00e3o 1:1). Logo, suas concentra\u00e7\u00f5es obrigatoriamente s\u00e3o iguais. Basta determinar qual o valor da concentra\u00e7\u00e3o.<br \/>\nBaSO4                    Ba2+      +     SO42-<br \/>\nsolubilidade X                       X                   X<\/p>\n<p>Kps =  [Ba2+)] x [SO42-].<br \/>\n1&#215;10-10 = X . X<br \/>\nX2 =  1&#215;10-10<br \/>\nX = 1&#215;10&#8211;5.<br \/>\nResposta: C. <\/p>\n<p>35. Na volumetria \u00e1cido-base, a escolha do indicador de neutraliza\u00e7\u00e3o leva em conta a curva de titula\u00e7\u00e3o e a faixa de viragem do indicador<\/p>\n<p>O gr\u00e1fico acima refere-se \u00e0 varia\u00e7\u00e3o do pH na titula\u00e7\u00e3o de um \u00e1cido em fun\u00e7\u00e3o do volume de base (Vb), em mL, adicionado. O ponto estequiom\u00e9trico se d\u00e1 com a adi\u00e7\u00e3o de 25 mL de base. Um indicador do ponto final da titula\u00e7\u00e3o apropriado para uso nessa an\u00e1lise \u00e9 o(a)<br \/>\n(A) Azul de bromofenol (faixa de viragem 3,0 a 4,6)<br \/>\n(B) Verde de bromocresol (faixa de viragem 3,8 a 5,4)<br \/>\n(C) P\u00farpura de bromocresol (faixa de viragem 5,2 a 6,8)<br \/>\n(D) Fenolftale\u00edna (faixa de viragem 8,6 a 9,8)<br \/>\n(E) Indigocarmin (faixa de viragem 11,5 a 13,0)<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: O indicador deve mudar de cor com valores de pH na zona de viragem. Nesta rea\u00e7\u00e3o esta zona de viragem ficaria compreendida entre pH 8 e 10,5.<br \/>\nAnalisando-se os pontos de viragem dos indicadores, concluimos que devemos usar a fenolftaleina<br \/>\nResposta: D.<\/p>\n<p>36. Na an\u00e1lise gravim\u00e9trica por precipita\u00e7\u00e3o, de um modo geral, o constituinte a se determinar \u00e9 separado na forma de um composto est\u00e1vel e s\u00f3lido.<br \/>\nUma amostra s\u00f3lida contendo b\u00e1rio \u00e9 solubilizada e, a seguir, precipitada com sulfato formando o precipitado de BaSO4. Essa rea\u00e7\u00e3o est\u00e1 representada a seguir.<br \/>\nBa2+(aq)   +  SO42-(aq)         BaSO4(s)<br \/>\nPara uma amostra s\u00f3lida pesando 1,000 g houve forma\u00e7\u00e3o de 0,932 g BaSO4 (rea\u00e7\u00e3o completa). A porcentagem em massa de b\u00e1rio na amostra s\u00f3lida \u00e9, aproximadamente, igual a<br \/>\n(A) 54,8%<br \/>\n(B) 66,4%<br \/>\n(C) 71,5%<br \/>\n(D) 86,2%<br \/>\n(E) 93,2%<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Para calcularmos a porcentagem do bario na amostra precisamos determinar a quantidade em mol de bario no precipitado formado.<br \/>\nPortanto, vamos ao calculo:<br \/>\nBaSO4   M1 = (137 + 32 + 64) = 233g\/mol<br \/>\n1mol&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-233g<br \/>\nx&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;0,932<br \/>\nX = 0,004mol<br \/>\nUsando a equa\u00e7\u00e3o de precipita\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Ba2+(aq)   +  SO42-(aq)         BaSO4(s)<br \/>\n   1mol                   1mol                            1mol<br \/>\n     X&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;0,004mol<br \/>\nLogo, teremos 0,004mol de Ba2+.<br \/>\n1 mol de Ba2+ &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;137g<br \/>\n0,004 mol de Ba2+ &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-Y<br \/>\nY = 0,004 x 137 = 0,548g de Ba2+.<br \/>\nEnt\u00e3o, na amostra de origem temos esta massa de Ba2+ em 1,000g.<br \/>\nA orcentagem de b\u00e1rio corresponde a 54,8%.<br \/>\nResposta: A.