{"id":1768984,"date":"2026-06-17T09:11:18","date_gmt":"2026-06-17T12:11:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1768984"},"modified":"2026-06-17T09:11:20","modified_gmt":"2026-06-17T12:11:20","slug":"informativo-stf-1219-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1219-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1219 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2026\/06\/17091045\/stf_info_1219.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_xjjGCVpTFHU\"><div id=\"lyte_xjjGCVpTFHU\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/xjjGCVpTFHU\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/xjjGCVpTFHU\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/xjjGCVpTFHU\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-nbsp-nbsp-shopping-center-e-local-de-amamentacao-para-empregadas-dos-lojistas\">1.&nbsp;&nbsp; SHOPPING CENTER E LOCAL DE AMAMENTA\u00c7\u00c3O PARA EMPREGADAS DOS LOJISTAS<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Destaque<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A express\u00e3o &#8220;estabelecimento&#8221; do art. 389, \u00a7 1\u00ba, da CLT deve ser interpretada de modo a abarcar o shopping center em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s empregadas dos lojistas que integram o centro comercial, <strong>por for\u00e7a das normas constitucionais de prote\u00e7\u00e3o ao trabalho da mulher (CF, art. 7\u00ba, XX) e \u00e0 maternidade e \u00e0 inf\u00e2ncia (CF, art. 227)<\/strong>; reconhece-se ao shopping o direito de repassar proporcionalmente os custos aos lojistas-cond\u00f4minos, observado prazo de at\u00e9 um ano para a adequa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ARE 1.562.586 AgR-EDv\/RN, Rel. Min. Gilmar Mendes, Plen\u00e1rio, por unanimidade, julgamento finalizado em 27\/5\/2026.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Caso F\u00e1tico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Galeria Bom Conv\u00edvio Shopping S.A. abriga 180 lojas, com mais de 1.200 empregadas, isoladamente nenhum lojista atinge o limite de 30 mulheres do art. 389, \u00a7 1\u00ba, da CLT. O MPT ajuizou a\u00e7\u00e3o coletiva pedindo a manuten\u00e7\u00e3o de local apropriado para amamenta\u00e7\u00e3o no condom\u00ednio. O TST condenou a administra\u00e7\u00e3o do shopping a construir e manter a estrutura, com base na fun\u00e7\u00e3o social da propriedade. A administradora recorreu sustentando que: (i) n\u00e3o \u00e9 empregadora; (ii) o art. 389, \u00a7 1\u00ba, refere-se ao &#8220;estabelecimento&#8221; do empregador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Conte\u00fado-Base<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udcce <strong>CLT, art. 389, \u00a7 1\u00ba<\/strong><em> (obriga\u00e7\u00e3o de manter local para amamenta\u00e7\u00e3o onde trabalhem ao menos 30 mulheres maiores de 16 anos).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udcce <strong>CLT, art. 389, \u00a7 2\u00ba<\/strong><em> (alternativa: creches distritais por conv\u00eanios, pr\u00f3prias empresas em regime comunit\u00e1rio ou pelo SESI, SESC, LBA ou sindicatos).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udcce <strong>CF, art. 7\u00ba, XX<\/strong><em> (prote\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho da mulher mediante incentivos espec\u00edficos).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udcce <strong>CF, art. 227<\/strong><em> (absoluta prioridade ao direito \u00e0 vida, sa\u00fade e alimenta\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udcda O art. 389, \u00a7 1\u00ba, da CLT, na leitura literal, s\u00f3 obriga &#8220;o estabelecimento&#8221; do empregador direto. Em lojas pequenas, isoladamente, o limite de 30 mulheres dificilmente \u00e9 atingido \u2014 esvaziando, na pr\u00e1tica, a prote\u00e7\u00e3o \u00e0 amamenta\u00e7\u00e3o prevista no comando.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udccd A leitura constitucional do dispositivo, \u00e0 luz da CF (arts. 7\u00ba, XX, e 227), permite ampliar o conceito de &#8220;estabelecimento&#8221; para alcan\u00e7ar o shopping center: unidade econ\u00f4mica centralizada que lucra com a coordena\u00e7\u00e3o comum dos lojistas e organiza espa\u00e7os compartilhados (estacionamentos, banheiros para clientes). O shopping tem capacidade t\u00e9cnica e econ\u00f4mica para prover a estrutura de forma racional e uniforme.