{"id":170426,"date":"2019-03-10T16:02:50","date_gmt":"2019-03-10T19:02:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=170426"},"modified":"2019-03-10T16:13:06","modified_gmt":"2019-03-10T19:13:06","slug":"correcao-comentarios-questoes-de-direito-empresarial-do-tjpr-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/correcao-comentarios-questoes-de-direito-empresarial-do-tjpr-2019\/","title":{"rendered":"Corre\u00e7\u00e3o\/Coment\u00e1rios Quest\u00f5es de Direito Empresarial do TJPR &#8211; 2019"},"content":{"rendered":"\n<p>Ol\u00e1, pessoal tudo bom? <\/p>\n\n\n\n<p>Meu nome \u00e9 <strong>Lucas Evangelinos<\/strong>, professor de Direito Empresarial do Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas, e abaixo seguem os coment\u00e1rios das quest\u00f5es do <strong>Concurso da Magistratura do Tribunal de Justi\u00e7a do Estado do Paran\u00e1 (TJPR)<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>71<\/strong>. O ju\u00edzo falimentar \u00e9 universal:\natrai todas as a\u00e7\u00f5es e os interesses da sociedade falida e da massa falida. De\nacordo com a regra geral da Lei de Fal\u00eancias, essa atratividade ocorrer\u00e1 na\na\u00e7\u00e3o em tramita\u00e7\u00e3o em que a massa falida figure na condi\u00e7\u00e3o de:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>(a)<\/strong> sujeito passivo de uma reclama\u00e7\u00e3o\ntrabalhista.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: as reclama\u00e7\u00f5es trabalhistas n\u00e3o s\u00e3o atra\u00eddas ao\nju\u00edzo falimentar, correndo na Justi\u00e7a do Trabalho at\u00e9 a constitui\u00e7\u00e3o do\ncr\u00e9dito.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt. 6\u00ba, \u00a7 2\u00ba, da Lei n\u00ba 11.101\/05. \u00c9 permitido pleitear, perante o administrador judicial, habilita\u00e7\u00e3o, exclus\u00e3o ou modifica\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos derivados da rela\u00e7\u00e3o de trabalho, mas as a\u00e7\u00f5es de natureza trabalhista, inclusive as impugna\u00e7\u00f5es a que se refere o art. 8\u00ba desta Lei, ser\u00e3o processadas perante a justi\u00e7a especializada at\u00e9 a apura\u00e7\u00e3o do respectivo cr\u00e9dito, que ser\u00e1 inscrito no quadro-geral de credores pelo valor determinado em senten\u00e7a.\u201d<\/li><li>&#8220;Art. 76 da Lei n\u00ba 11.101\/05. O ju\u00edzo da fal\u00eancia \u00e9 indivis\u00edvel e competente para conhecer todas as a\u00e7\u00f5es sobre bens, interesses e neg\u00f3cios do falido, ressalvadas as causas trabalhistas, fiscais e aquelas n\u00e3o reguladas nesta Lei em que o falido figurar como autor ou litisconsorte ativo. Par\u00e1grafo \u00fanico. Todas as a\u00e7\u00f5es, inclusive as excetuadas no\u00a0caput deste artigo, ter\u00e3o prosseguimento com o administrador judicial, que dever\u00e1 ser intimado para representar a massa falida, sob pena de nulidade do processo.&#8221;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(b)<\/strong> sujeito passivo no cumprimento de\nsenten\u00e7a l\u00edquida por repara\u00e7\u00e3o de danos.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>CORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: no caso de demandas l\u00edquidas (cumprimento de\nsenten\u00e7a, por exemplo), seu credor deve habilitar seu cr\u00e9dito no ju\u00edzo\nfalimentar.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt. 6\u00ba da Lei n\u00ba 11.101\/05. A decreta\u00e7\u00e3o da fal\u00eancia ou o deferimento do processamento da recupera\u00e7\u00e3o judicial suspende o curso da prescri\u00e7\u00e3o e de todas as a\u00e7\u00f5es e execu\u00e7\u00f5es em face do devedor, inclusive aquelas dos credores particulares do s\u00f3cio solid\u00e1rio. \u00a7 1\u00ba Ter\u00e1 prosseguimento no ju\u00edzo no qual estiver se processando a a\u00e7\u00e3o que demandar quantia il\u00edquida.\u201d<\/li><li> &#8220;Art. 76 da Lei n\u00ba 11.101\/05. O ju\u00edzo da fal\u00eancia \u00e9 indivis\u00edvel e competente para conhecer todas as a\u00e7\u00f5es sobre bens, interesses e neg\u00f3cios do falido, ressalvadas as causas trabalhistas, fiscais e aquelas n\u00e3o reguladas nesta Lei em que o falido figurar como autor ou litisconsorte ativo. Par\u00e1grafo \u00fanico. Todas as a\u00e7\u00f5es, inclusive as excetuadas no\u00a0caput deste artigo, ter\u00e3o prosseguimento com o administrador judicial, que dever\u00e1 ser intimado para representar a massa falida, sob pena de nulidade do processo.&#8221; <\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(c)<\/strong> sujeito passivo de uma execu\u00e7\u00e3o\ntribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: a execu\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria n\u00e3o \u00e9 atra\u00edda ao Ju\u00edzo\nFalimentar.