<\/p>\n<p>37. O ponto final de uma volumetria de precipita\u00e7\u00e3o para a determina\u00e7\u00e3o de cloreto pode ser obtido usando o m\u00e9todo Volhard. N\u00c3O \u00e9 pertinente a esse m\u00e9todo a(o)<br \/>\n(A) adi\u00e7\u00e3o de excesso do reagente titulante nitrato de prata.<br \/>\n (B) necessidade de titula\u00e7\u00e3o reversa com adi\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00e3o contendo \u00edon SCN-.<br \/>\n(C) presen\u00e7a de Fe3+ como indicador durante a titula\u00e7\u00e3o reversa.<br \/>\n(D) titula\u00e7\u00e3o sob agita\u00e7\u00e3o constante da solu\u00e7\u00e3o titulada.<br \/>\n(E) uso de cromato de pot\u00e1ssio para a indica\u00e7\u00e3o de ponto final.<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Este m\u00e9todo \u00e9 baseado na precipita\u00e7\u00e3o de cloreto de prata. O indicador para os precipitados decorre da presen\u00e7a de ions Fe3+ que podem formar complexos coloridos com o excesso de tiocianato (SCN-). Logo, n\u00e3o necessitamos do uso de cromato como indicador.<br \/>\nResposta: E<\/p>\n<p>38. A subst\u00e2ncia org\u00e2nica representada na Figura a seguir pertence \u00e0 classe dos bioflavonoides e apresenta atividade biol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Na sua estrutura est\u00e3o presentes as fun\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas<br \/>\n(A) \u00e9ster e cetona<br \/>\n(B) \u00e9ster e \u00e1lcool<br \/>\n(C) cetona e alde\u00eddo<br \/>\n(D) cetona e \u00e9ter<br \/>\n(E) \u00e1lcool e alde\u00eddo<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: As fun\u00e7\u00f5es presentes s\u00e3o fenol (OH ligado no anel arom\u00e1tico), cetona (C=O) e \u00e9ter (C-O-C).<br \/>\nResposta: D.<\/p>\n<p>39. <\/p>\n<p>A subst\u00e2ncia representada na Figura acima \u00e9 um flavorizante obtido sinteticamente (a partir de um \u00e1cido carbox\u00edlico e um \u00e1lcool) utilizado em diversos alimentos e bebidas. De acordo com as regras da IUPAC, sua nomenclatura \u00e9:<br \/>\n(A) etanoato de octila<br \/>\n(B) etanoato de hexila<br \/>\n(C) et\u00f3xi-heptano<br \/>\n(D) et\u00f3xi-octano<br \/>\n(E) acetato de etila<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: A fun\u00e7\u00e3o organica \u00e9 um \u00e9ster. A nomenclatura do \u00e9ster deriva do nome do \u00e1cido de origem e do \u00e1lcool.<br \/>\nNo caso, temos a cadeia que veio do \u00e1cido com dois carbonos (etanoato) e a cadeia que veio do \u00e1lcool com 8 carbonos (octila). Logo, etanoato de octila.<br \/>\nVoc\u00ea poderia descartar alternativas que n\u00e3o tragam, no total, 10 carbonos: B e C (9C), E (4C). E a nomenclatura com termo \u00f3xi (et\u00f3xi) remete \u00e0 fun\u00e7\u00e3o \u00e9ter. Logo, mesmo nao sabendo o nome do composto, mas sabendo contar carbonos e nome basico de eter, j\u00e1 teriamos a resposta.<br \/>\nResposta: A.<\/p>\n<p>40. Abaixo est\u00e1 representada a estrutura de uma subst\u00e2ncia.<\/p>\n<p>A fun\u00e7\u00e3o org\u00e2nica oxigenada e a nomenclatura de acordo com as regras da IUPAC dessa subst\u00e2ncia s\u00e3o, respectivamente,<br \/>\n(A) \u00e1lcool    e  2,3-dimetil-hexan-1-ol<br \/>\n(B) \u00e1lcool    e  3-metil-heptan-2-ol<br \/>\n(C) alde\u00eddo  e  2,3-dimetil-hexan-1-al<br \/>\n(D) alde\u00eddo  e  3-metil-heptan-2-al<br \/>\n(E) cetona   e 3-metil-heptan-2-ona<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: A fun\u00e7\u00e3o apresentada \u00e9 um \u00e1lcool. O grupo hidroxila (OH) est\u00e1 no segundo carbono (prioridade para numera\u00e7ao \u00e9 do grupo funcional).<br \/>\nTemos um radical metil no carbono 3.