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CUIDADO! N\u00c3O confundir!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 inconstitucional impor a shopping centers a obriga\u00e7\u00e3o de manter <strong>CRECHE<\/strong> para filhos de empregadas das lojas nele instaladas, pois tal exig\u00eancia viola os princ\u00edpios da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes e da legalidade.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A obriga\u00e7\u00e3o de manter creche deve recair sobre o empregador direto, n\u00e3o sobre terceiros.<\/li>\n\n\n\n<li>A imposi\u00e7\u00e3o judicial de novas obriga\u00e7\u00f5es sem previs\u00e3o legal viola os princ\u00edpios da legalidade e da separa\u00e7\u00e3o dos Poderes.<\/li>\n\n\n\n<li>A exig\u00eancia indevida interfere na livre iniciativa e compromete a seguran\u00e7a jur\u00eddica das rela\u00e7\u00f5es empresariais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">ARE 1.499.584 AgR\/PB, Rel. Min. Dias Toffoli, julgamento finalizado em 25\/02\/2025.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Discuss\u00e3o e Entendimento Aplicado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udce3 A leitura literal do art. 389, \u00a7 1\u00ba, da CLT vinculava a obriga\u00e7\u00e3o ao &#8220;estabelecimento&#8221; do empregador direto. <strong>Em centros comerciais, onde cada loja isoladamente raramente atinge o piso de 30 mulheres, a regra esvaziava-se na pr\u00e1tica<\/strong> \u2014 exatamente o tipo de empreendimento onde se concentram trabalhadoras jovens, em idade reprodutiva, com necessidade de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 amamenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u2696\ufe0f A interpreta\u00e7\u00e3o conforme a CF (arts. 7\u00ba, XX, e 227) opera por dois caminhos articulados: <strong>(i) a prote\u00e7\u00e3o do trabalho da mulher e a tutela da maternidade e da inf\u00e2ncia t\u00eam efic\u00e1cia irradiante sobre toda a legisla\u00e7\u00e3o infraconstitucional; (ii) o conceito de &#8220;estabelecimento&#8221; do art. 389, \u00a7 1\u00ba, comporta leitura ampliativa para alcan\u00e7ar a unidade econ\u00f4mica centralizada que \u00e9 o shopping center<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udce3 A justificativa estrutural refor\u00e7a a conclus\u00e3o: <strong>o shopping \u00e9 unidade econ\u00f4mica e organizacional centralizada, que lucra com a coordena\u00e7\u00e3o comum dos lojistas, disciplina hor\u00e1rios, padroniza estruturas e organiza espa\u00e7os compartilhados (estacionamentos, banheiros para clientes)<\/strong>. Tem capacidade t\u00e9cnica e econ\u00f4mica de prover, de forma racional e uniforme, locais de amamenta\u00e7\u00e3o \u2014 materialmente invi\u00e1veis se exigidos individualmente de cada pequena loja.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u2696\ufe0f Dois temperamentos foram cuidadosamente fixados. Primeiro: <strong>o shopping pode repassar proporcionalmente aos lojistas cond\u00f4minos \u2014 efetivos empregadores \u2014 os custos com a implanta\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da estrutura, por instrumentos condominiais adequados<\/strong>. Segundo: prazo de at\u00e9 um ano para adequa\u00e7\u00e3o, em respeito \u00e0 complexidade da implementa\u00e7\u00e3o e \u00e0 seguran\u00e7a jur\u00eddica das rela\u00e7\u00f5es em curso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Como Ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sobre a obriga\u00e7\u00e3o do shopping center, em rela\u00e7\u00e3o ao art. 389, \u00a7 1\u00ba, da CLT, de manter local apropriado para a amamenta\u00e7\u00e3o dos filhos das empregadas dos lojistas:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A) Inexiste, pois o shopping n\u00e3o \u00e9 empregador direto das trabalhadoras das lojas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">B) Existe; o conceito de estabelecimento abrange o shopping, com direito de repasse aos lojistas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">C) Existe apenas quando algum lojista isolado atinge o piso de 30 mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">D) Inexiste, em raz\u00e3o da norma alternativa do art. 389, \u00a7 2\u00ba, da CLT.