{"id":1682772,"date":"2025-12-10T09:17:28","date_gmt":"2025-12-10T12:17:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/?p=1682772"},"modified":"2025-12-10T09:17:29","modified_gmt":"2025-12-10T12:17:29","slug":"informativo-stf-1199-comentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.estrategiaconcursos.com.br\/blog\/informativo-stf-1199-comentado\/","title":{"rendered":"Informativo STF 1199 Comentado"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/12\/10091654\/stf-info-1199.pdf\">DOWNLOAD do PDF<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"lyte-wrapper\" style=\"width:853px;max-width:100%;margin:5px;\"><div class=\"lyMe\" id=\"WYL_3mm7RhScrzY\"><div id=\"lyte_3mm7RhScrzY\" data-src=\"\/\/i.ytimg.com\/vi\/3mm7RhScrzY\/hqdefault.jpg\" class=\"pL\"><div class=\"tC\"><div class=\"tT\"><\/div><\/div><div class=\"play\"><\/div><div class=\"ctrl\"><div class=\"Lctrl\"><\/div><div class=\"Rctrl\"><\/div><\/div><\/div><noscript><a href=\"https:\/\/youtu.be\/3mm7RhScrzY\" rel=\"nofollow\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/3mm7RhScrzY\/0.jpg\" alt=\"YouTube video thumbnail\" width=\"853\" height=\"460\" \/><br \/>Assista a este v\u00eddeo no YouTube<\/a><\/noscript><\/div><\/div><div class=\"lL\" style=\"max-width:100%;width:853px;margin:5px;\"><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-1-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-renovabio-constitucionalidade-das-metas-compulsorias-de-descarbonizacao\">1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; RenovaBio \u2013 constitucionalidade das metas compuls\u00f3rias de descarboniza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>S\u00e3o constitucionais as metas compuls\u00f3rias de descarboniza\u00e7\u00e3o e os mecanismos de incentivo ao consumo de biocombust\u00edveis previstos na Lei 13.576\/2017 (RenovaBio), que n\u00e3o violam isonomia, livre iniciativa, livre concorr\u00eancia nem o princ\u00edpio do poluidor-pagador.<\/p>\n\n\n\n<p>ADI 7.617\/DF e ADI 7.596\/DF, Rel. Min. Nunes Marques, Plen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? <strong>CF, art. 225 caput e \u00a7\u00a71\u00ba, V e 3\u00ba<\/strong> (<em>dever estatal de prote\u00e7\u00e3o ambiental; responsabilidade por danos ambientais<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>CF, art. 170, VI<\/strong> (<em>princ\u00edpio do desenvolvimento sustent\u00e1vel e do poluidor-pagador<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>CF, arts. 5\u00ba caput e 150, II<\/strong> (<em>isonomia tribut\u00e1ria e jur\u00eddica<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>Lei 13.576\/2017 \u2013 RenovaBio<\/strong>, arts. 4\u00ba, 5\u00ba, 6\u00ba, 7\u00ba, 9\u00ba, 9\u00ba-B e 9\u00ba-C (<em>metas compuls\u00f3rias; CBIOs; san\u00e7\u00f5es; veda\u00e7\u00e3o a distribuidores inadimplentes<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? Metas ambientais podem impor <strong>\u00f4nus regulat\u00f3rios diferenciados<\/strong> entre agentes econ\u00f4micos, desde que fundados em crit\u00e9rios objetivos (participa\u00e7\u00e3o de mercado, intensidade de carbono etc.).<\/p>\n\n\n\n<p>???? Distribuidores de combust\u00edveis f\u00f3sseis e produtores de biocombust\u00edveis <strong>n\u00e3o est\u00e3o em situa\u00e7\u00f5es equivalentes<\/strong>, o que autoriza diferencia\u00e7\u00e3o normativa.<\/p>\n\n\n\n<p>???? O custo \u00e9 repassado ao consumidor, conforme l\u00f3gica do poluidor-pagador.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A pol\u00edtica de CBIOs estrutura mercado ambiental eficiente, baseado em certifica\u00e7\u00e3o, transpar\u00eancia e rastreabilidade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF analisou se a imposi\u00e7\u00e3o de metas individuais para distribuidores, com aquisi\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria de CBIOs, configuraria viola\u00e7\u00e3o \u00e0 isonomia, livre iniciativa ou concorr\u00eancia. O Tribunal enfatizou que <strong>tratamento desigual \u00e9 leg\u00edtimo quando fundado em desigualdade material relevante<\/strong>, e que emissores de combust\u00edveis f\u00f3sseis e produtores de biocombust\u00edveis ocupam posi\u00e7\u00f5es distintas no ciclo ambiental de emiss\u00f5es \u2014 justificando maior \u00f4nus regulat\u00f3rio ao primeiro grupo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f A Corte tamb\u00e9m avaliou a compatibilidade da pol\u00edtica com a ordem econ\u00f4mica: como o custo ambiental \u00e9 internalizado e previs\u00edvel, n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal desproporcional. Ao contr\u00e1rio, o programa estimula inova\u00e7\u00e3o e transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, alinhando o dever constitucional de prote\u00e7\u00e3o ambiental \u00e0s exig\u00eancias de seguran\u00e7a jur\u00eddica e efici\u00eancia econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? As metas individuais de descarboniza\u00e7\u00e3o para distribuidores violam a isonomia, pois imp\u00f5em \u00f4nus desigual a agentes do mesmo setor.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. A diferen\u00e7a <strong>decorre da posi\u00e7\u00e3o ambientalmente mais onerosa<\/strong> dos distribuidores de combust\u00edveis f\u00f3sseis, justificando distin\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A l\u00f3gica do poluidor-pagador permite que custos regulat\u00f3rios ambientais sejam repassados aos consumidores, sem violar a ordem econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. O STF afirmou que o \u00f4nus final recai legitimamente sobre o usu\u00e1rio de combust\u00edvel f\u00f3ssil, conforme o princ\u00edpio constitucional.