<br \/>\nPortanto, o nome deste \u00e1lcool \u00e9 3-metil- heptan-2-ol.<br \/>\nResposta: B.<\/p>\n<p>41. O ur\u00e2nio pode ser enriquecido em um processo no qual ele reage com fl\u00faor de modo a formar o g\u00e1s UF6. Por causa da pequena diferen\u00e7a nas massas molares, as velocidades de difus\u00e3o do 235UF6 e do 238UF6 s\u00e3o ligeiramente diferentes e isso repercute na capacidade desses gases de passar por pequenos orif\u00edcios. O processo de separa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 baseado na difus\u00e3o desses gases, \u00e0 temperatura constante, ao longo de percurso contendo placas inertes com pequenos poros \u00e9 a<br \/>\n(A) destila\u00e7\u00e3o de gases<br \/>\n(B) centrifuga\u00e7\u00e3o<br \/>\n(C) eletroforese<br \/>\n(D) cromatografia gasosa<br \/>\n(E) efus\u00e3o gasosa<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Efus\u00e3o \u00e9 o nome do processo em que um g\u00e1s passa por um dado orif\u00edcio. Logo, como as massas dos compostos s\u00e3o ligeiramente diferentes estes ter\u00e3o diferentes velocidades de efus\u00e3o. Portanto, o gas com menor massa molar ter\u00e1 maior velocidade de efus\u00e3o. Permitindo, assim, a concentra\u00e7\u00e3o (maior separa\u00e7\u00e3o de um dos gases devido ao processo).<br \/>\nResposta: E.<\/p>\n<p>42. A dessalga\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo \u00e9 basicamente uma extra\u00e7\u00e3o l\u00edquido-l\u00edquido. O processo consiste na lavagem do petr\u00f3leo preaquecido (para aumentar sua fluidez) com \u00e1gua. O petr\u00f3leo e a \u00e1gua s\u00e3o continuamente misturados para provocar o contato entre os dois. Em seguida, um campo el\u00e9trico \u00e9 aplicado, por meio de um par de eletrodos, para provocar a coalesc\u00eancia das got\u00edculas de \u00e1gua formando gotas maiores, que, por terem densidade maior, depositam-se no fundo da dessalgadora, carreando sais dissolvidos e sedimentos. O petr\u00f3leo dessalgado segue seu fluxo para dentro da unidade de destila\u00e7\u00e3o enquanto a \u00e1gua \u00e9 descartada.<br \/>\nObserve as afirma\u00e7\u00f5es a seguir referentes \u00e0 efici\u00eancia da extra\u00e7\u00e3o l\u00edquido-l\u00edquido.<br \/>\nI   &#8211; A temperatura dos l\u00edquidos \u00e9 um fator relevante.<br \/>\nII  &#8211; O uso de extra\u00e7\u00f5es sequenciais com pequenos volumes de l\u00edquido extrator \u00e9 melhor que uma \u00fanica extra\u00e7\u00e3o com volume grande de l\u00edquido extrator.<br \/>\nIII &#8211; Os dois l\u00edquidos devem ser completamente misc\u00edveis um no outro.<br \/>\nIV &#8211; O coeficiente de parti\u00e7\u00e3o deve indicar maior solubilidade do sal em um dos l\u00edquidos.<br \/>\nEst\u00e1 correto o que se afirma em<br \/>\n(A) I, II e III, apenas<br \/>\n(B) I, II e IV, apenas<br \/>\n(C) I, III e IV, apenas<br \/>\n(D) II, III e IV, apenas<br \/>\n(E) I, II, III e IV<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o:<br \/>\nI &#8211; A temperatura dos l\u00edquidos \u00e9 um fator relevante. CORRETO.<br \/>\nA mistura sofre aquecido entre  60\u00b0C e 170\u00b0C para reduzir a viscosidade e a tens\u00e3o superficial<br \/>\nII  &#8211; O uso de extra\u00e7\u00f5es sequenciais com pequenos volumes de l\u00edquido extrator \u00e9 melhor que uma \u00fanica extra\u00e7\u00e3o com volume grande de l\u00edquido extrator. CORRETO.<br \/>\nV\u00e1rios estudos relatam que a efic\u00e1cia \u00e9 maior quando se lava um material com mais volumes menores do que com \u00fanico volume maior.