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E) Existe nos termos do contrato locat\u00edcio, sem repasse aos lojistas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Coment\u00e1rios:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A) Incorreta. A leitura constitucional do art. 389, \u00a7 1\u00ba, da CLT (\u00e0 luz da CF, arts. 7\u00ba, XX, e 227) amplia o conceito de &#8220;estabelecimento&#8221; para alcan\u00e7ar o shopping; o v\u00ednculo de emprego direto n\u00e3o \u00e9 crit\u00e9rio decisivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">B) <strong>Correta.<\/strong> A express\u00e3o &#8220;estabelecimento&#8221; do art. 389, \u00a7 1\u00ba, da CLT abarca o shopping center em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s empregadas dos lojistas, \u00e0 luz da CF (arts. 7\u00ba, XX, e 227); o shopping pode repassar proporcionalmente os custos aos lojistas-cond\u00f4minos, observado prazo de at\u00e9 um ano para adequa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">C) Incorreta. A interpreta\u00e7\u00e3o ampliativa serve precisamente aos casos em que cada loja isoladamente n\u00e3o alcan\u00e7a o piso, mas a unidade econ\u00f4mica centralizada (shopping) o supera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">D) Incorreta. O art. 389, \u00a7 2\u00ba, da CLT prev\u00ea alternativa (creches distritais, SESI, SESC etc.) \u2014 n\u00e3o exclui a obriga\u00e7\u00e3o principal, e a alternativa tamb\u00e9m opera contra o shopping.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E) Incorreta. A obriga\u00e7\u00e3o tem base legal (CLT, art. 389) interpretada constitucionalmente; o direito de repasse decorre da rela\u00e7\u00e3o condominial entre shopping e lojistas, que s\u00e3o os efetivos empregadores.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tese fixada:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Em decorr\u00eancia das normas constitucionais que determinam a prote\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho da mulher (Constitui\u00e7\u00e3o, art. 7\u00ba, XX) e a prote\u00e7\u00e3o da maternidade e da inf\u00e2ncia (Constitui\u00e7\u00e3o, art. 227), a express\u00e3o estabelecimento, constante do \u00a7 1\u00ba do art. 389 da CLT, deve ser interpretada de modo a abarcar o shopping center em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s empregadas dos lojistas que integram o centro comercial.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u00c9 constitucional \u2014 por for\u00e7a dos mandamentos de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 maternidade, \u00e0 inf\u00e2ncia e \u00e0 igualdade de condi\u00e7\u00f5es no mercado de trabalho \u2014 a interpreta\u00e7\u00e3o ampliativa do art. 389, \u00a7 1\u00ba, da CLT\/1943, de modo a impor aos shopping centers a obriga\u00e7\u00e3o de manter espa\u00e7o adequado para amamenta\u00e7\u00e3o e guarda dos filhos das empregadas que trabalham em suas depend\u00eancias, independentemente de v\u00ednculo empregat\u00edcio direto com a administra\u00e7\u00e3o do centro comercial.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Constitui\u00e7\u00e3o Federal estabelece como dever da fam\u00edlia, da sociedade e do Estado assegurar \u00e0 crian\u00e7a, com absoluta prioridade, o direito \u00e0 vida, \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o (1), al\u00e9m de prever a prote\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho da mulher mediante incentivos espec\u00edficos (2). Nesse contexto, as normas que regem o aleitamento materno e a assist\u00eancia aos filhos de trabalhadoras possuem uma efic\u00e1cia irradiante, servindo como diretriz para a interpreta\u00e7\u00e3o de toda a legisla\u00e7\u00e3o infraconstitucional, inclusive a trabalhista (3).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; O shopping center constitui uma unidade econ\u00f4mica e organizacional centralizada, que lucra com a coordena\u00e7\u00e3o comum de lojistas e servi\u00e7os. A administra\u00e7\u00e3o do empreendimento disciplina hor\u00e1rios, padroniza estruturas e organiza espa\u00e7os comuns, como estacionamentos e banheiros para clientes, detendo a capacidade t\u00e9cnica e econ\u00f4mica de prover, de forma racional e uniforme, locais de amamenta\u00e7\u00e3o que seriam materialmente invi\u00e1veis se exigidos individualmente de cada pequena loja.