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? RenovaBio \u2013 constitucionalidade<\/td><\/tr><tr><td>???? Isonomia material \u2192 agentes em situa\u00e7\u00f5es diferentes ???? Poluidor-pagador \u2192 repasse do custo \u00e9 leg\u00edtimo ???? Metas proporcionais e objetivas ???? Incentivo \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>S\u00e3o constitucionais \u2014 e n\u00e3o violam os princ\u00edpios da isonomia (CF\/1988, arts. 5\u00ba, <em>caput<\/em>, e 150, II), do poluidor-pagador (CF\/1988, arts. 170, VI, e 225, <em>caput<\/em>, \u00a7\u00a7 1\u00ba, V, e 3\u00ba), nem da livre iniciativa e da livre concorr\u00eancia (CF\/1988, art. 170, <em>caput<\/em> e IV) \u2014 os dispositivos da Lei n\u00ba 13.576\/2017 (que instituiu a Pol\u00edtica Nacional de Biocombust\u00edveis &#8211; RenovaBio) que estabelecem metas compuls\u00f3rias de descarboniza\u00e7\u00e3o e mecanismos de incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e consumo de biocombust\u00edveis.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A referida lei federal estabeleceu metas anuais de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de gases de efeito estufa a serem cumpridas pelos distribuidores de combust\u00edveis f\u00f3sseis mediante aquisi\u00e7\u00e3o e aposentadoria de Cr\u00e9ditos de Descarboniza\u00e7\u00e3o (CBIOs), emitidos por produtores e importadores de biocombust\u00edveis. Trata-se de pol\u00edtica p\u00fablica direcionada \u00e0 sustentabilidade ambiental, a qual objetiva estimular a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, fomentar o mercado de biocombust\u00edveis e viabilizar o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, especialmente no \u00e2mbito do Acordo de Paris.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora distribuidores de combust\u00edveis f\u00f3sseis e produtores\/importadores de biocombust\u00edveis atuem no mesmo setor econ\u00f4mico, inexiste viola\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio da isonomia por suposto tratamento discriminat\u00f3rio, pois esses agentes n\u00e3o se encontram em situa\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas equivalentes, o que justifica o tratamento diferenciado previsto na legisla\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o \u00f4nus econ\u00f4mico da pol\u00edtica de descarboniza\u00e7\u00e3o recai, em \u00faltima an\u00e1lise, sobre os usu\u00e1rios de combust\u00edveis f\u00f3sseis (consumidores), e n\u00e3o exclusivamente sobre os distribuidores, em conson\u00e2ncia com o princ\u00edpio do poluidor-pagador.<\/p>\n\n\n\n<p>O programa estabelece <em>regras uniformes para todos os distribuidores de combust\u00edveis f\u00f3ssei<\/em>s, que repassam os custos da pol\u00edtica ambiental aos consumidores. As metas de descarboniza\u00e7\u00e3o e os mecanismos de comercializa\u00e7\u00e3o dos CBIOs fundamentam-se em crit\u00e9rios objetivos, como a participa\u00e7\u00e3o de mercado e a disponibilidade de biocombust\u00edveis certificados, o que previne distor\u00e7\u00f5es e especula\u00e7\u00f5es prejudiciais \u00e0 ordem econ\u00f4mica. O cumprimento das metas harmoniza o dever estatal de prote\u00e7\u00e3o ambiental (CF\/1988, art. 225) e a promo\u00e7\u00e3o do desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 viola\u00e7\u00e3o aos princ\u00edpios da livre iniciativa e da livre concorr\u00eancia, pois o Estado possui legitimidade para promover a defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado e a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, em aprecia\u00e7\u00e3o conjunta e por unanimidade, julgou improcedentes as a\u00e7\u00f5es para assentar a constitucionalidade dos arts. 4\u00ba, I; 5\u00ba, V, VII, XI e XIII; 6\u00ba; 7\u00ba; 9\u00ba; 9\u00ba-B, <em>caput<\/em> e \u00a7\u00a7 1\u00ba e 2\u00ba; 9\u00ba-C, <em>caput<\/em> e par\u00e1grafo \u00fanico; 10; e 13, <em>caput<\/em> e \u00a7 1\u00ba, todos da <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2017\/lei\/l13576.htm\">Lei n\u00ba 13.576\/2017<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-2-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-programa-de-financiamento-da-infraestrutura-do-df-constitucionalidade-parcial\">2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Programa de Financiamento da Infraestrutura do DF \u2013 constitucionalidade parcial<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-0\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 constitucional a Lei Distrital 7.465\/2024, que institui o Programa de Financiamento da Infraestrutura P\u00fablica do DF, salvo dispositivos que delegavam incentivos tribut\u00e1rios a ato infralegal ou permitiam contrapartidas incompat\u00edveis com impessoalidade, moralidade e regime de licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>RE 1.536.640\/DF, Rel. Min. Andr\u00e9 Mendon\u00e7a, Plen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-0\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? <strong>CF, art. 61 \u00a71\u00ba II<\/strong> (<em>reserva de iniciativa do Executivo restrita; lei n\u00e3o viola iniciativa privativa<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>CF, art. 22 XXVII<\/strong> (<em>normas gerais de licita\u00e7\u00e3o \u2013 compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>CF, arts. 37 caput e 150 \u00a76\u00ba<\/strong> (<em>princ\u00edpios da administra\u00e7\u00e3o; reserva legal tribut\u00e1ria<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>Lei 14.133\/2021<\/strong> (<em>normas gerais de licita\u00e7\u00e3o e contrata\u00e7\u00e3o<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? Programas de fomento podem estruturar parcerias para financiar infraestrutura, desde que respeitem limite material das compet\u00eancias federativas.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Concess\u00e3o de incentivos fiscais n\u00e3o pode ser delegada a decreto ou regulamento.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Contrapartidas como escolha de nome ou identidade visual dependem de respeito ao patrim\u00f4nio cultural e normas t\u00e9cnicas.