<br \/>\nIII &#8211; Os dois l\u00edquidos devem ser completamente misc\u00edveis um no outro. INCORRETO.<br \/>\nJ\u00e1 que se busca a separa\u00e7\u00e3o os l\u00edquidos devem ser imisc\u00edveis, pois, se fossem misc\u00edveis esta t\u00e9cnica n\u00e3o seria adequada.<br \/>\nIV &#8211; O coeficiente de parti\u00e7\u00e3o deve indicar maior solubilidade do sal em um dos l\u00edquidos. CORRETO.<br \/>\nQuando se faz uma parti\u00e7\u00e3o o que define onde ficar\u00e1 um determinado composto \u00e9 a sua solubilidade em uma das fases l\u00edquidas. Por exemplo: para se determinar o teor de \u00e1lcool presente na mistura com gasolina usa-se a \u00e1gua. O \u00e1lcool \u00e9 muito mais sol\u00favel em \u00e1gua do que em gasolina e ser\u00e1, ent\u00e3o, particionado para a \u00e1gua, se separando da gasolina.<br \/>\nResposta: B.<\/p>\n<p>43. A posi\u00e7\u00e3o dos elementos na tabela peri\u00f3dica se d\u00e1 em fun\u00e7\u00e3o da ordem crescente dos n\u00fameros at\u00f4micos, em per\u00edodos e grupos e de acordo com a quantidade de camadas eletr\u00f4nicas e a distribui\u00e7\u00e3o dos el\u00e9trons nos seus n\u00edveis de energia. As propriedades dos elementos se relacionam com as respectivas posi\u00e7\u00f5es na tabela. Levando em conta as posi\u00e7\u00f5es num mesmo per\u00edodo ou num mesmo grupo, o<br \/>\n(A) s\u00f3dio tende a perder el\u00e9trons mais facilmente do que o c\u00e9sio, nas liga\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas.<br \/>\n(B) fl\u00faor tende a ganhar el\u00e9trons mais facilmente do que o bromo, nas liga\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas.<br \/>\n(C) raio at\u00f4mico do oxig\u00eanio \u00e9 maior do que o do enxofre.<br \/>\n(D) raio at\u00f4mico do s\u00f3dio \u00e9 menor do que o do cloro.<br \/>\n(E) raio i\u00f4nico do Mg2+ \u00e9 maior do que o do \u00e1tomo de Mg.<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: O raio at\u00f4mico do c\u00e9sio \u00e9 maior que o do s\u00f3dio (est\u00e3o em mesma fam\u00edlia) pois apresenta maio raio at\u00f4mico. Logo, ele tende a perder el\u00e9tron com maior facilidade, pois, apresenta maior car\u00e1ter met\u00e1lico.<br \/>\nO oxig\u00eanio tem menos camadas que o enxofre (est\u00e3o em mesma fam\u00edlia). Logo, tem maio raio, pois, tem mais camadas.<br \/>\nO s\u00f3dio tem mesmo numero de camadas que o cloro, por\u00e9m, tem maior raio at\u00f4mico do que o cloro, pois, tem menor numero de pr\u00f3tons em seu n\u00facleo.<br \/>\nTodo c\u00e1tion sempre \u00e9 menor que seu \u00e1tomo neutro (pois, perdeu el\u00e9trons e uma camada eletr\u00f4nica, neste caso).<br \/>\nO fl\u00faor \u00e9 mais eletronegativo que o bromo, logo, tende a ganhar el\u00e9trons com maior facilidade que este.<br \/>\nResposta: B.<\/p>\n<p>44. De acordo com a posi\u00e7\u00e3o dos elementos qu\u00edmicos na tabela peri\u00f3dica, em fun\u00e7\u00e3o das suas propriedades, constata-se que o metal mais ativo para reagir com a \u00e1gua, de forma at\u00e9 violenta, devido ao g\u00e1s que se forma e que entra em combust\u00e3o com o oxig\u00eanio do ar, \u00e9 o<br \/>\n(A) Cs<br \/>\n(B) Ca<br \/>\n(C) Fe<br \/>\n(D) Al<br \/>\n(E) Zn<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Os metais mais reativos s\u00e3o os alcalinos. Estes reagem com a \u00e1gua, violentamente, em uma rea\u00e7\u00e3o de deslocamento, formando g\u00e1s hidrog\u00eanio que, em virtude da energia liberada, geralmente pode sofrer combust\u00e3o (ou mesmo uma pequena explos\u00e3o). Logo, dos metais citados somente o C\u00e9sio \u00e9 alcalino (Cs).