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt. 5\u00ba da Lei n\u00ba 6.830\/80. A compet\u00eancia para processar e julgar a execu\u00e7\u00e3o da D\u00edvida Ativa da Fazenda P\u00fablica exclui a de qualquer outro Ju\u00edzo, inclusive o da fal\u00eancia, da concordata, da liquida\u00e7\u00e3o, da insolv\u00eancia ou do invent\u00e1rio.\u201d<\/li><li>\u201cArt. 187, <em>caput<\/em>, do CTN. A cobran\u00e7a judicial do cr\u00e9dito tribut\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 sujeita a concurso de credores ou habilita\u00e7\u00e3o em fal\u00eancia, recupera\u00e7\u00e3o judicial, concordata, invent\u00e1rio ou arrolamento.\u201d<\/li><li> &#8220;Art. 76 da Lei n\u00ba 11.101\/05. O ju\u00edzo da fal\u00eancia \u00e9 indivis\u00edvel e competente para conhecer todas as a\u00e7\u00f5es sobre bens, interesses e neg\u00f3cios do falido, ressalvadas as causas trabalhistas, fiscais e aquelas n\u00e3o reguladas nesta Lei em que o falido figurar como autor ou litisconsorte ativo. Par\u00e1grafo \u00fanico. Todas as a\u00e7\u00f5es, inclusive as excetuadas no\u00a0caput deste artigo, ter\u00e3o prosseguimento com o administrador judicial, que dever\u00e1 ser intimado para representar a massa falida, sob pena de nulidade do processo.&#8221; <\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(d)<\/strong> autora ou litisconsorte ativa em\na\u00e7\u00f5es n\u00e3o reguladas na Lei de Fal\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: se a falida \u00e9 autora, n\u00e3o h\u00e1 motivo para atra\u00e7\u00e3o ao\nju\u00edzo falimentar.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt. 6\u00ba, caput, da Lei n\u00ba 11.101\/05. A decreta\u00e7\u00e3o da fal\u00eancia ou o deferimento do processamento da recupera\u00e7\u00e3o judicial suspende o curso da prescri\u00e7\u00e3o e de todas as a\u00e7\u00f5es e execu\u00e7\u00f5es em face do devedor, inclusive aquelas dos credores particulares do s\u00f3cio solid\u00e1rio.\u201d<\/li><li> &#8220;Art. 76 da Lei n\u00ba 11.101\/05. O ju\u00edzo da fal\u00eancia \u00e9 indivis\u00edvel e competente para conhecer todas as a\u00e7\u00f5es sobre bens, interesses e neg\u00f3cios do falido, ressalvadas as causas trabalhistas, fiscais e aquelas n\u00e3o reguladas nesta Lei em que o falido figurar como autor ou litisconsorte ativo. Par\u00e1grafo \u00fanico. Todas as a\u00e7\u00f5es, inclusive as excetuadas no\u00a0caput deste artigo, ter\u00e3o prosseguimento com o administrador judicial, que dever\u00e1 ser intimado para representar a massa falida, sob pena de nulidade do processo.&#8221; <\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>72<\/strong>. No que se refere a t\u00edtulos\nde cr\u00e9dito, assinale a op\u00e7\u00e3o correta de acordo com a jurisprud\u00eancia sumulada do\nSTJ:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>(a)<\/strong> A legisla\u00e7\u00e3o referente \u00e0s c\u00e9dulas\nde cr\u00e9dito rural, comercial e industrial veda o pacto de capitaliza\u00e7\u00e3o de\njuros.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contraria a S\u00famula n\u00ba\n93\/STJ.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: jurisprud\u00eancia.<\/li><li><strong>Jurisprud\u00eancia<\/strong>:\n\u201cA legisla\u00e7\u00e3o sobre c\u00e9dulas de cr\u00e9dito rural, comercial e industrial admite o\npacto de capitaliza\u00e7\u00e3o de juros.\u201d (S\u00famula n\u00ba 93\/STJ)<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(b)<\/strong> Em caso de endosso translativo, o\nendossat\u00e1rio que responder por dano decorrente de protesto indevido de t\u00edtulo\ncom v\u00edcio formal tem direito de regresso contra endossantes e avalistas.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>CORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa em conformidade \u00e0 S\u00famula n\u00ba 475\/STJ.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: jurisprud\u00eancia.<\/li><li><strong>Jurisprud\u00eancia<\/strong>:\n\u201cResponde pelos danos decorrentes de protesto indevido o endossat\u00e1rio que\nrecebe por endosso translativo t\u00edtulo de cr\u00e9dito contendo v\u00edcio formal\nextr\u00ednseco ou intr\u00ednseco, ficando ressalvado seu direito de regresso contra os\nendossantes e avalistas.\u201d (S\u00famula n\u00ba 475\/STJ)<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(c)<\/strong> No caso de endosso-mandato, os\ndanos decorrentes de protesto indevido e n\u00e3o previstos no mandato ser\u00e3o\nexclusivos do endossante.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contraria a S\u00famula n\u00ba\n476\/STJ. Mesmo que os danos decorrentes de protesto indevido n\u00e3o estejam\nprevistos no mandato, havendo extrapola\u00e7\u00e3o dos poderes ou ato culposo o\nendossat\u00e1rio ser\u00e1 responsabilizado em aplica\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 do entendimento do SUPERIOR\nTRIBUNAL DE JUSTI\u00c7A, mas tamb\u00e9m do pr\u00f3prio art. 667, caput, do C\u00f3digo Civil.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o e jurisprud\u00eancia.<\/li><li>Legisla\u00e7\u00e3o: \u201cArt.