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Certas categorias de equipamentos (sa\u00fade, seguran\u00e7a p\u00fablica) <strong>n\u00e3o admitem publicidade privada<\/strong>, por violar impessoalidade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-0\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF ponderou se a lei distrital configurava invas\u00e3o de compet\u00eancia federal em mat\u00e9ria de normas gerais de licita\u00e7\u00e3o ou afronta \u00e0 reserva de iniciativa. A Corte reconheceu que o Distrito Federal pode criar programas de fomento e financiamento, desde que suas regras espec\u00edficas <strong>n\u00e3o contrariem o regime nacional de contrata\u00e7\u00f5es<\/strong> e n\u00e3o deleguem poderes normativos vedados em mat\u00e9ria tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f O Tribunal tamb\u00e9m examinou a compatibilidade das contrapartidas simb\u00f3licas e da publicidade com os princ\u00edpios administrativos. Embora tais contrapartidas possam ser admitidas para bens n\u00e3o essenciais, sua aplica\u00e7\u00e3o indiscriminada poderia comprometer impessoalidade e moralidade. Assim, realizou-se filtragem constitucional: preservou-se o n\u00facleo do programa, mas afastaram-se hip\u00f3teses que permitiam publicidade em servi\u00e7os essenciais e delega\u00e7\u00e3o ileg\u00edtima de benef\u00edcios fiscais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-0\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? A concess\u00e3o de incentivos fiscais depende de lei em sentido estrito e n\u00e3o pode ser delegada a regulamento.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Trata-se de tema secund\u00e1rio central do ac\u00f3rd\u00e3o, baseado no art. 150 \u00a76\u00ba da CF.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A lei distrital que cria programa de infraestrutura ofende a reserva de iniciativa do Executivo por tratar de mat\u00e9ria administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF afirmou que o <strong>programa n\u00e3o se insere nas hip\u00f3teses de iniciativa privativa<\/strong>, sendo formalmente constitucional.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-0\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Programa de infraestrutura \u2013 DF<\/td><\/tr><tr><td>???? Constitucionalidade formal preservada ???? Inconstitucional delegar incentivo fiscal ???? Contrapartidas \u2192 limites: impessoalidade e patrim\u00f4nio cultural ???? Compatibilidade com Lei 14.133\/2021 obrigat\u00f3ria<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-0\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>\u00c9 formalmente constitucional \u2014 na medida em que n\u00e3o configura mat\u00e9ria sujeita \u00e0 reserva de iniciativa do chefe do Poder Executivo \u2014 a Lei Distrital n\u00ba 7.465\/2024, que instituiu o Programa de Financiamento da Infraestrutura P\u00fablica do Distrito Federal, destinado a viabilizar a capta\u00e7\u00e3o de recursos privados para realiza\u00e7\u00e3o de obras e manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos p\u00fablicos mediante parcerias entre o poder p\u00fablico e a iniciativa privada.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sob o aspecto material, aos dispositivos da lei distrital impugnada referentes \u00e0 concess\u00e3o de uso de bem p\u00fablico, \u00e9 poss\u00edvel conferir interpreta\u00e7\u00e3o conforme \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o, a fim de assegurar que sua estrutura observe os princ\u00edpios da vincula\u00e7\u00e3o final\u00edstica, da proporcionalidade e da compatibilidade de prazos, mediante a ado\u00e7\u00e3o de procedimentos compat\u00edveis com a legisla\u00e7\u00e3o geral de licita\u00e7\u00f5es e contratos administrativos (Lei n\u00ba 14.133\/2021), em observ\u00e2ncia \u00e0 compet\u00eancia legislativa privativa da Uni\u00e3o para dispor sobre normas gerais de licita\u00e7\u00e3o e contrata\u00e7\u00e3o p\u00fablica (CF\/1988, art. 22, XXVII).<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, eventuais contrapartidas relacionadas \u00e0 escolha de nome ou de identidade visual dos bens p\u00fablicos somente podem ser admitidas quando respeitadas as normas t\u00e9cnicas e as avalia\u00e7\u00f5es dos \u00f3rg\u00e3os competentes respons\u00e1veis pela tutela do patrim\u00f4nio p\u00fablico, hist\u00f3rico e cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, determinadas categorias de equipamentos p\u00fablicos, especialmente os voltados \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 seguran\u00e7a p\u00fablica, s\u00e3o incompat\u00edveis com a l\u00f3gica de contrapartidas prevista na norma distrital. Nesses casos, a veicula\u00e7\u00e3o de publicidade ou a associa\u00e7\u00e3o de identidade visual de empresas privadas a servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais violam os princ\u00edpios da impessoalidade e da moralidade administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Relativamente aos benef\u00edcios fiscais previstos na lei distrital impugnada, embora a concess\u00e3o de incentivos possa configurar instrumento leg\u00edtimo de pol\u00edtica p\u00fablica, sua institui\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser delegada a ato infralegal, sob pena de afronta \u00e0 reserva legal tribut\u00e1ria (CF\/1988, art. 150, \u00a7 6\u00ba).