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Embora o centro comercial assuma essa responsabilidade estrutural, deve-se reconhecer o seu direito de repassar proporcionalmente aos lojistas cond\u00f4minos&nbsp; que s\u00e3o os efetivos empregadores&nbsp; os custos com a implanta\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da estrutura, por meio de instrumentos condominiais adequados. Al\u00e9m disso, diante da inova\u00e7\u00e3o promovida pela via jurisdicional e da complexidade da adapta\u00e7\u00e3o, deve-se observar um prazo de at\u00e9 um ano para que os estabelecimentos se adequem \u00e0 nova exig\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Na esp\u00e9cie, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) havia reformado decis\u00e3o de inst\u00e2ncias ordin\u00e1rias para condenar um shopping center a construir e manter local apropriado para a amamenta\u00e7\u00e3o, fundamentando-se na fun\u00e7\u00e3o social da propriedade e na prote\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade da mulher e da crian\u00e7a. O STF, ao analisar os embargos de diverg\u00eancia, consolidou o entendimento de que o conceito de estabelecimento previsto na CLT deve ser lido \u00e0 luz da realidade contempor\u00e2nea dos centros comerciais, superando a interpreta\u00e7\u00e3o restritiva que limitava a obriga\u00e7\u00e3o apenas ao empregador direto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por unanimidade, negou provimento aos embargos de diverg\u00eancia e fixou a tese anteriormente citada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; (1) CF\/1988: Art. 227. \u00c9 dever da fam\u00edlia, da sociedade e do Estado assegurar \u00e0 crian\u00e7a, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito \u00e0 vida, \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, ao lazer, \u00e0 profissionaliza\u00e7\u00e3o, \u00e0 cultura, \u00e0 dignidade, ao respeito, \u00e0 liberdade e \u00e0 conviv\u00eancia familiar e comunit\u00e1ria, al\u00e9m de coloc\u00e1-los a salvo de toda forma de neglig\u00eancia, discrimina\u00e7\u00e3o, explora\u00e7\u00e3o, viol\u00eancia, crueldade e opress\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; (2) CF\/1988: Art. 7 S\u00e3o direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, al\u00e9m de outros que visem \u00e0 melhoria de sua condi\u00e7\u00e3o social: (&#8230;) XX &#8211; prote\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos espec\u00edficos, nos termos da lei;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; (3) CLT\/1943: Art. 389 &#8211; Toda empresa \u00e9 obrigada: (&#8230;)&nbsp; 1 &#8211; Os estabelecimentos em que trabalharem pelo menos 30 (trinta) mulheres com mais de 16 (dezesseis) anos de idade ter\u00e3o local apropriado onde seja permitido \u00e0s empregadas guardar sob vigil\u00e2ncia e assist\u00eancia os seus filhos no per\u00edodo da amamenta\u00e7\u00e3o.&nbsp; 2 &#8211; A exig\u00eancia do&nbsp; \u00a71\u00ba poder\u00e1 ser suprida por meio de creches distritais mantidas, diretamente ou mediante conv\u00eanios, com outras entidades p\u00fablicas ou privadas, pelas pr\u00f3prias empresas, em regime comunit\u00e1rio, ou a cargo do SESI, do SESC, da LBA ou de entidades sindicais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; ARE 1.562.586 AgR-EDv\/RN, relator Ministro Gilmar Mendes, julgamento finalizado em 27.05.2026 (quarta-feira)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-nbsp-aposentadoria-compulsoria-de-magistrado-e-a-ec-103-2019\">2.&nbsp; APOSENTADORIA COMPULS\u00d3RIA DE MAGISTRADO E A EC 103\/2019<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Destaque<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A penalidade de aposentadoria compuls\u00f3ria para magistrados n\u00e3o foi recepcionada pela Constitui\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a EC n\u00ba 103\/2019; <strong>cabe \u00e0 AGU ajuizar perante o STF a a\u00e7\u00e3o de perda do cargo, quando o CNJ reputar cab\u00edvel a san\u00e7\u00e3o administrativa disciplinar mais gravosa<\/strong>; o ju\u00edzo de recep\u00e7\u00e3o\/revoga\u00e7\u00e3o n\u00e3o exige a cl\u00e1usula de reserva de plen\u00e1rio (SV 10).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">AO 2.870 AgR-AgR e AgR-segundo\/DF, Rel. Min. Fl\u00e1vio Dino, Primeira Turma, por maioria, julgamento finalizado em 26\/5\/2026.