\n667, caput, do CC. O mandat\u00e1rio \u00e9 obrigado a aplicar toda sua dilig\u00eancia\nhabitual na execu\u00e7\u00e3o do mandato, e a indenizar qualquer preju\u00edzo causado por\nculpa sua ou daquele a quem substabelecer, sem autoriza\u00e7\u00e3o, poderes que devia\nexercer pessoalmente.\u201d<\/li><li><strong>Jurisprud\u00eancia<\/strong>:\n\u201cO endossat\u00e1rio de t\u00edtulo de cr\u00e9dito por endosso-mandato s\u00f3 responde por danos\ndecorrentes de protesto indevido se extrapolar os poderes de mandat\u00e1rio.\u201d\n(S\u00famula n\u00ba 476\/STJ)<\/li><li>\u201cDIREITO CIVIL E\nCAMBI\u00c1RIO. RECURSO ESPECIAL REPRESENTATIVO DE CONTROV\u00c9RSIA. ART. 543-C DO CPC.\nDUPLICATA RECEBIDA POR ENDOSSO-MANDATO. PROTESTO. RESPONSABILIDADE DO\nENDOSSAT\u00c1RIO. NECESSIDADE DE CULPA. 1. Para efeito do\nart. 543-C do CPC: S\u00f3 responde por danos materiais e morais o <strong>endossat\u00e1rio<\/strong> que recebe t\u00edtulo\nde cr\u00e9dito por endosso-mandato e o leva a protesto se extrapola os poderes de\nmandat\u00e1rio ou em raz\u00e3o de ato culposo pr\u00f3prio, como no caso de apontamento\ndepois da ci\u00eancia acerca do pagamento anterior ou da falta de higidez da\nc\u00e1rtula. 2. Recurso especial n\u00e3o provido.\u201d (STJ, REsp 1063474\/RS, Rel.\nMinistro LUIS FELIPE SALOM\u00c3O, SEGUNDA SE\u00c7\u00c3O, julgado em 28\/09\/2011, DJe\n17\/11\/2011)<\/li><li>\u201c[Trecho do corpo\ndo ac\u00f3rd\u00e3o:] 2.2. Vale dizer, a responsabilidade do endossat\u00e1rio-mandat\u00e1rio n\u00e3o\nresulta diretamente das regras de direito cambial, mas de direito civil comum,\nsobretudo as aplic\u00e1veis \u00e0 responsabilidade do mandat\u00e1rio em rela\u00e7\u00e3o a\nterceiros.\u201d (STJ, REsp 1063474\/RS, Rel.\nMinistro LUIS FELIPE SALOM\u00c3O, SEGUNDA SE\u00c7\u00c3O, julgado em 28\/09\/2011, DJe 17\/11\/2011)<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(d)<\/strong> O fato de a obriga\u00e7\u00e3o cambial ser\nassumida pelo procurador do mutu\u00e1rio no exclusivo interesse do mutuante n\u00e3o\ntorna tal obriga\u00e7\u00e3o nula.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contraria a S\u00famula n\u00ba\n60\/STJ.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: jurisprud\u00eancia.<\/li><li><strong>Jurisprud\u00eancia<\/strong>:\n\u201c\u00c9 nula a obriga\u00e7\u00e3o cambial assumida por procurador do mutu\u00e1rio vinculado ao\nmutuante, no exclusivo interesse deste.\u201d (S\u00famula n\u00ba 60\/STJ)<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>73<\/strong>. Com rela\u00e7\u00e3o a cons\u00f3rcios, a Lei\ndas Sociedades An\u00f4nimas disp\u00f5e que:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>(a)<\/strong> A fal\u00eancia de uma consorciada \u00e9\nmotivo de extin\u00e7\u00e3o do cons\u00f3rcio.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contr\u00e1ria ao disposto no\nart. 278, \u00a7 2\u00ba, da Lei n\u00ba 6.404\/76.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt.\n278, \u00a7 2\u00ba, da Lei n\u00ba 6.404\/76. A fal\u00eancia de uma consorciada n\u00e3o se estende \u00e0s\ndemais, subsistindo o cons\u00f3rcio com as outras contratantes; os cr\u00e9ditos que\nporventura tiver a falida ser\u00e3o apurados e pagos na forma prevista no contrato\nde cons\u00f3rcio.\u201d.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(b)<\/strong> O cons\u00f3rcio ser\u00e1 constitu\u00eddo por\nestatuto social.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contr\u00e1ria ao disposto no\nart. 279 da Lei n\u00ba 6.404\/76.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt.\n279, caput, da Lei n\u00ba 6.404\/76. O cons\u00f3rcio ser\u00e1 constitu\u00eddo mediante contrato\naprovado pelo \u00f3rg\u00e3o da sociedade competente para autorizar a aliena\u00e7\u00e3o de bens\ndo ativo n\u00e3o circulante, do qual constar\u00e3o:\u201d.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(c)<\/strong> O cons\u00f3rcio n\u00e3o tem personalidade\njur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>CORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa conforme art. 278, \u00a7 1\u00ba, da Lei n\u00ba\n6.404\/76.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>:\n\u201cArt. 278, \u00a7 1\u00ba, da Lei n\u00ba 6.404\/76. O cons\u00f3rcio n\u00e3o\ntem personalidade jur\u00eddica e as consorciadas somente se obrigam nas\ncondi\u00e7\u00f5es previstas no respectivo contrato, respondendo cada uma por suas\nobriga\u00e7\u00f5es, sem presun\u00e7\u00e3o de solidariedade.\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(d)<\/strong> As companhias consorciadas\nrespondem diretamente por suas obriga\u00e7\u00f5es e subsidiariamente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s\ndemais consorciadas.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contr\u00e1ria ao disposto no\nart. 278, \u00a7 1\u00ba, parte final, da Lei n\u00ba 6.404\/76.