<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesse e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, deu parcial provimento ao recurso extraordin\u00e1rio, para, reformando o ac\u00f3rd\u00e3o proferido pelo Tribunal de Justi\u00e7a do Distrito Federal e dos Territ\u00f3rios, declarar a constitucionalidade da <a href=\"https:\/\/dflegis.df.gov.br\/ato.php?co_data=58633&amp;p=lei-7465-de-28-de-fevereiro-de-2024\">Lei Distrital n\u00ba 7.465\/2024<\/a>, com exce\u00e7\u00e3o dos seguintes pontos: <strong>(i) declarar a inconstitucionalidade <\/strong>(a)do inciso I do \u00a7 2\u00ba do art. 4\u00ba; (b) da express\u00e3o &#8220;<em>a concess\u00e3o de incentivos tribut\u00e1rios<\/em>&#8221; contida no \u00a7 3\u00ba do art. 4\u00ba; (c) do inciso I do \u00a7 1\u00ba do art. 8\u00ba; (d) da express\u00e3o <em>&#8220;a concess\u00e3o de incentivos tribut\u00e1rios<\/em>&#8221; contida no \u00a7 2\u00ba do art. 8\u00ba; e (e) das al\u00edneas <em>b<\/em>, <em>f<\/em> e <em>h<\/em> do inciso I do art. 3\u00ba (esclarecendo, em virtude do erro material contido na norma, que a al\u00ednea <em>h<\/em> possui a seguinte reda\u00e7\u00e3o: \u201c<em>outros previstos em regulamento<\/em>\u201d); e <strong>(ii)<\/strong><strong> atribuir interpreta\u00e7\u00e3o conforme \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o <\/strong>(a) aos arts. 4\u00ba, I; 8\u00ba, I; e ao par\u00e1grafo \u00fanico do art. 10, de modo que as contrapartidas de escolha do nome e da identidade visual, caso concedida, respeite as normas t\u00e9cnicas e avalia\u00e7\u00f5es dos \u00f3rg\u00e3os competentes, de prote\u00e7\u00e3o ao patrim\u00f4nio p\u00fablico, hist\u00f3rico e cultural; (b) \u00e0s demais al\u00edneas constantes do inciso I do art. 3\u00ba, desde que respeitadas as normas t\u00e9cnicas e avalia\u00e7\u00f5es dos \u00f3rg\u00e3os competentes de prote\u00e7\u00e3o ao patrim\u00f4nio p\u00fablico, hist\u00f3rico e cultural; e (c) ao art. 11, de modo que a aplica\u00e7\u00e3o da lei seja compreendida nos limites estabelecidos pela legisla\u00e7\u00e3o federal de reg\u00eancia das contrata\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. Por fim, o Tribunal<strong> declarou a constitucionalidade <\/strong>(i) da express\u00e3o \u201c<em>concess\u00e3o<\/em>\u201d, constante do inciso III do art. 4\u00ba, do inciso III do art. 8\u00ba, e do \u00a7 4\u00ba do art. 8\u00ba; e (ii) da express\u00e3o \u201c<em>concess\u00e3o<\/em>\u201d, constante do inciso II do art. 10.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-3-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-recreio-e-intervalo-entre-aulas-nao-sao-automaticamente-tempo-a-disposicao\">3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Recreio e intervalo entre aulas \u2013 n\u00e3o s\u00e3o automaticamente tempo \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-1\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 inconstitucional presun\u00e7\u00e3o absoluta de que recreio escolar e intervalo entre aulas integram a jornada do professor; apenas se configuram como tempo \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o quando o empregador n\u00e3o demonstra que o docente p\u00f4de dedicar-se a atividades estritamente pessoais.<\/p>\n\n\n\n<p>ADPF 1.058 MC-Ref\/DF, Rel. Min. Gilmar Mendes, Plen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-1\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>???? <strong>CLT, art. 4\u00ba caput e \u00a72\u00ba<\/strong> (<em>tempo \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o; exclus\u00e3o de intervalos destinados a descanso<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>CLT, art. 611-A<\/strong> (<em>negocia\u00e7\u00e3o coletiva pode definir intervalos e condi\u00e7\u00f5es de trabalho<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>CF, arts. 7\u00ba XXVI e 8\u00ba III<\/strong> (<em>prest\u00edgio da negocia\u00e7\u00e3o coletiva<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>CF, arts. 1\u00ba IV e 170 caput<\/strong> (<em>livre iniciativa e autonomia privada coletiva<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? A presun\u00e7\u00e3o absoluta criada pela jurisprud\u00eancia do TST n\u00e3o encontra suporte legal e elimina espa\u00e7o de negocia\u00e7\u00e3o coletiva.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Intervalos s\u00f3 integram jornada quando o empregador exige disponibilidade real ou tarefas durante o recreio.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Aferi\u00e7\u00e3o deve ser caso a caso, evitando interven\u00e7\u00e3o judicial indevida<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-1\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF avaliou se interpreta\u00e7\u00f5es consolidadas do TST poderiam transformar recreios e intervalos em tempo remunerado independentemente de prova. Entendeu que isso viola o art. 4\u00ba da CLT, que prev\u00ea natureza <strong>n\u00e3o laborativa<\/strong> desses per\u00edodos, salvo demonstra\u00e7\u00e3o de indisponibilidade. A presun\u00e7\u00e3o absoluta criou regime h\u00edbrido sem base legal e incompat\u00edvel com a l\u00f3gica do direito do trabalho constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f O Tribunal tamb\u00e9m refor\u00e7ou que a negocia\u00e7\u00e3o coletiva disp\u00f5e de espa\u00e7o leg\u00edtimo para regular intervalos de docentes, principalmente diante da diversidade organizacional entre institui\u00e7\u00f5es de ensino. A imposi\u00e7\u00e3o judicial indiscriminada desestimula pactua\u00e7\u00e3o coletiva e compromete autonomia privada coletiva. Assim, o STF preservou a possibilidade de reconhecimento como tempo \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o, mas apenas quando provado o labor ou a indisponibilidade pessoal do professor.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-1\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O recreio escolar integra automaticamente a jornada do professor, independentemente de prova.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. A presun\u00e7\u00e3o absoluta foi declarada inconstitucional; exige-se demonstra\u00e7\u00e3o de que o docente estava efetivamente \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A negocia\u00e7\u00e3o coletiva n\u00e3o pode disciplinar intervalos e recreios de forma diversa da CLT, porque violaria direitos m\u00ednimos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. O STF refor\u00e7ou a centralidade da autonomia coletiva no tema.