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Caso F\u00e1tico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O CNJ, em revis\u00e3o de processo administrativo disciplinar, reputou cab\u00edvel a san\u00e7\u00e3o mais gravosa contra magistrado. Suscitou-se a discuss\u00e3o sobre a possibilidade de imposi\u00e7\u00e3o da aposentadoria compuls\u00f3ria como san\u00e7\u00e3o administrativa. Em paralelo, a AGU iniciou a\u00e7\u00e3o de perda do cargo perante o STF, com fundamento no art. 102, I, &#8220;r&#8221;, da CF. Discutia-se: (i) a san\u00e7\u00e3o de aposentadoria compuls\u00f3ria subsiste no ordenamento? (ii) qual \u00e9 o ve\u00edculo processual adequado para a perda do cargo? (iii) qual o ju\u00edzo competente?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Conte\u00fado-Base<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udcce <strong>CF, art. 40 (reda\u00e7\u00e3o da EC n\u00ba 103\/2019)<\/strong><em> (hip\u00f3teses de aposentadoria: exaustivamente fixadas; aus\u00eancia da modalidade punitiva).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udcce <strong>CF, art. 93, VI<\/strong><em> (aposentadoria dos magistrados rege-se pelo art. 40 da CF).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udcce <strong>CF, art. 95, I<\/strong><em> (vitaliciedade: perda do cargo, fora do primeiro grau e do bi\u00eanio inicial, depende de senten\u00e7a judicial transitada em julgado).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udcce <strong>CF, art. 97 + SV 10<\/strong><em> (reserva de plen\u00e1rio: declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade ou afastamento no todo ou em parte de ato exige maioria absoluta).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udcce <strong>CF, art. 102, I, &#8220;r&#8221;<\/strong><em> (compet\u00eancia origin\u00e1ria do STF para a\u00e7\u00f5es contra o CNJ e o CNMP).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udcda O ju\u00edzo de recep\u00e7\u00e3o\/revoga\u00e7\u00e3o resolve a compatibilidade de norma pret\u00e9rita com a Constitui\u00e7\u00e3o superveniente ou sua reforma. Difere do controle de constitucionalidade: a norma n\u00e3o \u00e9 declarada inconstitucional, \u00e9 considerada n\u00e3o recepcionada (revogada pela CF nova). Da\u00ed porque a SV 10 (cl\u00e1usula de reserva de plen\u00e1rio) n\u00e3o opera nessa hip\u00f3tese.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udccd Com a EC n\u00ba 103\/2019, o art. 40 da CF passou a prever exaustivamente as hip\u00f3teses de aposentadoria, suprimindo a modalidade compuls\u00f3ria como san\u00e7\u00e3o administrativa. A LOMAN (LC n\u00ba 35\/1979), que ainda preveja a aposentadoria compuls\u00f3ria como san\u00e7\u00e3o, n\u00e3o foi recepcionada nesse ponto pela CF reformada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Discuss\u00e3o e Entendimento Aplicado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udce3 A controv\u00e9rsia opunha duas leituras. A primeira: a aposentadoria compuls\u00f3ria como san\u00e7\u00e3o disciplinar de magistrado, prevista na LOMAN, <strong>continuaria vigente at\u00e9 decis\u00e3o expressa de inconstitucionalidade<\/strong> pelo plen\u00e1rio do STF, em respeito \u00e0 cl\u00e1usula de reserva de plen\u00e1rio (CF, art. 97; SV 10). A segunda: a EC n\u00ba 103\/2019, ao reformar o art. 40 da CF, suprimiu a hip\u00f3tese e tornou a norma anterior n\u00e3o recepcionada \u2014 quest\u00e3o a ser resolvida no plano da recep\u00e7\u00e3o, sem reserva de plen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00famula vinculante n\u00ba 10 \u2013 STF:&nbsp;Viola a cl\u00e1usula de reserva de plen\u00e1rio (CF, artigo 97) a decis\u00e3o de \u00f3rg\u00e3o fracion\u00e1rio de tribunal que, embora n\u00e3o declare expressamente a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder P\u00fablico, afasta sua incid\u00eancia, no todo ou em parte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u2696\ufe0f Prevaleceu a segunda leitura, com base em distin\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica consolidada: <strong>o ju\u00edzo de recep\u00e7\u00e3o\/revoga\u00e7\u00e3o \u00e9 distinto do controle de constitucionalidade<\/strong>. No primeiro, a norma anterior \u00e9 considerada incompat\u00edvel com a CF