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt.\n278, \u00a7 1\u00ba, da Lei n\u00ba 6.404\/76. O cons\u00f3rcio n\u00e3o tem personalidade jur\u00eddica e as\nconsorciadas somente se obrigam nas condi\u00e7\u00f5es previstas no respectivo contrato,\nrespondendo cada uma por suas obriga\u00e7\u00f5es, sem presun\u00e7\u00e3o de solidariedade.\u201d.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>74<\/strong>. Tendo como refer\u00eancia as\ndisposi\u00e7\u00f5es do C\u00f3digo Civil de 2002 relativas ao direito societ\u00e1rio, assinale a\nop\u00e7\u00e3o correta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>(a)<\/strong> Na sociedade em conta de participa\u00e7\u00e3o,\no s\u00f3cio ostensivo responde ilimitadamente, e o oculto responde subsidiariamente\nperante terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contr\u00e1ria ao disposto no\npar\u00e1grafo \u00fanico do art. 991 do C\u00f3digo Civil.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>:\n\u201cArt. 991 do CC. Na sociedade em conta de participa\u00e7\u00e3o, a atividade\nconstitutiva do objeto social \u00e9 exercida unicamente pelo s\u00f3cio ostensivo, em\nseu nome individual e sob sua pr\u00f3pria e exclusiva responsabilidade,\nparticipando os demais dos resultados correspondentes. Par\u00e1grafo \u00fanico.\nObriga-se perante terceiro t\u00e3o-somente o s\u00f3cio\nostensivo; e, exclusivamente perante\neste [s\u00f3cio ostensivo], o s\u00f3cio participante, nos termos do contrato\nsocial.\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(b)<\/strong> Sociedade em nome coletivo admite\ncomo s\u00f3cio pessoa jur\u00eddica de responsabilidade limitada, que responder\u00e1 por at\u00e9\no valor de seu capital subscrito.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contr\u00e1ria ao disposto no\npar\u00e1grafo \u00fanico do art. 1.039, caput, do C\u00f3digo Civil.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt.\n1.039, <em>caput<\/em>, do CC. Somente pessoas\nf\u00edsicas podem tomar parte na sociedade em nome coletivo, respondendo todos os\ns\u00f3cios, solid\u00e1ria e ilimitadamente, pelas obriga\u00e7\u00f5es sociais.\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(c)<\/strong> Sociedade em comandita simples admite\ncomo s\u00f3cios comandit\u00e1rios pessoas f\u00edsicas e jur\u00eddicas, que responder\u00e3o\nindistintamente e ilimitadamente pela satisfa\u00e7\u00e3o das obriga\u00e7\u00f5es contra\u00eddas.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contr\u00e1ria ao disposto no\npar\u00e1grafo \u00fanico do art. 1.045, caput, do C\u00f3digo Civil.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt.\n1.045, caput, do CC. Na sociedade em comandita simples tomam parte s\u00f3cios de\nduas categorias: os comanditados, pessoas f\u00edsicas, respons\u00e1veis solid\u00e1ria e\nilimitadamente pelas obriga\u00e7\u00f5es sociais; e os comandit\u00e1rios, obrigados somente\npelo valor de sua quota.\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(d)<\/strong> Na sociedade em comum, todos os\ns\u00f3cios respondem solid\u00e1ria e ilimitadamente, e o s\u00f3cio que contratar com\nterceiro pela sociedade perder\u00e1 o benef\u00edcio de ordem dos bens da sociedade\nsobre seus particulares.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>CORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa correta em acordo com o disposto no art.\n990 do C\u00f3digo Civil.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>:\n\u201cArt. 990 do CC. Todos os s\u00f3cios respondem solid\u00e1ria e ilimitadamente pelas\nobriga\u00e7\u00f5es sociais, exclu\u00eddo do benef\u00edcio de ordem, previsto no art. 1.024,\naquele que contratou pela sociedade.\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>75<\/strong>. O nome empresarial\nidentifica o sujeito de direito: a marca identifica, direta ou indiretamente,\nprodutos ou servi\u00e7os. A respeito desses dois institutos \u2013 nome empresarial e\nmarca -, assinale a op\u00e7\u00e3o correta;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>(a)<\/strong> O registro da marca no Instituto\nNacional da Propriedade Industrial (INPI) garante, consequentemente, a prote\u00e7\u00e3o\ndo nome empresarial, independentemente do registro deste nas juntas comerciais.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: a prote\u00e7\u00e3o do nome empresarial se d\u00e1 com o registro\ndo empres\u00e1rio na Junta Comercial do seu estado.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt.\n33 da Lei n\u00ba 8.934\/94. A prote\u00e7\u00e3o ao nome empresarial decorre automaticamente\ndo arquivamento dos atos constitutivos de firma individual e de sociedades, ou\nde suas altera\u00e7\u00f5es.