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-1\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Professores \u2013 recreio\/intervalo<\/td><\/tr><tr><td>???? Presun\u00e7\u00e3o absoluta \u2192 inconstitucional ???? Tempo \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o = prova de indisponibilidade ???? Negocia\u00e7\u00e3o coletiva prevalece ???? Avalia\u00e7\u00e3o caso a caso<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-1\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Na aus\u00eancia de previs\u00e3o legal espec\u00edfica ou de norma coletiva em sentido diverso, o recreio escolar (educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica) e o intervalo entre aulas (educa\u00e7\u00e3o superior) qualificam-se, em regra, como tempo em que o professor permanece \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do empregador, ressalvada a possibilidade de demonstra\u00e7\u00e3o, a cargo deste, de que, nesses per\u00edodos, o docente se dedica a atividades estritamente pessoais, hip\u00f3tese em que se afasta o respectivo c\u00e1lculo na jornada di\u00e1ria (CLT\/1943, art. 4\u00ba, \u00a7 2\u00ba).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As mat\u00e9rias relativas \u00e0 jornada de trabalho e ao intervalo intrajornada constituem temas que podem ser validamente objeto de negocia\u00e7\u00e3o coletiva (CLT\/1943, art. 611-A). Assim, por meio de conven\u00e7\u00e3o ou acordo coletivo de trabalho, faculta-se \u00e0s institui\u00e7\u00f5es de ensino e aos professores, representados por seus sindicatos, disciplinar o intervalo intrajornada, inclusive em condi\u00e7\u00f5es distintas daquelas previstas em lei.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 inconstitucional \u2014 por violar os princ\u00edpios da legalidade, da livre iniciativa e da interven\u00e7\u00e3o m\u00ednima na autonomia da vontade coletiva (CF\/1988, arts. 1\u00ba, IV; 5\u00ba, II; 7\u00ba, XXVI; 8\u00ba, III e 170, <em>caput<\/em>) \u2014 a presun\u00e7\u00e3o absoluta (que n\u00e3o admite prova em contr\u00e1rio) de que o recreio e os intervalos entre aulas integram, necessariamente, a jornada de trabalho do professor.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, a interpreta\u00e7\u00e3o judicial do art. 4\u00ba, <em>caput<\/em>, da CLT, consolidada no \u00e2mbito do Tribunal Superior do Trabalho (TST), no sentido da presun\u00e7\u00e3o absoluta de que o recreio e o intervalo entre aulas constituem, invariavelmente, tempo \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do empregador, independentemente de prova da efetiva disponibilidade ou do efetivo labor e sem embasamento legal, desvirtua o espa\u00e7o leg\u00edtimo de negocia\u00e7\u00e3o coletiva e configura indevida interven\u00e7\u00e3o na autonomia da vontade coletiva de professores e institui\u00e7\u00f5es de ensino, em ofensa aos citados princ\u00edpios constitucionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Eventual tempo \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do empregador que descaracterize a natureza do per\u00edodo de recreio escolar enquanto intervalo de descanso pode ser aferida somente pela an\u00e1lise das peculiaridades f\u00e1ticas de cada caso concreto. A aferi\u00e7\u00e3o da suposta sobrejornada de trabalho deve observ\u00e2ncia \u00e0s demais normas trabalhistas incidentes na hip\u00f3tese, em especial as que se referem ao intervalo de descanso obrigat\u00f3rio, bem como as normas coletivas aplic\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, converteu o referendo da medida cautelar em julgamento de m\u00e9rito, confirmou a <a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/processos\/downloadPeca.asp?id=15365125881&amp;ext=.pdf\">cautelar anteriormente deferida<\/a> e julgou parcialmente procedente a argui\u00e7\u00e3o, estabelecendo que a decis\u00e3o n\u00e3o produzir\u00e1 efeitos retroativos em preju\u00edzo daqueles que receberam valores de boa-f\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-4-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp-extensao-de-gratificacao-e-coisa-julgada-inconstitucional-nos-juizados\">4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Extens\u00e3o de gratifica\u00e7\u00e3o e coisa julgada inconstitucional nos Juizados<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-destaque-2\">Destaque<\/h3>\n\n\n\n<p>\u00c9 poss\u00edvel desconstituir, na pr\u00f3pria fase de execu\u00e7\u00e3o dos Juizados Especiais, t\u00edtulo judicial inconstitucional que tenha estendido gratifica\u00e7\u00e3o de ensino especial a professores do DF em afronta \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o firmada pelo STF, mediante simples peti\u00e7\u00e3o de argui\u00e7\u00e3o de inexigibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>ADPF 615\/DF, Rel. Min. Lu\u00eds Roberto Barroso, red. p\/ ac\u00f3rd\u00e3o Min. Alexandre de Moraes, Plen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conteudo-base-2\">Conte\u00fado-Base<\/h3>\n\n\n\n<p>&nbsp;???? <strong>CF, art. 102 caput e \u00a72\u00ba<\/strong> (<em>autoridade vinculante das decis\u00f5es do STF; supremacia da Constitui\u00e7\u00e3o<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>CPC\/2015, arts. 525 \u00a71\u00ba III, \u00a7\u00a712, 14 e 15; 535 \u00a7\u00a75\u00ba e 7\u00ba<\/strong> (<em>inexigibilidade do t\u00edtulo inconstitucional; prazo; retroa\u00e7\u00e3o; limites<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>Lei 9.099\/1995, art. 59<\/strong> (<em>veda\u00e7\u00e3o \u00e0 a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria nos Juizados \u2014 n\u00e3o impede controle de