superveniente e perde efic\u00e1cia ipso jure; no segundo, declara-se a inconstitucionalidade da norma posterior \u00e0 CF. Apenas a segunda hip\u00f3tese exige a cl\u00e1usula de reserva de plen\u00e1rio (SV 10). oO<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\ud83d\udce3 Em consequ\u00eancia, <strong>a aposentadoria compuls\u00f3ria como san\u00e7\u00e3o administrativa para magistrado n\u00e3o tem fundamento constitucional ap\u00f3s a EC n\u00ba 103\/2019<\/strong>. Subsiste, contudo, a possibilidade de perda do cargo \u2014 mas por outro caminho: senten\u00e7a judicial transitada em julgado (CF, art. 95, I), em respeito \u00e0 vitaliciedade dos membros do Poder Judici\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u2696\ufe0f Definidos os dois pontos anteriores, restavam dois pr\u00e1ticos: legitimidade ativa e compet\u00eancia. <strong>Cabe \u00e0 AGU, em representa\u00e7\u00e3o judicial da Uni\u00e3o, propor a a\u00e7\u00e3o de perda do cargo para dar efetividade \u00e0 delibera\u00e7\u00e3o do CNJ; e a compet\u00eancia \u00e9 origin\u00e1ria do STF (CF, art. 102, I, &#8220;r&#8221;), pois se trata de demanda derivada de ato do CNJ<\/strong>. A solu\u00e7\u00e3o previne decis\u00f5es conflitantes nas inst\u00e2ncias ordin\u00e1rias, manipula\u00e7\u00e3o de foro e impunidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Como Ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sobre a san\u00e7\u00e3o administrativa disciplinar de aposentadoria compuls\u00f3ria de magistrado, ap\u00f3s a EC n\u00ba 103\/2019:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A) Subsiste, sendo necess\u00e1ria declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade pelo plen\u00e1rio do STF (CF, art. 97; SV 10).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">B) Foi revogada por lei ordin\u00e1ria superveniente, com efeitos a partir da publica\u00e7\u00e3o da nova lei.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">C) N\u00e3o foi recepcionada; a perda do cargo segue por a\u00e7\u00e3o judicial proposta pela AGU perante o STF.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">D) Subsiste, com aplica\u00e7\u00e3o direta pelo CNJ, sem necessidade de a\u00e7\u00e3o judicial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E) Foi recepcionada, mas a compet\u00eancia para sua imposi\u00e7\u00e3o deslocou-se para o tribunal de origem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Coment\u00e1rios:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A) Incorreta. O ju\u00edzo de recep\u00e7\u00e3o\/revoga\u00e7\u00e3o difere do controle de constitucionalidade; a cl\u00e1usula de reserva de plen\u00e1rio (SV 10) n\u00e3o se aplica a normas pret\u00e9ritas em face de Constitui\u00e7\u00e3o superveniente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">B) Incorreta. A quest\u00e3o \u00e9 de recep\u00e7\u00e3o constitucional, n\u00e3o de revoga\u00e7\u00e3o por lei ordin\u00e1ria; a EC n\u00ba 103\/2019 alterou diretamente o art. 40 da CF.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">C) <strong>Correta.<\/strong> A EC n\u00ba 103\/2019 alterou o art. 40 da CF e suprimiu a aposentadoria compuls\u00f3ria como san\u00e7\u00e3o; a perda do cargo, em respeito \u00e0 vitaliciedade (CF, art. 95, I), exige senten\u00e7a judicial transitada em julgado, a\u00e7\u00e3o proposta pela AGU perante o STF (CF, art. 102, I, &#8220;r&#8221;).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">D) Incorreta. A vitaliciedade dos magistrados (CF, art. 95, I) exige senten\u00e7a judicial transitada em julgado para a perda do cargo; o CNJ delibera, mas a efetiva\u00e7\u00e3o opera por a\u00e7\u00e3o judicial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E) Incorreta. A compet\u00eancia \u00e9 origin\u00e1ria do STF (CF, art. 102, I, &#8220;r&#8221;), pois se trata de demanda derivada de ato do CNJ \u2014 n\u00e3o do tribunal de origem.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-0\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>N\u00e3o foi recepcionada pela Constitui\u00e7\u00e3o \u2014 ap\u00f3s a reforma previdenci\u00e1ria promovida pela Emenda n 103\/2019 \u2014 a penalidade de aposentadoria compuls\u00f3ria para magistrados, cabendo \u00e0 Advocacia-Geral da Uni\u00e3o o ajuizamento da a\u00e7\u00e3o de perda do cargo perante o Supremo Tribunal Federal, caso o Conselho Nacional de Justi\u00e7a repute cab\u00edvel a san\u00e7\u00e3o administrativa disciplinar mais gravosa.