\u201d<\/li><li>\u201cArt. 1.166 do\nCC. A inscri\u00e7\u00e3o do empres\u00e1rio, ou dos atos constitutivos das pessoas jur\u00eddicas,\nou as respectivas averba\u00e7\u00f5es, no registro pr\u00f3prio, asseguram o uso exclusivo do\nnome nos limites do respectivo Estado. Par\u00e1grafo \u00fanico. O uso previsto neste\nartigo estender-se-\u00e1 a todo o territ\u00f3rio nacional, se registrado na forma da\nlei especial.\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(b)<\/strong> A prote\u00e7\u00e3o conferida ao nome\nempresarial se exaure nos limites do estado federado onde fica a junta\ncomercial na qual se fez seu registro, sendo sua prote\u00e7\u00e3o nos demais estados\ncondicionada ao seu registro nas respectivas juntas comerciais.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>CORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: o nome empresarial goza de prote\u00e7\u00e3o jur\u00eddica t\u00e3o somente\nno \u00e2mbito do ente federativo onde se localiza a Junta Comercial em que\narquivados os atos constitutivos da sociedade que o titula, podendo ser\nestendida a todo territ\u00f3rio nacional apenas na hip\u00f3tese de pedido de\narquivamento nas demais Juntas Comerciais.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o e jurisprud\u00eancia.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>:\n\u201cArt. 1.166 do CC. A inscri\u00e7\u00e3o do empres\u00e1rio, ou dos atos constitutivos das\npessoas jur\u00eddicas, ou as respectivas averba\u00e7\u00f5es, no registro pr\u00f3prio, asseguram\no uso exclusivo do nome nos limites do respectivo Estado. Par\u00e1grafo \u00fanico. O\nuso previsto neste artigo estender-se-\u00e1 a todo o territ\u00f3rio nacional, se\nregistrado na forma da lei especial.\u201d<\/li><li><strong>Jurisprud\u00eancia<\/strong>:\n\u201c(&#8230;) 4- O nome empresarial goza de prote\u00e7\u00e3o jur\u00eddica t\u00e3o somente no \u00e2mbito do\nente federativo onde se localiza a Junta Comercial em que arquivados os atos\nconstitutivos da sociedade que o titula, podendo ser estendida a todo\nterrit\u00f3rio nacional apenas na hip\u00f3tese de pedido de arquivamento nas demais\nJuntas Comerciais. Precedentes. (&#8230;).\u201d (STJ, REsp 1686154\/SP, Rel. Ministra\nNANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 20\/02\/2018, DJe 23\/02\/2018)<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(c)<\/strong> Devido ao princ\u00edpio da\nespecificidade, a prote\u00e7\u00e3o da marca de alto renome e do nome empresarial se\nrestringe aos segmentos dos produtos ou servi\u00e7os pass\u00edveis de d\u00favidas.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: tanto a marca de alto renome quanto o nome\nempresarial t\u00eam prote\u00e7\u00e3o em todos os ramos.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o e doutrina.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>:\n\u201cArt. 125 da Lei n\u00ba 9.279\/96. \u00c0 marca registrada no Brasil considerada de alto\nrenome ser\u00e1 assegurada prote\u00e7\u00e3o especial, em todos os ramos de atividade.\u201d<\/li><li><strong>Doutrina<\/strong>: \u201cPelos\ncrit\u00e9rios estabelecidos pela referida instru\u00e7\u00e3o, v\u00ea\u00adse que n\u00e3o se leva em conta\no ramo de atua\u00e7\u00e3o referente ao nome empresarial. E de fato n\u00e3o se deve fazer\nessa diferencia\u00e7\u00e3o. A prote\u00e7\u00e3o ao nome empresarial abrange todos os ramos de\natua\u00e7\u00e3o, porquanto n\u00e3o h\u00e1 uma divis\u00e3o de ramos entre os registros dos\nempres\u00e1rios na junta comercial. Ademais, a identifica\u00e7\u00e3o do sujeito exercente\nda atividade deve ser ainda mais distintiva do que a das marcas.\u201d (Marlon\nTomazette)<\/li><li>\u201cEm raz\u00e3o desse\ncen\u00e1rio \u00e9 que a prote\u00e7\u00e3o n\u00e3o se restringe ao ramo de atividade do empres\u00e1rio,\ncomo ocorre no direito marc\u00e1rio.\u201d (S\u00e9rgio Campinho)<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(d)<\/strong> O direito de utiliza\u00e7\u00e3o exclusiva\nde marca se extingue em vinte anos, podendo ser prorrogado, ao passo que o do\nnome empresarial vigora por prazo indeterminado.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contr\u00e1ria ao art. 133,\ncaput, da Lei n\u00ba 9.279\/96.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>:\n\u201cArt. 133, caput, da Lei n\u00ba 9.279\/96. O registro da marca vigorar\u00e1 pelo prazo\nde 10 (dez) anos, contados da data da concess\u00e3o do registro, prorrog\u00e1vel por\nper\u00edodos iguais e sucessivos.\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>76<\/strong>. De acordo com disposi\u00e7\u00e3o do\nEstatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, poder\u00e1 ser\nbenefici\u00e1ria de tratamento jur\u00eddico diferenciado a pessoa jur\u00eddica que:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>(a)<\/strong> Tiver sido constitu\u00edda sob a forma\nde cooperativa de consumo.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>CORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa correta, porque de acordo com a exce\u00e7\u00e3o\nprevista no art. 3\u00ba, \u00a7 4\u00ba, inciso VI, parte final, da Lei Complementar n\u00ba\n123\/06.