constitucionalidade reflexo<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>Tema 360 RG \u2013 RE 611.503\/SP (tese antiga, agora modificada)<\/strong> (<em>coisa julgada inconstitucional; alcance e limites<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? <strong>RE 1.287.126-AgR\/DF<\/strong> (<em>constitucionalidade da express\u00e3o \u201cexclusivamente\u201d \u2014 GAEE no DF<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>???? Quando o STF fixa interpreta\u00e7\u00e3o vinculante posterior ao tr\u00e2nsito em julgado, <strong>t\u00edtulos incompat\u00edveis tornam-se inexig\u00edveis<\/strong>, por violarem supremacia constitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>???? Nos Juizados, a aus\u00eancia de a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria \u00e9 suprida por <strong>\u201csimples peti\u00e7\u00e3o\u201d<\/strong>, com prazo e limites de retroatividade equivalentes aos da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A desconstitui\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 autom\u00e1tica: exige provoca\u00e7\u00e3o, observ\u00e2ncia do prazo e an\u00e1lise de impacto sobre seguran\u00e7a jur\u00eddica e interesse social.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao-e-tese-2\">Discuss\u00e3o e Tese<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O STF analisou situa\u00e7\u00e3o em que decis\u00f5es repetidas dos Juizados haviam estendido indevidamente a GAEE (Gratifica\u00e7\u00e3o de Atividade de Ensino Especial) a professores do DF, contrariando interpreta\u00e7\u00e3o constitucional firmada no RE 1.287.126-AgR\/DF. Como a Lei 9.099\/1995 n\u00e3o admite a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria, surgiu a quest\u00e3o: <strong>como corrigir t\u00edtulos inconstitucionais no microssistema dos Juizados?<\/strong> O Tribunal concluiu que a inexist\u00eancia de rescis\u00f3ria n\u00e3o pode servir de escudo para manuten\u00e7\u00e3o de decis\u00f5es incompat\u00edveis com a Constitui\u00e7\u00e3o, e que a supremacia constitucional deve prevalecer.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2696\ufe0f Para tanto, o STF reconheceu que a via adequada \u00e9 a <strong>argui\u00e7\u00e3o de inexigibilidade<\/strong>, manejada por simples peti\u00e7\u00e3o, observados os prazos equivalentes \u00e0 rescis\u00f3ria (dois anos do tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o do STF paradigma; e retroa\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de cinco anos salvo modula\u00e7\u00e3o diversa). O Tribunal tamb\u00e9m declarou inconstitucionais dispositivos do CPC que restringiam essa argui\u00e7\u00e3o aos casos em que o precedente STF fosse anterior ao tr\u00e2nsito em julgado \u2014 pois isso violaria a for\u00e7a vinculante e a autoconten\u00e7\u00e3o constitucional. Assim, a solu\u00e7\u00e3o harmoniza: seguran\u00e7a jur\u00eddica, supremacia da Constitui\u00e7\u00e3o e celeridade do sistema dos Juizados.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-sera-cobrado-em-prova-2\">Como ser\u00e1 Cobrado em Prova<\/h3>\n\n\n\n<p>???? O art. 59 da Lei 9.099\/1995 impede a desconstitui\u00e7\u00e3o da coisa julgada no Juizado Especial.<\/p>\n\n\n\n<p>\u274c Errado. A veda\u00e7\u00e3o \u00e0 rescis\u00f3ria <strong>n\u00e3o impede<\/strong> o controle de constitucionalidade da coisa julgada; t\u00edtulos incompat\u00edveis com precedentes do STF podem ser impugnados via argui\u00e7\u00e3o de inexigibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>???? A retroatividade da desconstitui\u00e7\u00e3o, quando o t\u00edtulo contrariar entendimento posterior do STF, e n\u00e3o houver modula\u00e7\u00e3o expressa do STF, n\u00e3o pode ultrapassar cinco anos anteriores \u00e0 data da peti\u00e7\u00e3o de inexigibilidade, que deve ser apresentada dentro do prazo decadencial de dois anos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2705 Correto. Esse \u00e9 um dos elementos secund\u00e1rios centrais das teses fixadas pelo Plen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-versao-esquematizada-2\">Vers\u00e3o Esquematizada<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>???? Coisa julgada inconstitucional \u2013 Juizados<\/td><\/tr><tr><td>???? Veda\u00e7\u00e3o \u00e0 rescis\u00f3ria n\u00e3o bloqueia controle constitucional ???? Argui\u00e7\u00e3o de inexigibilidade \u2192 simples peti\u00e7\u00e3o ???? Prazos: 2 anos (decadencial) + retroa\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de 5 anos ???? Inconstitucionalidade dos CPC 525 \u00a714 e 535 \u00a77 ???? Altera\u00e7\u00e3o da tese do Tema 360 RG ???? Aplica\u00e7\u00e3o vinculada a precedentes do STF (RE 1.287.126\/DF \u2013 GAEE)<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Teses fixadas:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1. \u00c9 poss\u00edvel aplicar o artigo 741, par\u00e1grafo \u00fanico, do CPC\/1973, atual art. 535, \u00a7 5\u00ba, do CPC\/2015, aos feitos submetidos ao procedimento sumar\u00edssimo, desde que o tr\u00e2nsito em julgado da fase de conhecimento seja posterior a 27.08.2001;<\/p>\n\n\n\n<p>2. \u00c9 admiss\u00edvel a invoca\u00e7\u00e3o como fundamento da inexigibilidade de ser o t\u00edtulo judicial fundado em aplica\u00e7\u00e3o ou interpreta\u00e7\u00e3o tida como incompat\u00edvel com a Constitui\u00e7\u00e3o quando houver pronunciamento jurisdicional, contr\u00e1rio ao decidido pelo Plen\u00e1rio do Supremo Tribunal Federal, seja no controle difuso, seja no controle concentrado de constitucionalidade;<\/p>\n\n\n\n<p>3. O art. 59 da Lei 9.099\/1995 n\u00e3o impede a desconstitui\u00e7\u00e3o da coisa julgada quando o t\u00edtulo executivo judicial estiver em contrariedade \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o ou sentido da norma conferida pela Suprema Corte, sendo admiss\u00edvel o manejo de simples