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme a jurisprud\u00eancia desta Corte (1), a compatibilidade de legisla\u00e7\u00e3o pret\u00e9rita com a nova Constitui\u00e7\u00e3o ou sua reforma resolve-se estritamente no plano do ju\u00edzo de recep\u00e7\u00e3o ou de revoga\u00e7\u00e3o. N\u00e3o havendo declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade, revela-se desnecess\u00e1ria a observ\u00e2ncia da cl\u00e1usula de reserva de plen\u00e1rio (2)(3), o que legitima a atua\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o fracion\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com o advento da Emenda Constitucional n 103\/2019, houve modifica\u00e7\u00f5es estruturais do regime previdenci\u00e1rio, entre as quais a supress\u00e3o da aposentadoria compuls\u00f3ria como san\u00e7\u00e3o administrativa. O art. 40 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, aplic\u00e1vel aos magistrados (4), prev\u00ea exaustivamente as hip\u00f3teses de aposentadoria, de modo que a modalidade punitiva restou desprovida de fundamento constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ademais, a garantia da vitaliciedade dos membros do Poder Judici\u00e1rio exige senten\u00e7a judicial transitada em julgado para a perda do cargo (5), cabendo \u00e0 Advocacia-Geral da Uni\u00e3o, na representa\u00e7\u00e3o judicial da Uni\u00e3o, propor a respectiva a\u00e7\u00e3o a fim de dar efetividade \u00e0 delibera\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com o intuito de prevenir decis\u00f5es conflitantes nas inst\u00e2ncias ordin\u00e1rias, manipula\u00e7\u00e3o de foro e impunidade, reconheceu-se a compet\u00eancia origin\u00e1ria do Supremo Tribunal Federal para processar e julgar a referida demanda judicial, com fundamento no art. 102, I, r, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal (6).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; Com base nesses e em outros entendimentos, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, por maioria, negou provimento aos agravos regimentais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; (1) Precedentes citados: ARE 651.448 AgR, ARE 843.103 AgR, AI 669.872 AgR.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; (2) CF\/1988: Art. 97. Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo \u00f3rg\u00e3o especial poder\u00e3o os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder P\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; (3) Enunciado sumular citado: SV 10.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; (4) CF\/1988: Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, dispor\u00e1 sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princ\u00edpios: (&#8230;) VI &#8211; a aposentadoria dos magistrados e a pens\u00e3o de seus dependentes observar\u00e3o o disposto no art. 40;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; (5) CF\/1988: Art. 95. Os ju\u00edzes gozam das seguintes garantias: I &#8211; vitaliciedade, que, no primeiro grau, s\u00f3 ser\u00e1 adquirida ap\u00f3s dois anos de exerc\u00edcio, dependendo a perda do cargo, nesse per\u00edodo, de delibera\u00e7\u00e3o do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de senten\u00e7a judicial transitada em julgado;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; (6) CF\/1988: Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constitui\u00e7\u00e3o, cabendo-lhe: I &#8211; processar e julgar, originariamente: (&#8230;) r) as a\u00e7\u00f5es contra o Conselho Nacional de Justi\u00e7a e contra o Conselho Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;&nbsp;&nbsp; AO 2.870 AgR-AgR e AgR-segundo\/DF, relator Ministro Fl\u00e1vio Dino, julgamento finalizado em 26.05.2026 (ter\u00e7a-feira)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">***<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-7078f6c1-d9b5-463b-b5f6-cee349b3f3c5\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2026\/06\/17091045\/stf_info_1219.pdf\">STF_Info_1219<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2026\/06\/17091045\/stf_info_1219.pdf\" class=\"wp-block-file__button 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