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt.\n3\u00ba, \u00a7 4\u00ba, da Lei Complementar n\u00ba 123\/06. N\u00e3o poder\u00e1 se\nbeneficiar do tratamento jur\u00eddico diferenciado previsto nesta Lei Complementar,\ninclu\u00eddo o regime de que trata o art. 12 desta Lei Complementar, para nenhum\nefeito legal, a pessoa jur\u00eddica: I &#8211; de cujo capital participe outra\npessoa jur\u00eddica; II &#8211; que seja filial, sucursal, ag\u00eancia ou representa\u00e7\u00e3o, no\nPa\u00eds, de pessoa jur\u00eddica com sede no exterior; III &#8211; de cujo capital participe\npessoa f\u00edsica que seja inscrita como empres\u00e1rio ou seja s\u00f3cia de outra empresa\nque receba tratamento jur\u00eddico diferenciado nos termos desta Lei Complementar,\ndesde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II\ndo caput deste artigo; IV &#8211; cujo titular ou s\u00f3cio participe com mais de 10%\n(dez por cento) do capital de outra empresa n\u00e3o beneficiada por esta Lei\nComplementar, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata\no inciso II do caput deste artigo; V &#8211; cujo s\u00f3cio ou titular seja administrador\nou equiparado de outra pessoa jur\u00eddica com fins lucrativos, desde que a receita\nbruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo;\nVI &#8211; constitu\u00edda sob a forma de cooperativas, <strong>salvo as de consumo<\/strong>; VII\n&#8211; que participe do capital de outra pessoa jur\u00eddica; VIII &#8211; que exer\u00e7a\natividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa\necon\u00f4mica, de sociedade de cr\u00e9dito, financiamento e investimento ou de cr\u00e9dito\nimobili\u00e1rio, de corretora ou de distribuidora de t\u00edtulos, valores mobili\u00e1rios e\nc\u00e2mbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de\ncapitaliza\u00e7\u00e3o ou de previd\u00eancia complementar; IX &#8211; resultante ou remanescente\nde cis\u00e3o ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jur\u00eddica que tenha\nocorrido em um dos 5 (cinco) anos-calend\u00e1rio anteriores; X &#8211; constitu\u00edda sob a\nforma de sociedade por a\u00e7\u00f5es. XI &#8211; cujos titulares ou s\u00f3cios guardem, cumulativamente,\ncom o contratante do servi\u00e7o, rela\u00e7\u00e3o de pessoalidade, subordina\u00e7\u00e3o e\nhabitualidade. (Inclu\u00eddo pela Lei Complementar n\u00ba 147, de 2014)\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(b)<\/strong> Tiver sido constitu\u00edda sob a forma\nde sociedade por a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contr\u00e1ria \u00e0s proibi\u00e7\u00f5es\ndo art. 3\u00ba, \u00a7 4\u00ba, da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt.\n3\u00ba, \u00a7 4\u00ba, da Lei Complementar n\u00ba 123\/06. N\u00e3o poder\u00e1 se beneficiar do tratamento\njur\u00eddico diferenciado previsto nesta Lei Complementar, inclu\u00eddo o regime de que\ntrata o art. 12 desta Lei Complementar, para nenhum efeito legal, a pessoa\njur\u00eddica: I &#8211; de cujo capital participe outra pessoa jur\u00eddica; II &#8211; que seja\nfilial, sucursal, ag\u00eancia ou representa\u00e7\u00e3o, no Pa\u00eds, de pessoa jur\u00eddica com\nsede no exterior; III &#8211; de cujo capital participe pessoa f\u00edsica que seja\ninscrita como empres\u00e1rio ou seja s\u00f3cia de outra empresa que receba tratamento\njur\u00eddico diferenciado nos termos desta Lei Complementar, desde que a receita\nbruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste\nartigo; IV &#8211; cujo titular ou s\u00f3cio participe com mais de 10% (dez por cento) do\ncapital de outra empresa n\u00e3o beneficiada por esta Lei Complementar, desde que a\nreceita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput\ndeste artigo; V &#8211; cujo s\u00f3cio ou titular seja administrador ou equiparado de\noutra pessoa jur\u00eddica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global\nultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo; VI &#8211;\nconstitu\u00edda sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo; VII &#8211; que\nparticipe do capital de outra pessoa jur\u00eddica; VIII &#8211; que exer\u00e7a atividade de\nbanco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econ\u00f4mica, de\nsociedade de cr\u00e9dito, financiamento e investimento ou de cr\u00e9dito imobili\u00e1rio,\nde corretora ou de distribuidora de t\u00edtulos, valores mobili\u00e1rios e c\u00e2mbio, de\nempresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitaliza\u00e7\u00e3o ou de\nprevid\u00eancia complementar; IX &#8211; resultante ou remanescente de cis\u00e3o ou qualquer\noutra forma de desmembramento de pessoa jur\u00eddica que tenha ocorrido em um dos 5\n(cinco) anos-calend\u00e1rio anteriores; X &#8211; constitu\u00edda\nsob a forma de sociedade por a\u00e7\u00f5es. XI &#8211; cujos titulares ou s\u00f3cios\nguardem, cumulativamente, com o contratante do servi\u00e7o, rela\u00e7\u00e3o de\npessoalidade, subordina\u00e7\u00e3o e habitualidade. (Inclu\u00eddo pela Lei Complementar n\u00ba\n147, de 2014)\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(c)<\/strong> Tiver derivado da cis\u00e3o de\nempresas, ocorrida em at\u00e9 tr\u00eas anos-calend\u00e1rio anteriores.