peti\u00e7\u00e3o, a ser apresentada em prazo equivalente ao da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria;<\/p>\n\n\n\n<p>3.1. Em cada caso, o Supremo Tribunal Federal poder\u00e1 definir os efeitos temporais de seus precedentes vinculantes e sua repercuss\u00e3o sobre a coisa julgada, estabelecendo inclusive a extens\u00e3o da retroa\u00e7\u00e3o para fins da simples peti\u00e7\u00e3o acima referida ou mesmo o seu n\u00e3o cabimento diante do grave risco de les\u00e3o \u00e0 seguran\u00e7a jur\u00eddica ou ao interesse social;<\/p>\n\n\n\n<p>3.2. Na aus\u00eancia de manifesta\u00e7\u00e3o expressa, os efeitos retroativos de eventual desconstitui\u00e7\u00e3o da coisa julgada n\u00e3o exceder\u00e3o cinco anos da data da apresenta\u00e7\u00e3o simples da peti\u00e7\u00e3o acima referida, a qual dever\u00e1 ser proposta no prazo decadencial de dois anos contados do tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o do STF;<\/p>\n\n\n\n<p>4. O art. 59 da Lei 9.099\/1995 tamb\u00e9m n\u00e3o impede a argui\u00e7\u00e3o de inexigibilidade quando o t\u00edtulo executivo judicial estiver em contrariedade \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o ou sentido da norma conferida pela Suprema Corte, seja a decis\u00e3o do Supremo Tribunal Federal anterior ou posterior ao tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o exequenda, salvo preclus\u00e3o (CPC, arts. 525, <em>caput<\/em> e 535, <em>caput<\/em>).<strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-inteiro-teor-2\">Inteiro Teor<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>A coisa julgada inconstitucional no microssistema dos juizados especiais pode ser contestada por meio de simples peti\u00e7\u00e3o&nbsp;na fase de execu\u00e7\u00e3o, a ser apresentada em prazo equivalente ao da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A prote\u00e7\u00e3o \u00e0 coisa julgada \u00e9 uma express\u00e3o da seguran\u00e7a jur\u00eddica que permite a estabiliza\u00e7\u00e3o das solu\u00e7\u00f5es dadas aos lit\u00edgios. Contudo, essa prote\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 absoluta e pode ser ponderada frente a outros princ\u00edpios constitucionais, especialmente o da supremacia da Constitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A norma que pro\u00edbe a utiliza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria no microssistema dos juizados especiais (1) n\u00e3o pode representar obst\u00e1culo \u00e0 rediscuss\u00e3o da mat\u00e9ria quando o t\u00edtulo transitado em julgado divergir de interpreta\u00e7\u00e3o constitucional fixada pelo STF.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, a desconstitui\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo executivo nos juizados especiais pode ser pleiteada por meio de argui\u00e7\u00e3o de inexigibilidade, apresentada por meio de uma simples peti\u00e7\u00e3o. Essa solu\u00e7\u00e3o se justifica pela necessidade de adotar procedimentos judiciais mais c\u00e9leres e informais aos conflitos de menor complexidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o desse mecanismo nos juizados deve seguir as premissas j\u00e1 definidas pelo STF para a justi\u00e7a comum (2): (i) a alega\u00e7\u00e3o de inexequibilidade deve ser admitida mesmo se a norma em que se baseia o t\u00edtulo executivo judicial for declarada inconstitucional pelo STF ap\u00f3s o tr\u00e2nsito em julgado da senten\u00e7a exequenda; (ii) nessa hip\u00f3tese, a postula\u00e7\u00e3o deve ser apresentada em prazo equivalente ao da a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria (CPC\/2015, arts. 525, \u00a7 15, e 535, \u00a7 8\u00ba); e (iii) se o STF n\u00e3o modular os efeitos da decis\u00e3o paradigma, os efeitos retroativos da desconstitui\u00e7\u00e3o da coisa julgada inconstitucional n\u00e3o devem exceder os cinco anos anteriores \u00e0 data da argui\u00e7\u00e3o da inexigibilidade do t\u00edtulo executivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nesses e em outros entendimentos, o Plen\u00e1rio, por maioria, (i) declarou, incidentalmente, a inconstitucionalidade do <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm#:~:text=%C2%A7%2014.%20A%20decis%C3%A3o%20do%20Supremo%20Tribunal%20Federal%20referida%20no%20%C2%A7%2012%20deve%20ser%20anterior%20ao%20tr%C3%A2nsito%20em%20julgado%20da%20decis%C3%A3o%20exequenda.%C2%A0\">art. 525, \u00a7 14<\/a>, e do <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm#:~:text=%C2%A7%207%C2%BA%20A%20decis%C3%A3o%20do%20Supremo%20Tribunal%20Federal%20referida%20no%20%C2%A7%205%C2%BA%20deve%20ter%20sido%20proferida%20antes%20do%20tr%C3%A2nsito%20em%20julgado%20da%20decis%C3%A3o%20exequenda.\">art. 535, \u00a7 7\u00ba<\/a>, ambos do CPC\/2015 (3); (ii) julgou procedente a a\u00e7\u00e3o para determinar aos Juizados Especiais da Fazenda P\u00fablica do Distrito Federal que apreciem as alega\u00e7\u00f5es de inexequibilidade do t\u00edtulo judicial formuladas pelo autor, aplicando solu\u00e7\u00e3o compat\u00edvel com a declara\u00e7\u00e3o, em controle abstrato e concentrado, da constitucionalidade da express\u00e3o \u201c<em>exclusivamente<\/em>\u201d, do <a href=\"https:\/\/dflegis.df.gov.br\/ato.php?tipo=busca-exata&amp;ds_titulo=Lei%20n%C2%BA%205.105,%20de%2003%20de%20maio%20de%202013#:~:text=Art.