<br \/>\nResposta: A.<\/p>\n<p>45. No conjunto de elementos Fe, Sn e I, tem-se:<br \/>\n(A) um metal e dois metaloides<br \/>\n(B) dois metais de transi\u00e7\u00e3o e um calcog\u00eanio<br \/>\n(C) dois elementos s\u00f3lidos e um gasoso a 25C<br \/>\n(D) tr\u00eas elementos com eletronegatividade menor do que a do elemento cloro<br \/>\n(E) tr\u00eas elementos representativos<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: O ferro \u00e9 um metal (s\u00f3lido) de transi\u00e7\u00e3o. O estanho Sn \u00e9 um metal\u00f3ide (semi-metal, s\u00f3lido) e o Iodo \u00e9 um halog\u00eanio (s\u00f3lido). Logo, uma quest\u00e3o de decoreba (n\u00e3o gosto deste tipo de quest\u00e3o). Todos apresentam eletronegatividade menor que a do cloro. (decoreba).<br \/>\nResposta: D.<\/p>\n<p>46. Em muitos casos, a medi\u00e7\u00e3o de absorv\u00e2ncia de uma subst\u00e2ncia molecular \u00e9 feita com a mesma dissolvida em um solvente. Algumas caracter\u00edsticas para o solvente s\u00e3o desej\u00e1veis para permitir a obten\u00e7\u00e3o de uma correta informa\u00e7\u00e3o quantitativa e qualitativa sobre o analito, impondo interfer\u00eancia m\u00ednima. N\u00c3O \u00e9 uma dessas caracter\u00edsticas<br \/>\n(A) absorver luz em uma regi\u00e3o do espectro distinta daquela onde o analito absorve.<br \/>\n(B) reagir parcialmente com o analito mudando o seu estado f\u00edsico.<br \/>\n(C) dissolver o analito completamente.<br \/>\n(D) ser quimicamente est\u00e1vel.<br \/>\n(E) ser puro.<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: O solvente n\u00e3o deve reagir com o analito, pois, isto traria graves duvidas sobre a eficiencia, aplicabilidade deste m\u00e9todo. As demais caracteristicas s\u00e3o desej\u00e1veis para um solvente ou n\u00e3o trariam inconveniente para a medi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nResposta: B.<\/p>\n<p>47. Um t\u00e9cnico recebe em m\u00e3os uma solu\u00e7\u00e3o padr\u00e3o de uma aflatoxina cujo r\u00f3tulo se perdeu. Sabe-se que o valor de absortividade molar, em 330 nm, da aflatoxina \u00e9 1.000,0 L mol-1.cm-1 quando dissolvida em etanol. O t\u00e9cnico colocou uma por\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o numa cubeta de quartzo (1,00 cm de caminho \u00f3ptico) e constatou que o percentual de radia\u00e7\u00e3o transmitido atrav\u00e9s da solu\u00e7\u00e3o de amostra (j\u00e1 corrigido em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o do solvente) foi de 10,0%.<br \/>\nSe esse resultado encontra-se na faixa linear de reposta da lei de Beer-Lambert, a concentra\u00e7\u00e3o, em mol\/L da aflatoxina na solu\u00e7\u00e3o \u00e9<br \/>\n(A) 1,00 x 10-3<br \/>\n(B) 2,00 x 10-3<br \/>\n(C) 5,00 x 10-3<br \/>\n(D) 1,00 x 10-4<br \/>\n(E) 5,00 x 10-4<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o:<br \/>\nPodemos calcular a concentra\u00e7\u00e3o empregando a lei de Lambert Beer. A = E.b.c<br \/>\n0,10 = 1000 x 1 x C<br \/>\nC = 0,0001 = 1&#215;10-4 mol\/L.<br \/>\nResposta: A.<\/p>\n<p>48. O efeito da conjuga\u00e7\u00e3o de liga\u00e7\u00f5es insaturadas reflete no espectro de absor\u00e7\u00e3o molecular. Como exemplo, ao se comparar o espectro de uma subst\u00e2ncia de f\u00f3rmula CH3-CH=CH-CH3  com o de CH3-CH=CH-CH=CH-CH3, espera-se para o<br \/>\n(A) CH3-CH=CH-CH3 maior absorv\u00e2ncia e espectro mais deslocado para o vermelho.<br \/>\n(B) CH3-CH=CH-CH3    menor  absorv\u00e2ncia  e  espectro mais deslocado para o vermelho.