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contr\u00e1ria \u00e0s proibi\u00e7\u00f5es\ndo art. 3\u00ba, \u00a7 4\u00ba, da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt.\n3\u00ba, \u00a7 4\u00ba, da Lei Complementar n\u00ba 123\/06. N\u00e3o poder\u00e1 se beneficiar do tratamento\njur\u00eddico diferenciado previsto nesta Lei Complementar, inclu\u00eddo o regime de que\ntrata o art. 12 desta Lei Complementar, para nenhum efeito legal, a pessoa\njur\u00eddica: I &#8211; de cujo capital participe outra pessoa jur\u00eddica; II &#8211; que seja\nfilial, sucursal, ag\u00eancia ou representa\u00e7\u00e3o, no Pa\u00eds, de pessoa jur\u00eddica com\nsede no exterior; III &#8211; de cujo capital participe pessoa f\u00edsica que seja\ninscrita como empres\u00e1rio ou seja s\u00f3cia de outra empresa que receba tratamento\njur\u00eddico diferenciado nos termos desta Lei Complementar, desde que a receita bruta\nglobal ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo; IV &#8211;\ncujo titular ou s\u00f3cio participe com mais de 10% (dez por cento) do capital de\noutra empresa n\u00e3o beneficiada por esta Lei Complementar, desde que a receita\nbruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste\nartigo; V &#8211; cujo s\u00f3cio ou titular seja administrador ou equiparado de outra\npessoa jur\u00eddica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global\nultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste artigo; VI &#8211;\nconstitu\u00edda sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo; VII &#8211; que\nparticipe do capital de outra pessoa jur\u00eddica; VIII &#8211; que exer\u00e7a atividade de\nbanco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econ\u00f4mica, de\nsociedade de cr\u00e9dito, financiamento e investimento ou de cr\u00e9dito imobili\u00e1rio,\nde corretora ou de distribuidora de t\u00edtulos, valores mobili\u00e1rios e c\u00e2mbio, de\nempresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitaliza\u00e7\u00e3o ou de\nprevid\u00eancia complementar; IX &#8211; resultante ou\nremanescente de cis\u00e3o ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa\njur\u00eddica que tenha ocorrido em um dos 5 (cinco) anos-calend\u00e1rio anteriores;\nX &#8211; constitu\u00edda sob a forma de sociedade por a\u00e7\u00f5es. XI &#8211; cujos titulares ou\ns\u00f3cios guardem, cumulativamente, com o contratante do servi\u00e7o, rela\u00e7\u00e3o de\npessoalidade, subordina\u00e7\u00e3o e habitualidade. (Inclu\u00eddo pela Lei Complementar n\u00ba\n147, de 2014)\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(d)<\/strong> Tiver filial no Brasil e sede no\nexterior.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa incorreta, pois contr\u00e1ria \u00e0s proibi\u00e7\u00f5es\ndo art. 3\u00ba, \u00a7 4\u00ba, da Lei Complementar n\u00ba 123\/06.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u201cArt.\n3\u00ba, \u00a7 4\u00ba, da Lei Complementar n\u00ba 123\/06. N\u00e3o poder\u00e1 se beneficiar do tratamento\njur\u00eddico diferenciado previsto nesta Lei Complementar, inclu\u00eddo o regime de que\ntrata o art. 12 desta Lei Complementar, para nenhum efeito legal, a pessoa\njur\u00eddica: I &#8211; de cujo capital participe outra pessoa jur\u00eddica; II &#8211; que seja filial, sucursal, ag\u00eancia ou representa\u00e7\u00e3o, no\nPa\u00eds, de pessoa jur\u00eddica com sede no exterior; III &#8211; de cujo capital\nparticipe pessoa f\u00edsica que seja inscrita como empres\u00e1rio ou seja s\u00f3cia de\noutra empresa que receba tratamento jur\u00eddico diferenciado nos termos desta Lei\nComplementar, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata\no inciso II do caput deste artigo; IV &#8211; cujo titular ou s\u00f3cio participe com\nmais de 10% (dez por cento) do capital de outra empresa n\u00e3o beneficiada por\nesta Lei Complementar, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de\nque trata o inciso II do caput deste artigo; V &#8211; cujo s\u00f3cio ou titular seja\nadministrador ou equiparado de outra pessoa jur\u00eddica com fins lucrativos, desde\nque a receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do\ncaput deste artigo; VI &#8211; constitu\u00edda sob a forma de cooperativas, salvo as de\nconsumo; VII &#8211; que participe do capital de outra pessoa jur\u00eddica; VIII &#8211; que\nexer\u00e7a atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de\ncaixa econ\u00f4mica, de sociedade de cr\u00e9dito, financiamento