%2020.,parceiras%20formalmente%20constitu%C3%ADdas%3B\">art. 20, I, da Lei n\u00ba 5.105\/2013 do Distrito Federal<\/a> (4) &#8211; <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=TP&amp;docID=766976751\">RE 1.287.126 AgR\/DF<\/a>; (iii) fixou as teses anteriormente citadas (compat\u00edveis com a estabelecida para o <a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/jurisprudenciaRepercussao\/verAndamentoProcesso.asp?incidente=2616045&amp;numeroProcesso=586068&amp;classeProcesso=RE&amp;numeroTema=100\">Tema 100 da repercuss\u00e3o geral<\/a>); e (iv) modificou a tese firmada no <a href=\"https:\/\/redir.stf.jus.br\/paginadorpub\/paginador.jsp?docTP=TP&amp;docID=749386268\">RE 611.503\/SP<\/a> (<a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/jurisprudenciaRepercussao\/verAndamentoProcesso.asp?incidente=3858766&amp;numeroProcesso=611503&amp;classeProcesso=RE&amp;numeroTema=360\">Tema 360 RG<\/a>), nos seguintes termos: \u201cS\u00e3o constitucionais as disposi\u00e7\u00f5es normativas do par\u00e1grafo \u00fanico do art. 741 do CPC, do \u00a7 1\u00ba do art. 475-L, ambos do CPC\/73, bem como os correspondentes dispositivos do CPC\/15, o art. 525, \u00a7 1\u00ba, III e \u00a7\u00a7 12 e 14, o art. 535, \u00a7 5\u00ba. S\u00e3o dispositivos que, buscando harmonizar a garantia da coisa julgada com o primado da Constitui\u00e7\u00e3o, vieram agregar ao sistema processual brasileiro um mecanismo com efic\u00e1cia paralisante de senten\u00e7as revestidas de v\u00edcio de inconstitucionalidade qualificado, assim caracterizado nas hip\u00f3teses em que a senten\u00e7a exequenda est\u00e1 em contrariedade \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o ou sentido da norma conferida pela Suprema Corte, seja a decis\u00e3o do Supremo Tribunal Federal anterior ou posterior ao tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o exequenda, salvo preclus\u00e3o (CPC, arts. 525, <em>caput<\/em> e 535, <em>caput<\/em>)\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>(1) <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l9099.htm#:~:text=Art.%2059.%20N%C3%A3o%20se%20admitir%C3%A1%20a%C3%A7%C3%A3o%20rescis%C3%B3ria%20nas%20causas%20sujeitas%20ao%20procedimento%20institu%C3%ADdo%20por%20esta%20Lei.\">Lei n\u00ba 9.099\/1995<\/a>: \u201cArt. 59. N\u00e3o se admitir\u00e1 a\u00e7\u00e3o rescis\u00f3ria nas causas sujeitas ao procedimento institu\u00eddo por esta Lei.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(2) Precedente citado: <a href=\"https:\/\/portal.stf.jus.br\/processos\/detalhe.asp?incidente=6220273\">AR 2.876 QO<\/a> (ac\u00f3rd\u00e3o pendente de publica\u00e7\u00e3o) &#8211; <a href=\"https:\/\/www.stf.jus.br\/arquivo\/informativo\/documento\/informativo1177.htm#Rescis%C3%B3ria\">vide Info 1177<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>(3) <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2015-2018\/2015\/lei\/l13105.htm\">CPC\/2015<\/a>: \u201cArt. 525. (&#8230;) \u00a7 12. Para efeito do disposto no inciso III do \u00a7 1\u00ba deste artigo, considera-se tamb\u00e9m inexig\u00edvel a obriga\u00e7\u00e3o reconhecida em t\u00edtulo executivo judicial fundado em lei ou ato normativo considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal, ou fundado em aplica\u00e7\u00e3o ou interpreta\u00e7\u00e3o da lei ou do ato normativo tido pelo Supremo Tribunal Federal como incompat\u00edvel com a&nbsp;Constitui\u00e7\u00e3o Federal&nbsp;, em controle de constitucionalidade concentrado ou difuso.(&#8230;)<a><\/a> \u00a7 14. A decis\u00e3o do Supremo Tribunal Federal referida no \u00a7 12 deve ser anterior ao tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o exequenda. (&#8230;)&nbsp;Art. 535. (&#8230;) \u00a7 5\u00ba Para efeito do disposto no inciso III do&nbsp;<em>caput<\/em>&nbsp;deste artigo, considera-se tamb\u00e9m inexig\u00edvel a obriga\u00e7\u00e3o reconhecida em t\u00edtulo executivo judicial fundado em lei ou ato normativo considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal, ou fundado em aplica\u00e7\u00e3o ou interpreta\u00e7\u00e3o da lei ou do ato normativo tido pelo Supremo Tribunal Federal como incompat\u00edvel com a&nbsp;Constitui\u00e7\u00e3o Federal, em controle de constitucionalidade concentrado ou difuso. (&#8230;) <a><\/a>\u00a7 7\u00ba A decis\u00e3o do Supremo Tribunal Federal referida no \u00a7 5\u00ba deve ter sido proferida antes do tr\u00e2nsito em julgado da decis\u00e3o exequenda.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(4) <a href=\"https:\/\/dflegis.df.gov.br\/ato.php?tipo=busca-exata&amp;ds_titulo=Lei%20n%C2%BA%205.105,%20de%2003%20de%20maio%20de%202013#:~:text=Art.%2020.,parceiras%20formalmente%20constitu%C3%ADdas%3B\">Lei n\u00ba 5.105\/2013 do Distrito Federal<\/a>: \u201cArt. 20. Fazem jus ao recebimento da GAEE os integrantes da carreira Magist\u00e9rio P\u00fablico do Distrito Federal: I \u2013 que atendam exclusivamente a alunos portadores de necessidades educativas ou em situa\u00e7\u00f5es de risco e vulnerabilidade, em exerc\u00edcio nas unidades especializadas da rede p\u00fablica de ensino do Distrito Federal, nas institui\u00e7\u00f5es conveniadas ou parceiras formalmente constitu\u00eddas;\u201d&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>***<\/p>\n\n\n\n<div data-wp-interactive=\"core\/file\" class=\"wp-block-file\"><object aria-label=\"Incorporar PDF\" data-wp-bind--hidden=\"!state.hasPdfPreview\" hidden><\/object><a id=\"wp-block-file--media-6c1ba6c7-4872-4b97-9207-f2740af0b524\" href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/12\/10091654\/stf-info-1199.pdf\">STF &#8211; Info 1199<\/a><a href=\"https:\/\/dhg1h5j42swfq.cloudfront.net\/2025\/12\/10091654\/stf-info-1199.pdf\" class=\"wp-block-file__button wp-element-button\" download aria-describedby=\"wp-block-file--media-6c1ba6c7-4872-4b97-9207-f2740af0b524\">Baixar<\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DOWNLOAD do PDF 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; RenovaBio \u2013 constitucionalidade das metas compuls\u00f3rias de descarboniza\u00e7\u00e3o Destaque S\u00e3o constitucionais as metas compuls\u00f3rias de descarboniza\u00e7\u00e3o e os mecanismos de incentivo ao consumo de biocombust\u00edveis previstos na Lei 13.576\/2017 (RenovaBio), que n\u00e3o violam isonomia, livre iniciativa, livre concorr\u00eancia nem o princ\u00edpio do poluidor-pagador. 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