<br \/>\n(C) CH3-CH=CH-CH3    menor  absorv\u00e2ncia  e espectro mais deslocado para o azul.<br \/>\n(D) CH3-CH=CH-CH=CH-CH3  maior absorv\u00e2ncia e espectro mais deslocado para o azul.<br \/>\n(E) CH3-CH=CH-CH=CH-CH3  menor absorv\u00e2ncia e espectro mais deslocado para o vermelho.<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: O composto com mais insatura\u00e7\u00f5es apresenta menor absorv\u00e2ncia e ter\u00e1 seu espectro deslocado mais para o lado do  azul devido a conjuga\u00e7\u00e3o apresentar bandas de absor\u00e7\u00e3o com energias maiores e intensidades (epson) mais baixos. ESTA QUEST\u00c3O ESTAVA EM MEU MATERAIL NO FINAL DA P\u00c1G. 18 E IN\u00cdCIO DA P\u00c1G. 19.<br \/>\nResposta: C.<\/p>\n<p>49. Na espectrometria de absor\u00e7\u00e3o at\u00f4mica, o sinal anal\u00edtico medido \u00e9 a(o)<br \/>\n(A) soma das emiss\u00f5es de fundo do atomizador e da luz emitida pelos \u00e1tomos no estado excitado.<br \/>\n(B) luz emitida por causa do retorno dos \u00e1tomos de um estado mais excitado para um de menor energia.<br \/>\n(C) luz absorvida pela nuvem de \u00e1tomos que provoca transi\u00e7\u00e3o vibracional.<br \/>\n(D) luz transmitida que atravessa nuvem de \u00e1tomos no estado fundamental.<br \/>\n(E) espalhamento de luz na nuvem de \u00e1tomos no estado fundamental.<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Quest\u00e3o conceitual.<br \/>\nResposta: D<\/p>\n<p>50. A atomiza\u00e7\u00e3o eletrot\u00e9rmica em forno de grafite \u00e9 muito utilizada em espectrometria de absor\u00e7\u00e3o at\u00f4mica. Nesses atomizadores:<br \/>\n(A) a atomiza\u00e7\u00e3o do analito ocorre na etapa de pir\u00f3lise.<br \/>\n(B) a amostragem \u00e9 feita exclusivamente de modo cont\u00ednuo.<br \/>\n(C) a modula\u00e7\u00e3o de sinal \u00e9 desnecess\u00e1ria, visto que o ru\u00eddo de emiss\u00e3o \u00e9 insignificante.<br \/>\n(D) o processo de aquecimento do tubo pode ser controlado de modo a minimizar interfer\u00eancias de matriz durante a medi\u00e7\u00e3o de absorv\u00e2ncia.<br \/>\n(E) os tubos feitos de grafite porosa causam menor efeito de mem\u00f3ria que os feitos com grafite pirol\u00edtica.<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Na pir\u00f3lise (450 a 1600C) ocorre a separa\u00e7\u00e3o entre matriz e analito, n\u00e3o a atomiza\u00e7\u00e3o Esta ocorre em temperaturas bem superiores (1400 a 2600C). A amostragem n\u00e3o \u00e9 exclusiva de modo cont\u00ednuo.<br \/>\nO processo de aquecimento do tubo pode ser controlado. S\u00e3o programados est\u00e1gios de aquecimentos que promovem a remo\u00e7\u00e3o do solvente, da matriz da amostra e por \u00faltimo a vaporiza\u00e7\u00e3o dos compostos contendo as esp\u00e9cies de interesse. \u00c9 poss\u00edvel programar al\u00e9m da temperatura, a velocidade de aquecimento (ramp) e o tempo em que o forno permanecer\u00e1 em uma dada temperatura (hold).<br \/>\nResolu\u00e7\u00e3o: Quest\u00e3o conceitual.<br \/>\nResposta: D.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1 meus caros alunos e amigos. Segue a prova comentada e\/ou resolvida para o cargo de T\u00e9cnico Qu\u00edmico. Achei que a prova usou e abusou de ra\u00e7\u00f5es de dissocia\u00e7\u00e3o. Para quem n\u00e3o tem muita facilidade com a estrutura\u00e7\u00e3o dos compostos, quanto aos \u00edons presentes nas subst\u00e2ncias ou decorrentes destas, deve ter sentido uma dificuldade maior. 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