e investimento ou de\ncr\u00e9dito imobili\u00e1rio, de corretora ou de distribuidora de t\u00edtulos, valores\nmobili\u00e1rios e c\u00e2mbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados\ne de capitaliza\u00e7\u00e3o ou de previd\u00eancia complementar; IX &#8211; resultante ou\nremanescente de cis\u00e3o ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa\njur\u00eddica que tenha ocorrido em um dos 5 (cinco) anos-calend\u00e1rio anteriores; X &#8211;\nconstitu\u00edda sob a forma de sociedade por a\u00e7\u00f5es. XI &#8211; cujos titulares ou s\u00f3cios\nguardem, cumulativamente, com o contratante do servi\u00e7o, rela\u00e7\u00e3o de\npessoalidade, subordina\u00e7\u00e3o e habitualidade. (Inclu\u00eddo pela Lei Complementar n\u00ba\n147, de 2014)\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>77<\/strong>. Conforme o C\u00f3digo Civil,\nequipara-se \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de pessoa empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>(a)<\/strong> Um casal que resolva criar um\ninstituto exclusivamente para difundir informa\u00e7\u00f5es sobre determinada causa\nsocial.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: a alternativa se refere \u00e0 uma associa\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o\nempres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>:\n\u201cArt. 53, caput, do CC. Constituem-se as associa\u00e7\u00f5es pela uni\u00e3o de pessoas que\nse organizem para fins n\u00e3o econ\u00f4micos.\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(b)<\/strong> Um empres\u00e1rio rural cuja principal\natividade seja a agricultura e que esteja devidamente inscrito no Registro P\u00fablico\nde Empresas Mercantis.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>CORRETA<\/strong>] <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: alternativa correta nos termos do art. 971 do C\u00f3digo\nCivil.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>:\n\u201cArt. 971 do CC. O empres\u00e1rio, cuja atividade rural constitua sua principal\nprofiss\u00e3o, pode, observadas as formalidades de que tratam o art. 968 e seus\npar\u00e1grafos, requerer inscri\u00e7\u00e3o no Registro P\u00fablico de Empresas Mercantis da\nrespectiva sede, caso em que, depois de inscrito, ficar\u00e1 equiparado, para todos\nos efeitos, ao empres\u00e1rio sujeito a registro.\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(c)<\/strong> Um artista pl\u00e1stico famoso que\nangarie grandes valores com venda de obras pl\u00e1sticas por ele confeccionadas.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: a alternativa se refere \u00e0 um profissional liberal, e\nn\u00e3o empres\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>:\n\u201cArt. 966 do CC. Considera-se empres\u00e1rio quem exerce profissionalmente\natividade econ\u00f4mica organizada para a produ\u00e7\u00e3o ou a circula\u00e7\u00e3o de bens ou de\nservi\u00e7os. Par\u00e1grafo \u00fanico. N\u00e3o se considera empres\u00e1rio quem exerce profiss\u00e3o\nintelectual, de natureza cient\u00edfica, liter\u00e1ria ou art\u00edstica, ainda com o\nconcurso de auxiliares ou colaboradores, salvo se o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o\nconstituir elemento de empresa.\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>(d)<\/strong> Um grupo de pessoas que pretenda\nconstituir uma cooperativa para intermediar a venda de produtos fabricados em\ndeterminada comunidade.<\/p>\n\n\n\n<p>[<strong>INCORRETA<\/strong>]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong>: a cooperativa nunca \u00e9 empres\u00e1rio por expressa\ndisposi\u00e7\u00e3o legal (art. 982, par\u00e1grafo \u00fanico, do CC).<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Base para resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>: legisla\u00e7\u00e3o.<\/li><li><strong>Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong>:\n\u201cArt. 982 do CC. Salvo as exce\u00e7\u00f5es expressas, considera-se empres\u00e1ria a\nsociedade que tem por objeto o exerc\u00edcio de atividade pr\u00f3pria de empres\u00e1rio\nsujeito a registro (art. 967); e, simples, as demais. Par\u00e1grafo \u00fanico.\nIndependentemente de seu objeto, considera-se empres\u00e1ria a sociedade por a\u00e7\u00f5es;\ne, simples, a cooperativa.\u201d<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>\n\nQualquer d\u00favida, estou no Instagram (<strong>@proflucasevangelinos<\/strong>) e no Gmail (<strong>proflucasevangelinos@gmail.com<\/strong>).\n\n<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal tudo bom? Meu nome \u00e9 Lucas Evangelinos, professor de Direito Empresarial do Estrat\u00e9gia Carreiras Jur\u00eddicas, e abaixo seguem os coment\u00e1rios das quest\u00f5es do Concurso da Magistratura do Tribunal de Justi\u00e7a do Estado do Paran\u00e1 (TJPR): 71. 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